20 fevereiro 2019

Loom insere vídeos em chats empresariais e recebe aporte de US$ 11 milhões

Startup Loom tem seu serviço integrado ao Slack, principal player do mercado de comunicação corporativa

O mercado de mensagens corporativas movimenta valores bilionários. A Slack se tornou o principal player no segmento, com uma avaliação de US$ 7 bilhões. Para não perder a liderança, os executivos entendem que não devem ficar restritos às mensagens de texto. Agora, a Slack está investindo na integração com o serviço da Loom, que permite enviar vídeos para melhorar a comunicação empresarial. A startup de conversas por vídeo no ambiente profissional recebeu US$ 11 milhões em rodada de investimentos anunciada nesta terça-feira (19), de acordo com a Techcrunch.

A ideia da Loom é tornar a comunicação mais clara através de vídeos. Isso não significa apenas enviar mensagens “conversando com a câmera”. A startup permite, de maneira prática, que os usuários compartilhem a tela do computador com sobreposição da voz – o que facilita na hora de demonstrar um processo ou explicar um problema. Outro diferencial está na velocidade de transmissão: enquanto a pessoa grava o vídeo, o upload já vai sendo realizado na plataforma. Assim, não se perde muita agilidade se comparado a mensagens de texto.

A startup já tem mais de um milhão de usuários, distribuídos em 18 mil empresas (como Uber, Dropbox e, principalmente, Hubspot). E isto com apenas uma extensão do Google Chrome, que pode ser integrada ao Slack e outros apps de mensagem. Nesta terça-feira, a Loom lança seus softwares para PC e Mac, além de um serviço Pro, com assinatura mensal. Aplicativos mobile ainda não foram divulgados.

Nos vídeos gravados através do Loom, já é possível adicionar comandos de ação, criar anotações em tempo real e desenhar na imagem. Funcionários em cargos de chefia têm acesso à página de análise dos vídeos, em que podem ver qual dos empregados realmente assistiu cada um deles até o fim, por exemplo.

O serviço, porém, não deve ficar restrito a conversas internas nas empresas. A Loom espera inserir o produto no atendimento ao consumidor, grupos de pesquisa e recrutamento. Outros planos para o futuro da startup envolvem reconhecimento de voz para criar legendas automáticas e criar parcerias com outras plataformas de mensagens b2b para inserir sua ferramenta de vídeo.

“Nós acreditamos que vídeos instantâneos compartilháveis podem promover uma comunicação mais autêntica entre colegas de trabalho, além de apresentar ideias e cenários complexos com empatia”, disse o cofundador Shahed Khan à Techcrunch. A startup foi fundada em 2016... Leia mais em starse 19/02/2019

20 fevereiro 2019



Corteva compra marcas de semente de canola e agrotóxico da Basf

A Corteva Agriscience, divisão agrícola da americana DowDuPont, anunciou a compra do sistema de produção Clearfield no Canadá e Estados Unidos da alemã Basf. O valor da transação não foi divulgado. .. Leia mais em valoreconomico 20/02/2019



Engie prevê conclusão da venda da TAG pela Petrobras até meados do ano

A aquisição da Transportadora Associada de Gás (TAG) por um consórcio liderado pela Engie pode ser concluída até meados do ano, disse o presidente da companhia, Eduardo Sattamini.

O grupo teve preferência no processo concorrencial por ter oferecido o melhor preço na primeira fase e, por isso, pode discutir com a estatal o desenho final do negócio. .. Leia mais em valoreconomico 20/02/2019



Abril consegue acordo com credores

Bradesco, Itaú e Santander aceitaram pagamento à vista de 8% de dívida de R$ 1,1 bilhão
 
O Bradesco foi o último credor a aceitar negociar a dívida da Abril com a Enforce, fundo ligado ao BTG que tem trabalhado junto à Cavalry Investimentos, de Fábio Carvalho, que adquiriu os ativos da empresa em dezembro. Como o banco detinha a maior parcela dos débitos de R$ 1,6 bilhão, foi a negociação mais trabalhosa — os outros investidores de volume, Santander e Itaú, também aceitaram as condições.

Dessa forma, a Enforce pagará aos bancos, à vista, 8% sobre R$ 1,1 bilhão. Inicialmente, a proposta de recuperação judicial falava em três anos de carência e o restante em parcelas mensais por 15 anos.

A maior parte do restante da dívida é trabalhista, cerca de R$ 90 milhões, que a Abril propôs quitar até o limite de 250 salários mínimos por pessoa (cerca de R$ 238,5 mil), ao longo de 12 meses após a aprovação do plano de recuperação. Essa oferta está sendo contestada na Justiça por meio de uma ação trabalhista de ex-funcionários e tem sido fruto de debate entre representantes dos demitidos e executivos da Abril.

Na semana passada, reportagem da Folha de S.Paulo havia colocado dúvidas sobre o progresso da negociação, pois os bancos estariam considerando o desconto muito alto. Agora, com um acordo sobre a proposta, o conselho de credores deve se reunir nas próximas semanas para encaminhar a negociação.. Leia mais em meioemensagem 20/02/2019



Banco Votorantim procura parceiro para estruturar IPO, diz Estadão

Mirando o processo de abertura de capital, o Banco Votorantim deve selecionar um assessor especial para auxiliar na operação. As informações são da Coluna do Broad desta quarta-feira, que destaca que o papel do parceiro será preparar o terreno para o IPO.

A publicação informa que estão na disputa pela função dois bancos, sendo um europeu e outro americano. Com a decisão de ingressar na bolsa tomada, a companhia agora começa a se estrutura para isso.

Dessa forma, o banco que assumir a assessoria do Votorantim de entrar na B3 pode ser o primeiro do sindicato que vai estruturar o IPO. A coluna informa que uma das possibilidades é encontrar um investidor que já ficaria com um pedaço da oferta a atuaria para ancorar a operação. O formato agrada ao mercado e, de acordo com a publicação, investidores interessados já conversam com o Banco do Brasil (BBAS3), dono de 49,99% das ações do Votorantim.

A coluna diz ainda que os controladores do banco querem primeiro realizar a abertura do capital, para depois vender a participação, sendo esse o modelo que mais agrada ao governo federal. Com isso, o BB poderia vender sua fatia já na bolsa.

Apesar do andamento para o IPO, o jornalista Lauro Jardim, do O Globo, informou na semana passada que a operação deve acontecer somente no próximo ano. Leia mais em moneytimes 20/02/2019



Exclusive Group Adquire Empresa De Cibersegurança SecureWave

O Exclusive Group, grupo de serviços e tecnologias de valor agregado, anunciou a aquisição da SecureWave, um dos principais VAD (distribuidores de valor agregado) independentes de cibersegurança de Israel.

Olivier. Breittmayer, CEO do Exclusive Grou, diz que: “Na SecureWave, sentimos que identificamos um negócio de VAD com uma equipe comprometida e bem-sucedida que entende o valor. E, além de princípios comerciais semelhantes, também compartilhamos alguns dos mesmos fornecedores de segurança cibernética e transformação da nuvem no nosso portfólio, permitindo que os nossos parceiros obtenham vantagens imediatas com esta aquisição.”

A SecureWave, sediada em Tel Aviv, está situada na área conhecida como “Silicon Wadi” – onde há uma alta concentração de algumas das empresas de tecnologia mais influentes do mundo. Os seus principais fornecedores incluem a Fortinet, Nutanix e Infoblox e negociam com cerca de 250 revendedores, integradores de sistemas e parceiros de prestadores de serviços.

Recorde-se que este mês o Exclusive Group havia anunciado a aquisição da Fine Tec Canada, tendo em vista o reforço da sua presença nos EUA e a expansão da cobertura global para toda a América do Norte... Leia mais em securitymagazine 19/02/2019



Itaúsa avalia investir no mercado de gás

A Itaúsa, holding de investimentos do Itaú Unibanco, deverá avaliar investimentos no setor de gás, afirmou o presidente do grupo, Alfredo Setubal. Dona da Alpargatas e acionista do gasoduto NTS, a holding também está em um dos consórcios que disputam Transportadora Associada de Gás (TAG), que pertence à Petrobrás.

Segundo Setubal, há a expectativa de a Petrobrás reabrir a disputa pelo ativo. "Temos olhado bastante o setor de gás, que traz um retorno muito bom", disse o banqueiro, em teleconferência com analistas e investidores após a divulgação de seu balanço.

O gasoduto TAG, que transporta gás natural nas regiões Norte e Nordeste do País, foi colocado à venda pela Petrobrás, mas uma liminar da Justiça de Pernambuco suspendeu a transação no meio do ano passado. Com a liminar cassada no início deste ano, a estatal deverá retomar o processo de venda. A francesa Engie tinha um contrato de exclusividade com a Petrobrás para fechar o negócio, mas outros consórcios correm por fora. ESTADÃO CONTEÚDO Leia mais em dci 20/02/2019



Fusões e aquisições no setor elétrico devem continuar intensas em 2019

O movimento de fusões e aquisições no setor elétrico, que se destacou no ano passado, deve continuar intenso em 2019, de acordo com avaliação da KPMG.

Os motivos, de acordo com a empresa de consultoria e auditoria, são os investimentos de petroleiras e grandes consumidores de energia em busca de uma matriz mais limpa, efeitos de mudanças regulatórias no setor, privatizações e desinvestimentos de estatais elétricas. .. Leia mais em valoreonomico 20/02/2019



Bradesco aprova venda de seus créditos da Abril

O Bradesco aprovou na última terça-feira (19) a venda dos créditos contra a Editora Abril. Os créditos serão vendidos para a Enforce, controlada do banco BTG Pactual. Essa operação permitirá que o empresário Fábio Carvalho assuma o controle da editora. A informação foi divulgada nesta quarta-feira (20) pelo Brazil Journal.

O Bradesco aprovou a cessão dos créditos com um desconto (haircut) de 92%. O banco era o único que ainda não havia concordado com a venda da dívida da Abril.

Carvalho tinha comprado a editora no dia 20 de dezembro dos irmãos Civita, Giancarlo, Victor e Roberta. O empresário pagou um valor simbólico de R$ 100 mil, assumindo uma dívida de R$ 1,6 bilhão com bancos, fornecedores e funcionários. Somente com os bancos a dívida somava R$ 1,1 bilhão, e as instituições financeiras detinhas as marcas VEJA, EXAME e o prédio da Abril na Marginal Tietê como garantia de seus créditos. A Abril está em recuperação judicial desde o dia 15 de agosto de 2018.

O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE) tinha aprovado a venda da Abril no dia 8 de janeiro. Entretanto, a operação precisava da aprovação dos bancos credores: Itaú, Santander e Bradesco. Os primeiros dois, que controlavam 40% da dívida, já tinham aprovado a venda. Mas faltava ainda o Bradesco.

Com o sinal verde do banco, Fábio Carvalho já poderá assumir o pleno controle da editora. Essa operação deverá terminar já na próxima semana ou após o Carnaval, dependendo do tempo necessário para os trâmites burocráticos.

Dessa forma, depois a conclusão do processo de recuperação judicial, Carvalho terá uma editora com um nível de dívidas muito menor. A dívida será de R$ 250 milhões, mas a geração de caixa continuará negativa. Isso porque mesmo se a Abril deveria ter faturado cerca de R$ 1,3 bilhão em 2018, a empresa teve um lucro antes dos juros, impostos, depreciação e amortização (EBITDA, na sigla em inglês), negativo de R$ 200 milhões.

Ainda assim, o destino da Abril ainda não está definido. Isso porque o plano de recuperação de Carvalho será votado durante a assembleia dos credores convocada para o dia 19 de março.  Além das dívidas bancárias, a maior editora de revistas da América Latina tem R$ 90 milhões de dívidas trabalhistas com ex-funcionários.

 Enforce superou outras propostas

A negociação com os bancos foi levada adiante por três grupos:

  • Enforce, braço de recuperação de ativos do BTG 
  • Guilder Capital, em conjunto com um grupo de empresários 
  • Jive Asset Management, especialistas em empresas em crise 

A proposta da Enforce, aceita pelos bancos, previa o pagamento de apenas 8% das dívidas. Entretanto, não inclui participação na venda posterior de ativos. A proposta da Enforce prevê que Fábio Carvalho administraria a Abril e o BTG utilizaria a base de clientes da revista “Exame”. O objetivo do banco é lançar uma plataforma de notícias financeiras partido da maior revista de economia do Brasil.

Relembre o caso A Abril, fundada em 1950 pelo italiano Victor Civita em São Paulo, chegou a ser a maior editora da América Latina. A empresa pertenceu a família Civita por 68 anos.

Entretanto, nos últimos anos a Abril entrou em uma crise econômica profunda. A empresa foi então comprada pela Cavalry Investimentos, do empresário Fábio Carvalho, dono da redes de lojas Casa & Vídeo e Leader.

Carvalho assumirá o controle societário e ocupará a posição de presidente-executivo da editora. O advogado é especializado na aquisição de companhias em crise financeira, como a Abril. Ele as reestrutura e as leva novamente ao crescimento. Carvalho adquiriu esse conhecimento durante os anos em que trabalhou na Alvarez & Marsal.

Entre os investimentos de Carvalho estão participações em empresas em variados setores. No total, seu grupo conta com um faturamento anual superior a R$ 4 bilhões, empregando mais de 46 mil pessoas. Para a adquisição e administração do grupo Abril, o advogado contará com a estrutura da Legion Holdings, sociedade de investimentos que fundou. A empresa é formada por um time de especialistas em renegociações de dívidas e transformações operacionais. Por CARLO CAUTI  Leia maisa em sunoresearch  20/02/2019



Hapvida mapeia aquisição de outras operadoras de saúde após IPO

Com lucro da venda de ações, a empresa já incorporou as carteiras de clientes da Free Life, que também atua em Fortaleza, e da Uniplam, que atende em Teresina (PI)

A abertura de capital na B3, Bolsa de Valores de São Paulo, em abril do ano passado, permitiu que o Hapvida estendesse o rol de investimentos e possibilidades de expansão da empresa. Em inauguração de mais uma unidade de pronto atendimento da rede em Fortaleza, o diretor financeiro do Hapvida, Bruno Cals, revela que já foram adquiridas as carteiras de clientes das operadoras Free Life e Uniplam e que outras oportunidades de aquisição estão sendo prospectadas.

"Nós estamos destinando uma parte do retorno do IPO nesse tipo de expansão, comprando outras empresas. A outra parcela está sendo investida em manutenção e aprimoramento dos hospitais e clínicas, abertura de novas unidades, entre outras", detalha Bruno.

Somente em 2018, a rede aplicou cerca de R$ 200 milhões em todo o País. Para este ano, o valor deve ser pelo menos o mesmo, de acordo com o diretor financeiro da marca. "Esse valor inclui a expansão do número de leitos, investimento em tecnologia da informação, bem como os gastos rotineiros".

No caso do Ceará, o Hapvida ainda não tem previsão de novas unidades da rede ainda este ano, fora o pronto atendimento recém-entregue. "Nós estamos inaugurando mais este equipamento. Também recentemente tivemos a reforma de ampliação do Hospital Antônio Prudente e no fim de 2017 entregamos o Hospital e Maternidade Eugênia Pinheiro", destaca.

Telemedicina

Assunto que gera grande polêmica, o Hapvida é um dos pioneiros no uso de diagnóstico por telemedicina, ou seja, consultas por videoconferência. "Nós fazemos tudo de acordo com as normas do Conselho Federal de Medicina, de forma que tem o médico presencial e o médico a distância. Isso facilita na consulta aos profissionais especializados, que normalmente ficam concentrados em cidades como São Paulo", esclarece Bruno.

Panorama

Em dezembro do ano passado, o Hapvida já tinha mais de 536 mil beneficiários apenas no Ceará, volume que representa um aumento de 2,4% em relação a novembro, segundo dados da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS). Em todo o País, são mais de 4 milhões de clientes. Destes, 73% são relativos a planos coletivos e os 27% restantes, de individuais. A participação dos individuais está acima da média nacional, que é de 15% do total.

Entre janeiro e setembro de 2018, a empresa acumulou uma receita referente ao pagamento de mensalidades no valor de R$ 3,4 bilhões - montante 20% maior que em igual período do ano anterior.

O Hapvida, hoje, conta com cerca de 21 mil colaboradores diretos, que atendem em 26 hospitais, 76 clínicas médicas, 20 prontos atendimentos e 84 centros de diagnóstico por imagem e coleta laboratorial distribuídos em 11 estados.

Os novos investimentos do Hapvida são realizados com o retorno da venda de ações. O restante arrecadado é destinado ao aprimoramento de equipamentos já existentes, bem como a entrega de novos Leia mais em diariodonordeste 19/02/2019



Grupo GJP anuncia aquisição da startup iBooking focada em gestão hoteleira

O Grupo GJP acaba de anunciar ao mercado uma novidade no pool de investimentos da companhia: a associação ao iBooking, software de gestão hoteleira para hotéis de pequeno e médio porte com função de distribuição inteligente e multicanal, além de controle financeiro e administrativo.

A iBooking agora entra para o time de unidades de negócio da GJP no Brasil, que desde o ano passado está em busca de empresas de tecnologia na cadeia do Turismo com soluções tecnológicas, foco em inovações de mercado e crescimento acelerado.

O investimento, realizado em agosto de 2018, já traz resultados importantes nos primeiros meses como sócia no negócio, diz a própria GJP. “O principal deles é o aumento de 100% da base de clientes da iBooking nessa primeira fase.

A ideia é trazer o know-how da GJP ao iBooking, permitindo que a empresa cresça com mais escalabilidade e rentabilidade. Trata-se de um modelo de negócios com alta capacidade de crescimento no Turismo e conexão com grandes players do segmento”, revelou em nota.

De acordo com o fundador e CEO do iBooking, Marcos Macedo, a expertise do Grupo GJP no segmento turístico-hoteleiro potencializou a participação da empresa em relação à ampliação da carteira de clientes com grande escala no público-alvo da iBooking, ou seja, hotéis de pequeno e médio porte, que hoje dominam 80% do mercado nacional. “Nós mais do que dobramos de tamanho desde a chegada da GJP, além de conectar nossa plataforma aos principais líderes desse mercado”, diz Macedo.

O iBooking é capaz de otimizar todas as atividades de um hotel de pequeno porte ou pousada, desde a fase de pré-venda às ações para fidelização dos seus hóspedes, além do channel manager, que conecta os estabelecimentos comerciais aos principais canais (OTA´s, operadoras, agências). A empresa conta com equipe dedicada a treinamentos dos produtos comercializados, assim como atualização e suporte da ferramenta, que possibilita a compra de módulos independentes com oferta customizada para cada tipo de empresa.

O Grupo GJP, liderado pelo CEO Gustavo Paulus, também reforçou o time e ampliou a sede da empresa. A equipe comercial passa a ser liderada pela nova head de vendas, Anele Raupp, ex-Omnibees. Por Pedro Menezes Leia mais em mercadoeeventos em 19/02/2019 



Engie avalia oportunidades para ampliar portfólio em transmissão

O segmento de transmissão segue no radar da Engie Brasil Energia, muito embora a companhia não tenha sido competitiva nos últimos leilões de novos projetos.

E o crescimento pode passar por aquisições de ativos, sinalizou o presidente da companhia, Eduardo Sattamini.

“Continuamos olhando”, disse o executivo, comentando sobre a forte competição nos mais recentes leilões, o que derrubou a taxa interna de retorno dos projetos e levou diversos grandes grupos do setor a deixarem de apresentar lances vencedores. “Mas tem outras oportunidade que podem aparecer. Queremos ficar no setor e aumentar portfólio”, afirmou.

Segundo ele, a companhia está observando ativos já leiloados. Estadão Conteúdo Leia mais em istoedinheiro 20/02/19