17 novembro 2018

ADIQ, adquirente do BS2, busca parceiro para alcançar Stone e PagSeguro

Para cortar caminho e chegar perto de entrantes de sucesso no mercado de meios de pagamento, como Stone e PagSeguro, a Adiq, rede de adquirência do banco BS2, ex-Bonsucesso, prepara-se para anunciar acordo com um investidor estratégico no início do ano que vem.

O objetivo é alavancar a atual participação de mercado de 1,5% para os cerca de 5% das duas concorrentes mais rapidamente. A adquirente tem conversas avançadas com quatro players, sendo um estrangeiro, mas mantém os nomes guardados a sete chaves. O perfil do investidor procurado é, além de capacidade financeira, potencial de distribuição e de geração de volume de transações e/ou de expansão do leque de seus atuais produtos.... Leia mais em estadao 16/11/2018

17 novembro 2018



16 novembro 2018

Brasil tem mais de 190 startups para a área de marketing, diz pesquisa

No Brasil, existem atualmente 194 startups com soluções para a área de Marketing, sendo que 14% delas estão na categoria de atendimento, conectores e produtividade, seguido por conteúdos interativos, que representam 11%, também com 11% estão social e comunicação.
Em seguida aparecem: analytics, data e performance; ferramentas de comunicação e fidelidade do cliente, ambas com 9%.
As categorias com menor número de startups são: gestão e geração de conteúdo e CRM e customer success, com 6%. Por último ficam: vendas e geração de leads (5%).

Os números são do estudo Liga Insights MarTechs, que analisou um banco de dados com mais de 11 mil startups no país. O levantamento ainda contou com entrevistas de especialistas de grandes empresas, como Uber, Centauro, Mercado Pago, Magazine Luiza, Pipedrive e XP Investimentos.

Conhecidas como MarTechs, estas startups auxiliam na criação e execução de estratégias e conteúdos nas áreas de marketing, além de ajudarem também no gerenciamento de grandes times, focando em produtividade e performance das equipes.

Marketing 4.0 é tendência
De acordo com o Liga Insights MarTechs, o principal conceito do Marketing 4.0 é pensar na jornada e experiência de compra do consumidor, para isso os profissionais de marketing estão usando o chamado Marketing Ominichannel – que conecta e integra canais. Segundo Raphael Augusto, as empresas precisam estar preparadas para atender os consumidores de forma integrada entre os canais online e offline. "Um exemplo simples é o varejista permitir que o cliente compre na loja virtual e retire na física", comenta.

Uma pesquisa realizada pela NapcoResearch, mostra que 74% das empresas entrevistadas afirmaram considerar importante que seus clientes tivessem uma experiência coesa e integrada com a marca. Ainda segundo o levantamento, as áreas que dão mais importância a essa nova tendência são as indústrias Farmacêuticas e Saúde (82%), Viagem e Hospitalidade (82%), Tecnologia da Informação (81%) e Serviços Financeiros e Seguros (80%).

Uma startup brasileira que está inovando no marketing ominichannel é a FlowSense, focada em inteligência e engajamento geolocalizado para apps. Por meio de suas aplicações e soluções, as empresas podem explorar os dados de localização gerados por usuários de aplicativos e transformá-lo em estratégias eficientes para comunicação, vendas, marketing e expansão do negócio.

Conhecendo o consumidor
De acordo com previsões da Gartner, até 2020 clientes com más experiências poderão destruir até 30% dos projetos digitais das empresas. Para a Consultoria, é muito importante que as marcas estejam focadas no consumidor.

A Refinaria de Dados ajuda marcas a fazerem isso de maneira mais assertiva. A startups coleta, processa e analisa "pegadas" digitais com o objetivo de conectar a empresa com seu consumidor. Por meio de inteligência artificial a tecnologia transforma os "rastros" digitais em informações relevantes para o consumidor e para a marca. A Refinaria de Dados possui aplicações para gestão de risco, marketing, people analytics e análise de audiência.

Das 194 startups mapeadas pelo levantamento, 42% estão na cidade de São Paulo, seguido por Florianópolis com 8% e Belo Horizonte, com 7%. Seguindo a lista estão: Porto Alegre, Curitiba e Rio de Janeiro. Já as cidades de Campinas, São José dos Campos, Recife, Londrina e Goiânia ficam com 2% cada. Leia mais em tiinside 13/11/2018

16 novembro 2018



IDG Capital, Matrix Partners e Neo Global Capital investem US$ 20 milhões na KuCoin para massificar criptomoedas

A IDG Capital, a Matrix Partners e a Neo Global Capital, todas do setor em tecnologia e investimentos de capital de risco, fecharam parceria com a KuCoin, plataforma internacional de criptomoedas sediada em Cingapura, para disponibilizar trading de criptomoedas à comunidade mundial, através da bolsa da KuCoin. A IDG Capital, a Matrix Partners e Neo Global Capital investiram um total combinado de US$ 20 milhões na KuCoin, através desse financiamento de Rodada A.

À semelhança dos primeiros dias da Internet, as criptomoedas trazem tanta esperança quanto riscos, com mais de mil criptomoedas e ofertas iniciais de moedas (ICO – initial coin offerings) inundando o mercado. Além disso, o Fórum Econômico Mundial de 2018 estima que, até 2027, 10% do PIB global será armazenado em tecnologia de blockchain.

A parceria vai atender a uma necessidade crítica do mercado e alavancar forças fundamentais de cada parceira – do poder de comercialização da IDG Capital, dos recursos e suporte da Matrix Partners à liderança da Neo Global Capital por seus investimentos precoces nos projetos de blockchain mais promissores e à KuCoin, como uma das plataformas de trading mais avançadas no setor de criptomoedas – para tornar a KuCoin uma marca popular global.

A bolsa já atraiu mais de cinco milhões de usuários registrados, com seu objetivo de se tornar líder de mercado no setor de blockchain. Esse investimento na KuCoin irá criar acesso mais seguro e globalmente disseminado a esse mercado tecnológico em rápida expansão.

A parceria irá se focar em diversos elementos, que darão suporte ao crescimento da KuCoin e amplo acesso ao mercado:

• Lançar a Plataforma 2.0 da KuCoin. A KuCoin se esforça para obter opiniões de sua comunidade, dos projetos listados e dos usuários, na esperança de melhorar consistentemente a experiência do usuário para atender ou mesmo superar suas expectativas. A Plataforma 2.0, que deverá ser lançada no primeiro trimestre de 2019, será muito mais do que uma simples bolsa – será uma plataforma de trading dinâmica, segura e maleável, que permitirá à KuCoin gerar escala e adicionar um grande conjunto diversificado de recursos, tais como cancelar pedidos, APIs aperfeiçoadas e coletor de pó.

• Equipe ampliada de atendimento ao consumidor para oferecer serviços de primeira linha a todos os negociadores. As grandes bolsas têm reputação de oferecer suporte vagaroso e ineficaz aos consumidores. Embora a KuCoin já ofereça um dos canais de assistência comunitária mais atenciosa e responsiva do setor na comunidade do Telegram, o objetivo principal dessa nova parceria será elevar a equipe de relações com os consumidores da KuCoin para um nível de padrão ouro.

• Expansão global por se concentrar em mercados-alvo. O Vietnã, a Turquia, a Itália, a Rússia e todos os países de língua espanhola constituirão o principal foco de crescimento no quarto trimestre de 2018. As comunidades nesses quatro mercados já estão ativas e irão crescer substancialmente durante o ano, graças à expansão das campanhas dirigidas de marketing e de publicidade. Estima-se que um total de dez comunidades globais estarão em funcionamento até o segundo trimestre de 2019.

• Mais pesquisas para encontrar o melhor dos melhores em projetos de blockchain. Uma grande parcela dos fundos recém-garantidos será aplicada na expansão da equipe de pesquisa, com o objetivo de acompanhar a crescente demanda por pesquisas em profundidade sobre novos empreendimentos de risco na área de criptomoedas. A KuCoin entende sua responsabilidade de fornecer aos usuários oportunidades legítimas de blockchain, que ofereçam soluções do mundo real e sólido potencial de crescimento. Ao trabalhar com seus embaixadores titãs globais (Global Titan Ambassadors), a KuCoin se manterá fiel a sua visão principal de disponibilizar as "joias ocultas" do setor de blockchain a seus usuários e investidores.

• Educação e treinamento irão expandir para atender a demanda. Essa parceria vai resolver a enorme falta des equipes experientes no setor de criptomoedas. O crescimento exponencial em popularidade das criptomoedas criou uma lacuna de talentos. Para sustentar seu crescimento sem precedentes, a KuCoin está investindo pesadamente em seu próprio Centro de Treinamento de Blockchain. A KuCoin irá usar esse novo investimento para treinar e desenvolver a força de trabalho capacitada, necessária para realizar seus ambiciosos objetivos de crescimento. Leia mais em tiinside 14/11/2018




Com um terço dos projetos eólicos, Casa dos Ventos aposta no mercado livre

Foi quase por um acaso que o empresário Mario Araripe, ex-dono da Troller, estreou no setor de energia eólica. Em 2006, depois de vender a montadora para a Ford, o cearense decidiu seguir o conselho de um amigo do Instituto Tecnológico da Aeronáutica (ITA) para dar uma espiada no potencial dos ventos no Brasil. Com dinheiro em caixa e tempo livre, ele começou a estudar o assunto. Em pouco tempo, tinha criado a Casa dos Ventos, empresa que hoje é responsável pelo desenvolvimento de um terço dos projetos eólicos em operação e em construção no País.

Isso representa 6 mil megawatts (MW) dos 18 mil MW que o Brasil terá até 2024 – atualmente são 14 mil MW instalados – números que colocaram Araripe entre os mais ricos do Brasil, segundo a revista Forbes. A empresa tem ainda um portfólio de 16 mil MW em projetos, que poderão virar realidade nos próximos anos e render ainda mais lucros para o empresário.

Segundo o diretor de projetos e novos negócios da Casa dos Ventos, Lucas Araripe, filho de Mario, a empresa tem apostado num novo ciclo de crescimento baseado especialmente em soluções para os consumidores no mercado livre e na autoprodução de energia. Na prática, isso significa produzir e negociar a energia diretamente com o consumidor; ou ter um sócio que vai consumir a energia gerada.

Atualmente a companhia trabalha com o projeto de duas usinas na Bahia e no Rio Grande do Norte, que serão destinados ao mercado livre. Previstas para entrar em operação em 2020 e 2021, as plantas – com capacidade instalada de 600 MW – devem ser construídas em parceria com empresas e consórcios, diz Lucas. “Estamos desenhando estruturas de autoprodução por meio de arranjos societários onde esse parceiro vai conseguir usufruir de benefícios de encargos setoriais, garantindo uma redução adicional do custo de energia.”

Referência

A presidente da Associação Brasileira de Energia Eólica (Abeeólica), Elbia Gannoum, destaca que a aposta da Casa dos Ventos no mercado livre e de autoprodução é o próximo grande passo do setor eólico no Brasil. “Esse é um mercado com grande potencial de crescimento no País daqui para frente”, diz Elbia, que vê Mario Araripe como uma grande visionário no setor.

Com os conselhos do amigo de faculdade Odilon Camargo, autor do Atlas Eólico do Brasil, ele marcou território e saiu na frente num negócio que poucos apostavam no Brasil. Em 12 anos, desde que começou a estudar sobre o assunto, o empresário transformou a Casa dos Ventos numa referência para o setor eólico.

Além de desenvolvedora, área que deu início aos negócios, a empresa montou em 2013 uma estrutura de engenharia para construir os próprios parques e depois vendê-los. Com investimentos de R$ 6,5 bilhões, levantou cinco complexos eólicos de 1,1 mil MW. Todos já foram vendidos no mercado: 390 MW para a Cubico (Santander e fundos canadenses); 345 MW para a Echoenergia (do fundo britânico Actis); e 360 MW (Votorantim e o fundo canadense CPPIB).

“Com essas vendas nos preparamos para o novo ciclo de crescimento”, diz Lucas. No mercado, fontes afirmam que a Casa dos Ventos arrecadou algo em torno de R$ 1,5 bilhão com as vendas – dinheiro que deverá ser reinvestido em novas frentes no setor eólico e, agora, também no solar.

Um dos planos da Casa dos Ventos é tornar seus complexos eólicos parques híbridos, com a inserção da geração solar e da armazenagem de energia, diz Lucas. A empresa já tem um portfólio com 4,7 mil MW em projetos mapeados no País inteiro. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. Leia mais em istoedinheiro 16/11/2018



Mineradoras criam plano para investir em start ups

Doze das maiores mineradoras com operações no Brasil farão um investimento inédito para tentar encontrar soluções para desafios do setor.

Serão R$ 5,8 milhões em um projeto que pretende financiar start ups que inovem nas áreas de segurança e saúde ocupacional, gestão da água, fontes de energia alternativa; eficiência operacional e gestão de resíduos... Leia mais em valoreconomico 16/11/2018



Omni investe na Ergon, fintech de crédito para PME

Omni investe na Ergon, fintech de crédito para PME

A Ergoncredit, uma fintech de crédito para pequenas e médias empresas, acaba de fazer um acordo com o Grupo Omni, que capitalizou a empresa e estabeleceu um acordo de funding para o crescimento de seu portfólio de crédito.

O investimento une um banco focado especialmente em CDC e financiamento de veículos — e que tem como parceiros milhares de lojistas e concessionárias de automóveis — com a startup fundada por Rogerio Bimbi, um veterano do mercado de crédito com passagens pela Losango e pela Polo Capital.

O Grupo Omni, que começou em 1994 como uma financeira, comprou o Banco Pecúnia do Societé Generale no ano passado para operar como banco.

Como parte do acordo, o sócio controlador do Grupo Omni, Erico Ferreira, adquiriu 25% da Ergon, que oferece duas linhas de produtos: o desconto de duplicatas e capital de giro com pagamento em parcelas mensais. O ‘valuation’ não foi revelado.

O acordo foi possível porque Bimbi e Erico se viram falando a mesma língua em termos de estratégia de crédito: querem crescer a carteira com cautela, monitorando o portfólio a cada nova safra. Os dois sócios planejam chegar a um portfólio de crédito de R$ 1 bilhão em cinco anos.

A Ergon começou a testar seu modelo de concessão de crédito com um FIDC há pouco menos de dois anos, e de lá para cá antecipou mais de R$ 300 milhões em recebíveis de fornecedores das Lojas Leader. Fabio Carvalho, controlador da Leader, teve Bimbi como sócio na Casa & Video e é investidor da fintech, assim como outros executivos ligados ao mercado de crédito, cobrança e varejo.

Além de outras empresas de varejo, a Ergon antecipa duplicatas para clientes de logística, telecom e serviços. A decisão de crédito é baseada na combinação entre algoritmos e análise humana, uma vez que as operações envolvem valores mais altos do que operações de pessoa física.

A Ergon está tentando arbitrar um nicho de mercado que considera subatendido pelos grandes bancos. Segundo Bimbi, pequenos e médios empresários frequentemente se ressentem do processo para obtenção de crédito, especialmente da burocracia envolvida na operação e de tarifas muitas vezes altas demais. “Queremos ter um relacionamento de longo prazo; muito provavelmente, a Ergon não vai dar o maior limite do cliente, mas sempre vai oferecer uma alternativa.”

Com o tempo, a Ergon deve diversificar suas ofertas, entrando em outros produtos de crédito como desconto de duplicata com co-obrigação, capital de giro com garantias e mais à frente antecipação de outras modalidades de recebíveis.

Mas o maior potencial da parceria é a capilaridade que o Omni dará à Ergon, permitindo que a fintech acesse os mais de 10 mil varejistas que são parceiros do banco. Leia mais em braziljournal 07/11/2018



FUSÕES E AQUISIÇÕES - DESTAQUES DA SEMANA 05 a 11/nov/2018

Divulgadas 20 operações de Fusões e Aquisições com destaque pela imprensa na semana de 05 a 11/nov/2018.  Envolvem direta ou indiretamente empresas brasileiras de 10 setores.

ANÁLISE DA SEMANA                                                                                  
Principais transações



NEGÓCIOS DA SEMANA

"Market Movers" - Brasil

  • Carrefour Brasil compra 100% da plataforma de conteúdo digital E-mídia - Aquisição faz parte dos esforços do grupo para promover a transformação digital da operação de varejo alimentar no Brasil. A  aquisição de 100 por cento da plataforma de conteúdo digital E-Mídia, que controla os sites Cyber Cook, Vila Mulher e Mais Equilíbrio, por valor não revelado. A aquisição faz parte dos esforços do grupo para promover a transformação digital da operação de varejo alimentar no Brasil. Os três sites da E-Mídia atraem cerca de 4 milhões de visitantes por mês. 06/11/2018

"Market Movers” - Exterior

  • Kraft Heinz vende negócio de queijos no Canadá para a Parmalat  - A Kraft Heinz anunciou na noite de terça-feira (6) que fechou acordo para vender sua empresa canadense de queijos naturais à Parmalat por 1,62 bilhão de dólares canadenses (US$ 1,23 bilhão). O acordo inclui a venda das marcas de queijos naturais Cracker Barrel, P'tit Quebec e aMOOza! no mercado canadense. A expectativa da companhia é concluir a compra no primeiro semestre de 2019. A operação está sujeita à aprovação dos órgãos regulatórios.... 07/11/2018

HUMORES & RUMORES

M & A - VENDA

  • Três grupos disputam complexo eólico da Renova avaliado em R$ 700 milhões - AES Tietê, Aliança Energia e Rio Energy estão na disputa pelo Complexo Eólico Alto Sertão III, da Renova Energia. Avaliado em cerca de R$ 700 milhões, o negócio envolve um projeto de 400 megawatts (MW) no interior da Bahia - é energia suficiente para abastecer uma cidade de 1,6 milhão de pessoas. O jornal O Estado de S. Paulo apurou que a venda do projeto ou uma capitalização na holding para conclusão do empreendimento deve ser fechada ainda neste ano. Fundada em 2001, a Renova tem como sócios a estatal mineira Cemig; a Light, do Rio de Janeiro; o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e a RR Participações. Até agosto deste ano, Alto Sertão III estava sendo negociado com a canadense Brookfield, apontada como a favorita a concluir a transação. A gestora tinha interesse nos ativos que complementariam seus projetos de energia renovável, mas as negociações não foram adiante, apurou o Estado com pessoas familiarizadas com o assunto.  Procurada, a Brookfield não comenta. 06/11/2018
  • Indusval conclui venda da corretora Guide para Fosun por até R$287,9 mi - O banco Indusval anunciou nesta segunda-feira que concluiu a venda de 69,14 por cento da corretora Guide Investimentos para o grupo asiático Fosun, em um negócio de até 287,9 milhões de reais. O banco transferiu à Fosun 195.115 ações ordinárias e 39.404 preferenciais da Guide, recebendo nesta segunda-feira o valor de 155,9 milhões de reais. Outros 120 milhões serão pagos ao Indusval, "a depender dos resultados financeiros da Guide nos exercícios fiscais de 2018 e 2019", afirmou a instituição financeira. 05/11/2018
  • Para bater meta de Parente, venda de ativos da BRF deve render R$ 3 bi - Para atingir os R$ 5 bilhões do plano de emergência anunciado em agosto para reduzir o endividamento, a BRF deve obter cerca de R$ 3 bilhões com a venda dos ativos na Argentina, Tailândia e Europa, disse hoje o CEO e presidente do conselho de administração da empresa, Pedro Parente.  08/11/2018
  • Ao menos três grupos avaliam comprar portos da Wilson Sons - Ao menos três gigantes asiáticos operadores globais de portos avaliam comprar os terminais portuários de contêineres da Wilson Sons: o Tecon Rio Grande (RS) e o Tecon Salvador (BA). Os grupos são a PSA, de Cingapura; a Hutchison Ports; e a China Merchants Port - ambas de Hong Kong. Os três conglomerados, que estão entre os maiores do setor, já fazem auditoria nos ativos, apurou o Valor. Procuradas, as empresas não se manifestaram.  08/11/2018
  • Dona da TIM pode comprar a Nextel - O conselho de administração da Telecom Italia, dona da TIM Brasil, aprovou uma oferta não vinculante pela Nextel Brasil, controlada pela NII Holdings, segundo informações publicadas pela agência de notícias "Bloomberg". A proposta será feita por meio da TIM. SSe as negociações avançarem, pode ser o início de um novo movimento de consolidação do setor de telecomunicações no país, que possibilitará à TIM ganhar mais espectro, após a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) ter aprovado mudanças que permitem uma concentração maior na telefonia móvel.  09/11/2018
  • Grupo faz proposta para ter controle de Viracopos - Consórcio formado por Zurich Airport e IG4 Capital se compromete a aportar entre R$ 150 milhões e R$ 400 milhões no aeroporto. A Zurich Airport e a gestora brasileira IG4 Capital protocolaram ontem uma proposta de capitalização para ter o controle do Aeroporto de Viracopos - em recuperação judicial desde maio. No documento, ao qual o Estado teve acesso, o consórcio formado pelas duas empresas se compromete a aportar entre R$ 150 milhões e R$ 400 milhões no aeroporto, que enfrenta um processo de extinção da concessão. 10/11/2018
  • Odebrecht sai da Supervia e consórcio japonês deve ficar com 90% da empresa - Um consórcio japonês liderado pela Mitsui deve ficar com quase a totalidade das ações da Supervia, que opera o serviço de trens urbanos na região metropolitana do Rio de Janeiro, após negociação em curso com a Odebrecht, maior acionista da empresa. A Mitsui deve ficar com todas as ações da OTP, braço de mobilidade da Odebrecht, que está vendendo suas ações e atualmente detém 49% da Supervia, concessionária do sistema desde 1998 e que transporta 600 mil passageiros em média em dias úteis. Além da negociação com a Odebrecht, a Mitsui que hoje já é sócia com 24% das ações- segundo o mercado está negociando os papéis em poder do fundo Tief (27,2% do total). Com a nova configuração, a participação do consórcio deverá chegar a 90%. Os 10% restantes ficarão com fundos de investimentos ligados à Caixa Econômica Federal e ao BNDESPar -braço de investimentos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social. O negócio está avançado e dependerá apenas de troca da garantias do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) -que fez financiamento de R$ 1,4 bilhão à OTP-, que é dado como certo pelo mercado. Com cerca de 200 trens, a Supervia opera 270 quilômetros de malha ferroviária e emprega 4.000 pessoas, entre vagas diretas (2.500) e indiretas ( 09/11/2018

 M & A - COMPRA

  • Vem negócio novo por aí - O empresário Flavio Augusto da Silva, controlador da rede de escolas de idiomas WiseUp e do time de futebol Orlando City, vai ampliar seus tentáculos sobre a área de ensino. Até dezembro, ele deve anunciar a aquisição de mais uma grande rede de escolas de inglês ao seu portfólio. O negócio é grande – coisa de sete dígitos – e quem conhece o mercado aposta que as atenções de Flavio Augusto estão voltadas para a Wizard, que já pertenceu ao seu sócio Carlos Wizard Martins, e também para a CCAA. Procurado pela coluna, o empresário não se pronunciou sobre o assunto. 1/11/2018
  • Fundo do BTG deve comprar fatia da Inspira - O banco BTG Pactual está em negociações finais com a Inspira, rede carioca de educação básica com 35 escolas e 20 mil alunos, apurou o Valor. O objetivo é ter uma fatia relevante, podendo chegar ao controle, da rede que tem entre os sócios o ex-jogador de futebol Zico. A transação marca a entrada do BTG no setor de ensino e a retomada da área de private equity do banco, paralisada há cinco anos. O último investimento foi feito na empresa de navegação Deap Sea Supply em 2013. Será feito um aumento de capital na Inspira e os recursos do novo aporte virão de investidores de um fundo de propósito específico (FPE) criado pelo BTG, segundo cinco fontes ouvidas pelo Valor. 05/11/2018
  • Legion negocia 100% da Abril - A Editora Abril, que está em recuperação judicial desde meados de agosto, busca compradores. Há, pelo menos, um interessado - a Legion Holdings, sociedade de investimentos do advogado Fábio Carvalho. Este é controlador da Leader, varejista de vestuário e itens para casa, em recuperação extrajudicial. A informação foi confirmada ontem pelo Valor e antecipada pelo colunista Lauro Jardim, do jornal "O Globo". Procurada, a Abril preferiu não comentar o assunto. Carvalho não se manifestou. A intenção de Carvalho é ficar com 100% da operação, sem participação de sócios externos ou fundos não ligados à Legion. Carvalho já fechou negócios com o BTG Pactual em outras oportunidades. Em 2016, o banco vendeu a Leader a Carvalho pelo valor simbólico de R$ 1 mil. A Legion assumiu quase R$ 1 bilhão em dívidas e neste ano entrou com pedido de recuperação extrajudicial. Procurado pelo Valor, o BTG negou interesse de se associar a Carvalho para comprar a Abril. 05/11/2018
  • Iguá vai destinar 22% do aporte de R$ 400 milhões para novos negócios  - Após receber injeção de capital de R$ 400 milhões da gestora canadense Alberta Investment Management Corporation (AIMCo), na semana passada, a , controlada pela gestora brasileira IG4 Capital, já definiu o destino dos recursos. Aproximadamente R$ 88 milhões (22%) irão para novos negócios. .. 06/11/2018
  • CVC Brasil vai comprar fatia remanescente de 10% da Trend por R$ 30 mi - Anúncio sucede a compra de uma participação de 90% na Trend Viagens, anunciada pela CVC em 3 de maio. O conselho de administração da CVC Brasil aprovou a compra da fatia remanescente de 10 por cento da Trend Viagens por cerca de 30 milhões de reais até 15 de março do próximo ano, informou a operadora de turismo em fato relevante. O comunicado sucede a compra de uma participação de 90 por cento na Trend Viagens anunciada pela CVC em 3 de maio por até 258,8 milhões de reais, em uma transação liberada pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica em agosto. Na ocasião, a CVC havia informado que o Grupo Trend tinha cerca de 800 funcionários, atuando na intermediação de hotéis nacionais e internacionais para negócios e lazer. 05/11/2018
  • Ser mantém aquisições no radar, mas reclama de preços - A Ser Educacional informou nesta quarta-feira (7) que continua analisando ativos para aquisições, mas considera que os preços não estão adequados. Em setembro, a companhia informou que foi desfeita a negociação para a compra da Unigranrio, que estava em estágio avançado. A transação era avaliada em R$ 500 milhões. A Ser Educacional está em busca de instituições de ensino regionais, com licença de universidade ou centro universitário...07/11/2018
  • Carrefour está aberto a compra de startups afinadas com sua estratégia - Depois da aquisição da e-mídia, dona de sites como o Cyber Cook, o Carrefour está aberto a novas operações para reforçar sua atuação on-line, segundo Paula Cardoso, presidente do Carrefour Soluções. Em teleconferência com analistas nesta quinta-feira (8) para falar sobre o resultado da companhia no terceiro trimestre, a executiva afirmou que uma nova compra, entretanto, precisa estar alinhada com a estratégia do grupo. "Tem muita startup fazendo coisa legal. Estaremos abertos caso haja alinhamento", disse a executiva. o 08/11/2018
  • RHI Magnesita pode adquirir companhia turca - A RHI Magnesita (combinação das operações entre a Magnesita e a gigantesca austríaca de materiais térmicos refratários RHI) está em tratativas para uma possível aquisição da maior empresa do setor de refratários da Turquia, a Kumas Manyezit Sanayi...  08/11/2018
  • Sapore prepara oferta por 42% da IMC, dona de redes Viena e Frango Assado - Sapore parte para a segunda tentativa de comprar uma participação na IMC. Operação é o primeiro passo para uma eventual fusão das empresas. empresário Daniel Mendez, dono da Sapore,  empresa de refeições coletivas, não desiste. Depois de intensa negociação, um contrato de fusão alinhavado e desfeito meses depois, está nos ajustes finais de um novo plano para unir a sua companhia  à  International Meal Company (IMC), que possui o Viena e o Frango Assado. Até meados da semana que vem, a Sapore deverá lançar uma oferta  por 42,5% da IMC pagando, por ação,  R$ 8,60.  O Brasil Plural está contratado para  estruturar a oferta pública de aquisição. 08/11/2018

PRIVATE EQUITY

  • Bilhões a caminho - A gestora Franklin Templeton, uma das maiores do mundo com US$ 750 bilhões sob administração em todo o globo, vai intensificar a sua atuação na América Latina. O CEO da operação no Brasil, Marcus Vinícius Gonçalves, está preparando um road show para trazer grandes investidores institucionais para o País. “Vamos falar com fundos soberanos de Dubai, do Kwait e de países asiáticos como Indonésia e Cingapura. Já são clientes da Franklin Templeton que pretendo atrair para o Brasil”, diz ele. A meta é atrair entre US$ 5 bilhões e US$ 10 bilhões nos próximos cinco anos. “O mercado de ações no Brasil vai crescer muito e os investidores estrangeiros estão preocupados com as tensões entre Estados Unidos e China.” Gonçalves cita o setor de infraestrutura como um grande candidato a atrair recursos, sobretudo as áreas de energia, de portos, de aeroportos e de logística. “Há um ano e meio, trouxe investidores australianos.01/11/2018
  • Goldman Sachs vê potencial para R$ 30 bilhões em emissões no Brasil  - O Brasil vive um momento favorável para a atração de investimentos estrangeiros, mas para poder aproveitar a oportunidade é necessário reduzir a fragilidade fiscal do país com uma reforma da Previdência que diminua despesas e equacione o orçamento federal. "O universo potencial que vê hoje de emissões é de R$ 30 bilhões", projetou a presidente da Goldman Sachs no Brasil, Maria Silvia Bastos Marques. Segundo ela, as operações não estariam necessariamente todas concentradas em 2019, mas num horizonte de tempo mais amplo...06/11/2018
  • Gestora brasileira capta US$ 150 milhões para investir em startups - O fundo de capital de risco brasileiro monashees foi criado em 2005, antes da explosão de startups no país, e já investiu em empresas bem-sucedidas como Peixe Urbano, 99Taxi, Rappi e Strider. Criada em 2005, a monashees (sim, o nome é escrito em letra minúscula) já atuava como uma gestora brasileira de capital de risco antes do ecossistema de startups explodir aqui no Brasil. Seu status não mudou com esse movimento – na verdade, o fundo de investimentos está na vanguarda do ecossistema, tendo auxiliado startups como a 99, Loggi, Rappi e Peixe Urbano atingirem grandes objetivos. Agora, a monashees ganha ainda mais fôlego para continuar esse trabalho. A gestora acaba de formar um fundo de US$ 150 milhões para investir em startups na América Latina. Essa é a oitava rodada de investimentos realizada pela monashees. Ela incluiu investidores como o Brandywine Trust Group, S-Cubed Capital, Temasek, CreditEase, IDG, Mike Krieger (cofundador brasileiro do Instagram) e até da Universidade de Minnesota, dos Estados Unidos. Já no Brasil, 15 diferentes famílias e grupos não revelados investiram no fundo. 08/11/2018
  • Carlyle negocia compra de fatia na rede Madero por R$ 1 bilhão - A cadeia de restaurantes Madero está em negociações avançadas para a venda de uma participação minoritária à gestora americana de fundos de private equity Carlyle, conforme antecipou ontem o Valor PRO, serviço de informações em tempo real do Valor. Caso as tratativas avancem, os recursos com a venda devem ir para redução de dívida e expansão da rede. As conversas, neste momento, envolvem a venda de 25% da cadeia por valor em torno de R$ 1 bilhão. O Itaú BBA está intermediando as negociações. A maior parte deste montante - segundo duas fontes, entre 70% e 90% - deve ser destinado à empresa e o restante a seus controladores. A rede, com 140 unidades no país, foi fundada em 2005 pelo chef paranaense Luiz Junior Durski. 09/11/2018

IPO

  • Lojas Pernambucanas de olho em um IPO - Depois de mais de duas décadas de uma ferrenha disputa pelo controle da rede varejista Lojas Pernambucanas, a paz voltou para a empresa. Em setembro do ano passado, Anita Harley, que detinha 50% das ações e travava uma briga judicial com os seus sobrinhos, foi condenada pelo STJ a devolver 25% das ações que pertenciam aos seus irmãos já falecidos Robert e Anna Christina e a pagar os dividendos retroativos ao período em que os outros herdeiros ficaram de fora do bolo – algo entre R$ 600 milhões e R$ 800 milhões. O objetivo é abrir o capital na Bolsa de Valores e repetir o sucesso de seus pares como Lojas Riachuelo e Lojas Renner.02/11/2018
  • Centauro e BioRitmo vão abrir capital  - Animadas com o mercado, a Centauro, de artigos esportivos, e a rede de academias BioRitmo farão a abertura de capital no início de 2019... L 04/11/2018
  • Mercado prevê 30 empresas indo à Bolsa em até 18 meses - As operações de abertura de capital em Bolsa de empresas brasileiras devem ser destravadas no país à medida que se consolidam as previsões de crescimento econômico e saem do papel as reformas propostas pela equipe do presidente eleito, Jair Bolsonaro (PSL). Analistas trabalham com uma lista de cerca de 30 empresas que estariam prontas para vender ações no mercado, considerando aquelas que já fizeram o pedido de listagem na CVM. Haveria ainda um conjunto de companhias que começaria a se movimentar à medida que investidores mostrassem apetite por esse tipo de papéis. 05/11/2018
  • BS2, ex-Bonsucesso, segue bancos digitais e cogita IPO - O banco BS2, ex-Bonsucesso, já se movimenta para abrir capital, seguindo o caminho trilhado por outras instituições financeiras de médio porte e com “pegada digital”. Reuniões com bancos de investimentos que podem se tornar possíveis assessores de uma eventual operação estão em andamento. Uma opção seria abrir o capital da Olé Consignado, instituição na qual o antigo Bonsucesso, fundado há 25 anos pelos Pentagna Guimarães, é sócio do Santander. A família, inclusive, deu origem ao BMG, que também toca neste momento uma oferta inicial de ações (IPO, na sigla em inglês). 07/11/2018

RELAÇÃO DAS TRANSAÇÕES

  • VTEX adquire INDEVA para avançar na estratégia Omnichannel -  A VTEX, multinacional brasileira e uma das líderes globais no mercado de software para e-commerce, anuncia a aquisição da brasileira INDEVA – startup de tecnologia que nasceu há 4 anos e atingiu um crescimento de 89% em 2017. A empresa oferece um software que potencializa os resultados dos vendedores de lojas físicas transformando os dados que recolhe em insights estratégicos que permitem otimizar a experiência dos consumidores em mais de 1500 lojas espalhadas pelo país. A VTEX agora aumenta sua aposta na solução anunciando esta semana investimento de R$ 23,5 milhões de reais em pesquisa e desenvolvimento para 2019. A expectativa é que as soluções de multicanalidade na companhia cresçam 350% em 2019.  05/11/2018
  • Continental compra fabricante de antenas automotivas Kathrein - Com o negócio, empresa amplia portfólio visando o mercado de carros conectados. A Continental anuncia a compra da Kathrein Automotive, fabricante de antenas automotivas inteligentes e de alta performance e uma das subsidiárias do grupo alemão Kathrein SE. As empresas, que concordaram não divulgar o valor da compra, estimam que após aprovações antitrustes o negócio deve ser concluído até o primeiro trimestre de 2019. Com mais de 1 mil funcionários espalhados pelo mundo, a Kathrein Automotive possui um total de oito unidades localizadas no Brasil, China, Alemanha, México, Portugal e Estados Unidos. Com a era da digitalização, conectividade, navegação e telemática, o mercado de antenas inteligentes de alta performance é promissor: estima-se que os veículos atuais são equipados com cerca de vinte antenas e a tendência é que este número aumente de forma progressiva a partir das demandas de novas tecnologias de comunicação, como o 5G. Analistas estimam uma média de crescimento de mercado de 6,5% ao ano para este mercado até 2022.05/11/2018
  • Ride, startup brasileira de scooters elétricas, faz fusão com empresa mexicana - Na fusão, a Ride passará a utilizar o nome da Grin no Brasil; iniciativa faz parte da expansão da Grin para a América Latina. Se você costuma andar por Pinheiros, Itaim Bibi, Vila Olímpia ou seus arredores em São Paulo, talvez já tenha visto um patinete elétrico da Ride. A startup brasileira possui estações para seus patinetes elétricos principalmente nesses bairros, possibilitando que usuários compartilhem as scooters elétricas e se locomovam pela cidade. Agora, você verá os patinetes da Ride com um outro nome: Grin. A empresa brasileira realizou uma fusão com a Grin, startup mexicana que oferece a mesma solução. A fusão acontece duas semanas depois da empresa receber um aporte de US$ 45 milhões em uma rodada série A. 28/10/2018
  • Companhia paulista compra a Outlet Fashion Fortaleza (OFF) por mais de R$ 22 milhões - Na negociação, os paulistas assumem dívida da Off Outlet de R$ 17,5 milhões, aproximadamente, além de pagamento de outros R$ 5 milhões no negócio. Companhia paulista e crescente no setor de shopping centers, a General Shoppings & Outlets adquiriu a Outlet Fashion Fortaleza, a Off Outlet, em Caucaia. Acordo de compra de 50% das participações foi divulgado com valores que chegam próximo aos R$ 22,5 milhões. Na negociação, os paulistas assumem dívida da Off Outlet de R$ 17,5 milhões, aproximadamente, além de pagamento de outros R$ 5 milhões no negócio… 06/11/2018
  • Ivanhoé Cambridge e Prologis formam uma joint venture de US $ 890 milhões no Brasil - A Ivanhoé Cambridge apoiou o Prologis, sediado nos Estados Unidos, na criação de uma joint venture de logística de US $ 890 milhões (€ 780 milhões) no Brasil. O braço de investimentos imobiliários de US $ 40 bilhões do fundo soberano do Quebec, a Caisse de dépôt et placement de Québec, concordou com a Prologis de formar a Prologis Brazil Logistics Venture. A Ivanhoé Cambridge terá uma participação de 80% na parceria. A parceria irá desenvolver e operar imóveis de logística no Brasil, especificamente em São Paulo e no Rio de Janeiro. O empreendimento, que está sujeito às condições habituais de fechamento, adquirirá uma carteira inicial de ativos de cerca de 6,9 ​​milhões de pés quadrados de propriedades operacionais e 371 acres de terra do balanço da Prologis, com o compromisso de construir o banco de terrenos existente. .. L06/11/2018
  • Accesstage: R$ 2 mi em empresa de BI - A Accesstage, especialista em soluções para intercâmbio de dados financeiros, acaba de investir R$ 2 milhões por uma participação não revelada na IN10, uma empresa focada em análise de dados e business intelligence sediada em Jundiaí, no interior de São Paulo. A IN10 trabalha com tecnologias de implantação rápida de análise de dados como Datawatch e de visualização de dados como Tableau. “O coração do nosso negócio é entender quais são os dados estratégicos para que a empresa possa monitorá-los em tempo real”, explica Mário Takami, CEO da IN10. A companhia atende 100 clientes, entre eles a própria Accesstage. Esse é o terceiro investimento da Acesstage em startups nesse ano. inda em agosto, a companhia investiu R$ 3,5 milhões na Negocie Online, uma empresa de tecnologia para cobrança dona de uma solução que usa chatbots para negociar com devedores por um portal, WhatsApp, SMS, push notifications ou e-mail com a “mínima interferência humana possível”. Em julho, a empresa colocou R$ 2 milhões na fintech Moneto, que oferece pagamentos online para autônomos. 06/11/2018
  • Binswanger Brazil compra consultoria NAI -  A consultoria imobiliária corporativa Binswanger Brazil comprou as operações da NAI Brazil. O valor do negócio não é divulgado. No país, o volume de operações de intermediação de escritórios e galpões pela NAI soma R$ 2 bilhões, o correspondente a dois milhões de metros quadrados, e o faturamento projetado para a consultoria nos próximos 12 a 18 meses é de R$ 40 milhões. "O fechamento da operação mostra o aumento da confiança das duas empresas no futuro do país após as eleições", afirma o presidente da NAI Brazil, Marcelo Santos. Segundo ele, a consultoria se firma, com a operação, como uma das cinco principais empresas com atuação no país no segmento, liderado por CBRE, JLL, Cushman & Wakefield e Colliers Brasil. O nome NAI Brazil deixará de ser utilizado, e o presidente da Binswanger Brazil, Nilton Molina Júnior, continuará no cargo após a operação. No período de transição - previsto para durar de três meses a um ano -, Santos será consultor sênior da companhia. A americana Binswanger atua como consultoria imobiliária em mais de 100 países. No Brasil, ela está presente desde 1997.  07/11/2018
  • Carrefour Brasil compra 100% da plataforma de conteúdo digital E-mídia - Aquisição faz parte dos esforços do grupo para promover a transformação digital da operação de varejo alimentar no Brasil. O Carrefour Brasil anunciou nesta terça-feira a aquisição de 100 por cento da plataforma de conteúdo digital E-Mídia, que controla os sites Cyber Cook, Vila Mulher e Mais Equilíbrio, por valor não revelado.Em comunicado, a empresa diz que a transação prevê ainda a contratação de Alexandre Canatella, presidente-executivo da E-Mídia, para comandar o negócio com o apoio de diversas áreas do Carrefour Brasil.A aquisição faz parte dos esforços do grupo para promover a transformação digital da operação de varejo alimentar no Brasil. Os três sites da E-Mídia atraem cerca de 4 milhões de visitantes por mês. 06/11/2018
  • Angeloni adquire supermercado de São Francisco do Sul - A rede Angeloni chega ao mercado de São Francisco do Sul. A empresa assinou ontem o contrato de aquisição da loja do Supermercado Barão, no bairro Rocio Grande, da terceira cidade mais antiga do Brasil. Também firmou contrato de locação com a proprietária do imóvel, a Oceânica Empreendimentos e Participações. . O valor do investimento não foi revelado, mas é a segunda nova loja do Angeloni deste ano. A empresa inaugurou unidade em São José dos Pinhais, no Paraná. Atualmente, são 28 lojas.O grupo Angeloni é o maior do seu setor no Estado. Tem 28 lojas em Santa Catarina e no Paraná. 07/11/2018
  • Gestora de NY faz aporte de R$ 300 milhões na Bresco - Com a entrada da Jaguar Growth Partners, o portfólio da empresa deve dobrar de tamanho em três anos. A Bresco, empresa de investimento imobiliário com foco no segmento corporativo, terá um novo acionista. Liderada por Carlos Betancourt, a companhia, que tem entre os sócios os fundadores da Natura, acaba de receber um aporte inicial de R$ 300 milhões da Jaguar Growth Partners, gestora de investimentos americana. A Bresco não detalha o tamanho da participação que terá o novo sócio, nem o total do investimento que será feito. Afirma apenas que, com a entrada da Jaguar, seu portfólio, hoje de R$ 2 bilhões, deve dobrar de tamanho em três anos. A gestora tem como fundadores Gary Garrabrant e Thomas McDonald, ex-executivos da Equity International, empresa do megainvestidor americano Sam Zell, que teve uma parceria anterior com Betancourt. Até 2011, eles foram sócios na Bracor, uma das empresas líderes em propriedade corporativa do Brasil, que se desfez do portfólio, vendendo US$ 1,5 bilhão em ativos em uma das maiores transações imobiliárias do País até então.De acordo com Betancourt, para expandir a atuação da Bresco, os sócios consideraram abrir o capital da companhia.  08/11/2018
  • Startup de publicidade imobiliária recebe aporte de US$ 2 milhões- O Agente Imóvel, uma das principais plataformas brasileiras de publicidade imobiliária e análise de dados e avaliação de imóveis, anunciou acordo de investimento subsequente com a Vostok New Ventures (VNV), fundo de investimento sueco focado em startups no setor de classificados e fintech, com um montante de US$ 2 milhões destinados para a empresa. A startup está ajudando a transformar o cenário de tecnologia voltada ao setor, isso graças a introdução de seu mecanismo de processamento de dados. Com isso, capacita seus usuários a tomar decisões mais inteligentes sobre a compra e venda de imóveis. 05/11/2018
  • Biosev vende usina na Paraíba por R$ 70 mi - Programa da empresa busca a revisão "de potenciais alternativas estratégicas relacionadas ao seu portfolio de ativos”. A Biosev informou nesta sexta-feira que assinou contrato para vender por 70 milhões de reais a totalidade do capital social da Usina Giasa à M&N Participações S.A., holding da Olho D’Água, grupo do setor sucroalcooleiro com 90 anos de tradição e atuação na região Nordeste do país. Segundo a Biosev, um dos maiores grupos do setor sucroalcooleiro no Brasil, a venda do ativo, no município de Pedras de Fogo (PB), faz parte do programa de competitividade operacional da empresa, que possui dívidas bilionárias. 09/11/2018
  • Abilio Diniz vende R$ 805 milhões em ações do Carrefour - Com movimento, realizado nesta manhã na B3, participação da empresa de investimentos da família Diniz na varejista cai para 8,91%. Empresa de investimentos da família Diniz, a Península vendeu nesta sexta-feira, 9, na B3, nova denominação da Bolsa paulista, um bloco de mais de 50,5 milhões de ações que detinha no Carrefour, arrecadando R$ 805 milhões com a operação. Com isso, a fatia do veículo de investimento da família no negócio passou de 11,46% para 8,91%, segundo apurou o Estado com fontes próximas à operação...  09/11/2018
  • BIMachine incorpora operações da SOL7 - Estratégia de incorporação passa, ainda, pela ampliação da capilaridade da empresa, que vem avançando em mercados chave como sudeste. A BIMachine, desenvolvedora nacional de soluções de business intelligence, com sede em Lajeado-RS, anunciou nesta quarta-feira (08/11) a incorporação das operações da SOL7, consultoria aplicada a projetos de BI e BA. O anúncio é curioso: trata-se da empresa "filha" absorvendo a empresa "mãe". Fundada em 2005, a SOL7 se especializou em soluções de inteligência de negócios e consultoria, atendendo a clientes regionais. Em 2014, lançou o BIMachine, que ganhou mercado e tornou-se uma empresa em paralelo. Agora, elas estão juntas novamente. Segundo Douglas Scheibler, CEO da BIMachine, só no primeiro bimestre de 2018 foram fechados 22 novos contratos para o BI, que hoje chega a uma base de mais de 8 mil usuários. 08/11/2018
  • Grupo Pines adquire empresa de customer experience - Investimento foi realizado por meio da Nuveto, braço especializado em soluções inovadoras de atendimento e automação em nuvem. O Grupo Pines - holding de investimento e gestão que tem como propósito transformar ideias em empresas rentáveis, sustentáveis e inovadoras - anunciou a aquisição da MEX, grupo mineiro que desenvolve soluções de atendimento. Com a compra, a Pines visa a ampliar e enriquecer seu portfólio de soluções digitais, de forma alinhada com sua visão estratégica de disponibilizar para o mercado soluções tecnológicas que possibilitem melhorar a experiência dos clientes. O investimento foi realizado por meio da Nuveto, braço especializado em soluções inovadoras de atendimento e automação em nuvem.  08/11/2018
  • B3 firma proposta para comprar 75% da empresa dona do RoboTrader - A B3 (B3SA3) informou nesta quinta, 8, após o pregão que, na data de hoje, firmou proposta vinculante para adquirir 75% do capital da BLK Sistemas Financeiros. A proposta também inclui opções de compra (pela B3) e venda (pelo sócio remanescente da BLK) dos demais 25% do capital em dezembro de 2023. “O fechamento dessa transação está condicionado à assinatura dos documentos definitivos e à verificação de condições precedentes, dentre elas a conclusão satisfatória de due diligence confirmatória. Essa aquisição está alinhada à estratégia da B3 de estreitar o relacionamento e oferecer soluções mais completas para seus clientes por meio da expansão do seu portfólio de produtos”, explicou a B3. A BLK Sistemas Financeiros foi fundada em 2008 e é uma das empresas líderes no setor de algoritmos no Brasil, especializada em electronic & algorithmic trading, com ênfase na criação e desenvolvimento de softwares e algoritmos de execução de ordens para os mercados de capitais e de derivativos financeiros, tendo como principais clientes investidores institucionais e corretoras. Sua principal plataforma é o RoboTrader. 08/11/2018
  • Fundo suíço compra 100% da Hortifruti e acelera expansão - As varejistas Hortifruti e Natural da Terra anunciaram nesta quinta-feira, 8, que o fundo suíço Partners Group adquiriu 100% de suas ações – desde 2015, o grupo possuía 40% do negócio, participação que havia adquirido à época por cerca de R$ 300 milhões. O valor da compra dos 60% restantes não foi revelado. As duas bandeiras, identificadas como “sacolões de luxo”, têm hoje um total de 45 lojas. Com a aquisição, o grupo suíço tem a meta de abrir mais dez unidades ao longo do próximo ano. O investimento previsto para 2019 é de R$ 80 milhões. Ao abrir dez lojas em um único ano, o grupo suíço vai colocar o pé no acelerador em termos de expansão. Isso porque, de 2015 para cá, a companhia pouco avançou: três anos atrás, as duas redes somavam um total de 40 unidades. 09/11/2018
  • Carlyle compra 22% do Madero por R$ 700 milhões - Durante o negócio, o Madero foi avaliado em R$ 3 bilhões. O fundo de private equity Carlyle fechou a compra de 22% da rede paranaense Madero por R$ 700 milhões. O acordo foi assinado após as eleições e deverá ser finalizado após o processo de análise de dados financeiros ("due dillingence") que está previsto para acabar em janeiro. No total, o Madero ficou avaliado em R$ 3 bilhões. A rede conta hoje com 139 restaurantes e ficou conhecida pela rápida expansão. Criado em 2005, o crescimento foi financiado por meio de dívidas concentradas no fundo HSI. 09/11/2018
  • Grupo Zahran compra TV Anhanguera, jornais O Popular e Daqui e rádios do Grupo Jaime Câmara - A empresa de Mato Grosso assume o controle em janeiro e vai fazer demissões tanto na televisão quanto nos veículos impressos. Agora é oficial: o Grupo Jaime Câmara anuncia que vendeu a TV Anhanguera, os jornais “O Popular” e “Daqui” e suas rádios para o Grupo Zahran. A empresa, a maior da área de comunicação de Mato Grosso, assume o negócio em 1º de janeiro. Os grupos não anunciaram os valores do negócio. Inicialmente, sem uma avaliação formal, chegou-se a comentar que todo o Grupo Jaime Câmara, incluídos imóveis e maquinário — como impressoras —, valia 750 milhões de reais. Em seguida, começou-se a ventilar valores entre 250 milhões e 380 milhões de reais. O que vale mais, segundo o pessoal de Mato Grosso, é a concessão da TV Anhanguera. O Grupo Zahran rejeitou, durante bom tempo, ficar com os jornais “O Popular” e “Daqui” (o custo com papel é muito alto, o que pode inviabilizá-lo), alegando não ter expertise na área. Em seguida, aceitou-os — “quase de graça”. “O Popular” pode circular apenas na internet, com o objetivo de reduzir custos. Nos bastidores tanto da TV Anhanguera quanto dos jornais comenta-se que demissões estão sendo preparadas. Não devem ser anunciadas publicamente. A redação de “O Popular”, se o jornal ficar apenas na internet, tende a ser reduzida em pelo menos 40%.  09/11/2018
  • Edifício anexo do Boulevard é vendido por R$ 190 milhões - O Boulevard Corporate Tower (BCT), edifício de escritórios anexo ao Boulevard Shopping, no bairro Santa Efigênia, região Leste de Belo Horizonte, foi vendido por R$ 190 milhões.. Aliansce Shopping Centers S.A. (“Aliansce” ou “Companhia”) (B3: ALSC3) comunica que o CTBH Fundo de Investimento Imobiliário – FII, celebrou contrato vinculante referente à venda do Boulevard Corporate Tower (“BCT”) para o Kinea Renda Imobiliária Fundo de Investimento Imobiliário – FII (“Comprador”). O valor a ser recebido pela venda é de R$190 milhões (“Valor de Venda”). 08/11/2018

RELATÓRIOS - DESTAQUES DA SEMANA


QUEM, O QUÊ, QUANDO, QUANTO, COMO e POR QUÊ
 A pesquisa FUSÕES E AQUISIÇÕES - DESTAQUES DA SEMANA tem o propósito de captar o “clima” do mercado das operações de Fusões e Aquisições bem como sinalizar suas principais tendências. Trata-se da compilacão semanal das notícias visando tornar mais acessíveis e conhecidos os negócios de fusão, aquisição e venda realizados entre empresas com atuação no Brasil. Todas as informações sobre os negócios citados no presente relatório são obtidos a partir de notícias publicadas pela imprensa e divulgadas no “estado" pelo blog FUSOESAQUISICOES.BLOGSPOT http://fusoesaquisicoes.blogspot.com.br, não sendo feita qualquer verificação quanto à sua veracidade, precisão ou integridade do conteúdo. Sempre que possível, serão mencionados os nomes dos compradores – investidor estratégico ou fundos de private equity, dos vendedores, a tese de investimento e principais “value drivers”, o valor da transação, forma de pagamento, múltiplos praticados (Valor da Empresa/EBITDA, Valor da Empresa/Receita) etc. Muitas vezes a notícia não é clara a respeito dos valores/forma de pagamentos e respectivos múltiplos. É bem-vinda toda e qualquer contribuição para tornar as informações mais precisas e transparentes. Caso o conteúdo estiver em desacordo, nos contate que estaremos retirando o mesmo ou corrigindo a respectiva  informação. Blog FUSÕES & AQUISIÇÕES



BlackBerry anuncia compra da Cylance por US$ 1,4 bilhão

A empresa canadense BlackBerry anunciou nesta sexta-feira, 16 de novembro, a compra pelo valor de US$ 1,4 bilhão da empresa norte-americana de inteligência artificial e cibersegurança Cylance.

É esperado que a conclusão do negócio ocorra em fevereiro de 2019, mês em que se encerra o ano fiscal da BlackBarry. O objetivo da multinacional canadense é que a Cylance atue como uma unidade de negócios dentro do grupo com o objetivo, principalmente, de impulsionar o lançamento de uma plataforma de comunicação voltada para empresas.

Outra área em que a empresa de inteligência artificial irá atuar é na unidade QNX, área de produção de softwares para carros autônomos, frente que o grupo canadense investe desde que parou de produzir smartphones.

A Cylance tem mais de 3,5 mil clientes corporativos em 6 anos de existência. Além disto, a empresa comprada pela BlackBerry é conhecida por ser uma das pioneiras na aplicação de inteligência artificial. Tendo relevância também no setor de softwares de cibersegurança. Por MATEUS VASCONCELLOS Leia mais  em sunoresearch 16/11/2018

















Smartfit compra fatia de 32,5% restante da Smart Rio

A SmartFit assinou contrato para a compra do restante da participação da Smart Rio Academia de Ginástica, conforme comunicado divulgado nesta sexta-feira. A Smartfit já possuía 67,5% do capital social da companhia e, com o contrato, vai adquirir os 32,5% restantes.

O preço de aquisição pelas ações da Smart Rio será pago mediante emissão de novas ações preferenciais sem direito a voto da Smartfit, que serão integralizadas pelos vendedores por meio de capitalização de crédito.....Leia mais em valoreconomico 16/11/2018



A cara e necessária joia da SAP

A gigante alemã dos softwares compra a startup americana Qualtrics por € 7 bilhões e acirra a disputa contra a Salesforce Bill McDermott, da SAP: “Pagamos um belo preço. Mas foi merecido”

A joia da coroa. Foi a expressão utilizada por Bill McDermott, CEO da desenvolvedora de softwares alemã SAP, para definir a compra da empresa americana de pesquisa de mercado Qualtrics. Faz sentido. Não apenas pelo valor, digno de realezas endinheiradas, pago no negócio: € 7 bilhões. Com foco em serviços de pesquisa de marcas e produtos, a startup, fundada em 2002 pelos irmãos Ryan e Jared Smith e por Stuart Orgill, é mais uma tentativa da SAP de sair da sombra da rival americana Salesforce no mercado de gestão de relacionamento com clientes (CRM, na sigla em inglês). “Pagamos um belo preço”, disse McDermott à revista americana Fortune. “Mas foi merecido.” Foi a segunda maior aquisição da SAP, atrás apenas da compra da Concur Technologies, em 2014, por US$ 8,3 bilhões.

CEO visionário: em 2012, Ryan Smith não quis vender a Qualtrics por US$ 500 milhões
O mercado, no entanto, não se mostrou muito otimista. A Qualtrics estava pronta para abrir seu capital na Nasdaq. “Tivemos conversas com investidores a semana inteira”, disse Ryan Smith. “Iríamos tocar o sino na quinta-feira 15.”

A expectativa era de que a companhia conseguisse uma avaliação pública de US$ 4,8 bilhões – valor bem inferior ao desembolsado pelos alemães.

Como era de se esperar, Wall Street reagiu. Na segunda-feira 12, as ações da SAP na Nyse caíram 4,7%, o que fez o valor de mercado da empresa passar de US$ 133 bilhões para US$ 124,5 bilhões.

Na lógica dos investidores, a quantia paga no negócio foi excessiva, já que supera em mais de 20 vezes as receitas obtidas pela Qualtrics no ano passado. “Foi um plano caro para comprar crescimento”, disse Neil Campling, analista do grupo bancário suíço Mirabaud, à agência de notícias americana Bloomberg. “É um número extremamente alto.”

São valores que parecem pouco importar para a SAP, que tem seus olhos voltados para outros dados. Mais especificamente, para o crescimento do mercado de CRM. De acordo com a consultoria americana Gartner, a companhia, com sede em Frankfurt, detém 8,5% de um mercado avaliado em US$ 46 bilhões. Na liderança do setor está a Salesforce, concorrente americana que tem 18,8% de share. “O segmento de CRM vai apresentar o maior crescimento no mercado de softwares”, avalia Julian Poulter, diretor de pesquisa da Gartner. “As organizações estão mais dispostas a obter uma visão em 360 graus de seus clientes.”

Com faturamento de US$ 289,9 milhões em 2017 e previsão de US$ 400 milhões neste ano, a Qualtrics se destaca por fornecer uma plataforma simples para a análise automatizada de dados – segmento conhecido como XM, de gerenciamento de experiências.

Foi o que atraiu a rede de supermercados americana Whole Foods, da Amazon. A rede passou a coletar informações para qualificar seus funcionários. Já a loja de departamentos americana Saks Fifth Avenue contratou a companhia para obter melhores feedbacks sobre suas marcas. Gigantes da tecnologia, como Microsoft e Yahoo, também já utilizaram serviços da Qualtrics. “É um negócio que define os novos caminhos de CRM”, afirma Davi Bertoncello, CEO da agência de pesquisas de mercado Hello Research. “É um processo de transformação digital, que pode gerar negócios disruptivos.” E lucrativos, espera a SAP. Rodrigo Loureiro Lei mais em istoedinheiro 15/11/18 




Taking realiza aporte de R$ 5 milhões na Pax Tecnologia e cria joint venture

Expectativa da empresa é crescer até 40% no mercado de Consultoria de Negócios, Tecnologia da Informação e Digital até 2020

A Taking, consultoria e integradora de soluções tecnológicas, anunciou nesta terça-feira (13/11) o aporte de R$ 5 milhões na integradora Pax Tecnologia para a formação de uma joint venture

Com expectativa de crescer 40% até 2020 por meio da joint venture, a Taking planeja expandir, ao longo do próximo ano, sua atuação nacional. No mês passado, já começou essa estratégia com uma nova operação em Salvador para atender todo o Nordeste.

Marco Romero, VP Comercial da Taking, destaca que o objetivo é oferecer a excelência no atendimentos dos times das duas empresas, levando ao mercado as expertises de alto nível das equipes técnicas que são multidisciplinares.

O executivo comenta que a Pax Tecnologia é uma das poucas empresas que entrega os serviços com qualidade e no prazo que se propõe, com alta capacitação técnica. "Já temos uma longa parceria e ambos prezamos pela qualidade dos projetos. Por isso adquirimos 21% da empresa", disse.

Atualmente a Pax tem uma equipe de sustentação 24x7, que busca constantemente a excelência em diversas tecnologias, entre elas marcas como Oracle, Microsoft, e IBM, além de ferramentas como: Kubernets, Banco de dados NoSQL (MongoDB, ElasticSearch, Redis), Microsserviços e servidores de aplicação Open Source... leia mais em computerworld 13/11/2018



15 novembro 2018

Startup brasileira quer unir paciente, médico e fornecedor de maconha medicinal

Plataforma Dr. Cannabis recebeu R$ 750 mil em financiamento coletivo neste ano e deve abrir nova rodada de investimentos em 2019 via private equity

A importação de maconha para uso medicinal foi autorizada pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) no final de 2014. Mas apesar de quatro anos terem se passado, pouco avanço tem sido registrado em relação à liberação desses medicamentos no Brasil.

Desde 2015, 4.500 pacientes obtiveram a permissão para importar os canabinoides e 800 médicos foram habilitados a prescrevê-los  — o Brasil atualmente possui 452 mil profissionais registrados na Federação Nacional dos Médicos.

Em meio à burocracia e ao preconceito, uma startup brasileira criada este ano pretende atuar como plataforma de conexão entre médicos, pacientes e fornecedores de maconha medicinal: a Dr. Cannabis.

"O Brasil é um dos mercados mais reprimidos do mundo quando se trata de cannabis medicinal. Falta conhecimento científico no Brasil e falta conhecimento dos médicos e pacientes sobre o assunto", argumenta Viviane Sedola, fundadora da platafarma.

Por meio de algoritmos e inscrições voluntárias, o site organiza um banco de dados de médicos da América Latina que prescrevem os canabinoides, pessoas habilitadas a comprar os medicamentos (apenas autorizados em óleo) e fornecedores, que ainda são todos estrangeiros.

Para orientar os brasileiros, o site também conta com forúns e informações sobre o uso da maconha medicinal para tratamento de doenças crônicas.

De acordo com Viviane, a plataforma deve ser financiada pelas próprias farmacêuticas, que pagarão uma porcentagem sobre as vendas dos produtos.

"A expectativa é que 40% dos médicos cadastrados para oferecer os medicamentos estejam inscritos na rede até 2020", projeta a empreendora, que foi uma das cofundadoras da Kickante, de financiamento coletivo.

Nos últimos meses, a Dr. Cannabis recebeu R$ 750 mil em crowdfunding. Para 2019, Viviane espera uma nova rodada de investimentos, provavelmente via private equity.

"As farmacêuticas estão vendo o Brasil como um mercado potencial, principalmente por sua dimensão territorial. A grande expectativa é que o país produza os próprios medicamentos", afirma a empresária... Leia mais em epocanegocios 14/11/2018


15 novembro 2018