27 setembro 2020

Mercado de IPO nos EUA pode ter melhor ano da história

Volume de US$ 95 bilhões movimentados já ultrapassa o total de todos os anos - exceto 2014 - desde a bolha de tecnologia em 2000.

Muitas empresas estão enfrentando dificuldades e fechando as portas. Milhões de americanos estão sem trabalho. Mas o mercado de IPOs nos EUA está super aquecido e 2020 pode ser o maior ano de sua história... Leia mais em valoreconomico 27/09/2020






27 setembro 2020



Janela para IPOs segue aberta, mas candidatas ficam pelo caminho

A maior volatilidade do mercado com o aumento das preocupações em relação a uma segunda onda do covid-19 e questionamentos sobre a recuperação da economia em todo o mundo começou a deixar algumas candidatas a abertura de capital pelo caminho. No entanto a percepção, até aqui, é que a janela seguirá aberta, porém mais estreita. 

O banco BR Partners, que precificaria ontem sua oferta inicial de ações (IPO, na sigla em inglês), suspendeu sua operação, depois de ter decidido não reduzir o preço. Já a empresa de logística Hidrovias do Brasil, da gestora Pátria, conseguiu demanda no piso de sua faixa indicativa de preço. A Caixa Seguridade, que programava estrear em novembro, também postergou seus planos.”É muita oferta e não há dinheiro novo entrando no mercado”, comenta o gestor de um grande fundo de ações. 

No ano até aqui, a Bolsa brasileira já foi palco de mais de trinta ofertas de ações, sendo que metade foram ofertas iniciais (IPOs, na sigla em inglês), ano bastante movimentando para as estreias na B3. O volume das emissões, no total, passa de R$ 70 bilhões. 

Na fila para estrear há ainda mais 50 empresas, aproximadamente, sendo que mais de dez já estão na rua em ... Leia mais em estadao 24/09/2020





BofA vê mais sinergias de negócios para fusão entre Totvs e Linx

Fusão entre Totvs e Linx poderia ter um valor presente líquido de até R$ 3,8 bilhões; a Stone, no entanto, ainda é favorita no certame 

O Bank of America (BofA) publicou nesta sexta-feira, 25, o relatório que os executivos da Totvs pediram aos céus. Segundo a análise, as sinergias de uma possível junção de negócios para a aquisição da Linx seria maior em relação à Stone, competidora no certame. No caso, Totvs e Linx juntas poderiam ter um valor presente líquido de até R$ 3,8 bilhões. “Se os acionistas da Linx .. Leia mais em veja.abril 26/09/2020







26 setembro 2020

GoodRx: no IPO do remédio barato, não teve desconto

A GoodRx — uma healthtech que ajuda os consumidores a economizar na compra de remédios com prescrição — acaba de precificar sua oferta pública inicial em US$ 33, bem acima da faixa indicativa que ia de US$ US$ 24 a US$ 28.  

No pricing da oferta, a companhia foi avaliada em US$ 12,7 bilhões  — 4,5 vezes o valuation da última rodada privada em 2018.

Do total de US$ 1,1 bi levantado, a maior parte foi primária (US$ 773 milhões), mas uma parcela secundária deu saída parcial a alguns investidores. O SilverLake, que já tinha 35% do capital, também se comprometeu a comprar mais US$ 125 milhões num private placement ao preço do IPO. 

Fundada em 2011, a GoodRx coleta informações de mais de 70 mil farmácias americanas para monitorar e comparar os preços de medicamentos. 

Com base nisso, oferece cupons de desconto para a compra de remédios com prescrição, ganhando uma comissão dos chamados PBMs (pharmacy benefit managers) — empresas privadas que administram programas de remédios prescritos nos EUA. 

A startup também oferece um serviço de assinatura que dá descontos adicionais nos medicamentos, bem como o direito a consultas de telemedicina para tirar dúvidas com especialistas. 

As disparidades de preço dos medicamentos nos EUA são de cair o queixo. Hoje de manhã, o preço do atorvastatin — um genérico do remédio para o colesterol Lipitor — estava variando de US$ 19 na Costco até US$ 250 na Walgreens, segundo o site da GoodRx. (Com os cupons da startup, esses preços caem para US$ 8,25 e US$ 48,5, respectivamente. No último caso, um desconto de 70%.)

A oferta de remédios baratos fez com que a GoodRx virasse uma febre nos EUA. A companhia tem mais de 5 milhões de usuários ativos por mês e faturou US$ 388 milhões ano passado, um crescimento de 55%.

E o balanço mostra saúde: a empresa está no azul pelo menos desde 2016. No ano passado, teve um lucro líquido de US$ 66 milhões, com margem de 17%. 

A GoodRx foi fundada por Scott Marlett, um ex-funcionário do Facebook, e dois amigos, Trevor Bezdek e Doug Hirsch. Na época, os fundadores disseram que o objetivo da startup era replicar no mercado de medicamentos com prescrição o que os sites de comparação de preços fazem com produtos como carros e eletrônicos. 

“A saúde é provavelmente um dos poucos setores da economia onde raramente as pessoas perguntam o preço antes de comprar. Elas só querem melhorar,” Marlette disse ao LA Times em 2012. “Mas elas têm escolhas e se soubessem onde conseguir o remédio mais barato com certeza iriam lá.”

A GoodRx basicamente está arbitrando as disfuncionalidades da indústria farmacêutica e do Medicare, o programa de seguro de saúde administrado pelo governo e que é proibido por lei de negociar os preços de medicamentos com as indústrias. 

No prospecto do IPO, a startup reconhece que um dos maiores riscos para seu negócio é uma reforma no sistema de saúde americano, que poderia aumentar o acesso da população a remédios baratos.   ... Leia mais em Brazil Journal 23/09/2020



26 setembro 2020



5 anos de Cubo Itaú: confira a trajetória do hub de inovação até aqui

Em comemoração aos cinco anos do Cubo Itaú, o hub de inovação realizou mais uma vez o Cubo Conecta, evento que aproxima startups, investidores e grandes empresas. A abertura foi conduzida pelos co-heads do hub Renata Zanuto e Pedro Prates e contou com a participação de Ricardo Guerra, CTO do Itaú Unibanco, e Anderson Thees, managing partner da Redpoint eventures que, juntos, fizeram uma retrospectiva e falaram sobre o futuro da organização.

O espaço, que foi fundado em 2015 pelo Itaú Unibanco e pela Redpoint eventures, tem como objetivo de fomentar o ecossistema de inovação e startups aqui no Brasil.

Ricardo contou que a ideia de criar uma startup pelo Itaú foi bem desafiadora, mas que já havia uma intuição de que o projeto era uma oportunidade de investimento em empreendedorismo e, ao mesmo tempo, de aprendizado em relação a metodologias e novas tecnologias.

Ao longo dos anos, portanto, a intuição foi comprovada com o sucesso do hub de inovação e o impacto que ele levou ao ecossistema trazendo, também, frutos ao banco.

Para comprovar essa relevância, Renata compartilhou alguns números: em dois anos, o Cubo Itaú contava com mais de cinquenta startups, tinha sido responsável por mais de 1300 oportunidades de emprego geradas e já acumulava mais de 65 mil participantes de eventos organizados pelo espaço.

Anderson contou que a rapidez no crescimento e consolidação do hub nesses anos iniciais superaram as expectativas. “A gente viu que a gente acertou no projeto e a gente ocupou um cargo importante no ecossistema. Acabou resolvendo mais coisas que a gente imaginava originalmente”.

Isso os levou a pensar em como atender mais startups, mantenedores e o ecossistema como um todo em relação a conteúdo e educação. Assim, em 2018, com hipóteses e modelos de negócio confirmados, o Cubo viu a oportunidade de ampliar seu alcance e criou novos serviços para atender o ecossistema de startups.

No digital, o hub lançou uma plataforma de conexão entre talentos e startups que, atualmente, já conta com mais de 35 mil talentos em sua base, e uma plataforma de conexão de grandes empresas com desafios e startups que pudessem resolvê-los.

“A gente cresceu de forma digital e também cresceu de forma física. Passamos de um prédio que tinha seis andares e cabiam cinquenta startups para um prédio muito maior, de treze andares, também na Vila Olímpia. Ou seja, mudamos de patamar de fato e o ano de 2018 foi o ano de virada”, afirmou Pedro.

Esse novo momento do Cubo, permitiu que o hub chegasse em 2019 com mais de 350 startups no portfólio. Ao todo, essas empresas receberam mais de R$ 480 milhões de investimentos e tiveram um faturamento de  mais de R$ 540 milhões.

Já em 2020, o ano da transformação digital, Pedro contou que foi o momento de olhar para dentro, tomar decisões difíceis, repensar modelo de negócio e repensar como levar valor ao consumidor final.

Diante desse cenário, Renata destacou o espírito de superação entre os atores desse ecossistema. Das startups que compõem o portfólio do Cubo, 50% cresceram em receita, colaboradores e clientes. Em relação a faturamento, elas tiveram entre janeiro e agosto R$ 368 milhões e contaram com mais de R$ 257,7 milhões em investimentos no último ano.

Em relação aos próximos anos, Pedro contou que os aprendizados de 2020 vieram mostrar a importância da missão do Cubo Itaú. “Esse ano a gente começou a nossa transformação digital, mas ainda tem muita pela frente. A gente ainda vai agregar muita inteligência, muita conexão. A gente vai expandir e muito nossas conexões digitais também”, afirmou ele também em relação a nova tendência que é o modelo híbrido.

Anderson também acredita que os próximos anos devem vir acompanhados de um ciclo positivo, tanto para o ecossistema como para o Cubo Itaú. Para ele, a aceleração e adoção do mundo digital é o começo disso. “A gente não está sendo puxado para frente, a gente está sendo empurrado para o futuro. Todo mundo, até quem era mais reativo à adoção de tecnologias digitais, por conta da pandemia teve que aprender, está usando. Então acho que a gente vai dar um salto muito grande”.

Ricardo complementou dizendo que este é momento de investir para sair forte na frente e entender quais são as oportunidades que estão vindo. Ainda, sobre a transformação digital, ele destacou que em sua opinião as grandes empresas ainda não começaram esse processo de transformação de fato, restando, portanto, muito caminho para percorrer.

Ainda segundo ele, é importante que elas observem o modelo de trabalho das startups em questão de competição, colaboração, influência e cadeias de valor mais complexas para aprender a se adaptar e entregar mais valor ao consumidor a partir disso.

“Grandes empresas precisam aprender que o consumidor é mais forte que a indústria. De fato, para você continuar competindo e continuar trazendo valor para seus clientes, você precisa olhar para o lado, entender que tipo de associação você tem que fazer, que tipo de expansão da sua oferta de valor você tem que fazer, e aprender o tempo todo a evoluir e aprender o tempo todo a transformar”, destacou.

Com isso, ele encerrou com a previsão de mais crescimento, mais oportunidades e mais resultados positivos para os próximos cinco anos de Cubo Itaú. “Temos muita confiança de que a gente ainda vai se divertir muito, vai fazer muito negócio e vai aprender muito olhando para frente”. Janaina Dantas Leia mais em startupi 25/09/2020



Rappi recebe aporte de mais de US$ 300 milhões em rodada de investimento

O Rappi anunciou hoje que arrecadou mais de US$ 300 milhões em uma rodada que inclui fundos e contas assessorados pela T. Rowe Price Associates, além de outros investidores novos e atuais.

“É para nós uma grande satisfação trabalhar com este time de investidores que confia no nosso modelo de crescimento e acredita na nossa região e no papel que desempenhamos, dinamizando o comércio local e contribuindo ativamente para a recuperação econômica da América Latina. Essa rodada de investimentos nos permitirá continuar investindo no negócio, nos nossos parceiros e no futuro”, disse a empresa em comunicado.

Fundado em 2015, o Rappi é o primeiro superapp da América Latina, atualmente presente em nove países e em mais de 200 cidades. “Não há dúvida de que para nós, como para muitos outros, a covid trouxe desafios sem precedentes. Para superá-los, concentramos toda a nossa operação em garantir uma experiência segura para todo o nosso ecossistema e em encontrar maneiras de ajudar nossas comunidades a superar essa crise”, destacou.

O Rappi ainda reforçou que a pandemia trouxe custos e oportunidades, como iniciativas para apoiar os restaurantes e parceiros de negócios, entrega de refeições para profissionais de saúde, além de doações para instituições de caridade locais. “Temos nos concentrado em garantir que nossas operações sejam capazes de atender a esse aumento adicional da demanda e, o mais importante, em garantir um nível mais alto de segurança”, reforçou.

“Embora os desafios tenham sido grandes, estamos orgulhosos de poder atuar como um serviço essencial e contribuir com nossas comunidades, servindo como um salva-vidas de vendas para nossos parceiros de restaurante, criando um canal digital para pequenas empresas, fornecendo um meio para as pessoas ganharem dinheiro e permitindo que nossos clientes façam compras com segurança em sua loja favorita e em estabelecimentos locais”, finalizou a nota.

No ano passado, o Rappi recebeu um investimento de até US$ 1 bilhão do Softbank e do Softbank Vision Fund, um dos maiores aportes já feitos em uma empresa do setor na América Latina naquele momento... Leia mais em startupi 25/09/2020



Governo do Distrito Federal anuncia privatização de estatal de energia

O preço mínimo de venda é de R$ 1,424 bilhão. Esse valor foi calculado a partir de duas avaliações realizadas por consultorias independentes contratadas pelo BNDES

O governo do Distrito Federal anunciou neste sábado (26) a privatização da CEB (Companhia Energética de Brasília).

O conselho de administração da CEB aprovou a convocação de uma assembleia geral para chancelar a venda da empresa. O governo do Distrito Federal é o acionista majoritário da companhia.

O preço mínimo de venda é de R$ 1,424 bilhão. Esse valor foi calculado a partir de duas avaliações realizadas por consultorias independentes contratadas pelo BNDES (Banco do Desenvolvimento Econômico e Social).

A decisão foi comunicada aos acionistas e ao mercado em fato relevante divulgado pela companhia na tarde deste sábado. O documento é assinado pelo diretor administrativo-financeiro e de relações com investidores da empresa, Joel Antônio de Araújo.

Após deliberação da assembleia geral, as ações serão ofertadas em leilão organizado pela B3.

Em 2019, o grupo CEB obteve lucro líquido de R$ 119 milhões -um aumento de 32% em relação ao ano anterior.

O primeiro passo para a venda da companhia foi dado em 2019, quando o governador do Distrito Federal, contratou o BNDES para assessorar o processo.

Em fevereiro de 2020, Ibaneis declarou que a privatização da CEB é irreversível e prioridade do governo... Leia mais em jornaldebrasilia 25/09/2020




AES Tietê tem aprovação para aquisição de projetos eólicos da Casa dos Ventos

Procuradas, AES Tietê e Casa dos Ventos não responderam de imediato e pedidos de comentário 

A AES Tietê (TIET11) recebeu aprovação do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) para negócio que envolve a aquisição de projetos eólicos não operacionais do grupo Casa dos Ventos, mostraram documentos do órgão antitruste e despacho no Diário Oficial da União desta sexta-feira.

A transação, cujo valor não é informado, envolve a compra do complexo eólico Ventos de Santa Tereza, a ser instalado em Maracanaú, no Ceará, com capacidade de pelo menos 420 megawatts, segundo parecer do Cade.

O movimento ocorre à medida que a companhia fala em acelerar os planos de expansão no Brasil e segue-se ao anúncio, em agosto, da compra pela AES Tietê de parques eólicos em funcionamento da J. Malucelli no Rio Grande do Norte.

Procuradas, AES Tietê e Casa dos Ventos não responderam de imediato e pedidos de comentário.

O negócio foi fechado pela geradora da norte-americana AES no Brasil junto ao fundo de investimentos Salus, do Grupo Mario Araripe, que controla a desenvolvedora de projetos renováveis Casa dos Ventos.

“A operação faz parte da estratégia do Grupo AES de crescimento com ênfase no mercado de geração de energia por meio da matriz eólica, com um consequente ganho de escala e eficiência para o grupo AES”, disse a empresa ao órgão de defesa da concorrência.

Autorizada sem restrições, a transação envolve a totalidade dos direitos, bens, estudos, certificações, autorizações e obrigações relacionadas aos projetos de geração eólica, acrescentou o Cade.

O órgão estatal não apontou riscos ao ambiente concorrencial devido às baixas participações de mercado detidas pelas empresas...Leia mais em moneytimes 25/09/2020



Acordo entre famílias Odebrecht e Gradin encerra briga de 10 anos

A disputa começou em 2010, quando a Odebrecht exerceu uma opção de compra da fatia de 20% detida pela Graal Participações, da família Gradin

As famílias Odebrecht e Gradin chegaram nesta semana a um acordo que encerra uma das disputas societárias mais antigas e ruidosas do país. A disputa envolvia fatia de 20% detida pelos Gradin na Odbinv (Odebrecht Investimentos), holding controladora do grupo Odebrecht.

"Esta pacificação é significativa e fundamental, por encerrar conflitos de muitos anos e por permitir que essas empresas possam se concentrar nos seus negócios e operações", escreveu o presidente da Odebrecht S.A., Ruy Sampaio, em mensagem enviada por email às diretorias das companhias do grupo na quinta-feira (24), logo após a assinatura do acordo.

A disputa começou em 2010, quando a Odebrecht, então sob o comando de Marcelo Odebrecht, exerceu uma opção de compra da fatia de 20% detida pela Graal Participações, da família Gradin, na Odbvin.

Os Gradin não concordaram com os termos oferecidos e teve início uma disputa de uma década, que passou por câmaras de arbitragem e diversas instâncias do judiciário.

Na disputa, os Gradin chegaram a pedir R$ 12 bilhões pela sua participação. A Folha apurou, porém, que o acordo foi fechado por um valor próximo a R$ 6 bilhões, que deverão ser pagos no âmbito da recuperação judicial da Odebrecht, através de uma debênture de participação nos lucros com prazo de até 40 anos, como todos os demais créditos que fazem parte do processo de recuperação.

A transferência das ações dos Gradin à Odebrecht acontece imediatamente...Leia mais em folhape 25/09/2020





Petrobras inicia venda de Albacora e Albacora Leste, na Bacia de Campos

A Petrobras iniciou a etapa de divulgação da oportunidade (teaser) referente à venda da totalidade de suas participações nas concessões de Albacora e Albacora Leste, localizadas em águas profundas na Bacia de Campos. Essa operação está alinhada à estratégia de otimização de portfólio e melhoria de alocação do capital da companhia, passando a concentrar cada vez mais os seus recursos em águas profundas e ultra-profundas, onde a Petrobras tem demonstrado grande diferencial competitivo ao longo dos anos.

O campo de Albacora possui uma área de 455 km² e está situado na área norte da Bacia de Campos, em lâmina d'água que varia de 100 a 1.050 m, a uma distância de cerca de 110 km do Cabo de São Tomé, no litoral norte do estado do Rio de Janeiro. Em agosto de 2020, Albacora produziu 38,7 mil barris de óleo por dia e 716 mil m3/dia de gás. A Petrobras é operadora do campo com 100% de participação.

O campo de Albacora Leste possui uma área de 511,56 km² e está situado na área norte da Bacia de Campos, em lâmina d'água que varia de 1.000 a 2.150 m, a uma distância de cerca de 120 km do Cabo de São Tomé. Em agosto de 2020, Albacora Leste produziu 33,3 mil barris de óleo por dia e 707 mil m3/dia de gás. A Petrobras é operadora do campo com 90% de participação e os 10% restantes pertencem à Repsol Sinopec Brasil.

O teaser, que contém as principais informações sobre a oportunidade, bem como os critérios de elegibilidade para a seleção de potenciais participantes, está disponível no site da Petrobras: https://investidorpetrobras.com.br/pt/resultados‐e‐comunicados/teasers.

A presente divulgação está de acordo com as normas internas da Petrobras e com as disposições do procedimento especial de cessão de direitos de exploração, desenvolvimento e produção de petróleo, gás natural e outros hidrocarbonetos fluidos, previsto no Decreto 9.355/2018.

Em vídeo, o gerente executivo de Águas Profundas da Petrobras, Carlos Travassos, comenta o desinvestimento dos dois campos. Confira aqui... Leia mais em Petrobras 25/09/2020





Petrobras vende participação na Gás Local

A Petrobras assinou contratos com a White Martins Gases Industriais Ltda. (White Martins) englobando: (a) venda da participação de 40% da Petrobras na empresa GNL Gemini Comercialização e Logística de Gás Ltda (Gás Local); (b) acordo de encerramento de pendências societárias, de arbitragem e temas em discussão judicial referentes às operações da Gás Local; e (c) ajustes nas condições comerciais para o fornecimento de gás, pela Petrobras, na qualidade de consorciada do Consórcio Gemini, formado entre Petrobras, White Martins e a Gás Local, até o final de 2023.

O fechamento das transações está sujeito ao cumprimento de condições precedentes, tais como a aprovação pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica.

Essa operação está alinhada à estratégia de otimização do portfólio e à melhoria de alocação do capital da companhia, visando a maximização de valor para os seus acionistas.

Sobre a Gás Local

A Gás Local é uma companhia sediada no estado de São Paulo que atua no setor de distribuição e transporte de gás natural liquefeito, por meio de carretas criogênicas...Leia mais em Petrobras 25/09/2020



25 setembro 2020

Superintendência do Cade aprova operação entre Atlas Casablanca e Powertis

A Superintendência Geral do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) aprovou sem restrições o ato de concentração envolvendo a Atlas Casablanca Comercializadora de Energia Ltda. e a Powertis S.A. O despacho pela aprovação está publicado no Diário Oficial da União desta sexta-feira (25).

Segundo a descrição da operação constante do parecer do Cade, a transação consiste na aquisição pela Atlas Casablanca da totalidade do capital social das sociedades alvo, todas detidas integralmente pela Powertis. “Essas sociedades possuem projetos e, após a sua construção, atuarão na geração de energia a partir de usinas fotovoltaicas, localizadas em Minas Gerais, com previsão de início de suas operações em fevereiro de 2022 (Bloco 1) e janeiro de 2023 (Bloco 2)”, diz o parecer do Cade.

Na justificativa da operação, a Atlas Energia afirma acreditar que o mercado de geração de energia solar está em expansão no Brasil e a aquisição das sociedades alvo representa “uma boa oportunidade de investimento”. Já a Powertis afirma que a operação é uma oportunidade de arrecadar recursos para novos negócios.

A Atlas Casablanca atualmente é uma empresa não-operacional, subsidiária integral da Atlas Casablanca Holding, que detém um projeto para geração de energia solar em Minas Gerais. A Atlas Casablanca Holding integra o portfólio de empresas pertencente à Atlas Energia Renovável do Brasil S.A. (“Atlas Energia”).

A Powertis tem sede na Espanha e atua no desenvolvimento, estruturação, financiamento, construção e gerenciamento de parques fotovoltaicos na Europa e na América Latina. No Brasil, possui projetos em Minas Gerais e São Paulo para a geração e comercialização de energia solar. A Powertis é subsidiária integral da Soltec Power Holdings S.A, empresa especializadas na fabricação e execução de projetos de energia solar. Estadão Conteúdo leia mais em istoedinheiro 25/09/2020


 

25 setembro 2020



“Carteira de IPOs” de 2020 já acumula tombo de 48,2% (sem a Locaweb)

Fora da curva: Locaweb já subiu 235% desde o IPO (Imagem: Facebook/ Locaweb)

Se as ofertas públicas iniciais (IPOs, na sigla em inglês) realizadas neste ano fossem agrupadas em uma carteira de ações, o retrato seria desolador. Essa “carteira de IPOs” já acumula um tombo de 48,2% no ano, considerando-se o período entre 05 de fevereiro, quando a Mitre (MTRE3) inaugurou a temporada 2020, e esta quinta-feira (24).

É verdade que o mercado acionário, como um todo, acumula perdas, devido ao forte impacto econômico da pandemia de coronavírus. Mas o desempenho das estreantes na Bolsa, na média, está bem pior que o do Ibovespa. No intervalo citado, o principal índice da B3 (B3SA3) perdeu 15,8%, recuando dos 115.189 pontos para 97.012 pontos.

Até o momento, 12 empresas debutaram na Bolsa neste ano. A queda de 48,2% da “carteira de IPOs”, contudo, considera o desempenho de apenas 11. Isto porque a disparada das ações da Locaweb (LWSA3) poderia distorcer a amostra... Leia mais em moneytimes 25/09/20




Victory Square Technologies adquire fábrica brasileira para aumentar a produção de Teste Covid-19

Permite pesquisas adicionais e produção de até 4 milhões de unidades de teste adicionais por mês para Safetest seguindo as aprovações da ANVISA (Autoridade Sanitária Brasileira) que se aplicam apenas ao laboratório e instalação de produção

A Companhia já recebeu aprovações da ANVISA para a venda e distribuição de seu teste Safetest ELISA Covid-19 proprietário

Isso aumentará os testes de laboratório e a produção de produtos Safetest na América do Sul e globalmente

Victory Square Health Inc - uma empresa de portfólio da Victory Square Technologies Inc celebrou  contrato em 24 de setembro de 2020 para adquirir um laboratório certificado e uma unidade de produção em Minas Gerais, Brasil. Esta aquisição aumentará os testes laboratoriais e a produção de mais 4.000.000 unidades de teste por mês para o Safetest após as aprovações da ANVISA (Autoridade Sanitária Brasileira) que se aplicam ao laboratório e às instalações de produção. A Empresa já recebeu a aprovação da ANVISA para vender e distribuir seus testes ELISA Covid-19, conforme declarado no comunicado à imprensa anterior, de 8 de setembro de 2020....Leia mais em victorysquare 25/09/2020



Pixeon compra BoaConsulta e entra em telemedicina

Com a aquisição, empresa controlada pela Riverwood Capital passa a ter dados de 42 milhões de pacientes, realiza mais de 150 milhões de exames e consultas por ano e conta com seis mil clientes. O plano é criar também um marketplace de saúde

A Pixeon, healthtech controlada pelo fundo americano Riverwood Capital, está comprando o BoaConsulta e entrando com força na área de telemedicina.

O valor do negócio não foi revelado. A transação foi em dinheiro e troca de ações. Os atuais investidores do BoaConsulta, que são Koolen Partners, Performa Investimentos, Valor Capital e 500 Startups, vão agora ter uma participação na Pixeon.

“É uma ampliação da nossa estratégia”, disse Armando Buchina, CEO da Pixeon, ao NeoFeed. “Temos uma solução completa para clínicas, laboratórios e hospitais, mas agora estamos incluindo os pacientes nessa jornada.”

Com o negócio, a Pixeon consolida sua posição como uma das maiores healthtechs do Brasil. A companhia passa a ter uma base de dados com informações de 42 milhões de pessoas, mais de 150 milhões de exames e consultas por ano e seis mil clientes.

A BoaConsulta é dona de uma plataforma de agendamentos de consultas via site ou aplicativo, além de ter desenvolvido um sistema de gestão de clínicas de saúde. Com a pandemia, passou a oferecer uma solução de telemedicina.

A startup, que tinha levantado R$ 15 milhões desde sua fundação em 2012, diz que conta com mais de 1 milhão de pacientes cadastrados e mais de 58 mil especialistas. Até agora, foram feitos, via o aplicativo 1,5 milhão de agendamentos de consultas. Em agosto, a startup bateu o recorde de acesso em seu site, com quase 2 milhões de visitas.

Os fundadores da startup, Adriana Fontana, Octavio Domit e Victório Braccialli, permanecem na nova operação. Fontana será o head da área que será criada na Pixeon. Todos os 30 funcionários da BoaConsulta vão ser incorporados.

A estratégia da Pixeon será a B2B2C (business-to-business-to-consumer). A ideia é oferecer a solução para clientes corporativos (o business), como clínicas, hospitais e laboratórios. Estes, por sua vez, atendem o consumidor final, que podem ser os pacientes ou até mesmo médicos ou psicólogos.

A Pixeon planeja também criar um grande marketplace para conectar todas as pontas da área de saúde, integrando hospitais, clínicas médicas e laboratórios.

A BoaConsulta conta com 4 mil clientes. Em geral, são pequenas clínicas médicas. A Pixeon, ao contrário, tem penetração em empresas maiores, como a HapVida, Alliar e Hermes Pardini.

Essa não deve ser a única aquisição da Pixeon. Buchina diz que tem no seu pipeline mais quatro empresas que está avaliando.

Histórico

A Pixeon surgiu nos anos 1990, mas a sua configuração atual tomou forma em 2012, quando se uniu à Medical Systems.

Um ano depois, a Intel Capital e a Riverwood Capital investiram na companhia. O aporte, na ocasião, foi de R$ 30 milhões. Os recursos foram usados na compra de outras empresas, como LabLinc, MedicWare e Digitalmed.

O aporte ajudou também a companhia a se consolidar como uma empresa de soluções de tecnologia para todos os setores da saúde, de hospitais e laboratórios até centros de imagem e policlínicas.

Em 2017, a Riverwood Capital comprou o controle da companhia. A Intel Capital também saiu do negócio, sendo substituída pelo fundo Ória.

Roberto Ribeiro da Cruz, que era um dos fundadores e CEO da empresa, foi para a presidência do conselho de administração e tornou-se minoritário junto com os outros três fundadores. Em 2018, Buchina foi contratado com a missão de reestruturar a empresa.

Apesar da pandemia, a Pixeon mantém sua meta de faturar R$ 100 milhões em 2020... Leia mais em  NeoFeed 25/09/2020





Aquisição da Mostaert pela Elfa é aprovada pelo Cade

Outras empresas que atuam na área foram ouvidas e informaram que a operação não deverá dificultar atividades

A aquisição pela Elfa Medicamentos da totalidade das cotas do capital social da Mostaert, que presta atividades de armazenamento, estocagem e distribuição de medicamentos, foi aprovada pela Superintendência-Geral do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade)... Leia mais em valoreconomico 25/09/2020





Corrida ao IPO perde força entre empresas

Companhias começam a discutir redução do volume de papéis a ser vendido, mudança de cronograma e expectativa quanto a preço

A corrida para abrir o capital e levar novas empresas à bolsa desacelerou. O fato de os investidores estarem mais seletivos, o excesso de ofertas e a volatilidade do mercado, provocada por incertezas relacionadas à pandemia e ao desempenho da economia brasileira, estão entre as razões que explicam a perda de ritmo... Leia mais em valoreconomico 25/09/2020



Patrimar: construtora mineira conta com IPO para avançar na alta renda

Os donos da construtora mineira Patrimar Engenharia pretendem realizar ainda este ano um antigo sonho: listar as ações da companhia na bolsa de valores brasileira. Esse plano começou a ser traçado em 2006, mas só no dia 6 de agosto  o pedido foi enfim protocolado na Comissão de Valores Mobiliários (CVM).

A empresa é mais uma construtora na fila para fazer IPO (Oferta Inicial Pública) este ano.  Já escrevemos sobre essa onda de incorporadoras na bolsa e você pode ler mais sobre isso aqui.

A Patrimar atua nos segmentos de alto, médio e baixo padrão. Está em Minas, onde foi criada em 1963, mas também nos mercados do Rio e São Paulo.

A história da Patrimar

A empresa, fundada pelo engenheiro Murilo Martins, começou atuando nas áreas rodoferroviária e de construção de estruturas de concreto armado e se firmou no mercado pelo grande investimento em profissionais e equipamentos.

Com a consolidação na década de 1970, a empresa decidiu diversificar suas atividades. Assim, passou a realizar serviços de infraestrutura, saneamento, urbanização, construções prediais e obras industriais nas áreas privada e pública.

Na década de 1980 foi fundada, então, a M. Martins Empreendimentos Imobiliários Ltda., empresa do ramo de construções prediais, residenciais e comerciais. Essa foi a primeira denominação da Patrimar, marca atual que existe desde 1995.

Em 2000, a Patrimar criou a Novolar, para atender a classe média. Em 2019, houve uma reestruturação societária, por meio da qual a Novolar passou a ser uma subsidiária integral da Patrimar.

Em 2015, a família Martins Veiga concluiu a aquisição da integralidade do capital social da companhia, dando início a um longo ciclo de investimentos na profissionalização da gestão da empresa.

Hoje a Patrimar atua na área de incorporação, construção e comercialização de empreendimentos imobiliários em Belo Horizonte e Campinas com foco em alto padrão.

A companhia atua de forma diversificada nos segmentos comercial e residencial (atividade principal), com presença nos segmentos de alta renda (produtos de luxo e alto luxo) por meio da Patrimar. Mas também nos segmentos econômico e média renda por meio da  Novolar.

A empresa é hoje gerida pelas segundas e terceiras gerações da família Martins Veiga. O diretor presidente da empresa é o engenheiro Alexandre Araujo Elias Veiga, genro do fundador, Murilo Martins. Ele começou na empresa como estagiário e tornou-se diretor e sócio em 1986.

Números da empresa

A empresa teve lucro líquido de R$ 32,1 milhões no primeiro semestre de 2020. Ou seja, houve um aumento de 714% em relação ao mesmo período de 2019, quando registrou lucro de R$ 3,9 milhões.

O Ebtida da Patrimar alcançou R$ 39,1 milhões nos seis primeiros meses de 2020, ante R$ 7,1 milhões no primeiro semestre de 2019. No período, a receita operacional líquida foi de R$ 155,23 milhões contra R$ 75,41 milhões no mesmo período de 2019.

Já o ROE (retorno sobre patrimônio líquido) foi de 9,9% no primeiro semestre deste ano, contra 1,9% no mesmo período de 2019.

A companhia encerrou junho com uma dívida líquida de R$ 45,1 milhões. Porém, no fim de 2019, a dívida líquida era de R$ 18,3 milhões.

Em 2020, a empresa adquiriu quatro terrenos, com potencial de construção de 4.923 unidades e VGV potencial de R$2,3 bilhões.  

Leia mais em euqueroinvestir. 24/09/2020





Cade aprova compra de empresa em Osasco pela Riva, da Direcional

Superintendência considerou operação como substituição de agente econômico no município

A Superintendência-Geral do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) aprovou a compra de 100% das quotas do capital social da Osasco Equipamentos Imobiliários pela Riva, empresa que atua no setor de empreendimentos na área imobiliária, subsidiária da Direcional Engenharia.

A empresa de Osasco vendeu empreendimentos que se localizam nesse município da Grande São Paulo, com uma população de, aproximadamente, 700 mil habitantes.

“A operação pode ser tratada como uma substituição de agente econômico no município de Osasco”, apontou a Superintendência do Cade. “Portanto, a presente operação não gera sobreposição horizontal nem integração vertical visto que a aquisição pela Riva representa uma nova entrada desta empresa e do grupo Direcional no mercado de Osasco”, concluiu o órgão. fonte: Juliano Basile / Valor Leia mais em oestepaulistanoticias 24/09/2020





Pandemia afeta saúde de empresas e facilita fusões

O risco médio de falência aumentou nos primeiros dois trimestres do ano, segundo indica levantamento da Universidade Presbiteriana Mackenzie

Carlos Priolli, da Alvarez & Marsal: fusões crescem com recuperação judicial 

A piora da saúde financeira das empresas durante a pandemia tende a contribuir para um aumento de fusões e aquisições no Brasil no curto e no médio prazos.

O risco médio de falência aumentou nos primeiros dois trimestres do ano, segundo indica levantamento da Universidade Presbiteriana Mackenzie a partir de dados das 347 empresas públicas listadas na B3.

Além do real desvalorizado frente ao dólar e de taxas de juros baixas, uma leva de até 3 mil pedidos de recuperação judicial no período de 12 meses iniciado em março deve aquecer o mercado de fusões e aquisições, sustenta a Alvarez & Marsal (A&M).... Leia mais em valoreconomico 24/09/2020





Fusões e aquisições em Minas têm alta de 33%

Minas Gerais é o vice-líder em fusões e aquisições de empresas, com 33 (7%) operações desse tipo realizadas no segundo trimestre deste ano, ficando atrás apenas de São Paulo (290 transações, 61%) e à frente de Paraná (31 transações, 7%) Rio de Janeiro (27 transações, 6%), Rio Grande do Sul (16 transações, 3%), Pernambuco (15 transações, 3%). 

No compilado do primeiro semestre, Minas Gerais já soma 33 fusões e aquisições de empresas, número 33% maior que no mesmo intervalo do ano passado, quando foram registradas 27 operações.

Essas são algumas das conclusões de um levantamento exclusivo sobre operações de fusões e aquisições realizado pela KPMG. O conteúdo também revelou que os setores que mais se destacaram nessas transações de empresas em Minas Gerais foram Empresas de Internet e Educação.... Leia mais em diariodocomercio 25/09/2020



Melnick capta R$ 713,58 milhões em IPO

A incorporadora definiu o preço de R$ 8,50 por ação em sua oferta pública inicial; valor é o piso da faixa indicativa, que ia até R$ 12,50.

A incorporadora Melnick definiu o preço de R$ 8,50 por ação em sua oferta pública inicial(IPO). O valor é o piso da faixa indicativa, que ia até R$ 12,50. A captação da companhia totaliza R$ 713,58 milhões.

 A oferta base era apenas primária, de 73 milhões de ações, o que significa que R$ 620 milhões vão para o caixa da companhia...Leia mais em valoreconomico 25/09/2020







Por que empresas comuns têm comprado empresas de mídia?

Exame, Canaltech, Washington Post e revista Times. Apesar das diferenças editoriais e geográficas, hoje, elas são exemplos de um mesmo cenário: a aquisição de empresas midiáticas por empresas comuns. Recentemente, esse movimento tem chamado a atenção e provoca dúvidas sobre o que torna os veículos de comunicação tão atraentes. Elas querem vender mais publicidade, querem alcançar mais gente na internet para vender mais produto. E querem até ser mais influentes no mundo dos negócios.

Existem dois caminhos para isso. Um é criar um site do zero e formar uma audiência do zero. É possível? É. Só que leva tempo. Outro caminho é comprar um site que já tem um público fiel formado. Pronto: é aí que a mágica acontece. Foi assim que o banco BTG Pactual comprou a Exame, Magalu comprou o CanalTech e o dono da Amazon levou para casa o Washington Post. São negociações impensáveis anos atrás, mas que agora fazem todo o sentido.

A explicação para a necessidade de venda de três dessas empresas jornalísticas (Exame, Washington Post e Times) é simples, a redução do consumo de conteúdos impressos em todo o mundo, devido aos avanços da internet. É esse motivo também que torna os veículos de comunicação tão atraentes para empresas que já possuem forte atuação relacionada à tecnologia.

Apenas no Brasil, de acordo com levantamento realizado pelo jornal Poder360, com base em 10 dos principais jornais diários do País, os veículos impressos sofreram uma redução de 51,7% no número de consumidores entre 2014 e 2019. Em dezembro de 2014, tinham uma tiragem somada de 1,2 milhão de exemplares impressos e em outubro de 2019, o número foi de 588,6 mil.

Revista Exame. Em dezembro de 2019, a revista Exame foi vendida pelo Grupo Abril, como forma de reestruturação da empresa. A aquisição foi feita por meio de leilão, do qual apenas o banco BTG Pactual participou. Desde 2014, a editora vem reduzindo o volume de revistas e reestruturando o quadro de colaboradores e, em 2018, também foi vendida .

A compra se tornou uma oportunidade de reinventar a revista, que já teve mudança de identidade visual e de unidades de negócios, que agora contam com Exame Academy, Exame Research e Exame Experience. De acordo com matéria publicada pela Propmark, o CEO da Exame, Pedro Thompson, explica que apesar das mudanças, o foco continua no jornalismo.

“Estamos mudando muita coisa no sentido de experiência, com um site mais responsivo e principalmente um conteúdo que transmita sabedoria prática e não conteúdo demasiadamente filosófico ou intelectualizado, mas conteúdo prático de coisas que estão acontecendo em nossa rotina. Vamos falar muito de empreendedorismo, tecnologia, gestão, de negócios, carreira, lifestyle e macroeconomia”, aponta.

Washington Post e Times  O tradicional jornal impresso Washington Post foi comprado por Jeff Bezos, fundador da Amazon, em 2013. O novo comando da empresa teve o objetivo de levar conhecimento do mundo digital para o veículo jornalístico. De acordo com publicação da revista estadunidense Forbes, esse foi o ponto que motivou o fundador da Amazon. “Bezos tirou seu otimismo de um simples fato. A internet destruiu a maioria das vantagens que os jornais construíram. Mas ofereceu “um presente: distribuição global gratuita”, aponta a matéria.

Com o comando de Bezos, o jornal investiu em um sistema de assinaturas digitais, newsletters e aumentou o número de assinantes em mais de 145% em 2017. Esse número tornou a companhia eleita como uma das mais inovadoras do mundo em 2018.

Marc Benioff, cofundador da empresa Salesforce, uma das maiores empresas de software do mundo, também apresentou o mesmo otimismo com relação à revista Time, a qual adquiriu em 2018. Na época, ele revelou ao The Wall Street Journal que a compra era também um investimento “em uma empresa com um tremendo impacto no mundo, que também é um negócio incrivelmente forte”.

E o CanalTech?  O caso mais recente a nível nacional foi a compra do CanalTech e da InLoco Media (segmento da startup InLoco), feita pela Magalu. A empresa, que se destaca pela presença no varejo online e abordagens publicitárias, adquiriu o site de notícias sobre tecnologia e a agência em agosto.

A aquisição mostra um cenário diferente das demais, por tratar-se de um veículo já conhecido pela abordagem tecnológica. Ele marcou um momento de expansão da empresa para a publicidade digital, na qual estará presente por meio do Magalu Ads.

O principal objetivo, citado em comunicado da empresa, é a ampliação da audiência, que permitirá uma segmentação melhor dos conteúdos para os visitantes. “Com a aquisição do Canaltech, o Magalu passa a ter uma das maiores audiências da internet brasileira, com mais de 80 milhões de visitantes únicos mensais”, afirmou o diretor financeiro e de relação com investidores do Magalu, Roberto Bellissimo Rodrigues, no comunicado. Julia Renó.. Leia mais em  portal.comunique-se 25/09/2020





Loft adquire fintech de crédito imobiliário

A Loft, startup que facilita a compra, o financiamento, a troca, a reforma e a venda de imóveis, acaba de concluir a aquisição da Invest Mais, startup de crédito imobiliário que atua como ponte entre grandes bancos e parceiros – assessorias imobiliárias que atendem clientes tomadores de financiamento imobiliário.

A Invest Mais foi fundada em São Paulo em 2017. A empresa é um correspondente bancário especializado na aquisição e atendimento de clientes e também no desenvolvimento de um processo de documentação facilitado, que busca tirar a dor da burocracia de quem precisa de financiamento imobiliário.

A empresa adquirida origina atualmente algumas centenas de milhões de reais por meio de mais de mil financiamentos ao ano. Estas operações são provenientes dos mais de 300 parceiros entre corretoras e assessorias imobiliárias que, por intermédio da Invest Mais, podem oferecer ao consumidor final os produtos de crédito dos grandes bancos.

“Esta aquisição permitirá que a Loft expanda a oferta de financiamentos facilitados e sem burocracia para um volume maior de pessoas” , afirma Mate Pencz, fundador e co-CEO da Loft. “Vamos unir o conhecimento de mercado da Invest Mais com o nosso DNA de tecnologia para melhorar a experiência dos nossos clientes”, completa.

O volume agregado de financiamentos originados atualmente pela Loft e a Invest Mais é de mais de R$ 1 bilhão ao ano. O que significa que a aquisição resulta desde já no surgimento de um dos 5 maiores originadores de financiamento imobiliário do mercado secundário brasileiro.

Para Henrique Motta, que fundou a Invest Mais junto com Welliton Moura e depois se associou a  Andreas Yamagata, a união vai gerar facilidades para clientes e parceiros da Invest Mais: “será possível injetar na operação mais investimentos e conhecimento em tecnologia na direção de permitir que a concessão de crédito imobiliário fique ainda mais desburocratizada e amigável para o consumidor final”, afirma. Os fundadores da Invest Mais, assim como a equipe de cerca de 20 colaboradores da fintech, passam a partir de agora a integrar a Loft, mantendo o atendimento a suas imobiliárias e assessorias parceiras. O time Invest Mais seguirá atendendo seus parceiros e stakeholders de forma inalterada, com a aquisição... Leia mais em startupi 25/09/2020





6 fusões de empresas que não deram certo

Somar esforços, unir forças, trabalhar em equipe... são sempre atitudes positivas e que trarão resultados melhores, certo? Errado. Uma parceria mal planejada no mundo corporativo pode trazer graves consequências e até mesmo levar grandes companhias à falência. 

Em processos de fusão ou aquisição, é necessário avaliar uma série de fatores e fazer uma boa gestão de riscos antes de tomar a decisão final. Mesmo sabendo disso, grandes companhias já erraram feio e tiveram que pagar (bem caro!) por isso. Conheça 6 fusões de empresas que não deram certo:

1 Google e Motorola. Ao comprar a Motorola por US $ 12,5 bilhões em 2012, o Google esperava desenvolver celulares de primeira linha com seu sistema operacional Android.Mas tudo deu errado. Após a fusão, a Motorola lançou telefones medianos e o Google continuou atuando com a marca Nexus e fazendo parcerias com Samsung, Asus e LG, piorando ainda mais a situação da Motorola.

2 Microsoft e Nokia. Após ficar para trás no mercado de telefonia, a Microsoft achou que resolveria seus problemas comprando a Nokia, em 2014, por US$ 7,2 bilhões. O plano não funcionou e em 2 anos a Microsoft teve que demitir 7,8 mil funcionários de setor de telefonia. Pouco depois, a empresa desistiu desse mercado e acabou com o pouco que ainda existia da Nokia. 

3 Boeing e Embraer - Um acordo de 2018 previa a criação de uma empresa conjunta, a Boeing-Brasil Comercial, que, esperava-se, movimentaria cerca de US$ 150 milhões em 3 anos. O sonho foi por água abaixo em abril deste ano: as incertezas criadas pelo coronavírus fizeram a Boeing rescindir o acordo, com a alegação de que a Embraer não teria atendido às condições necessárias - a empresa brasileira defendeu-se dizendo que foram fabricadas ”falsas alegações” para quebrar a transação.

4 eBay and Skype Ao comprar o Skype em 2005 por US$ 2,6 bilhões, o eBay esperava melhorar a comunicação entre seus compradores e vendedores. O plano deu errado, já que os usuários do site não precisavam se comunicar de qualquer forma que não por e-mail.

5 HP and Compaq. As duas gigantes da computação do início dos anos 2000 decidiram se unir, em um negócio de US $ 25 bilhões, para lutar contra rivais cada vez mais fortes no mercado.  Porém a integração de duas empresas complexas e bem estabelecidas não deu certo: as linhas de produtos de ambas se sobrepunham e a Compaq foi descontinuada em 2013.

6 BMW and Rover - Em 1994, a BMW comprou 80% da Rover por US$ 1,43 bilhões, com o intuito de aumentar suas ofertas e revigorar a marca. Não deu certo devido às grandes diferenças de cultura entre as empresas e a BMW começou a vender os ativos comprados: em 2000, a marca Land Rover foi comprada pela Ford... Leia mais em  Yahoo Finanças 25/09/2020





24 setembro 2020

Gafisa segue na busca por fusão com Tecnisa

 Companhia contratou o Credit Suisse para dar início a uma “abordagem mais estruturada” aos acionistas da concorrente, fundada por Meyer Nigri

A Gafisa permanece firme em seu plano de fusão com a Tecnisa. Nesta semana, a companhia contratou o Credit Suisse para dar início a “abordagem mais estruturada” dos acionistas da Tecnisa, em busca de negociação amigável para a associação das duas incorporadoras, segundo o vice-presidente Finanças e Gestão da empresa, Ian Andrade. Mas, assim como na assembleia geral extraordinária (AGE) da Tecnisa realizada na semana passada, a Gafisa não estará presente no evento desta quinta-feira.

“Apesar de a Gafisa ser a segunda maior acionista da Tecnisa, não temos interesse em participar da assembleia. O assunto só vai avançar se for tratado amigavelmente”, disse Andrade ao Valor. O executivo preferiu não estimar que parcela dos participantes da AGE tende a votar a favor dos temas propostos pela Gafisa, como a elevação de 20% para 30% do limite para que o mecanismo de dispersão acionária (“poison pill”) seja disparado. “O mapeamento não está muito claro. O percentual oscila muito”, diz o vice-presidente da Gafisa.

Companhia contratou o Credit Suisse para iniciar uma “abordagem mais estruturada” aos acionistas da Tecnisa

Segundo fonte, a companhia fundada por Meyer Nigri tem expectativa de que a mesma base de acionistas que votou com o controlador, na AGE anterior, seja mantida. Procurado pelo Valor, o presidente da Tecnisa, Joseph Nigri, preferiu não se manifestar. Na assembleia da semana passada, na qual compareceram 45% dos acionistas da Tecnisa, 98% dos presentes rejeitaram a continuidade dos estudos para potencial integração de negócios com a Gafisa.

“Era de se esperar. O acordo de um voto único estava preparado”, diz o vice-presidente da Gafisa, ressaltando que menos de 50% dos acionistas da Tecnisa participaram da AGE. Na semana passada, 44% do total de acionistas da Tecnisa - incluindo os 33% que firmaram acordo de voto - se mostraram alinhados com a administração da companhia, a qual considera não haver sinergia na integração que foi proposta pela concorrente.

A família Nigri - controladora da Tecnisa - tem fatia de cerca de 26%. Por meio do fundo Bergamo, a Gafisa tem 5,3% de participação na Tecnisa. Já o investidor Nelson Tanure participa da Gafisa por meio de fundos geridos pela Planner Asset Managment, a qual tem fatia de 30,3% dessa companhia.

Outra proposta a ser votada, na AGE desta quinta-feira, será a de aumento de capital da Tecnisa no valor de até R$ 500 milhões. Na avaliação de Andrade, a Tecnisa precisa da capitalização para ter crescimento sustentável e “surfar no próximo ciclo do mercado imobiliário”.

“Até por sermos conhecedores do negócio, sabemos que um ciclo relevante de crescimento precisa de capital para investimentos em terrenos e início dos projetos”, diz o vice-presidente da Gafisa, acrescentando que parte dos recursos captados pela Tecnisa na oferta de ações subsequente (“follow-on”) de 2019 foi direcionada ao pagamento de dívidas.

Na avaliação de Andrade, o caixa da Tecnisa é “suficiente para pagar dívidas e manter a empresa flutuando”. “Mas para que haja crescimento relevante, é preciso um reforço”, diz o executivo da Gafisa. Questionado sobre isso, o presidente da Tecnisa limitou-se a responder que “o tempo dirá”. No fim de junho, a Tecnisa tinha caixa de R$ 287 milhões. A companhia já divulgou que continua comprando terrenos e que tem estoque de áreas necessário para os lançamentos do próximo ano.

Para o executivo da Gafisa, a reestruturação financeira pela qual passou a Tecnisa poderia ter sido mais ampla. “A reestruturação está associada à diminuição de custos e despesas, mas também são necessários direcionamento estratégico e revisitação de cultura, comportamento e posturas”, diz Andrade.

Perguntado sobre qual será a postura da Gafisa se suas propostas não forem aprovadas pelos acionistas da Tecnisa, Andrade respondeu que a companhia irá “mapear alternativas” e que o interesse na associação das duas está mantido. “O que vai nos fazer parar é se a negociação com a Tecnisa não for amigável”, diz o vice-presidente da Gafisa. Segundo ele, a união entre as duas empresas é “muito importante para o setor”. “Em conjunto, podemos ser muito mais fortes e tradicionais do que já somos”, afirma.  ... Valor econômico leia mais em abecip 24/09/2020



24 setembro 2020



Caixa Seguridade pede à CVM interrupção do processo de IPO

Segundo fonte próxima à operação, o aumento da volatilidade no mercado local, a piora nos casos de covid-19 na Europa e a aproximação das eleições americanas levaram ao adiamento

A Caixa Seguridade informou nesta quinta-feira que, “em razão da atual conjuntura do mercado”, sua controladora, a Caixa Econômica Federal, decidiu enviar à Comissão de Valores Mobiliários (CVM) um pedido de interrupção da análise da documentação sobre sua oferta pública inicial de ações (IPO, na sigla em inglês).

A Caixa Seguridade não dá mais detalhes, afirmando apenas que “comunicará oportunamente ao mercado qualquer evolução dos assuntos relacionados à potencial oferta”.

Segundo fonte próxima à operação, o aumento da volatilidade no mercado local, a piora nos casos de covid-19 na Europa e a aproximação das eleições americanas levaram ao adiamento. A companhia se preparava para ir a mercado no fim de março quando a pandemia atrapalhou os planos. Esta é a segunda vez em que a operação é suspensa.

Nas últimas semanas, a Caixa já planejava uma redução no tamanho da oferta — que originalmente era estimada num patamar entre R$ 12 bilhões e R$ 15 bilhões com a venda de um terço da companhia.... Leia mais em yahoo 24/09/2020;




Rede D’Or propõe a acionistas IPO na B3 com listagem no Novo Mercado

A Rede D’Or São Luiz propõe aos acionistas que decidam em Assembleia Geral Extraordinária (AGE) sobre a possível oferta inicial de ações (IPO, na sigla em inglês) da empresa na B3, e também sobre reformulações em seu estatuto social para que ele passe a atender aos requisitos do Novo Mercado, segmento de maiores exigências corporativas da Bolsa, no qual a companhia pretende pedir listagem. O encontro será realizado em 9 de outubro.

Dentro das etapas necessárias para a listagem, a empresa do setor de saúde propõe aos acionistas a conversão de categoria B para categoria A em seu registro de emissor junto à Comissão de Valores Mobiliários (CVM). Os acionistas deliberarão, em seguida, a respeito da proposta de pedido de IPO da empresa.

Com relação ao estatuto social, seriam alteradas as competências da Assembleia Geral de acionistas, assim como o número de membros que poderão compor seu Conselho de Administração. Haveria ainda alterações como a do prazo dos mandatos dos conselheiros.

Em agosto, após notícias na imprensa nacional de que a Rede D’Or preparava um IPO de até R$ 15 bilhões, a companhia afirmou que avaliava alternativas de captação de recursos, sem especificar quais. A proposta para a AGE de outubro publicada hoje não revela possíveis valores a serem captados. Estadão Conteúdo.. Leia mais em istoedinheiro 24/09/2020 





Venda dos Correios pode levantar R$ 15 bilhões em 2021, diz Fabio Faria

O projeto para a privatização da estatal está em fase de finalização e será encaminhado ao Congresso até o fim do ano

O projeto que abre caminho para a privatização dos Correios está em fase de finalização no Ministério das Comunicações e será encaminhado ao Congresso até o fim do ano, disse o ministro das Comunicações, Fabio Faria, em entrevista em seu gabinete.

Segundo ele, a venda dos serviços postais brasileiros tem potencial de atrair mais de dez empresas e poderia render cerca de R$ 15 bilhões aos cofres públicos.

Apesar de não andar tão rápido como esperava o ministro da Economia, Paulo Guedes, o BNDES já está trabalhando na modelagem da privatização, após selecionar no mês passado o consórcio responsável pelos estudos técnicos. Um novo programa de demissões incentivadas para reduzir custos também está sendo considerado para tornar a estatal mais atraente para o setor privado... Leia mais em infomoney 25/09/2020





Esta startup que coloca empresas em mapas online já vale R$ 5 milhões

A HubLocal captou um aporte de R$ 600 mil. 

 O aporte avaliou a startup em R$ 5 milhões. O principal objetivo com os recursos é aprimorar a máquina de vendas e expandir a HubLocal pelo Brasil. Até o final de 2021, o empreendimento espera alcançar 1.000 pontos de venda assinantes.... Leia mais em revistapegn 24/09/2020



Aplicativo de exercícios que utiliza Inteligência Artificial recebe aporte de US$ 25 milhões e mira expansão global

O Freeletics, aplicativo de exercícios físicos e estilo de vida com uso de Inteligência Artificial, anunciou hoje a captação de US$ 25 milhões em série B. Liderada pela Jazz Venture Partners e pela Causeway Media Partners, baseadas nos EUA, a última rodada também contou com o apoio do Grupo KKCG. Os fundos serão usados para desenvolver novas tecnologias, expandir a presença global da empresa e construir novos negócios verticais.

“Estamos muito felizes com nosso êxito e com o apoio de nossa comunidade nos últimos meses e anos. Com nossa trajetória atual e forte eficiência de crescimento, este financiamento nos levará à próxima etapa de nossa jornada, fortalecendo grandes inovações de produtos e nossa expansão global”, pontua Daniel Sobhani, CEO do Freeletics. “Agora, mais do que nunca, com os efeitos da covid-19, é crucial fornecermos a solução mais holística e personalizada que pudermos para ajudar as pessoas a se tornarem suas melhores versões fisicamente, mentalmente e emocionalmente”, completa.

Já um nome conhecido de aplicativos fitness na Europa, hoje o Freeletics conta com 48 milhões de usuários em mais de 160 países. Além disso, está a caminho de dobrar sua receita de novos clientes este ano e tem estabelecido uma presença mais forte no mercado latinoamericano. No Brasil, o aplicativo tem mais de três milhões de usuários registrados.

Nos últimos 18 meses, a empresa introduziu o aprimoramento de produtos, como coaching de mentalidade com cursos em áudios educacionais e conscientes, exercícios de corrida inovadores, integrações com Apple Watch e Spotify e opções de treinos pessoais mais flexíveis e personalizáveis para atender às necessidades dos usuários; dobrou o número de assinantes, superando 600 mil pagantes; triplicou o número de usuários ativos diários ano após ano, além de registrar mais de 200 milhões de treinos concluídos dentro do aplicativo.

“Embora seja um player relativamente novo na América Latina, o Freeletics é líder global em exercícios físicos em casa e acreditamos que esse mercado está perfeitamente posicionado para continuar a liderar a indústria no futuro pós-covid-19”, afirma o investidor e líder John Spinale, sócio-gerente da Jazz Venture Partners. “Sua oferta de treino digital hiper personalizado não é apenas baseada na tecnologia de IA mais avançada do setor, mas também tem uma abordagem completamente holística para a mudança de comportamento a longo prazo. Diante de diversos conceitos de streaming de fitness não personalizados, o Freeletics oferece um treinador pessoal sofisticado e adaptável para cada aspecto de desempenho e bem-estar – seja mental ou físico. Esta é uma indicação promissora do que ainda está por vir”, completa.

“Apesar do sucesso significativo do usuário que já observamos, estamos apenas no início de um novo paradigma da indústria”, comenta Sobhani. “Nossa visão no Freeletics é fornecer uma experiência de mudança de vida em grande escala, proporcionando aos nossos usuários uma mudança de comportamento de longo prazo, buscada por pessoas que estão iniciando um novo regime de condicionamento físico. Para conseguir isso, temos que pensar de forma não convencional e dar grandes passos, expandindo para mais mercados e introduzindo novos mercados verticais. Os próximos anos serão definitivamente muito interessantes para a indústria”, conclui... Leia mais em startupi 24/09/2020





IPO da Hidrovias do Brasil movimenta R$3,4 bi

Acionistas da Hidrovias do Brasil levantaram 3,4 bilhões de reais em uma oferta pública inicial de ações (IPO, na sigla em inglês), de acordo com dados disponíveis na Comissão de Valores Mobiliários (CVM).

A empresa de logística precificou suas ações a 7,56 reais cada, no piso de sua faixa estimada de preço.

Os acionistas da Hidrovias do Brasil incluem fundos de private equity administrados pelo Patria Investimentos, o BNDES e a International Finance Corporation do Banco Mundial.

Os bancos de investimento Bank of America, Itaú BBA, Santander Brasil, Morgan Stanley, BTG Pactual, Citi e Credit Suisse são os coordenadores da oferta. Reuters .. Leia mais em mixvale 24/09/2020






CPFL e Equatorial avaliam compra da CEB

Venda da distribuidora de Brasília será feita por meio de leilão e expectativa é que ocorra ainda neste ano

Os grupos CPFL e Equatorial são os potenciais compradores mais engajados no processo de venda da distribuidora de energia da Companhia Energética de Brasília (CEB -D) até o momento, apurou o Valor. A venda, modelada pelo BNDES, será feita por meio de leilão e a expectativa é que ocorra ainda neste ano. 

Outros grupos de energia também avaliam o ativo, segundo duas fontes... Leia mais em valoreconomico 24/09/2020





Positivo Servers & Solutions é o novo nome da Accept

A Positivo Servers & Solutions é a atual nome da Accept. A empresa, que faz parte da Positivo Tecnologia desde 2018, mantém os princípios e diferenciais de mercado que tornaram a Accept referência em servidores no Brasil. A evolução do nome Accept para Positivo Servers & Solutions reflete a sinergia bem-sucedida das duas empresas, destaca o principal negócio e reforça a amplitude do portfólio de soluções.

A Accept tornou-se Positivo Servers & Solutions em setembro de 2020. A empresa continua apoiando os desafios tecnológicos de clientes corporativos, instituições de ensino e entidades governamentais. A Positivo Servers & Solutions mantém alianças estratégicas com outras empresas provedoras de soluções tecnológicas como Supermicro, Intel, Mellanox, Microsoft e NVDIA. Essas parcerias, assim como a integração com a Positivo Tecnologia, permitem com que a Positivo Servers & Solutions ofereça às empresas e instituições as mais inovadoras opções de servidores corporativos, mini PCs e soluções em computação de alto desempenho.

Nesta atual fase da empresa, Silvio Campos, CEO da Positivo Servers & Solutions, afirma que a solidez dos negócios, comprometimento das equipes, além da agilidade e personalização do atendimento continuam sendo os diferenciais da empresa. “A amplitude do nosso portfólio e a flexibilidade para desenvolver soluções personalizadas permanecem com adição de novas vantagens adicionais. Ganhamos escalabilidade, estrutura e opções no portfólio para atender ainda mais às necessidades de nossos clientes”, complementa Silvio.

A Positivo Servers & Solutions tem a missão de impulsionar com tecnologia os negócios de clientes, parceiros e canais de venda. “Queremos contribuir com o crescimento da tecnologia da informação do mercado brasileiro. Seguimos com a mesma excelência no fornecimento de soluções de ponta, suporte, garantia e pós-venda qualificado para nossos clientes”, afirma Willian de Araújo, fundador da então Accept e COO (Chief Operating Officer) da Positivo Servers & Solutions.... Leia mais em positivoservers. 24/09/2020




Itaúsa planeja ir às compras e comprar negócios de até R$ 2 bilhões, diz Setubal

Empresas brasileiras, com direção familiar, são o alvo do executivo, que quer ampliar o portfólio da holding para 10 a 12 empresas

Alfredo Setubal, presidente da Itaúsa (ITAS4; ITAS3), holding brasileira que controla as marcas Itaú Unibanco (ITUB4; ITUB3) Alpargatas (ALPA4), Duratex (DTEX3) e NTS, disse nesta quarta-feira (22) que a empresa tem planos de aumentar seu portfólio com mais companhias nacionais nós próximos cinco anos e que, para isso, possui um tíquete médio de investimento de até R$ 2 bilhões para cada negócio.

Ainda segundo o executivo, a holding está em busca de diversificação e pretende ter entre 10 e 12 companhias em sua carteira em um período de três ou quatro anos. Setubal disse que a Itaúsa possui baixo nível de endividamento e uma grande capacidade de alavancagem, por isso faz sentido para a empresa realizar novos investimentos.

“Temos sido bem seletivos na procura desses investimentos e buscado atuar de maneira muito forte e disciplinada. Procuramos investimentos de cerca de R$ 1,5 bilhão a R$ 2 bilhão, de maneira que possamos interferir na gestão dessas companhias e criar valor para elas”, disse Setubal, em evento anual da holding, que foi aberto ao público.

De acordo com o presidente, o alvo das aquisições são empresas brasileiras, já que um controle maior sobre as estrangeiras poderia exigir um investimento muito elevado.

“Eu entendo que para o Brasil, um investimento de R$ 2 bilhões é bastante relevante. Mas US$ 400 mi é um tíquete pequeno para ter participação relevante em empresas no exterior”, explicou Setubal sobre a preferencia da holding em empresas nacionais... Leia mais em infomoney 24/09/2020





Startup de compra de imóveis EmCasa recebe aporte de R$ 20 mi

Com os novos recursos, a empresa carioca planeja expandir seu serviço para mais bairros em São Paulo e no Rio de Janeiro

A startup de compra e venda de imóveis EmCasa anuncia nesta quinta-feira, 24, que recebeu um aporte de R$ 20 milhões, com participação dos fundos Monashees, NBV, Pear Ventures, Caravela e também do MELI Fund, do Mercado Livre. Com os novos recursos, a empresa carioca planeja expandir seu serviço para mais bairros de São Paulo e Rio de Janeiro, além de sofisticar sua tecnologia de recomendação de imóveis baseada em algoritmos.

Fundada em 2018, a EmCasa é dona de uma plataforma que conecta compradores e vendedores de imóveis. A startup usa tecnologia para entender o perfil do cliente, oferece uma ferramenta de visitas digitais em 3D, e também permite a aprovação de crédito online, com parceria com os principais bancos do País.

"Trabalhamos com recursos tecnológicos mas os processos também têm assessoria de especialistas de vendas contratados pela EmCasa. Fazemos essa mistura entre o mundo digital e o offline", diz o engenheiro Gustavo Vaz, presidente executivo da EmCasa. A equipe de vendas é inclusive uma das apostas da empresa para se destacar no mercado de compra e venda de imóveis, que já tem grandes nomes como Loft e QuintoAndar, duas startups que já atingiram a avaliação de US$ 1 bilhão.

A EmCasa atua hoje em 20 bairros no Rio de Janeiro e em 60 locais em São Paulo. Segundo a empresa, a plataforma fecha em média 50 transações por mês — o que resulta no valor de R$ 30 milhões transacionados mensalmente. "Em vez de crescer a qualquer custo, nos últimos dois anos temos focado em bairros específicos, para amadurecer nosso produto e investir em tecnologia", afirma Vaz.

O modelo de negócio da startup é baseado em comissões sobre os negócios fechados (cerca de 5%, dependendo do local). O novo cheque é o terceiro aporte levantado pela empresa: anteriormente, a EmCasa já havia levantado R$ 28 milhões em investimentos de fundos como Monashees, Maya Capital e Canary.

Expansão

Agora, com o aporte, a startup vai inicialmente expandir sua operação para outros bairros em São Paulo, principalmente na Zona Norte e na Zona Sul. Para o segundo semestre de 2021, a EmCasa pretende levar seu serviço para outras cidades — estão no radar locais como Belo Horizonte, Brasília e Salvador.

Durante a pandemia, a empresa sentiu impacto no começo da quarentena, mas já percebe sinais de retomada. "A pandemia foi extremamente dinâmica no mercado imobiliário. Em um primeiro momento, vimos parte dos clientes segurando a compra de imóveis. A partir de junho, porém, com o cenário menos incerto, voltamos a registrar crescimento", diz o presidente executivo da startup.

A empresa afirma que, antes da pandemia, transacionava R$ 20 milhões por mês na plataforma, número que chegou a R$ 30 milhões nos últimos meses. "Soluções digitais da EmCasa, como o tour virtual e a recomendação de imóveis personalizada para visitas mais assertivas, tornaram-se necessidade", afirma Vaz. A startup tem 100 funcionários hoje e pretende expandir sua equipe para 150 pessoas até o final do ano..  . Leia mais em terra 24/09/2020





Airtable levanta US$ 185 milhões para investir em low code e automação

Companhia é famosa por sua solução que cria planilhas amigáveis utilizando a base de dados incluída pelos usuários

A Airtable, cloud startup e plataforma sem código, anunciou uma rodada de financiamento Série D que conseguiu captar US$ 185 milhões. A rodada, liderada pela Thrive Capital, colocou a empresa em uma avaliação pós-dinheiro de US$ 2,5 bilhões. Com isso, a Airtable, que afirma ter agora 200.000 empresas usando seu serviço, arrecadou um total de cerca de US$ 350 milhões desde 2013, de acordo com o site TechCrunch. Os clientes atuais incluem Netflix, HBO, Condé Nast Entertainment, TIME, cidade de Los Angeles, MIT Media Lab e IBM.

A Thrive Capital liderou a rodada, com financiamento adicional dos investidores existentes Benchmark, Coatue, Caffeinated Capital e CRV, bem como do novo investidor D1 Capital.

Com isso, a empresa anunciou que está lançando uma de suas maiores atualizações de recursos. A atualização começa a ser executada na visão geral da plataforma da empresa, que vai além de seus recursos atuais sem código, e traz ferramentas para o serviço, mais recursos de baixo código, bem como novos automação e gerenciame.. Leia mais em computerworld 23/09/2020





Este ‘one-stop shop’ dos pedreiros é pau pra toda obra

A Juntos Somos Mais — a joint venture da Votorantim Cimentos, Gerdau e Tigre — acaba de comprar 100% do capital da Triider, um marketplace de serviços de Porto Alegre que conecta pedreiros a pessoas precisando fazer uma obra.

Criada há dois anos com o carveout do programa de fidelidade da Votorantim Cimentos, a Juntos Somos Mais tem como acionistas a própria Votorantim (45% do capital), Gerdau e Tigre (com 27,5% cada). 

A JV opera dois negócios complementares: um programa de fidelidade que atende mais de 80 mil pequenos varejistas de materiais de construção e 370 mil profissionais de obras; e um marketplace B2B, que vende mais de 20 mil produtos e fez um GMV de R$ 6,5 bilhões nos últimos 12 meses. 

Com a compra da Triider, o plano da Juntos Somos Mais é criar o ‘one-stop shop’ dos pedreiros, integrando os dois marketplaces e criando um aplicativo onde esses profissionais possam achar tudo que precisam. 

Na plataforma, os pedreiros poderão encontrar seu próximo cliente, comprar os materiais para a obra e, no futuro, alugar ferramentas, fazer cursos de capacitação e até usar serviços financeiros.  

Fundada há quatro anos, a Triider opera em 10 cidades oferecendo mais de 50 serviços na plataforma, 92% deles ligados à área de obras e reformas. É o maior marketplace do gênero.

“A principal dor dos profissionais de obra é encontrar o próximo trabalho: muitos terminam um serviço e ficam meses ociosos,” Antonio Serrano, CEO da Juntos, disse ao Brazil Journal. “Do outro lado, a experiência do consumidor é muito ruim, baseada em indicações de amigos para se encontrar um pedreiro. A Triider resolve esses dois problemas.”

O plano da Juntos é investir R$ 50 milhões nos próximos cinco anos para expandir nacionalmente a plataforma.

A Juntos atua num mercado que movimenta mais de R$ 225 bilhões por ano no Brasil, dos quais R$ 4,6 bilhões vem dos profissionais de obras (pedreiros, encanadores e eletricistas). O setor ainda é extremamente pulverizado: quase 90% das lojas de materiais de construção são PMEs. 

Segundo Serrano, a Juntos vem mais que dobrando de tamanho a cada ano e já está em negociação para comprar outras duas startups ainda este ano. 

A empresa também está em conversas iniciais com fundos de private equity para um aporte de até R$ 300 milhões.

“Temos acionistas muito grandes e capitalizados, mas queremos trazer um investidor estratégico para ajudar na governança e acelerar a jornada de rápida criação de valor,” diz o CEO.... Leia mais em Brazil Journal 24/09/2020





23 setembro 2020

Operações de M&A competitivas refletem liquidez e busca por consolidação

Ao longo dos últimos meses se tornaram comuns disputas na aquisição de companhias, algo que era raramente visto no mercado brasileiro. Apenas nos meses de pandemia de covid-19, houve concorrência para a compra da fatia do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) na AES Tietê, "briga" entre Stone e Totvs pela Linx e, agora, a disputa para quem vai ficar com a Laureate, dona de universidades como Anhembi Morumbi e FMU, que a cada dia atrai mais um proponente.

Uma das razões por trás deste movimento é o fato de um grupo de empresas estarem muito capitalizadas, como reflexo de um mercado bastante líquido, fruto de trilhões de dólares que foram injetados nas economias por medidas de estímulo dos Bancos Centrais em todo o mundo, especialmente o Fed, o BC dos Estados Unidos. "Quanto mais disponibilidade de liquidez, mais veremos M&As. Algumas das ofertas foram para levantar recursos para irem às compras", comenta o executivo de um banco de investimento. A Stone, que ofereceu mais de R$ 6 bilhões para comprar a empresa de tecnologia Linx, por exemplo, fez uma oferta subsequente (follow on) na Nasdaq e levantou US$ 1,495 bilhão, deixando o arsenal pronto para a aquisição.

Outro é o BTG Pactual, que está acelerando o crescimento de sua plataforma digital e está mirando aquisições. Recentemente colocou mais de R$ 1 bilhão em caixa também em uma oferta de ações na B3.

Com recursos em mãos, o BTG foi um dos players na disputa pela aquisição da corretora Easynvest, que acabou ficando com o Nubank. Além do BTG, tentaram a aquisição a PagSeguro e o Mercado Livre, apurou o Broadcast.

De olho na Laureate, há muitos interessados, como a .. Leia mais em estadao 18/09/2020



23 setembro 2020