17 novembro 2019

Startup de finanças descentralizadas levanta US$ 25 milhões em rodada liderada pelo fundo a16z

 O mercado de finanças descentralizadas é importante para muitos entusiastas que desconfiam do governo e do sistema bancário tradicional

A startup de finanças descentralizadas Compound, que permite que os usuários obtenham juros sobre sums participações em criptomoedas ou tomem empréstimos com garantias com tokens apoiados em ETH, levantou US$ 25 milhões em uma rodada de financiamento da Série A liderada pelo fundo de criptomoedas a16z da Andreessen Horowitz. Conforme publicado na Fortune. Essa rodada de investimentos fez da Compound um dos maiores investimentos em capital de risco para startups de finanças descentralizadas até o momento.

Dados do DeFi Pulse mostram que a startup tem cerca de US$ 101 milhões em criptomoeda empenhadas na sua plataforma, com mais de 0,3% do suprimento total de ETH.

 Projetos baseados em Finanças Descentralizadas (Descentralized Financials – DeFi) têm sido um tema destacado nos últimos meses, com o crescimento de projetos como Nexo, Celsius Network, BlockFi e outros. Em 02 de outubro, noticiamos aqui que a Coinbase lançou um fundo (USDC Bootstrap Fund) para apoiar desenvolvedores de protocolos DeFi. O cenário tem sido promissor nesse segmento ligado à indústria financeira baseada em blockchain.

 O financiamento descentralizado tornou-se um dos setores mais ativos entre negócios baseados em criptomoedas em 2019. Protocolos de empréstimo, tokens de segurança, derivativos, bolsas e muito mais, o cenário de DeFi não param de crescer. Em julho, o mercado de Aplicativos Descentralizados (dApps) teve um crescimento explosivo, com o valores de transações subindo de menos de US$ 5 milhões para US$ 42 milhões em menos de um mês... leia mais em moneytimes 17/11/2019

17 novembro 2019



Startups estão mudando o cenário econômico no Brasil

Antes, poucos sabiam o que é uma startup Hoje, jovens iniciam carreira dessa forma Brasil já tem unicórnios e até ‘decacórnios’ Futuramente, startups deverão ocupar o lugar de empresas tradicionais entre as maiores do mercado

“Dez anos atrás, os melhores alunos do Brasil iam fazer carreira em grandes empresas”, diz Martín Escobari, chefe para a América Latina da General Atlantic (GA), gigante americana de private equity que administra investimentos em todo o mundo. “Hoje eles iniciam startups.” Um dos motivos é o sucesso rápido e crescente desses empreendedores: há poucos anos, quase ninguém no Brasil sabia o que era uma startup unicórnio, ou seja, uma startup que vale mais de US$ 1 bilhão. Mas então, em janeiro de 2018, a empresa de serviços de transporte chinesa Didi Chuxing comprou a 99App, versão brasileira da Uber fundada seis anos atrás, por US$ 1 bilhão – tornando-se assim a 1ª unicórnio brasileira. Agora há cerca de uma dezena delas.

 Em Wall Street, foram as fintechs PagSeguro e Stone, que oferecem serviços financeiros e sistemas de cartões de crédito para pequenas empresas, que ousaram os primeiros IPOs, a oferta inicial de ações na bolsa de valores.

Em sua entrada na bolsa, cada uma das empresas arrecadou mais de US$ 2 bilhões. Enquanto isso, já existe até mesmo a 1ª “decacórnio” brasileira, o banco online Nubank, que estaria valendo US$ 10 bilhões. Hoje, fazer parte de uma startup se tornou atraente para os profissionais altamente qualificados brasileiros, que antes buscavam empregos sólidos e bem pagos em bancos e grandes empresas.

 Uma razão é que hoje existe capital de investimento para empreendedores. No Brasil, após cinco anos de recessão e estagnação alternadas, há uma nova estabilidade no mercado financeiro. A taxa básica de juros Selic se encontra numa baixa histórica de 5%.

Além disso, investidores brasileiros buscam oportunidades de investimentos de longo prazo no país. Por outro lado, muitos fundos de capital de risco estrangeiros se encontram ativos no Brasil. De acordo com estimativas da associação do setor ABVCAP, o investimento neste ano – de US$ 1,7 bilhão – será 5 vezes maior do que em 2015. Para a General Atlantic, que investiu cerca de US$ 35 bilhões em 15 países, o cenário brasileiro de startups é atualmente um dos mais lucrativos do mundo: no ano passado, o fundo obteve um lucro líquido estimado em mais de US$ 1,5 bilhão com a venda de suas ações da XP Investimentos, uma plataforma para investidores privados.

 Um dos investidores estrangeiros mais ativos é o Softbank do Japão, que investe maciçamente já há algum tempo em potenciais unicórnios: elas incluem o próprio Nubank; a Loggi, serviço de entregas para pessoas físicas e empresas; e a Gympass, serviço de atividade esportiva que dá acesso através de seu aplicativo a academias no Brasil e em todo o mundo.

 O Softbank criou um fundo de US$ 5 bilhões apenas para a região latino-americana. “A América Latina tem o dobro do rendimento econômico da Índia, mas apenas uma fração de seu capital de risco”, disse Massayoshi Son, do Softbank, à revista de economia Exame. “Um mercado tão grande, privado historicamente de capital e ambição, oferece muitas oportunidades para nós.” Mas, em última análise, são os muitos problemas grandes e não resolvidos que criam um ambiente favorável para startups no Brasil: o Estado brasileiro é cada vez menos capaz de proporcionar serviços públicos na área de segurança, educação, saúde, habitação, infraestrutura, transporte, logística.

 Com a internet e a inteligência artificial, muitos problemas podem ser resolvidos de forma bem diferente de como eram até pouco tempo atrás. Além disso, a grande população torna o Brasil ...Leia mais em poder360 17/11/2019



Fintechs em alta hoje vão sumir em 10 anos, diz banqueira

 Muitas das fintechs de hoje - startups do setor financeiro com foco em tecnologia -, que estão surgindo como um empecilho para o setor bancário tradicional, não existirão mais em 10 ou 100 anos, de acordo com Anne Boden, CEO do novo banco americano Starling.

 "Sim, os bancos seguirão existindo", disse Boden. Mas ela fez uma distinção entre os novos bancos e startups que "atendem às necessidades específicas dos clientes", observando que "muitas das novas entidades [fintechs] que chegam ao mercado não têm como gerar receita". "Apesar de estarem inovando e trazendo novas visões ao mercado, infelizmente essas empresas não têm um plano de rentabilidade a longo prazo e não estarão mais no mercado em 10 ou 100 anos", disse ela.

  Boden falou em uma sessão da conferência FinTECH, nos EUA, durante a qual vários executivos de startups e bancos tradicionais debateram sobre a crescente questão: serão os bancos necessários no futuro ou não?

 O mundo "absolutamente" precisará de instituições que protejam o seu dinheiro, disse Aritra Chakravarty, diretora executivo da Dozens, uma fintech de Londres. “Nossa história prova que as pessoas precisam dessas instituições. Mas se as instituições atuais que prestam esse tipo de serviço serão as mesmas que o farão no futuro, esta é a grande questão.”

 Respondendo a uma pergunta sobre o porquê de os bancos ganharem mais dinheiro quando seus clientes pegam empréstimos, Chakravarty argumentou que, no setor bancário, existe um "desalinhamento fundamental dos incentivos, que não existe em nenhum outro setor". "É como um fabricante de automóveis que obtém mais lucros quando o usuário final sofre mais acidentes", disse ele. "Acho que os bancos falharam nesse aspecto."

 Para Ceri Godwin, diretor de informações do Santander do Reino Unido, o setor bancário sempre esteve focado em confiança e escala. Observando como o setor bancário era “o maior ecossistema interoperável” do mundo, Godwin sugeriu que, embora os bancos precisem se adaptar, não deixarão de existir no futuro.

"O setor bancário é alvo dessas fintechs que surgem e, na verdade, eu apoio isso completamente", disse ela. De acordo com Russell Pert, do Facebook, que lidera as operações de tecnologia do gigante das redes sociais no Reino Unido, esse rompimento com o setor bancário tradicional ocorrerá diminuindo o tempo que os clientes levam para fazerem transações bancárias. "Ao longo da história, o objetivo dos bancos realmente não mudou", disse Pert. "O que mudou foi a maneira como atendemos os client." Ele apontou o Facebook Messenger, que possui 31 milhões de usuários no Reino Unido, como uma ferramenta que poderia ser usada para "revelar" os serviços pelos quais os clientes procuram.

 Josh Bottomley, diretor global do departamento digital do HSBC, pensa da mesma forma, pontuando que o futuro do setor bancário seria "muito mais sobre a experiência do cliente". Mas ele observa que os grandes bancos tradicionais teriam que reduzir seus custos operacionais - e diz que a inteligência artificial é uma maneira de alcançar isso. "Muitos dos processos de atendimento ao cliente nos bancos ainda são sobre prever, prevenir ou prescrever comportamentos", disse Bottomley. "Eles são todos orientados a dados, todos automatizáveis", disse ele. Mas Boden acha que, embora os bancos tradicionais copiem "absolutamente tudo o que os novos bancos e as fintechs fazem", não conseguirão copiar a base de custos. "Não se trata mais somente de inovação: é uma batalha sobre a base de custos. Os bancos que puderem gerenciar sua base de custos sobreviverão”, disse Boden. "Mas veremos alguns grandes bancos falindo e alguns bancos muito grandes prosperando nesse novo ambiente - mas ainda teremos que descobrir qual é qual." Leia mais em Yahoo 17/11/2019.











Saudi Aramco venderá 1,5% das ações em IPO, e deve arrecadar US$ 25 bilhões

A Saudi Aramco revelou que venderá 1,5% de suas ações em sua oferta pública inicial de ações (IPO), ou 3 bilhões de papéis. Cada um será vendido a um preço entre 30 e 32 riyals, a moeda local.

Com isso, a companhia teria valor de mercado de cerca de US$ 1,65 trilhão, abaixo dos US$ 2 trilhões pretendidos pelo príncipe saudita Mohammed bin Salman.

Com o preço das ações no ponto médio, a Saudi Aramco arrecadaria US$ 25 bilhões com a oferta, mesmo valor levantado pela Alibaba Group Holding Ltd em seu IPO, em 2014. A intenção inicial do governo saudita era de arrecadar US$ 100 bilhões. Os valores menores que o esperado vêm com os riscos operacionais, geopolíticos e de governança que a Aramco enfrenta.

A companhia teve lucro de US$ 68 bilhões em 2019 até o final de setembro. No entanto, com os ataques às instalações de refino da empresa naquele mês, o lucro caiu cerca de 30% no terceiro trimestre em comparação com o mesmo período de 2018, para US$ 21,2 bilhões. O recuo foi maior que a queda de 17% nos preços de petróleo no mesmo período.

 A Saudi Aramco tem feito esforços de propaganda em centros financeiros dos Estados Unidos, da Ásia, da Europa e do Oriente Médio para atrair investidores. Além disso, a companhia também mira a classe média saudita, que vem sendo estimulada a investir na petrolífera. A Aramco pretende vender 0,5% de suas ações a investidores de varejo individuais.

O preço das ações no IPO deve ser estabelecido após o final do procedimento de coleta de intenções (bookbuilding), em 4 de dezembro. Depois disso, a negociação das ações deve ser iniciada na Saudi Stock Exchange (Tadawul). No ponto médio pretendido para a oferta, a companhia geraria dividendos de cerca de 4,5%, baseados em um pagamento anual de cerca de US$ 75 bilhões. Fonte: Dow Jones Newswires Estadão Leia mais em dci 17/11/2019



Habi Levanta US$ 5,5 Milhões para Melhorar o Ciclo de Vida da Aquisição de Imóveis na América

A Habi, empresa imobiliária orientada à tecnologia e com sede em Bogotá, dedicada a simplificar o ciclo de vida da aquisição de imóveis na América Latina, anunciou hoje que fechou uma rodada de pré-lançamento de US$ 5,5 milhões liderada pela Tiger Global Management, bem como pela Homebrew e Zigg. Reshape Holdings, FJ Labs, Supernode Ventures entre outros também participaram da rodada.

 Cofundada pela especialista do setor imobiliário, Brynne McNulty Rojas, e Sebastian Noguera, empresário e ex-executivo de tecnologia de um dos maiores bancos da Colômbia, a Habi simplificará o processo de compra e venda de imóveis residenciais para consumidores de classe média no complexo mercado imobiliário latino-americano de US$ 10 trilhões.

 Alavancando seu algoritmo de preços de propriedades e plataforma para comprar, melhorar e vender propriedades, a Habi reduz o tempo de vendas de mais de 14 meses a cerca de duas semanas, diminui riscos que os vendedores enfrentam nas transações tradicionais e elimina a necessidade de intermediários.

A Habi tem como alvo clientes da classe média, que tiveram um crescimento de 25% de 2008 a 2018, representando mais de 75% da população de Bogotá. "Ao combinar ferramentas analíticas avançadas com percepção humana, ajudamos nossos clientes a comprar, melhorar e vender residências de modo rápido e eficiente, dando a eles acesso transparente a informações e, o mais importante, tranquilidade durante o maior evento financeiro de suas vidas", disse Rojas, diretora executiva da Habi.

"Planejamos usar este investimento para construir e dimensionar uma solução exclusiva aos atuais e futuros proprietários de residenciais em todas as etapas do processo de aquisição de imóveis na Colômbia e em toda a América Latina." "O apoio preliminar destes investidores institucionais de altas funções demonstra a força de nossos negócios e a confiança em nossa equipe de profissionais experientes em tecnologia e ramo imobiliário", disse Noguera, presidente da Habi.

"Estamos entusiasmados por lançar a plataforma Habi, não apenas para tornar mais simples a aquisição de imóveis aos clientes locais, mas também para promover o ecossistema imobiliário com dados mais acessíveis, tecnologia robusta e processos eficientes."...Leia mais em terra 16/11/2019



16 novembro 2019

XP protocola pedido de abertura de capital em Nova York

A XP Inc (denominação do Grupo XP Investimentos desde setembro) protocolou o pedido de IPO (oferta pública inicial de ações, na sigla em inglês) na Bolsa de valores americana Nasdaq nesta sexta-feira (15). O pedido foi enviado à SEC (órgão regulador do mercado nos Estados Unidos, o equivalente à CVM no Brasil).

 A companhia ainda não indicou a faixa de preço que pretende vender suas ações e nem quantos papéis devem ser oferecidos ao mercado. Mas o mercado trabalhava com uma estimativa de que a oferta de ações da XP movimentasse cerca de US$ 2,5 bilhões (o equivalente a R$ 10 bilhões).

 Segundo o prospecto preliminar (relatório que detalha as intenções e expectativas da XP em relação ao seu IPO), as ações oferecidas serão tanto primárias quanto secundárias, o que significa que parte do valor levantado irá para o caixa da companhia e a outra parte para os acionistas vendedores. A XP tem como acionistas os fundos Dynamo e General Atlantic, além de seu fundador, Guilherme Benchimol e o Itaú Unibanco, que comprou 49,9% da corretora em 2017.

 A listagem da corretora na Nasdaq já era esperada pelo mercado, assim como a notícia de que o Goldman Sachs, o J.P. Morgan, o Morgan Stanley, o Itaú BBA e o Citigroup estão entre os bancos coordenadores também já era conhecida. As ações Classe A listadas pela companhia estarão sob o código “XP” e a expectativa é de que a definição final de preço da operação ocorra em 12 de dezembro.

A corretora venderá no mercado apenas ações de classe A, que darão direito a um voto por ação. Os controladores terão ações de classe B, com direito a 10 votos por ação -esses papéis não serão listados em Bolsa. A XP usará parte do dinheiro captado no mercado para colocar de pé o próprio banco -a corretora recebeu aval do Banco Central para ter um banco em setembro. A corretora também deve expandir sua atuação em outras áreas do sistema financeiro, como seguros e meios de pagamento.

 O dinheiro captado com a oferta de ações deve ser destinado ainda para aumentar o dinheiro em caixa que apoiará a expansão do negócio e em gastos com marketing e publicidade para atrair clientes. A corretora diz ter 1,5 milhão de clientes ativos. Além disso, a companhia diz que uma parcela dos recursos pode ficar em caixa para financiar novas aquisições relacionadas ao seu negócio.

Dentre os possíveis riscos de negócio identificados pela XP em seu prospecto, a companhia informa que detectou deficiências em seu controle interno sobre relatórios financeiros. Caso essas deficiências não sejam corrigidas, a companhia informou que há a possibilidade de não conseguir evitar fraudes nem de cumprir com suas comunicações obrigatórias, além de trazer resultados operacionais imprecisos. Além disso, a XP também reportou em seu prospecto riscos relacionados à cibersegurança, como o vazamento de dados de seus clientes, revelado em 2017, e à maior concorrência no mercado de capitais.

 No início do ano, a XP anunciou que tem uma meta de alcançar R$ 1 trilhão de ativos sob custódia até o final de 2020. No prospecto, a companhia afirmou ter 350 bilhões em ativos sob gestão. O lucro de janeiro a setembro foi de R$ 699 milhões.

 A listagem será feita apenas nos EUA, e há a expectativa de que a companhia seja comparada a empresas com modelos de negócio considerados disruptivos, com mais de US$ 10 bilhões em valor de mercado. Analistas consideram que a eliminação do risco de variação cambial e a intenção de atrair um maior volume de negociações podem ter sido fatores que pesaram na decisão da corretora em abrir capital em Nova York, além do melhor posicionamento ....folhapress leia mais em Yahoo 16/11/2019

16 novembro 2019



Siemens compra a Atlas 3D e expande portfólio de manufatura aditiva

A Siemens assinou o acordo de aquisição da Atlas 3D, Inc., empresa desenvolvedora de software localizada em Plymouth, Indiana, e que trabalha com impressoras de sinterização direta a laser de metais (DMLS) para garantir aos engenheiros de projeto a orientação ideal da impressão e as estruturas de suporte necessárias para peças aditivas quase em tempo real.

A empresa fará parte da Siemens Digital Industries Software, e suas soluções ampliarão o portfólio de software Xcelerator para manufatura aditiva.

O software Sunata analisa distorção térmica, que é uma maneira simples e automatizada de otimizar a orientação na criação de peças e gerar estruturas de suporte. Essa abordagem permite que o projetista, e não o analista, realize essas simulações, reduzindo assim a análise a jusante que precisa ser feito pelo software Simcenter para obter uma peça que atenda aos requisitos do projeto. A Siemens planeja disponibilizar a solução Atlas 3D em seu site Additive Manufacturing Network.

A alta taxa de erros de impressão 3D é um dos principais desafios que as empresas enfrentam ao utilizar manufatura aditiva na produção de grandes volumes. As peças geralmente precisam passar por várias iterações de projeto e análises antes de determinar a orientação ideal da peça e as estruturas de suporte. Normalmente, os projetistas não estão aptos a lidar com fatores como orientação da peça, distorção e uniformidade de extração de calor em seus projetos, colocando a resolução desses problemas nas mãos dos especialistas da engenharia.

O software Sunata da Atlas 3D resolve essas questões, oferecendo aos projetistas de front-end uma maneira rápida, fácil e automatizada de impressão correta já na primeira vez. O Sunata é uma solução de software de manufatura aditiva de computação de alto desempenho acelerada por GPU que pode fornecer resultados até cem vezes mais rápidos do que outras soluções no mercado de simulação de construção de peça. A computação acelerada por GPU se refere ao uso de uma unidade de processamento gráfico (GPU) com uma unidade de processamento de computador (CPU) para facilitar as operações de processamento intenso, como aprendizado profundo, análises e programas de engenharia.

O processo de aquisição deve ser concluído ainda em novembro de 2019. As condições da transação não foram divulgadas... Leia mais em tiinside 14/11/2019



Veja também



Votorantim mira ativos de cimento no Brasil e América do Norte

A Votorantim planeja elevar os investimentos em 35% e está “muito ativa” nas negociações para aquisições, disse o diretor financeiro Sergio Malacrida (Imagem: Reprodução/Facebook Somos Votorantim)

A Votorantim diz que seus planos de expansão seguem ativos apesar da turbulência do comércio global e uma recuperação mais lenta do que o esperado da economia brasileira

Novatos ganham espaço de veteranos do mercado com inteligência artificial
“Justiça do Trabalho quer acabar com empregos”, diz Rodrigo Maia sobre multa à Honda por produtividade
Com lucro recorde no acumulado até setembro depois de vender uma participação na gigante de celulose Fibria, o conglomerado está em condições de seguir com suas ambições de crescimento, que incluem possíveis aquisições de empresas de cimento no Brasil e na América do Norte, disse o diretor financeiro Sergio Malacrida.

“Nossa alavancagem está sob controle, abrindo espaço para aquisições”, disse Malacrida em entrevista por telefone. “Também continuamos de olho em energia e infraestrutura no Brasil.”

Um dos poucos emissores de dívida com grau de investimento no Brasil, a Votorantim planeja elevar os investimentos em 35% e está “muito ativa” nas negociações para aquisições, disse Malacrida. O grupo é o maior fabricante de cimento do Brasil e tem operações que vão do aço ao suco de laranja.

O maior volume de vendas no mercado brasileiro e na América do Norte ajudou a impulsionar os ganhos na divisão de cimento, com alguns sinais de recuperação no setor imobiliário doméstico. A Votorantim também permanece firme na Argentina, onde a inflação elevada atrai investimentos em imóveis, disse o executivo.

Mas, embora o grupo não tenha perdido o apetite por expansão, a empresa sente os efeitos dos preços mais baixos dos metais e da fraca atividade econômica do Brasil. A CBA, unidade de alumínio, e a fornecedora de zinco Nexa Resources registraram prejuízo de janeiro a setembro.

“A disputa comercial EUA-China parece estar perdendo força, o que poderia levar a uma recuperação das commodities”, disse Malacrida. “Do contrário, podemos ver as commodities ainda pressionadas pelo menor crescimento global.”.. Leia mais em moneytimes 14/11/2019

https://moneytimes.com.br/votorantim-mira-ativos-de-cimento-no-brasil-e-america-do-norte/?utm_source=Money+Times+Newsletter&utm_campaign=5247c62248-EMAIL_CAMPAIGN_2019_11_14_11_23&utm_medium=email&utm_term=0_85da2e8a11-5247c62248-99373745

Veja também



Calm: a história do app de meditação de US$ 1 bi que chegou ao Brasil

A startup, que se tornou o primeiro unicórnio de saúde mental, lança sua versão em português nesta semana

 Em um prédio discreto no centro de São Francisco cresce uma startup que quer ajudar as pessoas a amenizarem o estresse e a ansiedade da vida moderna — causados, em partes, pelo uso excessivo de tecnologias criadas não muito longe dali, por empresas do Vale do Silício.

A startup em questão é a Calm, um aplicativo de meditação, que lança sua versão em português para o mercado brasileiro nesta quarta-feira (12). “Nos últimos anos tivemos uma grande adesão do app no Brasil, mesmo tendo apenas a versão em inglês”, afirma Alex Tew, fundador e co-CEO da empresa em entrevista exclusiva ao InfoMoney na sede da Calm, em São Francisco.

Além de inglês, o aplicativo também já possui versões em francês, alemão, espanhol, japonês e coreano. O projeto de expansão global da Calm acontece após o aporte de US$ 88 milhões que a empresa recebeu em fevereiro dete ano e que a tornou a primeira startup de saúde mental a ser avaliada em mais de US$ 1 bilhão. Entre os investidores da startup está a gestora do ator Ashton Kutcher.

“Nos tornarmos um unicórnio foi um fato marcante na história, ajudou a melhorar a percepção das pessoas sobre o nosso negócio. Mostrou para o mercado que somos sérios e que esse é um mercado em que temos muito espaço para crescer ”, afirma Tew.

O crescimento das startups de meditação
A expansão da Calm acontece em um cenário em que palavras como “meditação” e “mindfulness” entraram no vocabulário de diversas empresas e executivos. A consultoria Global Wellness Institute estima que a indústria de “saúde e bem-estar” tenha valor de mais de US$ 4 trilhões.

Na nova sede da Calm, em São Francisco, a recepção é toda forrada com uma grama sintética, há um cantinho com uma espécie de cadeira de balanço com uma iluminação à meia luz tentando transmitir a sensação de tranquilidade. Uma placa dá as boas-vindas e aconselha: “Take a Deep Breath” (“Repire fundo”, em português).

Tranquilidade e tempo para “respirar fundo”, no entanto, é tudo o que a empresa não tem. No último ano, concorrentes da Calm como os aplicativos Shine, Simple Habit e BioBeats captaram mais de US$ 18 milhões com investidores. Outra concorrente notável nesse mercado é o aplicativo HeadSpace, avaliada em mais de US$ 320 milhões.

“A velocidade da vida moderna é algo realmente difícil de lidar, causa muito estresse e ansiedade. Cada vez mais as pessoas estão procurando uma maneira de amenizar esse sofrimento”, afirma Tew.

Em um cenário de tanta competição, até aqui a Calm conseguiu se diferenciar ao agregar outros produtos ao app. Um recurso um tanto quanto curioso são as histórias para dormir, uma espécie de “contos de ninar” para adultos. Uma delas, inclusive, é narrada pelo ator americano Matthew McCoughney.

A Calm também investiu no lançamento de músicas para auxiliam na concentração ou na hora de “pegar no sono”, como uma versão mais longa e tranquila da canção “How Do You Sleep?” do cantor britânico Sam Smith.

“A meditação só é efetiva quando as pessoas criam o hábito de meditar. Isso é difícil, requer prática diária. Já recursos como as músicas e as histórias para dormir não requerem prática para funcionar. Com isso, muitas pessoas conseguem enxergar o valor da Calm desde o primeiro dia em que usam”, explica Tew.

A empresa tem hoje cerca de 2 milhões de usuários pagantes e no último ano faturou US$ 80 milhões.

Da página de US$ 1 milhão ao app de US$ 1 bilhão
Em 2012, quando Tew decidiu lançar o app Calm, a ideia era que a marca se tornasse uma espécia de “Nike para a mente”. Convencer investidores da ideia, no entanto, não foi nada fácil.

“No Vale do Silício os investidores estão acostumados e investir em empresas de tecnologia, que trazem o desenvolvimento de dados. Nós surgimos com a ideia de criar uma marca. Obviamente foi difícil para eles enxergar valor nisso. Principalmente porque meditação não era algo popular nessa época”, afirma Tew.

O empreendedor britânico afirma que a meditação sempre foi uma prática na sua vida. “Eu medito desde a minha adolescência, por isso sempre soube do potencial da Calm”, revela.

Antes de inciar a startup, Tew já havia feito sua fama no mundo do empreendedorismo com uma ideia um tanto quanto curiosa. Em 2005 e com 21 anos, ele criou uma página na internet com um milhão de pixels em que anunciantes podiam comprar cada um dos pixels por 1 dólar.

O negócio chamou a atenção da mídia e o site de Tew ficou famoso rapidamente. Muitas empresas começaram a adquirir pedaços do endereço milliondollarhomepage.com e fixar a logo de sua empresa com um hiperlink para seu site. Em pouco mais de quatro meses Tew vendeu um milhão de pixels e, consequentemente, se tornou milionário.

Entre 2006 e 2010 ele lançou uma série de empresas sem grande sucesso. A ansiedade e pressão que enfrentou nessa época surgiram como inspiração para iniciar Calm.

Com um amigo, o empreendedor Michael Action Smith — conhecido até então por suas empreitadas no segmento de games — a Calm foi fundada e teve uma rápida ascensão.

No primeiro ano (2013), o aplicativo teve uma receita de US$ 100 mil. Em 2015, a receita chegou a US $ 2 milhões, em grande parte graças à contratação de Tamara Levitt, uma professora de meditação experiente que agora narra a maioria dos exercícios diários em inglês. Em 2018 a empresa faturou US$ 80 milhões e atualmente possui mais de 2 milhões de usuários pagantes.

A Calm no Brasil
Segundo a empresa, no Brasil hoje mais de 500 mil downloads do app já foram feitos. A versão paga do aplicativo chega ao país custando cerca de R$ 17 com serviços que incluem aulas de meditação, músicas e histórias para dormir. O recurso mais popular de Calm é a meditação de 10 minutos, chamada ‘Daily Calm‘, que explora um novo conceito inspirador a cada dia.. Leia mais em infomoney 14/11/2019



Veja também



15 novembro 2019

Ânima investe R$ 300 milhões na Unisul para liderar em SC

A Ânima está investindo R$ 300 milhões para comprar a Unisul, numa transação estruturada em etapas que deve torná-la líder de mercado em Santa Catarina, com presença em sete das 11 maiores cidades do estado.

A transação também dobra o número de vagas de medicina da Ânima, uma métrica que o mercado financeiro  tem olhado de perto para avaliar empresas de educação dado o sucesso do IPO da Afya.

Com 18.700 alunos, a Unisul é a segunda maior instituição de ensino superior de Santa Catarina, onde a Ânima já é dona da Unisociesc e tem ...Leia mais em braziljournal 13/11/2019



Veja também

15 novembro 2019



Cade aprova compra bilionária da Red Hat pela IBM sem restrições

Órgão brasileiro temia com problemas de competição no setor

Após muitas polêmicas durante o ano de 2019, o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) aprovou, nesta quarta-feira (13) a compra bilionária da Red Hat pela IBM. O negócio foi anunciado em 2018, mas acabou passando por problemas de aprovação no Brasil por causa de receios de competição injusta no mercado, visto que ambas as empresas trabalham em setores complementares na indústria.

A IBM comprou a Red Hat por US$ 34 biliões e anunciou a conclusão da aquisição em nível mundial na metade do ano, antes de o processo ser julgado pelo Cade. Na época, o órgão brasileiro chegou a sugerir a cobrança de uma multa de R$ 60 milhões pela empresa ter encerrado o negócio antes de receber a aprovação no país.

A IBM PAGOU US$ 34 BILHÕES NA COMPRA DA RED HAT

Agora, parece que a situação está resolvida de forma definitiva: o Cade anunciou que a compra foi julgada e aprovada sem restrições. De acordo com a decisão, apesar da IBM atuar no mercado de tecnologia de informação (TI) e a Red Hat oferecer serviços corporativos no setor com suas soluções Linux, a fusão das companhias não deve atrapalhar a competição no setor.

O contrato de venda é de US$34 bilhões e deve ser fechado até o fim de 2019
Segundo a relatora do ato, Paula Azevedo, foram identificadas sobreposições em sete mercados, mas em apenas dois a participação combinada das companhias passou de 20%. "Um deles é o de Software-Defined Storage, que são programas utilizados para otimizar os recursos de armazenamento", explica o texto. "O outro é o de Container Infrastructure Software, espaços de trabalho virtuais pequenos, isolados e leves que ficam em um sistema operacional e são usados para criar, hospedar e implantar 'uma aplicação ou componentes de aplicações'".

Apesar da concentração nos mercados de Software-Defined Storage e Container Infrastructure Software, a situação não é preocupante e o conselho resolveu aprovar a compra sem restrições. Você pode conferir o posicionamento completo do Cade sobre o caso neste site... Leia mais em mundoconectado 14/11/2019




Veja também



Fundo 220 Capital compra locadora de infraestrutura de TI Agasus

O fundo de investimento em companhias brasileiras 220 Capital anunciou nesta quarta-feira aquisição da totalidade da locadora de infraestrutura de tecnologia da informação Agasus, pegando carona em um mercado que tem crescido no embalo da computação vendida como serviço.

A Agasus trabalha com locação de equipamentos desde computadores de mesa até smartphones, além de oferta de suporte, e tem projeção de elevar o faturamento neste ano em 30%, para cerca de 50 milhões de reais. A expectativa é acelerar o crescimento, atingindo 100 milhões de reais de faturamento em 2021, afirmaram as companhias em comunicado à imprensa.

O valor da operação não foi revelado.

A 220 Capital segue um modelo de conhecido como “search fund” em que empreendedores, apoiados por investidores brasileiros e internacionais, têm interesse em adquirir empresas com faturamento entre 30 milhões e 100 milhões de reais. O fundo afirma que tem interesse por empresas nacionais, com fluxo de caixa positivo e receitas recorrentes.

A aquisição da Agasus ocorreu em maio e só agora os grupos estão divulgando a operação. Desde então, a locadora de equipamentos de TI investiu 1 milhão de reais em infraestrutura e ampliação de sede, elevando a força de trabalho de 63 para 95 funcionários até o final deste ano.

Fundada em 2000, a Agasus acumula locação de mais de 30 mil notebooks, 25 mil desktops e servidores e 6 mil smartphones e tablets. A empresa ingressou no mercado de educação no início do ano. Reuters Leia mais em mixvale 14/11/2019



Veja também