27 fevereiro 2020

XP lidera rodada de aporte de R$ 380 mi na startup Vai.Car

Startup de aluguel de veículos tem motoristas de aplicativos como principais clientes; BMG, BTG Pactual e Bossa Nova Investimentos também entraram na rodada

A startup de aluguel de veículos Vai.Car anunciou nesta quarta-feira ter captado uma rodada de investimentos de R$ 380 milhões. Liderado pela XP Investimentos, o aporte também teve participação dos bancos BMG e BTG Pactual (este, por meio de sua área de inovação Boostlab), bem como do fundo de investimentos Bossa Nova. Segundo a empresa informou em comunicado, a expectativa é de usar os recursos para acelerar sua expansão.

Em nota, a empresa afirmou que pretende ampliar sua frota para 25 mil veículos em até 18 meses. Em setembro do ano passado, a empresa já havia adquirido 800 unidades do Ford Ka Sedan, em operação que girou em torno de R$ 30 milhões. “Nossa proposta é simplificar o aluguel de carros e possibilitar maior acesso pela primeira vez a esse serviço”, afirmou JP Galvão, fundador da Vai.Car ... Leia mais em link.estadao. 27/02/2020

27 fevereiro 2020



Incorporadora You Inc se prepara para listar ações na B3

A incorporadora You Inc afirmou nesta quinta-feira que está se preparando para realizar uma oferta inicial de ações (IPO, na sigla em inglês).

Em comunicado enviado à Comissão de Valores Mobiliários (CVM), no qual anunciou a troca de seu auditor independente, a companhia afirmou que “tendo em vista que está se preparando para uma potencial oferta pública de distribuição de ações ordinárias (…) deseja se assegurar que não haverá atrasos na divulgação do primeiro formulário ITR após a realização do IPO”.

Criada em 2009 por , a You afirma ter construído mais de 8 mil unidades lançadas em 56 empreendimentos, totalizando um Valor Geral de Vendas (VGV) de quatro bilhões de reais.

A incorporadora se concentra no mercado de imóveis residenciais verticais compactos na capital paulista. Seu fundador, Abrão Muszkat, atual presidente, é ex-sócio de outra construtora, a Even.

O anúncio da Inc acontece em meio a uma corrida de empresas do setor imobiliário ao mercado de capitais para financiar seus planos de expansão. Na semana passada, a Cury, a Pacaembu e a incorporadora One Innovation, fundada pela família Goldfarb, pediram registro para IPO na bolsa paulista. Na semana anterior, a construtora Canopus, com sede em Belo Horizonte, havia revelou planos para se listar na bolsa.

No começo do mês, a Mitre, também de São Paulo, estreou no pregão da B3 com um IPO de 1,2 bilhão de reais, o primeiro do setor em uma década, refletindo os sinais de recuperação do setor imobiliário no país, apoiada em parte pelo juro básico na mínima histórica de 4,25% ao ano. (Por Aluísio Alves) Reeuters Leia mais em mixvale 27/20/2020



Petrobras inicia processo para vender participação de 51% na Gaspetro

Em 2019, o volume total de gás distribuído pela Gaspetro foi de 29 milhões metros cúbicos/dia

A Petrobras (PETR3;PETR4) iniciou o processo de venda de toda a sua fatia de 51% na Gaspetro, holding com participação societária em diversas companhias distribuidoras de gás natural do país, informou a companhia em fato relevante ao mercado nesta quinta-feira.

Petrobras inicia teste de produção no reservatório de Farfan, na Bacia Sergipe-Alagoas
Petrobras fecha em queda de 10% com petróleo recuando e temores com coronavírus
Nessa fase a empresa publica documento, com as principais informações sobre a oferta, bem como os critérios de elegibilidade para a seleção de potenciais participantes.

Em 2019, o volume total de gás distribuído pela Gaspetro foi de 29 milhões metros cúbicos/dia, atendendo cerca de 500 mil clientes, por meio de uma rede de distribuição de mais de 10 mil quilômetros de gasodutos.

Os demais 49% da Gaspetro pertencem à japonesa Mitsui.

A busca pela venda da Gaspetro está em linha com os atuais planos da Petrobras de se desfazer de ativos considerados não essenciais, para reduzir sua dívida e focar em atividades de alta rentabilidade, essencialmente na produção de óleo e gás no pré-sal.

A empresa também tem um compromisso com o órgão antitruste Cade para vender sua participação na Gaspetro até o fim de 2021.... Leia mais em moneytimes 27/02/2020



Bayer concorda com nova revisão sobre aquisição da Monsanto

A Bayer concordou com uma nova revisão sobre a compra da Monsanto, companhia norte-americana do setor de biotecnologia, sementes e defensivos adquirida em junho de 2018, afirmou a empresa alemã nesta quinta-feira, 27. Segundo comunicado, a Bayer vai permitir que um especialista independente revise suas regras e examine os seus principais negócios. Os resultados serão publicados em seu site no fim de março.

A revisão vai incluir, ainda, uma análise da avaliação da Bayer sobre os riscos da compra da Monsanto, após acionistas apontarem como excessivamente arriscados, tendo em vista que a aquisição mergulhou a Bayer em uma série de batalhas legais sobre a produção do defensivo Roundup, feito à base de glifosato.

+ Presidente do conselho da Bayer deixará posto antes de fim do mandato
+ Bayer diz que recorrerá de decisão que determinou indenização a produtor dos EUA

Os autores das ações alegam que o glifosato seja causador de câncer. A medida representa um esforço da farmacêutica alemã para apaziguar os investidores antes da reunião de acionistas, em abril.

Até o momento, é esperado que a empresa avance na resolução dos processos legais.

O presidente-executivo da Bayer, Werner Baumann, reiterou que a empresa fechará um acordo apenas se puder trazer uma “conclusão razoável” para toda a batalha legal, o que significa que também deve incluir uma solução para evitar ações judiciais contra a Bayer no futuro.

“Vamos buscar os três recursos em todas as instâncias judiciais, se necessário”, disse Baumann em comunicado.

As concessões ocorrem um dia após a empresa química e farmacêutica divulgar que o presidente, Werner Wenning, deixará o cargo antes do planejado, sendo substituído por Norbert Winkeljohann a partir de abril.... Leia mais em istoedinheiro 27/02/2020



Fusão e aquisição de empresas são apostas para 2020

Empresas que desejam crescer e expandir a atuação em seu setor têm um caminho natural a seguir: apostar na aquisição e fusão com outras companhias. A estratégia já é consolidada no cenário econômico e, mesmo com instabilidade financeira em todo o mundo, segue em alta para 2020.

É o que aponta pesquisa conduzida pelas empresas Baker Tilly International e Mergermarket. Mais da metade dos executivos entrevistados (54%) preveem aumento nos negócios de fusões e aquisições em 2020. O Brasil, mesmo em gradual recuperação econômica, é o décimo mercado com mais oportunidades no levantamento.

Adquirir ou se fundir a uma empresa é a forma mais segura e eficiente de expandir a operação para outros nichos de sua área. Isso porque a transação permite que a compradora tenha acesso a produtos e serviços da adquirida, além de expandir sua carteira de clientes e rede de fornecedores.

Além disso, em um movimento de transformação digital, é uma forma de combinar tecnologias e unidades de negócios a fim de desenvolver soluções mais completas para o mercado. Além, é claro, de atuar em novas áreas e segmentos, expandindo a possibilidade de oportunidades de negócio.

Adtail NewBlue, Semantix e CoreBiz são três exemplos de empresas brasileiras que apostaram em fusões e aquisições no início de 2020 para expandir as participações no mercado neste ano. Confira:

Adtail e NewBlue anunciam fusão no mercado digital
Pertencentes à holding DBG (Digital Branding Group) e especializadas em serviços digitais orientados à performance e à inteligência de dados, as duas agências anunciaram a fusão de suas operações. A nova empresa assina o nome Adtail NewBlue e o objetivo é expandir a participação no mercado, atendendo a clientes de todo o país.

Agora, têm em seu portfólio mais de 80 clientes, aproximadamente 90 colaboradores bem como escritórios em Porto Alegre (RS) e em São Paulo (SP). Adriana Campos, responsável pela Adtail, assume como CEO. O posicionamento da nova empresa segue com dois pilares: performance e estratégia digital com metodologia orientada a dados. Os serviços contemplam gestão de mídia, BI, direção de arte, SEO, CRM e conteúdo.

“Entendemos a nossa capacidade de atuar de forma estratégica, levando resultado para diversos perfis de anunciantes. Então optamos por unir e aumentar o nosso share de mercado, contribuindo ainda mais para o crescimento do digital”, explica Adriana Campos, CEO da Adtail NewBlue.

Semantix adquire FastOmni
Referência em soluções de big data analytics e inteligência na América Latina e com mais de dez anos de mercado, a Semantix adquiriu a operação da FastOmni, desenvolvedora de plataforma de software e dados de e-commerce B2C e B2B. Com a transação, a empresa amplia sua atuação no segmento de varejo/e-commerce.

Esta foi a primeira aquisição realizada pela Semantix, que passa a ter 100% das operações da FastOmni. O acordo inclui produtos, serviços e carteira de clientes, além de ampliar o quadro para cerca de 300 profissionais, como engenheiros e cientistas de dados, desenvolvedores, especialistas setoriais e força de vendas no Brasil e na América Latina.

“Esse mercado tem grande necessidade de acelerar o desenvolvimento em tecnologia nos próximos anos, principalmente o uso de big data e inteligência artificial. Com a aquisição, pretendemos ampliar nossa participação no segmento de varejo e promover o desenvolvimento de soluções cada vez mais completas, automatizadas e eficientes. Novas aquisições estão sendo estudadas para acelerar nossa estratégia de crescimento ainda em 2020”, comenta Leonardo Santos, CEO da Semantix.

CoreBiz adquire operação da Click Qi
Agência especializada em marketing digital, a CoreBiz também está com projeto de expansão em 2020. A empresa anunciou a aquisição da Click Qi, companhia focada em tecnologia e performance para e-commerce. O objetivo é abrir um laboratório de tecnologia da empresa no interior paulista, fazendo com que a região seja um polo de inovação da marca.

Agora, são cinco escritórios: três no Brasil (Alphaville, Rio de Janeiro e Franca), um em Buenos Aires, na Argentina, e outro na Cidade do México. O quadro de funcionários saltou para 220 pessoas, e a expectativa de faturamento para 2020 é de R$ 42 milhões. Com a medida, Bruno Cury assumiu como novo diretor de operações da CoreBiz.

“Entendemos que ambas as empresas se completam, o que gera mais força para o crescimento da operação. A Click Qi tem muito a somar para a evolução constante da marca, e meu desafio é trabalhar para que a operação se mantenha alinhada aos objetivos”, comenta Cury... Leia mais em startupi 27/02/2020





“Estamos muito abertos a aquisições”, diz diretor do Carrefour

Após a aquisição recente de 30 unidades do Makro por R$ 1,95 bilhão, varejista não exclui a possibilidade de novas compras no Brasil

O Carrefour vai manter neste ano a dinâmica de expansão de suas atividades no Brasil, disse nesta quinta-feira Alexandre Bompard, CEO da varejista francesa. “Todos os sinais estão verdes, então aceleramos”, afirma Bompard, se referindo ao fato de que todos os modelos de lojas do grupo no país, do Atacadão às lojas de vizinhança e hipermercados, registram boa performance.

Após a compra recente de 30 unidades do Makro por R$ 1,95 bilhão, o Carrefour não exclui a possibilidade de novas aquisições no Brasil.... Leia mais em valoreconomico 27/02/2020




Thyssenkrupp vende divisão de elevadores por US$ 18,7 bilhões

A operação deve ser concluída até o final deste ano

A Thyssenkrupp anunciou nesta quinta-feira a venda de sua divisão de elevadores para um consórcio formado por Advent, Cinven e fundação RAG, em um negócio de 17,2 bilhões de euros (18,7 bilhões de dólares).

A operação deve ser concluída até o final deste ano, afirmou a Thyssenkrupp, que afirmou que vai reinvestir cerca de 1,25 bilhão de euros para assumir uma participação na unidade, que ao preço do acordo será de 7,3%.

O anúncio marca o final da saga envolvendo a maior aquisição na Europa feita por empresas de investimentos desde 2007 e a maior do mundo neste ano.

A divisão de elevadores é de longe a mais lucrativa da Thyssenkrupp. A empresa é a quarta maior fabricante de elevadores do mundo, atrás da norte-americana Otis, da United Technologies, da suíça Schindler e da finlandesa Kone... Leia mais em epocanegocios 27/02/2020


Fique por dentro de tudo que está acontecendo  no mercado de  FUSÕES E AQUISIÇÕES




Recém fundada, Trybe levanta R$ 42 milhões

Startup foca em formação de desenvolvedores de software, um ramo para lá de quente.

A Trybe, uma escola de formação em desenvolvimento de software fundada há seis meses, acaba de receber um aporte de R$ 42 milhões liderado pelo fundo Atlantico e composto por outros investidores, entre eles Canary, Global Founders Capital, e.Bricks, Maya e Norte.

A startup já tinha levantado uma rodada de seed capital liderada pelo Canary e com participação de e.Bricks, Maya e Joa (fundo de investimento do apresentador Luciano Huck), somados a pessoas físicas de peso, como Armínio Fraga e Ronaldo Lemos.

A quantidade de capital e a grife dos investidores chama atenção frente ao pouco tempo de mercado de startup e ao número relativamente pequeno de alunos da empresa, que espera chegar a 600 até o final do ano. Qual é o segredo da Trybe então?

A primeira coisa é que a startup é recente, mas liderada por nomes com algum histórico, com cinco sócios que fundaram em 2012 AppProva, outra startup educacional, essa focada em dados e avaliações.

Ela foi vendida para a Somos Educação em 2017, quando já tinha cinco milhões de estudantes na plataforma.

Outra é o mercado. Desenvolvedores de software são um profissional em alta demanda no país. O mercado aquecido é inclusive tema da popular revista de negócios Exame nesta semana.

Já existe uma oferta grande de companhias focando em formação de mão de obra a partir de diversas abordagens. A da Trybe se baseia em alta seletividade, alto investimento e um modelo de financiamento a longo prazo.

A empresa afirma que investe cerca de 3 a 4 vezes mais que ofertas similares para a capacitação de cada pessoa que se forma no curso, que inclui mentorias individuais e uma série de desafios práticos.

Os cursos são também intensivos, com duração de seis horas por dia ao longo de um ano (o ritmo e puxado: segunda a sexta, das 14h às 20h).

Os profissionais são conectados a empresas com vagas, que não pagam à Trybe pelo serviço, o que garante uma oferta grande de oportunidades.

A Trybe teve 4800 inscrições de pessoas interessadas em estudar na turma de janeiro, porém menos de 100 delas foram aprovadas, uma taxa de ingresso similar à de processos seletivos de universidades públicas.

Por último, o estudante não precisa arcar com nenhuma taxa ou mensalidade até conseguir um trabalho que pague no mínimo R$ 3.500 por mês, o salário de entrada no mercado. O modelo de negócio é conhecido nos Estados Unidos como Income Share Agreement, ou ISA.

“Isso nos obriga a oferecer não só as melhores práticas de ensino, como também investir cada vez mais na qualidade e formação do estudante. Afinal, se nossos estudantes não forem bons profissionais, eles não terão sucesso e, consequentemente, nós perdemos com isso”, afirma Matheus Goyas, CEO da Trybe.

Até 2021, a startup, que atualmente tem hubs em Belo Horizonte, São Paulo, Itajubá e Florianópolis, além de operar em mais 12 cidades na modalidade sem hub, projeta alcançar a marca de 3 mil estudantes... Leia mais em baguete 27/02/2020





Fintech de crédito pessoal recebe aporte de R$ 5,5 milhões

O aplicativo ClickCash levantou o montante de 1,2 milhões de euros (R$ 5,5 milhões) em aporte liderado pela austríaca Telor e a estoniana Morcote Holdings, para apostar no lançamento, ao mercado brasileiro, de empréstimos totalmente automatizados, ágeis e desburocratizados, em março.

“Acreditamos que com o crescimento econômico acelerado, o aumento da confiança do consumidor e as novas regulamentações brasileiras para bancos digitais e fintechs, a ClickCash vem oferecer uma alternativa conveniente, com taxas competitivas, em comparação com os empréstimos bancários tradicionais, que são caros por dia de pagamento”, afirma Rene Hirv, fundador e CEO da Morcote Holding.

Para Douglas Murdoch, Country Manager da ClickCash no Brasil, a operação “aposta em um score de crédito próprio que combina inteligência artificial, dados móveis e serviços de informações de crédito tradicionais. E é esse score próprio, em várias camadas, que garante a assertividade da análise e a velocidade da concessão do crédito”, revela.

ClickCash – Como funciona?
O empréstimo é solicitado pelo app da ClickCash e, assim que aprovado, disponibilizado para depósito na conta do cliente.

A aprovação rápida é resultado da inteligência artificial aplicada no sistema, que não depende somente de informações de pagamentos anteriores ou bases de dados antigas para avaliação da capacidade de crédito do consumidor – um diferencial com relação aos demais players do mercado.

O ClickCash cruza até 10 mil pontos de dados por dispositivo e conta com variadas fontes para avaliação do consumidor, que possibilitam a execução de empréstimos altamente assertivos. A plataforma também é uma das primeiras a utilizar dados do Cadastro Positivo, fornecidos pelo SPC/Serasa, para a concessão de crédito.... Leia mais em startupi 27/02/2020



Atraso na oferta de ações da Iguá Saneamento faz Cyan colocar cota à venda

Com o atraso na oferta de ações (IPO, na sigla em inglês) da Iguá Saneamento, o Fundo Cyan, quotista minoritário do Fundo de Investimento em Participações (FIP) Iguá, que possui 67,76% do capital da empresa, decidiu colocar a sua posição indireta, de cerca de 17%, à venda.

O Bradesco BBI, coordenador líder do IPO, foi escolhido para conduzir o processo. A IG4 Capital, gestora e quotista majoritária do FIP Iguá, deverá exercer o seu direito de preferência e comprar a posição. A IG4 e o fundo canadense AIMCo, que juntos atualmente detém aproximadamente 73% do capital da companhia, .. Leia mais em estado 27/02/2020




O big data da Neoway para se tornar referência em big data no Brasil

Companhia, que tem entre seus investidores Temasek, Accel Partners e Monashees, reforça sua base de dados para ampliar leque de serviços e brigar por um mercado de US$ 4,2 bilhões no Brasil

Há dois anos, o Brasil começou a produzir seus primeiros unicórnios. Desde então, as listas de apostas com as próximas startups a romper a barreira da avaliação bilionária no País tornaram-se frequentes. Assim como a inclusão de uma empresa, não tão nova como boa parte de seus pares, nessas relações.

Fundada em 2002, em Florianópolis (SC), a Neoway vem despertando a atenção com a sua plataforma de análise de dados. E, desde 2014, atraiu três rodadas de aportes, que somaram US$ 105 milhões de investidores globais e locais, como Temasek, Accel Partners e Monashees.

Com essas credenciais, a companhia parece seguir o roteiro para alcançar um valor de mercado superior a US$ 1 bilhão. Mas, internamente, esse patamar é visto como apenas uma escala de uma jornada muito mais ambiciosa.

“Nós vamos chegar bem mais longe”, diz Carlos Eduardo Monguilhott, CEO da Neoway. “Queremos dominar esse mercado, de ponta a ponta. E, em cinco anos, ser a maior empresa de analytics do Brasil.”

A missão não será fácil. Por conta de seu amplo portfólio, a Neoway conta com concorrentes em diversos segmentos. Em áreas como fraude e análise de crédito, por exemplo, estão nomes como Boa Vista e Serasa. Outras empresas que atuam com o big data, como a americana SAS, também figuram nessa lista.

....    Duas aquisições feitas em 2019 ajudaram a abrir mais frentes. Com a compra da Sevennova, por US$ 15 milhões, a Neoway desenvolveu uma plataforma de marketing digital, que coleta e cruza dados online e offline. A ideia é refinar a identificação do perfil e o contato das empresas com seus públicos-alvo.

Essa abordagem também passa por recursos que indicam tanto o canal como o momento mais propício para abordar esse cliente em potencial.

Outro novo mercado veio com a compra da LegalLabs, por US$ 26 milhões. A Neoway teve acesso a algoritmos de inteligência artificial. Entre outros recursos, é possível analisar um volume grande de processos similares para prever decisões judiciais e o valor das condenações em um determinado caso.

....   No início de 2019, a Neoway anunciou os planos para uma dupla listagem, na brasileira B3 e na americana Nasdaq.... Leia mais em NeoFeed 26/02/2020



Pediatra saudita acumula fortuna com IPO de US$ 5 bi

Um pediatra saudita agora é um dos médicos mais ricos do mundo. A empresa de assistência médica fundada por ele conseguiu precificar a oferta pública inicial no topo da faixa indicativa.

A participação de 49% de Sulaiman Abdulaziz Al-Habib na empresa homônima vale 8,5 bilhões de riais (US$ 2,3 bilhões), segundo o Índice de Bilionários Bloomberg, com base no preço de venda anunciado de 50 riais por ação. Ele planeja vender 17,4 milhões de ações no IPO, segundo o prospecto. A empresa não respondeu a um pedido de comentário.

A Dr. Sulaiman Al Habib Medical Group é uma das maiores prestadoras de serviços de saúde na Arábia Saudita e opera em hospitais, ambulatórios, farmácias e laboratórios médicos em todo o reino, além de Dubai e Bahrein. O IPO é o primeiro na Arábia Saudita desde que a estatal de petróleo Saudi Aramco levantou quase US$ 30 bilhões em dezembro.

A empresa tenta aproveitar os planos do governo de aumentar a participação do setor privado em assistência médica, como também as tendências demográficas do país. A população da Arábia Saudita é desproporcionalmente jovem e relativamente insalubre. Mais de 30% dos adultos são obesos e 18,5% sofrem de diabetes, segundo estatísticas da Organização Mundial da Saúde.

Al-Habib, de 68 anos, fundou a empresa em 1993, depois de atuar como diretor médico e chefe de pediatria em dois hospitais do governo em Riad. Formado pela Universidade Rei Saud, ele ganhou uma bolsa para estudar pediatria no Royal College of Physicians, no Reino Unido. O médico também investe em imóveis comerciais por meio de uma holding, de acordo com o prospecto.

Poucos médicos estão entre as pessoas mais ricas do mundo. Thomas Frist, cofundador e ex-cirurgião de voo da Força Aérea dos EUA, é o mais rico, com patrimônio líquido de US$ 13,1 bilhões, segundo o índice Bloomberg. Patrick Soon-Shiong, empresário e médico de biotecnologia, tem fortuna de US$ 9,2 bilhões. bloomberg .. Leia mais em yahoo 27/02/2020

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Japonesas Daio e Marubeni compram dona da marca Personal por R$ 2,3 bi

Dona das marcas Personal, Snob e Kiss, Santher era controlada pela família Haidar e passou por restruturação financeira e administrativa em 2018

As japonesas Daio Paper Corporation e Marubeni Corporation fecharam a compra da Santher, uma das mais tradicionais fabricantes de papel higiênico e toalhas absorventes do Brasil, por R$ 2,303 bilhões, sem considerar a dívida da companhia.  Dona das marcas Personal, Snob e Kiss, a Santher era controlada pela família Haidar e passou por restruturação financeira e administrativa em 2018, pressionada pelo elevado endividamento... Leia mais em valoreconomico 27/02/2020





26 fevereiro 2020

Grab recebe aporte de quase US$ 1 bilhão e quer se transformar em super aplicativo

Atualmente, a companhia está avaliada em mais de US$ 14 bilhões

A startup de transportes e entregas de Cingapura Grab recebeu um aporte de US$ 850 milhões e planeja injetar o montante em sistema de pagamentos digitais e serviços financeiros. Desta maneira, a empresa nascente continua sua trajetória em busca de se tornar um dos ‘super aplicativos’ da região. Enquanto isso, continua lutando contra a GoJek, da Indonésia, por participação do mercado.

O maior banco do Japão, o Mitsubishi UFJ Financial Group, investiu mais de US $ 700 milhões, com o restante vindo da TIS, uma empresa japonesa de soluções de TI. O presidente da Grab, Ming Maa, diz que trabalhará com a Mitsubishi e a TIS para co-desenvolver produtos financeiros, segundo o site CNN Business, e fomentará a “inclusão financeira do sudeste da Ásia”.

A batalha da Grab com a GoJek na região ocorre desde quando o aplicativo Uber saiu do Sudeste da Ásia, em 2018. As duas startups expandiram seus negócios para além das caronas para oferecer aos clientes quase tudo o possível pelo aplicativo. Desde entrega de alimentos até serviços financeiros.

Neste segmento, a Grab deu os primeiros passos em 2019, quando iniciou a venda de seguros ao consumidor e operações de crédito aos usuários do app. Atualmente, a companhia está avaliada em mais de US$ 14 bilhões, e domina o mercado em 8 países em que atua, enquanto a GoJek, de US$ 10 bilhões, é líder na Indonésia, aponta a CNN Business... Leia mais em istoedinheiro 26/02/2020

26 fevereiro 2020



Cade aprova negócio envolvendo concessionárias Mercedes-Benz em Pernambuco

O órgão antitruste deu aval para a operação pela qual a Mardisa assumirá os direitos de comercialização de automóveis da marca Mercedes-Benz no Estado

A Superintendência-Geral do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) aprovou a operação pela qual a Mardisa assumirá os direitos de comercialização de automóveis da marca Mercedes-Benz no Estado de Pernambuco, detidos, atualmente, pela Sedan.

A Mardisa integra o grupo Parvi, agente de médio porte de comércio de veículos, com atuação nos Estados do Amazonas, Bahia, Maranhão, Paraíba, Rio Grande do Norte, Roraima, Sergipe e Pernambuco. O grupo Parvi detém os direitos de comercialização, no Pernambuco, das marcas Audi, Lexus e Jaguar Land Rover. .. leia mais em valoreconomico 26/02/2020



Após aporte, Ninsaúde se consolida entre as healthtechs latino-americanas

A startup Ninsaúde, healthtech especializada em tecnologia da informação para o mercado de saúde, vem se consolidando cada vez mais no mercado latinoamericano, comprovando que a matemática do sucesso nos negócios envolve tempo e paciência.

As empresas que mais crescem no setor são também as com maior chance de terem suas atividades encerradas no médio prazo, de acordo com dados do relatório Research2Guidance, referência em digital health market. Segundo o informe, 38% das healthtechs em atividade são novatas e apenas 14% têm experiência acima de sete anos. Os dados demonstram que, apesar de um boom na criação de healthtechs em todo o mundo, se manter no mercado é o grande desafio.

“Por serem novatas, muitas podem não ter força para se sustentarem dentro do mercado”, explica Helton Marinho, CEO da Ninsaúde, que aposta na experiência acumulada como fator decisivo para o sucesso no ramo. No mercado desde 2012, revela que os aportes e contratos, hoje fechados com mais facilidade, estão surgindo depois de um longo trabalho de oito anos de consolidação no mercado de saúde. “Muitas empresas procuram startups para investir e questionam se há conhecimento prévio por parte delas em relação a hospitais, laboratórios, clínicas e tudo que diga respeito à gestão dessa área”, afirma.

Cenário nacional de healthtechs
O Brasil é um dos polos com mais potencial para o crescimento de healthtechs na América Latina, segundo mostra o estudo Distrito HealthTech Report 2019 produzido pelo Distrito Dataminer. Nos últimos cinco anos, explodiu o número de healthtechs no Brasil: de 160, em 2014, chegou-se a 386 em 2019, um aumento de 141%.

É o que também apontam os dados do Crunchbase, plataforma que registra os investimentos em startups no mundo. Considerado o IBGE do mundo tecnológico, o site identificou pelo menos 142 healthtechs na região com potencial de alto crescimento. Deste total, 61 estariam no Brasil, 37 no México, e 21 no Chile.

Em termos de tipo de negócio, as startups focadas na melhoria de gestão e processos em clínicas, hospitais e laboratórios estão na liderança do segmento no Brasil, com 24,2% (92 empresas) das healthtechs mapeadas pelo Distrito. A Ninsaúde é uma das startups que se destacam nesta estatística e espelha essa tendência mundial.

Com um aporte relevante recebido entre 2019 e 2020, a startup de Santa Catarina pretende aumentar o quadro de funcionários, visando uma expansão já a partir dos primeiros meses deste ano. O montante foi concedido pela Elife, uma das empresas que mais se destaca no segmento de consultorias no Brasil, com crescimento médio de 19,76% em período determinado entre os anos de 2016 e 2018.

Oportunidade
Atualmente, a Ninsaúde está com vagas abertas e pretende contratar mais 11 funcionários para a sede em Criciúma até o meio do ano. “O aporte possibilitou este crescimento e pretendemos preencher as vagas em um prazo de seis meses“, conta o CEO da healthtech, desejoso de contar com pessoas jovens e adaptadas ao universo tecnológico para auxílio na área médica. “Estamos preparados para crescer. Tracionar vendas, construir parcerias sólidas e internacionalizar nossos produtos são o nosso foco para os próximos anos.”

Plataforma Apolo e internacionalização
Presente em mais 200 clínicas no Brasil de pequeno porte  — de um a 60 funcionários –, a Ninsaúde é responsável pelo software Apolo, que permite médicos e secretárias a melhorarem e organizarem o atendimento de pacientes por meio do sistema, com soluções para atendimento, agendamento, gerenciamento financeiro e faturamento de guias.

Disponível em 17 estados brasileiros e com tradução para inglês e espanhol, a plataforma Apolo é o serviço pelo qual a Ninsaúde mira o mercado internacional, que já conta com projetos em fase piloto para operação no Peru e Panamá. O treinamento para uso da plataforma não é cobrado e é sempre realizado de forma online todas as quartas e sextas-feiras, às 13h (horário de Brasília).

Processos de faturamento que demandavam 24 horas de trabalho no passado agora podem ser realizados em até 18 minutos por meio do sistema desenvolvido pela Ninsaúde. “Estou confortável para dizer que nosso sistema de gestão aumenta a produtividade de toda equipe ao automatizar processos, substituindo papéis por registros eletrônicos e reduzindo cliques por meio do aprendizado de máquina”, afirma Marinho.

A plataforma não só colabora para um melhor uso do tempo dos usuários, como também permite um atendimento mais rápido e preciso ao paciente e preserva até mesmo a saúde do próprio médico. “Lidamos com profissionais de alto rendimento e que não podem chegar ao local de trabalho e se depararem com trâmites burocráticos para trabalhar”, explica Marinho. “Diversos estudos relacionam, por exemplo, a síndrome de burnout entre médicos com a utilização de sistemas ultrapassados para gestão de pacientes.”

Já para Manuela Correa, CFO da Ninsaúde desde 2016, os dados referentes ao crescimento no número de profissionais na área médica apontam para a necessidade de equipes no setor se tornarem mais competitivas e independentes. “O total de médicos aumentou 665,8% em menos de cinco décadas. A população, nesse mesmo período, aumentou 119,7%. A previsão é de chegarmos 700 mil médicos até 2030”, explica. “É por conta deste cenário, que ainda contempla a grande concentração de profissionais em grandes centros urbanos, que estamos focados em ajudar equipes médicas a se tornarem cada vez mais dinâmicas, eficientes e conectadas aos pacientes.” .. Leia mais em distrito 26/02/2020




CSHG Renda Urbana paga R$ 88 milhões por campus da Yduqs em Salvador

Cotas devem ser impactadas positivamente em R$ 0,09

O Credit Suisse, na qualidade de administrador do CSHG Renda Urbana (HGRU11), informou em nota nesta quarta-feira (26) a compra de campus da Yduqs (YDUQ3) em Salvador, capital da Bahia.

Vinci Instrumentos Financeiros convoca assembleia para aprovar segunda emissão de cotas
De acordo com o comunicado, o fundo imobiliário despendeu R$ 88 milhões pelo imóvel, que possui como locatários lanchonete, livraria e banco também.

O grupo educacional Irep paga aluguéis mensais de aproximadamente R$ 800 mil, o que se traduz em cerca de R$ 0,08 por cota... Leia mais em moneytimes 26/02/2020




IPO da Maple Bear pode estar a caminho com aquisição brasileira

Logo após a divulgação da aquisição da Maple Bear pelo grupo SEB, um IPO já é previsto para acontecer. Dessa forma, a empresa irá realizar sua oferta pública inicial na bolsa de valores e disponibilizará ações no mercado.

Assim, é importante que os investidores estejam atentos quanto a essa aquisição e andamento dessa oferta. Então vamos saber mais sobre o assunto e entender como esse processo será feito e como funcionará.

Maple Bear poderá efetuar IPO
De acordo com o mercado financeiro, o grupo SEB adquiriu cerca de 70% de toda a operação da Maple Bear. A empresa foi fundada a pelo menos 15 anos e tem sua sede no Canadá.

Assim, a mesma atua no setor de franquias de escolas bilíngues e tem um ursinho como mascote. Nesse sentido, são pelo menos 40 ou 50 mil alunos distribuídos em cerca de 20 países.

Além disso, o grupo SEB era um dos franqueados da empresa Maple Bear e conseguiu aumentar suas operações no Brasil. Consequentemente a mesma detém 30 mil alunos no país e tem um total de 145 escolas.

Enquanto que o seu ticket médio fica na faixa dos R$ 2.500,00 com regime de meio período. Por certo, o faturamento aumentou muito chegando aos 27% no ano e o custo médio é de R$ 1,5 milhões.

O fundador da Maple Bear é Rodney Briggs e a metodologia de sua empresa são idênticas a da SEB. Pois, o faturamento chega aos R$ 1,2 bilhões com as seguintes escolas:
Concept
SEB
Pueri Domus
Sistema de ensino de A a Z

Então um IPO poderá ser feito no ano que vem e a meta é alcançar os 300 mil alunos. Nesse sentido, a projeção é de conseguir realizar isso em um período de 5 anos.

Portanto, o IPO da Maple Bear poderá ser feito em breve, logo após a compra efetuada pela empresa SEB... Leia mais em guiadoinvestidor 26/02/2020




TI - RADAR de Fusões e Aquisições, em janeiro/2020

Crescimento de 73,7%, em janeiro/20,  no volume de fusões e aquisições de empresas de Tecnologia da Informação – TI e Telecom, no Brasil. Foram realizadas 33 transações.
  Em relação  ao valor dos negócios, apurou-se o montante de R$ 5,7 bilhões,  um crescimento de 697%, comparativamente ao mesmo mês do ano anterior.
  O segmento de maior volume de operações foi o de SOFTWARE.
  Oss investidores Financeiros foram  mais ativos em volume, com 19 negócios realizados, enquanto os investidores Estratégicos ficaram com 14.  Por sua vez , os Investidores Nacionais responderam por 28 operações e os Estrangeiros somente por 5.
  Em relação ao montante, os Estrangeiros foram responsáveis  por 73,7% dos investimentos,  e  os  Nacionais por 26,3% do total.
  O valor médio das transações no ano  foi de R$ 173,3 milhões,  crescimento de 348% em relação ao mesmo mês do ano anterior.
  O Indicador de Volume de Transações de M&A do mês sinaliza viés de baixa.
  A maior transação no mês de janeiro/20, foi venda pela Oi da participação na Unitel para a Sonangol por US$ 1 bi. Seguida pela oferta de ações da Positivo Tecnologia movimentando 445,4 milhões e da transação da Zenvia recebendo aporte de US$ 54 mi da Oria Capital.

Operações de Fusões e Aquisições de Tecnologia da Informação – TI e Telecom, noticiadas com destaque na imprensa brasileira ao longo do mês corrente As informações deste relatório, elaborado pelo Blog FUSÕES & AQUISIÇÕES (http://fusoesaquisicoes.blogspot.com.br) estão apresentadas em blocos, detalhando as transações por Volumes e Valores, Segmentos, Racional do Investimento, Porte das empresas, Perfil do Investidor, Destaques do mês, etc.

ANÁLISE DO MÊS

Principais constatações.

Volume de negócios - No mês janeiro de 2020, foram apuradas 33 transações, representando um crescimento de 73,7% comparativamente ao mesmo mês do ano  anterior (19 transações).




Tendência - O objetivo do Indicador de Volume de Transações de M&A é sinalizar uma expectativa de tendência, com base na análise do verificado nos períodos semestrais móveis. O período móvel findo em jan/20, continua com viés de queda dos últimos meses.



Maiores apetites - Os segmentos de maior volume de operações em janeiro/20 foram os de Software, Mídia e Comércio Eletrônico, representando uma concentração de 79%.




Segmentação - Na classificação entre os Segmentos de TI no corrente mês, os subsegmentos de Finanças, Comunicações, Educação, Saúde, Energia e Meio ambiente, Setor público.. (Verticais App) de SOFTWARE, e  Conteúdo/mídia digital e serviços de marketing (comunicação de marketing e marketing/mídia de tecnologia) de MÏDIA vem liderando o número de transações, seguido por SERVIÇOS DE TI.



Valor dos investimentos -  No mês de janeiro, o total das transações, incluindo as operações que divulgaram os valores (90,4%) e as não divulgadas (estimadas  9,6%), alcançaram R$ 7,1 bilhões, representando um crescimento der 679%,  em relação ao mês do ano anterior, sendo fortemente influenciada, 73% por uma só operação, da OI que vendeu participação na Unitel para a Sonangol.



Segregação setorial nos últimos três anos - Comparando-se o número de transações do primeiro mês do ano, por segmentos, compiladas nos últimos três anos,  vale destacar  os crescimentos mais representativos nos segmentos de Comércio Eletrônico  (500%) e Software (117%).



Representatividade dos Investimentos por Área - Na classificação dos investimentos realizados por Áreas, no mês de janeiro/20, destaque para ITtech, que respondeu por 53,6% do total, com R$ 825 milhões, referente a 11 negócios realizados, seguido por MARtech, com 17,5%, R$ 270 milhões e 3 operações, e  FINtech, com R$ 257 milhões, em 6 negócios. Vale destacar que foi excluída a operação de telecomunicações, que isoladamente representou 73%.



Porte das empresas - O objetivo é proporcionar uma visão das transações classificadas em função do porte das empresas. Utilizou-se o critério adotado pelo BNDES e aplicável a todos os setores para a classificação do porte em função da Receita Bruta anual (informada ou estimada).
Em relação ao porte, os investidores deram preferência para empresas de pequeno porte no presente mês.


 • Microempresa <= R$ 2,4 milhões
 • Pequena empresa > R$ 2,4 milhões e <= R$ 16 milhões
 • Média empresa > R$ 16 milhões e <= R$ 90 milhões
 • Média-grande empresa > R$ 90 milhões e <= R$ 300 milhões
 • Grande empresa > R$ 300 milhões

Perfil do investidor - Em relação ao perfil do investidor no corrente mês, das 33 operações destacadas, os Investidores Financeiros foram responsáveis por 19 negócios. Desse volume, 15 operações foram realizadas por empresas de capital nacional e 4 de capital estrangeiro. Os investidores Estratégicos realizaram  14 negócios, sendo 13 de capital nacional e 1 de capital estrangeiro.
Por sua vez,  o Investidor de Capital Nacional foi mais ativo com 28 operações (84,8%), enquanto o Investidor Estrangeiro foi responsável por 5 negócios (15,2%).

Investimentos nacionais & estrangeiros - Já no que tange ao montante das transações no mês, de R$ 5,7 bilhões, os Investidores Estrangeiros foram responsáveis por 73,7% dos investimentos enquanto os Nacionais ficaram com 26,3%.
(1) Empresa adquire outra empresa (controladora ou não) relevante do ponto de vista estratégico, a fim de ter acesso a tecnologia, produto ou serviço.
(2) Fundo de Investimento Private Equity; Venture Capital, Angel;
(3) Empresa de capital nacional adquirindo participação em empresa brasileira (controladora ou não).
(4) Fundo de Investimento de capital estrangeiro adquirindo participação em empresa brasileira (controlador ou não).

Valor médio dos investimentos - O valor médio das transações no acumulado do ano  foi de R$ 173,3 milhões, representando um crescimento 348%   em relação ao valor médio do mesmo mês do ano passado.

Nacionalidade dos investidores - Em relação à nacionalidade das empresas que estão investindo no Brasil no mês de janeiro/20, quando foram registradas 5 operações, envolvendo 2 países.

Maiores transações no mês de janeiro/20:


Tops TRENDS
Oferta de ações na Bolsa brasileira pode atingir até R$ 200 bilhões em 2020 - Se a expectativa do mercado se confirmar, valor de operações vai mais do que dobrar em relação ao número de 2019 e representar um novo recorde para o mercado financeiro do País. As empresas brasileiras devem continuar se financiando na Bolsa para promover sua expansão em 2020, a exemplo do que já aconteceu em 2019. As operações de abertura de capital (IPO, na sigla em inglês) e emissões de ações de companhias já listadas na B3, a bolsa paulista, podem atingir de R$ 150 bilhões a R$ 200 bilhões no ano que vem, segundo fontes ouvidas pelo Estado. Em 2019, as operações no mercado de capitais somaram cerca de R$ 90,2 bilhões, com 42 transações (37 emissões de ações e 5 IPOs). 31/12/2019

Relação das transações - A relação das transações de Fusões e Aquisições na área de TI, segue a data em que foram divulgadas pela imprensa e compiladas pelo blog fusoesaquisicoes.blogspot.com. Todas podem ser pesquisadas e localizadas no blog.

RELATÓRIO ANTERIOR: TI - RADAR de Fusões e Aquisições, em dezembro/2019

M&A - QUEM, O QUÊ, QUANDO, QUANTO, COMO e POR QUÊ
 O RADAR de M&A em TI tem o propósito de captar o “clima” do mercado das operações de Fusões e Aquisições bem como sinalizar suas principais tendências. Trata-se da compilação de notícias visando tornar mais acessíveis e conhecidos os negócios de fusão, aquisição e venda anunciados/realizados entre empresas com atuação no Brasil. Todas as informações sobre os negócios citados no presente relatório são obtidas a partir de notícias consideradas confiáveis publicadas pela imprensa e divulgadas no “estado" pelo blog FUSOESAQUISICOES.BLOGSPOT http://fusoesaquisicoes.blogspot.com.br , não sendo feita qualquer verificação quanto à sua veracidade, precisão ou integridade do conteúdo. Operações divulgadas em relatórios anteriores podem sofrer alterações, por conta de cancelamentos, renegociações, atualizações,  etc. Sempre que possível, serão mencionados os nomes dos compradores – investidor estratégico ou fundos de private equity, dos vendedores, a tese de investimento e principais “value drivers”, o valor da transação, forma de pagamento, múltiplos praticados (Valor da Empresa/EBITDA, Valor da Empresa/Receita) etc. Muitas vezes a notícia não é clara a respeito dos valores/forma de pagamentos e respectivos múltiplos. É bem-vinda toda e qualquer contribuição para tornar as informações mais precisas e transparentes. 



Blau Farmacêutica adquire Pharma Limírio por R$ 150 milhões

Laboratório de Anápolis (GO) faz medicamentos alopáticos injetáveis, como antibióticos, e reforça estratégia de expansão da compradora

A Blau Farmacêutica informou nesta quarta-feira que fechou um acordo para adquirir a totalidade das cotas representativas do capital social da Pharma Limírio Indústria Farmacêutica por R$ 150 milhões. .. Leia mais em valoreconomico 26/02/2020



Warren Buffett: coronavírus é 'assustador', mas não é hora de vender ações


O megainvestidor Warren Buffett, da Berkshire Hathaway, disse nesta segunda-feira, 24, em entrevista à rede de televisão americana CBNC que a epidemia de coronavírus é "assustadora", mas não vê motivos para vender ações neste momento, pois a disseminação da doença não muda as perspectivas de longo prazo para a economia.

"É algo assustador. Acho que isso não deve afetar o que você faz com ações", disse na entrevista nesta segunda-feira, dia de forte estresse no mercado financeiro internacional por conta do avanço do número de casos e mortes provocadas pelo coronavírus, em locais como Japão, Coreia do Sul, Irã e Itália.

Na medida em que a epidemia do coronavírus avança, Buffett disse que vai de alguma forma vai afetar os negócios, mas ele ponderou que outras fatores afetam também e que, no longo prazo, todos tem "altos e baixos". A queda hoje das ações pode ser uma oportunidade de compra, ressaltou ele.

"Compramos ações para ficar por 20, 30 anos e achamos que o cenário para 20, 30 anos não mudou pelo coronavírus." Buffett destacou que a economia americana está "forte" e "saudável", embora tenha perdido algum fôlego nos últimos meses.

O bilionário disse que falou recentemente com seu colega, e também bilionário, Bill Gates, sobre o coronavírus e que o fundador da Microsoft disse estar otimista sobre as chances de se conseguir uma cura para este novo tipo de gripe. A Bill & Melinda Gates Foundation é uma das maiores entidades privadas do mundo que está se empenhando em achar uma vacina para o coronavírus, disse Buffett.

Sobre as eleições americanas, Buffett afirmou que "certamente" votaria neste ano para o pré-candidato democrata Michael Bloomberg. O investidor afirmou ser um democrata, "mas não de carteirinha" e disse já ter votado em republicanos em outras ocasiões. Ele afirmou discordar de alguns pontos da campanha de Bernie Sanders. Estadão Conteúdo Por Altamiro Silva Junior.. Leia mais em yahoo 26/02/2020



Grant Thornton vai atrás de empresa familiar

Grupo selecionou 13 países, inclusive o Brasil, com potencial para crescer e receber investimentos

Peter Bodin: mira em empresas que faturam de US$ 20 milhões a US$ 1 bilhão e desafios como aportes em tecnologia, soluções sustentáveis e economia estável

A empresa global de consultoria e auditoria Grant Thornton identificou 13 dos 140 países onde está presente como mercados potenciais para crescimento nos próximos cinco anos no segmento de "middle market"- empresas que faturam de US$ 20 milhões a US$ 1 bilhão \, exceto nos EUA e China, onde .. Leia mais em valoreconomico 26/02/2020




Mercado de fusões e aquisições deve continuar aquecido ao longo de 2020

O momento atual é favorável face a elevada liquidez internacional e dos fundos aqui estabelecidos

A ainda lenta, porém irreversível, retomada da economia brasileira vem aquecendo um mercado importante que é o de fusões e aquisições, também conhecido na sigla em inglês como M&A – Merges and Acquisitions, que acelerou fortemente em 2019 e que deve continuar aquecido ao longo de 2020.

A consecução da agenda de reformas em curso, bem como as perspectivas para o processo de privatizações em curso, representam bons indicadores para um futuro econômico mais promissor, onde a redução do peso do Estado é uma mensagem positiva para o investidor que busca empresas e setores atraentes e que acreditam em uma economia em expansão.

Existem diversas espécies de investidores nas transações de M&A, que buscam empreendimentos com condições de crescer e aquecem o mercado. Um tipo são as que buscam firmas do seu setor e que podem ser chamados de consolidadores ou estratégicos. Há os financeiros, que compram sempre histórias de crescimento: são formados por fundos de pensão, de private equity e soberanos de diversos países.

No caso específico dos fundos, há uma busca de retornos de médio e longo prazo e muitos desinvestem quando as empresas alcançam suas metas de retorno. O momento atual é favorável face a elevada liquidez internacional e dos fundos aqui estabelecidos e que buscam boas oportunidades de investimento. A Selic baixa também estimula. Essa liquidez procura bons ativos e atualmente pode-se arriscar a dizer que faltam oportunidades de negócios atraentes em número suficiente para atender essa demanda.

A estratégia dos fundos de investimento pode passar por alocações minoritárias ou majoritárias e preferentemente com injeção de capital, de forma a se construir uma possibilidade de crescimento da empresa que permita aumentar seu valor. Buscam a expertise de seus controladores e sua capacidade de entregar planos de expansão. Quanto melhor isso for demonstrado, mais valerá a empresa.

Dependendo de cada caso, podem participar de sua administração, melhorando sua governança e também opinar em questões estratégicas. Ideais para casos em que sem a injeção de capital de um novo sócio, dificilmente a empresa teria condições de crescer dentro de seu potencial. As motivações que os sócios das empresas têm para participarem de processos de M&A serão objeto de outro artigo.
Conforme dados do setor, em 2019 foram contabilizadas mais de 1,3 mil operações de M&A e com um viés de alta para o corrente ano, o que dá bem o tom das perspectivas olhadas pela ótica dos investidores. .. Por Ricardo Hingel, economista, consultor e conselheiro de empresas Leia mais em gauchazh.clicrbs 26/02/2020



Oi conclui venda de sede por R$ 120 milhões

Mais tranquilidade: venda de sede reforça o caixa da Oi (Imagem: Gustavo Kahil/Money Times)
A Oi (OIBR3) informou, nesta quarta-feira (26), que concluiu a venda de seu edifício-sede em 21 de fevereiro. O negócio rendeu R$ 120,5 milhões para a operadora de telefonia.

O prédio foi transferido para o novo proprietário e a transação foi quitada naquela data.

Sob comando de Rodrigo Abreu desde o fim de janeiro, a Oi vem ganhando elogios do mercado nos últimos meses, ao vender ativos não estratégicos para reforçar o caixa.

As duas maiores operações foram a venda da angolana Unitel por US$ 1 bilhão, e a captação de R$ 2,5 bilhões por meio da emissão de debêntures... Leia mais em moneytimes 26/02/2020



Presidente do Flamengo vende petroleira para se dedicar inteiramente ao clube

Empresa 'Ouro Preto' de Rodolfo Landim, tinha dez anos de funcionamento
A compradora seria a empresa Starboard

O presidente do Flamengo, Rodolfo Ladim, afirmou que vendeu sua companhia de petróleo 'Ouro Preto', na quinta-feira antes do Carnaval. Os valores da venda não foram divulgados. A compradora seria a empresa Starboard.

A empresa foi criada pelo próprio Rodolfo em 2010 e tem estado em atividade desde então. O motivo da venda seria para que o dirigente pudesse se dedicar exclusivamente ao Flamengo e suas pendencias. .. Leia mais em osaogoncalo 26/02/2020





Cade aprova aquisição pela PetroRio de 80% do Campo de Tubarão Martelo

A operação foi formalizada por meio do Farm Out Agreement (FOA), em 3 de fevereiro de 2020, e está sujeita à aprovação da Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP)

A Superintendência Geral do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) aprovou sem restrições o ato de concentração envolvendo a PetroRio O&G Exploração e Produção de Petróleo Ltda e a Dommo Energia S.A. O despacho pela aprovação está publicado na edição desta quarta-feira, 26, do Diário Oficial da União.

A operação consiste na aquisição, pela PetroRio, de 80% do Campo de Tubarão Martelo, localizado na Bacia de Campos (RJ), atualmente detido pela Dommo. Segundo dados do parecer do Cade, ao final da operação, a PetroRio ingressará no campo de Tubarão Martelo passando a atuar como nova operadora do campo, enquanto a Dommo ficará com os 20% restantes.

De acordo com os dados disponibilizados pelo Cade, para a PetroRio, "a operação está alinhada com seu modelo de negócios e sua estratégia de expansão, além de representar uma oportunidade para futura simplificação do sistema de produção entre os Campos de Tubarão Martelo e Polvo, gerando sinergias significativas e redução dos custos".

Já para a Dommo, "a operação representa uma significativa redução dos seus custos de operação, além de representar uma oportunidade para revitalização do campo e extensão da sua vida útil".

A operação foi formalizada por meio do Farm Out Agreement (FOA), em 3 de fevereiro de 2020, e está sujeita à aprovação da Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).,, Leia mais em epocanegocios 26/02/2020





25 fevereiro 2020

Bolsa de NY homenageia carnaval e diz ser casa de empresas brasileiras

A Bolsa de Nova York, a Nyse, iluminou a fachada do seu prédio com as cores do Brasil e dedicou quatro postagens em sua página no LinkedIn para homenagear o Carnaval. As mensagens, além de comemorar a data em si, também afirmam que a Nyse é a casa das empresas brasileiras e também das corporações de tecnologia.

Thanks, but…No entanto, a última oferta feita por uma empresa brasileira no exterior não foi na Nyse. A maior corretora nacional, a XP Investimentos, escolheu a Nasdaq, concorrente da Nyse, para a abertura de capital (IPO, na sigla em inglês) de US$ 2,25 bilhões no fim do ano passado. Ao levar a oferta da XP, a Nasdaq ultrapassou a Nyse pela primeira vez na corrida dos IPOs desde a oferta do Facebook, em 2012.

Em breve. Neste ano, de muito movimento de aberturas de capital na B3, duas empresas, ao menos até aqui, têm planos de se listar no exterior: a Vasta, unidade da Cogna, e a rede de restaurantes Madero.... Leia mais em estadao 25/02/2020

25 fevereiro 2020



Após crise, bancos médios mudam estratégia para crescer

Os bancos médios ou de nicho mostraram nos resultados de 2019 que estão posicionados para crescer e enfrentar a concorrência, após passarem pelo menos três anos se recuperando da turbulência causada pela crise financeira de 2015 e da Lava Jato. Um grupo de oito instituições, três delas perto de ter ações listadas em Bolsa, encerrou o ano com lucro consolidado de R$ 5,32 bilhões, 33% acima do ano anterior. Se comparado a 2017, o aumento foi de 82%.

Os caminhos escolhidos para sobreviver aos efeitos da crise no mercado foram a diversificação dos negócios e serviços, a digitalização e o foco nas empresas menores. O grande evento para essas instituições está, no entanto, no forte crescimento das plataformas de investimento.

Por meio das plataformas de terceiros ou próprias, esses bancos têm captado recursos a custos mais competitivos, deixando de depender do apetite dos grandes bancos e outros investidores institucionais, majoritariamente os únicos compradores de certificados de depósito bancário (CDBs) e de letras financeiras (LFs) emitidas por eles até então.

Para boa parte dos bancos médios ou de nicho, agora é possível captar com custo inferior ao CDI, algo novo na história desse grupo. Por exemplo, o custo de captação do Banco Inter já se equipara ao do Banco do Brasil.

“Isso diminui a barreira de entrada para acesso a mais clientes”, afirma o analista da XP Investimentos Marcel Campos. Ele lembra que, somado a um gasto menor com agências e funcionários e capilaridade maior, por causa da digitalização, essas instituições no mínimo podem hoje competir com maior facilidade.

Campos diz ainda que a abertura do sistema bancário deve ser favorecida pela agenda do Banco Central relacionada ao open banking, pagamentos instantâneos e desconto de recebíveis.

Segundo o vice-presidente e analista sênior da agência de classificação de risco Moody’s, Alexandre Albuquerque, a rentabilidade dos bancos, de modo geral, é um dos principais focos de atenção da agência nesse momento, uma vez que a queda da Selic deverá testar a capacidade de oferecerem produtos e serviços competitivos para compensar a remuneração menor do patrimônio.

“A preocupação é colocar os recursos em empréstimos que tenham retorno adequado e rentabilizar essa alocação”, diz o analista.

Caminhos

Depois da crise de 2015, em que parte das instituições acabou varrida pela exposição excessiva a um único segmento ou empresa, a maioria focou sua carteira de empréstimos em empresas menores e no crédito consignado. Entre eles, está o banco ABC Brasil, que há um ano e meio reclassificou sua carteira, mirando clientes menores.

Paralelamente, entrou no segmento de pessoas físicas e aposta na diversificação de receitas, por meio de seu banco de investimentos. Banrisul e Pan também têm valorizado clientes menores. Enquanto o gaúcho está na disputa pelos microempreendedores, o Pan busca ser identificado como o banco digital das classes C, D e E. O consignado é o alvo do mineiro BMG e do Paraná Banco. O Daycoval se destaca no crédito para veículos usados.

No campo digital e de inovação, Inter e BV buscam voo mais longo. O Inter lançou no ano passado seu superapp, um marketplace com agressivo apelo de cash back para fidelizar clientes de grandes varejistas para consumirem todos os serviços da instituição mineira. Já o BV mira a estrutura do open banking e se prepara para isso há alguns anos, gestando fintechs e startups. O foco é se vender como uma plataforma de inovação para as novatas do mercado financeiro. Isso sem abandonar sua maior vocação, o crédito para o segmento de veículos.

Embora mirem mercados distintos, há consenso em uma estratégia: a volta para a Bolsa como forma de captação de recursos para expansão. Nesse sentido, Paraná e Daycoval, que saíram do mercado em 2016 e 2015, respectivamente, já anunciaram a reestreia no mercado acionário.

O BV também está na fila para emplacar uma oferta pública inicial de ações no Brasil – os sócios Banco do Brasil e a família Ermírio de Moraes preparam operação de R$ 5 bilhões. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo... Leia mais em istoedinheiro 24/02/2020



Mondelez compra participação em fabricante de biscoitos

A previsão é de conclusão da transação no segundo semestre deste ano

A Mondelez International fechou acordo para comprar participação majoritária na Give & Go, fabricante de biscoitos, bolos e outros produtos de confeitaria. A fatia a ser adquirida pela Mondelez pertence à empresa de private equity Thomas H... Leia mais em valoreconomico 25/02/2020





Coty: vários candidatos dispostos a adquirir divisão "profissional"

Para reduzir a sua dívida e simplificar a sua estrutura, a americana Coty indicou em outubro passado que planejava vender a sua divisão profissional, incluindo marcas capilares e de unhas como Wella, O.P.I ou Sally Hansen. "Isso aliviaria o nosso balanço e melhoraria a nossa capacidade de investir em áreas com maior potencial de crescimento", explicava então Pierre Laubies, diretor-geral do grupo americano de cosméticos.

Segundo a Bloomberg, esta opção parece ganhar forma, uma vez que os fundos Advent International (que investiu na Lululemon ou Gérard Darel), Bain Capital (Canada Goose, Maesa...) e Cinven irão preparar ofertas públicas de aquisição. Estes não serão os únicos interessados, e Henkel, Clayton Dubilier & Rice e a holandesa Unilever (que também iniciou uma revisão ao seu ramo de cosméticos) também fariam parte do grupo. Segundo a agência de notícias, o valor da transação poderia roçar os 8 bilhões de dólares (7,4 bilhões de euros).... Leia mais em br.fashionnetwork 25/02/2020



Fintechs levantaram US$ 34 bilhões em aportes em 2019

Na temporada anterior, tinham sido US$ 40,8 bilhões e 2,05 mil aportes diferentes

As fintechs - startups de serviços financeiros - levantaram menor volume de investimentos no ano passado. Segundo relatório divulgado pela consultoria CB Insights nesta semana, o setor teve aportes de US$ 33,9 bilhões em 2019, em cerca de 1,9 mil rodadas. Na temporada anterior, tinham sido US$ 40,8 bilhões e 2,05 mil aportes diferentes.

Segundo o relatório, o setor de fintechs teve 24 novos unicórnios no ano passado - o apelido é dado às startups que são avaliadas no mercado em pelo menos US$ 1 bilhão. Duas empresas brasileiras foram citadas na lista: a startup de pagamentos Ebanx, de Curitiba, que foi o primeiro unicórnio do Sul do País, bem como o QuintoAndar, que intermedia aluguéis residenciais.

Segundo o levantamento, o mercado global de fintechs tem 67 unicórnios - a outra brasileira da lista é o Nubank, avaliado em US$ 10 bilhões após ter recebido um aporte de US$ 400 milhões do fundo californiano TCV, em julho do ano passado. Outros nomes conhecidos da lista são a estoniana TransferWise, que faz transferências bancárias internacionais, o banco digital N26, da Alemanha, e a Brex, fundada por dois brasileiros no Vale do Silício e que presta serviços financeiros para outras startups da região.

Na análise do CB Insights, também chamou a atenção que os mercados de América do Sul, África, Austrália e Sudeste Asiático tiveram recorde em captação de investimentos no ano passado. O estudo também afirma que houve queda no número de investimentos em fintechs de estágio inicial - no quarto trimestre de 2019, foram feitos 253 aportes em novatas, o menor número para um período de três meses desde o último trimestre de 2016...Estadao Leia mais em terra 25/02/2020



24 fevereiro 2020

Sanofi quer agrupar unidades em nova empresa

Companhia surgida da consolidação pode ser lançada em bolsa, diz farmacêutica

A farmacêutica francesa Sanofi informou nesta segunda-feira que estuda consolidar suas seis unidades de produção de princípios ativos e, posteriormente, fazer uma oferta de ações dessa companhia... Leia mais em valoreconomico 24/02/2020

24 fevereiro 2020



Cury utilizará recursos de oferta de ações para comprar terrenos

A construtora e incorporadora Cury pretende utilizar os recursos de sua oferta primária de ações para aquisição de terrenos. A empresa, da qual 48,2% do capital social pertence à Cyrela, protocolou junto à Comissão de Valores Mobiliários (CVM) o registro de oferta pública de ações na sexta-feira passada.

A companhia atua com imóveis enquadrados no programa federal Minha Casa, Minha Vida, especialmente nas cidades de São Paulo, Rio de Janeiro e na região de Campinas. As unidades são comercializadas com o modelo de venda definitiva, em que a operação é registrada somente quando o cliente obtém financiamento bancário. Em 2019, a empresa, segundo o prospecto, registrou um índice de vendas sobre o total ofertado de 64,80%.

Em relatório de junho de 2019, o Itaú BBA calculava um valor de mercado implícito para a Cury de R$ 1,3 bilhão a R$ 1,6 bilhão... Leia mais em valoreconomico 24/02/2020





Semenzato, do Shark Tank, investe na rede de franquias Instituto Gourmet

O Instituto Gourmet é a nova aposta do empreendedor José Carlos Semenzato, dono do grupo SMZTO Holding de Franquias Multissetoriais. O jurado do programa Shark Tank Brasil decidiu investir neste mês na rede de franquias de escolas de culinária fundada em 2014 por Lucilaine Lima no Espírito Santo.

A rede, que tem 50 unidades em operação, faturou 40 milhões de reais em 2019 ensinando diferentes estilos de cozinha e já formou mais de 23 mil alunos. Com o aporte, os sócios querem dobrar o número de unidades pelo país neste ano e contratar uma importante personalidade de televisão como garota propaganda — o nome ainda não foi revelado. O objetivo é terminar 2020 com faturamento de 70 milhões de reais.

As conversas entre o Instituto Gourmet e a SMZTO acontecem desde outubro de 2018. Semenzato explica que a holding adota um processo de auditoria e negociação longo para garantir a compatibilidade dos negócios. “Em média, a gente fala com 20 a 30 empresas até que um negócio dê certo”, conta.

O empresário, que é dono de marcas como Espaçolaser, Oakberry e Instituto Embelleze, não revela de quanto foi seu investimento na rede de franquias capixaba. “Tenho adquirido participação minoritária em companhias com valor de mercado entre 40 e 50 milhões de reais”, diz. Nos próximos três anos, ele planeja que SMZTO faça de cinco a dez aquisições, cada uma com cheque entre 7 e 15 milhões de reais... Leia mais em exame.abril. 23/02/2020




O desafio do mercado financeiro em investir numa startup

O início da minha pilotagem de carreira – que começou em marketing, branding e inteligência de mercado e agora se aproxima do mercado financeiro – começa num evento da Associação Brasileira de Venture Capital e Private Equity (ABVCAP).

Fui como colunista de algumas das principais publicações de publicidade e marketing do país, além de ocasionalmente escrever num segmentado portal de finanças. O interesse era a pauta sobre investimentos em startups que teria alguns dos principais representantes das aceleradoras a instituições públicas do país.

Aí temos a cena: dois líderes de famílly offices – escritórios dedicados a gestão de fortunas, com bilhões de reais sob gestão – trocam experiencias sobre startups, se mostrando preocupados sobre o tema:

– “Meus clientes me perguntam direto disso, mas nem sei por onde e como começar” – disse um deles.

– “Te entendo. Meu principal cliente assinou um cheque de R$ 300 mil para o namorado da filha que estava ainda na faculdade. Quase tive um trecho.” Disse outro.

Entre esta conversa e o momento que escrevo este texto se passaram quase dois anos, e o cenário melhorou bastante. O Brasil se tornou um polo de desenvolvimento de startups, com unicórnio em série. A leva de 2019 é um presságio de que ótimas histórias em 2020 estão a caminho, principalmente quando o Venture Capital começa a tornar forma e trazer recursos para boas ideias.

O problema: muito investidor institucional ainda não tem sequer ideia de como começar a investir numa startup, como construir relacionamento, quanto tempo x retornos, riscos e medidas pra atenuar  desenvolvimento de um portfólio de sucesso.

Neste sentido existem algumas rotas, como investir diretamente em fundos – seja aportando nos melhores gestores, ou desenvolvendo seu próprio fundo com estratégia, no mercado interno ou externo (o BTG Pactual tem um excelente trabalho neste sentido) – seguir a estratégia anexa de um fundo a cada chamada para aporte num projeto (modelo mais raro, mas presente em grandes casas como Spectra, Redpoint e Monashees, por exemplo).

Ou procurar por serviços de Venture Partners – modelo ainda incipiente no país, mas que deve se desenvolver em breve. Trata-se de empresas, como a Faraday Ventures, de Madri mas com braços em Lisboa, Alemanha, Itália e Leste Europeu – que já fazem o trabalho de mapear as startups com base numa tese e oferecem a oportunidade de aportar tanto diretamente no projeto, com ela ficando responsável pelos controles e intercâmbio de informações e experiências, bem como networking e oportunidades entre investidos e investidores.

Não à toa é um modelo que estamos nos aliando para ser uma primeira porta para grandes investidores, com segurança e valores baixos (o Target para Venture Partners geralmente são empresas em estágio Seed, com um ano de faturamento e avaliando o Fit entre produto e mercado), potencial bom de multiplicação de valor e oportunidade de liquidez entre 3 e 5 anos, onde o espectro de saídas é mais amplo e pode incluir a venda para outra startup, empresa ou fundo de investimento de maior porte.

O que não se pode é negligenciar a oportunidade vigente.

Um bom fundo ou estratégia no segmento de Venture Capital dá retorno médio de 20%/ano ao redor do mundo. E o Brasil tem um GAP histórico em inovação que, somado ao imenso mercado consumidor torna o ecossistema perfeito para proliferação de bons projetos.

Você ser gestor e abrir mão deste nicho, que deve alocar 3-10% de uma grande fortuna, ainda que seja um investimento de baixa liquidez, é dar de ombros a oportunidades que podem catapultar o patrimônio de um bom cliente, onde a própria rede e negócio dele pode ser a alavanca para tal resultado.

Num Brasil com juros civilizados e em franca trajetória de crescimento agora, a resposta dos dois gestores nunca esteve tão fácil de ser respondida... Por João Gabriel Chebante - fundador da Sucellos... Leia mais em startupi 24/02/2020




Pepsico compra fabricante chinesa de salgadinhos saudáveis por US$ 705 milhões

A Haoxiangni Health Food teve receita de 5 bilhões de yuans (US$ 711,5 milhões) no ano passado e é listada na bolsa de valores de Shenzhen

A PepsiCo anunciou a compra da Be&Cheery, uma empresa de salgadinhos da chinesa Haoxiangni Health Food. A transação tem valor de US$ 705 milhões... Leia mais em valoreconomico 23/02/2020


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Victoria’s Secret é vendida para empresa de fundo de investimento

A Sycamore Partners agora detém 55% da polêmica grife de lingeries, criticada pela falta de representatividade

Depois de tantas polêmicas nos últimos anos, a Victoria’s Secret foi comprada pela empresa de private equity Sycamore Partners, que agora é dona de 55% da grife. Dessa forma, a companhia detém US$ 525 milhões em negócios, dentro do US$ 1,1 bilhão que a marca vale. Assim, a empresa passa a ter capital fechado. A decisão vale para os segmentos Lingerie, Beauty e Pink. O anúncio foi feito na última quinta-feira (20/02/2020).

A outra parte da empresa, 45%, continuará no controle da L Brands, que pagará dívidas com o valor da compra. Com a separação da VS, a L Brands passa a operar apenas a marca Bath and Body Works. Desses 45%, o fundador e CEO da L Brands, Leslie Wexner, detém 17%.

“Acreditamos que, como uma empresa privada, a Victoria’s Secret poderá se concentrar melhor em resultados de longo prazo. Estamos satisfeitos que, ao manter uma participação acionária significativa, nossos acionistas terão a capacidade de participar significativamente do potencial ascendente dessas marcas icônicas [Lingerie, Beauty e Pink]”, declarou Wexner.

Com a operação, o executivo está abandonado o cargo de diretor executivo. Ele continuará atuando no setor administrativo da holding, na função de presidente emérito. A mudança em relação ao empresário já havia sido divulgada na imprensa internacional, no fim de janeiro.

A Victoria’s Secret pertencia à L Brands desde 1982, quando foi comprada de Roy Raymond por Wexner. O grupo foi responsável por transformá-la na gigante das lingeries que a marca se tornou. Entretanto, a falta de representatividade, tanto no marketing quanto nos produtos, fez parte do público perder o interesse na marca... Leia mais em .metropoles 23/02/2020



Britânica BP e brasileira Eneva se unem para leilão de termelétrica em Macaé

Em caso de sucesso na disputa, as empresas constituiriam uma empresa no Brasil que controlaria a térmica

A petroleira britânica BP e a elétrica Eneva (ENEV3) fecharam parceria para disputar com um projeto de termelétrica a gás duas licitações do governo brasileiro agendadas para 30 de abril, quando serão oferecidos contratos de longo prazo para a compra de energia das usinas vencedoras.

Em caso de sucesso na disputa, as empresas constituiriam uma empresa no Brasil que controlaria a térmica, na qual a Eneva teria 75% de participação e a BP os restantes 25%, segundo documentos do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade).

Em parecer no Diário Oficial da União desta sexta-feira, o órgão de defesa da concorrência aprovou sem restrições a compra pela Eneva de uma fatia majoritária no empreendimento inscrito nos leilões, a chamada UTE Fátima, que poderia ter até 1.750 megawatts em capacidade.

O negócio envolve ações na usina pertencentes à Natural Energia, que tem como sócias a Martins Empreendimentos, Engenharia e Participações e a Fox Energy Serviços de Energia.... Leia mais em moneytimes 21/02/2020