21 março 2019

Para gestores, ciclo de crescimento da Bolsa brasileira está apenas no início

Em evento da XP Private, Occam Brasil e XP Asset mostraram otimismo com mercado, apesar de riscos vinculados à desaceleração externa

Embora o rompimento do simbólico nível dos 100 mil pontos pelo Ibovespa tenha sido motivo de comemoração para qualquer investidor alocado no mercado, a marca também despertou preocupação especialmente por parte dos mais cautelosos.

Perguntas sobre se a Bolsa ficou cara, se ainda faz sentido investir, quais setores continuam atrativos e em que momento o cenário positivo pode sofrer um revés têm circulado no mercado, especialmente dentre investidores menos experientes aos riscos de renda variável.

Mas, se depender do otimismo que parte dos gestores de fundos têm expressado, não há motivos para pânico, ainda que existam preocupações no horizonte.

Para Carlos Eduardo Rocha, o Duda, que comanda a Occam Brasil, que gere cerca de R$ 3 bilhões em fundos multimercado, de ações e cambial, a Bolsa é o ativo número 1 do momento, seguido por juros e depois câmbio... Leia mais em infomoney 21/03/2019

21 março 2019



Banco Inter: Squadra vende, mas ação dispara

A Squadra está vendendo parte de sua posição no Banco Inter, mas a ação está subindo. Entre ontem e hoje, a gestora de Guilherme Aché — que no IPO do banco havia comprado 11% das ações PN do Inter — reduziu sua posiç...

As vendas elevaram a liquidez do papel de R$ 18 milhões/dia para R$ 80 milhões ontem e R$ 72 milhões hoje....Leia mais em braziljournal 21/03/2019https://braziljournal.com/banco-inter-squadra-vende-mas-acao-dispara



Telecom Italia pode vender TIM Brasil por oferta “muito boa”, diz fonte Londres

A Telecom Italia venderia sua participação na TIM Participações para reduzir sua dívida somente se recebesse uma oferta muito boa pela unidade brasileira, disse na quinta-feira, 21, uma fonte próxima ao assunto.

A fonte acrescentou que a TIM Brasil era parte importante do mais recente plano de negócios da Telecom Italia.

Segundo o jornal italiano Il Messaggero, o presidente-executivo da Telecom Italia, Luigi Gubitosi, disse a investidores em reuniões organizadas pelo Citi em Paris nesta semana que vender a TIM Brasil ou reduzir a participação da Telecom na unidade de torres sem fio INWIT são opções possíveis para reduzir a grande dívida do grupo... Leia mais em exame 21/03/2019



Planalto tenta acelerar privatização da Eletrobrás

Para reforçar os cofres do Tesouro Nacional e elevar o ânimo dos investidores, o governo decidiu acelerar os planos de privatização da Eletrobrás.

Após sinalização de que o processo ficaria para 2020, os Ministérios de Economia e de Minas e Energia decidiram colocar o pé no acelerador na tentativa de viabilizar uma solução ainda este ano. O modelo deve ser definido até junho.

A previsão é que a arrecadação chegue R$ 12,2 bilhões.Enquanto o MME defende a capitalização e pulverização do controle da companhia, o Ministério da Economia estuda a possibilidade de que as subsidiárias da Eletrobrás sejam transferidas para outra empresa do grupo, a Eletropar, e vendidas separadamente.

A secretária executiva do Ministério de Minas e Energia, Marisete Pereira, disse ao Estadão/Broadcast que o modelo mais adequado é o de capitalização. Desta forma, a Eletrobrás lançaria novas ações ao mercado, mas o governo, que hoje detém 60% da companhia, não compraria esses papéis, reduzindo sua fatia a cerca de 40%.

Assim, deixaria o controle da Eletrobrás, mas manteria poder considerável por meio de ações especiais golden share, ação especial que garante poder de veto em alguns pontos.Trata-se do mesmo modelo proposto durante o governo Michel Temer, mas a União ainda estuda a melhor forma de "blindar" as subsidiárias Eletronuclear e Itaipu, que precisam permanecer sob controle estatal.

A União não pode abrir mão do controle da Eletronuclear, pois a exploração é monopólio constitucional da União, e nem de Itaipu Binacional, sociedade com Paraguai.

Já o secretário especial de Fazenda do Ministério de Economia, Waldery Rodrigues Filho, defendeu o "drop down", em que controladas - Chesf, Eletronorte, Furnas e Eletrosul- seriam repassadas à Eletropar, uma das subsidiárias do grupo, para a privatização.

A informação foi dada em entrevista ao Estadão/Broadcast, publicada na terça-feira, 19. Nesse modelo, a Eletrobrás também continuaria com Itaipu e Eletronuclear, e a venda das controladas seria feita de forma separada.

A alternativa do Ministério da Economia embute o risco de que a venda de certas subsidiárias não se concretize. "Podemos ter êxito na venda de uma e receber outorga, e nas demais não prosperar. Esse modelo tem gestão mais restrita.

Já no modelo de capitalização, só dependemos do apetite do mercado", disse a secretária do MME. Além disso, ela destacou que há chance de que as empresas sejam compradas por um único operador, concentrando o setor... Leia mais em dci 21/03/3019




Cade amplia prazo para CSN vender ações da Usiminas

O Conselho Administrativo de Defesa Econômica aprovou pedido da CSN para postergar o prazo para a empresa vender suas ações da concorrente Usiminas, como antecipou na tarde de ontem, com exclusividade, o Valor PRO, serviço de informações em tempo real do Valor. .. Leia mais em valoreconomico 21/03/2019



Trident toma dianteira em negociação de Pampo e Enchova com Petrobras, dizem fontes

A Trident Energy, subsidiária da Warburg Pincus, está em negociações exclusivas com a Petrobras para adquirir um par de polos petrolíferos brasileiros, disseram duas fontes com conhecimento sobre o assunto esta semana, enquanto a estatal se move para realizar desinvestimentos.

A Petrobras havia concordado em julho em entrar em negociações exclusivas com a Ouro Preto Óleo e Gás, brasileira do setor apoiada pela empresa de private EIG Global Energy Partners, para vender seus clusters de petróleo em águas rasas de Pampo e Enchova, no litoral do Rio de Janeiro.

Na época, os clusters foram avaliados em cerca de 1 bilhão de dólares. No entanto, a Ouro Preto depois cortou sua oferta para os campos, fazendo com que a Petrobras saísse da mesa de negociação, informou a Reuters em janeiro.

Desde então, a Petrobras entrou em negociações exclusivas com a Trident Energy, que fez ofertas pelos campos em 2018, mas não entrou em negociações diretas com a Petrobras anteriormente porque sua proposta estava abaixo da realizada pela Ouro Preto, de acordo com as fontes.

Criado por ex-executivos da petrolífera independente anglo-francesa Perenco em 2016, o portfólio da Trident é composto por ativos de produção localizados na Guiné Equatorial. Uma aquisição dos clusters Pampo e Enchova na Bacia de Campos do Brasil marcaria sua primeira posição fora da África.

A Petrobras e a Trident não responderam aos pedidos de comentários.A Petrobras está atualmente desinvestindo uma ampla gama de campos petrolíferos maduros, onshore e offshore, entre outros ativos, em uma tentativa de reduzir dívidas e ampliar o foco nas águas profundas do pré-sal do Brasil.

Na semana passada, o presidente da Petrobras, Roberto Castello Branco, disse esperar que a empresa conclua 10 bilhões de dólares em desinvestimentos nos primeiros quatro meses de 2019.

A negociação rápida da Petrobras com a Trident, após o colapso das conversas com a Ouro Preto, ilustra a determinação da empresa de avançar com essas vendas de ativos. No entanto, eles também ilustram a natureza muitas vezes complexa desses desinvestimentos.

Caso a Petrobras e a Trident cheguem a um acordo, disseram as fontes, a Petrobras provavelmente realizará uma rodada final de novas ofertas, na qual partes concorrentes, incluindo a Ouro Preto, podem apresentar propostas finais para Pampo e Enchova, desde que essas ofertas tenham os mesmos termos contratuais dos propostos pela Trident.

Juntas, Pampo e Enchova produziram quase 39 mil barris de óleo equivalente por dia, segundo dados de julho, tornando-se o maior ativo de produção madura no portfólio de desinvestimento da Petrobras.  Por Gram Slattery e Carolina Mandl (Reuters) - Leia mais em dci 20/03/2019



Acqua fecha aquisição e aposta em novas consolidações

A Acqua Investimentos, do grupo de grandes escritórios de agentes autônomos ligados à XP Investimentos, fechou a aquisição da carteira da Terranova.

Com a movimentação, acrescentou um volume R$ 320 milhões, quatro assessores e chegou a um patrimônio de mais de R$ 3 bilhões. .. Leia mais em valoreconomico 21/03/2019



Luiza Trajano: “O propósito é a espinha dorsal de uma empresa”

Empresária se apresentou durante o CCLAC 2019, evento sobre capitalismo consciente realizado em São Paulo

Propósito, amor, respeito, intuição, muito trabalho e um tanto de fé. Essa é a receita do sucesso de Luiza Trajano, presidente do conselho de administração do Magazine Luiza. Ela sabe do que fala. Sua empresa, com quase mil lojas pelo país e uma presença digital invejável, faturou R$ 20 bilhões em 2018. Mesmo assim, reforça: “o propósito deve estar acima do dinheiro e do ego”.

Luiza se apresentou durante o “Capitalismo Consciente Latin-American Conference 2019”, evento que acontece em São Paulo. Durante sua apresentação, não falou somente do império fundado por seu tio e administrado por ela mesma ao longo das últimas décadas, mas discutiu a importância da humanização dentro do dia a dia de um negócio.

Na sua visão, respeito à diversidade, cuidado com a equipe, olhar com “carinho” para os clientes e se atentar às novas tecnologias foram elementos que fizeram a diferença na história do Magazine Luiza. Outro tópico de extrema relevância dentro da companhia é a questão das mulheres. “Vocês não sabem a revolução que foi uma mulher vir do interior entrar num mercado repleto de homens”, diz ela ao público presente.

Luiza é fundadora do Grupo Mulheres do Brasil, rede criada em 2013 por mulheres executivas, com o intuito de engajar a sociedade por meio do empreendedorismo feminino. Ao longo do painel, lembrou de situações marcantes na sua história. “Quando comecei, esperavam que as empresárias fossem bravas e usassem um determinado tipo de roupa. Mas eu mantive meu feminino. Eu não uso calça comprida para trabalhar. Segui meu coração, certa de que não podia perder minha essência”, diz.

Intuição, inclusive, é outra palavra mandatória para Luiza. Ao menos, foi o que garantiu à empresária a certeza de que estava no caminho certo. “Fui muito criticada quando comecei a me arriscar”, afirma. A saída foi se agarrar ao objetivo — e à fé — para continuar em frente. “Quando você sabe o que quer, fica mais fácil.”

Segundo a empresária, o que ela queria era ir além do lucro. “Também queria uma empresa que fosse boa para as pessoas e com propósito. O propósito é a espinha dorsal de uma empresa”, diz.

Das decisões arriscadas que diz ter tomado, cita dois exemplos: quando fez a transformação digital do negócio e uma parceria fechada com um fundo de investimentos. Alguns anos depois, pode-se dizer que a primeira decisão deu muito certo — são mais de R$ 4 bilhões em vendas nas plataformas digitais e nas lojas físicas.

A segunda, no entanto, serviu como aprendizado. Luiza não dá detalhes do caso, mas conta que o fundo havia aportado R$ 40 milhões no negócio. Segundo ela, o dinheiro ajudaria muito a empresa — e a família Trajano — naquele momento. A parceria, porém, não se mostrou frutífera. Os responsáveis pelo fundo começaram a mudar demais o negócio — e Luiza viu seu propósito se perdendo pelo caminho.

O que ela decidiu fazer? Cancelou o contrato e devolveu o aporte. Depois de 15 dias, viu o antigo Unibanco se interessar e investir no negócio. Dessa parceria, a Magazine Luiza colheu frutos que ela entende que jamais colheria se ainda tivesse com os primeiros investidores. “Querem saber uma regra de ouro? Os valores da empresa têm que estar nos sócios, não no papel”, afirma a empresária, sob aplausos da plateia.

Empresa de mulheres
Uma questão que Luiza não deixa passar em branco é o combate ao assédio que, segundo ela, “é um dos pontos mais fortes da empresa”. A empresária conta que, um ano atrás, o Magazine Luiza fez uma pesquisa com todos seus funcionários, a fim de saber se todos sabiam o que era considerado assédio sexual e/ou moral.

A partir das respostas, desenvolveu um programa de proteção às funcionárias — tanto no ambiente de trabalho, quando em ambientes pessoais. Durante esse período, surgiram a proibição da frase “é só uma brincadeira” e a campanha publicitária “Eu meto a colher sim”, em referência às mulheres que sofrem de violência doméstica. Além disso, a rede desenvolveu um aplicativo para mulheres denunciarem casos de assédio e, mensalmente, líderes se reúnem para discutir a questão.

“Mesmo assim, dois meses atrás, tivemos um gerente que agrediu sua esposa. Se isso acontece na minha empresa, onde eu batalho tanto, imagine lá fora?”, diz. No fim, insiste Luiza, é tudo sobre o tal do propósito. “Não pode ser só dinheiro. Essa vai ser a grande salvação das empresas.”.. Leia mais em epocanegocios 21/03/2019



Fusão de Aliansce e Sonae Sierra pode criar empresa de shoppings de R$ 6 bilhões

Ações reagem em alta à notícia de que empresas possuem um acerto preliminar para combinar seus negócios. Juntas, elas possuem administração ou detêm participação em 39 shoppings
21 de março de 2019  11:16

As empresas de shopping centers Aliansce e Sonae Sierra Brasil negociam uma combinação de seus negócios. Um negócio que é bom acompanhar de perto, já que ambas as companhias possuem ações na bolsa.

A transação pode criar uma companhia com valor de mercado da ordem de R$ 6 bilhões, com base nas cotações das ações ontem. Juntas, as empresas possuem administração ou detêm participação em 39 shoppings.

Em comunicado encaminhado à Comissão de Valores Mobiliários (CVM), a Aliansce e a Sonae Sierra informaram que assinaram um memorando de entendimentos não vinculante com acertos preliminares.

As ações de ambas as empresas sobem hoje na bolsa. Por volta das 11h, os papéis da Aliansce eram negociados em alta de 2,02% e os da Sonae Sierra, de 1,72%.

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As conversas entre as empresas acontecem desde o ano passado, mas podem avançar diante do avanço da concorrência. A brMalls, líder no setor, negocia a compra do grupo Almeida Junior, dono de seis shoppings centers em Santa Catarina, segundo informações publicadas na imprensa.

A Aliansce é a segunda maior administradora de shoppings do país, com 20 operações próprias e dez de terceiros. No portfólio da empresa estão, por exemplo, a rede Boulevard em seis cidades, como Brasília, Belo Horizonte e Bauru (SP) e o shopping West Plaza, em São Paulo (SP). O principal acionista da companhia é o fundo canadense CPPIB.

Já a Sonae Sierra Brasil é controlada pelo maior grupo empresarial português. No país, a empresa administra nove shoppings, incluindo o Plaza Sul e o shopping Campo Limpo, em São Paulo... Leia mais em seudinheirio 21/03/2019




20 março 2019

Startup de beleza Glossier levanta US$ 100 milhões e vira unicórnio

Com o aporte, a beautytech fundada por Emily Weiss alcança US$ 1,2 bilhão de valor de mercado

A Glossier, uma das maiores startups de beleza do mundo, recebeu um investimento de US$ 100 milhões em uma rodada série D liderada pela Sequoia Capital. Com o aporte, a beautytech atingiu o valor de mercado de US$ 1,2 bilhões, ganhando também o título de unicórnio (quando uma startup ultrapassa o valor de US$ 1 bilhão).

Também investiram na startup os fundos Tiger Global Management, Spark Capital, Forerunner Ventures, Index Ventures, entre outros. Como parte do investimento, a Glossier contratou Vanessa Wittman como presidente-executiva do setor de finanças (CFO).

A Glossier foi criada em 2014 pela empreendedora Emily Weiss, através de um blog homônimo. A marca, do tipo DNVB, nasceu totalmente digital, mas hoje possui lojas em Nova York e em Los Angeles, nos Estados Unidos. Um de seus diferenciais é a forma como cria os produtos: a Glossier ouve seus clientes para entender quais são as suas verdadeiras necessidades, utilizando a tecnologia como um facilitador. O protetor solar Invisible Shield foi um dos produtos já criados dessa forma.

“Nós estamos criando uma empresa de beleza totalmente nova: uma que é dona de seus canais de distribuição e torna os consumidores seus sócios”, disse Weiss no anúncio do aporte. “Graças ao nosso relacionamento direto com nossos clientes, temos uma inspiração sem fim para novos produtos, experiências e maneiras de criar um negócio – tudo isso enquanto nos mantemos leais aos nossos valores de que a beleza deve ser a celebração da individualidade e das escolhas pessoais”.

Atualmente, a marca possui mais de 200 funcionários e atua nos Estados Unidos, Canadá, Reino Unido, Irlanda, França, Dinamarca e Suécia. A receita da Glossier ultrapassou US$ 100 milhões no ano passado.

Um mercado emergente?
Para Megan Quinn, sócia do Spark Capital, um dos fundos que participou do investimento, o mercado digital de beleza está em ascensão. “Clientes de produtos de beleza estão aumentando sua interação com as marcas e comprando produtos online: até 2024, a expectativa é que as vendas online do mercado de beleza atinjam US$ 120 bilhões em todo o mundo”. Para a investidora, a Glossier se destaca como uma empresa “definidora” desse novo canal e maneira de vender produtos de beleza.
Tainá Freitas Leia mais estares 20/03/2019

20 março 2019



Crusader assina acordo para venda do projeto de ouro Juruena

Valor total da transação pode chegar a R$ 8 milhões. Projeto fica em Mato Grosso... leia mas em noticiasdemineracao 20/03/2019

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Crusader vende para Meteoric Resources de seu Projeto de Ouro Juruena

A Crusader assinou um Termo de Compromisso com a Meteoric Resources Ltd (ASX: MEI) (“Meteoric” ou “MEI”) para a compra de seu Projeto de Ouro Juruena 100%, que compreende os prospectos Juruena e Nova Astro.

O Projeto Juruena Gold está localizado no altamente prospectivo Cinturão de Ouro Juruena-Alta Floresta, que se estende de leste a oeste por> 400 km e historicamente produziu mais de 7Moz de ouro de 40 depósitos de ouro conhecidos... Leia mais em crusaderresources 20/03/2019



DogHero recebe aporte de US$ 7 mi de startup do mesmo negócio

A Rover, marketplace americano de serviços para animais, investiu na DogHero para incentivar expansão da startup na América Latina

A DogHero, startup brasileira de hospedagem e passeio com cachorros, recebeu um aporte de US$ 7 milhões da Rover, um marketplace de serviços para animais. Esse é o primeiro investimento da startup dos Estados Unidos em uma empresa da América Latina.

A DogHero e a Rover possuem modelos de negócios semelhantes, a diferença reside principalmente no tamanho da operação. Criada em 2011, a Rover foi uma das inspirações para a fundação da DogHero em 2014 por Eduardo Baer e Fernando Gadotti.

A Rover está disponível em mais de 14 mil cidades, tendo expandido recentemente sua operação para a Europa. Já a DogHero está disponível em 750 cidades distribuídas no Brasil, Argentina e México, concentrando uma boa parte do mercado da América Latina.

Segundo a GeekWire, a relação da DogHero e Rover não é nova: as empresas já haviam estabelecido uma “amizade”, inclusive com os líderes da DogHero tendo visitado o escritório da Roven em Seattle algumas vezes.

O futuro da DogHero
O aporte será utilizado para a DogHero expandir e fortalecer sua atuação na América Latina. Recentemente, além do investimento, a startup ganhou um reforço: uma parceria com a Rappi. Agora, será possível pedir por passeios da DogHero diretamente pelo aplicativo.

Para a DogHero, essa é uma forma de encontrar ainda mais clientes e, para a Rappi, de se tornar um super aplicativo. Tainá Freitas Leia mais em starse 20/03/2019



Doctolib recebe US$ 170 milhões e entra para a lista de unicórnios

A startup, presente na França e Alemanha, oferece uma plataforma em nuvem para agendamento de consultas médicas e serviços de telemedicina

A healtech francesa Doctolib entrou hoje para a seleta lista de unicórnios — startups avaliadas em US$ 1 bilhão ou mais. A empresa recebeu um investimento de US$170 milhões em uma rodada liderada pela General Atlantic junto com os investidores Accel, Eurazeo, Kernel e Bpifrance. Com o aporte, a startup atingiu um valor de mercado de US$ 1,13 bilhões.

A Doctolib oferece uma plataforma em nuvem para agendamento de consultas na França e Alemanha. O paciente pode baixar o aplicativo, encontrar profissionais de saúde próximos, realizar consultas online ou presenciais e acompanhar o seu histórico. Já os médicos podem pagar uma mensalidade para integrar o seu calendário com o aplicativo da Doctolib. A medida em que os pacientes marcam as consultas, a startup sincroniza as informações automaticamente.

A empresa também atende centros médicos que usam o sistema para agendamentos. Hoje, 75 mil profissionais de saúde usam a plataforma, além de 1400 locais, incluindo clínicas e hospitais. A startup tem um time de 750 pessoas e escritórios em 40 cidades diferentes.

“Nossa missão tem sido a mesma desde o primeiro dia: tornar nosso sistema de saúde mais humano, eficiente e conectado, construindo uma sociedade com milhares de pessoas unidas em torno desses valores”, disse Stanislas Niox-Chateau, um dos fundadores da Doctolib, em um comunicado.

Com o aporte, a startup planeja dobrar seu investimento em tecnologia e sua equipe na França e Alemanha nos próximos 3 anos. Além disso, deseja acelerar a implantação do seu serviço de teleconsultas em toda a rede de profissionais. Para desenvolver novos serviços, a startup tem dois centros de inovação em Paris e Berlim, com uma equipe de 150 engenheiros e desenvolvedores. autor Isabella Carvalho Leia mais em starse 20/03/2019




Almeida Junior negocia venda de seis shopping centers em SC

As negociações para a venda dos seis shopping centers do Grupo Almeia Junior, em Santa Catarina, estariam em fase final, segundo informações de Lauro Jardim. Na disputa pelos ativos estão os grupos BRMalls e Multiplan, que entrou no páreo nas últimas semanas.

De acordo com o site Brazil Journal, fontes próximas às conversas dizem que a Almeida Júnior tem cerca de R$ 1 bilhão em dívida, o que corresponde a 6-7 vezes a geração de caixa, e que o controlador quer receber R$ 1,5 bilhão pelo equity.

A Almeida Júnior tentou fazer IPO no ano passado, mas os investidores consideraram que a concentração geográfica da empresa limitaria o crescimento e não aceitaram pagar a ambição de preço do controlador.

Agora, o processo de venda está sendo liderado pelo Bradesco, um importante credor da Almeida Júnior. O banco estaria disposto a alongar a dívida consideravelmente se a gestão passasse para as mãos da BR Malls. Leia mais em portalmakingof 20/03/2019

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BR Malls negocia compra da Almeida Júnior 

A BR Malls está em negociações para comprar a Almeida Júnior, uma operadora de seis shoppings, todos no estado de Santa Catarina.

As conversas são fluidas, e não há garantias de que as partes chegarão a um acordo. Fontes próximas às conversas dizem que a Almeida Júnior tem cerca de R$ 1 bilhão em dívida — o que corresponde a 6-7 vezes sua geração de caixa — e que seu controlador quer .. Leia mais em braziljournal 20/03/2019



Dona do Ibmec agora é sócia da Singularity

A Adtalem - grupo americano dono do Ibmec e de 13 instituições de ensino no Brasil - adquiriu uma fatia minoritária da Singularity University, referência mundial em temas ligados à inovação.

Com o acordo, a Singularity passa a oferecer cursos on-line com conteúdo em português no país. .. Leia mais em valoreconomico 20/03/2019



F5 adquire a NGINX por US$ 670 milhões

A F5 anuncia que acaba de adquirir a NGINX por US$ 670 milhões. "A aquisição da NGINX acelera a nossa transformação em um vendor de soluções de software e multinuvem", disse François Locoh-Donou, presidente e CEO da F5.

"Vamos agregar as soluções da NGINX de entrega de aplicações de software e gerenciamento de API ao nosso portfólio". A NGINX é uma marca com grande credibilidade e reconhecimento na comunidade de DevOps (desenvolvedores de aplicações), além de forte presença na base de usuários de código aberto. "Com essa aquisição, nós eliminamos a separação entre NetOps (área de infraestrutura de rede) e DevOps (área de desenvolvimento de aplicações) por meio da oferta de serviços de aplicação para todo o ambiente multinuvem".

Para Locoh-Donou, o novo portfólio da F5 fornecerá a todo o mercado — desde o desenvolvedor de aplicações até o engenheiro de redes e o especialista em segurança — as ferramentas que necessitam para assegurar que suas aplicações estejam disponíveis e seguras em todas as plataformas, desde o data center corporativo até as nuvens privadas e públicas.

A F5 aprimorará as atuais ofertas da NGINX com soluções de segurança da F5. Haverá a integração entre as soluções F5 nativas da nuvem com a tecnologia da NGINX de balanceamento de carga de software. Isso irá acelerar o time-to-market da F5 para serviços de aplicação para aplicações conteinerizadas. A F5 irá, também, alavancar globalmente sua força de vendas e ecossistema de parceiros para escalar as oportunidades de venda de NGINX para a empresa.

"A NGINX e a F5 compartilham a mesma missão e visão. Acreditamos que as aplicações estão no cerne do movimento da transformação digital. Para nós, a infraestrutura de aplicações de ponta a ponta — que se estende desde o código até o cliente — é essencial para garantir a entrega de aplicações em um ambiente multinuvem", disse Gus Robertson, CEO da NGINX, Inc. "Graças a essa fusão, a F5 ganha profundidade com soluções projetadas para DevOps, enquanto a NGINX ganha amplitude com acesso a dezenas de milhares de clientes e parceiros".

Após o fechamento da aquisição, a F5 manterá a marca NGINX. Gus Robertson, juntamente com os fundadores da NGINX Igor Sysoev e Maxim Konovalov, se unirá à F5 e continuará no comando da NGINX. Robertson fará parte da equipe sênior de gestão da F5, reportando-se a François Locoh-Donou.

A F5 manterá as operações da NGINX em São Francisco, na Califórnia, e em outras localidades ao redor do mundo... Leia mais em tiinside 19/03/2019



MDS Seguros adquire Ben’s mirando mercado de R$ 200 bi

De olho em um mercado de seguros corporativos que movimenta anualmente R$ 200 bilhões no País, a MDS Brasil, multinacional portuguesa, adquiriu a Ben’s, que há 21 anos atua na administração de seguros de vida e saúde de mais de 200 empresas e 300 mil vidas.

O valor do negócio não foi revelado, mas a intenção da MDS é ampliar sua presença no segmento de benefícios, que já representa 55% dos prêmios geridos pela companhia e somam, no total, mais de R$ 1,5 bilhão.

A Ben’s é uma empresa de médio porte, com cerca de R$ 250 milhões em prêmios emitidos. Referência: Estadão.. Leia mais em capitólio 20/03/2019



Disney fecha compra da Fox após 15 meses de negociações

Após mais de um ano de negociações, a Disney fecha o negócio, que seria de inicialmente US$ 52,4 bilhões mas ficou em US$ 71,3 bilhões

Foi mais de um ano de notícias sobre a fusão da Disney com a divisão de entretenimento da Fox, com diversos empecilhos no caminho, como conflitos de interesse entre os canais esportivos das duas empresas (ESPN e Fox Sports), que rendeu negociações separadas em cada país, incluindo o Brasil. Mas após muito vai e vem, se concretizou a fusão entre as duas empresas, colocando a Disney em posto ainda mais alto no entretenimento mundial.

A negociação foi tão longa que sofreu até mesmo com efeitos da inflação: a transação que seria de inicialmente US$ 52,4 bilhões ficou em US$ 71,3 bilhões. No total, a Disney passa a ter controle dos estúdios Fox de televisão e cinema, os canais FX, National Geographic e todos as suas subsidiárias internacionais, além de um terço do Hulu – a empresa do Mickey agora controla 60% do serviço de streaming, e visa aumentar ainda mais sua participação.

A 21st Century Fox foi dissolvida, e a família Murdoch agora passa agora a controlar a Fox Corporation, que detém a Fox Broadcasting, Fox New e Fox Sports (essa apenas nos Estados Unidos). No último dia 15 de março, a Disney anunciou que fechou acordo com os acionistas da Fox: cerca de 52% escolheram por receber US$ 38 por ação da empresa, enquanto 37% preferiram receber sua parte em ações da Disney. Os que não se decidiram até a data receberão metade da compensação em dinheiro e outra metade em ações.

As ações da Disney foram pouco impactadas com o anúncio com o anúncio da fusão, em dezembro de 2017, mas desde a metade de fevereiro deste ano, os papéis da empresa estão com tendência de alta em antecipação a conclusão da transação. Está 7% mais cara do que há um ano.

Em termos práticos, a Disney passa agora a ter direito sobre as propriedes intelectuais da Fox, como os X-Men, Quarteto Fantástico e Deadpool, que devem estar disponíveis no serviço de streaming da empresa, o Disney+, programado para ser lançado neste ano. Leia mais em istoedinheiro 20/03/2019




Previ vê momento para vender ativos

Com o Ibovespa na casa dos 100 mil pontos, aumentam as oportunidades de vendas de ativos para a Previ, fundo de pensão dos funcionários do Banco do Brasil, que tem R$ 90 bilhões aplicados em renda variável apenas no Plano 1, de benefício definido.

A estratégia é reduzir a concentração no segmento, que hoje responde por quase 50% dos investimentos, mas não será fácil a missão de reaplicar o dinheiro, em meio a ações mais caras e menor atratividade dos títulos de renda fixa. .. Leia mais em valoreconomico 20/03/2019



Cosan vai participar do leilão da Norte-Sul

O grupo Cosan, do empresário Rubens Ometto Silveira Mello, vai participar nos próximos dias de leilões de privatização de terminais portuários e da concessão da ferrovia Norte-Sul. Criada originalmente como produtora de açúcar e etanol, a companhia está elevando suas apostas em ativos de infraestrutura no País.

Na próxima sexta-feira, 22, a Raízen (joint venture formada entre Shell e Cosan) vai participar do leilão de quatro terminais portuários de granéis líquidos – três deles no porto de Cabedelo (PB) e um em Vitória (ES). A Raízen também sinalizou interesse nas áreas portuárias que serão leiloadas no início de abril, no Porto de Belém.

O governo federal pretende oferecer ao mercado, até o fim do ano, 17 áreas de arrendamentos de terminais portuários, que devem exigir R$ 2,5 bilhões em investimentos, afirmou o diretor do Programa de Parcerias de Investimentos (PPI) responsável pela área portuária, Diogo Piloni da Silva.

No fim do mês, a Rumo, que é dona da ex-ALL, vai fazer uma oferta no leilão da Norte-Sul. A concessão de cerca de 1,5 mil quilômetros de malha ferroviária, que liga Porto Nacional (TO) a Estrela D’Oeste (SP), tem lance mínimo de R$ 1,35 bilhão e prevê investimentos de R$ 2,8 bilhões.

O grupo está analisado os detalhes do edital desde sexta-feira passada. “São cerca de 300 páginas que recebemos de questionamentos feitos por interessados no edital”, disse Júlio Fontana, presidente da Rumo. A Norte-Sul é complementar aos negócios do grupo que, por meio da ex-ALL, é responsável pelo escoamento da produção de grãos do Centro-Oeste do País para o porto de Santos (SP). A companhia avalia, no momento, quais são os riscos da Norte-Sul, que demandam pesados investimentos para o futuro dono da concessão.

A jornalistas, o presidente da Cosan, Marcos Lutz, afirmou estar otimista em relação à retomada econômica neste ano. Mas, segundo ele, o crescimento da economia está ligado à aprovação da reforma da Previdência. Os executivos do grupo realizaram ontem o “Cosan Day”, com investidores.

Privatização

Lutz afirmou que o grupo também vai avaliar as refinarias que serão colocadas à venda pela Petrobrás. Não há, contudo, interesse firme em entrar neste segmento. “Temos a obrigação de olhar esses ativos, mas o grupo não tem interesse de diversificar para este tipo de negócio.”

Ativos de gás também estão no radar da companhia, que é controladora da Comgás, maior empresa de gás canalizado do País.

Maior produtor de açúcar e álcool do País, a companhia deverá fazer este ano a maior renovação de área para cana dos últimos dez anos.

A empresa detém quase 900 mil hectares plantados no País e elevará os investimentos nos canaviais, um ano após o período de seca que afetou as áreas plantadas. /COLABOROU LUCIANA COLLET As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. Leia mais em istoedinheiro 20/03/2019



19 março 2019

Na venda do São Francisco, Intermédica e Amil são favoritas

 (Mas a Hapvida também está no páreo)

Executivos da UnitedHealth estão se acostumando com o calor de Ribeirão Preto. O presidente da Amil, Cláudio Lottenberg, e Molly Joseph, a CEO para as operações internacionais da UnitedHealth, já estiveram na cidade pelo menos duas vezes para conversas com o Grupo São Francisco.

As ofertas pelo grupo — um dos negócios hospitalares mais redondos do País — devem ser submetidas no dia 12 de abril à Goldman Sachs, que assessora os vendedores.

Fundado há mais de 100 anos em Ribeirão Preto, o São Francisco é uma rede de oito hospitais, cem unidades pr... Leia mais em braziljournal 19/03/2019

19 março 2019



Foco de investimentos da Cosan neste momento é o portfólio atual

O foco de investimentos da Cosan neste momento é o portfólio atual da companhia, o que pode passar pela recompra de ações do grupo, destacou a diretoria durante reunião com analistas e investidores. Embora a empresa não descarte potenciais aquisições, a avaliação da administração é de que o baixo valor de mercado das empresas que compõem o grupo neste momento torna pouco atrativas potenciais operações.

“Se houver um ativo a ser adquirido mais atrativo que as próprias ações, vamos fazer, mas neste momento risco-retorno de comprar ação é imbatível”, disse o presidente da companhia, Marcos Lutz.

Durante apresentação, o vice-presidente de Finanças e diretor de relações com Investidores da Cosan, Marcelo Martins, destacou que foram investidos nos últimos três anos R$ 6 bilhões em recompra de ações, sendo a mais recente a de papéis da Comgás. “Não existe melhor investimento do que a recompra de ações do grupo. Maior forma de construir valor para nós e nossos acionistas é olhar para dentro de portfólio”, disse, acrescentando que a companhia está preparada para fazer “muito mais do que já fez”.

Lutz afirmou que todos os papeis das companhias do grupo são avaliados como estando a preços baixos e portanto há propensão para comprar ações de todas essas empresas, desde que haja boa estrutura de capital, alguma com intenção de investidores de vender ou que possa lançar operação de mercado. Ele salientou que não há decisão de deslistar a Cosan Limited (CZZ) ou a Comgás.

A Cosan Limited é o ativo mais barato, onde há maior desconto, mas como a administração também avalia a liquidez dos papeis, não houve foco total na compra desses papeis, segundo o presidente.

Lutz também comentou que o plano de longo prazo do grupo é ter uma estrutura mais simples, com uma holding e as empresas operacionais listadas, mas salientou que não há prazo para que isso ocorra nem “um caminho claro definido. “A decisão não está tomada de qual aberta e qual fechada”, disse.

Martins também comentou que a ideia é de que o fluxo de dividendos da Cosan siga crescendo ao longo do tempo e que serão distribuídos proventos, especialmente à medida que não haja investimento significativo a ser feito. Estadão Conteúdo Leia mais em istoedinheiro 19/03/19 



Para IPO em 2020, Madero projeta elevar lucro em 50%

O grupo Madero trabalha para lançar uma oferta pública inicial de  ações (IPO, da sigla em inglês) em 2020, a partir do segundo trimestre do ano, quando será possível basear a operação no balanço consolidado de 2019, diz o sócio e fundador  Luiz Durski Junior.

Para um IPO em 2020, o comando da rede projeta atingir lucro antes de juros, impostos, amortização e depreciação (Ebitda) de R$ 300 milhões neste ano — alta de 50% sobre 2018. .. Leia mais em valoreconomico 19/03/2019



Três grupos apresentam propostas por terminais portuários em PB e ES

Ao menos três grupos representando investidores passaram hoje pela B3 para apresentar propostas pelos terminais portuários que serão leiloados na próxima sexta-feira.

O governo prevê o arrendamento de quatro terminais na sexta-feira, sendo três na Paraíba no Porto de Cabedelo e um em Vitória, capital capixaba. Os investimentos previstos nos quatro terminais somam R$ 199 milhões... Leia mais em valorconomico 19/03/2019



Estas três startups de tecnologia receberam investimento de R$ 1 mi

Duas fintechs e uma startup de terapia online receberam um investimento que soma 1 milhão de reais da Superjobs, venture capital que conta, agora, com 33 empresas em seu portfólio.

Uma delas é a Firgun, plataforma de crédito coletivo (peer-to-peer) para pequenas empresas de empreendedores de baixa renda. O objetivo é atender a uma parcela do público que pode não conseguir financiamentos da forma tradicional em bancos.

Já a Rocketpass é voltada ao setor de meios de pagamentos, controle de acesso e emissão de bilhetes. O foco são os eventos de médio e grande porte, ramo no qual atua desde 2015.

A terceira a receber o aporte da Superjobs é a Vittude, uma plataforma que conecta psicólogos a pacientes. Ela oferece aconselhamento via chat e também trabalha com atendimentos presenciais. A startup rivaliza com a FalaFreud, que também atua no Brasil, mas com atendimento prioritariamente via internet.

André Martins, publicitário e cofundador da Superjobs, vê que as empresas têm ligação com sua proposta de negócios, uma vez que eles têm impacto direto nas vidas das pessoas. “Estamos expandindo o nosso portfólio e investindo em negócios que têm impacto direto na vida das pessoas”, diz, em nota, Martins, que fundou o venture capital junto com o administrador de empresas Marcos Botelho, em 2016. .. Leia mais em exame 19/03/2019



Nexo Jornal recebe aporte milionário

Após mais de três anos em atividade, site brasileiro recebe cerca de R$ 3,4 milhões. Aporte ao Nexo Jornal foi feito pela Luminate

Em três anos e três meses de operação, o brasileiro Nexo Jornal se tornou referência regional e global de jornalismo digital. Além dos prêmios internacionais que recebeu neste período, outro indício significativo desta posição é que o jornal acaba de receber um apoio no valor de US$ 920 mil (cerca de R$ 3,4 milhões) da Luminate, organização do grupo Omidyar que tem apostado em meios jornalísticos independentes ao redor do mundo como propulsores de mudanças sociais e guardiões da democracia.

O Nexo anunciou no fim de janeiro a parceria, que será voltada a ampliar o alcance e o impacto do jornalismo de contexto produzido pelo meio brasileiro, financiado até o momento pelo investimento de seus cofundadores mais a receita de assinaturas.

“Há muita afinidade entre a missão da Luminate e a visão do jornal”, disse Paula Miraglia, cofundadora e diretora do Nexo, ao Centro Knight. O apoio, segundo ela, “é um reconhecimento da qualidade do nosso trabalho e do Nexo como ator importante no jornalismo no Brasil. Se você olhar para outros projetos que a Luminate apoia no mundo, são iniciativas que estão pensando o jornalismo de forma muito inovadora”.

O grupo Omidyar foi fundado e é financiado integralmente pelo franco-americano Pierre Omidyar, cofundador do eBay, e por sua esposa, a bióloga Pam Omidyar. O grupo reúne uma série de iniciativas, empresas e organizações filantrópicas, como a Luminate, que se dedicam a catalisar impacto social. Entre os meios que são ou já foram apoiados pelo grupo na região estão os sites Agência Pública (Brasil), El Faro (El Salvador), Ojo Público (Peru) e Chequeado (Argentina) e o impresso La Diaria (Uruguai).... Texto produzido por Carolina de Assis. Material publicado originalmente no site do Knight Center for Journalism in the Americas Leia mais em colunapolitica 19/03/2019



Como surgiu a MoObie, startup líder em compartilhamento de carros no Brasil

Com 10 mil parceiros e 250 mil usuários em mais de 100 cidades, startup melhora trânsito e traz renda extra para sua rede de colaboradores

Tamy Lin, de 40 anos, é a fundadora e CEO da MoObie, a maior startup de compartilhamento de carros do Brasil. A outrora diretora executiva da Smiles, Lin teve passagem pela consultoria BCG e pela empresa de telecomunicações GVT. Desde a adolescência, em Campo Grande (MS), sempre pensou no gargalo da mobilidade urbana como um dos desafios do país.

No entanto, toda sua carreira no mundo corporativo esteve distante dessa área – com exceção de uma breve passagem pela Secretaria de Transportes do Estado de São Paulo. Para se reconectar com seus propósitos, ela resolveu viver um período sabático, que no final das contas a pôs em contato com boas práticas e modelos de negócio de compartilhamento de carros.

Impacto social positivo
Com a ambição de se reinventar profissionalmente e gerar impacto positivo na sociedade, em 2017 nasceu a MoObie. A modalidade de compartilhamento eleita pela fundadora foi a peer to peer, visando otimizar a frota existente no país, em que um parceiro oferece seu automóvel para um cliente por diárias que variam de 30 a 60 reais – os preços são sugeridos pela startup, seguindo a tabela Fipe.

Os parceiros que disponibilizam seus veículos conseguem gerar uma renda extra média de 800 reais. “Tem pessoas que chegam a tirar até 2 mil reais, tem outras que só alugam só por alguns dias, gerando 300, 400 reais. Existem outras pessoas que estão desempregadas e fazem da MoObie a sua única fonte de renda”, explica a CEO, que é administradora de empresas pela FGV-SP com MBA na Universidade de Northwestern.

Os veículos disponíveis podem ter no máximo 10 anos e 100 mil quilômetros rodados. Atualmente, a startup tem 250 mil usuários e 10 mil automóveis espalhados por mais de 100 cidades brasileiras. A escalabilidade do negócio, que no primeiro ano tinha apenas com 1,5 mil usuários e 50 veículos, apresenta a perspectiva de cobrir todo o território nacional ainda neste ano. Mas a pretensão é maior: expandir a MoObie pela América Latina.

A disrupção projetada por Tamy tem relação direta com sua reflexão de que não será mais possível o mundo seguir crescendo com uma dinâmica em que toda pessoa possua um automóvel. Ela relembra, inclusive, que um executivo do Waze comentou com ela durante a apresentação de um painel que já não é mais possível melhorar o trânsito – prova disso é o lançamento do Waze Carpool, serviço de caronas do aplicativo.

“A gente sente a dor do trânsito como impacto na nossa qualidade de vida. Economia compartilhada não é uma questão emocional, é uma questão de racionalidade. É preciso pensar em como esses ativos [carros] são utilizados em uma infraestrutura já existente”, diz a fundadora da MoObie.

Toda forma de transporte
Questionada pela reportagem se não seria uma contradição discutir mobilidade urbana com o estímulo ao uso de automóveis, Tamy pondera que a MoObie é um serviço complementar aos outros modais, como o transporte público, bicicletas, patinetes e aplicativos de transporte privado.

“Hoje as pessoas podem deixar de ter um carro de segunda a sexta e alugar um para viajar no final de semana. Os carros vão continuar existindo como opção enquanto a gente não tiver melhores alternativas de deslocamento, tanto para atividades produtivas como para lazer. Vai ser o meio mais rápido e barato principalmente se você compartilha a carona”, justifica.

Para a fundadora, as montadoras também entendem que os modelos da velha economia que fomentam os engarrafamentos não são mais compatíveis com os dias atuais. “A Tesla já se vende como um carro elétrico que vai ser compartilhado. A Mercedes-Benz e a BMW estão criando a maior operadora de car sharing da Europa. Todas entendem que precisam mudar o modelo de somente fabricação para um trabalho de prestação de serviço. E a MoObie aparece como uma potencial parceira para ajudar a refletir nessas questões. É uma cadeia de valor que vai passar por grandes transformações”, comenta Tamy Lee.

A startup vem guiando sua máquina com muita destreza nesse caminho de oportunidades. Em novembro, a MoObie firmou parceria com a montadora Toyota para uma atuação conjunta no Toyota Mobility Services, um piloto que fornece o compartilhamento de carros para funcionários da fábrica de São Bernardo do Campo (SP) e do Banco Toyota, em São Paulo (SP). A MoObie ainda desenvolveu um sistema de hardware exclusivo de fechamento das portas e destravamento do automóvel realizada através do aplicativo.

MoObie em ascenção
Em quase dois anos, a MoObie captou 15 milhões de reais com quatro investidores anjo. A empresa ainda não atingiu o breakeven, mas tampouco essa seja uma preocupação da fundadora, que tinha ciência das barreiras culturais do seu negócio e das dificuldades em comunicar os propósitos de um modelo disruptivo.

“Lá atrás, quando ia falar de compartilhamento de carros para investidores, eles diziam: ‘eu não emprestaria meu carro’. Quando eu ia falar com as seguradoras, várias portas fechadas. Quando apresentava uma solução para os bancos que tinham clientes inadimplentes na parcela do carro, também portas fechadas”, relembra Tamy Lee.

De acordo com a fundadora, esse cenário mudou radicalmente em dois anos. Além das duas seguradoras parceiras (Liberty Seguros e SulAmérica), outras companhias e CEOs de grandes empresas procuram a MoObie para buscar maneiras de desenvolver novos negócios relacionados ao compartilhamento de carros.

“A gente já venceu a barreira da descrença, de uma startup de fundo de garagem. Agora temos um desafio cultural de o brasileiro abraçar essa alternativa que estamos apresentando com racionalidade, endereçando uma dor e achando soluções para que o carro não signifique só custos, mas também uma fonte de renda complementar”, resume. Enio Lourenço Leia mais em starse 19/03/2019



Startup que otimiza uso de energia em casas recebe US$ 12 mi de investimento

Com machine learning, a Tibber compra eletricidade de acordo com melhores preços, repassa ao consumidor e mede o consumo da casa, enviando alertas personalizados

Otimizar o uso da energia elétrica nas casas é o objetivo por trás da Tibber. A startup norueguesa arrecadou, nesta semana, US$ 12 milhões de investimento em uma rodada pelo Founders Fund, com sede em São Francisco e conhecido por aportes em empresas como Facebook, Spotify, SpaceX e Airbnb.

Com machine learning e ajuda de um robô, a Tibber compra, de acordo com os melhores preços, eletricidade de fornecedores, produtores industriais, companhias do mercado e até mesmo outros consumidores com painéis solares. Depois, repassa essa energia para o cliente e mede o consumo da casa, acompanhando os custos a cada hora.

A partir disso, aprende com o comportamento do cliente e envia alertas sobre as melhores horas para o consumo da eletricidade — tudo por um aplicativo. Os donos de carros elétricos, por exemplo, podem carregar o veículo no horário mais barato. Os clientes também podem integrar o termostato da casa ao aplicativo da Tibber, que controla o seu funcionamento, reduzindo custos.

Investimento
Com o aporte de US$ 12 milhões, a startup, que atualmente opera na Noruega e Suécia, pretende levar seu serviço para a Alemanha e outros países da Europa. "Com esta rodada de financiamento completa, estamos prontos para expandir ainda mais nos países nórdicos, desenvolver nosso produto e lançar Tibber em novos mercados na Europa", disse Edgeir Aksnes, CEO e fundador da startup... Isabella Carvalho Leia mais em starse 19/03/2019






Fundo de Cingapura quer ampliar aposta no Brasil

Mesmo tendo amargado um baixo retorno dos investimentos no Brasil nos últimos cinco anos, o fundo soberano de Cingapura, o GIC, com US$ 100 bilhões em ativos sob gestão, mantém-se otimista com o país.

A esperança do mercado sobre o empenho do novo governo na aprovação da reforma da Previdência e de outras medidas contagiou também o investidor global, disse o CEO do GIC, Chow Kiat Lim, em entrevista ao Valor. .. Leia mais em valoreconomico 19/03/2019



Maior foco do governo no mercado de capitais dará fôlego ao private equity

O montante transacionado por essas operações registrou uma queda de 20,6% em 2018 contra o ano anterior, com uma alta de 97% em desinvestimentos, de R$ 3,4 bilhões para R$ 6,7 bilhões

O maior foco do governo no mercado de capitais abrirá espaço para os fundos de private equity no País, segundo a Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima).

Os últimos dados da associação, no entanto, apontam que o número de transações de fundos de private equity (que adquirem participações societárias em empresas ou projetos) em 2018 diminuiu em relação ao ano anterior (de 21 para 20). Já o volume financeiro com a modalidade caiu 20,6% na mesma comparação, de R$ 13,1 bilhões para R$ 10,4 bilhões.

Os investimentos somaram R$ 3,7 bilhões em 2018, recuo de 61,8% na mesma base de comparação (estava em R$ 9,7 bilhões em 2017), enquanto os desinvestimentos avançaram 97%, de R$ 3,4 bilhões para R$ 6,7 bilhões.

“Tivemos um volume bem maior de desinvestimentos em 2018, mas por uma questão de oportunidade de mercado. Mas para 2019, observamos uma crescente demanda, uma vez que a relevância Brasil permanece dentro das firmas. Além disso, temos captações cada vez maiores dos players”, comenta o coordenador do subcomitê de fusões e aquisições da Anbima, Dimas Megna.

Balanço
Ao mesmo tempo, apesar de o total de operações de fusões e aquisições terem sido menores no ano passado ante 2017 (140 contra 143), o volume financeiro teve um aumento de 28,3% na mesma comparação, de R$ 138,4 bilhões em 2017 para R$ 177,2 bilhões em 2018.

Entre as finalidades dos negócios, a novidade foram as joint ventures – parcerias entre empresas por um objetivo comum por tempo determinado – (R$ 5,7 bilhões), modalidade que não teve adeptos no ano anterior. A aquisição de controle foi o principal intuito das transações, com 81% do total (R$ 111 bilhões).

As incorporações mais do que dobraram (de R$ 13,2 bilhões para R$ 47,7 bilhões) e a participação minoritária, caiu de R$ 14,3 bilhões para R$ 12,8 bilhões.


Segundo Megna, o mercado está bastante otimista com o atual cenário brasileiro para esse segmento. “O governo tem se empenhado e a economia está bastante alinhada com o que o mercado espera”, analisa o especialista.“As companhias continuam buscando opcionalidade e querem estar preparadas para tomar decisões estratégicas para o desenrolar da reforma da Previdência”, completa o coordenador, e ressalta que o setor de infraestrutura é o principal destaque para 2019.

A reforma previdenciária, segundo Megna, também é o que tem colocado as transações cross-border (internacionais) em compasso de espera. “O Brasil continua muito atrativo para os investidores internacionais, mas é natural que eles aguardem uma maior visibilidade. Mas as reformas se desenvolvendo já trazem mais segurança para acelerar essas operações”, conclui... Leia mais em dci 19/03/2019



Votorantim Cimentos adquire concreteira nos EUA

Em novo movimento de expansão no mercado americano, a Votorantim Cimentos (VC) comprou a United Materials LLC, companhia de concreto, agregados (areia, pedra e brita) e materiais de construção baseada em Buffalo, na região oeste do Estado de Nova York.

O negócio, cujo valor não foi revelado, será anunciado nesta manhã nos Estados Unidos. .. Leia mais em valoreconomico 19/03/2019




18 março 2019

Fusões e Aquisições - destaques da semana 11 a 17/mar/2019

Divulgadas 19 operações de Fusões e Aquisições com destaque pela imprensa na semana de 11 a 17/mar/2019.  Envolvem direta ou indiretamente empresas brasileiras de 9 setores.

ANÁLISE DA SEMANA
                                                     
Principais transações




NEGÓCIOS DA SEMANA

"Market Movers" - Brasil

  • Com estrangeiros, leilão de aeroportos garante R$ 2,38 bi ao governo - A 5ª rodada de concessões de aeroportos, realizada pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), teve ágio médio de 986% em relação à outorga mínima. No total, os três vencedores -- Aena, Zurich e Consórcio Aeroeste (85% Socicam e 15% Sinart) -- vão pagar, à vista, R$ 2,38 bilhões em outorga. 15/03/2019

"Market Movers” - Exterior

  • Mercado Livre se cacifa com US$ 2 bi. Vem aí frete grátis? Cheio de dinheiro, site deve apelar para frete grátis para afundar concorrentes. O Mercado Livre acaba de levantar quase US$ 2 bilhões em capital, um volume de capital que cacifa o site a abrir uma guerra contra os concorrentes no Brasil, inclusive as palavras mágicas do comércio eletrônico: frete grátis. A empresa vai captar US$ 1 bilhão em ações ordinárias. Depois de concluída, seguirá uma operação de US$ 750 milhões do PayPal e outros US$ 100 milhões do Dragoneer Investment Group, um fundo baseado em São Francisco. “Estamos ansiosos para acelerar em nossa liderança no comércio eletrônico e pagamentos e promover a inclusão financeira na América Latina como resultado de nossa aliança com um líder global no setor, como o PayPal”, afirma Marcos Galperin, CEO do Mercado Livre.. Durante 2018, o Mercado Livre vendeu mais de 334 milhões de itens, totalizando mais de US$ 12 bilhões em volume de mercadorias vendidas. 15/03/2019
  • NVIDIA compra Mellanox por US$ 6,9 bilhões - Com a aquisição da Mellanox, a companhia planeja otimizar cargas de trabalho e aprimorar o negócio de data center. A NVIDIA anunciou, nesta segunda-feira (11), a compra da Mellanox, empresa israelense que projeta e fabrica hardwares de rede, por US$ 6,9 bilhões. A oferta é a maior da história da NVIDIA e pagará aos acionistas da Mellanox US$ 125 por ação. Com a aquisição, a companhia planeja otimizar cargas de trabalho em toda sua rede e aprimorar o negócio de data center. 11/03/2019

HUMORES & RUMORES

M & A - VENDA

  • Santos Dumont e Congonhas serão os últimos a irem a leilão, diz ministro - O ministro da Infraestrutura, Tarcísio de Freitas, anunciou nesta sexta-feira (15), que 22 aeroportos serão oferecidos na próxima rodada de concessões do setor, prevista para ocorrer em 2020. Já os aeroportos de Santos Dumont (RJ) e Congonhas (SP) só deverão ser oferecidos na última rodada de concessões de aeroportos da Infraero, prevista para ocorrer entre o final de 2021 e o começo de 2022. Segundo ele, os 22 aeroportos serão divididos em 3 blocos: • Bloco Sul: Curitiba, Bacacheri, Foz do Iguaçu, Navegantes, Londrina, Joinville, Pelotas, Uruguaiana e Bagé; • Bloco Norte: Manaus, Porto Velho, Rio Branco, Boa Vista, Cruzeiro do Sul, Tabatinga e Tefé; • Bloco Central: Goiânia, São Luis, Teresina, Palmas, Petrolina e Imperatriz; 15/03/2019
  • Lady Driver quer captar R$ 2,5 milhões em crowdfunding para financiar expansão - ‘Uber de mulheres’ tem 35 mil motoristas em São Paulo e quer acelerar expansão para outras cidades do país e América Latina; qualquer pessoa pode comprar cotas da empresa. Lady Driver, aplicativo de transporte feito por e para mulheres, abriu uma rodada de investimentos de R$ 2,5 milhões. A captação será feita na modalidade de equity crowdfunding, em que qualquer pessoa pode comprar cotas da empresa. O aporte será utilizado para acelerar a expansão da startup, que hoje opera apenas em São Paulo, para outras cidades do Brasil. 14/03/2019
  • Petrobras pode desinvestir US$10 bi nos primeiros 4 meses do ano, diz CEO - O presidente da Petrobras, Roberto Castello Branco, disse nesta sexta-feira ser possível desinvestimentos de 10 bilhões de dólares por parte da companhia nos primeiros quatro meses do ano. Em evento no Rio de Janeiro, ele também disse que a empresa trabalha pela revitalização da Bacia de Campos.   15/03/2019
  • Obrigada a vender fatia da Usiminas até abril, CSN tenta ganhar prazo - A Companhia Siderúrgica Nacional (CSN) pediu ao Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) a prorrogação do prazo para a venda de suas ações da concorrente Usiminas. A data limite dada pelo órgão em 2014, quando analisou a compra dos papéis, foi de cinco anos e termina em abril, segundo apurou o Estadão/Broadcast. À época, o período estabelecido pelo Cade para a venda não foi divulgado para não desvalorizar os papéis da empresa. A venda foi determinada pelo conselho depois que a siderúrgica de Benjamin Steinbruch começou a comprar ações da Usiminas para tentar entrar no bloco de controle, o que foi visto como um ataque à concorrência. Também mantido em sigilo, o pedido de prorrogação foi feito pela CSN em março do ano passado, quando a companhia pediu pelo menos mais seis meses para se desfazer dos papéis, o que estenderia o prazo até outubro deste ano. O Cade está dividido e deve se pronunciar nas próximas semanas. Parte é contrária à prorrogação, enquanto outros defendem um novo prazo mais curto que os seis meses pedidos pela CSN. 15/03/2019
  • Caixa pretende vender todas as operações não estratégicas até junho - O presidente da Caixa Econômica Federal, Pedro Guimarães, afirmou que o objetivo da diretoria é vender todas as operações não estratégicas do banco até junho e, a partir de setembro, realizar quatro operações de abertura no mercado de capitais. "Estas aberturas serão históricas. Fiz 70 reuniões nos EUA e todos garantem que as operações já estão compradas". Segundo Guimarães, a primeira abertura envolverá a Caixa Seguridade, em setembro. Ele deu as declarações durante seminário na Fundação Getúlio Vargas .15/03/2019
  • Petrobras espera fechar venda de gasodutos da TAG ainda neste mês - Segundo presidente da estatal, são aguardadas ofertas finais de três grupos. A Petrobras pode concluir a venda de sua rede gigante de gasodutos no Brasil ainda neste mês, no que poderia ser a maior venda de ativos da empresa, de acordo com o recém-nomeado presidente da estatal. A empresa espera receber as ofertas finais por 90% da rede de 4.500 quilômetros, conhecida como TAG (Transportadora Associada de Gás), de até três grupos, disse Roberto Castello Branco. A Petrobras também espera anunciar nos próximos 30 dias uma decisão sobre a possível venda de sua participação multimilionária na Braskem. Além disso, afirmou Castello Branco, a Petrobras está está avaliando a venda de ações de seu negócio de postos de gasolina e pode vender algumas refinarias de petróleo no país. A rede de gasodutos TAG abrange 10 estados do norte do Brasil. Na primeira rodada de licitações, a empresa francesa Engie S.A. e o fundo de pensão canadense Caisse de Dépôt et Placement du Québec apresentaram o lance mais alto, de aproximadamente US$ 8 bilhões, incluindo a dívida.  A Petrobras ainda está avaliando o futuro de sua participação na Braskem, que compreende 36% das ações com direito a voto. O outro grande investidor da petroquímica, Odebrecht SA, recebeu uma oferta da LyondellBasell Industries NV que foi estendida a outros acionistas. A BR Distribuidora, rede de 8.500 postos de combustível, também está na lista de possíveis desinvestimentos, mas a venda está fora de cogitação por enquanto. 11/03/2019
  • BB busca parcerias para unidades de gestão de ativos, banco de investimento e cobrança de dívidas - O Banco do Brasil está buscando parcerias em suas unidades de gestão de ativos, banco de investimento e cobrança de dívidas, em vez de listar esses negócios em bolsa, disseram analistas em notas a clientes nesta segunda-feira.  Analistas do Itaú BBA disseram que o vice-presidente de Gestão Financeira do BB, Carlos Hamilton, afirmou em reunião que as parcerias seriam semelhantes às forjadas pela BB Seguridade antes de sua oferta pública inicial de ações.     A BB Seguridade tem parcerias com empresas como Principal Financial, Mapfre e Icatu Hartford, que detêm participações em seguradoras junto com a BB Seguridade.   11/03/2019
  • Casino mira vendas de ativos para reduzir dívida - Empresa enfrenta uma intensa concorrência de preços na França, bem como desafios de empresas online como a Amazon. O varejista francês Casino, que tem enfrentado preocupações de investidores com seu elevado endividamento, prometeu melhorar lucro e o fluxo de caixa na França e vender mais ativos em um plano estratégico de três anos. Inicialmente, investidores receberam bem o plano antes que algumas preocupações sobre o fluxo de caixa pesassem sobre as ações da companhia que controla o GPA no Brasil.    Assim como rivais domésticos, como Carrefour e Auchan, o Casino enfrenta uma intensa concorrência de preços na França, bem como desafios de empresas online como a Amazon.   14/03/2019

M & A  - COMPRA

  • Hapvida planeja aquisições no Sul, Sudeste e Centro-Oeste em 2019 - A operadora de planos de saúde cearense Hapvida planeja comprar concorrentes nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste para ampliar sua atuação nacional, que até o momento está concentrada no Norte e Nordeste.  Jorge Lima, diretor-presidente da Hapvida, disse em teleconferência com analistas que está confiante em fazer aquisições, em linha com a meta revelada no "roadshow" feito pela companhia. 14/03/2019
  • A Dongfeng e a Maxion Wheels se associam para a produção de rodas de alumínio - A Maxion Wheels, maior fabricante de rodas do mundo, anunciou hoje a celebração de um contrato de associação com a Dongfeng Motor Parts and Components, uma das maiores fabricantes chinesas de peças automotivas, para a produção de rodas de alumínio para veículos leves na China. A sociedade a ser formada, a Dongfeng Maxion Wheels, construirá uma nova planta com capacidade de produção de dois milhões de rodas por ano na província de Hubei, China. Estima-se que o início das operações ocorrerá no segundo semestre de 2020.A nova empresa deverá criar, inicialmente, mais de 450 novos empregos na região e produzirá rodas de alumínio fundidas em baixa pressão, incluindo rodas com acabamento de alta qualidade e outras características inovadoras. 12/03/2019
  • EDP pode criar joint venture com chinesa CTG para Brasil e América Latina - A elétrica portuguesa EDP Energias de Portugal pode propor uma joint venture com a China Three Gorges para permitir à chinesa expandir sua presença no Brasil e na América Latina, caso a oferta da gigante oriental pela aquisição da EDP fracasse, disseram fontes próximas do assunto. A CTG, maior acionista da EDP, com uma fatia de 23 por cento, está entre as estatais chinesas que aumentaram investimentos nos últimos anos em países europeus como Portugal, Grécia e Chipre, mas um maior rigor de reguladores da União Europeia levantou dúvidas sobre se isso pode continuar. A elétrica chinesa apresentou uma oferta pública de aquisição da EDP em maio, por 9 bilhões de euros. A operação tem caminhado lentamente, e fontes dizem que a CTG ainda precisaria obter aprovações regulatórias na Europa e nos Estados Unidos.A EDP já afirmou publicamente que considerou a oferta da CTG como muito baixa, mas a operação teria apoio do governo português. A proposta da CTG também sofreu oposição de um fundo investidor ativista, o Elliot, que apresentou um plano alternativo em que sugere que a EDP venda ativos no Brasil, Portugal e Espanha. O Elliot tem 2,9 por cento da EDP.Como a CTG tem interesse em expansão na América Latina, a joint venture para o continente poderia providenciar uma saída satisfatória caso a proposta de aquisição da EDP falhe, disseram duas das fontes 13/03/2019
  • Latam avalia se fará oferta para comprar parte da Avianca - A Latam, segunda maior companhia aérea em voos domésticos no Brasil, com 29,84% de participação, monitora a evolução da Avianca Brasil, enquanto avalia se faz ou não uma oferta para comprar parte da concorrente...13/03/2019
  • CCP planeja ser compradora líquida de ativos em 2019 - A Cyrela Commercial Properties (CCP) tem planos de ser compradora líquida de ativos, em 2019, após ter passado três anos como vendedora e ter feito aquisições, em 2018, pouco acima do que comercializou. As compras deste ano têm como objetivo escritórios dos padrões A e triple A, na cidade de São Paulo, e fazem parte do plano da empresa de propriedades comerciais de chegar a 2022 com 60% dos ativos no segmento e 40% em shopping centers, proporção inversa à do fim do ano passado. Em 2017, os escritórios respondiam por 35% do total. "Muitos fundos proprietários de escritórios estão em período de desinvestimento, então tendem a ocorrer mais operações de compra e venda", diz o presidente da CCP, Pedro Daltro. Na avaliação do executivo, o ano de 2018 poderia ter sido "muito bom" em relação a essas operações, mas a combinação de greve dos caminhoneiros, Copa do Mundo da Fifa e eleições resultou em mais cautela de compradores e vendedores. A companhia vendeu R$ 190 milhões em ativos e comprou R$ 170 milhões no ano passado. 12/03/2019

PRIVATE EQUITY

  • Vinci e outros acionistas vendem ações em oferta secundária da BK Brasil - A BK Brasil, que opera lanchonetes da marca Burguer King no Brasil, anunciou nesta terça-feira uma oferta pública secundária de ações que terá a Vinci Partners entre os acionistas vendedores. A operação vai envolver inicialmente 33,4 milhões de ações ordinárias e terá também entre os vendedores Sommerville Investments e o fundo de investimento Montjuic, além de "determinados acionistas vendedores pessoas físicas”. A transação poderá ser ampliada em até 5 milhões de papéis, equivalente a até 15 por cento das ações iniciais.A ação da BK Brasil encerrou na véspera cotada a 23,80 reais. A fixação do preço ocorrerá em 21 de março.12/03/2019
  • Tanure negocia sua entrada no capital da Gafisa - O empresário Nelson Tanure negocia entrada no capital da Gafisa, segundo fonte próxima à companhia. Trata-se de investimento primário, conforme a fonte, e não de compra de fatia de 18,55% detida em conjunto pelas principais acionistas da incorporadora —  Planner Corretora de Valores e Planner Redwood Asset Management Administração de Recursos. . 17/03/2019

IPO

  • Presidente da Caixa diz que IPO da Caixa Seguridade será em setembro - Processo de abertura de capital também vai incluir as áreas de gestão de recursos, cartões e loterias. O presidente da Caixa Econômica Federal, Pedro Guimarães, disse nesta sexta-feira (15/3) que o processo de abertura de capital de unidades do banco estatal será "histórico", começando com a Caixa Seguridade em setembro e incluirá ainda as áreas de gestão de recursos (asset), cartões e loterias. "A Caixa não vai ficar em um segmento que não seja rentável aos brasileiros", afirmou, durante participação em evento da FGV no Rio de Janeiro. 15/03/2019
  • Tok Stok retoma abertura de lojas com foco em IPO - A Tok&Stok caminha neste ano para uma oferta pública inicial de ações (IPO, da sigla em inglês) para a saída da gestora americana Carlyle do negócio, se surgir janela no mercado. Considerando recentes melhorias na operação, a rede pode usar os números consolidados do balanço de 2018 para a oferta, com grande possibilidade de a operação ser 100% secundária, com os recursos destinados para a gestora. ..  14/03/2019
  • Neoenergia buscará bancos para relançar IPO, diz fonte - Acionistas da Neoenergia irão em breve buscar assessoria financeira para relançar a oferta pública inicial de ações da companhia elétrica brasileira, que é controlada pela espanhola Iberdrola, afirmou uma fonte com conhecimento direto do assunto. Os acionistas minoritários Banco do Brasil e o fundo de pensão Previ querem vender parcialmente suas participações na operação, disse a fonte. As duas instituições têm fatias de 9,34 por cento e 38,21 por cento na empresa, respectivamente. 11/03/2019

RELAÇÃO DAS TRANSAÇÕES

  • B3 fecha aquisição do Portal de Documentos por R$ 175 milhões - A B3 anunciou nesta sexta-feira, 15, a aquisição de 100% do capital do Portal de Documentos pelo valor total de R$ 175 milhões. Deste montante, R$ 50 milhões serão pagos à vista e o saldo remanescente em um período de até quatro anos a partir do fechamento da transação, segundo informa a Bolsa em Fato Relevante. O Portal de Documentos foi fundado em 2007 e é especializado em soluções digitais para o mercado de crédito, com procedimentos para cobrança por meio de notificações e intimações eletrônicas, protesto eletrônico, consolidação de propriedade e kits de ajuizamento. 15/03/2019
  • Com estrangeiros, leilão de aeroportos garante R$ 2,38 bi ao governo - A 5ª rodada de concessões de aeroportos, realizada nesta sexta-feira pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), teve ágio médio de 986% em relação à outorga mínima  estabelecida, de R$ 218,7 milhões. No total, os três vencedores -- Aena, Zurich e Consórcio Aeroeste (85% Socicam e 15% Sinart) -- vão pagar, à vista, R$ 2,38 bilhões em outorga. Será cobrada ainda a contribuição variável, a partir do sexto ano de operação dos aeroportos. Os valores são percentuais em relação à receita bruta que as concessões registrarão. O certame é o primeiro grande teste do governo com investidores na agenda de concessões e privatizações, dentro do Programa de Parcerias de Investimentos (PPI), e também um termômetro para o modelo que combina ativos lucrativos e deficitários no mesmo pacote..15/03/2019
  • BR Properties: Nova aquisição pode ser bem recompensada, avalia Credit Suisse - “Vemos uma probabilidade muito maior de um mercado de escritórios de SP em expansão nos próximos anos”, diz o Credit Suisse. A recente aquisição da BR Properties (BRPR3) pode ser bem recompensada, avalia o Credit Suisse em um relatório enviado a clientes nesta quarta-feira (13). A empresa anunciou a compra do imóvel comercial em desenvolvimento “Torre Corporativa B1 – Aroeira”, com área bruta locável de 45.677,89 m², localizado no empreendimento imobiliário “Condomínio Parque da Cidade”, em São Paulo. O preço total é de R$ 596 milhões. 13/03/2019 
  • Zenvia compra TotalVoice - A Zenvia, empresa de soluções de mobilidade de Porto Alegre, acaba de adquirir a TotalVoice, startup de Palhoça, em Santa Catarina, especialista em APIs (interface de programação de aplicativos) de comunicação por voz e texto. Com a transação, a Zenvia incluirá gradualmente em seu portfólio chamadas de voz por APIs, envio de mensagens de voz automatizadas por TTS (text to speech), conferência por telefone e configuração de central telefônica, com número receptivo, fila e URA (sistema de atendimento automático para chamadas telefônicas).As novas soluções vão fazer parte da Plataforma de Comunicação da Zenvia, que já oferece canais como SMS, chatbot e WhatsApp. A compra da Spring foi o negócio mais relevante, colocando a empresa com uma presença forte em São Paulo (hoje, dos 220 colaboradores 70 estão na capital paulista e o restante em Porto Alegre). O negócio foi embalado com recursos dos R$ 71 milhões do BNDESPar e do fundo de investimentos DLM captados um ano antes.14/03/2019
  • Morgan Stanley compra 14,5% das ações da Somos Educação - As participações pertenciam ao fundo soberano de Cingapura (GIC) e outros investidores internacionais. Na noite de ontem, o Morgan Stanley informou que adquiriu uma participação de 14,5% na Somos Educação (SEDU3), sendo que, também na quarta-feira, o fundo Farallon Capital já havia comunicado a compra de 10% da companhia. No ano passado, o controle da Somos foi adquirido pela Kroton (KROT3). De acordo com os comunicados, as participações pertenciam ao fundo soberano de Cingapura (GIC) e outros investidores internacionais. A venda se deu por R$ 20,20 por ação, em um leilão realizado na última sexta-feira. 14/03/2019
  • Mitsui tem aval do Cade para compra de fatia na empresa de geração solar Órigo - A japonesa Mitsui & Co teve aval do órgão brasileiro de defesa da concorrência para aquisição de uma fatia de 16,87 por cento na Órigo, empresa de geração solar distribuída que tem como principais acionistas o fundo americano de private equity TPG e a MOV Investimentos. A transação, cujo valor não foi revelado, foi aprovada sem restrições no Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade). A Órigo atua com a chamada geração distribuída de energia elétrica, principalmente com a instalação de sistemas de geração solar fotovoltaica em telhados e em grandes fazendas em áreas remotas para atender à demanda de consumidores. 14/03/2019
  • Barenbrug adquire o negócio de Brachiaria da Corteva Agriscience - A Barenbrug do Brasil e a Corteva Agriscience, Divisão Agrícola da DowDuPont, anunciaram nesta quarta (13) a conclusão de um acordo de aquisição do negócio de Brachiaria da Corteva Agriscience pela Barenbrug. Sob os termos do acordo, a Barenbrug comprará os direitos de distribuição da Brachiaria híbrida cv. Mulato II (com exclusividade no Brasil e possibilidade de comercialização em Argentina, Bolívia, Paraguai e Uruguai), todo o portfólio de Brachiaria e tecnologias de P&D. Além disso, a Barenbrug também irá readquirir a participação minoritária que a Corteva Agriscience possui na Barenbrug Holding BV. Detalhes do contrato não estão sendo divulgados. A Barenbrug e a Corteva Agriscience têm colaborado desde 2012 nos avanços em P&D e reprodução em forrageiras de Brachiaria. Em setembro de 2018, as empresas anunciaram um acordo para conceder à Barenbrug direitos exclusivos de distribuição da Brachiaria híbrida cv. Mulato II no Brasil para a safra 2018/2019. O anúncio de hoje consolida a liderança do portfólio de Brachiaria da Barenbrug. 13/03/2019
  • VarejOnline recebe R$ 3 milhões da Inseed - O aporte pode chegar R$ 10 milhões, de acordo com o desempenho da investida. A VarejOnline, companhia de Santa Catarina dona de um sistema de gestão focado em varejo, acaba de receber um aporte de R$ 3 milhões da Inseed Investimentos. A VarejOnline atende mais de 1.500 lojas em todos os estados do Brasil, tem mais de 16 mil usuários e clientes que faturam até R$ 650 milhões ao ano.“Ao longo da análise da oportunidade de investimento, identificamos que os segmentos de atuação da VarejOnline, como moda, entretenimento e lazer, sofrem com a falta de soluções adequadas às suas necessidades de negócio”, conta Gustavo Junqueira, CEO da Inseed Investimentos. 13/03/2019
  • Empresa de tecnologia de SC adquire agência nos EUA - A Knewin, empresa de tecnologia para monitoramento de notícias e mídias sociais de Florianópolis, anunciou nesta quarta-feira a aquisição da Editorial Link, agência dos Estados Unidos com sede em Miami, Flórida. A Kenwin oferece 125 empregos diretos e nos anos de 2017 e 2018 recebeu aporte de R$ 7 milhões do fundo Criatec 3. Adquiriu mais cinco empresas nesse período: a Zubit, Oficina Brasileira de Clipping, Myclipp, DataClip e Informa Brasil. A Link foi a primeira compra de empresa no exterior.O plano é se tornar a líder do segmento na América Latina. A Knewin se destaca no monitoramento de publicações impressas e digitais para marcas de luxo. O CEO da empresa, Lucas Nazário, avalia que essa aquisição nos EUA é estratégica para a internacionalização e avanço na América Latina.13/03/2019
  • Marfrig amplia participação em empresa nos EUA - Também participaram do acordo Jefferies Financial, Premium Beef, TMK, e NBPCo. A Marfrig anunciou nesta segunda-feira que fechou acordo com parceiros para aumento conjunto de participação na norte-americana Iowa Premium. O controle da Iowa Premium foi comprado da Sysco Holdings pelo valor total de 150 milhões de dólares. A participação proporcional da NBM, unidade da Marfrig na transação, é de 76,5 milhões de dólares. O saldo remanescente será pago proporcionalmente pelos demais sócios. Com um faturamento de 644 milhões de dólares em 2018, Iowa Premium é uma empresa sediada na cidade de Tama, Iowa, com capacidade de abate de 1.100 cabeças/dia. A Iowa Premium trabalha apenas com animais de alta qualidade (Black Angus), segundo a Marfrig. 11/03/2019
  • First Data compra brasileira Software Express - A companhia norte-americana de meios de pagamento First Data anunciou nesta terça-feira a compra da paulista Software Express, especializada em soluções de transferência eletrônica de fundos no Brasil. A Software Express fornece serviços para mais de 100 mil comerciantes no país e a aquisição "alavancará a presença atual das duas companhias em diferentes frentes, posicionando-as como líderes no negócio de captura de transações eletrônicas de pagamento para o mercado brasileiro".O valor da compra da Software Express, fundada em 1986, não foi informado.Segundo o vice-presidente executivo da First Data na América Latina, Gustavo Marin, em 2019 as duas empresas esperam processar mais de 15 bilhões de transações no Brasil. Em 2018, a Software Express "garantiu o processamento de mais de 11 bilhões de transações", segundo a First Data.12/03/2019
  • HSI compra edifícios - A Hemisfério Sul Investimentos (HSI) comprou dois prédios corporativos de padrão triple A, em Alphaville, na Grande São Paulo, pelo total de R$ 400 milhões, segundo o Valor apurou. Trata-se das aquisições do edifício Evolution, que pertencia a Michel Klein, e do Itower, de Saul Klein. As operações foram fechadas separadamente.  Os dois prédios têm ocupação de cerca de 95%, de acordo com fonte. No Evolution, estão empresas como Cielo e Qualicorp e, no Itower, Netflix e HP. Fonte:12/03/2019
  • Americana Vanguard compra distribuidora de SP - Com os grandes movimentos de fusões e compras de empresas de agrotóxicos encerrados, a consolidação está chegando às pequenas e médias empresas do canal de distribuição de insumos. Ontem, a American Vanguard Corporation, com ações listadas na bolsa de Nova York, anunciou a compra do grupo Defensive & Agrovant, formado por duas empresas brasileiras em 2000. Localizado em Jaboticabal, em São Paulo, o grupo fatura US$ 20 milhões por ano. O valor da transação não foi divulgado. "[O faturamento] deve crescer cinco vezes nos próximos cinco anos, para US$ 100 milhões", disse ao Valor, Eric Wintemute, presidente do conselho e CEO da Vanguard. Em 2017, a americana registrou vendas líquidas de US$ 116,5 milhões no mundo e, de janeiro até setembro de 2018, as vendas líquidas renderam US$ 112 milhões. 11/01/2019
  • Petrobras acerta com private equity venda de campos no Nordeste por R$ 1 bilhão - A Starboard acertou a compra de campos da Petrobras (PETR3; PETR4) por R$ 1 bilhão, de acordo com nota veiculada no jornal “O Globo”. A companhia, private equity especializada em reestruturação, está acertando atualmente a aquisição de dez campos de exploração em terra. Todos os campos se localizam no Nordeste.A operação evidencia continuidade no processo corrente de desinvestimentos na maior empresa da América Latina em valor de mercado. Valter Outeiro da Silveira - 11/03/2019
  • Azul assina acordo para adquirir ativos da Avianca Brasil por US$ 105 milhões - Segundo a companhia, a expectativa é que esse processo dure até três meses. A Azul (AZUL4) assinou um acordo não-vinculante para adquirir certos ativos da Avianca Brasil pelo valor de US$ 105 milhões (cerca de R$ 420 milhões) através de uma Unidade Produtiva Isolada (UPI). Em fato relevante, a companhia aérea informou que a UPI incluirá ativos selecionados pela Azul como certificado de operador aéreo da Avianca Brasil, 70 pares de slots e aproximadamente 30 aeronaves Airbus A320. Com os novos ativos, a Azul chega ao aeroporto de Congonhas, em São Paulo. "Destacamos que o acordo é não-vinculante e que o processo da UPI está sujeito à uma série de condições como a conclusão de um processo de diligência, a aprovação de órgãos reguladores e credores, assim como a conclusão do processo de Recuperação Judicial", escreveu a Azul em comunicado. As dívidas não serão transferidas de uma empresa para a outra. 11/03/2019
  • Be Business recebe aporte de R$ 5 milhões -Empresário Bruno Pinheiro retorna ao Brasil para lançar Edtech focada em empreendedorismo digital. Ao longo destes anos, ampliou sua autoridade como especialista em negócios digitais, impactando diretamente mais de 17 mil alunos online, lançou o best-seller “Empreenda sem Fronteiras”, realizou diversos eventos focados em empreendedorismo digital e hoje é considerado um dos maiores nomes neste segmento. Uma das empresas da holding é a Be Academy e contará com "empreendedores de sucesso" como professores.De olho neste segmento, Janguiê Diniz, fundador do Grupo Ser Educacional e considerado um dos maiores nomes de educação no país, fez um aporte inicial de R$ 5 milhões.“A ideia é unir o conhecimento e a expertise individual de cada um para revolucionar o segmento, principalmente pelo fato do Janguiê ser referência do ensino universitário na região Nordeste”, explica Bruno Pinheiro, CEO da holding. 09/03/2019
  • Grupo CCR leva concessão da linha 15-prata do monotrilho - Consórcio Viamobilidade, formado pela CCR e Grupo Ruas, foi o único interessado no leilão, que aconteceu na Bolsa de Valores de São Paulo. O consórcio Viamobilidade, formado pela CCR e pelo Grupo Ruas, na proporção de 80% e 20%, respectivamente, foi o único interessado na concessão da linha 15-prata do monotrilho.  O grupo fez uma proposta 0,59% acima do valor mínimo de outorga e ofereceu R$ 160 milhões. O governador João Doria (PSDB) minimizou o baixo número de interessados no leilão da linha. 11/03/2019

RELATÓRIOS - DESTAQUES DA SEMANA


QUEM, O QUÊ, QUANDO, QUANTO, COMO e POR QUÊ
 A pesquisa FUSÕES E AQUISIÇÕES - DESTAQUES DA SEMANA tem o propósito de captar o “clima” do mercado das operações de Fusões e Aquisições bem como sinalizar suas principais tendências. Trata-se da compilacão semanal das notícias visando tornar mais acessíveis e conhecidos os negócios de fusão, aquisição e venda realizados entre empresas com atuação no Brasil. Todas as informações sobre os negócios citados no presente relatório são obtidos a partir de notícias publicadas pela imprensa e divulgadas no “estado" pelo blog FUSOESAQUISICOES.BLOGSPOT http://fusoesaquisicoes.blogspot.com.br, não sendo feita qualquer verificação quanto à sua veracidade, precisão ou integridade do conteúdo. Sempre que possível, serão mencionados os nomes dos compradores – investidor estratégico ou fundos de private equity, dos vendedores, a tese de investimento e principais “value drivers”, o valor da transação, forma de pagamento, múltiplos praticados (Valor da Empresa/EBITDA, Valor da Empresa/Receita) etc. Muitas vezes a notícia não é clara a respeito dos valores/forma de pagamentos e respectivos múltiplos. É bem-vinda toda e qualquer contribuição para tornar as informações mais precisas e transparentes. Caso o conteúdo estiver em desacordo, nos contate que estaremos retirando o mesmo ou corrigindo a respectiva  informação. Blog FUSÕES & AQUISIÇÕES

18 março 2019