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29 dezembro 2020

Ame Digital, da B2W e Lojas Americanas, adquire 100% da Parati Crédito por R$ 34 mi


A Ame, fintech da Lojas Americanas e da B2W, concluiu acordo para comprar por 34 milhões de reais a Parati, sociedade de crédito, financiamento e investimento.

Com a aquisição da Parati, a Ame passa a ofertar soluções ainda mais completas para seus mais de 15 milhões de clientes pessoas físicas e 2,8 milhões de estabelecimentos comerciais conectados (merchants), incluindo conta digital, cartão de crédito, cartão pré-pago, empréstimos, integração com PIX, entre outras.

 Lojas Americanas S.A. B2W – Companhia Digital FATO RELEVANTE

AME Digital Brasil Ltda. (“Ame”), sociedade controlada de Lojas Americanas S.A. (“Americanas”) e B2W – Companhia Digital (“B2W”) celebrou, nesta data, Contrato de Compra e Venda de Ações e Outras Avenças tendo por objeto a aquisição de 100% das ações da Parati Crédito Financiamento e Investimento S.A. (“Parati”), sociedade de crédito, financiamento e investimento (SCFI) regulada pelo Banco Central do Brasil (“Operação”).

A Parati possui acesso direto ao Sistema de Pagamentos Brasileiro (SPB) e ao Sistema de Pagamentos Instantâneos (SPI) e atua como Bank as a Service (BaaS) e Regtech, integrando fintechs ao sistema bancário e distribuindo, por meio de parceiros, soluções de crédito, nas quais é emissora de Cédula de Crédito Bancária.

Com a aquisição da Parati, a Ame passa a ofertar soluções ainda mais completas para seus mais de 15 milhões de clientes pessoas físicas e 2,8 milhões de estabelecimentos comerciais conectados (merchants), incluindo conta digital, cartão de crédito, cartão pré-pago, empréstimos, integração com PIX, entre outras.

A aquisição, pelo preço total de R$34.053.548,46 (trinta e quatro milhões, cinquenta e três mil, quinhentos e quarenta e oito reais e quarenta e seis centavos), está em linha com o plano de negócios para a Ame, possibilitando a aceleração do seu desenvolvimento e maximizando suas frentes de negócios.

A implementação da Operação está sujeita ao cumprimento de determinadas condições precedentes, habituais em operações de natureza similar, incluindo a aprovação pelo Banco Central do Brasil.

Rio de Janeiro, 29 de dezembro de 2020 Lojas Americanas S.A. Carlos Eduardo Rosalba Padilha Diretor de Relações com Investidores B2W – Companhia Digital Fábio da Silva Abrate Diretor de Relações com Investidores Leia mais em b2wdigital 29/12/2020


29 dezembro 2020



28 dezembro 2020

Cade aprova venda da Mizuno para Vulcabras

Anteriormente controlada pela Alpargatas, a Mizuno foi vendida por R$ 200 milhões para a Vulcabras em setembro

A Superintendência-Geral do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) aprovou a compra da marca de artigos esportivos Mizuno pela Vulcabras. Anteriormente controlada pela Alpargatas, a Mizuno foi vendida por R$ 200 milhões ..Leia mais em valoreconomico 28/12/2020

https://valor.globo.com

28 dezembro 2020



Ser Educacional exerce opção de compra de ativos da Ânima no Nordeste

A Ser também disse que foi prorrogado, por 15 dias desde 27 de dezembro, o prazo para o exercício de direito de opção de compra do Centro Universitário Ritter dos Reis (UniRitter) (Imagem: REUTERS/ Amanda Perobelli)

A Ser Educacional (SEER3) exerceu direito para adquirir a Sociedade Paraibana de Educação Cultural (Aspec) e a Sociedade Capibaribe de Educação e Cultura (Socec), no âmbito do acordo com a  Ânima Educação (ANIM3), por 180 milhões de reais.

A Aspec é a mantenedora da Faculdade Internacional da Paraíba (FPB) e Socec mantém o Centro Universitário dos Guararapes (UNIFG) de Recife e Jaboatão dos Guararapes e o Cedepe Business School.

A transação, anunciada nesta segunda-feira, faz parte do acordo fechado entre as duas companhias envolvendo multa contratual relacionada à aquisição pela Ânima dos ativos no Brasil da Laureate.

Inicialmente, a Ser havia optado em receber em dinheiro a multa de 180 milhões de reais referente à rescisão de acordo envolvendo os ativos da norte-americana.

A Ser também disse que foi prorrogado, por 15 dias desde 27 de dezembro, o prazo para o exercício de direito de opção de compra do Centro Universitário Ritter dos Reis (UniRitter), do Centro Universitário FADERGS e do Instituto Brasileiro de Medicina de Reabilitação. Reuters Leia mais em moneytimes 28/12/2020

https://www.moneytimes.com.br



Caixa Seguridade compra participação do INSS na Caixa Seguros Holding

Aprovação foi por maioria, com abstenção do conselheiro Leonardo José Rolim Guimarães

O Conselho de Administração da Caixa Seguridade aprovou a aquisição da participação detida pelo Instituto Nacional do Segur Social (INSS) na Caixa Seguros Holding S.A. (CSH), pelo valor de R$ 3,339 milhões, de acordo com 'valuation' feito pela assessor financeiro BR Partners... Leia mais em valoreconomico 28/12/2020

https://www.caixaseguradora.com.br



Fila para IPO na B3 cresce e inclui empresas menores

A Bolsa brasileira tem sido espaço para captações de empresas de diversos tamanhos e setores, uma das novidades de um mercado de capitais aquecido, com o apetite dos investidores em buscar ações para compor suas carteiras, em um ambiente de juros baixos.

Na fila para abertura de capital há quase 50 companhias já com documentação entregue à Comissão de Valores Mobiliários (CVM), o regulador de capitais do País.

O corresponsável pelo banco de investimento do Bank of America, Hans Lin, aponta que, assim como neste ano, a carteira de ofertas para 2021 nos bancos é bastante diversificada, com destaque para os setores de commodities, consumo, varejo, tecnologia e infraestrutura.

Na próxima ‘leva’ de empresas que caminha rumo à abertura de capital há gigantes, caso da CSN Mineração, e empresas menores focadas em e-commerce e tecnologia, como a Westwing. A leitura é que a bolsa está mais democrática, algo possível com o juro baixo.

As candidatas para abertura de capital planejam usar os recursos que serão captados para investir no negócio e expandir suas operações.

Grande parte delas também quer acelerar os investimentos em tecnologia, ponto que virou mandatório com a pandemia.

Outro uso previsto para o dinheiro é redução de dívidas. Abaixo, alguns exemplos das candidatas a IPO em 2021.

CSN Mineração – IPO ajudará a reduzir dívida do grupo

A abertura de capital da CSN Mineração promete movimentar mais de R$ 8 bilhões, sendo que R$ 7 bilhões devem ir para o caixa da CSN, pela venda de uma fatia minoritária na unidade – dinheiro prometido para ajudar a reduzir o endividamento da siderúrgica. Essa é uma velha cobrança do mercado, diante da dívida líquida da companhia, que está na casa dos R$ 30 bilhões.

A empresa, que teve de janeiro a setembro deste ano um faturamento R$ 8,9 bilhões, terá como presidente Enéas Diniz, que comandava a área dentro da CSN.

BV – Banco quer reforçar guinada digital

Os sócios Banco do Brasil e família Ermírio de Moraes já bateram o martelo. Havendo condições de mercado, eles levarão o BV, ex-Votorantim, para a Bolsa em 2021, uma oferta que deve movimentar R$ 5 bilhões.

A operação servirá para trazer caixa à instituição financeira e para a venda de ações do BB e dos Ermírio de Moraes.

O BV está repaginado e tem se debruçado para se posicionar na nova onda digital que tem impulsionado e aumentado a concorrência no setor bancário.

São Salvador Alimentos – Gigante de Goiás busca expansão

Gigante do frango de Goiás, o grupo industrial São Salvador Alimentos (SSA), dono da marca SuperFrango, quer fazer uma oferta de R$ 1,5 bilhão. A empresa abate 350 mil aves por dia e abastece mercados de oito estados brasileiros e Distrito Federal, além de exportar para cerca de 70 países. A receita líquida no ano passado ficou em R$ 1,6 bilhão.

A empresa quer captar dinheiro para seguir com sua rápida trajetória de expansão. Nesse movimento, tem sido feitas aquisições no sentido de diversificar o portfólio.

Grupo Big – Ex-Walmart reestrutura operação

Ex-Walmart do Brasil, o nome mudou após a operação passar para as mãos do fundo Advent, no processo de reestruturação da empresa. O faturamento do Grupo Big, que também é dono da marca Sams Club, é alto: a receita líquida no acumulado do ano até setembro deste ano chegou a R$ 15,7 bilhões. Os recursos também irrigarão o caixa da empresa.

Na estratégia da companhia, estão a abertura de novas lojas de atacado e postos de combustível e a conversão de lojas de varejo em de atacado. 

Kalunga – Líder, empresa mira abertura de novas lojas

Rede de lojas de papelaria com um faturamento anual de cerca de R$ 2 bilhões, a Kalunga é a líder em vendas com 13,1% de participação do mercado nacional no segmento de suprimentos para escritório e material escolar.

Em 2020, a Kalunga fechou a compra da Spiral, indústria gráfica focada na produção e importação de cadernos e de toda a linha de papelaria para abastecimento exclusivo das lojas Kalunga. Dos recursos que irão para a empresa com o IPO, boa parte deve ir para a abertura de novas lojas. Hoje são 222.

Grupo Cortel – Funerária pode ser a 1ª do setor na B3

Fundado no Rio Grande do Sul em 1963, o Grupo Cortel trabalha com cremação (incluindo a de animais de estimação), funerais e serviços auxiliares e faturou quase R$ 84 milhões no ano passado.

A empresa será a primeira desse setor a estrear na B3. O IPO deverá girar R$ 400 milhões, segundo uma fonte.

A companhia possui dez cemitérios, todos próximos a centros urbanos, cinco crematórios, um crematório de animais, uma casa funerária, mais de 40 salas de velórios, oito capelas cerimoniais e duas capelas histórias.

Westwing – Quarentena ajudou ganho de receita

De olho no interesse do investidor nas empresas com pegada digital, o e-commerce de produtos de decoração e artigos para casa Westwing quer fazer um IPO de cerca de R$ 500 milhões, comenta uma fonte. Com mais pessoas em casa em função da quarentena, que foi mandatória para conter a disseminação da covid-19, a receita líquida foi de quase R$ 170 milhões, com crescimento da ordem de 80% nos nove primeiros meses do ano.

Na empresa, o engajamento da clientela é palavra de ordem. São oito milhões de usuários cadastrados. Em setembro de 2020 eram mais de 1 milhão de seguidores no perfil do Instagram. A Westwing Brasil foi fundada em 2011, como subsidiária de uma multinacional alemã de mesmo nome.

Tok & Stok – Investimento na operação digital

A rede de lojas de móveis e decoração Tok & Stok nasceu de uma pequena loja na Avenida São Gabriel em São Paulo, e possui atualmente 59 lojas em quatro formatos diferentes.

O fundo norte-americano Carlyle, que controla hoje a empresa, fez seu investimento em 2012. Ou seja: esse é um ativo bastante antigo na carteira da gestora, que tem atuação forte no Brasil.

Com um faturamento de R$ 1,2 bilhão no ano passado, atualmente a empresa já tem cerca de 24% de seu faturamento vindo dos canais digitais, número que pode crescer.

Um dos objetivos com o dinheiro que entrará no caixa do IPO será investir na sua transformação digital e em tecnologia.

Havan – IPO de rede de Luciano Hang ficou para 2021

Varejista de Santa Catarina, a Havan é do polêmico empresário Luciano Hang, que ficou conhecido nacionalmente pelo seu apoio irrestrito ao presidente Jair Bolsonaro, desde a época da campanha.

A empresa suspendeu a operação que estava planejada para ocorrer em 2020, depois de investidores avaliarem a companhia abaixo de R$ 70 bilhões, valor colocado como “mínimo” por Hang para seguir com a operação.

A varejista possui 147 lojas físicas, muitas com a “marca” de ter na fachada uma réplica da Estátua da Liberdade.

Em interação com investidores, Hang sempre estava trajado com seu uniforme verde e amarelo. Por trás da oferta está um plano agressivo de expansão.

Mobly – Loja de móveis online tem lado ‘tech’

Loja online de móveis fundada em 2011, a companhia Mobly possui cerca de 925 mil usuários ativos. E vem crescendo na pandemia. No mundo físico possui duas megastores. Contando com elas, possui, no total, 11 lojas físicas.

Nos nove primeiros meses do ano, a receita líquida da empresa cresceu 50% e atingiu R$ 420,8 milhões. As pessoas em casa, muitas de home office, buscaram pequenas mudanças em suas casas. A empresa tenta evidenciar seu perfil “tech”.

Em sua operação, a Mobly utiliza, por exemplo, inteligência artificial que considera o comportamento do cliente, para mostrar os produtos mais relevantes com base em comportamentos semelhantes de outras pessoas que fizeram compras.As informações são do jornal O Estado de S. Paulo... Leia mais em istoedinheiro 28/12/2020





5 formas de calcular valuation de uma empresa

Quando o assunto é empresa é essencial fazer um valuation para alocar seu patrimônio na empresa que vai trazer maior rentabilidade ao longo do tempo 

Nem começamos a investir e já estamos pensando no retorno, para que nosso dinheiro trabalhe é preciso que ele esteja bem aplicado.

Quando o assunto é empresa é essencial fazer um valuation para alocar seu patrimônio na empresa que vai trazer maior rentabilidade ao longo do tempo. Escolher essas empresas pode ser difícil caso você não analise seus dados e mercado de forma correta.

Existem várias formas de fazer valuation e definir o preço justo para os ativos. O Yubb separou 5 dessas formas para te dar um norte nas suas análises e te ajudar como sempre a escolher o melhor investimento para você!

O que é valuation? Para alinhar os conhecimentos

Para deixar todos leitores alinhados antes de passar para as 5 formas de fazer valuation vamos defini-lo como o processo de atribuição de valor real para uma empresa com a  definição de um preço justo para suas ações.

As formas ou metodologias de valuation variam conforme objetivo e variáveis utilizadas, lembrando sempre que essa estratégia é subjetiva.

5 Formas de calcular o valuation de uma empresa

Existe diversas formas de calcular o valuation de uma empresa, vamos citar 5 que consideramos muito importantes que você conheça. Dessa forma será possível que você escolha a que acha mais interessante e se aprofunde. Só assim será possível uma tomada de decisão inteligente para os seus investimentos.

Você não necessariamente tem que escolher uma das formas a seguir, pode combiná-las para buscar uma análise mais precisa. Ainda, alguma dentre elas pode ser melhor para aquele momento, então vamos lá!

1. FDC – Fluxo de Caixa Descontado

O FDC ou Fluxo de Caixa Descontado é uma metodologia de valuation que objetiva o cálculo do valor intrínseco da empresa. Para isso fazemos a projeção de lucro da empresa sendo descontada por uma taxa de desconto que reflete o risco do investimento.

Sendo assim, a projeção já corrige possíveis lucros para o prazo analisado. Essa metodologia é boa pois permite uma análise do caixa no médio prazo a partir da perspectiva de cenários diferentes.

O FDC – Fluxo de Caixa Descontado é tido por muitos como a metodologia mais precisa porém requer mais estudo e tempo empregado na sua elaboração.

2. Múltiplos de Mercado

A técnica de valuation por múltiplos de mercado tem por objeto a comparação de indicadores fundamentalistas de mercado. Essa técnica tende a ser mais acessível poi o investidor já lida com esses indicadores na análise fundamentalista tais como EBITDA, Preço/Valor Patrimonial e Preço/Patrimônio Líquido.

Essa análise apesar de mais tranquila, requer atenção pois nem sempre o múltiplo escolhido pode representar a totalidade da empresa, deixando fora da análise eventos ou indicadores que podem influenciar o valuation com o passar do tempo.

No valuation contábil o foco da análise está no patrimônio líquido da empresa a partir da sua contabilidade 

Um exemplo bastante comum desse valuation é a partir do preço de mercado sobre valor patrimonial. Utilizado em larga escala como forma de saber se a empresa está “barata”, quando o resultado for superior a um, existe expectativa de crescimento da empresa por parte do mercado.

Ao analisar essa informação com outros indicadores disponíveis o investidor pode definir se a empresa está dentro ou fora do preço justo.

3. Valuation Contábil

No valuation contábil o foco da análise está no patrimônio líquido da empresa a partir da sua contabilidade.

Essa metodologia apesar de muito conhecida tende a não possibilitar a análise de forma correta pois deixa muitos fatores que não constam na contabilidade da empresa de fora do estudo. Isso tende a imprecisões que podem ser cruciais na definição do valuation.

4. Modelo de Gordon

O modelo de Gordon é uma técnica de valuation com foco na distribuição de dividendos. Para isso é realizada uma projeção da distribuição dos futuros dividendos.

A estimativa leva em conta um crescimento constante dos dividendos, onde esse fluxo é aplicado ao valor presente como forma de definir o preço justo

Todavia, esse modelo não é muito utilizado pois poucas empresas conseguem manter constante o crescimento e pagamento de dividendos.

Dessa forma o modelo possui limitações as quais o investidor deve se manter atento se optar por utilizá-lo.

5. Valuation pré-investimento

Essa forma de valuation é bastante simples e utilizada apenas – como o nome já diz – para saber o valor da empresa antes de um aporte de investimentos. Basta subtrair o valor adquirido do valor anterior ao investimento. Essa informação é importante apesar de sua simplicidade por permitir separar o preço justo de antes do investimento.

Independente de qual seja a abordagem escolhida o valuation é muito importante para subsidiar a decisão do investidor e lhe dar segurança nos seus investimentos... Leia mais em moneytimes. 27/12/2020







27 dezembro 2020

AES compra complexo eólico no Nordeste por R$ 806 milhões

A AES Energia Brasil anunciou a compra de mais um complexo eólico no Nordeste, na divisa entre Rio Grande do Norte e Ceará. A empresa fechou a aquisição dos parques MS e Santos, com 158,5 MW de potência instalada e que pertenciam à Cubica Brasil, por R$ 806 milhões. Desse total, R$ 529 milhões foram em dinheiro e R$ 277 milhões em dívidas. Com o negócio, o investimento da AES em aquisições soma R$ 1,456 bilhão em 2020.

O projeto encontra-se em operação desde 2013, 100% contratado no mercado regulado e foi comercializado por leilões de reserva e de energia nova por 20 anos. Com a conclusão da Operação, a AES Brasil passará a contar com uma capacidade instalada de 4,0 GW do seu portfólio 100% renovável.

A aquisição é mais um movimento importante em um ano repleto de decisões estratégicas. A AES começou o ano enfrentando oferta hostil de compra por parte da Eneva. Para evitar o negócio, sua controladora, a americana AES Corp., adquiriu a participação da sócia BNDESPar na elétrica e manteve seu controle.

Também em 2020, a AES fechou a compra do complexo eólico Ventus (RN), vendeu a usina de Uruguaiana (RS), lançou plataforma digital para o mercado livre, mudou o nome e a identidade visual e no início deste mês comunicou mudança no comando... Fonte: Valor Leia mais em portosenavios 27/12/2020

https://www.portosenavios.com.br

27 dezembro 2020



Bitcoin supera Visa em valor total de mercado

Bitcoin agora tem valor de mercado maior que qualquer banco mundial e qualquer processador de pagamento.

A capitalização total de mercado total do Bitcoin ultrapassou na manhã deste sábado (26) os US $ 462 bilhões. Isso levou a moeda digital a superar o valor de mercado da Visa (US$ 459).

O valor total de mercado do Bitcoin é agora maior que qualquer processadora de pagamentos. Nas últimas semanas a criptomoeda já havia superado o maior banco dos EUA, JP Morgan (US$ 379 B), o PayPal (US$ 279 B), e até a Mastercard (US$ 334 B).

Ontem o Bitcoin bateu recorde de preço e foi negociado acima dos US$ 24.600 pela primeira vez na história, a capitalização da moeda digital também superou seu recorde histórico e alcançou US $ 430 bilhões pela primeira vez.

Após superar a Visa o Bitcoin se tornou a décima primeira “empresa” mais valiosa do mundo. O Bitcoin hoje tem um valor de mercado maior que várias empresas do mundo, como por exemplo a Disney, Adobe, Netflix, Nike, Intel, McDonalds, e outras.

De acordo com analistas, a capitalização de mercado do Bitcoin deve ultrapassar o valor da Tesla nos próximos seis meses, isso, se a tendência de alta motivada por investidores institucionais continuar.

Para que isso aconteça, o Bitcoin precisaria ser negociado por US$ 54 mil até Julho. Ou seja, uma alta de 105% a partir do preço atual de US$ 24.500.

O valor total de mercado do Bitcoin agora é maior que qualquer banco do mundo. No último sábado (19), quando a moeda digital ultrapassou o preço de $ 24 mil, sua capitalização superou também a do JP Morgan.

Diversos analistas acreditam que o Bitcoin tem potencial de atingir US$ 1 trilhão em capitalização de mercado até o final de 2021, caso isso se torne realidade, o Bitcoin se tornará a quinta maior “empresa” do mundo, ficando atrás apenas do Google, Amazon, Microsoft e Apple. Um relatório do Citibank prevê a moeda digital valendo US$ 300 mil já no próximo ano.

A capitalização de mercado do ouro é de aproximadamente 10 trilhões. Se o Bitcoin alcançar metade disso, a moeda digital então valeria US$ 5 trilhões, o que significa um valor maior que qualquer outro patrimônio... Leia mais em livecoins 26/12/2020

https://livecoins.com.br



TI - RADAR de Fusões e Aquisições, em novembro/2020

   Crescimento de 116,7% em novembro/20  no volume de fusões e aquisições de empresas de Tecnologia da Informação – TI e Telecom, no Brasil, com 65 transações. Em relação  ao valor dos investimentos, apurou-se o montante de R$ 16,4 bilhões,  representando um crescimento de 1.000%, comparativamente ao mesmo mês do ano anterior.  Foi o segundo mês de maior volume  e investimento históricos de negócios mensais. Neste ano só perdeu para o mês de ago/20.

 O acumulado do ano de 2020, registrou um crescimento de 34,1%, com 480 negócios, correspondendo a um investimento de  R$ 67,2 bilhões - equivalente a um crescimento de 74,9%,  em relação ao mesmo período do ano passado. 

  O Indicador de Volume de Transações de M&A do mês mantêm a tendência de crescimento vigoroso.

  Os segmentos de maior volume de operações no mês foram os de Software, Mídia e Serviços de TI.

  A maior transação no mês de novembro/20 foi a Stone comprando Linx por R$ 6,8 bilhões.

  Quanto a Nacionalidade dos investidores  foram registradas 10 operações, de 4 países, sendo os EUA com maior apetite, com 5 negócios.

Operações de Fusões e Aquisições de Tecnologia da Informação – TI e Telecom, noticiadas com destaque na imprensa brasileira ao longo do mês corrente As informações deste relatório, elaborado pelo Portal FUSÕES & AQUISIÇÕES (http://fusoesaquisicoes.blogspot.com.br) estão apresentadas em blocos, detalhando as transações por Volumes e Valores, Segmentos, Racional do Investimento, Porte das empresas, Perfil do Investidor, Destaques do mês, etc.

ANÁLISE DO MÊS

Principais constatações.

Volume de negócios -  

Os primeiros onze meses de 2020, com 480 transações, apresentaram um crescimento de 34,1% comparativamente ao mesmo período de 2019. No mês novembro de 2020, foram apuradas 65 transações, representando um crescimento de 116,7% comparativamente ao mesmo mês do ano  anterior (30 transações).

Tendência - 

O objetivo do Indicador de Volume de Transações de M&A é sinalizar uma expectativa de tendência, com base na análise do verificado nos períodos semestrais móveis. O período móvel findo em novembro/20,  mantêm o crescimento vigoroso apresentado nos últimos meses.

Maiores apetites - 

Os segmentos de maior volume de operações em novembro/20 foram os de Software, Mídia e Serviços TI, representando uma concentração de 89,2%.

Segmentação - 

Na classificação entre os Segmentos de TI no corrente mês, os subsegmentos de  Finanças, Comunicações, Educação, Saúde, Energia e Meio ambiente, Setor público.. (Verticais App), e Conteúdo/mídia digital e serviços de marketing (comunicação de marketing e marketing/mídia de tecnologia) de Mídia. No acumulado do semestre, SOFTWARE  vem liderando o  número de transações, seguido por MÍDIA.

Valor dos investimentos -  

No mês de novembro, o total das transações, incluindo as operações que divulgaram os valores (82,9%) e as não divulgadas (estimadas  17,1%), alcançaram R$ 16,4 bilhões, representando um crescimento de 1.000%,  em relação ao mesmo mês do ano anterior.  O montante das transações nos primeiros onze meses de 2020, alcançou   R$ 67,2 bilhões, representando um crescimento  de 74,9% sobre igual período do ano anterior.

Segregação setorial nos últimos três anos - 

Comparando-se o número de transações dos primeiros dez meses de 2020, por segmentos, compiladas nos últimos três anos, verifica-se  crescimento nos segmentos de Software, Mídia, Comércio Eletrônico e Serviços de Telecom. Dois segmentos, Software e Mídia, concentram 72,1% do total dos negócios no acumulado do ano.

Porte das Empresas - 

O objetivo é proporcionar uma visão das transações classificadas em função do porte das empresas. Utilizou-se o critério adotado pelo BNDES e aplicável a todos os setores para a classificação do porte em função da Receita Bruta anual (informada ou estimada).

Em relação ao porte, os investidores deram preferência para empresas de pequeno e médio porte no presente mês. E destaque para o crescimento no acumulado do ano dos negócios de porte médio e grande empresa.

  •  Microempresa <= R$ 2,4 milhões
  •  Pequena empresa > R$ 2,4 milhões e <= R$ 16 milhões
  •  Média empresa > R$ 16 milhões e <= R$ 90 milhões
  •  Média-grande empresa > R$ 90 milhões e <= R$ 300 milhões
  •  Grande empresa > R$ 300 milhões

Nacionalidade dos investidores - 

Em relação à nacionalidade das empresas que estão investindo no Brasil no mês de novembro/20, foram registradas 10  operações, de 4 países, no montante de R$ 5,02 bilhões. Sendo os EUA com 5 negócios.

Maior transação no mês de novembro/20:  

Stone compra Linx por R$ 6,8 bilhões. Os acionistas da Linx aceitaram a oferta de compra da Stone, encerrando uma disputa pelo controle da companhia que já durava desde agosto. No último minuto, a Stone aumentou um pouco mais a sua oferta, que chegou a R$ 6,8 bilhões, um pouco mais de 10% em relação à primeira proposta. Do valor, 90% é em dinheiro vivo. A cifra torna decisiva a participação dos três sócios fundadores da Linx, donos de 14% do capital total. 18/11/2020

Relação das transações - 

A relação das transações de Fusões e Aquisições na área de TI, segue a data em que foram divulgadas pela imprensa e compiladas pelo blog fusoesaquisicoes.blogspot.com. Todas podem ser pesquisadas e localizadas no blog.

M&A - QUEM, O QUÊ, QUANDO, QUANTO, COMO e POR QUÊ

 O RADAR de M&A em TI tem o propósito de captar o “clima” do mercado das operações de Fusões e Aquisições bem como sinalizar suas principais tendências. Trata-se da compilação de notícias visando tornar mais acessíveis e conhecidos os negócios de fusão, aquisição e venda anunciados/realizados entre empresas com atuação no Brasil. Todas as informações sobre os negócios citados no presente relatório são obtidas a partir de notícias consideradas confiáveis publicadas pela imprensa e divulgadas no “estado" pelo blog FUSOESAQUISICOES.BLOGSPOT http://fusoesaquisicoes.blogspot.com.br , não sendo feita qualquer verificação quanto à sua veracidade, precisão ou integridade do conteúdo. Operações divulgadas em relatórios anteriores podem sofrer alterações, por conta de cancelamentos, renegociações, atualizações,  etc. Sempre que possível, serão mencionados os nomes dos compradores – investidor estratégico ou fundos de private equity, dos vendedores, a tese de investimento e principais “value drivers”, o valor da transação, forma de pagamento, múltiplos praticados (Valor da Empresa/EBITDA, Valor da Empresa/Receita) etc. Muitas vezes a notícia não é clara a respeito dos valores/forma de pagamentos e respectivos múltiplos. É bem-vinda toda e qualquer contribuição para tornar as informações mais precisas e transparentes. 




26 dezembro 2020

Concept Investimentos compra marca de tratamento capilar Forever Liss

Gestora de private equity quer ampliar fatia de mercado da empresa no país, ampliar o portfólio e elaborar um plano de exportação Depois de investir na rede de empanadas La Guapa, da chef argentina Paola Carosella, a gestora de private equity Concept Investimentos concluiu neste mês a compra integral da marca de produtos de beleza Forever Liss, dedicada especialmente a tratamentos capilares. O objetivo é ampliar a participação de mercado da companhia no país, investindo na logística, além de estender o portfólio de outras categorias e elaborar um plano de exportação.

A Forever Liss deve terminar 2020 com crescimento anual de 70% no faturamento, superior a R$ 200 milhões. O valor da aquisição não foi divulgado, mas cerca de 90% do capital aplicado na transação vem de family offices e 10%, dos sócios da Concept, conta Rafael Pilotto Gonçalez, um dos três sócios da gestora. Essa fatia do aporte bancada pelos sócios da gestora é uma das características dos investimentos da Concept, que foi criada em 2016, e mantém na carteira a rede La Guapa e a Maquira, empresa paranaense de produtos odontológicos.

“A gente via oportunidade nessas empresas médias com crescimento sólido e saudável, mas que não tinham atenção dos grandes fundos, que muitas vezes querem fazer cheques muito grandes e não olham para esse empreendedor”, argumenta Gonçalez. Ainda de acordo com ele, não há um prazo pré-determinado para sair do negócio. “Vai acontecer, mas não temos data, é uma visão de longuíssimo prazo. Depois do investimento, é mão na massa. Dinheiro não é solução, tem que trabalhar ao lado”, diz, explicando que a companhia manterá na direção executiva o atual gestor, Otávio Príncipe, primo do fundador da marca.

Gonçalez: oportunidade em empresas médias com crescimento sólido e saudável, mas que não atraem atenção dos grandes fundos

A Forever Liss foi criada em 2014 em Lençóis Paulista, no interior de São Paulo, pelo empresário Fábio Príncipe. “Hoje é a maior marca de beleza com foco em comércio on-line dedicada à venda direta ao consumidor no Brasil. Muito disso é fruto dos lançamentos e dessa recorrência que existe de compra. Nos chamou atenção esse pioneirismo”, diz Gonçalez. Atualmente a companhia tem 55 linhas e mais de 200 itens, incluindo, também, maquiagem.

Príncipe criou a Forever Liss após quase três anos de colocar em operação o site multimarcas Shop dos Cabelos. A oportunidade surgiu pela percepção do empresário para a demanda por produtos que reproduzissem em casa os tratamentos realizados nos salões de beleza. “Demos para o produto o nome do tratamento, como “Banho de verniz”. Não tinha esse nome no mercado. As pessoas sabiam pelo cabeleireiro, mas não tinha escrito na embalagem, ficava como o segredo do cabeleireiro”, conta Príncipe, destacando, porém, que os profissionais também estão entre os clientes da marca, já que os produtos também são oferecidos em embalagens maiores, com bom custo-benefício para os salões.

Desde 2016, a Shop dos Cabelos deixou de ser um site multimarcas e passou a vender somente as linhas da Forever Liss, já que o crescimento acelerado da companhia demandava mais atenção, segundo o empresário. Nascida no ambiente on-line, a marca passou a ter seus produtos também vendidos no varejo, canal que deve ganhar mais atenção agora com o aporte, explica Gonçalez. Hoje, 80% das vendas são concentradas nos canais on-line, mas o plano é ampliar as opções de multicanalidade de companhia.

A expansão da empresa na logística também levará em consideração essa força nos canais on-line. Em seus perfis nas redes sociais (Facebook e Instagram), a Forever Liss soma quase sete milhões de seguidores, além de 265 mil inscritos no YouTube. “Já começamos olhando para a internet. Viramos case no Facebook Profissional, o uso da nossa marca como referência é de 4 a 5 vezes maior do que qualquer outra marca da América Latina”, afirma Príncipe. A companhia mantém, em sua sede no interior paulista, um estúdio de gravação para produzir conteúdo para os consumidores, com passo a passo de uso dos produtos, por exemplo.

Há, no entanto, um gargalo na capacidade de entrega. “Existem oportunidades de melhoria que enxergamos, como o preço do frete e reduzir prazos”, diz Gonçalez. A região Nordeste, por exemplo, é a segunda maior em número de vendas (Sudeste é a primeira), mas o frete custa de R$ 30 a R$ 40 e o prazo de entrega vai de 10 a 15 dias. Há a possibilidade, segundo ele, de reduzir esse prazo para quatro dias e o custo do frete em 20% ou 30% ou até mesmo pela metade.

“São dois pilares em que vamos focar no curto prazo: tecnologia, com sistemas que permitam a gente a ter acesso a plataformas de forma mais simples e rápida, e logística, para trabalhar com vários parceiros que consigam garantir um nível de serviço melhor do que o dos Correios”, explica o gestor de investimentos.

No segundo momento, diz Gonçalez, a ideia é ampliar o portfólio para outras categorias que ainda têm poucos produtos, como os multivitamínicos e maquiagem. Mais à frente, a ideia é traçar um planejamento de exportação, uma vez que, de acordo com o gestor e o empresário, há uma demanda reprimida. “Muitas empresas dos Estados Unidos e Oriente Médio têm procurado a empresa. Na hora certa, com estrutura correta, devemos atender esse mercado também”, diz o sócio da Concept... Leia mais em redacaoagro 26/12/2020

https://www.foreverliss.com.br


26 dezembro 2020



Google ajuda ex-aluno de Harvard a conseguir segundo unicórnio

A unidade da Alphabet e a Mithril Capital, do bilionário Peter Thiel, investiram US$ 145 milhões na startup fundada há 18 meses(Imagem: Unsplash/@mitchel3uo)

A Glance, uma plataforma de conteúdo móvel do fundador do primeiro unicórnio da Índia, alcançou valor de mais de US$ 1 bilhão depois de concluir uma rodada de financiamento liderada pelo Google, de acordo com pessoas com conhecimento do assunto.

A unidade da Alphabet e a Mithril Capital, do bilionário Peter Thiel, investiram US$ 145 milhões na startup fundada há 18 meses, cujo aplicativo usa inteligência artificial para selecionar um feed personalizado de entretenimento, notícias, resultados esportivos e conteúdo de videogame e disponibilizá-lo nas telas de bloqueio de telefones, segundo comunicado.

A Mithril havia investido anteriormente US$ 45 milhões na Glance, elevando o total de fundos levantados pela startup para US$ 190 milhões.

A Glance Digital Experience, com sede em Bangalore, é o segundo unicórnio do grupo que criou a InMobi, uma plataforma de marketing em nuvem que se tornou a primeira startup de tecnologia da Índia a atingir o marco. O grupo foi fundado por um veterano de startups de 43 anos, Naveen Tewari, ex-aluno do prestigioso Instituto Indiano de Tecnologia e com MBA da Harvard Business School.

“A Glance marca uma inovação nascida na Índia no espaço da Internet do consumidor”, disse Tewari, diretor-presidente do grupo, em entrevista. “Assim como o Google domina as buscas, o YouTube domina o vídeo e o WhatsApp é o líder das mensagens, a Glance pretende dominar a tela de bloqueio”, disse durante conversa via Zoom de sua casa em Bangalore.

A Glance atualmente tem 115 milhões de usuários ativos que passam, em média, 25 minutos no aplicativo diariamente. O aplicativo opera apenas no ecossistema Android e tem parceria com os principais fabricantes de aparelhos, como Samsung Electronics, Xiaomi, Oppo e Vivo... Leia mais em moneytimes 26/12/2020

https://www.moneytimes.com.br



2020: um ano decisivo para os unicórnios brasileiros

Ano foi marcado pela pandemia e pelo amadurecimento do ecossistema de inovação brasileiro

O ano de 2020 mal havia começado quando o Brasil ganhou seu 11º unicórnio. A startup Loft atingiu valor de mercado de US$ 1 bilhão ao receber um aporte de US$ 175 milhões dos fundos Andreessen Horowitz, Fifth Wall Ventures e Vulcan Capital... Leia mais em epocanegocios 26/12/2020

https://epocanegocios.globo.com



Ser Educacional (SEER3) compra Centro Universitário Barreiras por R$ 210 milhões

A Ser Educacional (SEER3) informou a aquisição Centro Universitário São Francisco de Barreiras (UNIFASB), no interior da Bahia, por R$ 210 milhões.

A transação foi feita por meio da subsidiária Cenesup – Centro Nacional de Ensino Superior, que adquiriu 100% do capital do Instituto Avançado de Ensino Superior de Barreiras, mantenedor do Centro Universitário Barreiras, localizado na cidade de Barreiras.

De acordo com a Ser Educacional, a transação envolve também a compra do imóvel da sede da UNIFASB avaliado em aproximadamente R$ 34 milhões, já incluído no montante valor do negócio.

O contrato prevê o pagamento de R$ 130 milhões à vista mais R$ 80 milhões a ser depositado em uma conta vinculada e liberada aos vendedores, após a dedução de passivos indenizáveis, em cinco parcelas anuais sucessivas, de R$ 16 milhões, sendo a primeira em 31 de janeiro de 2022.

Cursos

A escola oferece cursos de graduação e pós-graduação nas áreas de saúde e ciências humanas, como Direito, Agronomia, Administração, Ciências Contábeis, Biomedicina, Psicologia, Enfermagem, Educação Física, Fisioterapia e Medicina. Esse último com 80 vagas anuais autorizadas ou 96 vagas anuais, ao se considerar as vagas disponibilizadas via Prouni e Fies. A receita líquida estimada do UNIFASB para o ano de 2020 é de R$ 42 milhões.

Na semana passada, a Ser Educacional tinha informado a aquisição da Sociedade Educacional de Rondônia (UNESC), por R$ 120 milhões. A UNESC é mantenedora da Faculdade de Educação e Cultura de Porto Velho, Faculdade de Educação e Cultura de Vilhena, Faculdades Integradas de Cacoal e Faculdade de Educação e Cultura de Ji-Paraná.

A instituição está presente nas maiores cidades do Estado de Rondônia, em PIB e em população. Para 2020, a receita líquida estimada totaliza R$ 42 milhões... Leia mais em euqueroinvestir 21/12/2020

http://www.fasb.edu.br




25 dezembro 2020

Bolsa tem maior número de IPOs desde 2007 e onda de ofertas deve continuar em 2021

Empresas levantam juntas R$ 117 bilhões em ofertas iniciais de ações na Bolsa brasileira; em 2007 foram 64 IPOs, que movimentaram R$ 55 bilhões

Além do recorde de investidores, a B3 também registrou em 2020 o maior número de IPOs (ofertas iniciais de ações) desde 2007, mesmo em meio à uma grave crise sanitária e humanitária causada pela pandemia de coronavírus. E os primeiros indícios são de que o movimento continuará em 2021, segundo especialistas.

Foram 28 IPOs na Bolsa brasileira entre janeiro e dezembro deste ano, com captação total de R$ 117 bilhões. É o maior número de ofertas iniciais em 18 anos. Em 2007, a B3 teve 64 IPOs, que juntos levantaram R$ 55 bilhões. No ano passado, foram apenas cinco operações desse tipo no mercado brasileiro.

O maior IPO de 2020 foi o da Rede D’Or (RDOR3), que estreou na B3 no começo deste mês valendo mais de R$ 100 bilhões. A operação levantou R$ 11,4 bilhões. Foi o terceiro maior IPO já registrado na B3, atrás apenas da oferta inicial do Santander Brasil (SANB11) em 2009, de R$ 13,2 bilhões, e da oferta da BB Seguridade (BBSE3) em 2013, de R$ 11,475 bilhões.

O segundo maior IPO de 2020 na B3 foi realizado pelo Grupo Mateus (GMAT3), que levantou R$ 4,6 bilhões em outubro. A oferta inicial da Hidrovias do Brasil (HBSA3) completou o pódio, com R$ 3,4 bilhões em setembro — a Petz (PETZ3) ficou bem próxima, com um IPO de R$ 3,03 bilhões também em setembro.

Confira abaixo os IPOs de 2020 na B3 e quanto cada empresa levantou com sua oferta inicial de ações.

  • 3R:   R$ 690 milhões
  • Aeris:   R$ 1,1 bilhão
  • Alphaville:   R$ 305 milhões
  • Ambipar:   R$ 1,08 bilhão
  • Boa Vista:   R$ 2,21 bilhões
  • Cury:   R$ 977,5 milhões
  • d1000:   R$ 400,2 milhões
  • Enjoei:   R$ 1,1 bilhão
  • Estapar:   R$ 345,3 milhões
  • Grupo Mateus:   R$ 4,6 bilhões
  • Grupo Soma:   R$ 1,82
  • Hidrovias:   R$ 3 bilhões
  • JSL:   R$ 693,7 milhões
  • Lavvi:   R$ 1,16 bilhão
  • Locaweb:   R$ 1 bilhão
  • Méliuz:   R$ 583,4 milhões
  • Melnick:   R$ 647,8 milhões
  • Mitre Realty:   R$ 1,02 bilhão
  • Moura Dubeux:   R$ 1,25 bilhão
  • Neogrid:   R$ 486,45 milhões
  • Pague Menos:   R$ 858,9 milhões
  • Petz:   R$ 3 bilhões
  • Plano e Plano:   R$ 633,4 milhões
  • Priner:   R$ 200 milhões
  • Quero-Quero:   R$ 1,94 bilhão
  • Rede D’or:    R$ 11,4 bilhões
  • Sequoia:   R$ 905,8 milhões
  • Track & Field:   R$ 454,7 milhões

Além dessas companhias, a canadense Aura Minerals também realizou um IPO na B3 neste ano, mas de BDRs (recibos de ações estrangeiras negociados na Bolsa brasileira), que movimentou R$ 790 milhões. O InfoMoney entrevistou o presidente da companhia em novembro, confira aqui.

O que explica o movimento?

De modo geral, o que explica o boom de IPOs na B3 este ano, segundo especialistas, é a queda histórica da taxa básica de juros, a Selic, para 2% ao ano, o que motivou a maior entrada de investidores na Bolsa e colaborou para tornar o mercado acionário mais atraente aos empresários que precisam se capitalizar.

“Foi uma porrada. A gente viu uma baita de uma janela, o mercado de capitais no Brasil se desenvolvendo, um fluxo grande, aumento de investidores pessoas físicas e, agora no final do ano, os estrangeiros voltando fortemente”, disse Rafael Bevilacqua, estrategista-chefe da Levante Ideias de Investimentos.

“Algumas coisas que são importantes: este ano começou muito bem e, mesmo com a pandemia, o fluxo, o movimento de IPOs foi muito forte. Isso se dá por um lado pelo desenvolvimento de capitais, entrada de novos investidores, juros baixos, mas a liquidez global como um todo foi bem positiva para esse fato”, completou.

“Todo mundo que queria colocar uma oferta, este ano conseguiu. Foram poucos casos em que ou a janela não estava muito boa, mas daria para ajustar, ou o valuation era muito fora. Mas a gente viu IPOs que não paravam muito em pé, não tinha o menor sentido, saírem. Tinha liquidez e demanda para praticamente tudo.”

Felipe Taylor, gestor de ações da MAG Investimentos, acredita que a forte valorização da Bolsa no fim do ano passado e no começo de 2020, bem como a retomada do Ibovespa ao longo deste ano depois do tombo em março por causa da pandemia, colaborou para chamar atenção dos empresários para a Bolsa.

“A boa performance que a Bolsa teve nos últimos anos permitiu que o patamar de preço dos ativos negociados em Bolsa atingisse níveis nos quais os empresários começam a ver maior vantagem em abrir seu capital, dada a perspectiva de ter suas empresas bem valoradas pelo mercado”, disse.

“Obviamente que a taxa de juros no nível mais baixo que a gente já teve também favorece esse investimento do investidor na Bolsa. Mesmo fundos que antes eram muito focados em renda fixa e câmbio passaram a alocar uma boa parte de seu portfólio para a Bolsa”, completou.

Ofertas bem-sucedidas

Sobre as ofertas mais bem-sucedidas em 2020, Bevilacqua e Taylor destacaram os IPOs da Rede D’or e da Petz. Taylor apontou ainda a operação da companhia de hospedagem de sites Locaweb como um destaque positivo no ano.

“São empresas que não só as ações pós-IPO tiveram desempenho positivo, mas também são empresas que, apesar de serem novas na Bolsa, acho que são histórias que despertam muito o interesse do investidor institucional e têm se mostrado maduras na comunicação com o mercado de capitais”, disse o gestor da MAG.

“A Rede D’or é um case de crescimento. Saiu caro quando a gente olha para múltiplo, entretanto é meio que um case apartado do mercado quando a gente fala de saúde. Ela pode subir preço, ela sobe muito o preço, repassa com praticamente zero de dificuldade porque ela tem uma marca muito forte e cresce há muito tempo. E até 2025 a gente vê que o número de leitos vai praticamente dobrar”, avaliou Bevilacqua.

O que esperar para 2021?

No geral, a avaliação para 2021 é de que o mercado de ofertas de ações continue extremamente aquecido. Empresas continuam registrando pedidos de abertura de capital na Comissão de Valores Mobiliários, a CVM. Na leva de dezembro, por exemplo, estão a Orizon, Guararapes Painéis, Jalles Machado, Oceanpact, Eletromidia, Mobly, Kalunga e Westwing.

“Novos recordes. Vai continuar havendo recursos disponíveis para comprar empresas novas em preços que façam sentido para os acionistas anteriores se desfazerem de uma parte ou se diluírem na ownership das empresas. A mesma dinâmica que a gente viu em 2020 deve permanecer para 2021, sendo que em 2020 a gente teve a pandemia”, disse Taylor, da MAG.

“2021 tem tudo para ser um ano ainda mais forte em ofertas de ações. A dúvida é se a nossa economia vai continuar produzindo empresas que sejam ‘investíveis’ no tamanho para fazer abertura de capital na velocidade que o mercado está disposto a comprar essas empresas”, completou.

O presidente da B3, Gilson Finkelsztain, também segue otimista. Em entrevista ao podcast “Os Pregões que Fizeram História”, do InfoMoney, ele disse que “a expectativa continua sendo bastante positiva para o mercado de capitais”, e que ainda tem bastante IPO por vir em 2021.

“As empresas estão iniciando seus ciclos de investimento depois de um ano difícil como foi 2020, quando a gente teve uma contração do PIB entre 4% e 5%. Então, o Brasil vai certamente voltar a crescer no ano de 2021. E fica obviamente a esperança de que a gente continue evoluindo na trajetória de sofisticação dos nossos mercados de capitais com a preservação do juro baixo”, afirmou.

Ele disse que não pode haver um “abandono” da inflação sob controle, da perseguição da meta de inflação pelo Banco Central e do controle fiscal com agenda de reformas que leve o Brasil ao crescimento. Finkelsztain citou a importância da preservação do teto de gastos.

“Em 2020, foi compreensível que o Brasil aprovasse um auxílio emergencial para os brasileiros que perderam renda. Infelizmente a gente não tem capacidade de manutenção desse auxílio por mais tempo, então a gente precisa usar mecanismos de fomento à economia e à retomada de crescimento, gerando emprego para que o país possa voltar a crescer”, disse.

“A melhor forma de fazer isso é definitivamente com controle fiscal e uma pauta que possibilite a retomada do investimento privado, com IPO, com privatizações. Sigo otimista e acho que 2021 pode ser novamente mais um ano de muitos recordes”, concluiu o presidente da B3... Leia mais em infomoney 21/12/2020

https://www.infomoney.com.br

25 dezembro 2020



23 dezembro 2020

Fusões e aquisições devem seguir em alta em 2021

Depois de um ano bastante aquecido para fusões e aquisições, o movimento deve seguir em alta em 2021. Apenas a JK Capital, que presta assessoria na área, tem hoje mais de 50 operações em andamento, em oito setores. Algumas delas estão, inclusive em fase de auditoria e investigação, a chamada due diligence, quando acontece fase de assinatura e fechamento da operação.

Compra e venda. A expectativa da JK Capital é que as transações sejam anunciadas no primeiro trimestre... Leia mais em estadao 23/12/2020 



23 dezembro 2020



Petrobras assina contrato para venda de campos terrestres na Bahia por US$ 30 mi

A Petrobras assinou nesta quarta-feira, 23, o contrato de venda de sua participação em 12 campos terrestres de petróleo, chamados de Polo Remanso, na Bahia. Os ativos foram vendidos para a Petrorecôncavo pelo valor de US$ 30 milhões.

Deste total, a Petrobrás recebeu US$ 4 milhões hoje, outros US$ 21 milhões serão pagos no fechamento da transação e US$ 5 milhões um ano após o fechamento.

O Polo Remanso compreende os campos terrestres de Brejinho, Canabrava, Cassarongongo, Fazenda Belém, Gomo, Mata de São João, Norte Fazenda Caruaçu, Remanso, Rio dos Ovos, Rio Subaúma, São Pedro e Sesmaria, localizados no estado da Bahia. A produção média de janeiro a novembro foi de aproximadamente 3,9 mil barris de óleo por dia (bpd) e 75 mil m?/dia de gás natural.

A estatal anunciou também o início da fase não-vinculante para venda da sua participação no Polo Bahia Terra, que tem 28 concessões de campos de produção terrestres.

O Polo, que também fica na Bahia, tem cerca de 1.700 poços em operação, estações coletoras e de tratamento, parques de estocagem e movimentação de petróleo, gasodutos e oleodutos, além da UGPN Catu e outras infraestruturas. A produção média neste ano até novembro foi próxima de 14 mil barris de óleo por dia e 618 mil m?/dia de gás. A Petrobras tem 100% de participação no ativo. .. leia mais em terra 23/12/2020

https://www.investidorpetrobras.com.br



XP compra Riza e faz de ‘Marcão’ seu head de M&A

A XP fechou a compra da Riza Capital, trazendo para dentro de casa um banqueiro experiente que fez carreira no Credit Suisse e BTG e acelerando a construção de sua franquia de M&A. 

Com a aquisição, Marco Gonçalves — o “Marcão” — será o head de M&A da XP. 

O valor da transação não foi revelado. 

Toda a equipe da Riza — um total de seis sócios e dez funcionários — será absorvida pela XP, que também herdará todos os mandatos da boutique. (A Riza Asset, operação de gestão de recursos da Riza, não é parte da transação e continua sob o comando de Daniel Lemos). 

“Existe muita sinergia entre o M&A e os outros negócios da XP,” Marcão disse ao Brazil Journal. “A XP ajuda as empresas a levantar dinheiro via equity ou dívida, e o que as empresas vão fazer com esse dinheiro?”

Com o time de M&A fortalecido, a XP pretende cobrir todos os tamanhos de clientes, disse o chefe do banco de investimentos da XP, Pedro Mesquita, a quem Marcão vai se reportar. “Não vamos nos dedicar só às grandes transações.”  

Antes de fundar a Riza há três anos, Marcão foi head de M&A do Credit Suisse entre 2005 e 2009 e do BTG entre 2009 e 2017. 

Nos últimos anos, a Riza assessorou a Hapvida na compra do Grupo São Francisco; a Suzano Holding no contexto da aquisição da Fibria pela Suzano Papel e Celulose; e a Arco Educação na compra da Escola da Inteligência. 

A XP tem feito avanços importantes nas áreas de estruturação de dívida e emissão de ações, mas ainda não está entre os top ten quando se trata de M&A, onde a liderança dos rankings é disputada pela BR Partners e o BTG.

Depois de coordenar seu primeiro IPO em 2017, a XP deve terminar este ano entre os três principais bancos em termos do número de ofertas de ações (28, contra 35 do BTG e 33 do Itaú BBA). Na área de debt capital markets, a XP está em primeiro lugar no ranking de renda fixa e híbridos. Geraldo Samor / Leia mais em braziljournal 23/12/2020

https://rizacapital.com

 








Wiz vende controle da subsidiária GR1D Tecnologia para Extreme Digital

Após a transação, a Wiz terá 39,9% do capital da GR1D

A Wiz informou nesta quarta-feira que vendeu uma fatia de 50,1% da sua subsidiária GR1D Tecnologia para a Extreme Digital (EDS). 

Após a transação, a Wiz terá 39,9% do capital da GR1D; a EDS, 50,1%; e a CSMG - da família Guimarães, dona do banco BMG - os outros 10%... Leia mais em Valoreconomico 23/12/2020

https://gr1d.io



Novo índice mostra as 15 empresas mais inovadoras da bolsa brasileira

Via Varejo, Movida, Magazine Luiza, WEG, BTG Pactual, Totvs, Fleury e Randon são algumas das companhias que compõem o Índice de Inovação criado pelo Itaú BBA, cuja metodologia compara a performance desses ativos com o desempenho de cestas globais de inovação, formadas por gigantes como Apple, Amazon e Alphabet

 Tecnologia e inovação. A partir da combinação desses dois elementos, muitas empresas vêm gerando, cada vez mais, uma poderosa equação, que se manifesta nas valorizações de suas ações nos mercados de capitais.

Gigantes como as americanas Apple, Microsoft, Amazon e Alphabet figuram entre as principais opções de investidores e como as grandes catalisadoras de novas tendências seguidas posteriormente em todo o globo. E agora são também o parâmetro de uma nova iniciativa do Itaú BBA.

Um relatório enviado a clientes nesta semana marcou o lançamento do Índice de Inovação Itaú BBA. A partir de uma metodologia criada pelos estrategistas do banco de investimento, o índice elenca as 15 empresas mais inovadoras listadas na B3, a bolsa de valores brasileira.

Sem uma ordem de importância, a lista de estreia do índice inclui as seguintes companhias: Via Varejo, Movida, Totvs, BTG Pactual, Magazine Luiza, B2W, Lojas Americanas, WEG, Fleury, Unidas, Notre Dame Intermédica, Duratex, Natura, Localiza e Randon.

“O desafio de avaliar a tecnologia e a inovação é que elas não têm uma característica específica e não acontecem em apenas um setor”, diz Jorge Gabrich, estrategista do Itaú BBA, em entrevista ao NeoFeed. “Por isso, decidimos olhar sob a ótica da performance e da valorização dos ativos.”

A metodologia do Itaú BBA estabelece como o universo de empresas elegíveis o IBX, índice da B3 que reúne as 100 ações com maior liquidez do mercado brasileiro. Como referência, na outra ponta, foram selecionadas cinco cestas globais de inovação.

A primeira inclui justamente as maiores empresas de tecnologia na bolsa americana, como as já citadas gigantes do país, além da chinesa Alibaba. 

O segundo pacote envolve Facebook, Twitter, Tencent, Snap, e outras companhias de mídias sociais.

O terceiro índice é focado em fintechs como Square e PayPal. 

O quarto passa por nomes de destaque no mercado de tecnologia, sob uma ótica generalista, como Samsung e Nvidia

E o quinto por Tesla, Mercado Libre, Xiaomi e outras empresas centradas em tecnologias consideradas exponenciais.

Os analistas do Itaú BBA fizeram a correlação entre as performances das ações do IBX e dessas cestas. As empresas locais cujos desempenhos mais se aproximaram dessas companhias globais vistas como inovadoras são as que integram o Índice de Inovação.

Para a estreia, o relatório tomou como base o período a partir de abril de 2017. Sob essas regras, o índice será atualizado duas vezes por ano, sempre em abril e outubro. Nas próximas edições, o intervalo considerado para as correlações serão os 12 meses anteriores à divulgação desse clube seleto.

Apesar do caráter heterogêneo e da avaliação objetiva do índice, é possível identificar pontos em comum no que essas empresas estão fazendo em seus respectivos mercados.

“Nosso setor está passando por muitas transformações”, diz Renato Franklin, CEO da Movida, ao NeoFeed, sobre a presença da locadora de carros e das concorrentes Localiza e Unidas no índice. “Cada vez mais temos que vender mobilidade, sem fricções, e a Movida puxou parte desse movimento.”

 Renato Franklin, CEO da Movida

Em setembro, Localiza e Unidas anunciaram uma fusão, que aguarda aprovação do Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica). Mas a Movida já vinha se mexendo antes do acordo. “A única certeza que temos é que não vamos alugar carro da mesma forma daqui a cinco anos”, afirma Franklin.

Uma das premissas que estão guiando a empresa é a rapidez para criar e colocar no mercado ofertas e modelos que ampliam o seu mercado. E 2020, sob a pressão da Covid-19, deu ainda mais dinamismo a esse processo, com pacotes de novidades a cada trimestre.

Os lançamentos do Movida Cargo, produto voltado à locação de carros leves e furgões para entregas do e-commerce; do aluguel de carros elétricos, em parceria com a Nissan; e de modelos de aluguel anual e de locação compartilhada foram apenas alguns dos exemplos da Movida no ano.

Franklin ressalta que os investidores têm valorizado essa agenda e a rápida adaptação na pandemia. “Já recuperamos tudo o que perdemos no período”, diz o executivo sobre a empresa, cujos papéis acumulam alta de 150% desde 23 de março, quando atingiram sua cotação mais baixa no ano. “E o que mostramos até aqui é pouco perto do que ainda vem pela frente.”

Outra integrante do índice que também está em um ritmo forte é a Via Varejo, sob o comando de Roberto Fulcherberguer. Ele assumiu como CEO em meados de 2019, com a missão de reestruturar a varejista após o Grupo Pão de Açúcar vender o controle da operação.

“Isso se deve muito ao nosso eterno inconformismo”, diz Fulcherberguer, ao NeoFeed, sobre a inclusão da empresa no índice. As ações da empresa, avaliada em R$ 25,4 bilhões, acumulam alta de 42,7% em 2020. “Eu diria que esse foi o nosso grande ano do turnaround. Mas a inovação, de fato, vem agora em 2021.”

O grupo já deu uma mostra do que pode fazer. Na quarentena, lançou o Me Chama no Zap, modelo no qual os vendedores interagem com clientes nas redes sociais. O formato virou case global de inovação do Facebook e, no terceiro trimestre, gerou 16% do GMV de R$ 4,1 bilhões do e-commerce da varejista.

“Eu diria que esse foi o nosso grande ano do turnaround. Mas a inovação, de fato, vem agora em 2021”, diz Roberto Fulcherberguer, CEO da Via Varejo

Para 2021, o plano é acelerar o marketplace da empresa. Nessa direção, um dos focos é fortalecer algumas áreas desse ecossistema, que foram alvo de aquisições da Via Varejo nesse ano. É o caso da logística, com a compra, em abril, da Asap Log, e da empresa de tecnologia I9XP, adquirida em outubro. Uma das principais apostas, porém, é o banQi, aplicativo de contas digitais lançado em 2019.

Depois de comprar e assumir o controle da operação, em maio, a Via Varejo encorpou o aplicativo. Hoje, o banQi permite, por exemplo, pagar o carnê da Casas Bahia, fazer depósitos, pagamento em QR Code e saques gratuitos nas lojas. E já tem 1,1 milhão de contas digitais e R$ 1,2 bilhão de crediários sob gestão.

“Nós temos uma relação de longa data com os nossos mais de 85 milhões de consumidores”, ressalta Fulcherberguer. “E vamos buscar transformar o banQi na carteira digital da classe C brasileira.”

Nas varejistas que compõem o índice, os marketplaces e a construção de plataformas prometem ser, de fato, o motor de inovações. Ao lado da logística, as soluções financeiras são um dos pontos prioritários. A B2W, por exemplo, anunciou um plano de investimentos de R$ 5 bilhões para os próximos anos.

Além de tecnologias como inteligência artificial, uma das áreas que deve receber uma fatia considerável dessa cifra é a Ame Digital, fintech do grupo que já tem uma rede de aceitação de 2,8 milhões de estabelecimentos e movimentou, apenas em novembro, R$ 2,7 bilhões em transações.

Roberto Fulcherberguer, CEO da Via Varejo

Assim como a Via Varejo, outra empresa que decidiu ir às compras foi o Magazine Luiza. No ano, foram 11 acordos, em segmentos como publicidade, logística e delivery. A mais recente delas e a de maior cheque foi a aquisição da Hub Fintech.

Anunciada no início desta semana, por R$ 290 milhões, a aquisição traz para o Magazine Luiza uma operação com 4 milhões de contas digitais e cartões pré-pagos ativos, que movimentaram R$ 7 bilhões nos últimos 12 meses.

Outras empresas do índice estão olhando para esse espaço, entre elas a Totvs. A companhia de software vem reforçando sua pegada de techfin por meio de parcerias com nomes como Creditas e BV. E também com aquisições. Essa última vertente inclui a compra da Supplier, no fim de 2019, e a disputa recente pela Linx, que foi arrebatada pela Stone.

As instituições financeiras também estão ampliando sua área de atuação. É o caso do BTG Pactual, que anunciou, em setembro deste ano, sua entrada na área de varejo, com dois bancos digitais: o BTG+, direcionado a pessoas físicas, e o BTG+ Business, voltado a pequenas e médias empresas.

As aquisições, a busca por novos mercados além do negócio principal e o desenvolvimento de ecossistemas também movem as representantes do segmento de saúde. No primeiro exemplo, a Notre Dame reforçou sua estratégia inorgânica para verticalizar seu negócio e reduzir custos na oferta.

Já o Grupo Fleury vem ampliando seu alcance com novidades como uma plataforma de mapeamento genético, a entrada no mercado de medicina reprodutiva e, principalmente, com a Saúde ID, sua empresa de tecnologia lançada em agosto.

“O Fleury, com a digitalização, está tentando replicar, na saúde, o roteiro do Magazine Luiza”, diz Gabrich, que destaca o caráter abrangente das empresas do índice. “Há quem esteja tentando dar um salto e quem esteja buscando avanços incrementais. Mas todas estão sendo inovadoras.”

Olhar objetivo

A estruturação do índice, no entanto, não entra, nesses pormenores de cada empresa. “Decidimos tirar a subjetividade e focar em regras quantitativas para evitar qualquer questionamento”, afirma Marcelo Sá, estrategista-chefe do Itaú BBA, ressaltando que o índice não inclui nenhuma análise fundamentalista sobre qualquer um dos ativos.

“É possível que existam empresas que tenham subido por questões não ligadas à inovação”, explica Sá. “Mas há uma correlação grande, o que nos leva a crer que essas são as companhias que negociam de forma mais similar a esses ETFs globais.”

Levando-se em conta o fechamento do pregão da sexta-feira, 18 de dezembro, as empresas que compõem o índice têm um valor de mercado somado de R$ 768 bilhões, cerca de 18% da capitalização total na B3 na data, de R$ 4,4 trilhões.

As empresas que compõem o índice têm um valor de mercado somado de R$ 768 bilhões, cerca de 18% da capitalização total na B3

Em outro dado, o Índice de Inovação superou em 228 basis points o IBX desde abril de 2017. Essas empresas foram negociadas sob um indicador preço sobre lucro de 48,8 vezes versus 13,6 vezes das companhias do IBX.

“Essas companhias subiram 314% nesse intervalo, contra um crescimento de 86% do IBX”, afirma Gabrich. Ele destaca que houve uma expansão muito forte do Índice de Inovação a partir de 2019 e que esse processo ganhou ainda mais velocidade neste ano.

“Claramente, o mercado está precificando um novo nível de crescimento para essas empresas”, diz o estrategista, para quem a pandemia criou oportunidades para esses ativos conquistarem mais market share. “Em geral, todas elas estão indo bem durante a crise, na comparação com suas concorrentes. Por  Moacir Drska Moacir Drska Leia mais em neofeed 23/12/2020

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21 dezembro 2020

As maiores fusões e aquisições de tecnologia de 2020

Para a maioria das empresas em todo o mundo, 2020 foi um ano de dificuldades, negócios perdidos e dificuldades econômicas. Para a Big Tech, foi uma bênção.

Após o forte impacto do COVID-19 em março, as empresas de tecnologia começaram a ver suas bases de clientes e receitas crescerem a uma taxa cada vez maior, pois as pessoas ficavam presas em casa e utilizando seus serviços.

Uma vez que os mercados em baixa são o momento perfeito para se consolidar, 2020 também viu grandes empresas de tecnologia aproveitarem a oportunidade para expandir seus negócios com grandes fusões e aquisições (M&A). Depois de um ano mais tranquilo em 2019, que viu a atividade de investimento em tecnologia cair, foi um ressurgimento da forma esperada.

Neste gráfico, visualizamos os maiores negócios de tecnologia do ano acima de US $ 1 bilhão usando dados da Computerworld , que rastreou as maiores aquisições do ano...

Dos 19 negócios acima de $ 1 bilhão rastreados acima, Salesforce e Nvidia foram as únicas empresas a fazer várias aquisições importantes. E embora a tecnologia tenha obtido ganhos em todo o setor, a maior parte da principal atividade de M&A estava centrada em semicondutores... Leia mais em visualcapitalist 21/12/2020



21 dezembro 2020