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18 novembro 2020

Inter: aquisição de fatia na BMG Granito é pequena, mas estratégica, defende BTG

Segundo o BTG Pactual, a aquisição de 45% na BMG Granito é o primeiro passo do Inter para melhorar os serviços oferecidos para pequenas e médias empresas (Imagem: Facebook/BMG Granito Meios de Pagamento)

A aquisição de 45% da empresa de meios de pagamento BMG Granito é pequena, mas estratégica para o Inter (BIDI11), defendeu o BTG Pactual (BPAC11).

“Vemos a aquisição como o primeiro passo [do Inter] para melhorar os serviços a clientes pequenas e médias empresas e um movimento importante para reforçar a experiência de usuário do marketplace/Inter Shop”, afirmaram os analistas Eduardo Rosman e Thomas Peredo, em relatório divulgado nesta quarta-feira.

De acordo com o fato relevante do Inter, o valor da operação é de R$ 90 milhões. Se aprovada, a companhia passará a dividir a empresa com o Banco BMG (BMGB4) e os executivos da Granito, que deterão, respectivamente, 45% e 10% do capital.

O BTG destacou que a BMG Granito era a peça que faltava para o Inter implementar melhorias em sua plataforma digital de vendas, já que o braço de adquirência permitirá que os clientes da instituição financeira usem outros cartões de crédito, além de ajudar no processo de abertura do marketplace para não correntistas.

A operação também está em linha com o tipo de aquisição que o CEO João Vitor Menin estava procurando para o Inter:

“A adquirência é o braço que faltava para empresas de médio porte e, com a Granito, estamos trazendo tecnologia de ponta e 100% proprietária. Vamos entrar no mundo digital da adquirência, ganhar escala para atender os mais de 600 mil empresários correntistas do Inter”, afirmou o executivo.

O BTG reiterou sua recomendação de compra para o papel da instituição, com preço-alvo de R$ 74 para os próximos 12 meses. A Mirae Asset, que comentou brevemente sobre a aquisição enquanto falava sobre os resultados do terceiro trimestre de 2020, também manteve a indicação de compra, mas com preço-alvo de R$ 71... Leia mais em moneytimes  18/11/2020


18 novembro 2020



17 novembro 2020

Santander compra parte dos ativos da Wirecard, falida desde junho

O banco espanhol vai pagar cerca de 100 milhões de euros

O Banco Santander anunciou na segunda-feira que chegou a um acordo com o gerente de várias entidades Wirecard, Dr. Michael Jaffé, e Wirecard Bank AG para adquirir vários ativos de tecnologia especializada do negócio de serviços de pagamento de comerciante da Wirecard. 

O Santander pretende fortalecer e acelerar seus planos de crescimento para este negócio na região. Cerca de 500 funcionários altamente qualificados que atualmente administram os ativos adquiridos farão parte do Santander. Esses funcionários continuarão trabalhando onde estão, mas farão parte da equipe global de serviços comerciais do Santander sob a franquia global Getnet... Leia mais em cincodias.elpais. 16/11/2020



17 novembro 2020



30 outubro 2020

Carrefour levanta 245 milhões de euros com venda de 60% de fintech de pagamentos

O Carrefour anunciou nesta sexta-feira a venda de 60% de suas ações na fintech de pagamentos MarketPay para a AnaCap Financial Partners, uma firma de private equity britânica. Com a transação, a multinacional francesa arrecadará 245 milhões de euros.

A plataforma no centro da venda foi desenvolvida em 2016 e responde por cerca de 1,3 bilhão de pagamentos por ano, em 45 mil terminais distribuídos por toda a Europa.

Segundo o Carrefour, a ideia é capitalizar da experiência da Anacap no setor e diversificar as atividades... Estadão Conteúdo Leia mais em istoedinheiro 30/10/2020

30 outubro 2020



29 outubro 2020

Locaweb faz oferta de R$ 180 milhões para compra de empresa de tecnologia Vindi

A Vindi foi avaliada considerando a compra de 100% do capital 

O conselho de administração da Locaweb aprovou a apresentação de uma proposta para compra da Vindi Tecnologia e Marketing, empresa que atua com modelo de assinaturas, com um software de cobrança recorrente e plataforma de pagamento. 

A Vindi foi avaliada em R$ 180 milhões, considerando a compra de 100% do capital. O preço de fechamento pode ser ajustado, tendo em vista que os fundadores da companhia poderão receber um valor adicional, dependendo do atingimento de determinadas metas financeiras. 

O prazo para a Vindi aceitar a proposta é 5 de dezembro. Segundo a Locaweb, acionistas que representam 79,3% do capital social, incluindo os três acionista fundadores, já aceitaram a oferta. Valor Economico leia mais em yahoo 29/10/2020




29 outubro 2020



10 outubro 2020

Remessa Online cria serviço que facilita aportes estrangeiros em startups

A nova ferramenta promete ajudar startups a se organizarem para receber investimentos de fundos estrangeiros; Sallve, Xerpa e Flash já usam o serviço

A startup brasileira Remessa Online lança um novo produto neste mês que promete facilitar o cotidiano de outras startups. ... leia mais em exame 09/10/2020



10 outubro 2020



05 outubro 2020

Fintech italiana Nexi acerta compra de rival SIA por 4,6 bilhões de euros

Transação cria um gigante europeu no setor de pagamentos

A fintech italiana Nexi concordou em adquirir a rival SIA por cerca de 4,6 bilhões de euros, equivalente a quase US$ 5,4 bilhões, em uma transação que cria um gigante europeu no setor de pagamentos... Leia mais em valoreconomico 05/10/2020












05 outubro 2020



22 setembro 2020

Revolução nas compras: Brasil tem mais de 600 startups de varejo

Distrito Retailtech Report, divulgado antecipadamente para Pequenas Empresas & Grandes Negócios, traça um panorama atual de negócios que revolucionam como compramos

O varejo ampliado brasileiro, que inclui automóveis e materiais de construção, foi estimado em R$ 1,91 trilhão em 2019. Esses números certamente foram abalados pela pandemia de novo coronavírus. Por outro lado, tanto os .. Leia mais em revistapegn 22/09/2020



22 setembro 2020



30 julho 2020

Nordeste atrai a atenção de 96% dos fundos de Private Equity

A maioria não faz distinção por estado, mas o Ceará lidera a preferência de 12%

O Nordeste atrai o interesse de 96% dos fundos de Private Equity, sendo que 80% deles não fazem distinção por estado na hora de investir. No entanto, o Ceará tem a preferência de 12%, seguido pela Bahia, Pernambuco e Rio Grande do Norte, empatados com 8%.

Os dados são da pesquisa da Ondina Investimentos, que ouviu 25 gestores com atuação no Brasil. Desse total, 16 anunciaram que estão em fase de investimentos, com prazo de três anos para concluí-los. A pesquisa foi apresentada nesta quarta-feira (29) numa live que reuniu investidores e empresários.

“O que observamos nesta sondagem foi que o interesse desses fundos é por segmentos de empresas que possuem um maior potencial de crescimento com um nível de aporte não muito alto”, comenta o sócio fundador da Ondina Investimento, Arthur Machado, que conduziu a pesquisa. Prova disso, segundo ele, é o ticket médio do valor das transações, que varia entre R$50 a R$250 milhões. Dos 25 gestores de Private Equity, 22 são nacionais e três estrangeiros.... Leia mais em cbnrecife 30/07/2020


30 julho 2020



30 junho 2020

XP compra fatia majoritária da fintech Antecipa

Fintech foi criada como plataforma digital para financiar a antecipação de recebíveis

A XP Inc. anunciou nesta terça-feira (30) a aquisição de participação majoritária na fintech Antecipa, que foi criada como uma plataforma digital de antecipação de recebíveis. O objetivo central da fintech é oferecer uma maneira mais eficiente para que as empresas rentabilizem suas posições de caixa e também fornecer uma alternativa mais econômica para o financiamento de fornecedores.

A aquisição é uma oportunidade para a XP Inc. ampliar a grade de produtos e reforçar a presença nos segmentos middle e corporate no Brasil, destaca o comunicado.

Os fundadores da Antecipa, Camilo Telles e Michel Borges, vão manter independência na gestão do negócio. Através da sua plataforma digital, a fintech integra fornecedores e compradores, proporcionando a possibilidade de financiamento entre as empresas sem necessariamente ter um banco como intermediário. Dessa forma, o spread bancário, que antes era destinado para esse intermediário, pode ser absorvido tanto pelo comprador quanto pelo fornecedor, minimizando o custo da operação como um todo.

A Antecipa determina a taxa de desconto de forma dinâmica para cada transação. Desta forma, por meio de algoritmos próprios, a plataforma tem como foco a maximização do retorno do fluxo de caixa dessas empresas ao buscar um preço justo para cada transação , além de um processo mais ágil e inteligente para o desembolso dos recursos aos fornecedores.

Bruno Constantino, CFO da XP Inc., destaca no comunicado que, apesar de a Antecipa atuar em um mercado que já conta com a participação de grandes players, há ainda uma série de ineficiências que podem ser eliminadas. “Entrar neste segmento tão relevante em um momento como o atual, no qual as empresas estão precisando minimizar custos e apoiar os seus fornecedores, é uma grande oportunidade para a XP, inclusive colaborando para uma retomada mais rápida da nossa economia.”

Já Camilo Telles, sócio da Antecipa, ressalta que o financiamento para a cadeia de fornecedores sempre foi oferecido pelos bancos, mas numa oferta combinada com alguma outra modalidade de financiamento, o que nem sempre é atrativo para as empresas. “A escolha da XP vem da visão de ter o cliente como foco central, alinhado ao que eles sempre adotaram em todas as frentes em que atuam”, avalia.

A Antecipa foi fundada em 2015 e recebeu seu primeiro investimento em setembro de 2019, liderado pela Redpoint eventures.

O fechamento da operação está sujeito ao cumprimento de determinadas condições precedentes, incluindo a autorização prévia do Banco Central do Brasil, nos termos da regulamentação aplicável... Leia mais em infomoney 30/06/2020


30 junho 2020



25 junho 2020

BC estabelece governança para implantação do open banking

O sistema deve começar a funcionar a partir de novembro deste ano e é arma para trazer mais competitividade ao Sistema Financeiro Nacional

O Banco Central publicou, nesta quarta-feira, 24, circular regulamentando a governança do processo de implantação do Sistema Financeiro Aberto, o Open Banking. Pelo texto, a estrutura inicial será dividida em três níveis: estratégico, representado pelo Conselho Deliberativo, administrativo, formado pelo Secretariado, e técnico, composto pelos Grupos Técnicos. 

O Conselho Deliberativo será responsável por definir o regimento interno da estrutura, deliberar sobre a convenção das instituições participantes. Além disso o Conselho também será responsável por definir diretrizes para o Secretariado e para os Grupos Técnicos e decidir sobre as demais questões necessárias para a implementação do Open Banking. 

O Secretariado fará a organização e a coordenação dos trabalhos e será responsável por propor, executar e gerenciar o orçamento da estrutura, entre outras atividades de natureza administrativa. Já os Grupos Técnicos serão encarregados da elaboração de estudos e propostas técnicas, conforme os planos de trabalho aprovados pelo Conselho Deliberativo. 

O Open Banking e o PIX, sistema de pagamentos instantâneos, são os principais instrumentos do BC para trazer mais competitividade ao Sistema Financeiro Nacional. Os dois sistemas devem começar a funcionar em novembro deste ano.  Lúcia Berbert Leia mais em telesintese 25/06/2020

25 junho 2020



16 junho 2020

Fintech brasileira recebe aporte de R$110 milhões

A Remessa Online, plataforma brasileira de transferências internacionais que vem expandindo sua atuação e mudando o setor no país, acaba de concluir uma nova rodada de investimentos no valor que equivale a R$ 110 milhões. A operação foi liderada pela Kaszek Ventures, um dos maiores fundos de venture capital da América Latina, e Kevin Efrusy, sócio do renomado fundo americano Accel, investidor pioneiro do Facebook, com participação da Bewater Ventures.

Com o investimento, o executivo Hernan Kazah, cofundador do Mercado Livre e da Kaszek Ventures, se junta ao conselho da fintech, que já conta com outros nomes de peso do ecossistema de startups como André Penha, cofundador do Quinto Andar, e o experiente Fabio Armaganijan, partner da Bewater ventures e ex-COO da Kraft Heinz USA.

A empresa, que soma mais de R$ 10 bilhões transacionados desde sua criação em 2016, planeja, após o aporte, acelerar o negócio e investir em novas tecnologias e serviços financeiros voltados principalmente para as pequenas e médias empresas. O objetivo é ajudar na internacionalização desse segmento, com foco no atendimento de empresas que já prestam serviços para o exterior, empresas com gastos e custos em outras moedas ou até mesmo empresas que estejam em processo de captação de recursos.

“Queremos criar oportunidades para as pequenas e médias empresas expandirem suas fronteiras para o mercado internacional. A ideia é apoiar principalmente a exportação de serviços, entre outras necessidades de pagamentos globais, com uma proposta muito clara, baseada em três pilares: menor custo de operação, processos digitais e escaláveis além  da equipe dedicada e com expertise”, comenta Alexandre Liuzzi, cofundador e diretor de Estratégia da Remessa Online.

A Remessa Online tem dobrado de tamanho a cada semestre desde o começo de sua operação comercial. Em 2019 expandiu sua solução de transferência internacional instantânea de dinheiro para Reino Unido e Europa, além de ter lançado a aprovação automática de envio para investimento e pagamento de curso no exterior, possibilitando a brasileiros pagarem educação ou alugarem casas no exterior sem a necessidade de documentação. Os clientes podem também, de posse de um IBAN pessoal, receber dinheiro proveniente de nove moedas diferentes.

Em maio deste ano, ampliou sua expansão na América Latina, lançando os corredores de Argentina e Chile. Com isso, os clientes podem agora enviar dinheiro para esses países direto para a moeda local.

“A Kaszek traz todo o know-how que alavancou startups brasileiras que revolucionaram seus mercados, a exemplo de NuBank e Quinto Andar. A chegada desse importante investidor adiciona ainda mais robustez à nossa operação, permitindo nosso crescimento sustentável e viabilizando nossa missão de transformar o mercado de transferências internacionais, principalmente para as pequenas e médias empresas”, diz Alexandre Liuzzi.

O executivo reforça ainda que, mesmo seguindo todas as obrigações regulatórias e tributárias, consegue operar com boa saúde financeira. “Somos uma empresa brasileira, entendemos as dores do nosso cliente, pois já vivemos isso na pele. Além disso, buscamos sempre ser mais competitivos, oferecendo as menores taxas porém de acordo com as melhores práticas do mercado”, afirma Liuzzi.

Segundo Hernan Kazah, a Kaszek Ventures está sempre em busca de grandes empreendedores que solucionem ineficiências do mercado e melhorem a vida das pessoas. Com uma equipe brilhante por trás, a Remessa Online chamou a atenção do fundo por focar num nicho de mercado ainda mal atendido, trazendo uma plataforma inovadora com soluções de alto nível para clientes finais e pequenas e médias empresas. “A crise atual está acelerando a digitalização de diversos setores ao redor do mundo e a Remessa Online surge na dianteira desse movimento, transformando e revolucionando o mercado de transferências internacionais no Brasil, especialmente para as PMEs”, afirma Kazah.

Foco em pequenas e médias empresas
A Remessa Online foi a primeira plataforma do tipo (totalmente online) a oferecer transferência internacional para pessoa jurídica (PJ) no país. A ideia surgiu tanto da percepção de que este segmento hoje não é priorizado pelas instituições financeiras tradicionais, quanto para endereçar uma solicitação da base de clientes da fintech. Hoje, aproximadamente 50% dos clientes pessoa física (PF) da Remessa Online é também dono ou sócio de pelo menos uma empresa.

Além de realizar transações de recebimento de dinheiro por serviços prestados no exterior, e a efetuar pagamentos de despesas no exterior, a Remessa Online também auxilia startups a trazerem ao Brasil aportes de capital internacional, como essa própria operação que está anunciando agora.

Trajetória

Fundada em 2016, a Remessa Online nasceu da veia empreendedora de Fernando Pavani (atual CEO) e Alexandre Liuzzi, que se conheceram no surf e acabaram virando amigos. Economistas por formação, eles tinham experiência de mais de dez anos no mercado financeiro e um conhecimento amplo não só do setor de tecnologia, mas também dos gargalos ainda existentes nos serviços financeiros do país. Daí a criação de uma plataforma rápida, segura e barata, que facilitasse as remessas internacionais agregando tecnologia e entendendo as oportunidades globais que todos podem ter. Juntos, com Stefano Milo e Márcio William, eles então criaram uma solução online de transferências internacionais que conecta empresas e indivíduos com o resto do mundo de uma forma simples.

O primeiro aporte aconteceu no segundo ano de operação, em 2017, por Marcelo Maisonnave (cofundador da XP Investimentos). Na época, o investimento foi usado para aprimorar a plataforma e estruturar a equipe.

Em 2018, a empresa fez um Series A de aproximadamente R$ 20 milhões com o Global Founders Capital junto com a MAR ventures, o que possibilitou investimento em uma infraestrutura proprietária que faz o  processamento de pagamentos local e internacional, sistema integrado de compliance e demais processos necessários para transferência internacional.

Em 2019, a Remessa Online viu a oportunidade de expandir para o segmento de pequenas e médias empresas e acelerou os investimentos no desenvolvimento da plataforma online para as PMEs. O sucesso nesse novo segmento trouxe a oportunidade para fazer mais essa captação, com objetivo de proporcionar a mesma experiência da plataforma para pessoas físicas, que conta hoje com NPS 91 (Net Promoted Score, índice que reflete a satisfação do cliente), para a nova plataforma que atende as pequenas e médias empresas.

Entre os programas de aceleração e mentoria por qual a empresa já passou, vale destacar o Endeavor Scale Up Fintech, programa de aceleração focado em empresas de base tecnológica com atuação no setor financeiro com alto potencial de crescimento, do qual já participaram fintechs como Neon e Creditas.

Em 2019, a Remessa Online foi a primeira fintech a firmar parceria com a Ripple no país, o que permitiu acelerar o processo de transferência, pois a conexão entre instituições é direta, mais rápida e rastreável.  Minimizando o uso da rede SWIFT, é possível baratear e também agilizar o processo como um todo, sempre com segurança nas transações... Leia mais em startupi 16/06/2020

16 junho 2020



15 junho 2020

Fintechs levantam quase R$ 1 bilhão

Fundos de venture capital estão mais seletivos e criteriosos

Responsáveis por mais de um terço de todo o capital aportado em startups brasileiras no ano passado, as fintechs captaram cerca de US$ 910 milhões, volume quase três vezes maior em relação a 2018 e puxado por rodadas levantadas por Nubank (US$ 400 .. Leia mais em valoreconomico 15/06/2020

15 junho 2020



20 abril 2020

Guedes diz que retomada econômica pode ser em ‘V’: ‘vamos surpreender o mundo’

Para Guedes, o Brasil tem tomado medidas melhores ou iguais que a de outros países, inclusive países avançados

O ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou nesta segunda, 20, que a recuperação econômica, após a crise do novo coronavírus, será em "V", com retomada tão rápida quanto a queda. "Vamos surpreender o mundo", disse o ministro, em entrevista ao vivo para o BTG Pactual, no canal do banco no YouTube.

Para Guedes, não se pode deixar que a economia entre em uma grande depressão. Na avaliação dele, o Brasil tem tomado medidas melhores ou iguais que a de outros países, inclusive países avançados. "Todo dia tem barulho, mas Brasil está avançando e progredindo", disse.

Na visão do ministro, as hipóteses do governo para os efeitos econômicos do novo coronavírus, quando ainda se pensava que o choque seria apenas no comércio exterior, se revelaram razoáveis após os primeiros dados da balança comercial.

"As exportações brasileiras não caíram ainda, estão subindo. A queda das exportações para Europa, de 1%, para EUA, de 30%, e para Argentina, de 30%, foi compensada pelo aumento acelerado das exportações para China", disse o ministro.

Segundo Guedes, a ficha de que o coronavírus seria uma pandemia que afetaria também o Brasil caiu entre o fim de fevereiro e o início de março. "Disparamos medidas imediatamente", disse o ministro, que afirmou que aumentou o número de beneficiários do Bolsa Família.

"Havia fila no Bolsa Família porque sempre há fraude, mas mandamos incluir todos imediatamente", afirmou.

Na opinião de Guedes, o presidente Jair Bolsonaro tem sido mal interpretado. Segundo o ministro, a orientação do presidente é preservar vidas e empregos.

Apesar de 'barulho na política', ministro diz confiar na democracia brasileira

O ministro disse ainda que tem confiança na capacidade de processamento da democracia brasileira.

"Vai dar tudo certo. Democracia brasileira é barulhenta, é natural, por definição de espaços. Estamos assistindo a aperfeiçoamento institucional", completou.

Guedes afirmou que o Brasil atravessou um "bom primeiro ano" e citou a aprovação da reforma da Previdência. O ministro disse que havia dúvidas sobre a aprovação da reforma, mas que sempre acreditou no processo democrático. "Modelo econômico, com excesso de gastos públicos, está equivocado e deixou o Brasil prisioneiro do baixo crescimento", acrescentou.

O ministro lembrou que parte da expansão dos gastos públicos foi para financiar a inclusão social e o sistema de saúde. "Me ressinto há anos de não exigir contrapartida. Tínhamos que cortar de outro lado", completou.

Guedes acrescentou que o governo começou 2020 com projetos legislativos em bom andamento, em "processo virtuoso" para encaminhar a reforma administrativa, o pacto federativo e reforma tributária.

"Seria um ano com pouco barulho político. O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, foi muito colaborativo. Começamos o ano otimistas", disse.

Guedes defendeu que a economia cresceu no primeiro ano do governo mesmo sendo um ano de reformas e que indústrias e o crédito privado cresciam a dois dígitos. "Economia estava crescendo na margem em 1,7% e a arrecadação crescendo 20% acima do previsto", completou.

O ministro disse que "há muita exploração política" em apontamentos que mostram a queda na arrecadação em fevereiro, por exemplo, que, segundo ele, ocorreu porque se compara um mês recorde em 2019. "Já aprendemos a conviver com isso, é lamentável, mas é assim", completou... Leia mais em seudinheiro 20/04/2020

20 abril 2020



27 fevereiro 2020

Recém fundada, Trybe levanta R$ 42 milhões

Startup foca em formação de desenvolvedores de software, um ramo para lá de quente.

A Trybe, uma escola de formação em desenvolvimento de software fundada há seis meses, acaba de receber um aporte de R$ 42 milhões liderado pelo fundo Atlantico e composto por outros investidores, entre eles Canary, Global Founders Capital, e.Bricks, Maya e Norte.

A startup já tinha levantado uma rodada de seed capital liderada pelo Canary e com participação de e.Bricks, Maya e Joa (fundo de investimento do apresentador Luciano Huck), somados a pessoas físicas de peso, como Armínio Fraga e Ronaldo Lemos.

A quantidade de capital e a grife dos investidores chama atenção frente ao pouco tempo de mercado de startup e ao número relativamente pequeno de alunos da empresa, que espera chegar a 600 até o final do ano. Qual é o segredo da Trybe então?

A primeira coisa é que a startup é recente, mas liderada por nomes com algum histórico, com cinco sócios que fundaram em 2012 AppProva, outra startup educacional, essa focada em dados e avaliações.

Ela foi vendida para a Somos Educação em 2017, quando já tinha cinco milhões de estudantes na plataforma.

Outra é o mercado. Desenvolvedores de software são um profissional em alta demanda no país. O mercado aquecido é inclusive tema da popular revista de negócios Exame nesta semana.

Já existe uma oferta grande de companhias focando em formação de mão de obra a partir de diversas abordagens. A da Trybe se baseia em alta seletividade, alto investimento e um modelo de financiamento a longo prazo.

A empresa afirma que investe cerca de 3 a 4 vezes mais que ofertas similares para a capacitação de cada pessoa que se forma no curso, que inclui mentorias individuais e uma série de desafios práticos.

Os cursos são também intensivos, com duração de seis horas por dia ao longo de um ano (o ritmo e puxado: segunda a sexta, das 14h às 20h).

Os profissionais são conectados a empresas com vagas, que não pagam à Trybe pelo serviço, o que garante uma oferta grande de oportunidades.

A Trybe teve 4800 inscrições de pessoas interessadas em estudar na turma de janeiro, porém menos de 100 delas foram aprovadas, uma taxa de ingresso similar à de processos seletivos de universidades públicas.

Por último, o estudante não precisa arcar com nenhuma taxa ou mensalidade até conseguir um trabalho que pague no mínimo R$ 3.500 por mês, o salário de entrada no mercado. O modelo de negócio é conhecido nos Estados Unidos como Income Share Agreement, ou ISA.

“Isso nos obriga a oferecer não só as melhores práticas de ensino, como também investir cada vez mais na qualidade e formação do estudante. Afinal, se nossos estudantes não forem bons profissionais, eles não terão sucesso e, consequentemente, nós perdemos com isso”, afirma Matheus Goyas, CEO da Trybe.

Até 2021, a startup, que atualmente tem hubs em Belo Horizonte, São Paulo, Itajubá e Florianópolis, além de operar em mais 12 cidades na modalidade sem hub, projeta alcançar a marca de 3 mil estudantes... Leia mais em baguete 27/02/2020



27 fevereiro 2020



18 fevereiro 2020

Fusões em aquisições crescem 40% em SP, diz consultoria

Foram 921 do tipo em 2019, segundo a KPMG

Contrato O volume de fusões e aquisições em São Paulo cresceu 39% no ano passado ante 2018, chegando a 921 transações, diz a KPMG. O maior número de movimentações está entre as empresas de internet (247), tecnologia da informação (126) e hospitais e laboratórios (69). .. Leia mais em folha.uol 18/02/2020

18 fevereiro 2020



14 janeiro 2020

Bancos apertam política de investimento em fintechs

Os grandes bancos estão fazendo mudanças importantes na maneira como investem em fintech, as startups de serviços financeiros, ao dar preferência a investimentos maiores, mas para um número menor de projetos, enquanto buscam parceiros que possam ajudá-los a reformular suas atividades principais.

Nos primeiros anos do boom das fintechs, os bancos investiram de forma ampla e indiscriminada, com a abertura de empresas de capital de risco e aceleradores que organizavam competições para encontrar as startups mais promissoras. As escolhidas eram então estimuladas, em espaços de trabalho modernos especialmente construídos, em troca de acesso prioritário à sua tecnologia.

Algumas tiveram sucesso nas margens, mas poucas mudaram materialmente os modelos e práticas de negócios dos bancos antiquados que os financiavam.

Hoje em dia, quando é mais difícil obter dinheiro, pois os grandes provedores de crédito também são obrigados a gastar mais para atualizar seus sistemas desgastados, a tendência é na direção de investimentos em menor número, mas com volumes maiores. Cada vez mais, a preferência é por parcerias e não por participações majoritárias.

Chris Schmitz, um dos líderes europeus em fintechs da EY e professor da Escola de Finanças de Frankfurt, vê três razões principais para a mudança de abordagem. Segundo ele, nos últimos dois anos, muitas fintechs têm alterado seus modelos de negócios para B2B, em vez de B2C, por causa dos custos proibitivos de adquirir centenas de milhares de novos clientes. Hoje muitos dos principais clientes das startups são outras instituições financeiras; portanto, assumir participações majoritárias é difícil para os grandes bancos, pois teria como resultado que a fintech perdesse vários outros clientes por causa das regras a respeito de conflito de interesses.

A segunda razão é que os preços para as fintechs mais maduras e estabelecidas já está nas nuvens... [enquanto] o dinheiro inunda os mercados europeus vindo da China, dos Estados Unidos, de capitais de risco e até de capital privado, disse Schmitz. Ao gastar tanto dinheiro com algo que ainda não se provou, fica difícil calcular o retorno em um nível estratégico.

O aplicativo bancário alemão para celular N26 agora está avaliado em 3,5 bilhões de euros e seus equivalentes britânicos Monzo e Revolut podem valer mais de 2 bilhões de libras e 4 bilhões de libras, respectivamente. Nenhum banco gastou tanto assim em sua própria tecnologia nos últimos anos, disse Schmitz. Eles precisam reservar dinheiro extra para melhorar sua infraestrutura primeiro.

Além das questões de preços e conflitos de interesse, a dificuldade de integrar as fintech à cultura mais tradicional de um banco centenário desencorajou muitos. Os principais funcionários e os fundadores tendem a sair depois que terminam as restrições contratuais, e a inovação mingua.

Um banco não é uma fintech ou uma empresa de capital de risco, disse Olivier Khayat, um dos executivos-chefes da área de atividades bancárias comerciais do UniCredit na Europa Ocidental. A maneira como trabalhamos com as fintechs é semelhante ao relacionamento de um fabricante de automóveis com seus fornecedores, disse. Temos uma iniciativa em que podemos pegar uma pequena participação em uma startup, mas é algo muito marginal, afirmou ele. A maioria das fintechs não está aqui para atrapalhar ou substituir os bancos, mas para atuar como parceiras e fornecedoras. Isso está funcionando extremamente bem, completou.

Na falta de grandes transações, nomes importantes e conhecidos, como HSBC e Barclays, continuarão a procurar startups para empurrar suas inovações na direção certa, disse Rav Hayer, chefe de fintechs da PwC no Reino Unido. Lembre-se de que eles são administrados por banqueiros, não por tecnólogos ou inovadores, disse ele. Sua força de trabalho é muito madura, eles não recrutam rápido o suficiente em um nível mais jovem, e por isso precisam de fintechs para mostrar-lhes o caminho.... Leia mais em valoreconomico 14/01/2020

14 janeiro 2020



13 janeiro 2020

Visa anuncia que comprará a Plaid por US$ 5,3 bilhões

A Visa Inc. anunciou nesta segunda-feira, 13, que assinou um acordo definitivo para adquirir a Plaid, uma rede que facilita o acesso seguro das pessoas das suas contas financeiras aos aplicativos que usam para gerenciar sua vida financeira. A Visa pagará um total de compra de US$ 5,3 bilhões para adquirir a Plaid.

As soluções da Plaid permitem que os consumidores compartilhem convenientemente suas informações financeiras com milhares de aplicativos e serviços, como Acorns, Betterment, Chime, Transferwise e Venmo. Os consumidores confiam nesses aplicativos e serviços para ajudar a planejar seus gastos, aumentar suas economias e monitorar seus investimentos. Por exemplo, quando um usuário configura uma conta Venmo, é o Plaid que permite vincular sua conta bancária a sua conta Venmo.

A conectividade entre instituições financeiras e desenvolvedores se tornou cada vez mais importante para facilitar o uso dos aplicativos das fintechs. 75% dos consumidores com acesso à Internet no mundo usaram um aplicativo de uma fintech para iniciar a movimentação de dinheiro em 2019, contra 18% em 2015¹. A Plaid é líder em possibilitar essa conectividade em grande escala. Hoje, uma em cada quatro pessoas com uma conta bancária nos EUA usou o Plaid para se conectar a mais de 2.600 aplicativos de fintechs em mais de 11.000 instituições financeiras.

"Estamos extremamente felizes com a aquisição da Plaid e como ela melhora a trajetória de crescimento de nossos negócios", disse Al Kelly, CEO e chairman da Visa. "Plaid é líder no mundo das fintechs de rápido crescimento, com o que há de melhor em recursos e em talentos. A aquisição, combinada com nossos esforços em fintechs já em andamento, posiciona a Visa para agregar ainda mais valor aos desenvolvedores, instituições financeiras e consumidores".

"A missão da Plaid é tornar o dinheiro mais fácil para todos e estamos empolgados com a oportunidade de continuar cumprindo essa promessa em escala global", disse Zach Perret, CEO e co-fundador da Plaid. "A Visa tem a confiança de bilhões de consumidores, empresas e instituições financeiras como parte essencial do ecossistema financeiro. Juntas, a Visa e a Plaid podem apoiar o rápido crescimento dos serviços financeiros digitais".

A aquisição representa, simultaneamente, uma entrada em novos negócios e em aprimoramentos complementares aos negócios existentes da Visa. Primeiro, os negócios centrados em fintechs da Plaid abrem novas oportunidades de mercado para a Visa nos EUA e internacionalmente. Em segundo lugar, a combinação de Visa e Plaid possibilita a oportunidade de oferecer recursos avançados de pagamento e serviços de valor agregado relacionados aos desenvolvedores de fintechs. Por fim, a aquisição permitirá que a Visa trabalhe ainda mais próxima com as fintechs em todas as etapas de seus desenvolvimentos e impulsionará o crescimento do negócio principal da Visa.

"Esta aquisição é a evolução natural da jornada de 60 anos da Visa, conectando compradores e vendedores até consumidores com serviços financeiros digitais", afirma Kelly. "A combinação de Visa com a Plaid nos colocará no epicentro do mundo das fintech, expandindo nosso mercado e acelerando nossa trajetória de crescimento de receita a longo prazo".

Assim que a aquisição esteja concluída, espera-se que a combinação traga benefícios significativos para desenvolvedores, instituições financeiras e consumidores. "Temos um excelente relacionamento tanto com a Visa quanto com a Plaid. A combinação dos recursos da Plaid com a segurança e a escala global da Visa nos proporcionará inúmeras oportunidades para aprimorar nossos produtos", disse Dan Schulman, presidente e CEO do PayPal.

"Acreditamos que a aquisição da Plaid, pela Visa, é um acontecimento importante para oferecer aos consumidores mais segurança e mais controle sobre como seus dados financeiros são usados. Proteger os dados dos clientes e ajudá-los a compartilhar essas informações, com segurança, têm sido uma das principais prioridades da Chase. Estamos ansiosos para fazer parceria com a Visa para continuar construindo uma ótima experiência para nossos clientes em comum", disse Gordon Smith, co-presidente do JPMorgan Chase e CEO do Consumer and Community Banking.

A transação está sujeita a aprovações regulatórias e outras condições habituais de fechamento. A Visa financiará a transação com dinheiro em caixa e emissão de dívida no momento apropriado. Esta transação não terá impacto no programa de recompra de ações ou na política de dividendos anunciados anteriormente pela Visa. Espera-se que a transação seja concluída nos próximos três a seis meses... Leia mais em tiinside 13/01/2020











13 janeiro 2020



28 dezembro 2019

Cielo fecha parceria com startup Bitfy para aceitar pagamentos com Bitcoin

Embora o pagamento seja feito em bitcoins, os varejistas recebem em reais porque, no exato momento da transação, a criptomoeda é vendida para corretoras parceiras da Bitfy

A credenciadora de cartões Cielo, do Bradesco e Banco do Brasil, fechou parceria com a startup Bitfy, carteira digital de criptomoeda, para aceitar pagamentos com Bitcoin em seu 1,5 milhão de maquininhas.

No momento da transação, o vendedor coloca na maquininha o valor, a opção crédito à vista e gera um código de imagem (QR Code).

Já o cliente abre o aplicativo da Bitfy, clica na opção pagar com “Máquinas Cielo” e a câmera do smartphone é aberta para a leitura do código. É preciso senha pré-cadastrada pelo cliente para autorizar a transação.

Embora o pagamento seja feito em bitcoins, os varejistas recebem em reais. No exato momento da transação, a criptomoeda é ..Leia mais em valoreconomico 28/12/2019


28 dezembro 2019



17 dezembro 2019

Nos EUA, fintechs se tornam mais rígidas para liberar crédito

O crédito fácil deu lugar à cautela e startups de tecnologia financeira agora miram em famílias de maior renda, notas de crédito acima da média e uma proporção menor entre dívida e salário

Lara Briehl tinha um cliente desesperado e prestes a aceitar uma oferta. O homem estava com dificuldades para pagar as contas e uma instituição financeira on-line ofereceu a ele um empréstimo pessoal para quitar dívidas em dez cartões de créditos.

Ele pensou que aceitar a proposta o ajudaria a se livrar das dívidas. No entanto, a taxa de juros oferecida era cerca de 10 pontos percentuais acima da praticada .. Leia mais em valoreconomico 17/12/2019

17 dezembro 2019



12 dezembro 2019

Fintech recebe aporte de R$ 20 milhões da Confrapar

A Zetra, fintech que tem o objetivo de promover o bem-estar financeiro de milhões de trabalhadores, amplia expansão nacional e internacional com a plataforma SalaryFits, a partir do investimento de R$ 20 milhões da Confrapar, gestora especializada em empresas de tecnologia.

A ação tem o objetivo de aumentar a penetração da empresa – que hoje tem mais de 3,5 milhões de trabalhadores se beneficiando de uma oferta financeira mais justa e inclusiva – tanto no mercado Brasileiro quanto no Internacional – por meio da SalaryFits, a fintech já opera com sucesso em países como o Reino Unido, Portugal, Itália, Índia e México.

O propósito do investimento é o de fomentar a expansão da fintech. No Brasil, a Zetra tem aumentado o foco na promoção de sua solução junto a empresas privadas, e com particular atenção ao mercado de pequenas e médias empresas. O objetivo, portanto, não somente é o de aumentar a escala de suas operações, mas o de promover a inclusão financeira de ainda mais trabalhadores que não têm um credit score elevado. No mercado internacional, o foco é o de consolidar o crescimento da SalaryFits nos mercados em que ela já tem atuação, assim como o de viabilizar a expansão para mercados como a Espanha, Colômbia e os Estados Unidos, os quais têm sido monitorados há alguns meses.

Além disso, a fintech lançou recentemente uma plataforma de bem-estar financeiro – totalmente digital – para viabilizar a expansão, e apresentou o aplicativo SalaryPay, uma alternativa para os trabalhadores anteciparem seus salários sem juros ou qualquer cobrança adicional. Com o app, os colaboradores podem pagar por suas compras diretamente com seu salário, sem necessidade de conta bancária ou mesmo um cartão de débito.

“Com o investimento, nós projetamos triplicar o faturamento global da empresa nos próximos dois anos. Para estimular o bem-estar financeiro das famílias de forma inovadora, iremos ampliar a oferta do SalaryPay, e viabilizar que colaboradores em todo país se integrem de forma fácil e sustentável ao ambiente financeiro. A tendência de colaboração entre o mercado de RH/Benefícios e as fintechs tem se consolidado cada vez mais globalmente, e temos soluções bastante inovadoras no segmento”, afirma Renato Araújo,  fundador e chairman da SalaryFits.  Por seu trabalho no segmento, a empresa tem recebido inúmeras premiações e outros tipos de reconhecimento ao redor do mundo.

Novidades internacionais
A SalaryFits, spin off internacional da Zetra, vem firmando parcerias robustas na Europa, no Reino Unido, Portugal, e Itália, onde está presente desde 2016. Comandada por CEOs brasileiros, a fintech fechou, recentemente, acordos com instituições financeiras como a italiana Fabrick, a britânica Neyber, além do banco digital BNI e da insurtech INZMO, em Portugal.

São parcerias que envolvem mais de 1 milhão de trabalhadores europeus e dezenas de milhares de empresas locais. Um dos mais relevantes compromissos assumidos resultará no lançamento, na Itália, da primeira plataforma crédito consignado de open banking do mundo. Uma verdadeira revolução na forma como este tipo de crédito tem sido ofertado e que irá aumentar ainda mais a oferta de créditos sustentável nesses mercados... Leia mais em startupi 12/12/2019



12 dezembro 2019