26 maio 2018

Petrobras inicia venda de participação em concessões na Bacia de Sergipe-Alagoas

A Petrobras iniciou a etapa de divulgação da oportunidade de desinvestimento (teaser) referente à cessão parcial, sem transferência da operação, de seus direitos de exploração, desenvolvimento e produção em quatro concessões, localizadas em águas profundas na Bacia de Sergipe-Alagoas, conforme tabela abaixo:

A Petrobras é, atualmente, operadora de todas as concessões, nas quais já houve seis descobertas de óleo leve e gás: Barra, Farfan, Muriú, Moita Bonita, Poço Verde e Cumbe. A expectativa de declaração de comercialidade é para o segundo semestre de 2020.

O teaser, que contém as principais informações sobre a oportunidade, bem como os critérios objetivos para a seleção de potenciais participantes, está disponível no site da Petrobras.

Além do teaser, as principais etapas subsequentes de cada projeto de desinvestimento da companhia serão divulgadas, conforme segue· Início da fase não-vinculante (quando for o caso) | · Início da fase vinculante | · Concessão de exclusividade para negociação (quando for o caso) | · Aprovação da transação pela alta administração (Diretoria Executiva e Conselho de Administração) e assinatura dos contratos | · Fechamento da operação (closing). Leia mais em revistafatorbrasil 24/05/2018


26 maio 2018



Minha empresa precisa investir ou adquirir a startup?

Aquisição e investimento são estratégias importantes e válidas para muitos negócios, mas nem por isso precisam ser as únicas alternativas no relacionamento da grande empresa com startups.

Este é um questionamento comum vindo das duas partes ao engajar em programas de conexão. A grande empresa, preocupada em cumprir seu orçamento ao se aventurar no ecossistema de inovação aberta, e a startup, tentando manter a autonomia dos sócios na ânsia da busca por recursos externos.

De fato, o 100 Open Startups mapeou em seu E-book “Como grandes empresas e startups se relacionam” 14 tipos diferentes de corporate-startup engagement identificados a partir da interação entre 408 grandes empresas e 3.176 startups entre julho de 2015 e julho de 2017.

M&A e investimento com participação societária são duas alternativas de como trazer a inovação e agilidade da startup para resolver desafios da grande empresa, mas existem outras 12 formas de se relacionar.

Tipos de relacionamento corporate-startup

Os tipos de relacionamento do Grupo A merecem especial atenção, por não exercerem qualquer tipo de interferência nos negócios das duas organizações em pauta.  Os objetivos principais são: fomentar o ecossistema (participando dele), identificar e monitorar tendências e oportunidades, e aproximar os executivos à cultura de startups.

Já o Grupo B possui outro grande benefício: para as startups, testar a solução na base de dados da grande empresa é uma experiência muito importante, em especial para adequar escala e obter métricas de venda. Ao mesmo tempo, principalmente para empresas que estão iniciando este tipo de relacionamento, não se comprometer financeiramente pode ser estratégico para ganhar tração dentre os funcionários e realmente instalar o mindset de inovação aberta.

Por fim, o Grupo C é o mais comum em setores regulados. São aqueles tipos de relacionamento liderados pelos times de P&D das grandes empresas que, ao invés de investir em desenvolvimento próprio, optam por financiar projetos inovadores de startups – e não só relacionados ao core business. Relevante para a startup, que consegue validar o funcionamento de seu produto ou serviço de forma prática e efetiva, e importante para o processual da grande empresa, que precisa se adaptar ao novo.

Não precisamos entrar no mérito de todos os modelos de engajamento, porque o mais importante é aquele que é certo para a sua empresa no momento em questão – e, claro, que seja justo e sirva aos propósitos da startup também. Como qualquer relacionamento, este é uma via de mão dupla, e cabe às duas organizações encontrar um meio termo de mútuos benefícios. Mas fica o convite para você se aprofundar no assunto, fazendo o download do nosso E-book. Leia mais em oponstartups 27/04/2018




Crise dos combustíveis pode custar R$ 27 bilhões ao governo

O custo da paralisação dos caminhoneiros já chega a R$ 13,4 bilhões e vai subir

O custo fiscal da crise de combustíveis provocada pela paralisação dos caminhoneiros já chega a R$ 13,4 bilhões e pode subir para R$ 26,9 bilhões se o Congresso Nacional reduzir a zero a alíquota do PIS/Cofins sobre o diesel. Depois do acordo com os caminhoneiros, a equipe econômica tenta evitar um aumento da perda de arrecadação com a desoneração do PIS/Cofins, que já foi aprovada pelos deputados.

A estratégia agora é negociar com os senadores a retirada da medida do projeto que trata da reoneração da folha de pagamento. O texto-base aprovado na Câmara na quarta-feira acaba com a desoneração para 28 setores e traz a proposta de zerar o tributo sobre o diesel.

Parlamentares, no entanto, defendem que a alíquota seja reduzida à metade e passe a vigorar no patamar que estava antes da alta promovida em setembro passado para aumentar a arrecadação. Há, lideranças que apostam na manutenção da redução a zero da alíquota do PIS/Cofins na votação do Senado, o que deixará para o presidente Michel Temer a decisão final de vetar ou não a medida.

Pelos cálculos da equipe econômica, o custo da zeragem do PIS/Cofins é de R$ 13,5 bilhões, caso a medida vigore de junho a dezembro. O impacto do mês de dezembro – estimado em R$ 1,9 bilhão – será verificado nas contas de janeiro. Por ano (janeiro a dezembro), o Ministério da Fazenda estima impacto de R$ 20 bilhões caso o PIS/Cofins seja desonerado integralmente.

Devido ao elevado impacto financeiro, a equipe econômica optou em adotar um subsídio orçamentário para reembolsar a Petrobrás para manter o preço do diesel fixo. Essa política vai custar R$ 4,9 bilhões ao governo até o fim do ano. A despesa ficará fora do teto de gasto, como já adiantou o ministro da Fazenda, Eduardo Guardia.

Motoristas de carros de passeio e caminhoneiros enfrentam grande congestionamento logo após o pedágio na rodovia Anchieta, sentido Litoral, durante a manhã desta terça-feira (28). Um decreto da Prefeitura de Cubatão restringiu o acesso a dois pátios de estacionamento de caminhões que acessam o porto de Santos

O custo foi calculado com base na expectativa de perda da estatal com o preço congelado por 15 dias (R$ 350 milhões), mas o preço do petróleo no mercado internacional e o câmbio podem aumentar as despesas para manter a “conta diesel”.

Além disso, o governo perderá R$ 2,5 bilhões com isenção da Cide do diesel. O decreto do presidente Temer só será editado depois que o Congresso concluir a votação do projeto da reoneração da folha de pagamento – que acaba com o benefício criado pelo governo da ex-presidente Dilma Rousseff. Foi nesse projeto que o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), fez uma manobra política de última hora e conseguiu incluir a isenção do PIS/Cofins com informações erradas de que a renúncia seria de R$ 3,5 bilhões.

O cálculo de Maia era de que receitas extras com royalties de petróleo compensariam a decisão. Mas o impacto dessa receita já havia entrado na conta do governo que permitiu a liberação de R$ 2 bilhões de despesas do Orçamento.

O governo perdeu mais R$ 6 bilhões na economia prevista com o aumento da arrecadação com a aprovação da reoneração. Como a Câmara reduziu os setores reonerados de 56 para 28, a previsão de arrecadação caiu de R$ 9 bilhões para R$ 3 bilhões. Por Estadão   Leia mais em veja 26/05/2018



Ibovespa perde mais de 5% na semana com caminhoneiros no radar

A crise em torno da paralisação dos caminhoneiros continuou no centro das atenções do mercado de ações nesta sexta-feira, 25. O cenário internacional também colaborou para a deterioração das ações, dadas as quedas do petróleo, das bolsas de Nova York e das emergentes. O Índice Bovespa operou em terreno negativo na maior parte do dia e fechou aos 78.897,66 pontos – menor patamar desde 10 de janeiro -, em queda de 1,53%. Na semana, houve perda acumulada de 5,04%. Os negócios do dia somaram R$ 11,8 bilhões.

A maior movimentação aconteceu à tarde, quando o presidente Michel Temer anunciou o uso das Forças Armadas para tentar pôr fim aos bloqueios nas rodovias, o que aumentou o clima de incerteza nos negócios. Rumores sobre a permanência de Pedro Parente à frente da Petrobras também levaram o Ibovespa a ampliar as perdas no período vespertino, com as ações da Petrobras abandonando uma sofrida tentativa de recuperação das perdas recentes. Parente negou qualquer intenção de entregar o cargo, mas o mau humor persistiu.

Pouco antes das 17h, a Abcam, principal entidade contrária ao acordo entre caminhoneiros e o governo federal, distribuiu nota à imprensa informando que pediu aos motoristas que liberassem as rodovias interditadas. A mudança de orientação foi motivada pelo aceno de Temer de que utilizaria força para liberar as estradas. Ao final dos negócios, Petrobras ON e PN caíram 0,73% e 1,39%. Na semana, os papéis da estatal perderam mais de 20%.

“A percepção nos mercados foi de um governo ferido, nocauteado. Além disso, continuou a pesar o temor dos reflexos dessa paralisação na inflação, nos juros e no PIB. A questão principal é saber avaliar até que ponto chegarão esses desdobramentos”, disse Guilherme Macêdo, sócio da Vokin Investimentos. Segundo o analista, a confusão gerada pela paralisação também deve ter efeitos no cenário eleitoral, uma vez que questões mais estruturais, como a dos impostos, deverão estar na pauta dos candidatos.

Para Ignácio Crespo, economista da Guide Investimentos, é importante ressaltar o cenário internacional adverso nesta sexta-feira, que também teve importante influência sobre os negócios. “É um cenário ainda bastante desafiador para emergentes no geral, que coloca o Brasil em linha com a percepção de risco de seus pares. Os Estados Unidos divulgaram dados fortes de bens duráveis, acima do esperado, que contribuem para um dólar ainda mais forte lá fora”, disse.  Estadão Conteúdo Leia mais em istoedinheiro 25/05/18 



Cemig Telecom será vendida em dois lotes, ao preço mínimo de R$ 367 milhões

Leilão será aberto na próxima semana, para cadastro dos interessados. Lances devem ser feitos em 25 de julho.

A Companhia Energética de Minas Gerais divulgou hoje (25) o edital de venda dos ativos da Cemig Telecom, braço de telecomunicações da estatal. Serão dois lotes à venda, com preço mínimo total de R$ 367 milhões.

O edital está disponível no site de compras da Cemig (compras.cemig.com.br). Podem participar empresas que tenham licença SCM, inclusive fundos de investimento ou consórcios. Mas fica proibido o consórcio entre grandes operadoras (com faturamento anual acima de R$ 500 milhões).

Operadora em recuperação judicial, como a Oi, só pode participar se comprovar “condições objetivas de cumprimento do contrato”.

Para que o leilão termine, é preciso haver diferença de mais de 10% entre as propostas. Se isso não ocorrer, será feita disputa aberta, à viva-voz.

Lotes

O valor mínimo do Lote 1 é de R$ 335 milhões. Este contempla todos os ativos e contratos da Cemig Telecom em Minas Gerais, São Paulo e Rio de Janeiro. Também tem equipamentos presentes nos POPs da Eletronet em Fortaleza (CE), Salvador (BA), Recife (PE) e Goiânia (GO).

O Lote 2 tem preço mínimo de R$ 32,47 milhões. E traz os ativos e contratos localizados em Ceará, Bahia, Pernambuco e Goiás. Tem, ainda, sistema de gerência GPON, que fica em Belo Horizonte (MG).

Cronograma

As empresas interessadas deverão entrar em contato com a Cemig de 28 de maio a 8 de junho, pedindo para participar.  Depois, terão de fazer uma visita técnica. Pedidos de esclarecimentos, ou mesmo de impugnação do edital, serão aceitos até 9 de julho.

Entre 16 de julho e 20 de julho, deverá acontecer a entrega de documentos, declarações e garantia de proposta, em envelopes separados.

Em 25 de julho a Cemig realiza uma sessão pública para divulgação da análise dos envelopes. Também recebe, neste dia, os lances e o restante da documentação da empresa que for vencedora.

O resultado definitivo será divulgado em 27 de julho. E a assinatura dos contratos, em 31 de julho. RAFAEL BUCCO Leia mais em telesintese25/05/2018



Estrangeiros fizeram 90 compras de empresas brasileiras

Transações foram realizadas no primeiro trimestre, segundo levantamento da KMPG. Fusões e aquisições cresceram 15% no período no País.

Entre janeiro e março deste ano foram registrados 90 negócios de empresas estrangeiras adquirindo companhias estabelecidas no Brasil, de acordo com levantamento da KMPG. O número geral de fusões e aquisições cresceu 15% no Brasil no primeiro trimestre deste ano sobre iguais meses de 2017, e o tipo de transação citado acima foi o segundo mais realizado no período.

De acordo com a consultoria, o número de fusões e aquisições foi o melhor das duas últimas duas décadas para um primeiro trimestre. Foram fechados 234 negócios entre janeiro e março de 2018.

Sobre o último trimestre do ano passado houve pequena redução, já que foram registradas 246 transações de outubro e dezembro. “O último trimestre havia sido o melhor observado desde o início de nossa pesquisa, o que significa dizer que o primeiro trimestre deste ano foi bastante animador”, disse o sócio da KPMG, Luis Motta.

A maior parte dos negócios realizados – 109 – foi de empresas brasileiras comprando brasileiras. O terceiro tipo de operação mais realizada foi estrangeiro adquirindo, de estrangeiro, empresas estabelecidas no Brasil – 14 negócios.

Foram registrados oito negócios nos quais empresa brasileira adquiriu, de estrangeiros, companhia no exterior, e outros oito nos quais empresa brasileira comprou, de estrangeiro, companhia no Brasil. Ainda houveram cinco negócios em que empresa estrangeira adquiriu, de brasileiros, negócio no exterior.

Os destaques do trimestre nos negócios foram as empresas de internet, que fizeram 38 negócios, seguidas por tecnologia da informação, com 26, e de companhias de óleo e gás (foto acima), com 24 fusões e aquisições.

“O setor de petróleo e gás foi o que puxou alta o número de transações este ano em relação a 2017. Foram negócios fechados nos leilões da indústria que o governo realizou recentemente. Além disso, a pesquisa mostrou que o mercado interno permaneceu aquecido e liderou o tipo de transações nos últimos três meses”, disse Motta. Mauro Pimentel/AFP Leia mais em anba 25/05/2018



25 maio 2018

Conselho da Eletrobras aprova venda de SPEs por ao menos R$2,8 bi

O Conselho de Administração da Eletrobras aprovou nesta sexta-feira a venda das Sociedades de Propósito Específico (SPEs) em que a estatal é sócia de empreendimentos por ao menos 2,8 bilhões de reais, informou a empresa nesta sexta-feira.

"Esse é o valor mínimo definido, mas pode ser mais", disse uma fonte com conhecimento da situação à Reuters, na condição de anonimato, pouco antes da divulgação do fato relevante pela empresa.

Segundo a Eletrobras, a operação tem por objetivo permitir que a empresa e suas controladas reduzam sua alavancagem financeira, reduzindo seus indicadores de Dívida Líquida/Ebitda à patamares usualmente praticados pelo mercado.

O operação abrange participações em 70 SPEs, as quais serão reunidas em 17 lotes e alienadas por meio de leilão a ser realizado na B3, disse a estatal.

Dos 17 Lotes, oito serão compostos por 59 SPEs que operam no segmento de geração eólica, com aproximadamente 970 MW de potência instalada, e nove lotes serão compostos por 11 sociedades que operam no segmento de transmissão de energia elétrica, com aproximadamente 1.000 km de extensão de linhas de transmissão.

O banco Credit Suisse foi contratado pela Eletrobras para prestar serviço de assessoria para a venda das participações societárias.

O edital do processo será publicado em breve, segundo a Eletrobras. (Por Rodrigo Viga Gaier e Roberto Samora) Reuters Leia mais em dci 25/05/2018

25 maio 2018



Banrisul fará IPO da unidade de cartões

O Banrisul, banco controlado pelo governo do Rio Grande do Sul, anunciou que pediu nesta sexta-feira registro para realizar uma oferta inicial de ações (IPO, na sigla em inglês) de sua unidade Banrisul Cartões.

A operação, sob coordenação do próprio Banrisul e do BTG Pactual, inclui lotes primário (ações novas) e secundário (papéis detidos pelo governo gaúcho) de ações preferenciais do Banrisul Cartões, afirmou o banco em fato relevante.

O banco não terá participação nas ações preferenciais da Banrisul Cartões após a realização da oferta.

O anúncio vem um dia após a fabricante de eletroeletrônicos Multilaser também ter protolocado na Comissão de Valores Mobiliários (CVM) um pedido para IPO.

O movimento da Banrisul Cartões e da Multilaser ocorre num momento de rápida deterioração do entusiasmo dos investidores com ações brasileiras, diante de um ano de eleição presidencial e de dados decepcionantes de atividade econômica.

Após ter atingido máxima recorde superior a 87 mil pontos em fevereiro, o Ibovespa vem acumulando sucessivos revezes nas últimas semanas, caindo nesta sexta-feira para baixo dos 79 mil pontos, reduzindo para 3 por cento a alta em 2018.

Diante disso, vários dos planos de IPOs no mercado brasileiro têm sido postergados, cancelados ou levados a cabo com resultados abaixo do esperado.

No acumulado do ano, três operações foram realizadas, todas em abril, das empresas de planos de saúde Hapvida e Notre Dame e do Banco Inter, este último praticamente no piso da faixa indicativa, enquanto os demais ficaram mais perto do centro do esperado.

Outras companhias na fila, como a fabricante de brinquedos Ri Happy, a Liquigás e a Algar Telecom engavetaram os planos de IPO, e o próprio governo gaúcho também desistiu de um plano anterior para vender parte das ações que detém no Banrisul. (Por Aluísio Alves) Reuters Leia mais em dci 25/05/2018




Bayer reduz em US$300 mi valor de sinergias com aquisição da Monsanto

A diminuição é porque a empresa vai vender mais unidades do que o esperado inicialmente para obter a aprovação antitruste

Agora as sinergias estão projetadas em cerca de 1,2 bilhão de dólares

A Bayer disse que a planejada aquisição da norte-americana Monsanto deverá gerar 300 milhões de dólares a menos que o esperado em sinergias, porque a empresa vai vender mais unidades do que o esperado inicialmente para obter a aprovação antitruste.

Agora as sinergias estão projetadas em cerca de 1,2 bilhão de dólares.

O presidente-executivo da Bayer, Werner Baumann, voltou a defender o acordo, apesar dos maiores obstáculos antitruste e atrasos nas revisões regulatórias, falando aos acionistas na assembleia geral anual nesta sexta-feira.

"Estou convencido de que essa aquisição tem um grande potencial para criar valor para nossa empresa, nossos acionistas e nossos clientes", disse Baumann, acrescentando que espera que o acordo seja aprovado e fechado em breve.

Se o negócio não for fechado até 14 de junho, a Monsanto poderá retirar-se do acordo de aquisição e buscar um preço mais alto.

O último grande obstáculo a ser vencido é o sinal verde dos reguladores dos EUA para a transação, avaliada em 62,5 bilhões de dólares, incluindo dívidas. Mas a Bayer já chegou a um acordo em princípio sobre os termos de aprovação com o Departamento de Justiça. Reuters Leia maias em dci 25/05/2018
 



Pepsico compra a Bare Foods nos EUA

A Pepsico chegou a um acordo definitivo para adquirir a empresa americana Bare Foods, especializada na produção de lanches feitos com frutas e vegetais assados.

O valor da aquisição foi mantido em sigilo pela companhia. Em comunicado, Indra Nooyi, presidente da Pepsico, disse que a aquisição faz parte dos esforços da companhia para oferecer produtos mais nutritivos, além de reduzir a quantidade de açúcares, sal e gordura nas linhas já existentes.

"A Bare Snacks se encaixa perfeitamente nessa visão. A equipe de liderança da Bare Snacks .. Leia mais emvaloreconomico 25/05/2018



Sequoia faz proposta por projetos eólicos da Energimp; prevê investir R$1 bi

 Sequoia Energia apresentou uma proposta vinculante por parques eólicos da Energimp que não saíram do papel e que demandariam cerca de 1 bilhão de reais em investimentos para serem implementados, disse à Reuters um diretor da empresa, que desenvolve projetos de geração e mais recentemente começou a investir na construção de usinas.

A oferta vem em meio a uma crise financeira da Energimp, uma sociedade entre o fundo de investimentos do FGTS (FI-FGTS) e a fornecedora argentina de equipamentos eólicos Impsa, que passou a sofrer dificuldades após a unidade da fabricante no Brasil entrar com um pedido de recuperação judicial.

"A gente quer construir os projetos, implantar, até porque eles não têm condição financeira. Utilizaríamos recursos próprios e de terceiros. Estamos em negociação final com o BTG Pactual (para o financiamento)", disse à Reuters o diretor de novos negócios da Sequoia, Marcio Attie.

Os projetos no radar da empresa, Ceará II e Ceará IV, somam cerca de 200 megawatts em capacidade, cuja energia já foi vendida em leilões promovidos pelo governo.

A conclusão do negócio, no entanto, depende de um aval da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), uma vez que a Energimp não cumpriu o cronograma dos empreendimentos, que estão sob ameaça de serem cancelados pelo regulador.

"Depende essencialmente da Aneel... mas estamos avançando, eles são de altíssimo nível", disse Attie, que participou de uma reunião nesta semana com o diretor-geral da agência, Romeu Rufino.

Segundo o executivo, a Sequoia já possui um pré-acerto com a catarinense WEG, que seria a fabricante das turbinas eólicas para as usinas caso o acordo com a Energimp avance.

A Sequoia Energia é um braço da Sequoia Capital, holding de investimentos criada em 1996 que passou a investir no setor de eletricidade em 2002.

Inicialmente, a empresa desenvolvia projetos que posteriormente foram vendidos para terceiros, mas mais recentemente passou a apostar na construção de empreendimentos.

A empresa fechou no ano passado a compra de três projetos solares na Paraíba e em Pernambuco que somam cerca de 90 megawatts em capacidade e devem demandar cerca de 450 milhões de reais em investimentos.

A implementação dessas usinas será feita com financiamento do Banco do Nordeste Brasileiro (BNB), segundo Attie.

Ele disse que a companhia enxerga a possibilidade de gerar valor com essas aquisições principalmente devido aos baixos preços nos mais recentes leilões do governo federal para novos projetos de geração.

Licitações no final do ano passado e em abril deste ano registraram os menores preços da história para a venda da produção futura de usinas eólicas e solares no país. Por Luciano Costa (Reuters) - Leia mais em dci 25/05/2018




EDP - alienação de participação na Costa Rica Energética

A EDP - Energias do Brasil S.A. comunica aos seus acionistas e ao mercado em geral que, nesta data, assinou um contrato de compra e venda de quotas com a CEI – Energética Integrada Ltda. para alienar 51% do capital social da Costa Rica Energética Ltda. (“Costa Rica”). Costa Rica possui uma Pequena Central Hidrelétrica com capacidade instalada de 16 MW, localizada no estado do Mato Grosso do Sul.

O valor da operação é de R$ 40,4 milhões, a ser ajustado entre a presente data e a data de fechamento. A operação está sujeita à verificação de determinadas condições precedentes usuais a esse tipo de transação, dentre as quais se incluem: (a) a aprovação pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica – CADE; e (b) a aprovação pela Agência Nacional de Energia Elétrica – ANEEL.

Com a presente transação conclui-se o processo de alienação de pequenas centrais hidrelétricas no Estado do Mato Grosso do Sul, iniciado com a venda da Pantanal Energética Ltda, com capacidade instalada de 51,1 MW, que foi concluída em 29 de janeiro de 2016... Leia mais em EDP 24/05/2018