29 dezembro 2020
Lançamento do Portal Fusões & Aquisições
Ame Digital, da B2W e Lojas Americanas, adquire 100% da Parati Crédito por R$ 34 mi
A Ame, fintech da Lojas Americanas e da B2W, concluiu acordo para comprar por 34 milhões de reais a Parati, sociedade de crédito, financiamento e investimento.
Com a aquisição da Parati, a Ame passa a ofertar soluções ainda mais completas para seus mais de 15 milhões de clientes pessoas físicas e 2,8 milhões de estabelecimentos comerciais conectados (merchants), incluindo conta digital, cartão de crédito, cartão pré-pago, empréstimos, integração com PIX, entre outras.
Lojas Americanas S.A. B2W – Companhia Digital FATO RELEVANTE
AME Digital Brasil Ltda. (“Ame”), sociedade controlada de Lojas Americanas S.A. (“Americanas”) e B2W – Companhia Digital (“B2W”) celebrou, nesta data, Contrato de Compra e Venda de Ações e Outras Avenças tendo por objeto a aquisição de 100% das ações da Parati Crédito Financiamento e Investimento S.A. (“Parati”), sociedade de crédito, financiamento e investimento (SCFI) regulada pelo Banco Central do Brasil (“Operação”).
A Parati possui acesso direto ao Sistema de Pagamentos Brasileiro (SPB) e ao Sistema de Pagamentos Instantâneos (SPI) e atua como Bank as a Service (BaaS) e Regtech, integrando fintechs ao sistema bancário e distribuindo, por meio de parceiros, soluções de crédito, nas quais é emissora de Cédula de Crédito Bancária.
Com a aquisição da Parati, a Ame passa a ofertar soluções ainda mais completas para seus mais de 15 milhões de clientes pessoas físicas e 2,8 milhões de estabelecimentos comerciais conectados (merchants), incluindo conta digital, cartão de crédito, cartão pré-pago, empréstimos, integração com PIX, entre outras.
A aquisição, pelo preço total de R$34.053.548,46 (trinta e quatro milhões, cinquenta e três mil, quinhentos e quarenta e oito reais e quarenta e seis centavos), está em linha com o plano de negócios para a Ame, possibilitando a aceleração do seu desenvolvimento e maximizando suas frentes de negócios.
A implementação da Operação está sujeita ao cumprimento de determinadas condições precedentes, habituais em operações de natureza similar, incluindo a aprovação pelo Banco Central do Brasil.
Rio de Janeiro, 29 de dezembro de 2020 Lojas Americanas S.A. Carlos Eduardo Rosalba Padilha Diretor de Relações com Investidores B2W – Companhia Digital Fábio da Silva Abrate Diretor de Relações com Investidores Leia mais em b2wdigital 29/12/2020
EDP acerta compra de 40% da Blue Sol Participações
Compra de empresa que atua em GD solar reforça interesse de crescimento nessa modalidade de negócios
A EDP anunciou em comunicado ao mercado nesta segunda-feira, 28 de dezembro que no último dia 23 de dezembro assinou acordo de investimento para aquisição de participação minoritária de até 40% do capital social votante da Blue Sol Participações.
O acordo prevê ainda a chance de adquirir o seu controle após três anos e meio da conclusão da operação. A EDP aponta que a aquisição reforça o compromisso de investimento no segmento de GD solar como uma das vertentes de crescimento.
No comunicado, a EDP diz que o que motivou a compra foi o acesso a uma rede de franquias em expansão, que vai dar capilaridade em vendas para o segmento B2C, assim como ter uma opção de crescimento acelerado de vendas e a criação de uma plataforma de expansão capaz de servir o cliente em todos o país.
A Blue Sol tem 12 anos de atuação na geração distribuída solar para o mercado B2C. O seu modelo de negócios inclui franquias e soluções desde a concepção do projeto até o fornecimento de equipamentos, instalação e auxílio no processo para viabilizar a conexão com a distribuidora. Atualmente, a Blue Sol possui uma rede de 34 franquias distribuídas em 16 estados e atende clientes em todo o território nacional.
Em 2020, a empresa vendeu mais de 17,5 MWp de potência, tendo faturamento de R$ 65 milhões e acumula 50MWp instalados no período entre 2015 e 2020. A compra ainda está sujeita a determinadas condições e expectativa é que a operação seja finalizada no primeiro trimestre de 2021. Por Pedro Aurélio Teixeira .. Leia mais em canalenergia. 28/12/2020
https://www.edp.com.br
28 dezembro 2020
Cisão da fatia do Itaú na XP não precisa ser avaliada, diz Cade
Para o órgão, trata-se de uma mera reorganização societária intragrupo
A Superintendência-Geral do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) afirmou que a cisão da participação do Itaú na XP não é um ato de concentração e, assim, não precisa ser analisada pelo órgão. .. Leia mais em valoreconomico 28/12/2020
https://www.itau.com.br
28 dezembro 2020
Superintendência do Cade aprova aquisição de ativos da Copagril pela LAR
A Superintendência-Geral do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) aprovou sem restrições a aquisição, pela Lar Cooperativa Agroindustrial (LAR), de determinados ativos da Cooperativa Agroindustrial Copagril localizados no Estado do Paraná. A decisão está publicada no Diário Oficial da União (DOU).
Os ativos que fazem parte da operação são relacionados a uma unidade industrial de abate de aves da Copagril com sede no município de Marechal Cândido Rondon e uma unidade industrial de rações, no município de Entre Rios do Oeste.
De acordo com parecer sobre o negócio, os principais ativos a serem adquiridos serão imóveis que formam as duas unidades industriais, além de máquinas, equipamentos, móveis e utensílios, e ainda contratos de produção avícola integrada com parceiros integrados.
O valor da operação não foi divulgado. Segundo as requerentes, no entanto, a operação ocorre no contexto de intercooperação e situação financeira delicada enfrentada pela Copagril, “tornando-se meio efetivo para a continuidade de suas atividades”.
Para a LAR, o negócio permitirá à companhia ampliar suas atividades no mercado nacional e internacional, diversificando o risco operacional e sanitário de suas atividades.. Leia mais em istoedinheiro 28/12/2020
http://www.lar.ind.br
Cade aprova venda da Mizuno para Vulcabras
Anteriormente controlada pela Alpargatas, a Mizuno foi vendida por R$ 200 milhões para a Vulcabras em setembro
A Superintendência-Geral do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) aprovou a compra da marca de artigos esportivos Mizuno pela Vulcabras. Anteriormente controlada pela Alpargatas, a Mizuno foi vendida por R$ 200 milhões ..Leia mais em valoreconomico 28/12/2020
https://valor.globo.com
Ser Educacional exerce opção de compra de ativos da Ânima no Nordeste
A Ser também disse que foi prorrogado, por 15 dias desde 27 de dezembro, o prazo para o exercício de direito de opção de compra do Centro Universitário Ritter dos Reis (UniRitter) (Imagem: REUTERS/ Amanda Perobelli)
A Ser Educacional (SEER3) exerceu direito para adquirir a Sociedade Paraibana de Educação Cultural (Aspec) e a Sociedade Capibaribe de Educação e Cultura (Socec), no âmbito do acordo com a Ânima Educação (ANIM3), por 180 milhões de reais.
A Aspec é a mantenedora da Faculdade Internacional da Paraíba (FPB) e Socec mantém o Centro Universitário dos Guararapes (UNIFG) de Recife e Jaboatão dos Guararapes e o Cedepe Business School.
A transação, anunciada nesta segunda-feira, faz parte do acordo fechado entre as duas companhias envolvendo multa contratual relacionada à aquisição pela Ânima dos ativos no Brasil da Laureate.
Inicialmente, a Ser havia optado em receber em dinheiro a multa de 180 milhões de reais referente à rescisão de acordo envolvendo os ativos da norte-americana.
A Ser também disse que foi prorrogado, por 15 dias desde 27 de dezembro, o prazo para o exercício de direito de opção de compra do Centro Universitário Ritter dos Reis (UniRitter), do Centro Universitário FADERGS e do Instituto Brasileiro de Medicina de Reabilitação. Reuters Leia mais em moneytimes 28/12/2020
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Caixa Seguridade compra participação do INSS na Caixa Seguros Holding
Aprovação foi por maioria, com abstenção do conselheiro Leonardo José Rolim Guimarães
O Conselho de Administração da Caixa Seguridade aprovou a aquisição da participação detida pelo Instituto Nacional do Segur Social (INSS) na Caixa Seguros Holding S.A. (CSH), pelo valor de R$ 3,339 milhões, de acordo com 'valuation' feito pela assessor financeiro BR Partners... Leia mais em valoreconomico 28/12/2020
27 dezembro 2020
AES compra complexo eólico no Nordeste por R$ 806 milhões
A AES Energia Brasil anunciou a compra de mais um complexo eólico no Nordeste, na divisa entre Rio Grande do Norte e Ceará. A empresa fechou a aquisição dos parques MS e Santos, com 158,5 MW de potência instalada e que pertenciam à Cubica Brasil, por R$ 806 milhões. Desse total, R$ 529 milhões foram em dinheiro e R$ 277 milhões em dívidas. Com o negócio, o investimento da AES em aquisições soma R$ 1,456 bilhão em 2020.
O projeto encontra-se em operação desde 2013, 100% contratado no mercado regulado e foi comercializado por leilões de reserva e de energia nova por 20 anos. Com a conclusão da Operação, a AES Brasil passará a contar com uma capacidade instalada de 4,0 GW do seu portfólio 100% renovável.
A aquisição é mais um movimento importante em um ano repleto de decisões estratégicas. A AES começou o ano enfrentando oferta hostil de compra por parte da Eneva. Para evitar o negócio, sua controladora, a americana AES Corp., adquiriu a participação da sócia BNDESPar na elétrica e manteve seu controle.
Também em 2020, a AES fechou a compra do complexo eólico Ventus (RN), vendeu a usina de Uruguaiana (RS), lançou plataforma digital para o mercado livre, mudou o nome e a identidade visual e no início deste mês comunicou mudança no comando... Fonte: Valor Leia mais em portosenavios 27/12/2020
https://www.portosenavios.com.br
27 dezembro 2020
Startup que ajuda Ambev e iFood a recrutar talentos leva aporte milionário
Foi unindo marketing digital ao processo de recrutamento que a startup brasileira Intera conseguiu crescer e chegar a um faturamento anual de 3 milhões de reais. A empresa, fundada em 2018 em Salvador, na Bahia, é especializada em atrair talentos de tecnologia para empresas como iFood, Creditas, Quinto Andar, Ambev, Via Varejo e Gerdau. Agora, para construir uma nova plataforma de RH, a companhia captou um aporte de 2,5 milhões de reais com um grupo de investidores-anjo brasileiro.
A idealizadora da companhia é Paula Morais, que já havia empreendido em um marketplace de aluguel de produtos e também trabalhado na empresa de educação médica Sanar. Ao perceber que haverá um déficit de 264.000 profissionais de tecnologia no Brasil até 2024, a empreendedora decidiu criar uma escola de formação de desenvolvedores web.
Em poucos meses de negócio, a Morais descobriu que apesar de haver oportunidade na educação, não conseguiria estruturar um modelo de negócio focado nisso. “Não havia ninguém disposto a pagar a conta da formação de desenvolvedores lá em 2017. Eu também não estava familiarizada com o modelo de venture capital, achava que o negócio teria que dar dinheiro desde o primeiro dia”, diz.
Em 2018, ela decidiu transformar a Intera em uma empresa focada em atender o mercado corporativo. “Conversamos com mais de 100 RHs em 2018 e percebemos que eles estavam insatisfeitos com as soluções de recrutamento de profissionais de tecnologia”, afirma Morais.
Para resolver esse problema, a startup criou um modelo de recrutamento batizado de hunt hacking. As empresas que assinam o serviço recebem um número de créditos por mês que podem ser utilizados para comprar indicações de candidatos. Usando inteligência de dados e técnicas de marketing digital, a Intera encontra os melhores profissionais para as vagas disponíveis e os convence a participar do processo seletivo.
Com o aporte, Morais e os outros cofundadores do negócio, Augusto Frazão e Juliano Tebinka, irão estruturar uma plataforma para que as próprias empresas possam operar o hunt hacking sozinhas. .... Fonte Exame. Leia mais em indicesbovespa 27/12/2020
26 dezembro 2020
Concept Investimentos compra marca de tratamento capilar Forever Liss
Gestora de private equity quer ampliar fatia de mercado da empresa no país, ampliar o portfólio e elaborar um plano de exportação Depois de investir na rede de empanadas La Guapa, da chef argentina Paola Carosella, a gestora de private equity Concept Investimentos concluiu neste mês a compra integral da marca de produtos de beleza Forever Liss, dedicada especialmente a tratamentos capilares. O objetivo é ampliar a participação de mercado da companhia no país, investindo na logística, além de estender o portfólio de outras categorias e elaborar um plano de exportação.
A Forever Liss deve terminar 2020 com crescimento anual de 70% no faturamento, superior a R$ 200 milhões. O valor da aquisição não foi divulgado, mas cerca de 90% do capital aplicado na transação vem de family offices e 10%, dos sócios da Concept, conta Rafael Pilotto Gonçalez, um dos três sócios da gestora. Essa fatia do aporte bancada pelos sócios da gestora é uma das características dos investimentos da Concept, que foi criada em 2016, e mantém na carteira a rede La Guapa e a Maquira, empresa paranaense de produtos odontológicos.
“A gente via oportunidade nessas empresas médias com crescimento sólido e saudável, mas que não tinham atenção dos grandes fundos, que muitas vezes querem fazer cheques muito grandes e não olham para esse empreendedor”, argumenta Gonçalez. Ainda de acordo com ele, não há um prazo pré-determinado para sair do negócio. “Vai acontecer, mas não temos data, é uma visão de longuíssimo prazo. Depois do investimento, é mão na massa. Dinheiro não é solução, tem que trabalhar ao lado”, diz, explicando que a companhia manterá na direção executiva o atual gestor, Otávio Príncipe, primo do fundador da marca.
Gonçalez: oportunidade em empresas médias com crescimento sólido e saudável, mas que não atraem atenção dos grandes fundos
A Forever Liss foi criada em 2014 em Lençóis Paulista, no interior de São Paulo, pelo empresário Fábio Príncipe. “Hoje é a maior marca de beleza com foco em comércio on-line dedicada à venda direta ao consumidor no Brasil. Muito disso é fruto dos lançamentos e dessa recorrência que existe de compra. Nos chamou atenção esse pioneirismo”, diz Gonçalez. Atualmente a companhia tem 55 linhas e mais de 200 itens, incluindo, também, maquiagem.
Príncipe criou a Forever Liss após quase três anos de colocar em operação o site multimarcas Shop dos Cabelos. A oportunidade surgiu pela percepção do empresário para a demanda por produtos que reproduzissem em casa os tratamentos realizados nos salões de beleza. “Demos para o produto o nome do tratamento, como “Banho de verniz”. Não tinha esse nome no mercado. As pessoas sabiam pelo cabeleireiro, mas não tinha escrito na embalagem, ficava como o segredo do cabeleireiro”, conta Príncipe, destacando, porém, que os profissionais também estão entre os clientes da marca, já que os produtos também são oferecidos em embalagens maiores, com bom custo-benefício para os salões.
Desde 2016, a Shop dos Cabelos deixou de ser um site multimarcas e passou a vender somente as linhas da Forever Liss, já que o crescimento acelerado da companhia demandava mais atenção, segundo o empresário. Nascida no ambiente on-line, a marca passou a ter seus produtos também vendidos no varejo, canal que deve ganhar mais atenção agora com o aporte, explica Gonçalez. Hoje, 80% das vendas são concentradas nos canais on-line, mas o plano é ampliar as opções de multicanalidade de companhia.
A expansão da empresa na logística também levará em consideração essa força nos canais on-line. Em seus perfis nas redes sociais (Facebook e Instagram), a Forever Liss soma quase sete milhões de seguidores, além de 265 mil inscritos no YouTube. “Já começamos olhando para a internet. Viramos case no Facebook Profissional, o uso da nossa marca como referência é de 4 a 5 vezes maior do que qualquer outra marca da América Latina”, afirma Príncipe. A companhia mantém, em sua sede no interior paulista, um estúdio de gravação para produzir conteúdo para os consumidores, com passo a passo de uso dos produtos, por exemplo.
Há, no entanto, um gargalo na capacidade de entrega. “Existem oportunidades de melhoria que enxergamos, como o preço do frete e reduzir prazos”, diz Gonçalez. A região Nordeste, por exemplo, é a segunda maior em número de vendas (Sudeste é a primeira), mas o frete custa de R$ 30 a R$ 40 e o prazo de entrega vai de 10 a 15 dias. Há a possibilidade, segundo ele, de reduzir esse prazo para quatro dias e o custo do frete em 20% ou 30% ou até mesmo pela metade.
“São dois pilares em que vamos focar no curto prazo: tecnologia, com sistemas que permitam a gente a ter acesso a plataformas de forma mais simples e rápida, e logística, para trabalhar com vários parceiros que consigam garantir um nível de serviço melhor do que o dos Correios”, explica o gestor de investimentos.
No segundo momento, diz Gonçalez, a ideia é ampliar o portfólio para outras categorias que ainda têm poucos produtos, como os multivitamínicos e maquiagem. Mais à frente, a ideia é traçar um planejamento de exportação, uma vez que, de acordo com o gestor e o empresário, há uma demanda reprimida. “Muitas empresas dos Estados Unidos e Oriente Médio têm procurado a empresa. Na hora certa, com estrutura correta, devemos atender esse mercado também”, diz o sócio da Concept... Leia mais em redacaoagro 26/12/2020
26 dezembro 2020
Ser Educacional (SEER3) compra Centro Universitário Barreiras por R$ 210 milhões
A Ser Educacional (SEER3) informou a aquisição Centro Universitário São Francisco de Barreiras (UNIFASB), no interior da Bahia, por R$ 210 milhões.
A transação foi feita por meio da subsidiária Cenesup – Centro Nacional de Ensino Superior, que adquiriu 100% do capital do Instituto Avançado de Ensino Superior de Barreiras, mantenedor do Centro Universitário Barreiras, localizado na cidade de Barreiras.
De acordo com a Ser Educacional, a transação envolve também a compra do imóvel da sede da UNIFASB avaliado em aproximadamente R$ 34 milhões, já incluído no montante valor do negócio.
O contrato prevê o pagamento de R$ 130 milhões à vista mais R$ 80 milhões a ser depositado em uma conta vinculada e liberada aos vendedores, após a dedução de passivos indenizáveis, em cinco parcelas anuais sucessivas, de R$ 16 milhões, sendo a primeira em 31 de janeiro de 2022.
Cursos
A escola oferece cursos de graduação e pós-graduação nas áreas de saúde e ciências humanas, como Direito, Agronomia, Administração, Ciências Contábeis, Biomedicina, Psicologia, Enfermagem, Educação Física, Fisioterapia e Medicina. Esse último com 80 vagas anuais autorizadas ou 96 vagas anuais, ao se considerar as vagas disponibilizadas via Prouni e Fies. A receita líquida estimada do UNIFASB para o ano de 2020 é de R$ 42 milhões.
Na semana passada, a Ser Educacional tinha informado a aquisição da Sociedade Educacional de Rondônia (UNESC), por R$ 120 milhões. A UNESC é mantenedora da Faculdade de Educação e Cultura de Porto Velho, Faculdade de Educação e Cultura de Vilhena, Faculdades Integradas de Cacoal e Faculdade de Educação e Cultura de Ji-Paraná.
A instituição está presente nas maiores cidades do Estado de Rondônia, em PIB e em população. Para 2020, a receita líquida estimada totaliza R$ 42 milhões... Leia mais em euqueroinvestir 21/12/2020
Maior rede odontológica do mundo, OdontoCompany arremata Oral Sin
A OdontoCompany, rede que acaba de se tornar a número um do mundo em número de unidades, com 969 postos, acaba de finalizar a da rede Oral Sin, rede especializada em implantes dentários.
A rede iniciou a compra ano passado, quando adquiriu 40%. Os demais 60% foram adquiridos agora.
O valor total soma 230 milhões de reais e a meta da OdontoCompany envolve inaugurar 600 unidades da Oral Sin nos próximos três anos.
A empresa foi criada em meados dos anos 1990 para atender classes mais baixas, a preços acessíveis. Fonte: Veja Leia mais em imoveweb 24/12/2020
https://odontocompany.com
25 dezembro 2020
Bolsa tem maior número de IPOs desde 2007 e onda de ofertas deve continuar em 2021
Empresas levantam juntas R$ 117 bilhões em ofertas iniciais de ações na Bolsa brasileira; em 2007 foram 64 IPOs, que movimentaram R$ 55 bilhões
Além do recorde de investidores, a B3 também registrou em 2020 o maior número de IPOs (ofertas iniciais de ações) desde 2007, mesmo em meio à uma grave crise sanitária e humanitária causada pela pandemia de coronavírus. E os primeiros indícios são de que o movimento continuará em 2021, segundo especialistas.
Foram 28 IPOs na Bolsa brasileira entre janeiro e dezembro deste ano, com captação total de R$ 117 bilhões. É o maior número de ofertas iniciais em 18 anos. Em 2007, a B3 teve 64 IPOs, que juntos levantaram R$ 55 bilhões. No ano passado, foram apenas cinco operações desse tipo no mercado brasileiro.
O maior IPO de 2020 foi o da Rede D’Or (RDOR3), que estreou na B3 no começo deste mês valendo mais de R$ 100 bilhões. A operação levantou R$ 11,4 bilhões. Foi o terceiro maior IPO já registrado na B3, atrás apenas da oferta inicial do Santander Brasil (SANB11) em 2009, de R$ 13,2 bilhões, e da oferta da BB Seguridade (BBSE3) em 2013, de R$ 11,475 bilhões.
O segundo maior IPO de 2020 na B3 foi realizado pelo Grupo Mateus (GMAT3), que levantou R$ 4,6 bilhões em outubro. A oferta inicial da Hidrovias do Brasil (HBSA3) completou o pódio, com R$ 3,4 bilhões em setembro — a Petz (PETZ3) ficou bem próxima, com um IPO de R$ 3,03 bilhões também em setembro.
Confira abaixo os IPOs de 2020 na B3 e quanto cada empresa levantou com sua oferta inicial de ações.
- 3R: R$ 690 milhões
- Aeris: R$ 1,1 bilhão
- Alphaville: R$ 305 milhões
- Ambipar: R$ 1,08 bilhão
- Boa Vista: R$ 2,21 bilhões
- Cury: R$ 977,5 milhões
- d1000: R$ 400,2 milhões
- Enjoei: R$ 1,1 bilhão
- Estapar: R$ 345,3 milhões
- Grupo Mateus: R$ 4,6 bilhões
- Grupo Soma: R$ 1,82
- Hidrovias: R$ 3 bilhões
- JSL: R$ 693,7 milhões
- Lavvi: R$ 1,16 bilhão
- Locaweb: R$ 1 bilhão
- Méliuz: R$ 583,4 milhões
- Melnick: R$ 647,8 milhões
- Mitre Realty: R$ 1,02 bilhão
- Moura Dubeux: R$ 1,25 bilhão
- Neogrid: R$ 486,45 milhões
- Pague Menos: R$ 858,9 milhões
- Petz: R$ 3 bilhões
- Plano e Plano: R$ 633,4 milhões
- Priner: R$ 200 milhões
- Quero-Quero: R$ 1,94 bilhão
- Rede D’or: R$ 11,4 bilhões
- Sequoia: R$ 905,8 milhões
- Track & Field: R$ 454,7 milhões
Além dessas companhias, a canadense Aura Minerals também realizou um IPO na B3 neste ano, mas de BDRs (recibos de ações estrangeiras negociados na Bolsa brasileira), que movimentou R$ 790 milhões. O InfoMoney entrevistou o presidente da companhia em novembro, confira aqui.
O que explica o movimento?
De modo geral, o que explica o boom de IPOs na B3 este ano, segundo especialistas, é a queda histórica da taxa básica de juros, a Selic, para 2% ao ano, o que motivou a maior entrada de investidores na Bolsa e colaborou para tornar o mercado acionário mais atraente aos empresários que precisam se capitalizar.
“Foi uma porrada. A gente viu uma baita de uma janela, o mercado de capitais no Brasil se desenvolvendo, um fluxo grande, aumento de investidores pessoas físicas e, agora no final do ano, os estrangeiros voltando fortemente”, disse Rafael Bevilacqua, estrategista-chefe da Levante Ideias de Investimentos.
“Algumas coisas que são importantes: este ano começou muito bem e, mesmo com a pandemia, o fluxo, o movimento de IPOs foi muito forte. Isso se dá por um lado pelo desenvolvimento de capitais, entrada de novos investidores, juros baixos, mas a liquidez global como um todo foi bem positiva para esse fato”, completou.
“Todo mundo que queria colocar uma oferta, este ano conseguiu. Foram poucos casos em que ou a janela não estava muito boa, mas daria para ajustar, ou o valuation era muito fora. Mas a gente viu IPOs que não paravam muito em pé, não tinha o menor sentido, saírem. Tinha liquidez e demanda para praticamente tudo.”
Felipe Taylor, gestor de ações da MAG Investimentos, acredita que a forte valorização da Bolsa no fim do ano passado e no começo de 2020, bem como a retomada do Ibovespa ao longo deste ano depois do tombo em março por causa da pandemia, colaborou para chamar atenção dos empresários para a Bolsa.
“A boa performance que a Bolsa teve nos últimos anos permitiu que o patamar de preço dos ativos negociados em Bolsa atingisse níveis nos quais os empresários começam a ver maior vantagem em abrir seu capital, dada a perspectiva de ter suas empresas bem valoradas pelo mercado”, disse.
“Obviamente que a taxa de juros no nível mais baixo que a gente já teve também favorece esse investimento do investidor na Bolsa. Mesmo fundos que antes eram muito focados em renda fixa e câmbio passaram a alocar uma boa parte de seu portfólio para a Bolsa”, completou.
Ofertas bem-sucedidas
Sobre as ofertas mais bem-sucedidas em 2020, Bevilacqua e Taylor destacaram os IPOs da Rede D’or e da Petz. Taylor apontou ainda a operação da companhia de hospedagem de sites Locaweb como um destaque positivo no ano.
“São empresas que não só as ações pós-IPO tiveram desempenho positivo, mas também são empresas que, apesar de serem novas na Bolsa, acho que são histórias que despertam muito o interesse do investidor institucional e têm se mostrado maduras na comunicação com o mercado de capitais”, disse o gestor da MAG.
“A Rede D’or é um case de crescimento. Saiu caro quando a gente olha para múltiplo, entretanto é meio que um case apartado do mercado quando a gente fala de saúde. Ela pode subir preço, ela sobe muito o preço, repassa com praticamente zero de dificuldade porque ela tem uma marca muito forte e cresce há muito tempo. E até 2025 a gente vê que o número de leitos vai praticamente dobrar”, avaliou Bevilacqua.
O que esperar para 2021?
No geral, a avaliação para 2021 é de que o mercado de ofertas de ações continue extremamente aquecido. Empresas continuam registrando pedidos de abertura de capital na Comissão de Valores Mobiliários, a CVM. Na leva de dezembro, por exemplo, estão a Orizon, Guararapes Painéis, Jalles Machado, Oceanpact, Eletromidia, Mobly, Kalunga e Westwing.
“Novos recordes. Vai continuar havendo recursos disponíveis para comprar empresas novas em preços que façam sentido para os acionistas anteriores se desfazerem de uma parte ou se diluírem na ownership das empresas. A mesma dinâmica que a gente viu em 2020 deve permanecer para 2021, sendo que em 2020 a gente teve a pandemia”, disse Taylor, da MAG.
“2021 tem tudo para ser um ano ainda mais forte em ofertas de ações. A dúvida é se a nossa economia vai continuar produzindo empresas que sejam ‘investíveis’ no tamanho para fazer abertura de capital na velocidade que o mercado está disposto a comprar essas empresas”, completou.
O presidente da B3, Gilson Finkelsztain, também segue otimista. Em entrevista ao podcast “Os Pregões que Fizeram História”, do InfoMoney, ele disse que “a expectativa continua sendo bastante positiva para o mercado de capitais”, e que ainda tem bastante IPO por vir em 2021.
“As empresas estão iniciando seus ciclos de investimento depois de um ano difícil como foi 2020, quando a gente teve uma contração do PIB entre 4% e 5%. Então, o Brasil vai certamente voltar a crescer no ano de 2021. E fica obviamente a esperança de que a gente continue evoluindo na trajetória de sofisticação dos nossos mercados de capitais com a preservação do juro baixo”, afirmou.
Ele disse que não pode haver um “abandono” da inflação sob controle, da perseguição da meta de inflação pelo Banco Central e do controle fiscal com agenda de reformas que leve o Brasil ao crescimento. Finkelsztain citou a importância da preservação do teto de gastos.
“Em 2020, foi compreensível que o Brasil aprovasse um auxílio emergencial para os brasileiros que perderam renda. Infelizmente a gente não tem capacidade de manutenção desse auxílio por mais tempo, então a gente precisa usar mecanismos de fomento à economia e à retomada de crescimento, gerando emprego para que o país possa voltar a crescer”, disse.
“A melhor forma de fazer isso é definitivamente com controle fiscal e uma pauta que possibilite a retomada do investimento privado, com IPO, com privatizações. Sigo otimista e acho que 2021 pode ser novamente mais um ano de muitos recordes”, concluiu o presidente da B3... Leia mais em infomoney 21/12/2020
https://www.infomoney.com.br
25 dezembro 2020
Cade aprova joint venture entre Banco BS2 e Cartão de Todos
União visa ao desenvolvimento de uma parceria entre as empresas para ofertar serviços financeiros e de pagamento O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) aprovou, sem restrições, a joint venture entre o Banco BS2 e a Administradora de Cartão de Crédito Todos. A decisão do Cade foi publicada hoje no Diário Oficial da União (DOU).
A operação consiste na criação de uma joint venture denominada BS2 Todos Administradora de Cartões e Cadastros Ltda, visando ao desenvolvimento de uma parceria entre as empresas para ofertar serviços financeiros e de pagamento desenvolvidos e oferecidos pelo BS2 à base de clientes da Mais Todos e da Todos Empreendimentos Ltda.
O Banco BS2 opera no Brasil como banco múltiplo nas carteiras comercial, de câmbio e de crédito, financiamento e investimento, com operações nos segmentos de serviços bancários digitais, créditos para empresas, direitos creditórios, mercado de câmbio e de adquirência, atuando como credenciador na liquidação financeira de operações com cartões de débito e de crédito.
Além disso, o BS2 tem como principal fonte de recursos o lançamento de certificados de depósitos bancários no mercado. O BS2 é controlado pela Bonsucesso Holding Financeira S.A. e integra o Grupo Bonsucesso, que é formado por empresas que atuam, no Brasil, no mercado financeiro e no comércio varejista de automóveis, consórcios, corretoras de seguros, dentre outros empreendimentos relacionados.
A Mais Todos e a Cartão de Todos são controladas por pessoas físicas da mesma família (Vilar Guimarães) e foram consideradas parte do mesmo grupo econômico (Grupo Todos) pelas Requerentes. Desse modo, a Mais Todos opera, atualmente, como agente intermediador entre a base de clientes da Cartão de Todos e parceiros financeiros. Já a Cartão de Todos é a empresa detentora da marca “Cartão de TODOS” e franqueadora de um cartão de descontos nas áreas de lazer, educação, saúde, entre outras... Leia mais em redacaoagro 24/12/2020
24 dezembro 2020
Cade aprova compra da Lifecenter pela Notre Dame Intermédica
A decisão foi publicada hoje no Diário Oficial da União
O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) aprovou, sem restrições, a aquisição da totalidade das ações representativas do capital social de Lifecenter, detida pelo FIP Minas Gerais – Fundo de Investimento em Participações Multiestratégia – pela Notre Dame. A decisão foi publicada hoje no Diário Oficial da União (DOU).
A Notre Dame, pertencente ao Grupo Notre Dame Intermédica, é uma operadora de planos de assistência privada à saúde, que oferta planos de saúde médico-hospitalares e odontológicos no Brasil. Além da operação de planos de saúde, a Intermédica presta serviços de cuidados à saúde, por meio de rede própria de hospitais e centros clínicos, e possui ainda estrutura para a prestação de serviços de apoio à medicina diagnóstica.
Atualmente, seu maior acionista é a Bain Capital que, por meio do Alkes II – Fundo de Investimentos em Participações Multiestratégia, detém, aproximadamente, 20,1% da Notre Dame, sendo o restante de seu capital social pulverizado no mercado.
Já a Lifecenter atua no mercado de serviços hospitalares, por meio de um hospital-geral localizado no município de Belo Horizonte, estado de Minas Gerais, o Hospital Lifecenter. A totalidade do capital social e votante da Lifecenter é detida por Minas Gerais – Fundo de Investimento em Participações Multiestratégia... Fonte Valor Econômico Leia mais em cardosoadv. 24/12/2020
24 dezembro 2020
Cade aprova compra de 17,2% do capital social da Orizon pela Braseg Participações
Decisão foi publicada hoje no Diário Oficial da União
O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) aprovou, sem restrições, a compra, pela Braseg Participações, de 17,2% do capital social da Orizon, participação atualmente detida pela Caixa de Assistência dos Funcionários do Banco do Brasil (Cassi). A decisão foi publicada hoje no Diário Oficial da União (DOU).,. leia mais em valoreconomico 24/12/2020
Cade aprova compra de ativos da CSC, da Eternit, pela Roca
Ativos em questão são destinados à produção de louças sanitárias e estão paralisados desde abril de 2020 O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) aprovou, sem restrições, a aquisição pela Roca Sanitários Brasil de ativos (imóvel e equipamentos) da Companhia Sulamericana de Cerâmica (CSC).
Os ativos em questão são destinados à produção de louças sanitárias e estão paralisados desde abril de 2020. O estoque remanescente do ativo não é objeto da transação. A decisão do Cade foi publicada na edição do Diário Oficial da União (DOU) de hoje.
Segundo informações do Cade, a operação é resultado do leilão realizado em 18 de novembro de 2020 e insere-se no contexto do Plano de Recuperação Judicial da CSC e da Eternit, o qual já foi aprovado e homologado judicialmente.
Como justificativa estratégica para o negócio, as empresas informaram ao Cade que, do ponto de vista dos compradores, a operação representa uma oportunidade de ampliar sua atuação na região Nordeste, após a realização de investimentos adicionais e outras atividades. Já do ponto de vista dos vendedores, representa o cumprimento do Plano de Recuperação Judicial da companhia para pagamento dos credores identificados no plano.
A Roca pertence ao Grupo Roca, de origem espanhola, que atua ao redor do mundo com a oferta de louças sanitárias, metais para banheiro, pisos e revestimentos, entre outros.
Já a CSC é parte do Grupo Eternit, o qual, por meio de suas controladas, atua nos segmentos de telhas de fibrocimento e concreto e nos segmentos de louças, metais sanitários e soluções construtivas, possuindo fábricas instaladas nas cinco regiões do Brasil. Fonte: Valor Invest Leia mais em emergencia190 24/12/2020
Cade aprova aquisição de 100% do capital social da Wavy Brasil
Aquisição foi feita pela Sinch Latam e por sua subsidiária brasileira
O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) aprovou, sem restrições, a aquisição, pela Sinch Latam e por sua subsidiária integral brasileira, Sinch Brasil, de 100% da titularidade do capital social da Wavy Brasil. .. Leia mais em valoreconomico 24/12/2020
https://valor.globo.com/brasil
IG4 Capital fecha compra da CLI e passa a operar terminal de grãos no Maranhão
Para concluir o negócio, gestora renegociou dívidas da empresa de mais de US$ 240 milhões
A gestora IG4 Capital fechou a compra da Corredor Logística e Infraestrutura (CLI), empresa que opera o terminal de grãos da CGG Trading no Porto de Itaqui, no Maranhão.
O negócio foi concluído no início da noite desta quarta-feira.. Leia mais em valoreconomico 24/12/2020



















