19 setembro 2019

CEO da SunsetDDB, Guto Cappio deixa a agência que fundou há 25 anos

Período de earn-out terminou em outubro do ano passado, mas ele continuou no Grupo ABC/Omnicom para liderar a fusão entre a Sunset e a DM9DDB
 
CEO da SunsetDDB, Guto Cappio está deixando a agência e o Grupo ABC. Ele liderou desde o final do ano a fusão entre a Sunset e a DM9DDB. Com sua saída, a SunsetDDB se mantém sob copresidência de Ligia Vulcano e Guilherme Jahara, que já dividem a função desde janeiro.

Morando com a família desde junho em Santa Mônica, na Califórnia, Guto pretendia se mudar para os Estados Unidos no final do ano passado, após concluir, em outubro, o seu período de earn-out com o Grupo ABC, holding para a qual vendeu em 2007 a Sunset, agência fundada por ele em 1994.

Entretanto, ao decidir encerrar as atividades da DM9DDB, o ABC optou pela fusão da agência com a Sunset e Guto aceitou o desafio de conduzir o processo. “Foi um período difícil, sem dúvidas. Ter que desligar pessoas para equilibrar melhor os dois lados foi tenso, mas necessário para deixar a operação saudável. Sou emotivo, e sempre tive foco principal em cuidar das pessoas”, comenta. Atualmente, a SunsetDDB emprega cerca de 300 pessoas. “É uma operação enxuta pelo tamanho da entrega que realiza”, avalia.

Até outubro de 2020, Guto terá de cumprir a cláusula de non compete, que prevê um período de dois anos, iniciado em outubro do ano passado. Por esse motivo, diz que seu plano atual é curtir a família na Califórnia. “Sinto uma mescla de felicidade, por ter realizado um projeto que começou há 25 anos na garagem da casa dos meus pais, com a estranha sensação de não estar mais na operação que ocupou 80% do meu tempo nesses anos todos”, comenta. Segundo ele, a sociedade com o ABC foi muito bem sucedida: “nunca tive problemas e tenho uma gratidão profunda”.

Na carta de despedida que preparou para seus colegas de agência nesta quinta-feira, 19, Guto dá a sua fórmula do sucesso: “acorde todos os dias como um adolescente querendo conquistar o mundo”... Leia mais em meioemensagem 19/09/2019

19 setembro 2019



Casino negocia venda de rede Leader Price para Aldi

O varejista francês Casino afirmou nesta quinta-feira que está negociando vender sua rede francesa de lojas de apelo promocional Leader Price para a rival alemã Aldi.

O anuncio acontece com o presidente-executivo e controlador do Casino, Jean-Charles Naouri, procurando formas de aliviar as dívidas da empresa – e as da controladora Rallye – incluindo com a venda de ativos.

O Casino afirmou que, após uma manifestação de interesse da Aldi France, os dois grupos “entraram em discussões com o objetivo de pedir à Aldi France uma oferta vinculativa”.

Analistas esperavam uma venda do Leader Price após o Casino anunciar no mês passado que visava a venda de 2 bilhões de euros em ativos, além dos 2,5 bilhões inicialmente pretendidos para reduzir o peso da dívida.

O varejista contratou o BNP Paribas para lidar com o possível acordo, acrescentou o jornal.

No início deste mês, o empresário tcheco Daniel Kretinsky e seu parceiro eslovaco Patrik Tkac compraram uma participação de 4,63% no Casino, numa demonstração de apoio a Naouri.

O Casino controla no Brasil o Grupo Pão de Açúcar. Por Dominique Vidalon e Benoit Van Overstraeten (Reuters) – .. Leia mais em mixvale 19/00/2019



Cade aprova compra de divisões da SulAmérica pela Allianz

O negócio envolveu seguros dos ramos de automóveis e de produtos residenciais e empresariais

A Superintendência-Geral do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) aprovou a compra da Sul América Participações e Investimentos pela Allianz. O negócio envolveu seguros dos ramos de automóveis e de produtos residenciais e empresariais.

A Superintendência apontou que esse negócio envolve menos de 20% dos mercados envolvidos, sendo que .. Leia mais em valoreconomico 19/09/2019



Oi negocia venda de segmento móvel para TIM e Telefônica Brasil, dizem fontes

A Oi está em negociações com a espanhola Telefónica e com a Telecom Italia para vender seu negócio de telefonia móvel, a fim de evitar uma liquidação, disseram cinco pessoas com conhecimento do assunto.

A Oi tem enfrentado dificuldades para se reerguer desde que entrou com pedido de recuperação judicial em junho de 2016 para reestruturar uma dívida de aproximadamente 65 bilhões de reais.

A maior operadora de telefonia fixa do Brasil espera levantar mais de 10 bilhões de reais com a venda do segmento móvel, de acordo com duas das fontes, que falaram na condição de anonimato porque as negociações são confidenciais.

A Oi contava com uma base de cerca de 35 milhões de clientes em telefonia móvel em 30 de junho, de acordo com o balanço do segundo trimestre.

Os recursos provenientes da venda do negócio seriam usados para fortalecer o serviço de banda larga conhecido como "fiber-to-the-home", considerado chave para o crescimento da companhia, conforme plano estratégico divulgado em julho.

A empresa atualmente tem 360 mil quilômetros de fibra em todo o país, uma infraestrutura que é também utilizada pelas outras operadoras.

A Oi também entrou em conversas preliminares com a norte-americana AT&T e outra empresa chinesa, visando atrair participantes que ainda não operam no maior mercado da América Latina, outras duas fontes disseram.

Representantes da Oi, da AT&T e da subsidiária brasileira da Telefónica recusaram-se a comentar o assunto, enquanto uma porta-voz da Telecom Italia negou que "qualquer negociação esteja em andamento com a Oi".

Novos entrantes não enfrentariam o mesmo desafio antitruste que as companhias já presentes no país.

O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) e a agência reguladora do setor de telecomunicações, Anatel, podem resistir à venda da unidade de telefonia móvel da Oi para uma ou duas operadoras que já atuam no mercado brasileiro, afirmaram duas das fontes.

Em comunicado enviado por email à Reuters, a Anatel disse que "uma possível compra da operação móvel do Grupo Oi por outras prestadoras de telecomunicações deverá ser submetida previamente ao conhecimento desta Agência", destacando que ainda "não possui qualquer informação oficial quanto ao ingresso de pedido de anuência prévia para a compra".

O Cade, por sua vez, afirmou que não comentaria o assunto.

Embora as negociações em andamento estejam focadas no segmento móvel, a venda de toda a Oi não é descartada, uma das fontes acrescentou, ainda que tal acordo seja menos provável.

Desde que entrou com pedido de recuperação judicial, a base de clientes móveis da Oi encolheu mais de 20% e a companhia vem queimando caixa para expandir o serviço de fibra FTTH.

Ao fim de junho deste ano, a posição de caixa da companhia era de cerca de 4,3 bilhões de reais, quase 2 bilhões de reais abaixo do previsto em seu plano de reestruturação, segundo outra fonte.

Sem caixa para manter as operações, a Oi poderia deixar milhões de brasileiros sem serviço ou forçar a Anatel a intervir, criando um fardo adicional para o governo em um momento de profundo desarranjo das contas públicas.

Em relatório publicado na quarta-feira, a Fitch calculou que podem faltar cerca de 7 bilhões de reais para Oi até 2021 devido ao intensivo gasto de capital.

"A Oi depende de venda de ativos e mudanças regulatórias no curto prazo para financiar sua transição para um modelo de negócios sustentável", informou a agência de classificação de risco.

A Oi contratou o Bank of America para assessorar na venda de ativos não essenciais em janeiro, e duas das fontes disseram que o banco agora está assessorando também a venda de operações chave.

Bank of America disse que não comentaria o assunto.

ROTAS ALTERNATIVAS

Enquanto negocia a venda da operação móvel, a Oi também avalia alternativas de curto prazo para captação de recursos, observaram as fontes, incluindo a emissão de até 3 bilhões de reais em dívida garantida pela futura venda de ativos.

A empresa ainda vem se esforçando para acelerar a venda da participação que detém na Unitel para alguns dos atuais acionistas da operadora angolana, o que permitiria a captação de cerca de 1 bilhão de dólares, ajudando também a destravar o pagamento de dividendos.

A Oi também considera um aumento de capital ou rodada de financiamento por parte dos seus acionistas, o que daria mais espaço para administrar os passivos de curto prazo.

Uma das fontes com conhecimento direto das operações da Oi afirmou que o atual presidente da companhia, Eurico Teles, e alguns dos acionistas se opõem à venda da unidade móvel. Por Carolina Mandl e Gabriela Mello / Reuters .. Leia mais em dci 19/09/2019



Airbnb diz que receita do 2° trimestre supera US$ 1 bi, planeja IPO em 2020

Companhia lançará uma campanha de marketing multimilionária com anúncios em plataformas de TV e digitais, destacando seus anfitriões e promovendo os benefícios da hospedagem em sua plataforma

A Airbnb registrou mais de 1 bilhão de dólares em receita no segundo trimestre de 2019, segunda vez que ultrapassou esse nível em sua história de mais de uma década, informou a empresa de aluguel de imóveis para temporada. A companhia anunciou ainda que está planejando uma oferta inicial de ações (IPO) para 2020.

A empresa também anunciou que lançará uma campanha de marketing multimilionária com anúncios em plataformas de TV e digitais, destacando seus anfitriões e promovendo os benefícios da hospedagem em sua plataforma.A companhia disse anteriormente que excedeu 1 bilhão de dólares em receita no terceiro trimestre de 2018 e não divulgou a receita para o ano inteiro em 2018.

Em breve comunicado publicado nesta quinta-feira, a Airbnb, não deu qualquer detalhe sobre como planeja listar suas ações ano que vem.

A Reuters informou anteriormente que a receita da plataforma em todo o ano de 2017 superou 2,5 bilhões de dólares, um aumento de mais de 50% em relação a 2016.

E a empresa havia dito anteriormente que o lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) foi positivo em 2017 e 2018.A empresa não deu detalhes sobre lucratividade no segundo trimestre.

A Airbnb disse que em 15 de setembro seus anfitriões ganharam mais de 80 bilhões de dólares ao alugar suas casas e espaços na plataforma e, a partir de 1º de junho, coletou mais de 1,6 bilhão de dólares em impostos.

A empresa também disse que atingiu marco de 7 milhões de listagens de imóveis em mais de 100 mil cidades em todo o mundo. Reuters Leia mais em dci 19/09/2019



Risco país cai a menor nível em seis anos

Título que protege contra calotes da dívida vai a 116 pontos, melhor marca desde maio de 2013; câmbio, porém, vai na contramão e real é a moeda com pior desempenho entre 34 divisas

O risco Brasil, medido pelo Credit Default Swap (CDS), um título que protege contra calotes na dívida soberana, vem registrando nova rodada de queda e está em 116 pontos. É o menor nível em seis anos, desde maio de 2013. Mas outros ativos brasileiros, principalmente o dólar e a Bolsa, não estão acompanhando o movimento de melhora de percepção dos investidores sobre o País.

Economistas e gestores ouvidos pelo Estadão/Broadcast avaliam que este "descolamento" mostra que os investidores estão antecipando um cenário doméstico melhor pela frente, mas, no momento, ainda seguem cautelosos e não vão aportar recursos em ativos locais sem maior crescimento econômico e avanço de outras reformas, inclusive o término da Previdência.... Leia mais em estadão 19/09/2019



IPO adiado da WeWork afeta acordos com edifícios em Londres

Sidra Capital desistiu de um acordo de US$ 112 milhões depois que o IPO da gigante de coworking foi recebida com desconfiança por investidores

As negociações de contratos envolvendo dois grandes edifícios de Londres, alugados principalmente para a WeWork, estão na berlinda.

Com sede na Arábia Saudita, a Sidra Capital desistiu de um acordo de 90 milhões de libras (US$ 112 milhões) depois que a oferta pública inicial da gigante de coworking foi recebida com desconfiança por investidores, de acordo com pessoas a par do assunto, que não quiseram ser identificadas.

Já as conversas para a venda do WeWork Waterloo, que a empresa descreve como a maior instalação de coworking do mundo, estão suspensas, segundo outras pessoas com conhecimento das negociações.

Com sede em Cingapura, a Bright Ruby Resources tinha fechado um acordo no mês passado para comprar o edifício e uma propriedade adjacente alugada para Royal Dutch Shell por cerca de 850 milhões de libras.

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Não está claro o impacto que o polêmico IPO da WeWork teve no apetite do Bright Ruby pelo acordo, disseram as pessoas... Leia mais em Infomoney em18/09/2019





Banrisul confirma cancelamento de oferta subsequente de ações

Após a conclusão do procedimento de bookbuilding, o preço por ação apresentado não atendia ao interesse do acionista vendedor, informa o banco

 Banrisul confirmou, em fato relevante, que desistiu da oferta subsequente de ações (follow-on) que deveria ter sido precificada na quarta-feira. Segundo o banco, “após a conclusão do procedimento de bookbuilding, o preço por ação apresentado não atendia ao interesse do acionista vendedor”, no caso, o governo do Rio Grande do Sul... Leia mais em valoreconomico 19/09/2019



Pottencial compra carteira de fiança locatícia da Cardif

No mais novo capítulo do movimento de consolidação do mercado de seguros no Brasil, a Pottencial, de Minas Gerais, comprou a carteira de fiança locatícia para pessoas físicas da Cardif, que faz parte do grupo francês BNP Paribas. Autor: Sérgio Tauhata Referência: Valor Econômico.. Leia mais em capitólio 19/09/2019



Tencent planeja investir US$ 150 milhões em startup educacional VIPKid

Empresa nascente oferece aulas de inglês on-line e já atraiu investidores como o fundo Sequoia Capital e o astro do basquete Kobe Bryant

A gigante chinesa de tecnologia Tencent planeja investir US$ 150 milhões na VIPKid, segundo pessoas familiarizadas com o assunto, mesmo em meio a preocupações entre alguns investidores sobre o modelo de negócios da startup de educação on-line... Leia mais em valoreconomico em 19/09/2019




G5 triplica fortunas sob gestão após Evercore deixar sociedade

A G5 Partners, uma boutique de investimento no Brasil, triplicou o total de fortunas sob gestão nos últimos três anos mesmo depois de terminar sua parceria com a Evercore Inc. em 2017.

Os ativos sob gestão da empresa, que abriu um novo escritório em Recife no ano passado, cresceram para R$ 20 bilhões, em relação aos cerca de R$ 6,5 bilhões em 2016, segundo o fundador e presidente Corrado Varoli. A G5 está agora entre os maiores multi-family offices do Brasil.

A Evercore converteu suas ações da G5 em dívida híbrida em 2017, segundo comunicado. Os sócios da G5 queriam mais liberdade para tomar decisões, disseram pessoas familiarizadas com o assunto, pedindo para não serem identificadas, pois as discussões não são públicas. A Evercore comprou uma participação de 50% na G5 em 2010 por US$ 20 milhões e investiu mais ao longo dos anos de acordo com uma fórmula de earn-out.

O setor de gestão de recursos de terceiros no Brasil está crescendo à medida que as taxas de juros caem para níveis recorde de baixa, forçando os investidores que costumavam investir em títulos do Tesouro e poupança a buscar retornos mais altos em novos tipos de produtos. Este ano, até julho, a captação líquida de fundos brasileiros foi de R$ 172,8 bilhões, um aumento de 79% em relação a todo o ano passado, segundo a Anbima, a associação do mercado de capitais.

No início deste ano, a G5 lançou fundo de crédito imobiliário com o objetivo de captar R$ 1 bilhão até o final de 2020, disse Varoli. A empresa também possui fundos de private equity e venture capital que acabaram de investir na fintech local Liber Capital.

Crescimento de M&A

O outro foco da G5, o mercado de assessoria em fusões e aquisições também está se expandindo com o governo vendendo empresas estatais para reduzir dívidas. A G5 ocupa a quinta posição entre os assessores financeiros de fusões e aquisições no Brasil este ano, segundo dados compilados pela Bloomberg.

Varoli, ex-sócio do Goldman Sachs Group Inc. e ex-executivo do Morgan Stanley, fundou a G5 em 2007. No início, a maior parte da receita da empresa vinha de assessoria em fusões e reestruturações de dívidas. Os clientes da área de private banking eram principalmente familiares e amigos, disse Varoli. Agora, metade da receita vem de gestão de fortunas. A boutique possui cerca de 80 funcionários em três escritórios: São Paulo, Rio de Janeiro e Recife.

A Evercore fez baixa contábil de US$ 14,4 milhões em dezembro de 2017 relacionadas à G5, de acordo com comunicado. Ao mesmo tempo, a G5 emitiu R$ 60 milhões em debêntures agora pertencentes à Evercore com vencimento em dezembro de 2027.

Os títulos em reais, que não terão reajuste pela taxa de câmbio, têm pagamentos de juros e principal que dependem da receita da G5. Com receita até R$ 50 milhões, o pagamento de juros é de 7,5% da receita e não há pagamentos de principal. Os juros sobem para 9% para receita superior a R$ 50 milhões, de acordo com documentos públicos. Os pagamentos do principal começam em uma escala ascendente quando a receita ultrapassa os R$ 50 milhões, chegando a 10% se a G5 tiver receita de mais de que R$ 100 milhões.

Evercore e G5 não quiseram sobre a troca de ações por dívida.

A Evercore continua agora fazendo trabalho de assessoria em M&A no Brasil sem a G5. O Pátria Investimentos SA, uma empresa brasileira de private equity, contratou a Evercore para vender a operadora Hidrovias do Brasil SA, disseram duas pessoas com conhecimento direto do assunto em agosto.  Com a colaboração de Pablo Gonzalez e Gillian Tan. Uol  Leia mais em portal.newsnet 19/09/2019




Eletrobras decide não exercer opção de ampliar fatia na antiga Ceal, diz Equatorial

A estatal Eletrobras decidiu não exercer uma opção que permitiria aumentar em até 30% sua participação na antiga Ceal, distribuidora de energia do Alagoas, privatizada por ela no final do ano passado e adquirida pela Equatorial Energia, disseram as empresas em comunicados.

Pelas regras do leilão de desestatização da distribuidora, que agora opera sob o nome Equatorial Alagoas, a Eletrobras teria um prazo de 180 dias após a troca de controle acionário da empresa para exercer a opção.


"Em reunião do Conselho de Administração da Eletrobras...decidiu-se pelo não exercício da referida opção", disse a Eletrobras em comunicado na véspera, sem detalhar.

A estatal privatizou ao longo de 2018 seis distribuidoras de eletricidade que operavam no Norte e Nordeste do país e eram fortemente deficitárias.

Em todas os casos havia possibilidade de a Eletrobras optar pela compra de participação nas distribuidoras após a venda, mas a companhia decidiu não exercer a opção para nenhuma das empresas, deixando em definitivo o setor de distribuição para focar em geração e transmissão de energia. Reuters Leia mais em r7 19/09/2019