19 janeiro 2019

Loggi compra startup para nomear novo CTO

A empresa fez o que se conhece no mercado como "acqui-hire", ou aquisição de talentos.

A Loggi, startup que conecta entregadores e clientes, agora conta como Davi Reis como o novo CTO da empresa. A empresa fez o que se conhece no mercado como "acqui-hire", ou aquisição de talentos: comprou a WorldSense, startup liderada por Reis, com o objetivo de contratá-lo.

 Especialista em algoritmos de busca e análise de texto, Reis foi parte do time inicial do Google no Brasil e liderou projetos nacionais, como a monetização do extinto Orkut, e mundiais, como o Google Pigeon, algoritmo responsável pela busca de localidades e pontos de interesse em todo mundo.

 O executivo é mestre em ciência da computação pela UFMG e foi co-fundador da WorldSense, startup de publicidade online. Com o movimento, a Loggi passa a contar com novos profissionais de tecnologia e gestores da WorldSense nas áreas de produto, comercial e RH. Diego Nogueira assume o cargo de diretor de produto; Tiago Silveira será líder de engenharia e Luiz Oliveira, HRBP do time de produto. Já Akio Nakamura e Pedro Calais se juntam ao time de engenheiros de software; Paula Ramos será executiva de vendas para contas chave; e, Adilson Braga e Ana Mayrink se juntam ao time de sucesso do cliente.

 “Essa aquisição de talentos e a chegada do Davi Reis colocam o time da Loggi em um nível inédito de desenvolvimento no Brasil. Hoje, temos um dos melhores programadores do mundo como CTO da empresa e isso nos deixa próximos do objetivo de ser uma das melhores empresas de engenharia não só do país, mas globalmente”, afirma Arthur Debert, co-fundador da Loggi.

 O novo time se junta aos mais de 500 colaboradores da Loggi. “A Loggi está crescendo muito e seu modelo disruptivo de negócios se destaca no mercado. Para mim, é uma oportunidade excepcional fazer parte desse momento da empresa”, afirma Reis.

 Atualmente, a Loggi realiza mais 3 milhões de entregas mensais para mais de 300 mil clientes em 33 municípios brasileiros. A empresa conta com mais de 10 mil motofretistas cadastrados.... Leia mais em Baguete 18/01/2019

19 janeiro 2019



Banco Votorantim investe em fintech de inteligência artificial para antecipação de recebíveis

Em mais um movimento estratégico de transformação digital, o Banco Votorantim, junto com Monashees e Mindset Ventures, anunciam uma rodada de investimento de 6 milhões de dólares na WEEL, plataforma online de antecipação de recebíveis.

Fundada em 2014, a WEEL inovou o segmento com um modelo de análise de risco baseado em Inteligência Artificial aplicada sobre grandes massas de dados (Big Data), em substituição aos modelos tradicionais de análise que dependem da consulta aos cadastros negativos de solicitantes.

 O investimento foi feito após identificação de diversas frentes de sinergia entre as duas companhias. Pelo acordo, o Banco Votorantim entra com funding e sua sólida estrutura de capital, e a WEEL com a inteligência de dados e um sofisticado modelo de análise que proporciona a empresas acesso a capital de giro a custo mais baixo em uma operação convencional e com baixo risco de inadimplência.

A parceria permitirá ao Banco Votorantim otimizar limites de crédito utilizando a antecipação de recebíveis através de um novo canal de distribuição, aumentando assim o seu potencial de atuação no segmento de pequenas e médias empresas. Outro benefício será a substituição pelo Banco de seu sistema de checagem e monitoramento de duplicatas, passando a adotar a plataforma da WEEL para a melhoria de performance e escalabilidade.

A WEEL foi fundada em 2014 pelos brasileiros radicados em Israel Simcha Neumark e Shmuel Kalmus, em sociedade como o norte-americano radicado em Israel Russell Weiss, os quais prosseguem na liderança da operação.

O segredo do seu sucesso está em aplicar a inovação tecnológica para fornecer capital de giro acessível para os pequenos e médios negócios, suprindo uma reconhecida deficiência do sistema financeiro nacional, que oferece poucas opções de empréstimo rápido e sem exigências de garantia patrimonial.

Através de sua plataforma digital, a WEEL permite que, em poucos minutos e com uma navegação intuitiva, o interessado simule a operação de antecipação do recebível, verifique suas taxas – tudo de forma automática e gratuita – e obtenha a aprovação sem a burocracia e o estresse característicos do relacionamento com outras instituições de fomento comercial.

A fintech emprega tecnologia analítica aplicada ao ambiente de Big Data – com 15 mil pontos simultâneos de consulta – e conta com algoritmos exaustivamente testados para a valoração dos ativos, o que permite registrar uma taxa média de inadimplência inferior a 1% sobre o valor de face das faturas resgatadas.

Esta é uma marca histórica no Brasil, cuja média de inadimplência no setor varia de 4% a 5%. De acordo com Simcha Neumark, da WEEL, a nova retaguarda oferecida pelo Banco Votorantim acelerará ainda mais as taxas de crescimento da empresa – atualmente na média de 31% mês a mês – e propiciará a ampliação de investimentos na área de ciência de dados...Leia mais em ti inside 18/01/2019



PagSeguro assume controle do Banco Brasileiro de Negócios

O Diário Oficial da União do dia 16 de janeiro publicou que o Banco Central aprovou a transferência do controle do Banco Brasileiro de Negócios (BBN) para Luís Frias, sócio da PagSeguro e presidente do Conselho de Administração das empresas Grupo Folha e Universo Online (UOL).

As ações da empresa de meios de pagamento subiram 5,41% na bolsa norte-americana nesta sexta-feira,18. Segundo analistas de mercado, o objetivo da transação é criar um banco digital para ofertar produtos para a grande base de clientes do grupo.

Apesar de ser uma empresa com capital aberto, não foi divulgado nenhum fato relevante sobre a transação...Leia mais em ti inside 18/01/2019



18 janeiro 2019

Comprador

O presidente da Engie no Brasil, Maurício Bähr, pretende fechar a compra da subsidiária da Petrobras, a Transportadora Associada de Gás, com preço estimado em US$ 9 bilhões. .. Leia mais em valoreconomico 18/01/2019

18 janeiro 2019



Presidente da B3 diz que vai “brigar” para que XP faça IPO no Brasil

O presidente da Bolsa de Valores de São Paulo, Gilson Finkelsztain, promete lutar para que a XP Investimentos faça sua IPO no Brasil.

A IPO é a oferta pública inicial de ações no mercado financeiro. Gilson Finkelsztain disse que vai “brigar” para que a XP Investimentos realize a operação no Brasil e não nos Estados Unidos. Segundo Finkelsztain, a empresa é brasileira e por isso deve fazer sua IPO na Bolsa de Valores de São Paulo, a B3.

A informação é da Bloomberg. “Na XP, vamos brigar para que eles se listem aqui no Brasil. Eles são brasileiros, com negócios aqui, deveriam se listar aqui. Nosso time comercial e eu pessoalmente vamos estar empenhados para isso”, disse em entrevista Finkelsztain,“A XP é emblemática, um enorme caso de sucesso que provou que há espaço para uma corretora independente no Brasil”.

A XP Investimentos é a maior corretora do Brasil para investidores de varejo. Segundo fontes próximas a empresa, a XP estaria considerando um IPO no Nasdaq. A oferta pública de ações seria uma solução para os investidores de private equity. Entre eles, a General Atlantic e a Dynamo Administração de Recursos.

 O sucesso registrado por outas empresas brasileiras que realizaram sua IPO nos EUA levou a XP a pensar em fazer sua oferta em Nova York. Somente em 2018 foram a PagSeguro Digital, a StoneCo, e a Arco Platform levantaram mais de US$ 5,34 bilhões na Bolsa de Nova York.

Além disso, no Brasil existem benefícios fiscais para empresas brasileiras domiciliadas no exterior. “Isso é algo que precisa de atenção”, disse Finkelsztain, que salientou como existem regras que impedem que essas firmas sejam negociadas na bolsa local. “Estamos trabalhando com a CVM para tornar algumas regras mais flexíveis e o regulador é muito sensível ao que chamamos de exportação do mercado”, afirmou Finkelsztain.

Pelas regras vigentes, as empresas brasileiras domiciliadas no exterior, com mais de 50% da receita proveniente do Brasil, não podem emitir Brazilian Depositary Receipts (BDRs). Esses papeis são certificados de depósito de valores mobiliários emitidos no Brasil, mas que representam valores mobiliários de emissão de companhias abertas com sede no exterior.

Os BDRs são a versão brasileira dos American Depositary Receipts. Segundo Finkelsztain, uma solução poderia ser que essas empresas realizem uma listagem simultânea no Brasil e no exterior.

Razões para investir nos EUA Muitas empresas preferem investir nos EUA por razões que vão além do bom preço inicial mais atrativo. Entre essas razões, está a concentração dos investidores especializados no setor de tecnologia. “Esta é uma tendência internacional e afeta empresas do Japão a Israel e à Austrália”, explicou Finkelsztain, “E isso não é bom para os mercados brasileiros”.

Segundo o presidente da B3, mesmo não existindo concorrentes brasileiros, “estamos competindo com bolsas de valores, com mercados em todo o mundo”. Finkelsztain afirmou que está trabalhando junto a CVM para desenvolver “um ambiente mais amigável”.

O objetivo é permitir que as empresas brasileiras negociadas na Bolsa de Nova York também sejam listadas no Brasil. “Assim, os fundos locais não precisariam comprar dólares e ir aos mercados dos EUA para comprar ações dessas empresas brasileiras”, disse explicou o presidente da B3.

Além disso, a B3 está estudando a possibilidade de permitir processos confidenciais para empresas menores. Isso aumentaria a atratividade dos IPOs locais. Dessa forma, a empresa pode recuar se o mercado se demostrar hostil, ou se o preço não for atraente.

Uma retirada estratégica que não provocaria prejuízos a sua reputação, ao contrário de quanto uma desistência pública poderia trazer. Crítica as empresas brasileiras Por outro lado, Finkelsztain criticou as empresas brasileiras que decidem se listar nos EUA.

Segundo o presidente da B3, algumas companhias do Brasil tentam se “disfarçar de empresas de tecnologia” quando se listam nos EUA. Uma estratégia útil para pegar atrair os investidores, cada vez mais interessado na indústria digital. “Mas os investidores logo perceberão isso e as empresas terão problemas”, afirmou Finkelsztain .

Além disso, segundo Finkelsztain, embora os preços iniciais das fintechs brasileiras cotadas em Nova York tenham sido muito atraentes, o desempenho de seus papéis desde os IPOs não foi tão bom. As ações da PagSeguro subiram 2,42% desde o IPO. Enquanto a StoneCo, que atraiu em sua oferta os bilionários Warren Buffett e Jack Ma, perdeu 12%. Por outro lado, o preço das ações do Banco Inter mais do que dobrou em moeda local desde a IPO.

A fintech bancária arrecadou R$ 672,4 milhões em abril, quando realizou sua oferta pública de ações na B3. “As ações da PagSeguro e da StoneCo têm uma grande correlação com a Amazon.com”, explicou Finkelsztain.

Segundo o presidente da Bolsa de Valores de São Paulo, embora a maior parte da receita dessas empresas seja em moeda brasileira, elas tendem a reagir de forma maior a movimentos globais das ações de tecnologia do que a oscilações no real. B3 prevê crescimento

Para Finkelsztain, o negócio de ações da B3 se beneficiará pelo crescimento econômico esperado no Brasil. Além disso, os resultados positivos serão impulsionados pela inflação sob controle e taxas de juros na mínima histórica. O presidente da Bolsa de Valores de São Paulo espera de 20 a 30 ofertas de ações neste ano, a partir de março. O trading de ações representa cerca de 40 porcento da receita da B3. Por CARLO CAUTI Leia mais em sunoresearch 12/01/2019



MobiBrasil compra Tupi Transportes e novos nomes aparecem para empresas de ônibus no período pré-licitação

As “novas” viações estão sendo registradas em nomes de diretores com mandatos definidos e não dos donos. Grande parte foi constituída na Junta Comercial do Estado de São Paulo com capital alto e nos últimos meses de 2018. Criação de novas empresas não tem relação com a negociação entre MobiBrasil e Tupi

A poucos dias da abertura dos envelopes da concorrência que deve remodelar o sistema de transportes por ônibus da cidade de São Paulo, um dos maiores do mundo com 9,5 milhões e passageiros por dia, o mercado das viações começa a ficar agitado, com compras de uma empresa menor por outra de maior porte e surgimento de “novas empresas” na Junta Comercial do Estado de São Paulo, mas que funcionam nas atuais garagens, muito embora estejam registradas em nome de diretores com mandatos que têm data para terminar, e não dos donos.

Em relação à aquisições, a empresa MobiBrasil comprou a Tupi Transportes Urbanos Ltda. Ambas operam a área 06 – azul claro, na zona Sul, do subsistema estrutural (ônibus maiores com linhas para a região central).

A assinatura ocorreu nesta quarta-feira, 16 de janeiro de 2019.

A licitação deve receber as propostas no dia 23 de janeiro.

A criação de novas empresas não tem nenhuma relação com a negociação entre Mobi e Tupi, mas o Diário do Transporte colocou os assuntos na mesma matéria pela abordagem abranger os movimentos de empresas pré-licitação do sistema da cidade.

A MobiBrasil passa, com isso, a ter uma atuação maior na área, assumindo grande parte das linhas da Tupi, além dos ônibus e garagem.

Em entrevista exclusiva ao Diário do Transporte nesta quinta-feira, a proprietária da empresa, Niege Chaves, disse que a empresa vai ampliar os investimentos na região.

“Vamos continuar fazendo um grande esforço para melhorar a qualidade do transporte de São Paulo, que é um desfio grande, foram comprados mais 30 ônibus novos e a previsão é de comprar mais 70 até o final do ano, para melhorar os serviços e trazer mais pessoas para o transporte público” – contou

A licitação do sistema de ônibus na cidade foi considerada no negócio, segundo a empresária.

“Estamos seguindo a orientação de como será no futuro com a sinalização que vem na licitação de São Paulo. Acho que isso também é inédito, a gente juntou os quatro [empresários que servem a região sul] e conseguimos construir uma solução que vai melhorar ainda mais o transporte de São Paulo”...  ADAMO BAZANI Leia mais em diariodotransporte 17/01/2019



Infor anuncia US$ 1.5 bilhão em investimento considerando um potencial IPO

A Infor anunciou nesta quarta-feira, 16,e um acordo para receber um investimento de US$ 1.5 bilhão dos acionistas da Koch Equity Development, LLC (KED) e Golden Gate Capital. Esse aporte fortalece o investimento da KED de mais de US$ 2 bilhões, realizado no começo de 2017, e representa um marco importante para a Infor, que considera um potencial IPO em 2019 ou 2020 – obedecendo às condições de mercado.

"A Koch e a Golden Gate Capital têm sido grandes parceiras da Infor, e todos os nossos 17.300 colaboradores estão felizes por esse marco, enquanto preparamos o próximo passo de crescimento", disse Charles Phillips, CEO da Infor (foto).

A Infor tem investido aproximadamente US$ 2,5 bilhões em design e desenvolvimento de produtos nos últimos cinco anos, sob a liderança de Phillips e ao longo da jornada de parceria com a KED e Golden Gate Capital.  A companhia também entregou mais de 475 novos produtos, 1.870 integrações e 20.700 atualizações de indústrias na sua linha de produto CloudSuite. O Infor CloudSuite é a principal linha de ERPs multiusuário que abrange aplicações front e back office, assim como logística com suporte global (em relação a linguagem, moedas e geografia).

"A Koch já foi cliente da Infor, e se tornou um investidor na companhia, e a Koch Industries, um dos maiores conglomerados mundial, continua a mover suas principais aplicações de missão crítica para o Infor CloudSuites", afirmou Jim Hannan, vice-presidente executivo da Koch e CEO de Empresas para a Koch Industries, Inc. "Os produtos inovadores da Infor têm ajudado a liderar a transformação digital que temos desenvolvido globalmente para 120.000 colaboradores".

Com aproximadamente US$ 3 bilhões em receita no ano fiscal de 2018, a Infor se tornou a primeira companhia a mover as aplicações de ERP de missão crítica de todas as indústrias para a nuvem pública. O Infor CloudSuite é o fundamento para a transformação digital para mais de 9.500 clientes em 110 países. As aplicações da Infor atendem áreas financeira, de manufatura, supply chain, recursos humanos e de relacionamento com clientes.

"Como investidores e cliente, a Koch continua impressionada com a capacidade de escala da Infor, a versatilidade da tecnologia, e com os softwares", afirmou Matt Flamini, presidente da KED. "Nossa confiança no time da Infor vem não apenas da performance financeira, mas dos resultados reais que vemos serem implementados por meio das soluções da Infor e da Koch Industries".

Nos últimos cinco anos a Infor ganhou um market share consistente em aplicações de nuvem, e 70% da sua receita de licença de software vem dessas aplicações em nuvem.

A capacidade técnica do CloudSuite para setores específicos é fundamental para a estratégia da Infor, uma vez que a companhia elimina a necessidade de customizações custosas e compromissos descontrolados com consultorias. Os clientes geralmente reduzem os custos em 25% ou mais aposentando seus mods, eliminando grandes atualizações, e reduzindo o custo de infraestrutura ao migrar para o CloudSuite.

A Infor ampliou sua presença em indústrias chave como a de saúde, manufatura, varejo, setor público e hospitalidade. Hoje, cerca de 72% de todos os hospitais nos Estados Unidos usam aplicações da Infor, assim como 19 dos 20 fornecedores do setor automotivo, e 8 das 10 marcas de moda.

"As companhias enxergam o valor em mudar suas aplicações empresariais para a nuvem, mas não podem fazer a transição sem que os recursos críticos do setor estejam lá. A Infor construiu recursos personalizados como serviços padrão em nuvem e, com o acesso a dados valiosos por meio de recursos de negócios é capaz de criar análises preditivas e correlações eficientes na plataforma de IA, Coleman", afirmou Phillips... Leia mais em tiinside 16/01/2019




Grife italiana Versace encerra atividades no Brasil

Última loja da marca, em São Paulo, foi fechada

A grife italiana Versace fechou sua última loja no Brasil, localizada no Shopping Iguatemi, em São Paulo, encerrando suas operações no país. A unidade ficou aberta até o Natal e, desde então, tem as portas fechadas.

Segundo a Folha de S. Paulo, a assessoria de imprensa da marca disse que não dará detalhes sobre o motivo da saída, determinada pela matriz italiana, e que não emitirá comunicado oficial sobre o encerramento das atividades no Brasil.

A grife iniciou suas operações no país em 2014, com lojas em diversos shoppings de São Paulo, Rio de Janeiro e Fortaleza, mas os pontos foram fechando conforme o agravamento da crise econômica brasileira.

O fechamento da última loja aconteceu quatro meses depois de a Versace ter sido vendida para a americana Michael Kors, por 1,83 bilhão de euros (R$ 8,4 bilhões), dando origem ao grupo Capri Holdings, na tentativa de se consolidar como um conglomerado de marcas de luxo... Leia mais em epocanegocios 17/01/2019




17 janeiro 2019

Tradecorp adquire empresa brasileira Microquimica

A Tradecorp, empresa do grupo Sapec Agro Business, adquiriu a empresa brasileira Microquimica, que comercializa «uma ampla gama de produtos agrícolas especializados, com foco em fertilizantes foliares, bioestimulantes, adjuvantes e inoculantes microbiológicos». A aquisição da Microquimica, que tem «uma presença estabelecida» no mercado do Brasil com «mais de 40 anos», é considerada como «um passo que permite a consolidação do crescimento no mercado da América Latina e a entrada no segmento microbiológico», refere um comunicado.

Em concreto, a aquisição «vai permitir a consolidação da área de nutrição especializada da Sapec Agro Business na América Latina, em particular no Brasil, representada pela Tradecorp». Segundo o grupo, «o portefólio especializado da Microquimica, em particular os inoculantes à base de micróbios e os aminoácidos biológicos (ambos desenvolvidos e produzidos nas instalações fabris da Microquimica), vêm reforçar o amplo portefólio da Sapec Agro Business, proporcionando uma oferta mais completa para os agricultores».

O comunicado acrescenta que a Microquimica, fundada em 1976, tem duas fábricas no Brasil, na região de Campinas, o que «vem fortalecer a capacidade e flexibilidade produtiva da Sapec Agro Business, ampliando as suas capacidades industriais e permitindo servir as Américas a partir do Brasil». Não foi divulgado o valor desta transacção.

«Demos mais um passo para fortalecer a estratégia de nos tornarmos uma referência global na disponibilização de programas e serviços adaptados a todas as culturas e necessidades específicas de cada localidade, cobrindo um amplo espectro de inputs para a agricultura», afirma CEO da Sapec Agro Business. Eric van Innis sublinha ainda que «a Microquimica oferece soluções específicas e canais de distribuição num dos mercados agrícolas mais importantes do Mundo, além de um grupo de profissionais capacitados e dedicados, totalmente alinhados com a estratégia global da Sapec Agro Business». Leia mais em agroportal 17/01/2019



17 janeiro 2019



FUSÕES E AQUISIÇÕES - DESTAQUES DA SEMANA 07 a 13/jan/2019

Divulgadas 11 operações de Fusões e Aquisições com destaque pela imprensa na semana de 07 a 13/jan/2019.  Envolvem direta ou indiretamente empresas brasileiras de  5 setores.

ANÁLISE DA SEMANA
                                                             
Principais transações

NEGÓCIOS DA SEMANA

"Market Movers" - Brasil

  • BRF vende Campo Austral na Argentina por R$ 131 milhões - A BRF (BRFS3) anunciou hoje a conclusão da venda de seus ativos na Argentina com a venda da subsidiária Campo Austral, uma das líderes na produção de alimentos à base de suínos, à BOGS S/A e à La Piemontesa de Averaldo Giacosa y Compañia S/A pelo valor de aproximadamente R$ 131 milhões.O total dos ativos vendidos no país totalizou US$ 145,5 milhões, o equivalente a R$ 560 milhões. 10/01/2019 

"Market Movers” - Exterior

  • Verily, a startup de saúde do Google, recebe US$ 1 bilhão em investimento - A Verily tem a missão de utilizar dados para melhorar a saúde; lentes de contato inteligentes são uma de suas invenções A Verily, startup de saúde da Alphabet – holding dona do Google -, recebeu US$ 1 bilhão em investimento. O aporte, liderado pela Silver Lake, tem objetivo de acelerar o crescimento da empresa, facilitar parcerias estratégicas e financiar potenciais aquisições. 04/01/2019
  • WeWork recebe investimento e anuncia o lançamento da The We Company - Essa semana a WeWork anunciou que recebeu um investimento de US$6 bilhões do SoftBank. US$5 bilhões é na forma de capital primário de crescimento e US$1 bilhão em capital secundário, que será utilizado para financiar compras de ações de investidores e empregados. A avaliação pós-monetária da WeWork agora é de US$47 bilhões. 
  • Farmacêutica Eli Lilly compra Loxo Oncology por US$ 8 bilhões - A farmacêutica americana Eli Lilly anunciou hoje a compra da biofarmacêutica Loxo Oncology por US$ 8 bilhões. A Loxo desenvolve e comercializa medicamentos para o tratamento de cânceres causados por alterações genéticas.  07/01/2019
  • Startup de patinetes Bird recebe aporte de US$ 300 milhões - Companhia tem valor estimado de US$ 2 bilhões. Uma das pioneiras dos patinetes elétricos nos EUA, a Bird levantou US$ 300 milhões em uma nova rodada de investimentos liderada pela Fidelity. Segundo o site Axios, o novo aporte não significa que o valor estimado da empresa de US$ 2 bilhões seja alterado - o investimento é considerado uma continuação da captação realizada pela Bird em junho de 2018. Na época, a startup levantou outros US$ 300 milhões. 10/01/2019

HUMORES & RUMORES

M & A - VENDA

  • Oi contrata BofA Merrill Lynch para venda de parte de ativos, dizem fontes - Companhia em recuperação judicial pretende levantar entre R$ 1,5 bilhão e R$ 2 bilhões com as vendas. O grupo de telecomunicações Oi contratou o Bank of America Merill Lynch para vender ativos não essenciais como torres de telefonia celular e centrais de processamento de dados, afirmaram duas fontes com conhecimento do assunto. A companhia em recuperação judicial pretende levantar entre 1,5 bilhão e 2 bilhões de reais com as vendas, disseram as fontes.Representantes da Oi e do Bank of America não comentaram o assunto de imediato. 10/01/2019
  • BR Distribuidora anuncia desinvestimento na CDGN Logística Ações - A BR Distribuidora (SA:BRDT3) divulgou, por meio de fato relevante, que iniciou a etapa de divulgação da oportunidade de desinvestimento referente ao processo de alienação da totalidade de sua participação societária na empresa CDGN Logística (49%). A companhia informa que a CDGN tem por objetivo a prestação de serviços de tratamento, compressão, liquefação, transporte, descompressão, regaseificação e comercialização de gás natural, metano, gás carbônico (CO2) e biogás, comprimido ou liquefeito e transporte. A sede da companhia está localizada na cidade do Rio de Janeiro. 08/01/2019
  • Presidente do BB confirma venda de ativos; “concorrência que se cuide” - Rubens Novaes destacou a necessidade de a participação em determinadas atividades desempenhadas pelo banco ser diluída.  O novo presidente do Banco do Brasil, Rubens Novaes, confirmou hoje (7) que pretende vender parte dos ativos da instituição e afirmou estar livre do drama que antes contrapunha o interesse dos acionistas minoritários e do governo. “A concorrência que se cuide”, afirmou. 07/01/2019
  • Novo presidente da Caixa anuncia venda de participações - O novo presidente da Caixa Econômica Federal, Paulo Guimarães, anunciou hoje (7) que a instituição deverá vender participações em áreas como seguros e loterias, reforçar o financiamento imobiliário via mercado de capitais e investir em microcrédito a juros mais baixos.Guimarães tomou posse nesta manhã no Palácio do Planalto, em cerimônia da qual participaram o presidente Jair Bolsonaro e o ministro da Economia, Paulo Guedes. Ele disse que seguirá a determinação do governo de “não errar” e que buscará reduzir um passivo de R$ 40 bilhões da Caixa registrado sob a rubrica de “instrumentos híbridos de capital e dívida”. 07/01/2019

M & A  - COMPRA

  • De laboratórios novos - O grupo Hermes Pardini, de laboratórios médicos e serviços de processamento de exames, vai investir ao menos R$ 65 milhões neste ano. O valor poderá chegar a R$ 80 milhões, segundo o diretor-executivo da companhia, Roberto Santoro. A marca segue interessada em fazer aquisições em 2019. ?Nossa alocação para fusões e compras será voltada a empresas que complementem nosso portfólio ou aumentem nossa capacidade produtiva?, afirma Santoro. 11/01/2019
  • Bolognesi negocia usina no CE com Cobra - Depois de tentativas mal sucedidas nos últimos dois anos, o grupo gaúcho Bolognesi está perto de fechar a venda do projeto da termelétrica Rio Grande para o grupo espanhol Cobra, apurou o Valor.Uma condição da Cobra para a aquisição é que o empreendimento seja transferido para o distrito de Pecém, no Ceará. Atualmente, a obra está prevista para ..10/01/2019
  • Com o olhar fora de casa - A rede mineira de hospitais Mater Dei vai aportar ao menos R$ 30 milhões em equipamentos para diagnóstico por imagem neste ano. A clínica, que está em obras, deverá entrar em operação ainda no primeiro trimestre, segundo o executivo. O grupo pretende, ainda, expandir operações fora de Minas Gerais neste ano.Priorizamos aquisições e temos conversas em andamento, mas não descartamos construir. Temos olhado Brasília, interior de São Paulo e grandes cidades no Nordeste?, diz ele. A empresa inaugura sua terceira unidade, em Betim (MG) em 19 de janeiro. 08/01/2019
  • Propaganda volta às compras - O conglomerado de mídia japonês DAN (Dentsu Aegis Network) prevê fazer quatro aquisições no Brasil neste ano, segundo o presidente no país, Abel Reis. Dono de agências publicitárias como Isobar e mcgarrybowen, o grupo planeja comprar empresas ligadas a análise de dados, produção de conteúdo e concorrentes independentes de grande porte. “Vamos incorporar agências que tenham portfólio significativo de clientes, não só com marcas importantes, mas também com com investimento bruto em mídia de pelo menos R$ 500 milhões por ano”, afirma. 07/01/2019

PRIVATE EQUITY

  • Academias de baixo custo crescem e atraem fundos - O potencial de crescimento e consolidação das academias no Brasil motivou os fundos de private equity a comprar participações nas empresas com a intenção de prepará-las para aberturas de capital. Apesar da rápida expansão desse modelo ante as arcas sofisticadas - que custam de R$300 a R$ 700  para o aluno e tiveram faturamento estável durante a crise econômica -, alcançar o lucro é tarefa árdua para Bluefit, Selfit Academias, Just Fit e a própria Smart Fit, cujo primeiro lucro foi realizado ..  09/01/201

IPO

  • Caixa Seguridade poderia levantar até R$ 10 bi com IPO - A Caixa Econômica Federal pode levantar até R$ 10,3 bilhões na abertura de capital da sua unidade de seguros, a Caixa Seguridade, num movimento para atender a diretriz do novo governo de privatizar suas áreas de negócio, algo enfatizado no  discurso de posse do presidente, Pedro Guimarães, no início do mês. A oferta inicial de ações (IPO) tem o potencial de alavancar a fatia do banco no mercado de seguros, hoje bem inferior à que tem no mercado de crédito, mas a operação pode esbarrar numa reestruturação que está em curso na empresa.  10/01/2019
  • A retomada dos IPOs - Viés reformista do novo governo pode aumentar o apetite dos investidores, incentivando as empresas a buscar recursos na Bolsa. No que depender dos banqueiros de investimento, o consumo de champanhe neste ano irá muito além dos brindes do réveillon. Se em 2018 as taças se levantaram apenas três vezes para comemorar Initial Public Offerings (IPOs, na sigla em inglês), os prognósticos agora são bem melhores. “Esperamos cerca de 15 aberturas de capital para 2019”, diz Caio Ibrahim David, que acaba de assumir o comando das operações de atacado do Itaú Unibanco. Renato Ejnisman, diretor executivo do Bradesco, é ainda mais otimista: ele prevê 20 listagens, que podem ocorrer tanto em São Paulo quanto em Nova York. Incluindo-se as ofertas subsequentes ou follow-ons – quando uma companhia já listada oferece mais ações ao mercado –, a projeção de Ejnisman é que o total de operações chegue a 30. “O mercado está começando a se aquecer”, diz ele. Segundo o executivo, outra diferença em relação ao ano passado é que agora espera-se mais diversificação, com empresas de vários setores participando. 04/01/2019
  • BB DTVM pode passar por processo de abertura de capital - O Banco do Brasil pode abrir o capital da BB DTVM, em um processo de venda parcial de ações ou parceria, segundo apurou o Valor. O novo presidente do Banco do Brasil, Rubem Novaes, afirmou ontem que pretende vender  os ativos que não têm “sinergia” com a instituição, mas garantiu que preservará as “joias da coroa”, limitando-se a abrir o capital ou a fazer parcerias envolvendo essas subsidiárias — o executivo não citou a BB DTVM, que é o braço de administração de recursos do grupo, que gerencia R$ 948 bilhões em ativos. 07/01/2019

RELAÇÃO DAS TRANSAÇÕES

  • Vtex faz sua primeira aquisição nos EUA - A empresa brasileira Vtex, uma das principais fornecedoras de sistemas para lojas virtuais no país, fechou a compra da americana UniteU. Com o negócio, a Vtex dobra o número de clientes para mais de 100 e quadruplica seu time nos Estados Unidos, agora com 24 pessoas. A meta é dobrar a participação das receitas internacionais em sua operação. Trata-se da oitava aquisição da Vtex, mas a primeira nos EUA. O valor da operação não foi revelado. . 13/01/2019
  • Americana Vanguard compra distribuidora de insumos agrícolas de SP - Com grandes movimentos de fusões e compras de empresas de agrotóxicos encerrados, a consolidação está chegando às pequenas e médias empresas do canal de distribuição de insumos.. 10/01/2019
  • Pátria adquire mais uma distribuidora de insumos - O Pátria Investimentos continua a ampliar sua aposta no segmento de distribuição de insumos agrícolas. Depois de assumir o controle de duas redes no ano passado, uma no Paraná e outra na Colômbia, a empresa acaba de comprar uma participação majoritária na Impacto, de Mato Grosso, e, conforme o Valor apurou, continua avaliando oportunidades para continuar a crescer no segmento.Procurado, o Pátria preferiu não comentar a informação. A participação adquirida e o valor do negócio não foram revelados. Segundo Ânderson Galvão, CEO da consultoria Céleres, que em parceria com a LKM assessorou a Impacto na operação, a rede mato-grossense tem quatro lojas (uma delas "express") e fatura cerca de R$ 400 milhões por ano. 10/01/2019
  • Green4T compra Aceco TI e quer liderança de infraestrutura crítica de TI - Startup leva empresa referência do setor, com mais de 50 anos de atuação. Na sede da Green4T, em São Paulo, os balões nas cores azul e verde evidenciavam as boas-vindas ao último grupo de 450 profissionais provenientes da Aceco TI depois da aquisição de 70% dos seus negócios. Os cinquenta funcionários restantes da empresa, que faz consultoria para a construção de data centers, somaram-se aos mais de 150 talentos que passaram a fazer parte do quadro da Green4T. A compra foi assinada em abril de 2018, mas anunciada somente hoje (09/01) depois de finalizada a renegociação e a quitação integral de quase R$ 500 milhões em dívidas legadas da Aceco TI. Uma aquisição atípica, de uma startup, criada em 2016, que levou uma gigante com quase 50 anos de história.  09/01/2019
  • ABC Financial Services adquire a Evo W12, líder de mercado no Brasil - A transação cria uma única fornecedora premium de software para clubes de saúde, faturamento e serviços de filiação para os mercados da América do Norte e América do Sul. A ABC Financial Services, LLC, anunciou hoje que adquiriu a Evo W12 Inovações Tecnológicas, sediada no Brasil e a maior fornecedora de software de gestão de academias para mais de 2.700 organizações, em 10 países. A ABC é a principal provedora de software, faturamento e serviços de filiação para mais de 7.000 instalações comerciais e franqueadas de saúde e bem-estar na América do Norte. A Evo W12 é uma empresa de tecnologia com uma missão objetiva: levar simplicidade e profissionalismo ao mundo de gestão de academias, por fornecer soluções simples e inovadoras, focadas na experiência e nas necessidades dos clientes. No mercado desde 2008, a W12 se tornou líder e referência de matéria de estudo em seu segmento em toda a América Latina. 08/01/2019
  • WDC Networks anuncia a aquisição de empresa para otimizar serviços em IoT - Companhia passa a oferecer automação predial e residencial no modelo "as a service”. - Reconhecida por sua liderança na distribuição de soluções e tecnologias de alto valor agregado, a WDC Networks anuncia a compra da Munddo, especializada na distribuição de sistemas inteligentes para automação residencial e predial. A negociação, que consolida o movimento definitivo da WDC em direção à tecnologia de IoT e dá maior respaldo à operação da Smart WDC (espaço de IoT experience mantido pela empresa no coração da Rua Santa Ifigênia, em São Paulo), permitirá a distribuição exclusiva no mercado brasileiro de todo o portfólio da polonesa Fibaro e, também, das marcas TouchLight, MDD Acoustics, Kaadas, iEast e Global Caché. 09/01/2019
  • Partage anuncia a compra do Shopping Poços de Caldas - A Partage Shopping acaba de anunciar a compra do Shopping Poços de Caldas. Com esta nova aquisição, a empresa assume a operação e a administração integral do equipamento. Este passa a ser o oitavo Shopping controlado pela Partage, conhecida nacionalmente pela forte presença no interior e por estar sempre atenta a novas oportunidades de investimentos, atuando também no desenvolvimento de shoppings com forte potencial. Inaugurado em 2005, o Shopping Poços de Caldas possui mais 38 mil m² de área construída, 20 mil m² de área bruta locável (ABL), 115 lojas, 9 âncoras, 2 megalojas, um complexo de cinema com 4 salas, 19 operações de alimentação e estacionamento com 710 vagas. Cerca de 2,4 milhões de clientes passam pelo empreendimento anualmente. 08/01/2019
  • Reclame Aqui adquire a Trustvox - O site Reclame Aqui, plataforma de relacionamento entre consumidores e empresas, acaba de adquirir a Trustvox, empresa que coleta reviews de consumidores.Para o Reclame Aqui, a estratégia é atender 65% dos 700 mil consumidores que visitam diariamente a plataforma e que buscam histórias de outros consumidores para gerar confiança (ou não) na marca. A expectativa da Trustvox é ter um crescimento de 100% na carteira de clientes e aumentar o faturamento em três vezes. 09/01/2019
  • BRF vende Campo Austral na Argentina por R$ 131 milhões - A BRF (BRFS3) anunciou hoje a conclusão da venda de seus ativos na Argentina com a venda da subsidiária Campo Austral, uma das líderes na produção de alimentos à base de suínos, à BOGS S/A e à La Piemontesa de Averaldo Giacosa y Compañia S/A pelo valor de aproximadamente R$ 131 milhões. A operação envolve três fábricas, localizadas nas cidades de San Andrés de Giles, Pilar e Florencio Varela; além das marcas Campo Austral, Calchaquí e Bocatti. Juntas, as plantas possuem capacidade de abater 2,3 mil suínos por dia e processar mais de 2 mil toneladas de produtos ao mês, tais como frios, embutidos, congelados e patês.Essa é a terceira e última operação de desinvestimento na Argentina, que incluiu também a venda das subsidiárias Avex e Quickfood. O total dos ativos vendidos no país totalizou US$ 145,5 milhões, o equivalente a R$ 560 milhões. 10/01/2019 
  • Alpargatas vende negócio de botas Sete Léguas por R$ 5,1 milhões - A Alpargatas vendeu ativos relacionados ao negócio de botas profissionais, da marca Sete Léguas, à empresa M2JF Participações por R$ 5,097 milhões. Segundo comunicado, a operação está em linha com o planejamento estratégico e inclui a venda dos equipamentos e propriedade industrial, sendo que a Alpargatas irá manter a produção e fornecimento de produtos por até 18 meses. "Como consequência da transação, a companhia deixará de atuar no segmento de botas profissionais", informou.. 10/01/2019
  • Mobdiq adquire empresa de afiliados Confilio - Movimento expande atuação da plataforma em referral marketing. A evolução do mercado de influenciadores tem gerado novos negócios para as marcas e players do segmento. A Mobdiq, por exemplo, plataforma que remunera usuários a partir de indicações de venda de produtos e serviços, concretizou neste início de 2019 a aquisição da rede de afiliados Confilio. Com isso, a Mobdiq, que até então atuava especialmente com influenciadores digitais, completa agora o conjunto de iniciativas de referral marketing. “A partir de agora, a Mobdiq se torna a única plataforma do Brasil que automatiza e dimensiona todos os esforços de marketing de relacionamento, como MGM (Member get Member), afiliados, influenciadores e programas de parceiros, em um conceito all-in-one”, define Rafael Monsores, cofundador e CEO da Mobdiq. A meta da empresa em 2019 é triplicar o faturamento do ano anterior, que foi de R$ 3 milhões.. 08/01/2019

RELATÓRIOS - DESTAQUES DA SEMANA


QUEM, O QUÊ, QUANDO, QUANTO, COMO e POR QUÊ
 A pesquisa FUSÕES E AQUISIÇÕES - DESTAQUES DA SEMANA tem o propósito de captar o “clima” do mercado das operações de Fusões e Aquisições bem como sinalizar suas principais tendências. Trata-se da compilacão semanal das notícias visando tornar mais acessíveis e conhecidos os negócios de fusão, aquisição e venda realizados entre empresas com atuação no Brasil. Todas as informações sobre os negócios citados no presente relatório são obtidos a partir de notícias publicadas pela imprensa e divulgadas no “estado" pelo blog FUSOESAQUISICOES.BLOGSPOT http://fusoesaquisicoes.blogspot.com.br, não sendo feita qualquer verificação quanto à sua veracidade, precisão ou integridade do conteúdo. Sempre que possível, serão mencionados os nomes dos compradores – investidor estratégico ou fundos de private equity, dos vendedores, a tese de investimento e principais “value drivers”, o valor da transação, forma de pagamento, múltiplos praticados (Valor da Empresa/EBITDA, Valor da Empresa/Receita) etc. Muitas vezes a notícia não é clara a respeito dos valores/forma de pagamentos e respectivos múltiplos. É bem-vinda toda e qualquer contribuição para tornar as informações mais precisas e transparentes. Caso o conteúdo estiver em desacordo, nos contate que estaremos retirando o mesmo ou corrigindo a respectiva  informação. Blog FUSÕES & AQUISIÇÕES



BTG compra fatia de startup agrícola que passou por sua aceleradora

A BoostLab, aceleradora de startups criada pelo banco BTG Pactual  no ano passado, já rende oportunidades de investimentos.

O Valor apurou que a instituição financeira comprou uma participação minoritária na Agronow, ‘agtech’  voltada para o monitoramento de safras via satélite.

Trata-se do primeiro aporte feito pelo BTG em uma empresa que passou pela aceleradora. Procurados, BTG e Agronow não se pronunciaram. .. Leia mais em valoreconomico 17/01/2019



Sears Holding confirma vitória de Lampert em leilão por varejista

A varejista Sears Holding confirmou nesta quinta-feira que Edward Lampert, por meio da gestora ESL Investments, venceu o leilão supervisionado pelo tribunal de falências dos Estados Unidos. .. Leia mais em valoreeconomico 17/01/2019
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Sears Holdings Announces ESL Investments As Winning Bidder In Bankruptcy Court-Supervised Auction

$5.2 billion bid includes the acquisition of substantially all of the Company's assets
Consummation of transaction would preserve 45,000 jobs
Sale remains subject to Bankruptcy Court approval and closing conditions

Sears Holdings Corporation ("Holdings," "we," "our," or the "Company") today announced that ESL Investments, Inc. was selected as the winning bidder in the Company's auction. Subject to Bankruptcy Court approval, ESL will acquire substantially all of the Company's assets, including the "Go Forward Stores" on a going-concern basis for approximately $5.2 billion.... Leia mais em sears 17/01/2019





Senior planeja internacionalização em 2019

Empresa vive também expectativa de crescimento e novos negócios após aquisição da então concorrente Mega Sistemas

A desenvolvedora brasileira de software para gestão empresarial Senior está estudando planos de internacionalização e deve colocá-lo em prática ainda nesse ano. É o que aponta Jean Vieira, diretor de Produto e Marketing da companhia.

Em entrevista à Computerworld Brasil, o executivo contou que a empresa catarinense está em processo de "prospecção da ideia" há cerca de dois anos, estudando países e, sobretudo, companhias com sinergia de negócios para aquisição. O foco é entrar em outros países da América Latina por meio de fusão com uma empresa local.

As prioridades no momento são Colômbia, México e Chile, e a intenção, segundo Vieira, é adquirir uma empresa com soluções complementares ao portfólio da Senior, não relacionadas à parte fiscal - como um ERP. "Seria algo de logística ou de capital humano, por exemplo", citou Vieira. Guilherme Borini   Leia mais em computerworld 15/01/2019 



“Braço” segurador da Sonae compra brasileira 838 Soluções

A multinacional de corretagem de seguros e consultoria de risco MDS, que é controlada conjuntamente pela Sonae e a brasileira Suzano, adquiriu uma participação de 51% na empresa brasileira de gestão de benefícios flexíveis para trabalhadores 838 Soluções... Leia mais em jornaldenegocios 14/01/2019



UBS projeta Ibovespa em 115 mil pontos e exposição acima da média no Brasil

Expansão econômica, com um real forte e política monetária mais contraída. Esta é a tríade que, somada, fundamenta o otimismo do UBS com o mercado acionário brasileiro. Em relatório a seus clientes, o banco suíço listou recomendação overweight (alocação acima da média do mercado) para as ações no Brasil.

A equipe de análise projeta, em estimativa mais conservadora, que o Ibovespa atingirá 103.000 pontos no final de 2019. Já no cenário otimista, o principal índice da bolsa brasileira poderá chegar aos 115.000 pontos. De acordo com o UBS, 2019 deverá ser outro ano pivô para todas as classes de ativos no Brasil, diante da expectativa de reformas estruturais e disciplina fiscal.

Reiterando o otimismo, as projeções de crescimento no lucro das empresas em 2019 é acima do consenso do mercado em 8 de 11 setores, conforme destacado pelos analistas do UBS. O ROE (Return on Equity) estimado é de 16% – 330 pontos-base acima da média dos mercados emergentes, diferença mais alta desde 2009.

“Os lucros das empresas brasileiras deverão permanecer fortes pelo quarto ano consecutivo, ainda em recuperação após quatro anos de declínio no intervalo de 2011 a 2015”, destaca a instituição, em referência a expectativa de alta de 21% no crescimento dos lucros do MSCI Brazil.

Dentre os setores, o UBS acredita que 70% do crescimento nos lucros será oriundo do seguinte trio: setor financeiro (28% de expansão prevista), de materiais (24%) e de energia (18%). Além do otimismo com estes setores, os analistas destacam a expectativa de revisões no setor de commodities e nos lucros de setores cíclicos.

Por fim, os analistas destacam que, em termos de valuations, existem muitos setores na bolsa que aparentemente são negociados acima da média histórica, porém, “na nossa visão, a redução no custo de capital justifica o valuation acima da média”. Valter Outeiro da Silveira  Leia mais em moneytimes 16/01/2019



Terra Drone Japão adquire 50% da brasileira Plimsoll UAV

A Terra Drone Japão adquiriu 50% das ações da empresa brasileira Plimsoll UAV, formando a Joint Venture Terra Drone Brazil.

A Terra Drone Ltd, empresa de UAV baseada no Japão, é especializada em inspeções e levantamentos aéreos a partir do desenvolvimento e da utilização de tecnologia UAV. A Plimsoll UAV, empresa que atua na área de inspeções de FPSO (Floating Production Storage and Offloading) no mercado de O&G, é líder nesse tipo de inspeção no Brasil.

A nova empresa fornecerá know-how em levantamentos 3D e tecnologia de hardware e software em complemento ao network da Plimsoll UAV.Toru Tokushige, CEO da Terra Drone,  e Marcelo Belleti, CEO DA Plimsoll UAV.

Um dos objetivos da Terra Drone Brazil é aumentar o número de soluções para o mercado de O&G e expandir o seu portfólio para as inspeções de linhas de transmissão, torres de telecomunicação e oferecer alta precisão no Sistema de Informação Geográfica (GIS) para Mineração.

A Plimsoll UAV foi fundada em dezembro de 2017 com a intenção de apresentar ao mercado de O&G soluções para inspeções visuais com menor custo, maior eficiência e mais segurança. Esta empresa é uma subsidiária da Plimsoll Engenharia e Fabricação, que está há mais de 25 anos no mercado brasileiro de O&G, fornecendo serviços de manutenção e reparo em unidades offshore, e de fabricação e instalação de estruturas offshore.

A Terra Drone Corporation é uma companhia líder no mercado de drones, fundada em 2016, sediada em Tóquio e com dez filiais espalhadas pelo Japão, Ásia, Europa, África, América do Norte e América Latina. A empresa oferece ferramentas para os setores de mineração, construção, elétrico, de energia e de O&G, utilizando levantamento aéreo através de sensores de foto e laser incorporados em seus drones. Leia mais em portosenavios 16/01/2019



Petrobras retomará venda da TAG e busca por parcerias em refino

A Petrobras retomará o processo competitivo para a venda de fatia de 90 por cento na Transportadora Associada de Gás (TAG) e de 100 por cento da Araucária Nitrogenados (ANSA), bem como a busca para a formação de parcerias em refino.

Os processos de desinvestimentos nesses ativos estavam suspensos desde o ano passado, após decisão cautelar do ministro Ricardo Lewandowski, do Supremo Tribunal Federal (STF), pela qual a venda de ações de empresas públicas dependeria de aval legislativo.

A decisão pelo reinício dos desinvestimentos foi tomada pela Petrobras após a Advocacia Geral da União (AGU) avaliar que a empresa atende a requisitos analisados pelo próprio STF para alienar subsidiárias, informou a gigante petroleira em fato relevante nesta quinta-feira.

No caso da TAG, subsidiária da Petrobras proprietária e gestora de importante parcela dos ativos de transporte de gás do país, a decisão veio também após o Superior Tribunal de Justiça (STJ) derrubar uma liminar movida por um sindicato contra a sua venda.

Com atuação nas regiões Norte, Nordeste e Sudeste, a TAG tem capacidade firme contratada de movimentação de gás natural de 74,67 milhões metros cúbicos por dia.

Em relação aos ativos de refino, a Petrobras havia lançado plano no ano passado para vender 60 por cento da participação da empresa em ativos de refino e logística no Nordeste e Sul do país.

Não se sabe ainda se o novo presidente da Petrobras, Roberto Castello Branco, que tomou posse neste ano, poderá realizar mudanças no plano de atração de parcerias no refino. Em uma entrevista a um canal interno da Petrobras, o executivo afirmou acreditar não ser concebível que apenas uma empresa tenha 98 por cento da capacidade de refino do país e defendeu que a estatal precisa avaliar a venda de algumas refinarias.

Segundo a Petrobras, a AGU também entendeu que a empresa obedece aos princípios constitucionais ao desinvestir segundo o procedimento do Decreto 9.188/2017, que regulamenta alguns dispositivos da Lei das Estatais e estabelece as regras de governança, transparência e boas práticas de mercado para a adoção de regime especial de desinvestimento de ativos pelas sociedades de economia mista federais.

A negociação dos ativos deve contribuir de forma relevante com o plano de desinvestimentos multibilionário da companhia, que busca reduzir a sua dívida e focar em ativos essenciais."A Petrobras reforça a importância do Programa de Parcerias e Desinvestimentos para a redução do seu nível de endividamento e geração de valor através da gestão ativa de portfólio, em linha com seu Plano Estratégico e Plano de Negócios e Gestão 2019-2023", afirmou a companhia em seu comunicado.  (Por Marta Nogueira; reportagem adicional de José Roberto Gomes).. Leia mais em dci 17/01/2019



16 janeiro 2019

FUSÕES E AQUISIÇÕES: 838 TRANSAÇÕES REALIZADAS EM 2018. QUEDA DE 2,1%

Foram realizadas 838 transações no mercado brasileiro de fusões & aquisições em 2018,   com um investimento da ordem de R$ 282,3 bilhões. Representa uma queda de 2,1% em relação ao número de operações do ano anterior e de um aumento de 7,8% do volume financeiro.
Entre os segmentos com maior apetite no ano destacam-se: TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO (TI); OUTROS; HOSPITAIS E LAB. DE ANÁLISES CLÍNICAS; COMPANHIAS ENERGÉTICAS e  INSTITUIÇÕES FINANCEIRAS.
O maior crescimento na segmentação por porte das transações ocorreu nos Médios-Grandes negócios (maiores que R$500 milhões e menores que R$ 1,0 bilhão), com 6,5%.   E a maior queda, de 9,43% foi  nos Médios negócios, de porte entre de R$ 50  a 500 milhões - praticamente empatado com o segmento de Grande porte, maiores de R$ 1,0 bilhão
Em 2018, foram realizadas 58 operações com porte acima de R$ 1,0 bilhão, uma queda de 9,4% do número de operações em relação ao ano anterior. Dos 10 maiores negócios de 2018,  6 deles são de investidores dos EUA. E nenhum chinês ( quando em 2017, foram 3).
Operações de porte até R$ 50 milhões, 491 operações -  apresentaram tímido crescimento, de 2,1%, no ano.
A participação relativa  dos portes dos negócios não tem se afastado muito da sua média histórica nos últimos 5 anos, ou seja: em torno de 59% para Pequeno, 30% para Médio, 5% para Médio-Grande e 6% para Grandes.
Valor médio das transações em 2018 registrou crescimento de 10,1%.
MADEIRA E PAPEL; TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO; PETRÓLEO E GÁS e OUTROS foram os setores de maior expressão entre os investimentos realizados em 2018, no cômputo total dos investimentos - R$ 282,3 bilhões.
O maior apetite em 2018 ficou por conta dos investidores Estratégicos  com 605 operações (72,2%), e responderam por 75,3%  dos montantes investidos. Os Financeiros realizaram 233 operações, equivalente a 27,8%.
Os investidores de Capital Nacional  com 532 operações (63,5%), o mesmo número de 2017,  responderam por 41,8%  dos montantes investidos.  Os investidores de Capital estrangeiro acusaram uma redução de 5,6% dos negócios realizados em 2018.
O maior volume de  recursos foram provenientes  dos investidores de Capital Estrangeiros, que com 306 operações, equivalente a 36,5%,  responderam por 58,2% dos recursos envolvidos,
Por país, os EUA, com 113 operações,  foi o maior investidor em 2018 no mercado brasileiro, representando 36,9%  do número de negócios e 53,3% dos montantes investidos, por estrangeiros.
TOP 10 BRASIL - Nas 10 maiores transações de M&A realizadas em 2018, o primeiro lugar ficou a fusão da Suzano com a Fibria

Operações de Fusões e Aquisições divulgadas com destaque pela imprensa brasileira no ano de 2018.

ANÁLISE DO ANO 

Evolução nos últimos anos - Com 838 operações de Fusões e Aquisições em 2018,  verificou-se uma queda de 2,1% em relação ao ano anterior.


Em dez/18, constatou-se uma queda de 17,7% do número de operações  em relação ao mesmo mês do ano anterior. Foram divulgadas com destaque pela imprensa neste mês, 93 transações em 23 setores da economia brasileira.


Em dez/18, os setores de  HOSPITAIS E LAB. DE ANALISES CLÍNICAS SAÚDE, TI, OUTROS e COMPANHIAS ENERGÉTICAS responderam por 54% dos negócios realizados.




Setores mais ativos em 2018 - Os setores mais ativos da economia brasileira em 2018, dos 39 apurados, destaque para o segmento de Tecnologia da Informação com 245 transações. Em seguida, aparecem os setores Outros; Hospitais e Laboratórios de Análises Clinicas e Saúde.

O acumulado do volume de transações dos últimos doze meses sinaliza queda - O mês de dezembro/18, com 838 negócios indica queda de 2.1% do número de transações de M&A acumuladas nos últimos doze meses comparativamente com o mesmo período do mês anterior -   dezembro de 2017, com  856 operações. No gráfico do acumulado que engloba os registros verificados entre uma eleição presidencial (out/2014) e outra (out/2018), pode-se inferir ciclos distintos de crescimento e queda do número de transações. Destaca prováveis fatores que mais estão repercutindo nas expectativas de investimentos e, no detalhe, a evolução da série histórica da taxa de câmbio no mesmo período.


Apetite dos TOPs 10  -  Entre os segmentos com maior apetite no ano de 2018 destacam-se: #1º - TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO (TI); #2º - OUTROS; # 3º - HOSPITAIS E LAB. DE ANÁLISES CLÍNICAS; #4º - COMPANHIAS ENERGÉTICAS e #5º - INSTITUIÇÕES FINANCEIRAS. Entre os 10 setores mais ativos, 6 continuam com taxas de crescimento positivas e 4 deram sinais de redução do ânimo que vinha apresentando.



TOPs 5 com maiores crescimentos em número de negócios em 2018:  #1º - HOSPITAIS E LAB. DE ANALISES CLÍNICAS SAÚDE; #2º - OUTROS; #3 - EDUCAÇÃO; #4º - PARTES E PEÇAS AUTOMOTIVAS e #5º - HOTÉIS E RESTAURANTES



TOPs 5 com maiores quedas   - Os setores que apresentaram maiores quedas no nº de transações em 2018, foram: #1º - COMPANHIAS ENERGÉTICAS; #2º - TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO ; #3º -  PETRÓLEO E GÁS; #4º - ALIMENTOS, BEBIDAS E FUMO  e #5º - TELECOMUNICAÇÕES E MÍDAS


Segmentação Por Portes: Maiores & Menores Crescimentos - O maior crescimento na segmentação por porte das transações ocorreu nos Médios-Grandes negócios (maiores que R$499,9 milhões e menores que R$ 1,0 bilhão), com 6,5%.   E a maior queda, de 9,43% foi  nos Médios negócios, entre de R$ 50  a 499,9 milhões - praticamente empatado com o segmento de Grande porte, maiores de R$ 1,0 bilhão
Em 2018, foram realizadas 58 operações com porte acima de R$ 1,0 bilhão, uma queda de 9,4% do número de operações em relação ao ano anterior.
Dos 10 maiores negócios de M&A, 6 deles são de investidores dos EUA, e nenhum chinês ( quando em 2017, foram 3).



Segregação das transações de porte até R$ 50 milhões   -  Com o  objetivo de proporcionar uma visão mais detalhada das transações classificadas de pequeno porte, até R$ 50 milhões - que em 2018 representaram 58,6% do total dos negócios realizados e 2,3% dos montantes investidos,  segregou-se em três subgrupos, ou seja, dar um “zoom” no volume e montante das transações.
(i)  inferiores a R$ 10 milhões,
(ii) de R$ 10 milhões a R$ 25 milhões e
(iii) maiores de R$ 25 milhões até R$ 50 milhões


Maior crescimento nos negócios de entre R$ 10 a $$ 25 milhões (negócios até 50MM) - Concentração das transações até R$ 10 milhões representam 49,9%. Com 245 operações de Fusões e Aquisições em 2018,  verificou-se uma queda de 5,0% em relação ao ano anterior, quando se apurou 258 negócios.
Os negócios de porte R$ 10 milhões a R$ 25 milhões concentram 33,0% das  operações, com crescimento de 24,6% em relação ao mesmo período.
A maior queda, de 9,7%, foi nos negócios de porte entre R$ 25 milhões a R$ 50 milhões, e representam 17,1% dos negócios realizados.

Dinâmica dos portes dos negócios  - Ao longo os últimos 5 anos, a participação relativa  dos portes dos negócios não tem se afastado muito da sua média histórica ou seja: em torno de 59% para Pequeno, 30% para Médio, 5% para Médio-Grande e 6% para Grandes.



A força do último trimestre - o número de operações no quarto trimestre foi significativo, 28,4% do total, com destaque para o aumento das transações de porte acima de R$ 1,0 bilhão.




Crescimento de 7,8% do montante dos investimentos em 2018.  Quanto aos montantes dos negócios realizados em  2018, estima-se o total de R$  282,3 bilhões, representando um aumento de  7,8%  em relação a 2017 - considerando Valores Divulgados ( 82,5%)  e Não Divulgados/Estimados (17,5%).

Em dezembro de 2018, estima-se o valor total de R$ 37,1 bilhões, aumento de 180,1%  em relação ao mês anterior - considerando Valores Divulgados (88,6%)  e Não Divulgados/Estimados (11,4%).

Crescimento de 13,7%  dos montantes envolvidos nos negócios acima de R$ 1,0 bilhão - Em 2018, foram realizadas 58 operações com porte acima de R$ 1,0 bilhão, representando 6,9% do número de operações, e respondendo por 71,3%  do valor das transações. Equivale a uma queda de 9,4% no número de transações e de crescimento de 13,7%  dos montantes envolvidos, comparado com  2018. Sendo que o seu valor médio dos negócios  registrou o maior crescimento, com 25,4%.
Destaque também para o crescimento do montante das operações de porte até R$ 50 milhões, com 5,2%.
A maior queda dos investimentos, de 8,4%, ocorreu nas operacões de porte entre R$ 50 a R$ 500 milhões.


Segregação dos montantes das transações de porte até R$ 50 milhões   -  Os montantes envolvidos são de pequena expressão. Somente  2,3% do total. Os negócios de porte de R$ 25 milhões a R$ 50 milhões concentram 45,8% das  operações, com queda de 10,9% em relação ao ano de 2017.   O maior crescimento, de 25,4%, foi nos negócios de porte entre R$ 10 milhões a R$ 25 milhões, e representam 38,9% dos negócios realizados.


30,3% dos montantes dos negócios ocorreu no 4º trim/2018, seguido pelo 1º trim., com 26,0%.




Valor médio das transações em 2018 registrou crescimento de 10,1%. Quanto ao valor médio das transações realizadas em 2018,  elevou para R$ 336,9 milhões, se comparado com  2017, quando foi R$ 305,9 milhões, significando um crescimento de 10,1%.
Vale notar que somente nos negócios de porte entre R$ 500 milhões a R$ 1,0 bilhão, o valor médio acusou queda. Sendo o valor de porte médio que registrou o maior crescimento, foi o acima de R$ 1,0 bilhão, com 25,4%,


Valor médio das transações de pequeno porte, até R$ 50 MM, em 2018,  cresceu 3,1%, de R$ 12,6 milhões para R$ 13,0 milhões.
Quanto ao valor médio das transações realizadas em 2018, destaque para crescimento das transações de porte até R$ 10 milhões, que aumentou 27,4%.


Maiores investimentos setoriais - MADEIRA E PAPEL; TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO; PETRÓLEO E GÁS e OUTROS foram os setores de maior expressão entre os investimentos realizados em 2018, no cômputo total dos investimentos - R$ 282,3 bilhões. No gráfico abaixo estão relacionados por ordem de relevância os investimentos acumulados, por setor em 2018, e o respectivo comparativo com 2017.



Investidores Estratégicos predominam em volume e valor -  O maior apetite em 2018 ficou por conta dos investidores Estratégicos  com 605 operações (72,2%), e responderam por 75,3%  dos montantes investidos.  Os Financeiros, por sua vez, realizaram 233 operações, equivalente a 27,8%.



Investidores de Capital Nacional com maior apetite em volume - O maior apetite em 2018 ficou por conta dos investidores de Capital Nacional  com 532 operações (63,5%), o mesmo número de 2017, e responderam por 41,8%  dos montantes investidos.  Os investidores de Capital estrangeiro acusaram uma redução de 5,6% dos negócios realizados em 2018.



Investidores de Capital Estrangeiros predominaram em valor  - O maior volume de  recursos foram provenientes  dos investidores de Capital Estrangeiros, que com 306 operações, equivalente a 36,5%,  responderam por 58,2% dos recursos envolvidos, correspondendo a um crescimento de 10,9% em relação ao ano anterior.


Por país, os EUA, com 113 operações,  foi o maior investidor em 2018, representando 36,9%  do número de negócios e 53,3% dos montantes investidos por estrangeiros. Juntamente com a França, Países Baixos, Itália e Canadá, foram os 5 maiores investidores no Brasil, em 2018, representando 75,4% dos recursos  estrangeiros.

TOP 10 BRASIL - As 10 maiores Fusões e Aquisições em 2018

As 10 maiores transações de M&A realizadas em 2018, envolvendo empresas brasileiras - com valores divulgados, em levantamento realizado pelo blog fusoesaquisicoes.blogspot.

Dos 10 maiores negócios de M&A,  6 deles são de investidores dos EUA, e nenhum chinês ( quando em 2017, foram 3).




 M&A - QUEM, O QUÊ, QUANDO, QUANTO, COMO e POR QUÊ
A pesquisa FUSÕES E AQUISIÇÕES - DESTAQUES DO MÊS tem o propósito de captar o “clima” do mercado das operações de Fusões e Aquisições bem como sinalizar suas principais tendências. Trata-se da compilação de notícias visando tornar mais acessíveis e conhecidos os negócios de fusão, aquisição e venda anunciados/realizados entre empresas com atuação no Brasil. Todas as informações sobre os negócios citados no presente relatório são obtidas a partir de notícias consideradas confiáveis publicadas pela imprensa e divulgadas no “estado" pelo blog FUSOESAQUISICOES.BLOGSPOT http://fusoesaquisicoes.blogspot.com.br , não sendo feita qualquer verificação quanto à sua veracidade, precisão ou integridade do conteúdo. Sempre que possível, serão mencionados os nomes dos compradores – investidor estratégico ou fundos de private equity, dos vendedores, a tese de investimento e principais “value drivers”, o valor da transação, forma de pagamento, múltiplos praticados (Valor da Empresa/EBITDA, Valor da Empresa/Receita) etc. Muitas vezes a notícia não é clara a respeito dos valores/forma de pagamentos e respectivos múltiplos. É bem-vinda toda e qualquer contribuição para tornar as informações mais precisas e transparentes.
Autor: Ruy Moura


16 janeiro 2019



Sócios da Linx embolsam R$ 21 milhões

Com as ações da empresa bombando na Bolsa, é hora para colocar um dinheiro no bolso.

Algum dos sócios da Linx (ou mais de um) aproveitou o boom das ações da empresa de software para varejo na Bolsa de Valores para vender uma parte dos seus papéis e embolsar a simpática soma de R$ 21,5 milhões no mês passado.

Quem fez a revelação é o Brasil Journal, que conferiu os papéis enviados pela Linx para a CVM. Pela lei, companhias abertas são obrigadas a divulgar negociações envolvendo controladores, executivos ou conselheiros.

O comunicado fala apenas em “membros do bloco de controle”, sem citar o nome do vendedor, ou vendedores.

Foram vendidas 705 mi ações entre os dias 3 e 27 de dezembro a preços entre R$ 28,53 e R$ 32,60. A máxima histórica da ação foi R$ 35, também em dezembro, com a euforia em torno das possibilidades do Linx Pay, o novo negócio de meios de pagamentos da Linx.

A Linx tem capital disperso na Bolsa; mais de 80% do capital está em circulação no mercado.

Os membros do 'bloco controlador' são todos executivos ou conselheiros da companhia. Nércio Fernandes, presidente do conselho de administração, é o maior acionista, com 7,16% do capital; o CEO Alberto Menache tem 5,16%; e o conselheiro Alon Dayan tem outros 4,17%, segundo as informações mais atualizadas disponíveis na CVM. Outros executivos tem participações abaixo de 1%.

A Linx Pay vai competir com companhias como PagSeguro e Stone, ambas capitalizadas por IPOs recentes e bem sucedidos.

A Linx tem algumas coisas a seu favor: a companhia é a líder isolada no segmento de varejo, com mais de 40% de share, no mercado de softwares de gestão de varejo.

A empresa transita em seus sistemas R$ 250 bilhões em pagamentos, um volume equivalente ao das três maiores empresas: Cielo, Rede e GetNet. São 46 mil clientes ao todo. Um negócio promissor.

O problema é que os próprios sócios venderem suas ações pega um pouco mal no mercado: afinal, se a companhia acredita na previsão de grande valorização prometida aos investidores, porque um acionista controlador optaria por vender seus papéis?

Procurada pelo Brazil Journal, a Linx disse que a venda foi uma “decisão pessoal” do vendedor... Leia mais em baguete 16/01/2019



Apostando na reforma da Previdência, Sinqia adquire Atena

A Sinqia, provedora de soluções de tecnologia financeira, anunciou a assinatura de Contrato de Compra e Venda para aquisição da Atena Tecnologia, cuja conclusão estará sujeita a condições precedentes acordadas entre as empresas. O valor da aquisição é de R$ 9 milhões, podendo ser acrescido de uma parcela de até R$ 4 milhões sujeita ao atingimento de meta.

Esta é a 11ª aquisição realizada pela Sinqia e a 3ª no mercado de previdência complementar, que opera planos para mais de 7 milhões de pessoas e gerencia investimentos de mais de R$ 800 bilhões, segundo a ABRAPP.

De acordo com Thiago Rocha, diretor de relações com investidores, esse mercado passará por intensas transformações nos próximos anos. "A reforma no sistema público e a adoção dos planos instituídos no sistema privado tornarão os produtos ofertados pelas entidades de previdência mais atrativos para milhões de brasileiros. Haverá um crescimento vertiginoso, e as entidades de previdência precisarão de softwares mais modernos e robustos", afirma.

Nesse contexto, a Sinqia decidiu intensificar as conversas para novas aquisições e acelerar a execução de projetos de P&D. "Com a Atena estamos dobrando a aposta, nunca uma empresa brasileira investiu tanto para fornecer tecnologia de primeira linha às entidades de previdência", enfatiza Rocha.

Segundo o executivo, após a conclusão da aquisição, a Sinqia passa a ofertar uma plataforma web ainda mais abrangente e a contar com mais de 60 entidades de previdência e 150 colaboradores nessa área. "Ampliaremos nossa liderança, e deixaremos nossos clientes ainda mais confortáveis. Conosco, eles estarão em boas mãos para enfrentar os desafios tecnológicos que virão", conclui... Leia mais em tiinside 16/01/2019




Insight Venture Partners investe US$ 500 milhões na Veeam

A Veeam Software recebeu US$ 500 milhões de investimentos da Insight Venture Partners, com forte participação do investidor estratégico Canada Pension Plan Investment Board (CPPIB), para acelerar seu crescimento como provedora de soluções de gestão de dados para a nuvem privada e pública.

Com o aporte, a Veeam vai alavancar o braço interno de estratégia de negócios da Insight Venture Partners, o Insight Onsite, e o capital para acelerar sua expansão por meio de atividades de crescimento orgânico e de fusões e aquisições.

A Veeam é uma das maiores empresas de software privadas do mundo, com aproximadamente US$ 1 bilhão em vendas e mais de 325 mil clientes, adquirindo 50 mil novos clientes todo ano. A Veeam tem crescido de forma orgânica nos últimos 12 anos em um mercado de gestão de dados na nuvem em rápida expansão, no qual organizações gastam estimadamente US$ 30 bilhões . Prova desse crescimento, a Veeam toca mais cargas de trabalho do ambiente de produção do que qualquer outra empresa de gestão de sistemas no mercado.

De acordo com os termos do investimento, Michael Triplett, Diretor da Insight Venture Partners, se juntará ao Conselho de Administração da Veeam... Leia mais em tiisnside 16/01/2019



Farmacêutica Takeda dobra a receita no Brasil após aquisição da Shire

Após concluir na semana passada a multibilionária aquisição da farmacêutica Shire, fruto de uma oferta de US$ 62 bilhões — em dinheiro e em ações —, a japonesa Takeda começou ontem um processo acelerado de integração das operações mundiais.

Agora, estará em 80 países. Para o Brasil, os planos são de manter o ritmo de crescimento dos últimos anos, incorporando produtos e tecnologias da Shire e levando ao mercado novos medicamentos. ... Leia mais em valoreconomico 16/01/2019



Fusões e aquisições devem crescer 15% em 2019, diz PwC

A definição do cenário político e a perspectiva de retomada da economia deve acelerar o número de fusões e aquisições de empresas no Brasil em 2019, segundo a consultoria PwC Brasil, que projeta um crescimento de 15% das operações neste ano com a postura mais liberal demonstrada pelo governo do presidente Jair Bolsonaro e dos novos governadores.

A expectativa destoa do registrado ao fim de 2018, quando as incertezas provocadas pelas eleições presidenciais fizeram muitas empresas e investidores adotarem uma postura cautelosa, segurando potenciais investimentos.

Levantamento feito pela PwC a partir de transações divulgadas na imprensa, obtido com exclusividade pelo Valor, revela que no ano anterior ocorreram 658 fusões e aquisições, um crescimento de 2% ante o volume registrado em 2017... Leia mais em valoreconomico 16/01/2019



Enel vende usinas de energia renovável no Brasil à chinesa CGN Energy por R$2,9 bi

Negócio envolve 100% dos ativos, que já estão operacionais, com pagamento no momento do fechamento

 A elétrica italiana Enel assinou por meio da subsidiária Enel Green Power contrato para a venda de 540 megawatts em usinas eólicas e solares no Brasil à chinesa CGN Energy International Holdings em uma transação avaliada num total de 2,9 bilhões de reais, ou 700 milhões de euros.

O negócio envolve 100 por cento dos ativos, que já estão operacionais, com pagamento no momento do fechamento.

Os ativos negociados com a chinesa foram as usinas solares de Nova Olinda, com 292 megawatts, no Piauí, e Lapa, de 158 megawatts, na Bahia, além do parque eólico Cristalândia, de 90 megawatts, também na Bahia.

"Com a venda desses ativos, nós estamos capturando valor para um crescimento maior no Brasil, onde estamos implementando um grande 'pipeline' de projetos renováveis. Nós seguimos focados nas oportunidades oferecidas pelo mercado renovável brasileiro e vamos continuar a investir no país", disse o chefe da Enel Green Power, Antonio Cammisecra, em nota.

Segundo a Enel, o negócio está em linha com o plano estratégico do grupo para o período 2019-2021, que prevê maximizar a acelerar a criação de valor por meio da venda de ativos para liberar recursos a serem investidos em novos projetos.

O modelo de negócios é conhecido como "construir, vender e operar" (BSO, na sigla em inglês).O fechamento da transação é esperado para o terceiro trimestre de 2019, e ela está sujeita a condições precedentes incluindo a aprovação de autoridades antitruste, segundo a Enel.

A CGN Energy International é um braço de investimentos em ativos não nucleares no exterior da China General Nuclear Power Corporation (CGN), fundada em 1994, que é a maior operadora de ativos nucleares da China, segundo informações do site do grupo. (Por Luciano Costa).. Leia mais em dci 16/01/2019



Fiserv comprará First Data em acordo de ações avaliado em US$22 bi

A provedora norte-americana de tecnologia de finanças Fiserv informou nesta quarta-feira que comprará a processadora de pagamentos First Data em um acordo de 22 bilhões de dólares, em uma das maiores aquisições já feitas no setor.

O acordo todo em ações foi firmado com um prêmio de quase 30 por cento em relação ao preço de fechamento da First Data na terça-feira.

As ações da First Data subiram 17,1 por cento, para 20,55 dólares no pré-mercado, enquanto as da Fiserv recuaram 5,4 por cento, para 71 dólares.Acionistas da Fiserv terão 57,5 por cento da companhia combinada, e os da First Data os 42,5 por cento restantes. A Fiserv ofereceu 0,303 de suas ações para cada uma da First Data.

O presidente-executivo da Fiserv, Jeffery Yabuki, se tornará presidente-executivo e presidente do conselho de administração da empresa combinada.

Após o fechamento do acordo na segunda metade de 2019, o lucro ajustado por ação da companhia combinada deve crescer mais de 20 por cento no primeiro ano, de acordo com as empresas.

O J.P. Morgan Securities LLC foi o coordenador da operação para Fiserv, enquanto o BofA Merrill Lynch foi o da First Data. (Por Supantha Mukherjee e Munsif Vengattil em Bengaluru) Reuters Leia mais em dci 16/01/2019