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22 dezembro 2020

Gerdau incorpora indicadores ESG ao bônus de executivos

A Gerdau revisou seu Plano de Incentivo de Longo Prazo (ILP), a fim de incorporar a remuneração da alta liderança aos avanços dos temas ambientais, sociais e de governança (ESG, da sigla em inglês). Dessa forma, esses executivos passarão a ter os indicadores de sustentabilidade atrelados às metas dos bônus de longo prazo a partir de 2021. 

O objetivo da revisão é gerar um ambiente de trabalho comprometido com a evolução de temas de sustentabilidade, além de atuar na atração e retenção de colaboradores de alta performance. A medida será implementada para todos os executivos de alta liderança que possuem remuneração de incentivo de longo prazo, com o intuito de levar os critérios ESG, de forma ainda mais profunda, para o centro das tomadas de decisão estratégicas da empresa.

A partir de agora, 20% do ILP, que remunera os executivos por meio de ações da companhia, será composto por metas de sustentabilidade. A mensuração desse percentual de metas ESG será calculada a partir de dois novos indicadores: 

  • porcentagem de mulheres em cargos de liderança e 
  • emissões de CO2. 

Além disso, terá 40% de economic value added (EVA). 

Para chegar a essas metas, a empresa levou em consideração sua matriz de materialidade, formada de tópicos que refletem os impactos mais significativos, tanto ambientais como sociais e econômicos, sobre as atividades, produtos e serviços da companhia, bem como seu scorecard ESG, ferramenta utilizada para acompanhar e avaliar o cumprimento da estratégia e o atingimento de suas metas. 

“A Gerdau está comprometida em gerar cada vez mais valor para a cadeia e ser protagonista na proposição de soluções para os desafios da sociedade. Compreendemos o papel das organizações em promover iniciativas de diversidade e inclusão e de sustentabilidade em seu ambiente de trabalho”, afirma Caroline Carpenedo, diretora global de pessoas e responsabilidade social. Bárbara Dinalli, líder global de remuneração e performance da Gerdau, reforça que “a decisão de revisitar o bônus de longo prazo da alta liderança da empresa é fruto do avanço de nossa transformação cultural, em pleno curso desde 2014. A revisão do ILP deve impulsionar e direcionar o planejamento e as tomadas de decisões estratégicas das equipes e, consequentemente, da Gerdau globalmente”... Leia mais em gerdau 22/12/2020



22 dezembro 2020



08 dezembro 2020

Controlada da Empresas Randon adquire fundição de São Paulo

Castertech adquiriu a Fundituba, que desde 2002 pertencia ao Grupo Francisco Stedile

A Castertech Fundição e Tecnologia, uma das controladas das Empresas Randon, concluiu a compra da Fundituba Indústria Metalúrgica, de Indaiatuba (SP), empresa que pertencia ao Grupo Stedile, de Caxias do Sul. A negociação já recebeu a aprovação do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE), mas os valores do negócio não foram informados.

Com essa aquisição, a Castertech amplia a capacidade e flexibilidade de produção de peças fundidas para em torno de 65 mil toneladas por ano. “Além da ampliação da capacidade produtiva, vamos aprimorar a logística da companhia, com a implementação de uma unidade de negócios em São Paulo, fortalecendo a participação no mercado de autopeças”, destaca Eduardo Dalla Nora, diretor de Suspensão e Rodagem das Empresas Randon.

Com a nova Castertech Indaiatuba, a expectativa é gerar até 150 postos de trabalho, quando a unidade atingir a sua capacidade máxima produtiva. Especializada em soluções de sistemas de rodagem e suportes fundidos e usinados, a Castertech tem uma trajetória de acelerado crescimento. Em operação desde 2009, com sede em Caxias do Sul, a companhia surgiu, inicialmente, para atender as necessidades internas das Empresas Randon.

Hoje, fornece seus produtos para montadoras de caminhões e ônibus, fabricantes de semirreboques, sistemistas automotivos, para o setor agrícola e mercado de peças de reposição. “Os movimentos de expansão da Castertech estão em linha com as necessidades e oportunidades de mercado. A nova aquisição significa que conquistamos uma posição logística estratégica para a produção e distribuição dos produtos de sistemas de rodagem e potencializa as sinergias entre os negócios já existentes”, reforça o vice-presidente executivo e COO das Empresas Randon, Sergio Carvalho.

A Fundituba foi fundada em 1975 pela Yanmar, que havia se instalado no Brasil dois anos antes. Em 2001, a marca japonesa foi dividida em duas empresas. A Yanmar Indaiatuba foi adquirida, juntamente com a Fundituba, pela Lavrale, do grupo Francisco Stedile, e ganhou a denominação de Agritech. A fundição manteve sua atividade de fornecimento de produtos para a linha de tratores. Leia mais em jornaldocomercio 08/12/2020



08 dezembro 2020