20 julho 2019

Bilionários garantem: este é o melhor momento para se estar vivo

Bill Gates, Warren Buffett, Elon Musk e Barack Obama são categóricos: se você pudesse escolher qualquer momento na história para nascer, seria este.

Este é o melhor momento da história para se estar vivo. Sob o risco de ser apedrejado, aviso logo que essa afirmação, assim como suas variantes, não pertence a mim, mas a uma série de bilionários e políticos de sucesso. Para ficar em apenas alguns casos mais emblemáticos, falo aqui de Bill Gates, Warren Buffett, Elon Musk e Barack Obama.

Talvez a alegação contrarie o senso comum. Afinal, somos bombardeados diariamente por uma avalanche de notícias catastróficas. Contudo, se olharmos para a big picture, isto é, se expandirmos os horizontes de espaço e tempo de nossa amostragem, a história pode ser outra.

Primeiro, ao que defende o fundador da Microsoft.

Bill Gates e o vício por dados

Como não poderia deixar de ser, Bill Gates é um amante dos dados. Em publicação em seu blog em 2018, o bilionário disseca o que considera ser seu novo livro favorito, “Enlightenment Now” (Iluminismo Agora), de Steven Pinker. E lista cinco fatos curiosos e reveladores de como, em sua opinião, o mundo está cada dia melhor.

1 – Pelo avanço das previsões meteorológicas, da melhor educação e da urbanização, você tem hoje 37 vezes menos chances de ser morto por um raio do que na virada do século passado.

2 – O tempo semanal médio gasto por uma pessoa para lavar roupas caiu de 11, 5 horas em 1920 para uma hora e meia em 2014. Um avanço simples como a máquina de lavar é só um exemplo de como mais tempo livre pode ser gasto com lazer, conhecimento ou ideias de negócios.

3 – Você tem muito menos chance de morrer no seu trabalho do que teria em 1929. Como exemplo, Pinker cita dados dos Estados Unidos. Embora sua população tenha mais que dobrado desde então, o número de pessoas que perdem a vida por causa de acidentes de trabalho a cada ano caiu de 20 mil para 5 mil.

4 – O QI (Coeficiente de Inteligência) médio global cresce em média 3 pontos por década. As razões? As melhoras da nutrição e do ambiente em que crescem as crianças têm permitido que seus cérebros se desenvolvam melhor.

5 – A guerra se tornou ilegal. Pode soar surreal, mas até o surgimento da ONU, em 1945, não havia qualquer organismo internacional com o poder de mediar conflitos ou evitar que um país invadisse o outro. É isso aí. Ouvir o som de um avião sobrevoando sua casa nem sempre foi algo trivial.

Quer nossas melhores dicas de investimentos de graça em seu e-mail? Cadastre-se agora em nossa newsletter

Warren Buffett e o capitalismo

O Oráculo de Omaha não vive em um mundo da fantasia. Admite que o problema da desigualdade social é grave e precisa ser endereçado pelo Estado, “assim como uma família rica cuida de seus filhos”. Também não é novidade que Buffett, assim como Gates, doa quantias vultosas de sua fortuna anualmente.

Contudo, mesmo a par desses problemas, o bilionário tem convicção de que o capitalismo e o crescimento da riqueza global fazem de hoje o melhor momento para estarmos vivos.

“Os primeiros americanos, devemos enfatizar, não eram mais inteligentes nem mais trabalhadores do que aqueles que se esforçaram século após século antes deles. Mas os pioneiros criaram um sistema que desencadeou o potencial humano, e os seus sucessores construíram em cima disso”, escreveu sobre o capitalismo americano em uma de suas cartas anuais aos acionistas da Berkshire Hathaway, gestora da qual é fundador.

Solavancos certamente estarão no caminho, admite Buffett, referindo-se a curtos períodos de crise em que a riqueza pode deixar de crescer. Mesmo assim, o bilionário é categórico: “os bebês nascidos nos Estados Unidos hoje são a safra mais sortuda da história.”

A retórica do bilionário encontra eco no livro "O Otimista Racional", do economista Matt Ridley. Em sua obra, o autor argumenta que o mundo melhora desde que nossos ancestrais passaram a desenvolver especializações e o livre-comércio.

Segundo ele, o comércio é o elemento que permitiu à humanidade abandonar a ideia de auto-suficiência para que cada um de nós se dedicasse àquilo que faz de melhor.

O conceito de "inteligência coletiva" é ilustrado pelo autor com a imagem de um lápis e de um mouse de computador. Enquanto o primeiro item pode ser produzido inteiramente por uma única pessoa, o segundo depende da especialização de centenas.

O quanto mais o mundo se globaliza e se conecta, mais esse fenômeno se potencializa, diminuindo custos e permitindo o "sexo de ideias".

Elon Musk: medo que gera cliques

Na mesma conferência em que detalhou planos da Neuralink para ligar o cérebro humano à inteligência artificial, o bilionário futurista Elon Musk fez coro ao que dizem seus conterrâneos. Segundo o CEO da Tesla e da Space X, a humanidade pode lidar hoje com uma série de doenças com os quais não podia até poucos anos atrás.

“Eu acho que as pessoas são bastante negativas com o presente e com o futuro, mas se você for um estudante de história, em que outro momento você gostaria de estar vivo?”, questionou.

Também não a primeira vez que Musk mostra incômodo com o pessimismo. Recentemente, o bilionário chegou a trocar tuítes com Bill Gates sobre a desconexão entre o imaginário das pessoas e a realidade.

Quando o fundador da Microsoft sugeriu uma incongruência entre as maiores causas de morte nos Estados Unidos, a cobertura dos jornais e as buscas de internautas no Google, Musk arrematou: “Medo e memes geram cliques”.

Obama e a escolha fácil

O ex-presidente americano Barack Obama é outro otimista – ou realista, se você já comprou o discurso das personalidades anteriores. Em texto escrito para a revista Wired ainda em 2016, o democrata afirmou o que viria a defender tantas outras vezes em palestras mundo afora.

“A verdade é que, se você tivesse que escolher qualquer momento na história para estar vivo, você escolheria esse”.

Segundo Obama, praticamente para qualquer métrica que se adote, o mundo está melhor hoje do que 50, 30 ou até oito anos atrás.

Ele lembra que, desde que terminou a faculdade, em 1983, as taxas de crime, de gravidez na adolescência e a pobreza vêm diminuindo. Mais países conhecem a democracia, mais crianças vão a escolas e uma parcela menor da população mundial vive em situação de extrema pobreza.

O ex-presidente ainda faz menção às pautas LGBT e ambiental. “Em quase duas dúzias de países – incluindo o nosso – as pessoas agora têm a liberdade de casar com quem quer que amem. E no ano passado [2015, no caso], as nações do mundo se uniram para criar o mais amplo acordo para combater a mudança climática na história”.

Para Obama, o avanço tecnológico nos concedeu o privilégio de trocar ideias com o outro lado do mundo e de criar empatia com outras culturas.... Leia mais em seudinheiro 20/07/2019



20 julho 2019



Após reforma da Previdência, risco país cai ao menor patamar desde 2014

Além do avanço no trâmite da reforma, contribuiu para a redução da percepção de risco do investidor estrangeiro sobre o Brasil o cenário de um mercado internacional mais calmo, com a perspectiva de queda de juro nos Estados Unidos e na Europa

Com a aprovação da reforma da Previdência em primeiro turno na Câmara dos Deputados e a previsão de que o texto passe em segundo turno sem dificuldades, a percepção de risco do investidor internacional sobre o Brasil caiu para o menor patamar em quase cinco anos.

O Credit Default Swap (CDS) de cinco anos, espécie de termômetro do risco país, era negociado na sexta-feira, 19, em 128 pontos, patamar que não era registrado desde setembro de 2014 – quando o Brasil era classificado como grau de investimento pelas agências de rating... Leia mais em estadao 20/07/2019



Fusões e Aquisições - destaques da semana 08 a 14/jul/2019

Divulgadas 21 operações de Fusões e Aquisições com destaque pela imprensa na semana de 08 a 14/jul/2019.  Envolvem direta ou indiretamente empresas brasileiras de7  setores.

ANÁLISE DA SEMANA

Principais transações


NEGÓCIOS DA SEMANA

"Market Movers" - Brasil
  • Grupo norte-americano HIG Capital compra Nadir Figueiredo por R$836 mi - O grupo norte-americano de private equity HIG Capital comprou a compra da centenária fabricante de produtos de vidro Nadir Figueiredo por 836,27 milhões de reais, informou a empresa brasileira nesta sexta-feira. 13/07/2019
"Market Movers” - Exterior
  • Colgate compra marca francesa de cosméticos por 1,5 bilhão de euros - A Colgate-Palmolive chegou a um acordo para comprar a empresa francesa de tratamento cosmético Laboratoires Filorga por 1,5 bilhão de euros. ..  12/07/2019
  • Cisco vai comprar Acacia Communications por US$2,8 bi - A fabricante de equipamentos de rede Cisco anunciou nesta terça-feira que vai comprar a fabricante de componentes ópticos Acacia Communications por 2,84 bilhões de dólares em dinheiro. A oferta de 70 dólares por ação representa um prêmio de cerca de 46% para o preço de fechamento da Acacia na segunda-feira. 09/07/2019
HUMORES & RUMORES

M & A - VENDA
  • Venda de estatais pode atingir valor recorde no País - Volume que pode ser arrecadado com programa de privatizações superaria o acumulado em todos os governos desde 1990. Com a aprovação da reforma da Previdência na Câmara dos Deputados, depois de quase cinco meses de negociações e muito vaivém, uma nova fase começa a se desenhar para o governo e para o País.  O programa de privatização de Guedes é ambicioso. Se for concretizado, ainda que parcialmente, promete mudar o perfil da economia do País. Um levantamento realizado pelo Estado indica que o programa de desestatização do governo poderá render até R$ 450 bilhões.14/07/2019
  • Copel inicia a venda de seu braço de telecom  - A estatal paranaense Copel deu um importante passo na execução do seu plano de desinvestimentos ontem, quando seu conselho de administração aprovou a contratação dos assessores financeiro e jurídico que vão atuar na venda da Copel Telecom, primeiro dos ativos da estatal de energia que será privatizado. 12/07/2019
  • B3 vai assessorar Londrina na venda da Sercomtel - Bolsa vai ajudar a elaborar minuta do edital de privatização e deve sediar também o leilão das ações, previsto para acontecer em dezembro. A B3 será responsável por assessorar a prefeitura de Londrina e a Sercomtel na formulação da minuta do edital de venda da empresa municipal. A companhia de telecomunicações enfrenta problemas financeiros e passa por processo de caducidade de outorgas na Anatel. 11/07/2019
  • Petrobras inicia fase não vinculante para venda de fatia na Mega, na Argentina - A Petrobras inicia fase não vinculante para venda da fatia que detém na Compañia Mega, na Argentina. A subsidiária Petrobras International Braspetro B.V. possui 34% da Mega. A Repsol YPF detém 38% e a Dow Chemical outros 28% da empresa que processa gás natural e fraciona seus líquidos (etano, propano, butano e gasolina natural). Essa fase ocorre após o teaser, que foi lançado em maio passado.  11/07/19
  • Bolívia planeja comprar fatia da Petrobras em gasoduto que liga país ao Brasil - A YPFB quer realizar lance por uma fatia não revelada da parcela de 51% pertencente à Petrobras na Transportadora Brasileira Gasoduto Bolívia-Brasil. A petroleira estatal boliviana YPFB planeja lançar oferta por participação em duto que traz gás da Bolívia ao Brasil, visando garantir melhores termos para sua comercialização, disse a empresa na terça-feira 10/07/2019
  • Privatização deve dominar mercado de capitais e fusões e aquisições no Brasil em 2019 - Aprovação da reforma da Previdência deve destravar planos de expansão de empresas privadas, que ainda aguardam um cenário econômico mais claro. Fintechs chegam ao mercado de capitais e pressionam nova regulamentação para atuação no segmento. A venda de ativos estatais deve elevar o volume de fusões e aquisições e operações no mercado de capitais no segundo semestre, dizem banqueiros e investidores, depois de um início de ano mais lento do que o esperado. Decisões judiciais que atrasaram vendas de ativos pela Petrobras e a lentidão na discussão da reforma da Previdência afetaram o volume de fusões e aquisições, que caiu 19% no primeiro semestre, para 20,8 bilhões de dólares, segundo dados da Refinitiv.A maior facilidade para venda de participações estatais em empresas já listadas, entretanto, elevou o volume de ofertas de ações no primeiro semestre em 45%, para 8,6 bilhões de reais. Foi o melhor primeiro semestre desde 2013. 10/07/2019
M & A  - COMPRA
  • Mais aquisições no radar? Hapvida quer captar até R$ 2,6 bilhões em oferta de ações - Com sede em Fortaleza (CE) e pouco mais de 4 milhões de beneficiários, a Hapvida vai usar o dinheiro da oferta para reforçar o caixa, de olho em novas oportunidades no mercado. De olho em novas aquisições, a operadora de planos de saúde Hapvida engrossou a fila de empresas com planos de realizar ofertas de ações na bolsa. A companhia pretende captar até R$ 2,6 bilhões de investidores na operação, com base na cotação de fechamento dos papéis (HAPV3) na sexta-feira (R$ 41,99). Todos os recursos captados irão para o caixa da Hapvida. Ou seja, não haverá uma uma oferta secundária, com a venda de ações dos controladores da empresa. 13/07/2019
PRIVATE EQUITY
  • BNDES quer enxugar carteira de R$ 111 bi em ações; veja os papéis que seriam vendidos mais facilmente - Banco de fomento tem plano de diminuir seu balanço, mas algumas participações poderiam sofrer desinvestimento com maior facilidade que outras. O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) possui R$ 111 bilhões em participações acionárias em outras empresas, segundo levantamento feito pela equipe de análise do Itaú BBA com base no balanço oficial do banco de fomento e, não é de hoje, quer diminuir a sua carteira. Um ponto interessante que foi ressaltado no relatório assinado pelos analistas Marcos Assumpção, Jorge Gabrich e André Dibe, é que o BNDES terá mais facilidade em devolver ao mercado alguns desses investimentos do que outros.  São elas: Totvs (TOTS3), Cemig (CMIG4), Copasa (CSMG3), Linx (LINX3), Engie (EGIE3), Iochpe-Maxion (MYPK4), Rossi (RSID3), Cyrela (CYRE3), Gerdau (GGBR4), Kepler Weber (KEPL3), MRV (MRVE3), Log (LOGG3), Energisa (ENGI11), TIM (TIMP3), Oi (OIBR4), CSN (CSNA3), Metalúrgica Gerdau (GOAU4) e Br Malls (BRML3).12/07/2019
  • Com carteira de US$ 231 bi, Temasek busca mais oportunidades no Brasil - O Temasek, fundo soberano de Cingapura, divulgou que sua carteira atingiu US$ 231 bilhões no ano fiscal encerrado em 31 de março, com retorno total ao acionista de 1,49% (desconsiderando a variação cambial). Apesar de a América Latina representar apenas 1% da carteira, o fundo diz que a exposição à região vem crescendo, em termos absolutos, nos últimos anos.  10/07/2019
IPO
  • Ofertas de ações podem superar R$ 20 bilhões até fim de julho - As ofertas de ações nas próximas duas semanas poderão ultrapassar R$ 20 bilhões. O valor representa quase o dobro do visto em todo ano de 2018. O aumento do número de emissões ganhou ainda mais tração com o andamento da reforma da Previdência, já aprovada em primeiro turno na Câmara. 14/07/2019
  • Hapvida fará oferta primária de ações - Oferta pode movimentar até R$ 2,63 bilhões. A operadora de plano de saúdes Hapvida Participações e Investimentos fará oferta de ações que pode movimentar até R$ 2,63 bilhões, de acordo com fato relevante no final da sexta-feira. A empresa venderá inicialmente 46,44 milhões de ações em uma oferta primária de ações. Considerando lotes suplementares e adicionais, a Hapvida pode vender mais 16,254 milhões novas ações. 13/07/2019
  • Ofertas de ações no primeiro semestre são recorde para o período desde 2002 - Foram captados R$ 29,3 bilhões, montante 159% superior a todo ano de 2018. A retomada das ofertas de ações é o grande destaque do mercado de capitais no primeiro semestre de 2019. De acordo com o Boletim de Mercado de Capitais, foram emitidos R$ 29,3 bilhões no período, sendo R$ 4,5 bilhões em IPOs (Ofertas Iniciais de Ações) e R$ 24,8 bilhões em follows-ons (ofertas subsequentes de ações). O montante já supera o valor total emitido em 2018 (R$ 11,3 bilhões) e é o melhor resultado para o primeiro semestre desde o início da nossa série histórica, em 2002. “O segundo trimestre foi bastante aquecido e promissor para a renda variável, já refletindo as expectativas positivas do mercado sobre a reforma da previdência. Com a notícia de ontem, de aprovação na Câmara dos Deputados em primeiro turno, renovamos nosso otimismo quanto a novas emissões de ações nos próximos semestres”, diz o nosso vice-presidente José Eduardo Laloni.
  • Anbima: Total de ofertas no mercado atinge R$ 212 bi no 1º semestre - O total de ofertas de companhias brasileiras, considerando os mercados doméstico e externo, alcançou R$ 212,6 bilhões no primeiro semestre de 2019, com crescimento de 23% em relação aos R$ 172,6 bilhões de igual intervalo de 2018. Os números foram apresentados nesta quinta-feira pela Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima). As ofertas de ações foram as responsáveis pelo desempenho, cujo volume de ofertas já ultrapassa o registrado em todo o ano passado. Elas subiram de R$ 6,9 bilhões para R$ 29,3 bilhões no primeiro semestre, um incremento de quase 325%. As ofertas no mercado externo também cresceram, de R$ 42,2 bilhões para R$ 47,6 bilhões.  11/07/2019
  • “Aquisições podem acelerar nosso IPO”, diz presidente da Sapore - A Sapore é hoje uma das três maiores companhias do setor no Brasil. Seu fundador contou a história no podcast Do Zero ao Topo. A empresa de alimentação corporativa Sapore tem dois cenários possíveis pela frente: no primeiro faz uma oferta inicial de ações (o famoso IPO, na sigla em inglês) em cerca de três anos; no segundo cenário o plano de IPO é acelerado pela aquisição de outras empresas, que devem sair ainda neste ano — trazendo o tamanho que a companhia precisa para atrair investidores. "Já temos os números auditados, a casa arrumada. O que precisamos é de um Ebitda de R$ 200 milhões para atrair o interesse de investidores em um IPO", afirma Daniel Mendez, fundador e presidente do grupo. 11/07/2019
  • Tecnisa vai levantar até R$721 milhões em oferta primária de ações - A construtora Tecnisa anunciou que seu conselho de administração autorizou nesta segunda-feira a realização de uma oferta primária de ações, como parte dos esforços para compra de terrenos.08/07/2019
RELAÇÃO DAS TRANSAÇÕES
  • OR Empreendimentos Imobiliários adquire Construtora Franz Santos - OR Empreendimentos Imobiliários e Participações (Odebrecht Realizações Imobiliárias e Participações S.A)  adquiriu 100% de participação na Construtora Franz Santos.. 12/07/2019
  • Cade dá aval para Terna comprar LTs da Quebec - Empreendimentos no estado de Minas Gerais foram arrematados em Leilão de 2017. Aquisição fortalece negócios da italiana no Brasil. O Conselho de Administração de Defesa Econômica aprovou sem restrições a compra de participação majoritária pela Terna nos projetos de transmissão Linha Verde I e II, pertencentes a Construtora Quebec. Os empreendimentos são os lotes 7 e 8 do leilão de LTs realizado em dezembro de 2017. Com a compra, a italiana Terna pretende fortalecer seus negócios no Brasil, explorando sua expertise e diversificando os investimentos em diferentes localidades. Já a Quebec quer aumentar sua expertise no segmento de LTs, mas ainda ficando encarregada de construir as linhas e permanecendo próxima à operação, como acionista minoritária. A Linha Verde I tem extensão de 165 quilômetros e a Linha Verde II, de 189 quilômetros. Localizados no estado de Minas Gerais, os ativos devem entrar em operação em 2023. A operação ainda precisa de autorização da Agência Nacional de Energia Elétrica.. 12/07/2019
  • Intelbras reforça portfólio com a compra da também catarinense Seventh - A Seventh, empresa de Florianópolis que desenvolve tecnologias para gerenciamento de imagens e controle de acesso, anunciou em sua conta no Facebook que foi adquirida pela Intelbras, gigante de São José que atua nas áreas de segurança, redes e comunicação. Em nota, a Intelbras disse que a aquisição representa uma "oportunidade de ampliar a oferta de soluções tecnológicas para o gerenciamento, monitoramento de imagem, controle de acesso e alarme a distância, por meio de um software aberto para uso com todos os fabricantes do mercado”. 12/07/2019
  • Cláudio Oliveira, controlador do Grupo Bitcoin Banco, adquire banco digital - O empresário Cláudio Oliveira, controlador do Grupo Bitcoin Banco, adquiriu um banco digital que começará a funcionar no dia 5 de agosto, segundo comunicado de imprensa compartilhado com o Cointelegraph nesta sexta-feira, 12 de julho. O Audax Bank, como é chamado a instituição, não é parte do Grupo Bitcoin Banco, apesar de ter agora ambos terem o mesmo controlador. O Audax Bank, segundo o comunicado, funcionará como todos os bancos digitais em operação no Brasil. 12/07/2019
  • Lumen IT adquire vertical de negócios fiscais da Superabiz - A Lumen IT é uma empresa presente no mercado há mais de 20 anos, com foco em tecnologia para gestão de processos e compliance fiscal, que visa sempre inovações positivas aos seus clientes. Dentro desse contexto, a empresa anuncia que agora a Superabiz, empresa focada em Soluções de Gestão Empresarial e Fiscal para o segmento PME (pequenas e médias empresas), é a nova aquisição feita pela Lumen IT. Para a Lumen IT, é a oportunidade de se solidificar em um mercado extremamente competitivo, pois ao agregar ao seu portfólio novas ofertas, uma nova carteira de clientes, novas experiências e conhecimentos, garante não só uma melhor oferta, mas segurança, que se traduz na sua expectativa de crescimento para o primeiro ano de 20%, passando a 30% do segundo ano em diante. À frente da empresa estão Régis Lima, COO, e José Ricardo de Menezes, CEO. 12/07/2019
  • Grupo norte-americano HIG Capital compra Nadir Figueiredo por R$836 mi - O grupo norte-americano de private equity HIG Capital comprou a compra da centenária fabricante de produtos de vidro Nadir Figueiredo por 836,27 milhões de reais, informou a empresa brasileira nesta sexta-feira. Em fato relevante, a Nadir Figueiredo afirmou que a venda foi aprovada por acionistas detentores de 97,67% do capital. A compra será feita por meio da Flamengo Participações, controlada pela HIG Capital."O objetivo da compradora com a operação é a diversificação do seu portfólio de negócios na América Latina", afirmou a Nadir Figueiredo no documento 13/07/2019
  • Dasa inicia internacionalização com compra de rede argentina  - Maior rede de medicina diagnóstica do Brasil, a Dasa informou, ontem, a aquisição de 100% do laboratório argentino Diagnóstico Maipú, que também é o maior do país vizinho. A transação marca o início da internacionalização da Dasa e do próprio setor de medicina diagnóstica. Até então, nenhum laboratório brasileiro havia adquirido uma operação no exterior. . 12/07/2019
  • WPP vende 60% de participação na Kantar à Bain Capital por US$ 3,1 bi - A WPP, uma das maiores agências de publicidade do mundo, informou nesta sexta-feira que fechou um acordo para vender uma fatia de 60% na empresa de pesquisas de mercado Kantar à companhia de participações em empresas privadas Bain Capital por  US$ 3,1 bilhões. .. 12/07/2019
  • Gadle recebe aporte, muda marca e planeja expansão - A Gadle, plataforma de logística urbana que conecta empresas a motoristas de VUCs (Veículo Urbano de Carga), anunciou mudança de nome e passa a se chamar Vuxx. Fundada em 2016, a logtech recebeu uma rodada de investimento Seed em janeiro de 2019 no valor de USD 1 milhão (cerca de R$ 4 milhões), passando a crescer 35% ao mês. A empresa já está negociando uma nova rodada de investimento de aproximadamente USD 8 milhões para acelerar o crescimento e montar o alicerce para a expansão nacional em 2020. “O novo investimento apoiará a nossa consolidação e expansão no mercado. Contrataremos mais 30 engenheiros para aprimorarmos nossa plataforma, desenvolver mais algoritmos de inteligência artificial e levarmos cada vez mais eficiência e automação aos nossos clientes. Paralelamente, queremos ganhar escala em outros importantes centros do Estado de São Paulo para, em 2020, iniciarmos a expansão em outras capitais.”, explica Felipe Trevisan, fundador e CEO da agora Vuxx. “A mudança de nome também é algo importante e nos aproxima de nossos motoristas parceiros”, explica. 10/07/2019
  • AJC Group absorve mais de R$8 milhões em dívidas da empresa Laser Disc - Uma das empresas pioneiras no mercado de masterização de CD’s e DVD’s no Brasil e no exterior, A Laser Disc foi adquirida pelo AJC Group recentemente com um risco de mais de R$8 milhões em dívidas trabalhistas, tributárias e com fornecedores quirografários. Nos tempos de sua maior saúde financeira, a Laser Disc já produziu 2 milhões de discos por mês e possuía quatro plantas nos principais setores da América Latina: Argentina, Chile, Peru e Costa Rica. Atualmente a empresa se encontra sem operações comerciais. Segundo a assessoria de imprensa do Grupo AJC, há uma grande chance de alcançar um novo mercado no segmento de mídia com um nome tão representativo no mercado: “Ainda temos mais alguns anos para atuarmos no mercado de mídias físicas, e são nesses anos que pretendemos recuperar este investimento. Temos projetos a longo prazo para a Laser, porém só divulgaremos após o sucesso das ações à curto prazo, pois ainda há um grande risco.” – completa a assessoria...11/07/2019
  • Startup gaúcha recebe aporte de R$ 1 milhão - A gaúcha Openbox.ai, startup instalada no Parque Científico e Tecnológico da PUCRS (Tecnopuc), já recebeu mais de R$ 1 milhão de investimentos, de brasileiros que vivem fora do País, em especial na Espanha, Croácia e Portugal. A fintech antecipa recebíveis para empresas que necessitam de capital de giro... 11/07/2019
  • Duas agências de marketing de Caxias do Sul realizam fusão - Tem novidade de peso no mercado da comunicação da Serra Gaúcha. As caxienses Case Gestão de Marcas e Mfischer Gestão de Marketing uniram forças e agora são uma só: a Macaw Marketing Vivo. A nova marca já nasce como uma das principais agências da região, com 143 clientes ativos e um time de 25 funcionários. A fusão entre as duas empresas começou a ser alinhada em fevereiro desse ano, depois que as agências perceberam uma sintonia de interesses em parcerias anteriores. O próprio histórico das marcas conta com semelhanças: a Mfischer foi criada em 2014 e vem dobrando de tamanho em faturamento ano a ano desde a sua criação, situação semelhante à da Case, que surgiu em 2015 e apresenta crescimento anual médio de 80%. O investimento estimado da fusão é de R$ 500 mil. 11/07/2019
  • Pipefy recebe aporte de US$ 45 milhões - Desde sua fundação, a startup já captou mais de US$ 65 milhões. A Pipefy, startup brasileira de gerenciamento de processos, anuncia o recebimento de um aporte no valor de US$ 45 milhões. A rodada série B foi liderada pelo fundo nova-iorquino Insight Partners e conta com participação de OpenView e Trinity Ventures, que já são investidores da empresa. Desde sua fundação, a startup já recebeu mais de US$ 65 milhões em aportes. O último, há pouco mais de um ano, foi de US$ 16 milhões. O novo investimento será utilizado no desenvolvimento contínuo do produto e no aumento da escala da estratégia go-to-market da empresa. 11/07/2019
  • Leilão de ativos da Avianca arrecada US$ 147,320 milhões - O leilão dos ativos da Avianca Brasil realizado nesta quarta-feira, 10, levantou US$ 147,320 milhões. A disputa ficou concentrada, como esperado, entre Gol e Latam, com a primeira levando a melhor no único lote em que houve uma disputa. No Lote 6 (UPI E), composto por seis voos de Guarulhos, quatro voos do Santos Dumont e nove voos de Congonhas, a Gol venceu com uma oferta de US$ 7,3 milhões. O lance inicial, de US$ 10 mil, foi feito pela Latam. Sete dos blocos leiloados eram formados por horários de pousos e decolagens (slots) e um pelo programa de fidelidade da companhia aérea. Os dois primeiros lotes, os de maior valor, ficaram com Gol e Latam, respectivamente, por US$ 70 milhões cada um. No pagamento, ambas devem descontar US$ 13 milhões cada uma, valor que haviam emprestado para a Avianca continuar operando. O leilão ainda pode ser anulado pela Justiça, pois a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) conseguiu autorização para redistribuir os slots da aérea. O pagamento da Gol e da Latam só será efetuado após decisão judicial. Dos blocos ofertados, dois não receberam propostas: a UPI F, composta por 23 voos de Congonhas, e a UPI do programa de fidelidade. O valor arrecadado ficou aquém do esperado pela Elliott, gestora americana e maior credora da Avianca Brasil, com 74% da dívida. A companhia esperava que o leilão levantasse cerca de US$ 200 milhões. 10/07/19 
  • Sohtec recebe investimento - A empresa oferece uma plataforma para imobiliárias tradicionais trabalharem com serviços de locação online. A Sohtec, startup gaúcha que atende ao mercado imobiliário, recebeu um aporte de dois investidores. Um deles é Bruno Nardon, sócio-fundador das empresas Gestão 4.0, Rappi Brasil e Kanui. Com a plataforma da Sohtec, as imobiliárias tradicionais podem oferecer serviços de locação de imóveis online. 10/07/2019
  • Bossa Nova aporta R$ 1 mi e mira mil novatas até 2020 - Focada em startups, a Bossa Nova Investimentos já aportou R$ 1 milhão em empresas catarinenses, como a Hallo, SizeBay e Omni Hunter. A empresa possui hoje 413 startups investidas no total. As investidas são startups no formato de pré-seed, ou seja, após o investimento anjo, e antecede a Série A, que é uma rodada com grandes investidores, de valores mais expressivos...10/07/2019
  • SoftBank lidera aporte de US$ 231 mi na Creditas - O aporte do Softbank deve aumentar a competição no setor bancário brasileiro. O grupo japonês SoftBank lidera uma nova rodada de financiamento de 231 milhões dólares para a plataforma de empréstimos brasileira Creditas, em transação que avalia a empresa em 750 milhões de dólares e que vai financiar sua expansão na América Latina, disse Sergio Furio, fundador da Creditas. O aporte do Softbank deve aumentar a competição no setor bancário brasileiro, no qual os cinco principais bancos do país detêm 82% do total de ativos. "Embora exista uma grande demanda por empréstimo no Brasil, o mercado é ineficiente", disse Akshay Naheta, sócio-gerente da SoftBank Investment Advisers, assessora do Vision Fund, em comunicado. O SoftBank Vision Fund é um dos veículos que investem na Creditas. 10/07/2019
  • Parceiros de negócios da Brookfield concluem aquisição da Ouro Verde - A Brookfield Business Partners LP juntamente com seus parceiros institucionais anunciaram hoje a fechamento da aquisição de 100% do capital social da Ouro Verde Locação e Seviços SA, empresa líder em gestão de frota de veículos pesados ​​e veículos leves no Brasil. Como parte dos acordos de fechamento, a Brookfield patrocinou uma recapitalização na qual a Ouro Verde recebeu R $ 500 milhões (US $ 131 milhões) para fortalecer o balanço patrimonial da Companhia e apoiar sua estratégia de crescimento e assumir certas obrigações. A Brookfield e a Ouro Verde iniciaram uma transação em 4 de setembro de 2018 para a Brookfield adquirir uma participação de 55% no controle da Companhia. Este contrato original foi significativamente modificado e, nos termos dos novos contratos, a Brookfield adquiriu todo o patrimônio da Ouro Verde...08/07/2019
  • BR Properties vende 70% de imóvel na Barra da Tijuca por R$ 184,8 milhões - A BR Properties (BRPR3) concluiu na última sexta-feira a venda ao Fundo de Investimento Imobiliário – FII UBS OFFICE de 70% do imóvel comercial denominado “Edifício Barra da Tijuca”, localizado na Avenida Ayrton Senna, 2.200, no Rio de de Janeiro, pelo preço total de R$184,8 milhões, que será pago pelo Fundo na forma do Segundo Aditamento. Assim, as ações operam com ganhos de 1,17% a R$ 10,39. 08/07/2019
  • Café: Capal assume controle de duas cafeeiras em Pinhalão - A Capal Cooperativa Agroindustrial anunciou, em nota, ter assumido o controle das cafeeiras São Carlos e Benetti Coffee, ambas em Pinhalão (PR). A produção média dessas unidades é de 150 mil sacas de café por ano, “mas a expectativa é chegar a 250 mil”, diz a cooperativa, informando ainda que as unidades têm filiais também em Siqueira Campos e Carlópolis, ambos municípios paranaenses. O presidente executivo da Capal, Adilson Fuga, menciona que já há cooperados de café atendidos pela entidade – 250 no Paraná e em São Paulo, com área de 5.040 hectares – com assistência técnica e insumos. “Agora vamos atender toda a cadeia do café”, diz ele. “Já estamos estudando investimentos para ampliação da indústria.” 08/07/2019
RELATÓRIOS - DESTAQUES DA SEMANA
QUEM, O QUÊ, QUANDO, QUANTO, COMO e POR QUÊ
 A pesquisa FUSÕES E AQUISIÇÕES - DESTAQUES DA SEMANA tem o propósito de captar o “clima” do mercado das operações de Fusões e Aquisições bem como sinalizar suas principais tendências. Trata-se da compilacão semanal das notícias visando tornar mais acessíveis e conhecidos os negócios de fusão, aquisição e venda realizados entre empresas com atuação no Brasil. Todas as informações sobre os negócios citados no presente relatório são obtidos a partir de notícias publicadas pela imprensa e divulgadas no “estado" pelo blog FUSOESAQUISICOES.BLOGSPOT http://fusoesaquisicoes.blogspot.com.br, não sendo feita qualquer verificação quanto à sua veracidade, precisão ou integridade do conteúdo. Sempre que possível, serão mencionados os nomes dos compradores – investidor estratégico ou fundos de private equity, dos vendedores, a tese de investimento e principais “value drivers”, o valor da transação, forma de pagamento, múltiplos praticados (Valor da Empresa/EBITDA, Valor da Empresa/Receita) etc. Muitas vezes a notícia não é clara a respeito dos valores/forma de pagamentos e respectivos múltiplos. É bem-vinda toda e qualquer contribuição para tornar as informações mais precisas e transparentes. Caso o conteúdo estiver em desacordo, nos contate que estaremos retirando o mesmo ou corrigindo a respectiva  informação. Blog FUSÕES & AQUISIÇÕES




VMware adquire o Bitfusion para virtualizar aceleradores de IA

A empresa de Austin criou um sistema operacional elástico e virtual para aceleradores de hardware.

A VMware anunciou planos para adquirir a Bitfusion, uma empresa sediada em Austin, no Texas, Estados Unidos, que criou um sistema operacional elástico e virtual para aceleradores de hardware.
Os termos do acordo não foram divulgados.

Assim que a transação for concluída, a VMware planeja usar a tecnologia da Bitfusion para suportar cargas de trabalho baseadas em aprendizado de máquina. Da mesma forma, em ambientes de nuvem híbrida. Então, sua plataforma será integrada à plataforma vSphere. Assim, a VMware adquire o Bitfusion para virtualizar aceleradores de IA... Leia mais em sempreupdate 19/07/2019



O alcance da desestatização

Levantamento do 'Estado' indica que o programa federal de desestatização pode render até R$ 450 bilhões

A despeito dos programas de desestatização executados pelos diferentes governos desde a década de 1990 – mas com pouco ou nenhum empenho no período lulopetista (2003-2016) –, a presença das empresas estatais na economia brasileira continua excessiva. Ainda existem, segundo dados oficiais, 46 estatais sob controle direto da União e 88 sob controle indireto.

A União tem ainda participação minoritária em 58 empresas privadas e públicas. Somando-se às estatais federais as empresas controladas pelos Estados e pelos municípios, o número deve superar 440 – o total pode ser até 50% maior –, de acordo com estimativas do secretário especial de Desestatização, Desinvestimento e Mercados do Ministério da Economia, Salim Mattar.

Esses números, apresentados na reportagem de José Fucs publicada pelo Estado, dão a dimensão que pode alcançar um amplo programa de desestatização, como o que o governo pretende executar de maneira acelerada após a aprovação da reforma da Previdência. A eles podem ser acrescentados os valores de outorga de cessão onerosa de áreas do pré-sal e de duas rodadas de licitações de petróleo e gás. Ainda falta a votação da reforma em segundo turno na Câmara e em dois turnos no Senado, mas a equipe do ministro da Economia, Paulo Guedes, já fez vários cálculos do valor que o Tesouro poderá obter.

Levantamento do Estado indica que o programa federal de desestatização pode render até R$ 450 bilhões. Esse valor inclui 132 participações acionárias diretas da União com potencial para negociação de maneira pulverizada ou em bloco e os valores mínimos para a outorga de áreas do pré-sal e a receita com as rodadas de licitação de gás e petróleo. Nele estão consideradas todas as operações de privatização, desinvestimentos, abertura de capital e venda de participações minoritárias das estatais e suas subsidiárias. Só as participações do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), por meio de sua controlada BNDESPar, em empresas de capital aberto e fechado têm atualmente valor de mercado de R$ 143,7 bilhões.

O ministro Paulo Guedes já estimou em R$ 1 trilhão o total que pode ser arrecadado pela União até 2022 com a desestatização.

A estimativa do secretário Salim Mattar é mais conservadora, de R$ 635 bilhões, com as privatizações. As outorgas e a venda de imóveis da União poderiam render mais R$ 115 bilhões.

Há também estimativas de instituições financeiras, próximas de R$ 450 bilhões.... Trecho de editorial do Estadão .. Leia mais em  O Estado de S.Paulo 19/07/2019



Fusões não esperam pelas reformas

Apesar de o País ter ficado em compasso de espera na expectativa da aprovação das reformas da Previdência e tributária, o escritório de advocacia Demarest registrou um semestre movimentado na área de fusões e aquisições. Com 16 operações, a banca subiu da nona para a terceira posição no ranking de transações da América Latina, compilado pela Mergermarket.

A lista é liderada pelo escritório Pinheiro Neto, que teve 24 negócios realizados, um a menos do que no mesmo período do ano passado.

Na região, as 255 operações também ficaram abaixo do primeiro semestre de 2018. A expectativa do Demarest é que o ritmo das operações ganhe força daqui para frente com o avanço da agenda de reformas. (Nota publicada na Edição 1130 da Revista Dinheiro).. Leia mais em istoedinheiro 19/07/2019



Conversa ao pé do ouvido no BNDES

Gustavo Montezano assume o banco prometendo reduzir seu tamanho e seu escopo de atuação

O engenheiro Gustavo Montezano é um dos mais jovens presidentes do BNDES. Aos 38 anos, com mestrado em economia e 17 anos de mercado financeiro, ele terá de se desdobrar para fazer frente a suas atribuições.

Em seu discurso de posse na terça-feira 16, Montezano colocou como primeira prioridade abrir uma propalada “caixa-preta” do BNDES, bandeira eleitoral de Jair Bolsonaro.

A seguir viriam a venda de até R$ 100 bilhões em participações acionárias, a devolução de recursos ao Tesouro e a elaboração de um plano trianual de atuação.

O economista também pretende, ao menos em espírito, transportar o edifício do centro do Rio de Janeiro para o coração financeiro paulistano. “Os bancos de investimentos da Faria Lima prestam serviços de abertura de capital, fusões e aquisições e emissão de debêntures” disse Montezano. “Vamos fazer algo parecido com o Estado brasileiro.”

O presidente do BNDES reporta-se ao Ministro da Economia. Presente ao evento, Paulo Guedes sugeriu, em seu discurso, que Montezano revisasse sua lista.

A primeira prioridade, disse Guedes, é devolver dinheiro aos cofres públicos. O BNDES terá de remeter R$ 126 bilhões de reais ao Erário neste ano, quase a metade dos R$ 270 bilhões prometidos até 2022. “Se o banco foi pedalado, vamos despedalar o banco. Daí a primeira meta do Gustavo, que é devolver o dinheiro para a União”, afirmou o ministro.

Enquanto se equilibra nessa bicicleta, Montezano terá de enfrentar vários desafios. O maior deles é reduzir o banco e, ao mesmo tempo, cumprir o combinado. O BNDES é o mais importante órgão de financiamento da infraestrutura. Só para este ano são R$ 70 bilhões comprometidos. Por isso, uma das primeiras conversas de Montezano, logo após a posse, foi com Tarcísio de Freitas, o ministro encarregado de desatar o nó do setor. “Acredito que o banco tem recursos para fazer isso sem precisar do Tesouro”, disse Montezano. Mas esse deve ser um assunto para outras conversas... Leia mais em istoedinheiro 19/07/2019



19 julho 2019

MV adquire controle acionário da Intersolution e da Blue Solutions

Com o objetivo de reforçar o que já oferece em termos de infraestrutura de TI e apoiar ainda mais as instituições de Saúde a atender obrigatoriedades da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), a MV adquiriu o controle acionário das empresas Intersolution e Blue Solutions.

Com mais de 300 clientes, ambas são especializadas em suporte a infraestrutura de servidores, sistemas operacionais, além de análise e administração de bancos de dados de Hospital Information System (HIS) e Radiology Information System (RIS).

A aquisição complementa o que a MV já proporciona em termos de governança e proteção de dados a clientes que utilizam suas soluções. Em fevereiro deste ano, a MV formalizou investimento de capital na Indyxa, que também é especializada em infraestrutura de TI e atende outros segmentos além da Saúde. Com aa novas aquisições, as empresas atuarão em conjunto tendo em vista que a LGPD trata sobre princípios de privacidade para informações pessoais e o setor Saúde é um dos mais impactados.

Para o executivo, atender a LGPD é muito mais do que estar em compliance com a lei que envolve utilização de dados pessoais. Significa garantir, a partir de controle de acesso e ambiente digitalmente seguro, privacidade e proteção aos cidadãos atendidos em serviços de Saúde públicos ou privados.

A negociação fortalece a atuação das empresas e, principalmente, o mercado da Saúde a partir da possibilidade de maior incorporação tecnológica e competência técnica para atender demandas de infraestrutura... Leia mais em tiinside 19/07/2019

19 julho 2019



IPO ou Startups? Tirando o fato das empresas abrirem capital lá fora (o que já dificulta o acesso a maioria dos investidores brasileiros), não é mais no IPO que estão os ganhos exponenciais.

Antigamente uma empresa que estava crescendo ia para a bolsa para fazer o seu IPO.  Quem investia nesse momento geralmente tinha ganhos exponenciais, pois a empresa ainda tinha um bom espaço de mercado para crescer. Com a injeção de capital do IPO, esse crescimento vinha muito forte e consequentemente valorizava a ação de quem tinha entrado logo no início das vendas das ações.

O que temos identificado nos últimos anos no mercado é que isso já não está mais acontecendo e, no Brasil, ainda menos, pois poucos são os IPOs que foram realizados aqui nos últimos anos. As empresas têm preferido inclusive abrir capital nos USA do que no Brasil.

Mas, tirando o fato de abrirem capital lá fora (o que já dificulta o acesso a maioria dos investidores brasileiros), não é mais no IPO que estão os ganhos exponenciais. Por que?

Temos visto uma leva de startups e empresas inovadoras que, quando chegam ao IPO, já cresceram muito e enxergam neste tipo de processo uma forma de se perpetuar no mercado e permitir inclusive que os fundadores possam vender parte de suas ações gerando liquidez para eles.

Porém, por que antigamente estas empresas chegavam no IPO para crescer e hoje não é mais assim? Simples: hoje existe bastante dinheiro de capital de risco disposto a investir em empresas e acelerar o seu crescimento. São os Fundos de VC (Venture Capital) e investidores de risco que estão aportando caminhões de dinheiro nestas empresas. Este dinheiro é utilizado para o crescimento desses negócios, não sendo mais necessário esperar pelo IPO para receber estes aportes para prosperar.

E de que maneira isso te afeta? Você dificilmente terá acesso para ser um investidor destes fundos ou aos ganhos exponenciais que antes poderia acessar, simplesmente porque estes VCs só operam com dinheiro de gente muito muito rica mesmo, não sendo possível que os grandes investidores participem, quem dirá o investidor médio.

Nem tudo é só problema nesse cenário: nós temos uma solução para esta situação. Você já ouviu falar em equity crowdfunding ou, em português, financiamento coletivo de participação societária? Essa é uma modalidade que foi regulada pela CVM em final de 2017 e que permite que qualquer investidor possa acessar ofertas de investimentos de empresas de até 10 milhões de reais de faturamento/ano.

Ou seja, o equity crowdfunding é a maneira que você, investidor pessoa física, pode acessar estas ofertas que somente os grandes investidores conseguem hoje em dia e, assim, participar dos possíveis ganhos exponenciais que investir em um negócio escalável proporciona. Para que isso funcione, você terá que montar um portfólio de investimentospara diluir seus riscos, mas sim, é possível novamente ter acesso a investimentos por possibilidade de ganhos exponenciais.

E nós da CapTable, a plataforma de investimentos em startups da StartSe, estamos aqui para tornar esse acesso ainda mais simples e fácil para que qualquer um que queira entrar na nova economia possa investir a partir de R$1 mil em startups selecionadas e que já tenham o seu modelo de negócio validado.

Hoje somos o mais importante player deste segmento de inovação do Brasil, ajudando mais de 1 milhão dr pessoas todos os anos a se atualizarem e entenderem as grandes mudanças que o mundo vem vivendo nos últimos anos, ajudando a te preparar para enfrentar este novo mundo que está surgindo. E essa é mais uma de nossas iniciativas, permitir que todos, de alguma forma participem da nova economia.

Hoje não é preciso ter uma boa ideia, você pode investir em uma. Leia mais em br.advfn. 15/07/2019



Genial cresce, fica em quarto lugar em trading e pensa em IPO

A empresa já está considerando uma oferta pública inicial de ações e abrindo um banco digital

A Genial Investimentos, uma das corretoras que mais cresce no Brasil, espera dobrar o tamanho dos ativos sob custódia neste ano à medida que os juros em recorde de baixa levam os brasileiros a buscar mais retorno em novos produtos.

A empresa – braço de corretagem, gestão de ativos e de fortunas do banco de investimento Brasil Plural SA, de São Paulo – já está considerando uma oferta pública inicial de ações e abrindo um banco digital, com crescentes investimentos em tecnologia, pessoal e marketing. O IPO não é esperado no curto prazo, mas seria “um caminho natural”, segundo o co-presidente Evandro Pereira.

A indústria financeira do Brasil está crescendo, pois o período prolongado de baixas taxas de juros está forçando investidores acostumados a estacionar dinheiro em produtos de renda fixa a buscar rendimentos em outros lugares. O movimento alimentou uma safra de novos fundos multimercado e um surto de crescimento em corretoras e empresas de gestão de ativos. A indústria de fundos locais teve ingressos líquidos de R$ 130,8 bilhões no primeiro semestre do ano, levando o total de patrimônio a um recorde de R$ 5 trilhões, segundo a Anbima, associação do mercados de capitais.

Mas a Genial se destaca: a corretora alcançou a quarta posição em trading de ações no Brasil neste ano até 4 de julho, sua mais alta posição, de acordo com dados compilados pela Bloomberg. A empresa negociou R$ 14,96 bilhões no período. Começou o ano com R$ 20 bilhões em ativos sob custódia, e agora tem R$ 30 bilhões. Pereira estima que o total pode dobrar para R$ 40 bilhões até o final de 2019.

“Melhoramos nossas capacidades tecnológicas e conquistamos participação de mercado com clientes institucionais internacionais, mas também crescemos junto ao cliente local, inclusive a pessoa física”, disse Claudio Pracownik, co-presidente da Genial.

A Brasil Plural, fundada por ex-sócios do Banco BTG Pactual SA, começou a reestruturar sua corretora em 2017. Transferiu parte de seus negócios de gestão de fortunas e de ativos de terceiros para a corretora de varejo, que hoje também atende clientes institucionais, e mudou seu nome de Geração Futuro para Genial.

“O maior investimento aqui é nas pessoas”, disse ele. “Desenvolvemos internamente todos os sistemas que usamos.”

A empresa está oferecendo treinamento em um esforço para estreitar relações com consultores autônomos, que estão trazendo clientes de varejo, e também com traders pessoas físicas. A Genial também comprou uma participação de 50% em uma plataforma de mídia social para investimentos chamada Vexter e uma participação de 20% em uma fintech chamada FinChain, que faz trading de criptomoedas.

A Genial tem 342 funcionários e espera chegar a 400 até o final do ano. Tem cerca de 160.000 clientes. O grupo Brasil Plural tem R$ 80 bilhões ativos sob custódia e administração, de acordo com o banco.

“Esperamos que mais investidores busquem o mercado de capitais, novos fundos”, disse Pracownik. “Estamos diante de um dia de sol perfeito.” Por Cristiane Lucchesi e Vinícius Andrade, da Bloomberg Leia mais em exame 19/07/2019



Petrobras conclui em agosto venda de unidade de fertilizante no MS

A Petrobras e o grupo russo Acron devem assinar em agosto o acordo de compra e venda da Unidade de Fertilizantes Nitrogenados 3 (UFN3), localizada em Três Lagoas, de acordo com o governo de Mato Grosso do Sul.

Ainda segundo o governo estadual, o valor do negócio é de R$ 8,2 bilhões. .. Leia mais em valoreconomico 19/07/2019



Os bancos vão às compras

Na tentativa de atrair a atenção do mercado e apostando na valorização a posterior, instituições financeiras estão recomprando parte de suas próprias ações

Em uma bolsa que quebra recordes a cada semana (e já subiu 80% desde o impeachment de Dilma Rousseff) ainda há uma clara oportunidade no setor financeiro.

É o que os próprios bancos acreditam — e vêm se esforçando para disseminar essa crença por meio da recompras de ações. “Ao anunciar a recompra, a empresa sinaliza que, no seu entendimento, a ação está barata, chamando a atenção do investidor”, diz Pedro Galdi, analista da Mirae Asset. “Trata-se até de uma questão psicológica, já que a atração dos investidores nesses casos pode ocorrer mais por uma indução da empresa”, afirma o especialista.

O que está ocorrendo com o INFC, índice da B3 que representa o setor financeiro, é um bom exemplo. A carteira tem 17 ações de 15 empresas, pois Bradesco e Itaú Unibanco têm ordinárias e preferenciais na composição. Dez desses 17 papéis, que representam 63,8% do índice, estão envolvidos em programas de recompra. Além dos líderes de mercado, Santader Brasil, BTG Pactual e a própria B3 lançaram propostas de compra. Isso mesmo após a forte valorização nos últimos 18 meses (observe o quadro). Também participam nomes como a seguradora Porto Seguro, o banco ABC Brasil e a processadora de pagamentos Cielo, a única cujas cotações recuam, devido ao aumento da concorrência no setor.

Há de fato razões para ficar animado com o segmento. Os analistas gostaram dos números dos bancos no primeiro trimestre devido à forte expansão das carteiras de crédito conjugada com uma redução da inadimplência. Nesse período, apesar de o Produto Interno Bruto (PIB) ter encolhido 0,2%, os lucros dos três grandes bancos privados somaram R$ 16,5 bilhões, um crescimento de 10,7% em relação ao mesmo período de 2018.

Pedro Galdi, da Mirae: “A recompra é uma tática psicológica para chamar a atenção dos investidores, que podem se sentir instigados a comprar o papel porque a empresa está fazendo o mesmo”

POTENCIAL
Ao inaugurar a temporada de resultados do setor na terça-feira 23, o Santander Brasil deve, mais uma vez, divulgar números que agradarão os investidores. “Temos uma expectativa bem positiva de retomada do lucro por ação dos bancos”, afirma Rafael Passos, da Guide. Ao recomprar as ações, e eventualmente cancelá-las, a companhia busca elevar o retorno individual ao acionista. Quando anunciou a recompra, o Itaú Unibanco deixou isso claro.

No fato relevante divulgado em 30 de maio, em que prorrogou a recompra até novembro de 2020, o banco informou que o processo pode gerar “maior retorno em dividendos, uma vez que as ações adquiridas são retiradas de circulação e o pagamento de dividendos é distribuído para uma quantidade menor de ações”. O Itaú vai comprar 15 milhões de ações ordinárias e 75 milhões de preferenciais. A quantidade é alta em termos absolutos, mas em termos relativos é uma pequena fração do total em circulação — o banco tem 387,5 milhões de ações ordinárias no mercado e 4,7 bilhões de preferenciais. Mesmo já tendo subido bastante, especialistas avaliam que as ações ainda têm espaço para continuar em alta.

Felipe Silveira, da Coinvalores, fala sobre os possíveis ganhos de eficiência com o avanço da tecnologia e menor necessidade de agências e pessoal. “Sob essa ótica, faz sentido pensar que as ações ainda têm potencial de valorização”, diz ele. “Claro que há também riscos que não podem ser ignorados, como o crescimento das fintechs”.

Além das melhorias operacionais, as companhias têm agora a seu favor a iminente aprovação da reforma da Previdência. “A percepção do risco país tem recuado por conta disso, reduzindo o custo de capital para as empresas que, como conseqüência, tem uma melhoria dos múltiplos”, diz Passos, da Guide.

Com os investidores confiantes no avanço da agenda econômica, as projeções indicam o Ibovespa ao redor dos 115 mil pontos no fim de 2019. E caso tenhamos outras medidas econômicas além da Previdência, fazendo a economia voltar a crescer de maneira robusta, em 2020 o mercado aposta no índice ao redor dos 140 mil pontos. “Em um ambiente assim, não podemos dizer que o mercado está caro, mesmo após toda a alta”, afirma Galdi, da Mirae.

Rafael Passos, da Guide: “As ações da B3 sobem 55% no ano diante do aumento nas movimentações financeiras dos investidores na bolsa, mas o espaço para seguir na trajetória ascendente é limitado” (Crédito:Rodrigo Klepacz)

O anúncio do programa de recompras da B3, em 27 de junho, causou certo espanto no mercado. Isso porque a ação já subiu 55% em 2019. “O programa da B3 é até um pouco polêmico, uma vez que mesmo após a forte alta a empresa ainda avalia que está barato”, diz Galdi. Segundo Rafael Passos, as ofertas de ações em franco crescimento têm impulsionado os números operacionais da bolsa, atraindo os investidores. “Essa tendência deve prosseguir no curto prazo tendo em vista as ofertas no forno de empresas como Hapvida e Movida”, diz o analista da Guide. Ainda assim, ele também vê um potencial limitado para o ativo no curto prazo.

Do lado oposto dessa história está a Cielo, que recompra suas ações após o tombo de 65,5% nos últimos 18 meses. “Apesar da queda, diante do horizonte para o setor, em que a concorrência deve seguir acirrada, o papel não representa uma oportunidade de compra”, diz Silveira, da Coinvalores.

LIQUIDEZ
Não é apenas por avaliar que as ações estão baratas que os bancos as têm recomprado, mas também pelo excesso de recursos em caixa. O setor passou por um processo de consolidação nos últimos anos e, mais recentemente, com as vendas das operações no país do HSBC e do Citi para Bradesco e Itaú, respectivamente. “Não há outros grandes bancos à venda. E como existe uma liquidez muito grande no mercado, eles podem estar usando parte desses recursos na recompra das ações”, diz Claudio Gallina, diretor da Fitch Ratings. Segundo ele, dada a situação confortável de liquidez das instituições financeiras não há um risco do capital utilizado para as recompras fazer falta e causar um impacto que leve a um rebaixamento dos ratings. Procurados, Bradesco, Santander, Itaú Unibanco e B3 não concederam entrevista. Lucas Bombana Leia mais em istoedinheiro 19/07/19





ChoppUP capta R$4 milhões em rodadas de investimento

Liderada por entusiastas do mercado cervejeiro e tecnológico, a ChoppUP – startup brasileira de IoT (Internet das Coisas), desenvolvedora de equipamentos de alta eficiência para dispensamento de líquidos e prestadora de serviços de monitoramento de dados – inovou ao criar uma máquina que serve chope de baixo para cima, eliminando desperdícios.

Os produtos e serviços são ofertados em um modelo de assinatura para bares e restaurantes (PDVs), que se beneficiam com um aumento de 20 a 25% no rendimento do barril, além de acompanhamento de vendas online com dados capturados por dispositivos de telemetria e autosserviço. Atualmente, a empresa expandiu a produção, iniciou sua atuação no exterior e abriu 20 franquias no país.

Com R$4 milhões já captados em duas rodadas de investimento nos últimos dois anos, a ChoppUP registra uma valorização de 50% entre uma rodada e outra. Ambas contaram com aportes tanto de investidores-anjo profissionais como aqueles vindos por meio de uma plataforma online de financiamento coletivo de capital (equity crowdfunding).

“O primeiro aporte de capital na empresa foi realizado pela Financiadora de Estudos e Projetos (FINEP), do Ministério da Ciência e Tecnologia, por meio do programa Inovacred e com recursos repassados pela Desenvolve SP. Para conseguir este subsídio, o projeto passou pelo rigoroso crivo do Instituto Paula Souza para ser classificado como inovador e disruptivo”, explica Rodrigo Moreira, Founder da ChoppUP.

“Crescemos 150% no segundo ano de operação, e estamos crescendo 35% por trimestre. A estimativa é alcançar passos ainda mais largos e, em 2022, atingir uma receita líquida de R$ 250 milhões no mercado doméstico. O Brasil conta com mais de 1 milhão de PDVs, o que representa um mercado endereçável de R$9 bilhões ao ano com nossas linhas de negócios atuais”, complementa Rodrigo.

Este ano, a ChoppUP foi classificada como uma startup de destaque no relatório da Liga Insights para Foodtech, dentro da categoria de Serviços para Bebidas, cujo objetivo é compreender como o setor de alimentos e bebidas está inovando no país e quais as startups que estão contribuindo para isso. Foram consideradas 12.213 empresas brasileiras, e a ChoppUP foi uma das 332 que estão se destacando pelo valor que agrega a este segmento.

Nos próximos 5 anos a startup ainda lançará novas linhas de negócios que aumentam o potencial de mercado, com produtos para uso doméstico, novas soluções de embalagem e o desenvolvimento de softwares que utilizam os dados capturados pela telemetria dos equipamentos para trazer maior inteligência a toda a cadeia de valor, desde a produção até o consumidor final.

Como começou
Após quatro anos de pesquisas, Rodrigo Moreira e seu pai, Djalma Moreira – CEO e fundador, entre 2011 e 2014, desenvolveram o primeiro protótipo e montaram a fábrica com um investimento inicial de R$ 900 mil. Em 2015, realizaram o patenteamento nacional e internacional, e, logo após, receberam o financiamento subsidiado do Ministério da Ciência e Tecnologia e o aporte de capital de seus primeiros investidores independentes. O projeto foi protegido por nove patentes depositadas no Brasil e com direitos de preferência em mais de 150 países, por meio do Tratado de Cooperação em Matéria de Patentes (PCT).

Em 2016, a ChoppUP iniciou a fabricação em série e atuação no setor de eventos. No ano seguinte, lançou um modelo de negócios pioneiro que se tornou o principal vetor de crescimento da empresa: a assinatura de equipamentos para PDVs, e a terceirização da estrutura de chope. Os assinantes pagam pelos equipamentos e pelos serviços prestados com uma mensalidade, sem investimento inicial. “Nossos clientes percebem que o valor da mensalidade é rapidamente compensado por uma redução de custos ocultos comuns ao setor, nomeadamente pela redução de desperdícios e de fraudes. No fim do dia, geramos mais economias do que custamos ao cliente”, comenta o CFO Bruno Salman.

A startup fechou o ano de 2018 com mais de 200 clientes ativos e presença em 18 estados brasileiros, tendo atingido regime de ponto de equilíbrio financeiro no mesmo ano. “Encontramos o product/market fit com o negócio de assinaturas para os bares e restaurantes, mercado que nos traz um potencial muito grande a ser trabalhado. Para crescer à altura da demanda que já se apresenta, faremos a nossa 3ª rodada de investimentos neste ano”, complementa Bruno.

Como funciona
O desperdício das chopeiras gira entre 11% e 38%. Com a solução da startup, por meio de uma válvula acoplada no fundo dos copos e canecas, sejam de vidro, plástico ou metal, é possível derrubar este desperdício e aproveitar até 99% do barril. O manuseio via computador e aplicativo permite que o comerciante controle volume e colarinho eletronicamente, realize a leitura remota em tempo real do serviço e a quantidade de chopes vendidos, evitando fraudes e perdas que são detectadas pelo sistema.

O equipamento é integrável a sistemas de pagamento e de gestão dos PDVs, viabilizando uma operação de autosserviço. E hoje, a tecnologia atende qualquer líquido embarrilado, como chope, água tônica e drinks.

Tomados no conjunto, os produtos e serviços da ChoppUP impactam diretamente na eficiência operacional dos pontos de venda, racionalizando atividades repetidas há décadas. “Nosso produto endereça uma ineficiência própria deste setor da indústria, que hoje conta com um parque de equipamentos obsoletos. Com nossa clara proposta de valor, estamos crescendo tanto através da substituição deste parque como pela instalação nos novos entrantes no mercado”, afirma Gil Neto, CCO e cofundador... Leia mais em startup  19/07/2019



Oferta do IRB supera Petrobras e se torna maior do ano

A União e o Banco do Brasil venderam um total de 83,98 milhões de ações ordinárias do maior ressegurador da América Latina, o IRB Brasil Resseguros, por R$ 88 por ação

 O governo brasileiro vai embolsar mais R$ 7,39 bilhões em seu esforço de se desfazer de ativos para melhorar as contas públicas.

A União e o Banco do Brasil venderam um total de 83,98 milhões de ações ordinárias do maior ressegurador da América Latina, o IRB Brasil Resseguros, por R$ 88 por ação, segundo comunicado, com um desconto de 2% do preço de fechamento de quinta-feira... Leia mais em informoney 19/07/2019



BTG Pactual digital adquire 80% de participação na Ourinvest DTVM

O BTG Pactual digital acaba de informar que adquiriu 80% do capital social da Ourinvest

Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários S.A. (DTVM). Mesmo com a compra da participação, a distribuidora permanecerá como plataforma independente do BTG, atuando como outra marca da Unidade Digital de Varejo do BTG Pactual.

Especialista na distribuição de produtos estruturados e de real estate, a Ourinvest DTVM irá expandir a oferta de produtos e melhorar a experiência do cliente.

“A plataforma digital do BTG nos dará os produtos que os clientes esperam e que nossos officers precisam para continuarmos crescendo com cada vez mais qualidade”, diz Ralph Bigio, sócio do banco Ourinvest.

Para o BTG, a aquisição é mais uma escala para a sua plataforma: “A Ourinvest DTVM é reconhecida no mercado por seu time muito experiente, com sólidos relacionamentos construídos ao longo de mais de 40 anos. Sua base de clientes é bastante sofisticada”, afirma Marcelo Flora, sócio responsável pelo BTG Pactual digital.

A operação não envolve o Banco Ourinvest. A conclusão do processo ainda está sujeita à aprovação do Banco Central e da autoridade concorrencial competente. Diana Cheng - Leia mais em moneytimes 19/07/2019





A disputa da B3 pelos IPOs de empresas de tecnologia

Mais uma empresa brasileira, o grupo de educação Afya, abriu capital nos EUA, reforçando as dúvidas sobre a atratividade do mercado de capitais brasileiro

Após uma semana andando de lado, a bolsa brasileira voltou a subir nesta quinta-feira, renovando o ânimo dos investidores para os próximos dias, que serão marcados pelo recesso parlamentar.

O Ibovespa, neste contexto, vai depender de boas notícias externas. Ontem, o otimismo foi retomado com novas sinalização de que o Fed, o banco central americano, vai cortar os juros já em sua próxima reunião, marcada para 30 e 31 de julho.

Para o médio prazo, a previsão segue sendo de avanços no Ibovespa até o fim do ano — as principais gestoras preveem que o índice avance até 115.000 ou até 125.000 em dezembro. Uma das grandes dúvidas em aberto é qual o impacto nas aberturas de capital e follow-ons previstas para o país.

A quinta-feira teve dois movimentos que reforçam uma tendência. O Banco do Brasil e a União venderam suas participações na resseguradora IRB Brasil Re, numa oferta que movimentou 7,5 bilhões de reais, na maior operação do tipo desde 2015. É mais um indício de que empresas tradicionais e consolidadas devem ir com mais afinco ao mercado no segundo semestre.

Mas as novas e com pegada tecnológica embarcarão na tendência? Ou seguirão preferindo a bolsa americana? Também ontem, o grupo de educação Afya, focado na área da saúde, levantou estimado 300 milhões de dólares em sua abertura de capital na Nasdaq, a bolsa americana de tecnologia.

A Afya, desconhecida do grande público, foi concebida pelo atual ministro da Fazenda, Paulo Guedes, e reforça o desejo de investidores internacionais por ativos ligados a tecnologia em mercados em expansão — a Afya afirma ter forte presença tecnológica.

A Afya segue o caminho da Arco Educação e de duas empresas de pagamentos, PagSeguro e Stone, que também abriram capital nos EUA. Esse movimento acendeu um sinal amarelo na B3, no grupo Iniciativa de Mercado de Capitais, do Banco Central, e na Comissão de Valores Mobiliários, como mostra reportagem de capa da revista EXAME.

Esse grupo estuda formas de permitir que essas companhias também sejam negociadas no Brasil. Estão na mesa duas opções: autorizar as empresas a emitir certificados de depósito de ações (chamados de BDRs) ou liberar a dupla listagem. Hoje há restrição para que empresas brasileiras listadas no exterior com mais de 50% dos negócios no Brasil sejam negociadas por aqui.

Seria uma forma de trazer startups e empresas em forte expansão para a bolsa brasileira, tirando a dependência de companhias tradicionais e ligadas ao governo... Leia mais em exame 19/07/2019



Petrobras define Trident Energy como vencedora em venda dos polos Enchova e Pampo

A Petrobras escolheu uma proposta da Trident Energy, apoiada pela Warburg Pincus, como vencedora de uma nova rodada final para a venda dos polos Enchova e Pampo, nas águas rasas da Bacia de Campos, disseram três fontes com conhecimento da assunto.

A Petrobras levantará quase 1 bilhão de dólares com a operação, disseram duas das fontes. A empresa recebeu duas ofertas em uma nova rodada final pelos ativos neste mês, disseram as mesmas fontes, que preferiram não revelar qual foi a outra empresa envolvida nas tratativas.
PUBLICIDADE

Em uma rodada anterior, a petroleira independente brasileira Ouro Preto Óleo e Gás havia se juntado à britânica Seacrest Capital e à anglo-francesa Perenco para entregar uma oferta.

A proposta da Trident para as áreas de águas rasas de Pampo e Enchova ainda precisará ser confirmada pelo conselho da Petrobras, que deve se reunir para tratar do tema na próxima semana, disseram as duas fontes.

A Petrobras e a Trident não responderam imediatamente a pedidos de comentários.

A Petrobras colocou os dois ativos de petróleo à venda há quase um ano como parte de um amplo plano de desinvestimentos para cortar dívidas, mas o processo de negociação de Enchova e Pampo provou-se complexo devido a regras que exigem rodadas competitivas de ofertas para certas vendas de ativos.

Ambos os campos de petróleo produziram quase 39.000 barris de óleo equivalente por dia, de acordo com dados de julho de 2018, o que os torna o maior ativo de produção maduro que a Petrobras ainda trabalha para vender em seu programa de desinvestimento, que visa levantar até 35 bilhões de dólares em um período de cinco anos.Por Carolina MandlSÃO PAULO (Reuters) - Leia mais em dci 19/07/2019'
====

Petrobras informa sobre proposta para a venda dos Polos Pampo e Enchova

Rio de Janeiro, 19 de julho de 2019 – A Petróleo Brasileiro S.A. – Petrobras informa, no âmbito do processo competitivo de desinvestimento da totalidade de sua participação dos Polos Pampo e Enchova, localizados na Bacia de Campos, que a empresa Trident Energy apresentou a melhor oferta final para aquisição dos ativos.

A companhia esclarece, em relação às notícias veiculadas na mídia sobre essa operação, que o preço ofertado pelos Polos é de cerca de US$ 1 bilhão, considerando pagamentos firmes e contingentes. Entretanto, a transação se encontra em etapas finais de aprovação pelos órgãos competentes da Petrobras e as fases subsequentes do projeto serão divulgadas ao mercado de acordo com a sua Sistemática de Desinvestimentos.


Essa operação está alinhada à otimização do portfólio e à melhoria de alocação do capital da companhia, visando à geração de valor para os nossos acionistas... Leia mais em perobras 19/07/2019



Hapvida compra 75% da RN Saúde por R$ 53 milhões

O grupo de planos de saúde Hapvida informou ao mercado na noite de quinta-feira (18) que comprou 75% das quotas de capital da RN Saúde, com sede em Uberaba (MG), ao preço de R$ 53 milhões.

“O preço de aquisição será pago à vista, em dinheiro, descontados o endividamento líquido apurado na data de fechamento da operação e um montante a ser retido a fim de cobrir eventuais contingências”, informa o documento arquivado na Comissão de Valores Mobiliários (CVM)

Veja também: https://panoramafarmaceutico.com.br/2019/05/30/senado-derruba-proposta-que-permitia-indicacao-politica-em-estatais/

A RN Saúde tem cerca de 50 mil vidas em sua carteria e receita líquida de R$ 123 milhões no exercício 2018.

A concretização do negócio ainda está sujeita à aprovação da Agência Nacional de SaúdeSuplementar (ANS) e do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), além da aprovação em assembleia de acionistas.

Segue a íntegra do comunicado ao mercado:

“Fortaleza (CE), 18 de julho de 2019 – A HAPVIDA PARTICIPAÇÕES E INVESTIMENTOS S.A. (B3: HAPV3 – Companhia) vem, em cumprimento ao disposto no artigo 157, § 4.º, da Lei n.º 6.404/ 1976 e na Instrução CVM n.º 358/ 2002, comunicar aos seus acionistas e ao mercado em geral que, na data de hoje, celebrou acordo para aquisição de 75% das quotas representativas do capital social da RN Metropolitan Ltda. (“RN Saúde” e “Operação”, respectivamente). A Operação será realizada por meio da Hapvida Assistência Médica Ltda., sociedade de capital fechado controlada pela Companhia. Simultaneamente ao fechamento da Operação, entrará em vigor um acordo de quotistas com o quotista remanescente da RN Saúde.


A RN Saúde tem sede na cidade de Uberaba, Estado de Minas Gerais, atuando no setor de saúdesuplementar na região do Triângulo Mineiro, possuindo cerca de 50.000 vidas, cuja receita líquida foi de aproximadamente R$ 123 milhões relativa ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2018. O preço da referida aquisição foi fixado em R$ 53 milhões.

A aquisição trará sinergias operacionais que serão aproveitadas pela Companhia, além de corroborar com a sua estratégia de expansão geográfica, por meio da utilização de plataforma de crescimento na região do Triângulo Mineiro, uma região com cerca de 620 mil beneficiários de planos de saúde privado e cerca de 2,4 milhões habitantes, em linha com a consolidação da abrangência nacional da Companhia.

O preço de aquisição será pago à vista, em dinheiro, descontados (i) o endividamento líquido apurado na data de fechamento da Operação; e (ii) um montante a ser retido a fim de cobrir eventuais contingências.

O efetivo fechamento da Operação está ainda sujeito à aprovação da Agência Nacional de SaúdeSuplementar (ANS) e do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE), além da aprovação em sede de assembleia geral de acionistas da companhia, a qual será oportunamente convocada para tal.”

Adicionalmente, a Companhia esclarece que a Operação não gera direito de recesso aos seus acionistas, uma vez que foi realizada por sua subsidiária operacional, qual seja a Hapvida Assistência Médica Ltda., sociedade de capital fechado.

A Companhia manterá o mercado e seus acionistas informados sobre quaisquer atualizações relevantes relativas aos assuntos aqui descritos. Fonte: Valor Online  Leia mais em panoramafarmaceutico 19/07/2019



Brasileira Afya, idealizada por Paulo Guedes, dispara em estreia na Nasdaq

Afya, grupo brasileiro de educação médica, levantou 300 milhões de dólares

IPO: empresa pretende usar os recursos para comprar escolas, entrar em novos mercados e desenvolver produtos (Afya Educacional/Divulgação/Divulgação)

As ações da Afya, grupo brasileiro de educação médica, estrearam em alta na bolsa americana Nasdaq, nesta sexta-feira. Os papéis (AFYA) subiam 19,50% sendo negociados na casa dos 22,70 dólares.

A empresa levantou 300 milhões de dólares na operação superando a meta inicial de US$ 269 milhões de dólares. A precificação inicial do grupo de educação foi de 19 dólares por ação, um dólar acima do valor máximo estimado.

A empresa pretende usar os recursos para comprar escolas, entrar em novos mercados e desenvolver produtos, segundo o prospecto da oferta. Além de programas tradicionais de graduação, a Afya oferece educação médica continuada por meio de canais digitais e físicos.

“A Afya quer ser o principal parceiro do médico em toda a sua jornada profissional: desde a graduação até as últimas especializações. Optamos pela Nasdaq porque nossa proposta de valor se baseia no trinômio educação, saúde e tecnologia e lá há empresas com dinâmicas de negócio similares. Estamos criando educação médica disruptiva, conectada com o presente e voltada para a aprendizagem em todas as fases da carreira médica”, afirmou Virgílio Gibbon, CEO da Afya Educacional.

No Brasil, o grupo está presente em oito estados e tem mais de 36 mil alunos, a maioria na graduação (25 mil estudantes na graduação), 1.550 em pós-graduações médicas e 9 mil em cursos preparatórios para provas de residência médica, provas de título e especializações. A Afya, desconhecida do grande público, foi concebida pelo atual ministro da Fazenda, Paulo Guedes, quando ele era sócio da Bozano Investimentos. Leia mais em exame 19/07/2019




Com hambúrguer vegetal, Fazenda Futuro recebe aporte e é avaliada em US$ 100 milhões

Startup foi fundada pelo brasileiro Marcos Leta, dos sucos Do Bem, e quer competir com mercado de carnes com versão vegana

Astartup brasileira Fazenda Futuro, fundada pelo empreendedor Marcos Leta, recebeu um aporte de US$ 8,5 milhões (R$ 31 milhões) em sua primeira rodada de investimento externo. Dona do "Futuro Burguer", hambúrguer vegetal que imita a carne bovina, a startup atingiu valor de mercado de US$ 100 milhões (R$ 373 milhões).

A rodada foi liderada pelo fundo brasileiro de venture capital Monashees, maior investidor local das startups Rappi, Loggi e 99. Também teve participação da Go4it Capital.

Fundada em abril, a Fazenda Futuro chegou ao mercado com a proposta ambiciosa de competir com o mercado de carnes. Em dois meses, seu hambúrguer vegano chegou a mais de 1,3 mil pontos de venda.

Com o investimento, a startup planeja acelerar seu plano comercial, desenvolver estrutura fabril e focar em inovação. O maior objetivo, segundo Leta, é tornar o Futuro Burguer mais barato que as carnes comuns, ganhando mais competitidade nesse mercado.

"O primeiro passo já foi dado ao criar uma nova categoria nas gôndolas dos supermercados, colocando o nosso produto lado a lado as carnes de origem animal. Agora, vamos acelerar os planos para cumprir a nossa meta mais cedo", afirma... Leia mais em epocanegocios 19/07/2019



Acionistas da IRB Resseguros levantam R$7,4 bi em oferta de ações

A resseguradora IRB Brasil Resseguros estabeleceu preço de ação em 88 reais em uma oferta secundária fechada na noite de quinta-feira, informou a companhia nesta sexta-feira em fato relevante.

O governo brasileiro e a BB Seguros, ambos acionistas do IRB, levantaram cerca de 7,4 bilhões de reais com a oferta, como parte de um plano mais abrangente do presidente Jair Bolsonaro de vender ativos.

A BB Seguros é uma subsidiária da BB Seguridade, que por sua vez pertence ao Banco do Brasil. Em comunicado, o BB disse que estima impacto positivo no resultado do terceiro trimestre de 2019 do banco de aproximadamente 1,6 bilhão de reais com a operação.

O preço da oferta teve um desconto ao redor de 2% em relação ao preço de fechamento da ação na quinta-feira, de 90 reais. O papel acumula queda de 8,4% nos últimos 30 dias, após os acionistas divulgarem a intenção de se desfazerem de fatia na empresa.

As unidades de banco de investimentos do Banco do Brasil, Bank of America, Banco Bradesco, Caixa Econômica Federal [CEF.UL], Citigroup, Itaú Unibanco e UBS coordenaram a operação.

As ações distribuídas na oferta começam a ser negociadas na bolsa paulista B3 na próxima segunda-feira. Após a oferta, os bancos privados Bradesco e Itaú continuarão como os principais acionistas do IRB, com uma participação de 15,2% cada.

Ele não podem vender suas fatias pelos próximos seis meses.

No começo do ano, um fundo gerido pela Caixa Econômica Federal vendeu sua participação de 8,9% no IRB em uma oferta de ações a 91 reais por papel. Por Carolina Mandl e Tatiana BautzerSÃO PAULO (Reuters) - .. leia mais em dci 19/07/2019



Generali compra Tranquilidade por 600 milhões de euros

A Bloomberg avança que a Generali foi a vencedora da corrida à compra da Tranquilidade. Para trás ficam os espanhóis da Catalana Occidente. Para o CEO da Generali, este é um “passo importante” no reforço da liderança na Europa.

A Generali foi a vencedora da corrida à compra da Tranquilidade. Isto numa operação avaliada em 600 milhões de euros. Para trás ficam os espanhóis da Catalana Occidente.

Os italianos da Generali chegaram a acordo com a Apollo para comprar a totalidade da Seguradoras Unidas por 510 milhões de euros e da AdvanceCare por outros 90 milhões, uma informação avançada pela Bloomberg e confirmada pela Generali. Ficam ainda a faltar a aprovação dos reguladores para que esta operação possa ficar de facto concluída.

Esta compra “permite-nos otimizar o posicionamento estratégico no país, aproveitar oportunidades de crescimento futuras e alcançar sinergias de custo significativas”, afirma o CEO da Generali, Jaime Anchústegui Melgarejo, notando ainda que este “é um passo importante” para reforçar a “liderança na Europa”.

Para a Apollo, a “concretização desta operação permitirá à Seguradoras Unidas e à AdvanceCare a aceleração da bem-sucedida jornada de crescimento, a ampliação das oportunidades de desenvolvimento para os seus colaboradores, e o fortalecimento da proposta de valor para clientes e parceiros”.

A Generali era já apontada pela agência como a favorita à compra da seguradora. Por um lado, porque era a que tinha apresentado a proposta mais elevada. A Apollo previa encaixar entre 500 e 600 milhões de euros. Por outro, pelo facto de já ter uma presença consolidada no mercado português.
A operação foi assessorada por três bancos de investimento: Société Générale, Jefferies e Arcano Partners, revelou a Reuters.

Segundo as notícias publicadas nos últimos meses eram seis as empresas interessadas na compra da Tranquilidade: Mapfre, Ageas, Generali, Zurich, Allianz e, mais recentemente, a Catalana. As propostas da Allianz e da Ageas foram acabaram por ser afastadas por serem muito baixas, enquanto a espanhola Mapfre acabou por decidir desistir da oferta, conforme avançou a Reuters.

Foi em setembro do ano passado que a agência norte-americana que a Apollo Global Management estaria a explorar a venda da seguradora Tranquilidade.

A Apollo concluiu a compra da Tranquilidade em 2015 ao Novo Banco. Esta operação permitiu ao Novo Banco encaixar 40 milhões de euros, sendo que a Apollo injetou 150 milhões para aumentar o capital da seguradora. Autor: Rita Atalaia Referência: Jornal de Negócios – Portugal .. Leia mais em. capitólio 1/07/20198



Banco Inter fará oferta primária de units que pode girar até R$ 1,27 bi

A distribuição ocorrerá primeiro para os acionistas atuais, na Oferta Prioritária, e depois investidores institucionais locais e estrangeiros
OBanco Inter anuncia oferta pública de distribuição primária, com esforços restritos de colocação, de certificados de depósitos de ações (units). Cada unit é representada por uma ação ordinária e duas preferenciais - o banco explica, em fato relevante, que o preço por ação na oferta será correspondente a um terço do preço por unit. As units começam a ser negociadas nesta sexta-feira, 19, na B3.

Serão 26 milhões de ON e 52 milhões de PN, quantidade que poderá ser acrescida em até 20,0%, ou 5,2 milhões de ON e 10,4 milhões de PN em lote adicional. Assim, ao preço do fechamento de quinta-feira, R$ 13,60 a ação preferencial, e previsão de R$ 40,80 a unit, a oferta pode girar até R$ 1,27 bilhão com o lote adicional.

O preço será definido após conclusão do procedimento de bookbuilding, iniciado nesta sexta e que se encerra dia 29. O início da negociação na B3 das units objeto da oferta será 31 de julho. A distribuição ocorrerá primeiro para os acionistas atuais, na Oferta Prioritária, e depois investidores institucionais locais e estrangeiros.

Os acionistas controladores Rubens Menin Teixeira de Souza e João Vitor N. Menin Teixeira de Souza renunciaram ao seu direito de prioridade. Não haverá distribuição parcial, de modo que se não houver demanda para a subscrição da totalidade das ações e das units até o fechamento o book, a oferta será cancelada. Os bancos coordenadores são Bradesco BBI (líder), Goldman Sachs, BTG Pactual, JPMorgan, Santander e Caixa Econômica Federal... Leia mais em epocanegocios 19/07/2019



PepsiCo compra empresa de alimentos da África do Sul por US$ 1,7 bi

A PepsiCo fechou acordo para adquirir, em totalidade, a empresa sul-africana Pioneer Food, num movimento de expansão no mercado africano. O valor da transação é de US$ 1,7 bilhão. .. leia mais em valoreconomico 19/07/2019



AB Inbev vende subsidiária australiana por US$ 11,3 bilhões

A Anheuser-Busch InBev (AB InBev), maior cervejaria do mundo e controladora da Ambev, fechou um acordo para a venda da sua subsidiária australiana para o grupo japonês Asahi Group Holdings por US$ 11,3 bilhões, incluindo dívidas. .. Leia mais em valoreconomico 19/07/2019