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28 dezembro 2020

Ser Educacional exerce opção de compra de ativos da Ânima no Nordeste

A Ser também disse que foi prorrogado, por 15 dias desde 27 de dezembro, o prazo para o exercício de direito de opção de compra do Centro Universitário Ritter dos Reis (UniRitter) (Imagem: REUTERS/ Amanda Perobelli)

A Ser Educacional (SEER3) exerceu direito para adquirir a Sociedade Paraibana de Educação Cultural (Aspec) e a Sociedade Capibaribe de Educação e Cultura (Socec), no âmbito do acordo com a  Ânima Educação (ANIM3), por 180 milhões de reais.

A Aspec é a mantenedora da Faculdade Internacional da Paraíba (FPB) e Socec mantém o Centro Universitário dos Guararapes (UNIFG) de Recife e Jaboatão dos Guararapes e o Cedepe Business School.

A transação, anunciada nesta segunda-feira, faz parte do acordo fechado entre as duas companhias envolvendo multa contratual relacionada à aquisição pela Ânima dos ativos no Brasil da Laureate.

Inicialmente, a Ser havia optado em receber em dinheiro a multa de 180 milhões de reais referente à rescisão de acordo envolvendo os ativos da norte-americana.

A Ser também disse que foi prorrogado, por 15 dias desde 27 de dezembro, o prazo para o exercício de direito de opção de compra do Centro Universitário Ritter dos Reis (UniRitter), do Centro Universitário FADERGS e do Instituto Brasileiro de Medicina de Reabilitação. Reuters Leia mais em moneytimes 28/12/2020

https://www.moneytimes.com.br

28 dezembro 2020



27 dezembro 2020

Ensino básico: Especialistas apostam em onda de fusões e aquisições no setor depois da pandemia

Houve aumento da inadimplência e redução de receita com descontos oferecidos aos pais que perderam emprego ou renda. Quadro favorece entrada de fundos de investimento e empresas

Depois da consolidação no ensino superior, especialistas acreditam que a crise gerada pela pandemia vai acelerar o processo de fusões e aquisições na educação básica .. Leia mais em oglobo 27/12/2020

https://oglobo.globo.com

27 dezembro 2020



Startup que ajuda Ambev e iFood a recrutar talentos leva aporte milionário


Foi unindo marketing digital ao processo de recrutamento que a startup brasileira Intera conseguiu crescer e chegar a um faturamento anual de 3 milhões de reais. A empresa, fundada em 2018 em Salvador, na Bahia, é especializada em atrair talentos de tecnologia para empresas como iFood, Creditas, Quinto Andar, Ambev, Via Varejo e Gerdau. Agora, para construir uma nova plataforma de RH, a companhia captou um aporte de 2,5 milhões de reais com um grupo de investidores-anjo brasileiro. 

A idealizadora da companhia é Paula Morais, que já havia empreendido em um marketplace de aluguel de produtos e também trabalhado na empresa de educação médica Sanar. Ao perceber que haverá um déficit de 264.000 profissionais de tecnologia no Brasil até 2024, a empreendedora decidiu criar uma escola de formação de desenvolvedores web. 

Em poucos meses de negócio, a Morais descobriu que apesar de haver oportunidade na educação, não conseguiria estruturar um modelo de negócio focado nisso. “Não havia ninguém disposto a pagar a conta da formação de desenvolvedores lá em 2017. Eu também não estava familiarizada com o modelo de venture capital, achava que o negócio teria que dar dinheiro desde o primeiro dia”, diz. 

Em 2018, ela decidiu transformar a Intera em uma empresa focada em atender o mercado corporativo. “Conversamos com mais de 100 RHs em 2018 e percebemos que eles estavam insatisfeitos com as soluções de recrutamento de profissionais de tecnologia”, afirma Morais. 

Para resolver esse problema, a startup criou um modelo de recrutamento batizado de hunt hacking. As empresas que assinam o serviço recebem um número de créditos por mês que podem ser utilizados para comprar indicações de candidatos. Usando inteligência de dados e técnicas de marketing digital, a Intera encontra os melhores profissionais para as vagas disponíveis e os convence a participar do processo seletivo.

Com o aporte, Morais e os outros cofundadores do negócio, Augusto Frazão e Juliano Tebinka, irão estruturar uma plataforma para que as próprias empresas possam operar o hunt hacking sozinhas. .... Fonte Exame. Leia mais em indicesbovespa 27/12/2020

https://byintera.com



26 dezembro 2020

Ser Educacional (SEER3) compra Centro Universitário Barreiras por R$ 210 milhões

A Ser Educacional (SEER3) informou a aquisição Centro Universitário São Francisco de Barreiras (UNIFASB), no interior da Bahia, por R$ 210 milhões.

A transação foi feita por meio da subsidiária Cenesup – Centro Nacional de Ensino Superior, que adquiriu 100% do capital do Instituto Avançado de Ensino Superior de Barreiras, mantenedor do Centro Universitário Barreiras, localizado na cidade de Barreiras.

De acordo com a Ser Educacional, a transação envolve também a compra do imóvel da sede da UNIFASB avaliado em aproximadamente R$ 34 milhões, já incluído no montante valor do negócio.

O contrato prevê o pagamento de R$ 130 milhões à vista mais R$ 80 milhões a ser depositado em uma conta vinculada e liberada aos vendedores, após a dedução de passivos indenizáveis, em cinco parcelas anuais sucessivas, de R$ 16 milhões, sendo a primeira em 31 de janeiro de 2022.

Cursos

A escola oferece cursos de graduação e pós-graduação nas áreas de saúde e ciências humanas, como Direito, Agronomia, Administração, Ciências Contábeis, Biomedicina, Psicologia, Enfermagem, Educação Física, Fisioterapia e Medicina. Esse último com 80 vagas anuais autorizadas ou 96 vagas anuais, ao se considerar as vagas disponibilizadas via Prouni e Fies. A receita líquida estimada do UNIFASB para o ano de 2020 é de R$ 42 milhões.

Na semana passada, a Ser Educacional tinha informado a aquisição da Sociedade Educacional de Rondônia (UNESC), por R$ 120 milhões. A UNESC é mantenedora da Faculdade de Educação e Cultura de Porto Velho, Faculdade de Educação e Cultura de Vilhena, Faculdades Integradas de Cacoal e Faculdade de Educação e Cultura de Ji-Paraná.

A instituição está presente nas maiores cidades do Estado de Rondônia, em PIB e em população. Para 2020, a receita líquida estimada totaliza R$ 42 milhões... Leia mais em euqueroinvestir 21/12/2020

http://www.fasb.edu.br


26 dezembro 2020



24 dezembro 2020

Ser Educacional acelera aquisições e mira guinada digital

O maior grupo educacional do Norte e Nordeste do País fechou, apenas em dezembro, três aquisições - e já tem outras na manga

Depois de perder para a Ânima a disputa pelos ativos da americana Laureate no Brasil – que incluíam a universidade Anhembi Morumbi, em São Paulo -, o grupo Ser Educacional (SEER3) passou a buscar novos horizontes. O maior grupo educacional do Norte e Nordeste do País fechou, apenas em dezembro, três aquisições – e já tem outras na manga. “Queremos construir um ecossistema digital de ofertas educacionais, formado com marcas fortes regionais”, afirmou o presidente da Ser Educacional, Jânyo Diniz, em entrevista ao Estadão... Leia mais em infomoney 24/12/32020

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 Ser Educacional acelera aquisições e mira guinada digital

Depois de perder para a Ânima a disputa pelos ativos da americana Laureate no Brasil – que incluíam a universidade Anhembi Morumbi, em São Paulo -, o grupo Ser Educacional passou a buscar novos horizontes. O maior grupo educacional do Norte e Nordeste do País fechou, apenas em dezembro, três aquisições – e já tem outras na manga. “Queremos construir um ecossistema digital de ofertas educacionais, formado com marcas fortes regionais”, afirmou o presidente da Ser Educacional, Jânyo Diniz, em entrevista ao Estadão. 

A estratégia, agora, vai além do crescimento em medicina – área desejada pelo setor educacional, por causa do alto preço das mensalidades. A guinada digital da Ser, que ganhou velocidade e tom emergencial com a pandemia, será uma das principais vias de crescimento. Exemplo disso foi a aquisição de uma startup neste mês.

Segundo Diniz, com os ativos da Laureate fora do baralho, a companhia prosseguiu com outras transações que já estavam na mesa. “Tínhamos outras alternativas engatilhadas. Tínhamos um pipeline de aquisições e parte começou a acontecer agora”, conta.

Dono das marcas como Uninassau, Uninabuco, Univeritas, Unama e Uninorte, o grupo acaba de bater a marca de 200 mil alunos e já vem colhendo os frutos de sua vertente digital. Os cursos a distância, que ainda lidavam com um certo preconceito, venceram essa barreira com os alunos colocados em casa de forma mandatória na pandemia. E isso, é claro, acelerou a estratégia digital e projetos estão sendo antecipados. Para o próximo ano, a empresa colocou em seu planejamento estratégico R$ 150 milhões de investimento para a educação digital.

O primeiro desembolso desse plano acabou saindo no fim do ano: a startup mineira Beduka, plataforma que atua no mercado de apoio online para alunos que buscam ingressar no ensino superior, por meio de planos de estudos e simulados do Enem, por exemplo. “O portal tem mais de 800 mil visitantes únicos sem nunca ter tido publicidade”, afirma Diniz.

Do dinheiro que será desembolsado ano que vem, a Ser já definiu que R$ 100 milhões serão destinados para a compra das Edtechs, como são chamadas as empresas de educação digital, caso da Beduka.

O plano de expansão contempla ainda a retomada da abertura de unidades e polos de ensino a distância, com cinco unidades digitais, que ofertarão cursos híbridos e 100% online e de 50 polos de ensino a distância, dedicados a oferta de cursos online. Os chamados câmpus digitais serão em shoppings centers, algo que, segundo a empresa, também garante a maior segurança para os estudantes.

“Os cursos serão híbridos. O mercado mudou e isso é algo irremediável”, afirma Diniz. Se de um lado o alcance da companhia aumenta com a educação a cada dia mais digital, um dos efeitos colaterais é que a concorrência também cresce, deixando de ser apenas regional.

Mudança de estratégia

É uma clara alteração de rota para a companhia. Ao longo de 2020, o grupo desembolsou cerca de R$ 500 milhões para fazer cinco compras de ativos. Mas o principal foco foi o ensino presidencial: a companhia conseguiu dobrar as vagas do curso de medicina. O diretor de Relações com investidores da Ser, Rodrigo Alves, conta que, das compras, três foram de cursos de medicina em regiões que estão observando crescimento exponencial do agronegócio – o que vem provocando, em paralelo, aumento da demanda por esse tipo de profissional.

O Citi, em relatório, destaca a estratégia renovada da empresa para expandir o seu papel no ecossistema da educação por meio de cursos digitais flexíveis. “Em nossa opinião, a estratégia pode não apenas aumentar o mercado endereçável da empresa, mas também adicionar uma nova unidade de negócios de ativos leves com margens sólidas, retornos e geração de fluxo de caixa”, diz o banco. “Concordamos que os planos ainda são relativamente incipientes e a execução não é um passeio no parque, mas continua sendo uma opção atraente”, afirma o documento. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. Leia mais em istoedinheitro 24/12/2020

https://www.infomoney.com.br

24 dezembro 2020



23 dezembro 2020

Startup que prepara alunos para o Enem recebe aporte de R$ 2 milhões

A AIO identifica quais os tópicos que os estudantes precisam revisar antes do vestibular. Aporte foi feito pela gestora Fuse Capital

Com menos de uma no de vida, a startup AIO, que prepara alunos para o Enem, conquistou seu primeiro aporte. A empresa acaba de receber investimento de 2 milhões de reais da gestora carioca Fuse Capital. Com o capital, a startup vai investir em tecnologia para poder melhorar a experiência de estudo dos alunos na plataforma... Leia mais em exame 23/12/2020

https://www.aio.com.br



23 dezembro 2020



18 dezembro 2020

Ser Educacional faz primeira aquisição de plano de R$ 150 milhões

O grupo pernambucano abre a estratégia de aportes em educação digital com a compra da Beduka, edtech mineira dona de uma plataforma online que reúne testes vocacionais, um buscador e conteúdos para auxiliar os alunos na escolha dos cursos e instituições de ensino superior

Há exatamente uma semana, quando superou a marca de 200 mil alunos, a Ser Educacional divulgou um plano de investimentos de R$ 150 milhões em educação digital para 2021. Dentro desse montante, a empresa destacou que R$ 100 milhões seriam destinados a aquisições de edtechs.

Sete dias depois, o grupo pernambucano, avaliado em R$ 2,06 bilhões e dono de marcas como Uninassau, Univeritas e Uninabuco, está iniciando esse movimento com a compra da Beduka. Fundada em 2017, a startup mineira auxilia alunos na escolha dos cursos e instituições de ensino superior.

A edtech criou uma plataforma que reúne testes vocacionais, conteúdos, planos de estudo e simulados do ENEM. Além de um buscador que permite pesquisar cursos e instituições, públicas e particulares, por meio de filtros como valor da mensalidade, bolsas disponíveis, nota do MEC e opiniões de estudantes.

“O que pesou muito na decisão foi o fato de ser um portal com mais de 1 milhão de usuários únicos mensais”, diz Jânyo Diniz, CEO da Ser Educacional, em entrevista exclusiva ao NeoFeed. “E a empresa chegou a esse volume com um crescimento orgânico, sem gastar praticamente nenhum centavo.”

Como parte do acordo, cujos termos financeiros não foram revelados, a dupla de fundadores por trás da Beduka, formada por Willian Waladão e Julian Anderson, seguirá na operação. “Agora, com a força que teremos inseridos na Ser, podemos ir ainda mais longe do que planejamos”, afirma Waladão.

A aquisição chega pouco mais de um mês depois de a Ser ver sua oferta inicial de R$ 4 bilhões pelos ativos locais da americana Laureate ser superada por uma proposta da Ânima. Com a transação, a rede pernambucana se tornaria o quarto maior grupo de ensino superior do País, com 450 mil alunos.

No fim de outubro, a Ser desistiu da disputa e chegou a um acordo em que poderá receber uma multa de R$ 180 milhões, prevista caso a Laureate desistisse do negócio, ou comprar, pelo mesmo valor, a Faculdade Internacional da Paraíba (FPB) e o Centro Universitário Guararapes.

Os termos preveem ainda a preferência na compra de outras três instituições da Laureate: a UniRitter e a Fadergs, de Porto Alegre, e o IBMR, do Rio de Janeiro. A opção pode ser exercida até o fim do mês, com uma janela de prorrogação de 15 dias. “Devemos caminhar para alguns desses ativos”, diz Diniz.

Esse não é, porém, o único caminho da Ser para encorpar sua base de alunos. Outra via é um projeto que vem sendo arquitetado há dois anos e cujo objetivo é construir um ecossistema digital de ofertas educacionais, que reúne desde cursos regulados, de graduação e pós-graduação, até cursos livres.

“A Beduka vai ser plugada nesse ecossistema”, conta Diniz. “E com sua capacidade de gerar tráfego, a ideia é atrair clientes para os nossos outros produtos.” É o caso do GoKursos, marketplace lançado pela Ser em abril e que reúne mais de mil cursos online de educação continuada produzidos pelo grupo.

Como parte dessa conexão, a plataforma da startup também será turbinada por iniciativas da Ser. Além de cursos e conteúdos, a Beduka irá incorporar recursos como o Super Bolsas, programa que oferece descontos e bolsas de estudo em diversas instituições, incluindo as que não integram a rede da Ser.

A Beduka irá incorporar recursos como o Super Bolsas, programa que oferece descontos e bolsas de estudo em diversas instituições... Leia mais em nepovfeed 18/12/2020






18 dezembro 2020



Grupo A adquire startup Jaleko, “Netflix” da educação para médicos

As fusões e aquisições de startups não param. O ano de 2020 já registrou 143 transações, duas vezes mais que em 2019. Seguindo a tendência, nesta quinta-feira, 17, o Grupo A, de educação superior, anuncia ter adquirido a startup carioca Jaleko, que oferece educação continuada para médicos e estudantes de medicina. A transação foi feita por meio de trocas de ações da Artmed, empresa do grupo, com a startup — avaliada em 40 milhões de reais.

A edtech nasceu de um projeto de 2013 dos médicos Lucas Cottini e Guilherme Weigert que ajudava profissionais da área com provas e concursos. Em 2018, eles decidiram transformar o negócio em uma plataforma de educação contínua para médicos. A princípio, focaram nos estudantes, oferecendo reforço em vídeo para os conteúdos da grade curricular. Hoje, mais de 150.000 estudantes na América Latina usam seus produtos, além de universidades, como a UERJ e a Estácio.

Inovação abre um mundo de oportunidades para empresas dos mais variados setores. Veja como, no curso Inovação na Prática

A aproximação com o Grupo A aconteceu no final de 2019 e foi encarada pelos sócios da Jaleko como uma oportunidade de expansão do negócio. “Estamos no início da jornada, enquanto o Grupo A já atua em outras etapas da vida do médico. Para nós, essa aquisição é uma boa oportunidade de nos juntarmos a uma empresa robusta e com credibilidade no mercado”, diz o fundador Lucas Cottini.

O Grupo A, de Porto Alegre, no Rio Grande do Sul, atua há mais cinquenta anos no mercado editorial para educação superior. Entre os seus produtos, está o Secad Artmed, uma plataforma de educação remota que atende mais de 1 milhão de estudantes no país. Desde 2018, a companhia tem focado na digitalização do negócio e já adquiriu outras seis empresas de tecnologia.

“Faz parte da nossa estratégia olhar para o mercado em buscas de novas oportunidades com startups. As fusões e aquisições são boas formas de trazer pessoas talentosas e com alta capacidade de entrega”, diz Guilherme Dias, diretor da Artmed. Para ele, com a aquisição da Jaleko, a empresa vai conseguir acompanhar de forma mais completa a trajetória dos médicos, desde a faculdade até a carreira.

Com a aquisição, os sócios da Jaleko e a equipe de 60 pessoas da startup permanecem no negócio. A marca da edtech será mantida, assim como todos os seus produtos. Agora, as duas equipes estão trabalhando para identificar pontos de sinergia nos dois negócios e possíveis oportunidades conjuntas. A sede da Jaleko continua sendo no Rio de Janeiro.

O desafio agora, segundo os executivos, é posicionar bem a marca para conquistar mais espaço no mercado. Ao longo do ano, as startups de educação para saúde cresceram e atraíram investidores e grandes grupos. A Sanar, que atua em modelo similar ao da Jaleko, recebeu um aporte milionário em abril. Em novembro, a MedRoom, que oferece um software de realidade virtual para cursos de medicina, foi adquirida pela Ânima Educação. “Em um oceano cada vez mais vermelho, precisamos ter agilidade”, diz Dias. Fonte Exame.Leia mais em indicesbovespa 17/12/2020'




15 dezembro 2020

Cogna prepara marketplace de educação, projeta melhora de resultados de Kroton

A Cogna prepara o lançamento de um marketplace de educação voltado para jovens e adultos que vai integrar produtos próprios com outros oferecidos por terceiros, na expectativa de preservar seus negócios em meio à crise gerada pela pandemia.

“A plataforma (de marketplace) pode ser no médio e longo prazos transformadora para nossa organização”, disse nesta segunda-feira o presidente-executivo da Cogna, Rodrigo Galindo em apresentação online sem mencionar o cronograma de lançamento.

Segundo ele, o marketplace vai permitir expandir o mercado da Cogna no Brasil dos atuais 56 bilhões de reais para 121 bilhões em 2025.

O marketplace oferecerá produtos como cursos de ensino superior, livres, técnicos e de idiomas, além de serviços como orientação vocacional e até financeiros, disse o executivo. Ele disse que o marketplace já tem 16 vendedores parceiros incluindo nomes como Saraiva Jur, Cursos Livres e Consultoria da Educação.

As ações da companhia lideraram as perdas do Ibovespa nesta segunda-feira, recuando 5,5%, enquanto o índice cedeu 0,45%.

O papel recuou apesar da empresa prever crescimento do lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização, da ordem de 25% ao ano até 2024, projeção esta que não inclui a nova operação de marketplace de educação.

Também na apresentação, executivos da unidade da Cogna de serviços para educação básica, Vasta, afirmaram anunciaram que a companhia vai lançar em fevereiro produto de aulas particulares e estimaram o tamanho deste mercado de 3 bilhões de reais.

A Vasta também deve ter em 2021 um crescimento de mais de 21% no indicador de valor de contratos anuais (ACV), disse executivo da unidade.

Na Kroton, de educação superior, a expectativa é de ampliar em 50% o portfólio de cursos digitais até 2022 e que o custo de captação de alunos em 2021 deve cair entre 25% e 30%, após uma ampla reestruturação iniciada no terceiro trimestre, acelerada pelos impactos da pandemia.

Essa reestruturação deve ajudar a Kroton, que vê dificuldade para elevar preços de mensalidades nos próximos um a dois anos, disse executivo da unidade, citando elevada concorrência.

Questionado sobre quando a companhia poderá voltar a fazer aquisições no ensino superior, Galindo afirmou que a redução do endividamento e melhora da performance financeira a partir do próximo ano vão “gerar conforto para aquisições via dívida nos próximos trimestres”.

“Certamente oportunidades inorgânicas farão parte desta companhia no futuro. Vai ser natural a gente voltar às aquisições”, disse Galindo, acrescentando que o foco ficará em ativos que passaram pelo mesmo tipo de reestruturação que a pandemia forçou o grupo a passar neste ano.

Já sobre dividendos, o executivo comentou que a Cogna vai manter no próximo ano política de pagamento do mínimo obrigatório. “Provavelmente…não teremos lucro distribuível para 2021, que ainda vai ser um ano difícil.” (Por Alberto Alerigi Jr.) Reuters Leia mais em mixvale 14/12/2020




15 dezembro 2020



14 dezembro 2020

BC e Febraban lançarão programa de aceleração de projetos de educação financeira

Serão investidos R$ 1 milhão pela Febraban em mentorias, workshops e aportes financeiros.

O Banco Central (BC) e a Federação Brasileira de Bancos (Febraban) lançam nesta terça-feira, 15, às 9 horas, o Programa de Aceleração Meu Bolso em Dia Febraban.

De acordo com o BC, "a iniciativa tem como objetivo impulsionar empresas com projetos de educação financeira com alto potencial de ganho de escala, visando ao desenvolvimento de soluções inovadoras, abrangentes, inclusivas e gratuitas para o usuário final".

Serão investidos R$ 1 milhão pela Febraban em mentorias, workshops e aportes financeiros.

O diretor de Relacionamento, Cidadania e Supervisão de Conduta do BC, Mauricio Moura, e o presidente da Febraban, Isaac Sidney, participam do evento e farão um balanço dos projetos desenvolvidos no âmbito do acordo de cooperação técnica entre o BC e a Febraban para o desenvolvimento de ações coordenadas de educação financeira.

O evento terá transmissão pelo canal da Febraban no YouTube e pela plataforma noomis. Estadão Conteúdo. Leia mais em meudinheiro 14/12/2020




14 dezembro 2020



12 dezembro 2020

Ser paga R$ 120 milhões por faculdade de medicina e avança na diversificação

Um mês depois de perder a disputa pelos universidades da norte-americana Laureate no Brasil para a Ânima, a Ser Educacional voltou a dar vazão à sua estratégia de diversificação. 

Comprou a Unesc, faculdade de medicina em Rondônia, por R$ 120 milhões. 

Aumentou assim sua fatia no segmento de ensino superior da área, considerada a de maior retorno. Como a Ser ainda tem presença tímida nesse segmento, a aquisição da Unesc deve ser seguida por outras. Atualmente, a empresa tem 54% dos alunos .. Leia mais em estadão 12/12/2020



12 dezembro 2020



Cade aprova aquisição da iClinic pela Afya

A Superintendência-Geral do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) aprovou a aquisição da totalidade do capital social da iClinic pela Afya, empresa que atua no setor de ensino superior no Brasil.

A iClinic é uma empresa de tecnologia modelo SaaS (software como serviço) com foco na área de saúde, principalmente na gestão de clínicas e consultórios médicos.

Para a Afya, a operação representa a diversificação de seu portfólio de atividades e, principalmente, uma oportunidade de passar a atuar em soluções digitais na área de saúde.

A Afya pagou R$ 182,7 milhões pela iClinic, dos quais 61,5% foram pagos à vista e 38,5% em ações da Afya. Fonte: G1 Leia mais em imoveweb 11/12/2020





11 dezembro 2020

Escola americana anuncia fusão e oferece diploma de high school para alunos do País

A escola americana Really Experience concluiu a fusão com a Flex Learning, empresa especializada na implantação de soluções para desenvolvimento de fluência em inglês e duplo diploma de Middle e High School, que equivalem aos Ensino Fundamental e Médio norte-americanos. Após a integração, a companhia vai adotar o nome Really Flex.

A operação também envolve a compra de parte da Flex Major, braço americano da Flex Learning que certifica estrangeiros com diplomas internacionais de ensino americano. A empresa tem como um de seus principais investidores.. Leia mais em estadao 11/12/2020




11 dezembro 2020



09 dezembro 2020

Vasta Educação, da Cogna, compra startup de avaliação digital Meritt

Segundo a companhia, a Meritt possui mais de 10 anos de experiência e mais de 500 escolas atendidas 

A Vasta Educação, que pertence a Cogna (COGN3), comprou a plataforma de avaliação digital Meritt, mostra documento enviado ao mercado nesta quarta-feira (9). O da aquisição valor não foi revelado.

Segundo a companhia, a Meritt possui mais de 10 anos de experiência e mais de 500 escolas atendidas e é a maior base de dados da educação básica do Brasil.

Atualmente, a startup possui 153 clientes ativos, número 40% superior ao verificado em 2019 e deve fechar o ano com uma receita estimada de R$ 1,5 milhão.

“Além de agregar uma solução digital para a plataforma, adicionar novos clientes e trazer experiência na análise de dados, a Meritt vai proporcionar também sinergias de custos relevantes com a otimização das provas e simulados para as marcas da Vasta”, informou no comunicado.

Ainda segundo o documento, com essa metodologia, será possível identificar de maneira mais rápida os pontos fortes e os pontos a melhorar de cada estudante, “garantindo uma evolução contínua dos seus resultados acadêmicos tanto em exames tradicionais quanto em processos seletivos”.

A solução online da Meritt estará disponível para todas as escolas parceiras do Plurall a partir do primeiro bimestre de 2021, enquanto a solução adaptativa será gradualmente incorporada aos modelos de ensino da plataforma... Leia mais em moneytimes 09/12/2020



09 dezembro 2020



Vitru, dona da Uniasselvi, tem dez ativos no radar para aquisições, diz presidente

Companhia também pretende entrar nos mercados de cursos técnicos e livres

A Uniasselvi, grupo educacional de ensino a distância, tem dez ativos no radar para aquisições. A maior parte é de instituições de graduação on-line, diz o presidente da Vitru, holding do grupo, Pedro Graça... Leia mais em valoreconomico 09/12/2020






08 dezembro 2020

Pearson põe à venda COC e Dom Bosco

Entre os grupos participantes do processo estão a Vasta, braço de prestação de serviços de educação básica da Cogna, e a Arco Educação

O grupo Pearson colocou à venda os sistemas de ensino COC e Dom Bosco, que juntos atendem aproximadamente 250 mil estudantes e têm uma receita combinada de R$ 200 milhões, apurou o Valor. Entre os interessados estão a Vasta, braço de prestação de serviços na área de educação básica da Cogna (antiga Kroton), e a Arco Educação. 

 As duas empresas são listadas na Nasdaq. O banco J. P. Morgan está assessorando a operação... Leia mais em valoreconomico 08/12/020



08 dezembro 2020



04 dezembro 2020

Ânima Educação levanta R$918 mi em oferta de ações precificada a R$34 por papel

A Ânima Educação precificou na quinta-feira oferta primária de ações a 34 reais por papel, levantando 918 milhões de reais, que serão destinados para financiar uma parcela da aquisição dos ativos brasileiros do Grupo Laureate, de acordo com fato relevante da companhia.

O preço definido na oferta com esforços restritos representou um desconto de 2,7% em relação à cotação de fechamento da véspera, de 34,93 reais.

Foram emitidas 27 milhões de ações no âmbito da oferta, coordenada por Bradesco BBI, Santander Brasil, UBS BB, Itaú BBA e JPMorgan, fazendo com que o capital social da Ânima passe ser de 2.57 bilhões de reais, dividido em 134.622.935 papéis.

A oferta poderia ser acrescida em até 35% (até 9.450.000 ações) para atender eventual excesso de demanda, o que não aconteceu. Por Paula Arend Laier (Reuters) -  Leia mais em yahoo 04/12/2020



04 dezembro 2020



03 dezembro 2020

Startup de educação levantaram US$ 175 milhões em investimento

As startups de educação levantaram um montante de US$ 175,5 milhões no Brasil, desde 2010. O levantamento, chamado de Distrito Edtech Report, foi realizado com 559 edtechs pela incubadora de startups Distrito.

A região sudeste lidera o ranking das regiões do País com o número desse tipo de startup, com 68%. Somente São Paulo concentra 45,3% das edtechs do país. Na sequência estão as regiões Sul (16,4%), Nordeste (8,2%), Centro-Oeste (6,3%) e Norte (0,9%)

Ao longo de 10 anos, foram realizadas mais de 130 rodadas de investimento, sendo que a maior rodada mapeada foi avaliada em US$ 24,1 milhões para a Estratégia Concursos.

Entre as edtechs que mais se destacam no setor estão: Hotmart, Alura, Educa+ Brasil, Sanar, Passei Direto, Trybe, Geekie, Arco, Portal Educação e Descomplica.

Para selecionar as startups, o levantamento utilizou um algoritmo de scoring que leva em conta número de funcionários, faturamento presumido, funding captado e métricas de redes sociais...Leia mais em istoedinheiro 03/12/020



03 dezembro 2020



30 novembro 2020

Maple Bear dobra número de escolas internacionais de olho no IPO

A escola bilíngue Maple Bear surgiu no Canadá, mas desde fevereiro deste ano tem gestão brasileira – e, agora, uma forte ambição internacional.

O grupo Sistema Educacional Brasileiro (SEB), do empresário brasileiro Chaim Zhaer, comprou 70% do controle da operação global da escola, depois de já ter incorporado a operação brasileira em 2017. 30% do negócio global continua nas mãos do fundador da rede, Rodney Briggs.

Desde essa aquisição, a expansão global da empresa foi impulsionada mesmo durante a pandemia. Hoje, a Maple Bear opera escolas em 25 países em todo o mundo, com 513 operações. Em três anos, a meta é dobrar esse número e chegar a 1.000 escolas.

Em três anos o número de unidades saltou de 78 escolas e 13,5 mil alunos para 148 unidades e 39 mil alunos. México, Argentina, Peru e Paraguai são os países que já contam contratos fechados para implantação de uma escola da rede. Outros países, como Bolívia e Colômbia, a negociação de uma Maple Bear está avançada.

Os investimentos na América Latina devem chegar a 150 milhões de dólares e gerar até 3.000 empregos diretos, estima a Maple Bear.

Expansão internacional mais complexa

A expansão internacional trouxe uma complexidade nova para o grupo: nem todos os países têm uma cultura ou legislação para a operação por meio de franquias. “Em alguns países a estrutura de franquias já está mais desenvolvida, mas em outros não há nem legislação e alguns não entendem bem o conceito”, diz Arno Krug, presidente da escola canadense para a América Latina.

Outra diferença é que, agora, as reuniões para a negociação de novas franquias são todas virtuais. O número de conversas antes de fechar um contrato também ficou maior, de duas a três para até seis, diz o presidente. “O processo ficou mais longo durante a pandemia, mas o volume de novos negócios fechados se manteve.”

O perfil dos investidores também mudou. No lugar de um empreendedor que busca abrir uma unidade, há mais investidores institucionais e grupos educacionais de todo o mundo. No Brasil grupos de pais também se uniram para bancar uma escola para seus filhos, já que muitas escolas infantis quebraram durante a pandemia. De acordo com o executivo, já há sete grupos de pais que fecharam uma unidade.

Apesar das negociações mais longas, a construção está mais rápida. A Maple Bear incorporou certas técnicas de construção rápida, usadas por construtoras para a abertura de hospitais na pandemia, para reduzir o tempo de uma nova unidade de 14 meses para apenas seis meses.

Os planos ambiciosos de expansão da empresa têm uma razão ainda mais ousada. Chaim Zaher, dono do SEB, impulsiona o número de unidades para abrir o capital da Maple Bear na Nasdaq, a bolsa eletrônica de Nova York, com um valor de mercado na casa do bilhão de dólares, semelhante ao de outros grupos de ensino brasileiros que venderam ações em Wall Street, como Afya e Arco. A informação foi dada em primeira mão por EXAME.

O IPO faz todo o sentido, para buscar capital para construir ainda mais escolas. Estados Unidos, Europa, China e África são locais estratégicos”, diz Krug. .. Exame Leia mais em indicesbovespa 30/11/2020



30 novembro 2020



26 novembro 2020

Edtech que oferece ensino no contraturno escolar recebe investimento

O Alicerce Educação, empreendimento social que tem como missão oferecer ensino acessível e de qualidade no contraturno escolar a crianças a partir de 5 anos e jovens de até 25 anos, recebeu um investimento da Wayra, hub de inovação aberta da Vivo no Brasil e da Telefónica no mundo. Atualmente, a startup já conta com investidores como o fundo Good Karma Ventures e anjos como Luciano Huck e Jair Ribeiro. O valor da transação não foi revelado.

Fundado em 2018, o Alicerce Educação conta com uma base de mais de 5 mil alunos e tem por objetivo ampliar e incentivar a educação de qualidade para mais de 4 milhões de jovens pelo Brasil e, consequentemente, suas famílias e redes de apoio. Além da educação, a startup tem como missão conectar os jovens e apoiá-los no preparo para obter melhores oportunidades de primeiro emprego, ou oportunidades de acesso a universidades públicas e programas de bolsa de estudos.

De acordo com Paulo Batista, CEO e um dos fundadores da startup, o Alicerce tem tido resultados de aprendizagem muito chamativos, recuperando em média o equivalente a 1.2 ano de conteúdo escolar a cada 60 dias em seus alunos. Com isso, tem sido cada vez mais acessada por grandes empresas buscando qualificar sua mão-de-obra.

“A Wayra e a Vivo vêm buscando parcerias para levar educação digital à distância e contribuir com a sociedade. Esse investimento no Alicerce reforça nosso propósito, apoiando a melhoria da qualidade da educação das crianças e jovens do nosso país”, diz Livia Brando, Country Manager da Wayra Brasil. O objetivo da Wayra é conectar a edtech com a Vivo e outros parceiros para apoiá-la a escalar o impacto da startup no país.

O Alicerce possui 82 unidades nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Pernambuco, Ceará e Paraná, e oferece um complemento de qualidade ao ensino básico oferecido pelas escolas regulares, com aulas de português, matemática, inglês e programação. O método da empresa, inspirado nas melhores práticas de educação do mundo, integra o desenvolvimento dessas competências ao desenvolvimento de conhecimentos gerais, mindfulness, habilidades socioemocionais e projeto de vida, despertando no jovem a consciência nas oportunidades ao seu alcance.

Na pandemia, o método foi completamente adaptado para o meio online, e passou a ser oferecido como “Alicerce em Casa”, ampliando muito o alcance da solução para todo o Brasil de forma ainda mais ágil e escalável. “Quando notamos que o nosso método funciona muito bem de forma remota, a parceria com a Vivo e Wayra se tornou imprescindível para juntos trabalharmos a acessibilidade de dados para a educação. 93% dos jovens brasileiros têm acesso a device, mas apenas 34% têm acesso a internet ilimitada. Resolver esse problema de forma eficiente é uma grande oportunidade de impacto e de negócio.”, declara o... Leia mais em startupi 26/11/2020



26 novembro 2020