22 setembro 2020

Revolução nas compras: Brasil tem mais de 600 startups de varejo

Distrito Retailtech Report, divulgado antecipadamente para Pequenas Empresas & Grandes Negócios, traça um panorama atual de negócios que revolucionam como compramos

O varejo ampliado brasileiro, que inclui automóveis e materiais de construção, foi estimado em R$ 1,91 trilhão em 2019. Esses números certamente foram abalados pela pandemia de novo coronavírus. Por outro lado, tanto os .. Leia mais em revistapegn 22/09/2020



22 setembro 2020



Movile reforça sua estratégia em fintechs e lidera investimento de R$ 60 milhões na Zoop

A Movile, empresa que investe e desenvolve negócios de tecnologia e pessoas, acaba de liderar um novo aporte de R$ 60 milhões na Zoop, fintech especializada em tecnologia para serviços financeiros no mercado B2B. Esse é o terceiro investimento da Movile na empresa desde 2018. A Zoop usará a nova rodada de capital para crescer ainda mais a vertical de Fintechs do Grupo, acelerando o lançamento de novas formas de pagamentos digitais, serviços de banking e crédito para seus clientes dentro da sua estrutura segura e certificada. Acompanha o investimento a Darwin Capital.

A Zoop atua nos segmentos de meios de pagamento, “banking as a service” (BaaS) e crédito. Os produtos da plataforma unem tecnologia e conformidade regulatória, permitindo que qualquer empresa – seja ela uma startup, um marketplace ou mesmo uma grande empresa – possa criar e oferecer serviços financeiros, com sua própria marca (white-label), de forma simples, eficiente e segura. A plataforma de tecnologia da Zoop é uma das principais infraestruturas por trás de um número crescente de novas ofertas de fintechs na América Latina hoje.

De acordo com Patrick Hruby, CEO da Movile, a vertical de Fintech hoje é o principal foco de expansão do Grupo. “Enxergamos uma imensa oportunidade nos próximos anos para melhorar os serviços financeiros e permitir um maior acesso para empresas de todos os tamanhos, e queremos garantir que estamos na vanguarda dessa transformação. Especificamente, existe um enorme potencial de crescimento para atender às necessidades de pequenas e médias empresas. Com o novo aporte, fortalecemos ainda mais a oferta de serviços da Zoop, permitindo que seus parceiros ofereçam serviços financeiros mais completos e integrados”, reforça.

Fabiano Cruz, CEO e cofundador da Zoop, conta que a fintech cresceu o TPV em 140% na comparação com o ano anterior, além de ter atraído mais de 40 novos parceiros durante a pandemia. Ainda destaca o lançamento de vários produtos inovadores, como a vertical de Banking as a Service (ou BaaS), que chega para completar um portfólio de produtos e serviços de meios de pagamento e crédito.

“Acreditamos que qualquer empresa, de qualquer setor, poderá adicionar novas linhas de receita oferecendo conta digital, cartão pré-pago, saques, transferências, pagamento de contas, pagamentos instantâneos (PIX) e uma série de outros produtos e serviços disponíveis na plataforma white-label da Zoop. Queremos que os nossos parceiros de negócio idealizem, incorporem e operem produtos financeiros com a sua própria marca para a sua base de clientes, possibilitando que eles criem, hoje, os serviços financeiros do amanhã. A Zoop está no centro dessa revolução e tem possibilitado o surgimento de milhares de novos negócios em serviços financeiros. Com o aporte da Movile, seguiremos crescendo exponencialmente e desenvolvendo os produtos e serviços disponíveis na nossa plataforma B2B de “fintech as a service”, oferecendo as melhores tecnologias e lidando com todo o arcabouço regulatório para nossos parceiros”, afirma Cruz.

Fundada em 2013, a Zoop tem em sua plataforma mais de 500 parceiros. Além disso, a empresa cresceu quatro vezes o volume total de 2018 e está se preparando para processar 20 bilhões em transações na plataforma em 2020.

Fintechs 

A estratégia de Fintechs da Movile está concentrada em três principais ofertas específicas para pequenas e médias empresas: pagamentos, banking e crédito. A Zoop exerce um papel fundamental dentro desse modelo, já que atua como uma plataforma tecnológica para meios de pagamento e serviços financeiros e habilita empresas de tecnologia para varejo, marketplaces e negócios B2B a se tornarem fintechs.

Responsáveis por mais de um terço de todo o capital aportado em startups brasileiras no ano passado, as fintechs captaram cerca de US$ 1 bilhão em 2019, volume quase três vezes maior em relação a 2018.  Desde 2015, as startups que inovam no setor financeiro receberam US$ 8 bilhões em aportes, conforme levantamento recente do KoreFusion.

No último ano, a Movile investiu R$ 100 milhões na vertical de Fintech, o valor foi quase o dobro dos R$ 55 milhões investidos em 2018. .. Leia mais em startupi 22/09/2020



Startup recebe aporte de US$ 2 milhões para escalar API de dados agrícolas unificados

A Leaf, empresa de infraestrutura de dados de alimentos e agricultura, anunciou hoje que levantou uma rodada seed de US$ 2 milhões liderada pela Cultivan Sandbox Ventures com a participação da SP Ventures e do já previamente investidor Radicle Growth para impulsionar o crescimento do ecossistema de tecnologia agrícola e alimentar que a startup potencializa.

“A Leaf resolve a principal limitação do uso da tecnologia na agricultura, que é a comunicação entre diferentes plataformas e soluções. Sua API aberta ajuda as plataformas AgTechs a atingir seu potencial máximo, simplificando parcerias, integrações e facilitando a criação de novas soluções”, diz Ariadne Caballero, sócia da SP Ventures. “Estamos muito felizes por testemunhar como as empresas usam a Leaf para beneficiar o produtor, o agronegócio e o ecossistema de tecnologia AgTech”.

Desenvolvedores de software usam a API da Leaf para construir e escalar uma ampla variedade de produtos, incluindo software de gestão agrícola, produtos de empréstimo, mercados de remoção de carbono, financiamento baseado em resultados, marketplaces de terras e insumos, recomendações agronômicas, aplicações de rastreabilidade de alimentos, previsão de manutenção de equipamentos e muito mais. O financiamento será usado para aprimorar os produtos da Leaf, aumentar sua equipe, expandir sua rede de integração e envolver ainda mais os mercados internacionais.

“A tecnologia de alimentos e agricultura pode ajudar a resolver alguns dos mais valiosos desafios ambientais, econômicos e de saúde do mundo, mas construir com dados agrícolas desconectados tornou-se uma barreira intransponível tanto para empresas estabelecidas quanto para startups”, explica G. Bailey Stockdale, CEO e cofundador da Leaf. “Construímos uma infraestrutura que ajuda todos a trazerem mudanças para nosso sistema alimentar, e agora centenas de aplicativos e serviços estão sendo desenvolvidos com a Leaf. Estamos entusiasmados em trabalhar com nossos novos parceiros para escalar nossas operações e ampliar o acesso ao setor”.

A Leaf foi fundada em 2018 com a missão de reduzir a barreira de entrada de produtos alimentícios e agrícolas ao fornecer uma infraestrutura de API amigável a desenvolvedores. Agora, a API da Leaf é integrada a todas as principais marcas agrícolas e alimenta muitos dos principais produtos foodtech e agtech do mundo.

A Radicle Growth, que fez seu primeiro investimento na Leaf em 2019 quando ganhou o Global Pre-Seed Challenge da Radicle, também participou desta rodada. “Trabalhamos com a equipe da Leaf desde o início e é muito empolgante ver quão rapidamente eles foram capazes de impulsionar inovações”, afirma Kirk Haney, fundador e sócio-administrador da Radicle Growth. “Os produtos que estão sendo desenvolvidos com a tecnologia da Leaf demonstram que permitir a integração de todas as fontes de dados é a chave para impulsionar a adoção de ferramentas digitais. Estamos entusiasmados por fazer parte desta jornada”, conclui... Leia mais em startupi 22/09/2020





Nem e.bricks, nem Joá. As gestoras se uniram e agora se chamam Igah Ventures

Ns gestora criada por Pedro Melzer e o veículo de investimento do apresentador Luciano Huck e de Gilberto Sayão se uniram para investir em startups criando a Igah Ventures. O NeoFeed conta, com exclusividade, os detalhes do negócio

A notícia, divulgada na tarde de ontem, de que General Atlantic e Softbank lideraram um aporte de R$ 580 milhões na Acesso Digital fez o ecossistema de startups encher os olhos diante de tanto dinheiro e da união de dois gigantes em uma mesma rodada de investimentos.

Mas o que também chamou a atenção nesse negócio foi a participação de uma tal de Igah Ventures, que havia estado em recentes aportes na Conexa Saúde, Avenue Securities e Beauty 321. Se, num primeiro momento, ela parece uma novata, é melhor não se enganar.

A Igah Ventures é fruto da união das gestoras e.bricks ventures, de Pedro Melzer, Eduardo Melzer (o Duda) e Márcio Trigueiro; com a Joá Investimentos, do apresentador Luciano Huck; Gilberto Sayão, da Vinci Partners; do ex-presidente do Bank of America, Rodrigo Xavier; e de Luis Felipe Magon.

A nova empresa, batizada de Igah Ventures, já está rodando no mercado desde janeiro. Mas ainda não havia sido anunciada. “Começamos a estruturar no início do ano e veio a Covid”, diz Pedro Melzer, que conta com exclusividade ao NeoFeed os detalhes da nova gestora. “Não fazia sentido falar da nova empresa no meio da pandemia, quando precisávamos dar suporte aos empreendedores das nossas investidas”, afirma.

A gestora de ventures nem havia sido anunciada e já contava com um grande ativo. O fundo três Igah Ventures começou com US$ 20 milhões em janeiro e, em junho, abriu para captação. De junho até agora, alcançou um total US$ 100 milhões e pode chegar a até US$ 120 milhões.

Os investimentos foram realizados em startups como Avenue Securities, Conexa Saúde, Acesso Digital e 321 Beauty. “Investimos US$ 13 milhões até agora e ainda temos muita lenha para queimar”, diz Melzer. Cerca de 30% do fundo devem ser investidos até o fim do ano e o restante nos próximos três anos.

A captação rápida impressionou até mesmo os gestores da Igah. Melzer credita o sucesso a uma combinação de fatores, mas o principal deles é a experiência. “Já fizemos mais de trinta investimentos e estamos entregando retorno de quatro vezes no primeiro fundo da e.bricks ventures”, diz ele.

A Igah Ventures conta com 12 pessoas trabalhando e a sede ficará em São Paulo. Até o fim do ano, a equipe deve mudar para um escritório próprio, com uma nova identidade visual. A gestora se concentrará em investir em empresas na América Latina, principalmente no Brasil.

O fundo focará em fazer cheques de US$ 5 milhões, mas isso não quer dizer que a Igah não possa assinar valores menores ou maiores. “Podemos entrar com um seed de US$ 500 mil e também em séries B ou follow ons de US$ 10 milhões”, diz Luis Felipe Magon, que era o head da Joá Investimentos.

Pedro Melzer lidera a Igah Ventures

Melzer não revela quais são os setores que a gestora vai se concentrar, mas diz quais são os critérios que serão adotados. “A gente olha negócios que usam a tecnologia como um meio para entregar ganhos de eficiência em diferentes setores da economia”, diz ele. “Fazemos uma análise muito profunda da relevância da proposta de valor.”

A dimensão do mercado e o tamanho do problema que as empresas endereçam também têm de ser muito grandes. “Estamos aqui para investir em empresas que, se derem certo, serão muito grandes. Como é o exemplo da Infracommerce, da Contabilizei e outras”, diz Melzer.

O terceiro ponto crucial na escolha das empresas investidas é o perfil do empreendedor que comanda a startup. “Tem que ser um cara que tenha conhecimento do que está fazendo, combinando isso com experiência de gestão e capacidade de construir um real business.”

O início do casamento

Antes de criar a Igah em conjunto com a Joá Investimentos, a e.bricks ventures vinha de duas captações de sucesso. O fundo um, lançado em 2014 com R$ 100 milhões, investiu em empresas como Infracommerce, GuiaBolso, RockContent, entre outras. O fundo dois, lançado em 2017 com R$ 200 milhões, conta com empresas como Arquivei, Contabilizei, BCredi, entre outras startups.

Em 2019, Marcio Trigueiro chegou para ser sócio da e.bricks ventures e, ao longo do ano, junto com Melzer fizeram as alocações do fundo dois. Ao mesmo tempo, vinham planejando a captação do fundo três, com a meta de trazer US$ 100 milhões.

No meio do processo, acabaram estreitando o relacionamento com a Joá Investimentos. Luciano Huck, Gilberto Sayão e Duda Melzer, que toca o braço de private equity EB Capital, já vinham conversando sobre uma possível união. Diferentemente da e.bricks ventures, a Joá Investimentos não administrava recursos de terceiros, apenas dos sócios. “Eles tinham interesse em fazer algo mais institucional”, diz Trigueiro.

Entre os investimentos da Joá estão marcas como a grife de moda Reserva, a empresa de mobilidade Tembici, a rede de hospitais veterinários PetCare, entre outras startups focadas no B2C. A e.bricks ventures, por sua vez, era mais forte no B2B. Isso, de acordo com os sócios, foi complementar.

Outro fator que ajudou no casamento entre as duas gestoras foram as características dos profissionais. “Estamos nessa área de investimentos há mais de vinte anos. Não somos um grupo que nasceu e pensa apenas em ventures”, diz Trigueiro. “Temos uma visão ampla de negócios, sobre cadeia de valor em várias indústrias.”

Melzer foi um dos precursores dos investimentos em venture capital no Brasil, trabalhou na Apple, na Califórnia, e fundou a e.bricks ventures. Trigueiro é formado no ITA com MBA em Harvard... Leia mais em neofeed 22/09/2020




Triple Play define faixa de preço e pode levantar R$ 1,3 bilhão em IPO

Valor total da oferta da holding de banda larga, dona da marca “Conexão Fibra”, pode chegar a R$ 1,763 bilhão com lotes adicional e suplementar

A holding de banda larga Triple Play Participações definiu entre R$ 12,50 e R$ 15,50 a faixa indicativa de preços na sua oferta pública inicial de ações (IPO, na sigla em inglês). Considerando o meio da faixa indicativa, de R$ 14,00, e o número de 93.297.884 ações da oferta base, a operação pode movimentar R$ 1,306 bilhão...Leia mais em valoreconomico 22/09/2020







Comprar ou vender Empresas Falidas pode ser um bom Negócio?

Você pode pensar: “Mas, espere um momento… isto não parece muito certo!” Quero dizer, como pode ser uma boa ideia investir em uma empresa que já quebrou?

Afinal de contas, falência é uma palavra que ninguém gosta de ouvir. Mas, por incrível que pareça, esta situação pode oferecer grande oportunidades para investimento.

Mas é claro que comprar empresas falidas pode oferecer riscos, até porque a pessoa que fizer esta aquisição vai ter a responsabilidade de liquidar passivos para credores.

Mas, por outro lado, pode se apresentar como uma oportunidade de abrir caminho para novos mercados e clientes.

Este processo de aquisição pede por pesquisa cuidadosa, negociações com credores, e obtenções de validações jurídicas.

E é isto que veremos neste artigo. Continue lendo para saber mais como adquirir companhias falidas e se isto vale a pena.

Comprar empresas falidas: entendendo o que é falência

Começar um negócio não é algo isento de riscos, e comprar empresas falidas acrescenta a este processo toda uma nova camada de desafios.

Mas vamos entender primeiro o que falência é antes de entrar de cabeça neste empreendimento.

O estado de falência é alcançado quando  um indivíduo ou organização não conseguem mais cumprir suas obrigações financeiras com seus credores.

Ou seja, não encontram mais capacidade de pagar os seus débitos e dívidas.

Dentro destas circunstâncias, o processo de insolvência se inicia. Isto envolve ações legais contra a entidade, que partem de indivíduos ou outras empresas, e a liquidação dos seus ativos para pagar seus débitos.

As companhias podem se encontrar em nesta situação graças a uma variedade de motivos. Nós podemos citar:

  1. Mal gerenciamento, o que leva a problemas financeiros, como queda de fluxo de caixa ou aumento de despesas;
  2. Crises econômicas que afetaram significativamente o mercado de atuação da empresa;
  3. Expansões mal conduzidas;
  4. Regulações novas que encarecem os processos internos.

Entre diversos outros motivos. Vamos ver agora mais detalhes sobre o processo de insolvência e sua relação com a falência propriamente dita, além de ver onde você pode procurar comprar empresas.

O processo de insolvência

Podemos dizer que a entidade não pode simplesmente se declarar insolvente.

Antes dela se declarar neste estado, ela tem que certificar que não pode lidar com seus débitos. Isto envolve:

  1. Teste de fluxo de caixa – que mede se a os débitos atuais e futuros de uma entidade não podem ser pagas no vencimento;
  2. Teste de balanço – que mede se os ativos da entidade são menores que suas responsabilidades. Este teste leva em conta as responsabilidades atuais e futuras.

A declaração final envolve uma decisão judicial, e é aí onde o processo de insolvência se inicia.

É importante notar que o processo de insolvência pode se requerido pelos diretores financeiros, acionistas, credores ou mesmo por um tribunal.

A diferença entre insolvência e falência

Estávamos falando até agora de falência e de insolvência, e é natural que as pessoas se confundam com estes dois termos, existindo até uma tendência de acreditar que estes termos são intercambiáveis.

Mas existe uma diferença – insolvência é o estado financeiro de estar inábil para pagar suas dívidas.

Enquanto falência é o processo que resolve o problema da insolvência – a declaração legal da inabilidade de pagar suas dívidas.

Então, as empresas que se encontram em falência podem ser compradas por pessoas que desejam investir, e o melhor, elas tendem a sair mais barato do que uma companhia em seu normal funcionamento.

Onde encontrar empresas falidas para comprar?

Manter um negócio não é fácil e a mudança súbita do cenário econômico, especialmente no nosso país, pode ser desafiador até para os empreendedores mais capazes.

Como dito, gerenciamento ineficiente frequente leva uma empresa à falência, mas as falhas no comando nem sempre são o único motivo para isso ocorrer.

Existem, de fato, milhares de negócios que encaram a falência todo ano. Enquanto para muitos parece ser um fim, pessoas com mentalidade empreendedora podem enxergar aí oportunidade.

Encontrar uma empresa falida requer planejamento e pesquisa. Se escolher o negócio certo pode levar um tempo, ter contato com negócios que estão em processos de falência não é necessariamente muito difícil.

Com uma simples procura na internet você é capaz de encontrar. Usar termos como “empresas insolventes” ou “comprar empresas em falência” pode trazer resultado.

Escritórios de advocacia que lidam com insolvências também podem ser procurados.

Outra maneira é ver se você conhece alguém que esteja nesta situação. Comprar empresas no qual você já possua um conhecimento do seu funcionamento por vezes sé mais fácil.

Os Benefícios e os riscos envolvidos em comprar empresas falidas

Semelhante a qualquer método de iniciar um negócio, comprar empresas falidas podem ter vantagens e desvantagens.

Entender os benefícios e, é claro, os riscos, pode ajudar consideravelmente durante o processo de compra e garantir se você está realmente preparado para o processo.

Os Benefícios de comprar empresas falidas

Primeiramente, o maior benefício é relativo ao custo. Comprar empresas em processo de falência, que encaram dificuldades financeiras, é naturalmente mais barato do que a aquisição de um negócio que esteja funcionando perfeitamente.

Uma empresa falida pode trazer alguns outros benefícios, como a existência de uma base de consumidores, existência de ativos e por aí vai.

Isto pode aumentar suas chances de sucesso no empreendimento, sem ter que necessariamente gastar muito.

Os administradores já estão desejosos de colocar a companhia em novas mãos, seja por vendê-la, seja por liquidar seus ativos.

É preciso lembrar que o processo de compra vai envolver muita papelada e procedimentos legais, mas que devem ser resolvidos rapidamente, até porque os antigos administradores não querem continuar na companhia por mais tempo.

Riscos de comprar empresas falidas

Se por um lado é mais barato adquirir companhias em processo de falência, existem certos riscos inerentes ao processo.Por isto que a ação de Due Diligence é tão importante. Este “pente fino” que será passado pela empresa a ser comprada é fundamental neste estágio.

Primeiramente, você precisa ter a consciência que está comprando um negócio falido. Isto significa que você não tem certeza que sua abordagem possa resolver esses problemas.

Além disso, você pode adicionar a camada de risco financeiro à equação. Dependendo do acordo, você pode estar sujeito a pagar certos aspectos do negócio, o que poderia prejudicar seus ganhos à curto prazo.

Os administradores estarão esperando uma resolução financeira imediata, na maioria dos casos

Além do mais, você talvez não consiga se dar ao luxo de procurar por mais investimentos ou empréstimos. Vai ser necessário que você pague a sua parte assim que começar.

Em seguida, você deve saber com toda clareza quais as são os ativos e as responsabilidades financeiras que lhe serão repassadas.

Por exemplo, muitas companhias insolventes exigem que o novo dono assuma a responsabilidade de controlar os contratos empregatícios existentes. Isto significa que você não poderá simplesmente demitir funcionários imediatamente, e acabará tendo na sua empresa colaboradores que estiveram no momento da queda do negócio anterior (e, talvez, até contribuíram, não voluntariamente, para que isso acontecesse).

Por isto que é importante checar todos os fatores com calma antes de adquirir o negócio.

As melhores abordagens para comprar empresas falidas

Considerando que tempo é a essência quando você está considerando comprar empresas insolventes, você precisa abordar o processo com a mentalidade certa e com um plano.

Isto exige muito pensamento rápido e pesquisa, por isso vamos mostrar aqui alguns passos para que você possa fazer a aquisição de forma correta.

Considere o timing

O primeiro aspecto a ser levado em conta é o timing. O processo de falência tende a ser rápido e, se você estiver procurando o melhor negócio, é melhor agir com agilidade.

Além disso, ajuda se você já tiver feito a decisão de qual o tipo de negócio que você quer comprar antes mesmo de começar a procurar.

Uma vez que encontrar a companhia promissora, não terá tempo para pensar se você está pronto ou não.

Esperar muito tempo aumenta o risco da companhia se deteriorar mais. Se ela continuar na mão dos que geraram a insolvência por mais muito tempo, vai causar nervosismo em empregados e credores.

E quanto maior o dano que ela continuar sofrendo, pior para você, o futuro comprador.

Você deve ter uma grande clareza de objetivos para que consiga identificar qual empresa adquirir.

Toda a papelada também deve estar pronta, ou quase, mesmo antes de começar a procura.

Considere cuidadosamente quais as que estão em situação melhor para você, oferecendo mais vantagens. Certifique-se de entender a definição legal de cada processo, como influencia seus direitos e quais são suas responsabilidades

Entenda o que está incluído na venda:

  1. Responsabilidades: inclui as responsabilidades financeiras e contratuais como, por exemplo, contratos com terceirizadas;
  2. Garantias: a falta de garantia pode significar grande risco, mas não espere receber muitas dos administradores;
  3. Ativos: dependendo do processo de insolvência e falência, você pode ter acesso limitado aos ativos. É necessário checar todos, não apenas os financeiros, e fazer uma lista do que vai fazer parte da venda, como equipamentos, por exemplo;
  4. Propriedade intelectual: como vai ficar após a venda.

E, é claro, fazer uma Due Diligence onde você vai checar todos os aspectos da empresa que está comprando, nos campos legais, financeiros e comerciais.

E para concluir, vale a pena comprar empresas falidas? Sim, se você estiver consciente dos riscos, prevenido, e com a mentalidade certa para enfrentar este desafio... Leia mais em jornalcontabil 21/09/2020



21 setembro 2020

Grupo Superbid anuncia aquisição de startup do segmento automotivo

O Grupo Superbid, empresa de leilões online, anunciou a aquisição da Auto Arremate, startup especializada em transações B2B e C2B no segmento automotivo, que atua entre revendedores independentes e multimarcas, redes de distribuição, locadoras e frotistas de veículos. O valor do investimento foi de R$ 5 milhões. 

A plataforma entrega experiência seamless na jornada DGC – Digitalização, Gestão e Comercialização, com aumento da performance e rentabilidade, tanto para vendedores, quanto para compradores. As soluções da Auto Arremate englobam usabilidade de avaliação, através de plataformas mobile, com possibilidades de precificação e gestão dos estoques. Todo o processo online garante assertividade nas negociações e tomadas de decisão.

Já para as revendas independentes e multimarcas, a Auto Arremate traz em sua primeira versão um marketplace versátil, com ferramentas de busca extremamente detalhadas e aplicativos nativos, dedicados para acompanhamento das negociações em tempo real.

Mercado

“O mercado automotivo cresce ano a ano e atingiu 37 milhões de veículos em 2019, segundo dados do Sindipeças, somados carros, caminhões, ônibus e comerciais leves, com idade média próxima a 10 anos. A partir desses dados, entendemos que existem grandes oportunidades nas redes de distribuição dessa cadeia, em que atuam aproximadamente 7 mil concessionárias e mais de 30 mil revendedores independentes de veículos em todo o país. O segmento é um dos pilares da economia brasileira”, pontua Fúlvio Kaminski Massaro, fundador e CEO da Auto Arremate.

Há mais de 20 anos no mercado, o Grupo Superbid possui empresas que oferecem serviços de tecnologia e intermediação de bens de capital e consumo. A aquisição da startup mira a formação de um “ecossistema” capaz de fornecer soluções digitais integradas para o mercado automotivo, segundo Rodrigo Santoro, presidente e CEO do Grupo SuperBid.

“Vimos um grande potencial neste mercado e uma grande capacidade de geração de negócios e tecnologia na equipe da Auto Arremate. Unindo estas forças à experiência no setor de leilões do Grupo SuperBid, e ao avanço nas operações digitais com a nossa plataforma de pagamentos, a Conta Digital S4Pay, criamos um ecossistema ainda mais completo para o mercado”, afirma Santoro.

O otimismo de Santoro tem fundamento. Ainda na fase piloto, a plataforma da startup emplacou um considerável aumento da rentabilidade no processo DGC, ao ser implantada em clientes, concessionárias e locadoras. Segundo Massaro, este desempenho é atribuído, principalmente, ao aumento da velocidade nas negociações, em função da performance de usabilidades da plataforma, construída sob medida para o usuário, concessionárias, locadoras e agentes financeiros. Outro ponto que chama a atenção é a facilidade de busca pelo veículo do lado dos revendedores multimarcas e independentes, oferecendo informações objetivas e transparentes.

“Investimos em usabilidade para fácil leitura, tecnologia ágil e, principalmente, em pessoas que ouvem o mercado e buscam entender as necessidades do segmento. O Grupo Superbid tornará a Auto Arremate ainda mais abrangente, trazendo velocidade de crescimento e tornando a entrega da companhia ainda mais compatível com a necessidade e expectativas do mercado”, afirma Massaro.

Conhecimento em produtos digitais

O time de sócios de Auto Arremate é complementado pela Action Labs Laboratórios de Inovação, empresa sediada em Curitiba, especializada em produtos e serviços digitais. A Action Labs tem no portfólio mais de 50 produtos lançados em pouco mais de quatro anos de existência.

“O nosso conhecimento em produtos digitais, associado à experiência de especialistas do setor, é a combinação que mais nos interessa em projetos. Ficamos felizes por sermos selecionados e de lançar um projeto tão robusto em poucos meses. Agora, com a entrada do Grupo Superbid, temos uma solução ainda mais completa”, finaliza Paulo Renato Oliveira, founder e CEO da Action Labs. .. Leia mais em stratupi 21/09/2020



21 setembro 2020



Ant, de Jack Ma, aumenta meta de IPO para US$ 35 bilhões:

A Ant elevou a meta do IPO com base em um valuation mais alto, de US$ 250 bilhões, acima das estimativas anteriores de US$ 225 bilhões (Imagem: Site/ Ant Group)

A Ant Group, de Jack Ma, busca levantar pelo menos US$ 35 bilhões em sua oferta pública inicial depois de avaliar o interesse inicial de investidores, disseram pessoas com conhecimento do assunto. O valor coloca a fintech chinesa no caminho para uma oferta de estreia recorde.

A Ant elevou a meta do IPO com base em um valuation mais alto, de US$ 250 bilhões, acima das estimativas anteriores de US$ 225 bilhões, disseram as pessoas, que não quiseram ser identificadas. Anteriormente, a empresa esperava levantar pelo menos US$ 30 bilhões, disseram as pessoas.

A listagem simultânea da Ant em Hong Kong e Xangai pode resultar no maior IPO de todos os tempos, superando a oferta recorde da Saudi Aramco, de US$ 29 bilhões.

O valor de mercado da Ant poderia superar o do Bank of America, e com mais do dobro do tamanho do Citigroup. Entre os bancos americanos, apenas o JPMorgan Chase é maior, com valor de mercado de US$ 300 bilhões.

A Ant recebeu sinal verde de reguladores em Xangai na sexta-feira para prosseguir com a venda pública de ações. Na esteira dos planos do IPO, a empresa foi atingida por uma série de novas regulamentações com objetivo de reduzir riscos no setor financeiro online da China.

Os reguladores restringiram as fontes de financiamento de pequenos empréstimos, limitaram os juros e impuseram novos requisitos de capital e licença à Ant e a outros conglomerados.

A empresa com sede em Hangzhou tenta uma audiência com a Bolsa de Valores de Hong Kong na quinta-feira para superar o próximo obstáculo, disseram as pessoas. A Ant não quis comentar em comunicado enviado por e-mail.

A Ant escolheu a China International Capital Corp., Citigroup, JPMorgan e Morgan Stanley para coordenar a oferta em Hong Kong.

A empresa gerou 72,5 bilhões de yuans em receita no primeiro semestre, após vendas anuais de 120,6 bilhões de yuans em 2019. A fintech registrou lucro de 21,1 bilhões de yuans nos primeiros seis meses do ano.

A Ant, que cresceu a partir do aplicativo de pagamentos Alipay, agora obtém a maior parte da receita com empréstimos rápidos a consumidores, impulsionando os crescentes gastos desse segmento na China. A Ant também administra uma empresa de seguros e fundos do mercado monetário, além de fornecer pontuação de crédito e serviços tecnológicos ao setor financeiro.

O Alipay tem 711 milhões de usuários ativos, principalmente na China, que usam a plataforma para comprar de tudo, desde um café rápido até uma propriedade, tendo gerado US$ 17 trilhões em pagamentos nos 12 meses até junho. Por Bloomberg Leia mais em mon estimes 21/09/2020





Compra da Rodobens pela JJ Investimentos é aprovada pelo Cade

Para o órgão antitruste, a aquisição não deverá prejudicar a competitividade com outras empresas do setor A compra de ativos da Rodobens Automóveis pela JJ Investimentos foi aprovada pela Superintendência-Geral do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade). Com isso, esse negócio que envolve companhias com faturamentos superiores a R$ 750 milhões, em 2019, poderá ser realizado.

Essa operação envolve uma decisão da Rodobens, que atua com o comércio de automóveis, de cessar a exploração de concessionária de revenda de automóveis da marca Mercedes-Benz em Belém e Salvador. Já a JJ Investimentos manifestou necessidade de ampliar os seus investimentos nesta área. Com isso, essa companhia poderá ampliar a revenda de veículos Mercedes-Benz, que hoje é realizada por outras empresas do grupo em Brasília, em Uberlândia (MG), em Campo Grande e em Goiânia.

Como a empresa compradora não atuava neste setor em Belém e em Salvador, ela não deverá prejudicar a competitividade com outras empresas deste setor. Assim, o Cade aprovou esse negócio. Valor Economico leia mais em yahoo 21/09.2020





Havan testa piso de R$ 70 bilhões de valor de mercado em IPO

Apesar de não ser um número definido pelos bancos, a ambição de Luciano Hang é estrear valendo R$ 100 bilhões

A varejista Havan vai divulgar nas próximas semanas a faixa indicativa de preço por ação que vai buscar em sua oferta pública inicial (IPO)... Leia mais em valoreconomico 21/09/2020





TikTok aceita proposta de Oracle e Walmart por 20% da empresa

A CEO interina do TikTok, Vanessa Pappas, confirmou que aceitaram a proposta de Oracle e Walmart por 20% da companhia em uma pré-IPO. Em carta publicada no site da empresa no último domingo, a executiva disse que, embora não concordem, o acordo resolve as preocupações de segurança apontados pela administração do presidente norte-americano Donald Trump.

Na operação, a Oracle terá 12,5% e será provedora de cloud e tecnologias da plataforma. Ou seja, os dados de usuários norte-americanos serão armazenados em data centers da empresa do CEO Larry Ellisson. Por sua vez, o Walmart terá 7,5% da empresa chinesa, que aproveitará o investimento para expandir em serviços de omnichannel.

Oficialmente, a IPO deve ocorrer até meados de 2021. Os valores totais da transação não foram confirmados.

Rachadinha

Com o acordo, o Departamento do Tesouro norte-americano ficará com US$ 5 bilhões da venda. Ou seja, o valor se refere ao “grande pedaço” que o presidente Donald Trump exigiu para aprovar a operação. Importante dizer que Trump falou à imprensa de seu país no sábado, 19, que daria sua bênção ao negócio.

Na sequência, o secretário de Comércio, Wilbur Ross, afirmou em nota que adiaria a proibição de transação contra o TikTok agendada para domingo. Agora, a ordem executiva está agendada para 27 de setembro... Leia mais em mobileime 21/09/2020



Grupo Mateus pode levantar até R$ 6,2 bilhões em IPO

Quarta maior varejista de alimentos do país, empresa pretende utilizar recursos com oferta primária para expansão orgânica

O empresário Ilson Mateus, em peça publicitária da companhia. - Imagem: Divulgação / Grupo Mateus

A rede de supermercados Grupo Mateus pode arrecadar até R$ 6,2 bilhões em sua oferta pública inicial de ações (IPO, na sigla em inglês), caso as ações sejam precificadas no topo da faixa indicativa de preço, que vai de R$ 8,97 a R$ 11,66.

O montante considera a colocação dos 339.147.287 papéis da oferta primária, cujos recursos vão para o caixa da companhia, e os 58.139.535 de da venda secundária, de ações dos atuais acionistas.

O Grupo Mateus pretende ofertar ainda 59.593.023 ações do lote suplementar e um lote adicional de 79.457.364 ações, caso haja demanda, de acordo com a mais recente versão do prospecto da operação.

A definição do preço por ação no IPO está marcada para 8 de outubro, e as ações devem estrear na B3 em 13 de outubro.

Quarta maior empresa de varejo alimentar do país, de acordo com a Abras (Associação Brasileira de Supermercados), o Grupo Mateus é essencialmente familiar, controlada por Ilson Mateus Rodrigues, Maria Barros Pinheiro, Ilson Mateus Rodrigues Junior e Denilson Pinheiro Rodrigues.

A empresa informou no prospecto que pretende utilizar os recursos obtidos com a oferta primária para expansão orgânica. Com 137 lojas físicas no Maranhão, Pará e Piauí, o grupo encerrou o primeiro semestre com lucro líquido de R$ 297 milhões, aumento de 62% em relação ao mesmo período de 2019.

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A receita cresceu 30%, para R$ 5 bilhões, e o lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda, na sigla em inglês) avançou 56%, para R$ 478 milhões.

O IPO está sendo coordenado pela XP Investimentos, Bradesco BBI, BTG Pactual, Itaú BBA, BB Investimentos, Santander e Safra... Leia mais em seu dinheiro 21/09/2020