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21 dezembro 2020

Totvs compra Tail Targer TI por R$ 12 milhões

Contrato prevê pagamento complementar variável de até R$ 20 milhões, sujeito ao atingimento de metas

A Totvs anunciou a compra de 100% do capital social da Tail Target Tecnologia da Informação por R$ 12 milhões. 

Adicionalmente, o contrato prevê o pagamento complementar variável de até R$ 20 milhões, sujeito ao atingimento de metas relativas aos exercícios de 2021 e 2022... Leia mais em valoreconomico 21/12/2020

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COMUNICADO AO MERCADO Aquisição da Tail Target Tecnologia de Informação Ltda.

A TOTVS comunica que sua subsidiária TOTVS Large Enterprise Tecnologia S.A. (“TOTVS Large”) celebrou, em 19 de dezembro de 2020, Contrato de Compra e Venda de Quotas e Outras Avenças (“Contrato”) por meio do qual adquiriu quotas que representam 100% do capital social da Tail Target Tecnologia de Informação Ltda (“TAIL”) pelo montante de R$12 milhões. Adicionalmente, o Contrato prevê o pagamento de preço de compra complementar variável de até R$20 milhões sujeito ao atingimento de metas estabelecidas para a TAIL relativas aos exercícios de 2021 e 2022 e ao cumprimento de outras condições.

A TAIL é provedora de uma plataforma de inteligência de dados que fornece insights aos clientes por meio do monitoramento em tempo real do comportamento de uma ampla audiência na internet. A TAIL é capaz de mapear perfis mais detalhados para construção de portfólios e campanhas com machine learning com o objetivo de otimizar as vendas de seus clientes. Com cerca de 30 colaboradores e de 60 clientes, a TAIL auferiu receita bruta de aproximadamente R$12 milhões em 2020.

Com esse movimento, a TOTVS traz conhecimentos especializados ao segmento de marketing analytics e inteligência de dados, além de soluções voltadas para a geração de oportunidades e conversão de vendas que agregam ainda mais valor aos nossos clientes, endereçando o nosso propósito na dimensão de Business Performance, parte da estratégia de desenvolver um ecossistema representado por três dimensões: (i) Gestão – ERP, RH e soluções verticais; (ii) Techfin – crédito B2B, serviços e pagamentos; e (iii) Business Performance – sales lead e marketing .. Leia mais em Totvs 21/12/2020



21 dezembro 2020



15 dezembro 2020

EUA e UE se mobilizam para reduzir poder das empresas de tecnologia

Bruxelas cogita novas multas milionárias para castigar abusos no mercado de empresas como Google, Facebook e Amazon

Em uma ofensiva generalizada contra o Facebook, na qual é mais fácil identificar os Estados ausentes ― Alabama, Geórgia, Carolina do Sul e Dakota do Sul ―, a Comissão Federal de Comércio dos Estados Unidos (FTC, na sigla em inglês, um órgão regulador) e 46 Estados, mais o distrito de Columbia (onde fica Washington) e Guam (possessão norte-americana na Oceania), denunciaram nesta semana a empresa de Marck Zuckerberg por abusar de seu domínio no mercado e por devorar os peixes pequenos, tentando evitar qualquer esboço de concorrência. A aquisição de dois rivais emergentes, o Instagram (rede social de compartilhamento de fotos) e o WhatsApp (popular serviço de mensagens), revelou além disso uma prática abusiva que não se limitou a estas absorções, feitas em 2012 e 2014 por um bilhão e 19 bilhões de dólares, respectivamente.

Em novembro, um mês antes de ser anunciado o resultado da investigação federal e estadual, a empresa com sede em Palo Alto (Califórnia) anunciou a compra da Kustomer, uma start-up de serviços ao consumidor, avaliada pelo The Wall Street Journal em um bilhão de dólares (5 bilhões de reais, pelo câmbio atual). Em maio, assumiu o Giphy, um site onde o usuário pode criar e compartilhar imagens animadas (GIFs), numa operação que atraiu a atenção do órgão regulador da concorrência do Reino Unido. Em 2008, o Twitter recusou uma oferta de aquisição feita pelo Facebook, que também tentou comprar o Snapchat.

Estados Unidos processam Facebook por monopólio

Não é novidade que as grandes empresas tecnológicas estejam na mira das autoridades por práticas monopolísticas ou atuações mais turvas, como as frouxas políticas de proteção da privacidade dos usuários ou, inclusive, o tráfico de dados (o caso Cambridge Analytica, envolvendo o Facebook, é o episódio paradigmático). Nos EUA, esse crescente escrutínio pôs as Big Five (Amazon, Apple, Google, Facebook e Microsoft) na berlinda, razão pela qual nos últimos meses elas se mostram mais precavidas, por exemplo, na hora de restringir a publicidade política às vésperas das eleições presidenciais norte-americanas de 3 de novembro, ou de filtrar com mais empenho o enorme fluxo de desinformação que colonizou as redes sociais.

Depois da ação federal e estadual apresentada na quarta-feira, culminando uma investigação que se prolongou por 18 meses, o Facebook se torna a segunda grande empresa tecnológica a ser alvo de uma atuação judicial, depois da condenação do Google por parte do Departamento de Justiça, em outubro, por abusar de sua posição nos buscadores e da publicidade na Internet. O raro consenso político, em um país polarizado depois do mandato de Donald Trump, é outra das consequências notáveis desta ofensiva que, inclusive, pôs seus executivos contra as cordas no Capitólio, em audiências sobre seu viés político e a permeabilidade às notícias falsas nas redes que dirigem.

Conforme diz a peça de acusação divulgada na quarta-feira passada, o Facebook ― cujo valor de mercado é estimado em mais de 800 bilhões de dólares (quatro trilhões de reais) ― decidiu comprar o Instagram para aproveitar a mudança nas preferências dos usuários na hora de compartilhar fotos e a expansão dos smartphones, em vez de competir dentro de campo. Do mesmo modo, em 2014, a empresa decidiu adquirir o WhatsApp para levantar uma barreira dissuasiva, já que qualquer outro aplicativo teria dificuldades para alcançar a mesma dimensão que esse serviço de mensagens atingira. Além disso, o organismo regulador de Comércio dos EUA e os promotores acusam a rede social de Zuckerberg de práticas anticompetitivas ao limitar o acesso à sua interface de programação a desenvolvedores e empresas que se comprometessem a não criar funcionalidades capazes de competir com o gigante tecnológico. Embora a disputa jurídica se prenuncie árdua, e seja duvidoso que chegue a desfazer a compra do Instagram e WhatsApp, o precedente inquieta os epígonos do Vale do Silício.

A Europa se mexe

Do outro lado do Atlântico, Bruxelas lança nesta semana sua proposta para a Lei de Serviços Digitais, que deve substituir a antiga normativa de comércio eletrônico aprovada em 2000. A lei, a ser discutida e aprovada nesta terça, também estabelece a possibilidade de obrigar as empresas a se dividirem ou venderem subsidiárias, segundo fontes da UE. A Comissão (Poder Executivo do bloco) vê com receio o crescimento imparável dos gigantes, ainda mais com a pandemia, impedindo o surgimento de novos competidores na Europa.

Segundo as fontes consultadas, o rascunho em discussão contém um regime de punições, com graduações: multas milionárias de até 6% do faturamento; interrupção do serviço e, em última instância, o desmantelamento da empresa na UE se esta tiver incorrido em um abuso de posição muito grave, ou seja, se os usuários forem impedidos de sair ou usar outra plataforma.

Os grandes grupos estão atentos. A revista francesa Le Point publicou que gigantes como o Google estão decididos a exercer a máxima pressão sobre o comissário (ministro europeu) de Mercado Interior, Thierry Breton. Está em jogo o domínio de mercado exercido pelos chamados GAFA (Google, Amazon, Facebook e Apple), que têm necessidade cada vez maior de combinar dados para lançar novos serviços. Essa é a espiral que Bruxelas agora se propõe a romper.

UE mantém rédea curta sobre as empresas

A Comissão Europeia mantêm os gigantes tecnológicos sob rédea curta no poderoso departamento de Concorrência, dirigido pela vice-presidenta-executiva Margrethe Vestager. O Google domina o pódio, com as três maiores punições já impostas, que somam 8,24 bilhões de euros (41,7 bilhões de reais, pelo câmbio atual) em apenas dois anos. Bruxelas tem agora vários processos em andamentos. E um deles é contra o Facebook.

A UE decidiu no ano passado não esperar que a empresa de Mark Zuckerberg lançasse o seu projeto de criptomoeda e iniciou uma investigação preliminar. O alvo da Comissão não era propriamente a moeda digital, que acabou sendo vetada em um comunicado dos ministros de Finanças da UE, e sim a suspeita de que esse serviço poderia constituir um passo a mais por parte do Facebook para se valer dos dados dos clientes e impor “restrições à concorrência”.

Bruxelas está pedindo a esses grupos que adotem mais controles sobre os conteúdos ilegais. Zuckerberg foi à sede da UE em fevereiro para se reunir com vários comissários e discutir o assunto. Segundo fontes comunitárias, o fundador da empresa pediu mais flexibilidade, mas a Comissão recusou. “Não é suficiente. Está muito lento. E é muito baixo em termos de responsabilidade e regulação”, disse-lhe o comissário Thierry Breton.

A outra grande empresa sob a lupa é a Amazon. Uma investigação preliminar recém-encerrada por Bruxelas determinou que a empresa de varejo eletrônico infringiu as normas comunitárias antimonopólio ao usar “sistematicamente” em seu benefício os dados privados dos vendedores independentes que comercializam seus produtos através da plataforma. Além disso, a Comissão Europeia abriu outra investigação por supostas práticas comerciais vinculadas ao seu programa premium que poderiam constituir um abuso de sua posição dominante no mercado... Leia mais em elpais 14/12/0202



15 dezembro 2020



14 dezembro 2020

L’Oréal compra participação na plataforma de “social selling” Replika Software

L'Oréal compra participação na plataforma de “social selling” Replika Software

A L’Oréal adquiriu uma participação minoritária na plataforma de social selling americana Replika Software. Feito por meio do BOLD Business Opportunities for L’Oréal Development - o fundo de private equity do grupo - esse investimento faz parte da estratégia de aceleração do comércio eletrônico do gigante do sector dos cosméticos.

Fundada em 2016 por Kareen Mallet, ex-diretora de moda da Neiman Marcus e Bergdorf Goodman, e Corey Gottlieb, empresário em publicidade, marketing e tecnologia, a Replika Software fornece às marcas soluções de vendas sociais completas. A empresa permite às marcas uma ativação redes de vendedores sociais de grande dimensão, e conectar-se com os consumidores a qualquer hora e em qualquer lugar. A empresa está sediada na cidade de Nova York e possui escritórios em Paris.

25% do faturamento da L’Oréal é gerado por meio do comércio eletrônico

“O comércio social é uma nova forma estimulante de e-commerce que permite que consumidores, influenciadores, especialistas, consultores de beleza ou consultores de vendas comercializem marcas e produtos nas mídias sociais por meio de formatos como compra direta ou livestreaming”, declarou Lubomira Rochet, diretora digital da L’Oréal. “Hoje, o e-commerce já representa 25% do faturamento da L’Oréal. A ascensão do comércio social é uma excelente oportunidade para nossas marcas reinventarem a experiência do cliente em todo o mundo. Nossa ambição é entrar neste novo canal e construir um ecossistema saudável e dinâmico de vendedores sociais para o setor da beleza”.

De acordo com a Replica Software, o desenvolvimento da venda social está apenas começando. Combinada com a escala gigantesca e o poder oferecidos pelas mídias sociais, essa ferramenta tem um potencial enorme, diz Kareen Mallet, cofundadora da Replika Software. “Estamos muito satisfeitos em fortalecer nossa parceria com a L’Oréal. Seu apoio financeiro e experiência no setor nos ajudarão a alcançar nossa visão de forma ainda mais rápida e ampla”, conclui ela... leia mais em brazilbeautynews 13/12/2020



14 dezembro 2020



Dona da Centauro compra rede de canais digitais NWB por R$ 60 milhões

A conclusão da operação depende de certas condições, incluindo, aprovação pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) (Imagem: REUTERS/Jean-Paul Pelissier)

O Grupo SBF anunciou nesta segunda-feira a aquisição da rede de canais digitais NWB por 60 milhões de reais, sujeito a determinados ajustes de preço com base no capital de giro, caixa e endividamento do detentor dos canais Desimpedidos, Acelerados, Fatality e Falcão 12.

Em fato relevante à Comissão de Valores Mobiliários (CVM), a dono da rede de lojas de artigos esportivos  Centauro (CNTO3) disse que o Grupo NWB é detentor também de 80 afiliados que juntos somam mais de 81 milhões de seguidores no Instagram e 73 milhões de inscritos no YouTube.

“A transação marca a entrada da companhia no universo do conteúdo e do entretenimento, dando acesso a novas expertises que vão aprofundar a relação do grupo e suas empresas com toda a audiência do esporte”, afirmou o Grupo SBF.

A conclusão da operação depende de certas condições, incluindo, aprovação pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade)

O Grupo levantou 900 milhões de reais em oferta de ações em junho, com a destinação dos recursos prevendo o financiamento de aquisições de empresas em curso e futuras que possam contribuir para a execução de sua estratégia de crescimento e a expansão de seus negócios.Reters Leia mais em maoneytimes 14/12/2020





11 dezembro 2020

Take4Content adquire 20% do capital do aplicativo Farmazon

Com um aporte de R$ 2 milhões, realizado por meio do Núcleo Concept, empresa avança na estratégia de incorporar inovação à operação para agregar soluções e valor aos clientes

A Take4Content - empresa de curadoria, criação e produção de conteúdo multiplataforma - deu mais um passo em sua estratégia de trazer a inovação para dentro do negócio e agregar novas soluções aos clientes, ao adquirir 20% de participação societária no aplicativo Farmazon, considerado o iFood dos remédios. O aporte de R$ 2 milhões foi realizado por meio do núcleo Concept da Take4Content, especializado em inteligência digital e planejamento em novos negócios.

O aplicativo Farmazon une ofertas de farmácias e drogarias de bairros do Rio de Janeiro, disponibiliza os produtos para compra via aplicativo e realiza a entrega aos usuários em até 30 minutos, contando com mais de cinco mil entregadores. O aporte da Take4Content permitirá aprimorar o APP, trabalhar sua comunicação e expandir a atuação do aplicativo para outras cidades do Brasil a partir de janeiro de 2021, como São Paulo, Fortaleza e Uberlândia.

Maior investidor individual do app, a Take4Content também fundou a joint-venture com a Doctor Web - desenvolvedora do aplicativo, que tem à frente os sócios fundadores Rodrigo Robledo e Líria Knutti - e, dessa forma, passou a dispor de inovação e tecnologia multiplataformas para a Take4Content e seus clientes. "Buscamos agregar soluções que gerem valor aos nossos clientes. Por isso, trazer para o nosso negócio sócios com expertise em tecnologia é um importante diferencial no momento em que muitas empresas estão ampliando sua atuação no digital", conta Cassiano Scarambone, CEO da Take4Content, ao explicar que a empresa vem atuando também como incubadora de negócios inovadores que têm sinergia com sua atuação.

Lançado em 2019, o aplicativo Farmazon teve rápido crescimento em pouco mais de um ano de atividade, e hoje dispõe de 100% dos produtos que são comercializados nas farmácias do Brasil. É o único aplicativo que entrega essa variedade de produtos, incluindo medicamentos controlados. O tempo de entrega também diminuiu conforme o aplicativo passou a ser utilizado pelos usuários, passando da média de uma hora por entrega para menos de 30 minutos, devido ao sistema de geolocalização e sistemas inteligentes associados ao aplicativo.

Para 2021, a Farmazon também se prepara para lançar a versão 2.0 do aplicativo, que trará outras novidades, como serviço de agendamento, atendimento 24horas para algumas regiões e, principalmente, a facilidade para que qualquer drogaria, em qualquer local do País, possa baixar o aplicativo e iniciar as vendas online de seu estoque, sem a necessidade de investir em estrutura.

"A Farmazon vem se provando um aplicativo extremamente útil e de grande potencial, é uma solução única em sua área de atuação, por isso resolvemos investir nele", comenta Cassiano Scarambone, CEO da Take4Content, ao destacar que o investimento foi feito com capital próprio da empresa. "A Take4Content, por meio do Núcleo Concept, procura investir em segmentos que tenham sinergia com nosso core business. Estamos sempre à procura de oportunidades interessantes no segmento de startups, posicionando-nos como uma aceleradora de negócios inovadores", completa Scarambone.

Sobre a Take4Content

Fundada em 2016, a Take4Content é uma empresa de curadoria, criação e produção de conteúdo multiplataformas. Com uma mistura de equipe talentosa e diferenciada, e os mais modernos recursos de inteligência digital (Business Intelligence), cria conteúdos relevantes e impactantes para seus clientes, e o resultado disso são soluções criativas, diferenciadas e com uma performance muito acima da curva de desempenho do setor.

Contando com quatro núcleos - FILMS (produção e pós-produção audiovisual), CHANNELS (canais de conteúdo para o YouTube), IDEAS (núcleo de criação cuja atuação mais se aproxima de uma agência) e CONCEPT (incubadora e desenvolvedora de soluções) -, a Take4Content destaca-se por não só criar, mas também produzir os conteúdos para as diferentes plataformas, e por atuar em todas as disciplinas do marketing digital.

A visão da Tale4Content, e que norteia sua atuação, é a de que as marcas precisam ouvir mais seus clientes, e buscar as mídias e estratégias que efetivamente podem dar resultado, pois considera isto fundamental no momento em que ações focadas na veiculação de campanhas na TV, para promover atributos das marcas, perdem relevância e, inclusive, muitas vezes não geram sequer credibilidade.

Ao desenvolver as estratégias para seus clientes, a Take4Content faz uma imersão na marca em todo o ambiente digital para entender e definir o seu público, suas áreas de interesse, faixa etária, hábitos de compra e veículos de interesse, entre outros. São ferramentas digitais que trazem um nível de informação grande e detalhado que até as palavras de interesse desse público, a análise da personalidade e a forma com ele consome são mapeadas. Essa análise é fundamental para a criação do conteúdo e torna-se um diferencial na hora da performance. Na visão da Take4Content, hoje é impossível pensar em criação de conteúdo e performance de outra forma... 

Com 80 funcionários, a Take4Content reúne alguns dos melhores profissionais da comunicação, e vem realizando trabalhos destacados para clientes como Marfrig, Vale, Enel, Raízen, Abrati / Juntos a Bordo, Caloi, e administra vários canais de destaque no YouTube como Salon Line, Zico 10, Tô de Cacho e Aline Barros. Leia mais em segs 11/12/2020



11 dezembro 2020



03 dezembro 2020

Apple Produções adquire Flex para liderar mercado na América do Sul

A empresa de técnica full service adquire a Flex como parte do investimento de R$25 milhões para a liderança do mercado de eventos na América do Sul.

Pronta para revolucionar o mercado de eventos corporativos, sociais e showbiz, e na contramão do segmento que deve encolher em 2020, a Apple Produções, com quase quatro décadas de existência, anuncia a aquisição da Flex – Som, Luz e Imagem. O movimento é parte de um investimento de R$ 25 milhões recém feito no mercado para transformar-se na maior empresa de técnica full service da América do Sul.

Além de todos os ativos e o completo acervo de equipamentos, a negociação contempla também as novas operações geradas pela Flex no início da pandemia com foco em digitalizar as entregas do mercado de live marketing para apoiar as agências e a indústria a se transformarem com a agilidade que a crise sanitária exigiu.

Dentre elas estão a GoLive Experience, que desde março passou a suprir a necessidade do mercado de eventos em continuar se comunicando com seu público diante do distanciamento social por meio de infraestrutura, tecnologia, direção e conteúdo. E a AREA451, atualmente um dos maiores complexos de estúdios da América Latina criado sob medida para a realização de eventos à distância e que conta com quatro estúdios profissionais blimpados com housemix externas, camarins, áreas de alimentação, grandes salas de reunião, de produção, de apoio e bolsões de estacionamento em uma área de 4.510 metros quadrados.

Esse pioneirismo gerou uma aproximação entre as duas empresas – até então concorrentes – em uma coalização para gerar um volume maior de projetos dentro dessas novas estruturas e a parceria evoluiu para uma negociação ao entenderem que juntas seriam uma potência ainda mais interessante no mercado.

Um exemplo disso é que elas se tornaram, por meio da Apple Produções e da AREA451 um aliado estratégico daquele que promete ser o maior evento on-line do mundo em 2020: A Comic Con Experience (CCXP), produzida pelo Omelete Group. Juntos elas contribuíram não apenas com equipamentos, mas com soluções para que a essência do festival seja garantida para todos os públicos envolvidos sejam eles fãs, equipe, artistas convidados, palestrantes e também as marcas anunciantes. Para isso, uma nova tecnologia que conta com quilômetros de fibra ótica e um upgrade de infraestrutura estão sendo embarcados e haverá também um protocolo inédito de compatibilização entre consoles de áudio.

Plano de negócios

A partir de agora, um time formado por seis experientes executivos do setor irá comandar esta gigante. São eles, Gijo Pinheiro, o CEO da companhia, André Luis, o vice-presidente, Sérgio “Pepo” Pignatari, diretor comercial, Orlandinho Sgarbi e Rafael Tonarque, diretores de negócios e Jeff Scorci, que responde pela diretoria de produção.

A aquisição da Flex faz parte de uma grande estratégia que envolve um plano de expansão que irá chamar a atenção do mercado e mostrar como a Apple está pronta para atender agências e clientes de forma única e totalmente inovadora.

“O uso de equipamentos de ponta trouxe a Apple Produções até aqui e agora vamos começar uma nova era, onde a experiência positiva do cliente será a nossa principal preocupação. Queremos estar sempre à frente para oferecer ao mercado o que existe de mais moderno em tecnologia, com uma prestação de serviço de alta qualidade, isso vai nos credenciar a trabalhar no mercado de eventos internacionais na América do Sul”, destaca Gijo Pinheiro.

O projeto de crescimento da Apple Brasil envolve, além da incorporação do espírito inovador da empresa recém adquirida, uma estratégia de regionalização para atuar de maneira nacional com mão de obra local qualificada, o que permite orçamentos mais compatíveis com a nova realidade de contenção de custos.

Todo este movimento tem um só propósito. “Para 2022, nós projetamos um faturamento de mais de R$ 100 milhões”, ressalta o CEO.

Novas filiais

Nesse sentido, o primeiro grande movimento desse projeto foi a criação da filial Nordeste (localizada em Salvador). Liderada por Cleiton Roberto Badaró, ela já assumiu projetos importantes de luz, som e imagem ao longo do Carnaval de espaços como o camarote Salvador, o camarote Club e dos trios elétricos de Ivete Sangalo, Cláudia Leite, Durval Lelis, Anitta entre outros eventos corporativos. E o potencial regional é grande: o novo Centro de Convenções – o mais recente polo de eventos da capital baiana – já tinha 32 eventos prospectados neste ano e outros tantos agendados até 2024, como grandes congressos da área médica, incluindo eventos mundiais, latino-americanos, sul americanos e nacionais.... Leia mais em adnews 02/12/2020



03 dezembro 2020



30 novembro 2020

Facebook vai comprar startup de atendimento a clientes

Detalhes do negócio com a Kustomer ainda não foram divulgados. O Facebook disse nesta segunda-feira que comprará a startup de atendimento ao cliente Kustomer, acelerando esforços no comércio eletrônico. Os detalhes financeiros do negócio não foram divulgados.

O jornal “Wall Street Journal” informou que a transação avalia a startup em cerca de US$ 1 bilhão, citando pessoas familiarizadas com o assunto.

A Kustomer, que ajuda empresas a gerenciarem reclamações de clientes em múltiplas plataformas, já oferece serviços no Facebook Messenger e no Instagram....  Fonte: G1 Leia mais em plantaodoslagos 30/11/2020



30 novembro 2020



Startup capta mais de R$1,5 milhão em investimento durante a pandemia

Criada durante a pandemia de covid-19, a startup brasileira TamoVip nasce com o propósito de conectar fãs com seus ídolos, por meio de videomensagens personalizadas e exclusivas. A plataforma inteligente já conta com mais de 250 celebridades em seu portfólio, com nomes conhecidos pelo público, como as funkeiras MC Carol e Valesca Popozuda, os jogadores Hudson, Cicinho e Alex Silva, parte do elenco de Chiquititas, com Carla Fioroni, Gabriel Santana e Samia Abreu, entre outros artistas.

Com uma média de crescimento mensal de 67% no número de usuários, a startup já captou mais de R$1,5 milhão em investimentos. Os aportes, feitos entre os meses de abril e novembro, foram realizados por investidores-anjo conhecidos do mercado como Daniel Rummery, Adrian Merino Vítores e German Lopez, que também já apoiaram empresas como Cabify, Banco Neon e Rappi.

“Sou investidor de mais de 30 empresas brasileiras, inclusive fui o primeiro investidor do Banco Neon, e estou sempre buscando novos mercados, novas oportunidades. O nicho de mercado voltado para videomensagens de Vips têm um grande potencial de crescimento no Brasil, já que aqui temos muitas celebridades locais. A Cameo, por exemplo, é uma empresa norte-americana que segue esse estilo de negócio e tem tido ótimos resultados. Por isso, investi na TamoVip, vejo uma oportunidade clara de crescimento e sucesso”, apontou Rummery.

De acordo com a cofundadora da empresa, Thaís Tolentino, “investimos em inovação e tecnologia de ponta, assim conseguimos superar os objetivos estabelecidos para cada mês. Nos primeiros quatros meses de atuação, por exemplo, tivemos mais de 100 mil acessos no site e agora nossa meta é ser a maior plataforma de vídeos presentes até o final de 2020”.

Concomitante ao crescimento dos investimentos, cresce também o time TamoVip, já são 20 colaboradores que atuam em diferentes frentes, desde engenharia de software a Business Intelligence. Só nas últimas semanas 6 novas contratações foram feitas e a tendência, segundo Thaís, é que a equipe siga aumentando. 

A missão da TamoVip é aproximar celebridades com suas audiências, criando conexões mais humanas e afetivas, principalmente em um contexto de pandemia, no qual as relações interpessoais são cada vez mais valorizadas. “Criar experiências únicas e relações de proximidade é o que nos motiva a aprimorar nossos processos e ampliar nossa base e, graças ao esforço e dedicação de todos da equipe, criamos um negócio escalável que já figura entre os 3 principais do segmento no Brasil”, finaliza Thaís.  .. Leia mais em startupi 30/11/2020





29 novembro 2020

Temos seis aquisições em análise e podemos ter interesse pelos Correios, diz CEO da Sequoia, um dos melhores IPOs em 2020

Em entrevista ao InfoMoney, Armando Marchesan fala sobre disparada do e-commerce na pandemia, resultados e investimentos

Inserida em um setor que foi altamente beneficiado pela pandemia de coronavírus, a empresa de logística Sequoia (SEQL3) acredita que parte do boom do e-commerce causado pelas medidas de restrição de mobilidade por causa da Covid-19 vai continuar após a descoberta da vacina. Com perfil consolidador, ela tem seis aquisições em análise, sendo uma em fase final, e diz que pode sim ter interesse em comprar os Correios em uma eventual privatização.

“Depende muito do formato que vier. A gente acha que num formato all in, 100% dele, com todas as dívidas, seria um processo mais complexo para a gente participar. Eu acho que poderia inibir a nossa participação, mas dependendo do formato que vier, se vier eventualmente por regiões ou por produtos, se vier em algum outro formato, aí eu acho que é natural, e a Sequoia como grande player nesse mercado avalia”, disse Armando Marchesan, CEO da companhia.

Ele afirmou que a Sequoia está posicionada no Brasil todo, mas que eventualmente numa venda dos Correios por regiões, daria preferência para “as regiões mais distantes”, já que hoje 70% de suas operações são voltadas para o interior do país. “No Sudeste obviamente é onde você tem os maiores volumes, mas aqui talvez a gente não precisaria dessa capilaridade dos Correios”, disse.

Com caixa forte após o IPO no começo de outubro, no qual levantou pouco mais de R$ 900 milhões, a Sequoia vai destinar R$ 331,4 milhões da oferta primária (na qual os recursos entram no caixa da companhia), líquidos de impostos, taxas e comissões, à expansão inorgânica por meio de aquisições (cerca de R$ 165 milhões), a investimentos em automação e novas tecnologias (cerca de R$ 83 milhões) e à otimização da estrutura de capital (cerca de R$ 83 milhões).

Segundo a Economatica, das 24 ações lançadas em IPOs na B3 em 2020, as da Sequoia têm o segundo melhor desempenho desde seu lançamento, com alta em torno de 30%. Até a última quinta-feira (26), o valor de mercado da companhia se aproximava de R$ 2,3 bilhões.

“Já recebemos duas ou três pesquisas diferentes e a nossa ação está em segundo lugar como a segunda melhor ação de IPO em 2020, atrás apenas da Locaweb (LWSA3). (…) Nossos investidores institucionais estão muito felizes com isso. A gente ainda vê potencial de crescimento da ação, com base no que os analistas destacam em seus relatórios”, disse Marchesan.

“Outro fato interessante sobre isso é que a Sequoia ainda é uma empresa desconhecida para o investidor individual. Temos uma relação forte B2B com marcas, mas você não vê lojas da Sequoia na rua, você não vê um app direto para o consumidor, a gente não é um iFood, a gente não é Loggi, a gente é uma empresa que eu brinco que está no backstage. Então, a gente não é uma empresa conhecida do grande público”, completou.

Ele citou que a expectativa da Sequoia é de que o bom desempenho da ação no longo prazo possa atrair mais investidores pessoas físicas na Bolsa. “O acesso ao nosso site tem aumentado, a procura pelos resultados também, vemos um interesse crescente na companhia. Mas o investidor pessoa física começa a procurar mais informações ao passo que a ação vai tendo uma boa performance, e a gente tem tido bom interesse por investidor institucional. Mas estamos só no começo dessa jornada.”

Resultados em alta

A Sequoia fechou o terceiro trimestre com aumento de 124% na receita líquida, na comparação anual, para R$ 277,5 milhões — fruto do crescimento de 84% na quantidade de pedidos no período, totalizando 11,8 milhões. Houve avanço de 94% no segmento B2C e de 28% nos pedidos B2B.... Leia mais em infomoney 29/11/2020



29 novembro 2020



27 novembro 2020

Com IPO à vista, dona da Imaginarium dá um salto no digital

Grupo Uni.co, gerido pela Squadra, fez aposta certa na digitalização do varejo antes de levar ações a público

 Grupo Uni.co, dona das redes Imaginarium, Puket, Mind e Love Brands, parece ser daqueles que de um limão faz uma limonada. A implantação de projetos e ações voltados à omnicanalidade — integração entre o e-commerce e as lojas físicas — permitiu o aumento no fluxo e na conversão dos sites das marcas do grupo, apurou o Radar Econômico. 

Até o fim de setembro, elas receberam mais de 20 milhões de acessos. No primeiro trimestre de 2020, a empresa registrou um aumento de 88% das vendas digitais em comparação com .. Leia mais em veja 26/11/2020



27 novembro 2020



26 novembro 2020

A gestora que coinveste com a BlackRock e está à busca da próxima Smart Fit

A Chromo Invest surgiu do family office de Jayme Sirotsky, um dos fundadores do grupo de comunicação RBS, que migrou para o mundo de venture capital e private equity. Tiago Kretzmann, sócio da gestora, conta a estratégia ao Café com Investidor

No dia 20 de novembro deste ano, a BlackRock, que tem mais de US$ 7 trilhões de ativos sob gestão, anunciou um investimento série C de US$ 90 milhões na empresa nova-iorquina Loadsmart, uma espécie de “Uber do frete”.

Mas o que chamou a atenção foi a gestora que coliderou o investimento ao lado da BlackRock: a brasileira Chromo Invest, que surgiu do family office Jaymar Investimentos, de Jayme Sirotsky, um dos fundadores do grupo de comunicação RBS.

Fundada em 2013, a Chromo Invest foi criada para diversificar e profissionalizar os investimentos da família. Ela reúne também os três filhos de Jayme, entre eles Marcelo Sirostky, que participa do dia a dia da gestora.

Atualmente, a gestora conta com uma carteira com 70% dos recursos aplicados em investimentos alternativos, que vão de venture capital a private equity até apostas globais em real estate.

“O portfólio é global e sempre tivemos o cacoete de alternativos”, afirmou Tiago Kretzmann, sócio da Chromo Invest, ao Café com Investidor, programa que entrevista os principais gestores de venture capital e private equity, do NeoFeed.

Segundo Kretzmann, a Chromo Invest sempre trabalhou com a perspectiva de que havia muito risco no Brasil e que era necessário diversificar os investimentos em moeda forte. “E não seria em bonds e equities. Muito cedo começamos a colocar o pé na estrada”, afirma Kretzmann.

A Chromo Invest conta com portfólio de 11 empresas investidas em sua carteira de venture capital – seis delas internacionais, como a Loadsmart. Em private equity, são três investimentos. Entre eles, a academia Smart Fit, um dos principais negócios da gestora.

A rede de academias fundada por Edgard Corona foi a porta de entrada da família Sirotsky para o mundo de private equity e de venture capital, sendo o primeiro investimento em um ativo alternativo, em 2009, quando a Chromo Invest nem existia. Em 2015, a gestora fez um aporte relevante, do qual já vendeu uma parte e conseguiu o retorno do capital com um bom múltiplo.

“Estamos à busca da próxima Smart Fit”, afirma Kretzmann. “Qual será o próximo cavalo que a gente vai montar e surfar em uma história boa.”.. Leia mais em NeoFeed 26/11/2020



26 novembro 2020



25 novembro 2020

Marketplace B2B para pequenos lojistas chama atenção de investidores e recebe aporte da Poli Angels

A e-comprei.com, marketplace B2B, criada para viabilizar a compra e venda inteligente, econômica e conveniente do portfólio de Beleza e Higiene para pequenos lojistas, anunciou hoje um investimento que ajudará a startup a crescer e ganhar escala. A rodada, que teve um pré-seed de R$ 450 mil, foi liderada pela Poli Angels, grupo de investidores-anjo composto majoritariamente por ex-alunos da Escola Politécnica da USP.

A startup nasceu a partir de uma observação do fundador Vinicius Hilkner Oliveira. Quando trabalhava na indústria Procter & Gamble (P&G), como gerente da marca Pantene, o empreendedor vivenciou a dificuldade de crescer a capilaridade da marca em novas lojas – pequenos comércios de perfumaria e farmácia. E, em visitas aos lojistas, eles relatavam que gostariam de ter a marca e os lançamentos na sua loja, mas tinham dificuldade de achar para comprar ou simplesmente não tinham acesso fácil ao produto.

Foi na ponta, ouvindo os pequenos lojistas de bairro que nasceu a startup, ao perceber que o problema era estrutural e que os modelos atuais não entregariam o crescimento de vendas e distribuição desejados.

Nos últimos oito meses, a startup tem registrado crescimento mensal de 25% e nesse período se transformou no maior distribuidor de cosméticos do país, em número de portfólio. Agora, com a mentoria dos membros da Poli Angels e o aporte da fase pré-seed a expectativa é crescer ainda mais. “Estamos felizes pelo reconhecimento do potencial do nosso negócio. Não estávamos procurando apenas um investidor, mas também pessoas que acreditam no nosso modelo de negócio e que gerem valor para o mercado”, explica Vinicius.

Segundo Rubens Approbato, membro cofundador da Poli Angels, a startup tem um modelo promissor. “Com a mudança de hábito dos lojistas, a migração para a compra online e a transformação digital do mercado, modelos como o e-comprei oferecem uma plataforma para o sucesso de pequenos e médios empresários”, destaca Approbato.

Já o investidor líder da rodada de investimento junto ao grupo, João Luis Oliverio, ressalta não só o modelo de negócio e a tese interessaram aos membros  Poli Angels, mas o potencial dos empreendedores. “Sentimos segurança que eles têm capacidade de criar uma empresa sólida e escalável”, afirma Oliverio.

“Criamos um modelo de negócio com proposito de gerar competitividade para o pequeno lojista. Reunimos uma vitrine com mais de 9 mil produtos, abrimos.. Leia mais em startupi 25/11/2020



25 novembro 2020



24 novembro 2020

Em décima aquisição, startup reforça big data da mídia

A Knewin monitora 1,2 milhão de sites, 11 mil veículos de comunicação impressos, 1,5 mil emissoras de rádio e 350 canais de tevê no mundo inteiro. Agora, está agregando inteligência a esses dados com a incorporação da Plugar

 O empreendedor Lucas Nazário usou sua formação de programador e seus conhecimentos de machine learning para desenvolver sistemas para uma série de clientes avulsos.

Ao longo do tempo, ele resolveu se especializar e passou a atender empresas que coletavam informações, as chamadas clipadoras, que compilam dados a partir de palavras-chaves para o monitoramento de mídia.

Foi assim que nasceu, em 2013, a Knewin, que já recebeu R$ 19,9 milhões de investimentos de fundos de venture capital como KPTL e Invisto. Desde então, a empresa vem crescendo via aquisições, que incluíram desde clipadoras rivais até empresas que agregaram novos recursos ao seu sistema ou permitiram entrar em novas áreas, como o governo.

Agora, a Knewin está fazendo a sua décima transação com a compra da Plugar, uma consultoria de tecnologia para inteligência de mercado. O valor do negócio não foi divulgado. “Até a compra, o nosso produto ia mais na linha de monitoramento, análise de sentimento e identificação de porta-vozes”, diz Lucas Nazário, fundador e CEO da Knewin. “Estamos colocando uma capa de business intelligence em cima dos dados.”

A Knewin atualmente monitora 1,2 milhão de sites, 11 mil veículos de comunicação impressos, 1,5 mil emissoras de rádio e 350 canais de tevê no mundo inteiro – a maior parte na América Latina. Esse número gigantesco de conteúdos gera 10 terabytes por dia.

Esses dados são manipulados de forma bruta para monitoramento de mídia, ajudando na gestão de crises e de marcas por companhias da área de comunicação. A Knewin usa algoritmos de inteligência artificial para capturar em tempo real as informações e as apresenta em painéis que permitem diversas análises dos dados.

Com a Plugar, a Knewin entra no business de consultoria. As duas empresas já tinham uma parceria há mais de dois anos, antes de fecharem negócio. “Somos uma empresa de ciência de dados. Antes não se falava em big data”, afirma Fabio Rios, que era CEO da Plugar e que agora se tornou CSO da Knewin.

A análise dos dados não será feita de forma automática. Uma equipe de consultores pega as informações dessa gigantesca base de dados para gerar relatórios mais analíticos sobre temas definidos pelos clientes, que vão desde o monitoramento de imprensa e redes sociais até análise da concorrência e da reputação da marca.

Atualmente, a Knewin conta com aproximadamente 1 mil clientes, que vão de empresas de relações públicas a agências de propaganda e departamento de marketing de empresas. O principal modelo é o SaaS (software as a service), que através de uma mensalidade dá acesso a uma ferramenta para que o cliente faça sozinho o seu monitoramento.

A startup, que tem 200 funcionários, informa que a meta é faturar R$ 30 milhões em 2020. No próximo ano, a estimativa é chegar a R$ 75 milhões.

Além das operações no Brasil, a companhia atua nos Estados e no México. E conta com representantes comerciais na Colômbia, Panamá e Equador. “Estamos começando a lançar ações comerciais em Portugal e Espanha e devemos testar esses mercados em 2021”, diz Nazário... Leia mais em NeoFeed  24/11/2020



24 novembro 2020



Marketplace de ensino online fecha rodada de investimento no valor de US$50 milhões

A Udemy, marketplace de ensino online, anunciou ter arrecadado US$ 50 milhões a partir de uma avaliação “pre-money” de US$ 3,25 bilhões em um investimento série F. Os valores levantados junto a fundos de investimento das áreas de edtech e growth, como o Learn Capital, permitirão que a empresa continue aumentando a oferta de produtos para consumidores finais e negócios, de modo a atender alunos, empresas e instrutores do mundo todo.

“Ter sucesso num mundo em rápida mudança como o de hoje exige novas habilidades e foco no aprendizado contínuo”, afirma Gregg Coccari, CEO da Udemy. “Este ano mudou tudo sobre a forma como vivemos e trabalhamos. E pessoas de todos os lugares do mundo recorreram ao aprendizado online para enfrentar os novos desafios. Estamos perfeitamente posicionados para atender a essas demandas e ajudar a impulsionar o sucesso de indivíduos, empresas e governos.”

Atualmente, a plataforma reúne mais 57 mil instrutores e disponibiliza mais de 130 mil cursos de diversos segmentos incluindo negócios, marketing e fotografia. Segundo a empresa, 35 milhões de pessoas usam a Udemy para aprender novos conteúdos.

“Construída para o mundo real e garantindo os especialistas mais motivados a compartilhar conhecimento do mundo, a Udemy criou um mecanismo que impulsiona indivíduos e empresas rumo ao sucesso”, disse Rob Hutter, sócio-gerente da Learn Capital. “O nosso mais recente investimento ressalta a nossa confiança contínua na empresa. Acreditamos que a Udemy tem a plataforma e a arquitetura de negócios certas para expandir drasticamente o seu crescimento, à medida que pessoas e empresas reconhecem o poder da educação ao longo da vida, a fim de estimular o desempenho pessoal e corporativo.”

Com a pandemia, o futuro do trabalho foi muito intensamente acelerado. Da noite para o dia, muitas empresas passaram por grandes mudanças nas suas operações. Indivíduos e companhias em todo o mundo recorreram ao aprendizado para conseguir navegar por um novo contexto, marcado por forças de trabalho dispersas, mudanças constantes e condições econômicas incertas.

Diante desse cenário, as inscrições em cursos no marketplace cresceram mais de 425% – e o consumo de cursos da Udemy for Business, a solução de educação corporativa da empresa, registrou alta de 90%, ao passo que houve um aumento de 55% na criação de cursos por parte dos instrutores. Até o momento, a empresa já registrou mais de 400 milhões de inscrições em cursos em todo o mundo.

Impulsionada pelo marketplace da Udemy, a Udemy for Business foi criada para o futuro do trabalho, tendo sido projetada para atender à próxima geração de alunos corporativos. Com acesso por assinatura a uma coleção de 7 mil cursos sobre as habilidades mais demandadas pelos profissionais atualmente, os usuários podem aprimorar as suas competências corporativas, além de aproveitar o aprendizado para impulsionar o desempenho das empresas em que trabalham.

Em outubro, a empresa anunciou que a Udemy for Business ultrapassou a marca de US$ 100 milhões em receita recorrente anual, atendendo a clientes renomados ​​como The Walt Disney Corporation, Apple, Unicef, PayPal, Accenture, Samsung, Unilever, Instacart, Survey Monkey e Okta, entre outras. No ano passado, a empresa de pesquisa IDC demonstrou que, para cada dólar gasto na Udemy for Business, as empresas poderiam obter um retorno sobre o investimento de 869% num período de três anos.

A Goldman Sachs & Co. LLC. serviu como a única agente de colocação nessa rodada... Leia mais em startupi 24/11/2020





Americana InComm Payments adquire startup brasileira de gift cards

A InComm Payments, empresa americana especializada em tecnologia de pagamentos, anunciou hoje a aquisição da Todo Cartões, startup brasileira que opera com cartões presentes dos maiores varejistas do país, entre eles Riachuelo, Centauro, Outback, RiHappy, Arezzo e Havaianas. O valor da transação não foi revelado.

A startup foi fundada em 2009 e, ao longo de sua trajetória, desenvolveu soluções omnichannel que agregam o processamento dos cartões presentes e listas de presentes que são ligadas às lojas físicas e online dos varejistas. Além disso, a empresa é responsável por distribuir os cartões presentes dos varejistas para o mercado B2B, disponibilizando todo o seu portfólio para programas de fidelidade e empresas que querem premiar clientes e suas equipes.

Para Ricardo Olivieri, Country Manager da InComm Payments Brasil, a aquisição da Todo Cartões tangibiliza o propósito da empresa de ajudar outras organizações a crescerem com uma ampla gama de serviços digitais. “A Todo Cartões tem como clientes os maiores varejistas do Brasil e possui uma tecnologia proprietária de alta qualidade. Além disso, a startup possui um time super capacitado que, somado ao time da InComm, tem tudo para gerar mais inovação e resultados para os varejistas brasileiros”, explica Olivieri.

Com a aquisição, os 30 colaboradores da startup passam a fazer parte da InComm Payments – que, hoje, possui mais de 3 mil pessoas no time trabalhando em diferentes partes do mundo. Para o mercado, essa fusão aumenta as opções de cartões presentes, que serão ofertadas através dos canais da InComm Payments no Brasil, gerando ainda mais receita para os clientes atuais da Todo Cartões.

“Tudo o que fizemos nos últimos anos será acelerado com a expertise que a InComm Payments acumulou no setor e que hoje permite que a empresa tenha operação em 34 países, com bilhões de dólares em transações anualmente. Construímos uma trajetória linda na Todo, saindo do zero para a liderança no mercado de processamento de cartões presentes no Brasil, mas sempre soubemos que esse era um mercado global, com players fortes e que dominavam isso em muitos países”, comenta João Espindola, CEO e fundador da Todo Cartões, que agora fará parte do time de executivos da InComm Payments.

O executivo fala ainda sobre sua expectativa com a operação. “Queremos crescer e melhorar ainda mais o nosso produto para expandir os canais que os cartões presentes estão disponíveis. Desde que conhecemos a InComm Payments ficamos atentos ao perfil agressivo de crescimento da empresa, especialmente em países emergentes, por isso, acreditamos que essa fusão será um fator determinante para a expansão do mercado como um todo”, destaca Espindola.

Desde sua fundação, a Todo Cartões gerou mais de R$ 300 milhões em GMV (Gross Merchandise Volume) e cerca de R$ 600 milhões em vendas para o varejo brasileiro. A startup, que se manteve com investimento dos sócios desde o início, atende mais de 70 varejistas de médio e grande porte.

A partir de agora, a solução da startup fará parte do portfólio de produtos e serviços da InComm Payments e seu time de executivos contará com a participação dos então fundadores da Todo Cartões: João Espindola, Gregório Rados e Filipe Fortes. “A InComm Payments foi nossa grande referência e sempre tivemos uma ótima relação, por isso, essa aquisição marca um novo momento para as duas empresas. A companhia tem uma tecnologia e experiência de uso incrível, muito alinhado com a visão e omnicanalidade que construímos na Todo Cartões. Com a visão do futuro do varejo muito alinhada, foram só alguns ajustes para fecharmos o negócio e seguirmos como uma só empresa”, complementa Espindola.

“Vamos fazer mais do que já fazemos e levar ainda mais tecnologia para o varejo. Queremos ser o terceiro hub de tecnologia no mundo, ao lado dos Estados Unidos e Japão. Temos muito talento aqui no Brasil e acreditamos que faz total sentido sermos exportadores de inteligência e tecnologia”, finaliza Gregório Rados, cofundador da startup... Leia mais em startupi 24/11/2020





23 novembro 2020

Novo banco abre 50 mil contas por mês e quer ser Nubank das crianças

O Neagle Bank, banco digital para crianças e adolescentes, alcançou a marca de 160 mil correntistas em apenas três meses. A conta digital foi lançada pelos youtubers Victor Trindade, 22, e Gabriel Soares, 23, donos do canal Neagle no YouTube em agosto deste ano. Na plataforma de vídeos, os jovens têm mais de 7 milhões de inscritos. 

O aplicativo da conta digital está na lista dos mais baixados no país tanto na Play Store como na App Store no Brasil. O público-alvo do banco digital é a chamada geração Z. A média de abertura de conta mensal é de mais de 50 mil. A maioria dos correntistas do Neagle Bank está na faixa etária entre 14 e 20 anos. .. leia mais em exame 23/11/2020



23 novembro 2020



19 novembro 2020

Grupo Squadra anuncia aquisição da Just Digital

O Grupo Squadra anuncia a aquisição da Just Digital, grupo especializado em design e experiência de produtos e serviços digitais. Com o acordo, a empresa reforça seu portfólio com as ofertas da Just, unidade de desenvolvimento de soluções para martech, e da Grená, estúdio de design para desenvolvimento de soluções digitais. A aquisição tem como objetivo consolidar a atuação do Grupo Squadra como fornecedor único, que consegue atender com profundidade cada etapa da jornada de transformação e evolução digital dos clientes, auxiliando-os de ponta a ponta.

"Estamos muito felizes em anunciar a chegada da Just Digital e Grená ao nosso Grupo. Este acordo reforça o intenso processo de transformação digital que estamos colocando em prática para oferecermos respostas ainda mais ágeis e eficientes aos nossos clientes", afirma André Cioffi, CEO do Grupo Squadra (foto). "A aquisição das operações da Just e da Grená tem como objetivo complementar e ampliar nossa oferta, posicionando nosso ecossistema como um completo trust advisor, capaz de acelerar a geração de valor para nossos clientes por meio do uso inovador da tecnologia".

A parceria também irá valorizar a presença das marcas Just e Grená no mercado, uma vez que as operações estão sendo integradas, mas continuam atuando em paralelo nas diversas áreas de negócio. "Acredito que ter o apoio de uma empresa sólida e de vasta experiência, como a Squadra Digital, ampliará as nossas perspectivas, estando de acordo com o planejamento de escalada que temos. Este é um momento muito importante, que valorizará ainda mais toda nossa trajetória dos últimos doze anos", afirma Rafael Cichini, CEO e fundador da Just Digital e sócio co-fundador da Grená.

Ambos os executivos concordam que a aliança estabelecida é uma oportunidade única para integrar a jornada dos clientes rumo ao digital, reforçando a experiência do Grupo Squadra, o desempenho de atendimento da equipe da Just. "Ao integrarmos nossas experiências em TI, design e digital, estamos dando um passo definitivo para estarmos cada vez mais prontos para conectar nossos clientes no caminho da transformação digital, de ponta a ponta, com grande sucesso", diz Cichini.

"O acordo entre o Grupo Squadra e Just sinaliza mais uma etapa para a valorização da experiência de nossos clientes em suas jornadas de transformação digital. Com a alta especialização das frentes da Just, estamos mais preparados para auxiliar as empresas de maneira mais assertiva, completa e eficiente", reforça Cioffi.

Com a chegada da Just e Grená, o Grupo Squadra chega a marca de quase 600 colaboradores e ganha um novo braço de atuação, agora com um novo escritório sediado em São Paulo. "Isso consolida o plano da organização de expandir a sua performance capilarmente por todo o País. A iniciativa faz parte de um plano de crescimento que tem como meta triplicar o faturamento do Grupo em três anos, consolidando a operação como uma das maiores empresas de tecnologia do Brasil, com foco em um ecossistema digital de entrega unificada.

Esta é a terceira aquisição da companhia em dezoito meses. Antes da Just Digital, o grupo já adquiriu a Wblio, consultoria estratégica de Transformação Digital voltada para os resultados de negócios, e a Arkhi, empresa especializada em treinamentos e implementação da cultura de agilidade de negócios... Leia mais em tiinside 19/11/2020





19 novembro 2020



18 novembro 2020

Rede social que tem geração Z como público-alvo recebe aporte de US$47,5 milhões

A Yubo, rede social que tem a geração Z como público-alvo, anunciou hoje que concluiu a rodada de investimento Series C com US$ 47,5 milhões, liderada pelos investidores existentes Alven, IDinvest, Iris Capital e Sweet Capital, bem como novos investidores, incluindo Gaia Capital Partners. Como parte da rodada, Jerry Murdock, cofundador da Insight Partners (investidores no Twitter, Snapchat, TrueCaller), também se tornará um membro independente do conselho da Yubo.

Em menos de um ano, a empresa levantou mais de US$ 60 milhões com investidores internacionais como a Village Global e os investidores atuais. A nova rodada de financiamento será usada para apoiar o desenvolvimento de produtos da plataforma e fortalecer seu lugar como o principal espaço social para a GenZ socializar online.

A Yubo se dedica a criar um espaço social seguro para os jovens, inspirado no melhor das interações offline e alimentado pelas possibilidades online. Projetado para renovar o conceito de mídia social alimentada por curtidas ou seguidores, Yubo tem como objetivo transformar a maneira como a Geração Z se conecta online, dando aos usuários mais jovens um lugar onde eles podem simplesmente se divertir e serem eles mesmos, sem qualquer pressão para métricas.

“2020 foi um ano significativo para o Yubo e estamos entusiasmados por terminar o ano tão em alta. Cinco anos depois do lançamento da plataforma, estamos orgulhosos de ter criado um novo espaço social para jovens centrado em conversas individuais em tempo real. Yubo está criando um espaço onde eles podem sair e descobrir sobre o mundo e sobre eles mesmos”, disse Sacha Lazimi, CEO e cofundador da Yubo.

Ambições fortes após um ano de crescimento exponencial

Desde o seu lançamento em 2015, a Yubo cresceu significativamente nos principais mercados, incluindo os EUA, Reino Unido, Austrália, Canadá e França. Neste verão, Yubo adicionou a América Latina à lista no aplicativo, com + 1200% de novos usuários em 3 meses. O Brasil já se tornou o 3º país com mais usuários na plataforma (1,7 milhão) – ficando atrás apenas do Estados Unidos (8,9 milhões de usuários) e Reino Unido (3,6 milhões).

“Estamos entusiasmados em apoiar esta jornada única desde 2016 e vê-la se tornar a maior plataforma social independente do consumidor europeu”, disse François Meteyer, sócio da Alven. “Socializar sempre foi uma grande necessidade humana. Em comparação com os círculos sociais fechados das gerações anteriores, Yubo quebra barreiras físicas e abre para seus milhões de usuários GenZ ativos diários uma janela exploratória digital sobre o mundo e eles próprios – ainda mais relevante nos tempos atuais, quando a vida em casa é paroxística”.

A empresa busca também aumentar ainda mais seu crescimento internacional, com ambições de expandir sua comunidade no Sudeste Asiático, Japão, Taiwan e Coréia do Sul. Para isso, a Yubo planeja abrir escritórios em todas as regiões importantes, em particular fortalecendo sua presença nos Estados Unidos com escritórios em Nova York, para apoiar ainda mais sua maior base de usuários.

Após um ano de sucesso em 2019, Yubo deve terminar 2020 com uma receita de US$ 20 milhões, dobrando seu faturamento de 2019. Para apoiar e acelerar o desenvolvimento da plataforma, a empresa planeja multiplicar por 10 sua força de trabalho, incluindo sua equipe de segurança ao redor do mundo.

“Yubo tem um modelo de negócios inovador e diferente entre outras plataformas de mídia social e gerencia a difícil tarefa de se conectar com a Geração Z em todo o mundo. O aplicativo se estabeleceu rapidamente como líder no altamente competitivo mercado dos EUA, bem como em todos os países de língua inglesa. Acredito firmemente que sua abordagem inovadora para socializar online o tornará o espaço social obrigatório de amanhã”, comenta Jerry Murdock.

Desenvolvimento de produto

O investimento será usado para desenvolver ainda mais a dedicação do aplicativo aos recursos de transmissão ao vivo, adicionando novas ferramentas que irão diversificar as maneiras como os usuários do Yubo podem interagir.

Esses novos recursos visam enriquecer ainda mais a experiência do usuário com mais conteúdo por meio de uma integração com o YouTube, novas atividades e jogos. A empresa também está criando parcerias exclusivas com empresas de mídia social global Snap Inc. para integrar o Camera Kit, trazendo a câmera do Snapchat e lentes AR para a plataforma Yubo. Além disso, a rede social desenvolverá algoritmos de recomendação exclusivos para personalizar a experiência de seus usuários com base em seus interesses, interações sociais e atividades no aplicativo... Leia mais em startupi 18/11/2020



18 novembro 2020



Globo inicia estudos para vender a gravadora Som Livre

A gravadora é a terceira maior do país pelo critério de receita, atrás apenas de Sony e Universal e à frente da Warner Music

Jorge Nobrega, diretor-presidente do Grupo Globo: "É um bom momento para sairmos do negócio tradicional de gravadora e nos concentrarmos na estratégia D2C"

A gravadora é a terceira maior do país pelo critério de receita, atrás apenas de Sony e Universal e à frente da Warner Music, segundo apurou o Valor. 

A decisão de vender a Som Livre é parte do processo de transformação da companhia, baseado no modelo D2C (sigla em inglês de "direto para o consumidor), no qual uma empresa controla todas as fases dos processos de produção e distribuição. 

Em nota, a Globo informou que vem fazendo uma .. Leia mais em valoroeconomico 18/11/2020






Sem IPO, Triple Play negocia aquisições

Provedora de internet prevê captação privada mais modesta, de R$ 100 milhões a R$ 200 milhões

Gilbert Minionis, presidente, sobre a suspensão da abertura de capital: “Seria como vender o seu carro abaixo do valor” 

Depois de retirar sua oferta pública inicial de ações (IPO), em outubro, a Triple Play Participações não perdeu tempo reclamando da situação de mercado que a levou à desistência. O diretor-presidente da empresa, Gilberto Minionis, disse que o plano de expansão da Conexão Fibra, marca da provedora de conexão de internet em banda larga, foi revisto, novas fontes de recursos avaliadas e o projeto de expansão por meio de aquisições continua, podendo.. Leia mais em valoreconomico 18/11/2020