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28 dezembro 2020

Cancelamentos de IPOs chegam a 25 com desistência de Prima Foods

A Prima Foods desistiu da sua oferta pública inicial de ações. Com isso, já são 25 IPOs cancelados em 2020. Produtora de carnes Prima Foods havia protocolado seu IPO em março

Há ainda outros cancelamentos que já foram noticiados, mas que ainda não constam como "desistência" na CVM, como Cagece e Alphaville — esta última inclusive já estreou na bolsa, após realizar uma oferta com esforços restritos.

Além disso, EZ INC, Wine e Granbio anunciaram suspensões temporárias dos seus IPOs.

Mesmo com crise, entrada de empresas na bolsa este ano já é mais do dobro da registrada em 2019

A produtora de carnes Prima Foods, que pertence ao empresário José Batista Júnior (conhecido como Júnior Friboi), havia protocolado seu IPO em março.

Na ocasião, a companhia poderia chegar à bolsa avaliada em cerca de R$ 2 bilhões. Júnior — irmão de Joesley e Wesley Batista, da JBS — queria vender cerca de 30% da companhia, por algo em torno de R$ 500 milhões.Fonte: G1.. Leia mais em bsbnoticia 28/12/2020

https://www.primafoods.com.br

28 dezembro 2020



Superintendência do Cade aprova aquisição de ativos da Copagril pela LAR

A Superintendência-Geral do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) aprovou sem restrições a aquisição, pela Lar Cooperativa Agroindustrial (LAR), de determinados ativos da Cooperativa Agroindustrial Copagril localizados no Estado do Paraná. A decisão está publicada no Diário Oficial da União (DOU). 

Os ativos que fazem parte da operação são relacionados a uma unidade industrial de abate de aves da Copagril com sede no município de Marechal Cândido Rondon e uma unidade industrial de rações, no município de Entre Rios do Oeste.

De acordo com parecer sobre o negócio, os principais ativos a serem adquiridos serão imóveis que formam as duas unidades industriais, além de máquinas, equipamentos, móveis e utensílios, e ainda contratos de produção avícola integrada com parceiros integrados.

O valor da operação não foi divulgado. Segundo as requerentes, no entanto, a operação ocorre no contexto de intercooperação e situação financeira delicada enfrentada pela Copagril, “tornando-se meio efetivo para a continuidade de suas atividades”.

Para a LAR, o negócio permitirá à companhia ampliar suas atividades no mercado nacional e internacional, diversificando o risco operacional e sanitário de suas atividades.. Leia mais em istoedinheiro 28/12/2020

http://www.lar.ind.br



24 dezembro 2020

BrasilAgro anuncia potencial oferta pública de ações e confirma aquisição na Bolívia

Compra marca a estreia da empresa brasileira no país

A BrasilAgro, cujo foco está na aquisição, desenvolvimento e venda de propriedades agrícolas, informou, em fato relevante enviado à Comissão de Valores Mobiliários (CVM), que avalia a possibilidade de fazer uma oferta pública de distribuição primária de ações, que poderá contar com uma parcela secundária de acionistas da companhia... Leia mais em valoreconomico 24/12/2020

http://www.brasil-agro.com

24 dezembro 2020



22 dezembro 2020

Empresas do agronegócio ficam fora da onda de IPOs

Houve pedidos de registro, que ainda não vingaram

Nem mesmo a exuberante safra de IPOs de 2020 conseguiu trazer novas empresas do agro para a bolsa, mantendo a histórica sub-representação no mercado de capitais de uma das atividades mais dinâmicas da economia brasileira... Leia mais em valoreconomico 22/12/2020

https://valor.globo.com/


22 dezembro 2020



18 dezembro 2020

Grupo Ferrero adquire marca de barras de cereais Eat Natural

Fechamento da negociação deve ser anunciado nos próximos meses

O grupo italiano Ferrero anunciou a compra da Eat Natural, uma empresa líder no mercado de alimentos saudáveis, como barras de cereais, granola e muesli de alta qualidade, e que tem sede no Reino Unido.

No comunicado divulgado nesta quinta-feira (17), os italianos afirmam que têm planos "para manter e desenvolver ainda mais a forte autenticidade da marca Eat Natural, enquanto dará apoio para a distribuição e expansão para novos mercados e oportunidades no segmento".

A fábrica de Halstead também está incluída na negociação com planos de "manter a direção e os empregados" locais, cerca de 300 pessoas. O acordo deve ser fechado formalmente nos próximos meses e o valor da transação não foi informado.

"Eat Natural é uma ótima escolha estratégica para o Grupo Ferrero que permitirá continuar a expandir a nossa presença total e a oferta dos produtos no segmento de mercado dos snacks saudáveis. Eat Natural é uma empresa de condução familiar que compartilha alguns dos nossos mesmos valores e, como nós, tem no coração os consumidores, o ambiente e a comunidade na qual atuamos. Não vejo a hora de dar as boas-vindas a eles no Grupo Ferrero", pontuou o presidente executivo, Giovanni Ferrero.

O CEO do grupo italiano, Lapo Civiletti, ressaltou que a marca está trazendo para "o nosso portfólio produtos muito amados e autênticos, com uma posição forte de mercado". "Isso nos permitirá estar presente em um segmento de mercado relevante, satisfazendo as exigências e as tendências na evolução dos consumidores. Não vemos a hora de trabalhar com a Eat Natural e de construirmos juntos um caminho de crescimento", acrescentou Civiletti.

O cofundador da Eat Natural, Praveen Vijh, disse que todos da marca "estão muito felizes com a união" e que a "Ferrero é uma empresa fabulosa e estamos honrados em fazer parte da sua família".

"Nós temos muitos princípios éticos compartilhados, a mesma visão e a vontade de produzir e tornar disponível para todos snacks sempre mais saudáveis. Como nós, eles também têm um forte compromisso no que tange os ingredientes, o gosto e o storytelling. Não vemos a hora de começar", pontuou ainda.

O grupo Ferrero é mundialmente famoso por marcas como Nutella, Kinder Ovo, Ferrero Rocher e Kit Kat, além de já ter comprado a divisão de biscoitos da marca Kellogg, em abril de 2019, e a divisão de doces e chocolates da multinacional suíça Nestlé nos Estados Unidos, em janeiro de 2018. .leia mais em terra 187/12/2020



   

18 dezembro 2020



17 dezembro 2020

BRF vende fábrica de rações na Romênia por R$ 126 milhões

A transação se deu por meio da Nutrinvestment BV e da Banvit Bandirma Vitaminli Yem Sanayii, sociedades controladas indiretamente pela BRF 

A BRF (BRFS3) comunicou nesta quinta-feira a venda da Banvitfoods SRL, que desenvolve atividades de fabricação de rações e granja de ovos na Romênia, para a Aaylex System Group por 20,3 milhões de euros (126,1 milhões de reais).

A transação se deu por meio da Nutrinvestment BV e da Banvit Bandirma Vitaminli Yem Sanayii, sociedades controladas indiretamente pela BRF.

O valor da operação será pago no fechamento da operação, previsto para ocorrer após a verificação de condições precedentes aplicáveis a operações dessa natureza, incluindo a aprovação da autoridade antitruste local.

“Os efeitos contábeis desta operação serão apurados e refletidos, tanto nas demonstrações financeiras de 2020, quanto no momento da alienação efetiva do investimento”, disse a BRF... leia mais em moneytimes 17/12/2020



17 dezembro 2020



16 dezembro 2020

Carrefour fecha aquisição de mais 5 lojas e 2 postos de combustível da rede Makro

O Carrefour Brasil fechou os contratos definitivos para aquisição de mais cinco lojas próprias e dois postos de combustível que pertenciam à rede Makro, localizados em cinco Estados. 

Pelos imóveis, o Carrefour pagou R$ 519,263 milhões.

Esta operação faz parte de um acordo fechado entre as empresas no mês de fevereiro, que previa a aquisição de 30 lojas da rede Makro pelo Carrefour pelo valor de R$ 1,95 bilhão. Estadão Conteúdo Leia mais em istoedinheiro 16/12/2020



16 dezembro 2020



15 dezembro 2020

Pátria Investimentos adquire o controle do grupo paranaense Desempar

 Gestora continua a ampliar os negócios no segmento de distribuição de insumos agrícolas

O grupo paranaense Desempar, dono de quatro empresas de distribuição de insumos agrícolas, informou que vendeu uma participação majoritária de seu capital para a Lavoro, controlada pelo Pátria Investimentos e um dos maiores players do segmento no país. O valor do negócio não foi revelado... Leia mais em valoreconomico 15/12/2020



15 dezembro 2020



13 dezembro 2020

Com ou sem crise, boom de IPOs do agronegócio brasileiro deve continuar

Desta vez, a onda de IPOs trouxe consigo pelo menos sete negócios ligados a diferentes segmentos do agronegócio

O agronegócio brasileiro está descobrindo a bolsa de valores e essa tendência deve acelerar a partir de 2021, à medida que a expectativa de um ciclo de alta das commodities e as vantagens comparativas do país deverão manter forte demanda do mercado por um setor ainda pouco representado na B3 (B3SA3).

A surpreendente onda de companhias a caminho da estreia no mercado acionário doméstico, mesmo num ano de recessão provocada pela pandemia da Covid-19, desta vez trouxe consigo pelo menos sete negócios ligados a diferentes segmentos do agronegócio.

Vale lembrar que o Money Times elaborou a seção Central dos IPOs, onde se pode conferir o andamento das empresas a caminho de entrarem na Bolsa, os IPOs anunciados e as companhias que interromperam o processo.

A fila inclui o Grupo Fartura (de Hortifruti), a empresa de biodiesel Oleoplan, a Boa Safra Sementes, Vittia Fertilizantes e a Jalles Machado, de açúcar e álcool, além do Centro de Tecnologia Canavieira (CTC), que se dedica a melhoramentos genéticos da cana e tem também variedades transgênicas já aprovadas.

A produtora de etanol de segunda geração Granbio suspendeu, em novembro, sua oferta por 60 dias, devido às condições adversas do mercado.

Para especialistas que o acompanham, o movimento mostra a percepção das empresas de que há uma lacuna a ser preenchida na bolsa brasileira.

Embora responda por mais de um quinto do Produto Interno Bruto (PIB) do país, o agronegócio tem uma representação relativamente pequena na B3, com expoentes como Cosan, Biosev, São Martinho, Brasilagro, SLC Agrícola, Terra Santa Agro e Camil.

Além, é claro, das gigantes de carnes, como JBS, BRF, Marfrig e Minerva.

“Como há um interesse muito grande por parte dos investidores para este tipo de ativo, as empresas do agronegócio começaram a ser provocadas pelos bancos e algumas delas perceberam essa oportunidade”, disse Pedro Freitas, executivo de banco de investimentos da XP, que está participando em quatro ofertas iniciais de ações (IPO) de empresas do setor.

Segundo ele, a queda do juro básico no país para o piso histórico de 2% ao ano e o crescente interesse de investidores por questões ambientais dentro do conceito ESG também ajudaram a formar um ambiente propício para empresas nacionais que consigam reunir também boa governança, rentabilidade e alguma experiência com o mercado de capitais.

Para especialistas, o movimento mostra a percepção das empresas de que há uma lacuna a ser preenchida na bolsa brasileira (Imagem: Reuters/Shailesh Andrade)

De fato, para várias das que já manifestaram planos ou estão ainda preparando para IPO, a chegada à bolsa deve apenas concluir o trabalho de aproximação com o mercado financeiro, que incluiu apresentações prévias a investidores e emissões de títulos de renda fixa, como os Certificados de Recebíveis do Agronegócio (CRA).

Segundo números da Anbima, as emissões de CRA no Brasil somaram 5,7 bilhões de reais no primeiro semestre, ante 4,9 bilhões na mesma etapa de 2019, versus 2,1 bilhões na primeira metade de 2018. A expectativa de profissionais é de que esse mercado movimente 7 bilhões de reais neste segundo semestre.

Com a maior parte da lição de casa já feita, essas empresas agora têm pela frente um cenário promissor, considerando tanto o desempenho setorial no país –o PIB da agropecuária teve crescimento de 2,4% no ano até setembro, segundo o IBGE, ante queda de 5% da economia do país no período– como as expectativas para os próximos anos em nível global.

Segundo Vinicius Paiva, coordenador de fusões e aquisições na consultoria Céleres, a combinação de juro baixo com câmbio depreciado, que favoreceu as exportações brasileiras, criou condições para empresas do agronegócio crescerem e explorarem suas vantagens comparativas mundiais.

“O agronegócio sempre é o destaque da economia real, e agora os olhos da Faria Lima começam a se voltar para esse setor”, disse Paiva, referindo-se à avenida na capital paulista que em geral é conhecida por abrigar sedes de grandes bancos de investimento.

O especialista cita ainda que o ambiente mais favorável para ofertas de ações também deve ajudar a dar saída para grandes investidores institucionais que entraram no setor nos últimos anos. Ele citou o caso do Patria Investimentos, que comprou empresas na área de insumos agrícolas.

Promissor, mas arriscado

Algodão Agronegócio Commodities

O escrutínio crescente de investidores internacionais sobre negócios diretamente ligados ao meio ambiente deve restringir os casos de IPOs de sucesso a empresas preparadas (Imagem: Reuters/Paulo Whitaker)

Para especialistas, o crescente interesse do mercado deve multiplicar a variedade de empresas do agronegócio brasileiro em busca de IPO, incluindo proteína animal, biotecnologia, manejo e posse de terras, maquinário, entre outras.

Ao mesmo tempo, o escrutínio crescente de investidores internacionais sobre negócios diretamente ligados ao meio ambiente deve restringir os casos de IPOs de sucesso a empresas preparadas para contar histórias robustas de boas práticas ambientais... Leia mais em moneytimes 13/12/2020



13 dezembro 2020



12 dezembro 2020

Mudança de nome para Ambev Tech consolida incorporação da HBSIS pela gigante cervejeira

Empresa de Blumenau foi comprada em fevereiro do ano passado pela Ambev 

Quase dois anos depois de ter sido comprada pela Ambev e se tornar referência para o desenvolvimento de novas tecnologias da gigante cervejeira, a HBSIS assumiu uma nova identidade: Ambev Tech. A mudança foi comunicada ao mercado no fim de novembro e consolida o processo de incorporação da empresa blumenauense pela Ambev. É um movimento estratégico para unificar os times das duas companhias, diz Guilherme Pereira, CEO da Ambev Tech:

— A Ambev entende muito de cerveja e a gente, de tecnologia. Unindo as duas empresas, conseguimos juntar o que as duas fazem de melhor: tech and beer. Hoje somos o hub de tecnologia da Ambev e fazemos parte da jornada de transformação digital da maior cervejaria do mundo.

O executivo garante que nada muda na rotina da equipe de Blumenau, onde atualmente um time de cerca de mil pessoas, entre programadores, desenvolvedores e engenheiros, trabalha em soluções tecnológicas para aperfeiçoar o processo de distribuição de cervejas da Ambev.

— Estamos focados em trazer soluções que transformem o dia a dia da Ambev e, mais importante ainda, garantam que vamos entregar a melhor bebida e da melhor maneira possível para os nossos clientes e consumidores — acrescenta o executivo.

Antes de ser adquirida, a então HBSIS já era uma parceira antiga da Ambev, fornecendo sistemas usados principalmente no controle das operações logísticas. Poucos meses após a compra, a empresa se mudou para uma nova e moderna sede em Blumenau, com capacidade para abrigar até 1,2 mil funcionários. O prédio está mais vazio do que de costume por causa da pandemia, que levou muitos colaboradores para o home office.

— Mas por já trabalharmos com bastante flexibilidade e ter vários profissionais já em home office, conseguimos adaptar 100% do time para trabalhar de casa, em segurança — diz Pereira.

A Ambev Tech tem mais de 1,4 mil profissionais espalhados pelo Brasil. A maior parte deles fica em Blumenau. Outros ocupam unidades em São Paulo (SP), Sorocaba (SP), Maringá (PR) e Jaguariúna (SP). E ainda há espaço para mais: mesmo durante a pandemia a empresa manteve as contratações e, no momento, está com 150 vagas abertas... Leia mais em nsctotal 11/12/2020



12 dezembro 2020



Camil continua interessada em fazer aquisições, reforça CEO

Empresa de alimentos ainda buscar entrar em novos segmentos e países

A Camil Alimentos segue em busca de oportunidades de aquisições para entrar em novas categorias de produtos, como trigo e derivados e café, repetiu o CEO da empresa, Luciano Quartiero, em evento virtual para investidores nesta manhã. .. leia mais em valoreconomico 11/12/2020







10 dezembro 2020

Marilan anuncia compra Casa Suíça e entrada no mercado de panetones e bolos

A Marilan, segunda maior fabricante de biscoitos do País, acaba de anunciar a aquisição da empresa Casa Suíça, uma das principais das categorias de panetones e bolos. A compra está alinhada aos planos da Marilan de alcançar crescimentos expressivos nos próximos anos.

“Assim como a expansão orgânica no mercado de biscoitos, as aquisições de empresas e a entrada em novas categorias e mercados também fazem parte da nossa estratégia de crescimento. Acabamos de inaugurar nossa nova unidade industrial em Igarassu, em Pernambuco e agora, com esta aquisição, a Marilan, que está presente em mais de 70% dos lares brasileiros, ampliará a distribuição da marca Casa Suíça, atualmente concentrada nas Regiões Sul e Sudeste”, explica Sérgio Tavares, presidente da Marilan.

A Casa Suíça foi fundada em 1996 pelo mestre confeiteiro suíço Emile Otto Eichenberger com o objetivo de levar a confeitaria suíça para a mesa dos brasileiros. Ela tem um portfólio amplo de panetones e bolos. Atualmente, emprega mais de 800 pessoas em suas duas unidades industriais, em Jandira e Itapevi, ambas do interior paulista.

Esta é a primeira aquisição da Marilan, fundada pela família Garla em 1957. A empresa tem um portfólio de produtos forneados (biscoitos, torradas, snacks ). A transação será concluída após a aprovação do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade).Leia mais em lernews 10/12/2020



10 dezembro 2020



Koppert, gigante dos biológicos, compra brasileira Geocom

Koppert adquire a Geocom especializada em geoprocessamento e aplicação de agentes biológicos com drones e passa a oferecer também serviços aos agricultores brasileiros 

Com o objetivo de oferecer uma experiência completa ao produtor rural brasileiro, a Koppert Biological Systems, multinacional holandesa líder mundial em controle biológico, acaba de adquirir a Geocom, com sede em Lençóis Paulista (SP). Atuando na área de tecnologia na agricultura desde 2013, a empresa é pioneira em geoprocessamento de imagens e no desenvolvimento de tecnologia exclusiva para aplicação de agentes biológicos via drones no Brasil. 

Desde sua chegada ao país, em 2011, essa é a sexta aquisição realizada pela Koppert. “Nosso objetivo é expandir o campo de atuação, para poder oferecer o melhor a nossos clientes e parceiros. Agora, além de insumos biológicos, também teremos tecnologica de monitoramento e aplicação”, destaca o diretor comercial da Koppert do Brasil, Gustavo Herrmann. 

Para o diretor industrial da Koppert do Brasil, Danilo Pedrazzoli, trata-se de uma decisão estratégica. “Percebemos a necessidade de complementar a qualidade e eficiência de nossos produtos com uma aplicação mais especializada, para garantir o desempenho máximo dos biodefensivos no campo. Já tínhamos uma parceria com a Geocom e, conhecendo a qualidade de seus equipamentos e serviços, optamos pela aquisição.” 

Os sócios da Geocom, empresa que pertencia ao Grupo Eba, destacaram a importância dessa nova configuração de negócios. Segundo Antonio Donizeti de Oliveira, a sinergia entre Geocom e Koppert já existia antes da possibilidade da venda, numa parceria com objetivos, clientes e mercado em comum.“Deixo minha plena confiança de que o legado continua, para perpetuar propósitos e negócios, ampliando ainda mais a cobertura de atendimento, neste segmento que realça o presente e o futuro da agricultura mundial”, ponderou. 

Segundo Gláucio Carrit Antiga, a aquisição da Geocom pela Koppert representa não só um marco na história da empresa, mas também motivo de muito orgulho. “Ao longo da sua história, a Geocom se estabeleceu no mercado como líder no seu segmento de atuação, na era da agricultura digital, e agora tem tudo para se manter nesse patamar, liderada pela Koppert.” Leia mais em comprerural 10/12/2020

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Koppert, do segmento de controle biológico, compra a Geocom

Empresa adquirida é especializada na liberação de insetos com o uso de drones

Gustavo Ranzani Herrmann, diretor comercial da Koppert do Brasil: inicialmente a Geocom terá autonomia para operar 

Líder no mercado brasileiro de controle biológico, a subsidiária da holandesa Koppert no país, que faturou R$ 150 milhões em 2019, e está expandindo a su atuação.... Leia mais em valoreconomico 10/12/2020





09 dezembro 2020

BRF busca aquisições em novo projeto para se tornar global

A BRF planeja aumentar a receita anual para R$ 100 bilhões na próxima década, em relação aos R$ 38 bilhões estimados por analistas para este ano (Imagem: YouTube/BRF Global)

A BRF (BRFS3), segunda maior produtora de aves do mundo, está de olho em aquisições como parte de um novo plano de expansão no exterior que visa elevar a rentabilidade.

A expansão planejada terá como foco a fabricação de alimentos processados para mercados desenvolvidos para ajudar a melhorar as margens da empresa, disse em entrevista o diretor-presidente da BRF, Lorival Luz. A empresa pretende fabricar e vender alimentos processados na América do Norte, Europa e mercados desenvolvidos da Ásia como parte de um plano de investimentos de 10 anos anunciado na terça-feira.

“Seremos uma empresa global de alimentos”, disse Luz.

A BRF planeja aumentar a receita anual para R$ 100 bilhões na próxima década, em relação aos R$ 38 bilhões estimados por analistas para este ano.

A BRF, que busca retomar as aquisições após melhorar o perfil da dívida, tem como possíveis alvos países como EUA, Canadá e México, bem como Japão, Coreia do Sul, Filipinas e leste da China, disse Patricio Rohner, vice-presidente de mercados internacionais, na mesma entrevista. A estratégia é entrar em novos mercados por meio de aquisições e se expandir ainda mais por meio do crescimento orgânico.

“Vemos muito consumo nos mercados desenvolvidos, mas faltam boas ideias, soluções e eficiência na cadeia de custos”, disse Rohner. “Vemos uma grande oportunidade para a BRF.”

Alimentos processados

A BRF é a maior produtora de alimentos processados do Brasil, com mais de 5 mil produtos em seu portfolio, de margarinas a lasanhas, mas sua presença global se destaca principalmente pela carne de frango in natura e suína. Produtos de valor agregado respondem por 10% das vendas ao exterior, segundo Rohner, e a meta é chegar a 50% em 10 anos.

O modelo internacional de negócios deve ser diferente do adotado no Brasil, onde a BRF é responsável por todas as etapas da cadeia alimentar avícola, desde a criação até a produção de refeições prontas, disse Rohner. Para as operações globais, a empresa planeja comprar matéria-prima de fornecedores locais ou importar das operações brasileiras.

A empresa também pretende se expandir ainda mais no importante mercado halal, de alimentos certificados de acordo com a lei islâmica, com investimentos para expandir instalações existentes. Além do Brasil, a BRF tem produção na Turquia, Arábia Saudita e Emirados Árabes Unidos.

A BRF planeja que produtos de valor agregado respondam por 70% das vendas totais até 2030 frente aos atuais 50%. A meta será alcançada com foco na venda de alimentos processados no exterior e no Brasil, disse Luz. Isso ajudaria a BRF a alcançar maior estabilidade de lucro e margens mais fortes, e permitiria retomar o pagamento de dividendos antes de 2023, disse.

A BRF suspendeu o pagamento de dividendos em 2016.

Esta não é a primeira vez que a BRF anuncia um plano ambicioso para se tornar uma empresa global de alimentos: sua tentativa anterior foi interrompida por problemas relacionados à segurança alimentar e uma mudança de gestão conturbada há alguns anos. Esses fatores contribuíram para o aumento da dívida, o que levou a empresa a vender empresas na Europa, Tailândia e Argentina.

Luz, que assumiu o comando da BRF em 2019, diz que agora a empresa está “pronta para começar um novo capítulo”.

A BRF, que busca retomar as aquisições após melhorar o perfil da dívida, tem como possíveis alvos países como EUA, Canadá e México, bem como Japão, Coreia do Sul, Filipinas e leste da China... Leia mais em moneytimes. 09/12/02020



09 dezembro 2020



01 dezembro 2020

Varejista chilena Cencosud entra na onda de IPOs no Brasil

A maior varejista do Chile em vendas planeja vender uma fatia de suas operações no Brasil na B3em uma oferta pública inicial de ações (IPO).

A  que tem operações na Argentina, Colômbia, Peru e Brasil, vai oferecer uma participação minoritária entre março e julho de 2021, com o objetivo de levantar pelo menos 300 milhões de dólares, segundo o CEO Matias Videla. 

A empresa contratou o Itaú BBA para liderar a operação, e Bank of America, JPMorgan e Bradesco BBI também são coordenadores.

Com a taxa de juros na mínima histórica no Brasil, investidores estão migrando cada vez mais para produtos de renda variável em busca de melhores retornos. Como resultado, empresas estão abrindo capital no ritmo mais acelerado desde 2007, segundo dados compilados pela Bloomberg. Mais de 20 companhias brasileiras já foram listadas em bolsa neste ano.

No Brasil, “o valuation pago por supermercados e varejistas está acima da média histórica e mais atraente do que no Chile”, Videla disse a jornalistas na sexta-feira. “É uma oportunidade única.”

A Cencosud opera supermercados, lojas de departamento e de materiais de construção em cinco países da América Latina. No Brasil, possui 202 supermercados de redes como Bretas, Prezunic e GBarbosa. O país respondeu por 15% da receita em 2019.(Bloomberg)  Leia mais em indicesbovespa. 01/12/2020



01 dezembro 2020



Monashees lidera aporte de R$ 28 milhões em microcafeteria “tecnológica”

Com um modelo baseado em lojas compactas e autoatendimento, a The Coffee vai usar o aporte para chegar a 100 unidades no País, criar um canal de e-commerce e estrear no exterior, com aberturas na Espanha, Portugal e França

O que levaria a Monashees, um fundo de venture capital que investe em empresas de tecnologia, a apostar na microcafeteria The Coffee? A resposta incluiu uma boa dose de tecnologia e autoatendimento, com os pedidos realizados e pagos por meio de um tablet ou aplicativo, além de um sistema próprio, totalmente integrado ao backoffice.

Com essa mistura tecnológica, a The Coffee acaba de captar R$ 28 milhões em uma rodada série A, liderada pela Monashees, que já havia participado de um primeiro aporte de R$ 500 mil na startup, em meados de 2019. Os fundos Norte Ventures e Shift Capital, que também já eram acionistas da operação, seguiram o novo investimento.

“Nós estávamos segurando os investimentos, mas fomos provocados pela Monashees”, diz Alexandre Fertonani, cofundador e chief expansion officer da The Coffee, ao NeoFeed. “Agora, ganhamos corpo e fôlego para levar à frente o nosso plano de crescimento.”

A microcafeteria foi fundada pelos irmãos Fertonani – Alexandre, Carlos e Luis – no fim de 2017. Muito identificado com a cultura japonesa, o trio buscou inspiração na terra do sol nascente para lançar uma cafeteria compacta em Curitiba (PR), com lojas, em média, de 6 metros quadrados e um funcionário.

Para Fertotani, além do modelo enxuto, que facilita a procura por pontos de venda, outro fator chamou a atenção da Monashees na proposta da The Coffee. “O que mais atraiu foi a questão de ser uma marca, na ponta do varejo, algo que eles praticamente não têm no portfólio, e que tem tecnologia envolvida.”

Sob essa premissa, o principal destino dos novos recursos é a expansão da rede, que hoje conta com 30 lojas no Brasil – duas delas próprias e as demais franquias. A projeção da empresa é encerrar 2020 com uma base de 40 unidades.

Esse crescimento ganhará velocidade em 2021, quando o plano é chegar a 100 unidades no País, sendo 50 próprias e 50 franquias. Nesse último formato, o investimento é de cerca de R$ 100 mil e a prazo médio de retorno de 18 meses.

Atualmente, além de Curitiba, a The Coffee está em São Paulo (SP), Florianópolis (SC), Belo Horizonte (MG), Fortaleza (CE) e Blumenau (SC), entre outras cidades. O foco inicial serão as inaugurações em capitais como Rio de Janeiro (RJ) e Porto Alegre (RS), com até cinco lojas nessas praças.

Outra prioridade é reforçar a presença no Nordeste, com até três unidades em cada capital da região. A ideia é avançar também para cidades de médio porte, com mais de 300 mil habitantes. “Vamos cobrir praticamente 70% dos Estados e, depois, pulverizar pelo interior do País”, diz Fertonani.

Com o aporte, a The Coffeee também colocará em prática seu projeto de expansão internacional. Nessa esfera, a empresa prevê a abertura de doze unidades em 2021, a começar por quatro lojas em Barcelona e Madri, na Espanha, e outras duas em Lisboa, Portugal, já no primeiro trimestre.

A divisão entre lojas próprias e franquias também será adotada nesse mapa no exterior. Para o ano, além de outras lojas na Espanha e em Portugal, a companhia já tem projetos alinhavados para aberturas em Paris, capital da França.

Dentro de casa

Com o caixa reforçado, a The Coffee vai olhar também para o que precisa ser feito dentro de casa. O objetivo é ganhar agilidade, reduzir custos e, principalmente, ter mais controle sobre cada processo. “Vamos verticalizar praticamente tudo o que for possível na operação”, explica Fertonani.

A estratégia inclui um centro de distribuição, em operação desde a semana passada. Instalado em uma área de 1,2 mil metros quadrados, em Curitiba, o local também abrigará o centro de torra dos grãos da companhia. “Com essa estrutura, temos capacidade de atender 150 lojas”, diz o empreendedor.

...Agora, o próprio modelo da companhia, que permite ao consumidor comprar seu café praticamente sem nenhuma interação, está impulsionando essa retomada. “Hoje, estamos com cerca de 75% do faturamento que tínhamos pré-pandemia”, diz Fertonani, sobre a receita média mensal da startup, de R$ 1 milhão....  Moacir Drska  Leia mais em neofeed 01/12/2020





30 novembro 2020

JBS conclui aquisição de ativos de margarina e maionese da Bunge no Brasil

A JBS disse à época que pagaria 700 milhões de reais à Bunge pelos ativos 

A JBS (JBSS3) informou em fato relevante nesta segunda-feira que concluiu a aquisição dos ativos de margarina e maionese da Bunge no Brasil, por meio de sua controlada Seara.

O negócio inclui a compra de três unidades produtivas que pertenciam à Bunge e estão localizadas em Gaspar (SC), São Paulo (SP) e Suape (PE). A expectativa é que a operação agregue 1,2 bilhão de reais à receita anual da Seara.

A Bunge, trading de commodities e processadora de alimentos, concordou em vender seus ativos de margarina e maionese no país para a Seara Alimentos, subsidiária da JBS, em dezembro do ano passado.

A JBS disse à época que pagaria 700 milhões de reais à Bunge pelos ativos.

A aquisição dá à JBS os direitos sobre marcas como Delícia, Primor e Gradina, fortalecendo a posição da companhia no mercado de margarinas no Brasil, também otimizando sua plataforma de distribuição, segundo o comunicado.

A JBS disse que a operação está em linha com a estratégia da empresa de expandir seu portfólio de produtos de maior valor agregado e com marca.

“A aquisição fortalece a posição da Seara no mercado de margarinas no Brasil e trará ao consumidor inovação e mais opções de qualidade”, disse em nota o CEO da Seara e da JBS América do Sul, Wesley Batista Filho... Leia mais em moneytimes 30/11/2020



30 novembro 2020



Agronegócio do Brasil atrai startup argentina Sima

Em faturamento, a expectativa é fechar em R$ 5,5 milhões em 2020 e, no ano que vem, bater nos R$ 15 milhões

O agronegócio brasileiro vem atraindo o interesse de startups do exterior, entre elas a argentina Sima, que trabalha com monitoramento de lavouras de grãos. No Brasil desde fevereiro, a agtech espera fechar o ano com 800 mil hectares sob acompanhamento e, em 2021, atingir até 2 milhões de hectares. ... Coluna do Broadcast Agro, Leia mais em estadao 30/11/2020





23 novembro 2020

Illycaffè vende participação para fundo de private equity

Rhône Capital apoiará empresa em crescimento internacional

A empresa italiana illycaffè vendeu uma fatia minoritária de seu capital para a gestora de fundos de private equity Rhône Capital, dos Estados Unidos.

Segundo comunicado oficial, a tradicional produtora de cafés de Trieste escolheu a Rhône para ser sua parceira em sua "próxima fase de crescimento internacional, após um longo e rigoroso processo de seleção que durou mais de um ano".

Fundada por Francesco Illy em 1933, a companhia se tornou uma marca globalmente conhecida no mercado de café premium e está presente em mais de 140 países, tendo inclusive uma forte ligação com o Brasil - mais da metade dos grãos usados em seu blend é proveniente de cafeicultores brasileiros.

"Escolhemos a Rhône como companheira de viagem para esta próxima fase de crescimento devido à sua profunda experiência global em parcerias estratégicas com empresas familiares e com base em sua capacidade de compreender o posicionamento exclusivo e premium da illy, enraizado em sua qualidade superior, herança de longa data e de um modelo de negócios autêntico e sustentável", explicou o presidente da illycaffè, Andrea Illy.

Já o CEO Massimiliano Pogliani ressaltou que a gestora de private equity tem um "histórico formidável em ajudar as empresas de seu portfólio a crescer internacionalmente, especialmente nos Estados Unidos", um mercado-chave para a illy.

Por sua voz, o cofundador da Rhône Capital, Robert Agostinelli, disse estar "honrado" com a parceria. "A illycaffè é um porta-estandarte de como a propriedade familiar de várias gerações pode conduzir e aprimorar a identidade de uma marca de excelência em todo o mundo", declarou.

A transação deve ser concluída até o fim do primeiro trimestre de 2021 e está sujeita às aprovações regulatórias de praxe.  .. Leia mais em terra 23/11/2020



23 novembro 2020



20 novembro 2020

Itaú reduz posição e vende 7% da dona do Frango Assado e do Viena na B3

Principais compradores são fundos que já tiveram participação na empresa e voltam a montar posição relevante

No fim do pregão desta quarta-feira, a Itaú Asset Management vendeu um lote grande de ações da International Meal Company (IMC), a rede de alimentação dona de bandeiras como Frango Assado e Viena, por meio de um leilão. Passou uma fatia de 7,2% do capital da empresa de uma só vez e, após vendas recentes, terminou de reduzir sua participação no negócio para algo entre 11% e 12%. Há cerca de dez dias, já tinha feito um ajuste para 19,6%. Na época de André Caldas à frente da gestão dos recursos, a casa  já chegou a ter perto de 25% da companhia, cujo capital é pulverizado na B3.

Os principais compradores são gestoras que já foram acionistas de peso da IMC e agora voltaram a ampliar participação: UV e Faro e também a RPS. A operação teve interferência compradora e eles não ficaram com toda posição. O leilão começou em 3,40 reais por ação, mas os papéis saíram a 3,81 reais — um ágio de 12%. O giro total do negócio foi menos de 80 milhões de reais.

Os compradores já tiveram até participação no conselho da IMC no passado. Gostam de acompanhar de perto a condução dos negócios. No fim de outubro, a UV  informou ter alcançado 5,11% do capital.

A IMC está avaliada atualmente em pouco mais de 1 bilhão de reais, com a ação em 3,81 reais. Mas, ainda neste ano, antes da covid-19 contaminar o país, o papel chegou a marcar 8,82 reais, com a empresa valendo mais de 2,3 bilhões de reais. Nos piores momentos, a cotação rompeu o piso de 2 reais. Durante a pandemia, para fortalecer o caixa e proteger as finanças, a empresa renegociou condições das debêntures e emitiu ações, levantando 385 milhões de reais.

A percepção do mercado é que o Itaú terminou o ajuste na posição em IMC e também de sua carteira de forma geral. A gestora saiu da posição que tinha em Guararapes, dona da Riachuelo, reduziu a participação em Linx (com uma venda à própria Stone antes da assembleia) e também vendeu ações da Tegma. Todos esse movimentos foram fruto da saída de Caldas. Parte está relacionada com uma necessidade de redução de exposição a esses negócios após os resgates decorrente das mudanças na casa. E outra parcela vem da visão diferente de alocação de Bernardo Gomes, gestor da Itaú Asset, que, ao que tudo indica, prefere uma aposta mais moderada no setor de consumo do que Caldas.

Polêmica

Em agosto, a administração da IMC deixou os investidores um pouco de mau humor após propor uma assembleia de acionistas para mudar os planos de opções dos executivos, estruturados em 2017 e 2019. Ambos praticamente perderam efeito com a queda das ações em razão da pandemia.

Mais de 150 empresas no mundo adotaram medida semelhante — um movimento que vem sendo considerado controverso. A IMC acabou não conseguindo aprovação da proposta. ...... Leia mais em clippingdotblog 19/11/020



20 novembro 2020