18 dezembro 2018

Omnicom vai unir a DM9DDB com a Sunset

Guto Cappio, presidente da Sunset, vai comandar a nova SunsetDDB, subordinada no Brasil ao Grupo ABC, que optou por deixar de usar a marca DM9, após perdas importantes para a agência, como Itaú e institucional de J&J

A Omnicom e o Grupo ABC, controlado pela holding norte-americana, decidiram unir as agências Sunset e DM9DDB. A nova operação se chamará SunsetDDB e será comandada por Guto Cappio, presidente da Sunset.

A escolha representa uma mudança de planos para Cappio, que iria se desligar da Sunset e do Grupo ABC neste fim de ano e se mudaria com a família para os Estados Unidos, mas aceitou proposta para ficar e liderar a nova operação, que irá absorver contas e parte da equipe da DM9DDB. Marcio Oliveira, CEO da DM9, não deve ficar na nova operação.

Nos últimos meses, executivos do ABC e da Omnicom estudavam soluções para o futuro da DM9DDB, que nos últimos anos perdeu clientes importantes, como Itaú (que concentrou sua verba na Africa e DPZ&T) e o institucional para marca e promoções da J&J (que foi para a J. Walter Thompson). Em 2018, a DM9 venceu duas concorrências importantes pelas contas de Vigor (ex-Fischer) e OLX (antes na CuboCC). Entre seus principais clientes estão ainda Johnson & Johnson (marcas como Baby Johnson, Sempre Livre, Carefree, Sundown e Aveeno), Perdigão (a fatia online foi perdida para a Ampfy), McDonald´s e Walmart (que manteve após concorrência e atende em parceria com a Z515, através da operação exclusiva para a conta, chamada de Tamboré). A Sunset também atende Johnson & Johnson e o Itaú, que deixou a DM9 recentemente. Um conflito de contas visível é o atendimento a Seara na Sunset e a verba de Perdigão, da BRF, na DM9.

No início do ano passado, para tentar melhorar um desempenho que já não era bom, o Grupo ABC recorreu ao seu maior líder: Nizan Guanaes assumiu o comando da DM9DDB. Ele voltou a dar expediente diário na agência que comprou em 1989 e transformou em uma das principais marcas da publicidade brasileira. Agora, após uma história de 43 anos, a marca DM9 deixa de ser usada.
A DM9 foi fundada em 1975, em Salvador, pelo publicitário Duda Mendonça, que a nomeou com suas iniciais. Em 1989, foi comprada por Nizan Guanaes e Guga Valente, que tiveram o banco Icatu como financiador da empreitada e transferiram a sede da DM9 para São Paulo.

A marca DM9DDB continua com um enorme recall junto aos executivos de marketing. Na pesquisa Agency Scope, que ouviu 376 executivos de marketing, entre maio e setembro deste ano, a agência aparece como segunda colocada no ranking de conhecimento espontâneo, no qual os entrevistados podem citar quantas agências se lembrarem (a Africa é a primeira; e a Ogilvy, a terceira).

“Quando eu e Guga fundamos a DM9, tínhamos um sonho grande que se tornou ainda maior na realidade. O papel da DM9 na propaganda mundial é patrimônio eterno do Brasil. Mas os tempos evoluíram, e a SunsetDDB chega unindo o universo infinito dos dados com a força infinita da criatividade”, declara Nizan Guanaes, em comunicado oficial divulgado pelo Grupo ABC após a publicação da informação por Meio & Mensagem.

Antes da volta de Nizan, a DM9 havia caído da 10ª posição no fechamento de 2015 para a 24ª no consolidado de 2016, no ranking da Kantar Ibope Media, que mede a compra de mídia mas não leva em conta os descontos negociados com os veículos. Considerando o apurado até novembro de 2018, a agência aparece em 17º.

Durante o ano de 2017, a DM9 conseguiu manter e ampliar seu atendimento ao Walmart e conquistou novas contas, como a da marca Subaru, representada no Brasil pelo grupo Caoa. Entretanto, em 2018, Subaru seguiu para a Z515.

No início de 2018, o Grupo ABC contratou Marcio Oliveira, até então sócio e CEO da Lew’Lara\TBWA, onde ficou por 18 anos, para assumir o posto de co-CEO da DM9DDB, dividindo o cargo com o até então diretor executivo de criação Paulo Coelho. A mudança se deu após saída do CEO Paulo Queiroz, que se manteve no cargo por cinco anos, inclusive durante 2017, época em que o comando da operação já estava com Nizan Guanaes.

Guanaes, por sua vez, se desligou do dia a dia da operação com a chegada de Marcio Oliveira e a promoção a Paulo Coelho. Durante o ano de 2018, Guanaes já se dedicou a sua consultoria N Ideias.
Paulo Coelho, que estava na agência desde 2015, acabou deixando a DM9DDB em outubro, quando a criação da agência passou a ser comandada pelo vice-presidente da área, Adriano Alarcon, promovido em abril. Sua saída aconteceu após o maior baque do ano para a DM9: a perda de Itaú, maior cliente da casa, que mantinha parte de sua verba na agência há 29 anos e a partir de 2019 concentrará o atendimento à sua conta na Africa e na DPZ&T. O Itaú foi um dos clientes fundadores da DM9, após a chegada da marca a São Paulo, em 1989.

Além do CEO Marcio Oliveira e de Alarcon, na criação, o primeiro escalão da DM9DDB é formado atualmente pelos vice-presidentes Rafael Carmineti (atendimento), Vicente Varella (mídia e digital intelligence) e Andrea de Sá (estratégia).

Em outubro, o Omnicom e o Grupo ABC haviam feito outra fusão: a incorporação da Agência Tudo pela TracyLocke. No ano passado, fizeram outro grande movimento, com a união da Salve com a LDC (ex-Loducca), operação que passou a usar a marca global Tribal.

Antes de decidir pela incorporação da DM9DDB pela Sunset, o Grupo ABC chegou a estudar a viabilidade da união da DM9 com a Tribal. Mas a opção foi deixada de lado, entre outros fatores, pelos conflitos de contas: na época, a DM9 atendia Itaú e J&J, e a Tribal tem partes das contas de Santander e Natura. A Tribal segue com vida própria, comandada pelos copresidentes Carlos Pitchu e Carlos Fonseca. Por Alexandre Zaghi Lemos Leia mais em meioemensagem 18/12/2018

18 dezembro 2018



Dassault Systèmes anuncia aquisição de empresa de ERP por US$ 425 milhões

Empresa adquire a IQMS para fortalecer plataforma 3D EXPERIENCE

A Dassault Systèmes, fornecedora de software para projetos 3D, anunciou a aquisição da IQMS, empresa do mercado de software ERP para operações de manufatura, por US$ 425 milhões.

Com a negociação, a Dassault Systèmes amplia a plataforma 3D EXPERIENCE para pequenas e médias empresas de manufatura que buscam transformar digitalmente suas operações comerciais. A conclusão da transação está sujeita à aprovação dos órgãos antitruste nos EUA e a expectativa é de que a finalização do processo aconteça até o início de 2019.

Disponível em versões locais e também como serviço em Nuvem, o software ERP da IQMS oferece solução completa para gerenciamento de ecossistemas de engenharia, manufatura e negócios, conectando digitalmente o processo de pedidos, agendamento, produção e remessa em tempo real. Ao integrar as soluções da IQMS à plataforma 3D EXPERIENCE, a Dassault Systèmes fornecerá um sistema acessível para melhorar a colaboração, eficiência de fabricação e a agilidade comercial das organizações.

Atualmente, as soluções da IQMS são usadas por mais de 1 mil clientes da indústria automotiva, equipamentos industriais, dispositivos médicos e bens de consumo, entre outros. A Dassault Systèmes ajudará a IQMS a expandir essa base de clientes e, ao mesmo tempo, irá ampliar ainda mais sua presença no mercado com os aplicativos SOLIDWORKS, que são fornecidos e suportados pelo canal global de parceiros profissionais da empresa... Leia mais em computerworld 18/12/2018




BNDES lança edital para investir até R$2,2 bi em fundos de capital de risco

Investimentos estarão concentrados nas áreas de infraestrutura, base tecnológica, educação, saúde, segurança pública, sustentabilidade e estruturas produtivas

A BNDESPar, braço de participações do BNDES, lançou nesta terça-feira um edital para investir até R$ 2,2 bilhões em fundos de investimento em venture capital e private equity.

A participação em cada fundo será de até 40%, limitado a R$ 150 milhões para fundos de venture capital, que investem em empresas com faturamento de até R$ 300 milhões. Para fundos de private equity, que investem em empresas de todos os portes, a participação será de 25%, ou até o teto de R$ 400 milhões.

No fim do processo, a BNDESPar estima comprometer entre R$ 1,3 bilhão e R$ 1,6 bilhão nos oito fundos. No limite, o patrimônio comprometido poderá alcançar R$ 2,2 bilhões.

Segundo o banco, investimentos estarão concentrados nas áreas de infraestrutura, base tecnológica, educação, saúde, segurança pública, sustentabilidade e estruturas produtivas.

No último item, a prioridade será para empresas de médio porte que atuem principalmente nas cadeias do agronegócio, tecnologia da informação e comunicações, indústria farmacêutica e setores de celulose e papel, alimentos e bebidas, bem como produção de máquinas e equipamentos. (Por Aluísio Alves)  Leia mais em epocanegocios 18/12/2018



Veja por que o BTG Pactual está otimista com o Brasil em 2019

Banco estima crescimento de 2,8% do PIB e Ibovespa entre 112 mil a 139 mil pontos. Tudo depende das reformas

O BTG Pactual divulgou seu relatório de estratégia para 2019 onde se diz otimista com o mercado brasileiro. Para a equipe do banco, o Ibovespa, principal índice da bolsa, está barato ao ser negociado abaixo de suas métricas históricas, a alocação de investidores locais e externos está baixa e a recuperação da atividade deve, finalmente, acelerar no próximo ano.

Com o título “Perspectivas Promissoras”, o BTG desenha, ao longo de mais de 200 páginas, as premissas para esse otimismo, que pode resultar em Ibovespa ao redor de 112 mil pontos em um primeiro momento e até 139 mil pontos, “se uma reforma mais ampla da previdência for aprovada”.

A expectativa é que o novo governo vai promover mudanças estruturais na economia. A equipe apontada pelo presidente eleito Jair Bolsonaro “é sólida e pró-mercado” e tem uma firme retórica favorável à reforma do sistema previdenciário. Essa agenda mais liberal deve acelerar as privatizações, estimular o investimento privado e melhorar a governança nas empresas que vão continuar sob gestão pública.

A melhora nos índices de confiança de consumidores e empresas pode levar a uma forte aceleração do crescimento em 2019. A estimativa é de alta de 2,8% do Produto Interno Bruto (PIB) vindo de um avanço de 1,3% em 2018.

Como há elevada capacidade ociosa na economia, não se antecipa pressões inflacionárias, o que significa que a taxa básica de juros, a Selic, pode permanecer estável, em 6,5% ao longo de todo o ano de 2019.

“No entanto, o novo governo deve resolver, mais cedo o possível, o acentuado déficit fiscal. O governo deve mandar ao Congresso, logo no começo do mandato, uma profunda reforma da Previdência e pressionar por sua aprovação”, diz o BTG.

O banco reconhece que essa não é uma tarefa fácil e vai demandar uma coordenação política que a nova equipe pode ou não ter. Mas alerta que o crescimento sustentável e duradouro da economia depende disso.

Ibovespa

Nos patamares atuais (tirando e Petrobras e Vale), o Ibovespa está sendo negociado a um Preço/Lucro para os próximos 12 meses (métrica que tenta dizer o quão barato ou caro está um ativo) de 11,7 vezes. Abaixo, portanto, da média histórica de 12,6 vezes.

O banco avalia que as perspectivas positivas trazidas pelo novo governo podem ser suficientes para levar o índice de volta às máximas históricas recentes ao redor dos 97 mil pontos.

Conforme a nova administração comece a trabalhar e algum progresso for feito na reforma da Previdência, o Ibovespa poderia passar a ser negociado a um desvio padrão acima da média histórica, algo que foi visto diversas vezes em um passado recente. Isso representaria índice ao redor dos 112 mil pontos (atualmente o Ibovespa está aos 86.650 pontos).

Se uma ampla reforma da previdência for aprovada, as taxas de juros de longo prazo devem recuar de forma acentuada, dando impulso ao mercado de ações. Em um dos cenários testados pelo BTG, com juro real de 3% e crescimento de 3% do PIB, o Ibovespa poderia ir aos 139 mil pontos.

O banco também afirma que tanto investidores locais quanto externos estão com alocações abaixo da média histórica no mercado, e que um retorno da exposição também favoreceria o mercado.

Carteira de ações

O portfólio do banco é de empresas grandes e diretamente expostas à retomada do crescimento da economia, como estatais, varejistas e bancos. Entre os nomes listados estão Petrobras, BR Distribuidora, Banco do Brasil, Localiza, Renner, B3 e Rumo. Na parte dedicada às “smal caps”, estão CVC, Tegma, Santos Brasil, Marfirg e Even.

Também estão na lista, a Embraer, em função da expectativa com o acordo com a Boeing, e a telecom Oi, que na visão do banco é alvo de fusão ou aquisição.

Privatizações

O documento aponta que no fim de 2017 o Brasil tinha 148 diferentes estatais. O governo federal controla diretamente 47 empresas, entre elas Petrobras, Eletrobras e Banco do Brasil. Outras 92 empresas são controladas direta ou indiretamente por essas três companhias.

Para o banco, mesmo que o governo tenha dito que não vai vender a Petrobras e o Banco do Brasil e até mesmo a Eletrobras, é possível se desfazer de muitas das subsidiárias, reduzindo o endividamento público.

Crédito

O mercado de crédito apresenta uma boa recuperação depois da brutal recessão de 2015/2016. A taxa básica está em 6,5% depois de permanecer em 14,25% até outubro de 2016. Com resultado desse ajuste, o custo do dinheiro para grandes empresas caiu de cerca de 18% em 2016 para cerca de 8% ao ano.

No mercado de dívida, as empresas emitiram R$ 96 bilhões no mercado local em 2017, 2,5 vezes mais que o visto em 2016. Agora em 2018, até outubro, o volume somava R$ 83 bilhões. Para o BTG, como as taxas longas dos títulos do governo apontam para baixo, a expectativa é de que os investidores terão de buscar melhores retornos no mercado privado de crédito.

Resultado das empresas

O resultado das empresas listadas em bolsa cresceu de forma dramática desde 2017, mais que o dobro do PIB. Para 2018, a previsão é de crescimento de mais de quatro vezes o PIB para o lucro das empresas. Esse “raro” fenômeno reflete o relativamente baixo patamar do juro básico, a desalavancagem das empresas, que estão menos endividadas, e maior alavancagem operacional, já que as companhias conseguiram manter seus custos em baixa durante a recessão.

A previsão da instituição é de que o crescimento dos lucros vai continuar forte em 2019, já que os juros seguirão baixos e a recuperação da atividade deve ganhar tração. Empresas que vendem basicamente para o mercado doméstico devem observar um crescimento de 16,5% nos ganhos em 2019 sobre 2018, e o crescimento consolidado dos lucros deve ficar em 31%... leia mais em seudinheiro 18/12/2018

 



BTG estima alta do fluxo estrangeiro em R$ 193 bilhões para 2019

O BTG Pactual está otimista com as ações brasileiras para 2019, a medida que enxerga potencial de valorização para os ativos de renda variável pela combinação de cinco fatores principais, como expectativa de maior fluxo estrangeiro na bolsa.

De acordo com os analistas, o Ibovespa está relativamente barato em relação à média histórica, com P/L (Preço sobre Lucro) de 11,7 vezes para os próximos doze meses. Além disso, os lucros das empresas possuem expectativa de manutenção do crescimento em 2019 e a recuperação econômica deverá acelerar.

Potencial “enorme”

A instituição acredita que os potenciais de fluxo para as ações brasileiras é “enorme”, embora ressalte que as alocações estrangeiras em patamares baixos ainda continue em voga, dada a cautela dos investidores.

Assumindo que as alocações voltem aos níveis de outubro de 2014 e, com base no AUM (Assets Under Management) corrente de todas as categorias de fundos, os analistas do BTG estimam fluxo de R$ 193 bilhões em 2019 na bolsa. Valter Outeiro da Silveira - Leia mais em moneytimes 18/12/2018 - 




Venda de ativo pode trazer R$ 2 bilhões a Usiminas, diz Bradesco

O Bradesco divulgou nesta terça-feira (18) relatório a seus clientes, no qual mantém sua recomendação de compra para as ações da Usiminas (USIM5), com preço-alvo de R$ 17,00 para o final de 2019, o que representa um potencial de valorização próximo a 72,5% – de acordo com o último fechamento.

Para a equipe de análise, a possível venda da divisão de minério MUSA poderia trazer montante de R$ 1 bilhão a R$ 2 bilhões para os acionistas. “Acreditamos que o uso dos ganhos deve ser focado nos projetos de aço, como uma nova linha de galvanização e reconstrução do forno de Ipatinga”, avaliam Thiago Lofiego e João Cataldo.

Companhia preparada, negociação favorável

A companhia, segundo o Bradesco, deverá ser um dos nomes centrais para apresentar potencial melhora cíclica no Brasil, dados os prognósticos positivos para a economia doméstica.

“Esperamos uma negociação favorável com as montadoras no curto prazo, enquanto os preços globais do aço já alcançaram o piso”, concluem. Valter Outeiro da Silveira - Leia mais em moneytimes 18/12/2018 



MSD, braço veterinário da Merck, compra Antelliq por 3,2 bi de euros

A MSD Saúde Animal, braço veterinário da farmacêutica americana Merck, anunciou hoje a aquisição da Antelliq, empresa de serviços digitais especializada no mercado veterinário, por 3,25 bilhões de euros.  Leia mais em valoreconomico 18/12/2018

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MSD anuncia a aquisição do Grupo Antelliq

Empresa atua em soluções de identificação, rastreabilidade e monitoramento digital de animais

A MSD Saúde Animal anunciou hoje um acordo definitivo de aquisição do Grupo Antelliq, sob consultoria da BC Partners. A Antelliq será uma subsidiária integral e irá operar separadamente dentro da divisão de Saúde Animal da MSD até que o processo de venda seja concluído. A MSD fará um pagamento de aproximadamente € 2,1 bilhões de euros para adquirir todas as ações da empresa, além de assumir a dívida de € 1,15 bilhão de euros, que será paga logo após o término do processo de aquisição.

A Antelliq é líder em soluções de identificação, rastreabilidade e monitoramento digital de animais, setor que mais cresce no ramo de saúde animal, com vendas calculadas em € 360 ​​milhões de euros no período de 12 meses (até 30 de setembro de 2018). Essas soluções ajudam os veterinários, pecuaristas e donos de pets a coletar dados críticos para melhorar a gestão, saúde e bem-estar dos rebanhos bovinos e dos animais de estimação.

Essas tecnologias ajudarão, a otimizar a prevenção e o tratamento de doenças, o que fornecerá à MSD Saúde Animal uma base de clientes ainda mais ampla e consolidada em suas áreas de atuação.

“A MSD é vem crescendo de maneira consistente, acima da média do mercado, impulsionada por um amplo portfólio de produtos farmacêuticos inovadores, vacinas e outras tecnologias e serviços de valor agregado. Os colaboradores e produtos da Antelliq chegam para complementar este portfólio, adicionando produtos digitais, ampliando a gama de soluções que podemos oferecer aos nossos clientes e impulsionando ainda mais o crescimento de nossos negócios”, afirmou Kenneth C. Frazier, CEO global da MSD. “Esta aquisição está alinhada com a nossa estratégia de gerar crescimento a longo prazo e valor sustentável para nossos clientes e acionistas”.

O fechamento da transação está sujeito à liberação por lei de antitruste avaliada por meio das autoridades competentes, além de outras condições habituais de fechamento, e espera-se que seja concluído no segundo trimestre de 2019. A MSD é representada pelo Barclays e pela Centerview Partners e a Antelliq é representada pela Goldman Sachs International e pela Rothschild & Co. Fonte: MSD Leia mais em Portal DBO 18/12/2018





Superintendência do Cade aprova ato de concentração entre Emerson e GE

A Superintendência Geral do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) aprovou sem restrições o ato de concentração envolvendo a Emerson Electric Co. (Emerson) e a General Electric Company (GE). A Operação refere-se à aquisição de 100% da GE Intelligent Platforms pela Emerson.

Conforme detalhamento da operação no site do Cade, “ambas as requerentes atuam no mercado de soluções de automação e controle; entretanto, os produtos oferecidos pelas empresas desempenham funções diferentes e possuem aplicações finais distintas”.

A operação também foi submetida às autoridades concorrenciais dos EUA, Áustria, Alemanha e Ucrânia e já obteve aprovação na Alemanha, Ucrânia e EUA. Estadão Conteúdo Leia mais em istoedinheiro  18/12/18 -




Shell negocia compra de petrolífera americana por US$ 8 bilhões

A Royal Dutch Shell negocia a aquisição da exploradora e produtora de petróleo americana Endeavor Energy Resources por US$ 8 bilhões, segundo a agência de notícias "Bloomberg", a partir de informações de pessoas familiarizadas com as conversas.
As negociações entre as duas empresas ainda estão nos estágios iniciais, segundo a agência. O fundador da Endeavor, Autry Stephens, expressou o desejo de manter alguns dos direitos minerais que a empresa possui, dificultando as negociações... Leia mais em valoreconomico 18/12/2018





De 20 a 30 companhias estão prontas para abrir capital

O volume de Ofertas Públicas Iniciais de Ações (IPOs) de 2019 superará o de 2018.

Para o presidente da B3, Gilson Finkelsztain, a projeção é que de 20 a 30 empresas já estão preparadas para acessar as duas primeiras janelas de oportunidade no ano que vem. .. Leia mais em dci 18/12/2018



Seguradora americana Liberty adquire brasileira Fácil Assist

Com a compra, companhia norte-americana quer começar a atuar no nicho de assistência 24 horas no Brasil

seguradora Liberty Seguros deve anunciar em breve a compra da Fácil Assist. A informação é da "Coluna Broadcast", do Estadão, desta terça-feira, 18.

Com a operação, a companhia norte-americana passará a operar em no nicho de assistência 24 horas no Brasil.

Com duas décadas de operação, o grupo já atendeu mais de 3 milhões de beneficiários, tem um portfólio de 150 clientes corporativos e um exército de mais de 30 mil prestadores de serviços.

Independente
Para a seguradora americana, a Fácil Assist deve prestar serviço nas linhas de seguro residencial e de automóvel. A ideia é concluir a aquisição neste ano, com a nova unidade iniciando operações em 2 de janeiro.

No País desde 1996, um dos pontapés para o crescimento da Liberty em solo brasileiro foi a aquisição da Indiana Seguros, da família libanesa Afif, há dez anos. Atualmente, soma faturamento de R$ 3,2 bilhões e uma carteira com mais de 1,9 milhão de apólices.

Nos últimos anos, o setor de assistência 24 horas cresceu significativamente no país. A maior parte do faturamento do mercado, um total de mais de R$ 2 bilhões, está nas mãos de empresas especializadas e terceirizadas, incluindo nomes como a Tempo Assist, Mondial Assistance, Europ Assistance e Brasil Assistência, que têm por trás acionistas de peso como Allianz, Bradesco Seguros, Mapfre Seguros, Swiss Re e o fundo de private equity Carlyle. Somadas, as três maiores detêm 92% do setor. *Com Estadão Conteúdo Leia mais em seudinheiro 18/12/2018



Anima fecha aquisição da Faced, faculdade de Divinópolis (MG), por R$ 5,5 milhões

A Anima Educação adquiriu, por meio da subsidiária Sociesc Educação, os direitos de mantença da Faculdade Divinópolis (Faced), localizada na cidade de Divinópolis, no Estado de Minas Gerais, por R$ 5,5 milhões.

O montante será desembolsado em um prazo de cinco anos, com a entrada de R$ 2,8 milhões, a ser paga na data do fechamento da operação. A primeira parcela, no valor de R$ 300 mil, será paga 12 meses após o fechamento, seguida de outras quatro prestações anuais no valor de R$ 600 mil, corrigidas pela inflação (IPCA).

Em fato relevante, a Anima afirma que a transação acelera o processo de crescimento orgânico da Una Divinópolis, fortalecendo a posição competitiva da empresa na cidade com relevante incremento na oferta de vagas.

Fundada em 1969, a Faced é uma das principais instituições de ensino superior de Divinópolis, conta com aproximadamente 800 alunos matriculados e cinco cursos de graduação: Administração, Direito, Ciências Contábeis, Moda e Psicologia. Em 2018, a Faced apresentou receita líquida de R$ 6,4 milhões e tem potencial para gerar um incremento no Ebitda de aproximadamente R$ 1,8 milhão à Una Divinópolis em 2019.

“A integração da Faced com a Una também possibilita a captura de sinergias, recepção de todos os alunos Faced nas instalações atuais da Una, compartilhamento de melhores práticas e novos investimentos, buscando sempre melhorar a qualidade do ensino por meio da integração e valorização das comunidades acadêmicas e dos times de gestão”, afirma a companhia no comunicado. Estadao leia mais em istoedinheiro 18/12/2018