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24 dezembro 2020

IG4 Capital fecha compra da CLI e passa a operar terminal de grãos no Maranhão

Para concluir o negócio, gestora renegociou dívidas da empresa de mais de US$ 240 milhões

A gestora IG4 Capital fechou a compra da Corredor Logística e Infraestrutura (CLI), empresa que opera o terminal de grãos da CGG Trading no Porto de Itaqui, no Maranhão. 

O negócio foi concluído no início da noite desta quarta-feira.. Leia mais em valoreconomico 24/12/2020

http://www.cggtrading.com


24 dezembro 2020



19 dezembro 2020

Praxio quer revolucionar a logística

Essa é a quarta aquisição da empresa, que deverá ter um superior a R$ 85 milhões neste ano.

Com a aquisição da Fusion DMS (Delivery Management System) a Praxio consolida sua visão de unir o transporte e a logística através da tecnologia.

A Praxio, empresa de tecnologia especialista no setor do Transporte Rodoviário de cargas, passageiros e logística, acaba de anunciar a aquisição da empresa brasileira Fusion DMS, trazendo o conceito de Delivery Management System (DMS) para o seu portfólio junto com uma carteira de clientes que inclui os maiores atacadistas com frota própria do país. O DMS fornece desde a roteirização e gestão de entregas até o controle da jornada e da produtividade dos motoristas.

Hub de Soluções Especialista.

De acordo com Valmir Colodrão, CEO da Praxio, esta aquisição completa o primeiro ciclo de investimentos no setor desde a entrada do fundo europeu Greenbridge Partners, em 2016. Desde então a Praxio investiu mais de R$75 milhões na aquisição das empresas Hivecloud, Autumn, Avacon e agora a Fusion, expandindo sua atuação dos maiores transportadores de passageiros e cargas para pequenos transportadores, armazenagem e logística, se posicionando como um hub de tecnologia. “Como a aquisição da Fusion, garantimos conjuntamente com a Plataforma 3PL da Hivecloud eficiência operacional tanto para o embarcador quanto para o transportador”, explica Valmir.

O investimento da Praxio acontece em plena pandemia, em uma aposta no crescimento do setor de cargas e logística que já mostra sinais de recuperação e demanda tecnologias inovadoras de gestão. “A aquisição da Fusion vai ao encontro desta demanda urgente por eficiência que o setor espera. A oferta e integração das soluções de Roteirização e Monitoramento de Cargas poderão ser feitas de forma simples e segura para todos clientes dos ERPs e TMS Praxio e para a base de clientes 3PL da Hivecloud”, completa Colodrão.

Todo o processo de aquisição aconteceu de modo 100% virtual, viabilizado pela experiência da Praxio em tecnologia e integração de operações remotas de forma digital.

Emilio Saad Neto, CEO da Fusion, comenta que o relacionamento prévio entre a Fusion e a Hivecloud deu conforto para a realização do processo de aquisição 100% virtual. “Acompanhamos todo o movimento vivido pela Hivecloud nos últimos anos. Vimos a transparência com que a Praxio lida com todos envolvidos no processo de aquisição, desde os executivos até os colaboradores e isso foi fundamental para a nossa decisão, além do fato de entender que esse investimento da Praxio, realizado durante a pandemia, é sinal de que a empresa acredita muito na evolução do setor e continua investindo para trazer as melhores soluções do mercado aos seus clientes. Esse também é o DNA da Fusion”.

Para 2021 o plano da Praxio é continuar consolidando o setor de tecnologia para o transporte e logística, utilizando novos modelos de negócios como pagamento digital, marketplace de frete e as ofertas de mobilidade como serviço (MaaS).Fonte: diariodotransporte Leia mais em nelloinvestimentos 10/12/2020



19 dezembro 2020



18 dezembro 2020

AGS Logistics adquire empresa de guindastes

Negociação tem como objetivo agregar novos serviços para as operações logísticas do grupo sem a necessidade de terceirização

A AGS Logistics adquiriu recentemente uma renomada empresa de guindastes com mais de 40 anos de mercado no setor para facilitar ainda mais suas operações logísticas. “Com essa aquisição, podemos realizar esse serviço dentro de casa, sem depender de terceirização”, explica Alexandre Gulla, CEO da AGS Logistics.

 Com a negociação, foram adquiridos dez guindastes e dois veículos para as operações logísticas. “O principal diferencial de termos os guindastes é que agora podemos oferecer aos nossos clientes um pacote fechado. Antes, tínhamos que terceirizar esse serviço”, completa o executivo.

De acordo com Gulla, a compra da empresa traz ainda mais experiência para a AGS para tocar projetos de forma mais customizada, com tranquilidade e eficácia, e consiste em uma opção diferenciada para os clientes. “Agora temos nossos próprios veículos e guindastes para agregar ainda mais e oferecer ainda mais serviços”, finaliza o CEO.

Sobre a Holding AGS 

A AGS atua há 21 anos como operador logístico internacional, sendo reconhecida mundialmente por sua excelência operacional e soluções logísticas completas de ponta a ponta, especialmente para cargas perigosas, de grandes dimensões e de alto valor. 

Com matriz no Brasil, a Holding AGS controla um grupo empresarial que atua no gerenciamento completo de serviços logísticos, garantindo segurança e credibilidade aos clientes ao redor do mundo.

A AGS conta com oito armazéns, localizados em São Paulo, Rio de Janeiro, Miami, Houston, Atlanta, Milão e futuramente terá novas unidades no Qatar e na França, além de frota e equipamentos próprios e um time especializado com mais de 100 colaboradores... 

A Holding engloba as seguintes empresas:- AGS Cargo, agente de carga internacional- AGS Logística, transporte rodoviário e armazenagem- UP Insurance, corretora de seguros- APS, embalagens especiais- AGS Valley, ecossistema logístico- AGS Way, logística para feiras e eventos- Gulls, trading do grupo.. Leia mais em clickparana. 18/12/2020



18 dezembro 2020



17 dezembro 2020

Neogrid levanta R$ 486,5 milhões

Maior parte do dinheiro captado no IPO deve ser usado em fusões e aquisições.

A Neogrid, multinacional brasileira de software supply chain, captou R$ 486,5 milhões por meio da sua abertura de capital.

As ações da empresa catarinense começaram a ser negociadas na bolsa de valores B3, antiga Bovespa, nesta quinta-feira, 17.

Em nota, a empresa revelou que deve gastar a maior parte do dinheiro (80%) comprando outras empresas, ou, para usar o jargão da área, “fazendo M&A”. Os outros 20% serão usados em marketing. 

As ações da Neogrid foram vendidas por R$ 4,50, um pouco abaixo das expectativas iniciais da empresa, que ficavam entre R$ 5,50 a R$ 7,25.

"A Neogrid possui um modelo de monetização marcado pela previsibilidade de receita e com altos índices de retenção de clientes. Com a confiança dos investidores, reforçamos nosso compromisso para elevar a potência de nossas soluções e levá-las para mais clientes no Brasil e no mundo", afirma Eduardo Ragasol, CEO da Neogrid.

Ragasol assumiu o cargo em outubro, no lugar do fundador, Miguel Abuhab, que passou para a presidência do conselho de administração da Neogrid.

O executivo mexicano já vinha atuando nos últimos oito meses como COO.

Com sede em Joinville, em Santa Catarina, a Neogrid tem uma lista de clientes com nomes como Sony, Bauducco, Cimed e Kraft Heinz.

Fundada em 1999, a Neogrid conecta empresas e outros participantes da cadeia de suprimentos em sua plataforma. 

Atualmente, são mais de 37 mil indústrias, 5 mil distribuidores e 150 grandes redes varejistas (que representam milhares de lojas físicas), distribuídas em todo o país e internacionalmente.

"Em um mundo onde os produtos viraram commodities e preços não são mais diferenciais, o bom gerenciamento de estoque e a liberação de capital de giro passam a ser uma vantagem competitiva decisiva", pontua Miguel Abuhab, fundador da Neogrid.

Em 2019, a companhia registrou lucro líquido de R$ 8,65 milhões, com uma receita líquida de R$ 207 milhões.

B3 VIROU A NASDAQ

A B3 tem vivido uma série de aberturas de capital de empresas de tecnologia.

No momento, estão em processo de abertura de capital empresas como o site de comércio eletrônico Enjoei, a plataforma de imóveis para alugar Housi e a Mosaico, dona dos sites de conteúdo para e-commerce Zoom, Buscapé e BondFaro.

De acordo com o site Neofeed, trata-se de um fenômeno inédito no Brasil, onde até agora apenas empresas de tecnologia consagradas abriram capital, como a Totvs, ou, mais recentemente, a Locaweb.

O movimento acontece em um momento de alta geral da bolsa brasileira, na qual estão programadas 50 IPOs, embalados por um momento de juros baixos no país e de busca de alternativas pelos investidores.

Segundo especialistas ouvidos pela Neofeed, a qualidade das startups também melhorou, com a maioria das candidatas já sendo lucrativa. 

Os investidores que colocaram dinheiro até agora querem recuperar o investimento e a B3 se apresenta como uma alternativa. .. leia mais em baguete 16/12/2020


17 dezembro 2020



15 dezembro 2020

Após crescimento de mais de 200% em 2020, logtech recebe aporte de R$2,5 milhões

A VUXX, transportadora digital com foco nas entregas de cargas de médio peso em regiões metropolitanas, anunciou a captação de um novo aporte no valor de R$ 2,5 milhões da BR Angels Smart Network e de outros investidores-anjos. O montante se soma aos mais de R$ 5 milhões já obtidos desde o lançamento da empresa, em 2016, e será aplicado, principalmente, em ações de aquisição de novos clientes, updates em seu software proprietário de roteirização e no aprimoramento de seus algoritmos de Inteligência Artificial.

“O ano de 2020 está sendo interessante para o investimento-anjo. Este é o quinto acordo firmado pela BR Angels desde o mês de abril, e teremos outros até dezembro. Até o início do ano, o mercado de logtechs já era extremamente promissor, principalmente em um país com as características territoriais e de infraestrutura como o Brasil. Com o avanço da pandemia de covid-19, que impactou praticamente o mercado de todos os países, o setor adquiriu ainda maior relevância, atraindo o interesse dos investidores”, diz Orlando Cintra, CEO da BR Angels. “Nossas apostas na VUXX já eram anteriores a este movimento do mercado, inclusive pelo seu modelo de negócios e sua atuação. Mas é claro que, nos últimos meses, nossas expectativas com todo este segmento aumentaram”, detalha Cintra.

De acordo com Bruno Serapiao, Board Advisor da BR Angels, a escolha da VUXX para conceder o aporte se deu pelo fato de a startup de logística ser uma empresa jovem, com potencial de crescimento e por ter como missão descomplicar o segmento de transporte de cargas de médio peso no Brasil. “Navegando pela plataforma da VUXX, varejistas, embarcadores, distribuidoras, transportadoras, dentre outros, podem cotar e contratar serviços de entrega fracionada urbana e intermunicipal, reduzindo em até 30% seu custo de distribuição. Com uma equipe de operação atuando 24 horas por dia e apta para resolver qualquer tipo de imprevisto, a VUXX cuida da entrega desde o carregamento até o comprovante, sempre seguindo os protocolos padrão de transporte e a legislação vigente”, destaca Serapiao.

O aporte vem em um momento de crescimento da VUXX de mais de 200% somente em 2020 e de quase 3 vezes em relação ao ano de 2019. “Queremos manter o ritmo em 2021 e, para isso, precisamos investir em tecnologia e na aquisição de novos clientes. Vamos lançar um full-service para embarcadores: serviço de frete totalmente integrado ao ERP, com roteirização baseada em Inteligência Artificial, gestão das entregas em tempo real, notificação e acompanhamento para os destinatários também em tempo real e com nossa rede de mais de mil motoristas profissionais de carga. A ideia é que o embarcador não tenha nenhuma preocupação em planejar e gerenciar as entregas”, explica Felipe Trevisan, CEO da VUXX.

Outra novidade possibilitada com o investimento captado é a chegada a novas praças em 2021, como Belo Horizonte (MG). “Estamos consolidados no estado de São Paulo e atuando nas principais regiões, como Grande São Paulo, Baixada Santista, Ribeirão Preto, São José do Rio Preto e, agora, começaremos a oferecer nossas soluções em outros estados brasileiros”, finaliza Trevisan... Leia mais em startupi 15/12/2020



15 dezembro 2020



14 dezembro 2020

Ações da Locaweb operam em forte alta, após aquisição da Melhor Envio

Praticidade: Melhor Envio, comprada pela Locaweb, oferece plataforma de logística para pequenos negócios 

As ações da Locaweb (LWSA3) operam em forte alta nesta segunda-feira (14). Os papéis já abriram o pregão cotados a R$ 64,99, ou 2,2% superior aos R$ 63,60 com que fecharam a semana passada. O desempenho reflete a reação positiva dos investidores ao anúncio da aquisição da Melhor Envio, nesta manhã.

Às 14h50, as ações subiam 4,83% e eram negociadas por R$ 66,67 cada uma. No mesmo instante, o Ibovespa recuava 0,15% e marcava 114.959 pontos. Na máxima do dia, até agora, a Locaweb chegou a R$ 67,15. Na mínima, saíram a R$ 64,15.

Até o início da tarde, o papel já movimentara R$ 966,5 mil em operações de compra e venda no mercado à vista da B3 (B3SA3). O volume médio diário de negociação, nos últimos dez pregões, foi de R$ 1,32 milhão.

Nova controlada

A Locaweb anunciou, na manhã de hoje, a aquisição de 100% da Melhor Envio por R$ 83 milhões, em um negócio intermediado por sua subsidiária Locaweb Commerce. O preço de fechamento está sujeito a determinados ajustes de dívida líquida e capital de giro, usuais neste tipo de transação.

O Melhor Envio, fundado em 2015, oferece uma plataforma de logística que conecta pequenos e médios vendedores às principais transportadoras e empresas de logísticas do Brasil sem a necessidade de negociar contratos individuais.

Pelo sistema do Melhor Envio, é possível cotar fretes simultaneamente em diversas transportadoras, contratar online o serviço de envio e rastreá-lo de forma inteligente, acompanhando a movimentação do pacote até a chegada ao destinatário... leia mais em moneytimes 14/12/2020



14 dezembro 2020



Locaweb compra plataforma de logística Melhor Envio por 83 milhões de reais, mais adicional por meta de desempenho

A Locaweb divulgou nesta segunda-feira a compra da plataforma de logística Melhor Envio, com o preço de fechamento da aquisição acertado em 83 milhões de reais.

Os vendedores na operação terão o direito a receber eventual “earnout”, a depender do atingimento de determinadas metas financeiras apuradas com base na receita operacional líquida do Melhor Envio, disse a Locaweb.

Fundada em 2015, em Pelotas (RS), a Melhor Envio oferece uma plataforma de logística que conecta pequenos e médios vendedores às principais transportadoras e empresas de logística no país.

A receita líquida da plataforma deve ser superior a 30 milhões de reais em 2020, atingindo mais de 7 milhões de envios pagos e quase 100 mil clientes ativos na base, de acordo com a Locaweb.

Após levantar 575 milhões de reais no começo do ano, executivos da Locaweb afirmaram em junho que a empresa estava em negociações avançadas para compra de várias companhias de menor porte.

Segundo a Locaweb, as medidas de isolamento social e o consequente aumento da demanda por serviços de comércio eletrônico e entrega de encomendas criaram oportunidades para atender mais empresas que não utilizavam essas ferramentas. (Por Paula Arend Laier) Reuters Leia mais em mixvale 14/12/2020

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LOCAWEB SERVIÇOS DE INTERNET S.A. FATO RELEVANTE

São Paulo, 14 de dezembro de 2020 – A Locaweb Serviços de Internet S.A. (“Companhia” ou “Locaweb”) em atendimento à Instrução da Comissão de Valores Mobiliários (“CVM”) no 358, de 03 de janeiro de 2002, conforme alterada, e às disposições do parágrafo 4o do artigo 157 da Lei no 6.404, de 15 de dezembro de 1976, conforme alterada (“Lei das S.A.”), informa ao mercado que, na presente data, foi celebrado o Contrato de Compra e Venda de Quotas e Outras Avenças entre a sua subsidiária integral Locaweb Commerce S.A. (“Locaweb Commerce”) e os quotistas do Melhor Envio Ltda. (“Melhor Envio”), com a interveniência e anuência da Companhia como garantidora da Locaweb Commerce, para regular a aquisição da totalidade do capital social do Melhor Envio pela Locaweb Commerce (“Operação”).

Sobre a Aquisição

O Melhor Envio, fundado em 2015 na cidade de Pelotas, oferece uma plataforma de logística que conecta pequenos e médios vendedores às principais transportadoras e empresas de logísticas do Brasil sem a necessidade de negociar contratos individuais, otimizando assim a gestão da sua logística. Pelo sistema do Melhor Envio, é possível cotar fretes simultaneamente em diversas transportadoras, contratar online o serviço de envio e rastreá-lo de forma inteligente, acompanhando a movimentação do pacote até a chegada ao destinatário. Sem mensalidades, ou qualquer limite mínimo de envios, os lojistas têm acesso a preços diferenciados e extremamente competitivos e pagam apenas pelos envios realizados utilizando a plataforma.

Com essa transação, a Locaweb que já tem o mais completo ecossistema de soluções para E-commerce, contando com plataforma de lojas virtuais, soluções de pagamentos, integração com marketplaces, gestão de assinaturas e mais de 328 integrações, reforça sua atuação no segmento de logística, e segue se consolidando como a melhor opção para digitalizar o varejista brasileiro.

Assim como a Locaweb, o Melhor Envio também vem apresentando forte crescimento. A Receita Líquida, que em 2019 foi de R$ 8 milhões, será superior a R$ 30 milhões em 2020, atingindo mais de 7 milhões de envios pagos e quase 100 mil clientes ativos na base.

Seguindo o modelo de atuação da Companhia em outras aquisições, os Srs. Bruno Centurião, Éder de Macedo Medeiros e Maurício Madruga de Mesquita, sócios fundadores do Melhor Envio, permanecerão na operação do Melhor Envio, dentro da unidade Locaweb Commerce.

Operação

O preço de fechamento da aquisição da totalidade das quotas do Melhor Envio é de R$83 milhões, sendo que, como garantia à Locaweb Commerce com relação a certas obrigações de indenização assumidas pelos vendedores no Contrato, uma parcela deste valor será retida pela Locaweb Commerce e poderá ser liberada subsequentemente aos vendedores, conforme regras e procedimentos previstos no Contrato. O preço de fechamento está sujeito, ainda, a determinados ajustes de dívida líquida e capital de giro, usuais neste tipo de transação.

Adicionalmente, os vendedores terão o direito a receber eventual earnout, a depender do atingimento de determinadas metas financeiras apuradas com base na receita operacional líquida do Melhor Envio.

A aquisição do Melhor Envio pela Locaweb Commerce foi concluída nesta data, devendo as partes apenas cumprirem certas obrigações pós fechamento usuais para este tipo de transação.

A aquisição do Melhor Envio foi realizada pela Locaweb Commerce, subsidiária integral da Companhia na qual a Companhia reunirá grande parte das atividades de e-commerce do Grupo Locaweb.

 A Companhia manterá o mercado e seus acionistas oportuna e adequadamente informados sobre os fatos subsequentes ao fechamento da Operação, na forma da legislação aplicável. Rafael Chamas Alves Diretor Financeiro e de Relações com Investidores Leia mais em locaweb 14/12/2020






12 dezembro 2020

Diretores compram ações e Sertrading conclui reorganização societária

A empresa de comércio exterior Sertrading acaba de concluir uma reorganização societária. Um grupo de diretores comprou 35% das ações. Os vendedores foram o financista Jair Ribeiro e o empresário Paulo Brito, fundador da Aura Minerals, que estão fora do dia a dia da empresa. Com a transação, os seis diretores da Sertrading passam a deter 93% do capital da companhia. Ribeiro permanece com 7% das ações.

Pra frente. Fundada em 2001 pelo empresário Alfredo de Goeye, a Sertrading crescerá 60% seu.. Leia mais em estadao 12/12/2020



12 dezembro 2020



Sequoia anuncia compra da Prime, que atua no e-commerce de produtos grandes

A Sequoia Logística e Transportes informa que celebrou contrato para a aquisição de 100% da Prime Express Logística e Transporte e da Prime Time Logística e Transportes Eireli. Os valores da transação não foram divulgados.

“A aquisição permitirá à Sequoia ampliar sua capacidade de atendimento ao e-commerce de médio rodo e rodo pesado, aumentando sua capilaridade e densidade operacional. Tal aquisição também reforça o compromisso da companhia em seguir realizando investimentos e expandindo sua operação”, informa a empresa em comunicado enviado à Comissão de Valores Mobiliários (CVM).

A empresa destaca que a consumação da Transação está sujeita ao cumprimento de determinadas condições precedentes, incluindo a aprovação do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade).

A Prime atua no ramo de transporte e logística, com foco no segmento de e-commerce de produtos grandes, denominado no mercado de “médio rodo” e “rodo pesado”, operando nos modelos cross docking, door to door, milk run e logística reversa para B2C, para as regiões Sul, Sudeste, Distrito Federal e Goiás.

No mercado há mais de 10 anos, a Prime atua em oito estados do território brasileiro, possui 6 filiais e mais de 700 colaboradores. Com sede instalada na cidade de Itupeva (SP), opera com processos operacionais padronizados visando proporcionar agilidade e segurança aos seus clientes.

No período de 12 meses encerrado em outubro de 2020, a Prime apresentou um faturamento bruto de R$ 199,5 milhões e crescimento de 54% sob o mesmo período do ano anterior. Estadão Conteúdo Leia mais em istoedinheiro 11/12/2020





09 dezembro 2020

Vale receberá R$1,22 bi após BNDESPar exercer opção de compra de ações da VLI

A mineradora Vale informou que foi notificada pelo braço de participações do BNDES sobre o exercício integral pelo banco de uma opção de compra de ações de emissão da empresa de logística VLI atualmente detidas pela companhia.

"Com o exercício desta opção, a Vale receberá, por 8% de participação na VLI, cerca de 1,223 bilhão de reais no dia 11 de dezembro de 2020, passando a deter 29,6% do total de ações da VLI", disse a mineradora em comunicado nesta quarta-feira.

No momento, a Vale possui 37,6% na VLI, na qual é a maior acionista, segundo informações do site da companhia.

A operação pelas ações da empresa decorre de entendimentos firmados entre a Vale e o BNDESPar em 2015 sobre debêntures para financiamento ao projeto de expansão da Ferrovia Norte Sul, operada pela VLI, explicou a Vale.(Por Luciano Costa) Reuters Leia mais em noticias.r7 09/12/2020



09 dezembro 2020



08 dezembro 2020

Após aporte de R$130 milhões, startup de gestão logística anuncia fusão

 A Intelipost, empresa de tecnologia inteligente para logística do e-commerce e de operações omnichannel, anunciou a captação de R$ 130 milhões da Riverwood Capital no início deste ano. Além disso, a startup anunciou a união com a AgileProcess, especializada em roteirização e visibilidade em tempo real para logística. Juntas, as duas empresas criam um poderoso conjunto para apoiar varejistas e transportadoras com tecnologia para tornar a logística no Brasil mais rápida e eficiente. O objetivo agora é expandir a equipe e acelerar o roadmap de produto, oferecendo um conjunto mais amplo de recursos e soluções ao mercado.

A Intelipost pretende capitalizar sua posição como líder em tecnologia inteligente em meio ao crescimento do e-commerce no Brasil. “Nossa missão é simplificar a logística do e-commerce por meio de software e tecnologia, conseguindo menores custos de frete e maior automação para varejistas, ao mesmo tempo em que oferecemos melhores experiências de entrega para os consumidores”, afirma Stefan Rehm, CEO e cofundador da Intelipost.

“O e-commerce e o ecossistema digital do Brasil têm desempenhado um papel fundamental durante os tempos incertos que estamos vivendo e estão prontos para continuar transformando a maneira como os consumidores compram e vendem produtos e serviços. A Intelipost é líder em ajudar marcas a oferecer uma melhor experiência ao consumidor e menores custos de frete, tornando a logística melhor, mais rápida e mais eficiente”, diz Francisco Alvarez-Demalde, cofundador e sócio coadministrador da Riverwood Capital.

“Temos tido a sorte de apoiar empresas de software incríveis na América Latina ao longo dos anos, como Omie, Resultados Digitais e 99. Estamos ansiosos para fazer esta parceria com a Intelipost e apoiar este crescimento de alta escalabilidade, além de construir uma espinha dorsal estratégica da logística do e-commerce no Brasil”, afirma Joe De Pinho, diretor da Riverwood Capital, que faz parte do Conselho de Administração da Intelipost.

Atualmente, mais de 4 mil sites no Brasil usam a tecnologia da Intelipost para gerenciamento, despacho e rastreamento de frete. A plataforma está crescendo mais de 100% na comparação ano a ano durante 2020, ancorada no crescimento do e-commerce. Todos os meses, são mais de 1 bilhão de cálculos de frete para milhões de consumidores que compram online e mais de 19 milhões de pedidos de entregas por mês. 

A AgileProcess, que apoia os principais operadores logísticos com tecnologia para roteirização de veículos, é uma parte importante do plano de expansão. “A solução de otimização avançada de rotas, combinada com a tecnologia de despacho e rastreamento de encomendas da Intelipost, permitirá rastreamento e visibilidade em tempo real no nível do pacote, melhorando drasticamente as experiências de entrega dos consumidores”, diz Evilásio Garcia, cofundador e CEO da AgileProcess.

“A equipe AgileProcess e seu CEO continuarão a trabalhar fortemente nos produtos da empresa e agora contam com o suporte e a estrutura da Intelipost. A integração entre os dois produtos vai gerar ainda mais inovação e inteligência para a gestão logística”, afirma Gabriel Drummond, COO e cofundador da Intelipost... Leia mais em startupi 08/12/020



08 dezembro 2020



02 dezembro 2020

BBM Logística adquire logtech para ampliar atuação no e-commerce

A BBM Logística, de transporte rodoviário de cargas, anunciou a aquisição da Diálogo Logística, startup de entrega de e-commerces, por até R$ 82 milhões – parte do pagamento estará atrelado ao desempenho dos sócios da Diálogo, que serão incorporados à equipe da BBM.

A logtech atende, em média, 30 mil pedidos por dia, com cobertura de aproximadamente 1.800 cidades e forte crescimento ao longo de 2020, com +103% no faturamento bruto acumulado até outubro, em comparação ao mesmo período de 2019.

Com a aquisição, a BBM pretende se posicionar de forma ainda mais relevante em um mercado que está em forte expansão. O número de pedidos por e-commerce no 1º semestre de 2020 foi 39% superior ao mesmo período do ano anterior, segundo o EBIT.

“Esta aquisição acelera nosso crescimento no segmento de e-commerce através da aquisição de uma empresa que é referência tecnológica e de processos no setor. Além disso, a Diálogo possui uma equipe muito capacitada e uma plataforma altamente escalável para que, a partir da malha logística e amplitude geográfica da BBM, com mais 60 filiais em todo o país, possamos rapidamente nos transformar em uma das melhores soluções de e-commerce do Brasil”, disse Andre Prado, CEO da BBM.

O Fundador da Diálogo, Ricardo Hoerde, continuará à frente da operação para liderar o plano de expansão. “Estamos muito animados com esta transação e em fazer parte do Grupo BBM, que é referência no setor. A complementariedade de nossas operações permitirá explorarmos diversas oportunidades de crescimento, aumentar nossa capilaridade e melhorar nossa oferta para o mercado de e-commerce”, disse Ricardo.

A transação também reforça o posicionamento da BBM como consolidadora no setor logístico. Esta é a quarta aquisição desde 2018, sendo que as últimas 3 foram concluídas nos últimos 12 meses.

“Temos sido capazes de executar aquisições de forma bem-sucedida, com aumento de receitas e rentabilidade devido a integrações bem planejadas e executadas. Em um mercado de quase R$ 200 bilhões e muito fragmentado, o crescimento via aquisições é parte importante da nossa estratégia e continuaremos avaliando novas oportunidades”, explicou Firmino Freitas, diretor de Fusões e Aquisições da empresa.

A BBM tem como estratégia oferecer um portfólio completo de serviços de transporte rodoviário para atender os clientes em todas etapas da cadeia logística. A aquisição da Diálogo reforça este posicionamento expandindo os volumes e capacidade de entrega para o consumidor final. “A perspectiva de serviço integrado ao “last-mile” é muito atrativo aos clientes e permite maior eficiência operacional e econômica em cada contrato”, complementou Freitas.

Nos últimos três anos, a BBM teve crescimento médio de 78% ao ano. “Com as aquisições da Transeich, Translovato, Translag, e agora da Diálogo – que nos permitirá expandir no e-commerce, continuamos aumentando nossa oferta de serviços e ... Leia mais em startupi 02/12/2020



02 dezembro 2020



Gestora Tarpon adquire controle da Buonny

Investimentos em plataforma de logística deve chegar a R$ 300 milhões até 2021

Um ano após vender a operadora logística AGV para um braço da mexicana Femsa, o empresário Vasco Oliveira está de volta. Agora como sócio da gestora Tarpon, lidera a construção de uma plataforma de tecnologia em logística que prevê investir R$ 300 milhões até 2021. A aposta é que, em alguns anos, a iniciativa esteja pronta para ir à bolsa.

A empreitada da Tarpon teve início ontem, com a compra do controle da Buonny, que oferece tecnologia para ajudar no gerenciamento de riscos de cargas pesadas. A escolhida reúne características como receitas recorrentes – cerca de 90% do faturamento de R$ 100 milhões -, margens altas e geração de caixa.

Fundada em 1995, a Buonny tem como carro-chefe o maior cadastro e histórico de viagens de caminhoneiros do país. O produto atende 13 mil clientes, de grandes varejistas a petroquímicas, e conta com 1,8 milhão de motoristas de caminhão cadastrados, o que a coloca na liderança desse mercado. No Brasil, há 2,5 milhões de veículos dedicados ao transporrte de carga.

Num país de transporte baseado em caminhões e alta taxas de roubos de cargas – o Brasil só fica atrás do México nesse quesito -, tecnologias que inibam práticas criminosas e tornem a gestão da frota mais eficiente apresentam potencial de crescimento. O desenvolvimento de inteligência artificial e as possibilidades do 5G também animam a Tarpon na nova investida.

De origem paulistana, a Buonny também possui um serviço de monitoramento de cargas de alto valor que, no ano passado, acompanhou R$ 400 bilhões em cargas por 700 mil quilômetros. Com rastreadores e, mais recentemente, um aplicativo desenvolvido para o caminheiro, a empresa reduziu o índice de roubo de carga dos clientes. No futuro, os produtos da Buonny poderão ser exportados para América Latina e mesmo para os Estados Unidos.

Com o investimento da Tarpon, que não teve valor revelado, os dois fundadores da Buonny, Cyro Buonavoglia e Eliel Fernandes, se tornam sócios de uma holding batizada como Niche Logística. É essa holding que concentrará investimento da gestora em tecnologias para logística incluindo outros negócios que serão comprados pela Tarpon. A intenção inicial é investir cerca de R$ 300 milhões na plataforma até o próximo ano, mas uma nova rodada deverá ser feita depois de 2021.

Em entrevista ao Valor, Oliveira afirmou que o modelo de sociedade adotado foi o que atraiu os dois empreendedores. Na prática, Buonavoglia e Fernandes vão partilhar com a Tarpon os ganhos de toda a plataforma, e não só os lucros advindos da crescimento da Buonny.

“Acreditamos muito em alinhar os interesses. Por isso, estamos trazendo os sócios para holding”, disse o executivo responsável pela Niche. Segundo Buonavoglia, ser sócio da plataforma também fez diferença para a escolha da Tarpon como parceira – outros fundos, com viés puramente financeiro, chegaram a sondar a Buonny, afirmou ele. Na Niche, Buonavoglia fará parte do conselho, enquanto Fernandes seguirá como o CEO da companhia.

De acordo com Oliveira, “a cereja do bolo” da estratégia de plataforma é a oportunidade de utilizar as diferentes bases de dados – da Buonny e das futuras investidas – para oferecer novos serviços. ... Leia mais em – Valor Econômico Leia mais em clippingdotblog 01/12/2020





23 novembro 2020

JSL pode fazer novas aquisições e não descarta Correios

CEO da JSL, Fernando Simões falou, em entrevista exclusiva ao Estradão, sobre a reestruturação da companhia, a compra da Fadel e da Transmoreno, novas oportunidades de negócios e as tendências do setor de transportes

A JSL foi à compras este ano, e o terceiro trimestre tem sido intenso para o grupo brasileiro. A empresa com sede em Mogi das Cruzes (SP) adquiriu 100% da Transmoreno e 75% das ações da Fadel. Além disso, fez novas ofertas públicas de seus papéis na bolsa de valores (B3), o chamado IPO. Com isso, captou R$ 694 milhões com a oferta de ações primárias.... Leia mais em estadao 23/11/2020



23 novembro 2020



11 novembro 2020

Santos Brasil mira leilões de terminais de combustíveis, soja e fertilizantes

A empresa acabou de levantar R$ 790 milhões em uma oferta subsequente de ações

A Santos Brasil, que acaba de levantar R$ 790 milhões em uma oferta subsequente de ações, planeja participar de leilões de combustíveis, soja e fertilizantes, em uma tentativa de expandir e diversificar sua operação, hoje concentrada em contêineres, afirmou o presidente da companhia, Antonio Carlos Sepúlveda, em teleconferência com analistas nesta quarta-feira.

“Tem dois tipos de cargas no Brasil que têm apresentado crescimento acima do PIB e até da movimentação de contêineres: granéis líquidos, principalmente combustíveis, que têm muitos leilões em um futuro próximo, a partir do primeiro trimestre de 2021, estamos olhando todos. E outro tipo de carga é o binário soja-fertilizantes, que tem puxado o PIB brasileiro”, afirmou presidente.

“Teremos o primeiro leilão no Porto de Aratu em dezembro, de um terminal para soja, e temos outros leilões que virão com essas cargas. Estamos estudando isso há mais de um ano, buscando parcerias, olhando no detalhe os projetos. Esses são os caminhos fora do contêiner”, acrescentou Sepúlveda. Além disso, o executivo afirmou que a empresa planeja crescer na área de logística.

A Santos Brasil também teria interesse em participar de um leilão de desestatização do Porto de Santos, que está em estudo pelo governo federal no momento. “Temos interesse em olhar e participar, a depender do edital, acredito que seremos muito competitivos para participar dessa licitação. Conhecemos muito o Porto de Santos”, afirmou Sepúlveda, ao ser questionado.

A desestatização do Porto de Santos está ainda em fase de estudos pelo governo federal, e ainda não está claro se a participação da Santos Brasil seria permitida, e em quais termos, uma vez que a empresa já é hoje um dos maiores operadores de terminais no porto.

Por outro lado, a Santos Brasil deverá entregar em novembro sua primeira proposta de renegociação de contrato com a Maersk, que é o principal cliente do terminal portuário da empresa em Santos. O acordo entre as empresas vence em março de 2021.

“É relação de muito tempo, que vem desde a Hamburg Süd [comprada pela Maersk]. Há uma convergência muito grande, porque hoje a Maersk tem 40% do volume da costa brasileira, e a Santos Brasil tem 25% da capacidade implantada na costa. A convergência é muito forte, estamos muito confiantes de que vamos conseguir reposicionar contrato com eles”, afirmou o presidente do grupo.

Fase aguda da pandemia

A fase aguda da queda de movimentações provocada pela pandemia de covid-19 já ficou para trás nos terminais operados pela Santos Brasil, afirmou Daniel Dorea, diretor de relações com investidores da empresa.

“Os desafios derivados da pandemia no Brasil e no mundo continuam, mas os sinais de recuperação nos deixam mais confiantes com 2021, em um contexto em que a Santos Brasil renegociará contratos importantes e avaliará oportunidades de crescimento no Brasil”, disse.

A recuperação nos volumes movimentados tem sido sentida desde agosto, primeiro mês em que não houve cancelamentos de escalas de navios. Segundo Dorea, neste ano a temporada de pico nas movimentações teve um atraso, por conta da pandemia.

“Diferentemente de todos os exercícios anteriores, a ‘peak season’ será mais tardia. Menos concentrada no 3º trimestre e mais distribuída no 4º trimestre, nos meses de outubro e novembro. Deve ter tendência de recuperação, puxados por recuperação de estoques da indústria e varejo nas vendas de fim de ano”, afirmou... Valor economico Leia mais em redacaoagro. 11/11/2020



11 novembro 2020



Sequoia Logística avalia novas aquisições

Companhia reverteu prejuízo no terceiro trimestre deste ano

Após concluir a compra da Direcional Transportes e Logística, a Sequoia Logística e Transportes negocia novas aquisições. 

 Uma das empresas está em processo de auditoria legal (‘due diligence’). “Temos algumas empresas em avaliação e uma em processo de auditoria”, afirmou Armando Marchesan Neto, fundador e CEO da Sequoia... Leia mais em valoreconomico 11/11/2020





21 outubro 2020

Brasil já possui 283 logtechs – startups do setor de logística

As startups do setor de logística, chamadas de logtechs, já são 283 no Brasil. Destas, 50% foram fundadas entre 2015 e 2020. O setor, que nos últimos anos encontrou oportunidades para inovar e se desenvolver, segue em expansão mesmo durante este período de crise na saúde pública e adversidade econômica. Somente nos primeiros nove meses deste ano, a área atraiu US$ 187,6 milhões em aportes. Os dados são do Distrito LogTech Report, levantamento realizado pelo Distrito, empresa de inovação aberta que atua junto a startups. O estudo teve ainda apoio da KPMG, Volvo e VLi.

O levantamento dividiu as logtechs em cinco áreas de atuação: 

  • Gestão Logística (43,6%), que apresenta soluções eficientes na gestão do processo logístico, com uso de analytics, Internet das Coisas e Inteligência Artificial; 
  • Entrega (19,4%), serviços para entrega mais eficaz ao consumidor final, explorando diversos modais, como até mesmo drones; 
  • Logística Reversa (12%), serviços que intermediam a volta de um produto para a cadeia de suprimentos; 
  • Estoque (11,3%), empresas que utilizam tecnologia armazéns, centros de distribuição, fluxo de estoque e atividades como tráfego de carregamento e descarregamento; e 
  • Marketplace de Frente (11%), soluções que atuam como intermediárias entre fornecedores e transportadores para entrega de cargas fracionadas, permitindo análise comparativa e cotação de frete.

Desde 2011, as logtechs captaram um montante de US$ 1,3 bilhão, divididos em aproximadamente 100 rodadas de investimento. A categoria de Entrega foi a que mais recebeu recursos, US$ 911,1 milhões no total. Isso representa 74% de todo o investimento já realizado em logtechs brasileiras. Importante destacar, entretanto, que este volume se deve aos grandes investimentos nas startups iFood e Loggi, que representam mais de 95,5% dos aportes desta categoria. Em segundo e terceiro lugar estão as categorias de Logística Reversa e Marketplace de Frente, com a captação de US$ 265 milhões e US$ 202,7 milhões, respectivamente.

Tiago Ávila, líder do Distrito Dataminer, braço do Distrito responsável pela elaboração de estudos do universo de startups, afirma que o setor logístico segue em expansão e não deve esperar pela modernização de infraestrutura para superação de obstáculos geográficos. “Em um mercado de alta competitividade, as startups estão aproveitando cada oportunidade para diminuir custos, aumentar a eficiência na prestação de serviços e agregar valor à jornada dos colaboradores que integram a cadeia de suprimentos”, comenta.

Ávila ainda explica que, “com a crescente do e-commerce, modernização dos pontos de vendas e experiências personalizadas para clientes, o varejo está sendo remodelado e as startups que oferecem produtos para a cadeia logística estão atuando como peças centrais nessa nova dinâmica, tornando-se cada vez mais essenciais”.

O levantamento traz ainda a distribuição geográfica das startups de logística pelo país. Aproximadamente 90% das logtechs estão concentradas nas regiões Sudeste (67,5%) e Sul (20,1%). As empresas restantes estão localizadas nas regiões Nordeste (7,8%), Centro-Oeste (2,8%) e Norte (1,8%). Vale destacar que apenas o estado de São Paulo sedia 50,2% do total das startups deste segmento. Minas Gerais, Santa Catarina e Paraná ocupam as três posições seguintes, somando 25,7% do total.

O estudo ainda aponta que, em 2020, foram realizadas 13 aquisições, das quais quase 50% efetivadas por grandes varejistas (Via Varejo, B2W, Magazine Luiza), confirmando que o varejo tem observado o acirramento da concorrência, tornando necessário aquisições das startups para inovar, melhorar e baratear serviços.

Top 10

O Distrito LogTech Report apontou, ainda, quais são as 10 maiores startups do setor, considerando elementos como número de funcionários, visibilidade, investimento captado e faturamento. São elas iFood, Loggi, Mandaê, Clique Retire, FreteBras, DeliveryCenter, CargoX, Modern Logistics, Cobli e Truck Pad.

Fique de Olho

O estudo destaca ainda uma relação de startups que têm apresentado um ritmo decrescimento acelerado, a partir da combinação dos aportes recebidos e da visibilidade que têm nas redes sociais. São elas Vuxx, Mottu, Bee Delivery, Melhor Envio, Intelipost, Logcomex, Carbono Zero Courier, Everlog, Shopper e Pathfind.... Leia mais em seucreditodigital 20/10/2020



21 outubro 2020



17 outubro 2020

Rappi ou Amazon? O plano por trás das 8 aquisições do Magazine Luiza

Magalu: Para aumentar ainda mais a interação e a frequência de compras, o Magalu adquiriu o AiQFome, plataforma de delivery de refeições (Leandro Fonseca/Exame)

Logística, meios de pagamento, marketing e até delivery de refeições. O Magazine Luiza está incorporando cada vez mais serviços dentro de sua plataforma, para desenvolver o seu ecossistema de lojas físicas, comércio eletrônico e marketplace. 

Com oito compras em outros meses, as aquisições tornam o Magalu muito mais que uma varejista. Um dos objetivos é criar um superaplicativo, para ser acessado com frequência pelos consumidores – a exemplo do que acontece com o Rappi, startup colombiana que incorpora serviços de delivery a profissionais de beleza e aluguel de apartamentos. O Magalu incorpora cada vez mais categorias de produtos – o auge da diversificação ocorreu com a compra do AiQFome, plataforma de delivery de refeições.

Outro alto é trazer mais eficiência e rapidez para a empresa, por exemplo, ao eliminar a necessidade de se dirigir ao caixa para fazer pagamentos, com a aquisição de uma empresa de meios de pagamento. Com a entrada de milhares de vendedores em seu marketplace, a empresa também expandiu sua capacidade logística, com outras duas aquisições. Assim, se aproxima da Amazon, conhecida pela eficiência das entregas de seu marketplace. 

As possibilidades não param por aí. Com uma posição robusta de caixa e apetite para compras, o ecossistema do Magazine Luiza deve ficar cada vez mais forte. ..  Exame ... Leia mais em .saidasuldf.17/10/2020



17 outubro 2020



12 outubro 2020

Vale anuncia joint venture com chinesa para projeto portuário

Iniciativa prevê investimento de cerca de US$ 624 milhões na expansão das instalações do Porto de Shulanghu

A Vale informou nesta sexta-feira (9) que seu conselho de administração aprovou a criação de uma joint venture com a Ningbo Zhoushan Port Company Limited para construir, possuir e operar o Projeto West III no Porto de Shulanghu, na cidade de Zhoushan, na província de Zhejiang, China.

O projeto tem investimentos com valor plurianual total de RMB 4,3 bilhões ou cerca de US$ 624 milhões (capital total, base 100%).

Em comunicado enviado à Comissão de Valores Mobiliários (CVM), a mineradora detalha que o Projeto West III consiste na expansão das instalações do Porto de Shulanghu, desenvolvendo um pátio de estocagem e berços de carregamento com capacidade adicional de 20 milhões de toneladas por ano (Mtpa).

"Ao participar do projeto, a Vale garantirá uma capacidade portuária total de 40 Mtpa em Shulanghu, o que ajudará a Vale a otimizar custos em sua cadeia de valor", afirma a empresa no documento.

O projeto inclui a aquisição de direitos de propriedade e o desenvolvimento da capacidade portuária de 20 Mtpa, incluindo a construção de um novo pátio de estocagem e dois berços de carregamento, sujeitos a aprovações regulatórias.

A Vale deterá 50% da joint venture e ambas as partes pretendem obter empréstimos de terceiros de até 65%, mas não menos que 50% do investimento total. "Com essas premissas, a contribuição de capital da Vale para o projeto variará entre US$ 109 milhões e US$ 156 milhões, aproximadamente", calcula a empresa.... Leia mais em seudinheiro 11/10/2020



12 outubro 2020



06 outubro 2020

Sequoia vende ações a R$ 12,40 e movimenta R$ 1 bilhão em IPO

A faixa inicialmente sugerida variava entre R$ 14,25 e R$ 17,75; em relação ao valor médio, de R$ 16, a redução foi de 22,5%

A Sequoia Logística e Transportes concordou em reduzir o valor inicialmente sugerido para suas ações e captou R$ 1 bilhão em sua oferta pública inicial de ações (IPO), concluída nesta segunda-feira (5). 

Os papéis saíram, cada um, a R$ 12,40. A faixa inicialmente sugerida variava entre... Leia mais em valoreconomico 06/10/2020




06 outubro 2020