17 agosto 2019

Venda de braço de telecom da Copel deve ser ocorrer até março de 2020

A estatal paranaense Copel trabalha para concluir a venda do seu braço de telecom até março do ano que vem, disse Daniel Slaviero, presidente da companhia, em teleconferência sobre os resultados do segundo trimestre nesta sexta-feira.  PU

O executivo lembrou que a Copel contratou no fim do primeiro semestre o Rothschild e o Cescon Barrieu como assessores financeiro e jurídico, respectivamente, para a operação.

Na semana passada, a Copel fez uma grande reunião de planejamento estratégico com a presença de colaboradores, diretores, conselheiros e consultorias externas. "De lá, saíram.. Leia mais em valoreconomico 16/08/2019

17 agosto 2019



Fusões e aquisições no ensino incluirão o Brasil na sociedade do conhecimento

Há pouco mais de dez anos, a educação passou a ser vista não apenas como um dos principais setores da economia, em função de seu aspecto social, mas também como um dos mais promissores serviços quanto ao potencial de negócios. Essa tendência iniciou-se em 2007, quando ocorreu o primeiro processo de abertura de capital (IPO) na área, seguido por outras instituições de Ensino Superior.

Com os recursos advindos do mercado de capitais, faculdades e universidades privadas passaram a investir na aquisição de outras organizações do mesmo segmento. Nesse cenário, em 2008, foram registradas 53 aquisições, transformando o setor de educação no quarto maior em volume de transações.

No futuro, poderemos atender muito melhor à necessidade de transformar a educação em efetivo fator de inclusão social

Após esse primeiro período de investimento, as instituições de ensino continuaram aquecendo o volume de transações, mantendo o setor como um dos principais ramos em volume de operações.

Considerando as transações realizadas entre 2008 até o primeiro trimestre de 2019, o setor de educação foi responsável por 294 transações de fusões e aquisições.

Entretanto, devemos sempre ressaltar que, nesse elevado volume de negócios, as empresas de publicidade e editoras não estão enquadradas, mesmo que muitas delas possuam ou operem sistemas como os de livros e apostilas utilizados em escolas próprias ou vendidos para outras instituições da rede pública e privada.

Analisando o ano de 2018, o setor de educação teve 29 operações de fusões e aquisições. Neste primeiro trimestre de 2019, temos um cenário bastante favorável e com uma perspectiva de manutenção de aquecimento na área educacional.

Estudo gerenciado pela KPMG, focado em fusões e aquisições, demonstra que 43% dos executivos do setor do ensino pretendem comprar outras instituições nos próximos 12 meses.

Para financiar tais operações de expansão, a intenção é utilizar capital próprio associado a crédito bancário como principal fonte de recursos. Dados explicitam que investir na educação apresenta excelente retorno para todas as partes. Entretanto, os dirigentes de entidades do setor de educação precisam estar atentos às oportunidades que o mercado possui e manter adequados controles e registros contábeis, tributários e fiscais, de modo a permitir que sua instituição se torne atraente para um processo de fusão e aquisição.

Grandes grupos investidores normalmente não adquirem negócios onde não haja controles que suportem os dados operacionais e financeiros.

Mesmo com essa perspectiva positiva de avanços, temos a sensação de que outros setores da economia recebem mais mudanças e avanços tecnológicos. Isso se reflete em um movimento disruptivo na área educacional e na forma com que as empresas operam. Esse é outro fator que demonstra as excelentes oportunidades no setor, tanto quanto avanços tecnológicos, bem como em agregar outras modalidades tradicionais, como escolas de idioma, ensino a distância e cursos que explorem o contraturno escolar.

Nesse contexto, concluímos que, no futuro, poderemos atender muito melhor à necessidade de transformar a educação em efetivo fator de inclusão social e desenvolvimento, como ocorreu em outros países.

De acordo com pesquisa do IBGE, em 2016, 51% dos habitantes adultos, acima de 25 anos, tinham no máximo o Ensino Fundamental. Menos de 20 milhões haviam concluído o Ensino Superior. O acesso à universidade, seja em cursos presenciais ou a distância, deverá aumentar em consequência dos investimentos em fusões e aquisições. Tal avanço é decisivo para inserir o Brasil na chamada sociedade do conhecimento do século 21. Por Marcos Boscolo da KPMG no Brasil. Leia mais em gazetadopovo 16/08/2019



Empresa holandesa é líder de mercado no Brasil

Empresa holandesa é líder de mercado no Brasil

Uma empresa holandesa com 53 anos de vida é líder de mercado no Brasil quando o assunto é controle biológico. A Koppert ingressou no País a sete anos, e iniciou forte comprando outras empresas do setor.  Em 2012, a primeira aquisição foi da Itaforte Bioprodutos, que atuava desde 1996 no segmento de controle de pragas e doenças da agricultura. No ano seguinte a empresa adquiriu a Manejo Agrícola, então a maior distribuidora de defensivos biológicos do mercado brasileiro. Em 2017 foi a vez da Koppert comprar a Espigão, empresa de distribuição no estado do Mato Grosso do Sul.

A última aquisição foi da Bug Agentes Biológicos, uma startup criada dentro da Esalq/USP. A Bug teve rápido crescimento e êxito no segmento de controle biológico, e reconhecimento internacional em 2012, quando foi eleita pela revista Fast Company (EUA) como a empresa mais inovadora do Brasil e a 33ª no mundo. No mesmo ano a Bug foi premiada ainda pela mídia americana – CNN, Time, Science e Fortune – com o World Technology Award na área de sustentabilidade.

A Koppert é forte nos produtos para a cana-de-açúcar, mas quer espaço nos cereais como soja, milho e trigo e também nos hortifruti

No Pais, a Koppert agora atua tanto com micro e macrobiológicos. A crescimento continua forte na cana-de-açúcar, mas a gigante holandesa também que galgar espaço nos cereais como soja, milho e trigo e também nos hortifruti, em que a expertise da empresa é muito grande graças as casas de vegetação na Holanda. “Todo nosso know-how é grande em clima temperado, mas viemos justamente para adequar essa tecnologia para o clima tropical, com essas monoculturas gigantes e estamos conseguindo nos adaptar bem na realidade do Brasil”, explica o pesquisador de microbiológicos da empresa, Thiago de Castro.

Hoje, inserida na ACBio (Associação Brasileira das Empresas de Controle Biológico), a Koppert ainda não vê os outros players do setor como concorrentes. “Hoje conseguimos atender 3% do mercado brasileiro e todos estão tentando conquistar esse mercado. Somos líderes de mercado e estamos trabalhando para nos manter assim. Estamos com o leque aberto para todas as possibilidades (de ação em diversas culturas). A nossa base quer entrar nos grandes mercados e temos capacidade para isso.” .. Leia mais em folhadelondrina 17/08/2019



16 agosto 2019

Setor tecnológico de Florianópolis registra R$ 6,7 bilhões de faturamento em 2018

Segundo um estudo divulgado no Startup Summit por Daniel Leipnitz, presidente da ACATE, mais de mil novas vagas de trabalho em tecnologia foram geradas na cidade no último ano

Mais de 11 mil empresas contribuem para o ecossistema de tecnologia catarinense. Só em Florianópolis, são quase 2,5 mil.  É o que aponta o Tech Report, estudo realizado pela Associação Catarinense de Tecnologia (ACATE) e apresentado durante o Startup Summit, evento realizado pelo Sebrae e ACATE que conta com cobertura in loco da StartSe. Em 2018, o setor tecnológico de Santa Catarina faturou R$ 15,8 bilhões em 2018, com R$ 6,7 bilhões na capital.

"Nos últimos quatro anos, o ecossistema dobrou. A maioria são pequenas e médias empresas que nasceram aqui", ressaltou Daniel Leipnitz, presidente da ACATE, durante o evento. Ao todo, foram 3 mil novas vagas de trabalho geradas no último ano em Santa Catarina, com 1,2 mil em Florianópolis. O estado é o sexto maior pólo de tecnologia do Brasil em número de empreendedores, com 15,7 mil. .. Leia mais em starse 16/08/2019

16 agosto 2019



Insurtechs: contratação de seguros com uso de IA ultrapassará US$ 20 bi em 2024

Novos dados da Juniper Research preveem que o valor dos prêmios de seguro contratados através de uso de Inteligência Artificial – IA – excederá US$ 20 bilhões até 2024, acima dos US$ 1,3 bilhão estimados em 2019. Esse crescimento será impulsionado por processos de contratação simplificados e mais rápidos e reduções nos custos operacionais possibilitados pela tecnologia.

De acordo com a pesquisa "Insurtech: Impact Assessments, Insurer Readiness & Market Forecasts 2019-2024", a eficiência na contratação será possibilitada pelo aumento do uso das redes de telemática e das ferramentas de gerenciamento de IoT nos setores automobilísticos, residencial, vida e seguro de saúde. O maior acesso das seguradoras a dados operacionais e comportamentais permitirá recursos avançados de análise de dados; permitindo que as seguradoras se protejam contra riscos crescentes.

A pesquisa prevê que as receitas globais de telemática de comunicação crescerão de US$ 1,2 bilhão em 2019 para US$ 5,4 bilhões até 2024. Ela prevê que esse crescimento será impulsionado pelo aumento do apoio de OEMs automotivos, como parte de estratégias mais amplas de carros conectados. O aumento do número de veículos no Extremo Oriente e na China impulsionará o crescimento da telemática, aumentando sua participação de receita de 15% em 2019 para 33% em 2024.

 As eficiências das reivindicações da IA ??geram economia de custos

A pesquisa prevê que a economia nos custos da IA ??aumentará de US$ 340 milhões em 2019 para US$ 2,3 bilhões até 2024, uma vez que as seguradoras exploram as eficiências obtidas por meio da automação de tarefas que consomem muitos recursos. O setor de seguros de automóveis terá a maior economia de custos; representando mais de 60% da economia global globalmente até 2024, possibilitada pela significativa aceitação dos prêmios de insurtech baseados em IA e por vários fornecedores de insurtech que aplicam IA com grande efeito.

Além disso, a pesquisa identifica o setor de saúde como um setor preparado para a disrupção e recomenda que as seguradoras de saúde busquem a IA como uma maneira de reduzir os custos operacionais e permitir preços competitivos. Ele antecipa que os avanços em PNL (Processamento de Linguagem Natural) permitirão às seguradoras aproveitar a abundância de dados não estruturados existentes, permitindo que eles gerenciem e criem valor a partir de mais fontes de dados, criando processos simplificados... Leia mais em tiinsiide 16/08/2019



Fusões e aquisições devem crescer este ano, estima Duff & Phelps

Há grande espaço também para a reestruturação de empresas com a redução das taxas de juros no Brasil

Apesar da economia fraca, com um crescimento estimado em 0,8% neste ano e talvez 2% no ano que vem, as operações de fusões e aquisições de empresas, reestruturações e emissões de ações devem continuar aquecidas, afirma Alexandre Pierantoni, responsável pela área de Finanças Corporativas no Brasil da consultoria Duff & Phelps.

Segundo ele, mesmo com a guerra comercial entre Estados Unidos e China complicando o cenário externo e a economia fraca, as operações devem crescer e mudar de patamar nos próximos meses. “Mesmo com as crises, o Brasil apresenta uma média de 700 operações de fusão e aquisição por ano, e isso tende a mudar de patamar com a reforma da Previdência, que garante maior previsibilidade para a economia, e a agenda positiva do governo, com a reforma tributária”, diz.

Há um grande espaço também para reestruturação de empresas, pois a redução das taxas de juros no Brasil permitirá às companhias trocar dívidas caras por papéis mais baratos e longos. “Há uma maior demanda por papéis de empresas, já que, com o juro baixo, o dinheiro sai dos títulos do Tesouro e vem para a economia real”, diz.

Pierantoni detecta um movimento de gestores de recursos de famílias ricas, os family offices, de buscar oportunidades em empresas, comprando títulos que podem depois dar direito a participações nessas companhias ou ações diretamente. “As famílias estão realocando os recursos de papéis públicos para a economia real e concorrendo com fundos de private equity, mostrando uma visão mais positiva para a economia no longo prazo”, afirma.

Segundo o executivo, hoje o investidor estrangeiro está mais cauteloso que o local, que está mais acostumado às turbulências políticas. O estrangeiro, diz, estava esperando para ver se a reforma da Previdência ia passar mesmo, e pode esperar um pouco mais para conferir os próximos passos do governo.

“Mas também há estrangeiros que são investidores estratégicos buscando oportunidades nos setores de empresas de agronegócio, tecnologia, e consumo” explica, lembrando que o setor de consumo deve ser beneficiado pela queda dos juros, especialmente o segmento de bens de consumo durável. “Estão todos apostando em colher os frutos desses investimentos daqui cinco ou seis anos”, afirma.

Os estrangeiros voltados para o mercado financeiro, porém, seguem mais cautelosos, como mostra o saldo negativo desses investidores no mercado acionário.

Pierantoni observa que muitas operações de fusão e aquisição nem exigem grandes volumes de investimento. Com as melhoras de governança e profissionalismo, a produtividade aumenta e a própria geração de caixa é suficiente para financiar o crescimento do negócio.

A expectativa também é de aumento nas ofertas de ações, que no primeiro semestre alcançaram R$ 29,2 bilhões.

A Duff & Phelps espera 20 aberturas de capital entre o segundo semestre deste ano e o primeiro trimestre do ano que vem. “No primeiro semestre, foram feitos muitos follow-ons (emissão de ações de empresas que já estão no mercado) pois ainda havia algumas incertezas sobre a economia e o investidor tem mais segurança em comprar papéis de uma empresa já conhecida do que de uma que está chegando agora ao mercado”, diz.

Ele espera também um aumento dos negócios com as privatizações programadas pelo governo, e que devem envolver o setor de infraestrutura. “É o primeiro setor a reagir quando a economia se recupera pois todos os demais dependem de infraestrutura”, diz.

Os setores que devem apresentar mais operações de fusões e aquisições nos próximos meses devem ser os de saúde, educação e consumo em geral. No caso de saúde e educação, a movimentação se justifica porque são setores que apresentam déficits estruturais e o governo não deverá resolvê-los.

Já consumo deve se aquecer com a redução dos juros. Há ainda os setores ligados à infraestrutura, que vão se movimentar com as privatizações, e a reestruturação de grandes grupos como Odebrecht e outras empreiteiras, que serão obrigadas a vender ativos para pagar credores ou evitar que as controladas percam valor.

O setor de tecnologia também continuará atraindo o interesse dos compradores, assim como o do agronegócio, até pela importância do setor na economia brasileira. “Tudo no agronegócio deve atrair investidores, incluindo os ligados, como os de insumos agrícolas”, afirma Pierantoni. Por Angelo Pavini, da Arena do Pavini .. Leia mais em exame 16/08/2019





Construtora Kallas contrata Itaú para IPO

A construtora Kallas, de médio porte e voltada ao segmento de alta renda, contratou o Itaú BBA para estruturar sua oferta inicial de ações (IPO, na sigla em inglês). .. Leia mais em estadao 16/08/2019



Enforce, do BTG Pactual, arremata mais de R$ 500 mi em créditos do Itaú

A Enforce, empresa de gestão de créditos vencidos do BTG Pactual, arrematou um lote de mais de R$ 500 milhões em empréstimos corporativos não pagos do Itaú Unibanco. São em torno de 500 contratos carregados por cerca de 80 devedores.

O negócio já foi fechado, mas a operação em si ainda não está liquidada... Leia mais em estadão 16/08/2019



CPFL Energia está de olho na privatização da CEEE, afirma CEO

Segundo Gustavo Estrella, aquisição da estatal "faz todo o sentido" pelo fato de o grupo já atuar no estado com a RGE

O Grupo CPFL Energia está de olho na privatização da estatal gaúcha Companhia Estadual de Energia Elétrica (CEEE), cujo processo está em fase de finalização por parte do governo do estado do Rio Grande do Sul para ser formalmente apresentado ao mercado ainda este ano. Segundo informou nesta quarta-feira (14) o CEO da holding, Gustavo Estrella, uma aquisição da empresa representa um movimento interessante e até natural para a CPFL Energia, em razão de o grupo já atuar muito próximo à área de concessão da CEEE por meio da distribuidora RGE.

“O negócio faz todo o sentido pela localização geográfica da CEEE, o que naturalmente geraria sinergias de mercado com a RGE. É algo (possível aquisição da empresa) que será analisado, assim como outros ativos”, disse o executivo a analistas de mercado, durante teleconferência para apresentação dos resultados do balanço financeiro do segundo trimestre do ano. Estrella frisou que, neste momento, o foco da holding dentro de operações de fusões e aquisições é o crescimento no segmento de distribuição de eletricidade.

Além da RGE, o grupo possui em sua estrutura outras três distribuidoras: CPFL Paulista, CPFL Piratininga e CPFL Santa Cruz – as três atuantes no estado de São Paulo. No caso da RGE, que em janeiro deste ano incorporou as operações de outra empresa do grupo no Rio Grande do Sul, a RGE Sul, o atendimento abrange atualmente uma área de 189 mil km², alcançando 381 municípios, 2,9 milhões de unidades consumidoras e quase oito milhões de habitantes situados nas regiões Metropolitana, Centro-Oeste, Norte e Nordeste do estado... Leia mais em canalenergia 14/08/2019



Fundo que descobriu startup Loggi está captando US$ 50 milhões

Iporanga Ventures, que já apostou também na QueroEducação e Olist, está levantando seu segundo fundo para investir em startups no Brasil

Não é fácil encontrar unicórnios. Especialmente no Brasil, onde as primeiras espécies desse animal mitológico que tem a forma de um cavalo começaram a surgir há pouco tempo.

Mas os gestores do Iporanga Ventures foram os primeiros a enxergar um unicórnio na Loggi, startup de logística, especializada em logística para a última milha. A gestora fez o primeiro aporte na empresa, de R$ 2,5 milhões, em 2013.

A Loggi se tornou um unicórnio, como são chamadas as empresas que valem US$ 1 bilhão, quando o Softbank liderou uma rodada de US$ 150 milhões na empresa, em junho deste ano.

Agora, o Iporanga Ventures está captando US$ 50 milhões no seu segundo fundo para investir em startups no Brasil. No primeiro, a gestora levantou aproximadamente R$ 15 milhões e investiu em nove startups.

Os destaques foram, além da Loggi, as startups de educação QueroEducação e o de marketplace para vendas Olist. No caso da Loggi, o Iporanga Ventures criou um veículo de investimento especial, que captou entre R$ 50 milhões e R$ 60 milhões, para acompanhar as rodadas subsequentes de aportes.

A Loggi se tornou um unicórnio depois de receber aporte do Softbank

“Investimos em empresas em estágios iniciais”, afirma Leonardo Teixeira, general partner do Iporanga Ventures. “Nesse estágio, temos que ter mais cabeça de empreendedor do que de investidor.”

Com o novo fundo, a ideia é investir em até 50 startups nos estágios pré-seed e seed, quando a ideia pode ainda estar no PowerPoint. Metade dos recursos serão reservados para as rodadas subsequentes nas startups que receberem os aportes.

O valor do cheque varia entre US$ 200 mil e US$ 1 milhão. E o prazo do investimento pode durar até 10 anos.

A tese do Iporanga Ventures segue uma lógica simples. A gestora gosta de apostar em empresas que tenham um bom time de fundadores e que atuem em um mercado considerado grande.

As apostas também só acontecem em startups que usem a tecnologia para resolver um problema. Outro ponto importante é a hora de realizar o investimento. A gestora avalia se a solução está madura para o mercado.

Enxurrada de dinheiro
O mercado brasileiro de venture capital está aquecido. Depois que o Softbank anunciou um fundo de US$ 5 bilhões para investir em startups na América Latina, o setor entrou em ebulição.

Os principais fundos do mercado local estão captando. O Kazkek está levantando US$ 500 milhões. A Monashees busca US$ 250 milhões. A Redpoint eventures está atrás de aproximadamente US$ 250 milhões. E o Canary, US$ 50 milhões.

Até mesmo Lara Lemann, filha do bilionário brasileiro Jorge Paulo Lemann, criou o seu próprio fundo, o Maya Capital, para investir em startups na América Latina. O Iporanga Ventures quer aproveitar esse momento para concluir a sua captação.

Os seus gestores têm experiência no mercado de capitais. Além de Teixeira, o investidor Guilherme Assis é sócio do Iporanga Ventures. Ele é atualmente CEO da Gorila, uma plataforma de investimentos.

Na Iporanga Ventures, Assis atua no comitê de investimentos. Ele também já trabalhou nos bancos Morgan Stanley e Goldman Sachs.

Teixeira, por sua vez, já atuou como investidor-anjo. De 2013 a 2018, ele investiu em mais de 20 empresas de tecnologia de vários setores. Ele se juntou ao Iporanga em 2018, para criar a plataforma de venture capital.

O investidor trabalhou também por 11 anos na Macquarie Group e no Barclays, negociando derivativos para clientes corporativos em São Paulo, Londres e Nova York... Leia mais em neofeed 16/08/2019



Follow-ons representaram 73% da captação do mercado de capitais em julho

Apesar de mais empresas terem feito ofertas subsequentes de ações neste ano, quantia de IPOs é inferior à do ano passado

Até julho deste ano, 15 empresas fizeram follow-on contra três no ano passado (Paulo
As ofertas subsequentes de ações, ou follow-ons, foram responsáveis por captar 20,8 bilhões de reais em julho. A quantia representa 73% de todo o montante captado pelo mercado de capitais no mês, de acordo com a Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima). Cinco empresas fizeram esse tipo de operação em julho.

No ano, 15 empresas já fizeram follow-ons, captando 45,57 bilhões de reais – montante 904% superior à soma de todo ano passado, quando somente três empresas optaram por esse tipo de oferta. Apesar de mais empresas terem feito oferta subsequente de ações em 2019, o número de companhias que fizeram oferta pública de ações pela primeira vez (IPO) está abaixo do ano passado, sendo 3 contra 2.

Até julho, o mercado de capitais havia captado 206,85 bilhões de reais, 35% acima do volume de 2018. Os ativos que mais contribuíram para essa soma foram as debêntures, que até julho captaram R$ 95,89 bilhões. Historicamente, esse é o ativo que mais capta recursos. Em 2018, as emissões de debêntures captaram 153,7 bilhões de reais... Leia mais em exame 16/08/2019



Com prejuízo, Oi vende ativos para aumentar investimentos

Tele espera investir até R$ 7,5 bilhões neste ano, alta de 23% em relação a 2018

Em recuperação judicial, a Oi vai investir R$ 7,5 bilhões neste ano. O valor representa uma alta de 22,9% em relação ao ano passado, quando destinou R$ 6,1 bilhões na ampliação de fibra ótica e de antenas. Para isso, a companhia espera reforçar seu caixa em até R$ 10,5 bilhões com um plano devenda de ativos.

Segundo Carlos Brandão, diretor Financeiro da Oi, estão na lista a Unitel, operadora móvel em Angola, torres móveis, data centers, parte da rede de fibra em São Paulo e imóveis Brasil afora.

A ficha caiu: os orelhões começam a sumir das ruas- Estamos avaliando a possibilidade de acelerar ainda mais nossos investimentos, atingindo até o fim do ano entre R$ 7 bilhões e R$ 7,5 bilhões. Para financiar essa estratégia, nós iremos desinvestir ativos não essenciais - disse Brandão em conferência com analistas.Segundo o diretor, a venda de ativos, junto com o aumento de capital de R$ 4 bilhões no início do ano, tem o potencial de arrecadar R$ 12,5 a R$ 14,5 bilhões.

A Oi informou nesta quinta-feira seus resultados financeiros do primeiro semestre do ano. A tele registrou prejuízo de R$ 991 milhões entre janeiro e junho. O resultado é o oposto do lucro de R$ 29,2 bilhões no mesmo período do ano passado.

Na Coreia do Sul: Testamos o 5G  e ele está em toda parte. Avisa até que é hora de trocar a fralda do bebê O menor lucro foi influenciado pela redução na receita, que caiu 8,8%, para R$ 10,221 bilhões no primeiro semestre deste ano em relação ao ano passado. A dívida líquida subiu 25,5% para R$12,5 bilhões... Leia m ais em epocanregocios 15/08/2019