29 dezembro 2020
Lançamento do Portal Fusões & Aquisições
Estímulo nos EUA deve apoiar busca dos 120 mil pontos na Bolsa
A ampliação no valor do estímulo nos EUA pode permitir nova aceleração do Ibovespa no penúltimo pregão de 2020, quem sabe com o índice testando os 120 mil pontos, depois de avançar 1,12%, aos 119.123,70 pontos na véspera. “O exterior deve ajudar e provocar um pequeno rali, com o índice podendo atingir nova pontuação recorde”, estima o economista-chefe do ModalMais Banco Digital, Álvaro Bandeira.
As bolsas europeias sobem, com destaque para Londres, que tem valorização superior a 2% após volta do feriado na véspera, quando os mercados já reagiam positivamente ao acordo comercial pós-Brexit no último dia 24. Os futuros em Nova York têm ganhos na faixa de 0,50%, enquanto na Ásia, o sinal foi misto, mas Tóquio teve a maior pontuação desde agosto de 1990, também reagindo à notícia de que ontem a Câmara dos Representantes dos EUA aprovou o aumento dos pagamentos federais individuais de cheques para US$ 2 mil, ante proposta anterior de US$ 600. Agora, o processo segue para o Senado.
“Há grande chance de votarem isso ainda hoje”, diz Bandeira, acrescentando que o ambiente é favorável a emergentes. “Isso alivia e o mundo poderia estar ainda mais calmo não fosse a nova cepa da covid-19 abalando o globo”, afirma o economista do ModalMais.
Antes mesmo do recorde da Bolsa japonesa, Nova York fechou nas máximas. Para Mauro Morelli, estrategista da assessoria financeira Davos, o movimento reforça o “tsunami” de liquidez mundial, que torna os preços dos ativos elevados, tornando um cenário atraente para emergentes como o Brasil e para as commodities.
“O cenário continua positivo, e a liquidez não deve terminar tão cedo. Se isso se mantiver, o Ibovespa pode ir aos 130 mil, 135 mil pontos em 2021. Porém, o teto começa a ficar cada vez mais apertado”, afirma Morelli, lembrando dos problemas internos, que podem limitar ganhos mais expressivos. “O Brasil caminha para onde o trem está indo, mas poderia estar a uma velocidade mais acentuada caso estivesse fazendo o dever de casa, sobretudo na parte fiscal”, diz o estrategista da Davos.Estadão Conteúdo Leia mais em istoedinheiro
26 dezembro 2020
Um próspero 2030
Com a perspectiva de que a renda per capita do brasileiro caia 6,3% neste ano e só retorne ao patamar de 2013 em 2030, estudo da ONU alerta: uma população mais pobre é uma população mais infeliz.
Um dito popular muito difundido no Brasil, mas sem autor conhecido, prega que felicidade não se compra. Mas não é bem assim.Um estudo contínuo feito pela ONU (Organização das Nações Unidas) com a OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico) é capaz de relacionar a taxa de felicidade de uma nação com o nível do PIB per capita de seus habitantes. Nessa análise, que leva em conta também questões como capacidade distópica de entender a realidade e suporte social dado pelo governo, o Brasil figurar entre os países mais apáticos (nem tão felizes, nem tão tristes). Pelo menos até 2019.
Segundo o relatório macroeconômico da Fundação Getulio Vargas (Ibre/FGV) enquanto o PIB do País deve cair 4,7%, a fatia de cada um dos brasileiros nas riquezas totais produzidas encolherá 6,3%. E com a diminuição gradual da renda média dos brasileiros acontecendo desde 2014, vem caindo também o nível de serotonina. Agora – além de uma pandemia que afastou entes queridos, elevou a ansiedade das pessoas e colocou em questão a fragilidade da vida – a perspectiva de diminuição do salário médio dos brasileiros em 2020 garantirá que o sorriso não reapareça até 2030. E se o ano de pandemia é responsável pela infelicidade geral, depois dela a coisa não irá melhorar de bate pronto.
De acordo com a FGV, para atingirmos a renda per capita de 2013 (melhor resultado das últimas duas décadas) o Brasil levará, no ritmo atual, ao menos dez anos. Se uma década é muito tempo, retornar ao patamar do ano passado também não será um caminho tão curto. Segundo o boletim macroeconômico da Fundação, repetir os números de 2019, com otimismo, fica para 2023. “Mesmo em um cenário-base otimista, em que o PIB do País cresça 3,6% em 2021 e 3% em 2022, a volta para [a renda per capita de] 2019 está ainda distante”, disse Silvia Matos, coordenadora do Boletim Macro do Ibre/FGV.
Mas nem todos os brasileiros vão ficar tristes até lá. Como o PIB per capita médio se caracteriza pela divisão das riquezas de um país pelo número de habitantes, o tamanho do Brasil cria algumas distorções. Exemplo disso é que Brasília, que tem o maior PIB per capita do País, soma renda média de R$ 2,6 mil, enquanto o Maranhão, lanterna do ranking, fechou 2019 com renda média de R$ 635, segundo dados do IBGE.
ANSIOLÍTICOS
Se confirmada queda de 6,3% na renda média do brasileiro este ano, vivenciaremos o maior tombo no índice desde 1981, o que exigirá um esforço extra por parte dos governadores e prefeitos. Em São Paulo, que ocupa a segunda colocação no ranking, com uma renda média mensal de R$ 1,9 mil, o governador João Doria (PSDB) afirma que haverá esforço contínuo para geração de emprego e recomposição da renda perdida neste ano. De acordo com ele, um dos objetivos é agregar valor e competitividade para áreas mais distantes do centro econômico do Estado. Nesse sentido, na quarta-feira (9) ele anunciou investimento de R$ 57 milhões no Vale do Ribeira, região que abriga famílias de baixa renda, quilombolas e têm problemas de infraestrutura e saneamento básico. Com a medida, segundo o governador, o Estado age para desenvolver a região. “Para isso é preciso ação, planejamento, investimentos públicos em todos os setores e também atração de investimentos privados”, disse.
No lanterna Maranhão, estado governado por Flávio Dino (PCdoB), a situação é tão periclitante que a ação do governo estadual se tornou ainda mais urgente. Por lá, o governador garantiu que a principal ação é o estímulo direto de geração de emprego. Para colher os frutos já em 2021, Flávio Dino lançou em agosto o Plano Emergencial de Empregos (PEE) Celso Furtado, que consiste em execução de obras de infraestrutura para estimular empregos diretos. Para as empresas, o governo passou a oferecer benefícios fiscais, tudo para tentar evitar demissões e ao menos segurar a renda. É uma espécie de uso de desfibrilador para manter a economia.
“O desafio é cuidar da saúde dos maranhenses, e garantir condições dignas de vida”, disse ele. Segundo Dino, para o próximo ano, a tendência é que as ações de estímulo se multipliquem. “Criamos 62 mil vagas com o PEE, e vamos manter o ritmo em 2021, tendo o estado como impulsionador”, afirmou. Outros estados ouvidos pela reportagem, como Minas Gerais, Pernambuco, Rio de Janeiro e Santa Catarina garantem que a geração de emprego será o foco para recuperar a renda (e a felicidade). O poetinha Vinícius de Moraes até pode ter razão ao afirmar que é melhor ser alegre que ser triste. E a ONU acrescenta que é muito mais fácil se as contas estiverem pagas... Leia mais em istoedinheiro 23/12/2020
26 dezembro 2020
25 dezembro 2020
Alta Liquidez trará estreantes e ESG será o grande tema nas captações externas de empresas
A alta liquidez e a presença crescente de investidores ligados à sustentabilidade devem fazer de 2021 um ano diferente para o mercado de títulos de dívida externa.
Novas empresas, de setores até então pouco explorados, e operações estruturadas em cima de aspectos de compromissos ambientais, sociais e de governança (ESG), vão ganhar espaço, na opinião de especialistas. A expectativa é também de que janeiro, a principal janela deste mercado, seja já bastante aquecida... Leia mais em estadao 25/12/2020
25 dezembro 2020
24 dezembro 2020
Diversificação pode transformar Itaúsa na Berkshire Hathaway de amanhã
Só em 2019 por exemplo, a Itaúsa avaliou cerca de 18 negócios, que culminou na aquisição da Liquigás por meio do aporte na Copagaz
O Inter Research iniciou a cobertura das ações da Itaúsa (ITSA4), holding que controla o maior banco do Brasil, o Itaú (ITUB4).
Para o analista Matheus Generoso do Amaral, que assina o relatório, o plano de diversificação da companhia pode transformá-la na Berkshire Hathaway de amanhã, empresa do megainvestidor Warren Buffet.
Atualmente, os principais investimentos da Itaúsa incluem os setores financeiro, Itaú Unibanco, madeira e papel, Duratex (DTEX3), calçados, Alpargatas (ALPA3), transporte de gás natural e outros. Como o investimento em Itaú é relevante para a holding, parte significante dos resultados vem do banco.
“Apesar do Itaú representar 90% dos ativos da holding, a Itaúsa possui uma estratégia de diversificação do portfólio para o longo prazo. Só em 2019, por exemplo, a companhia avaliou cerca de 18 negócios, que culminou na aquisição da Liquigás por meio do aporte na Copagaz”, argumenta.
O próprio presidente-executivo da empresa, Alfredo Setubal, afirmou que a Itaúsa deve ampliar sua participação em outros nichos, para ter de 10 a 12 empresas no portfólio na próxima década.
O Inter Research estabeleceu em R$ 34 o preço-alvo da ação, o que implica valorização de 8%, com recomendação neutra.
Caso XP
Com a cisão da fatia do Itaú na XP Investimentos (XP) em outra empresa, a Itaúsa, por meio do seu controle da IUPAR (Itaú Unibanco Participações S.A.), seria o maior acionista da NewCo indiretamente. A holding já manifestou o interesse em manter a participação na NewCo no curto prazo.
Mas o analista lembra que a Itaúsa possui uma estratégia de diversificação de portfólio em setores não financeiros para o longo prazo. “Isso resultaria em rotineiras avaliações em seu processo de gestão de portfólio, podendo acarretar uma futura venda da sua participação na NewCo/XP”, pontua.
“Consideramos que o racional de investimento em Itaúsa para investir indiretamente no Itaú Unibanco e captar sua geração de valor e distribuição de proventos ainda válido no curto e médio prazo, porém vale ressaltar o futuro de maior diversificação da holding”, afirma.
Dividendos gordos
A Itaúsa é conhecida pela distribuição de bons dividendos. Isso ocorre porque, como uma holding pura, que só possui investimentos e despesas administrativas em seu balanço e nenhuma outra atividade, a Itaúsa recebe os proventos distribuídos pelas suas companhias investidas e costuma repassá-los aos seus acionistas com um payout médio de 66%.... Leia mais em moneytimes. 24/12/2020
24 dezembro 2020
23 dezembro 2020
Fusões e aquisições devem seguir em alta em 2021
Depois de um ano bastante aquecido para fusões e aquisições, o movimento deve seguir em alta em 2021. Apenas a JK Capital, que presta assessoria na área, tem hoje mais de 50 operações em andamento, em oito setores. Algumas delas estão, inclusive em fase de auditoria e investigação, a chamada due diligence, quando acontece fase de assinatura e fechamento da operação.
Compra e venda. A expectativa da JK Capital é que as transações sejam anunciadas no primeiro trimestre... Leia mais em estadao 23/12/2020
23 dezembro 2020
22 dezembro 2020
Bancos se preparam para desfile de ofertas de ações pré-Carnaval
Os festejos de Carnaval foram duramente atingidos pela pandemia do coronavírus, mas os bancos de investimento estão preparando um desfile que promete ser não menos exuberante, um desfile de ofertas de ações.
A combinação de vacina contra Covid-19 e juro básico do país em um recorde de baixa tem atraído investidores para a renda variável e cerca de 30 empresas estão se preparando para listar ações no primeiro trimestre, um número que já supera as estreias em bolsa de 2020.
O fila de ofertas de ações significa que os executivos de bancos que costumavam ir para a praia entre o Ano Novo e o Carnaval agora estarão com os olhos colados em seus escritórios online preparando esse desfile.
Da unidade de mineração da Companhia Siderúrgica Nacional à rede de supermercados BIG, controlada pela empresa de private equity Advent, a lista reflete o desejo de acionistas controladores de embolsar ganhos com o investimento feito ou de levantar novos recursos para crescimento das companhias.
Apesar da crise do coronavírus, este ano deve terminar como o mais movimentado do Brasil nos últimos 13 para ofertas de ações, com 60 ofertas públicas iniciais e follow-ons movimentando 28,4 bilhões de dólares, também o maior volume desde 2010. E os executivos de bancos de investimento se preparam para uma festa ainda maior em 2021 pelas empresas brasileiras.
"O ano de 2021 tem todo o potencial para superar 2007 em número de negócios", disse Claudia Mesquita, chefe do mercado de renda variável do Bradesco BBI, à Reuters.
Houve 88 ofertas de ações de empresas brasileiras em 2007. Em termos de volume, o Bank of America prevê cerca de 150 bilhões de reais em 2021, enquanto o Itaú Unibanco espera um pouco menos, 140 bilhões.
MENOS BRILHO
Apesar de terem visto uma queda de até 45% no Ibovespa no início deste ano, os investidores de varejo resistiram ao impulso de se desfazer de suas ações e muitos até se juntaram a novos IPOs. O índice já cresceu mais de 2% no ano.
"Os investidores brasileiros de varejo mostraram maturidade este ano, pois não venderam suas ações apesar de todos os solavancos. Esta é uma boa notícia para as empresas que planejam IPOs", Marcello Lo Re, chefe para o mercado de ações no Brasil do Morgan Stanley, disse.
Essa mentalidade de "comprar e manter" claramente pode ter seus limites, uma vez que quase metade das empresas que fizeram sua estreia neste ano estão negociando abaixo de seus preços de IPO. Mas os executivos de bancos de investimento dizem que as taxas de juros baixas provavelmente continuarão aumentando o apetite ao risco dos investidores locais, que encontram poucas alternativas de alto retorno.
Algumas empresas também podem antecipar IPOs para o ano que vem temendo alguma potencial volatilidade que os anos de eleições presidenciais podem trazer, disse Roderick Greenlees, diretor global de banco de investimento do Itaú BBA.
Em outro provável impulso, os investidores internacionais, que em sua maioria ficaram à margem dos IPOs deste ano, estão voltando lentamente.
Investidores de fora do Brasil compraram mais da metade das ações que a rede de hospitais Rede D'Or lançou neste mês, no maior IPO de uma empresa brasileira desde 2013. Ainda assim, as crescentes preocupações sobre o lado fiscal do governo podem pesar sobre a demanda.
"O maior inimigo do Brasil é o Brasil mesmo, pois o país ainda apresenta uma certa fragilidade”, disse Pedro Mesquita, sócio da XP.
Mesmo assim, para grandes investidores em empresas brasileiras, os mercados de ações têm sido sua melhor opção de saída nos últimos meses, uma vez que compradores estratégicos ou de private equity têm sido escassos devido às preocupações criadas pela Covid-19.
Ao contrário dos IPOs, os volumes de negócios de fusões e aquisições caíram mais de 40% no ano, segundo dados da Refinitiv, enquanto o número de transações aumentou 13%.
Os banqueiros dizem que há sinais de que as fusões e aquisições também possam aumentar com as esperanças de uma vacina, mesmo com um cronograma ainda nebuloso para grande parte da América Latina, incluindo o Brasil.
"M&A é um negócio de longo prazo, então requer mais confiança nas perspectivas econômicas, que foram atingidas pelo coronavírus, mas os negócios devem voltar à medida que os países voltam à normalidade", disse Hans Lin, chefe de banco de investimento do Bank of America no Brasil. Por Carolina Mandl (Reuters) - Leia. mais em yahoo 21/12/2020
22 dezembro 2020
20 dezembro 2020
Bull Market e Bear Market: o que são e como funcionam?
“Bull market” é uma expressão usada para denominar momentos de extremo otimismo no mercado financeiro
Bull Market e Bear Market são duas expressões muito usadas no mercado financeiro. Aposto que você já ouviu alguma delas no noticiário. Quer saber mais?
O que é Bull Market?
“Bull market” é uma expressão usada para denominar momentos de extremo otimismo no mercado financeiro. Neste cenário, as ações são levadas por um movimento de crescimento fora do normal. O termo pode ser usado para designar uma ação, um setor ou até o mercado como um todo.
Na prática, é considerado um Bull Market quando a valorização tem crescimento de 20%. Com essa alta expressiva, o otimismo toma conta dos investidores o que acarreta uma natural atração para compra desses ativos. É claro que todo esse cenário é impulsionado por fatores que ultrapassam o valor do índice.
Esse fenômeno é o oposto ao chamado “Bear Market” que é quando o sentimento dominado pelos investidores é de pessimismo e crise. Desta vez, os índices econômicos são puxados para baixo e as fortes quedas estimulam investidores a deixaram os ativos e desvalorizando os títulos ainda mais.
Qual a origem do termo Bull Market?
A possível origem desses dois nomes é por conta da forma com que esses dois animais, o Touro e o Urso (Bull e Bear), tratam suas vítimas.
Enquanto o touro ataca sua presa usando os chifres e alavancando-a para cima, o urso dá golpes em direção ao chão, com o objetivo de esmagá-la. Nestas duas lógicas, o Bull Market é quando as ações são estimuladas para cima e o Bear Market quando os ativos são jogados para baixo.
Esses termos são tão usados no mercado que eles geraram até mesmo adjetivos para medirem os sentimentos dos investidores: “bullish” significa otimista e o “bearish” é pessimista.
Como reconhecer um Bull Market?
Não existe fórmula para identificar cenários como esses. No entanto, é possível encontrar índices que mostram quais as tendências do mercado e possíveis movimentos dos investidores. Para isso, é preciso uma análise não só matemática mas também macroeconômica.
Influências políticas, decisões econômicas, descobertas tecnológicas podem ser gatilhos para que o cenário de otimismo apareça em determinado mercado.
Para isso, é importante estar atento aos índices da bolsa de valores, o cenário de otimismo em relação a algum evento ou mesmo acompanhar como anda o ritmo de investimento em ativos de renda fixa.
Se o investidor consegue encontrar esses movimentos, é provável que ele aproveite a volatilidade do mercado para ganhar dinheiro. Aliás, esse é o desejo da grande maioria dos acionistas.
Bear Bull Market Mercados
Bear Market é uma expressão usada para explicar o clima de pessimismo e queda acelerada de uma determinada ação ou setor
Quanto tempo dura um Bull Market?
Assim como o Bear Market, não é possível definir quanto tempo vai durar um Bull Market – podendo ser dias, meses ou anos. Se analisarmos a longo prazo, é possível encontrar nos gráficos os momentos de euforia e quanto tempo eles duram.
Um exemplo pode ser feito com um dos índices econômicos usados pelas bolsas de valores de Nova York, o S&P 500. De 2009 para 2019, a valorização desse indicador chegou a 276%. Com esse crescimento, alguns especialistas acreditam ter sido o maior Bull Market da história dessas bolsas.
No Brasil, o cenário econômico não era diferente. A onda de otimismo também pairava sobre a B3, que tinha expectativa de atingir os 250 mil pontos. Mas a chegada do coronavírus interrompeu o forte crescimento da bolsa brasileira. No entanto, especialistas ainda acreditam na retomada do ritmo anterior.
O que é Bear Market?
Bear Market é uma expressão usada para explicar o clima de pessimismo e queda acelerada de uma determinada ação ou setor. Geralmente, é utilizada quando um ativo cai mais de 20%. Como o mercado é sensível a esses movimentos, é normal que num cenário desses os índices continuem caindo ainda mais.
Esse fenômeno é o oposto ao “Bull Market”, que é quando esse movimento acontece no sentido do crescimento de alguma ação ou setor. Com um mercado volátil, os ritmos de queda ou ascensão são sempre movidos por um “efeito manada”. Nessa situação, o clima de incerteza ou euforia toma conta de todos os investidores que atuam para vender ou comprar ações.
Qual a origem do termo Bear Market?
Não há um consenso sobre esse assunto, mas alguns especialistas acreditam que o termo surgiu por conta da forma com que o urso mata suas presas. Nestas ocasiões, esse animal sufoca sua vítima dando golpes de cima para baixo. Com essa lógica, o Bear Market (“Mercado do Urso”) aniquila as reputações das ações puxando elas para baixo com golpes de quedas acentuadas.
Ao contrário disso, o Bull Market (Mercado do Touro), golpeia suas vítimas com os chifres, de modo a alavancá-las. Esses termos são tão usados que geraram até outros adjetivos: “bullish” e “bearish” são palavras usadas para chamar os otimistas e pessimistas, respectivamente.....
.... Podemos considerar a pandemia do coronavírus um Bear Market que derrubou as ações do mundo todo. A B3 por exemplo era cotada em 118 mil pontos em janeiro de 2020, dois meses depois caiu para 66 mil pontos. A recuperação ainda vem acontecendo para voltar ao patamar anterior. Leia mais em moneytimes. 20/12/2020
20 dezembro 2020
No radar de investidores, o setor do luto
O pedido de abertura de capital no mês passado do grupo gaúcho Cortel, de cemitérios, colocou em evidência um mercado com pouca visibilidade no Brasil, mas que fatura R$ 3 bilhões por ano. Conhecido como “death care”, ou assistência à morte, o segmento reúne serviços de funerárias, cemitérios, crematórios e planos funeral, uma espécie de seguro em que a pessoa paga em vida os custos para seu óbito – uma das frentes que mais vêm crescendo no mercado desde o início da pandemia.
Diante dos quase 1,7 milhão de óbitos no planeta, mais de 180 mil deles no Brasil, a covid19 obrigou o mundo todo a falar mais sobre a morte e também jogou luz no trabalho das startups do setor, as chamadas “death techs” (ler mais ao lado).
Dono de dez cemitérios e com faturamento anual de R$ 89 milhões, o Grupo Cortel espera levantar R$ 400 milhões na sua oferta inicial de ações (IPO, na sigla em inglês), prevista para 2021, apurou o Estadão. A empresa quer usar o dinheiro para sair em busca de ativos e cumprir um papel de consolidadora do mercado.
Investidores, entre eles fundos de private equity (que compram participação em companhias), estão mapeando o segmento, que no Brasil conta com mais de cinco mil funerárias, 750 cemitérios, 147 crematórios e 250 empresas de plano funeral – de acordo com pesquisa que acaba de ser feita pela consultoria RGF, que considera apenas os ativos da iniciativa privada. A maior parte das empresas tem perfil familiar.
Diante do aquecimento do setor, e depois de quase duas décadas administrando um cemitério, a executiva Gisela Adissi resolveu abrir uma consultoria dedicada ao mercado do luto, a Flow Death Care. Além de assessorar operações de fusões e aquisições (M&A, do inglês), a empresa planeja fomentar as startups do segmento. “Os fundos ainda não estavam com os olhos tão abertos para o mercado de death care. Agora isso mudou”, comenta Gisela.
Compra
Neste ano, o segmento de assistência à morte acompanhou ainda a maior operação de aquisição já feita no setor: o fundo Crescera (ex-Bozano) fez um aporte de R$ 150 milhões (podendo subir para R$ 350 milhões) no Grupo Zelo, uma das maiores empresas de cemitério do Brasil.
A companhia mineira, alvo do investimento, nasceu, em 2017, da união de duas empresas familiares – a Santa Clara, cujo maior negócio era o fundo funeral, e o Bom Jesus, com foco em cemitérios. De acordo com presidente do Grupo Zelo, Lucas Provenza, os primeiros aportes vieram logo após à fusão, no modelo de investimento chamado de “family and friends” (família e amigos). Até o ano passado, esse grupo, que segue como sócio, já tinha aportado R$ 130 milhões.
Com esses recursos e com a entrada do Crescera, o Grupo Zelo já colocou embaixo do seu guarda-chuva cerca de 40 empresas do setor. O foco da companhia é o plano funeral. “É um produto que dá previsibilidade ao negócio, já que há recorrência de receitas”, explica o executivo.
Embora o Cortel deva marcar a entrada do segmento na B3, já existe hoje no mercado opção de investimento no setor acessível às pessoas físicas. A gestora Zion tem na sua prateleira o fundo Brazilian Graveyard, que investe em seis ativos, entre eles, o próprio Grupo Cortel. “Em reuniões com leigos nesse setor, me perguntam se, ao se comprar uma cota do fundo, haverá, no futuro, incluído, um jazigo”, conta o sócio da Zion, João Santiago, explicitando a falta informação sobre o mercado.
Diversificação
À frente de dois cemitérios – o Terra Santa (MG) e o Vale do Cerrado (GO)
-, Guilherme Santana, engenheiro civil que está nesse mercado há 18 anos, diz que o setor, assim como outros da economia, se movimenta com frequência para diversificar sua base de receitas, algo importante para qualquer companhia que queira manter o negócio mais firme diante de qualquer flutuação econômica.
Foi assim que foi lançado um produto que é hoje uma grande aposta desse mercado, que é o de cremação de animais de estimação. “Também já começamos a observar jurisprudência para o sepultamento de humanos com seus pets”, conta.
No mercado internacional, já começam a surgir cemitérios no oceano mar ou a possibilidade de compostagem humana – método de decomposição que transforma os restos mortais em adubo.
Mercado também atrai startups
O mercado que envolve a morte também está atraindo um número cada vez maior de empresas de tecnologia, já batizadas de “death techs”. A atuação delas vai desde a facilitação de processos burocráticos, como o inventário, quanto a propostas para o ritual de despedida, que teve de ser pensado com as restrições impostas pela pandemia.
Nos Estados Unidos, uma startup chamada Cake viu seus negócios crescerem em ritmo acelerado nos últimos meses. Trata-se de uma plataforma que ajuda qualquer pessoa a planejar questões relacionadas à própria morte, passando por assuntos legais, memorial e até mesmo últimos desejos.
Em tempos de pandemia, a plataforma inclui um passo a passo de como organizar um funeral digital, por exemplo. A cofundadora e presidente da startup, Suelin Chen, afirma que a demanda, na pandemia, subiu cerca de 10 vezes, para um volume de 30 milhões de visitantes no site por ano.
No Reino Unido a startup QR Memories também atua com homenagens, com uma ideia inovadora. A ideia foi criar uma placa de aço com um QR code cortado a laser para ser anexado ao túmulo. Com um telefone, o visitante pode fazer a leitura do código, que leva a uma página da web com fotos, informações e às músicas preferidas da pessoa homenageada. “Muitas pessoas usaram nossas páginas para celebrar essa nova conexão”, diz o fundador da QR Memories, Stephen Nimmo.
No Brasil esse mercado também começa a ser explorado, diz a sócia da consultoria Flow Death Care, Gisela Adissi. “Tem muita coisa acontecendo e, por aqui, as pessoas também ficaram mais dispostas a abraçar essas novidades”, afirma.
A startup Benefício Legal, por exemplo, tem na prateleira o produto de assistência ao inventário. “As pessoas não sabem o que é inventário, que é uma demanda legal que não pode ser adiada”, explica o sóciofundador da empresa, Fabiano Moraes. A venda do produto ocorre, principalmente, por meio do plano funeral. Ou seja: o cliente, ao contratar esse seguro, terá também a assistência na hora de fazer o inventário, desde que o mesmo seja um consenso entre os familiares.
As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. Leia mais em istoedinheiro. 20/12/2020
19 dezembro 2020
Bancos projetam R$ 150 bi de 50 a 70 ofertas de ações, em 2021
Mesmo com baixo interesse externo, ano foi recorde, com R$ 117 bi
O ano de 2020 já se tornou histórico devido à pandemia global e seus efeitos sem precedentes na economia. Por mais contraditório que pareça, no mercado de capitais essa marca terá tom positivo. Trata-se do melhor ano para listagens iniciais desde 2007 e com o maior volume total de operações da história – R$ 117 bilhões -, perdendo apenas para 2010, quando houve a megacapitalização da Petrobras.
Segmentos que nunca tiveram representatividade na bolsa, como as startups de tecnologia, e outros que não traziam novidade há tempos, como o petrolífero, acessaram o mercado brasileiro este ano – listando companhias como Méliuz, Enjoei e 3R Petroleum. O último IPO do ano, definido ontem, é de uma companhia de softwares, a Neogrid
Também pela primeira vez na história, uma empresa já estreou na bolsa brasileira valendo mais de R$ 100 bilhões, caso da Rede D’Or. Já o supermercadista Mateus registrou a maior operação inicial de uma companhia do Nordeste.
Não teve demanda só para novatas. Seis follow-ons deste ano figuram na lista das 20 maiores ofertas subsequentes feitas desde 2004 – Petrobras, Lojas Americanas, Suzano, Rumo, Natura e Via Varejo. E todas essas operações foram viabilizadas com a menor participação de investidores estrangeiros da história. Os não residentes ficaram com apenas 25% das ofertas, em média. “Foi um ano emblemático considerando tantas variáveis”, diz Pedro Mesquita, chefe do banco de investimento da XP.
Não é à toa que os coordenadores de ofertas se dizem “bastante otimistas” para 2021, com projeções em torno de R$ 140 bilhões a R$ 150 bilhões para as emissões de ações.
A avaliação é que, se os investidores institucionais locais conseguiram viabilizar esse volume enquanto o estrangeiro deu de ombros para o Brasil, a liquidez global, a desvalorização do dólar e um potencial novo ciclo de commodities podem trazer esses investidores de volta ao país – como já começa a mostrar o mercado secundário. “Vamos fechar o ano sem nem fazer intervalo”, diz Bruno Saraiva, corresponsável pelo banco de investimento do Bank of America (BofA) no Brasil, que liderou a maior oferta do ano.
Esse início de janeiro que tende a ser atípico também se deve a uma restrição dos gestores locais, que concentraram as compras no ano e ganharam poder de fogo nas conversas. Depois de uma verdadeira montanha-russa na bolsa durante o ano – com o Ibovespa saindo de 118 mil pontos para 63,5 mil pontos e voltando aos 116 mil pontos -, os gestores resolveram passar a régua mais cedo nos seus balanços, e ficaram mais restritivos para ofertas novas, incentivando algumas postergações. Afinal, nem todas as operações tiveram desempenho positivo e os gestores quiseram evitar surpresas no último mês, o que está diretamente relacionado às taxas de performance e bônus que vão receber pelo ano.
Isso empurrou ofertas para o início de 2021 e já são 25 operações registradas na CVM para janeiro e fevereiro, ainda com os balanços do terceiro trimestre. Estão nessa lista da virada do ano a CSN Mineração, os supermercados BIG e Oba, a Universidade Cruzeiro do Sul e a Iguá Saneamento.
Roderick Greenlees, chefe de emissão de ações do banco Itaú BBA, projeta entre 50 e 70 ofertas de ações em 2021, com forte participação de startups ou de companhias maduras com componente tecnológico.
Quebramos um paradigma com listagens locais de empresas de tecnologia e já temos um ‘pipeline’ importante de empresas do setor que farão ofertas no ano que vem”, diz Greenlees. “As empresas de tecnologia vieram para mudar a nossa economia e participar do mercado de capitais, e o investidor brasileiro se mostrou disposto aos múltiplos que essas empresas pedem.” Nos registros da CVM estão companhias como Bemobi Tech, Mobly, Westwing, Wine e Eletromídia.
Nas ofertas mais recentes, os bancos notaram um aumento gradual da fatia dos estrangeiros e veem uma participação mais equilibrada no ano que vem. “O investidor global se afastou e muito disso veio da volatilidade do câmbio. Com o real potencialmente se apreciando e o apetite a risco de emergentes voltando, entramos 2021 com a sensação de que o investidor estrangeiro está pronto”, diz Saraiva, do BofA. “Se de fato esse investidor internacional enxergar um superciclo de commodities pela frente, ele estala os dedos e o impacto de fluxo para ofertas será muito maior que o volume local.”
Eduardo Mendez, chefe de emissão de ações do Morgan Stanley no Brasil, também vê um cenário global benigno, considerando a busca por retornos num mundo de juros reais negativos. “O maior risco é doméstico, com questões fiscal e inflacionária, mas vemos uma evolução mesmo nas discussões em Brasília”, diz.
Ele ressalta que este ano também deixou algumas lições. “Vimos um excesso de oferta no terceiro e quatro trimestres, que não caberia no mercado mesmo se o estrangeiro estivesse presente. Falta braço no ‘buy-side’, aumenta a sensibilidade de preço, e inevitavelmente 15 a 20 ofertas serão priorizadas”, diz Mendez. “Por outro lado, o mercado de ações se provou muito eficiente para a captação de recursos das companhias na crise, como mecanismo defensivo.”
Com ou sem os estrangeiros, os investidores institucionais locais precisam continuar captando no ano que vem para manter o fôlego de compras de papéis. Mas os números da Anbima mostram que esse ritmo diminuiu e, em novembro, os fundos de ações tiveram mais resgates do que captações. “Se você não tem fluxo de entrada de dinheiro, precisa vender o que está em carteira para comprar papéis novos. A gente pode ver o gestor brasileiro ter que começar a girar mais o portfólio, mas isso é bem comum lá fora, não é que em outros mercados haja ‘inflow’ o tempo todo”, diz Cristiano Guimarães, chefe do banco de investimento Itaú BBA. Valor Econômico Leia mais em aesbe 16/12/2020
19 dezembro 2020
Aquisições no mercado de saúde se tornam oportunidade para clínicas, desde que preparadas
Grandes negociações anunciadas recentemente confirmam aquecimento dos últimos anos e consultora dá dicas de como estar no radar
Notícias recentes de aquisições e fusões de hospitais, clínicas e laboratórios confirmam o aquecimento no mercado de saúde verificado nos últimos cinco anos. O movimento pode se configurar em bons negócios para pequenos e médios empreendimentos médicos – desde que seus negócios estejam bem estruturados, o que exige cumprimento de uma série de quesitos.
No fim do último mês, por exemplo, o mercado tomou conhecimento da aquisição do Hospital de Olhos de Pernambuco (Hope) pelo Centro Brasileiro de Visão (CBV), pertencente ao fundo de private equity da plataforma digital de investimentos XP Inc. O próprio CBV tinha sido incorporado pela XP não fazia muito tempo – no final do ano passado.
Júlia Lázaro: "Clinicas estruturadas são o alvo dos compradores" Segundo a consultora Júlia Lázaro, sócia da Mitfokus, consultoria financeira especializada na área da saúde, as fusões e aquisições no mercado de saúde intensificaram-se no período da pandemia de Covid-19. “É um mercado que está aquecido, principalmente para os segmentos de laboratório de análises clínicas, oftalmologia e radiologia”, ressalta.
São atividades, explica a consultora, em que a interação médica é menor e a tecnologia está presente, o que permite ganhos de escala, atraindo o interesse de operadoras maiores ou fundos de investimento. Para “entrar no radar” dos grupos de aquisição, clínicas e laboratórios precisam investir em gestão, em governança e em softwares, orienta Júlia Lázaro.
Júlia Lázaro atuou na assessoria para um empresa de médio porte, viabilizando e concretizando as negociações. Ela cita que este caso foi um laboratório de diagnóstico da Grande São Paulo.
Por meio do serviço prestado através de um “valutation”, o laboratório de análise clínicas obteve um diagnóstico preciso de sua situação financeira, seu potencial de geração de receita, projeção do fluxo de caixa, margem de lucro, perfil do público atendido e análise da reputação (valor da marca) no mercado.
O nome e os valores das negociações são preservados, todavia, Júlia salienta que tanto o laboratório vendido quanto a empresa de capital aberto se surpreenderam com o valor creditado ao empreendimento e pelo qual foi comprado. “Primeiro se fez toda a avaliação, que não é apenas financeira – é financeira, mas especializada na área da saude. O passo seguinte foi a negociação com o interessado em adquirir”, resume a consultora.
Como Colocar Sua Clínica No Radar Dos Grandes Compradores
Júlia Lázaro enumera alguns quesitos, como orientação, que devem ser observados por clínicas e laboratórios interessados em se apresentar no mercado de fusões e aquisições. Em resumo, são os seguintes:
- Ter uma gestão profissional;
- Manter práticas de governança;
- Possuir softwares integrados;
- Formalizar processos no padrão denominado POP (Procedimentos Operacionais Padrão);
- Contar com certificação ONA (Organização Nacional de Acreditação);
- Estar com boa saúde financeira e tributária;
- Estar praparada para enfrentar Due Diligences dos investidores;
- Possuir uma gestão atualizada de contratos;
- Estar adequada à Lei Geral de Proteção de Dados;
- E a “cereja do bolo”: possuir uma boa e articulada carteira de convênios.
Os consultores que atuam na área de saúde Sandra Franco e Rafael Moraes avaliam a importância de cada etapa elencada. "Elas impactam diretamente no valuation da empresa, puxando-o para cima, mostrando ao investidor que, além do desenvolvimento do produto, a gestão da empresa é forte, transparente e com princípios e aplicações éticas no seu dia a dia para com seus colaboradores e terceiros".
Júlia Lázaro finaliza: "Fusões e aquisicoes podem ser oportunidades estratégicas para clínicas de pequeno e médio porte. No entanto, precisam estar estruturadas financeiramente. Se não estiverem preparadas, serão preteridas"... Leia mais em segs 18/12/2020
18 dezembro 2020
Fundo WE Ventures capta R$5 milhões para fomentar empreendedorismo feminino no país
O Fundo WE Ventures, que tem como foco o investimento em startups de tecnologia com faturamento mínimo anual de R$200 mil, lideradas por uma equipe feminina com pelo menos 20% de participação, anunciou a entrada da Porto Seguro com capital de R$ 5 milhões. Por meio do investimento no fundo, a seguradora brasileira irá direcionar recursos para startups com lideranças femininas e que atuam no segmento de seguros, saúde, soluções financeiras e serviços em geral.
O WE Ventures faz parte das iniciativas do Women Entrepreneurship (WE), programa desenvolvido pela Microsoft Participações em parceria com o Sebrae Nacional e M8 Partners, em associação com a Bertha Capital, que tem como objetivo incentivar o empreendedorismo feminino no país por meio de cursos de capacitação e investimentos para mulheres empreendedoras.
A parceria com a Porto Seguro integra o Mais WE, iniciativa que contempla uma série de investimentos recebidos pelo WE Ventures em diferentes áreas da economia como tecnologia, saúde, educação, seguros, jurídico e sustentabilidade. O Mais WE, por sua vez, é parte do plano Microsoft Mais Brasil, lançado pela empresa em outubro, que abrange iniciativas de apoio e compromisso com o desenvolvimento econômico sustentável do País, englobando programas de sustentabilidade, qualificação profissional e suporte para facilitar a busca por oportunidades de emprego.
“Estamos honrados em poder contar com a parceria da Porto Seguro para nos apoiar com o nosso compromisso de fomentar o empreendedorismo feminino no Brasil, um cenário que está começando a mudar, mas que ainda tem um bom caminho a percorrer para chegarmos a uma realidade ideal de igualdade de gênero. Diversidade e inclusão são pilares da cultura da Microsoft e esse projeto é uma de nossas ferramentas para promover mudanças significativas nessa frente”, afirma Franklin Luzes, vice-presidente de inovação, transformação e novos negócios da Microsoft Participações.
Até o momento, o WE Ventures já incorporou três parceiros estratégicos a sua rede de investidores cotistas âncora – Flex, Grupo Sabin e Multilaser – e pretende captar até R$ 100 milhões em cinco anos. “Em novembro de 2020, completamos um ano no mercado com diversas conquistas voltadas ao incentivo de mulheres empreendedoras em todo o país. O aporte da Porto Seguro no WE Ventures irá ajudar diversas startups lideradas por mulheres em determinados segmentos a terem oportunidades iguais de crescimento no competitivo mercado em que atuamos”, diz Marcella Ceva, head do WE Ventures.
“Estamos entusiasmados em poder colaborar com o empreendedorismo feminino e crescer ainda mais com essa experiência. Temos apetite para evoluir nos mercados de seguros, saúde, soluções financeiras e serviços em geral, e essa parceria é uma oportunidade que fortalecerá o nosso objetivo de integrar negócios e tomar decisões colocando o cliente no centro”, explica Marcelo Picanço, vice-presidente de seguros da Porto Seguro.
As startups interessadas podem se inscrever no processo seletivo do WE no link... Leia mais em startupi 18/12/2020
18 dezembro 2020
Pessoa física já tem R$ 386 bilhões em ações na B3 e testa gestores
Total em ações sob custódia na bolsa equivale a 77% do patrimônio de fundos de ações
Pessoa física tem R$ 386 bi em ações na B3
A poucos dias do fim de 2020, é possível afirmar com segurança que esse foi o ano da digitalização de tudo, em todas as frentes da sociedade, e também foi o ano da pessoa física na bolsa. O número de investidores que decidiu enveredar para o mercado de ações explodiu ... Leia mais em exame 18/12/2020
Ingresse anuncia aquisição do aplicativo de relacionamento Poppin
O aplicativo Poppin deixará de ser oferecido e funcionários passarão a fazer trabalhos da Ingresse; valor da transação não foi revelado.. Leia mais em revistapegn.globo 17/12/2020
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Poppin foi adquirido pela Ingresse
Estamos muito felizes em anunciar que o Poppin foi adquirido pela Ingresse, a maior plataforma de tecnologia para eventos e experiências ao vivo da América Latina! Depois de chegar à marca de mais de 700 mil usuários e se tornar um dos maiores aplicativos de relacionamento do Brasil, estamos muito felizes e honrados com esse movimento.
Para que possamos dar todo o foco ao nosso trabalho no Grupo Ingresse, decidimos em conjunto manter o app fora do ar. Agora, o time Poppin irá construir coisas incríveis na Ingresse, sempre buscando trazer as melhores experiências para o mundo dos eventos, algo que fazemos desde o nosso surgimento.
Aos nossos embaixadores, queremos deixar o mais sincero agradecimento por todo engajamento e dedicação. Não poderíamos ter escolhido pessoas melhores para representar nosso app. Vocês são sensacionais!.. Leia mais poppin 17/12/2020
Grupo A adquire startup Jaleko, “Netflix” da educação para médicos
As fusões e aquisições de startups não param. O ano de 2020 já registrou 143 transações, duas vezes mais que em 2019. Seguindo a tendência, nesta quinta-feira, 17, o Grupo A, de educação superior, anuncia ter adquirido a startup carioca Jaleko, que oferece educação continuada para médicos e estudantes de medicina. A transação foi feita por meio de trocas de ações da Artmed, empresa do grupo, com a startup — avaliada em 40 milhões de reais.
A edtech nasceu de um projeto de 2013 dos médicos Lucas Cottini e Guilherme Weigert que ajudava profissionais da área com provas e concursos. Em 2018, eles decidiram transformar o negócio em uma plataforma de educação contínua para médicos. A princípio, focaram nos estudantes, oferecendo reforço em vídeo para os conteúdos da grade curricular. Hoje, mais de 150.000 estudantes na América Latina usam seus produtos, além de universidades, como a UERJ e a Estácio.
Inovação abre um mundo de oportunidades para empresas dos mais variados setores. Veja como, no curso Inovação na Prática
A aproximação com o Grupo A aconteceu no final de 2019 e foi encarada pelos sócios da Jaleko como uma oportunidade de expansão do negócio. “Estamos no início da jornada, enquanto o Grupo A já atua em outras etapas da vida do médico. Para nós, essa aquisição é uma boa oportunidade de nos juntarmos a uma empresa robusta e com credibilidade no mercado”, diz o fundador Lucas Cottini.
O Grupo A, de Porto Alegre, no Rio Grande do Sul, atua há mais cinquenta anos no mercado editorial para educação superior. Entre os seus produtos, está o Secad Artmed, uma plataforma de educação remota que atende mais de 1 milhão de estudantes no país. Desde 2018, a companhia tem focado na digitalização do negócio e já adquiriu outras seis empresas de tecnologia.
“Faz parte da nossa estratégia olhar para o mercado em buscas de novas oportunidades com startups. As fusões e aquisições são boas formas de trazer pessoas talentosas e com alta capacidade de entrega”, diz Guilherme Dias, diretor da Artmed. Para ele, com a aquisição da Jaleko, a empresa vai conseguir acompanhar de forma mais completa a trajetória dos médicos, desde a faculdade até a carreira.
Com a aquisição, os sócios da Jaleko e a equipe de 60 pessoas da startup permanecem no negócio. A marca da edtech será mantida, assim como todos os seus produtos. Agora, as duas equipes estão trabalhando para identificar pontos de sinergia nos dois negócios e possíveis oportunidades conjuntas. A sede da Jaleko continua sendo no Rio de Janeiro.
O desafio agora, segundo os executivos, é posicionar bem a marca para conquistar mais espaço no mercado. Ao longo do ano, as startups de educação para saúde cresceram e atraíram investidores e grandes grupos. A Sanar, que atua em modelo similar ao da Jaleko, recebeu um aporte milionário em abril. Em novembro, a MedRoom, que oferece um software de realidade virtual para cursos de medicina, foi adquirida pela Ânima Educação. “Em um oceano cada vez mais vermelho, precisamos ter agilidade”, diz Dias. Fonte Exame.Leia mais em indicesbovespa 17/12/2020'
17 dezembro 2020
Santander vê dólar a R$ 4,60 em 2021 e diz que imunização é “crucial” para retomada da economia brasileira
O Santander elevou ainda a estimativa para o IPCA de 2021, saindo de 2,90% para 3,00%
A imunização da sociedade contra o coronavírus é “crucial” no processo de recuperação da economia brasileira, uma vez que tende a melhorar a confiança e aumentar a mobilidade, disse Ana Paula Vescovi, economista-chefe do Santander (SANB11) Brasil, ao comentar números, antecipados à Reuters, de revisão de cenário.
“Não adianta você, sem uma imunidade de rebanho e sem uma redução substancial dos índices de contágio, retirar regras de restrição à mobilidade. Isso geraria desconfiança, incerteza, insegurança”, disse Vescovi. “A questão da vacinação é fundamental nesses dois aspectos da recuperação da economia.”
Até o momento, o Santander tem classificado a retomada econômica como “gradual e heterogênea”, com os números reforçando perspectiva de “sólido” crescimento no quarto trimestre de 2020. Mesmo com a retirada do auxílio emergencial, programa para 2021, um “efeito mecânico” da reabertura da economia, sobretudo do setor de serviços, deve compensar a queda na massa salarial ampliada.
Com isso, o Santander melhorou as estimativas para o desempenho do PIB em 2020, para queda de 4,1%, ante taxa negativa de 4,8% prevista antes. Para 2021, o prognóstico de crescimento foi reduzido a 2,9% (de 3,4%) e em 2022 a atividade deverá crescer 2,5%, contra 2,6% estimado antes.
A inflação, cuja alta voltou a chamar atenção nos últimos meses, deve fechar 2020 em 4,50% (acima do centro da meta, de 4%), contra projeção anterior de 3,30%. Segundo Vescovi, a revisão se deu por choques em alimentos e na taxa de câmbio, que ainda se desvaloriza 21% ante o dólar em 2020, e pelo forte impacto da decisão da Aneel de revisar a bandeira tarifária em dezembro de 2020.
O Santander elevou ainda a estimativa para o IPCA de 2021, saindo de 2,90% para 3,00%, em meio à “força do choque (inflacionário) e à duração dele”. Para o IPCA 2022, o banco manteve estimativa em 3,20%. Em ambos os anos, a inflação ainda ficaria abaixo do centro da meta perseguida pelo BC: de 3,75% para 2021 e 3,50% para 2022.
O Santander revisou ainda as projeções para a trajetória da Selic, após um tom “menos acomodatício” da parte do Banco Central. A instituição privada passou a ver a Selic em 2,50% ao término de 2021, contra estimativa anterior de 2,00%, com duas altas de 0,25 ponto percentual a partir de outubro.
“O forward guidance (orientação futura do BC) deverá ser retirado a partir de março… mas se a gente perder a âncora de credibilidade de política fiscal a situação fica diferente”, disse Vescovi.
A economista avaliou que a trajetória da política fiscal ficará mais clara somente após a eleição dos presidentes do Congresso Nacional, em fevereiro.
Em seu cenário-base, a hipótese fundamental é o cumprimento do teto de gastos no médio prazo, apesar de dificuldades para sua execução em 2021. A projeção para o déficit primário consolidado de 2020 foi melhorada, saindo de 879 bilhões de reais para 770 bilhões de reais.
“Qualquer coisa que fuja das regras do TCU para o teto de gastos e que gere criação de novas despesas de caráter continuado tornaria a situação do lado fiscal mais difícil”, disse Vescovi, lembrando alerta do Tribunal de Contas da União (TCU) de que os chamados “restos a pagar” estarão sujeitos à regra do teto de gastos no próximo ano.
Do lado do câmbio, o Santander manteve projeção de que a moeda norte-americana fechará 2021 em 4,60 reais e 2022 em 4,15 reais, projeção abaixo do consenso de mercado. O dólar à vista estava em 5,0778 reais nesta quinta-feira.
“Levamos em conta cenário de retomada da economia global, volta do multilateralismo com Joe Biden (presidente eleito dos EUA), de que o Brexit vai passar e de que a guerra comercial não apenas não vai escalar, como vai perder alguns decibéis”, disse a economista, citando que essa combinação de fatores ajudaria na volta do fluxo estrangeiro ao Brasil.
Esse quadro, combinado com uma redução de riscos fiscais via comprometimento com o processo de consolidação fiscal e respeito ao teto constitucional de gastos, poderá reduzir os prêmios de ativos brasileiros em geral, levando o real a se fortalecer de forma “mais pronunciada”, avaliou o Santander.
“Mas se tivermos uma ‘derrapagem’ fiscal, poderemos ter uma depreciação bem acentuada do real. Temos um problema fiscal grave e, para não termos abortada essa recuperação que se inicia, precisamos ter sinais claros da classe política de sustentação ao cenário fiscal por meio de manutenção do teto e recuperação das reformas”, concluiu Vescovi... Leia mais em .moneytimes. 17/12/2020
17 dezembro 2020
Grupo DG Sênior recebe aporte de R$ 50 milhões e inicia licenciamento da marca
Empresa especializada em instituições de longa permanência para idosos projeta abertura de unidades em dez cidades ao longo de 2021. Demanda cresceu cerca de 60% nos últimos meses
A empresa familiar DG Sênior, que opera Instituições de Longa Permanência para Idosos (ILPIs) acaba de anunciar um aporte de R$ 15 milhões de um fundo de investimento, que deverá aportar mais R$ 35 milhões ao longo de 2021, para licenciar a marca. A DG Sênior não .. Leia mais em revistapegn 15/12/2020
Banco Central passa a ver menos crescimento em 2021 com lentidão na retomada do emprego e da normalidade
“Essa mudança embute elevação do carregamento estatístico após a revisão das projeções para 2020 e perspectiva de menores taxas trimestrais de variação do que previsto no Relatório de Inflação de setembro”, disse o BC
O Banco Central piorou levemente sua projeção para o Produto Interno Bruto (PIB) de 2021 a um crescimento de 3,8%, ressaltando que a revisão reflete expectativa de antecipação da recuperação esperada para este ano, além de uma retomada mais lenta no mercado de trabalho e na volta à normalidade após as restrições impostas pela pandemia do coronavírus.
A perspectiva, publicada no Relatório Trimestral de Inflação nesta quinta-feira, vem após alta de 3,9% calculada em setembro para o PIB do próximo ano.
O BC frisou, mais uma vez, que suas estimativas foram feitas sob “incerteza acima da usual sobre o ritmo de crescimento da economia“, sendo novamente condicionadas ao arrefecimento gradual da crise sanitária, à manutenção do regime fiscal e ao cenário de continuidade das reformas e ajustes necessários na economia brasileira.
“Essa mudança embute elevação do carregamento estatístico após a revisão das projeções para 2020 e perspectiva de menores taxas trimestrais de variação do que previsto no Relatório de Inflação de setembro”, disse o BC.
“Em parte, essa revisão reflete a antecipação da recuperação econômica esperada, ao menos para alguns setores e componentes da demanda, para o ano de 2020. Por outro lado, o menor crescimento trimestral também é consequência da recuperação mais lenta do mercado de trabalho e dos índices de mobilidade”, completou.
Para este ano, a autoridade monetária revisou sua estimativa a uma contração de 4,4%, melhora frente a uma queda de 5% vista anteriormente, movimento em linha com o que já vinha sendo promovido pelo mercado e pelo próprio governo.
Segundo a autoridade monetária, a revisão da série histórica do PIB, que produziu elevação das variações interanuais nos dois primeiros trimestres de 2020, aliada ao desempenho no terceiro trimestre ligeiramente melhor do que o antecipado, na mesma métrica, contribuíram para esse ajuste.
“No mesmo sentido, indicadores de frequência mais elevada sugerem continuidade da recuperação da atividade econômica no quarto trimestre”, disse o BC no relatório.
Em comparação, o Ministério da Economia prevê alta do PIB de 3,2% em 2021, após recuo de PIB de 4,5% este ano, no que será o pior desempenho histórico da economia brasileira, na esteira dos impactos do surto de Covid-19 sobre a atividade.
Já os economistas ouvidos pelo BC no mais recente boletim Focus projetam uma expansão da atividade de 3,50% no ano que vem e tombo de 4,41% neste.
Para este ano, o BC melhorou sua previsão para a agropecuária a uma alta de 2,3% (sobre 1,3% antes), ao mesmo tempo em que passou a ver uma queda menos intensa da indústria, de 3,6% (-4,7% antes), e do setor de serviços, com contração de 4,8% (-5,2% antes).
Pelo lado da demanda, o BC piorou suas contas para o consumo das famílias e do governo a quedas de 6% e 4,8% em 2020, contra recuos de 4,6% e 4,2% antes. Por outro lado, melhorou sua estimativa para investimentos a uma retração de 4,4% em 2020, frente a 6,6% antes
Quanto à política monetária, o BC reforçou a mensagem que já vinha ressaltando em suas últimas comunicações públicas.
Na semana passada, o BC manteve a Selic em sua mínima histórica de 2% ao ano pela terceira reunião consecutiva do Comitê de Política Monetária (Copom) e destacou que, em função do quadro inflacionário, as condições para seu compromisso de não elevar os juros básicos –via forward guidance– podem em breve não estar mais satisfeitas.
Apesar disso, o BC destacou que uma alta da Selic não seria um processo mecânico... Leia mais em moneytimes 16/112/2020
16 dezembro 2020
Wish cai mais de 15% em sua estreia na Bolsa de Valores de Nova York
O catálogo da loja disparou para mais de 150 milhões de itens e vende quase 2 milhões de itens por dia, segundo seu arquivo S-1.
A empresa dona da Wish, a ContextLogic, caiu mais de 15%, nesta quarta-feira (16), em sua primeira abertura na Bolsa de Valores após seu IPO. Com isso, a empresa de e-commerce tem uma avaliação de mercado de aproximadamente US$ 15 bilhões.
A ação (WISH) abriu a US$ 22,75 e fechou em baixa de US$ 20,05, tendo uma queda de 16,46% em relação ao seu preço inicial de IPO, de US$ 24.
A Wish fixou o preço de seu IPO em US$ 24 por ação, levantando US$ 1,1 bilhão, ficando avaliada em US$ 17 bilhões. Na sua última rodada de investimentos privados em 2019, quando a empresa levantou US$ 300 milhões, ela havia ficado avaliada em US$ 11 bilhões.
O Wish foi criado pelo ex-engenheiro do Google, Piotr Szulczewski. A plataforma de e-commerce se baseia em uma experiência de navegação visual personalizada, ao invés dos tradicionais hábitos de pesquisar e ir às compras através de uma barra de pesquisa.
O catálogo da loja disparou para mais de 150 milhões de itens, com vendas de quase 2 milhões de itens por dia, segundo seu arquivo S-1. A companhia teve uma receita de US$ 1,9 bilhão em 2019. *Com informações da Business Insider.., leia mais em seudinheiro 16/12/2020
16 dezembro 2020
Ibovespa está perto de bater novo recorde ainda em 2020 (cruze os dedos)
Expectativa: basta uma alta de 2,8% para Ibovespa cravar novo recorde
Demorou praticamente o ano inteiro, mas, finalmente, o Ibovespa deu um fio de esperança aos investidores com o fechamento desta terça-feira (15). Ao encerrar a sessão com alta de 1,34% e 116.148 pontos, a Bolsa brasileira passou a acumular alta, ainda que pequena, em 2020.
Agora, parte do mercado já enxerga que o principal índice da B3 tem fôlego para o impensável há algumas semanas: encerrar o ano cravando um recorde. A avaliação é de Maurício Camargo, analista gráfico da Ágora Investimentos.
No relatório de abertura de mercado de hoje (16), Camargo afirma que, ao romper a resistência dos 115 mil pontos, o Ibovespa abriu espaço “para a retomada do rali de alta de curto prazo, que tem próximos objetivos projetando em 117.500 pontos e 119.400 (topo histórico).”
Para chegar renovar o recorde, o Ibovespa precisa acumular uma alta de mais 2,8% até o último pregão do ano. Cruzem os dedos..Leia mais em moneytimes 16/12/2020




















