26 janeiro 2020

MV apresenta primeiro centro de comando para saúde no Brasil

Solução de tecnologia auxilia hospitais e outros centros a monitorar possíveis problemas e elaborar soluções

Imagine ter toda uma situação de monitoramento em um leito de hospital à distância, e poder solucionar qualquer problema sem estar no mesmo prédio. Com 30 anos de experiência em soluções de TI, a MV inaugurou neste mês o primeiro centro de comando focado em saúde do Brasil. Alocado na Imbiribeira, Zona Sul do Recife, o Command Center MV reúne 30 funcionários, ajudando a revolucionar a administração de sistemas de saúde no País.

Com o uso de tecnologia baseada em algoritmos e inteligência artificial que se comunica com sistemas de gestão (ERP - Enterprise Resource Planning), uma equipe de especialistas da MV estará à frente de uma grande central de informações para contato permanente com salas de controle montadas nos clientes. Ainda em fase de testes e adaptação para os clientes, o produto estará à venda em abril de forma definitiva.

Utilizando os recursos, diversos padrões são estabelecidos, com dados de exames de imagem (tomografias) até funcionamento de aparelhos e monitoramento de UTIs. Com a leitura feita em tempo real, alertas são emitidos caso o setor apresente algum problema ou necessite de um auxílio. A demanda, no entanto, irá variar de acordo com o SLA (Acordo de Nível de Serviço - ANS), um contrato entre a entidade que pretende fornecer o serviço e o cliente que deseja se beneficiar deste.

Porém, nem tudo se resume à automação. O centro utiliza especialistas em diversas áreas de saúde, que conseguem ter uma melhor análise da situação e elaborar as melhores soluções.

Entre os 30 funcionários, médicos, enfermeiros, administradores, farmacêuticos, bioquímicos e especialistas em faturamento, controladoria e processos de gestão ficam focados na análise de comportamentos e na necessidade de suporte a ações imediatas, buscando um melhor aproveitamento dos setores.

Na própria sede da MV em Pernambuco, uma equipe de 800 funcionários trabalha no desenvolvimento de softwares que auxiliam na gestão, inclusive do próprio Command Center.

Além disso, os próprios hospitais possuem uma mini-central, com funcionários que dão o suporte no mesmo lugar, caso necessário. O novo produto, pioneiro no Brasil e na América Latina, faz parte do conceito de saúde 4.0. “A MV vem investindo muito na área de saúde em pesquisas e desenvolvimento e temos sempre procurado uma forma de melhorar a eficiência das empresas como um todo”, afirma o presidente da MV, Paulo Magnus.

“Detectamos que existe um sub-uso das tecnologias em qualquer tipo de empresa, e na área de saúde isso é mais relevante ainda. Procuramos identificar de que forma essa utilização poderia melhorar e otimizar tudo”, completa.

De acordo com pesquisas realizadas pela própria empresa, os funcionários conseguem ter apenas 60% de conhecimento sobre os aparelhos utilizados no próprio setor. A criação do centro de comando serve para auxiliar o profissional e criar uma melhor e mais segura experiência para o paciente.

"Buscamos mostrar através de inteligência artificial que está havendo uma deterioração na empresa, mesmo que tudo aparente estar bem. Queremos antecipar tendências, melhorar o ambiente como um todo para ter o melhor resultado”, afirma Magnus.

Com o novo sistema, é possível, por exemplo, alertar um gestor a respeito de pacientes com permanência acima do previsto, pacientes de longa permanência, pacientes sem prescrição e outros com riscos assistenciais. Através de um painel de indicadores, que reúne o monitoramento pelo Brasil inteiro em categorias que vão da urgência até o administrativo, é possível identificar se um indicador está abaixo da média ou não.

Na infinidade de setores apresentados, o gestor também terá alertas sobre consentimento informado, faturamento, ciclo financeiro, suprimentos e outros que promovam mais segurança e qualidade em saúde.  Por Mário Fonte Leia mais em folhadepe 25/01/2020


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26 janeiro 2020



Carf diverge sobre venda de ativos de empresas por meio de sócios

Operação faz a tributação sobre o ganho de capital decorrente do negócio diminuir de 34% para até 15%

O Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (Carf) tem decisões divergentes sobre o que a Receita Federal considera como uma estratégia dos contribuintes para reduzir carga tributária. Trata-se da venda de ativos de empresas por meio de sócios pessoas físicas.

Essa operação faz a tributação sobre o ganho de capital decorrente do negócio diminuir de 34% para até 15%. .. Leia mais em valoreconomico 26/01/2020
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Oi contrata Bank of America para acelerar venda de telefonia móvel, diz jornal

De acordo com o jornal O Globo, a companhia espera obter R$ 15 bilhões com o negócio

Depois de confirmar a venda de 25% da participação que possui na Unitel para a Sonagol, a Oi está se movimentado para fazer mais desinvestimentos. Segundo informações do jornalista Lauro Jardim, de O Globo, a operadora contratou o Bank of America (BofA) para agilizar a venda da sua parte de telefonia móvel.

De acordo com o jornal, a companhia espera obter R$ 15 bilhões com o negócio e as informações do interesse de outras operadoras também já foram repassadas à TIM, Vivo e Claro.

O ano deve ser agitado para a Oi. Na sexta-feira passada (24), a operadora de telefonia vendeu os 25% de participação que detinha na angolana Unitel para a Sonagol por US$ 1 bilhão.

Até aquele momento, a Oi tinha recebido o valor de US$ 760 milhões pela transação, sendo que US$ 699,1 milhões foram transferidos na última-feira e US$ 60,9 milhões já tinham sido creditados anteriormente.

Já os US$ 240 milhões restantes do montante total, por sua vez, deveriam ser pagos até 31 de julho de 2020 e estão garantidos por carta de fiança emitida por banco de primeira linha. O documento divulgado pela Oi dizia ainda que estava assegurado à operadora de telefonia um fluxo mínimo mensal de US$ 40 milhões que deveria ser pago a partir de fevereiro de 2020.

Após a confirmação da transação, os papéis da companhia chegaram a cair 7,48% na sexta-feira (24). Porém, próximo do fim do pregão, as ações recuaram ainda mais e terminaram a sexta-feira cotadas em R$ 0,96, o que representa uma contração de 10,28%.

Uma das possíveis razões para a queda é que o mercado precificou a venda já ontem, o que fez com que as ações subissem mais de 9% no pregão de quinta-feira (23). Já no dia seguinte, o mercado realizava mais um movimento de ajuste e devolução dos ganhos, além do que como o papel vale bem pouco (abaixo de R$ 1) qualquer movimento acaba gerando grandes alterações em seu preço.

A operação está prevista no plano de recuperação judicial da Oi e de suas subsidiárias. Ela também faz parte do plano estratégico divulgado pela companhia em julho do ano passado.

Números da Oi

Ao apresentar o resultado do terceiro trimestre de 2019, a Oi reportou um prejuízo líquido consolidado de R$ 5,747 bilhões. O número é 330% maior que o apresentado nos mesmos três meses do ano anterior, quando o resultado havia sido um prejuízo de R$ 1,336 bilhão.

Com esses números, a companhia apresenta um prejuízo acumulado de R$ 6,738 bilhões em 2019, até setembro. Os principais fatores que influenciaram o balanço foram a queda de 8,88% na receita (R$ 5,001 bilhões), a valorização do dólar (que afeta a dívida da empresa) e a baixa contábil de ativos, calculada em R$ 3,342 bilhões.

O Ebitda (lucro antes dos juros, impostos, depreciação e amortização) calculado segundo a norma contábil IFRS 16,  foi de R$ 1,374 bilhão no terceiro trimestre, dentro da meta prevista para o ano, uma margem de 27,5%.

Já o faturamento caiu nos três segmentos de negócios: móvel, fixo e corporativo. Na categoria residencial a queda foi de 13,5%. No móvel, 2,2% e no corporativo, conhecido como B2B, 7,9%.

A base de clientes da companhia também sofreu uma diminuição de 6,2%, com o setor mais afetado sendo a de clientes residenciais.

O resultado financeiro ficou negativo em R$ 2,376 bilhões, uma piora de 73% na comparação anual, puxado principalmente pela disparada do dólar, impactando a dívida na moeda estrangeira... Leia mais em meudinheiro 26/01/2020


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Empresas brasileiras precisam estar preparadas para fusões e aquisições

Consultorias PwC e KPMG apontam tendência para consolidação no país; especialistas opinam e apontam setores mais promissores

Nas últimas semanas, duas grandes consultorias divulgaram os números de fusões e aquisições no Brasil em 2019 e suas projeções para 2020. Ambas apontaram crescimento acima do recorde histórico e fizeram previsões de crescimento ainda maior em 2020. Dados divulgados pela Conferência das Nações Unidas para o Comércio e Desenvolvimento (Unctad) ajudam a confirmar a tendência: o país subiu da sexta para a quarta posição entre os principais destinos de investimentos estrangeiros no mundo em 2019 e recebeu US﹩ 75 bilhões em recursos externos, contra US﹩ 60 bilhões em 2018.

Diversos fatores contribuem para esse movimento, segundo o advogado Eduardo Gonzaga Oliveira de Natal, mestre em Direito do Estado pela PUC e especialista em Estratégicas Societárias e Sucessórias pela FGV, sócio do escritório Natal & Manssur. "O baixo valor da nossa moeda faz o preço dos ativos ser muito atrativo para os investidores. Outro ponto é o arrefecimento da economia internacional, o que desvia o foco para países como o Brasil. Sem falar no nosso mercado consumidor, de mais de 200 milhões de pessoas", avalia.

"A Reforma da Previdência, a MP da Liberdade Econômica, a previsibilidade de haver uma reforma administrativa e as privatizações são movimentos que também reforçam a confiança do investidor estrangeiro no Brasil e atraem negócios", complementa o advogado George Leandro Luna Bonfim, especialista em assessoria para fundos de Private Equity e Venture Capital em operações de compra e venda de empresas no Brasil, e que também atua no escritório Natal & Manssur.

Segundo ele, duas áreas são bastante promissoras para consolidação: construção civil, em crescimento acelerado desde o ano passado, e o setor imobiliário. "A previsão é que 2020 seja melhor ainda".

Antes do M&A, a lição de casa

Nesse contexto, os especialistas alertam: é preciso estar preparado e contar com uma consultoria para iniciar um processo de M&A.

"Levando em conta que as médias e pequenas empresas estão, preferencialmente, na mira dessa tendência, é muito importante o empresário brasileiro fazer a lição de casa e colocar a casa em ordem, antes mesmo que se inicie a due dilligence", pontua Eduardo Natal. O trabalho é complexo e envolve análises de contingências civis, trabalhistas, tributárias, regulatórias, previdenciárias, além da projeção do que pode vir a ser um problema, em função das boas práticas ou não. "O empresário que não se prepara, em geral, se frustra com a precificação após a due dilligence, porque o valor cai muito dependendo das contingências".

Para George Bonfim, fazer um raio x da empresa não é relevante apenas para a precificação, mas também para traçar uma estratégia correta de futuro. "O empresário tem que saber que tipo de investidor ele quer. Se deseja apenas um fundo de investimento para crescer e se manter na gestão ou busca um parceiro estratégico para desenvolver o negócio no Brasil. Se está pensando em sair do negócio e como quer fazer a passagem desse bastão. Entender onde a empresa está e saber o que ela quer para o negócio é crucial para uma operação bem-sucedida", afirma.

A recomendação, portanto, é se antecipar e saber que a operação é complexa e pode levar mais tempo do que se espera. "A operação de M&A é bastante complexa e não ocorre em 30 ou 60 dias. Muitas vezes a empresa precisa passar por um estágio de saneamento, de auditoria financeira, jurídica, fiscal, precisa entender os estágios do processo. Se tentar atropelar as etapas e queimar a largada, terá sérios problemas lá na frente", finaliza Bonfim. Por Eduardo Gonzaga Oliveira de Natal e George Leandro Luna Bonfim  .. leia mais em segs 24/01/2020


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25 janeiro 2020

C&A busca startups para transformar como cliente compra e fala com a marca

Varejista abriu inscrições para seu primeiro programa de aceleração, o Conecta C&A, feito em parceria com organização de fomento ao empreendedorismo Endeavor

Avarejista de moda C&A está em busca de startups. O objetivo? Aperfeiçoar e revolucionar a experiência de compra dos clientes, ao mesmo tempo que a empresa mantém o relacionamento desses consumidores com a marca.

A C&A abriu inscrições para seu primeiro programa de aceleração. O Conecta C&A é feito em parceria com a organização de fomento ao empreendedorismo Endeavor. As inscrições devem ser feitas pelo site do Conecta C&A até 31 de janeiro de 2020.

As 10 startups de alto crescimento (ou scale-ups) selecionadas deverão ser especializadas em soluções inovadoras para o varejo e apresentar modelo de negócio comprovado pelo mercado e diferenciais competitivos claros. Segundo a C&A, o programa está em linha com a estratégia cada vez mais multicanal da varejista de moda, que pede uma maior aproximação com as inovações trazidas pelas startups.

Os negócios escaláveis, inovadores e tecnológicos receberão mentoriais individuais e coletivas com empreendedores e mentores da rede Endeavor e da própria C&A.

As startups conhecerão a operação da varejista de moda e poderão desenvolver produtos e serviços para solucionar desafios propostos. Entre eles, personalizar e inovar a jornada do cliente nas lojas físicas; otimizar processos internos; e facilitar comunicação entre funcionários.

Ao mesmo tempo, os fundadores dos negócios receberão novos pontos de vista sobre suas startups e trocarão experiências com os outros empreendedores selecionados. .. Leia mais em revistapegn.globo 24/01/2020

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25 janeiro 2020



Google pode comprar Salesforce por US$ 250 bilhões para combater Amazon

O Google poderia adquirir o Salesforce para alcançar seu objetivo de se tornar o segundo maior na nuvem até 2023, preveem analistas

Analistas do RBC Capital Markets, um banco global de investimentos, fizeram uma previsão de como será a resposta do Google para acompanhar o rápido desenvolvimento dos serviços de armazenamento de dados em nuvem das suas rivais do setor de tecnologia, a Amazon e a Microsoft. E essa resposta deve custar caro.

Em seu relatório de perspectivas para 2020, o banco disse que espera que o Google possa adquirir a Salesforce, empresa americana de software on demand, em um acordo que pode chegar em US$ 250 bilhões.

Nesse mesmo relatório, o banco afirma que o Google também pode comprar a Nutanix, empresa de software, para alavancar seus planos de melhorar seus serviços de armazenamento em nuvem.

As duas previsões do RBC sobre o investimento em companhias que podem melhorar a tecnologia do sistema do Google vêm em um momento delicado para o futuro do Google Cloud Platform.

O Goldman Sachs relatou, com bases em relatórios de mais de 100 executivos de tecnologia de empresas do Global 2000, uma pequena diminuição no uso do Google Cloud.

A Google Cloud Platform é o terceiro serviço de nuvem pública, significativamente atrás da AWS [Amazon Web Services] e da Azure [sistema da Microsoft], em participação de mercado por receita.

“O Google tem feito esforços agressivos em relação a aquisição de talentos, parcerias tecnológicos e M&As [fusões e aquisições] para moldar sua proposta estratégica de valor empresarial”, dizem os analistas do Goldman Sachs em relatório.

A aquisição
O Google poderia adquirir a Salesforce para alcançar seu objetivo de se tornar a segunda maior nuvem de armazenamento, preveem os analistas RBC.

Segundo informações do Business Insider, Thomas Kurian, CEO do Google Cloud, disse aos funcionários que o serviço tem uma meta de cinco anos para se tornar “pelo menos a nuvem número dois no mercado”.

“Não vemos uma maneira orgânica viável do Google Cloud chegar lá”, disse a nota da RBC, em resposta ao comentário de Kurian.

O banco defende que a aquisição da Salesforce permitiria ao Google “saltar instantaneamente” para o segundo lugar atrás da Amazon, deixando a Azure para trás.

Observadores especulam, desde que assumiu o cargo, que Kurian poderia estar procurando fazer mega acordos para ajudar o Google a se aproximar da supremacia da nuvem.

No começo de janeiro, Dan Ives, analista da Wedbush Securities, disse ao Business Insider que espera que Kurian leve o Google a grandes aquisições, incluindo acordos potenciais para comprar diversas empresas de capital aberto ligadas à tecnologia de armazenamento em nuvem e análise de dados.

Desenvolvendo o Google Cloud Platform
Além das possíveis aquisições, o RBC acredita que o Google possa criar uma divisão totalmente independente para os serviços de nuvem. De acordo com analistas do RBC, essa poderia ser uma companhia com um valor de mercado superior a US$ 220 bilhões.

Para o RBC, esse descolamento entre as marcas pode acontecer por dois principais motivos.

O primeiro é porque o Google contratou Kurian e agora “o Google Cloud Platforms tem um líder reconhecido e um executivo sênior comprovado com muita familiaridade com Wall Street”, em referência ao mandato de 20 anos como presidente de produtos na Oracle antes de aceitar a proposta do Google.

O segundo motivo para a companhia considerar uma possível separação entre as marcas é devido ao crescente escrutínio das políticas antitruste que o Google vem sofrendo e à recente mudança na governança da Alphabet, holding que controla a companhia... Leia mais em infomononey 23/01/2020


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As fintechs estão diversificando os serviços só haverá vantagem com isso

A pesquisa Fintech Deep Diver, realizada pela consultoria PwC, mostra que quase a metade delas (46%) atua como meio de pagamento ou na oferta de créditos e negociações de dívidas, as duas categorias tradicionalmente mais requisitadas pelos usuários.

A relação dos brasileiros com o mercado financeiro sempre foi cheia de percalços. As crises econômicas impediam um melhor uso do dinheiro por grande parte da população, e as opções disponíveis ficavam restritas aos bancos, que abusavam de uma rotina burocrática. A evolução tecnológica promoveu uma transformação no setor. Novas empresas surgiram com o intuito de agilizar e, principalmente, democratizar os serviços financeiros. As fintechs, expressão dada às startups que combinam tecnologia com finanças, crescem a cada ano e expandem seus serviços em diferentes segmentos e modelos de negócio.

Não há um número concreto sobre a quantidade de empresas desse tipo em operação no Brasil atualmente. Contudo, estimativas e levantamentos recentes indicam que há mais de 500 em operação desenvolvendo diferentes soluções. A pesquisa Fintech Deep Diver, realizada pela consultoria PwC, mostra que quase a metade delas (46%) atua como meio de pagamento ou na oferta de créditos e negociações de dívidas, as duas categorias tradicionalmente mais requisitadas pelos usuários. Mas há as que são especializadas em gestão financeira, de investimentos, seguros, moedas digitais, câmbio, contabilidade, banco digital, entre outras áreas.

Essa diversificação está ligada essencialmente à maturidade que o setor adquiriu nos últimos anos. No início da década, por exemplo, combinar tecnologia com serviços financeiros era visto como algo temerário pelas organizações, uma vez que se trata de um mercado cheio de regras e que uma informação errada pode provocar uma reação em cadeia que coloca em risco o Sistema Financeiro Nacional. A preocupação se faz necessária, sem dúvida, mas as startups mostraram que é possível desburocratizar os serviços e oferecer soluções que impactam positivamente a vida das pessoas.

Foi um período de consolidação das fintechs no mercado, em que serviços disruptivos foram idealizados e colocados em prática. A partir do momento em que conquistaram seu espaço e mostraram um novo jeito de trabalhar com o dinheiro, essas empresas puderam dar um passo adiante em seus negócios. Em suma: puderam expandir a atuação em outros segmentos, oferecendo serviços e produtos que não ficam restritos ao hábito de pagar as contas e negociar dívidas. Hoje, toda categoria em que há procedimentos financeiros pode - e deve - ser influenciada pelo desenvolvimento tecnológico.

Diante desse ecossistema cada vez maior, os principais beneficiados são os próprios usuários, que pode lidar melhor com o dinheiro graças às inúmeras soluções disponíveis. Hoje, com soluções que combinam tecnologia e finanças, é possível ter mais praticidade para pagar contas e compras do dia a dia, além de diversos serviços mais específicos, como administrar seus investimentos em uma única plataforma, ter mais segurança em transações online, possuir uma conta bancária digital e até comprar moeda estrangeira sem sair de casa.

A tendência é essa realidade se aprofundar ainda mais nos próximos anos, na medida em que as soluções digitais desenvolvidas pelas fintechs (e também pelas instituições mais tradicionais) integrarem o dia a dia das pessoas. Há empresas que identificaram um nicho de mercado importante, como a gestão dos benefícios dos trabalhadores, que atende uma demanda atual e resolve uma importante questão do mercado corporativo. Em um mundo cada vez mais conectado, contar com a tecnologia para solucionar problemas do dia a dia torna-se fundamental. Espera-se que as empresas sigam nessa busca de identificarem nichos e serviços que realmente resolvem situações reais dos consumidores e estimulem, assim, um setor tão disputado como o financeiro, explica, Raphael Machioni, sócio fundador da Vee... Leia mais em segs 25/01/2020

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Priner vai testar ‘mini-IPO’ no Novo Mercado

Operação é a primeira na linha de ofertas iniciais de pequeno porte, mas fora do ambiente do Bovespa Mais

A Priner, que presta serviços industriais para empresas de óleo e gás e mineração, protocolou nesta sexta-feira na Comissão de Valores Mobiliários (CVM) seu registro e prospecto preliminar para oferta pública inicial de ações (IPO).

A oferta terá algumas características diferentes da média de mercado, abrindo espaço para o que .. Leia mais emvalor economico 25/01/2020

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Volume de aportes em startups do país cresce 80% e atinge US$ 2,7 bi em 2019

O grupo japonês SoftBank surgiu como peça fundamental desse crescimento

O ecossistema brasileiro de startups registrou recorde no volume de investimentos em 2019. Segundo levantamento da consultoria em inovação Distrito, as empresas do País receberam US$ 2,7 bilhões em aportes no ano passado. É um crescimento de 80% na comparação com 2018, quando o total foi de US$ 1,5 bilhão.

Ao todo, 260 rodadas de investimento foram realizadas no último ano, de acordo com o estudo. O número de aportes cresceu 8,3% na comparação com 2018, mas não bateu recordes - em 2017, foram 263 investimentos no País, mas com valor individual menor, totalizando US$ 905 milhões. "Há uma evolução maior do mercado nacional e maior liquidez no mercado global. Isso tudo beneficia os investimentos", diz Gustavo Gierun, cofundador da Distrito.

Responsável por ao menos nove aportes no País em 2019, incluindo nos unicórnios Gympass, QuintoAndar e Loggi, o grupo japonês SoftBank surgiu como peça fundamental desse crescimento. Considerados os anúncios feitos no ano passado, as rodadas com a participação da empresa movimentaram cerca de US$ 1,3 bilhão, respondendo por quase metade do volume registrado em 2019.

O cenário deve ser diferente neste ano, depois dos problemas apresentados por WeWork e Uber, duas das principais apostas do SoftBank no exterior - o grupo já admitiu que fará menos investimentos no País em 2020. Na visão de Gierun, isso não necessariamente será problema. "O mercado tem se sofisticado nos últimos anos e atraído cada vez mais investidores estrangeiros", diz.

Fintechs
Segundo o levantamento realizado pela Distrito, as fintechs (startups de serviços financeiros) foram as empresas que mais receberam atenção dos investidores. Foram ao todo 62 cheques, que somaram US$ 935 milhões - entre eles estão os US$ 400 milhões que levaram o Nubank a ser avaliado em cerca de US$ 10 bilhões. O crescimento do segmento também chama a atenção: em 2018, as fintechs brasileiras haviam recebido US$ 338 milhões. Em 2019, portanto, o salto foi de 276%.

"É um setor que vive uma revolução, que deve aumentar nos próximos anos", diz Gierun. "Novas regulações, como open banking, pagamentos instantâneos e cadastro positivo, abrem espaço para que startups disputem com as grandes empresas.

Há oportunidades." A maioria dos investimentos realizados no País, porém, está longe da casa das dezenas ou centenas de milhões - apenas 11 investimentos aconteceram após a Série C, jargão do setor que identifica aportes realizados em empresas já maduras. Segundo o estudo, 87 aportes foram realizados em capital semente, quando a startup ainda está em estágio inicial de desenvolvimento - esses cheques giram em torno de R$ 500 mil e R$ 5 milhões.


Outros 40 investimentos foram do tipo Série A, quando a empresa já começou a amadurecer seu produto. Além disso, 38 investimentos foram realizados em fase pré-semente, quando a startup ainda é considerada embrionária. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo... Leia mais em epocanegocios 25/01/2020

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'Não tenho certeza de que erramos tanto assim', diz banqueiro que apoiou IPO do WeWork

O diretor executivo do Goldman Sachs defendeu o trabalho do banco de investimento na tentativa frustrada de abertura de capital do WeWork no ano passado.

"Não tenho certeza de que erramos tanto assim”, disse David Solomon, quando questionado sobre o WeWork durante um painel do Fórum Econômico Mundial em Davos na terça-feira.

"Algumas coisas estavam certas e algumas coisas estavam erradas”.

O Goldman Sachs foi um dos principais bancos entre os que trabalharam na oferta pública inicial (IPO) planejada pela WeWork no ano passado. A entrada da startup imobiliária que fornece espaços de trabalho compartilhados no mercado de capitais foi uma das mais esperadas do ano, mas foi cancelada devido à falta de interesse dos investidores, que questionaram o valuation da empresa e o seu modelo de negócio.

Leia também
O valor dos papéis da WeWork caiu em mais U$40 bilhões, e a empresa foi forçada a pedir ajuda financeira ao SoftBank, seu principal investidor.

O Financial Times afirmou que o Goldman Sachs disse que a WeWork – que hoje vale cerca de U$8 bilhões – poderia chegar a valer U$96 bilhões no mercado público durante o processo de abertura de capital. O Wall Street Journal incluiu recentemente o Goldman no grupo de "homens com dinheiro que permitiram... o fiasco da WeWork”.

"Uma das coisas que eu disse publicamente... é que o processo funcionou no caso da WeWork,” disse Solomon na terça-feira.

"Os bancos não estavam avaliando. A forma como o processo de um IPO funciona quando você é um banco é a seguinte: você é convidado por uma empresa, é uma empresa privada, seus números não são públicos, eles lhe dão um modelo. Você diz à empresa: ‘Se você conseguir nos provar que o modelo realmente faz o que isso faz, então é possível que ele possa valer isso no mercado público”.

"No entanto, há um processo de diligência, há um processo de comprovação, em alguns casos há reuniões prévias com investidores, e esse processo mostra a realidade”.

"Eu acho que esse é um ótimo exemplo do funcionamento do processo. Pode não ter sido tão bonito quanto todo mundo gostaria que fosse”.

Ele disse que as empresas privadas também "não são exigidas da mesma forma no que diz respeito à produção de informação ... e isso é um problema”.

Solomon também culpou as baixas taxas de juros pelo deslocamento entre valuations privados e públicos, argumentando que o fato de que "o dinheiro tem sido basicamente gratuito” levou os investidores a "supervalorizar o crescimento e subvalorizar os ganhos futuros que uma empresa pode proporcionar”.

"Creio que vimos uma espécie de reajuste no qual a necessidade de realmente pensar em um caminho rumo à lucratividade está ganhando um foco maior do que tinha 18 meses atrás,” disse Solomon.

O Goldman Sachs disse em outubro do ano passado que o IPO cancelado da WeWork e a queda subsequente do valor da empresa custaram U$80 milhões ao banco.

Os comentários de Solomon foram feitos durante um painel sobre a avaliação de empresas ‘unicórnios’ em Davos. Também estavam presentes Stacey Cunningham, diretor executivo da Bolsa de Valores de Nova Iorque, e William Ford, diretor executivo da empresa de private equity General Atlantic.

As empresas ‘unicórnios’ são empresas de tecnologia privadas com um valor de mais de U$1 bilhão. Chegar ao status de ‘unicórnio’ era visto como uma medalha de honra para as startups, mas 2019 foi um ano desastroso para as que tinham esse status. Empresas que abriram capital, como Uber e Lyft, viram seu valor de mercado despencar.

"Nós perdemos um pouco a mão no ano passado, nos últimos anos,” disse Ford.

A empresa de investimentos japonesa SoftBank era investidora da WeWork e do Uber. A SoftBank captou um fundo de capital de risco de U$100 bilhões em 2017, e investiu agressivamente desde então, fazendo grandes apostas em startups na esperança de impulsionar o crescimento. O estilo de investimento do fundo foi criticado nos últimos meses, com a queda do valuation de diversas empresas.

A SoftBank "buscou o crescimento a todo custo,” disse Ford.

"Uma das coisas que sempre contestamos em algumas das companhias nas quais investimos juntos era que eles estavam empurrando as empresas para uma globalização muito rápida, antes que elas aperfeiçoassem seu modelo de negócios geograficamente, digamos assim”.

"Nós dizíamos: vamos acertar o modelo, vamos acertar o caminho para a lucratividade, vamos fazer as receitas e os custos diretos associados funcionarem, e depois podemos pensar em expansão e crescimento. Em vez disso, a resposta era: ‘Não, vamos para a China agora.’”

Solomon, Cunningham e Ford são apenas alguns dos nomes de destaque de Davos, como é conhecida informalmente a conferência anual do Fórum Econômico Mundial (WEF). Cerca de 3 mil líderes mundiais e empresariais estão na comuna suíça para um evento de uma semana, discutindo as principais questões do dia. No topo da agenda deste ano estão o aquecimento global e o seu impacto no planeta... Leia mais em yahoo 24/01/2020

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O apetite da Tyson Foods pelo Brasil

Empresa americana compra 40% do frigorífico gaúcho Vibra, coloca um pé no mercado doméstico e passa a ter acesso ao suprimento de aves para reforçar o abastecimento de clientes em mercados externos.

A Tyson Foods, gigante americana do setor de alimentos, vem acelerando seus planos de internacionalização nos últimos anos – em ritmo semelhante ao de concorrentes como JBS, BRF e Marfrig. Chegou a vez de o Brasil entrar no cardápio da estratégia de expansão da companhia. Neste mês, com a aquisição de 40% da divisão de alimentos do grupo brasileiro Vibra, do Rio Grande do Sul, produtora e exportadora de produtos avícolas, os americanos colocam um pé no mercado brasileiro e passam a ter acesso ao suprimento de aves no País para atender parte de suas operações globais. Além disso, existe a possibilidade de distribuição de produtos Tyson no varejo brasileiro.

Proprietária de marcas conhecidas nos Estados Unidos, muitas delas no segmento de hambúrgueres e carnes processadas, a Tyson faturou US$ 42 bilhões no ano passado e possui 121 mil empregados. Seus executivos estimam que nos próximos cinco anos 98% do crescimento do consumo de proteínas acontecerá fora dos Estados Unidos. Daí a importância de expandir as operações para mercados variados. No ano passado a Tyson Foods comprou as operações de aves na Tailândia e Europa da também brasileira BRF. Mas, ainda assim, foi um negócio fora do território doméstico. Entrar no mercado brasileiro dará mais flexibilidade à companhia. “Este investimento na Vibra nos permitirá atender clientes brasileiros e de mercados de demanda prioritária na Ásia, Europa e Oriente Médio”, disse o presidente da área internacional da Tyson Foods, Donnie King, em nota. A Tyson já esteve no Brasil com marca própria, mas não teve sucesso e vendeu as operações para a JBS por US$ 175 milhões em 2014. O investimento na Vibra representa um retorno mais seguro, dentro de uma operação já estruturada.

O economista e consultor de agronegócio Marcos Fava enxerga como positiva a chegada da Tyson Foods ao mercado brasileiro. As expectativas de crescimento da economia, aliadas à alta competitividade do setor no Brasil, são fatores preponderantes para a decisão ter sido tomada. “O Brasil é hoje o País mais competitivo no segmento de frangos. Operando por aqui, a Tyson terá mais facilidade para abastecer seus clientes em outros continentes. Eu acredito que ela também tenha interesse em ampliar a atuação no mercado brasileiro, que deve crescer cerca de 2,5%”, disse Fava. “Em que ritmo ela pretende explorar o mercado nacional é uma variável que não sabemos.”

Com sede no município gaúcho de Montenegro, a Vibra tem 4 mil funcionários e 14 unidades de produção espalhadas pelo Rio Grande do Sul, Paraná e Minas Gerais. No mercado nacional atende principalmente as regiões Sul e Sudeste. Mas sua força maior está nas exportações. As vendas realizadas para cerca de 50 países contribuíram com 60% do faturamento de R$ 1,4 bilhão em 2019. A empresa gaúcha fornece anualmente cerca de 170 mil toneladas de carne de frango e pretende faturar em 2020 em torno de R$ 1,6 bilhão com abatimento de 200 mil toneladas. Hoje são abatidas cerca de 520 mil cabeças por dia. O Oriente Médio representa 50% de suas vendas externas, mas Europa e Ásia também são mercados importantes.

A relação da Vibra com a Tyson Foods não é recente. Há dois anos, ambas são parceiras em sistema de “copacking”, em que a brasileira produz e embala, por demanda, produtos com a marca Tyson, que vão para países do Oriente Médio. “Eles gostaram do nosso desempenho e forma de trabalhar e aceitaram ampliar a parceria por meio dessa operação que na prática foi uma capitalização da Vibra”, explica o CEO, Gerson Luís Muller.

“Podemos absorver conhecimento e expandir nossa área de atuação através da estrutura deles” Gerson Luís muller CEO da Vibra

EXPANSÃO Com os recursos dessa capitalização – que não tiveram os valores revelados – a Vibra poderá crescer organicamente e atingir a meta traçada para os próximos cinco anos, de aumentar em 70% o abate de aves. Muller não descarta adquirir concorrentes, mas isso não deve ocorrer de imediato. “Não é o momento de comprar. Os valores estão altos. Vamos aguardar as oportunidades surgirem.”

Para a Vibra, o negócio também possibilita acessar mais mercados consumidores por meio da estrutura comercial da Tyson Foods, além da oportunidade de absorver know how comercial, tecnológico e compartilhar escritórios mundo afora. “A Tyson fornece para redes de fast food e tem laboratórios que desenvolvem produtos específicos para seus clientes. Acho que podemos absorver conhecimento e expandir nossa área de atuação através da estrutura deles”, diz o executivo, que afirma não haver no contrato cláusula que preveja a venda da Vibra à Tyson Foods. “Se houver interesse, a gente conversa.”.. Leia mais em isto e dinheiro 24/01/2020


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Global Data Bank anuncia a aquisição da ROIx

Este é um momento de consolidação do mercado, com diminuição de players e movimentações estratégicas das empresas para ampliar seus horizontes e acelerar o crescimento dos negócios.  Segundo o estudo "Creating value beyond the deal: technology, media & telecommunications" elaborado pela empresa de consultoria e auditoria PwC, essas mudanças podem gerar oportunidades valiosas para criação de novos produtos e a entrada em novos mercados e categorias.

Com propósitos audaciosos, O Global Data Bank -  Privacy Tech norte-americana focada na proteção de dados e mídia - acaba de anunciar a compra da ROIx - empresa brasileira especialista em inteligência de dados e mídia programática.

O movimento vai ajudar o Global Data Bank o aumentar sua presença no Brasil, onde a ROIx já trabalha com mais de 160 marcas e mais de 100 agências de publicidade, incluindo as maiores marcas do mundo. Além disso, oferece também melhor estrutura para suportar o crescimento dos negócios na Europa, onde o Global Data Bank anunciou recentemente que Magid Souhami assumirá o cargo de Presidente Internacional.

Em 2019, com maior força no segundo semestre, as receitas do Global Data Bank cresceram mais de 600%, graças a forte adoção do mercado europeu ao "Compliant Media", onde o cumprimento legal das leis de dados se tornou uma das principais prioridades de todos os anunciantes e publishers.

Este sucesso também se deve ao fato de que, com o Global Data Bank, os anunciantes não precisam mudar a maneira como compram sua publicidade programática para estarem dentro das novas leis de privacidade. Projetada para trabalhar desde o consentimento do usuário até a ativação da mídia, esta plataforma 'end to end' permite que os anunciantes e suas agências comprem publicidade direcionada de forma eficiente e segura.

Com esta aquisição, a ROIx passa a operar como o braço de ativação de mídia programática da empresa, dando continuidade a oferta de produtos já consolidados, como o TVxtender, AUDIOx e ROIx Business.

John deTar, CEO da ROIx e um dos fundadores do Global Data Bank, enfatiza: "Temos um relacionamento estratégico entre as duas empresas desde o início. Essa aquisição posiciona os dois negócios para aproveitarmos o crescimento acelerado do Global Data Bank no Brasil e na Europa".

O Global Data Bank está em operação desde 2014, sempre focado em coleta, organização e ativação de dados próprios. A empresa possui escritórios no Brasil, Europa e EUA... Leia mais em terra 24/01/2020

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