17 agosto 2019

Venda de braço de telecom da Copel deve ser ocorrer até março de 2020

A estatal paranaense Copel trabalha para concluir a venda do seu braço de telecom até março do ano que vem, disse Daniel Slaviero, presidente da companhia, em teleconferência sobre os resultados do segundo trimestre nesta sexta-feira.  PU

O executivo lembrou que a Copel contratou no fim do primeiro semestre o Rothschild e o Cescon Barrieu como assessores financeiro e jurídico, respectivamente, para a operação.

Na semana passada, a Copel fez uma grande reunião de planejamento estratégico com a presença de colaboradores, diretores, conselheiros e consultorias externas. "De lá, saíram.. Leia mais em valoreconomico 16/08/2019

17 agosto 2019



Fusões e aquisições no ensino incluirão o Brasil na sociedade do conhecimento

Há pouco mais de dez anos, a educação passou a ser vista não apenas como um dos principais setores da economia, em função de seu aspecto social, mas também como um dos mais promissores serviços quanto ao potencial de negócios. Essa tendência iniciou-se em 2007, quando ocorreu o primeiro processo de abertura de capital (IPO) na área, seguido por outras instituições de Ensino Superior.

Com os recursos advindos do mercado de capitais, faculdades e universidades privadas passaram a investir na aquisição de outras organizações do mesmo segmento. Nesse cenário, em 2008, foram registradas 53 aquisições, transformando o setor de educação no quarto maior em volume de transações.

No futuro, poderemos atender muito melhor à necessidade de transformar a educação em efetivo fator de inclusão social

Após esse primeiro período de investimento, as instituições de ensino continuaram aquecendo o volume de transações, mantendo o setor como um dos principais ramos em volume de operações.

Considerando as transações realizadas entre 2008 até o primeiro trimestre de 2019, o setor de educação foi responsável por 294 transações de fusões e aquisições.

Entretanto, devemos sempre ressaltar que, nesse elevado volume de negócios, as empresas de publicidade e editoras não estão enquadradas, mesmo que muitas delas possuam ou operem sistemas como os de livros e apostilas utilizados em escolas próprias ou vendidos para outras instituições da rede pública e privada.

Analisando o ano de 2018, o setor de educação teve 29 operações de fusões e aquisições. Neste primeiro trimestre de 2019, temos um cenário bastante favorável e com uma perspectiva de manutenção de aquecimento na área educacional.

Estudo gerenciado pela KPMG, focado em fusões e aquisições, demonstra que 43% dos executivos do setor do ensino pretendem comprar outras instituições nos próximos 12 meses.

Para financiar tais operações de expansão, a intenção é utilizar capital próprio associado a crédito bancário como principal fonte de recursos. Dados explicitam que investir na educação apresenta excelente retorno para todas as partes. Entretanto, os dirigentes de entidades do setor de educação precisam estar atentos às oportunidades que o mercado possui e manter adequados controles e registros contábeis, tributários e fiscais, de modo a permitir que sua instituição se torne atraente para um processo de fusão e aquisição.

Grandes grupos investidores normalmente não adquirem negócios onde não haja controles que suportem os dados operacionais e financeiros.

Mesmo com essa perspectiva positiva de avanços, temos a sensação de que outros setores da economia recebem mais mudanças e avanços tecnológicos. Isso se reflete em um movimento disruptivo na área educacional e na forma com que as empresas operam. Esse é outro fator que demonstra as excelentes oportunidades no setor, tanto quanto avanços tecnológicos, bem como em agregar outras modalidades tradicionais, como escolas de idioma, ensino a distância e cursos que explorem o contraturno escolar.

Nesse contexto, concluímos que, no futuro, poderemos atender muito melhor à necessidade de transformar a educação em efetivo fator de inclusão social e desenvolvimento, como ocorreu em outros países.

De acordo com pesquisa do IBGE, em 2016, 51% dos habitantes adultos, acima de 25 anos, tinham no máximo o Ensino Fundamental. Menos de 20 milhões haviam concluído o Ensino Superior. O acesso à universidade, seja em cursos presenciais ou a distância, deverá aumentar em consequência dos investimentos em fusões e aquisições. Tal avanço é decisivo para inserir o Brasil na chamada sociedade do conhecimento do século 21. Por Marcos Boscolo da KPMG no Brasil. Leia mais em gazetadopovo 16/08/2019



Empresa holandesa é líder de mercado no Brasil

Empresa holandesa é líder de mercado no Brasil

Uma empresa holandesa com 53 anos de vida é líder de mercado no Brasil quando o assunto é controle biológico. A Koppert ingressou no País a sete anos, e iniciou forte comprando outras empresas do setor.  Em 2012, a primeira aquisição foi da Itaforte Bioprodutos, que atuava desde 1996 no segmento de controle de pragas e doenças da agricultura. No ano seguinte a empresa adquiriu a Manejo Agrícola, então a maior distribuidora de defensivos biológicos do mercado brasileiro. Em 2017 foi a vez da Koppert comprar a Espigão, empresa de distribuição no estado do Mato Grosso do Sul.

A última aquisição foi da Bug Agentes Biológicos, uma startup criada dentro da Esalq/USP. A Bug teve rápido crescimento e êxito no segmento de controle biológico, e reconhecimento internacional em 2012, quando foi eleita pela revista Fast Company (EUA) como a empresa mais inovadora do Brasil e a 33ª no mundo. No mesmo ano a Bug foi premiada ainda pela mídia americana – CNN, Time, Science e Fortune – com o World Technology Award na área de sustentabilidade.

A Koppert é forte nos produtos para a cana-de-açúcar, mas quer espaço nos cereais como soja, milho e trigo e também nos hortifruti

No Pais, a Koppert agora atua tanto com micro e macrobiológicos. A crescimento continua forte na cana-de-açúcar, mas a gigante holandesa também que galgar espaço nos cereais como soja, milho e trigo e também nos hortifruti, em que a expertise da empresa é muito grande graças as casas de vegetação na Holanda. “Todo nosso know-how é grande em clima temperado, mas viemos justamente para adequar essa tecnologia para o clima tropical, com essas monoculturas gigantes e estamos conseguindo nos adaptar bem na realidade do Brasil”, explica o pesquisador de microbiológicos da empresa, Thiago de Castro.

Hoje, inserida na ACBio (Associação Brasileira das Empresas de Controle Biológico), a Koppert ainda não vê os outros players do setor como concorrentes. “Hoje conseguimos atender 3% do mercado brasileiro e todos estão tentando conquistar esse mercado. Somos líderes de mercado e estamos trabalhando para nos manter assim. Estamos com o leque aberto para todas as possibilidades (de ação em diversas culturas). A nossa base quer entrar nos grandes mercados e temos capacidade para isso.” .. Leia mais em folhadelondrina 17/08/2019



16 agosto 2019

Setor tecnológico de Florianópolis registra R$ 6,7 bilhões de faturamento em 2018

Segundo um estudo divulgado no Startup Summit por Daniel Leipnitz, presidente da ACATE, mais de mil novas vagas de trabalho em tecnologia foram geradas na cidade no último ano

Mais de 11 mil empresas contribuem para o ecossistema de tecnologia catarinense. Só em Florianópolis, são quase 2,5 mil.  É o que aponta o Tech Report, estudo realizado pela Associação Catarinense de Tecnologia (ACATE) e apresentado durante o Startup Summit, evento realizado pelo Sebrae e ACATE que conta com cobertura in loco da StartSe. Em 2018, o setor tecnológico de Santa Catarina faturou R$ 15,8 bilhões em 2018, com R$ 6,7 bilhões na capital.

"Nos últimos quatro anos, o ecossistema dobrou. A maioria são pequenas e médias empresas que nasceram aqui", ressaltou Daniel Leipnitz, presidente da ACATE, durante o evento. Ao todo, foram 3 mil novas vagas de trabalho geradas no último ano em Santa Catarina, com 1,2 mil em Florianópolis. O estado é o sexto maior pólo de tecnologia do Brasil em número de empreendedores, com 15,7 mil. .. Leia mais em starse 16/08/2019

16 agosto 2019



Insurtechs: contratação de seguros com uso de IA ultrapassará US$ 20 bi em 2024

Novos dados da Juniper Research preveem que o valor dos prêmios de seguro contratados através de uso de Inteligência Artificial – IA – excederá US$ 20 bilhões até 2024, acima dos US$ 1,3 bilhão estimados em 2019. Esse crescimento será impulsionado por processos de contratação simplificados e mais rápidos e reduções nos custos operacionais possibilitados pela tecnologia.

De acordo com a pesquisa "Insurtech: Impact Assessments, Insurer Readiness & Market Forecasts 2019-2024", a eficiência na contratação será possibilitada pelo aumento do uso das redes de telemática e das ferramentas de gerenciamento de IoT nos setores automobilísticos, residencial, vida e seguro de saúde. O maior acesso das seguradoras a dados operacionais e comportamentais permitirá recursos avançados de análise de dados; permitindo que as seguradoras se protejam contra riscos crescentes.

A pesquisa prevê que as receitas globais de telemática de comunicação crescerão de US$ 1,2 bilhão em 2019 para US$ 5,4 bilhões até 2024. Ela prevê que esse crescimento será impulsionado pelo aumento do apoio de OEMs automotivos, como parte de estratégias mais amplas de carros conectados. O aumento do número de veículos no Extremo Oriente e na China impulsionará o crescimento da telemática, aumentando sua participação de receita de 15% em 2019 para 33% em 2024.

 As eficiências das reivindicações da IA ??geram economia de custos

A pesquisa prevê que a economia nos custos da IA ??aumentará de US$ 340 milhões em 2019 para US$ 2,3 bilhões até 2024, uma vez que as seguradoras exploram as eficiências obtidas por meio da automação de tarefas que consomem muitos recursos. O setor de seguros de automóveis terá a maior economia de custos; representando mais de 60% da economia global globalmente até 2024, possibilitada pela significativa aceitação dos prêmios de insurtech baseados em IA e por vários fornecedores de insurtech que aplicam IA com grande efeito.

Além disso, a pesquisa identifica o setor de saúde como um setor preparado para a disrupção e recomenda que as seguradoras de saúde busquem a IA como uma maneira de reduzir os custos operacionais e permitir preços competitivos. Ele antecipa que os avanços em PNL (Processamento de Linguagem Natural) permitirão às seguradoras aproveitar a abundância de dados não estruturados existentes, permitindo que eles gerenciem e criem valor a partir de mais fontes de dados, criando processos simplificados... Leia mais em tiinsiide 16/08/2019



Fusões e aquisições devem crescer este ano, estima Duff & Phelps

Há grande espaço também para a reestruturação de empresas com a redução das taxas de juros no Brasil

Apesar da economia fraca, com um crescimento estimado em 0,8% neste ano e talvez 2% no ano que vem, as operações de fusões e aquisições de empresas, reestruturações e emissões de ações devem continuar aquecidas, afirma Alexandre Pierantoni, responsável pela área de Finanças Corporativas no Brasil da consultoria Duff & Phelps.

Segundo ele, mesmo com a guerra comercial entre Estados Unidos e China complicando o cenário externo e a economia fraca, as operações devem crescer e mudar de patamar nos próximos meses. “Mesmo com as crises, o Brasil apresenta uma média de 700 operações de fusão e aquisição por ano, e isso tende a mudar de patamar com a reforma da Previdência, que garante maior previsibilidade para a economia, e a agenda positiva do governo, com a reforma tributária”, diz.

Há um grande espaço também para reestruturação de empresas, pois a redução das taxas de juros no Brasil permitirá às companhias trocar dívidas caras por papéis mais baratos e longos. “Há uma maior demanda por papéis de empresas, já que, com o juro baixo, o dinheiro sai dos títulos do Tesouro e vem para a economia real”, diz.

Pierantoni detecta um movimento de gestores de recursos de famílias ricas, os family offices, de buscar oportunidades em empresas, comprando títulos que podem depois dar direito a participações nessas companhias ou ações diretamente. “As famílias estão realocando os recursos de papéis públicos para a economia real e concorrendo com fundos de private equity, mostrando uma visão mais positiva para a economia no longo prazo”, afirma.

Segundo o executivo, hoje o investidor estrangeiro está mais cauteloso que o local, que está mais acostumado às turbulências políticas. O estrangeiro, diz, estava esperando para ver se a reforma da Previdência ia passar mesmo, e pode esperar um pouco mais para conferir os próximos passos do governo.

“Mas também há estrangeiros que são investidores estratégicos buscando oportunidades nos setores de empresas de agronegócio, tecnologia, e consumo” explica, lembrando que o setor de consumo deve ser beneficiado pela queda dos juros, especialmente o segmento de bens de consumo durável. “Estão todos apostando em colher os frutos desses investimentos daqui cinco ou seis anos”, afirma.

Os estrangeiros voltados para o mercado financeiro, porém, seguem mais cautelosos, como mostra o saldo negativo desses investidores no mercado acionário.

Pierantoni observa que muitas operações de fusão e aquisição nem exigem grandes volumes de investimento. Com as melhoras de governança e profissionalismo, a produtividade aumenta e a própria geração de caixa é suficiente para financiar o crescimento do negócio.

A expectativa também é de aumento nas ofertas de ações, que no primeiro semestre alcançaram R$ 29,2 bilhões.

A Duff & Phelps espera 20 aberturas de capital entre o segundo semestre deste ano e o primeiro trimestre do ano que vem. “No primeiro semestre, foram feitos muitos follow-ons (emissão de ações de empresas que já estão no mercado) pois ainda havia algumas incertezas sobre a economia e o investidor tem mais segurança em comprar papéis de uma empresa já conhecida do que de uma que está chegando agora ao mercado”, diz.

Ele espera também um aumento dos negócios com as privatizações programadas pelo governo, e que devem envolver o setor de infraestrutura. “É o primeiro setor a reagir quando a economia se recupera pois todos os demais dependem de infraestrutura”, diz.

Os setores que devem apresentar mais operações de fusões e aquisições nos próximos meses devem ser os de saúde, educação e consumo em geral. No caso de saúde e educação, a movimentação se justifica porque são setores que apresentam déficits estruturais e o governo não deverá resolvê-los.

Já consumo deve se aquecer com a redução dos juros. Há ainda os setores ligados à infraestrutura, que vão se movimentar com as privatizações, e a reestruturação de grandes grupos como Odebrecht e outras empreiteiras, que serão obrigadas a vender ativos para pagar credores ou evitar que as controladas percam valor.

O setor de tecnologia também continuará atraindo o interesse dos compradores, assim como o do agronegócio, até pela importância do setor na economia brasileira. “Tudo no agronegócio deve atrair investidores, incluindo os ligados, como os de insumos agrícolas”, afirma Pierantoni. Por Angelo Pavini, da Arena do Pavini .. Leia mais em exame 16/08/2019





Construtora Kallas contrata Itaú para IPO

A construtora Kallas, de médio porte e voltada ao segmento de alta renda, contratou o Itaú BBA para estruturar sua oferta inicial de ações (IPO, na sigla em inglês). .. Leia mais em estadao 16/08/2019



Enforce, do BTG Pactual, arremata mais de R$ 500 mi em créditos do Itaú

A Enforce, empresa de gestão de créditos vencidos do BTG Pactual, arrematou um lote de mais de R$ 500 milhões em empréstimos corporativos não pagos do Itaú Unibanco. São em torno de 500 contratos carregados por cerca de 80 devedores.

O negócio já foi fechado, mas a operação em si ainda não está liquidada... Leia mais em estadão 16/08/2019



CPFL Energia está de olho na privatização da CEEE, afirma CEO

Segundo Gustavo Estrella, aquisição da estatal "faz todo o sentido" pelo fato de o grupo já atuar no estado com a RGE

O Grupo CPFL Energia está de olho na privatização da estatal gaúcha Companhia Estadual de Energia Elétrica (CEEE), cujo processo está em fase de finalização por parte do governo do estado do Rio Grande do Sul para ser formalmente apresentado ao mercado ainda este ano. Segundo informou nesta quarta-feira (14) o CEO da holding, Gustavo Estrella, uma aquisição da empresa representa um movimento interessante e até natural para a CPFL Energia, em razão de o grupo já atuar muito próximo à área de concessão da CEEE por meio da distribuidora RGE.

“O negócio faz todo o sentido pela localização geográfica da CEEE, o que naturalmente geraria sinergias de mercado com a RGE. É algo (possível aquisição da empresa) que será analisado, assim como outros ativos”, disse o executivo a analistas de mercado, durante teleconferência para apresentação dos resultados do balanço financeiro do segundo trimestre do ano. Estrella frisou que, neste momento, o foco da holding dentro de operações de fusões e aquisições é o crescimento no segmento de distribuição de eletricidade.

Além da RGE, o grupo possui em sua estrutura outras três distribuidoras: CPFL Paulista, CPFL Piratininga e CPFL Santa Cruz – as três atuantes no estado de São Paulo. No caso da RGE, que em janeiro deste ano incorporou as operações de outra empresa do grupo no Rio Grande do Sul, a RGE Sul, o atendimento abrange atualmente uma área de 189 mil km², alcançando 381 municípios, 2,9 milhões de unidades consumidoras e quase oito milhões de habitantes situados nas regiões Metropolitana, Centro-Oeste, Norte e Nordeste do estado... Leia mais em canalenergia 14/08/2019



Fundo que descobriu startup Loggi está captando US$ 50 milhões

Iporanga Ventures, que já apostou também na QueroEducação e Olist, está levantando seu segundo fundo para investir em startups no Brasil

Não é fácil encontrar unicórnios. Especialmente no Brasil, onde as primeiras espécies desse animal mitológico que tem a forma de um cavalo começaram a surgir há pouco tempo.

Mas os gestores do Iporanga Ventures foram os primeiros a enxergar um unicórnio na Loggi, startup de logística, especializada em logística para a última milha. A gestora fez o primeiro aporte na empresa, de R$ 2,5 milhões, em 2013.

A Loggi se tornou um unicórnio, como são chamadas as empresas que valem US$ 1 bilhão, quando o Softbank liderou uma rodada de US$ 150 milhões na empresa, em junho deste ano.

Agora, o Iporanga Ventures está captando US$ 50 milhões no seu segundo fundo para investir em startups no Brasil. No primeiro, a gestora levantou aproximadamente R$ 15 milhões e investiu em nove startups.

Os destaques foram, além da Loggi, as startups de educação QueroEducação e o de marketplace para vendas Olist. No caso da Loggi, o Iporanga Ventures criou um veículo de investimento especial, que captou entre R$ 50 milhões e R$ 60 milhões, para acompanhar as rodadas subsequentes de aportes.

A Loggi se tornou um unicórnio depois de receber aporte do Softbank

“Investimos em empresas em estágios iniciais”, afirma Leonardo Teixeira, general partner do Iporanga Ventures. “Nesse estágio, temos que ter mais cabeça de empreendedor do que de investidor.”

Com o novo fundo, a ideia é investir em até 50 startups nos estágios pré-seed e seed, quando a ideia pode ainda estar no PowerPoint. Metade dos recursos serão reservados para as rodadas subsequentes nas startups que receberem os aportes.

O valor do cheque varia entre US$ 200 mil e US$ 1 milhão. E o prazo do investimento pode durar até 10 anos.

A tese do Iporanga Ventures segue uma lógica simples. A gestora gosta de apostar em empresas que tenham um bom time de fundadores e que atuem em um mercado considerado grande.

As apostas também só acontecem em startups que usem a tecnologia para resolver um problema. Outro ponto importante é a hora de realizar o investimento. A gestora avalia se a solução está madura para o mercado.

Enxurrada de dinheiro
O mercado brasileiro de venture capital está aquecido. Depois que o Softbank anunciou um fundo de US$ 5 bilhões para investir em startups na América Latina, o setor entrou em ebulição.

Os principais fundos do mercado local estão captando. O Kazkek está levantando US$ 500 milhões. A Monashees busca US$ 250 milhões. A Redpoint eventures está atrás de aproximadamente US$ 250 milhões. E o Canary, US$ 50 milhões.

Até mesmo Lara Lemann, filha do bilionário brasileiro Jorge Paulo Lemann, criou o seu próprio fundo, o Maya Capital, para investir em startups na América Latina. O Iporanga Ventures quer aproveitar esse momento para concluir a sua captação.

Os seus gestores têm experiência no mercado de capitais. Além de Teixeira, o investidor Guilherme Assis é sócio do Iporanga Ventures. Ele é atualmente CEO da Gorila, uma plataforma de investimentos.

Na Iporanga Ventures, Assis atua no comitê de investimentos. Ele também já trabalhou nos bancos Morgan Stanley e Goldman Sachs.

Teixeira, por sua vez, já atuou como investidor-anjo. De 2013 a 2018, ele investiu em mais de 20 empresas de tecnologia de vários setores. Ele se juntou ao Iporanga em 2018, para criar a plataforma de venture capital.

O investidor trabalhou também por 11 anos na Macquarie Group e no Barclays, negociando derivativos para clientes corporativos em São Paulo, Londres e Nova York... Leia mais em neofeed 16/08/2019



Follow-ons representaram 73% da captação do mercado de capitais em julho

Apesar de mais empresas terem feito ofertas subsequentes de ações neste ano, quantia de IPOs é inferior à do ano passado

Até julho deste ano, 15 empresas fizeram follow-on contra três no ano passado (Paulo
As ofertas subsequentes de ações, ou follow-ons, foram responsáveis por captar 20,8 bilhões de reais em julho. A quantia representa 73% de todo o montante captado pelo mercado de capitais no mês, de acordo com a Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima). Cinco empresas fizeram esse tipo de operação em julho.

No ano, 15 empresas já fizeram follow-ons, captando 45,57 bilhões de reais – montante 904% superior à soma de todo ano passado, quando somente três empresas optaram por esse tipo de oferta. Apesar de mais empresas terem feito oferta subsequente de ações em 2019, o número de companhias que fizeram oferta pública de ações pela primeira vez (IPO) está abaixo do ano passado, sendo 3 contra 2.

Até julho, o mercado de capitais havia captado 206,85 bilhões de reais, 35% acima do volume de 2018. Os ativos que mais contribuíram para essa soma foram as debêntures, que até julho captaram R$ 95,89 bilhões. Historicamente, esse é o ativo que mais capta recursos. Em 2018, as emissões de debêntures captaram 153,7 bilhões de reais... Leia mais em exame 16/08/2019



Com prejuízo, Oi vende ativos para aumentar investimentos

Tele espera investir até R$ 7,5 bilhões neste ano, alta de 23% em relação a 2018

Em recuperação judicial, a Oi vai investir R$ 7,5 bilhões neste ano. O valor representa uma alta de 22,9% em relação ao ano passado, quando destinou R$ 6,1 bilhões na ampliação de fibra ótica e de antenas. Para isso, a companhia espera reforçar seu caixa em até R$ 10,5 bilhões com um plano devenda de ativos.

Segundo Carlos Brandão, diretor Financeiro da Oi, estão na lista a Unitel, operadora móvel em Angola, torres móveis, data centers, parte da rede de fibra em São Paulo e imóveis Brasil afora.

A ficha caiu: os orelhões começam a sumir das ruas- Estamos avaliando a possibilidade de acelerar ainda mais nossos investimentos, atingindo até o fim do ano entre R$ 7 bilhões e R$ 7,5 bilhões. Para financiar essa estratégia, nós iremos desinvestir ativos não essenciais - disse Brandão em conferência com analistas.Segundo o diretor, a venda de ativos, junto com o aumento de capital de R$ 4 bilhões no início do ano, tem o potencial de arrecadar R$ 12,5 a R$ 14,5 bilhões.

A Oi informou nesta quinta-feira seus resultados financeiros do primeiro semestre do ano. A tele registrou prejuízo de R$ 991 milhões entre janeiro e junho. O resultado é o oposto do lucro de R$ 29,2 bilhões no mesmo período do ano passado.

Na Coreia do Sul: Testamos o 5G  e ele está em toda parte. Avisa até que é hora de trocar a fralda do bebê O menor lucro foi influenciado pela redução na receita, que caiu 8,8%, para R$ 10,221 bilhões no primeiro semestre deste ano em relação ao ano passado. A dívida líquida subiu 25,5% para R$12,5 bilhões... Leia m ais em epocanregocios 15/08/2019



Cemig estuda vender o controle de três hidrelétricas

A Cemig avalia privatizar o controle de três hidrelétricas (Sá Carvalho, Nova Ponte e Emborcação) cujas concessões vencem entre 2024 e 2025, a fim de obter a prorrogação da concessão antecipada dos empreendimentos e fugir de uma eventual disputa com  'players' privados em leilão, disse Cledorvino Belini, presidente da estatal mineira, em entrevista coletiva concedida nesta sexta-feira sobre os resultados do segundo trimestre.

Para que as concessões possam ser renovadas, mediante pagamento de uma outorga fixa, sem concorrência em leilão, estatais como Cemig, Copel e CEEE avaliam .. Leia mais em valoreconomico 16/08/2019




Petrobras informa início de fase vinculante para venda da Breitener Energética

A empresa iniciou o processo para venda do ativo em maio, como parte de seu programa de desinvestimentos

APetrobras informou nesta sexta-feira o início da fase vinculante do processo para a venda da participação de 93,7% na Breitener Energética, que opera duas termelétricas em Manaus.

Segundo a empresa, os habilitados para essa fase receberão carta-convite com instruções detalhadas sobre o processo de desinvestimento, incluindo orientações para a realização de due diligence e para o envio das propostas vinculantes.

As usinas da Breitener totalizam 315 MW em capacidade instalada e possuem capacidade contratada de 120 MW até 2025 com a Amazonas Energia, distribuidora de energia do Amazonas, por meio de contrato exclusivo de compra e venda de energia (Power Purchase Agreement).

A Petrobras iniciou o processo para venda do ativo em maio, como parte de seu programa de desinvestimentos. (Por Roberto Samora).. Leia mais em epocanegocios 16/08/2019



BRF deixa de ser acionista da Minerva

A BRF deixou de ser acionista da Minerva Foods, terceira maior indústria de carne bovina do Brasil, apurou o Valor.

A empresa zerou a posição acionária nesta semana. .. Leia mais em valoreconomico 16/08/2019



Companhia gaúcha de saneamento avalia abrir capital em 2020

A Companhia Riograndense de Saneamento (Corsan) tem uma meta de abrir seu capital até o fim de 2020, afirmou ao Valor o diretor-presidente da empresa gaúcha, Roberto Barbuti.

“Estamos preparando o terreno. Vamos mudar o auditor da companhia e estamos trabalhando em uma série de medidas para elevar a eficiência da empresa, para capturar mais valor e dar mais atratividade do negócio. Estamos mirando o fim do ano que vem como momento da abertura, mas não existe uma data cravada”, disse o executivo, que assumiu o cargo há três meses, após quase 30 anos de experiência em bancos e consultorias... Leia mais em abdib 16/08/2019



Petrobrás deve receber ofertas pela Liquigás nesta sexta

O Itaúsa, holding de investimentos do Itaú Unibanco, e o fundo Mubadala devem apresentar nesta sexta-feira (16/08), propostas firmes para a compra da Liquigás, divisão de gás de cozinha que pertence à Petrobrás

O Itaúsa, holding de investimentos do Itaú Unibanco, e o fundo Mubadala devem apresentar nesta sexta-feira, 16, propostas firmes para a compra da Liquigás, divisão de gás de cozinha que pertence à Petrobrás, apurou o Estado. O Itaúsa terá em seu consórcio a empresa Copagaz e o Mubadala terá em seu grupo empresas regionais do País, segundo fontes ouvidas pela reportagem.

Esta é a segunda tentativa da Petrobrás de se desfazer da Liquigás. Em 2016, a estatal chegou a vender a companhia para o grupo Ultra, dono da Ultragaz, por R$ 2,8 bilhões, mas o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) barrou a compra alegando concentração de mercado. Para evitar problemas com o Cade, grupos econômicos e financeiros estão se unindo com empresas que atuam no setor para comprar a empresa de botijão.

O Itaúsa, que tem entre seus investimentos a Alpargatas (dona da Havaianas) e é acionista do gasoduto NTS, que pertencia à Petrobrás, quer expandir sua atuação no setor de gás. A holding do Itaú Unibanco estava entre as interessadas no gasoduto da TAG, que acabou sendo comprado pela francesa Engie por US$ 8,6 bilhões.

A empresa Copagaz, quarta maior neste setor, mas com fatia menor de 10%, está neste consórcio ao lado da Itaúsa, que também pretende atrair o grupo Edson Queiroz para o negócio. O fundo Mubadala é outro interessado, segundo fontes. Mas como não atua neste setor está em conversas com a Consigaz para fazer parte do consórcio. A Petrobrás pode levantar entre R$ 2,5 bilhões e R$ 3 bilhões com a venda do negócio. O Santander está assessorando a estatal nessa venda.

No páreo futuro
O grupo Ultra não poderá fazer proposta direta pelo negócio. No entanto, poderá entrar no grupo que sair vencedor comprando partes da empresa que não tenham concentração com a Ultragaz.Procurados, Itaúsa e Petrobrás não comentaram. O grupo Ultra e Copagaz não quiseram se pronunciar sobre o assunto. Mubadala não retornou os pedidos de entrevista... Leia mais em epocanegocios 16/08/2019




Cade aprova aquisição do Buscapé por site de comparação de preços Zoom

Em 2015, a Naspers já havia tentado vender o Buscapé, mas obteve ofertas abaixo dos US$ 342 milhões que pagou em 2009

O Grupo Mosaico, dono do site de comparação de preços Zoom, recebeu aval do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) para a aquisição do rival Buscapé, do grupo sul-africano de mídia e tecnologia Naspers, de acordo com o Diário Oficial da União nesta sexta-feira.

O negócio, anunciado em maio deste ano, também envolve a aquisição total da GWHC, que controla o portal de moda e beleza Modait, além de participações minoritárias na Innoventures, operadora do site Cuponeria e do Compara Online.Para o Mosaico "a operação permitirá a expansão de seus negócios junto aos varejistas anunciantes e ao público em geral", de acordo com parecer do Cade.

O valor do acordo não foi divulgado.Em 2015, a Naspers já havia tentado vender o Buscapé, mas obteve ofertas abaixo dos 342 milhões de dólares que pagou em 2009 por 91% de participação na empresa brasileira... Leia mais em dci 16/08/2019



BR Distribuidora abre teaser para venda da sua participação na Stratura Asfaltos

A BR Distribuidora inicia divulgação da oportunidade de desinvestimento (teaser) para venda da sua participação acionária na empresa Stratura Asfaltos, considerado pela administração um ativo não principal na atividade, “non core”.

A Stratura atua na fabricação e comercialização de produtos asfálticos e serviços correlatos, com sede em São Paulo. O BB-BI é o assessor financeiro do projeto de desinvestimento..Esrtadao . Leia mais em istoedinheiro 16/08/2019



Mercado de TI brasileiro tem alta de 9,8%

O avanço no país representa mais que o dobro da previsão para o ano (4,1%).

A ABES (Associação Brasileira de Empresas de Software) acaba de apresentar a versão completa do estudo "Mercado Brasileiro de Software – Panorama e Tendência 2019". O material foi produzido com o IDC.

O documento mostra que, em 2018, o setor de TI brasileiro apresentou melhoria em todos os seus segmentos, alcançando um total de US$ 47,7 bilhões em investimentos. O crescimento do mercado no país foi de 9,8%. Globalmente, o segmento teve alta de 6,7%.

O avanço no país representa mais que o dobro da previsão para o ano (4,1%) e do que o crescimento de 2017 para 2018 (4,5%).

Dos investimentos feitos no mercado brasileiro, 51,3% são referentes a hardware, 26,2% a serviços e 22,5% a software.

"O crescimento do setor brasileiro em 2018 sinaliza uma retomada efetiva no segmento de tecnologia, após a retração do mercado em 2016. Esse cenário demonstra que a tecnologia passou a ser um componente importante para a competitividade e eficiência das empresas em momento de crise. Nesse ambiente, a ABES tem como objetivo continuar a assegurar um ambiente dinâmico e atrativo para investimentos", comenta Rodolfo Fücher, presidente da ABES.

O estudo também apontou que existem cerca de 19.372 mil empresas atuando no setor de software e serviços no Brasil, sendo que 27,3% delas são voltadas ao desenvolvimento e produção de software. Destas, 95,5% podem ser classificadas como micro ou pequenas empresas.

Na América Latina, o Brasil se manteve em primeiro lugar, sendo responsável por 42,8% dos investimentos em TI, mais que o dobro registrado pelo México (20%), que ficou em segundo lugar, seguido pela Argentina (7,5%). A região investiu US$ 108,8 bilhões no mercado de TI em 2018, representando quase 11% do total mundial.

O estudo projeta um crescimento anual de 46,2% no uso da Inteligência Artificial (IA), chegando a US$ 52 bilhões em 2021, e estima que, em 2024, interfaces com IA e automação substituirão um terço das interfaces de tela dos aplicativos.

No Brasil, 15,3% das grandes e médias empresas possuem IA entre suas principais iniciativas de TI e o esperado é que este número dobre nos próximos quatro anos.

O mercado de Cloud Pública também manterá um ritmo de crescimento constante no Brasil, alcançando US$ 2,3 bilhões em 2019. A tendência para a tecnologia é seguir com um aumento de 35,5% ao ano até atingir US$ 5,8 bilhões em 2022.

Já o mercado de devices representará 38% de todo o investimento em TI no país (cerca de US$ 24,5 bilhões), com a venda de dispositivos de maior valor.

A ABES representa aproximadamente 2 mil empresas, que totalizam cerca de 85% do faturamento do segmento de software e serviços no Brasil. A entidade foi fundada em setembro de 1986... Leia mais em baguete 16/08/2019





Nestlé vai transferir fábrica de Itabuna para Feira de Santana

Empresa informou que vai dar aos funcionários da unidade no sul da Bahia a possibilidade de migrar para a fábrica de Feira, a partir de 2020

A Nestlé e a Secretaria de Desenvolvimento Econômico (SDE) do estado comunicaram a transição da operação de Itabuna, sul da Bahia, para a cidade Feira de Santana, a cerca de 100 km de Salvador.

A intenção da companhia é instalar três novas linhas de produção de Nescau Pronto para Beber na unidade de Feira, com um investimento de R$ 45 milhões.

A empresa também comuniciou que, junto com a SDE, começou "um processo de prospecção de novos investidores para atuação na planta fabril da empresa, em Itabuna, a partir de 2020".

“Além dos 140 novos postos de trabalho em Feira de Santana, queremos que sejam asseguradas novas vagas de emprego também em Itabuna. A SDE já foi procurada por grupos empresariais interessados em ampliar a produção, e Itabuna é uma possibilidade real. Para tanto, conduziremos as tratativas regimentais de forma célere, para a concreta implantação de uma nova fábrica naquele município”, disse Luiz Gugé, chefe de Gabinete da SDE e secretário em exercício.

De acordo com a SDE, a Nestlé informou ainda que ofereceu aos funcionários que atuam em Itabuna, a possibilidade de migrar para a fábrica de Feira, a partir do ano que vem. Na unidade de Feira de Santana, a empresa tem colaboradores oriundos de 65 municípios baianos e cerca de 70% deles residem na própria cidade. .. Leia mais em metro1 16/08/2019




Privatização da Cemig pode ser aprovada ainda em 2019, diz CEO

O governo de Minas Gerais está preparando um projeto que pode ser enviado à Assembleia Legislativa do Estado na próxima semana

O governo de Minas Gerais está preparando um projeto sobre a privatização de ativos estaduais que pode ser enviado à Assembleia Legislativa do Estado na próxima semana, ou o mais tardar até o final do mês, disse nesta sexta-feira no presidente da elétrica mineira Cemig, Cledorvino Belini.

Quer produzir sua energia elétrica? Veja por que este é um ótimo momento
"O governo deve apresentar agora... vai ser um processo político de negociação do governo com a Assembleia, então é difícil fazer uma previsão, mas acredito que esteja completo, aprovado, até o final deste ano", disse o executivo a jornalistas durante coletiva de imprensa em São Paulo.

O projeto do governo mineiro deverá envolver não só a Cemig, mas também outros ativos que podem ser privatizados em meio a negociações com a União sobre um regime de recuperação fiscal para o Estado de Minas Gerais. (Por Luciano Costa).. Leia mais em epocanegocios 16/08/2019





Em recuperação judicial, Cultura pretende vender Estante Virtual

A Livraria Cultura pretende vender a Estante Virtual, plataforma on-line de comercialização de livros usados que possui cerca de 4 milhões de clientes cadastrados.

A medida é considerada essencial pela empresa para a manutenção das atividades do grupo, que está em processo de recuperação judicial.

Em outubro do ano passado, sem conseguir pagar dívidas de cerca de R$ 285,4 milhões,  a Livraria Cultura pediu recuperação judicial a fim de evitar a falência. Fonte: Folha UOL  Leia mais em plantaodiario 16/08/2019



15 agosto 2019

Fusões e Aquisições - destaques da semana 05 a 11/ago/2019

Divulgadas 27 operações de Fusões e Aquisições com destaque pela imprensa na semana de  05 a 11/ago/2019.  Envolvem direta ou indiretamente empresas brasileiras de 13 setores.

ANÁLISE DA SEMANA

Principais transações


NEGÓCIOS DA SEMANA

"Market Movers" - Brasil

  • Softys compra a paranaense SEPAC, dona da Duetto e Paloma, por R$ 1,3 bilhão - Maior fabricante de papel tissue no Brasil, a Softys anunciou nesta terça-feira (6) a finalização da aquisição da empresa paranaense SEPAC, proprietária das marcas Duetto, Paloma, Stylus e Maxim. O papel tissue é usado na produção de papel higiênico, papel toalha, fraldas e lenços de papel. Segundo a multinacional, o valor total do negócio foi de R$ 1,312 bilhão.  06/08/2019

"Market Movers” - Exterior

  • Saudi Aramco compra 20% de refinaria indiana por US$ 15 bilhões - A Saudi Aramco comprou uma participação de 20% da refinaria do conglomerado industrial indiano Reliance Industries. O valor da operação é estimado em cerca de US$ 15 bilhões, incluindo dívidas 12/08/2019
  • Broadcom compra divisão da Symantec por US$ 10,7 bilhões - A Broadcom fechou acordo para adquirir a divisão de segurança para empresas da Symantec por US$ 10,7 bilhões. Para o presidente da companhia, Hock Tan, disse, em comunicado, que a compra é um passo lógico na estratégia de crescimento. A operação será paga em dinheiro.  .. 09/08/2019
  • Salesforce adquire Clicksoftware por US$ 1,3 bilhão - O movimento acontece dois meses após a compra da Tableau por US$ 15,7 bilhões. A Salesforce firmou um acordo para a aquisição da Clicksoftware por US$ 1,3 bilhão. O movimento acontece dois meses após outra grande compra da gigante de CRM, que arrematou a Tableau por US$ 15,7 bilhões. 09/08/2019
  • Gannett e GateHouse, rivais na imprensa dos EUA, anunciam fusão - A Gannett, editora do jornal USA Today, aceitou nesta segunda-feira (5) se fundir com a rival GateHouse – um acordo que unirá dois gigantes da imprensa americana. A New Media Investment, matriz da GateHouse, comprará a Gannett por cerca de US$ 1,4 bilhão entre dinheiro e ações, o que vai criar uma empresa de 263 jornais que atinge 145 milhões de consumidores. 05/08/2019
  • Mastercard compra participação em empresa de pagamentos por US$3,19 bi - A aquisição compreende os serviços de compensação, pagamento instantâneo e as soluções de faturas eletrônicas do negócio de serviços corporativos da Nets. A processadora de pagamentos Mastercard informou nesta terça-feira que vai comprar parte majoritária da empresa de serviços corporativos do grupo escandinavo de pagamentos Nets por cerca de 3,19 bilhões de dólares, ampliando seu impulso nos mercados nórdicos. 06/08/2019

HUMORES & RUMORES

M & A - VENDA

  • Engie negocia e deve vender complexo termelétrico no RS ainda em 2019 - A Engie Brasil Energia (EBE) espera fechar ainda em 2019 a venda do complexo termelétrico a carvão de Jorge Lacerda, no Rio Grande do Sul, afirmou nesta quarta-feira o diretor-presidente da empresa, Eduardo Sattamini.  ..  07/08/2019
  • Dona do Ibmec coloca ativos no Brasil à venda  - A rede de educação americana Adtalem Global Education —a antiga DeVry — está colocando seus ativos brasileiros à venda, quatro anos depois de desembolsar R$ 700 milhões na compra do Ibmec. A informação foi dada em primeira mão pela Reuters. O grupo é dono de três instituições de ensino superior no Brasil com 16 campi e mais de 120 mil alunos.06/08/2019
  • BR Malls negocia venda dos shoppings São Luis e Via Brasil  - A administradora de shopping centers BR Malls negocia a venda do São Luis Shopping (MA) e do Via Brasil (RJ), disse nesta segunda-feira, em teleconferência com analistas, o presidente da companhia, Ruy Kameyama. .. Leia  05/08/2019
  • Petrobras inicia fase vinculante de venda de campos Peroá e Cangoá - A Petrobras informou nesta segunda-feira o início da fase vinculante do processo de venda da totalidade de suas participações nos campos de produção de Peroá e Cangoá, e na concessão BM-ES-21  (Plano de Avaliação de Descoberta de Malombe), localizados na Bacia do Espírito Santo. 05/08/2019
M & A  - COMPRA

  • Exame: Madero negocia compra do Beto Carrero World - A oferta chega meses depois do Madero receber aporte de R$ 700 milhões do fundo Carlyle. A aquisição pode chegar a custar R$ 1 bilhão. Segundo informações do site da Exame, a rede de restaurantes Madero estaria negociando a compra do complexo de entretenimento Beto Carrero World, que fica na cidade de Penha, litoral norte de Santa Catarina. A apuração afirma que a negociação gira em torno de R$ 1 bilhão, e que deve ser concretizada até o final de agosto. A notícia meses após o fundo de private equity Carlyle aportar R$ 700 milhões na rede fundada por Junior Durski, assumindo participação de 23,3% da rede de hamburgerias, que após a movimentação, foi avaliada em R$ 3 bilhões. 08/08/2019
  • A mudança radical da Sapore para se tornar digital - O empresário Daniel Mendez vai dividir a companhia em startups, compra novas empresas, transforma o modo de contratação, cria uma companhia de educação e se prepara para abrir o capital na Bolsa. O empresário Daniel Mendez, fundador e controlador da Sapore, maior empresa de alimentação do Brasil, não é de ficar se lamentando sobre o que passou. Depois da frustrada tentativa de comprar a International Meal Company (IMC), dona das redes Viena e Frango Assado, que acabou nas mãos do grupo Sforza, de Carlos Wizard, ele diz ter tirado boas lições do episódio. 09/08/2019
  • "Ativos muito caros paralisam investidores”  - Abilio Diniz: “Há um medo no mercado de que possa haver um ajuste de preços em bolsa, como em 2008. Mas provavelmente não será algo assim”. O empresário Abilio Diniz, um dos maiores acionistas do Carrefour e da BRF, acha que as cotações das ações no Brasil e no exterior estão elevadas demais e que, por isso, haverá “ajuste de preços”. Essa probabilidade de revisão, segundo Diniz, gera insegurança e coloca investidores em compasso de espera. Nas últimas semanas, circularam informações sobre possível aquisição do Casino, controlador do Pão de Açúcar, pelo Carrefour. 08/08/2019
  • IRB vai às compras e mira acordos na América do Sul - O ressegurador IRB Brasil Re confirmou dois movimentos estratégicos após se tornar uma companhia de controle pulverizado com a saída da União e do Banco do Brasil do bloco de controle. Os planos não param por aí e há tratativas sigilosas para mais contratos nesta área não somente em território nacional, mas também junto a nomes da América do Sul. Executivos do IRB conversam com pelo menos duas instituições financeiras brasileiras e uma de um vizinho sul-americano. 06/08/2019
  • Taesa mantem interesse em aquisição de ativos - Empresa vê potencial de venda em ativos que somam R$ 5,6 bilhões em RAP A Taesa continua de olho na aquisição de ativos de transmissão que aparecerem o mercado. Em teleconferência para analistas de mercado realizada nesta terça-feira, 6 de agosto, o diretor-presidente Raul Lycurgo revelou que há uma base de 82 pequenos e médios players cujas Receitas Anuais Permitidas somam R$ 5,6 bilhões que podem estar no alvo da empresa. “É um campo fértil para um processo de M&A. A todo momento existe a possibilidade de ter um”. 06/08/2019
  • Brookfield do Canadá negocia aquisição de 30% de participação em empresa de saneamento no Brasil - A Brookfield Asset Management do Canadá (BAMa.TO) está em negociações para adquirir uma participação de 30% na empresa brasileira de saneamento Brookfield Ambiental do FGTS, duas pessoas com conhecimento do assunto. Um acordo poderia valorizar a participação na BRK Ambiental, como a empresa é conhecida, em cerca de 2 bilhões de reais (US $ 520 milhões), disseram as fontes, que pediram anonimato porque as negociações são privadas 05/08/2019
  • Chinesa Cofco prevê ampliar aportes no Brasil; espera ambiente de negócios melhor - A companhia está avaliando investimentos como novos armazéns e melhorias em sistemas de transporte no Brasil. A negociante chinesa de commodities Cofco planeja aumentar os investimentos em suas operações no Brasil, uma vez que o ambiente de negócios local deve melhorar após a aprovação de importantes reformas econômicas no país, disse o presidente do conselho da empresa, Johnny Chi, nesta segunda-feira. 05/08/2019

PRIVATE EQUITY

  • Vinci Partners prepara novo investimento de fundo de R$4 bi, diz presidente - O fundo aplicou recursos em empresas como Unidas e Burger King Brasil (Imagem: Vídeo institucional do Burger King) Até o fim do ano a Vinci Partners vai realizar mais uma operação de investimento em uma empresa por meio do fundo de private equity 3, que concluiu captação de 4 bilhões de reais neste ano, disse a jornalistas o presidente-executivo da Vinci, Alessandro Horta, nesta quinta-feira. Desde a criação do Fundo 3, a Vinci já fez investimentos em redes de fastfood (Domino’s), medicina diagnóstica (Cura) e em telecomunicações (Vero). Cada investimento envolveu em média 300 milhões a 400 milhões de reais. 08/08/2019

IPO

  • Grupo investidor de concessões faz pedido de companhia aberta na CVM  - A Congem Investimentos, empresa que investe em negócios de concessões públicas e parcerias público-privada (PPPs), protocolou na terça-feira, 6, na Comissão de Valores Mobiliários (CVM), pedido de registro de companhia aberta. A solicitação foi para a categoria A, que permite a emissão de qualquer tipo de valores mobiliários. ..  07/08/2019
  • Banco Pan confirma que avalia eventual oferta pública de ações - O Banco Pan, controlado pelo BTG Pactual e pela Caixa, divulgou fato relevante nesta terça-feira no qual afirma que “tem avaliado alternativas no mercado de capitais para a recomposição do percentual mínimo de suas ações em circulação (free float), incluindo eventual oferta pública de ações ou outras transações que visem o mesmo propósito”.  06/08/2019

RELAÇÃO DAS TRANSAÇÕES

  • Petrobras vende 7 campos no RN para 3R Petroleum por US$191 mi; inicia vendas em Campos - A Petrobras assinou contrato nesta sexta-feira com a SPE 3R Petroleum para a venda por 191,1 milhões de dólares de toda a sua participação em um conjunto de 7 campos de produção terrestres e marítimos, o Polo Macau, na Bacia Potiguar, no Rio Grande do Norte, informou a estatal. O Polo Macau engloba os campos de Aratum, Macau, Serra, Salina Cristal, Lagoa Aroeira, Porto Carão e Sanhaçu, que juntos produzem cerca de 5,8 mil barris de óleo equivalente por dia. 09/08/2019
  • Startup de educação financeira para crianças recebe aporte de R$ 176 mil no Shark Tank - As crianças hoje em dia são atraídas cada vez mais cedo pelo consumo. E para que elas se tornem adultos conscientes do valor do dinheiro, precisam ser educadas financeiramente. Foi com este propósito que o cientista da computação Eduardo Schroeder, 38 anos, desenvolveu há dois anos um aplicativo para organizar a mesada de seu filho Rafael: o Tindin. Agora, a startup participou do reality show de empreendedorismo Shark Tank Brasil e recebeu um aporte de R$ 176 mil da Chili Beans. O episódio vai ao ar nesta sexta-feira (9/8), no canal Sony.09/08/2019
  • Pravaler muda estrutura acionária - A gestora de crédito universitário Pravaler (ex- Ideal Invest) promoveu mudanças em sua estrutura acionária. A IFC, braço do Banco Mundial para negócios privados, e a gestora Principia Capital Partners, que eram acionistas há uma década, venderam suas participações. Os compradores foram o grupo de fundadores, que continua no controle, e o Itaú Unibanco que também já era sócio desde 2012, com uma fatia relevante. A Ribbit Capital, que entrou na sociedade em 2016, manteve sua participação, cujos percentuais não foram revelados. .. 18/07/2019
  • Petrobras vende fatia de 50% em empresa de biocombustível para sócia Galp - A Petrobras informou nesta quinta-feira que sua subsidiária Petrobras Biocombustíveis (PBIO) assinou contrato para a venda da sua participação de 50% na empresa Belem Bioenergia Brasil (BBB) para a Galp Bioenergy B.V., que detém os outros 50% na empresa. O valor da operação é de 24,7 milhões de reais, segundo a Petrobras, que disse ainda que os recursos serão retidos pela Galp até dezembro de 2020 para potenciais pagamentos de indenizações. 08/08/2019
  • Vivo investe quase R$ 500 mil em startup de IoT para o campo - Vivo anunciou nesta quinta-feira, 08, investimento de quase meio milhões de reais na startup IoTag, no Paraná. O aporte será feito por meio da Wayra – hub de inovação aberta da Vivo, para fortalecer as soluções de telemetria de maquinário da IoTag e dar sequência à ampliação do portfólio de aplicações de IoT para o campo da operadora. A IoTag é uma das empresas selecionadas no início deste ano para participar do Agro IoTLab – iniciativa promovida pela Vivo, através da Wayra, Raízen, por meio do Pulse, Ericsson e Esalq-USP – com objetivo de desenvolver soluções em IoT para o agricultor, em parceria com as empresas. 08/08/2019
  • Rede D'Or faz acordo para comprar 10% das ações da Qualicorp - O grupo hospitalar Rede D'Or São Luiz assinou contrato nesta quinta-feira para comprar cerca de 10% das ações da Qualicorp, afirmaram as companhias por meio de fato relevante. A Qualicorp afirmou que as ações serão compradas do acionista e atual presidente-executivo da companhia, José Seripieri Junior. Ele seguirá no cargo e como membro do conselho da empresa até o fechamento da operação. Depois, seguirá como acionista, com cerca de 10% das ações. 08/08/2019
  • Ame Digital: a nova fintech de Jorge Paulo Lemann - Aplicativo de serviços financeiros da B2W e Lojas Americanas será uma empresa independente até o fim de agosto, negocia parcerias com outros varejistas e pode até ter sócio estratégico. A Ame Digital vai se tornar uma empresa independente, controlada pela Lojas Americanas. Lemann, que tem participação indireta na B2W, dona das marcas Submarino e Americanas.com, por meio da Lojas Americanas, está prestes a ser sócio de um novo negócio digital na área financeira. Trata-se da Ame Digital, um aplicativo que surgiu como uma plataforma de cashback desenvolvida pela B2W, dona das marcas Submarino e Americanas.com, mas que evoluiu rapidamente para se transformar em um ecossistema de pagamento completo. No fim de julho, a B2W e a Lojas Americanas confirmaram, em um comunicado ao mercado, que haviam chegado a um acordo sobre a estrutura societária das duas empresas na Ame Digital. Segundo o comunicado, a Lojas Americanas ficará com 56,92% e a B2W, com 43,08% da nova empresa. “As companhias entendem que esta estrutura societária possibilitará a aceleração do desenvolvimento da Ame, maximizando suas frentes de negócios”, informava a nota, enviada ao mercado. 09/08/2019
  • Startup de carros usados Volanty recebe aporte de R$ 70 mi liderado pelo SoftBank - Aporte também envolveu os fundos monashees e Canary. O portal digital de compra e venda de veículos seminovos Volanty recebeu um investimento de 70 milhões de reais, rodada liderada pelos fundos de capital de riscos do SoftBank e do argentino Kaszek. O aporte, que também envolveu os fundos monashees e Canary, revela a aposta de grandes investidores num setor que movimenta cerca de 400 bilhões de reais por ano no país. Criada em 2017, a Volanty une vendedores e compradores de veículos usados numa plataforma digital. Mas diferente dos marketplaces, que servem mais como um portal de classificados, o negócio também tem unidades físicas, encarregadas de avaliar os veículos, precificar, fotografar, negociar propostas e providenciar a documentação necessária para a transferência. Uma vez fechado o negócio, a Volanty oferece ao comprador um ano de garantia para o carro negociado. Pelos serviços, a companhia cobra uma taxa de 7% do valor da transação. 07/08/2019
  • Ex-jogador do São Paulo "compra" time em portugal e tenta levá-lo à elite - Enquanto tomava um café em Lisboa ao lado do colega Artur Moraes, ex-goleiro de Cruzeiro, Roma e Benfica, Palhinha comentou despretensiosamente que estava atrás de uma fabricante de material esportivo. Bicampeão mundial com o São Paulo em 1992 e 1993, o ex-atacante havia comprado um clube no futebol português e começava o projeto praticamente do zero. Foi, então, que ele ouviu a sugestão do amigo para procurar um representante local da Adidas. Desde o fim do primeiro semestre, a equipe que milita na quarta divisão local tem concentrado os esforços do ex-craque tricolor para reerguê-la e levá-la até a elite para brigar com os grandes Benfica, Porto e Sporting. Em assembleia de sócios realizada em abril, o negócio de compra foi aprovado, com o repasse de 90% das ações da SAD (sociedade anônima desportiva) para a empresa "Palhinha 9 Sports, Unipessoal Lda" e outros 10% ficando com o clube. Ao todo, conforme apurado pela reportagem, a operação teve um custo inicial de 200 mil euros (R$ 870 mil na cotação atual). 08/08/2019
  • Amarillo anuncia captação de US$ 5 milhões para investir no projeto Mara Rosa - A Amarillo Gold anunciou, nesta quinta-feira (8), a assinatura de contrato para a emissão de 25 milhões de ações para a Mackie Research Capital Corporation por um capital de US$ 5 milhões. Os recursos, de acordo com o comunicado da empresa, serão usados para a ajudar na conclusão de estudo de viabilidade e para a solicitação da Licença de Instalação (LI) para o projeto de ouro Mara Rosa, em Goiás. No contrato, a Mackie Research Capital aparece como único subscritor e único bookrunner, que comprará, em uma base comprada, 25.000.  08/08/2019
  • AES Tietê investe R$1,5 milhão em startups - A segunda chamada do Programa de Aceleração de Startups da AES Tietê contribuiu para o desenvolvimento de dois projetos com foco em energia. As eleitas foram movE e Mitsidi Brain, respectivamente com iniciativas voltadas para mobilidade elétrica e diagnóstico automatizado para otimização do consumo. O investimento da companhia, que é pioneira no incentivo ao desenvolvimento de novas tecnologias por meio de startups no setor elétrico, é na ordem de R$ 1,5 milhão, sendo R$ 750 mil para cada uma. A movE - Com o objetivo de conectar condutores de veículos elétricos, donos de eletropostos e comercializadoras de energia, monetizando oportunidades do mercado de mobilidade elétrica, a movE desenhou seu projeto de acordo com o mapeamento de oportunidade de negócio com a AES Tietê, sob mentoria de Aline Hayashida, Global C&I Customer Engagement. Mitsidi Brain - desenvolve uma plataforma de diagnóstico automatizado para otimização energética de pequenos e médios consumidores. Como uma alternativa à consultoria de eficiência energética, a solução é replicável e escalável para o mercado.07/08/2019
  • Bionexo compra GTT Healthcare - Empresa atua com soluções de auto identificação para controle de estoques e produtos médico-hospitalares. A Bionexo, multinacional brasileira de soluções digitais para gestão em saúde, acaba de comprar a GTT Healthcare, focada em soluções de auto identificação para controle de estoques e produtos médico-hospitalares. Com a aquisição, a companhia passa a oferecer soluções com foco em internet das coisas (IoT) aos players da cadeia de saúde brasileira e da América Latina. O objetivo da Bionexo é quadruplicar a participação no segmento em três anos. “Nossa estratégia de investimento é encontrar soluções que enriqueçam nossa oferta aos clientes, automatizando a cadeia de valor de ponta a ponta. Estamos investindo, em 2019, cerca de R$ 30 milhões em novas tecnologias, tanto internas quanto via aquisições, reafirmando nosso compromisso com o fomento e valorização da inovação e do potencial empreendedor no Brasil”, explica Rafael Barbosa, CEO da Bionexo. Ao incorporar as tecnologias e experiências da GTT Healthcare, a Bionexo passa a oferecer sistemas de auto-identificação de estoques (tecnologia RFID), monitoramento ambiental (sensometria) e gestão de medicamentos refrigerados. 08/08/2019
  • Femsa adquire fatia de 50% na Raízen Conveniências - A companhia mexicana Femsa fechou acordo com o grupo Raízen, do setor de distribuição de combustíveis, para comprar 50% da Raízen Conveniências, em acordo que prevê a formação de uma joint venture entre as duas empresas, segundo fato relevante publicado nesta terça-feira. Para a transação foi considerado um 'enterprise value' de 1,122 bilhão de reais, tendo como premissa a aquisição de participação em uma empresa livre de quaisquer dívidas ou caixa. "Após a implementação da transação, a Raízen Combustíveis e a Femsa Comercio serão, respectivamente, acionistas da Raízen Conveniências na proporção 50/50 do capital social", disse a Raízen, observando que a joint venture contará com estrutura profissional e de governança corporativa próprias. 06/08/2019
  • Fundos compram 49% da Unicoba Baterias - As gestoras de private equity GEF e Confrapar fecharam a compra de 49% da Unicoba Baterias, por R$ 100 milhões. Cerca de 70% foi alocado pela GEF. Os fundos compraram a participação que era detida pela One Equity Partners, braço de investimentos em empresas médias do banco J.P. Morgan, e mais algumas ações da família controladora da Unicoba.  07/08/2019
  • A James Fisher e Sons adquire 60% do capital da Serviços Marítimos Continental - A James Fisher e Sons Plc ("James Fisher" ou "o Grupo") anunciam a aquisição de 60% do capital social da Continental Participação e Administração Ltda., A holding da Serviços Marítimos Continental SA (em conjunto "Continental") por um contraprestação total em dinheiro de £ 7,5m, £ 4,9m a pagar no final e £ 2,6m pagáveis ​​em janeiro de 2022. A Continental é uma provedora de serviços de mergulho aéreo estabelecida para o setor de petróleo offshore no Brasil. Com sede em Macaé, Estado do Rio de Janeiro, Brasil, a Continental presta serviços de inspeção, reparo e manutenção ("IRM") a terminais de petróleo offshore, principalmente FPSOs. Entre 2016 e 2018, o lucro médio anual antes de juros, impostos, depreciação e amortização da Continental foi de £ 3,1 milhões. 07/08/2019
  • Nestlé vende fábricas e licencia produção de leite UHT para Bela Vista - A Nestlé Brasil e o Laticínios Bela Vista, proprietários das marcas Piracanjuba e LeitBom, anunciaram hoje um acordo que firma parceria entre as duas empresas para a produção e distribuição de leite UHT no país. Por meio desse acordo, a Nestlé vai licenciar suas marcas Ninho e Molico, exclusivamente para o segmento de leite líquido no Brasil, para o Laticínios Bela Vista, por um período de dez anos. Pelo acordo entre as empresas, o Laticínios Bela Vista assumirá as unidades da Nestlé que hoje produzem os leites UHT, aproveitando, assim, as linhas já instaladas e, principalmente, absorvendo os funcionários dessas localidades: Três Rios (RJ) e Araraquara (SP) e parte da fábrica de Carazinho (RS). Dessa forma, os colaboradores da Nestlé que atuam nesses sites serão transferidos para a nova empresa e contribuirão para as estratégias de crescimento e aceleração dos negócios no setor. 07/08/2019
  • Legaltech Juristas recebe aporte da Bossa Nova Investimentos - Portal Juristas oferece diferentes soluções para facilitar e dar agilidade ao dia a dia dos advogados de forma tecnológica e segura. No mercado atual todo negócio nasce com o propósito de resolver um problema específico e com o Juristas (www.juristas.com.br) não foi diferente. Trata-se de um espaço destinado para todos aqueles que buscam informação, conhecimento e crescimento na carreira profissional, de forma inovadora. 06/08/2019
  • Mundo Verde adquire marca Aloha, especializada em cosméticos naturais - O Mundo Verde, rede com mais de 30 anos de experiência no segmento de alimentação saudável, anuncia a aquisição de 100% da Aloha, empresa especializada em óleos essenciais e cosméticos naturais. Para Carlos Wizard Martins, a entrada da Aloha na estrutura do Mundo Verde será benéfica para o crescimento das duas marcas. “A força de distribuição do Mundo Verde complementará o excelente trabalho que vem sendo feito pelos consultores Aloha e fará com que os produtos da marca cheguem a um número ainda maior de consumidores. Acreditamos que esse movimento tem o potencial de fazer a Aloha crescer dez vezes nos próximos cinco anos, atingindo um faturamento de R$ 200 milhões”, afirma. O Mundo Verde faturou R$ 580 milhões em 2018 e a estimativa é de encerrar 2019 com crescimento de 25% em receita, além de 450 lojas. 07/08/2019
  • A tech.fit já fez seus usuários perderem 9 milhões de kg. Agora, a Globo ficou sócia. - Em 2005, um grupo de empreendedores lançou o ‘Dieta e Saúde’, um site com conteúdo sobre bem-estar e alimentação saudável. Junto com ele, um serviço de assinatura para quem quisesse receber uma dieta personalizada e acompanhamento nutricional. Quinze anos depois: os três apps da tech.fit, que é a holding desses serviços de assinatura, tem mais de 18 milhões de downloads, 900 mil assinantes – e já fez seus usuários perderam mais de 9 milhões de quilos. Agora, a empresa acaba de receber um aporte de R$ 16 milhões do Grupo Globo para acelerar o crescimento. A maior parte da rodada 'series A'...05/08/2019
  • IRB Brasil tem lucro 35% maior no 2º tri, compra 9% de empresa europeia - A resseguradora IRB Brasil teve um salto de 35% no lucro do segundo trimestre e elevou sua previsão de crescimento dos prêmios emitidos para 2019, após anunciar acordos com o grupo C6 e para comprar uma fatia da prestadora suíça de serviços de seguros B3i Services. Dois desses acordos, inclusive, foram anunciados já simultaneamente ao balanço. Um deles, para comprar 8,93% da prestadora suíça de serviços para o setor de seguros e resseguros B3i Services AG, por 3,5 milhões de euros. O outro envolve acordo operacional com o Banco C6 e a C6 Corretora de Seguros, por meio do qual o IRB Brasil será o ressegurador líder de seguro prestamista nos canais de distribuição do C6 por 10 anos. Pelo acordo, 85% dos negócios gerados ficarão com a IRB e a seguradora terá os 15% restantes.Com isso, a IRB elevou sua previsão de crescimento do volume de prêmios emitidos neste ano, da faixa de 17% a 24% para a de 20% a 27%.   05/08/2019
  • ThinkSeg expande operação digital compra de 35% da Cilia - A ThinkSeg quer pisar mais fundo no acelerador da experiência digital do mercado de seguros e, para isso, acaba de adquirir 35% de participação da startup goiana Cilia. Segundo André Gregori, sócio fundador e CEO da seguradora on-line, a parceria, entre outros ganhos, vai melhorar ainda mais a funcionalidade do sistema “pague o quanto usa”, ou “pay per use”, como é conhecido em inglês, que será lançado neste mês, pelo qual o cliente pode ligar e desligar a proteção prevista na apólice do veículo e pagar ..05/08/2019
  • Ânima Educação compra UniAges por R$ 200 milhões e entra no Nordeste - Com aproximadamente 5,6 mil alunos, sendo 206 na Faculdade de Medicina de Jacobina, as instituições estão distribuídas em 6 unidades (Imagem de Arquivo/Agência Brasil). A Ânima Educação (ANIM3) comprou o Centro Universitário Ages (UniAges) por R$200 milhões e entrou no mercado do Nordeste, mostra um comunicado enviado ao mercado. O contrato firmado prevê o pagamento de R$ 49,7 milhões, relativos à aquisição de 74,03% das cotas das sociedades adquiridas, sendo R$ 44,7 milhões 3 dias após a data do fechamento da transação, e R$5 milhões em até 60 dias após a data de fechamento. Além disso, a empresa irá aportar R$ 65,3 milhões nas empresas para pagar dívidas, aí considerados dividendos pretéritos devidos aos vendedores, dívidas bancárias e outros passivos. Por fim, a Ânima irá anuir com o aporte no capital social da Sobepe em R$ 35 milhões. A transação também prevê um pagamento de até R$ 50,0 milhões de earn-out, de acordo com o cumprimento de metas acordadas entre as partes, diretamente relacionadas à operação de medicina e ao crescimento da vertical de saúde. 06/08/2019
  • Softys compra a paranaense SEPAC, dona da Duetto e Paloma, por R$ 1,3 bilhão - Maior fabricante de papel tissue no Brasil, a Softys anunciou nesta terça-feira (6) a finalização da aquisição da empresa paranaense SEPAC, proprietária das marcas Duetto, Paloma, Stylus e Maxim. O papel tissue é usado na produção de papel higiênico, papel toalha, fraldas e lenços de papel. Segundo a multinacional, o valor total do negócio foi de R$ 1,312 bilhão. A integração das duas empresas consolida a Softys, presente no mercado brasileiro desde 2009 e dona das marcas Elite e Sublimes, como a maior operadora da indústria de tissue no Brasil" 06/08/2019
  • OLX adquire empresa de CRM - A Anapro tem como clientes mais de 200 incorporadoras. A OLX, empresa de classificados online no Brasil, anuncia a aquisição da Anapro, plataforma de CRM e gestão de vendas focada no segmento de lançamentos imobiliários no país. Com a transação, a OLX reforça sua atuação no segmento de imóveis. A vertical teve alta de 50% no número de anúncios na plataforma de classificados no último ano. No início deste ano, a OLX anunciou um investimento de R$ 250 milhões para o ano nas suas operações no Brasil, um aumento de 25% em relação a 2018. O valor tem foco em aumento de equipe, tecnologia e marketing. O faturamento da empresa chegou a R$ 312 milhões em 2018, um valor 70% maior que o acumulado em 2017.06/08/2019
  • AJC Group adquire Elastotec em Recuperação Judicial - Empresa fornecedora de artefatos de borracha em Sorocaba repassa controle acionário para o Grupo AJC. A antiga gestão da Elastotec, indústria de artefatos de borracha, assinou na semana passada o contrato de venda da empresa para o Grupo AJC, através da assunção total do risco e da recuperação judicial da empresa. 06/08/2019
  • Grupo norte-americano ACCO Brands compra a Foroni -  A ACCO Brands Corporation, uma das maiores empresas de design, marketing e fabricantes do mundo de produtos acadêmicos, de consumo e de negócios, anunciou que adquiriu a Indústria Grafica Foroni Ltda. ("Foroni"), fornecedora líder de notebooks e produtos escolares e de escritório em papel no Brasil , por um preço de compra em dinheiro de aproximadamente US $ 57 milhões, sujeito a capital de giro e outros ajustes. A contribuição incremental de vendas estimada para o ano inteiro para a ACCO Brands seria de aproximadamente US $ 60 milhões, e a transação deverá resultar em um modesto aumento de lucro por ação ajustado e um EBITDA incremental ajustado de US $ 10 milhões em uma base anualizada. s, profissionais de marketing e fabricantes do mundo de produtos acadêmicos, de consumo e empresariais de marca. . 05/08/2019
  • Siemens compra 20% de empresa brasileira que fornece baterias - A Siemens adquiriu nesta segunda-feira 20% da Micropower-Comerc, empresa que disponibiliza aos clientes baterias para armazenamento de energia e é remunerada por meio de contratos de performance. Não foram divulgados valores da transação.  A Micropower-Comerc é uma joint venture da brasileira Comerc Energia e da MicroPower Energy, empresa fundada por Marco Krapels, ex-vice-presidente da Tesla Energy... 05/08/2019

RELATÓRIOS - DESTAQUES DA SEMANA


QUEM, O QUÊ, QUANDO, QUANTO, COMO e POR QUÊ
 A pesquisa FUSÕES E AQUISIÇÕES - DESTAQUES DA SEMANA tem o propósito de captar o “clima” do mercado das operações de Fusões e Aquisições bem como sinalizar suas principais tendências. Trata-se da compilacão semanal das notícias visando tornar mais acessíveis e conhecidos os negócios de fusão, aquisição e venda realizados entre empresas com atuação no Brasil. Todas as informações sobre os negócios citados no presente relatório são obtidos a partir de notícias publicadas pela imprensa e divulgadas no “estado" pelo blog FUSOESAQUISICOES.BLOGSPOT http://fusoesaquisicoes.blogspot.com.br, não sendo feita qualquer verificação quanto à sua veracidade, precisão ou integridade do conteúdo. Sempre que possível, serão mencionados os nomes dos compradores – investidor estratégico ou fundos de private equity, dos vendedores, a tese de investimento e principais “value drivers”, o valor da transação, forma de pagamento, múltiplos praticados (Valor da Empresa/EBITDA, Valor da Empresa/Receita) etc. Muitas vezes a notícia não é clara a respeito dos valores/forma de pagamentos e respectivos múltiplos. É bem-vinda toda e qualquer contribuição para tornar as informações mais precisas e transparentes. Caso o conteúdo estiver em desacordo, nos contate que estaremos retirando o mesmo ou corrigindo a respectiva  informação. Blog FUSÕES & AQUISIÇÕES

15 agosto 2019



Empresas precisam buscar novas soluções para sobreviver à disrupção

Segundo estudo da Accenture, 72% de todos os setores da indústria notaram aumento no processo de disrupção nos últimos oito anos

No imaginário de muitas empresas (e empresários) a inovação disruptiva, aquela que vai ameaçar de forma real a rentabilidade do seu negócio, chega de forma repentina e inesperada. Mas não é bem assim que acontece: a maioria das organizações vê a mudança chegando e resiste em adaptar o seu modelo de negócio ou pensar em novas frentes de atuação.

Ao menos, essa é a conclusão do estudo "Breaking Through Disruption: Embrace the Power of the Wise Pivot", divulgado pela Accenture e que tem como base o Índice Disruptability Index, desenvolvido pela empresa. Ele mede o nível atual de disrupção de 18 indústrias, bem como a sua suscetibilidade às mudanças futuras, por meio da análise de 10 mil empresas listadas em bolsa.

Nessa edição, a pesquisa tem como foco demonstrar que existem muitas empresas que já entenderam que seu produto ou serviço também pode ser alvo de um ambiente de mudanças e que é preciso estar preparado para modificar sua forma de atuação para garantir a rentabilidade do negócio. De acordo com o estudo, 72% de todos os setores da indústria notaram um aumento no processo de disrupção nos últimos oito anos, sendo que um total de de 41 trilhões de dólares (entre valor de capitalização de mercado e dívida líquida) está exposto a essa evolução.

Fases da mudança
O documento explica que o processo de mudança é composto por um processo dividido em quatro momentos separados, de acordo com o grau de consolidação da indústria e o quanto a disrupção está presente no mercado. Cada um desses períodos possui um nome específico:

Durabilidade: a empresa ainda está consolidada no mercado e não existe nenhuma ameaça externa. De acordo com a Accenture, é nesse ponto em que as empresas deveriam pesquisar outras fontes de receita, quando há dinheiro para ser investido em ideias alternativas sem prejudicar a margem ou ter a pressão de criar uma “solução mágica”.

Vulnerabilidade: os pontos sensíveis da indústria já são conhecidos por parceiros e consumidores, mas o negócio opera sem problemas porque não existem outros players no mercado e a organização confia que as particularidades do setor serão capazes de manter a nova concorrência longe.

Volatilidade: é quando a disrupção entra com força no mercado, trazendo soluções para os problemas característicos do mercado. As companhias existentes até se esforçam para correr atrás do prejuízo, só que a maioria das medidas tem resolução de curto prazo e não atacam a questão principal.

Viabilidade: quando as marcas que passaram (e sobreviveram) ao processo de disrupção entendem que a inovação precisa ser uma constante no negócio, e buscam não apenas melhorar seu produto principal como criar ofertas para novos mercados.

Exemplos e aprendizados
O estudo comenta dois casos de empresas que se prepararam para o momento de disrupção e conseguiram expandir seus negócios. O primeiro é a da Microsoft, que desde a chegada do CEO Satya Nadella investiu pesado em inovação, se tornando referência no mercado de computação em nuvem, sendo que simultaneamente também tratou de inovar a plataforma Windows, que foi por anos o carro-chefe da companhia.

Outra companhia mencionada é a Schneider Electric, que apostou numa mudança do seu modelo de negócios, ampliando e diversificando a atuação de seus produtos, o que fez com que a empresa triplicasse de tamanho nos últimos anos. Ao analisar as decisões tomadas por quem está sobrevivendo à disrupção, a organização identificou quadro ações fundamentais realizadas por essas marcas:
  • Procuraram proativamente mercados para inovar;
  • Investiram de forma contínua em novos produtos ou serviços, otimizando o processo de lançamento para já testar a viabilidade das ideias mais promissoras;
  • Procuraram parceiros e colaboradores cujo conhecimento fosse capaz de acelerar e escalar a ideia proposta;
  • E criaram uma divisão interna focada em desenvolver inovações.
O objetivo é que as conclusões do estudo motivem as companhias que ainda não estão prontas para lidar com a disrupção e tratar esse assunto com a importância que ele merece, antes que a margem de lucro comece a sofrer.

"Tomar agora as medidas necessárias para preparar e reposicionar as empresas por conta da disrupção é fundamental - seja por meio da inovação tecnológica, da experimentação com ideias realmente revolucionárias ou do escalonamento dessas ideias com a ajuda de novas parcerias e capacidades internas de alto nível", explica Vedrana Savic, diretora da área de Thought Leadership na Accenture Research... Leia mais em cio 14/08/2019



Brasil tem 45 milhões de desbancarizados, aponta instituto

Há 45 milhões de desbancarizados no Brasil que movimentam R$ 817 bilhões por ano mesmo sem acesso a crédito e outros serviços financeiros de instituições.

Os dados fazem parte de uma pesquisa do Instituto Locomotiva, especializado em economia popular.. Leia mais em valoreconomico 15/08/2019



Por que startups atraem mais novas gerações do que empresas tradicionais?

Ambiente humanizado é uma das vantagens. Especialista explica por que startups vem se tornando as queridinhas desse profissionais

Segundo um estudo realizado no começo do ano pelo Investimentos Canary, atualmente, cerca de 37% dos estudantes brasileiros querem um emprego em startups. A pesquisa foi realizada com 350 alunos que estudam em grandes Universidades do País. Mas quais são os motivos de a nova geração optar por esse estilo inovador de empresas?

“São muitas causas que levam a essa tendência, entre elas estão a ambição e a vontade de crescer rapidamente. Há alguns anos, um jovem recém-formado inscrevia-se em um processo seletivo para trainee em uma grande empresa e lá ficava por muitos anos, subindo degrau por degrau. Hoje, as coisas mudaram. A agilidade tomou conta de nossas rotinas e os jovens têm cada vez mais pressa em “chegar lá”, comenta a especialista em desenvolvimento humano Susanne Anjos Andrade, autora do best-seller “O Poder da Simplicidade no Mundo Ágil”.

Já parou para pensar que, antes, ficávamos semanas esperando o próximo capítulo daquela série que tanto amávamos e, hoje, acessamos a Netflix e todas as temporadas já estão lá, disponíveis? Em meio à aceleração, as startups nasceram e estão ganhando cada vez mais espaço. Elas são empresas inovadoras, que têm como intuito criar modelos pioneiros de negócio - a maioria deles na área de tecnologia. Mas, como já existem milhões de startups, muitas também migraram para o setor financeiro e de educação. E o que elas apresentam de tão atrativo para a geração atual?

“Além da vontade de crescer na carreira, para trabalhar em um determinado local, o jovem quer estar alinhado com o propósito da empresa, ou seja, concordar com a missão, visão e valores, se envolver nas estratégias, ganhar responsabilidade, com um perfil de autogestão, e ser capaz de contribuir com a equipe, mesmo se tratando de um estagiário, por exemplo. É a geração do empreendedorismo, seja próprio ou o da empresa, com o sentimento de fazer parte daquele núcleo”, avalia Susanne.

Modelo de gestão humanizado
As startups, na maioria das vezes, são fundadas por empreendedores que fazem parte dessa geração, que acompanham as novidades do mercado e, acima de tudo, pensam em criar cada vez mais inovações. Para isso, é preciso montar uma equipe engajada, atualizada e conectada. Assim, seguem o modelo de gestão humanizado, fugindo um pouco daquele estilo tradicional, em que o líder dá ordens e o colaborador apenas obedece.

“A humanização oferece um ambiente de trabalho mais descontraído, sem horários rígidos para cumprir, e o líder atua bem próximo do time, quebrando o conceito de hierarquia”, explica a especialista.

Dessa forma, de acordo com Susanne, os membros da equipe assumem o protagonismo, entendem a linguagem do cliente, e a empresa proporciona benefícios como local para jogar vídeo game e fazer happy hours depois do expediente. “Essas medidas tornam o ambiente mais leve, fazendo com que os colaboradores entreguem resultados de maneira mais natural, sem tanta ansiedade no que fazem”, diz ela.

Mais do que dinheiro, quem está começando a carreira hoje procura a felicidade no trabalho, ideias inovadoras, e a oportunidade de mostrar suas qualificações - e é isso o que muitas startups também acreditam. “Essa é uma tendência que, a longo prazo, chegará às grandes corporações, como os bancos, por exemplo. A empresa que não se atualizar junto com o mercado ficará para trás, e enfrentará dificuldade para encontrar e reter talentos”, finaliza Susanne... Leia mais em Computerworld 15/08/2019



Mutant anuncia compra da Interaxa e expande atuação na América Latina

Aquisição é a quinta realizada nos últimos três anos.

Como líder em customer experience no Brasil, temos um objetivo muito claro: melhorar a experiência dos clientes em todas suas interações com as marcas.

Com isso em mente, estamos sempre buscando novas soluções para agregar ao nosso portfólio e melhorar as nossas entregas. A compra da Interaxa confirma este compromisso e fortalece nossa visão de mundo.

“Naturalmente, oferecer soluções inovadoras para nossos clientes faz parte da nossa estratégia. Mas fazemos isso de uma maneira muito singular, uma forma que gera valor de maneira ainda mais ampla. Cada empresa adquirida é analisada, claro, pela ótica de portfólio e suas dimensões financeiras – mas não é só isso. Nossa análise inclui um profundo entendimento cultural das empresas adquiridas e como elas podem fortalecer nosso ímpeto de mudar o mundo para melhor, promovendo ganhos sociais e econômicos para todos. Felizmente, nossa tese vem se comprovando bem sucedida a cada nova aquisição”, afirma Alexandre Bichir, CEO da Mutant.

Conheça a Interaxa
Dessa vez, anunciamos a compra da Interaxa, um dos maiores players da América Latina como integrador global de soluções e tecnologias de atendimento.

Há 15 anos no mercado, a empresa argentina é focada em vendas e fidelização por meio de soluções de Roteamento, Otimização de Recursos e Social Media.

A companhia tem como um dos diferenciais o serviço de WhatsApp Business, pois foi escolhida para liderar o lançamento da plataforma no Brasil e Latam.

O aplicativo já tem 5 milhões de instituições cadastradas e é utilizado por 1,5 bilhão de usuários em todo mundo. O Brasil é o segundo maior mercado, ficando atrás apenas da Índia.

“A aquisição da Interaxa pela Mutant é uma ótima notícia para nossos clientes. Agora, expandimos sensivelmente as ofertas que podemos entregar. As sinergias mapeadas endossam isso, indiscutivelmente. Estamos muitos felizes” afirma Caio Sergio, Diretor Geral Interaxa Brasil.

O que muda para a Mutant
Essa operação expande a nossa presença para novos territórios – além do Brasil, Portugal e USA, agora a Mutant passa a atuar na Argentina, Colômbia, Uruguai, Paraguai e Chile, fortalecendo as atuais cinco verticais de negócio: Consultoria, Digital, Processos & Performance, Qualidade & Insights e Desenvolvimento de Softwares. Atualmente, contamos com 200 clientes em nosso portfólio – entre eles as maiores empresas de Telecom, Varejo e Bancos do país.

Esta aquisição ocorre logo após a conclusão da captação de US$ 165 milhões em conjunto entre a Permira – private equity britânico, que possui 33 bilhões de dólares investidos em mais de 20 países; o Canada Pension Plan Investiment Board (CPPIB); e Adams Street, empresa com 40 anos de experiência em investimentos dessa natureza.

É a quinta aquisição nos últimos três anos, e a segunda realizada nos últimos 11 meses. Em setembro de 2018 a Dextra, empresa de Transformação Digital com 300 colaboradores foi anunciada, lembra?

Ainda assim, estamos preparados para novas aquisições a curto prazo. A previsão é finalizar mais duas compras até o final deste ano, com foco em frentes principais de crescimento estratégico. Segundo Bichir “Temos um crescimento orgânico bem claro e definido, realizando cross sell e up sell dentro da nossa carteira de clientes e uma frente de aquisições agressiva e “always on”. Ou seja, nosso processo de M&A acontece continuamente e, dentre as empresas que estamos conversando, há uma grande possibilidade de novas aquisições até o final do ano.”.. Leia mais em mutantbr 12/08/2019