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11 dezembro 2020

Onda global de IPOs começa a lembrar bolha da Internet em 1999

O desempenho depois disso no final dos anos 1990 foi ainda mais forte. Se os IPOs seguissem o mesmo padrão agora, ainda registrariam um grande salto, para depois enfrentar uma queda acentuada 

O desempenho das ofertas públicas iniciais tem sido muito positivo ultimamente, trazendo à mente os excessos da bolha de Internet no final da década de 1990.

As ações da fabricante de brinquedos chinesa Pop Mart International subiram 112% na estreia na sexta-feira, depois que a plataforma de aluguel de temporada Airbnb fechou 113% acima do preço do IPO em Nova York.

A JD Health International subiu 56% no primeiro dia de negociações na terça-feira, enquanto os papéis da DoorDash dispararam 86% na quarta-feira.

O índice FTSE Renaissance Global IPO, que acompanha o desempenho de ofertas no mundo todo, acumula alta de 82% neste ano, em comparação com o ganho de 12% do índice de ações all-country da MSCI. Comparar o período atual com a bolha da Internet é difícil, porque o indicador Renaissance IPO só foi lançado em 2009, e um índice da Bloomberg da época do boom das pontocom foi extinto em 2017.

Mas existem algumas semelhanças bastante claras entre o índice da Bloomberg e o S&P 500 em 1998-99 e o indicador Renaissance agora, destacou Cameron Crise, estrategista macro da Bloomberg.

O desempenho depois disso no final dos anos 1990 foi ainda mais forte. Se os IPOs seguissem o mesmo padrão agora, ainda registrariam um grande salto, para depois enfrentar uma queda acentuada.

“A movimentação em torno desses nomes é definitivamente uma preocupação para nós”, disse Matt Maley, estrategista da Miller Tabak + Co., em referência aos IPOs dos EUA.

Segundo Maley, o movimento de quinta-feira “no mercado de IPOs provavelmente nos diz que veremos uma correção significativa em algum ponto nos próximos seis a nove meses, não necessariamente nos próximos dias/semanas.” .. Leia mais em moneytimes 11/12/2020



11 dezembro 2020



02 dezembro 2020

Rede de hospitais Kora Saúde avalia IPO, dizem fontes

A rede de hospitais Kora Saúde, que faz parte do portfólio da gestora norte-americana de private equity HIG Capital, avalia fazer uma oferta pública inicial de ações no ano que vem, disseram três fontes familiarizadas com o assunto. HIG e Kora discutiram com bancos de investimento nas últimas semanas a contratação deles para um IPO, embora nenhuma decisão final tenha sido tomada ainda sobre a listagem. 

O movimento da Kora ocorre no momento em que a maior rede privada de hospitais do Brasil, a Rede D'Or se prepara para concluir seu IPO na próxima semana, buscando uma avaliação de cerca de 128 bilhões de reais. 

Com acionistas como a gestora de fundos de private equity Carlyle e o fundo soberano de Cingapura GIC, a Rede D'Or possui 51 hospitais e 8.505 leitos. O elevado valor que a Rede D'Or pode alcançar levou a Kora e tem inspirado outras empresas de saúde a explorar um IPO também. Já listadas, Hapvida e Notre Dame Intermédica têm apresentado desempenho superior ao do Ibovespa neste ano. 

A HIG, com sede nos Estados Unidos e com 42 bilhões de dólares em ativos sob gestão, comprou uma participação na Kora em 2018, quando ela era conhecida como hospital Meridional, e a partir disso formou uma cadeia de hospitais via aquisições. A Kora administra 10 hospitais, com 900 leitos, em sete cidades, principalmente no Estado do Espírito Santo, segundo seu site. (Edição Paula Arend Laier)por Reuters Por Carolina Mandl Leia mais em r7.noticias 02/12/2020



02 dezembro 2020



26 novembro 2020

CSN Mineração deixará IPO para 2021

A CSN Mineração deixará para realizar a oferta pública inicial (IPO, na sigla em inglês) em 2021, conforme informações divulgadas pelo Valor Econômico. 

A oferta foi registrada na Comissão de Valores Mobiliários (CVM) no dia 19 de outubro, mas uma volatilidade do mercado e gestores mais reticentes acabaram empurrando a operação para o início do próximo ano... Leia mais em noticiasdemineracao 25/11/2020



26 novembro 2020



23 novembro 2020

Unicórnio croata anuncia aquisição de plataforma de soluções móveis por US$300 milhões

A Infobip, startup croata que opera uma das maiores plataformas de mensageria do mundo, anunciou a compra da OpenMarket, provedora de soluções móveis da Amdocs, empresa israelense especializada em software, pelo valor bruto de US$ 300 milhões.

Agora, com faturamento de US$ 1 bilhão, a transação ampliará o alcance de mercado da empresa, unindo a escalabilidade da OpenMarket nos Estados Unidos com as forças da Infobip ao redor do mundo para processar mais de 14 bilhões de interações entre empresas e consumidores por mês em todos os canais em mais de 190 países.

“Esta transação marca um avanço significativo na nossa jornada de crescimento exponencial”, afirma Yuri Fiaschi, VP de Vendas da Infobip. “Juntas, Infobip e OpenMarket têm mais de 10 mil clientes, incluindo muitas empresas de destaque no mundo. Agora, seremos capazes de atender às necessidades dos clientes em todas as regiões, oferecendo a melhor conectividade para mais de 650 operadoras móveis e o melhor portfólio de ofertas de mensageria na nuvem”, complementa Fiaschi.

“Fico feliz que o time da OpenMarket fará parte da nossa equipe. Eles construíram um negócio grande e que está crescendo rapidamente e compartilham dos nossos valores e visão. É muito empolgante para nós e estamos só começando”, conclui o executivo.

“Estamos bastante empolgados em nos unir à Infobip para oferecer as melhores soluções ao mercado”, comemorou Jonathan Morgan, CEO da OpenMarket. “Quero agradecer à Amdocs pelo apoio à OpenMarket por todos esses anos e por reconhecer o potencial extraordinário desta combinação estratégica.”

A transação foi efetuada três meses após o aporte recebido pela One Equity Partners, fundo de private equity americano conhecido por fazer parcerias com empresas de software e telecomunicações globais e visionárias, que rendeu à startup o título de unicórnio. A OEP trabalhou em parceria com a Infobip para fechar a aquisição da OpenMarket. .. Leia mais em startupi 23/11/2020



23 novembro 2020



18 novembro 2020

Brasil pode ter 400 instituições no open banking em um ano, estima BIP

O Brasil pode aumentar em quase 30 vezes o número de instituições participantes do open banking em um período de um ano, a partir de sua implantação. A análise da consultoria global Bip leva em conta a alta concentração do mercado financeiro no País e o interesse pelo Pix, que atraiu 750 instituições.

Potencial. 

Por aqui o compartilhamento de dados de clientes começa com 13 grandes bancos, mas o líder de Finanças da Bip, Luiz Fabbrine, estima que perto de 400 instituições possam aderir, em 12 meses... leia mais em estadao 18/11/020



18 novembro 2020



17 novembro 2020

Burger King Brasil levanta R$ 510 milhões a R$ 10,80

O Burger King Brasil acaba de levantar R$ 510 milhões vendendo novas ações a R$ 10,80, em mais um passo da rede de fast food para se recuperar do trauma econômico da covid.

A oferta primária foi de 35 milhões de ações, e a companhia conseguiu colocar o lote adicional de 12,25 milhões de papéis.

O preço é um desconto de 2% em relação aos R$ 11,04 do fechamento de hoje, quando a ação caiu 3,1% com o mercado antecipando uma demanda tépida.  Mas foi acima dos R$ 10,68 em que o papel fechou em 6 de novembro, antes da companhia anunciar a oferta.

O Burger King vale R$ 2,5 bilhões na B3.

Os recursos vão recompor o caixa estrangulado pela covid e permitir à companhia aquisições oportunísticas de franqueados em dificuldade, algo que o BK Brasil já fez na época de seu IPO. .. Leia mais em Brazil Journal 17/11/2020



17 novembro 2020



BNDES faz nova venda em bloco de ações de Vale e embolsa R$ 2,54 bi

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) fez ontem mais um movimento de venda de ações da carteira de renda variável da instituição. 

O banco se desfez de 40 milhões de ações de Vale, cotadas a R$ 63,62, em operação em bloco na bolsa feita via corretora do Bradesco que totalizou R$ 2,54 bilhões. O valor por ação ficou próximo da cotação do fechamento da empresa ontem, de R$ 64,92, com alta de 2,64% sobre o último pregão, na sexta-feira. 

O Morgan Stanley foi o principal banco na compra, segundo fontes próximas da transação... Leia mais em valoreconomico 17/11/2020





16 novembro 2020

Ibovespa reduz alta após ir a maior nível desde março com vacina da Moderna 94,5% eficaz

Farmacêutica deve entrar com um pedido de autorização de uso emergencial da vacina nas próximas semanas; ações de empresas aéreas, bancos e Petrobras estão entre as maiores altas do índice

O principal índice acionário da bolsa brasileira avançou ao maior nível desde março na máxima intradiária da sessão desta segunda-feira (16), impulsionado pelo anúncio da farmacêutica Moderna de que a sua vacina contra o coronavírus obteve eficácia de 94,5% em testes da fase 3.

No pico, o Ibovespa disparou 1,46%, sendo cotado aos 106.255,88 pontos. A última vez em que o índice operou em um patamar maior do que este ocorreu em 5 de março — quando, na máxima, atingiu 107.217 pontos.

Por volta das 10h55, o índice mostrava alta mais moderada, subindo 0,8%, para 105.583,54 pontos, com ações de empresas aéreas (sempre sensíveis ao noticiário da covid-19), bancos e Petrobras entre as maiores altas... leia mais em seudinheiro 16/11/2020



16 novembro 2020



10 novembro 2020

Moda, pagamentos e mais aquisições: os próximos passos do Magazine Luiza

O Magazine Luiza apresentou um crescimento de 81% nas vendas e de 148% no comércio eletrônico. Em entrevista ao NeoFeed, Frederico Trajano, CEO do Magalu, comenta o resultado do terceiro trimestre e fala sobre as prioridades de 2021

Durante a apresentação dos resultados do terceiro trimestre da B2W, dona das marcas Americanas.com e Submarino, os analistas questionaram de forma insistente a taxa de crescimento das vendas da companhia, que havia crescido 56% e atingido R$ 7,2 bilhões em seu terceiro trimestre de 2020.

Pacientemente, Raoni Lapagesse, diretor de relações com investidores, respondia que ela estava acima do mercado. No período, o e-commerce havia crescido 45%, segundo dados da e-bit.

Mas estava implícito, nos questionamentos dos analistas, que apesar de boa, a expansão da B2W não havia sido suficiente.

Essa desconfiança ganhou cores vivas com a divulgação dos resultados do terceiro trimestre de 2020 do Magazine Luiza. As vendas totais da empresa cresceram 81%, atingindo R$ 12,4 bilhões.

O e-commerce, por sua vez, teve um salto ainda maior: 148%. No período, o Magazine Luiza vendeu R$ 8,2 bilhões pelo seu canal online, o que representou 66% das vendas totais da companhia.

“Quando você olha especificamente à venda online, ela entrou em outro patamar a partir da pandemia”, disse Frederico Trajano, CEO do Magazine Luiza, em entrevista ao NeoFeed. “E obviamente o Magalu era uma das empresas mais preparadas para capturar o share nessa pandemia.”

Nesta entrevista, Trajano fala das prioridades do Magazine Luiza. Apesar de dizer que a lista é grande, ele se aprofunda mais sobre a área de moda e beleza e a de pagamentos.

Na primeira, a aposta será na Zattini e na Época Cosméticos. Na outra, o investimento é no MagaluPay, que já conta com 2 milhões de usuários e será essencial para a estratégia do PIX, o sistema de pagamentos instantâneos do Banco Central, que estreia em meados de novembro.

“A Zattini, na Netshoes, sempre foi um ativo secundário. Estamos criando um time de especialistas e fazendo investimentos na ampliação de fornecedores”, diz Trajano. “Vamos trabalhar também com marca própria e com importação.”

Sobre o PIX, Trajano é mais reservado. “Vamos atuar fortemente. Acabamos de lançar a conta digital agora. Mas primeiro precisamos formar a base para depois usar o PIX”, afirmou. “O que estamos fazendo agora é aumentar a base e aí vamos virar a chavinha e ter essas opções prontas no começo do ano que vem.”

Trajano comenta também a política de aquisições. Nos últimos dois meses, o Magazine Luiza anunciou oito compras. Ele assegura que outras mais devem acontecer. “Existem ainda muitas oportunidades dentro dos nossos pilares estratégicos”, diz o CEO do Magazine Luiza.

Confira os principais trechos da entrevista:

...  Ao longo do segundo trimestre, o Magazine Luiza fez oito aquisições. A empresa vai manter esse ritmo e quais setores interessam?

Venho falando há algum tempo: tivemos um sucesso enorme em digitalizar uma companhia analógica e adotar um modelo multicanal. O nosso próximo passo é digitalizar o varejo brasileiro. Esse é o nosso novo desafio. Queremos levar esse modelo multicanal para outras empresas do varejo brasileiro. E para isso estamos montando um ecossistema e uma plataforma. E estamos complementando esse ecossistema com aquisições. O Canatech e a Inloco Media são para a área de advertising. A ComSchool é para capacitação de sellers e para empreendedores digitais. A GFL e a SincLog aumentam a nossa capacidade de fazer entregas para sellers, principalmente de courier. A Hubsales ajuda a indústria a vender direto pelo e-commerce. A AIQFome ajuda a aumentar a frequência do superapp e digitaliza restaurantes. A Stoq é um PDV que faz com que um lojista físico venda online. São todas aquisições que se complementam e são peças do quebra-cabeça do nosso ecossistema digital. Elas se encaixam perfeitamente.

O Magazine Luiza está com o caixa cheio. Vão seguir comprando?

Sim, sem dúvida. Existem ainda muitas oportunidades dentro dos nossos pilares estratégicos: crescimento exponencial, novas categorias, superapp, entrega mais rápida do mercado (logística) e o Magalu as a service, que é a plataforma em si. Dentro desses cinco pilares estratégicos, startups que complementem e ajudem a gente a implementar a nossa estratégia certamente vão ser consideradas. E até empresas maiores. Vamos continuar investindo bastante.

Na última teleconferência, você disse que o mercado ia se surpreender com as aquisições. Ainda haverá surpresas?

Vieram oito empresas em dois meses. E vai de uma escola de negócio digital (ComSchool) até um delivery de comida (AIQFome). Para mim, é importante que o mercado entenda a nossa direção. Pelo menos, a direção macro. Agora, eles vão se surpreender menos, porque provamos que podemos comprar qualquer tipo de empresa que se encaixe numa estratégia como essa. Quando a gente falava em uma estratégia de aquisições, dez anos atrás, todo mundo pensava que íamos comprar uma empresa exatamente igual a nossa, mas em outra região. Hoje, somos um ecossistema digital. Vamos continuar comprando empresas que não são óbvias, mas que fazem total sentido para a nossa estratégia.

“Vamos continuar comprando empresas que não são óbvias, mas que fazem total sentido para a nossa estratégia”

E o ritmo vai ser esse do segundo trimestre?

Depende. Se surgirem várias empresas espetaculares e com empreendedores fantásticos como esses, sim. Lembrando que falamos muito mais do que com essas oito empresas. Sempre fazemos uma análise econômica e financeira. Fazemos ainda uma análise tecnológica e uma análise das pessoas. Se encontramos essa combinação e ela se encaixa nos cinco pilares, vamos fazer a aquisição. Mas não é fácil. É um crivo alto. A gente precisa gostar das pessoas, a área de tecnologia precisa aprovar e a área de negócio precisa concordar com o valuation. É uma combinação de fatores.

A MagaluPay atingiu 2 milhões de contas. O que esperar dessa área de serviços financeiros?

Qualquer plataforma de varejo tem que ter três sustentáculos: logística, o varejo em si e pagamentos. Se você olha as plataformas chinesas, elas têm essas características. O Alibaba tem essa sustentação. O pagamento é superimportante. Chegamos a 2 milhões de contas porque apostamos em um modelo de integrar a conta ao nosso superaplicativo. E para ter o superapp, você precisa ter o cara usando todo dia. E a conta digital e de pagamentos faz parte disso. Assim como o delivery de comida. Você precisa desenvolver features para fazer o cliente entrar não só todo mês, mas todo dia. Essa é nossa obsessão. Estamos criando essa área. O PIX agora é um pilar superimportante.

Como o Magazine Luiza vai atuar no PIX?

Vamos atuar fortemente. Acabamos de lançar a conta digital agora. Mas primeiro precisamos formar a base para depois usar o PIX. O que estamos fazendo agora é aumentar a base e aí vamos virar a chavinha e ter essas opções prontas no começo do ano que vem.

Você pode comentar mais alguma coisa sobre o PIX?

Prefiro que não. O nosso approach é estratégico.

E como está o processo de integração com a Netshoes? 

Já está concluído. O Marcio (Kumruian, fundador da Netshoes) foi para o nosso comitê de estratégia. Fizemos a integração do catálogo. Ela está praticamente no breakeven. Agora, estamos fazendo investimento mais pesado na Zattini, que veio também da Netshoes. Contratamos uma nova diretora executiva, a Silvia Machado, que veio da Arezzo. Ela vai tocar toda a Zattini junto com a Época Cosméticos na categoria de fashion and beauty. E vamos fazer vários investimentos para essa plataforma crescer. É um mercado endereçável bem maior do que o esportivo.

Que investimentos vocês estão fazendo essa área?

Agora, estamos estruturando e crescendo a equipe. A Zattini, na Netshoes, sempre foi um ativo secundário. Estamos criando um time de especialistas e fazendo investimentos na ampliação de fornecedores. Vamos trabalhar também com marca própria e com importação. É uma série de trabalhos para ser relevante na área de moda. Fizemos recentemente duas contratações de peso. A Silvia Machado, de moda. E o Robson Dantas, para pagamentos. São dois diretores executivos que estão encabeçando dois segmentos importantes para a gente. Uma em fashion and beauty. E o outro no Magalu as a Service, especificamente em pagamentos.

Posso concluir que são duas prioridades para 2021?

São duas das prioridades. A nossa lição é grande. Mercado é uma prioridade para a gente também. Logística é outra prioridade. Mas moda e pagamentos são duas das nossas top prioridades.

Você comentou sobre logística. E essa é uma área em que seus rivais estão fazendo investimentos pesados. O Magazine Luiza comprou também empresas nessa área. Como estão os investimentos?

Temos feito investimentos há muito tempo. Temos uma capilaridade, em função da nossa operação multicanal, que é difícil de ser batida. São mais de 1,1 mil lojas e mais de 20 centros de distribuição. Hoje, fazemos quase metade das nossas entregas em um dia. E vamos seguir acelerando. Neste último trimestre, compramos a GFL que aumenta em 50% a capacidade de entrega de courier da companhia e compramos a SincLog que é uma empresa de plataforma de tecnologia de operadores logísticas. Os investimentos não param por aí. Vamos continuar acelerando. Na verdade, quem está anunciando investimento agora está saindo atrasado. Estamos investindo há muitos anos e vamos acelerar... leia mais em neofeed  10/11/020



10 novembro 2020



06 novembro 2020

Superintendência do Cade aprova joint venture de Tempo Assist e Caixa Seguridade

A Superintendência-Geral do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) aprovou, sem restrições, a formação de “joint venture concentracionista” entre Tempo Assist e Caixa Seguridade para a oferta de serviços de assistência na rede de distribuição da Caixa. O despacho com a decisão está publicado no Diário Oficial da União (DOU). 

Pelo acordo, a nova companhia será detida em 25% pela Tempo Assist (50,01% das ações ordinárias), e em 75% pela Caixa Seguridade (49,99% das ações ordinárias e 100% das ações. A Caixa receberá R$ 30 milhões da Tempo Assist, que vai operar a rede de distribuição da Caixa com exclusividade por 20 anos.

Também nesta quarta-feira a Superintendência do Cade aprovou uma nova parceria da Caixa Seguridade com a CNP Assurances no ramo de consórcio.

Conforme o Broadcast (sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado) informou mais cedo, essa nova companhia deterá os direitos para operar a rede de distribuição da Caixa também por 20 anos e, depois do fechamento da operação, a CNP vai repassar R$ 250 milhões à Caixa. Estadão Conteúdo Leia mais em istoedinheiro 04/112/2020



06 novembro 2020



05 novembro 2020

Grupo Boticário cria uma aceleradora de startups de beleza

O Grupo Boticário deu início ao GB Ventures, programa de aceleração de startups que tenham soluções para otimizar processos da indústria da beleza. Serão selecionadas startups de base tecnológica em fase inicial, mas que já tenham suas soluções sendo testadas no mercado.

O programa, que não tem um prazo mínimo definido, prevê que as empresas selecionadas tenham acompanhamento dos times de inovação do Grupo Boticário para acelerar e escalar o seu negócio.

As inscrições ficarão abertas pelo período entre 15 de novembro e 18 de dezembro. O programa de aceleração é direcionado para startups de todo o Brasil.

O GB Ventures vai propor três pilares com vários desafios para os quais as empresas candidatas devem apresentar suas soluções: beautytech, retailtech e trendsetter.

A organização planeja iniciar a aceleração a partir de fevereiro. O programa será 100% online.

Ao final do programa, um eventual investimento poderá ser negociado, caso haja interesse do Grupo Boticário e da startup acelerada em continuarem a parceria.

Sem abrir os valores deste possível investimento, o Boticário explicou que está disposto a fechar novas parcerias, mas, a ideia inicial é ter algo 100% focado nas questões da indústria de beleza. Recentemente, o Grupo firmou uma parceria com o Carrefour e Braskem... Leia mais em istoedinheiro 05/11/2020




05 novembro 2020



03 novembro 2020

Maestro desfaz compra da Vox Frotas devido às condições de mercado

O distrato não resultará em obrigações para qualquer uma das partes (Imagem: Facebook/Maestro Frotas)
A Maestro Frotas informa que decidiu distratar o contrato de compra da Vox Frotas, levando em conta condições de mercado alheias à vontade de ambas empresas.

O distrato não resultará em obrigações para qualquer uma das partes, enfatiza o comunicado divulgado pela companhia.

IPO

Em julho , a Maestro comunicou o mercado sua intenção de realizar uma oferta pública inicial de ações (IPO, na sigla em inglês) para captar recursos... Leia mais em moneytimes 03/11/2020


03 novembro 2020



02 novembro 2020

Biden ou Trump? Veja possíveis cenários para a economia brasileira

Com Joe Biden ou Donald Trump no comando dos Estados Unidos, o Brasil terá de lidar com obstáculos em sua relação comercial com os americanos. Uma eventual presidência do democrata deve aumentar a pressão com a condução da política ambiental brasileira, enquanto a reeleição do republicano mantém o viés protecionista da economia americana. .

Ao longo da campanha, os dois candidatos não foram muito detalhados em suas propostas de comércio exterior com a América Latina. O foco estava na China e na União Europeia, o que indica, segundo analistas, que nenhuma mudança no comércio com o Brasil deve ocorrer tão cedo.

“A PRIMEIRA OBSERVAÇÃO É QUE A AMÉRICA LATINA COMO UM TODO NÃO É UM TEMA CENTRAL DA POLÍTICA EXTERNA AMERICANA”, DIZ WELBER BARRAL, EX-SECRETÁRIO DE COMÉRCIO EXTERIOR. “MUITO PROVAVELMENTE, O BRASIL SERÁ UMA QUESTÃO SECUNDÁRIA E CORRE O RISCO DE SER DOMINADO PELA QUESTÃO AMBIENTAL.”

Hoje, os Estados Unidos são o segundo maior parceiro comercial do Brasil, atrás apenas da China. Entre janeiro e setembro deste ano, a corrente de comércio (soma das importações e exportações) com os americanos somou US $ 44,6 bilhões. Com os chineses, a rede chegou a US $ 73,4 bilhões.

BIDEN E A QUESTÃO AMBIENTAL

Líder nas pesquisas eleitorais, Biden já citou o alto desmatamento da Amazônia em debate com Trump e disse que o Brasil pode enfrentar “consequências econômicas” se as taxas de perda florestal não forem revertidas.

O aumento do desmatamento no Brasil já está no radar de outros países há algum tempo. O Parlamento Europeu, por exemplo, indicou que o acordo com o Mercosul – que demorou 20 anos para ser assinado – não deve ser ratificado se o governo brasileiro não promover mudanças em sua política ambiental.

“AO CONTRÁRIO DE TRUMP, COM BIDEN (NA PRESIDÊNCIA), ACHO QUE VAI HAVER UM EFEITO IMPORTANTE NA ÁREA AMBIENTAL, VAI HAVER UMA COORDENAÇÃO DA EUROPA E DOS EUA PARA PRESSIONAR O BRASIL”, DIZ RUBENS BARBOSA, EX-EMBAIXADOR DO BRASIL EM WASHINGTON ENTRE 1999 E 2004.

Nesse cenário de eleição de Biden, em que a agenda ambiental deve ganhar força, os produtos brasileiros podem sofrer algum tipo de dificuldade para entrar no mercado norte-americano e possíveis acordos comerciais devem travar.

“Os democratas em Washington – na Casa Branca e no Congresso – provavelmente questionariam as políticas ambientais do Brasil (…) e podem se recusar a assinar acordos comerciais com o governo Bolsonaro”, escreveram economistas do banco BNP Paribas Marcelo Carvalho e Luiz Eduardo Peixoto.

Com Trump, as relações de maior protecionismo devem continuar, mas ainda não é possível saber se haverá um avanço.

Nesse primeiro mandato, o atual presidente dos Estados Unidos abriu guerra comercial com a China e aumentou as tarifas sobre as importações de aço e alumínio, o que afetou os produtores brasileiros.

As medidas mais protecionistas no comércio internacional vieram dentro de uma política que Trump chamou de America First. Na campanha de 2016, ele prometeu reduzir o déficit comercial do país.

O republicano também alienou a economia americana de entidades e negociações multilaterais, esvaziando a Organização Mundial do Comércio (OMC) e retirando os Estados Unidos do Tratado de Associação Transpacífico (TPP).

“TRUMP JÁ DISSE MUITAS COISAS SOBRE RESISTÊNCIA. SE CONTINUAR NESSE TOM, O QUE SE ESPERA É UM CENÁRIO INTERNACIONAL MAIS CONFLITUOSO ”, AFIRMA LIA VALLS, PESQUISADORA DO INSTITUTO BRASILEIRO DE ECONOMIA DA FUNDAÇÃO GETULIO VARGAS.

A implantação da tecnologia de quinta geração (5G) no Brasil também deve ser afetada em função do resultado das eleições americanas.

Na guerra comercial entre os Estados Unidos e a China, o 5G tornou-se mais uma batalha. Os dois países disputam qual nação terá influência no mundo da implantação da nova tecnologia.

Em um claro sinal dessa guerra tecnológica, a chinesa Huawei, detentora de patentes de 5G, enfrenta restrições nos Estados Unidos. A empresa é acusada de manter relações com o Partido Comunista Chinês. Em julho, o Reino Unido excluiu a Huawei de sua rede 5G.

No Brasil, o leilão 5G foi adiado para 2021 por causa da pandemia do coronavírus.

Por enquanto, Bolsonaro disse que caberá a ele decidir sobre a implantação da internet móvel 5G no Brasil, o que pode indicar uma preferência pelos Estados Unidos em caso de vitória de Trump, da qual Bolsonaro diz ser um aliado.

Segundo Bolsonaro, não haverá “ninguém adivinhando” na definição de tecnologia.

“SE TRUMP VENCER, A PRESSÃO PARA QUE O BRASIL FIQUE DO LADO DOS AMERICANOS PODE AUMENTAR”, DIZ BARBOSA. “COM O BIDEN, OS GRUPOS INTERNOS, AS EMPRESAS QUE QUEREM QUE O PAÍS TENHA UMA POSIÇÃO INDEPENDENTE, VÃO FICAR MAIS FORTES. É POSSÍVEL QUE O BRASIL NÃO EXCLUA A EMPRESA CHINESA DO PROCESSO DE LICITAÇÃO DO 5G. ”

Em outubro, o Banco de Exportação e Importação dos Estados Unidos (EximBank) e o Ministério da Economia firmaram acordo que prevê US $ 1 bilhão para o financiamento de diversos projetos no Brasil, entre eles os de 5G.

No mercado financeiro, os agentes leram que a corrida presidencial deve ser vencida pelo democrata. “O cenário mais provável é uma vitória de Biden, sem contestação”, afirma o economista-chefe da Mauá Capital, Alexandre Ázara.

Os investidores, no entanto, também estão analisando a eleição para o Senado dos EUA. Uma grande vitória democrata na Câmara pode indicar que o partido terá força para aprovar diversas medidas de estímulo fiscal, que podem piorar as contas públicas do país.

Nesse contexto, para conter a inflação estimulada pela piora fiscal, o Federal Reserve (Fed, banco central dos Estados Unidos) pode ser forçado a elevar as taxas de juros, o que afetaria economias emergentes, como a brasileira. Hoje, os juros estão na faixa de 0% a 0,25%.

Taxas de juros mais altas nos EUA têm potencial para atrair fundos investidos em economias emergentes.

“O TAMANHO DA REPRESENTAÇÃO NO SENADO É TÃO IMPORTANTE QUANTO A PRÓPRIA ELEIÇÃO”, DIZ ÁZARA. Fonte G1 Leia mais em opetroleo 02/11/2020

02 novembro 2020



31 outubro 2020

Volume negociado na B3 pode chegar a 96% do PIB do Brasil até o fim do ano

O volume de ações negociadas na bolsa brasileira vem crescendo ano após ano e está se aproximando do valor do PIB do país — um bom sinal, pois indica o amadurecimento do mercado de capitais. Até o início de outubro, foram 4,9 trilhões de reais em compra e venda no mercado à vista da B3, considerando a negociação por lotes de ações, e não por frações. Ibovespa a 100 mil pontos: saiba o que se pode esperar da bolsa e das principais ações com a EXAME Research

De acordo com um levantamento feito pela consultoria Economatica a pedido da EXAME, esse valor corresponde a 72% do PIB brasileiro de 2019 — marca inédita na série histórica compilada desde 1995. “O volume financeiro em 2020 já é o maior da história da bolsa brasileira”, diz Einar Rivero, gerente de relacionamento institucional da Economatica.

As empresas que lideram a movimentação financeira na bolsa neste ano até o momento são Petrobras, Vale, Via Varejo, Itaú Unibanco, Bradesco e Magazine Luiza — todas figuram entre os destaques de MELHORES E MAIORES 2020, edição especial que será publicada em novembro. 

No atual ritmo, a Economatica projeta que o total movimentado na B3 deve chegar a 6,5 trilhões de reais até o fim do ano, o equivalente a 90% do PIB brasileiro de 2019 — ou 96% do PIB deste ano, que deve sofrer retração em consequência da pandemia.

A marca coloca a B3 mais perto do patamar de países como os Estados Unidos e a Suíça, onde o total negociado na bolsa é superior ao valor do PIB do país. “Em países com o mercado de capitais desenvolvido, como os Estados Unidos, o cidadão comum vê as ações como parte de seu hábito de poupança”, diz Rivero.

Isso leva a uma presença muito maior dos investidores pessoa física e a uma movimentação mais intensa na bolsa. No Brasil, apenas cerca de 10% do patrimônio da indústria de fundos está alocado em ações. A maior parte está aplicada em ativos de renda fixa, de perfil mais conservador.

Outro fator para o volume expressivo negociado na B3 neste ano é a alta do preço das ações, especialmente com a volatilidade observada nos piores momentos da pandemia. Esse crescimento vem se sustentando desde 2015, em parte pela política atual de juros baixos, que tende a incentivar os investimentos na bolsa.

“A dúvida é se este cenário é sustentável no longo prazo, porque é difícil manter os juros e a inflação baixos sem uma situação fiscal sob controle”, afirma Livio Ribeiro, pesquisador sênior de economia aplicada do Instituto Brasileiro de Economia, ligado à Fundação Getulio Vargas.

Segundo Ribeiro, apenas uma economia que poupe mais e tenha uma política fiscal sustentável pode operar com juros baixos. “A pandemia pode tornar mais difícil manter essa situação de equilíbrio, já que pressiona o governo a gastar mais para conter a crise social e de saúde.” Fonte: Exame .. Leia mais em panoramafarmaceutico 22/10/2020




31 outubro 2020



Ibovespa tem pior semana desde março e fecha outubro em queda após chegar a subir 7,7% no mês; dólar cai a R$ 5,73

O Ibovespa fechou em queda nesta sexta-feira (30) e consolidou um recuo de 0,69% em outubro, mês no qual o índice chegou a subir 7,73%, batendo nos 101.917 pontos. Na semana, o Ibovespa caiu 7,22%, em seu pior desempenho desde o período entre 16 e 20 de março.

O início da virada se deu na última sexta (23), dia em que após quatro altas consecutivas o benchmark teve desvalorização de 0,65%.

Na época, a sequência de boas sinalizações vindas do Congresso e do governo americano elevaram as expectativas para a aprovação de um pacote trilionário de estímulos contra os impactos econômicos do coronavírus. Até quinta, o que a presidente da Câmara, Nancy Pelosi, e o secretário do Tesouro, Steven Mnuchin, diziam é que um acordo estava “quase lá”.

Todavia, veio o fim de semana e as negociações esfriaram. Ontem, o presidente dos EUA, Donald Trump, disse que os estímulos sairiam depois das eleições presidenciais no dia 3 de novembro.

Para piorar, a segunda onda do coronavírus, até então mero temor, tornou-se realidade ao longo da semana. Na terça-feira, a Itália anunciou restrições como o fechamento de bares e restaurantes, causando protestos.

Já na quarta foi a vez de Alemanha e França aprovarem novos lockdowns e restringirem o comércio e a circulação de pessoas por um mês, demolindo projeções mais otimistas de uma recuperação em V dessas economias passado o grande pânico de março.

Graças às novas restrições, os dados do Produto Interno Bruto (PIB) da zona do euro e de diversos países europeus divulgados nesta sexta acabaram sendo vistos como notícia velha pelo mercado hoje.

Nesta sexta, o Ibovespa caiu 2,72%, a 93.952 pontos, menor patamar de fechamento desde 29 de setembro, quando o índice encerrou a sessão cotado em 93.580 pontos. O volume financeiro negociado na sessão hoje foi de R$ 30,327 bilhões.

Enquanto isso, o dólar comercial teve queda de 0,47% no dia, a R$ 5,737 na compra e R$ 5,738 na venda. No mês, a moeda americana se valorizou em 2,17% em relação ao real, e na semana a apreciação do dólar foi de 1,97%. O dólar futuro com vencimento em dezembro registrava baixa de 0,7%, a R$ 5,744 no after-market.

A estabilidade um pouco maior do câmbio em relação à Bolsa neste momento refletiu a briga entre comprados e vendidos em dia de formação da Ptax. No intraday, a moeda dos EUA chegou a bater R$ 5,80.

Além dos temores relacionados à Covid-19, o pregão também foi marcado por um desmonte de posições antes das eleições presidenciais nos EUA na terça e por uma baixa nas ações de empresas de tecnologia nos EUA.

As ações da Apple despencaram 5,6% depois da companhia reportar um declínio de quase 20% nas vendas de iPhone e os papéis da Amazon recuaram 5,5% mesmo após os fortes números no terceiro trimestre.

O país também enfrenta novos recordes em infecções diárias pelo coronavírus. A média móvel de sete dias atingiu a marca inédita de 76.590 novos casos por dia, segundo a universidade Johns Hopkins.

Já no Brasil, o ministro da Economia Paulo Guedes voltou a criticar na quinta-feira a Federação Brasileira de Bancos (Febraban), desta vez por supostamente financiarem um estudo que daria apoio a “ministro gastador”.

Segundo informações divulgadas pela imprensa, Guedes tem criticado nos bastidores o ministro Rogério Marinho, do Desenvolvimento Regional, afirmando que Marinho atua para ampliar os gastos públicos e desrespeitar a regro do teto.

Vale destacar que, na segunda-feira, o mercado brasileiro fechará no feriado de finados, sem poder reagir a eventuais desdobramentos da Covid-19, que volta a bater recorde nos EUA às vésperas da eleição presidencial da próxima semana.

No mercado de juros futuros, o DI para janeiro de 2022 caiu três pontos-base, a 3,45%, o DI para janeiro de 2023 ficou estável, a 5,04%, o DI para janeiro de 2025 teve baixa de um ponto-base, a 6,77%, e o DI para janeiro de 2027 registrou variação positiva de um ponto-base, a 7,57%.

Sobre o PIB da zona do euro, a economia do bloco de moeda única cresceu 12,7% no terceiro trimestre de 2020 ante o segundo, de acordo com dados preliminares divulgados nesta sexta-feira pela agência oficial de estatísticas da União Europeia, a Eurostat.

O resultado superou a expectativa de analistas consultados pelo The Wall Street Journal, que previam avanço de 9,4% no período.

Na comparação anual, o PIB do bloco sofreu contração de 4,3% entre julho e setembro, bem menor do que a queda de 7% projetada pelo mercado. No segundo trimestre, o PIB da zona do euro teve retração de 11,8% ante os três meses anteriores, diante dos efeitos da pandemia do novo coronavírus... Leia mais em indicesbovespa 30/10/2020





30 outubro 2020

Wine suspende IPO e 15 empresas já cancelaram ofertas nas últimas semanas, diz jornal

O aumento da volatilidade do mercado, diante do aumento dos temores em relação à segunda onda de contágio do covid-19, fez mais uma vítima entre as candidatas a estrear na B3: a Wine.

Segundo o Estadão, o e-commerce de vinhos Wine, que precificaria sua oferta inicial de ações (IPO, na sigla e inglês) no começo da próxima semana, acabou de cancelar sua oferta, alegando as condições de mercado.

Dentre os sócios da Wine, estão a Orbeat e o family office do Abilio Diniz, a Península. A oferta era estimada em R$ 1 bilhão. Procurada, a Wine não comentou.

Com o mercado muito seletivo e muitas ofertas na rua, o número de desistência de empresas para realizarem a oferta vem aumentando.

Com a Wine, já são 15 nas últimas semanas. No entanto a janela segue aberta e o ano já é de recorde de emissão de ações na B3: o volume já supera os R$ 95 bilhões, ante R$ 90 bilhões ano passado, o antigo recorde... Leia mais em 1bilhao 30/10/2020



30 outubro 2020



Seis conselhos para empresas na antessala do IPO


Naquela onda de IPOs de 2006 e 2007, um caso ficou na minha memória.

 Eu conhecia bem um empresário e tentei ajudá-lo no processo. Refratário a sugestões e desconfiado, ele cometeu vários erros. Nos 40 dias após o início de negociação, a ação caiu 30%, e hoje a companhia vale apenas 10% do valor inicial. O fracasso se deve principalmente à má gestão, mas o processo de abertura de capital mal realizado contribuiu muito.

Nesta safra, o Brasil já teve 20 IPOs (desde o início do ano), e aproximadamente metade deles estão negociando abaixo do preço da oferta

Tocar uma empresa pública, com acionistas dispersos, é bem diferente de tocar uma empresa privada, e traz outros riscos. Vejo excelentes empresários, como meu amigo acima, que se atrapalham quando têm investidores. Muitos ficam intimidados, com medo do mercado com seus jargões desnecessariamente sofisticados. Afinal, como disse Warren Buffett, “Wall Street é o único lugar onde quem anda de Rolls Royce ouve cegamente opiniões de quem anda de metrô.”

O momento atual parece oportuno para dividir alguns insights e aprendizados dos 30 anos acompanhando processos de transição de empresas privadas para públicas.

1. A armadilha do curto prazo. O principal risco é a possível mudança de uma visão de longo prazo para curto prazo. Investidores querem saber a projeção de lucros para o próximo trimestre e cobram que a empresa a entregue. Essa pressão faz com que a companhia muitas vezes deixe de fazer investimentos de longa maturação, para não pressionar os resultados mais próximos. O medo de “decepcionar” o mercado também leva empresas a correr menos riscos em projetos que farão a diferença lá na frente, seja em geração de lucros futuros, seja na defesa da competitividade e posicionamento estratégico da empresa, para garantir a sua longevidade. Jeff Bezos talvez seja o melhor exemplo de que abrir mão de resultados de curto prazo para construir posição sólida no longo prazo pode levar a resultados extraordinários. Por essa e outras razões, dar guidance de curto prazo também amplifica o problema – eu evitaria. Os investimentos de hoje definem a empresa que existirá em cinco anos.

2. Não fique olhando a tela.  O preço da ação de sua empresa em uma data determinada não é uma avaliação sobre sua competência pessoal. Há muito mais em jogo e muitas outras forças agindo a cada instante na definição de um preço que equilibra as decisões de compradores e vendedores. Se um day trader errou e precisa zerar sua posição no final do dia fazendo a ação cair 2% é irrelevante. Traders de curto prazo geram volatilidade, mas não determinam o valor no longo prazo. No longo prazo, a ação vai refletir quanto de valor você gerou ao negócio. Não fique deprimido se sua ação caiu em um dia, nem eufórico se subiu. A maioria dos CEOs não precisa de um terminal de cotações na mesa.

3. A arriscada pressão por crescimento. Há períodos em que não há oportunidades óbvias no mercado que você mais conhece, mas como analistas e investidores querem crescimento, você acaba se desfocando e se arriscando em negócios que seu instinto diz para não fazer. Isso ficou claro com as construtoras no final dos anos 2000. Especialistas e vitoriosos incorporadores em São Paulo se aventuraram em outros estados buscando “atender” ao mercado. Na maioria das vezes não deu certo.

4. O conselho de administração serve à empresa, não ao mercado. Outra mudança é achar que a empresa precisa ter um board que o mercado goste. Uma das principais funções de um board é ser um apoio com habilidades complementares ao CEO e ter a capacidade de atrair talentos. Entreviste todos os candidatos com diligência. Ter um acionista minoritário no board ajuda muito. Diversidade no board também é fundamental. Um amigo, responsável por inovação numa das maiores empresas de consumo do mundo, me disse uma vez: “Nos Estados Unidos, mais da metade de meus consumidores são mulheres, uma boa parte composta por negros, latinos e LGBT. Mas nosso board é composto por pessoas como eu e você, homens brancos de 50 anos. Temos pouca noção do que se passa na cabeça de boa parte de nossa clientela.”

Também não deixe de colocar limite de reeleições para conselheiros. Isso vai facilitar muito sua vida quando precisar renovar nomes.

5. O papel dos investidores. Aprecio muito as contribuições que os acionistas minoritários trazem à companhia. Fundos como Atmos, Dynamo, Squadra e Velt, entre outros, têm experiência de décadas avaliando modelos de negócio e sempre pensam no melhor interesse da empresa. Os fundos não vão te cobrar fees, eles apenas se beneficiarão da valorização das ações em longo prazo. No hora de fazer a alocação dos pedidos de ordens no IPO, não foque apenas no maior preço. Ter os melhores acionistas é um privilégio. Gaste tempo conversando com eles e entendendo suas preocupações.

Fuja dos investidores minoritários que querem te ensinar a tocar seu negócio. Se você teve sucesso até aqui é porque provavelmente conhece seu mercado como ninguém e fez algo muito melhor que seus concorrentes. Eles podem te ajudar em muitos outros assuntos: ‘drivers’ de valor de longo prazo, alocação de capital, benchmarking internacional, modelos de remuneração, incentivos corretos ao management e composição do board. 

Da mesma maneira que a empresa através de sua cultura acaba atraindo um tipo de profissional e de cliente, ela também atrai um tipo de acionista. Empresas com cultura de curto prazo atraem acionistas de curto prazo.

6. Aprofunde no tema ESG (environmental, social and corporate governance), mas faça-o pelo motivo certo. Não por uma necessidade de atender a uma “moda” do mercado, mas para te ajudar a construir um negócio mais robusto e sustentável. O framework ESG é excelente para guiar decisões de negócio e também ajudará a atrair clientes, colaboradores e acionistas mais preocupados com o longo prazo.

Ser uma empresa listada tem enormes benefícios: acesso a capital de longo prazo, avanços na governança e sucessão familiar, novos interlocutores para o CEO e controlador e a possibilidade de perseguir um sonho muito maior, beneficiando seus colaboradores e acionistas. Não os perca de vista. Florian Bartunek é fundador da Constellation Asset Management. Leia mais em Brazil Journal 30/10/2020





Startup que leva automação a advogados cresce 100% na pandemia

O Brasil fechou o ano de 2019 com 77,1 milhões de processos em tramitação no Poder Judiciário, segundo um relatório do CNJ. O acompanhamento deles por advogados tem um papel cada vez maior da tecnologia – e das legaltechs e lawtechs, startups voltadas ao setor jurídico. A EasyJur é uma delas. Sua solução permite automatizar tarefas e digitalizar a gestão de escritórios. O número de usuários dobrou no período de pandemia e a projeção é ultrapassar o R$ 1 milhão em faturamento este ano.

A startup foi fundada em 2016 por Vinicius Marques. A ideia veio de uma situação vivida por ele e sua família: alguns anos antes, sua mãe descobriu que o imóvel que comprou foi vendido a outras pessoas pela incorporadora. Ela contratou um advogado para acompanhar o caso, mas o profissional acabou perdendo um prazo. “Minha mãe foi surpreendida por um oficial de justiça com ordem de despejo. Tivemos três dias para entregar o imóvel”, conta ele.

Marques tem formação na área de tecnologia e comandava uma software house naquela época. Conversando com o advogado da empresa, soube que não havia muito a ser feito sobre a situação – e que todo o acompanhamento de prazos e processos geralmente era feito manualmente. “Achei isso surreal. Pesquisei sobre a realidade dos escritórios de advocacia e vi que realmente não tinha muita tecnologia.”

Em 2015, em paralelo a sua então empresa, ele desenvolveu uma solução para automatizar etapas desse acompanhamento. Como forma de testar e aprimorar a tecnologia, ele a forneceu gratuitamente a advogados durante cerca de um ano. O número de usuários chegou a 400. Em agosto de 2016, atraiu o interesse da Ordem dos Advogados (OAB) de Minas Gerais.

“Eles gostaram e quiseram levar para o estado inteiro. Foi quando fechei o meu primeiro contrato”, diz o empreendedor. Em 30 dias, mais de 5 mil advogados passaram a utilizar a plataforma. Marques encerrou seus projetos na empresa de softwares e passou a se dedicar integralmente à EasyJur. Nos anos seguintes, a lawtech fechou parcerias com OABs de outros estados.

Por meio delas, os advogados ganham acesso gratuito a uma versão simplificada da plataforma. As OABs também não pagam pelo contrato. A vantagem do formato está na atração de usuários pagantes. “O advogado começa usando o sistema gratuito. Quando começa a crescer, passa a ter necessidades mais avançadas.” O modelo híbrido é chamado de freemium.

Expansão

A plataforma foi evoluindo nos últimos quatro anos a partir das experiências dos usuários. Hoje ela usa recursos como machine learning e automação para eliminar tarefas manuais e repetitivas. Uma delas é justamente o acompanhamento dos prazos dos processos: o sistema é capaz de identificar, interpretar e alertar sobre publicações relacionadas a eles.

Outras funções auxiliam a gestão do dia a dia dos advogados e escritórios. É possível emitir boletos, cadastrar fornecedores e clientes e organizar a agenda, por exemplo. O valor inicial dos pacotes pagos varia entre R$ 107 e R$ 799 de acordo com o número de profissionais. O mais caro mantido hoje chega a R$ 15 mil.

Segundo Marques, o contato próximo com os usuários foi um ponto-chave para o crescimento. “Desde o princípio, nossa filosofia é ouvir os advogados. Ninguém melhor do que eles para falar o que precisam”, diz. No início da pandemia, a startup liberou a plataforma gratuita para o mercado, atraindo novos usuários e apoiando os advogados durante os meses seguintes. Hoje, ela está disponível apenas pelos convênios.

Entre março e setembro, segundo ele, o número de clientes e o faturamento cresceram 100%. Para lidar com a expansão, a startup expandiu sua equipe de 16 para 32 pessoas. A expectativa é que os novos convênios fechados no Rio e em São Paulo permitam um crescimento de 300%. Para o ano, Marques projeta um faturamento de mais de R$ 1 milhão, contra cerca de R$ 600 mil em 2019.

A EasyJur foi acelerada pela Darwin Startups em 2018, recebendo um aporte R$ 170 mil. No ano seguinte, levantou uma rodada pré-seed de R$ 1 milhão, reunindo, além da aceleradora, a Anjos do Brasil e investidores VC e pessoa física. Agora, foi selecionada para o programa Google for Startups Accelerator. Fonte: Revista Pequenas Empresas & Grandes Negócios Leia mais em ab2l 30/10/2020





Conductor levanta US$150 mi e mira IPO nos EUA

 A empresa brasileira de pagamentos e software Conductor levantou 150 milhões de dólares em uma rodada de captação privada para expandir seus negócios na América Latina, antes de uma possível listagem no mercado de ações dos Estados Unidos, disse o presidente-executivo, Antonio Soares, à Reuters.

A captação de recursos reforça a expectativa de que as empresas de tecnologia financeira possam crescer à medida que mais indivíduos na região tenham acesso ao sistema bancário.

Com a Riverwood Capital e a processadora de pagamentos Visa entre seus acionistas, a Conductor fornece serviços de pagamentos e software para instituições financeiras, varejistas e fintechs, por exemplo. Ela possui 30 milhões de usuários ativos e processa 1,5 bilhão de transações por ano, de acordo com o site da companhia.

“A indústria de pagamentos eletrônicos na América Latina está cerca de cinco a 10 anos atrasada em relação ao Brasil, e a regulamentação na região está buscando mais competição”, disse Soares.

A rodada de financiamento é liderada pela Viking Global Investors e também inclui a Sunley House Capital, uma afiliada da gestora de private equity Advent International.

Os recursos serão usados ​​para expandir o alcance da Conductor na América Latina, tanto por meio de seu próprio crescimento quanto por meio de aquisições de empresas. A Conductor iniciou sua expansão internacional neste ano e agora tem negócios no México, Peru, Colômbia, Argentina e Equador.

Uma parcela grande da população da América Latina não tem conta em banco, o que cria oportunidades para empresas financeiras não tradicionais, disse Soares. Cerca de um terço dos brasileiros não tem conta em banco, um dos índices mais altos do mundo.

Soares se recusou a divulgar a avaliação da Conductor após a rodada, mas disse que Riverwood continua sendo o acionista controlador. Soares disse que esta deve provavelmente ser a última captação privada da empresa antes de realizar uma oferta pública inicial (IPO) nos Estados Unidos.

Caso a Conductor se liste em uma bolsa dos Estados Unidos, seguirá os passos de outras empresas de pagamentos brasileiras, incluindo StoneCo e PagSeguro. Ambas tiveram um bom desempenho desde a listagem em 2018, ganhando 131% e 74%, respectivamente. O Goldman Sachs assessorou o Conductor na captação de recursos.Por Reuters  Leia mais em mixvale 30/10/2020

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Conductor capta investimento de US$150 milhões para acelerar desenvolvimento de produtos e expansão internacional

Rodada é liderada pela Viking Global em seu primeiro investimento privado na América Latina e conta com a participação de outros investidores globais

São Paulo, BRASIL, 30 de outubro de 2020. – A Conductor, plataforma líder de processamento de pagamentos e banking-as-a-service na América Latina, anunciou hoje que captou US$150 milhões em uma rodada de investimentos liderada pela Viking Global Investors, com participação adicional de investidores como a Sunley House Capital Management, afiliada da Advent International. Os novos acionistas se unem aos investidores institucionais já existentes, Riverwood Capital e Visa, Inc.

A Conductor construiu a maior e mais completa plataforma full stack de processamento de cartões e adquirência da América Latina. A empresa fornece soluções às principais fintechs, bancos, varejistas e companhias de todos os setores, permitindo-lhes lançar e escalar programas inovadores de cartões e contas digitais. Suas soluções abertas através de APIs e baseadas em nuvem abrangem o processamento de cartões, banking-as-a-service e outros serviços financeiros digitais. A Conductor atualmente é responsável por mais de 85 milhões de contas e processa mais de US$20 bilhões em volume de pagamentos em toda a região.

“A missão da Conductor é modernizar e democratizar o ecossistema de pagamentos na América Latina. Nosso negócio cresceu 10 vezes nos últimos anos, e estamos apenas começando”, disse Antonio Soares, CEO da Conductor. “Com esta captação, vamos acelerar nossos investimentos em produtos para capitalizar a enorme oportunidade que temos pela frente no Brasil e em toda a região”.

Esta nova rodada de investimentos permitirá à Conductor acelerar o desenvolvimento de produtos e o crescimento internacional, fortalecendo ainda mais sua posição de liderança na oferta de tecnologia e infraestrutura para meios de pagamento. O anúncio vem na esteira de um ano histórico para a companhia, com a performance robusta no processamento de cartões, o crescimento acelerado do negócio de banking-as-a-service com a Dock, a aquisição da Muxi, e o início de sua expansão internacional nos principais mercados da América Latina.

Joaquim Lima, sócio da Riverwood Capital, principal investidor institucional da Conductor desde 2014, disse: “o time da Conductor construiu uma plataforma de tecnologia única e líder no setor. Estamos muito animados com as oportunidades que a companhia tem pela frente de fornecer a espinha dorsal da tecnologia para catalisar fintechs, modernizar bancos e permitir que grandes empresas lancem soluções de pagamento”.

Goldman Sachs & Co. LLC atuou como assessor financeiro exclusivo para a Conductor.

Sobre a Conductor

A Conductor é a plataforma de software líder em emissão de cartões e de banking-as-a-service na América Latina. Com sua plataforma API nativa e aberta em núvem, a Conductor viabiliza o acesso à tecnologia de ponta para as principais fintechs, bancos, varejistas e empresas de diferentes segmentos de toda a região, permitindo-lhes lançar e escalar programas inovadores de contas e cartões digitais. A Conductor atualmente é responsável por mais de 85 milhões de contas e processa mais de US$20 bilhões em volume de pagamentos em toda a América Latina.

Sobre a Viking Global Investors

A Viking Global Investors LP é uma empresa de investimento global fundada em 1999. A empresa administra mais de 35 bilhões de dólares para seus investidores através de estratégias long/short, long-only e liquid/illiquid. A Viking tem aproximadamente 200 funcionários e conta com escritórios em Greenwich, Nova Iorque, Hong Kong, Londres e São Francisco. A Viking está registrada como assessora de investimentos na Securities and Exchange Commission dos Estados Unidos.

Sobre Sunley House Capital Management

A Sunley House Capital, uma afiliada da Advent International, administra um portfolio global concentrado de ações que consiste em investimentos em empresas abertas e também em companhias privadas em estágio pré-IPO. Como um investidor de longo prazo, a Sunley House emprega uma abordagem profunda e diligente que reflete suas origens no mercado de private equity. A Advent e a Sunley House têm experiência significativa no mercado de fintech, tendo investido em mais de 25 empresas líderes em pagamentos e demais segmentos fintech em todo o mundo. A Sunley House é uma consultora de investimentos registrada junto à Securities and Exchange Commission dos Estados Unidos. Para mais informações, visite www.adventinternational.com/sunleyhouse.

Sobre Riverwood

A Riverwood Capital é uma gestora de private equity que investe em companhias de middle-market em crescimento acelerado, principalmente nos mercados globais de tecnologia e outras indústrias relacionadas. A Riverwood oferece uma combinação única de insights operacionais, estratégicos, tecnológicos e financeiros para as companhias do seu portfólio que normalmente necessitam de capital e expertise para escalar a nível global. A empresa busca investir em negócios estabelecidos com times de gestão dinâmicos, modelos de negócio e tecnologias comprovadas e o devido alinhamento em termos de cultura e valores. A Riverwood investe globalmente e lidera acordos tanto em casos de investimento minoritário como de controle acionário, com um portfólio relativamente concentrado e um suporte ativo para escalabilidade e criação de valor. A Riverwood tem escritórios em Menlo Park, CA; Nova Iorque, NY; e São Paulo, Brasil. Para mais informações, visite www.riverwoodcapital.com.. leia mais em condutor 30/102020





29 outubro 2020

Pacaembu Construtora comunica desistência de IPO; ação seria precificada hoje

A Pacaembu Construtora anunciou nesta quinta-feira (29) que desistiu de sua oferta pública de distribuição primária de ações (IPO, na sigla em inglês).

A precificação das ações estava prevista para ocorrer hoje, mas a companhia desistiu devido às condições de mercado.

A faixa indicativa de preço da oferta da Pacaembu era de R$ 8,10 a R$ 10,10.

Considerando o meio da faixa, de R$ 9,10, a companhia movimentaria R$ 597,848 milhões na oferta base.

Cabe frisar que a construtora já havia alterado o cronograma anteriormente.

IPO

O capital social da Pacaembu é de R$ 190.277.753,34, totalmente subscrito e integralizado, representado por 128.894.845 ações ordinárias.

Os acionistas vendedores na oferta secundária são Wilson de Almeida Junior, que atualmente detém 36% da empresa, e Eduardo Robson Raineri de Almeida, (40,5%).

O banco coordenador líder é o Credit Suisse, que também atua como agente estabilizador.

As demais instituições financeiras participantes são a XP Investimentos e a Caixa Econômica Federal... Leia mais em euqueroinvestir 29/10/2020



29 outubro 2020