15 dezembro 2019

Empreendedores de sucesso contam suas histórias de fracasso

Empresários explicam de que maneira as tentativas e os erros os ajudaram a seguir adiante nos negócios

Fracassar faz parte da carreira de quem empreende. E aprender com experiências que não deram certo é fundamental para prosperar nas empreitadas seguintes. As afirmações podem parecer clichês, mas histórias de empresários que já foram à falência e depois tiveram sucesso reforçam essas ideias.

Hoje à frente da DataRisk, que fornece soluções de inteligência artificial e deve faturar R$ 5 milhões neste ano, Jhonata Emerick, 38, conta que já teve que fechar uma empresa de vendas de bijuteria porque, à época, não sabia fazer fluxo de caixa. .. Leia mais em folha.uol 15/12/2019

15 dezembro 2019



O balanço do SoftBank na América Latina: R$ 6 a 10 bilhões em quase 20 startups

O conglomerado japonês de telecomunicações SoftBank apresentou seu balanço de investimentos em startups da América Latina. Foram 19 lideranças ou participações em aportes, dos quais 15 foram divulgados. Ao todo, o conglomerado investiu de R$ 6 bilhões a R$ 10 bilhões em negócios escaláveis, inovadores e tecnológicos da região.

O balanço fez parte de coletiva para jornalistas realizada hoje, em São Paulo. André Maciel, sócio do SoftBank Group International e líder de operações brasileiras de investimento, afirmou que o grupo protagonizou “a maior campanha de investimento de um fundo de private equity no Brasil”.

O fundo que liderou ou completou os 19 aportes foi o Latin America Fund. Criado em abril deste ano, o veículo captou US$ 5 bilhões para aportes em negócios escaláveis, inovadores e tecnológicos da América Latina. O tíquete de investimento foi de US$ 7 milhões a US$ 350 milhões em 2019. Mais de 300 empreendimentos foram avaliados no ano.

Um exemplo de aporte liderado pelo Latin America Fund na América Latina foi a plataforma de academias Gympass, que recebeu 300 milhões de dólares e foi alçada ao status de unicórnio (avaliação de mercado de um bilhão de dólares ou mais). A participação em aporte mais recente foi na plataforma de comércio eletrônico VTEX, de 140 milhões de dólares.

Otimismo do SoftBank com o Brasil
Segundo Maciel, o portfólio de investimentos “está indo bem, mas o resultado final só será conhecido daqui quatro ou cinco anos”. “Temos uma melhora na economia brasileira e no consumo. Seguimos animados com o país.”

Na última Black Friday, as empresas brasileiras de comércio eletrônico investidas pelo SoftBank – Loggi, MadeiraMadeira, Olist e VTEX – teriam crescido 50% sobre os resultados de 2018, de acordo com Maciel. Apenas a Loggi teria crescido suas entregas em quase cinco vezes.

A ideia é manter o ritmo de investimentos do Latin America Fund para 2020, mas talvez realizando menos transações e um tíquete maior. “Já investimos nas startups mais óbvias e agora temos de continuar procurando para manter esse ritmo”, disse Maciel.

Vale lembrar que o SoftBank também investe em fundos de investimento brasileiros que olham para rodadas série A ou B, colocando dinheiro indiretamente em negócios escaláveis, inovadores e tecnológicos em estágio mais inicial do que o comumente visto para o conglomerado japonês de telecomunicações.

“Temos um bom relacionamento com fundos como KaszeK Ventures e Valor Capital Group. Para as startups é uma boa parceria, porque elas podem receber suporte financeiro em suas próximas rodadas.”

O sócio do SoftBank também disse que a maior dificuldade para as startups brasileiras prosperarem hoje é encontrar desenvolvedores seniores, que desenvolvam uma arquitetura mais estratégica, com experiência de usuário. A própria Gympass estabeleceu um espaço de desenvolvimento em inteligência artificial longe do Brasil, em Nova York (Estados Unidos)... Leia mais em revistapegn 14/12/2019



Negócios: Você sabe quanto vale sua empresa?

Entenda como fica a participação dos sócios

A não aplicação da técnica correta pode prejudicar os sócios. Fluxo de Caixa Descontado tende a ser melhor solução para definir quanto vale sua empresa.

No cotidiano empresarial, por vezes, podem acontecer alterações no quadro societário. Este tipo de movimento pode contar com entradas e saídas de sócios ou até venda total do negócio. E isto que impacta diretamente na participação dos sócios de cada membro do quadro. Aí surge a pergunta para resolver essa questão: quanto vale sua empresa?

As alterações societárias, apesar de serem até frequentes, por vezes geram turbulências na sociedade empresária, com conflito de sócios e gerando potenciais problemas na gestão do negócio.

Um dos fatores que podem complicar nestes casos é a apuração valor da participação dos sócios que estão saindo, ou o percentual da participação societária que o sócio entrante terá com seu aporte de recursos.

Desta forma, temos que buscar entender quanto vale sua empresa realmente. E também, por consequência, definir a participação dos sócios neste cenário. Neste momento, vejo alguns equívocos por parte dos indivíduos e empresas que estão realizando esta transação.

Erros ao determinar quanto vale sua empresa

1. Valoração pelo Patrimônio Líquido

O primeiro equívoco é trabalhar com a valoração da empresa pelo Patrimônio Líquido, destacado na contabilidade do negócio. Este valor de PL reflete apenas o passado das empresas, sem evidenciar o que está por vir. Por exemplo, caso esta empresa tenha acabado de lançar um produto/serviço inovador – como uma startup, por exemplo – seu PL atual não traduz os resultados que estão por vir.

2. Não analisar a continuidade da empresa

Ainda relacionado ao primeiro item, outro aspecto que deve ser analisado é se a empresa continuará ou haverá o encerramento. Caso a empresa seja descontinuada, provavelmente ocorrerá a dissolução total da sociedade. Assim, a empresa deve ser liquidada com todos os seus passivos sendo pagos com a venda de seus ativos. Ocorre que estes ativos serão vendidos a valor de mercado (valor justo), que podem diferir dos seus valores contábeis. Esta potencial diferença nos mostra por que o PL contábil pode ser discrepante da real sobra de recursos a serem distribuídos aos sócios.

Entenda a participação dos sócios da sua empresa
Por exemplo: basta imaginar a atual sede da empresa que está totalmente depreciada na contabilidade da empresa. Mesmo assim, ela será vendida por uma boa quantia, tendo em vista sua localização. Por outro lado, se estamos discutindo uma empresa em continuidade, trabalhar com a valoração da empresa pelo Patrimônio Líquido que está destacado na contabilidade da empresa é um grande erro.

3. Decisão errada pode prejudicar o sócio

Caso o sócio que esteja saindo aceite seu valor de saída pela proporção do PL contábil, está deixando para os demais integrantes do quadro societário sua parte no valor da marca da empresa (que não está mensurada no PL), do seu percentual da carteira de clientes (que não é um ativo contabilizado) e até mesmo a expectativa de rentabilidade futura da empresa (Goodwill).

4. Uma alternativa, mas não a melhor

Uma das formas de resolver a questão seria a realização de um Balanço de Determinação. Neste modelo é definida uma data base e se avaliam todos os itens do ativo (bens e direitos) e do passivo a preço de saída. Desta forma, o Balanço de Determinação seria uma Foto (algo estático) da empresa em seu estado atual. Porém, levando em consideração ativos e passivos a preço de saída. O problema neste caso é a dificuldade de se estimar a Expectativa de Rentabilidade Futura/Ágio/Goodwill da empresa analisada.

Fluxo de Caixa Descontado: a opção mais justa

Neste cenário, acredito que o Fluxo de Caixa Descontado (FCD) é a melhor forma de se avaliar uma empresa em continuidade, inclusive sendo aceito pelo STJ (REsp 1.335.619-SP).

O FCD leva em consideração a empresa em continuidade. Ou seja, projetando receitas, despesas e custos do negócio e os trazendo a valor presente. Isso em conjunto com os ajustes de caixa necessários.

Com a técnica do Fluxo de Caixa Descontado a empresa é valorada em todo seu potencial. Assim, esta se caracteriza como uma forma mais justa de se determinar participações societárias e quanto vale sua empresa. Feita esta avaliação, quem está saindo recebe o que lhe é de direito. Já quem está entrando tem o valor que deve aportar para a equivalência da continuidade do negócio junto aos sócios mais antigos.

Contudo, vale o registro de que esta avaliação deve ser feita por um profissional capacitado. Ele deve saber estudar o mercado de atuação de sua empresa e particularidades do seu negócio... Este post foi escrito por Aziz Xavier Beiruth, Doutor em Controladoria e Contabilidade (FEA-USP)... Leia mais em jornalcontábil 15/12/2019




Estrangeiros injetam R$ 161 bi em aquisições no País

Segundo a consultoria TTR Transactional Track Record, as operações de fusões e aquisições atingiram até novembro a cifra recorde de R$ 275,8 bilhões, superando em muito o valor movimentado em todo o ano de 2018, que foi de R$ 188,7 bilhões. Os grupos estrangeiros respondem por 60% desses negócios, o equivalente a R$ 161,3 bilhões, com 281 operações fechadas.

De acordo com a TTR, a estatal Petrobras foi a protagonista das operações de fusões e aquisições neste ano, tanto do lado comprador quanto do vendedor. Em abril, vendeu o gasoduto TAG para a francesa Engie por US$ 8,6 bilhões. Em novembro, foi a vez de passar diante a Liquigás, por R$ 3,7 bilhões. Também em novembro, a petroleira brasileira arrematou no leilão do pré-sal duas das quatro áreas de Búzios, por R$ 68 bilhões.

Após três anos de quedas, as multinacionais americanas voltaram a demonstrar interesse em ativos brasileiros. Em 2019, as empresas dos Estados Unidos investiram cerca de US$ 15 bilhões em aquisições no Brasil, com 112 negócios registrados, principalmente nas áreas de tecnologia e internet. A aprovação da Reforma da Previdência e o crescimento da economia devem impulsionar ainda mais os negócios no país... Leia mais em moneyreport 12/12/2019



Vem aí uma revolução no PDV

Em sua quarta aquisição neste ano, a B&Partners assume fatia da Score Group, agência especializada em “shopper experience” com estratégia de liderar o marketing do varejo

UNIDOS Bazinho Ferraz, à esquerda, e Britto Jr., da Score: objetivo da integração é crescer dentro e fora do País

O ano de 2019 foi de crescimento exponencial para o grupo B&Partners.Co, controlado pelo empresário Bazinho Ferraz, que disponibilizou um capital de R$ 20 milhões apenas para fazer aquisições estratégicas. Parte desses recursos permitiu incorporar fatias da ABLab, empresa que atua no segmento de performance e publicidade programática; da New Vegas, voltada para criação digital; e da agência Just Live, de Campinas (SP).

Na terça-feira 10 foi a vez de Bazinho assinar a compra de parte da Score Group, uma das maiores companhias do País dedicadas a fornecer soluções de marketing promocional e ativação em pontos de venda (PDV). “As empresas têm mudado seus percentuais de investimento em comunicação e uma parte desse orçamento está indo para o retail”, disse Bazinho à DINHEIRO, ao comentar a importância de aumentar a participação de sua agência, a BFerraz, nesse nicho. “O movimento que estamos fazendo é de consolidação de mercado e de ampliação de nossa presença no Brasil e no exterior.”

Para o CEO da Score Grup, Britto Jr., a fusão faz sentido por duas razões. A primeira é por se tratarem de empresas complementares, que agora poderão atender seus clientes com propostas mais consistentes. A segunda é a possibilidade de internacionalizar a atuação da empresa que, curiosamente, nasceu no exterior, há 19 anos.

Criada como um braço da norte-americana The Marketing Store, a operação da Score na América Latina foi adquirida em 2016 por executivos da empresa no Brasil. “Já temos clientes no México, na Colômbia e na Argentina, e agora poderemos expandir nosso alcance por toda a região”, diz Britto Jr. A Score tem hoje 160 colaboradores. “Vivemos em um momento no qual o varejo analógico e o digital andam juntos – e o que o une é a inteligência de dados”, afirma Britto Jr. Para Bazinho, a integração adiciona outras vantagens à sua network: “Vamos levar a todos os clientes atendidos pela Score o mesmo pensamento de dados e digital que orienta as campanhas e ativações da BFerraz”.

SORRISOS No portfólio de Bazinho, que foi sócio de Nizan Guanaes e Guga Valente no Grupo ABC entre 2006 e 2015, há muito mais que campanhas que conquistaram prêmios internacionais. Foi dele a ideia de lançar a Skol Beats, primeira cerveja do mundo derivada de um festival de música.

Em 2018, sua equipe desenvolveu a ação “Sorrir faz sorrir”, para a Procter & Gamble, pensada para tratar os (e, consequentemente, melhorar a autoestima) de populações em situação vulnerável. Cerca de 50 mil kits de higiene bucal foram doados a comunidades de baixo IDH (índice de desenvolvimento humano) no interior do País. E uma clínica odontológica ambulante realizava tratamentos gratuitos. A campanha levou o Grand Prix do Ampro Globes Awards, da Associação de Marketing Promocional. Com iniciativas como essa e o know-how acumulado pela sinergia com a Score, é de se esperar que a B&Partners.Co transforme para sempre o que entendemos por ponto de venda... Leia mais em istoedinheiro 14/12/2019



Como o Magalu ganha com Netshoes e Zattini

O Magazine Luiza investe para ser muito mais que um varejista de eletrônicos. De papel higiênico a roupas, é nas compras mais simples e frequentes que a varejista busca conquistar o consumidor e expandir para além de seu negócio principal.

A aquisição da Netshoes e da marca Zattini, realizada em junho por 115 milhões de dólares, é uma parte essencial para o plano da varejista e deu a ela a entrada para um novo mundo, de vendas de vestuário e calçados pela internet.

O varejista online de calçados e artigos esportivos, além de sua marca de moda, já mudaram o mix de produtos vendidos pelo Magalu. Se no ano passado eletrônico, eletrodomésticos e móveis representavam 50% das vendas, hoje essa participação é de 26%. Já moda e beleza são responsáveis por 41% das vendas e outros produtos correspondem a 31%.

O Magazine Luiza já tinha comprado a loja online de cosméticos Época em 2013 e, em abril, passou a vender livros, produtos que são a âncora da concorrente americana Amazon e do Submarino, controlado pela brasileira B2W.

Segundo Eduardo Galanternick, diretor de comércio eletrônico, a companhia pesquisou quais categorias têm maior penetração de vendas pelo comércio eletrônico nos Estados Unidos e qual a diferença da penetração no Brasil.

Eletrônicos, que são uma das principais categorias do Magalu, já têm 23,6% de vendas pela internet no Brasil. Já as categorias de moda e beleza têm 4% e 2,8% de vendas online, respectivamente, mas nos EUA a participação é de 21,1% e de 13,5% respectivamente. “Olhamos para onde está o dinheiro e as oportunidades de .. Leia mais em exame 14/12/2019



Isobloco: a startup que desbrava a construção civil

Pergunte a qualquer pessoa o que é uma startup e ela vai falar sobre aplicativos, softwares, computadores e outros temas ligados à tecnologia. É o que vem mais fácil à mente. Mas a Isobloco segue no sentido concretamente oposto, voltada para a implantação de um novo modelo de construção higrotérmico, realmente sustentável e autossuficiente energeticamente.

Mas não se espante sozinho: até o próprio inventor, Henrique Ramos, só descobriu que gerenciava uma startup depois de alguns contatos com o Sebrae em Alagoas.

A proposta é bem interessante: imagine uma casa sem aquela parede que esquenta no poente, em pleno litoral nordestino; ou um sistema construtivo encerrado quando a parede é erguida, sem necessidade de acabamento.

Isso é possível por meio do uso do isobloco, feito com cimento em um encaixe fêmea-fêmea, mais leve e resistente que um tijolo normal, que consegue reduzir de 10% a 12% o custo das paredes, parte considerável de qualquer obra....Leia mais em exame 14/12/2019



Fintech Zetra recebe aporte de R$ 20 milhões e foca em expansão internacional com SalaryFits

A Zetra, fintech especializada em desenvolver ferramentas para a promoção do bem-estar financeiro, recebeu um investimento de R$ 20 milhões da Confrapar, gestora especializada em empresas de tecnologia.

A operação servirá para fomentar a expansão da empresa tanto no Brasil, por meio da escala de suas operações e da inclusão financeira de ainda mais trabalhadores que não têm um score de crédito elevado, quanto no mercado internacional.

A fintech já opera em países como Reino Unido, Portugal, Itália, Índia e México por meio da SalaryFits. Com o aporte, a Zetra pretende consolidar o crescimento de seu “spin off” e expandi-la para novos mercados, dentre eles a Espanha, a Colômbia e os Estados Unidos.

Novidades

A empresa lançou recentemente uma nova plataforma, totalmente digital, de bem-estar financeiro. Adicionalmente, apresentou o aplicativo SalaryPay, desenvolvido como uma alternativa para que os trabalhadores possam antecipar seus salários sem juros ou cobrança adicional.

“Nós projetamos triplicar o faturamento global da empresa nos próximos dois anos. Para estimular o bem-estar financeiro das famílias de forma inovadora, iremos ampliar a oferta do SalaryPay, e viabilizar que colaboradores em todo país se integrem de forma fácil e sustentável ao ambiente financeiro”, explicou Renato Araújo, fundador e chairman da SalaryFits... Leia mais em moneytimes 14/12/2019





14 dezembro 2019

Desafios de um mercado aquecido para fusões e aquisições

Os números de 2019 não nos deixam mentir: o mercado de compra e venda de empresas está aquecido. Dados divulgados pelas principais empresas de auditoria, que monitoram os anúncios de transações, já mostram crescimento de 30% dos negócios realizados até agosto em relação ao mesmo período do ano passado.

Devemos superar a marca de mil transações entre empresas nacionais e estrangeiras anunciadas até a chegada do próximo ano. Estamos batendo recordes atrás de recordes.

Cabe a ênfase a estas estatísticas e um natural positivismo de quem é entusiasta do processo de consolidação empresarial como instrumento para fortalecimento da economia, pois se olharmos para o retrovisor, lembraremos que este foi o primeiro ano de um novo governo, eleito em um ambiente polarizado, permeado por incertezas e confusões nos bastidores da política.

O ano também já foi marcado pela profunda reforma no sistema previdenciário e pela peregrinação de governadores até o governo central em busca de apoio para seus estados falidos. Outro fato ocorrido em 2019, totalmente relacionado com o mundo das fusões e aquisições, foi o blackout político no Conselho Administrativo de Defesa da Concorrência, que ficou meses à espera de nomeações de conselheiros para composição de quórum mínimo para retomada de julgamento de processos envolvendo, inclusive, a compra e venda de empresas brasileiras.

O que está ocasionando este aquecimento no mercado? Na opinião dos economistas, o governo está fazendo o tema de casa, ou pelo menos uma parte dele. Os investidores enxergam as perspectivas no curto, médio e longo prazos. A compra de empresas então, indica que o futuro é positivo para estes investidores.

Já nos aproximando do período de festas natalinas, fica a provocação aos empresários: o ano que vem indica ainda maior crescimento no volume de transações entre empresas. Isso significa que sua empresa pode ser assediada em breve, por exemplo, por um grupo estrangeiro ou por um fundo de investimento.

Se você entende que este não é o melhor momento para falar sobre a venda de seu negócio, não deixe de levar em consideração que seu concorrente pode estar pronto para ser vendido, e seu “vizinho” de mercado, que até então era uma empresa de “dono”, com características conhecidas e potencial de investimento limitado, pode se transformar em uma multinacional, com fontes de captação de recursos fora do país.

A consolidação dos mercados é inevitável. Pequenos e médios empresários devem estar atentos a estes movimentos e devem discuti-los com seus pares, sejam eles seus diretores, gerentes, contadores, advogados ou com a própria família.

A necessidade de venda de uma empresa não é uma certeza a ser enfrentada pelo empresário, mas o fato de que o mercado onde ela está inserida estar mudando, sim deve ser enfrentado. Por Ricardo Albert Schmitt - Economista, sócio fundador da StoneCapital Investimentos. Leia mais em revistavoto 12/12/2019


14 dezembro 2019



Por que a economia brasileira ainda vai demorar alguns anos para se recuperar?

Para o 2021 e 2022, os dados de expectativas de mercado (da pesquisa Focus, do Banco Central) indicam um crescimento de 2,5% ao ano

Semana passada tivemos uma boa notícia: o PIB cresceu acima do esperado no terceiro trimestre. O aumento foi de 0,6% em relação ao trimestre anterior, e de 1,2% em relação ao mesmo período do ano passado. O número sinaliza um crescimento mais consistente, espantando o risco de nova recessão que assombrou a economia brasileira no começo deste ano. Mas nossa recuperação continua bem gradual.

Tivemos queda grande do produto interno bruto em 2015 e 2016. Isso, junto com o crescimento baixo subsequente, faz com que estejamos ainda abaixo do patamar de cinco anos atrás. O gráfico abaixo mostra o PIB trimestral brasileiro (já expurgando o efeito da inflação) desde o final de 2014 (linha azul). O valor do quarto trimestre de 2014 está normalizado em 100, o que significa que todos os valores devem ser lidos relativamente a essa data.

Em particular, quando o olhamos o fundo do vale da série, temos o valor de 92,5 para a linha azul no quarto trimestre de 2016. Isso significa que o PIB brasileiro contraiu em 7,5% nesse intervalo de dois anos.
Esse cenário fica mais dramático quando analisamos o PIB per capita (linha rosa), isto é, o PIB dividido pela população, o que nos fornece uma ideia da renda média no país. Ele recuou em quase 9% entre o quarto trimestre de 2016 e o quarto trimestre de 2014. A queda no PIB per capita é maior que a do PIB porque a população está crescendo.

A partir de 2017, a economia brasileira começa a se recuperar, mas em ritmo lento. Hoje, quase 5 anos depois do início do desastre, nosso PIB ainda está cerca de 4% abaixo do nível inicial. Já o PIB per capita está 6,5% abaixo.

Para o 2021 e 2022, os dados de expectativas de mercado (da pesquisa Focus, do Banco Central) indicam um crescimento de 2,5% ao ano. O crescimento populacional está na casa dos 0,8%. Se supusermos essas taxas constantes ao longo dos próximos períodos, podemos projetar o comportamento do PIB e do PIB per capita. Este exercício pode ser visualizado no próximo gráfico.

Nesse ritmo, o PIB per capita recuperaria o valor inicial (quarto trimestre de 2014) no fim do ano que vem – ou seja, 6 anos depois. Já para o PIB per capita, isso só ocorreria no fim de 2023. Não é à toa que está se falando em década perdida.
PIB – Preços de mercado – Índice encadeado – Dessaz. (média 1995 = 100). Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, Sistema de Contas Nacionais Trimestrais (IBGE/SCN Trimestral).

População total – Pessoa (mil). Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (IBGE/PNAD Contínua)... Leia mais em moneytimes 14/12/2019



10 momentos de maior volatilidade do Ibovespa

Atualmente, a Bolsa de Valores (B3) representa, por meio das empresas de capital aberto, um valor equivalente a 57% do PIB brasileiro (Imagem: B3/Youtube)
Por Vinícius Felizatti, graduado em ciências econômicas pela UNESP – Para o Terraço Econômico

A Bolsa, em linhas gerais, é a instituição responsável pela negociação de ações, partes do patrimônio de uma companhia que são vendidas, auxiliando no financiamento de seus projetos de investimento e consequente expansão, gerando, como recompensa aos investidores, retornos e poderes de voto sobre suas decisões. Paralelamente, na Bolsa também é realizada a negociação de derivativos, a revenda de papéis do Tesouro, de câmbio e de ouro.

Com a intensificação do processo de financeirização a partir da virada do século, a riqueza financeira – representada pelo valor das companhias nas Bolsas de Valores, ativos bancários e outros títulos – vem crescendo acentuadamente, num período marcado pela massiva incorporação de algoritmos e novas tecnologias aos diversos processos de movimentação da riqueza e negociação de ativos.

Atualmente, a Bolsa de Valores (B3) representa, por meio das empresas de capital aberto, um valor equivalente a 57% do PIB brasileiro (esse montante já atingiu 98%, em 2007), enquanto a compra e venda de ações movimentou uma média de 33% do PIB, entre 2006 e 2017.

Nossa Bolsa, quando comparada a de outros países, possui suas especificidades: possui poucas empresas e movimenta um baixo volume de ações, conforme nos mostra a tabela abaixo.

Assim, no Brasil, algumas poucas empresas são essenciais para o bom funcionamento do mercado de ações. A B3 está focada nos negócios financeiros (36,3%) – com Bradesco (8%) e Itaú (9%), e de commodities (31,1%) – Vale do Rio Doce (10%) e Petrobrás (13,5%). Ainda, apresenta uma grande concentração acionária, onde 17 empresas são responsáveis por 77% de todo o valor negociado.

O perfil dos investidores impõe uma grande dominância dos acionistas estrangeiros (46,2%) e institucionais (30,1%) sobre o mercado. Com isso, o Risco-País  passa a ser uma variável chave para o comportamento do índice Ibovespa.

A pesquisa analisou os momentos em que a Bolsa de Valores sofreu suas maiores variações após a crise do subprime (em outubro de 2008). Com base em diversas notícias da mídia, os momentos são correlacionados aos principais acontecimentos, suspeitos de causarem conturbações na estabilidade do mercado acionário.

Abaixo, podemos visualizar, temporalmente, quais foram os períodos encontrados no estudo (com base na volatilidade dos ativos no Ibovespa) e, para efeitos de comparação, temos que a média da volatilidade para o período foi de 22,48%.

A coluna esquerda representa a pontuação do Ibovespa e a da direita, as taxas de volatilidade. Fonte: Elaborado com dados da Bloomberg (2019)
Os resultados estão abaixo:

Fontes: Elaboração própria com base em fontes como Valor Econômico, Uol Economia, G1 Economia, Consultoria Moeda e Crédito, New York Times, Época Negócios, O Globo Economia, Folha de S. Paulo, ToroRadar, InfoMoney e CNN Money
Nos picos de volatilidade, em 5 momentos observou-se um padrão de alta na pontuação do Ibovespa (3 desses momentos ocorreram no ano de 2009), e em outros 5, o de queda. No mais, 7 choques foram causados por fatores puramente econômicos, enquanto 3 tiveram uma raiz política.

No geral, os itens que mais afetaram as ações no mercado acionário no âmbito interno foram as previsões e estimativas do relatório Focus para o Brasil, os períodos eleitorais, onde ocorreu uma manifestação da preocupação dos investidores com a atuação dos governos do Partido dos Trabalhadores, além da repercussão dos casos de corrupção, sempre com impacto mais significativo na cotação das empresas com participação estatal.

No âmbito externo, afetaram a bolsa o comportamento do orçamento público norte-americano, a trajetória de seus principais indicadores para o mercado acionário (Nasdaq, S&P 500 e Dow Jones) e as alterações nos preços do petróleo a nível mundial – como aproximadamente metade de todos os investidores são estrangeiros, sempre haverá esta correlação entre o que está a ocorrer nos Estados Unidos e Europa, economias tidas como mais seguras e estáveis, com o desempenho do mercado acionário no Brasil. Por Terraço Econômico Leia mais em moneytimes 14/12/2019 



Trisul adquire terrenos com potencial de R$ 1,7 bi

A Trisul acaba de anunciar que adquiriu 8 terrenos, com potencial estimado de R$ 1,7 bilhões (VGV).

Esses terrenos situam-se dentro das regiões focadas pela companhia: zonas Sul e Oeste da cidade de São Paulo.

Com isso, o VGV potencial total da Trisul passa a ser de R$ 3,1 bilhões.

Recentemente, a empresa captou em nova emissão de ações R$ 405 milhões, cujo objetivo principal seria justamente a aquisição de novos terrenos.

Com valor de mercado atual de R$ 2,7 bilhões, a Trisul está entre as empresas que tiveram maior valorização esse ano. Negociada sob o código tris3, o papel teve alta de 264% apenas em 2019.

Para o ano de 2020, a companhia espera lançar e vender entre R$ 1 bilhão e R$ 1,3 bilhões, aproveitando-se do ótimo momento que o setor imobiliário vem passando... leia mais em smallcaps 13/12/2019



Ibovespa pode chegar aos 120 mil pontos ainda neste ano?

Na sexta, Bolsa bateu novo recorde e bateu 112.565 pontos

O mercado passou parte do ano discutindo se seria possível ou não o Ibovespa chegar aos tão falados 120 mil pontos no fim de 2019.

Após um ano marcado pela guerra comercial entre China e Estados Unidos que atrapalhou os planos dos investidores, a bolsa brasileira foi capaz de, faltando poucos pregões pela frente, tomar fôlego e romper novos recordes... Leia mais em valoreconomico 14/12/2019





Top Picks: Setor de saúde cresce na Bolsa, mas é pouco acompanhado por analistas

Por ser um segmento relativamente novo no mercado de ações, poucos analistas acompanham de perto as empresas

O setor de saúde suplementar é um dos que mais crescem na Bolsa, com aberturas de capital recentes e inclusive uma oferta subsequente, que será realizada pela Notre Dame Intermédica. Mas por ser um segmento relativamente novo no mercado de ações, poucos analistas acompanham de perto as empresas.

Alvaro Bandeira, sócio e economista-chefe do banco digital Modalmais, ressalta exatamente o pouco tempo deste setor na B3, mas também que a representatividade tem crescido bastante.

"Assim como o segmento de educação, as empresas estão passando por situações de fusões e aquisições, mas chamam a atenção dos investidores em função da expectativa de crescimento", afirma.

Em contraponto, Bandeira lembra que o risco de investimento nestas empresas também é maior do que em outras opções mais maduras. Entre as empresas listadas, o economista do Modalmais aponta Hapvida e Notre Dame como suas preferidas.

O analista da Mirae Asset, Pedro Galdi, chama a atenção para um desses riscos que envolvem as empresas de saúde suplementar. Por aplicarem muitos recursos no mercado, a queda da taxa básica de juros, a Selic, que esta semana chegou a 4,50% ao ano, terá impacto nos resultados financeiros. "As empresas terão que se mostrar mais agressivas na diversificação da carteira própria de investimentos, mas não vejo isto como ruim, pois oportunidades importantes irão surgir com a renda variável".

Sobre o follow on da Notre Dame, a empresa fechou o preço por ação em R$ 57, movimentando R$ 5 bilhões, dos quais R$ 3,7 bilhões irão para o caixa da companhia.

A maior parte dos recursos será utilizada para pagar a aquisição do grupo Clinipam anunciada no início de novembro por R$ 2,6 bilhões.

Nesta sexta-feira, o Citi elevou suas projeções de resultados para a Notre Dame ao incluir em seu cálculos os resultados da companhia no terceiro trimestre, novas perspectivas macroeconômicas e de negócios, incluindo o recente anúncio de aquisições, e a conclusão da oferta.

Com isso, o banco também elevou o preço-alvo da companhia para 2020 de R$ 55 para R$ 74, valor que implica em um potencial de alta próximo de 23%. A recomendação segue em 'compra'. A decisão, acrescenta o Citi, considera a menor taxa de desconto do papel em relação a seus pares, a elevação nas estimativas de lucro e a rolagem do preço-alvo deste ano para 2020....  Estadão  Leia mais em terra 14/12/2019



Governo finaliza novo marco legal para startups com modelo simplificado de Sociedade Anônima

A avaliação é que as SA dão mais proteção a seus investidores e que a mudança nesse sentido poderá fomentar o financiamento aos negócios das startups

A equipe econômica do governo Jair Bolsonaro finaliza um novo marco legal para startups e poderá enviar na próxima semana ao Congresso o projeto, que prevê flexibilizações e simplificações para estimular essas empresas no país, afirmaram duas fontes com conhecimento direto do assunto. Ambas falaram em condição de anonimato.

Segundo uma delas, o ministro da Economia, Paulo Guedes, tem chamado a atenção para um dos pilares do projeto: que essas empresas, caracterizadas por serem iniciantes e por operarem sob bases tecnológicas, sejam constituídas como Sociedades Anônimas (SA), mas num modelo mais simples e mais barato do que o existente hoje.

O balanço do SoftBank na América Latina: R$ 6 a R$ 10 bilhões em quase 20 startups
A avaliação é que as SA dão mais proteção a seus investidores e que a mudança nesse sentido poderá fomentar o financiamento aos negócios das startups.

Entre os tópicos abordados pelo projeto, estão ainda mudanças referentes a regulações trabalhistas. Em outra frente, o governo também quer ver as empresas nas compras públicas, com as startups passando a fornecer inovação ao Estado. O projeto irá pavimentar o caminho para que isso aconteça.

O proposta de novo marco virá após o governo ter colocado o tema em consulta pública até o fim de junho, num trabalho tocado em conjunto pelo Ministério da Economia e pelo Ministério da Ciência e Tecnologia.


Uma terceira fonte, também em condição de anonimato, confirmou que o projeto de lei está sendo trabalhado em caráter final, mas ponderou que o envio poderá ficar para o início do próximo ano legislativo, uma vez que 2019 já se encaminha para o fim e os parlamentares já não teriam tempo hábil para avançar na análise da matéria.

No mês passado, o secretário especial da Receita Federal, José Barroso Tostes Neto, afirmou que o governo encaminharia "em breve" uma proposta de criação de regime diferenciado para estimular o desenvolvimento de startups de todos os setores, o que abarcaria o setor financeiro e os serviços ofertados por bancos digitais... Leia mais em epocanegocios 14/12/2019



Empresas têm dificuldade para implementar norma contábil IFRS 16

O padrão IFRS 16 trata de arrendamento mercantil e gerou desafios inesperados, segundo pesquisa da consultoria e auditoria PwC

Considerado uma das normas contábeis mais complexas lançadas recentemente, o padrão IFRS 16, que trata de arrendamento mercantil, gerou desafios inesperados para a maioria das companhias, segundo pesquisa da consultoria e auditoria PwC obtida com exclusividade pelo Valor. ... Leia mais em valorecnomico 14/12/2019



13 dezembro 2019

Qintess chega para unificar as operações do Grupo Cimcorp e Resource

Nova marca reforçará o foco em transformação digital de negócios combinando as expertises de estratégia, design innovation e tecnologia em um portfólio de alto valor agregado

Fruto da integração do Grupo Cimcorp e da Resource, a Qintess foi criada com o propósito de servir aos clientes criando valor real e compartilhando a visão de como a transformação digital pode criar um mundo melhor, mais sustentável, socialmente inclusivo e ético.

Considerada a etapa mais avançada desde a união das duas empresas, a iniciativa tem como objetivo potencializar as ofertas já entregues por ambas ao mercado brasileiro e internacional, reforçando seu posicionamento como uma empresa digital que, por meio do talento das pessoas e da tecnologia, pode entregar uma experiência excepcional a seus clientes.

“A criação da nova marca faz parte de uma série de iniciativas estruturadas pelo Grupo, que ao longo dos últimos oito anos, atuou por meio de aquisições de empresas como Getronics Brasil, Sopho e Damovo para diversificar seu portfólio de infraestrutura, conectividade, workspace e multicloud”, explica Nana Baffour, Presidente e CEO da Qintess. “A aquisição da Resource, em junho deste ano, coroou essa estratégia e trouxe para o nosso portfólio toda a competência de Apps, inovação e soluções de negócio. Agora, a Qintess nasce para levar essas ofertas de forma integrada, inteligente e inovadora ao mercado”, conclui.

Com cerca de 3,5 mil colaboradores, entre Brasil, Colômbia e Chile, a Qintess terá toda a sua estratégia de posicionamento e oferta baseada nos princípios da Environmental, Social and Corporate Governance – ESG, na sigla em inglês), que se referem às melhores práticas ambientais, sociais e de governança.

“A Qintess pretende criar um portfólio de clientes conectados com estes valores e que estejam dispostos a compartilhar a visão sobre como a transformação digital mudará o mundo para melhor”, explica Baffour. A consolidação da marca também reforça o novo modelo de negócios da companhia, que traça uma estratégia baseada nas pessoas.

“Queremos ajudar as empresas a se anteciparem ao futuro por meio de uma estratégia centrada nas pessoas, pois temos convicção de que elas são, dentro das organizações, os principais agentes propulsores da transformação digital”, diz Rogério Dias, vice-presidente executivo da Qintess.

Fruto da integração do Grupo Cimcorp e da Resource, a Qintess foi criada com o propósito de servir aos clientes criando valor real e compartilhando a visão de como a transformação digital pode criar um mundo melhor, mais sustentável, socialmente inclusivo e ético

A inovação é outro ponto de destaque que pautará a atuação da nova companhia. Privilegiar o novo, o que pode trazer disrupção na forma de fazer negócios e gerar resultados.  “Este é um importante passo para nos consolidarmos, em definitivo, como o parceiro estratégico de clientes no Brasil e na América Latina, oferecendo todos os recursos necessários para alavancar suas jornadas de transformação”, afirma Dias.

Presente em mais de 150 cidades brasileiras, atendendo a mais de 500 empresas, a Qintess tem como meta ampliar o suporte às organizações, com opções totalmente alinhadas ao modelo ágil e disruptivo, simplificando o complexo e levando mais valor agregado aos clientes. “Nosso grande diferencial é justamente a capacidade de atuar em todas as linhas de negócios.

Unimos a experiência em aplicações e sistemas da Resource com a reconhecida expertise em infraestrutura e workspace do Grupo Cimcorp para formar a Qintess, que conta com uma ampla malha digital para ajudar seus clientes.

Como resultado, vamos oferecer mais inteligência ao mercado, ajudando empresas de diferentes segmentos a promoverem uma verdadeira transformação em seus negócios e na vida de seus colaboradores.”, conclui Baffour.

Uma das principais fornecedoras de serviços de tecnologia e inovação do Brasil, a Qintess é fruto da união entre o Grupo Cimcorp e a Resource. Focada na tomada de decisões rápidas, aliada a um alto nível de entrega, a companhia atua para ser a escolha estratégica das melhores empresas do mundo. Com mais de profissionais 3.500 e atuação no Brasil e na América Latina, a Qintess une as expertises de estratégia, design innovation e tecnologia para dar suporte às organizações e oferecer a melhor experiência para o cliente do cliente... Leia mais em inforchannel 13/12/2019

13 dezembro 2019



Bradesco prevê real mais forte em 2020

Equipe de economistas do banco aponta apreciação da moeda brasileira diante de cenário de crescimento da economia doméstica enquanto incertezas no mercado global vão persistir no próximo ano

Salvo algum risco político no Brasil ou nos Estados Unidos e lembrando que previsões para câmbio são as mais voláteis e frágeis do mercado financeiro, a equipe de economistas do Bradesco considera que o dólar deverá fechar em R$ 4,15 neste final de ano e em R$ 4 no encerramento de 2020. “A gente continua vendo espaço para o câmbio se apreciar no próximo ano”, diz o economista-chefe do Bradesco, Fernando Honorato.


CENÁRIO DE MERCADO Bradesco estima que juros básicos da economia brasileira ficarão em patamares historicamente baixos em todo o ano de 2020 e convergindo ao padrão internacional

Quanto à taxa básica de juros (Selic), Honorato manteve a expectativa de 4,25% ao ano para 2020. “Mas há um chance de 50% de ficar em 4,50% ao ano”, afirma. A ata do Comitê de Política Monetária (Copom) na terça-feira 17 deverá trazer mais informações sobre o rumo da Selic no próximo ano.

Questionado pela DINHEIRO sobre a tendência para investimentos dentro desse cenário, o economista-chefe respondeu que gradativamente as famílias brasileiras vão adicionar mais riscos em suas aplicações. “A renda fixa continuará sendo muito relevante para as reservas financeiras, com bastante liquidez, mas aos poucos, as famílias buscarão maiores retornos ao diversificar parte de seu patrimônio (financeiro) em aplicações de maior risco como ações e multimercados”, diz.

Honorato argumenta que a política econômica que começou em 2016 com a aprovação do teto dos gastos, reforma trabalhista e a criação da taxa de longo prazo (TLP) do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) teve sequência em 2019 com a reforma da Previdência Social e a Lei da Liberdade Econômica.

“Agora a iniciativa de privatizações ganha tração e tudo isso começa a produzir efeitos na economia”, afirma.

Na visão dele há uma convergência da taxa de juros brasileira para padrões internacionais. “Na taxa de 10 anos, temos um juro nominal que era de 14% em 2016, e 7% nos emergentes, a nossa, o dobro dos emergentes. E hoje, nosso juro está apenas uns 0,60 ponto da média dos emergentes. Isso tem implicações inúmeras para a economia, para a melhora de valuation das empresas. E essa queda de juros é fundamental na equação econômica do ministro da Economia, Paulo Guedes, pois à medida que se reduzem os gastos públicos, diminuindo o BNDES, você precisa do setor privado como agente de financiamento da infraestrutura”, afirma.

Segundo a equipe de economistas do banco, também formada por Fabiana D’Atri e Constantin Clemens Jancso, o crédito privado deve ser o motor do crescimento nos próximos anos. Com os juros baixos, o acesso ao crédito se amplia muito, o Brasil tem hoje 70% do PIB incluindo o mercado de capitais, enquanto outros países emergentes têm algo como o dobro disso, tanto para empresas como às famílias.

Ou seja, na visão do Bradesco, o setor privado tomará mais crédito para financiar seu crescimento. “Isso não é novidade, pois aconteceu em todos os países onde as taxas de juros caíram, tanto é que no mercado global, o grande tema é a dívida corporativa que temos no mundo”, diz Honorato.

“Essa queda de juros é fundamental para a equação do ministro Paulo Guedes, pois à medida que se reduzem os gastos públicos, se precisa do setor privado no investimento ” Fernando Honorato economista-chefe do Bradesco

“Os próximos anos serão de deslavancagem do setor público e de alavancagem do setor privado. Isso já tem acontecido em alguma medida no mercado de capitais. Quando se olha a transição que estamos vivendo nos últimos anos, se deixou de ter o BNDES como o principal financiador para ter a dívida doméstica privada como principal motor”, afirma o economista-chefe.

Honorato contou em encontro com a imprensa realizado em São Paulo que se intrigava muito com o fato do crédito bancário somado ao volume de mercado de capitais estar crescendo 20% no final do primeiro semestre, enquanto a economia não reagia. “O PIB do terceiro trimestre finalmente parece mostrar uma compatibilização.

As empresas estão alongando suas dívidas, mas deixando o dinheiro em caixa” diz. “Há espaço para as famílias terem mais crédito. Isso vem do menor comprometimento de renda que a gente espera da queda dos juros. Na medida em que o estoque de crédito for se renovando com taxas mais baixas, cairá o comprometimento de renda com dívidas. Parte da nossa aposta devido ao avanço do emprego é no crédito imobiliário, onde as taxas são mais baixas”, afirma.

CONJUNTURA Honorato também lembrou que a inflação de novembro subiu por três fatores, mas que ainda está abaixo do centro da meta. “Nós revisamos nosso IPCA para cima, 3,60% neste ano, basicamente associado aos três choques: aumento do preço das loterias, a bandeira vermelha 1 na energia em novembro e essa antecipação do impacto da febre suína na China nos preços da carne brasileira”, diz o economista... Leia mais em istoedinheiro 13/12/2019



BNDES também quer vender até R$ 32 bi em ações preferenciais da Petrobras em 6 meses, diz fonte

Conselho autorizou alienação desses papéis via pregão, em vez de oferta secundária

O Conselho de Administração do BNDES autorizou o banco de fomento, na quinta-feira, a vender todas as ações que detém da Petrobras. Além de permitir a venda de todas as suas ações ordinárias (ON, com direito a voto) em oferta pública secundária, como informou a petroleira nesta sexta, o colegiado também autorizou que o BNDES alienasse todos os papéis preferenciais (PN, sem voto) nos próximos seis meses via pregão na Bolsa, informou pessoa a par da decisão.

O estoque total de ações PN da Petrobras na carteira do banco vale R$ 32 bilhões e representa 19% de todos os papéis preferenciais da estatal. No caso das ações ON, a Petrobras possui o equivalente a R$ 23,4 bilhões, ou 10% desses papéis... Leia mais em oglobo 13/12/2019





Engie afirma ter interesse nos 10% remanescentes da Petrobras na TAG

Depois que a Petrobras anunciou o início do processo de venda de sua fatia remanescente de 10% na Transportadora Associada de Gás (TAG), a Engie Brasil, juntamente com a Caisse de dépôt et placement du Québec (CDPQ), anunciaram em comunicado interesse em adquirir essa participação.

As duas empresa já têm 90% da TAG, porcentual vendido pela Petrobras em junho... Estadão leia mais em istoedinheiro 13/12/2019






Fortinet adquire CyberSponse para expandir seu portfólio de Flexible SD-WAN

A Fortinet, líder global em soluções de cibersegurança abrangentes, integradas e automatizadas, anunciou hoje que concluiu a aquisição da CyberSponse, fornecedora líder de plataforma SOAR (orquestração, automação e resposta de segurança) com sede em Arlington, Virgínia.

A CyberSponse, parceira do Fortinet Security Fabric, ampliará os recursos de automação e resposta a incidentes do FortiAnalyzer, FortiSIEM e FortiGate , por exemplo, e simplificará ainda mais as operações de segurança.

“O número crescente de ferramentas de segurança implementadas pelas empresas trouxeram complexidades operacionais que deixaram as organizações mais vulneráveis a violações. Com a integração da robusta plataforma SOAR da CyberSponse ao Fortinet Security Fabric, podemos oferecer aos clientes respostas mais rápidas a incidentes e a capacidade de padronizar e escalar processos que melhorem a postura de segurança e reduzam riscos aos negócios e seus custos associados.” afirma Ken Xie, fundador e CEO da Fortinet.... Leia mais em startupi 13/12/2019




Setor de transportes terá 44 leilões em 2020, com previsão de atrair R$101 bi em investimentos

O governo federal planeja promover 44 leilões de concessões na área de transportes no próximo ano, com a meta de atrair 101 bilhões de reais em investimentos em rodovias, ferrovias, aeroportos e portos, afirmou o Ministério da Infraestrutura, nesta sexta-feira.

Em entrevista à imprensa, o ministro Tarcísio de Freitas citou como alguns dos destaques da carteira os leilões das ferrovias de Fiol e Ferrogrão, as concessões das rodovias Nova Dutra e BR-153 e as de 22 aeroportos, que serão divididos em três blocos.

Ao comentar o interesse dos investidores estrangeiros pelo que chamou de “um dos maiores programas de concessão do mundo”, o ministro afirmou que o nicho de atuação no Brasil diverge de país para país, mas é a China que tem demonstrado o apetite mais abrangente.

“Os italianos estão olhando muito rodovia, os alemães estão olhando ferrovias e os chineses estão olhando tudo”, afirmou o ministro, que tem feito uma série de “roadshows” no exterior para promover a carteira de concessões.

Segundo Freitas, a vitória de um consórcio chinês nesta sexta-feira de leilão para a construção de ponte que ligará Salvador a Itaparica marca o primeiro grande investimento do gigante asiático em transportes no país, após o país já ter dado passos importantes nas áreas de energia e de investimentos privados em portos.

O diretor de investimentos da China Communications Construction Company (CCCC) para América do Sul, Yu Yong, afirmou em evento da FGV no Rio de Janeiro que a empresa tem apetite para investir no Brasil e que o país pode contar com grupo chinês no pacote de concessões previsto para os próximos anos. “Nosso foco são ferrovias, pontes, portos e rodovias”, disse ele a jornalistas.

A programação do ministério mostra que as concessões da Ferrovia de Integração Oeste-Leste (Fiol), entre Bahia e Tocantins, e Ferrogrão, entre Mato Grosso e Pará, que chegaram a ser previstas para o primeiro semestre, estão programadas agora para o terceiro trimestre do próximo ano.

Segundo o secretário-executivo do ministério, Marcelo Sampaio, o processo de modelagem se prolongou um pouco, mas a documentação da Fiol já foi encaminhada ao Tribunal de Contas da União (TCU) para aprovação.

A Ferrogrão vai viabilizar o transporte de grãos do Mato Grosso para o porto fluvial de Miritituba, no Pará. A Fiol conectará o futuro porto de Ilhéus (BA) ao interior do Tocantins, permitindo conexão à Ferrovia Norte-Sul.

RENOVAÇÃO ANTECIPADA DE CONCESSÕES

Tarcísio afirmou que a aprovação da renovação antecipada da concessão da ferrovia Malha Paulista pelo TCU, no final de novembro, abre caminho para que outras concessionárias apresentem pedidos semelhantes ao governo.

Ele frisou que a qualificação para essa antecipação requer o atendimento de requisitos técnicos.

“A questão da prorrogação vai depender muito do que for colocado na mesa. Tem que demonstrar de todas as formas, tecnicamente, que aquela opção, comparada a uma nova licitação, é mais vantajosa para o Estado em termos de investimentos, de aumento de capacidade, de solução de conflitos”, afirmou.

A concessão da Malha Paulista, do grupo Rumo, venceria em 2028, mas foi renovada antecipadamente por mais 30 anos.

Na carteira de projetos apresentada nesta sexta-feira, constam renovações de concessões das ferrovias Estrada de Ferro Carajás e Vitória-Minas, operadas atualmente pela Vale; e MRS Logística.

OBRAS PRÓPRIAS

O Ministério de Infraestrutura também listou promessas de obras no próximo ano envolvendo 13 duplicações de trechos rodoviários, incluindo a BR-163 no Mato Grosso, voltada ao escoamento da safra de grãos do Centro-Oeste.

Além disso, o pacote inclui obras como construção de cinco rodovias e dragagem do Porto do Rio Grande (RS).

Tarcísio disse que muitos parlamentares têm optado por direcionar recursos de suas emendas orçamentárias a obras estruturantes nos Estados, o que tende a dar mais folga fiscal para esses projetos no próximo ano.

No setor aéreo, o governo espera, entre outras obras, ampliar o aeroporto de Fortaleza e realizar melhorias nos terminais de Foz do Iguaçu (PR) e de Navegantes (SC)... Reuters Leia mais em mixvale 13/12/2019
===

Ministério da Infraestrutura apresenta balanço de ações realizadas em 2019


Governo concedeu 27 ativos em todos os modais de transporte; leilões renderam R$ 9,4 bilhões em investimentos e R$ 5,9 bilhões em outorgas

27 ativos. R$ 9,4 bilhões em investimentos e R$ 5,9 bilhões em outorgas. Esse é o resultado do primeiro ano do maior programa de concessões de infraestrutura do mundo. Em 2019, todos os modais de transporte foram contemplados pelo Ministério da Infraestrutura: rodoviário, ferroviário, aquaviário e aéreo.
Todos os detalhes da carteira de projetos da pasta, até 2022, estão no site lançado nesta sexta-feira (13): https://infraestrutura.gov.br/concessoes/.
.. Leia mais em infraestrutura. 13/12/2019



Leilões de transporte resultarão em R$ 5,9 bilhões em outorga em 2019

Governo fechará o ano de 2019 com concessão à iniciativa privada de 27 ativos do setor transportes O ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas, reiterou hoje que o governo fechará o ano de 2019 com concessão à iniciativa privada de 27 ativos do setor transportes realizadas.

Os leilões renderam R$ 5,9 bilhões em outorga para o governo e têm previsão de viabilizar R$ 9,4 bilhões em investimentos.

“O que estamos conseguindo fazer no Ministério da Infraestrutura é planejamento e cumprimento de cronograma”, afirmou o ministro a jornalistas.

Freitas anunciou que no ano que vem serão realizados leilões de concessões de mais 40 a 44 ativos do segmento de transportes.

O “grande destaque” será a concessão da rodovia Nova Dutra, pela quantidade de investimentos e competição entre os grupos que tem demonstrado. “Temos grande possibilidade de arrecadação de outorga, mas essa não é a nossa obrigação. Estamos fazendo concessão para gerar investimento”, afirmou.

O ministro ressaltou ainda a concessão de 22 aeroportos no ano que vem. “2020 será um ano promissor em termos de leilões”, afirmou... Rafael Bitencourt Valor Econômico .. Leia mais em yahoo 13/12/2019




Expansão direto do forno

Depois de adquirir o controle no Brasil das redes Pizza Hut e KFC, o Grupo IMC, também proprietário da marca Frango Assado, cria receita para crescer rapidamente a partir de novas sinergias

Menos de dois meses depois de concluir a aquisição das redes de fast food KFC e Pizza Hut, o grupo International Meal Company Alimentação (IMC) deu início a uma nova fase para expandir suas operações e reduzir custos.

A rede investiu R$ 30 milhões na construção de uma cozinha com alto grau de automatização, no município de Louveira (SP), que possibilitará a centralização da produção com consequente redução do desperdício de matéria-prima e do custo da mão de obra direta, além de propiciar a padronização dos produtos para todas as unidades. Outros R$ 10 milhões foram investidos para adaptação dos pontos de venda.

Segundo o CEO da IMC, Newton Maia, a nova instalação vai operar no sistema “cook & chill”, no qual os alimentos que saem da cozinha passam imediatamente por um processo de ultracongelamento. Isso permite que cheguem aos estabelecimentos na mesma temperatura e pré-prontos. O único trabalho em cada unidade será colocar o alimento no forno antes de servir. “Esse sistema garante a total padronização dos produtos”, diz Maia. Outra vantagem é o ganho de escala. Se antes eram necessários 240 funcionários em dois turnos para a fabricação de 240 toneladas de alimentos, com a nova instalação será possível fabricar 600 toneladas em apenas um turno com 78 empregados. “Assim, passamos a fazer por aqui o que era comprado de terceiros”, explica o executivo.

Entre as metas de crescimento está a expansão da rede Frango Assado, formada por 25 restaurantes. O grupo pretende abrir pelo menos três unidades por ano nos próximos cinco anos, mas para isso o espaço dos endereços será reduzido dos atuais 2,5 mil m², em média, para modelos contêiner, de 120 m². Assim, de acordo com Maia, o custo de implantação cai dos atuais R$ 15 milhões para menos de R$ 1 milhão. “A diminuição do valor torna viável o sistema de franqueamento”, afirma. Outra novidade será a produção e venda de biscoito de polvilho e pão de semolina com a marca Frango Assado. “O polvilho já é fornecido para as redes Big e Pão de Açúcar. Estamos em negociação para vender o pão para os mesmos hipermercados e outros parceiros.” Empresa de capital 100% nacional, a IMC também opera nos Estados Unidos, na Colômbia e no Panamá. Tem 453 lojas no total (veja abaixo) e fatura anualmente R$ 1,5 bilhão. O presidente da Sociedade Brasileira de Varejo e Consumo (SBVC), Eduardo Terra, afirma que muitos restaurantes seguem o caminho de trocar mão de obra intensiva na cozinha por tecnologia. E o fato de a cozinha ter uma localização específica em nada dificulta um plano de crescimento. “A expansão é feita em blocos de escala. Você não entra em outro Estado com cinco lojas e sim com 50, de forma que o processo logístico seja vantajoso”, afirma Terra.

FAST FOOD Os planos de crescimento também envolvem as recém-adquiridas redes de fast food Pizza Hut e KFC. Serão abertas 40 unidades de cada bandeira por ano ao longo de cinco anos. Dentro desse plano está o de colocar uma Pizza Hut em cada restaurante Frango Assado. “Até o final de 2020 esse projeto estará implantado em todos os restaurantes”, diz Maia.

Uma das unidades já contempladas é a do Frango Assado de Louveira, o primeiro da rede. A aquisição da Pizza Hut e do KFC proporcionou sinergias que favorecem a empresa na negociação com fornecedores.

A compra de frango, por exemplo, passou de 1 tonelada para 2,5 toneladas e a de farinha de 1,6 para 3,2 toneladas. As duas bandeiras colocam o grupo num mercado promissor. Segundo dados disponibilizados pelo Instituto Food Service, entre setembro de 2018 e setembro de 2019, o setor movimentou R$ 248 bilhões. O fast food moderno, no qual se incluem redes como KFC e Pizza Hut, representa 16%, .. Leia mais em istoedinheiro 13/12/2019




Hapvida fecha acordo para comprar carteira de 31 mil planos de saúde

A Hapvida (HAPV3) vai adquirir a carteira da Plamed, de Sergipe, por R$ 57,5 milhões. O acordo envolve a transferência de 31 mil planos de saúde para a Hapvida, concentrados em Aracaju e cidades vizinhas.

Com aquisições a todo vapor, Hapvida ainda é top pick do setor de saúde para o BTG
Carrefour, Hapvida e SulAmérica entram na 1ª prévia do Ibovespa; Bradesco perde 3º lugar
Em comunicado, a Hapvida afirma que a “potencial transação é sinérgica, pois a companhia já possui cerca de 60 mil beneficiários nessa região.”

O valor do negócio poderá ser revisto, segundo a empresa, de acordo com o nível de receitas geradas pela nova carteira, representada pelo pagamento das mensalidades pelos beneficiários... Leia mais em moneytimes 13/12/2019




Chinesa CCCC mostra interesse em novos investimentos em infraestrutura

Companhia integra consórcio que venceu leilão para obras da ponte Salvador-Itaparica

O diretor de investimentos da China Communications Construction Company (CCCC) para a América do Sul, Yu Yong, disse nesta sexta-feira que a empresa chinesa estará presente nas rodadas de concessões de infraestrutura que o governo brasileiro pretende promover em 2020.

A companhia arrematou, em consórcio com a China Railway 20 Bureau Group (CR20), o projeto da Ponte Salvador-Itaparica, na Bahia, que demandará investimentos de R$ 5,3

“[As novas concessões] Vão contar com a nossa presença. Estamos acompanhando”, disse a jornalistas, após participar do seminário “O Futuro da Parceria Estratégia Global China-Brasil”, na FGV, no Rio de Janeiro.

Segundo o executivo, a companhia — que é controladora da Concremat — tem interesse em estradas, rodovias, ferrovias, portos e pontes... Leia mais em valoreconomico 13/12/2019



Telefônica pensa em um IPO para América Latina, afirmam fontes

Os planos são preliminares, e os assessores ainda não receberam mandatos. A Telefônica também poderia seguir uma estratégia diferente, disseram as pessoas (Imagem: REUTERS/Andrea Comas)
A Telefônica avalia buscar um parceiro estratégico para sua nova unidade na América Latina ou fazer um IPO, com o objetivo de monetizar sua posição na região fora do Brasil, segundo pessoas a par do assunto.

A operadora de telecomunicações começou a conversar com possíveis assessores sobre as opções e estuda dois caminhos: buscar um investidor industrial ou vender sua participação por meio de uma oferta pública inicial ou distribuição de ações aos investidores existentes, de acordo com as pessoas, que não quiseram ser identificadas.

Potenciais parceiros incluem a AT&T, Millicom International Cellular e Liberty Latin America, disseram as pessoas.

A divisão inclui a Colômbia, Chile, México e Argentina – países por muito tempo considerados fundamentais para as perspectivas de crescimento da Telefônica. Analistas da Jefferies estimam que as subsidiárias possuem valor combinado de 10,9 bilhões de euros (US$ 12 bilhões)... Leia mais em moneytimes 13/12/2019



CSN espera reduzir endividamento em quase R$ 8 bilhões

O diretor executivo de Finanças da Companhia Siderúrgica Nacional (CSN), Marcelo Ribeiro, afirmou nesta quinta-feira, 12, durante evento com investidores que a companhia está focada em reduzir seu endividamento. Nos próximos 18 a 24 meses, a siderúrgica espera diminuir o montante de R$ 27,6 bilhões para R$ 20 bilhões.

De acordo com Ribeiro, as principais medidas serão o pagamento mínimo de dividendos e a venda de ativos como a subsidiária da CSN na Alemanha. “Estamos em um processo bastante avançado de venda”, afirmou.

Os planos incluem ainda emissões de debêntures para aumentar o prazo médio da dívida, que hoje está por volta de quatro anos. O objetivo é que o prazo dobre e chegue a oito anos.

O executivo defendeu que a CSN está em “um ano excepcional, em que consolidou recuperação”, e ressaltou o crescimento do Ebitda ((lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) em relação a 2018, que estaria estimado em R$ 7 bilhões.

Ribeiro também afirmou que a companhia está ‘otimista’ com a retomada do crescimento econômico, com projeções de até 2,5% de alta do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro em 2020. Para o executivo, a retomada deve aumentar a demanda para o aço. O mercado externo, de acordo com ele, deve se manter aquecido com as perspectivas de crescimento da China.

A companhia também anunciou que em 2020 deve concluir a desativação de três de suas cinco barragens de rejeitos de minério. O modelo que está sendo implementado é o de rejeitos secos, que chegam a 16% de umidade. Após o processo químico de desidratação, os rejeitos são levados por caminhões a depósitos e compactados, enquanto a água resultante do processo é tratada.

Um dos projetos que já será iniciado com o uso de rejeitos secos é o de Itabirito, cuja planta deve ser inaugurada em 2022 e deve empregar pelo menos 3 mil pessoas na cidade de Congonhas (MG). As projeções da companhia indicam produção anual de 10 milhões de toneladas de minério de ferro no formato pellet feed, utilizado para fabricação do aço.

A previsão é de que o Ebitda do segmento chegue a R$ 100 milhões – R$ 151 milhões em 2024. A companhia estima que o preço do minério deve seguir em 2020 por volta dos US$ 80 a tonelada, enquanto o frete marítimo está estimado em US$ 20. Estadão Conteúdo Leia mais em istoedinheiro 12/12/19 




Joint venture entre Biolab e Eurofarma encerra atividades

Idealizada em 2012, Orygen não conseguiu colocar seus projetos de desenvolvimento de medicamentos em parceria com laboratórios públicos em pé

A Orygen, joint venture entre os laboratórios nacionais Biolab e Eurofarma para produzir medicamentos biossimilares, encerrou suas atividades, apurou o jornal O Estado de S. Paulo.

Idealizada em 2012 como uma das superfarmacêuticas nacionais, com apoio do governo federal, a companhia não conseguiu colocar seus projetos de desenvolvimento de medicamentos em parceria com laboratórios públicos em pé.

A desmobilização do negócio começou nos últimos meses - o executivo Victor Mezei, ex-presidente da Pfizer no Brasil e contratado da Orygen para tocar a segunda fase de expansão da companhia em meados de 2018, foi desligado em julho, e o escritório da Orygen fechado. A empresa, com 11 funcionários, só manteve dois - um deles, o cientista inglês Andrew Simpson, que chegou ao grupo em 2012 para gerir a superfarmacêutica nacional que tinha acabado de sair do papel. Outros dois que ocupavam função administrativa foram realocados na Biolab.

Inicialmente, a Orygen iria produzir medicamentos biossimilares em parceria com laboratórios públicos com a tecnologia transferida por uma multinacional dona da patente.

Quer nossas melhores dicas de investimentos de graça em seu e-mail? Cadastre-se agora em nossa newsletter

Esse foi o tripé formado para as chamadas Parcerias de Desenvolvimentos Produtivos (PDPs), que virou uma bandeira do governo PT para estimular a transferência de tecnologia para a produção de remédios de alta complexidade, como forma de reduzir o déficit de saúde no País, com apoio do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

Uma das entusiastas desse projeto, a Orygen se formou com a união entre Biolab, Cristália, Eurofarma e Libbs em 2012.

Meses depois, Cristália e Libbs saíram para tocar, cada uma, negócios independentes de biossimilares. Outra superfarmacêutica - os laboratórios Aché, EMS, Hypera e União Química - criou uma joint venture para formar a BioNovis com a mesma finalidade.

A única a não pedir financiamento do BNDES foi a Orygen, embora tivesse uma linha de crédito de R$ 250 milhões à disposição.

No entanto, a suspensão pelo Ministério da Saúde de 18 contratos de PDPs com sete laboratórios públicos, acusados de irregularidades, prejudicou laboratórios nacionais que faziam parte dessas parcerias com o governo, entre elas, a Orygen.

Independente

Ao jornal O Estado de S. Paulo, Cleiton Marques, presidente da Biolab, diz que a Orygen não encerrou suas atividades. Biolab e Eurofarma, acionistas da empresa, decidiram ajustar suas estruturas e vão continuar suas atividades de pesquisa e desenvolvimento (P&D) para medicamentos, como vacina contra esquistossomose, tratamentos para câncer e anticorpos monoclonais nas instalações da Biolab e Eurofarma, segundo o empresário. "A companhia não depende só de PDPs."

Duas fontes disseram à reportagem que uma das apostas da Orygen para gerar receita, sem depender de PDPS, era o licenciamento para a produção no Brasil de uma vacina de gripe, cuja patente pertencia ao grupo americano Protein Science.

A expectativa era comercializar o produto esse ano. No entanto, a francesa Sanofi fez a aquisição global da empresa americana e pediu a licença de volta, comprometendo o caixa da companhia. As duas empresas não comentam este tema.

Uma pessoa a par do assunto afirmou que não cabia mais à Orygen manter estruturas caras, uma vez que ainda era uma empresa pré-operacional. A empresa, que chegou a cogitar construir sua fábrica em um terreno dos acionistas em São Carlos (interior de São Paulo), iria ocupar dois andares nas novas instalações da Eurofarma. Por ora, tudo está em suspenso. Com informações do jornal O Estado de S. Paulo e Estadão Conteúdo.. Leia mais em seudinheiro 13/13/2019





Apple adquire startup para melhorar ainda mais as fotos do iPhone

Depois que Steve Jobs se foi, a fórmula da Apple para continuar crescendo e inovando é a de comprar tecnologias criadas por empresas menores, que se destacam por apresentarem algo diferente. Foi assim com a Siri, com o Touch ID, Face ID e tantas outras novidades.

De fato, o número de empresas adquiridas aumentou muito nos últimos anos.

Agora, segundo a rede de notícias Bloomberg, a maçã recentemente fez mais uma aquisição: a de uma startup britânica que estuda a melhoria de captação de imagens através da inteligência artificial.

A empresa Spectral Edge se especializou em melhorar imagens captadas de câmeras de segurança, de trânsito e também de smartphones. Eles criaram uma tecnologia que, com a ajuda de imagens em infravermelho e Inteligência Artificial (AI), elevam a qualidade da foto para um outro patamar.

A Apple não confirmou oficialmente a aquisição, mas se ela for real, pode ser que no iPhone de 2021 já tenhamos a novidade implementada nos aparelhos, melhorando ainda mais algo que virou destaque no iPhone 11: a qualidade das fotos... Leia mais em blogdoiphone 13/12/2019




Chinesa BYD negocia compra de fábrica da Ford em São Bernardo

Em fevereiro, a Ford anunciou o encerramento das atividades da indústria; montadora quer investir na produção de veículos elétricos

Fábrica da montadora Ford em São Bernardo do Campo (SP) - 20/02/2019 Amanda Perobelli/Reuters

A montadora de caminhões chinesa BYD, com vertente de seus negócios voltada principalmente para a produção de veículos elétricos, negocia a compra da fábrica da Ford, em São Bernardo do Campo, na Grande São Paulo.

O objetivo da empresa é investir na produção de caminhões movidos a energia limpa. As conversas ainda estão em estágio inicial. A informação foi publicada pelo jornal Folha de São Paulo e confirmada por VEJA... Leia Mais em veja 12/12/2019



Indusval vende fatia de 20% na Guide por R$ 120 milhões para controlador

Valor equivale a avaliar a corretora em R$ 600 milhões

O Banco Indusval vendeu a participação remanescente de 20% na corretora Guide ao seu controlador, Roberto de Rezende Barbosa,  por R$ 120 milhões.

Esse valor equivale a avaliar a corretora em R$ 600 milhões... Leia mais em valoreconomico 13/12/2019



SoftBank fará menos investimentos no Brasil em 2020, mas cheques maiores, diz executivo

Segundo André Maciel, líder da operação da empresa no País, fundo já avaliou mais de 300 empresas na América Latina; em evento em São Paulo, ele garantiu que há recursos para novos aportes em startups que já fazem parte do portfólio

Depois de fazer dez aportes em startups brasileiras ao longo de 2019, o grupo japonês SoftBank seguirá investindo no País ao longo de 2020. Segundo André Maciel, líder da operação brasileira da empresa, o fundo latino do conglomerado fará menos investimentos no ano que vem, mas trará cheques maiores em suas rodadas de aporte. Segundo o executivo, já foram realizados 19 investimentos na América Latina, mas apenas 14 deles foram revelados no mercado. "Aportamos entre R$ 6 bi e R$ 10 bi até agora", disse Maciel. É apenas uma fração dos US$ 5 bi que a empresa destinou para seu fundo latino, revelado ao mercado em março.

Segundo o executivo, há recursos destinados para novos aportes em startups que já fazem parte do portfólio do fundo (prática conhecida como follow-on no mercado). "É o melhor tipo de investimento, porque normalmente significa que as empresas já têm modelo provado e só precisam de mais capital", afirmou ele, durante evento com jornalistas realizado pela empresa na manhã dessa sexta-feira, 13, em São Paulo. De acordo com Maciel, o SoftBank já analisou mais de 300 empresas no mercado latino. Destas, 15 chegaram a uma análise mais profunda (due dilligence, no jargão do mercado), mas não chegaram a fechar um acordo com o grupo japonês.

Durante o evento, Maciel admitiu que o fundo "já realizou seus aportes mais óbvios, mas não fizemos ainda nossos maiores cheques." "Ainda não sabemos como será o portfólio, porque temos cinco anos para investir. Esperamos mortalidade de algumas empresas, o que é natural, mas vamos manter o ritmo de investimentos", afirmou.

Segundo ele, a empresa costuma entrar com até um terço das rodadas em que participa, realizando cheques entre US$ 7 mi e US$ 350 mi para as startups. A maior rodada da qual o SoftBank participou foi a de US$ 1 bilhão na startup colombiana Rappi, realizada em abril deste ano. Além dela, o grupo já investiu nas brasileiras Loggi, Creditas, QuintoAndar, Gympass, Buser, Olist, Vtex, MadeiraMadeira, Volanty e Banco Inter, bem como nas mexicanas Clippy e Konfío e na fintech argentina Ualá.

Dificuldades
Se na América Latina o clima do SoftBank é de otimismo, com investimentos nas startups da região, o mesmo não se pode dizer do que acontece no mundo - recentemente, o grupo japonês teve de desempenhar US$ 10 bilhões para socorrer a operação do WeWork, que entrou numa crise após seu prospecto de abertura de capital não ser aceito pelo mercado.

Líder do fundo latino do SoftBank, Marcelo Claure teve de assumir a presidência do conselho da startup de escritórios compartilhados após a crise. "Ele tem um monte de trabalho", disse Maciel. Mas o líder brasileiro do SoftBank não vê a empresa desanimando após o tropeço. "O We Work é um dos maiores desafios que nós temos atualmente, houve erros e lições a serem aprendidas. Mas é preciso entender que, na média, o empreendedor vai sempre contra as normas."

De acordo com o executivo, outro desafio que a companhia precisa superar é a falta de desenvolvedores e programadores experientes no Brasil. "Conseguimos encontrar profissionais iniciantes, mas falta quem suporte a construção de arquitetura de tecnologia de uma empresa", comentou Maciel. Também presente no evento, o presidente executivo da Gympass no Brasil, Leandro Caldeira, concordou: "criamos nosso hub de inteligência artificial em Nova York por conta disso"... Estadão leia mais em terra 13/12/2019




Chineses vencem leilão da ponte Salvador-Itaparica sem enfrentar concorrentes

Consórcio deu lance de R$ 56,21 mi ao ano como contraproposta a ser paga pelo governo da Bahia para complementar o arrecadado com pedágio da ponte

Um consórcio formado por empresas estatais chinesas venceu sem concorrência o leilão para a construção e gestão da ponte que ligará Salvador e Ilha de Itaparica nesta sexta-feira (13). O grupo foi o único a apresentar oferta.

O consórcio chinês, formado pela CR20 (China Railway 20 Bureau Group Corporation) e pela CCCC, apresentou lance de R$ 56,21 milhões ao ano como contraproposta .. Leia mais em folha.ol 13/12/2019




BA pretende abrir capital da Embasa em 2020 e arrecadar de R$ 4 bi a R$ 5 bi

O governador da Bahia, Rui Costa (PT), afirmou nesta sexta-feira, 13, que pretende realizar no ano que vem a abertura de capital da Empresa Baiana de Águas e Saneamento (Embasa). De acordo com ele, a oferta pública inicial de ações (IPO, na sigla em inglês) da estatal tende a ficar para após a aprovação do novo marco regulatório do saneamento, que passou nesta semana pela Câmara e ainda será encaminhada ao Senado.

Costa afirmou que a intenção do governo baiano é alienar 49% das ações da Embasa, o que propiciaria a arrecadação de R$ 4 bilhões a R$ 5 bilhões para o Estado.

Segundo ele, o tema já está sendo discutido com bancos nacionais e internacionais, como Banco do Brasil, Caixa e Santander. Ele disse não temer o baixo interesse de investidores por conta da manutenção do controle estatal.

“Tenho convicção (de que haverá interesse)”, disse ele, citando que a estimativa de arrecadação de até R$ 5 bilhões teria sido feita pelos bancos com base em potencial interesse de investidores, mas condicionada à melhora do compliance e profissionalização da companhia. “Minas Gerais fez assim e arrecadou valor semelhante”, comentou, acrescentando que o governo pretende avançar na implementação de novas regras corporativas a partir desse mês.


Ele disse que o IPO deverá “necessariamente”, esperar a votação do marco legal do saneamento, mas emendou: “A não ser que o Congresso atrase demasiadamente a tramitação.”

Entre outras medidas, o novo marco define que as companhias estaduais deverão repactuar “contratos de programa” acertados com municípios muitas vezes e forma precária. A concessão poderá ser feita uma vez, por trinta anos e as empresas deverão ter prazo de 30 meses para a assinatura dos contratos. Costa afirmou, porém, que não é necessário esperar a repactuação para levar a empresa ao mercado.

Segundo ele, a sinalização dada pelos assessores é que os contratos não precisam estar assinados, mas garantir que haja tempo para que a empresa assine as repactuações. “Por isso que insisti muito em garantia de prazo de transição (nas negociações no Congresso sobre o marco regulatório), porque não é que só poderemos fazer investimentos ou captar recursos depois de contratos assinados, mas o que querem saber é quanto tempo tem para assinar contratos não assinados”, comentou.

Ele acrescentou que entre 60% e 70% da rentabilidade da companhia está concentrada em cerca de 20 cidades, ou cerca de 5% dos 417 municípios baianos. “Mesmo que outras não contratem, o valor que representam é pequeno”, disse. Estadão Conteúdo. Leia mais em istoedinheiro 13/12/19  




BNDES quer vender até a totalidade de ações ordinárias da Petrobras, diz empresa

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) comunicou a Petrobras sobre sua intenção de avaliar a venda de até a totalidade de ações ordinárias da empresa detidas pela instituição, segundo nota da petroleira ao mercado nesta sexta-feira.

A operação seria feita por meio de uma oferta pública secundária de ações, com esforços de distribuição no Brasil e o no exterior, acrescentou a Petrobras.

Em 30 de novembro de 2019, o BNDES detinha 734.202.699 ações ordinárias da Petrobras, representando cerca de 10% do total de ações o... - Veja mais em bol.uol 13/12/2019



Ibovespa fecha acima de 112 mil pontos com chance de acordo China-EUA

O Ibovespa fechou em alta de mais de 1% nesta quinta-feira, superando os 112 mil pontos pela primeira vez, diante da possibilidade de um acordo comercial preliminar entre a China e os Estados Unidos, que catapultou uma sessão já positiva após novo corte da Selic e melhora da perspectiva do rating do país.

Índice de referência do mercado acionário brasileiro, o Ibovespa subiu 1,11%, a 112.199,74 pontos. O volume financeiro da sessão foi expressivo e alcançou 21,639 bilhões de reais.

O Ibovespa renovou máximas à tarde, chegando a 112.444,74 pontos no melhor momento, após notícias de que China e EUA alcançaram um acordo em princípio sobre comércio e que o chamado ‘acordo fase 1’ estava esperando apenas assinatura do presidente norte-americano, Donald Trump.

Pouco antes das 18h40 desta quinta, a Bloomberg reportou que o presidente dos EUA assinou um acordo comercial para evitar a imposição de tarifas em dezembro.

De acordo com Pedro Menezes, membro do comitê de investimento de ações e sócio da Occam Brasil Gestão de Recursos, com o prazo para novas tarifas norte-americanas se aproximando e até então sem novidades efetivas sobre as negociações, havia receio de uma realização de lucros nas bolsas.

“Com o acordo, essa possibilidade diminui bastante. E pelo noticiário, as tarifas norte-americanas voltam para patamares de abril, quase metade do que havia em novembro. Confirmado isso, seria muito favorável à economia mundial”, afirmou.

A trajetória de alta do Ibovespa já havia se firmado após declaração de Trump, mais cedo, de que os EUA estavam “muito próximos” de fechar um acordo comercial com Pequim e reportagem do Wall Street Journal de que as negociações contemplavam corte de até 50% nas tarifas em vigor sobre 360 bilhões de dólares em importações da China, além do cancelamento de novas taxações planejadas para entrar em vigor em 15 de dezembro.

Em nota a clientes, Jonathan Garner, do Morgan Stanley, reconheceu que os mercados sob cobertura da equipe do banco permaneciam amplamente precificados para um adiamento ou cancelamento das tarifas e que se os EUA avançassem com essas tarifas, seria uma surpresa negativa significativa.

Antes de todo o noticiário sobre China-EUA, contudo, a B3 já mostrava um viés positivo desde a abertura, após corte da taxa básica de juros do país para nova mínima história e melhora na perspectiva do rating brasileiro pela Standard & Poor’s, além de números fortes do setor de serviços.

Estrategistas do Itaú BBA afirmaram em relatório nesta quinta-feira que continuam com recomendação “overweight” para o mercado acionário brasileiro em 2020 no portfólio de América Latina, citando perspectivas de crescimento e “momentum” de reformas, e reiteraram estimativa de que o Ibovespa alcance 132 mil pontos no final do próximo ano. Reuters Leia mais em mixvale 12/12/2019



Sidnei Nehme: perspectivas econômicas do Brasil acentuam otimismo

O Brasil “vive” um momento ímpar com juro baixo, inflação baixa, reforma da previdência aprovada com resultados melhores do que os prognosticados

Rápido demais, dirão uns, imprevisto e surpreendente, dirão outros, mas o fato é que as perspectivas econômicas para o Brasil se acentuam e o otimismo impulsiona movimento mutante para melhor num curto espaço de tempo, e isto impacta no ativo mais sensível do mercado, o preço do dólar.

E o efeito parecerá mais retumbante devido ao fato da taxa cambial que tem prevalecido conter notória “disfuncionalidade” ancorada pela intervenção do Banco Central na forma “neutra”, que dá sustentabilidade ao fato, que, contudo, acabará por sucumbir ante as pressões do mercado que ajustam o preço da moeda americana, cuja queda poderia ser mais rápida e intensa fosse a intervenção somente com oferta de dólares à vista.

E é emblemático o fato de que o movimento de apreciação do real já ocorra somente com base nas expectativas, de vez que os fluxos cambiais positivos ainda não se materializaram para o país, mas a ocorrência de tantos fatos positivos pró Brasil conduzem a antecipação das reações, até porque o preço atual da moeda americana está absoluta e infundadamente “fora da curva”.

Inicialmente, é necessário enfatizar que “o Brasil nunca, nos tempos recentes, teve qualquer fato que pudesse sugerir crise cambial”, e esta realidade conviveu com o contraditório movimento de depreciação do real sem, contudo, ter evidenciado quaisquer fundamentos de sustentabilidade.

O Brasil “vive” um momento ímpar com juro baixo, inflação baixa, reforma da previdência aprovada com resultados melhores do que os prognosticados, sinalização de reformas tributária e administrativa “no forno”, crescimento modesto do PIB.

Mas acima das projeções e para 2020 algo como 2,5%, quando a visão geral sugere que a economia global terá dificuldade para superar crescimento de 2,0%, e ainda resta a ativação efetiva do programa de privatizações que tende a atrair volume considerável de investimentos externos.

E mais, o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) prevê que o déficit primário do governo neste ano deverá ser de R$ 67,1 bilhões, “menos da metade da meta definida pela Lei de Diretrizes orçamentárias [R$139 bilhões]”, conforme destaca a Carta de Conjuntura nº 45 publicada nesta quarta-feira-feira (11), no Rio de Janeiro, pela Diretoria de Estudos e Políticas Macroeconômica do instituto.

O mundo financeiro intensifica a visão positiva do país como risco, o nosso CDS quebrou o recorde que era de 111 pontos ao atingir 108,5 pontos, o que deixa evidente como está sendo avaliado o país conceitualmente como risco no mercado global, onde também agências de ratings melhoram suas avaliações.

Naturalmente que a “mudança abrupta das percepções no em torno do Brasil” para melhor impulsionam alterações de posicionamentos nos mercados e isto tende a se refletir pontualmente com contundência no mercado futuro de dólar, com desmanche de posições “compradas” que promoverão efeito “venda” e induzirão a depreciação do preço do dólar.

A Bovespa repercute na mesma linha com base nas expectativas e ganha impulso de valorização dos seus papéis e índice.

As decisões do BC/COPOM, FED americano e BCE muito aguardadas esta semana ocorreram em linha com as expectativas e, assim, não causaram efeitos maiores do que os já precificados.

No embate China-USA que tem tarifaço americano previsto para vigência a partir do dia 15, o Presidente Trump antes resoluto parece conviver com dúvidas e está ouvindo seu pares conselheiros a respeito. Temos ressaltado que o “risco” no em torno deste enfrentamento é de ocorrer fatos positivos, visto que os negativos já foram precificados.

A próxima semana será, em tese, a última completa do mês e sugere posturas defensivas até porque a sequente será muito seccionada e acarreta incertezas, entre as quais não se descarta que o ajuste no preço do dólar persista face às movimentações no mercado futuro de dólar... Leia mais em moneytimes 13/12/2019