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17 dezembro 2020

Novartis compra biofarmacêutica Cadent Therapeutics por até US$ 770 milhões

Empresa desenvolve tratamentos para distúrbios cognitivos, de humor e movimento

A Novartis fechou um acordo para a compra da biofarmacêutica Cadent Therapeutics, empresa que desenvolve tratamentos para distúrbios cognitivos, de humor e movimento. O valor a ser pago poderá chegar a US$ 770 milhões... Leia mais em valoreconomico 17/12/2020



17 dezembro 2020



16 dezembro 2020

Foco em óleo e gás pode levar Ultra a vender mais ativos

Com a potencial entrada em refino, a operação de especialidades químicas e a de varejo farmacêutico deixam de ser ativos estratégicos para o grupo

O Ultra confirmou que vai avaliar a venda da Oxiteno, revelando detalhe

Com interesse declarado em ficar com uma das refinarias da Petrobras, o grupo já indicou o tamanho da aposta em óleo e gás, num lance que tende a ser bilionário. Fez outros movimentos em novas áreas de negócio, como a de serviços financeiros, e indicou que adotaria uma postura mais ativa de gestão de portfólio. 

Mas ainda não havia falado publicamente sobre desinvestimentos... leia mais em valoreconomico 16/12/020



16 dezembro 2020



15 dezembro 2020

Eli Lilly compra empresa de terapia genética Prevail por US$ 1 bilhão

Aquisição vai ampliar o portfólio da Lilly em terapias e ampliar o compromisso de buscar diversas formas para o tratamento de doenças neurodegenerativas

A farmacêutica Eli Lilly anunciou nesta terça-feira a compra da empresa americana de terapia genética Prevail Therapeutics por um valor agregado de US$ 26,50 por ação, ou US$ 1,04 bilhão no total. Segundo a empresa, a aquisição vai ampliar o portfólio da Lilly e, terapias e ampliar o compromisso de buscar diversas formas para o tratamento de doenças neurodegenerativas.... Leia mais em valoreconomico 15/12/0202



15 dezembro 2020



14 dezembro 2020

Boutiques brilham na maior aquisição farmacêutica de 2020

A equipe de boutiques contratada pela AstraZeneca se assemelha à de outra grande transação no Reino Unido este ano: a venda da designer britânica de microprocessadores Arm por US$ 40 bilhões

Consultorias que atuam como boutiques conquistaram os holofotes com a atuação na maior aquisição do ano no setor de saúde.

A AstraZeneca contratou Evercore e Centerview Partners como líderes na assessoria financeira para a aquisição da Alexion Pharmaceuticals, por US$ 39 bilhões. A operação ajudou a Evercore a saltar três posições no ranking global de fusões e aquisições para o 9º lugar, enquanto a Centerview subiu cinco posições para o 12º lugar, de acordo com dados compilados pela Bloomberg.

Morgan Stanley e JPMorgan Chase foram apresentados como assessores financeiros e principais coordenadores da dívida da AstraZeneca. O Goldman Sachs Group foi um dos principais bancos no esforço para financiar o negócio.

A equipe de boutiques contratada pela AstraZeneca se assemelha à de outra grande transação no Reino Unido este ano: a venda da designer britânica de microprocessadores Arm por US$ 40 bilhões. Nessa operação, consultorias de menor porte, como Zaoui e Raine Group, lideraram as discussões em nome da proprietária da Arm, a japonesa SoftBank Group, que também foi assessorada pelo Goldman Sachs.

Diferentemente da AstraZeneca, a Alexion buscou a retaguarda de um gigante de Wall Street, o Bank of America, para dar consultoria na transação. A Alexion é velha conhecida da casa, após a atuação nas aquisições da Achillion Pharmaceuticals no ano passado e da sueca Wilson Therapeutics em 2018.

Uma ausência notável no negócio mais recente foi da Robey Warshaw, boutique do Reino Unido que aconselhou a AstraZeneca quando esta foi alvo de uma aquisição frustrada pela Pfizer em 2014. Centerview e Evercore também trabalharam na transação. A Ondra, que funciona em regime de pagamento fixo, assessorou a AstraZeneca como parte de seu trabalho contínuo com a companhia.

Sua atuação remete ao passado. A Ondra, que tem sede em Londres, não aparecia em uma grande fusão ou aquisição há quase três anos, segundo dados compilados pela Bloomberg. Fundada por uma dupla do Lehman Brothers após a crise de 2008, a firma é conhecida por sua expertise em nichos, como o de produtos farmacêuticos.Por Bloomberg Leia mais em moneytimes 14/12/2020



14 dezembro 2020



12 dezembro 2020

AstraZeneca compra empresa de biotecnologia americana Alexion por US$ 39 bilhões

O grupo farmacêutico britânico AstraZeneca anunciou neste sábado a compra da empresa de biotecnologia americana Alexion, por US$ 39 bilhões, em dinheiro e ações, adicionando um especialista no tratamento de doenças raras e imunologia ao seu portfólio de medicamentos para câncer e outras doenças.

Os conselhos de administração das duas empresas aprovaram a fusão, explicou em um comunicado a AstraZeneca. Esta é a maior operação de fusão do setor desde o início da crise de saúde causa pela pandemia do novo coronavírus, e também o maior negócio pela AstraZeneca desde que foi fundada em uma combinação de empresas britânicas e suecas em 1999.

A compra coincide com os trabalhos do grupo britânico em parceria com a Universidade de Oxford para desenvolver uma vacina contra a Covid-19, cujos primeiros resultados indicam uma eficácia de 70%.

Na venda, os acionistas da Alexion receberão US$ 60 em dinheiro e 2.1243 American Depositary Shares da AstraZeneca para cada ação da Alexion, disse a empresa britânica em um comunicado à imprensa neste sábado. A empresa britânica financiará a aquisição com um mecanismo de financiamento de US$ 17,5 bilhões do Morgan Stanley, do JPMorgan Chase & Co. e do Goldman Sachs Group Inc.

A AstraZeneca, especializada em oncologia, tratamentos cardiovasculares e para doenças respiratórias, reforçará com a Alexion sua posição nas áreas de imunologia e de pesquisas sobre doenças raras. E consolida sua posição entre as 10 maiores farmacêuticas do mundo.

A aquisição da Alexion apoiaria a AstraZeneca em áreas como o tratamento de doenças do sangue, com base na recuperação implementada pelo CEO Pascal Soriot. Desde que assumiu o comando do grupo, em 2012, Soriot levou a empresa do Reino Unido a investir mais para áreas lucrativas, como a oncologia.

Remédios caros para doenças exóticas podem gerar bilhões em vendas de um grupo relativamente pequeno de pacientes. A aquisição de farmacêuticos que se concentram neles tem sido uma forma popular de grandes empresas farmacêuticas a aumentarem as vendas nos últimos anos.

— É um passo importante na história da empresa — disse Soriot. — É uma tremenda oportunidade para acelerarmos nosso desenvolvimento de terapias imunológicas.

O acordo avalia cada ação da Alexion em US$ 175, ou seja, um valor total de US$ 39 bilhões por toda a empresa.

A operação, no entanto, ainda precisa das aprovações das agências reguladoras e dos acionistas dos dois grupos, que esperam finalizar a transação no terceiro trimestre de 2021.

Busca por aquisições

A AstraZeneca estava em busca de aquisições no início deste ano e fez uma abordagem preliminar à Gilead Sciences Inc., conforme informou a Bloomberg em junho.

A Alexion se especializou no desenvolvimento de medicamentos que inibem seletivamente os fatores imunológicos para combater doenças que envolvem o sistema protetor do corpo. Soliris, o maior produto da empresa, é um anticorpo monoclonal aprovado em vários países para o tratamento de doenças relacionadas ao sistema imunológico, como hemoglobinúria paroxística noturna.

Os anticorpos monoclonais têm atraído mais atenção ultimamente porque duas dessas drogas feitas por Eli Lilly & Co. e Regeneron Pharmaceuticals Inc. receberam autorização de emergência nos EUA para o tratamento de Covid-19.

Soliris teve cerca de US$ 4 bilhões em receita de 2019. Mais recentemente, a Alexion lançou o Ultomiris, outro anticorpo monoclonal. A empresa anunciou planos em abril para conduzir testes em estágio final desse medicamento em pacientes gravemente enfermos com Covid. O Globo, Leia mais em yahoo 12/12/2020














12 dezembro 2020



Cade fixa condições na compra da Takeda

O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) impôs condições à aprovação da compra do portfólio de medicamentos isentos de prescrição (MIP) da Takeda na América Latina pela Hypera Pharma. A aquisição, de US$ 825 milhões (R$ 4,2 bilhões), foi anunciada em março deste ano, revelou o Valor Econômico.

Segundo o jornal, a Superintendência-Geral do Cade emitiu ontem (9/12) uma recomendação para que a transação só tenha continuidade uma vez que as empresas formalizem um acordo que garanta a concorrência no mercado de medicamentos isentos de prescrição.

A compra dos ativos da japonesa Takeda é a maior realizada na história da Hypera, que recentemente também adquiriu o medicamento Buscopan. A operação tem o potencial de transformar a companhia brasileira na maior indústria farmacêutica do Brasil, além de líder no segmento de MIP no País.

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O portfólio adquirido da Takeda inclui produtos em áreas terapêuticas como cardiologia, diabetes, endocrinologia, gastrenterologia, sistema respiratório e clínica geral, além de marcas como Neosaldina, Dramin e Xantinon. Desde o anúncio da aquisição, o mercado já previa que poderia haver questionamentos no Cade, apurou o Valor. A Hypera já tem em sua carteira a Doralgina, outra marca forte no mesmo segmento da Neosaldina.

Em um passo para prosseguir com a compra do portfólio da Takeda, a Hypera anunciou recentemente a venda (por R$ 95 milhões) das marcas Xantinon e Xantinon Complex para União Química Farmacêutica Nacional. O acordo de aquisição contemplou também ativos intangíveis relacionados à marca Xantinon, como propriedade intelectual, registros sanitários e know how necessário para o processo de fabricação. O Cade aprovou sem restrições essa negociação... Leia mais em ictq 10/11/2020