29 dezembro 2020
Lançamento do Portal Fusões & Aquisições
28 dezembro 2020
China mira América Latina como mercado preferido para aquisições
Investidores da China têm poder de fogo para apostar em grandes empresas latino-americanas que exigem altos investimentos
Em um ano desafiador para empresas chinesas em busca de aquisições no exterior, a América Latina provou ser uma região onde conseguiram fazer alguns casamentos corporativos darem certo.
Aquisições no exterior por empresas chinesas devem cair pelo quarto ano seguido, para um total de US$ 31,1 bilhões, o menor nível desde 2007, de acordo com dados compilados pela Bloomberg. Transações com foco na América Latina totalizaram US$ 7,7 bilhões, mais do que o valor combinado da Europa e América do Norte.
Investidores chineses foram alvo de maior supervisão na Europa e nos Estados Unidos neste ano, pois a pandemia deixou setores estratégicos vulneráveis a aquisições hostis e aumentou a preocupação com a segurança nacional. Com isso, compradores da maior economia da Ásia tiveram como foco a América Latina, onde anos de incerteza política e social levaram algumas empresas estrangeiras a deixarem esse mercado.
“Isso abriu uma janela de oportunidade única para investidores estratégicos de longo prazo da China”, disse Alfredo Arahuetes, professor de economia internacional na Universidade ”.. Leia mais em infomoney 28/12/2020
28 dezembro 2020
27 dezembro 2020
Bitcoin supera Visa em valor total de mercado
Bitcoin agora tem valor de mercado maior que qualquer banco mundial e qualquer processador de pagamento.
A capitalização total de mercado total do Bitcoin ultrapassou na manhã deste sábado (26) os US $ 462 bilhões. Isso levou a moeda digital a superar o valor de mercado da Visa (US$ 459).
O valor total de mercado do Bitcoin é agora maior que qualquer processadora de pagamentos. Nas últimas semanas a criptomoeda já havia superado o maior banco dos EUA, JP Morgan (US$ 379 B), o PayPal (US$ 279 B), e até a Mastercard (US$ 334 B).
Ontem o Bitcoin bateu recorde de preço e foi negociado acima dos US$ 24.600 pela primeira vez na história, a capitalização da moeda digital também superou seu recorde histórico e alcançou US $ 430 bilhões pela primeira vez.
Após superar a Visa o Bitcoin se tornou a décima primeira “empresa” mais valiosa do mundo. O Bitcoin hoje tem um valor de mercado maior que várias empresas do mundo, como por exemplo a Disney, Adobe, Netflix, Nike, Intel, McDonalds, e outras.
De acordo com analistas, a capitalização de mercado do Bitcoin deve ultrapassar o valor da Tesla nos próximos seis meses, isso, se a tendência de alta motivada por investidores institucionais continuar.
Para que isso aconteça, o Bitcoin precisaria ser negociado por US$ 54 mil até Julho. Ou seja, uma alta de 105% a partir do preço atual de US$ 24.500.
O valor total de mercado do Bitcoin agora é maior que qualquer banco do mundo. No último sábado (19), quando a moeda digital ultrapassou o preço de $ 24 mil, sua capitalização superou também a do JP Morgan.
Diversos analistas acreditam que o Bitcoin tem potencial de atingir US$ 1 trilhão em capitalização de mercado até o final de 2021, caso isso se torne realidade, o Bitcoin se tornará a quinta maior “empresa” do mundo, ficando atrás apenas do Google, Amazon, Microsoft e Apple. Um relatório do Citibank prevê a moeda digital valendo US$ 300 mil já no próximo ano.
A capitalização de mercado do ouro é de aproximadamente 10 trilhões. Se o Bitcoin alcançar metade disso, a moeda digital então valeria US$ 5 trilhões, o que significa um valor maior que qualquer outro patrimônio... Leia mais em livecoins 26/12/2020
27 dezembro 2020
2020: O ano em que as empresas se abriram ao mercado
Os IPOs foram um destaque do ano na B3, com mais de R$ 100 bilhões em volume de ofertas; bolsa também mais que dobrou o número de investidores pessoa física.. Leia mais em epocanegocios 27/12/2020
Multas compensatórias em operações de M&A: reflexões a partir do caso Linx/Stone
Se aplicada multa compensatória nos patamares inicialmente estipulados do caso, custaria de 14% a 20% do caixa
A recente operação de incorporação das ações da Linx pela Stone suscitou algumas controvérsias entre seus acionistas e demais agentes do mercado financeiro. Em resumo, propõe-se a incorporação das ações de emissão da Linx pela STNE, subsidiária da StoneCo, conferindo-se aos atuais acionistas da Linx duas ações preferenciais obrigatoriamente resgatáveis da STNE para cada ação […] VINICIUS DA SILVA FONSECA Leia mais em jota 24/12/2020
Ensino básico: Especialistas apostam em onda de fusões e aquisições no setor depois da pandemia
Houve aumento da inadimplência e redução de receita com descontos oferecidos aos pais que perderam emprego ou renda. Quadro favorece entrada de fundos de investimento e empresas
Depois da consolidação no ensino superior, especialistas acreditam que a crise gerada pela pandemia vai acelerar o processo de fusões e aquisições na educação básica .. Leia mais em oglobo 27/12/2020
26 dezembro 2020
Venda de distribuidoras de energia está no radar de privatizações para 2021
Processo mais avançado é o da distribuidora CEEE, que atua no Rio Grande do Sul e já tem leilão marcado. Várias elétricas abertas em bolsa estão de olho
As privatizações no setor elétrico prometem estar no radar do governo e de investidores em 2021, ano de pouca influência de disputas eleitorais afetando o calendário. Em meio a um cenário de juros baixos, estão no foco, além do avanço do processo de desestatização da Eletrobras, a venda dos braços de distribuição e de geração e transmissão (GT) da estatal gaúcha CEEE, a distribuidora amapaense CEA, além de possíveis avanços na desestatização da mineira Cemig.
Desses, o processo mais avançado é o da CEEE. O edital da distribuidora CEEE-D já está na rua, com entrega das propostas marcada para 29 de janeiro e leilão agendado para 3 de fevereiro, na B3, em São Paulo. A concessionária opera em 72 municípios, incluindo a região metropolitana de Porto Alegre, totalizando 26% do Estado, com mais de 1,7 milhão de clientes, ou 35% da população gaúcha. Sua situação financeira, no entanto, é problemática, o que acaba se refletindo no valor do ativo: o governo definiu em R$ 50 mil o valor mínimo pelo correspondente a 65,87% do capital da CEEE-D.
Sob gestão pública, atualmente a distribuidora corre o risco de perder o contrato de concessão, por descumprimento de indicadores de sustentabilidade econômico-financeira e de qualidade da prestação dos serviços. A CEEE-D acumula prejuízos de mais de R$ 3 bilhões, somente nos últimos três exercícios fiscais completos e o período entre janeiro e junho de 2020. Ao fim do primeiro semestre deste ano, as dívidas superaram os R$ 8,8 bilhões, dos quais quase R$ 5 bilhões com vencimentos no curto prazo.
Ainda assim, a expectativa é de que haja interesse de investidores. Em que se pese os ...Estadão Conteúdo Leia mais em seudinheiro 26/12/2020
https://www.seudinheiro.com
26 dezembro 2020
Tech no Brasil: a curva de aprendizado do mercado financeiro e seus desdobramentos
Não é de hoje que termos como “transformação digital”, “Inteligência Artificial” e “Machine Learning” estão em evidência no Brasil e no mundo. O que chamou mais atenção por aqui foi a dinâmica veloz em que a indústria de tecnologia se desenvolveu. O que antes era classificado como uma moda provisória com escritórios mais despojados e maior flexibilidade de hierarquia, virou o necessário. Em poucos anos, vimos startups virando unicórnios, empresas tradicionais investindo significativamente em inovação e a indústria de venture capital cada vez mais madura no Brasil.
O mercado financeiro foi diretamente afetado por essa transformação que está em curso – dado que ela mudou paradigmas no meio empresarial e afeta os modelos de negócio. Quase que automaticamente, analistas e gestores de renda variável tiveram que se atualizar rapidamente. O maior desafio do mundo tech é justamente esse aprendizado constante – trata-se de um processo contínuo de evolução.
A indústria de renda variável no Brasil tem hoje cerca de R$ 531 bilhões sob gestão. A capitalização (ou Market Cap) de todas as empresas listadas na B3 somam quase R$ 3,5 trilhões. Do ponto de vista dos fundos de ações, há duas maneiras de enxergar a evolução da tecnologia no Brasil: i) risco para as incumbentes investidas no portfólio dos fundos, e como consequência desvalorização de suas ações ou ii) oportunidade através do investimento em novas empresas vindo a mercado ou ao aumento de concentração naquelas que estão conseguindo fazer sua transformação digital de forma efetiva.
“Wake-Up Call”
Apesar das opiniões divergirem em relação ao momento exato em que o mercado brasileiro “acordou” para tecnologia – seja se ocorreu com a realização de lucros advindo do IPO do Mercado Livre em 2007 ou com o IPO da Stone e PagSeguro em 2018 – fato é que hoje a vasta maioria das casas possuem um analista dedicado ao tema.
A curva de aprendizado das assets locais seguiu uma sequência muito similar:
- i) estabelecimento e manutenção de contatos com o setor através dos fundos de venture capital;
- ii) cursos, leituras e viagens para entender como havia sido o desenvolvimento em outras partes do mundo como China e Vale do Silício;
- iii) investimento dos sócios na física em empresas de tecnologia não listadas, e finalmente,
- iv) a abertura de veículos ou fundos que possam do ponto de vista regulatório investir tanto em empresas listadas na Nasdaq quanto em rounds privados.
No entanto, a análise de tecnologia ainda é superficial no Brasil – e isso está refletido no número de empresas que são de fato tech native listadas na B3. Atualmente, podemos afirmar que é o caso da Locaweb, e, mais recentemente, do Méliuz e da Enjoei. Na minha visão, a razão para esse número ínfimo é que ainda há uma dificuldade entre investidores brasileiros em como avaliar essas empresas. Já temos um entendimento claro da estratégia, mas ainda é um desafio definir o valuation delas de forma assertiva. O conceito de “caro” ou “barato” não está tão claro
Ainda é só o começo
O fato é que ainda estamos no início da revolução tecnológica no Brasil. Apesar de empresas chamadas “tech tradicionais” serem representadas na bolsa através de LINX e TOTVS, por exemplo, tivemos apenas no início de novembro o primeiro IPO de uma venture-backed company no Brasil, o Méliuz, empresa mineira de cashback. Por que esse IPO foi importante? Além de dar a oportunidade a investidores e gestores de expressarem suas visões do setor em uma true tech company (vis-à-vis através de uma operação originalmente de Varejo, como a MagaLu), ela abre caminho para uma fila de startups virem para a bolsa.
Apesar de sabermos que há uma dezena de empresas de tecnologia se preparando para listarem na B3 – ainda não é claro para mim se o mercado está maduro o suficiente.
Ainda vemos alguns fundadores preferindo listar suas empresas na Nasdaq- mesmo tendo operação e foco no Brasil. Mas isso está definitivamente mudando – inegavelmente vimos esse ano o movimento de algumas empresas na dúvida de onde estrear no mercado, e muitas já focando os esforços por aqui. O trade off é muito claro: se por um lado, os brasileiros conhecem a marca e entendem a operação das empresas no detalhe (afinal, o Brasil tem suas idiossincrasias) por outro, investidores globais tendem a entender e pagar por múltiplos mais altos.
Alguns dizem que 2020 foi só o começo, e que em 2021 vamos ver ainda mais empresas tech sendo listadas na B3: “a Nasdaq será aqui”. Apesar de achar essa afirmação um pouco exagerada, acho sim que o Brasil está no caminho certo e que no ano que vem teremos uma enxurrada de ofertas de tecnologia por aqui. Com o tempo, tanto as empresas quanto o mercado ficarão cada vez mais maduros. Trata-se do ciclo natural de uma indústria que até 3 anos atrás era inexistente e inexpressiva por aqui.
Mulheres na Tecnologia
Como mulher, trabalhando há mais de 10 anos no mercado financeiro e há 5 com tecnologia, não posso deixar de mencionar a nossa falta de representação. No caso do mercado financeiro, não é novidade que a desigualdade de gênero é uma realidade. Menos de 25% dos CPFs cadastrados para comprar e vender ações no Brasil são de investidoras. Em um dado ainda mais discrepante, apenas 6% dos gestores certificados pela ANBIMA (possuem o CGA) são mulheres. Infelizmente, no mercado de tecnologia não é diferente. Um estudo recente do Crunchbase relatou que apenas 1 entre 5 unicórnios possuem pelo menos uma mulher na liderança. Por outro lado, o mesmo estudo também mostra que 23% das mulheres em posição de liderança nessas empresas são promovidas, quando comparado à 19% do sexo masculino. Não há dúvidas que a tecnologia fomenta a diversidade no mercado de trabalho – e que quanto maior a diversidade, melhores os resultados. Na prática, ainda precisamos ver isso tanto no Brasil quanto no mundo. Por Julia De Luca - especialista Tech na área de Equities Sales do Itaú BBA Leia mais em starupi 22/12/2020
2020: um ano decisivo para os unicórnios brasileiros
Ano foi marcado pela pandemia e pelo amadurecimento do ecossistema de inovação brasileiro
O ano de 2020 mal havia começado quando o Brasil ganhou seu 11º unicórnio. A startup Loft atingiu valor de mercado de US$ 1 bilhão ao receber um aporte de US$ 175 milhões dos fundos Andreessen Horowitz, Fifth Wall Ventures e Vulcan Capital... Leia mais em epocanegocios 26/12/2020
Nova concorrente da B3 abrirá rodada de investimentos em 2021
A empresa de tecnologia Mark 2 Market (M2M) está conversando com mais de um fundo e se prepara para abrir uma rodada de investimentos com o objetivo de captar entre 4 e 5 milhões de dólares. A operação deve ocorrer entre março e abril de 2021 e a porcentagem a ser colocada no mercado dependerá das ofertas dos investidores.
A companhia que produz software de gestão para operações financeiras e tesouraria recebeu no final de 2013 aportes de dois fundos de Venture Capital brasileiros, entre eles a KPTL. Responsável por cerca de 50% do mercado de Certificado de Recebimento do Agronegócio (CRA), a M2M foi autorizada em dezembro pela CVM como a única companhia além da B3 a atuar como Central Depositária de CRAs.
“Pretendemos competir com a bolsa no mercado de renda variável em um prazo de 2 a 5 anos, dependendo do quanto o mercado demandar”, diz o CEO Rodrigo Amato. No curto prazo, a ideia é avançar a atuação para CRIs (Certificado de Recebíveis Imobiliários) e debêntures. Em três anos, a expectativa é de faturar de 25 a 30 milhões de reais por ano com os serviços oferecidos. Fonte: Veja Leia mais em imovelweb 24/12/2020
https://www.imoveweb.com.br/
Como a Tesla iniciou sua transição para se tornar uma empresa de serviços
A Tesla é atualmente uma das maiores fabricantes de automóveis dos Estados Unidos. A empresa de Elon Musk. Em novembro, a companhia ultrapassou gigantes do setor em valor mercado e já vale mais de 600 bilhões de dólares. Para 2021, o plano deve ser o mesmo adotado por empresas como Microsoft e Apple: focar em serviços e não só na criação de novos produtos.
A partir do ano que vem, a companhia americana pretende disponibilizar a assinatura de um serviço de direção autônoma para os veículos da Tesla. Chamada de Full Self-Driving, a ferramenta de inteligência artificial é capaz de controlar o automóvel sem necessitar (muito) do condutor. A ideia é permitir que mais pessoas possam usar a tecnologia, que ainda está em fase de testes.
Até então, o Full Self-Driving seria ofertado apenas como um opcional da Tesla para os veículos e que custaria 10 mil dólares para ser instalado nos automóveis da empresa. Em uma comparação simples, é como se o usuário optasse por um câmbio automático e não um câmbio manual no veículo. Com o novo programa, o motorista poderia comprar ou alugar o recurso.
É importante destacar que esta é uma tecnologia diferente da utilizada no Autopilot. O recurso de piloto automático da Tesla funciona apenas em rodovias, enquanto o Full Self- Driving permite que o carro seja guiado dentro das cidades, onda há a necessidade de brecar mais vezes, respeitar sinalizações, lidar com obstáculos, entre outros pontos.
Ainda não há estimativas de quanto o serviço de aluguel vai custar.
Musk declarou recentemente que espera que o primeiro carro totalmente autônomo chegue às ruas em 2021. Vale lembrar que, ainda em 2018, Musk já havia previsto a entrega de 1 milhão de veículos completamente autônomos para o fim deste ano. Faltando menos de 10 dias para o fim do ano, essa previsão dificilmente vai se tornar realidade.
De qualquer forma, a criação de um serviço de assinatura mensal coloca a Tesla na mesma estrada em que outras gigantes da tecnologia já trafegam.
A Apple, que cresceu ao fabricar aparelhos como MacBooks, iPads e iPhones, faturou 53,7 bilhões de dólares nos primeiros nove meses do ano com serviços. O valor já representa uma parcela importante da receita total de 274,5 bilhões de dólares do período.
A Amazon é outro exemplo. A gigante do varejo não se contentou apenas em criar uma plataforma de e-commerce e já caminha em diversos outros segmentos. O serviço de computação em nuvem Amazon Web Services, por exemplo, representou uma fatia de 11,6 bilhões de dólares do trimestre encerrado em setembro. O total do período foi de 96,1 bilhões de dólares. Fonte: Exame Leia mais em imovelweb 26/12/2020
Maior rede odontológica do mundo, OdontoCompany arremata Oral Sin
A OdontoCompany, rede que acaba de se tornar a número um do mundo em número de unidades, com 969 postos, acaba de finalizar a da rede Oral Sin, rede especializada em implantes dentários.
A rede iniciou a compra ano passado, quando adquiriu 40%. Os demais 60% foram adquiridos agora.
O valor total soma 230 milhões de reais e a meta da OdontoCompany envolve inaugurar 600 unidades da Oral Sin nos próximos três anos.
A empresa foi criada em meados dos anos 1990 para atender classes mais baixas, a preços acessíveis. Fonte: Veja Leia mais em imoveweb 24/12/2020
https://odontocompany.com
25 dezembro 2020
Bolsonaro afirma que governo chegou a acordo sobre venda da Cedae
Bolsonaro afirmou que o acordo foi fechado em reunião nesta quinta-feira com a participação de Paulo Guedes
Sem dar detalhes, Bolsonaro afirmou em transmissão semanal ao vivo nas redes sociais que “vão sobrar recursos, segundo informações que eu tive, para investir no Rio de Janeiro“.
Ele afirmou que o acordo foi fechado em reunião nesta quinta-feira com a participação do ministro da Economia, Paulo Guedes, e autoridades do Rio de Janeiro.
O conselho de administração da Cedae aprovou, na quarta-feira, por maioria de votos, processo de concessão de partes da companhia, que tem potencial para levantar mais de 10 bilhões de reais para o Rio de Janeiro, segundo cálculos do governo estadual e do BNDES.
A expectativa do BNDES era que a concessão da Cedae ocorresse neste ano, mas o processo acabou passando por uma série de atrasos em meio a desentendimentos do banco com o governo estadual.
A Cedae é um dos principais ativos do plano de concessões na área de saneamento do BNDES, que deslanchou após a aprovação do marco regulatório do setor em meados deste ano... Leia mais em moneytimes 24/12/2020
25 dezembro 2020
24 dezembro 2020
Cade aprova compra da Lifecenter pela Notre Dame Intermédica
A decisão foi publicada hoje no Diário Oficial da União
O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) aprovou, sem restrições, a aquisição da totalidade das ações representativas do capital social de Lifecenter, detida pelo FIP Minas Gerais – Fundo de Investimento em Participações Multiestratégia – pela Notre Dame. A decisão foi publicada hoje no Diário Oficial da União (DOU).
A Notre Dame, pertencente ao Grupo Notre Dame Intermédica, é uma operadora de planos de assistência privada à saúde, que oferta planos de saúde médico-hospitalares e odontológicos no Brasil. Além da operação de planos de saúde, a Intermédica presta serviços de cuidados à saúde, por meio de rede própria de hospitais e centros clínicos, e possui ainda estrutura para a prestação de serviços de apoio à medicina diagnóstica.
Atualmente, seu maior acionista é a Bain Capital que, por meio do Alkes II – Fundo de Investimentos em Participações Multiestratégia, detém, aproximadamente, 20,1% da Notre Dame, sendo o restante de seu capital social pulverizado no mercado.
Já a Lifecenter atua no mercado de serviços hospitalares, por meio de um hospital-geral localizado no município de Belo Horizonte, estado de Minas Gerais, o Hospital Lifecenter. A totalidade do capital social e votante da Lifecenter é detida por Minas Gerais – Fundo de Investimento em Participações Multiestratégia... Fonte Valor Econômico Leia mais em cardosoadv. 24/12/2020
24 dezembro 2020
Cade aprova compra de 17,2% do capital social da Orizon pela Braseg Participações
Decisão foi publicada hoje no Diário Oficial da União
O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) aprovou, sem restrições, a compra, pela Braseg Participações, de 17,2% do capital social da Orizon, participação atualmente detida pela Caixa de Assistência dos Funcionários do Banco do Brasil (Cassi). A decisão foi publicada hoje no Diário Oficial da União (DOU).,. leia mais em valoreconomico 24/12/2020
BrasilAgro anuncia potencial oferta pública de ações e confirma aquisição na Bolívia
Compra marca a estreia da empresa brasileira no país
A BrasilAgro, cujo foco está na aquisição, desenvolvimento e venda de propriedades agrícolas, informou, em fato relevante enviado à Comissão de Valores Mobiliários (CVM), que avalia a possibilidade de fazer uma oferta pública de distribuição primária de ações, que poderá contar com uma parcela secundária de acionistas da companhia... Leia mais em valoreconomico 24/12/2020
Diversificação pode transformar Itaúsa na Berkshire Hathaway de amanhã
Só em 2019 por exemplo, a Itaúsa avaliou cerca de 18 negócios, que culminou na aquisição da Liquigás por meio do aporte na Copagaz
O Inter Research iniciou a cobertura das ações da Itaúsa (ITSA4), holding que controla o maior banco do Brasil, o Itaú (ITUB4).
Para o analista Matheus Generoso do Amaral, que assina o relatório, o plano de diversificação da companhia pode transformá-la na Berkshire Hathaway de amanhã, empresa do megainvestidor Warren Buffet.
Atualmente, os principais investimentos da Itaúsa incluem os setores financeiro, Itaú Unibanco, madeira e papel, Duratex (DTEX3), calçados, Alpargatas (ALPA3), transporte de gás natural e outros. Como o investimento em Itaú é relevante para a holding, parte significante dos resultados vem do banco.
“Apesar do Itaú representar 90% dos ativos da holding, a Itaúsa possui uma estratégia de diversificação do portfólio para o longo prazo. Só em 2019, por exemplo, a companhia avaliou cerca de 18 negócios, que culminou na aquisição da Liquigás por meio do aporte na Copagaz”, argumenta.
O próprio presidente-executivo da empresa, Alfredo Setubal, afirmou que a Itaúsa deve ampliar sua participação em outros nichos, para ter de 10 a 12 empresas no portfólio na próxima década.
O Inter Research estabeleceu em R$ 34 o preço-alvo da ação, o que implica valorização de 8%, com recomendação neutra.
Caso XP
Com a cisão da fatia do Itaú na XP Investimentos (XP) em outra empresa, a Itaúsa, por meio do seu controle da IUPAR (Itaú Unibanco Participações S.A.), seria o maior acionista da NewCo indiretamente. A holding já manifestou o interesse em manter a participação na NewCo no curto prazo.
Mas o analista lembra que a Itaúsa possui uma estratégia de diversificação de portfólio em setores não financeiros para o longo prazo. “Isso resultaria em rotineiras avaliações em seu processo de gestão de portfólio, podendo acarretar uma futura venda da sua participação na NewCo/XP”, pontua.
“Consideramos que o racional de investimento em Itaúsa para investir indiretamente no Itaú Unibanco e captar sua geração de valor e distribuição de proventos ainda válido no curto e médio prazo, porém vale ressaltar o futuro de maior diversificação da holding”, afirma.
Dividendos gordos
A Itaúsa é conhecida pela distribuição de bons dividendos. Isso ocorre porque, como uma holding pura, que só possui investimentos e despesas administrativas em seu balanço e nenhuma outra atividade, a Itaúsa recebe os proventos distribuídos pelas suas companhias investidas e costuma repassá-los aos seus acionistas com um payout médio de 66%.... Leia mais em moneytimes. 24/12/2020
Yuool, startup de calçados, recebe aporte de R$ 3 milhões
A Yuool, startup de moda focada em calçados, anunciou que recebeu um aporte de R$ 3 milhões.
A empresa, que ficou conhecida por vestir empreendedores e executivos da Faria Lima, polo comercial de São Paulo, irá usar o dinheiro para o desenvolvimento e lançamento de novos produtos... Leia mais em yuool 24/12/2020
https://www.yuool.com.br
Ser Educacional acelera aquisições e mira guinada digital
O maior grupo educacional do Norte e Nordeste do País fechou, apenas em dezembro, três aquisições - e já tem outras na manga
Depois de perder para a Ânima a disputa pelos ativos da americana Laureate no Brasil – que incluíam a universidade Anhembi Morumbi, em São Paulo -, o grupo Ser Educacional (SEER3) passou a buscar novos horizontes. O maior grupo educacional do Norte e Nordeste do País fechou, apenas em dezembro, três aquisições – e já tem outras na manga. “Queremos construir um ecossistema digital de ofertas educacionais, formado com marcas fortes regionais”, afirmou o presidente da Ser Educacional, Jânyo Diniz, em entrevista ao Estadão... Leia mais em infomoney 24/12/32020
=====
Ser Educacional acelera aquisições e mira guinada digital
Depois de perder para a Ânima a disputa pelos ativos da americana Laureate no Brasil – que incluíam a universidade Anhembi Morumbi, em São Paulo -, o grupo Ser Educacional passou a buscar novos horizontes. O maior grupo educacional do Norte e Nordeste do País fechou, apenas em dezembro, três aquisições – e já tem outras na manga. “Queremos construir um ecossistema digital de ofertas educacionais, formado com marcas fortes regionais”, afirmou o presidente da Ser Educacional, Jânyo Diniz, em entrevista ao Estadão.
A estratégia, agora, vai além do crescimento em medicina – área desejada pelo setor educacional, por causa do alto preço das mensalidades. A guinada digital da Ser, que ganhou velocidade e tom emergencial com a pandemia, será uma das principais vias de crescimento. Exemplo disso foi a aquisição de uma startup neste mês.
Segundo Diniz, com os ativos da Laureate fora do baralho, a companhia prosseguiu com outras transações que já estavam na mesa. “Tínhamos outras alternativas engatilhadas. Tínhamos um pipeline de aquisições e parte começou a acontecer agora”, conta.
Dono das marcas como Uninassau, Uninabuco, Univeritas, Unama e Uninorte, o grupo acaba de bater a marca de 200 mil alunos e já vem colhendo os frutos de sua vertente digital. Os cursos a distância, que ainda lidavam com um certo preconceito, venceram essa barreira com os alunos colocados em casa de forma mandatória na pandemia. E isso, é claro, acelerou a estratégia digital e projetos estão sendo antecipados. Para o próximo ano, a empresa colocou em seu planejamento estratégico R$ 150 milhões de investimento para a educação digital.
O primeiro desembolso desse plano acabou saindo no fim do ano: a startup mineira Beduka, plataforma que atua no mercado de apoio online para alunos que buscam ingressar no ensino superior, por meio de planos de estudos e simulados do Enem, por exemplo. “O portal tem mais de 800 mil visitantes únicos sem nunca ter tido publicidade”, afirma Diniz.
Do dinheiro que será desembolsado ano que vem, a Ser já definiu que R$ 100 milhões serão destinados para a compra das Edtechs, como são chamadas as empresas de educação digital, caso da Beduka.
O plano de expansão contempla ainda a retomada da abertura de unidades e polos de ensino a distância, com cinco unidades digitais, que ofertarão cursos híbridos e 100% online e de 50 polos de ensino a distância, dedicados a oferta de cursos online. Os chamados câmpus digitais serão em shoppings centers, algo que, segundo a empresa, também garante a maior segurança para os estudantes.
“Os cursos serão híbridos. O mercado mudou e isso é algo irremediável”, afirma Diniz. Se de um lado o alcance da companhia aumenta com a educação a cada dia mais digital, um dos efeitos colaterais é que a concorrência também cresce, deixando de ser apenas regional.
Mudança de estratégia
É uma clara alteração de rota para a companhia. Ao longo de 2020, o grupo desembolsou cerca de R$ 500 milhões para fazer cinco compras de ativos. Mas o principal foco foi o ensino presidencial: a companhia conseguiu dobrar as vagas do curso de medicina. O diretor de Relações com investidores da Ser, Rodrigo Alves, conta que, das compras, três foram de cursos de medicina em regiões que estão observando crescimento exponencial do agronegócio – o que vem provocando, em paralelo, aumento da demanda por esse tipo de profissional.
O Citi, em relatório, destaca a estratégia renovada da empresa para expandir o seu papel no ecossistema da educação por meio de cursos digitais flexíveis. “Em nossa opinião, a estratégia pode não apenas aumentar o mercado endereçável da empresa, mas também adicionar uma nova unidade de negócios de ativos leves com margens sólidas, retornos e geração de fluxo de caixa”, diz o banco. “Concordamos que os planos ainda são relativamente incipientes e a execução não é um passeio no parque, mas continua sendo uma opção atraente”, afirma o documento. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. Leia mais em istoedinheitro 24/12/2020
https://www.infomoney.com.br
23 dezembro 2020
Melhor IPO de 2020, aquisições devem garantir um feliz 2021 para Locaweb
Mesmo em ano marcado por adversidades devido o coronavírus, a empresa realizou cinco fusões e aquisições, todas nos últimos 90 dias (Imagem: Divulgação/ Locaweb)
Em ano recheado de IPOs, a Locaweb (LWSA3), que abriu seu capital em fevereiro, disparou 330% no ano. Diante do sucesso da empresa, a equipe de análise do BTG se reuniu com a administração da companhia.
Segundo os analistas Carlos Sequeira, Osni Carfi e Ricardo Cavalieri, que assinam o documento, a Locaweb está no caminho certo para construir o melhor ecossistema para as PMEs (Pequenas e Médias Empresas) prosperarem no mundo online.
Mesmo em ano marcado por adversidades devido o coronavírus, a companhia realizou cinco fusões e aquisições, todas nos últimos 90 dias.
“As empresas vêm de segmentos diferentes, mas compartilham semelhanças importantes: fortes receitas recorrentes e fundadores que continuarão a trabalhar na Locaweb”, afirmam.
De acordo com cálculos da corretora, as cinco aquisições proporcionam uma receita recorrente anual (ARR) de R$ 103 milhões, o que representa 20% de sua receita. No total, a Locaweb pagou R$ 322 milhões nos negócios.
“A poucos dias de 2021, vemos perspectivas promissoras para a Locaweb, que deve ingressar no Ibovespa em maio ou, no máximo, setembro. Em breve, também veremos os primeiros efeitos das aquisições recentes, além de mais M&As (fusões e aquisições) e forte crescimento orgânico”, afirmam.
A corretora manteve a recomendação de compra, com preço-alvo de R$ 90 até o final de 2021, potencial de valorização de 24%... Leia mais em moneytimes 23/12/2020
https://www.moneytimes.com.br




















