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22 dezembro 2020

Grupo Pardini tem 20 alvos de fusão e aquisição

Oito deles já estão em estágio avançado de negociação, segundo diretor financeiro Camilo de Lelis

O diretor financeiro do grupo Pardini, Camilo de Lelis, disse nesta terça-feira, em evento da companhia para investidores, que a empresa dona da rede de medicina diagnóstica Hermes Pardini tem 20 alvos de fusão e aquisição no horizonte, sendo oito deles em estágio avançado de negociação... Leia mais em valoreconomico 22/12/2020



22 dezembro 2020



Aberturas de capital quebram recordes em 2020, ano de retomada das IPOs

O ano de 2020 ficará marcado como o da retomada dos IPOs. Foram 28 aberturas de capital entre janeiro e dezembro

O ano de 2020 ficará marcado como o da retomada dos IPOs (oferta pública de ações, na sigla em inglês). Foram realizadas 28 aberturas de capital entre janeiro e dezembro, que movimentaram R$ 177 bilhões. 

O recorde anterior foi registrado em 2007, quando 64 empresas estrearam na Bolsa de Valores de São Paulo. Naquele ano, porém, a captação foi bem menor (R$ 55 bilhões). 

Chama atenção a variedade dos setores ingressantes na B3. Em 2020, uma varejista de produtos para animais (Petz), um brechó on-line (Enjoei) e uma rede de estacionamentos (Estapar), entre diversos outros empreendimentos, começaram a negociar ações, um sinal evidente do novo dinamismo do universo empresarial brasileiro. 

A rede D’Or, maior grupo hospitar  privado do Brasil, foi a campeã em valores movimentados. Sua operação levantou R$ 11,4 bilhões, à frente da rede de supermercados  Grupo Mateus (R$ 4,6 bilhões) e da companhia de logística portuária Hidrovias do Brasil (R$ 3,4 bilhões).. Leia mais em estadodeminas 22/12/2020









19 dezembro 2020

Aquisições no mercado de saúde se tornam oportunidade para clínicas, desde que preparadas


Grandes negociações anunciadas recentemente confirmam aquecimento dos últimos anos e consultora dá dicas de como estar no radar

Notícias recentes de aquisições e fusões de hospitais, clínicas e laboratórios confirmam o aquecimento no mercado de saúde verificado nos últimos cinco anos. O movimento pode se configurar em bons negócios para pequenos e médios empreendimentos médicos – desde que seus negócios estejam bem estruturados, o que exige cumprimento de uma série de quesitos.

No fim do último mês, por exemplo, o mercado tomou conhecimento da aquisição do Hospital de Olhos de Pernambuco (Hope) pelo Centro Brasileiro de Visão (CBV), pertencente ao fundo de private equity da plataforma digital de investimentos XP Inc. O próprio CBV tinha sido incorporado pela XP não fazia muito tempo – no final do ano passado.

Júlia Lázaro: "Clinicas estruturadas são o alvo dos compradores" Segundo a consultora Júlia Lázaro, sócia da Mitfokus, consultoria financeira especializada na área da saúde, as fusões e aquisições no mercado de saúde intensificaram-se no período da pandemia de Covid-19. “É um mercado que está aquecido, principalmente para os segmentos de laboratório de análises clínicas, oftalmologia e radiologia”, ressalta.

São atividades, explica a consultora, em que a interação médica é menor e a tecnologia está presente, o que permite ganhos de escala, atraindo o interesse de operadoras maiores ou fundos de investimento. Para “entrar no radar” dos grupos de aquisição, clínicas e laboratórios precisam investir em gestão, em governança e em softwares, orienta Júlia Lázaro.

Júlia Lázaro atuou na assessoria para um empresa de médio porte, viabilizando e concretizando as negociações. Ela cita que este caso foi um laboratório de diagnóstico da Grande São Paulo.

Por meio do serviço prestado através de um “valutation”, o laboratório de análise clínicas obteve um diagnóstico preciso de sua situação financeira, seu potencial de geração de receita, projeção do fluxo de caixa, margem de lucro, perfil do público atendido e análise da reputação (valor da marca) no mercado.

O nome e os valores das negociações são preservados, todavia, Júlia salienta que tanto o laboratório vendido quanto a empresa de capital aberto se surpreenderam com o valor creditado ao empreendimento e pelo qual foi comprado. “Primeiro se fez toda a avaliação, que não é apenas financeira – é financeira, mas especializada na área da saude. O passo seguinte foi a negociação com o interessado em adquirir”, resume a consultora.

Como Colocar Sua Clínica No Radar Dos Grandes Compradores

Júlia Lázaro enumera alguns quesitos, como orientação, que devem ser observados por clínicas e laboratórios interessados em se apresentar no mercado de fusões e aquisições. Em resumo, são os seguintes:

  • Ter uma gestão profissional;
  • Manter práticas de governança;
  • Possuir softwares integrados;
  • Formalizar processos no padrão denominado POP (Procedimentos Operacionais Padrão);
  • Contar com certificação ONA (Organização Nacional de Acreditação);
  • Estar com boa saúde financeira e tributária;
  • Estar praparada para enfrentar Due Diligences dos investidores;
  • Possuir uma gestão atualizada de contratos;
  • Estar adequada à Lei Geral de Proteção de Dados;
  • E a “cereja do bolo”: possuir uma boa e articulada carteira de convênios.

Os consultores que atuam na área de saúde Sandra Franco e Rafael Moraes avaliam a importância de cada etapa elencada. "Elas impactam diretamente no valuation da empresa, puxando-o para cima, mostrando ao investidor que, além do desenvolvimento do produto, a gestão da empresa é forte, transparente e com princípios e aplicações éticas no seu dia a dia para com seus colaboradores e terceiros".

Júlia Lázaro finaliza: "Fusões e aquisicoes podem ser oportunidades estratégicas para clínicas de pequeno e médio porte. No entanto, precisam estar estruturadas financeiramente. Se não estiverem preparadas, serão preteridas"... Leia mais em segs 18/12/2020


19 dezembro 2020



12 dezembro 2020

Fusão e aquisição frente à pandemia da Covid-19

Não é novidade que com a pandemia vários setores da economia foram afetados e precisaram passar por mudanças. Entre elas, podemos citar alguns como por exemplo, o fortalecimento do e-commerce, o home office e o setor de entretenimento investindo em shows online (lives). Nas operações de M&A não foi diferente.

A M&A é uma sigla, em inglês, que significa Mergers and Acquisitions (fusão e aquisição), caracterizada como operações societárias, de compra e venda de empresas. Quando ocorre a fusão, uma empresa se incorpora à outra, já na aquisição, a empresa compra outra empresa, ou seja, toma posse.

Empresas que se submetem a esse tipo de operação, geralmente, buscam diversificar investimentos e obter novos ganhos. Além disso, este tipo de negociação colabora para redução de concorrência. Mas, é importante frisar a mudança que a fusão ou aquisição podem ocasionar na forma de trabalho, por isso, deve ser feita com muito cuidado e responsabilidade.

Essas negociações são capazes de trazer retorno financeiro mais rápido em comparação com uma empresa. Na fusão ocorre a criação de uma nova empresa, já na aquisição, uma das empresas envolvidas se mantém, nessa lógica, a fusão é uma permuta de ações e a aquisição, o pagamento ocorre por meio de ações, títulos ou dinheiro. Logo, as chances de crescimento dos envolvidos são maiores.

O M&A para se consolidar passa por alguns processos, tais como; estratégias, preparação/ ato preparatório (definir interesses dos envolvidos), due diligente (auditoria), reorganização societária, negociação contratual (LOI), contrato principal/ acordo de acionistas e o fechamento formal de todo processo.

No Brasil, o M&A cresceu nos últimos anos, porém, assim como em todo mundo, com a chegada da pandemia do novo coronavírus houve cancelamento e também paralisação de transações. Como foi o caso da Outback e Laureate. Mesmo em meio ao contexto de incertezas outras instituições decidiram arriscar e manter as negociações, a Oi e a Petrobras são bons exemplos.

De acordo com dados da Refinitiv, a quantidade de fusões e aquisições cresceu 46% no terceiro trimestre em relação ao mesmo período de 2019, para 12,5 bilhões de dólares. Mesmo com esse aumento, as transações acumulam queda de 38% no ano. Isso tudo em função de acordos que enxugaram no início de 2020.

Vale a pena lembrar que empresas concorrentes nem sempre são competidoras durante seu tempo de existência. A fusão pode até ser complexa na prática, vai depender do tipo das empresas envolvidas no processo — e de seu tamanho. Ainda assim, as fusões se mantêm crescendo no mercado brasileiro e internacional, por conta das suas vantagens.

Dessa forma, pós pandemia, a M&A pode ser uma boa alternativa para evitar que muitas empresas fechem as portas. E em paralelo a isso, promover a recuperação e o crescimento econômico a nível mundial.

Para o próximo ano, a expectativa é que ocorram muitas oportunidades de fusões e aquisições de empresas no Brasil. Que assim seja! Amanda Lima, advogada do escritório Bastos Freire Advocacia Leia mais em segs 11/12/2020



12 dezembro 2020