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25 dezembro 2020

Bolsonaro afirma que governo chegou a acordo sobre venda da Cedae

Bolsonaro afirmou que o acordo foi fechado em reunião nesta quinta-feira com a participação de Paulo Guedes 

Sem dar detalhes, Bolsonaro afirmou em transmissão semanal ao vivo nas redes sociais que “vão sobrar recursos, segundo informações que eu tive, para investir no Rio de Janeiro“.

Ele afirmou que o acordo foi fechado em reunião nesta quinta-feira com a participação do ministro da Economia, Paulo Guedes, e autoridades do Rio de Janeiro.

O conselho de administração da Cedae aprovou, na quarta-feira, por maioria de votos, processo de concessão de partes da companhia, que tem potencial para levantar mais de 10 bilhões de reais para o Rio de Janeiro, segundo cálculos do governo estadual e do BNDES.

A expectativa do BNDES era que a concessão da Cedae ocorresse neste ano, mas o processo acabou passando por uma série de atrasos em meio a desentendimentos do banco com o governo estadual.

A Cedae é um dos principais ativos do plano de concessões na área de saneamento do BNDES, que deslanchou após a aprovação do marco regulatório do setor em meados deste ano... Leia mais em moneytimes 24/12/2020

https://www.cedae.com.br


25 dezembro 2020



19 dezembro 2020

BP adquire empresa de compensação de carbono por florestas nos EUA

A britânica BP adquiriu uma participação majoritária na Finite Carbon, empresa desenvolvedora de projetos de compensação de carbono com atuação nos Estados Unidos, informou a petroleira nesta quarta-feira, 16 de dezembro.

O modelo de negócios da Finite Carbon envolve o desenvolvimento de projetos que permitam aos proprietários de terras gerar receita com a proteção, restauração e manejo sustentável de florestas. Essas atividades aumentam o carbono armazenado nas florestas e geram compensações que podem ser comercializadas nos mercados.

A empresa possui 50 projetos de carbono, em uma área de 3 milhões de acres nos Estados Unidos, que registraram mais de 70 milhões de compensações verificadas, gerando mais de US$ 500 milhões em receita para os proprietários de terras. Segundo a BP, com o potencial de aceleração do negócio, o valor de receita aos proprietários pode alcançar US$ 1 bilhão até 2030... Leia mais em megawhat 17/12/2020



19 dezembro 2020



18 dezembro 2020

Companhia de gestão de resíduos Orizon protocola prospecto para IPO

A oferta é coordenada por Credit Suisse, BTG Pactual e XP

A Orizon Valorização de Resíduos protocolou na Comissão de Valores Mobiliários (CVM) o prospecto preliminar para a realização de uma oferta  pública inicial de ações (IPO, na sigla em ações). 

A oferta será primária - quando os recursos vão para o caixa da empresa - e secundária, quando os acionistas atuais vendem parte de suas fatias... Leia mais em valoreconomico 18/12/2020





18 dezembro 2020



Vale S/A adquire maior projeto de energia solar da América Latina, da mineira Aurora Energia

O primeiro cluster da Aurora Energia acaba de ser transferido para à Vale S/A (NYSE: VALE) e já está em preparo para à implantação . O cluster tem capacidade de geração de energia de 1.357 MW, sendo que 766 megawatts pico já detém contratos assinados para a conexão ao Sistema Interligado Nacional Brasileiro, inclusive com todas as licenças, anuências, outorgas de energia por 35 anos. 

Até o momento, a Aurora Energia já conseguiu mais de 7 GW em licença ambiental no estado de MG, possuindo a maior licença ambiental para geração fotovoltaica do mundo, mais de 5 gigawatts (GW). 

Para a Aurora Energia, a Região Norte de Minas Gerais é um excelente lugar para a geração de Energia Solar Fotovoltaica, pois tem níveis de insolação próximos às melhores regiões do planeta. 

A geração de eletricidade por meio da energia solar fotovoltaica apresenta grandes vantagens quando comparada a outras fontes de energia renováveis, como: não resulta em qualquer gás tóxico e o único recurso necessário é uma fonte inesgotável e totalmente sustentável. 

A empresa é totalmente aderente ao compromisso de sustentabilidade ambiental e social. “Seus clusters estão para além dos financeiros pois contribuirão fortemente para o desenvolvimento de Minas e do Brasil como um todo, trazendo um impacto socioeconômico com alto raio de abrangência sobretudo para as comunidades do norte de Minas”, explicou Fabrício Lopes, CEO da Aurora Energia. 

A Aurora Energia tem como premissa contribuir para um futuro mais sustentável, com respeito ao meio ambiente, na melhoria das condições socioeconômicas de toda a sociedade e no desenvolvimento e implementação de soluções de excelência para negócios de energia solar. Seus projetos trarão uma nova era de desenvolvimento, empregos e oportunidades para colocar a região, de vez, como referência no segmento de energias renováveis e gerar a tão merecida visibilidade em nível global. Assessoria de Imprensa - Aurora Energia Leia mais em auroraenergia 16/12/2020







16 dezembro 2020

B3 pode incluir ESG em uma reforma das regras do Novo Mercado

Criado há 20 anos, o Novo Mercado da B3 é concentrado em regras de boa governança 

A B3 (B3SA3) planeja incluir a agenda ESG nas discussões sobre reformas nas regras de admissão de empresas no Novo Mercado, o segmento com níveis mais exigentes de governança, disse nesta quarta-feira o presidente-executivo da companhia.

“As próximas discussões sobre regras do Novo Mercado podem incluir temas como ESG”, disse Gilson Finkelsztain em transmissão online para jornalistas, mas sem mencionar quando isso deverá acontecer.

Sigla em inglês do conjunto de boa conduta corporativa em governança e em práticas socioambientais, o ESG ganhou expressão em 2021, com grandes agentes globais adotando o conceito como critério para comprar ações de empresas.

Criado há 20 anos, o Novo Mercado da B3 é concentrado em regras de boa governança. Atualmente, o segmento tem 163 companhias.

A bolsa também criou cinco anos depois seu Índice de Sustentabilidade Empresarial (ISE), carteira cuja próxima composição no início de 2021 terá apenas 39 empresas, dentre as 200 com ações de maior liquidez.

Ainda assim, o tema é alvo frequente de polêmicas, com profissionais de mercado e ativistas cobrando regras mais rigorosas de adesão, seguindo padrões internacionais.

Essa discussão ganhou força nos últimos anos, em meio a sucessivos escândalos de corrupção e denúncias de crimes ambientais, envolvendo inclusive empresas dessa carteira.

“Nosso papel não é de ser julgador, mas um indutor de boas práticas”, disse Finkelsztain.

No começo deste mês, a S&P Dow Jones Indices excluiu a ação do Carrefour Brasil de um índice ESG, em parceria com a B3, semanas após um homem negro ter sido espancado e morto por seguranças numa loja do grupo em Porto Alegre (RS).

A B3 informou na transmissão que deve criar em 2021 um índice com foco maior em questões sociais.


IPO

Finkelsztain também disse na transmissão esperar manutenção do forte ciclo de ofertas iniciais de ações (IPOs) no Brasil em 2021, após 27 estreias na bolsa paulista neste ano.

O executivo rechaçou a ideia de que o mercado esteja passando por uma bolha, mesmo com a escalada recente das ações – na véspera o Ibovespa atingiu 116 mil pontos, zerando perdas no acumulado do ano – enquanto o país caminha para uma queda do PIB ao redor de 4%, na esteira da crise devido à pandemia da Covid-19.

“A perspectiva dos mercados globais por uma vacinação em massa, aliada a uma injeção de liquidez financeira, traz perspectiva de crescimento de empregos e de negócios”, disse ele. “Se no Brasil houver clareza na agenda do governo para manter a inflação baixa e priorização das reformas e das privatizações, aí a gente tem tudo o que o mercado gostaria.” .. Leia mais em moneytimes 16/12/2020



16 dezembro 2020



13 dezembro 2020

Cleantech que possui solução para reuso e reciclagem de equipamentos eletroeletrônicos capta R$650 mil

A startup Circular Brain, que atua como um ecossistema digital para gestão de ciclo de vida (reuso e reciclagem) de equipamentos eletroeletrônicos, recebeu recentemente um investimento de R$ 650 mil para impulsionar o crescimento da empresa nos próximos anos. 

“Este investimento terá como foco principal a entrada da startup no mercado (Go2Market), pois a empresa passou o ano de 2020 trabalhando na estruturação do produto, após um período de operação do MVP no primeiro trimestre do ano”, contou Marcus Oliveira, fundador da Circular Brain, ao Startupi.

A cleantech foi fundada em dezembro de 2019 e surgiu como um spin-off  do grupo Reciclo, recicladora de eletroeletrônicos com mais de 10 anos de mercado. Marcus explicou que a startup atua “centralizando informações que ocorrem em operações descentralizadas em todo o Brasil, através de um algoritmo de rastreabilidade exclusivo, que além de garantir toda a conformidade legal e ambiental, serve ainda como um lastro para um sistema de créditos de reciclagem”. 

Sem revelar nomes, o empreendedor contou ainda que o valor de R$ 650 mil é referente a um investimento feito em dívida (Bridge Loan) pelos investidores pré-seed, a fim de evitar uma diluição adicional dos fundadores e manter um cap table alinhado com as futuras rodadas de investimento. “O investimento inicial recebido, foi de R$ 1 milhão realizado por uma empresa brasileira de tecnologia. Eles confiam muito no potencial exponencial do projeto e também disponibilizaram esta segunda rodada de capital para a startup”, ressaltou.

Sobre o período de MVP, que aconteceu ao mesmo tempo em que todas as empresas aprendiam a lidar com a pandemia, Marcus contou a principal lição aprendida. “O nosso produto tem que ser o melhor do mundo e para isto precisamos de um time competente e engajado com o propósito da empresa”. Ainda nessa linha de raciocínio, ele afirmou que manter a cultura da empresa a distância e manter todo mundo conectado foi o maior desafio. “Chegamos ao final deste processo muito bem-sucedidos, com um time ágil, colaborativo, engajado. Iniciamos 2021 focados na execução do nosso Planejamento Estratégico, com foco principal em Go2Market, e avanço do nosso produto. 2020 foi a preparação do lançamento deste foguete chamado Circular Brain”, acrescentou. 

Prevent Waste Alliance - A Prevent Waste Alliance é uma iniciativa da Agência de Cooperação Internacional do Ministério de Desenvolvimento da Alemanha (GIZ – Deutsche Gesellschaft für Internationale Zusammenarbeit) criada em 2019. O objetivo do projeto, que une organizações do setor privado, academia, sociedade civil e instituições públicas em todo o mundo, é criar soluções para diminuir o impacto da poluição em nível global. 

Recentemente, a Circular Brain é a única empresa brasileira participante no Grupo de Trabalho “Closing the E-Waste Cycles”. “Fomos selecionados para atuar como mecanismo de validação e geração de créditos de reciclagem, através da nossa tecnologia de rastreabilidade, em um projeto-piloto de processamento de plásticos originados dos resíduos de equipamentos eletrônicos operado por recicladores dentro do nosso ecossistema e com o apoio de uma das maiores gestoras destes resíduos de toda a Europa”, revelou o empreendedor. 

Próximos passos

Segundo o empreendedor, “o tema ambiental ganhou uma importância ainda maior neste ano de 2020, o alinhamento da estratégia com o conceito ESG se tornou mandatório para as empresas que queiram acessar recursos tanto nacionais, quanto internacionais, pois ficou evidente quão negativo tem sido a nossa influência sobre o meio ambiente e o impacto negativo que isto tem causado em nossa sociedade. Aliado a isto o uso da tecnologia se tornou ainda mais necessário para podermos avançar nesta agenda de proteção ambiental. 

Diante disso, Marcus ressaltou o trabalho da Circular Brain, através da tecnologia, para diminuir o impacto ambiental negativo causado pelo aumento do consumo de produtos eletrônicos tanto pela prevenção da poluição, quanto pela reinserção de recursos naturais na cadeia produtiva, diminuindo assim a necessidade de extração de recursos da natureza. “Sustentabilidade não é apenas um tema, mas sim o nosso Core Business”, destacou. 

Atualmente, a cleantech está em fase de captação de uma rodada seed e tem avançado em conversas com fundos internacionais especializados em impacto e economia circular. Ele também revelou a previsão de faturamento para 2021: R$ 2 milhões. “Nosso produto vem sendo admirado tanto por clientes, quanto por importantes stakeholders internacionais, desde universidades e institutos de pesquisa, assim como grandes empresas do setor”.

Falando sobre internacionalização, ele disse que o foco inicial está no Brasil, por já conhecer o dia a dia, os desafios e todo o setor, mas que a solução criada pela startup atende muito bem todos os países em desenvolvimento. “Um dos princípios de cultura da Circular Brain diz o seguinte “Nosso cliente é o Mundo”, porque nós cuidamos do Planeta e por isso já nascemos globais”, afirmou. Em seguida, completou: “Já temos sido procurados por empresas em países como Equador, México, Colômbia, Índia, etc. Porém, tudo no seu tempo”, concluiu... Leia mais em startupi 13/12/2020




13 dezembro 2020



09 dezembro 2020

Plataforma de empréstimo coletivo capta mais de R$1,6 milhão para negócios de impacto socioambiental positivo

Plataforma de Empréstimo Coletivo SITAW

A plataforma de empréstimo coletivo SITAWI encerrou a sua quarta rodada de investimentos, com a captação de R$ 1.695 mil para quatro negócios de impacto socioambiental positivo. Uma iniciativa da SITAWI Finanças do Bem com o parceiro estratégico Instituto Sabin, a plataforma foi eleita neste ano a “Iniciativa de Impacto do Ano para América Latina e Caribe” pelo Environmental Finance IMPACT Awards 2020. Os negócios selecionados para esta quarta rodada captaram entre R$ 215 mil e R$ 740 mil. Eles são das áreas de agricultura, resíduos sólidos, audiovisual e tecnologia e, em comum, têm como missão gerar lucro aliado a impacto social e/ou ambiental positivo na sociedade.

Participaram da quarta rodada 135 investidores pessoas física, sendo que 70% aportaram até R$ 5 mil. Do total captado, quase R$ 1 milhão (54%) foi aportado por novos investidores. 

A plataforma de empréstimo coletivo SITAWI foi lançada em 2019 para democratizar o acesso ao investimento de impacto no Brasil. Ela possibilita que investidores possam destinar seu capital, a partir de R$ 1 mil, para negócios que estão construindo um mundo mais alinhado com o que acreditam. Como retorno, os investidores contribuem para a geração de impacto socioambiental positivo no Brasil e obtêm rendimento financeiro competitivo. Até então, o investimento de impacto era feito apenas por investidores profissionais e famílias de alto patrimônio financeiro.

No total, incluindo o valor mobilizado nesta quarta rodada, a plataforma de empréstimo coletivo SITAWI já contribuiu para mobilizar R$ 7,2 milhões em captações para 16 negócios de impacto.

Os interessados em investir na próxima rodada podem se cadastrar na plataforma para serem notificados quando a captação for aberta.

Veja a seguir o perfil dos negócios que receberam investimento pela plataforma nesta última rodada. Juntas, essas organizações contribuem para 10 dos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU (ODSs), uma agenda global com metas para erradicar a pobreza, proteger o planeta e garantir que as pessoas alcancem paz e prosperidade.

Caroá

Fundada em 2018 no Ceará, a Caroá é uma cooperativa formada e gerida por jovens agricultores do semiárido cearense que lutam para permanecer no campo por meio da agricultura sustentável e do comércio justo. A cooperativa comercializa 34 variedades de verduras, frutas e legumes orgânicos, além de geleias, bolos, patês e pães. A venda é feita diretamente para o consumidor final nas cidades de Fortaleza e Caucaia, pela Feira Caroá, e para clientes corporativos.

Atualmente a Caroá é formada por 28 cooperados que moram no interior do estado e trabalham em propriedade individual ou familiar. Além de combater a evasão rural de jovens, fenômeno que tem causado o envelhecimento mais acelerado da população do campo, a Caroá implementa um sistema agroecológico com cultivo 100% orgânico.

Cooperados da Caroá vendem produção de verduras, frutas e legumes orgânicos em feira

  • Sede: São Gonçalo do Amarante, Ceará
  • Ano de fundação: 2018
  • Fundador-diretor: Victor Esteves
  • Quanto captou: R$ 320 mil
  • ODS: 2, 12, 13

Como pretende utilizar o investimento: compra de caminhão próprio para o transporte dos alimentos, além de investimento na produção dos cooperados, garantindo o atendimento da demanda reprimida na região e expandindo a operação da cooperativa.

YouGreen

A YouGreen é uma cooperativa. localizada em São Paulo, que promove a gestão integrada de resíduos sólidos. A organização garante uma remuneração justa para quase 50 cooperados, entre egressos do sistema prisional, imigrantes e refugiados, moradores de abrigos e transsexuais, além de soluções ambientais e econômicas viáveis e de maior impacto para seus clientes. 

A YouGreen oferece uma gestão completa do lixo e todos os serviços necessários para o enquadramento legal e operacional de grandes geradoras de resíduos. Os serviços vão desde a separação, triagem e coleta dos resíduos até a destinação final, incluindo consultoria para adequação às normas legais e sanitárias, treinamento de equipes de limpeza e relatórios de rastreabilidade e análise sobre o material reciclado e os impactos do trabalho no meio ambiente e na vida dos cooperados. A gestão integrada proporciona aumento de 50% na taxa de reciclagem e pode custar 20% abaixo do setor, gerando renda e trabalho digno aos cooperados.

Startup tem egressos do sistema prisional, imigrantes e refugiados entre os cooperados

  • Sede: São Paulo (SP)
  • Ano de fundação: 2011
  • Fundador: Roger Koeppl
  • Quanto captou: R$ 420 mil
  • ODS: 1, 8, 10, 11, 12, 13

Como pretende utilizar o investimento: compra de caminhão compactador para se tornar autossuficiente na operação de coleta e destinação de aterro sanitário. Com a absorção dessa operação, a YouGreen tem o potencial de dobrar a receita, melhorando também sua margem.

Maranha

A Maranha é uma produtora de audiovisual de impacto. Conhecida pelos filmes “Imagina na Copa” (2014) e “Criola Reinado” (2018), seus projetos valorizam as diversas identidades brasileiras com olhar plural, compromisso estético e narrativo. A organização entende que a comunicação é uma ferramenta capaz de gerar mudança, engajar e mobilizar pessoas para a construção de uma sociedade mais justa. 

Os projetos buscam envolver as comunidades retratadas e as múltiplas identidades no processo de produção audiovisual, desde a pesquisa até a finalização. Com 8 anos de existência, a Maranha já produziu mais de 200 filmes e rodou quase todos os estados brasileiros atrás de histórias inspiradoras. Além dos projetos autorais, também realiza parcerias com organizações do terceiro setor e com marcas que têm compromisso com a divulgação de narrativas de transformação social no Brasil.

Produtora valoriza a diversidade de identidades brasileiras

  • Sede: Jundiaí, São Paulo
  • Ano de fundação: 2012
  • Fundadores: Tiago Pereira e Victor Dias
  • Quanto captou: R$ 215 mil
  • ODS: 1, 5, 10

Como pretende utilizar o investimento: investimento em novos projetos, incluindo o uso de novas tecnologias, como Realidade Virtual, linguagens imersivas e interativas.

Sintecsys

A Sintecsys é uma empresa de soluções tecnológicas para prevenção de queimadas. Com câmeras instaladas em torres e conectadas ao software proprietário, a solução possibilita a detecção precoce e comunicação automática de focos iniciais de incêndio, minimizando as emissões de CO2 e reduzindo as perdas na fauna e na flora. A empresa oferece aos seus clientes a locação desta solução por meio de contratos com duração média de 36 meses. 

Em 4 anos de operação, a Sintecsys implementou 54 torres de monitoramento e 11 salas de controle em 7 estados do Brasil. No total, somam 2,5 milhões de hectares de áreas monitoradas, sendo que 33% são áreas nativas com reservas ambientais e florestas naturais. Do restante, 29% são áreas de cultivo agrícola, 24% são áreas de pastagem, 12% de florestas plantadas, entre outros. Estão presentes em todos os quatro biomas brasileiros: Amazônia, Caatinga, Cerrado e Mata Atlântica.

Empresa já implementou 54 torres de monitoramento e 11 salas de controle em 7 estados do País

  • Sede: Jundiaí, São Paulo
  • Ano de fundação: 2016
  • CEO e fundador: Rogerio Cavalcante
  • Quanto captou: R$ 740 mil
  • ODS: 3, 8, 13, 15

Como pretende utilizar o investimento: investimento no financiamento de parte do alto custo inicial, de instalação e equipamentos, que é cobrado integralmente do contratante. Isso permitirá o aumento da carteira de clientes e consequentemente a expansão da sua operação.

Investir com impacto e retorno financeiro

O investimento pela plataforma de empréstimo coletivo SITAWI ocorre no modelo peer-to-peer lending, em que o empréstimo vai diretamente para os empreendedores e retorna com acréscimo de juros.

Quando uma captação é aberta, os investidores podem se informar sobre os negócios participantes, inclusive sobre como eles pretendem investir o dinheiro para expandir suas operações e impacto, e escolher em quais querem investir.

O retorno é de lucro aliado ao impacto socioambiental positivo gerado pela empresa. Nesta rodada, o valor investido será devolvido em parcelas mensais durante 30 meses, que contempla o principal mais acréscimo de juros. O rendimento será de 7,15% ao ano (0,5778% ao mês) ou 376% do CDI (considerando a taxa de novembro de 2020).

Todos os negócios passam por uma avaliação criteriosa da SITAWI que faz uma seleção com base em missão de impacto e saúde financeira da empresa, entre outros critérios.

A equipe de especialistas da SITAWI faz um acompanhamento dos negócios durante o tempo do empréstimo, e os investidores recebem um relatório trimestral sobre os resultados financeiros do período, fluxo de pagamento do empréstimo, os impactos sociais e ambientais e próximos passos da organização.

Empreender com impacto socioambiental positivo

O modelo de empréstimo da plataforma também possibilita aos empreendedores acesso a crédito com juros mais baixos do que os do mercado.

Geralmente, os negócios que captam pela plataforma buscam capital em tickets entre R$ 200 mil a R$ 1 milhão e ainda são pequenos para receber investimento de fundos de venture capital ou acessar crédito comercial em boas condições.

Para oferecer a solução tanto a empreendedores como a investidores, a SITAWI conta com a parceira estratégica do Instituto Sabin. Também utiliza a estratégia de blended finance (ou financiamento misto), que é usada para estimular investimentos em projetos que contribuem para o atingimento das metas dos ODS... Leia mais em startupi 09/12/2020



09 dezembro 2020



04 dezembro 2020

Itaú, Santander e Bradesco querem seu dinheiro para preservar a Amazônia

Na esteira de mais de 70 empresas brasileiras com algum tipo de iniciativa para levar o desenvolvimento sustentável, e manter de pé ecossistemas de florestas como a Amazônia e o Pantanal, três dos principais bancos brasileiros vão organizar na semana que vem um festival de arrecadação de recursos para a causa ambiental.

A Conferência Itaú Amazônia, que será realizada entre os dias 7 e 9 de dezembro, ocorre um ano após a instituição financeira firmar parceria com os concorrentes Santander e Bradesco para a criação do Plano Amazônia, um conjunto de 10 medidas de preservação florestal e desenvolvimento sustentável voltadas à região. A ideia, agora, é promover um evento online voltado à arrecadação de fundos para projetos de impacto na floresta.

As palestras serão divididas em três diferentes trilhas: Amazônia, Gestores e Mercados e Corporate. Em “Amazônia”, o evento vai reunir especialistas para trazer uma percepção sobre o contexto social dos povos nativos e comunidades locais, além de propor uma análise a respeito dos desafios e oportunidades econômicas. Entre os painelistas de destaque está o fotógrafo Sebastião Salgado.

“Achamos que o conhecimento é essencial para mobilizar a iniciativa privada para o desenvolvimento da Amazônia” diz Luciana Nicola, superintendente de relações institucionais, sustentabilidade e negócios inclusivos do Itaú Unibanco.

Já nos painéis voltados a gestores e mercados, representantes de fundos de investimentos como JGP, Founders Fund, Gávea e Velt Partners falarão sobre aplicações práticas da tecnologia, oportunidades para cleantechs e ideias de investimento de impacto. Na última categoria, empresas falam sobre as suas melhores práticas em ESG. Entre os destaques da programação está um painel com o presidente da Suzano, Walter Schalka.

O objetivo central da Conferência será a arrecadação de fundos para dois projetos: a Rede de Sementes do Xingu e Instituto Socioambiental, que em conjunto irão trabalhar na restauração florestal e incentivo econômico de povos indígenas, agricultores e demais integrantes do ecossistema da região. Para participar do evento, os interessados devem se inscrever pelo link.

O cenário colabora para a urgência do tema. Com desmatamento recorde na Amazônia e a debandada de investidores internacionais, a mobilização de empresas em prol da preservação da maior floresta nativa do mundo já se tornou tradição no último ano.

Em julho, mais de 70 companhias – que juntas faturam o equivalente a 40% do PIB brasileiro – se uniram para pressionar o Governo Federal por ações contra a degradação do bioma. O Itaú faz parte das intuições financeiras envolvidas neste movimento, e tem investido cerca de 54 milhões de reais em projetos para a Amazônia. Fonte: Exame Leia mais em imoveweb. 04/12/020



04 dezembro 2020



28 novembro 2020

Moss capta US$ 1,8 milhão com foco em pessoa física

A Moss, plataforma de créditos de carbono, levantou US$ 1,8 milhão em operação liderada pela gestora de venture capital The Craftory e que atraiu outros investidores e nomes como o publicitário Nizan Guanaes. 

A captação avalia a empresa em R$ 55 milhões e é uma extensão de rodada feita também neste ano, de R$ 8 milhões, comandada pela Pfeffer Capital. A companhia também acaba de atrair o ambientalista Fabio Feldman para fazer parte de seu conselho....Leia mais em valoreconomico 25/11/2020



28 novembro 2020



26 novembro 2020

CPPIB negocia uma participação na Iguá

Fundo canadense deve pagar cerca de R$ 1 bilhão pelas participações dos dois sócios minoritários, Bradesco e fundo Cyan

O fundo de pensão canadense CPPIB (Canada Pension Plan Investment Board) está negociando a compra de uma participação bilionária na empresa de saneamento Iguá, apurou o Valor. A transação vai envolver tranches secundária e primária. 

As conversas começaram há cerca de três semanas, também envolvendo outros fundos e operadores do setor de energia e infraestrutura, mas o CPPIB conseguiu agora garantir exclusividade temporária na negociação... Leia mais em valoreconomico 26/11/2020



26 novembro 2020



15 novembro 2020

Em podcast, Bill Gates vai debater as “grandes questões” da humanidade

Ao lado da atriz Rashida Jones, o fundador da Microsoft vai conversar com convidados ilustres. O primeiro, de seis episódios, é com Anthony Fauci, médico responsável por balizar as ações americanas de combate ao coronavírus

Bill Gates já escreveu livros, deu palestras e foi um dos protagonistas no debate a Covid-19, combatendo as vozes negacionistas da pandemia. Agora, o fundador da Microsoft vai “soltar o gogó” em um podcast próprio, cuja estreia acontece na segunda-feira, 16 de novembro.

Ao lado da atriz e ativista Rashida Jones, conhecida por seus papéis nas séries de comédia Boston Public e The Office, Gates quer fazer do seu programa “Bill Gates and Rashida Jones Ask Big Questions” um espaço para discussões urgentes e debater as grandes questões da humanidade.

Nesta primeira temporada, a dupla preparou seis episódios e em todos eles pelo menos um estudioso ou personalidade é convidado para debater uma “grande questão”.

Na estreia do podcast, por exemplo, o empresário e a artista falam sobre o mundo pós-pandemia e contam com a participação do médico imunologista Dr. Anthony Fauci, responsável por balizar as ações americanas de combate ao coronavírus. 

Seria a desigualdade inevitável? Essa é a pergunta que norteia o segundo episódio. O economista Raj Chetty e a prefeita da cidade de Compton (Califórnia), Aja Brown, aumentam o coro. 

Uma questão bastante sensível a Gates nos últimos tempos tem sido a proliferação das teorias conspiratórias. Por isso, o tema é explorado no terceiro episódio do podcast, que conta com a participação do professor e escritor Yuval Noah Harari, que assina os best-sellers “Sapiens” e “Homo Deus”. 

No quarto episódio, Gates e Jones falam sobre as mudanças climáticas. O empresário já falou publicamente sobre o assunto e o quanto se preocupa com essa temática.

Agora, ele tem a chance de aprofundar seus argumentos e descobertas em um bate-papo com a jornalista Elizabeth Kolbert, vencedora do prêmio Pulitzer por seu livro “A Sexta Extinção: Uma História Não Natural”. 

Os dois últimos episódios da primeira temporada do podcast ainda são um mistério, tal qual a amizade entre o bilionário e a atriz. Em comum, Gates e Jones têm apenas a faculdade: ambos estudaram na Harvard, mas apenas ela se formou. 

O encontro improvável entre a dupla aconteceu por intermédio de um amigo, que armou a apresentação de ambos por acompanhar o ativismo de cada um e por acreditar que ambos “têm muito o que conversar”.  

O podcast “Bill Gates and Rashida Jones Ask Big Questions” vai ser disponibilizado no site pessoal de Bill Gates e em todas as plataformas de streaming. .. Leia mais em NeoFeed  14/11/2020


15 novembro 2020



11 novembro 2020

Marquise compra empresa de resíduos industriais da Odebrecht na Bahia

Em mais um movimento de expansão,  o Grupo Marquise adquiriu a CTR Bahia. A companhia responde pela gestão de resíduos industriais no Estado.  O valor da transação não foi informado pela empresa.

Localizada na Região Metropolitana de Salvador, a empresa foi criada pela Odebrecht e possui 12 anos de experiência em prestação de serviços na área de tratamento e destinação de resíduos industriais, blendagem e coprocessamento.

“Dentro da nossa estratégia de ampliar nossa atuação na área de tratamento e reaproveitamento de resíduos, a aquisição da CTR Bahia nos coloca no mercado industrial privado, em parceria com grandes clientes, abrindo novas oportunidades na valorização de resíduos e nas tecnologias de tratamento e proteção ambiental”, destacou Hugo Nery, presidente da Marquise Leia mais focus.jor 11/11/2020



11 novembro 2020



29 outubro 2020

XP e BlackRock lançam fundo de impacto que investe nas empresas mais avançadas nos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável

A XP anunciou o lançamento de um fundo local, o BlackRock Global Impact Advisory, que investe no fundo Global Impact, gerido pela BlackRock. O fundo da gestora norte-americana busca criar impacto investindo em empresas cujos produtos e serviços contribuem para resolver os grandes problemas sociais e ambientais do mundo. Os negócios dessas empresas buscam avançar nos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) das Nações Unidas, como aumentar o acesso a educação de qualidade e cuidados de saúde inovadores, promover o crescimento econômico inclusivo, combater a mudança climática e degradação ambiental e a progressão da igualdade de gênero.

O fundo consiste em um portfólio de ações globais diversificado e de alta convicção que procura maximizar o retorno total a longo prazo. Para atingir os objetivos do fundo, a equipe de investimento do fundo da BlackRock visa empresas que atendem ao conjunto de critérios de impacto, incluindo:

  • Materialidade: a atividade principal do negócio atende um ou mais ODSs;
  • Adicionalidade: o negócio da companhia tem a intenção de entregar uma solução para problemas sociais ou ambientais
  • Mensurabilidade: o impacto deve ser claro, transparente e quantificável.

O lançamento do fundo está em linha com o compromisso da XP de alavancar empresas com boas práticas ESG, direcionando o propósito dos investimentos.

A estratégia no exterior, na qual o fundo da XP investirá, é gerida por Eric Rice, Head de Investimentos de Impacto em Ações da BlackRock, e arquiteto da Global Impact, a primeira estratégia diversificada de investimento de impacto em mercados públicos do mundo. "Temos escutado há bastante tempo que os investidores estão procurando acessar estratégias de investimento que os ajudem a alcançar resultados ambientais e sociais positivos, ao mesmo tempo que maximizam seus retornos financeiros; numa visão de longo prazo, acreditamos que o investimento de impacto por meio de ações públicas pode entregar o que eles estão procurando ", diz Eric.

"A pandemia COVID-19 colocou em evidência o papel importante que as empresas e investidores podem desempenhar para enfrentar os desafios que nossa sociedade atravessa. E assim, algumas das áreas que nosso fundo busca ajudar os clientes a investir incluem empresas focadas em ferramentas de diagnóstico médico, ventiladores e vacinas para combater a crise, ensino à distância e transações eletrônicas, bem como sistemas de notificação em massa de crise e microcréditos, e outras necessidades críticas", explica Eric Rice.

"Assim como no Brasil, globalmente vemos um crescente aumento de investidores alocando seus recursos em investimentos sustentáveis. Somente neste ano tivemos, na BlackRock, um fluxo de mais de US$ 25 bilhões de novos aportes tanto em nossos ETFs como nos fundos de estratégias ativas, elevando para U$ 127 bilhões o nosso total de ativos em investimentos sustentáveis. Nossa meta é atingir a marca de US$ 1 trilhão até 2030. Trazer este produto em parceria com a XP, que tem se posicionado como protagonista neste tema, permitirá aos investidores brasileiros acessar uma estratégia diferenciada de impacto global", diz Carlos Takahashi, presidente da BlackRock Brasil.

"Estabelecer parceria com a maior gestora global de ativos, numa estratégia totalmente voltada a empresas alinhadas aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, é uma iniciativa que se alinha ao propósito da XP de oferecer diversidade e alta qualidade de produtos na plataforma de investimentos. Esse é apenas mais um passo para que possamos oferecer o que há de melhor no mundo a nossos clientes em termos de classes de ativos e de diferentes regiões do mundo", observa o especialista em fundos da XP, Fabiano Cintra.

"Os investidores estão cada vez mais atentos aos impactos tanto sociais quanto ambientais que as empresas geram e, no Brasil, esse movimento vem começando a ganhar força, o que é extremamente positivo. Ao incluir esse produto no portfólio da XP, estamos não só oferecendo um produto excelente aos clientes, mas incentivando outras companhias a adotar medidas de impacto, criando assim um ciclo virtuoso e extremamente relevante para o país", destaca Marta Pinheiro, diretora ESG da XP Inc.. A estratégia usa os Princípios Operacionais da IFC, do Banco Mundial, para garantir que as considerações de impacto sejam integradas ao longo do ciclo de vida do investimento.

Sobre a XP Investimentos

A XP Investimentos é a plataforma líder em serviços financeiros no Brasil. A empresa faz parte da XP Inc., que tem como propósito transformar o mercado financeiro para melhorar a vida das pessoas, promovendo educação financeira e democratizando o acesso a investimentos de qualidade. Fundada em 2001, a empresa criou um modelo inovador de assessoria de investimentos.

Sobre a XP Inc.

A XP Inc. é uma das maiores instituições financeiras do país, dona das marcas XP Investimentos, Rico, Clear, Infomoney, Leadr, XPeed e Spiti, entre outras. A XP Inc. tem 2,6 milhões de clientes e R$ 563 bilhões de ativos sob custódia. Nos últimos 19 anos, a empresa vem transformando o mercado financeiro brasileiro para melhorar a vida das pessoas, garantindo relações mais transparentes entre os clientes e as instituições financeiras. Para mais informações, acesse: www.xpinc.com.

Sobre a BlackRock

O propósito da BlackRock é ajudar mais e mais pessoas a terem bem-estar financeiro. Como agente fiduciário de investidores e provedor líder de tecnologia financeira, nossos clientes nos confiam para obter as soluções que precisam ao planejar seus objetivos mais importantes. Em 30 de setembro de 2020, a empresa administrava aproximadamente US$ 7,81 trilhões em ativos em nome de investidores em todo o mundo... Leia mais em segs 29/10/2020

29 outubro 2020



28 outubro 2020

Ambipar adquire 100% das quotas da Verde Ghaia e cria uma nova empresa

Com a aquisição, a Ambipar assume a liderança do mercado de gestão ambiental

A Ambipar (AMBP3), que atua na gestão de resíduos e de resposta a emergências, anuncia que adquiriu 100% das quotas da Verde Ghaia, que agora passa ser uma empresa do grupo sob o nome Ambipar GreenTech, conforme fato relevante divulgado nesta quinta-feira (27), após o fechamento do mercado.

Com 21 anos de mercado, a Verde Ghaia possui mais de 1.700 clientes, atuando principalmente em serviços de gestão de riscos e compliance de sustentabilidade, incluindo elevado padrão de inovação e inteligência artificial.

Os softwares desenvolvidos pela própria companhia, com adequação aos indicadores ESG e ISO, promovem controle de leis, gestão da qualidade, saúde e segurança, meio ambiente, riscos, fornecedores e metodologias para seguro ambiental.

“A Ambipar GreenTech tem por objetivo atuar através dos critérios ESG para a iniciativa privada e servir como base de dados para políticas públicas voltadas para o controle de parâmetros ambientais focados em gestão de riscos, compliance de sustentabilidade, e atendimento a lei geral de proteção de dados (LGPD)”, enfatiza o comunicado.

Com a aquisição, a Ambipar assume a liderança de mercado em software e sistema de gestão ambiental levando a inteligência artificial em gerenciamento e rastreabilidade das informações.

No início do mês, a empresa também comprou duas empresas norte-americanas de resposta a emergências.

A aquisição da Verde Ghaia foi intermediada pela Planeta Azul, controlada da Ambipar, mediante a um contrato de compra e venda de quotas.

A companhia esclarece que a aquisição não será submetida à aprovação de seus acionistas, tendo em vista que o preço pago não ultrapassa os valores previstos em regimento... Leia mais em moneytimes 28/10/2020

28 outubro 2020



24 outubro 2020

Aegea leva mais um leilão de saneamento, oferta deságio de 38,46% em PPP no MS

A Aegea Saneamento, que tem entre os sócios o fundo soberano de Cingapura, venceu nesta sexta-feira o leilão da Parceria Público-Privada de serviços de esgoto em 68 cidades do Mato Grosso do Sul, organizado pela estatal local Sanesul na B3, ampliando seus negócios no Estado onde já está presente apenas em Campo Grande.

A Aegea ofereceu deságio de 38,46% sobre o valor unitário máximo estabelecido no leilão, de 2,21 reais. O leilão chegou a ir para fase de viva-voz, mas nenhum dos grupos melhorou a oferta de preço unitário de 1,36 real da Aegea, que nesta semana já foi vencedora na PPP de saneamento de Cariacica (ES).

O projeto de PPP tem o objetivo de universalizar os serviços de esgotamento sanitário nos municípios atendidos pela Sanesul nos próximos 30 anos, envolvendo 1,7 milhão de habitantes nos 68 municípios, quase a totalidade do Estado que possui 79 cidades.

A empresa terá que investir nos 30 anos de concessão 3,8 bilhões de reais, segundo previsão dos termos da PPP. Desse total, cerca de 1 bilhão de reais serão em obras e 2,8 bilhões de reais na operação e manutenção do sistema de esgoto nas 68 cidades, informou a B3.

Além da Aegea, controlada pelo grupo brasileiro Equipav, o leilão contou com participação da Iguá Saneamento, que disputou o certame em Cariacica e também o realizado no final de setembro em Maceió, em que uma concessão de água e esgoto foi vencida com oferta de 2 bilhões de reais pela BRK Ambiental.

O leilão desta sexta-feira contou também com participação de dois consórcios, cada um deles formado por seis empresas nacionais de engenharia e construção.

Todos estes leilões ocorreram após a sanção do novo marco regulatório de saneamento no país em julho, que facilitou a oferta de projetos à iniciativa privada, após décadas em que muitos entes federativos do país descumpriram metas de expansão de redes de água e esgoto e agora enfrentam dificuldades de caixa agravadas pela epidemia de Covid-19.

Com a vitória nesta sexta-feira, a base de clientes atendidos pela Aegea vai subir para 10,6 milhões. A empresa encerrou o primeiro semestre com lucro líquido de 346,3 milhões de reais, quase o triplo do resultado de um ano antes. A geração de caixa medida pelo Ebitda no período subiu 28%, para 715 milhões, segundo balanço da companhia.

A Aegea encerrou junho com dívida líquida de 3,86 bilhões de reais, uma expansão de cerca de 13% na comparação anual. Mas a alavancagem no período recuou de 3,34 vezes para 2,86.  (Por Alberto Alerigi Jr.) Reuters Leia mais em mixvale 23/10/2020



24 outubro 2020



19 outubro 2020

Indústria de private equity vê em ESG uma vantagem competitiva

aspectos ambientais, sociais e de governança são hoje importantes pontos de atenção para os investidores

Os fundos de private equity e venture capital investiram 10,2 bilhões de reais em 112 empresas brasileiras no primeiro semestre deste ano, mostra pesquisa feita pela KPMG em parceria com a Associação Brasileira de Private Equity e Venture Capital (Abvcap). Esses números reforçam a presença e ratificam a força desse setor no País — afinal, ele promoveu inovação e aceleração no mercado de capitais brasileiro mesmo em um período bastante afetado pelos efeitos negativos da pandemia.

Apostando em investimentos de longo prazo pelo menos desde os anos 1990, essa indústria se renova continuamente, com novas safras de investidores locais e internacionais cuja visão vem transformando o perfil dos ativos preferidos.

Um assunto ganhou destaque, nos últimos meses, dentro das prioridades dos investidores que querem adquirir empresas no País — considerando os desafios do isolamento social imposto pela pandemia da covid-19. Os fatores ambientais, sociais e de governança, reunidos na já bastante conhecida sigla ESG, passaram a integrar as análises e a constituir um requisito para a aquisição de empresas, principalmente quando se trata de fundos e gestores de private equity. Cada vez mais os aspectos ESG conquistam um papel relevante para avaliação do papel de cada agente econômico na melhoria e evolução da sociedade brasileira.

Impulso ao ESG na pandemia

Os fatores ambientais, sociais e de governança já faziam parte dos relatórios de sustentabilidade das empresas, mas foram impulsionados pela pandemia, em especial no que se refere às questões sociais e ambientais. O foco de muitos gestores está agora no aperfeiçoamento do desempenho das empresas, e a adoção das práticas ESG tende a contribuir para diminuir a volatilidade de preços dos ativos e para melhorar as chances de bons resultados a médio e longo prazos.

Nessa dinâmica, os mercados financeiros de capitais passam a figurar entre os principais incentivadores e “enablers” de práticas consideradas mais sustentáveis. Assim, essas preocupações deixam de ser exclusividade de grupos ambientalistas e organizações correlatas. Vale também mencionar a importância das mudanças que vêm sendo exigidas por investidores no que se refere, por exemplo, ao fator diversidade nas diretorias e conselhos das empresas.

Todo esse movimento gera um ciclo virtuoso de pressão por parte dos stakeholders, do mercado e da sociedade por ações e comunicação mais transparentes e investimentos mais responsáveis. Esses pontos passam a formar um componente relevante para a reputação das empresas — o que, por consequência, pode influenciar o valor dos ativos.... Leia mais em. capitalaberto 16/10/2020

19 outubro 2020



06 outubro 2020

Ambipar compra One Stop e IntraCoastal para expansão de seus negócios nos EUA

A Ambipar anunciou, por meio de sua controlada Ambipar Holding USA, a aquisição de 100% da One Stop Environmental e da IntraCoastal Environmental. Os valores das transações não foram revelados.

Segundo a companhia, a aquisição está alinhada com os objetivos estratégicos da Ambipar de oferecer a seus clientes uma estrutura global de resposta a emergências, assim como a expansão geográfica e oferta de serviços no território americano.

A One Stop, sediada no Estado americano do Alabama, é especializada em atendimentos no modal terrestre, desastres naturais e remediação de solo. Em 2019, a empresa teve faturamento de US$ 7,6 milhões.

Já a IntraCoastal tem sede na Flórida e é especializada no modal marítimo e terrestre, tanto industrial como terminal. O faturamento da empresa em 2019 foi de US$ 6,6 milhões. Estadão Conteúdo Leia mais em istoedinheiro 06/10/2020



06 outubro 2020



30 setembro 2020

BRK Ambiental vence leilão de serviços de água em Maceió com oferta de outorga de R$2 bi

BRK Ambiental vence leilão de serviços de água em Maceió com oferta de outorga de R$2 bi

 O grupo BRK Ambiental, que tem entre os investidores a canadense Brookfield, venceu nesta quarta-feira o leilão de serviços de distribuição de água e esgotamento sanitário da região metropolitana de Maceió, com oferta de outorga de cerca de 2 bilhões de reais ante valor mínimo da disputa de 15,1 milhões.

A BRK superou outras seis ofertas, incluindo de rivais como Aegea, que ofertou 1,21 bilhão de reais.

A empresa agora assume responsabilidade pela distribuição de água e pela coleta de esgoto de 1,5 milhão de habitantes em 13 cidades da grande Maceió. Para isso, terá de investir um total de 2,6 bilhões de reais em infraestrutura de saneamento básico ao longo dos 35 anos de contrato, sendo 2 bilhões deste total nos primeiros seis anos.

O leilão foi o primeiro realizado desde a aprovação do novo marco do saneamento básico neste ano. .. Leia mais em noticias.r7 30/09/2020

30 setembro 2020



23 setembro 2020

Na onda verde, BB passa a integrar capítulo ESG a relatórios de empresas

Os relatórios sobre empresas, produzidos pela equipe de pesquisas (research) da diretoria de mercado de capitais do Banco do Brasil, passarão a ter um capítulo verde nos comentários a investidores, a partir de outubro. 

A ideia é que, com o mapeamento, o BB possa ter uma carteira de empresas alinhadas com compromissos ambientais, sociais e de governança (ESG, na sigla em inglês) para sugerir aos clientes. 

A iniciativa faz parte da repaginada pela qual passa a área, com o objetivo de recolocar o BB em posição de destaque no mercado de capitais, a partir da joint venture com o UBS.... Leia mais em estadao 23/09/2020



23 setembro 2020



Itaúsa quer ter portfólio de 10 a 12 empresas nos próximos 5 anos, diz Setubal

Investimentos almejados pelo grupo giram na faixa de R$ 1,5 bilhão a R$ 2 bilhões, segundo o presidente da holding

Em busca de diversificação, a Itaúsa pretende ter entre 10 e 12 companhias em seu portfólio num período de três ou quatro anos, afirmou nesta quarta-feira o presidente da holding, Alfredo Setubal. Os investimentos almejados pelo grupo são grandes, na faixa de R$ 1,5 bilhão a R$ 2 bilhões, acrescentou o executivo durante evento anual da Itaúsa com investidores.

De acordo com ele, interessam ao grupo empresas que tenham possibilidade de crescer, gerem caixa, paguem dividendos, e se encaixem nos valores de governança e socioambientais da Itúsa.. Leia mais em valoreconomico 23/09/2020