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21 dezembro 2020

Competição cria onda de fusões nas corretoras

Consolidação do setor de serviços financeiros é motivada por redução de custos e diversificação de investimentos

De um lado, um aumento na concorrência que levou à redução nas margens combinada a um maior gasto com tecnologia. Do outro, a busca dos correntistas pelos mais variados tipos de investimentos, especialmente, os de renda variável. A solução: uma onda de aquisições de corretoras por bancos.

Em julho, o Neon comprou as licenças da Magliano Invest, corretora mais antiga em funcionamento do Brasil, que já havia transferido seus clientes para a Guide Investimentos. Em setembro, o Nubank adquiriu a Easynvest. Em outubro, foi a vez do BTG levar a Necton, que surgiu da junção das tradicionais Concórdia e Spinelli, depois de o banco ter concluído a compra de 80% da corretora Ourinvest em abril

“É um movimento que veio para ficar. O banco começa como fintech, mas no fim tem que oferecer todo os produtos para clientes para concorrer com os bancões, por isso procura corretoras”, diz .. Leia mais em folha.uol 21/12/2020



21 dezembro 2020



18 dezembro 2020

Dasa anuncia compra do Hemat, terceira aquisição em 15 dias

Desde o início de dezembro, a empresa anunciou a compra do Hospital Leforte, numa transação de R$ 1,7 bilhão, e do Grupo Exame, no Rio Grande do Sul

A Dasa adquiriu o controle do laboratório Instituto de Hematologia (Hemat), de São José dos Campos, no interior de São Paulo. Trata-se da terceira aquisição da companhia nos últimos 15 dias. 

Ontem a Dasa informou ao mercado a compra de 90% do Grupo Exame, no Rio Grande do Sul. Nessas duas transações , a Dasa entre em novas praças.. Leia mais em valoreconomico 18/12/2020

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DIAGNÓSTICOS DA AMÉRICA S.A. ATA DA REUNIÃO DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO REALIZADA EM 18 DE DEZEMBRO DE 2020

1. DATA, HORA E LOCAL: 18 de dezembro de 2020, às 10:30 horas, na sede da Diagnósticos da América S.A., localizada no Município de Barueri, Estado de São Paulo, na Avenida Juruá, no 434, Alphaville, CEP 06455-010 (“Companhia”).

2. CONVOCAÇÃO E PRESENÇA: As formalidades de convocação foram dispensadas em razão da presença da totalidade dos membros do Conselho de Administração da Companhia.

3. COMPOSIÇÃO DA MESA: Dulce Pugliese de Godoy Bueno - Presidente; e Marcio Alves Sanjar - Secretário.

4. ORDEM DO DIA: Discutir e deliberar, nos termos do inciso XIV, alínea "c", do Artigo 20 do Estatuto Social da Companhia, sobre a proposta para aquisição de participação societária no INSTITUTO DE HEMATOLOGIA DE S.J.R. PRETO LTDA., sociedade empresária limitada com sede na Rua Cila, 3.104, Redentora, na Cidade de São José do Rio Preto, Estado de São Paulo, CEP 15015-080, inscrita no CNPJ/ME sob o no 59.846.154/0001-41 (“Instituto de Hematologia”), a ser realizada, nesta data pela Companhia (“Operação”).

5. DELIBERAÇÕES: Após exame e discussão da matéria constante da ordem do dia, a totalidade dos membros do Conselho da Administração deliberou, sem ressalvas, por aprovar a celebração, na presente data, do Contrato de Compra e Venda de Quotas e Outras Avenças (“Contrato”), com Manoel Cavalcanti de Albuquerque e outros (“Vendedores”), referente à aquisição, pela Companhia, de quotas detidas pelos Vendedores, representativas de 80% (oitenta por cento) do capital social do Instituto de Hematologia, bem como o acordo de acionistas celebrado entre a Companhia e cada um dos Vendedores (“Acordo”). O Contrato não estabelece condições suspensivas, de forma que a Operação e o Acordo passam a viger a partir da presente data. A Operação não está sujeita à aplicação do artigo 256 da Lei no 6.404/76.

A Diretoria da Companhia fica devidamente autorizada a tomar as providências necessárias à implementação da Operação e demais deliberações acima, incluindo todos os demais termos e condições da Operação, a assinatura de contratos acessórios e quaisquer outros documentos que se façam necessários para o fechamento, sendo ratificados todos os atos praticados nesse sentido até o momento.

6. ENCERRAMENTO E LAVRATURA: Nada mais havendo a tratar, foram os trabalhos suspensos para lavratura desta ata. Reabertos os trabalhos, foi a presente ata lida e aprovada, tendo sido assinada por todos os presentes... Leia mais em Dasa 18/12/2020



18 dezembro 2020



17 dezembro 2020

Grandes assessorias de investimentos selam fusão

Faros seu une à mineira Private, e Acqua Investimentos fecha acordo com a Vero Investimentos

Isidoro, da Private, e Botsman, da Faros: operação robusta para avançar em cliente “ultra high” e atrair sócio capitalista 

Dois lances no mercado de agentes autônomos de investimentos dão sinais de que o movimento de consolidação no setor entra numa nova fase. A Faros Investimentos, um dos maiores escritórios ligados a XP, assinou memorando de entendimento para se unir a Private Investimentos...Leia Mais em valoreconomico 16/12/2020



17 dezembro 2020



27 novembro 2020

5 grandes tendências que estão sendo aceleradas pela pandemia

Como cada apresentação de e-mail nos lembra em 2020, estamos vivendo em “tempos sem precedentes”.

Sem dúvida, mesmo depois que uma vacina viável for lançada para o público em geral e as coisas começarem a retornar a alguma aparência de normalidade, haverá efeitos duradouros na sociedade e na economia. 

Diz-se que o COVID-19 avançou rapidamente em uma série de tendências, do comércio eletrônico à cultura do local de trabalho.

Hoje, vamos destacar cinco dessas tendências de aceleração....

.. O comércio foi obviamente afetado pela pandemia, e é muito cedo para dizer quais serão os efeitos de longo prazo. Uma coisa que está clara é que o componente de informação da globalização está se tornando uma peça ainda mais importante do quebra-cabeça econômico mundial.

Mesmo antes do COVID-19 se consolidar, o comércio global de serviços crescia 60% mais rápido do que o comércio de mercadorias e estava avaliado em aproximadamente US $ 13,4 trilhões em 2019...Leia mais em visualcatalist 27/11/2020



27 novembro 2020



Kinea quer levantar até R$ 2 bi para investir em ‘consolidação’ no pós-covid

Novo fundo deve priorizar setores mais sensíveis ao ciclo econômico

A Kinea Investimentos pretende levantar entre R$ 1,5 bilhão e R$ 2 bilhões nos primeiros meses de 2021 em mais um fundo de private equity para investir em participações de empresas que poderão ser consolidadoras após o período mais agudo da pandemia, apurou o Valor. 

A gestora de ativos alternativos do Itaú Unibanco, que reúne R$ 3,5 bilhões em ativos na área de private equity, vai procurar negócios em setores mais sensíveis ao ciclo econômico para comprar fatias minoritárias, mas ainda não definiu as áreas de atuação. 

Também está analisando o cenário político e econômico antes de tomar a decisão... Leia mais em valoreconomico 27/11/2020





Piemonte planeja mais aquisições

A empresa carioca comprou cinco data centers da Oi por R$ 325 milhões

O interesse da carioca  pela aquisição de ativos no Brasil não diminuiu com a compra de cinco data centers da Oi, por R$ 325 milhões, em leilão judicial realizado ontem. 

 O presidente-executivo da Piemonte, Alessandro Lombardi, disse que “a cada semestre” espera ampliar a capacidade da empresa, criada em 2012 e que hoje detém participação em um data center de 5.200 metros quadrados de área em Brasília... Leia mais em valoreconomico 27/11/202





25 novembro 2020

“ISPS estão do lado certo do dinheiro”, afirma consultor

Rodrigo Leite prevê a possibilidade de 73 milhões de novos acessos em até 10 anos e o grande potencial de investimentos dos fundos de infraestrutura em fazer aquisições.

O potencial de crescimento do mercado de banda larga fixa no Brasil é gigantesco, com possibilidade de 73 milhões de novos acessos urbanos nos próximos 5 a 10 anos, o que faz dos ISPs, que já têm fibra perto de muitas residências, alvos potenciais de fundos de infra, que têm, por sua vez, muitos recursos captados e estão prontos para investir. A avaliação é do consultor Rodrigo Leite, que abriu, nesta quarta-feira, 25, a INOVATic 2020, promovida pelo Tele.Síntese em parceria com o PontoISP.

Segundo Leite, a estimativa é de que existam 80 milhões de imóveis no país, contando com os de temporada, os não residenciais e os não ocupados, e a empresa líder em home passed é a Telefônica, que deve fechar o ano com fibra em 14 milhões de domicílios; seguida da Oi, com 9 milhões; a TIM, com 3,5 milhões e a Claro, com 2,5 milhões. “Mas esses números são pequenos perante os 80 milhões de domicílios, o que indica que estamos só no início e que existe uma corrida para a liderança”, afirma. 

Com relação aos números totais de acessos, Leite estima que existem 15 milhões que não estão na conta do sistema da Anatel, que indica 35,3 milhões, sendo 13 milhões providos pelos ISPs. Desses, acredita que 18 milhões sejam de acessos de FTTH de boa qualidade, dentro e fora do sistema da Anatel e a maioria pertence às telcos, mas nem tudo. “Comparando isso com 80 milhões de imóveis urbanos, vemos que ainda há muito para crescer, contando apenas com o primeiro acesso”, disse. Para acessos backup (segundo ou terceiro acessos), a estimativa é de mais 5 milhões de novas ligações. “É um mercado com capacidade de alocação de até R$ 100 bilhões”, avalia.

– Em 2020, exatamente por causa desse tamanho de oportunidades, começaram a surgir notícias um pouco diferentes. Telefônica buscando fundos para bancar ampliação de FTTH, a TIM pretendendo expandir a internet fixa com rede neutra, a Oi,  falando com investidores globais sobre a InfraCo”, afirma Leite. Segundo ele, a Telefônica informa que até o começo de 2021 já escolheu o parceiro.

Leite explica que essas movimentações se devem, basicamente, porque esse tipo de oportunidade aberta pelas big telcos gerou bastante interesse de dezenas de fundos de infra. “O recado agora é que fibra é utility, igual a água, esgoto, eletricidade, é uma oportunidade de fato de oferta de infraestrutura, que normalmente é feita por empresas muito grandes”, disse. Para ele, a própria pandemia expôs ineficiências bastantes significativas, principalmente dos acessos não fibra. “Aqui no Brasil, há bastante fibra por conta dos provedores regionais e também das telcos, que estão crescendo muito rapidamente, e ficou muito claro de que se não é fibra o  acesso, haverá problema com a dependência pela infraestrutura digital”, ressalta.

Leite afirma que os fundos pensam que essa oportunidade de fibrar o país pertence a eles. Mas quem são “eles”? O consultor disse que existem mais de três mil dessa classe de fundos que querem comprar ativos no mundo. Entre os 15 maiores, 10 deles investem em fibra óptica e eles captaram muito dinheiro nos últimos 5 anos, recursos que ainda não foram investidos.

ARRANJOS

Leite citou os arranjos que têm relevância no marcado de banda larga do Brasil. O primeiro deles é formado por empresas que se financiam com capital próprio dos fundadores, que se financiam com a informalidade, operação legada de rádio e o sucesso comercial. Fundos de private equity, fusões de iguais levam para um patamar superior, o M&A,  ou uma compra de um ISP menor por um maior. “Esses maiores provedores vão ter que levantar dinheiro, não dá para depender único e exclusivamente do próprio capital. E os bancos começam a emprestar mais pesado para essas empresas, a partir de 50 mil acessos”, disse.

O consultor afirma que os ISPs maiores conseguem fazer uma rodada com fundos de private equity. “Hoje, consegue-se imaginar que 30 ISPs tem essa função de consolidadores”, disse. Mas ressalta que esse é só um passo intermediário, pois há empresas que estão no mercado de capitais, que já fizeram oferta pública há muito tempo e estão se financiando por meio do que se chama de equitys públicos, como debêntures, que são negociadas de forma pública, como é o caso das telcos.

O último passo, salienta o consultor, é onde estão os fundos de longo prazo, essa é a diferença os fundos de infra para os de private equity, que normalmente saem do investimento. “Para se chegar a esse patamar, ou esses fundos compram a empresa inteira ou  compram pedaço da companhia, como é o modelo da Oi, da Vivo e da TIM”, disse. Leite acrescentou que as franquias são outro caminho, que alavancam marcas.

Para ele, a consolidação desse setor ao redor dos grandes fundos de infra é inexorável e está acontecendo. Ele acredita que a janela não é de apenas dois anos, mas estima que essa tendência dure por 20 anos e a acredita que os ISPs estão do lado certo do dinheiro. “É preciso trabalhar nesse sprint final bastante focado, para que atinjam seus melhores momentos na hora de fazer a transação e honrar o trabalho de décadas para montar os seus patrimônios”, concluiu.  Lúcia Berbert  Leia mais em telesintese 25/11/2020



25 novembro 2020



Rede Decisão quer consolidar ensino básico

A Rede Decisão — um grupo de educação básica dono de 12 escolas — está conversando com investidores para uma rodada de entre R$ 40 milhões e R$ 80 milhões em troca de 15% a 25% da empresa. 

A companhia está em conversas iniciais com family offices, fundos de private equity e investidores estratégicos. Os recursos serão usados para aquisições, projetos greenfield e investimentos em tecnologia. 

A Decisão já tem opções de compra de seis escolas que, se exercidas, aumentarão seu faturamento em 50%, o CEO Gabriel Alves disse ao Brazil Journal. 

A pandemia está criando oportunidades de consolidação. 

“As escolas boas continuam gerando caixa e indo bem, mas os donos estão cansados,” diz Gabriel. “Tiveram muita dor de cabeça com a pandemia e não querem mais tocar o negócio. Nos últimos meses, recebi muitas ligações de escolas querendo vender.”

Com 6,5 mil alunos, a Decisão opera nas cidades de São Paulo e Belo Horizonte e trabalha com mensalidades que vão de R$ 500 a R$ 900. 

Apesar deste segmento ‘low cost’ ter uma margem menor que escolas mais premium, a Decisão está praticamente sozinha no nicho, e não bate de frente com players como o Grupo SEB, de Chaim Zaher, e a Bahema Educação.

Os concorrentes são basicamente algumas bandeiras da Eleva (Pense e Elite, ambas com presença mais forte no Rio) e pequenas escolas independentes. 

Mas a rodada vai permitir à Decisão lançar uma nova marca para entrar num segmento mais premium (mensalidades de R$ 900 a R$ 1.200) e se expandir para o interior de São Paulo.

O mercado de educação básica (k-12, no jargão do setor) ainda é extremamente pulverizado. Os dez maiores players do setor — incluindo Grupo SEB, Eleva, Objetivo, Positivo e Bahema — não tem sequer 5% de market share. A Decisão tem 0,1%; o Grupo SEB, o maior, 1,1%.  

Fundada em 1984, a Decisão nasceu da cabeça de Regina Alves, mãe de Gabriel, que aos 20 anos abriu uma pequena escola de ensino infantil no Jardim Prudência, na Zona Sul de São Paulo. Em 2015, quando Gabriel assumiu o negócio, a Decisão ainda tinha apenas uma escola, que havia expandido para o ensino fundamental e médio. 

De lá para cá, o grupo foi um dos precursores da consolidação do segmento ‘low cost’: fez 9 aquisições e construiu outras duas escolas do zero — tipicamente financiando as compras com dívidas que são quitadas com a geração de caixa do próprio ativo. A companhia tem dado uma aula de M&A: o faturamento das escolas adquiridas teve um aumento médio de 12%, enquanto os custos operacionais viram uma redução média de 8%.

Nos últimos cinco anos, a Decisão deixou de ser uma empresa familiar e construiu um management capaz de escalar o negócio: o ...Geraldo Samor e Pedro Arbex Leia mais em braziljournal 25/11/2020 







23 novembro 2020

JSL pode fazer novas aquisições e não descarta Correios

CEO da JSL, Fernando Simões falou, em entrevista exclusiva ao Estradão, sobre a reestruturação da companhia, a compra da Fadel e da Transmoreno, novas oportunidades de negócios e as tendências do setor de transportes

A JSL foi à compras este ano, e o terceiro trimestre tem sido intenso para o grupo brasileiro. A empresa com sede em Mogi das Cruzes (SP) adquiriu 100% da Transmoreno e 75% das ações da Fadel. Além disso, fez novas ofertas públicas de seus papéis na bolsa de valores (B3), o chamado IPO. Com isso, captou R$ 694 milhões com a oferta de ações primárias.... Leia mais em estadao 23/11/2020



23 novembro 2020



22 novembro 2020

Um ano depois vender a Highline, Pátria agora quer o mercado wireless

O ex-controlador da Highline Brasil, o Pátria Investimentos, criou uma provedora de soluções de infraestrutura wireless no País. Batizada de Winity, a empresa tem foco em ativos de rede celular, sistemas de cobertura indoor e "novas tecnologias de conectividade móvel". Para tanto, a companhia pretende investir mais de R$ 3 bilhões "nos próximos anos".

O capital vem do montante de R$ 10 bilhões recentemente captados do Fundo Pátria Infraestrutura IV, que a empresa alega ser o maior fundo do setor para a América Latina. A ideia é capturar a demanda por expansão de infraestrutura de suporte à implantação de tecnologia 4G e 5G e por consumo de dados.

No comunicado divulgado nesta quinta-feira, 19, a companhia não informou, contudo, como será essa estratégia: se por meio de infraestrutura passiva, como torres, ou se há intenção de entrar no atacado com aquisição de espectro. Mas é um retorno ao foco em telecomunicações para o Pátria. A empresa controlava a Highline (que ainda consta como se fosse um ativo no site da investidora) com a joint-venture com o Grupo Promon, a P2 Brasil. Recentemente, houve uma tendência de saída: o Pátria detinha um portfólio de torres, que foi vendido para a SBA em 2017, antes que a própria Highline fosse vendida para a Digital Colony em 2019. 

Segundo apuração do jornal Valor Econômico nesta quinta-feira, a Winity já estaria nascendo com um contrato de torres com a TIM. TELETIME procurou tanto a operadora quanto o Pátria, mas, até o fechamento desta matéria, não foi possível confirmar a informação ou entender a estratégia por trás do anúncio.

Sinergias

Quem vai comandar a Winity é Sergio Bekeierman, que foi diretor do braço de infraestrutura do Pátria e teve passagem pela Highline e pela Vogel Telecom. Esta última é uma operadora voltada ao mercado de atacado controlada pelo Pátria, que tem ainda entre os ativos de infraestrutura no Brasil a plataforma de data centers ODATA (também com atuação na Colômbia e no México). 

Porém, cada uma dessas empresas tem um "dono" diferente: no caso da Winity, é o Fundo Pátria Infraestrutura IV. Já a Vogel Telecom, seria do Fundo 2, e a ODATA, do Fundo 3. Por conta disso, não necessariamente haveria sinergias entre essas empresas.

O Pátria, por sua vez, tem parceria com o poderoso grupo de investimentos norte-americano Blackstone. 

Contexto

"Enxergamos um alto potencial de crescimento para o setor nos próximos anos em razão do cenário de transformação digital e, particularmente, com o desenvolvimento da tecnologia 5G, que demandará das empresas a capacidade de desenvolver novas soluções de infraestrutura wireless", declarou no comunicado o sócio do Pátria, Felipe Pinto.

O anúncio do grupo de investimentos acontece em um momento em que há uma discussão de alterações regulatórias para modificar as regras do mercado de atacado no Brasil. A Lei das Antenas foi regulamentada recentemente por decreto com a inclusão do silêncio positivo e direito de passagem. Por sua vez, a Anatel encerrou nesta semana consulta pública na qual propõe a regulação das redes neutras, incluindo com possibilidade de redes móveis.

Além disso, o mercado secundário de espectro foi incluso no decreto que regulamentou o novo modelo de telecomunicações, a Lei nº 13.879/2019. O próprio leilão do 5G (e a demanda de adensamento de sites) e perspectivas de um mercado em consolidação com a venda da Oi Móvel poderiam também motivar o Pátria a voltar a esse mercado... Leia mais em teletime 19/11/2020



22 novembro 2020



20 novembro 2020

Brasil conta hoje 13.440 cartórios extrajudiciais

O Brasil conta hoje com 13.440 cartórios distribuídos pelos 5.570 municípios do País. Ele são responsáveis pelos atos vitais do cidadão brasileiro: do nascimento ao óbito, da união estável ao casamento, da compra de uma casa ao registro de uma empresa, do testamento ao reconhecimento de paternidade, da recuperação de dívidas à fiscalização de arrecadação tributária para União, Estados e municípios. Ao todo, 77 órgãos públicos recebem parte dos valores pagos pelos cidadãos aos cartórios – do Ministério Público à Santa Casa de Misericórdia, passando por Tribunais de Justiça e Defensorias Públicas.

Ontem (18), quando se comemorou o Dia Nacional do Notário e do Registrador, a Associação dos Notários e Registradores do Brasil (Anoreg/BR) lançou o Relatório Cartório em Números, fonte primária de informações à sociedade sobre uma série de atos vitais de cidadania, negócios jurídicos pessoais e patrimoniais, constituição de empresas e recuperação de créditos para entes públicos e privados.

Administrados por profissionais formados em Direito, aprovados em concursos públicos de provas e títulos realizados por Tribunais de Justiça do País, os cartórios brasileiros empregam diretamente 80.383 funcionários, beneficiando ainda 125.786 pessoas de forma indireta. À frente destas unidades estão 6.613 homens e 6.368 mulheres, que gerenciam suas unidades de forma privada, devendo arcar com todas as responsabilidades inerentes à profissão, respondendo de forma administrativa, civil e criminal por todos os atos praticados e pela unidade e sua equipe de colaboradores.

Os cartórios do Brasil geram dados desagregados de impacto social e econômico em todas as regiões do País, sendo responsáveis direto pelas informações primárias para a elaboração de políticas públicas nas áreas de Saúde, Educação, Habitação, Saneamento e Defesa. O relatório traduz e torna público os números das cinco especialidades que compõem os chamados serviços extrajudiciais: Registro Civil, Registro de Imóveis, Registro de Títulos e Documentos e de Pessoas Jurídicas, Tabelionatos de Notas e Tabelionatos de Protesto.

Entre as informações do relatório nacional, destaca-se uma das mais recentes atuações do setor, que diz respeito ao combate à corrupção, lavagem de dinheiro e financiamento ao terrorismo. Em fevereiro deste ano, por meio do Provimento nº 88, do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), os Cartórios foram incluídos na lista de entidades que repassam comunicações suspeitas ao Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), do Ministério da Economia. Desde então, 784.067 atos foram relatados, sendo 686.174 apenas na categoria Comunicações Suspeitas (COS), marca que ultrapassou os Bancos, com 176.696, antes responsáveis pelos maiores números remetidos ao Coaf.

Os Cartórios de Protesto, com amparo legal e fiscalização do Poder Público, solucionam, em até três dias úteis, 60% das dívidas, permitindo que pequenas, médias e grandes empresas recebam seus créditos e mantenham a economia equilibrada, recuperando 44 bilhões para o setor privado nos últimos 30 meses, o que representa 2/3 das dívidas levadas a Protesto. Também são utilizados por entes públicos federais, estaduais e municipais para a cobrança de dívidas de impostos não pagos, permitindo a estes órgãos desenvolverem suas políticas públicas por meio da recuperação de R$ 8,7 bilhões somente nos últimos 30 meses.

A atuação dos Tabelionatos de Notas na desjudicialização dos atos de divórcios, separações, partilhas e inventários resultou na facilitação e otimização de tempo para o cidadão e para o Poder Judiciário, além de gerar economia de quase R$ 5 bilhões aos cofres públicos, beneficiando mais de 8 milhões de pessoas. A economia ao Poder Público aumentou nos últimos anos, passando de R$ 564 milhões em 2017 para R$ 620 milhões em 2019. Novos atos de apostilamento, usucapião e retificações de registros ampliaram ainda mais esta economia com a não utilização da máquina pública.

Atos de cidadania e estatísticas vitais

Além das estatísticas vitais de nascimentos, casamentos e óbitos, os cartórios brasileiros incorporaram a seu Portal da Transparência painéis específicos para mensurar o impacto da pandemia da COVID-19 no País, com páginas especiais relacionadas a óbitos causados pelo novo coronavírus, e seus impactos na mortalidade por causas respiratórias e cardíacas, segmentando ainda estas informações por local de falecimento, cor da pele e local de residência.

A parceria com a Receita Federal do Brasil permitiu a emissão gratuita de mais de 10 milhões de CPFs já no ato de registro de nascimento, facilitando a vida da população. Tornados Ofícios da Cidadania por conta da Lei Federal nº 13.484/17, os Cartórios passaram a atuar em parcerias com órgãos públicos para oferecer novos serviços aos usuários, como a inscrição, consultas, alteração e emissão de segundas vias de CPFs. Já os atos gratuitos de nascimento, inclusive aqueles realizados em maternidades, e óbitos, bem como suas respectivas certidões, já totalizaram mais de 58 milhões desde 2002.

Regularização de bens e serviços eletrônicos

Com a pandemia, os Cartórios se reinventaram e, com autorização do Poder Judiciário, puderam migrar ser serviços para o meio eletrônico. Atos de escrituras de compra e venda, doações, divórcios, inventários, testamentos podem ser feitos por meio de videoconferência pela plataforma e-Notariado. Os serviços de Protesto – como envio de títulos, certidões, cancelamentos e quitação – estão todos disponíveis em plataforma própria, a Cenprot, 24 horas por dia, acessíveis de qualquer do mundo.

Serviços eletrônicos para o registro de propriedades foram remodelados e hoje podem ser realizados de forma totalmente digital, por meio da Central Nacional de Registro de Imóveis. Mais de 97% das solicitações feitas por meio do Portal Registradores, que integra os serviços prestados eletronicamente pelos Cartórios de Registro de Imóveis, são gratuitas. No total, foram 324.534.109 solicitações em 20 meses, sendo 317.529.191 gratuitas. Para melhoria do ambiente de negócios e maior praticidade nas transferências imobiliárias, a Central de Imóveis do Brasil implementou um novo módulo de serviço, o Guichê de Certidões, bem como implantou o projeto Indicadores Imobiliários, que permitiu ao Brasil melhorar sua colocação no quesito de registros de propriedades no ranking internacional Doing Business... Leia mais em rotajuridica 19/11/020



20 novembro 2020



18 novembro 2020

Brasil pode ter 400 instituições no open banking em um ano, estima BIP

O Brasil pode aumentar em quase 30 vezes o número de instituições participantes do open banking em um período de um ano, a partir de sua implantação. A análise da consultoria global Bip leva em conta a alta concentração do mercado financeiro no País e o interesse pelo Pix, que atraiu 750 instituições.

Potencial. 

Por aqui o compartilhamento de dados de clientes começa com 13 grandes bancos, mas o líder de Finanças da Bip, Luiz Fabbrine, estima que perto de 400 instituições possam aderir, em 12 meses... leia mais em estadao 18/11/020



18 novembro 2020



Sem IPO, Triple Play negocia aquisições

Provedora de internet prevê captação privada mais modesta, de R$ 100 milhões a R$ 200 milhões

Gilbert Minionis, presidente, sobre a suspensão da abertura de capital: “Seria como vender o seu carro abaixo do valor” 

Depois de retirar sua oferta pública inicial de ações (IPO), em outubro, a Triple Play Participações não perdeu tempo reclamando da situação de mercado que a levou à desistência. O diretor-presidente da empresa, Gilberto Minionis, disse que o plano de expansão da Conexão Fibra, marca da provedora de conexão de internet em banda larga, foi revisto, novas fontes de recursos avaliadas e o projeto de expansão por meio de aquisições continua, podendo.. Leia mais em valoreconomico 18/11/2020








16 novembro 2020

De olho em setor bilionário, Aqua compra Verde Agrícola

É a segunda aquisição do fundo de investimento em agronegócio para sua plataforma de maquinário, mercado que movimenta R$ 7,5 bilhões por ano, incluindo as concessionárias de grandes montadoras

 O Aqua Capital, um dos principais fundos de investimento em agronegócio do Brasil, acaba de comprar a Verde Agrícola, revenda de peças para motores e sistemas de transmissão de máquinas agrícolas com 14 mil clientes no País. 

É a segunda aquisição do Aqua para sua plataforma de maquinário, mercado que movimenta R$ 7,5 bilhões por ano, incluindo as concessionárias de grandes montadoras do setor. Gustavo Pimenta, sócio responsável pelo negócio, não revela o valor da transação, mas diz que os investimentos na Verde e na Rech Agrícola - primeira aposta do Aqua no setor, no fim de 2018 - somam cerca de R$ 100 milhões. Juntas, as duas empresas devem faturar R$ 200 milhões em 2020. 

“O parque de máquinas brasileiro vem aumentando e com um uso cada vez mais intenso. O segmento de peças cresce de 7% a 10% ao ano, mas é muito pulverizado”, explica....  Broadcast Agro, O Estado de S.Paulo Leia mais em estadão 16/11/2020



16 novembro 2020



05 novembro 2020

Com 37 aquisições e ambição de mais, Rede D’Or quer R$ 8 bi em IPO

A oferta inicial da Rede D’Or, dona dos hospitais de mesmo nome e da bandeira São Luiz, é uma das mais esperadas da próxima leva de IPOs. A companhia pretende levantar 8 bilhões de reais com uma emissão primária e ainda está decidindo qual tamanho pode ter a parcela secundária da oferta, da venda parcial dos atuais acionistas. A prioridade é captar recursos para o crescimento. Por isso, o tamanho da operação secundária vai depender bastante do apetite dos investidores e do momento da bolsa em que ocorrer a colocação.

Um dos motivos de um negócio nada trivial como gerir hospitais ser badalado já na largada é a história de consolidação e crescimento promovida pela família Moll. Há mais de uma década, eles viram o espaço para esse movimento e foram em busca de sócios e capital. Com isso, o grupo que era líder saiu na frente, promoveu uma verdadeira onda de aquisições — nada menos do que 37 — e fez investimentos bilionários. Durante vários anos, foi quase o único consolidador de peso do setor. O Ebitda pulou de 113 milhões de reais para 3,7 bilhões de reais em uma década, de 2009 a 2019. O valor da empresa, naturalmente, seguiu a mesma toada, mesmo de capital fechado... Leia mais em exame 04/11/2020



05 novembro 2020



28 outubro 2020

Consolidação avança no setor de cimento

Em menos de dois meses, Cimento Elizabeth e CRH Brasil, passaram ao controle de novos donos 

Duas cimenteiras mudaram de donos entre setembro e esta semana, dando continuidade a um processo de entrada de novos investidores e de consolidação de ativos no setor. 

Em setembro, o fundo de hedge americano Farallon Capital assumiu o controle da Cimento Elizabeth, do Nordeste, em troca de créditos que tinha com a família  Crispim, também dona da Cerâmica Elizabeth. 

Nesta semana, o grupo irlandês CRH vendeu suas cinco fábricas no Brasil para uma joint venture entre o grupo Buzzi Unacem, da Itália, e o Ricard Brennand .. Leia mais em valoreconomico 28/10/2020


28 outubro 2020



21 outubro 2020

Com valorização pós-IPO próxima de 300%, Locaweb reforça agenda de aquisições

Em entrevista ao Conexão CEO, Fernando Cirne, presidente da Locaweb, fala sobre o salto da empresa após a estreia no mercado de capitais e detalha os planos da companhia para encorpar ainda mais seu portfólio de ofertas digitais

Com quase 30 anos de carreira, é natural que Fernando Cirne já tenha experimentado as mais variadas situações. Mas, para ele, nada se compara a 2020. E a intensidade do ano não diz respeito apenas à Covid-19.

O ano sem precedentes na trajetória do executivo começou, na realidade, meses antes de janeiro. À frente da Locaweb, Cirne e seus pares da alta cúpula na empresa brasileira de tecnologia deram início às sondagens para testar a receptividade a uma eventual abertura de capital da companhia.

Depois de meses de processo, o IPO veio no início de fevereiro. Com ações no topo da faixa, a empresa captou R$ 1,3 bilhão e, desde então, coleciona números que impressionam. Seus papéis acumulam uma alta de quase 300% e seu valor de mercado saltou de R$ 2,6 bilhões para os atuais R$ 8,6 bilhões.

“O sucesso da Locaweb pós-IPO veio porque preparamos a operação para o crescimento e para seguir entregando um bom resultado”, diz Cirne, em entrevista ao programa Conexão CEO (vídeo completo acima).

O batismo de fogo no mercado de capitais veio poucas semanas depois do IPO. E quando a Covid-19 desembarcou no País, a Locaweb tinha, de fato, um leque amplo de ferramentas para atender à urgência por digitalização.

Da empresa de hospedagem de sites fundada em 2018, a companhia evoluiu, nos anos seguintes, para uma operação com 350 mil clientes, 1,5 mil funcionários e ofertas em áreas como e-commerce, delivery, meios de pagamento, computação em nuvem e marketing digital.

Esse quebra-cabeça foi sendo montado ao longo dos últimos anos, seja organicamente ou via aquisições. Essa última estratégia teve início em 2012 e envolveu seis acordos até a abertura de capital. E é uma das prioridades da empresa, que reservou os R$ 575 milhões injetados diretamente no seu caixa, com o IPO, para essa finalidade.

A nova temporada de aquisições da Locaweb teve início na última semana de setembro, com dois acordos. A empresa anunciou, em um intervalo de sete dias, as compras da Etus, de marketing digital, e a Social Miner, de ferramentas para o e-commerce. E, a julgar pela agenda de Cirne, esse é só o começo.

“Ao menos um terço do meu tempo é dedicado à estratégia de M&A”, conta o executivo, que integra um comitê destinado a essa frente com Gilberto Mautner, fundador e presidente do Conselho de Administração da Locaweb, e Rafael Chamas, CFO da companhia. “Nós mapeamos mais de mil empresas e eu me reuni com pelo menos 150 delas.”

Dentro desse universo, a empresa filtrou 36 empresas e estabeleceu conversas avançadas com outras sete companhias, entre elas, a Etus e a Social Miner. Para chegar a esse estágio, a tese da Locaweb passa por alguns critérios, como ter receita recorrente e produtos consolidados.

Completam a relação o potencial de alavancar ainda mais o negócio a partir da integração no grupo e a manutenção dos fundadores no comando da operação incorporada. “Somos muito cuidadosos e não saímos comprando empresas para empilhar receita”, diz Cirne. “Vamos reforçar nosso portfólio e abrir novas frentes. Eu tenho muito ainda a entregar para o meu acionista.”...  Moacir Drska. Leia mais em NeoFeed 21/10/2020



21 outubro 2020



Rede D’Or pede ao Cade para elevar participação na Qualicorp


Grupo hospitalar se tornou a maior acionista da administradora de planos de saúde em 2019

Dona da maior rede hospitalar do país, a Rede D’Or deu entrada no Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica) para pedir autorização para elevar sua participação na Qualicorp. Há pouco mais de um ano, o grupo hospitalar se tornou o principal acionista da Qualicorp e hoje tem 12% do capital da empresa, que é a maior administradora de planos de saúde por adesão do Brasil. 

A companhia também vinha fazendo outras aquisições e se prepara para abrir capital. Autor: Joana Cunha Referência: Folha de São Paulo .. Leia mais em capitólio 21/10/2020




20 outubro 2020

Governo anuncia fusão de Valec e EPL, a estatal do trem-bala

O Ministério da Infraestrutura (MInfra) anunciou nesta segunda-feira a fusão das estatais Valec, responsável por construir ferrovias, e da Empresa de Planejamento e Logística (EPL), criada em 2012 para implementar o projeto fracassado do trem-bala entre Rio e São Paulo.

A nova empresa vai se chamar Infra S.A.. As duas empresas serão formalmente incorporadas.

“A incorporação das empresas irá reduzir os custos de manutenção da União e priorizará o que há de melhor em conhecimento e capital humano de ambas para projetos de infraestrutura”, informou o ministério.

A previsão é que o plano de reestruturação seja apresentado em três meses e todo o processo de junção esteja concluído em nove meses. Após a implantação, serão realizadas avaliações trimestrais de acompanhamento da nova empresa, disse a pasta.

O Ministério da Infraestrutura diz que um dos principais objetivos da incorporação é otimizar os gastos por meio de uma empresa “mais enxuta, eficiente e sustentável”. Segundo a nota, a Infra S.A “terá a missão de estruturar os projetos de concessão de ativos à iniciativa privada em longo prazo”.

Todo o processo de transição será apoiado pela consultoria Falconi, especializada no segmento.

133,5 milhões de pessoas: Auxílio emergencial e perda de renda dos mais ricos fazem classe C alcançar seu maior patamar histórico

“Um novo modelo de negócios será criado pela consultoria, contemplando as seguintes perspectivas: organizacional, operacional e de gestão e seu plano de implementação. Em 90 dias, os consultores apresentarão os resultados do modelo, com padrões para a governança do projeto e o alinhamento estratégico com os principais executivos das empresas”, ressalta o ministério.

No ano passado, o governo chegou a informar que estudava a fusão da EPL, Valec e Infraero. Fonte: O Globo ..Leia mais em portosenavios 19/10/2020



20 outubro 2020



17 outubro 2020

Rappi ou Amazon? O plano por trás das 8 aquisições do Magazine Luiza

Magalu: Para aumentar ainda mais a interação e a frequência de compras, o Magalu adquiriu o AiQFome, plataforma de delivery de refeições (Leandro Fonseca/Exame)

Logística, meios de pagamento, marketing e até delivery de refeições. O Magazine Luiza está incorporando cada vez mais serviços dentro de sua plataforma, para desenvolver o seu ecossistema de lojas físicas, comércio eletrônico e marketplace. 

Com oito compras em outros meses, as aquisições tornam o Magalu muito mais que uma varejista. Um dos objetivos é criar um superaplicativo, para ser acessado com frequência pelos consumidores – a exemplo do que acontece com o Rappi, startup colombiana que incorpora serviços de delivery a profissionais de beleza e aluguel de apartamentos. O Magalu incorpora cada vez mais categorias de produtos – o auge da diversificação ocorreu com a compra do AiQFome, plataforma de delivery de refeições.

Outro alto é trazer mais eficiência e rapidez para a empresa, por exemplo, ao eliminar a necessidade de se dirigir ao caixa para fazer pagamentos, com a aquisição de uma empresa de meios de pagamento. Com a entrada de milhares de vendedores em seu marketplace, a empresa também expandiu sua capacidade logística, com outras duas aquisições. Assim, se aproxima da Amazon, conhecida pela eficiência das entregas de seu marketplace. 

As possibilidades não param por aí. Com uma posição robusta de caixa e apetite para compras, o ecossistema do Magazine Luiza deve ficar cada vez mais forte. ..  Exame ... Leia mais em .saidasuldf.17/10/2020



17 outubro 2020