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03 dezembro 2020

AXA XL incorpora XL Seguros pela AXA Corporate Corporate Solutions

União das entidades legais ainda está pendente de aprovação final do regulador local (Susep).

A AXA XL anunciou nesta quarta-feira que a incorporação da XL Seguros Brasil S.A. (XL Seguros) pela AXA Corporate Solutions Seguros S.A. (ACS) foi concluída com sucesso no Brasil. A união das entidades legais, que ainda está pendente de aprovação final do regulador local (Susep), incorpora a XL Seguros.

Desta forma, a ACS assume todas as obrigações da XL Seguros. A decisão de unificar as duas entidades foi tomada devido à aquisição do Grupo XL pela AXA, que foi concluída em setembro de 2018.. Comentando o anúncio, o CEO do Brasil, Renato Rodrigues, disse: “Nós estamos extremamente satisfeitos por completar esse processo. Consolidar nossas entidades legais da AXA XL nos permite otimizar nossos processos para o benefício de nossos clientes e corretores.”

Todos os contatos existentes com a XL Seguros permanecerão os mesmos, assim como todos os contatos locais, que continuarão com a parceria com clientes e corretores, para melhor servir as necessidades de gerenciamento de riscos. Referência: Monitor Mercantil.. Leia mais em capitólio 03/12/020



03 dezembro 2020



25 novembro 2020

Salesforce em negociações para comprar o Slack

A Salesforce está em negociações para comprar o aplicativo de mensagens Slack. Caso ocorra, a transação marcaria a entrada do gigante de serviços de computação em nuvem em serviços de mensagem corporativa... Leia mais em exame 25/11/2020









25 novembro 2020



16 outubro 2020

Fusão cria gigante no setor de distribuição de insumos agrícolas no Brasil

O fundo de private equity Aqua Capital promoveu a fusão de diversas empresas de seu portfólio e criou a AgroGalaxy, grupo de distribuição de insumos agrícolas do País com faturamento anual de R$ 4,3 bilhões, 81 lojas e presença em nove Estados

A  consolidação chegou ao campo. Desde 2016, o fundo de private equity Aqua Capital, especializado em investimentos em empresas de alimentos e do agronegócio, foi às compras na área de distribuição de insumos agrícolas.

Naquele ano, a Aqua Capital, que tem US$ 650 milhões de ativos sob gestão, comprou a Rural Brasil, que atuava na região do Cerrado brasileiro. Um ano depois foi a vez de adquirir a Agro 100, com presença no Paraná e no Mato Grosso do Sul.

A fome de aquisições da Aqua Capital seguiu forte em 2018, quando comprou a Agro Ferrari e a Grão de Ouro e chegou a São Paulo e Minas Gerais, respectivamente. No ano passado, foi a vez de adquirir a Sementes Campeã e os ativos da Sementes Fróes e CDB.

Essa coleção de empresas está se unindo agora debaixo da holding AgroGalaxy, criando um grupo de distribuição de insumos agrícolas do País gigante, com faturamento anual estimado em R$ 4,3 bilhões, 81 lojas e presença em nove Estados. A fusão já recebeu o aval do Conselho Administrativo de Defesa Econômico (Cade).

“O setor de insumos era e continua muito fragmentado, com um potencial muito grande de investimento de private equity”, afirma Tomás Romero, sócio da Aqua Capital e responsável pela tese da AgroGalaxy, que diz que está nos planos seguir fazendo mais aquisições no setor.

Com a criação da AgroGalaxy, o executivo Welles Pascoal foi nomeado CEO do grupo, que conta com 1.500 funcionários (450 deles são agrônomos), atende 16,5 mil agricultores em mais de 900 cidades brasileiras.

“Não vendemos apenas insumos, temos também uma série de serviços, como de assistência técnica ao agricultor, soluções de barter e de crédito, além de capacitação de tecnologias de ponta”, diz Pascoal. “Eu costumo definir que somos a loja do campo.”

Apesar da criação do grupo, as marcas vão permanecer porque a avaliação é de que elas são fortes regionalmente. Mas a ideia da holding é usar as sinergias para compras e negociações com fornecedores. “No barter, que é a troca de insumos por grãos, estamos mais competitivos”, afirma Pascoal.

A AgroGalaxy trabalha com os principais fornecedores de insumos agrícolas presentes no País, entre eles Bayer, Corteva e Basf. A holding tem também parceria com os principais bancos brasileiros para o fornecimento de crédito, como Banco do Brasil, Caixa, Itaú, Bradesco e Santander.

O novo grupo entra na briga por um mercado de R$ 46,8 bilhões, segundo dados da Associação Nacional dos Distribuidores de Insumos Agrícolas e Veterinários (ANDAV). A área que mais contribui para o faturamento foi a de insumos para grãos e cereais, com 54%. As hortícolas representaram 4%, com a pecuária e o café, com 3% cada um.

De acordo com estimativas da AgroGalaxy, o setor de defensivos tem um faturamento anual de US$ 10,5 bilhões no Brasil. Já o de fertilizantes, US$ 10,4 bilhões. A holding estima que há 6 mil distribuidores de insumos agrícolas no País.

Essa fragmentação do setor de distribuição de insumos agrícolas tem atraído também a atenção de outros investidores. A Agro Amazônia, por exemplo, que faturou R$ 1,6 bilhão em 2019, é controlada pelo grupo japonês Sumitomo.

A SinAgro, distribuidora com sede em Goiânia, que fatura mais de R$ 1 bilhão, conta também com investidores internacionais. A indiana de agroquímicos UPL é dona de uma fatia de 45% da empresa desde 2015. E o fundo das Ilhas Maurício Global Capital Fund adquiriu 46% em 2018.

A fusão que cria um gigante na área de distribuição de insumos agrícolas é uma jogada da Aqua Capital, um fundo de private equity fundado em 2009 por Sebastián Popik, que hoje é o managing partner da gestora.

Desde então, a Aqua Capital fez mais de 30 investimentos, organizados pelo que a gestora chama de 14 plataformas. Essas empresas contam com 6 mil funcionários e devem gerar mais de R$ 6 bilhões de receita operacional bruta em 2020.

Faz parte do portfólio da Aqua Capital empresas como a Comfrio, operador de logística frigorificada, com 18 centros de distribuição espalhados pelo Brasil; a Grand Cru, varejista especializada em vinhos; Yes, empresas de aditivos para alimentação animal; e Lac Lélo, produtora de queijo localizada em Santa Catarina, entre outros negócios

A Aqua Capital compra participações majoritárias de empresas familiares. “Mas a ideia é sempre manter os fundadores junto do negócio”, diz Romero. A gestora foca no Brasil, onde está localizada sua sede, mas mantém escritórios na Argentina e Colômbia. Atualmente, conta com 22 profissionais de investimentos... leia mais em  NeoFeed 16/10/2020



16 outubro 2020



07 setembro 2020

Hapvida conclui incorporação do Grupo América

Integração favorecerá previsibilidade e planejamento para garantir o acesso à saúde na região Centro-Oeste do Brasil

Em menos de um ano após a aquisição do Grupo América, o Hapvida anuncia a conclusão da incorporação do ativo que será acompanhada da implantação de seus sistemas próprios. O processo foi favorecido pela verticalização, natureza dos negócios tanto do Hapvida quanto do Grupo América, que permitiu uma integração rápida e favoreceu a conclusão antes do prazo esperado.

Esta foi a primeira etapa do programa de reestruturação societária e implantação de sistemas projetado para a integração das operadoras recém-adquiridas pela Companhia do Grupo América: AME, Promed e Jardim América, em Goiânia (GO). Também foram incorporadas dezenas de unidades assistenciais (hospitais, clínicas, etc) pela Companhia, conforme aprovação da ANS – Agência Nacional de Saúde Suplementar.

Enquanto o mercado de saúde suplementar permanece bastante fragmentado, o Sistema Hapvida segue a sua consolidação se valendo da rede própria num modelo de negócio verticalizado que permite monitoramento, previsibilidade e planejamento para garantir o acesso à saúde.

“Apostamos na replicabilidade do nosso modelo e na sustentabilidade da rede ao integrar tecnologias e plataformas de atendimento. Esse programa fortalece e antecipa a aderência das sinergias projetadas e, principalmente, proporciona à Companhia as ferramentas necessárias à uniformização nacional de sua estrutura de atendimento e acolhimento, no contínuo propósito de democratizar o acesso à saúde de qualidade no Brasil”, afirma Jorge Pinheiro, presidente do Sistema Hapvida.

Fundado em 1982 na cidade de Goiânia, o Grupo América foi adquirido pelo Sistema Hapvida por R$ 426 milhões, ampliando a atuação da companhia no Centro-Oeste do Brasil, especificamente na região metropolitana de Goiânia e na cidade de Anápolis, atuando também na prestação de serviços hospitalares, de análises clínicas e diagnóstico por imagem prioritariamente com rede própria.

Com cerca de 12,3% demarket sharena região Centro-Oeste, o Hapvida administra uma carteira de cerca de 400 mil vidas e possui uma infraestrutura hospitalar composta de 3 hospitais, 1 recém-inaugurado pronto atendimento, 14 clínicas e 17 unidades de diagnóstico.. Leia mais em grupomidia 04/09/2020

07 setembro 2020



28 agosto 2020

Afya anuncia acordo de compra da FESAR por R$ 260 milhões

A Afya, grupo de educação voltado a cursos de medicina, anunciou na noite de hoje a celebração de um acordo de aquisição integral da Faculdade de Ensino Superior da Amazônia Reunida

A Afya, grupo de educação voltado a cursos de medicina, anunciou nesta quinta-feira (27) a celebração de um acordo de aquisição integral da Faculdade de Ensino Superior da Amazônia Reunida (FESAR).

A aquisição, que será feita pela subsidiária integral Afya Participações, terá o preço agregado de R$ 260 milhões, incluindo o real estado da operação, estimado em R$ 21 mi, dos quais 100% serão pagos em dinheiro na data de fechamento da transação.

A aquisição contribuirá com 120 vagas em escolas de medicina para a Afya, aumentando o total de vagas em escolas de medicina da Afya para 2.143.

As ações da Afya (AFYA) negociadas caíram 1,42%, para US$ 23,25, hoje na bolsa da Nasdaq. Leia a cobertura completa de mercados do Seu Dinheiro.

A instituição tem 227 alunos de medicina e potencial de 864 alunos de medicina em plena maturidade em 2024. Em 2019, contava com 951 de outros cursos.

A FESAR é uma faculdade que oferece cursos presenciais de graduação em medicina no Estado do Pará. O curso de medicina representa 70% de sua receita líquida de 2019, segundo comunicado da Afya. A receita líquida da FESAR projetada para 2024 é de R$ 88,6 mi, com os cursos de medicina representando 94% deste valor, pós-sinergias, diz a Afya... Leia mais em seudinheiro 28/08/2020






28 agosto 2020



26 agosto 2020

Quais as principais dificuldades na integração de culturas após uma fusão de empresas?

De que maneira as empresas podem lidar com a integração de culturas, sem grandes transtornos?

Na aquisição de uma nova empresa, surge alguns dilemas, dentre eles, o de como realizar a integração de culturas da melhor maneira.

Dentre os tantos exemplos de fusão entre culturas está a integração entre as cervejarias Brahma e Antarctica em 1999, que deu origem à AmBev.

Um dos principais desafios enfrentados pelas duas empresas era integrar culturas tão distintas. Enquanto a Brahma era marcada por uma gestão com estilo ágil e informal, a Antarctica contava com um estilo mais tradicional.

A AmBev acabou optando por um estilo mais parecido com o da Brahma, marcado pela informalidade e busca pela superação de resultados.

Hoje a empresa tem uma cultura marcante a ponto de todos no mercado terem amplo conhecimento sobre como o negócio funciona.

O processo da mudança gera estresse, mas ao passar por ele da melhor maneira, a empresa só tende a crescer e a aprender.

Na Plano Consultoria, lidamos frequentemente com esse anseio das empresas de que a integração de culturas ocorra da melhor forma.

Lidando da melhor maneira com a integração de culturas

Há alguns caminhos imprescindíveis para que se consiga a fusão entre culturas de uma maneira mais fluida e leve diante de todos os envolvidos.

Quais as principais diferenças entre as culturas?

Primeiramente é preciso compreender quais são as diferenças entre as duas culturas organizacionais e não ignorar quaisquer detalhes, por menores e irrelevantes que possam parecer.

O ideal seria a realização do mapeamento de informações sobre possíveis parceiras, antes da compra ou da fusão. Nesse momento é fundamental que se obtenha respostas para possíveis questionamentos como:

  • De que maneira ocorrem as definições de processos e quais os comportamentos aceitáveis?
  • Se trata de uma cultura baseada na sociocracia ou o poder é controlado por cima?
  • O que é mais valorizado nas relações, a diplomacia ou a franqueza?
  • As pessoas estão mais focadas em seu aproveitamento individual ou vivenciam a colaboração?

Diferenças precisam ser encaradas

O erro de muitas organizações no momento da aquisição de novas empresas é colocar as questões financeiras e contratuais acima do tratamento das diferenças culturais entre os negócios.

Para a retenção de talentos e para que a empresa não perca valor, é importante pensar nessa integração logo no início.

É preciso contar com abordagem sistemática

Para que a integração de culturas ocorra da melhor maneira, é preciso que haja alinhamento mediante prazos estabelecidos.

Além disso, os líderes precisam estar engajados nessa transição, tomando as melhores decisões durante todo o processo.

As medidas de integração envolvem:

  • Um anúncio formal de como será a nova estrutura do negócio e sobre mudanças em prazos estabelecidos;
  • Estipular funções para as três primeiras camadas da hierarquia da organização;
  • Dar prioridade à replicação dos principais processos do RH;
  • Organização de políticas e processos;
  • Alinhamento de comunicação (será preciso destacar os valores compartilhados em um plano de comunicação, fazer o ajuste de programas e processos que sofrerão alterações, etc.).

Migração para a cultura-alvo

Depois de todos os processos anteriores realizados, chega o momento de migrar para a cultura que foi estabelecida, para isso, é essencial que tenha sido muito bem definida, de modo que a implementação seja feita gradativamente, conforme o planejado.

A mensuração de resultados é fundamental, o que envolve a análise de se os objetivos galgados pelo negócio estão indicando que a cultura está sendo alcançada com sucesso.

Para a fusão de culturas é preciso que haja compartilhamento de propósitos

Para que o processo de integração de culturas seja realizado da melhor maneira, com o mínimo de desgaste, será necessário um conhecimento aprofundado por parte de profissionais externos, que não estejam “viciados” na cultura da empresa.

Conhecimentos antropológicos são fundamentais para o processo da fusão. Quaisquer mudanças precisam ser planejadas.

A dificuldade na integração de culturas está na realidade de que a cultura é resultados de valores, que estão expressos na figura do líder ou líderes da organização.

Quando o líder é outro ou quando aceita a fusão, ocorrerá a mudança de valores na organização.

Um dos principais obstáculos no momento da fusão cultural é conseguir vencer a resistência por parte dos colaboradores.

O estresse geral é comum no início do processo e é fundamental uma comunicação clara com todos os envolvidos no negócio.

O líder precisa assumir um comprometimento e proximidade junto ao time, para criar a sensação de “pertencimento”.

O compartilhamento de propósitos é essencial, sem ele, será inviável a integração entre culturas. É preciso compartilhar dos mesmos objetivos e visões.

Independentemente da razão da fusão: se é o desejo por ganhar escala, se é a integração do time, se é incorporar o negócio ou o time, enfim, o que se deve ter em mente é que a fusão cultural está relacionada com o que há de melhor e forte entre as duas empresas. Cultivar o “separativismo” apenas dificultará o processo.

Vencendo a resistência por parte dos times

Principalmente no início, é comum que o processo de integração de culturas não seja fácil. Os times podem apresentar resistência ao trabalho em equipe e novamente a figura da liderança é essencial.

É comum que no processo, um dos times tenha a sensação de “imposição de cultura” e quem pode evitar ou desfazer essa impressão com maior leveza é a presença da liderança.

Todo o processo que antecede a fusão, a preocupação com a comunicação e o compartilhamento das razões pela qual uma empresa está sendo adquirida é fundamental.

Há dois lados na moeda, o do time adquirido e do time já pertencente ao negócio, será preciso “destruir” a certeza de que há uma preferência.

Será fundamental ter uma mente aberta que foque nas inúmeras oportunidades de aprendizado ao invés dos conflitos cotidianos ou dificuldades de interação.

Se a formação de cultura é algo complexo, a integração de cultura é ainda mais e será necessário a utilização de abordagens inovadoras e ágeis para o sucesso na fusão. Autor Plano Consultoria Leia mais em jornalcontabil 26/08/2020






26 agosto 2020



26 junho 2020

Notre Dame Intermédica compra controle do Grupo Santa Mônica por R$233 mi

A Notre Dame Intermédica <GNDI3.SA> fechou acordo para a compra de controle indireto do Grupo Santa Mônica por 233 milhões de reais, em valor que desconta o endividamento líquido a ser apurado na data de fechamento da operação e abatidas eventuais contingências.

O Grupo Santa Mônica inclui a SMV Serviços Médicos Ltda., o Hospital e Maternidade Santa Mônica S.A., o Incord – Instituto de Neurologia e do Coração de Divinópolis Ltda. e a Bioimagem Diagnósticos por Imagem e Laboratório de Análises Clínicas Ltda.

Com a conclusão da transação, a Notre Dame Intermédica passará a deter, de forma indireta, o controle do Grupo Santa Mônica, com 89,9% das cotas da SMV Serviços Médicos Ltda.; 92,0% das cotas do Hospital e Maternidade Santa Mônica S.A.; 75,2% das cotas da Incord – Instituto de Neurologia e do Coração de Divinópolis Ltda.; e 86,1% das cotas do Bioimagem Santa Mônica Ltda.

Fundado em 1993, o Grupo Santa Mônica se apresenta como o maior operador de saúde verticalizado do centro-oeste mineiro, com uma carteira com cerca de 41 mil beneficiários na região, duas unidades hospitalares em Divinópolis e Nova Serrana, além de parque de imagem completo e laboratório de análises clínicas, além de uma operação própria de serviços de hemodinâmica.

Em 2019, apresentou um faturamento líquido consolidado de 89 milhões de reais, com sinistralidade caixa de 74% e Ebitda 14 milhões de reais, com margem de 15,9.

Do total do valor da aquisição, 100 milhões de reais serão pagos à vista, em dinheiro, na data de fechamento da transação, e 133 milhões de reais serão pagos em seis parcelas iguais e anuais, descontado o endividamento líquido a ser apurado na data de fechamento e abatidas eventuais contingências.
 
A aquisição inclui os imóveis dos dois hospitais, que possuem mais de 28 mil metros quadrados de área construída.

O plano de integração, segundo a Notre Dame, ainda prevê relevantes sinergias operacionais e a criação de um nova regional da companhia no Estado de Minas Gerais. Reuters Leia mais em mixvale 26/06/2020
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NOTRE DAME INTERMÉDICA  FATO RELEVANTE

A Notre Dame Intermédica Participações S.A. (“Companhia”), em cumprimento ao disposto no parágrafo 4° do artigo 157 da Lei n° 6.404/76 e na Instrução CVM no 358/02, comunica aos seus acionistas e ao mercado em geral que, em 25 de junho de 2020, a Notre Dame Intermédica Saúde S.A., subsidiária integral da Companhia, celebrou um acordo de intenção de compra e venda de ações e outras avenças para a aquisição da SMV Serviços Médicos Ltda., Hospital e Maternidade Santa Mônica S.A., Incord – Instituto de Neurologia e do Coração de Divinópolis Ltda. e Bioimagem Diagnósticos por Imagem e Laboratório de Análises Clínicas Ltda. (“Grupo Santa Mônica”) (“Transação”).

Com a conclusão da transação, a Companhia passará a deter, de forma indireta, o controle do Grupo Santa Mônica, com 89,9% das quotas da SMV Serviços Médicos Ltda.; 92,0% das quotas do Hospital e Maternidade Santa Mônica S.A.; 75,2% das quotas da Incord – Instituto de Neurologia e do Coração de Divinópolis Ltda.; e 86,1% das quotas do Bioimagem Santa Mônica Ltda.

Fundado em 1993, o Grupo Santa Mônica é o maior operador de saúde verticalizado do Centro- Oeste Mineiro. Sua área de atuação considera um agrupamento de municípios com mais de 1,1 milhão de habitantes (340 mil beneficiários de planos de saúde) e forte presença das indústrias siderúrgica e têxtil, além de um relevante mercado local de consumo e serviços, resultado da capilaridade de suas PMEs.

O Grupo possui uma carteira com cerca de 41 mil beneficiários na região (88% corporativo), com duas unidades hospitalares nos municípios de Divinópolis (119 leitos) e Nova Serrana (146 leitos, em processo de início das atividades), totalizando 265 leitos (sendo 65 de UTI). O Grupo conta ainda com um parque de imagem completo (com tomografia e ressonância magnética) e laboratório de análises clínicas, além de uma operação própria de serviços de hemodinâmica.

Em 2019, o Grupo Santa Mônica apresentou um faturamento líquido consolidado de R$ 89 milhões, com sinistralidade caixa de 74% e EBITDA R$ 14 milhões (margem de 15,9%). O preço de aquisição (“Enterprise Value”) foi de R$ 233 milhões, incluindo os imóveis dos dois hospitais, que possuem mais de 28 mil metros quadrados de área construída (https://ri.gndi.com.br/aquisicao- grupo-santa-monica/).

O preço de aquisição será pago da seguinte maneira: (i) R$ 100 milhões à vista, em dinheiro, na data de fechamento da Transação; e (ii) R$ 133 milhões em 6 parcelas iguais e anuais, descontado o endividamento líquido a ser apurado na data de fechamento e abatidas eventuais contingências. 

O plano de integração ainda prevê relevantes sinergias operacionais e a criação de um nova regional da Companhia no Estado de Minas Gerais.

Apesar do cenário desafiador gerado pela Pandemia do COVID-19, o Grupo Santa Mônica tem apresentado em 2020 crescimento de receita (tanto em sua operação de saúde suplementar quanto na venda de serviços médico-hospitalares) e de rentabilidade, em comparação com o mesmo período em 2019.
  
 A consumação da Transação está sujeita ao cumprimento de determinadas condições precedentes, incluindo a aprovação da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) e do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE).

Com a conclusão da Transação, a Companhia amplia sua estratégia de crescimento através de uma plataforma verticalizada em uma nova região de atuação (Estado de Minas Gerais), reforçando seu compromisso com a criação de valor para seus acionistas, clientes e sociedade.

A Companhia esclarece que a Transação não está sujeita e, portanto, não será submetida à aprovação dos seus acionistas, conforme previsto no artigo 256 da Lei n° 6.404/76, tampouco ensejará, nos termos do disposto no Ofício-Circular/CVM/SEP/No 02/2018, o direito de recesso aos seus acionistas, tendo em vista que a Transação foi realizada por meio da Notre Dame Intermédica Saúde S.A., companhia fechada e subsidiária indireta da Companhia. São Paulo, 25 de junho de 2020. Glauco Desiderio Diretor de Relações com Investidores.. Leia mais em gndi 26/06/2020







26 junho 2020



30 maio 2020

ZF conclui compra e inicia integração da Wabco

Empresa será incorporada à nova divisão Commercial Vehicle Control Systems

A ZF anunciou na sexta-feira, 29, a conclusão da compra da Wabco, avaliada em US$ 7 bilhões, após receberem a aprovação por todas as autoridades reguladoras necessárias, inclusive as da China no dia 15 deste mês, a última que faltava para consolidar o negócio. Com isso, a empresa iniciou a integração da sua nova subsidiária por meio de uma nova divisão, Commercial Vehicle Control Systems, na qual a Wabco deverá operar no futuro de forma independente, tornando-se a décima unidade de negócio da ZF.

Com isso, as ações da Wabco, que eram listadas na Bolsa de Valores de Nova York, foram removidas imediatamente das negociações públicas após o anúncio da conclusão da aquisição. Com a nova incorporada, o foco da ZF estará na expansão do portfólio de serviços de veículos comerciais e na operação dos negócios junto aos clientes.

“A combinação destas duas empresas de sucesso trará uma nova dimensão de inovação e aptidão às tecnologias de sistemas para veículos comerciais. Graças aos nossos portfólios e competências perfeitamente complementares, podemos oferecer soluções e serviços sem precedentes para montadoras e frotas em todo o mundo. Desta forma, estamos ativamente moldando o futuro do setor de transporte que passa por constantes mudanças e com isso, continuamos consistentemente as transformações no setor de veículos comerciais e no campo da digitalização”, comenta o CEO da ZF, Wolf-Henning Scheider.

A divisão Commercial Vehicle Control Systems vai trabalhar em estreita colaboração com outras unidades de negócio, como a de tecnologia para veículos comerciais e a aftermarket, além da equipe de desenvolvimento global da ZF.

Para a integração, da Wabco, a ZF trabalhará com o conceito Mobilizando a Inteligência Veicular, oferecendo uma gama exclusiva de produtos e serviços com um extenso portfólio de produtos combinados, incluindo soluções para veículos convencionais e elétricos. Além disso, também passará a oferecer soluções digitais de gerenciamento de frota e uma rede mundial de serviços dedicados ao mercado de reposição para veículos comerciais.

Em sua nova formação, a Wabco será liderada por Fredrik Staedtler, que sucede ao chaiman e então CEO Jacques Esculier, que decidiu se aposentar. Staedtler traz larga experiência no setor de veículos comerciais e mais recentemente trabalhou como head da divisão de tecnologia para veículos comerciais da ZF... Leia mais em automotivebusiness 29/05/2020

30 maio 2020



07 maio 2020

Intermédica acelera negociações para aquisições de hospitais

Apesar do cenário econômico ruim, a Notredame Intermédica acredita que continuará crescendo neste ano. A empresa acredita, por exemplo, que a dificuldade encontrada pelos hospitais, que estão com baixa taxa de ocupação para procedimentos não ligados à covid-19, pode acelerar o processo de aquisições.

Atualmente, a operadora tem dez hospitais, localizados sul do país, como potenciais alvos para compra e com isso aumentar a verticalização na região onde está a Clinipam, adquirida no ano passado pela companhia... Leia mais em valoreconomico 07/05/2020


07 maio 2020



Fusão Cimcorp - Resource mexe no comando

Três novos VPs na Qintess, resultado da compra da Resource pelo grupo dono da Cimcorp.

A Qintess, empresa resultado da compra da Resource pelo grupo dono da Cimcorp, anunciou uma mudança profunda no comando da empresa, com a nomeação de três vice presidentes numa tacada só.

Gilberto Caparica assume a vice-presidência de Operações e Transformação Digital, vindo da própria Cimcorp, onde teve duas passagens pela diretoria de marketing.

Caparica é ainda integrante do board da Getronics, uma multinacional controlada pelo mesmo grupo de investidores que é dono da Cimcorp. O executivo é o mais experiente dos novos VPs, com passagens com passagens nos anos 90 pela PeopleSoft e JD Edwards.

Também foram contratados Lauro Chacon, que até 2015 foi diretor de RH da Accenture, no cargo de VP de Marketing e Capital Humano e Raul Rocha, ex-VP executivo da Stefanini e diretor de vendas da T-Systems, para o cargo de VP de Vendas.

Os contratados respondem a Rogério Dias, executivo com 22 anos de grupo Cimcorp e uma passagem pela operação global da Getronics em Londres. Dias terá o cargo de chief of staff. Acima dele, fica Nana Baffour, chairman, chief culture officer e CEO da Qintess.

Fica assim feita uma bem amarrada transição após a compra da Resource. Quando da aquisição, em junho do ano passado, o comando havia ficado dividido entre Dias e André Scatollini, na época na Resource, mas com uma passagem anterior pela Getronics (Scatollini saiu em março para um cargo de diretoria na Nava).

O fundador da Resource, Gilmar Batistela, saiu discretamente de cena logo após a compra e hoje comanda a Evox, uma empresa de outsourcing de desenvolvimento, service desk e RPA baseada em Miami.

O nome Qintess, que alguém precisará explicar a esse repórter como se fala, foi introduzido em dezembro de 2019. Agora a mudança nos executivos no topo, inaugurando oficialmente uma nova era.

“O grande desafio na Qintess para este ano é o redesenho de nossas ofertas, para que se conectem ainda mais com o novo modelo de negócios da empresa, aumentando a sinergia obtida pela integração da experiência em aplicações e sistemas da Resource com a reconhecida expertise em infraestrutura e workspace do Grupo Cimcorp”, enfatiza Caparica.

A Resource fechou 2018 com um faturamento de R$ 470 milhões, um crescimento de 20% em relação a 2017. São mais de 300 clientes, 2,5 mil funcionários e boa penetração entre multinacionais e bancos.

A Cimcorp foi uma companhia com atuação destacada no começo dos anos 2000 e mais discreta ao longo da última década.

De todas formas, a Cimcorp afirmava estar entre os 10 maiores integradores do país e em 2014 comprou os negócios das empresas Damovo, Getronics e Sopho no Brasil, atuando com soluções em network, data center, cloud computing, comunicações unificadas e workspace management.

A Resource, por outro lado, tem feito uma aposta em transformação digital, com um portfólio que incluindo inteligência artificial com Watson da IBM, robotização de atendimento, tecnologias de IoT no mundo de agricultura e uma prática SAP em alta... Leia mais em baguete 07/05/2020




31 março 2020

Após fusão, DSV e Panalpina integram sistemas

No Brasil, integração dos softwares de desembaraço aduaneiro foi realizado com a e.Mix.

Mais de 720 mil processos foram unificados e mais de 2,1 milhões de arquivos, integrados. Foto: divulgação.

A DSV e a Panalpina, duas provedoras de soluções logísticas que anunciaram fusão no ano passado, concluíram a integração entre os seus sistemas de desembaraço aduaneiro no Brasil.

O sistema da Panalpina havia sido desenvolvido internamente, enquanto o da DSV era o FollowNet, da e.Mix, especializada em software para empresas de comércio exterior - e que agora atuou na integração dos dois sistemas.

Segundo a companhia, os dois softwares se complementavam, pois eram voltados ao gerenciamento da documentação, regulação e trato com os órgãos anuentes do setor.

O processo de integração dos softwares, portanto, tornou-se natural e complementar à fusão das duas empresas.

Com os processos e algoritmos desenvolvidos ao longo de semanas, foram 10 profissionais envolvidos nas áreas técnicas, funcionais e de qualidade com mais de 515 horas de trabalho dedicadas ao projeto.

No processo, uma infraestrutura redundante foi utilizada em paralelo, como suporte à operação de integração.

No total, mais de 720 mil processos foram unificados e mais de 2,1 milhões de arquivos, integrados.

"Tivemos o prazer de participar ativamente desse processo e estamos honrados da continuidade dessa parceria de tantos anos, orgulhosos dos resultados e prontos para seguirmos juntos à DSV nessa nova etapa", ressaltou Marcio Rodrigues, diretor comercial da e.Mix.

Para não impactar as operações em curso, a execução foi realizada durante o último carnaval, com início na sexta-feira, 21 de fevereiro, e término na madrugada de quarta-feira, 26, com a equipe se revezando para garantir a data acordada de conclusão.

Agora, milhões de registros e arquivos são gerenciados sob o nome DSV.

"A unificação foi um sucesso absoluto, ainda mais considerando o tamanho do desafio e o prazo que tínhamos para a conclusão", avaliou Gustavo Silva, diretor geral da DSV Brasil.

Em abril do ano passado, a dinamarquesa DSV adquiriu a concorrente suíça Panalpina por US$ 4,6 bilhões, tornando-se o quarto maior grupo que atua no transporte internacional de mercadorias.

Com faturamento conjunto previsto em US$ 17,8 bilhões, a companhia fica atrás somente das líderes DHL, Kühne & Nagel e DB Schenker.

A empresa conta com 60 mil colaboradores em mais de 1,4 mil escritórios e instalações logísticas de 80 países.

No Brasil, tem sete escritórios no estado de São Paulo, além da presença em Curitiba, Manaus, Porto Alegre e Rio de Janeiro.

Já a e.Mix está no mercado há mais de 22 anos com sede em Campinas, São Paulo. Seus serviços gerenciam, anualmente, milhões de operações de clientes das mais variadas atividades e portes... Leia mais em baguete 31/03/2020

31 março 2020



21 janeiro 2020

Entenda o papel estratégico do RH nos processos de fusões e aquisições

Fusões e aquisições são processos comuns entre as empresas hoje. Mas geram um clima de insegurança e tensão, tanto nos colaboradores quanto nos líderes. Por isso, o RH deve exercer papel fundamental na gestão da mudança e no clima organizacional.

Contudo, nem sempre as companhias sabem lidar com essa fase e acabam não dando atenção para a preparação dos colaboradores durante esse processo de metamorfose no ambiente corporativo.

Nesse artigo, vamos explicar melhor sobre o papel do RH nas fusões e aquisições, e como a automação dos processos pode ser útil. Confira!

Definição de fusão e aquisição de empresas

Os processos de fusão e aquisição podem ser compreendidos como um agrupamento de ações empresariais que tem como fim a obtenção ou a composição de corporações. Este trabalho viabiliza a compra, venda e concentração das organizações.

A fusão acontece quando há a união de duas ou mais corporações, ou seja, as empresas se fundem, como o próprio nome propõe. Desse modo, acontece o desaparecimento das companhias que se fundiram e surge um novo negócio que assume as antigas atividades e obrigações.

Já a aquisição acontece quando uma corporação compra a outra. Logo, uma das companhias permanece e a outra terá uma nova direção que pode decidir por mantê-la ou alterá-la.

A aquisição tem o intuito de controlar a empresa que foi adquirida, enquanto a fusão funciona como uma união de negócios.

Tanto a fusão quanto a aquisição geram uma reorganização da corporação, o que pode causar conflitos internos. Esses desafios surgem, pois, a união de empresas acaba promovendo divergências de cultura, processos e a saída da zona de conforto.

Logo, os profissionais podem se sentir inseguros, confusos e insatisfeitos. Por isso, é fundamental que o RH atue ativamente nesses processos a fim de preparar os colaboradores e a gestão de modo geral para passar com mais leveza por essa mudança.

Principais ações do RH no processo de fusão e aquisição de empresas

A seguir veremos o papel do RH nas fusões e aquisições de empresas e o porquê de ele ser tão importante. Confira!

Pré-fusão

Na etapa da pré-fusão, é papel do RH ficar atento às divergências dos novos perfis comportamentais, avaliar as arquiteturas de cargos, alinhar os modelos de lideranças, entre outras questões.

Dessa forma, é possível prevenir conflitos relacionados à gestão e cultura organizacional. É imprescindível que todos os integrantes da equipe estejam alinhados em relação à missão, visão e valores da companhia.

Gerar uma base firme e comum a todos os profissionais, é um dos principais papéis do RH para que o processo de fusão seja feito sem grandes desafios.

Fusão

Durante a fusão, o RH deve avaliar a motivação dos colaboradores e sanar suas dúvidas. Nessa etapa a comunicação é muito importante, porque os profissionais estarão ansiosos e curiosos para saber com quais mudanças vão ter que lidar e até que ponto elas os afetam.

Logo, explique se haverá alterações de membros das equipes, se o direcionamento das estratégias permanecerão os mesmos, se ainda há dados que não foram devidamente alinhados e que há a necessidade de aguardar, entre outras questões.

O RH não precisa ter todas as respostas, até porque muitas mudanças não serão tão imediatas e nem chegarão ao conhecimento do setor com tanta rapidez, no entanto, deixar os colabores cientes, inclusive das incertezas, é importante para gerar confiança e parceria.

Outro ponto relevante é evitar fofocas e informações desencontradas, logo, o RH deve tomar cuidado para deixar os dados alinhados e comuns a todos.

Pós-fusão

Já na etapa pós-fusão, viabilizar que as pessoas certas estejam nos lugares certos, avaliar as performances e verificar o estilo de liderança resultante. Ou seja, analise se os times formados realmente estão sincronizados em relação ao perfil comportamental e especializações.

Observe se há necessidade de um novo remanejamento de funcionários ou da aplicação de feedbacks e treinamentos para alinhar ainda mais as equipes.

Busque avaliar o estilo de gestão e incorporá-lo em toda a companhia para que se torne um padrão e viabilize a formação de uma cultura organizacional forte e ética.

Aquisição

No processo de aquisição as mesmas dicas acima devem ser seguidas. Logo, conheça o perfil e a cultura dos profissionais da empresa que está sendo adquirida e faça um planejamento estratégico para retê-los da melhor forma possível.

Tome cuidado para não impor uma mudança muito drástica e desrespeitar o tempo de cada indivíduo. Seja claro e objetivo, e dê a oportunidade para o colaborador se adaptar a sua nova realidade.

Automação como fator-chave para um RH de sucesso

Automatizar processos é um fator-chave para um RH de sucesso, especialmente, durante as fases de fusões e aquisições.

Isso se explica pelo fato de que quando todos os processos são manuais, ocorre uma grande perda e imprecisão de informações. Isso faz com que os dados da companhia se tornem pouco fidedignos e falhos.

Logo, é imprescindível contar com o auxílio da tecnologia para promover a automação dos processos. Com isso, desde a marcação de ponto, até a mensuração dos lucros obtidos, haverá uma documentação precisa, segura e com acesso fácil.

Desse modo, os dados não ficam perdidos em infinitas pastas e papéis, bem como não correm o risco de serem extraviados, danificados ou, até mesmo, adulterados. Isso gera mais segurança para a empresa e para seus colaboradores, além de promover a sustentabilidade e garantias legais.

Como vimos, o papel do RH nas fusões e aquisições é de extrema importância e é indispensável para que o sucesso desses processos se faça. Por isso, é importante seguir as dicas expostas acima, para que essas obtenções ou uniões de empresas sejam fontes de lucros, crescimentos e sucessos no mercado.

Não se esqueça de acoplar a tecnologia a esses processos para otimizá-los e torná-los mais seguros. Quando as empresas se preocupam com a segurança e a qualidade de seus processos, consegue tornar-se mais estratégica e competitiva no mercado, conquistando tanto o público interno, quanto para o externo. Hendrik Machado.. Leia mais em pontomais 21/01/2020

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21 janeiro 2020



03 janeiro 2020

Natura conclui compra da Avon e cria 4ª maior empresa de beleza do mundo

A Natura & Co anunciou nesta sexta-feira conclusão da compra da Avon Products, em um negócio que criou o quarto maior grupo de beleza do mundo e avaliou a rival norte-americana de 130 anos em cerca de 2 bilhões de dólares

Natura conclui compra da Avon e cria 4ª maior empresa de beleza do mundo (Foto: Daniela Frabasile/Época NEGÓCIOS)

A Natura & Co anunciou nesta sexta-feira conclusão da compra da Avon Products, em um negócio que criou o quarto maior grupo de beleza do mundo e avaliou a rival norte-americana de 130 anos em cerca de 2 bilhões de dólares.

Em comunicado, a Natura confirmou que a empresa combinada terá Roberto Marques como presidente-executivo do conselho de administração. O executivo comandou em 2017 a compra da rede internacional de lojas The Body Shop pela Natura e vai chefiar os esforços de integração com a Avon.

As ações da Natura eram uma das poucas que subiam nesta sexta-feira, em meio a uma baixa generalizada do mercado por conta de preocupações com a situação no Oriente Médio após ataque norte-americano que matou importante autoridade no Irã.

Os papéis da companhia brasileira subiam 0,55% por volta de 11h, enquanto o Ibovespa mostrava baixa de 0,8%.

Mais cedo, o presidente-executivo da Avon Products, Jan Zijderveld, deixou a fabricante norte-americana de cosméticos, em sequência ao processo de venda da companhia.

Com a aquisição da Avon, a Natura criou quatro unidades operacionais, cada uma com seu presidente-executivo. A operação Natura & Co América Latina, que além da marca Natura e Avon reúne as bandeiras The Body Shop e Aesop, será liderada por João Paulo Ferreira.

A presidente-executiva da Avon, agora dentro da Natura & Co, será a romena veterana da companhia norte-americana Angela Cretu, sendo responsável pelas operações da marca fora da América Latina.

O comando da The Body Shop continuará com David Boynton, o mesmo ocorre com Michael O'Keefe na Aesop.

A Natura recebeu aval de autoridades concorrenciais para a compra da Avon em 19 de dezembro e na ocasião havia estimado a conclusão da operação para esta sexta-feira.

A companhia brasileira anunciou a compra da Avon em maio do ano passado, em um negócio realizado por meio de troca de ações... leia mais em epocanegocios 03/01/2020

03 janeiro 2020



25 dezembro 2019

Natura e o desafio de incorporar a gigante Avon

A Natura vai iniciar o novo ano pronta para um grande passo: incorporar a gigante Avon, uma aquisição anunciada em maio e que já recebeu todas as aprovações regulatórias ao redor do mundo. Segundo o presidente do conselho de administração da Natura, Roberto Marques, trazer uma marca tão grande para dentro de casa traz desafios tanto de negócio quanto de imagem corporativa.

A Avon, conhecida pelo apelo popular, virá para compor o portfólio do grupo Natura & Co., que hoje inclui também a australiana Aesop e a britânica The Body Shop. Apesar de praticar preços populares, a Avon vai se encaixar nas exigências corporativas de sustentabilidade do grupo do qual passará a fazer parte. “A Avon vai entrar nesse processo – em quanto tempo vamos chegar lá teremos de ver.” A chegada da Avon ao portfólio também ajudará a reduzir a dependência do grupo do mercado brasileiro. A seguir, os principais trechos da entrevista.

O que a listagem na Bolsa como Natura & Co. traz de benefício para a empresa?

É um avanço importante na governança, pois deixa mais clara para os acionistas a criação da holding. Agora temos todos os negócios embaixo dela, algo que coincide com os 50 anos da Natura. E somos um grupo com exposição global.

Quanto da receita já vem de fora do País?

Com a Avon, entre 60% e 70% do faturamento virá de fora do Brasil.

Como presidente da holding, qual é o seu papel para direcionar as marcas?

Acreditamos em autonomia com interdependência. Cada um dos negócios cria seu valor, e a gente também entende que existem oportunidades de colaboração e priorização. O papel do grupo é de coordenação. Recentemente, a Natura entrou na Malásia, em um trabalho de muita colaboração com a The Body Shop, que tem franquias na Ásia. Na América Latina, a Natura está liderando o lado operacional da The Body Shop, porque entende melhor as buscas dos consumidores brasileiro e latino-americano. Meu papel é orquestrar isso.

E como criar essa colaboração sem uma invadir o território da outra?

Posicionamentos claramente definidos. E o posicionamento da The Body Shop, apesar de ter algumas similaridades da Natura, é mais ativista e feminista. Já a Natura está mais ligada à sustentabilidade, tem uma conexão muito grande da Amazônia com ingredientes da biodiversidade. E ambas trabalham muito com as comunidades locais.

A Avon vai ter a função de ser a marca mais popular da Natura?

É isso. A Avon é uma das marcas mais queridas de cosméticos no mundo. Ela entrega muita qualidade a um preço acessível. O que eles chamam nos EUA de value for money. Tem um posicionamento mais massivo e de menos prestígio do que Aesop, Natura e The Body Shop. Dessa forma, a gente passa a ter um portfólio muito completo. A qualidade dos produtos da Avon é reconhecida mundialmente. A marca é muito democrática.

A Natura tem padrões muito firmes de sustentabilidade. Dá para aplicar isso à Avon?

Cada marca, quando entrou para o grupo, estava em um momento diferente dessa jornada. Este ano a gente está celebrando o fato de a The Body Shop ter sido certificada como uma B-Corp (selo dado a empresas que operam dentro dos mais altos padrões sociais e ambientais). Com a ajuda da Natura, e pelo fato de fazer parte do grupo, a gente conseguiu fazer isso no processo mais rápido da certificação da B-Corp já feito. Temos o objetivo de a Aesop também chegar à certificação em 2020. A Avon vai entrar nesse processo – em quanto tempo vamos chegar lá teremos de ver. A Avon recentemente comunicou o compromisso de não fazer testes em animais, em um esforço que vinha de algum tempo. A resposta é sim (a Avon vai seguir as regras de sustentabilidade da Natura), mas em tempos distintos (das demais marcas).

Os negócios do Japão e dos EUA ficaram de fora da compra da Avon pela Natura. O grande desafio para a Natura, agora, é ganhar relevância no mercado americano?

A gente já tem presença de Aesop e The Body Shop nos EUA. E temos uma loja da Natura, que usamos como aprendizado. E obviamente os EUA estão fora do acordo com a Avon. Os EUA são o maior mercado de cosméticos do mundo. Vamos continuar olhando os EUA. O Japão também é um mercado importante, no qual também temos a presença de The Body Shop e Aesop. Estamos iniciando um processo de entrada da Natura na China por meio de uma plataforma (conjunta) com Body Shop e Aesop. Também avaliamos a chegada com uma presença física na China sem comprometer o nosso posicionamento em não fazer testes em animais.

Apesar da redução de dependência do mercado brasileiro, o País ainda vai representar mais de um terço dos negócios do grupo. Como a Natura & Co. vê a economia em 2020?

Com otimismo cauteloso. Este ano ainda teve um crescimento muito pequeno. Mas algumas das mudanças mais estruturais começam a gerar um impacto positivo. Obviamente, vamos ter de monitorar como as reformas estruturais se traduzem do ponto de vista de consumo.

Como fica a listagem da Avon no exterior?

Ela vira NTCO (Natura & Co.). O pagamento de um negócio global será feito em ações a uma companhia listada nos EUA. É um marco importante para a B3. Os acionistas da Avon vão receber em ADRs (da Natura & Co), que passarão a ser negociadas na Bolsa de Nova York.

Abrir o capital fora do País, como fez a XP, pode ser um caminho para a Natura?

Por enquanto, estamos comprometidos com a B3, mas sempre olhamos oportunidades de estruturação. Neste momento, vamos ficar listados aqui, lançando ADRs no mercado americano. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo... Leia mais em istoedinheiro 25/12/2019


25 dezembro 2019



09 dezembro 2019

Aquisições não beneficiam acionista em 53% dos casos

Beneficiar o acionista é o propósito de todo negócio de fusão e aquisição, mas nem sempre isso acontece. Diante de uma oportunidade muitas vezes inesperada, empresas aproveitam a chance e não se preparam adequadamente para o movimento estratégico, que pode fracassar ou não ter o desempenho esperado.

No caso do vendedor, a falta de preparo pode resultar em um preço abaixo do ideal ou afetar negócios remanescentes.

Pesquisa global da PwC obtida com exclusividade pelo Valor revela que 61% dos compradores de ativos acreditavam que sua última operação criou valor. No entanto, 53% tiveram desempenho inferior aos seus concorrentes, em média, nos 24 meses seguintes à conclusão do último acordo, com base no indicador de retorno total aos acionistas (TSR, na sigla em inglês).

Na outra ponta, dos vendedores, 57% das companhias apresentaram desempenho menor do que seus pares no setor, em média, nos 24 meses posteriores ao negócio de comercialização de um ativo, ou seja, de uma unidade, fábrica, ou fatia da companhia, por exemplo.

No Brasil, a situação é ainda mais delicada do que nos Estados Unidos e na Europa. O planejamento de aquisições é menos profissional e detalhista do que em países desenvolvidos, diz Leonardo DellOso, sócio da PwC Brasil. Segundo ele, muitas transações ocorrem sem a contratação de assessores ou de processos de verificação dos números, ativos e que identificam as sinergias. As empresas brasileiras têm preparação menor do que as americanas e europeias.

DellOso detalha que todo negócio de fusão ou aquisição visa fazer o crescimento ou proteger o negócio, que se traduz em valor ao acionista. Toda transação tem um único propósito final que é gerar valor ao acionista, escondido em outras razões, como entrar em novo mercado, eliminar concorrente, aproveitar uma tecnologia nova, entre outras.

O relatório da PwC foi elaborado com base em entrevistas com 600 executivos de alto escalão de diversos setores e regiões geográficas e incluiu transações anunciadas entre janeiro de 2008 e 31 de dezembro de 2016, com seu posterior desempenho medido pelo indicador TSR até 24 meses depois, sendo o último medido em 30 de junho de 2018.

DellOso explica que a principal razão para o benefício ao acionista menor do que o esperado é a falta de preparo, principalmente porque na maioria dos casos são transações oportunistas. Muitas vezes, a empresa não está procurando outra para comprar, mas apareceu e faz sem preparação, definição estratégica ou sem programa de integração. Sem um planejamento, a operação tende a fracassar.

A maior parte dessas transações com desempenho aquém do esperado ocorre na primeira compra, sendo que nas aquisições seguintes a preocupação é diferente. A grande quantidade é transação única, de quem nunca comprou ninguém. Aquelas empresas que já passaram por uma experiência fracassada, têm uma preocupação diferente em uma próxima aquisição. Quem faz com certa regularidade é a exceção à regra.

Na ponta dos vendedores, o fracasso ocorre, de acordo com DellOso, porque a companhia não quer ter um custo adicional para preparar a saída de um ativo que já não produz a rentabilidade adequada. O resultado é a venda por um preço baixo, impacto em outros negócios que continuarão na companhia, perdas tributárias, entre outros. É preciso preparar o ativo para a venda, diz, porque não preparar custa mais caro.

Os 600 executivos entrevistados estão distribuídos igualmente por seis setores: energia, concessões públicas, mineradoras e infraestrutura; serviços financeiros; serviços de saúde e farmacêuticas; produtos industriais e serviços corporativos; varejo, consumo e lazer; e tecnologia, mídia e telecomunicações......  Marcelle Gutierrez — Leia mais em valoreconomico  09/12/2019



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09 dezembro 2019



20 novembro 2019

Mosaic integra ativos que eram da Vale e cresce no país

Os executivos Rick McLellan e Corrine Ricard, da Mosaic: forte em fosfato e potássio, empresa americana tem fatia de 20% do mercado brasileiro de fertilizantes

A americana Mosaic, uma das maiores empresas de fertilizantes do mundo, encerrará 2019 tendo investido US$ 200 milhões em projetos no Brasil, principalmente na integração dos ativos adquiridos em 2018 da Vale, por US$ 2,5 bilhões, e na expansão de suas instalações no porto de Paranaguá (PR).

Num país em que o mercado de fertilizantes cresce 5% ao ano, ante uma média global de 2%, a Mosaic apertou o passo nos últimos anos e tem mantido participação de cerca de 20% nas vendas de produtos finais que, no total, somam cerca de 36 milhões de toneladas de nutrientes derivados de fosfato, potássio e nitrogênio.

A Mosaic é a maior produtora de fosfatados do mundo e a quarta na área de potássicos. Essas duas fontes são as mais demandadas no Brasil, porque a soja, que absorve mais de 40% do volume de adubos vendido, é uma planta fixadora de nitrogênio por natureza... Leia mais em. valoreconomico 20/11/2019



Veja também



20 novembro 2019



22 outubro 2019

Processo de fusão com Fibria tem sido vitorioso, diz presidente da Suzano

Para Walter Schalka, integração das produtoras de celulose criou competitividade muito difícil de ser replicada

O processo de fusão com a Fibria tem sido vitorioso e está no caminho para entregar as sinergias esperadas para 2019 e os próximos anos, disse nesta terça-feira o presidente da Suzano, Walter Schalka. O executivo participa da abertura do 52º Congresso Internacional da Associação Brasileira Técnica de Celulose e Papel (ABTCP).

“A Suzano criou, através da fusão com a Fibria, uma competitividade muito difícil de ser replicada”, disse. A companhia projeta economias de R$ 800 milhões a R$ 900 milhões ao ano a partir da integração das produtoras de celulose, com a captura de 40% em 2019, 90% no ano que vem e 100% a partir de 2021... leia mais em valoreconomico 22/10/2019



22 outubro 2019



19 setembro 2019

CEO da SunsetDDB, Guto Cappio deixa a agência que fundou há 25 anos

Período de earn-out terminou em outubro do ano passado, mas ele continuou no Grupo ABC/Omnicom para liderar a fusão entre a Sunset e a DM9DDB
 
CEO da SunsetDDB, Guto Cappio está deixando a agência e o Grupo ABC. Ele liderou desde o final do ano a fusão entre a Sunset e a DM9DDB. Com sua saída, a SunsetDDB se mantém sob copresidência de Ligia Vulcano e Guilherme Jahara, que já dividem a função desde janeiro.

Morando com a família desde junho em Santa Mônica, na Califórnia, Guto pretendia se mudar para os Estados Unidos no final do ano passado, após concluir, em outubro, o seu período de earn-out com o Grupo ABC, holding para a qual vendeu em 2007 a Sunset, agência fundada por ele em 1994.

Entretanto, ao decidir encerrar as atividades da DM9DDB, o ABC optou pela fusão da agência com a Sunset e Guto aceitou o desafio de conduzir o processo. “Foi um período difícil, sem dúvidas. Ter que desligar pessoas para equilibrar melhor os dois lados foi tenso, mas necessário para deixar a operação saudável. Sou emotivo, e sempre tive foco principal em cuidar das pessoas”, comenta. Atualmente, a SunsetDDB emprega cerca de 300 pessoas. “É uma operação enxuta pelo tamanho da entrega que realiza”, avalia.

Até outubro de 2020, Guto terá de cumprir a cláusula de non compete, que prevê um período de dois anos, iniciado em outubro do ano passado. Por esse motivo, diz que seu plano atual é curtir a família na Califórnia. “Sinto uma mescla de felicidade, por ter realizado um projeto que começou há 25 anos na garagem da casa dos meus pais, com a estranha sensação de não estar mais na operação que ocupou 80% do meu tempo nesses anos todos”, comenta. Segundo ele, a sociedade com o ABC foi muito bem sucedida: “nunca tive problemas e tenho uma gratidão profunda”.

Na carta de despedida que preparou para seus colegas de agência nesta quinta-feira, 19, Guto dá a sua fórmula do sucesso: “acorde todos os dias como um adolescente querendo conquistar o mundo”... Leia mais em meioemensagem 19/09/2019

19 setembro 2019



15 agosto 2019

Fusões e Aquisições - destaques da semana 05 a 11/ago/2019

Divulgadas 27 operações de Fusões e Aquisições com destaque pela imprensa na semana de  05 a 11/ago/2019.  Envolvem direta ou indiretamente empresas brasileiras de 13 setores.

ANÁLISE DA SEMANA

Principais transações


NEGÓCIOS DA SEMANA

"Market Movers" - Brasil

  • Softys compra a paranaense SEPAC, dona da Duetto e Paloma, por R$ 1,3 bilhão - Maior fabricante de papel tissue no Brasil, a Softys anunciou nesta terça-feira (6) a finalização da aquisição da empresa paranaense SEPAC, proprietária das marcas Duetto, Paloma, Stylus e Maxim. O papel tissue é usado na produção de papel higiênico, papel toalha, fraldas e lenços de papel. Segundo a multinacional, o valor total do negócio foi de R$ 1,312 bilhão.  06/08/2019

"Market Movers” - Exterior

  • Saudi Aramco compra 20% de refinaria indiana por US$ 15 bilhões - A Saudi Aramco comprou uma participação de 20% da refinaria do conglomerado industrial indiano Reliance Industries. O valor da operação é estimado em cerca de US$ 15 bilhões, incluindo dívidas 12/08/2019
  • Broadcom compra divisão da Symantec por US$ 10,7 bilhões - A Broadcom fechou acordo para adquirir a divisão de segurança para empresas da Symantec por US$ 10,7 bilhões. Para o presidente da companhia, Hock Tan, disse, em comunicado, que a compra é um passo lógico na estratégia de crescimento. A operação será paga em dinheiro.  .. 09/08/2019
  • Salesforce adquire Clicksoftware por US$ 1,3 bilhão - O movimento acontece dois meses após a compra da Tableau por US$ 15,7 bilhões. A Salesforce firmou um acordo para a aquisição da Clicksoftware por US$ 1,3 bilhão. O movimento acontece dois meses após outra grande compra da gigante de CRM, que arrematou a Tableau por US$ 15,7 bilhões. 09/08/2019
  • Gannett e GateHouse, rivais na imprensa dos EUA, anunciam fusão - A Gannett, editora do jornal USA Today, aceitou nesta segunda-feira (5) se fundir com a rival GateHouse – um acordo que unirá dois gigantes da imprensa americana. A New Media Investment, matriz da GateHouse, comprará a Gannett por cerca de US$ 1,4 bilhão entre dinheiro e ações, o que vai criar uma empresa de 263 jornais que atinge 145 milhões de consumidores. 05/08/2019
  • Mastercard compra participação em empresa de pagamentos por US$3,19 bi - A aquisição compreende os serviços de compensação, pagamento instantâneo e as soluções de faturas eletrônicas do negócio de serviços corporativos da Nets. A processadora de pagamentos Mastercard informou nesta terça-feira que vai comprar parte majoritária da empresa de serviços corporativos do grupo escandinavo de pagamentos Nets por cerca de 3,19 bilhões de dólares, ampliando seu impulso nos mercados nórdicos. 06/08/2019

HUMORES & RUMORES

M & A - VENDA

  • Engie negocia e deve vender complexo termelétrico no RS ainda em 2019 - A Engie Brasil Energia (EBE) espera fechar ainda em 2019 a venda do complexo termelétrico a carvão de Jorge Lacerda, no Rio Grande do Sul, afirmou nesta quarta-feira o diretor-presidente da empresa, Eduardo Sattamini.  ..  07/08/2019
  • Dona do Ibmec coloca ativos no Brasil à venda  - A rede de educação americana Adtalem Global Education —a antiga DeVry — está colocando seus ativos brasileiros à venda, quatro anos depois de desembolsar R$ 700 milhões na compra do Ibmec. A informação foi dada em primeira mão pela Reuters. O grupo é dono de três instituições de ensino superior no Brasil com 16 campi e mais de 120 mil alunos.06/08/2019
  • BR Malls negocia venda dos shoppings São Luis e Via Brasil  - A administradora de shopping centers BR Malls negocia a venda do São Luis Shopping (MA) e do Via Brasil (RJ), disse nesta segunda-feira, em teleconferência com analistas, o presidente da companhia, Ruy Kameyama. .. Leia  05/08/2019
  • Petrobras inicia fase vinculante de venda de campos Peroá e Cangoá - A Petrobras informou nesta segunda-feira o início da fase vinculante do processo de venda da totalidade de suas participações nos campos de produção de Peroá e Cangoá, e na concessão BM-ES-21  (Plano de Avaliação de Descoberta de Malombe), localizados na Bacia do Espírito Santo. 05/08/2019
M & A  - COMPRA

  • Exame: Madero negocia compra do Beto Carrero World - A oferta chega meses depois do Madero receber aporte de R$ 700 milhões do fundo Carlyle. A aquisição pode chegar a custar R$ 1 bilhão. Segundo informações do site da Exame, a rede de restaurantes Madero estaria negociando a compra do complexo de entretenimento Beto Carrero World, que fica na cidade de Penha, litoral norte de Santa Catarina. A apuração afirma que a negociação gira em torno de R$ 1 bilhão, e que deve ser concretizada até o final de agosto. A notícia meses após o fundo de private equity Carlyle aportar R$ 700 milhões na rede fundada por Junior Durski, assumindo participação de 23,3% da rede de hamburgerias, que após a movimentação, foi avaliada em R$ 3 bilhões. 08/08/2019
  • A mudança radical da Sapore para se tornar digital - O empresário Daniel Mendez vai dividir a companhia em startups, compra novas empresas, transforma o modo de contratação, cria uma companhia de educação e se prepara para abrir o capital na Bolsa. O empresário Daniel Mendez, fundador e controlador da Sapore, maior empresa de alimentação do Brasil, não é de ficar se lamentando sobre o que passou. Depois da frustrada tentativa de comprar a International Meal Company (IMC), dona das redes Viena e Frango Assado, que acabou nas mãos do grupo Sforza, de Carlos Wizard, ele diz ter tirado boas lições do episódio. 09/08/2019
  • "Ativos muito caros paralisam investidores”  - Abilio Diniz: “Há um medo no mercado de que possa haver um ajuste de preços em bolsa, como em 2008. Mas provavelmente não será algo assim”. O empresário Abilio Diniz, um dos maiores acionistas do Carrefour e da BRF, acha que as cotações das ações no Brasil e no exterior estão elevadas demais e que, por isso, haverá “ajuste de preços”. Essa probabilidade de revisão, segundo Diniz, gera insegurança e coloca investidores em compasso de espera. Nas últimas semanas, circularam informações sobre possível aquisição do Casino, controlador do Pão de Açúcar, pelo Carrefour. 08/08/2019
  • IRB vai às compras e mira acordos na América do Sul - O ressegurador IRB Brasil Re confirmou dois movimentos estratégicos após se tornar uma companhia de controle pulverizado com a saída da União e do Banco do Brasil do bloco de controle. Os planos não param por aí e há tratativas sigilosas para mais contratos nesta área não somente em território nacional, mas também junto a nomes da América do Sul. Executivos do IRB conversam com pelo menos duas instituições financeiras brasileiras e uma de um vizinho sul-americano. 06/08/2019
  • Taesa mantem interesse em aquisição de ativos - Empresa vê potencial de venda em ativos que somam R$ 5,6 bilhões em RAP A Taesa continua de olho na aquisição de ativos de transmissão que aparecerem o mercado. Em teleconferência para analistas de mercado realizada nesta terça-feira, 6 de agosto, o diretor-presidente Raul Lycurgo revelou que há uma base de 82 pequenos e médios players cujas Receitas Anuais Permitidas somam R$ 5,6 bilhões que podem estar no alvo da empresa. “É um campo fértil para um processo de M&A. A todo momento existe a possibilidade de ter um”. 06/08/2019
  • Brookfield do Canadá negocia aquisição de 30% de participação em empresa de saneamento no Brasil - A Brookfield Asset Management do Canadá (BAMa.TO) está em negociações para adquirir uma participação de 30% na empresa brasileira de saneamento Brookfield Ambiental do FGTS, duas pessoas com conhecimento do assunto. Um acordo poderia valorizar a participação na BRK Ambiental, como a empresa é conhecida, em cerca de 2 bilhões de reais (US $ 520 milhões), disseram as fontes, que pediram anonimato porque as negociações são privadas 05/08/2019
  • Chinesa Cofco prevê ampliar aportes no Brasil; espera ambiente de negócios melhor - A companhia está avaliando investimentos como novos armazéns e melhorias em sistemas de transporte no Brasil. A negociante chinesa de commodities Cofco planeja aumentar os investimentos em suas operações no Brasil, uma vez que o ambiente de negócios local deve melhorar após a aprovação de importantes reformas econômicas no país, disse o presidente do conselho da empresa, Johnny Chi, nesta segunda-feira. 05/08/2019

PRIVATE EQUITY

  • Vinci Partners prepara novo investimento de fundo de R$4 bi, diz presidente - O fundo aplicou recursos em empresas como Unidas e Burger King Brasil (Imagem: Vídeo institucional do Burger King) Até o fim do ano a Vinci Partners vai realizar mais uma operação de investimento em uma empresa por meio do fundo de private equity 3, que concluiu captação de 4 bilhões de reais neste ano, disse a jornalistas o presidente-executivo da Vinci, Alessandro Horta, nesta quinta-feira. Desde a criação do Fundo 3, a Vinci já fez investimentos em redes de fastfood (Domino’s), medicina diagnóstica (Cura) e em telecomunicações (Vero). Cada investimento envolveu em média 300 milhões a 400 milhões de reais. 08/08/2019

IPO

  • Grupo investidor de concessões faz pedido de companhia aberta na CVM  - A Congem Investimentos, empresa que investe em negócios de concessões públicas e parcerias público-privada (PPPs), protocolou na terça-feira, 6, na Comissão de Valores Mobiliários (CVM), pedido de registro de companhia aberta. A solicitação foi para a categoria A, que permite a emissão de qualquer tipo de valores mobiliários. ..  07/08/2019
  • Banco Pan confirma que avalia eventual oferta pública de ações - O Banco Pan, controlado pelo BTG Pactual e pela Caixa, divulgou fato relevante nesta terça-feira no qual afirma que “tem avaliado alternativas no mercado de capitais para a recomposição do percentual mínimo de suas ações em circulação (free float), incluindo eventual oferta pública de ações ou outras transações que visem o mesmo propósito”.  06/08/2019

RELAÇÃO DAS TRANSAÇÕES

  • Petrobras vende 7 campos no RN para 3R Petroleum por US$191 mi; inicia vendas em Campos - A Petrobras assinou contrato nesta sexta-feira com a SPE 3R Petroleum para a venda por 191,1 milhões de dólares de toda a sua participação em um conjunto de 7 campos de produção terrestres e marítimos, o Polo Macau, na Bacia Potiguar, no Rio Grande do Norte, informou a estatal. O Polo Macau engloba os campos de Aratum, Macau, Serra, Salina Cristal, Lagoa Aroeira, Porto Carão e Sanhaçu, que juntos produzem cerca de 5,8 mil barris de óleo equivalente por dia. 09/08/2019
  • Startup de educação financeira para crianças recebe aporte de R$ 176 mil no Shark Tank - As crianças hoje em dia são atraídas cada vez mais cedo pelo consumo. E para que elas se tornem adultos conscientes do valor do dinheiro, precisam ser educadas financeiramente. Foi com este propósito que o cientista da computação Eduardo Schroeder, 38 anos, desenvolveu há dois anos um aplicativo para organizar a mesada de seu filho Rafael: o Tindin. Agora, a startup participou do reality show de empreendedorismo Shark Tank Brasil e recebeu um aporte de R$ 176 mil da Chili Beans. O episódio vai ao ar nesta sexta-feira (9/8), no canal Sony.09/08/2019
  • Pravaler muda estrutura acionária - A gestora de crédito universitário Pravaler (ex- Ideal Invest) promoveu mudanças em sua estrutura acionária. A IFC, braço do Banco Mundial para negócios privados, e a gestora Principia Capital Partners, que eram acionistas há uma década, venderam suas participações. Os compradores foram o grupo de fundadores, que continua no controle, e o Itaú Unibanco que também já era sócio desde 2012, com uma fatia relevante. A Ribbit Capital, que entrou na sociedade em 2016, manteve sua participação, cujos percentuais não foram revelados. .. 18/07/2019
  • Petrobras vende fatia de 50% em empresa de biocombustível para sócia Galp - A Petrobras informou nesta quinta-feira que sua subsidiária Petrobras Biocombustíveis (PBIO) assinou contrato para a venda da sua participação de 50% na empresa Belem Bioenergia Brasil (BBB) para a Galp Bioenergy B.V., que detém os outros 50% na empresa. O valor da operação é de 24,7 milhões de reais, segundo a Petrobras, que disse ainda que os recursos serão retidos pela Galp até dezembro de 2020 para potenciais pagamentos de indenizações. 08/08/2019
  • Vivo investe quase R$ 500 mil em startup de IoT para o campo - Vivo anunciou nesta quinta-feira, 08, investimento de quase meio milhões de reais na startup IoTag, no Paraná. O aporte será feito por meio da Wayra – hub de inovação aberta da Vivo, para fortalecer as soluções de telemetria de maquinário da IoTag e dar sequência à ampliação do portfólio de aplicações de IoT para o campo da operadora. A IoTag é uma das empresas selecionadas no início deste ano para participar do Agro IoTLab – iniciativa promovida pela Vivo, através da Wayra, Raízen, por meio do Pulse, Ericsson e Esalq-USP – com objetivo de desenvolver soluções em IoT para o agricultor, em parceria com as empresas. 08/08/2019
  • Rede D'Or faz acordo para comprar 10% das ações da Qualicorp - O grupo hospitalar Rede D'Or São Luiz assinou contrato nesta quinta-feira para comprar cerca de 10% das ações da Qualicorp, afirmaram as companhias por meio de fato relevante. A Qualicorp afirmou que as ações serão compradas do acionista e atual presidente-executivo da companhia, José Seripieri Junior. Ele seguirá no cargo e como membro do conselho da empresa até o fechamento da operação. Depois, seguirá como acionista, com cerca de 10% das ações. 08/08/2019
  • Ame Digital: a nova fintech de Jorge Paulo Lemann - Aplicativo de serviços financeiros da B2W e Lojas Americanas será uma empresa independente até o fim de agosto, negocia parcerias com outros varejistas e pode até ter sócio estratégico. A Ame Digital vai se tornar uma empresa independente, controlada pela Lojas Americanas. Lemann, que tem participação indireta na B2W, dona das marcas Submarino e Americanas.com, por meio da Lojas Americanas, está prestes a ser sócio de um novo negócio digital na área financeira. Trata-se da Ame Digital, um aplicativo que surgiu como uma plataforma de cashback desenvolvida pela B2W, dona das marcas Submarino e Americanas.com, mas que evoluiu rapidamente para se transformar em um ecossistema de pagamento completo. No fim de julho, a B2W e a Lojas Americanas confirmaram, em um comunicado ao mercado, que haviam chegado a um acordo sobre a estrutura societária das duas empresas na Ame Digital. Segundo o comunicado, a Lojas Americanas ficará com 56,92% e a B2W, com 43,08% da nova empresa. “As companhias entendem que esta estrutura societária possibilitará a aceleração do desenvolvimento da Ame, maximizando suas frentes de negócios”, informava a nota, enviada ao mercado. 09/08/2019
  • Startup de carros usados Volanty recebe aporte de R$ 70 mi liderado pelo SoftBank - Aporte também envolveu os fundos monashees e Canary. O portal digital de compra e venda de veículos seminovos Volanty recebeu um investimento de 70 milhões de reais, rodada liderada pelos fundos de capital de riscos do SoftBank e do argentino Kaszek. O aporte, que também envolveu os fundos monashees e Canary, revela a aposta de grandes investidores num setor que movimenta cerca de 400 bilhões de reais por ano no país. Criada em 2017, a Volanty une vendedores e compradores de veículos usados numa plataforma digital. Mas diferente dos marketplaces, que servem mais como um portal de classificados, o negócio também tem unidades físicas, encarregadas de avaliar os veículos, precificar, fotografar, negociar propostas e providenciar a documentação necessária para a transferência. Uma vez fechado o negócio, a Volanty oferece ao comprador um ano de garantia para o carro negociado. Pelos serviços, a companhia cobra uma taxa de 7% do valor da transação. 07/08/2019
  • Ex-jogador do São Paulo "compra" time em portugal e tenta levá-lo à elite - Enquanto tomava um café em Lisboa ao lado do colega Artur Moraes, ex-goleiro de Cruzeiro, Roma e Benfica, Palhinha comentou despretensiosamente que estava atrás de uma fabricante de material esportivo. Bicampeão mundial com o São Paulo em 1992 e 1993, o ex-atacante havia comprado um clube no futebol português e começava o projeto praticamente do zero. Foi, então, que ele ouviu a sugestão do amigo para procurar um representante local da Adidas. Desde o fim do primeiro semestre, a equipe que milita na quarta divisão local tem concentrado os esforços do ex-craque tricolor para reerguê-la e levá-la até a elite para brigar com os grandes Benfica, Porto e Sporting. Em assembleia de sócios realizada em abril, o negócio de compra foi aprovado, com o repasse de 90% das ações da SAD (sociedade anônima desportiva) para a empresa "Palhinha 9 Sports, Unipessoal Lda" e outros 10% ficando com o clube. Ao todo, conforme apurado pela reportagem, a operação teve um custo inicial de 200 mil euros (R$ 870 mil na cotação atual). 08/08/2019
  • Amarillo anuncia captação de US$ 5 milhões para investir no projeto Mara Rosa - A Amarillo Gold anunciou, nesta quinta-feira (8), a assinatura de contrato para a emissão de 25 milhões de ações para a Mackie Research Capital Corporation por um capital de US$ 5 milhões. Os recursos, de acordo com o comunicado da empresa, serão usados para a ajudar na conclusão de estudo de viabilidade e para a solicitação da Licença de Instalação (LI) para o projeto de ouro Mara Rosa, em Goiás. No contrato, a Mackie Research Capital aparece como único subscritor e único bookrunner, que comprará, em uma base comprada, 25.000.  08/08/2019
  • AES Tietê investe R$1,5 milhão em startups - A segunda chamada do Programa de Aceleração de Startups da AES Tietê contribuiu para o desenvolvimento de dois projetos com foco em energia. As eleitas foram movE e Mitsidi Brain, respectivamente com iniciativas voltadas para mobilidade elétrica e diagnóstico automatizado para otimização do consumo. O investimento da companhia, que é pioneira no incentivo ao desenvolvimento de novas tecnologias por meio de startups no setor elétrico, é na ordem de R$ 1,5 milhão, sendo R$ 750 mil para cada uma. A movE - Com o objetivo de conectar condutores de veículos elétricos, donos de eletropostos e comercializadoras de energia, monetizando oportunidades do mercado de mobilidade elétrica, a movE desenhou seu projeto de acordo com o mapeamento de oportunidade de negócio com a AES Tietê, sob mentoria de Aline Hayashida, Global C&I Customer Engagement. Mitsidi Brain - desenvolve uma plataforma de diagnóstico automatizado para otimização energética de pequenos e médios consumidores. Como uma alternativa à consultoria de eficiência energética, a solução é replicável e escalável para o mercado.07/08/2019
  • Bionexo compra GTT Healthcare - Empresa atua com soluções de auto identificação para controle de estoques e produtos médico-hospitalares. A Bionexo, multinacional brasileira de soluções digitais para gestão em saúde, acaba de comprar a GTT Healthcare, focada em soluções de auto identificação para controle de estoques e produtos médico-hospitalares. Com a aquisição, a companhia passa a oferecer soluções com foco em internet das coisas (IoT) aos players da cadeia de saúde brasileira e da América Latina. O objetivo da Bionexo é quadruplicar a participação no segmento em três anos. “Nossa estratégia de investimento é encontrar soluções que enriqueçam nossa oferta aos clientes, automatizando a cadeia de valor de ponta a ponta. Estamos investindo, em 2019, cerca de R$ 30 milhões em novas tecnologias, tanto internas quanto via aquisições, reafirmando nosso compromisso com o fomento e valorização da inovação e do potencial empreendedor no Brasil”, explica Rafael Barbosa, CEO da Bionexo. Ao incorporar as tecnologias e experiências da GTT Healthcare, a Bionexo passa a oferecer sistemas de auto-identificação de estoques (tecnologia RFID), monitoramento ambiental (sensometria) e gestão de medicamentos refrigerados. 08/08/2019
  • Femsa adquire fatia de 50% na Raízen Conveniências - A companhia mexicana Femsa fechou acordo com o grupo Raízen, do setor de distribuição de combustíveis, para comprar 50% da Raízen Conveniências, em acordo que prevê a formação de uma joint venture entre as duas empresas, segundo fato relevante publicado nesta terça-feira. Para a transação foi considerado um 'enterprise value' de 1,122 bilhão de reais, tendo como premissa a aquisição de participação em uma empresa livre de quaisquer dívidas ou caixa. "Após a implementação da transação, a Raízen Combustíveis e a Femsa Comercio serão, respectivamente, acionistas da Raízen Conveniências na proporção 50/50 do capital social", disse a Raízen, observando que a joint venture contará com estrutura profissional e de governança corporativa próprias. 06/08/2019
  • Fundos compram 49% da Unicoba Baterias - As gestoras de private equity GEF e Confrapar fecharam a compra de 49% da Unicoba Baterias, por R$ 100 milhões. Cerca de 70% foi alocado pela GEF. Os fundos compraram a participação que era detida pela One Equity Partners, braço de investimentos em empresas médias do banco J.P. Morgan, e mais algumas ações da família controladora da Unicoba.  07/08/2019
  • A James Fisher e Sons adquire 60% do capital da Serviços Marítimos Continental - A James Fisher e Sons Plc ("James Fisher" ou "o Grupo") anunciam a aquisição de 60% do capital social da Continental Participação e Administração Ltda., A holding da Serviços Marítimos Continental SA (em conjunto "Continental") por um contraprestação total em dinheiro de £ 7,5m, £ 4,9m a pagar no final e £ 2,6m pagáveis ​​em janeiro de 2022. A Continental é uma provedora de serviços de mergulho aéreo estabelecida para o setor de petróleo offshore no Brasil. Com sede em Macaé, Estado do Rio de Janeiro, Brasil, a Continental presta serviços de inspeção, reparo e manutenção ("IRM") a terminais de petróleo offshore, principalmente FPSOs. Entre 2016 e 2018, o lucro médio anual antes de juros, impostos, depreciação e amortização da Continental foi de £ 3,1 milhões. 07/08/2019
  • Nestlé vende fábricas e licencia produção de leite UHT para Bela Vista - A Nestlé Brasil e o Laticínios Bela Vista, proprietários das marcas Piracanjuba e LeitBom, anunciaram hoje um acordo que firma parceria entre as duas empresas para a produção e distribuição de leite UHT no país. Por meio desse acordo, a Nestlé vai licenciar suas marcas Ninho e Molico, exclusivamente para o segmento de leite líquido no Brasil, para o Laticínios Bela Vista, por um período de dez anos. Pelo acordo entre as empresas, o Laticínios Bela Vista assumirá as unidades da Nestlé que hoje produzem os leites UHT, aproveitando, assim, as linhas já instaladas e, principalmente, absorvendo os funcionários dessas localidades: Três Rios (RJ) e Araraquara (SP) e parte da fábrica de Carazinho (RS). Dessa forma, os colaboradores da Nestlé que atuam nesses sites serão transferidos para a nova empresa e contribuirão para as estratégias de crescimento e aceleração dos negócios no setor. 07/08/2019
  • Legaltech Juristas recebe aporte da Bossa Nova Investimentos - Portal Juristas oferece diferentes soluções para facilitar e dar agilidade ao dia a dia dos advogados de forma tecnológica e segura. No mercado atual todo negócio nasce com o propósito de resolver um problema específico e com o Juristas (www.juristas.com.br) não foi diferente. Trata-se de um espaço destinado para todos aqueles que buscam informação, conhecimento e crescimento na carreira profissional, de forma inovadora. 06/08/2019
  • Mundo Verde adquire marca Aloha, especializada em cosméticos naturais - O Mundo Verde, rede com mais de 30 anos de experiência no segmento de alimentação saudável, anuncia a aquisição de 100% da Aloha, empresa especializada em óleos essenciais e cosméticos naturais. Para Carlos Wizard Martins, a entrada da Aloha na estrutura do Mundo Verde será benéfica para o crescimento das duas marcas. “A força de distribuição do Mundo Verde complementará o excelente trabalho que vem sendo feito pelos consultores Aloha e fará com que os produtos da marca cheguem a um número ainda maior de consumidores. Acreditamos que esse movimento tem o potencial de fazer a Aloha crescer dez vezes nos próximos cinco anos, atingindo um faturamento de R$ 200 milhões”, afirma. O Mundo Verde faturou R$ 580 milhões em 2018 e a estimativa é de encerrar 2019 com crescimento de 25% em receita, além de 450 lojas. 07/08/2019
  • A tech.fit já fez seus usuários perderem 9 milhões de kg. Agora, a Globo ficou sócia. - Em 2005, um grupo de empreendedores lançou o ‘Dieta e Saúde’, um site com conteúdo sobre bem-estar e alimentação saudável. Junto com ele, um serviço de assinatura para quem quisesse receber uma dieta personalizada e acompanhamento nutricional. Quinze anos depois: os três apps da tech.fit, que é a holding desses serviços de assinatura, tem mais de 18 milhões de downloads, 900 mil assinantes – e já fez seus usuários perderam mais de 9 milhões de quilos. Agora, a empresa acaba de receber um aporte de R$ 16 milhões do Grupo Globo para acelerar o crescimento. A maior parte da rodada 'series A'...05/08/2019
  • IRB Brasil tem lucro 35% maior no 2º tri, compra 9% de empresa europeia - A resseguradora IRB Brasil teve um salto de 35% no lucro do segundo trimestre e elevou sua previsão de crescimento dos prêmios emitidos para 2019, após anunciar acordos com o grupo C6 e para comprar uma fatia da prestadora suíça de serviços de seguros B3i Services. Dois desses acordos, inclusive, foram anunciados já simultaneamente ao balanço. Um deles, para comprar 8,93% da prestadora suíça de serviços para o setor de seguros e resseguros B3i Services AG, por 3,5 milhões de euros. O outro envolve acordo operacional com o Banco C6 e a C6 Corretora de Seguros, por meio do qual o IRB Brasil será o ressegurador líder de seguro prestamista nos canais de distribuição do C6 por 10 anos. Pelo acordo, 85% dos negócios gerados ficarão com a IRB e a seguradora terá os 15% restantes.Com isso, a IRB elevou sua previsão de crescimento do volume de prêmios emitidos neste ano, da faixa de 17% a 24% para a de 20% a 27%.   05/08/2019
  • ThinkSeg expande operação digital compra de 35% da Cilia - A ThinkSeg quer pisar mais fundo no acelerador da experiência digital do mercado de seguros e, para isso, acaba de adquirir 35% de participação da startup goiana Cilia. Segundo André Gregori, sócio fundador e CEO da seguradora on-line, a parceria, entre outros ganhos, vai melhorar ainda mais a funcionalidade do sistema “pague o quanto usa”, ou “pay per use”, como é conhecido em inglês, que será lançado neste mês, pelo qual o cliente pode ligar e desligar a proteção prevista na apólice do veículo e pagar ..05/08/2019
  • Ânima Educação compra UniAges por R$ 200 milhões e entra no Nordeste - Com aproximadamente 5,6 mil alunos, sendo 206 na Faculdade de Medicina de Jacobina, as instituições estão distribuídas em 6 unidades (Imagem de Arquivo/Agência Brasil). A Ânima Educação (ANIM3) comprou o Centro Universitário Ages (UniAges) por R$200 milhões e entrou no mercado do Nordeste, mostra um comunicado enviado ao mercado. O contrato firmado prevê o pagamento de R$ 49,7 milhões, relativos à aquisição de 74,03% das cotas das sociedades adquiridas, sendo R$ 44,7 milhões 3 dias após a data do fechamento da transação, e R$5 milhões em até 60 dias após a data de fechamento. Além disso, a empresa irá aportar R$ 65,3 milhões nas empresas para pagar dívidas, aí considerados dividendos pretéritos devidos aos vendedores, dívidas bancárias e outros passivos. Por fim, a Ânima irá anuir com o aporte no capital social da Sobepe em R$ 35 milhões. A transação também prevê um pagamento de até R$ 50,0 milhões de earn-out, de acordo com o cumprimento de metas acordadas entre as partes, diretamente relacionadas à operação de medicina e ao crescimento da vertical de saúde. 06/08/2019
  • Softys compra a paranaense SEPAC, dona da Duetto e Paloma, por R$ 1,3 bilhão - Maior fabricante de papel tissue no Brasil, a Softys anunciou nesta terça-feira (6) a finalização da aquisição da empresa paranaense SEPAC, proprietária das marcas Duetto, Paloma, Stylus e Maxim. O papel tissue é usado na produção de papel higiênico, papel toalha, fraldas e lenços de papel. Segundo a multinacional, o valor total do negócio foi de R$ 1,312 bilhão. A integração das duas empresas consolida a Softys, presente no mercado brasileiro desde 2009 e dona das marcas Elite e Sublimes, como a maior operadora da indústria de tissue no Brasil" 06/08/2019
  • OLX adquire empresa de CRM - A Anapro tem como clientes mais de 200 incorporadoras. A OLX, empresa de classificados online no Brasil, anuncia a aquisição da Anapro, plataforma de CRM e gestão de vendas focada no segmento de lançamentos imobiliários no país. Com a transação, a OLX reforça sua atuação no segmento de imóveis. A vertical teve alta de 50% no número de anúncios na plataforma de classificados no último ano. No início deste ano, a OLX anunciou um investimento de R$ 250 milhões para o ano nas suas operações no Brasil, um aumento de 25% em relação a 2018. O valor tem foco em aumento de equipe, tecnologia e marketing. O faturamento da empresa chegou a R$ 312 milhões em 2018, um valor 70% maior que o acumulado em 2017.06/08/2019
  • AJC Group adquire Elastotec em Recuperação Judicial - Empresa fornecedora de artefatos de borracha em Sorocaba repassa controle acionário para o Grupo AJC. A antiga gestão da Elastotec, indústria de artefatos de borracha, assinou na semana passada o contrato de venda da empresa para o Grupo AJC, através da assunção total do risco e da recuperação judicial da empresa. 06/08/2019
  • Grupo norte-americano ACCO Brands compra a Foroni -  A ACCO Brands Corporation, uma das maiores empresas de design, marketing e fabricantes do mundo de produtos acadêmicos, de consumo e de negócios, anunciou que adquiriu a Indústria Grafica Foroni Ltda. ("Foroni"), fornecedora líder de notebooks e produtos escolares e de escritório em papel no Brasil , por um preço de compra em dinheiro de aproximadamente US $ 57 milhões, sujeito a capital de giro e outros ajustes. A contribuição incremental de vendas estimada para o ano inteiro para a ACCO Brands seria de aproximadamente US $ 60 milhões, e a transação deverá resultar em um modesto aumento de lucro por ação ajustado e um EBITDA incremental ajustado de US $ 10 milhões em uma base anualizada. s, profissionais de marketing e fabricantes do mundo de produtos acadêmicos, de consumo e empresariais de marca. . 05/08/2019
  • Siemens compra 20% de empresa brasileira que fornece baterias - A Siemens adquiriu nesta segunda-feira 20% da Micropower-Comerc, empresa que disponibiliza aos clientes baterias para armazenamento de energia e é remunerada por meio de contratos de performance. Não foram divulgados valores da transação.  A Micropower-Comerc é uma joint venture da brasileira Comerc Energia e da MicroPower Energy, empresa fundada por Marco Krapels, ex-vice-presidente da Tesla Energy... 05/08/2019

RELATÓRIOS - DESTAQUES DA SEMANA


QUEM, O QUÊ, QUANDO, QUANTO, COMO e POR QUÊ
 A pesquisa FUSÕES E AQUISIÇÕES - DESTAQUES DA SEMANA tem o propósito de captar o “clima” do mercado das operações de Fusões e Aquisições bem como sinalizar suas principais tendências. Trata-se da compilacão semanal das notícias visando tornar mais acessíveis e conhecidos os negócios de fusão, aquisição e venda realizados entre empresas com atuação no Brasil. Todas as informações sobre os negócios citados no presente relatório são obtidos a partir de notícias publicadas pela imprensa e divulgadas no “estado" pelo blog FUSOESAQUISICOES.BLOGSPOT http://fusoesaquisicoes.blogspot.com.br, não sendo feita qualquer verificação quanto à sua veracidade, precisão ou integridade do conteúdo. Sempre que possível, serão mencionados os nomes dos compradores – investidor estratégico ou fundos de private equity, dos vendedores, a tese de investimento e principais “value drivers”, o valor da transação, forma de pagamento, múltiplos praticados (Valor da Empresa/EBITDA, Valor da Empresa/Receita) etc. Muitas vezes a notícia não é clara a respeito dos valores/forma de pagamentos e respectivos múltiplos. É bem-vinda toda e qualquer contribuição para tornar as informações mais precisas e transparentes. Caso o conteúdo estiver em desacordo, nos contate que estaremos retirando o mesmo ou corrigindo a respectiva  informação. Blog FUSÕES & AQUISIÇÕES

15 agosto 2019