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29 dezembro 2020

IPOs movimentam US$ 300 bi pelo mundo durante 2020

Investidores e executivos da área de banco de investimento agora observam se o fenômeno das Spacs migrará para além das fronteiras dos EUA 

Interrupção do gigante IPO do Ant Group foi a grande decepção do ano — Foto: AP

As empresas levantaram mais dinheiro com aberturas de capital na bolsa em 2020 do que em qualquer outro ano, com exceção de 2007, em meio à recuperação das cotações e à corrida para lançar ações nos EUA entre os veículos "de aquisição com...Leia mais em valoreconomico 29/12/2020

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29 dezembro 2020



Estímulo nos EUA deve apoiar busca dos 120 mil pontos na Bolsa

A ampliação no valor do estímulo nos EUA pode permitir nova aceleração do Ibovespa no penúltimo pregão de 2020, quem sabe com o índice testando os 120 mil pontos, depois de avançar 1,12%, aos 119.123,70 pontos na véspera. “O exterior deve ajudar e provocar um pequeno rali, com o índice podendo atingir nova pontuação recorde”, estima o economista-chefe do ModalMais Banco Digital, Álvaro Bandeira.

As bolsas europeias sobem, com destaque para Londres, que tem valorização superior a 2% após volta do feriado na véspera, quando os mercados já reagiam positivamente ao acordo comercial pós-Brexit no último dia 24. Os futuros em Nova York têm ganhos na faixa de 0,50%, enquanto na Ásia, o sinal foi misto, mas Tóquio teve a maior pontuação desde agosto de 1990, também reagindo à notícia de que ontem a Câmara dos Representantes dos EUA aprovou o aumento dos pagamentos federais individuais de cheques para US$ 2 mil, ante proposta anterior de US$ 600. Agora, o processo segue para o Senado.

“Há grande chance de votarem isso ainda hoje”, diz Bandeira, acrescentando que o ambiente é favorável a emergentes. “Isso alivia e o mundo poderia estar ainda mais calmo não fosse a nova cepa da covid-19 abalando o globo”, afirma o economista do ModalMais.

Antes mesmo do recorde da Bolsa japonesa, Nova York fechou nas máximas. Para Mauro Morelli, estrategista da assessoria financeira Davos, o movimento reforça o “tsunami” de liquidez mundial, que torna os preços dos ativos elevados, tornando um cenário atraente para emergentes como o Brasil e para as commodities.

“O cenário continua positivo, e a liquidez não deve terminar tão cedo. Se isso se mantiver, o Ibovespa pode ir aos 130 mil, 135 mil pontos em 2021. Porém, o teto começa a ficar cada vez mais apertado”, afirma Morelli, lembrando dos problemas internos, que podem limitar ganhos mais expressivos. “O Brasil caminha para onde o trem está indo, mas poderia estar a uma velocidade mais acentuada caso estivesse fazendo o dever de casa, sobretudo na parte fiscal”, diz o estrategista da Davos.Estadão Conteúdo Leia mais em istoedinheiro 







28 dezembro 2020

IPOs fora do eixo Rio-SP trazem diversificação e revelam ao investidor Brasil além dos grandes centros

Das 25 empresas que entraram na bolsa em 2020, oito são de estados diferentes de Rio e SP; há mais empresas na fila para entrar na bolsa em 2021

Quando o IPO do Grupo Mateus veio a publico levantando R$ 4,6 bilhões, o Sudeste — que concentra o mercado de capitais — pouco ou nada sabia a respeito da gigante varejista com sede em São Luís, no Maranhão. Não foi o único movimento na bolsa recebido com surpresa por gente da Faria Lima neste ano.

Em 2020, outras sete empresas fora do eixo Rio-SP abriram capital na B3. Em comum, parte dessas companhias tem forte cultura corporativa e grande penetração regional, mas por muito tempo cresceram fora do campo de visão de grandes gestores — e principalmente do pequeno investidor.

O próximo ano promete ser de continuidade desse movimento, mas em parte. Enquanto neste ano a região que apareceu com mais recorrência foi o Nordeste, em 2021 o Sul surgirá de forma mais expressiva, a depender da fila de IPOs na CVM. Já o Norte não apareceu na bolsa neste ano e deve ficar de fora também nos próximos 12 meses.

Mercado em mudança

A chegada de empresas fora do eixo é uma consequência natural da expansão do mercado de capitais em um país de dimensões continentais.

Para o gestor de ações da Infinity Asset, Victor Hasegawa, o movimento é também resultado de uma busca feita por bancos de investimento por companhias que não estavam nas carteiras das grandes instituições — que até pouco tempo dominavam o sistema financeiro.

Neste ano foram 25 IPOs na B3. À primeira vista, o número pode tornar as sete ofertas regionais irrelevantes, mas, segundo a responsável pela área de análise de ações da Mauá Capital, Carolina Ujikawa, o movimento é significativo tendo em conta a concentração econômica do país no Sudeste — a região representa mais de 50% do PIB do Brasil.

A economista diz ver as empresas fora do eixo Rio-SP com pouca concorrência além das capitais. Segundo Ujikawa, parte da equipe da Mauá visitou a Lojas Quero Quero, do Sul, e ficou impressionada com a atuação da empresa em cidades com cerca de 10 mil habitantes.

Para ela, empresas como a Quero Quero ainda são favorecidas pelo o que ela vê como uma tendência de valorização de companhias que conhecem os hábitos dos consumidores e que cultivam uma proximidade com os clientes.

"Há muitas diferenças culturais entre regiões do país. Esse é um conhecimento que a companhia de fora pode não ter em um primeiro momento."

Responsável pela área de análise de ações da Mauá Capital, Carolina Ujikawa.

O responsável pela área de mercado de capitais da XP Investimentos, Vitor Saraiva, acrescenta que a expansão regional do mercado de capitais representa um avanço da diversificação setorial na bolsa — ainda carente de ativos, diz. "As economias dos diferentes estados têm as suas fortalezas, setores que por alguma razão são mais proeminentes".

Hasegawa, da Infinity, segue a mesma linha de raciocínio que Saraiva e exemplifica com o efeito que o auxílio emergencial teria sobre o país. O impacto na economia do Nordeste, diz ele, seria maior do que na do Sudeste, por exemplo. "Já no setor imobiliário, você correria menos riscos com uma carteira cujo desempenho não estivesse associado só aos lançamentos do Sul do país".

Ainda assim, o especialista destaca justamente empresas regionais com atuação ligada ao mercado imobiliário como uma boa aposta, por conta do conhecido déficit habitacional do país e dos juros baixos — que têm tornado o financiamento de imóveis mais barato.

Além da Quero Quero, de varejo de materiais de construção, outras duas empresas ligadas ao setor imobiliário fora do eixo abriram capital neste ano: a construtora recifense Moura Dubeux e a incorporadora porto-alegrense Melnick Even.

Os juros caíram ainda mais no Brasil e nas economias desenvolvidas neste ano por causa da pandemia de covid-19. As restrições impostas pela doença são justamente os principais desafios para gestores investirem em empresas fora da região Sudeste, segundo Ujikawa, da Mauá.

"Quando a gente faz uma análise fundamentalista, a gente lida com o detalhe. É importante visitar a empresa e conhecer sua gestão de perto", diz a economista. "Eu diria que os desafios existem mais por causa da pandemia, não pelo perfil das empresas".

Ujikawa lembra que tem sido comum empresas abrirem capital sem terem um fundo de private equity (que investe em participações em empresas) como acionista. A chegada de um grande investidor quando o capital da companhia ainda é fechado costuma impor um maior padrão de governança, embora sua ausência não signifique uma baixa qualidade corporativa.

Hasegawa diz ver entre as regionais algumas empresas que são "muito familiares" até chegarem a bolsa e menos profissionalizadas, cujos donos ainda não estariam acostumados a terem outros sócios.

Aliás, o gestor da Infinity e os outros profissionais do mercado financeiro falam em uma continuidade do movimento de abertura de capital fora do eixo visto em 2020.

A XP chega a projetar 50 IPOs em todo o país no próximo ano — há por enquanto 43 empresas oficialmente na fila da CVM, sendo 15 além do eixo Rio-SP. Para a corretora, o total de ofertas de ações deve chegar a 80 em 2021, movimentando até R$ 150 bilhões.

Neste ano, foram ao menos R$ 69,2 bilhões em ofertas de ações, sendo R$ 13,8 bilhões em IPOs — ou 25 operações do tipo. O saldo na bolsa é de 434 empresas no total com ações negociadas — 115 fora do eixo Rio-SP.

As empresas fora do eixo em 2020

Moura Dubeux

  • Sede: Recife (PE)
  • Atuação: mercado imobiliário com foco no Nordeste
  • Quanto captou: R$ 1,25 bilhão
  • Desempenho desde o IPO: ↓39,51% (MDNE3)

Aeris

  • Sede: Caucaia (CE)
  • Atuação: fabricação de pás eólicas
  • Quanto captou: R$ 1,13 bilhão
  • Desempenho desde o IPO: ↑48,62% (AERI3)

Pague Menos

  • Sede: Fortaleza (CE)
  • Atuação: Varejo de produtos farmacêuticos
  • Quanto captou: R$ 746,9 milhões
  • Desempenho desde o IPO: ↓16,12% (PGMN3)

Grupo Mateus

  • Sede: São Luís (MA)
  • Atuação: varejo no segmento super, hiper e atacado
  • Quanto captou: R$ 4,6 bilhões
  • Desempenho desde o IPO: ↓6,94% (GMAT3)

Méliuz

  • Sede: Belo Horizonte (MG)
  • Atuação: oferta de cupons de desconto
  • Quanto captou: R$ 583,4 milhões
  • Desempenho desde o IPO: ↑63,10% (CASH3)

Neogrid

  • Sede: Joinville (SC)
  • Atuação: digital, soluções para gestão da cadeia de suprimentos
  • Quanto captou: R$ 486 milhões
  • Desempenho desde o IPO: ↑42,21% (NGRD3)

Lojas Quero Quero

  • Sede: Santo Cristo (RS)
  • Atuação: varejo de materiais de construção
  • Quanto captou: R$ 1,95 bilhão.
  • Desempenho desde o IPO: ↑18,76% (LJQQ3)

Melnick Even

  • Sede: Porto Alegre (RS)
  • Atuação: mercado imobiliário gaúcho
  • Quanto captou: R$ 713,6 milhões 
  • Desempenho desde o IPO: ↓9,58% (MELK3)

Na fila do IPO, além de Rio e SP

  • Jalles Machado, produtora e exportadora de açúcar orgânico, de Goianésia (GO);
  • Boa Safra Sementes, produtora de sementes de soja, milho e feijão, de Formosa (GO);
  • W2W, e-commerce de vinho, de Serra (ES);
  • Emccamp Residencial, construtora de Belo Horizonte (MG);
  • Canopus Holding, construtora de Belo Horizonte (MG);
  • Urba, loteadora subsidiária de MRV, de Belo Horizonte (MG);
  • CSN Mineração, subsidiária da CSN, de Congonhas (MG);
  • Nissei, rede de farmácias de Curitiba (PR);
  • BBM, serviço de logística de São José dos Pinhais (PR);
  • Guararapes Painéis, fabricante de produtos de madeira, de Caçador (SC);
  • Intelbras, de produtos e soluções em segurança, redes e telecomunicações, de São José (SC);
  • Grupo Cortel, funerária de Porto Alegre (RS);
  • CFL, incorporadora de Porto Alegre (RS);
  • Oleoplan, de energias renováveis, de Porto Alegre (RS);

.. Leia mais em seudinheiro 28/12/2020

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28 dezembro 2020



Cancelamentos de IPOs chegam a 25 com desistência de Prima Foods

A Prima Foods desistiu da sua oferta pública inicial de ações. Com isso, já são 25 IPOs cancelados em 2020. Produtora de carnes Prima Foods havia protocolado seu IPO em março

Há ainda outros cancelamentos que já foram noticiados, mas que ainda não constam como "desistência" na CVM, como Cagece e Alphaville — esta última inclusive já estreou na bolsa, após realizar uma oferta com esforços restritos.

Além disso, EZ INC, Wine e Granbio anunciaram suspensões temporárias dos seus IPOs.

Mesmo com crise, entrada de empresas na bolsa este ano já é mais do dobro da registrada em 2019

A produtora de carnes Prima Foods, que pertence ao empresário José Batista Júnior (conhecido como Júnior Friboi), havia protocolado seu IPO em março.

Na ocasião, a companhia poderia chegar à bolsa avaliada em cerca de R$ 2 bilhões. Júnior — irmão de Joesley e Wesley Batista, da JBS — queria vender cerca de 30% da companhia, por algo em torno de R$ 500 milhões.Fonte: G1.. Leia mais em bsbnoticia 28/12/2020

https://www.primafoods.com.br



PetroRio contrata bancos para avaliar nova oferta de ações

Em estudo: PetroRio testa o apetite do mercado para nova emissão 

A PetroRio (PRIO3) contratou bancos brasileiros e estrangeiros para avaliar uma eventual oferta de ações (follow-on). As instituições contratadas são o BTG Pactual (BPAC11), Citigroup, Credit Suisse, Itaú BBA, Banco Safra e Santander (SANB11).

Segundo a companhia, a oferta seria feita pelo regime de esforços restritos, ou seja, envolveria até 75 potenciais investidores, dos quais, pelo menos 50 teriam interesse efetivo em participar, de acordo com a instrução Nº 476 da CVM.

A PetroRio ressalta que, até o momento, nenhuma decisão foi tomada. A emissão das ações ordinárias dependerá das aprovações necessárias dos acionistas e das condições de mercado, entre outros fatores... Leia mais em moneytimes 28/12/2020

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Fila para IPO na B3 cresce e inclui empresas menores

A Bolsa brasileira tem sido espaço para captações de empresas de diversos tamanhos e setores, uma das novidades de um mercado de capitais aquecido, com o apetite dos investidores em buscar ações para compor suas carteiras, em um ambiente de juros baixos.

Na fila para abertura de capital há quase 50 companhias já com documentação entregue à Comissão de Valores Mobiliários (CVM), o regulador de capitais do País.

O corresponsável pelo banco de investimento do Bank of America, Hans Lin, aponta que, assim como neste ano, a carteira de ofertas para 2021 nos bancos é bastante diversificada, com destaque para os setores de commodities, consumo, varejo, tecnologia e infraestrutura.

Na próxima ‘leva’ de empresas que caminha rumo à abertura de capital há gigantes, caso da CSN Mineração, e empresas menores focadas em e-commerce e tecnologia, como a Westwing. A leitura é que a bolsa está mais democrática, algo possível com o juro baixo.

As candidatas para abertura de capital planejam usar os recursos que serão captados para investir no negócio e expandir suas operações.

Grande parte delas também quer acelerar os investimentos em tecnologia, ponto que virou mandatório com a pandemia.

Outro uso previsto para o dinheiro é redução de dívidas. Abaixo, alguns exemplos das candidatas a IPO em 2021.

CSN Mineração – IPO ajudará a reduzir dívida do grupo

A abertura de capital da CSN Mineração promete movimentar mais de R$ 8 bilhões, sendo que R$ 7 bilhões devem ir para o caixa da CSN, pela venda de uma fatia minoritária na unidade – dinheiro prometido para ajudar a reduzir o endividamento da siderúrgica. Essa é uma velha cobrança do mercado, diante da dívida líquida da companhia, que está na casa dos R$ 30 bilhões.

A empresa, que teve de janeiro a setembro deste ano um faturamento R$ 8,9 bilhões, terá como presidente Enéas Diniz, que comandava a área dentro da CSN.

BV – Banco quer reforçar guinada digital

Os sócios Banco do Brasil e família Ermírio de Moraes já bateram o martelo. Havendo condições de mercado, eles levarão o BV, ex-Votorantim, para a Bolsa em 2021, uma oferta que deve movimentar R$ 5 bilhões.

A operação servirá para trazer caixa à instituição financeira e para a venda de ações do BB e dos Ermírio de Moraes.

O BV está repaginado e tem se debruçado para se posicionar na nova onda digital que tem impulsionado e aumentado a concorrência no setor bancário.

São Salvador Alimentos – Gigante de Goiás busca expansão

Gigante do frango de Goiás, o grupo industrial São Salvador Alimentos (SSA), dono da marca SuperFrango, quer fazer uma oferta de R$ 1,5 bilhão. A empresa abate 350 mil aves por dia e abastece mercados de oito estados brasileiros e Distrito Federal, além de exportar para cerca de 70 países. A receita líquida no ano passado ficou em R$ 1,6 bilhão.

A empresa quer captar dinheiro para seguir com sua rápida trajetória de expansão. Nesse movimento, tem sido feitas aquisições no sentido de diversificar o portfólio.

Grupo Big – Ex-Walmart reestrutura operação

Ex-Walmart do Brasil, o nome mudou após a operação passar para as mãos do fundo Advent, no processo de reestruturação da empresa. O faturamento do Grupo Big, que também é dono da marca Sams Club, é alto: a receita líquida no acumulado do ano até setembro deste ano chegou a R$ 15,7 bilhões. Os recursos também irrigarão o caixa da empresa.

Na estratégia da companhia, estão a abertura de novas lojas de atacado e postos de combustível e a conversão de lojas de varejo em de atacado. 

Kalunga – Líder, empresa mira abertura de novas lojas

Rede de lojas de papelaria com um faturamento anual de cerca de R$ 2 bilhões, a Kalunga é a líder em vendas com 13,1% de participação do mercado nacional no segmento de suprimentos para escritório e material escolar.

Em 2020, a Kalunga fechou a compra da Spiral, indústria gráfica focada na produção e importação de cadernos e de toda a linha de papelaria para abastecimento exclusivo das lojas Kalunga. Dos recursos que irão para a empresa com o IPO, boa parte deve ir para a abertura de novas lojas. Hoje são 222.

Grupo Cortel – Funerária pode ser a 1ª do setor na B3

Fundado no Rio Grande do Sul em 1963, o Grupo Cortel trabalha com cremação (incluindo a de animais de estimação), funerais e serviços auxiliares e faturou quase R$ 84 milhões no ano passado.

A empresa será a primeira desse setor a estrear na B3. O IPO deverá girar R$ 400 milhões, segundo uma fonte.

A companhia possui dez cemitérios, todos próximos a centros urbanos, cinco crematórios, um crematório de animais, uma casa funerária, mais de 40 salas de velórios, oito capelas cerimoniais e duas capelas histórias.

Westwing – Quarentena ajudou ganho de receita

De olho no interesse do investidor nas empresas com pegada digital, o e-commerce de produtos de decoração e artigos para casa Westwing quer fazer um IPO de cerca de R$ 500 milhões, comenta uma fonte. Com mais pessoas em casa em função da quarentena, que foi mandatória para conter a disseminação da covid-19, a receita líquida foi de quase R$ 170 milhões, com crescimento da ordem de 80% nos nove primeiros meses do ano.

Na empresa, o engajamento da clientela é palavra de ordem. São oito milhões de usuários cadastrados. Em setembro de 2020 eram mais de 1 milhão de seguidores no perfil do Instagram. A Westwing Brasil foi fundada em 2011, como subsidiária de uma multinacional alemã de mesmo nome.

Tok & Stok – Investimento na operação digital

A rede de lojas de móveis e decoração Tok & Stok nasceu de uma pequena loja na Avenida São Gabriel em São Paulo, e possui atualmente 59 lojas em quatro formatos diferentes.

O fundo norte-americano Carlyle, que controla hoje a empresa, fez seu investimento em 2012. Ou seja: esse é um ativo bastante antigo na carteira da gestora, que tem atuação forte no Brasil.

Com um faturamento de R$ 1,2 bilhão no ano passado, atualmente a empresa já tem cerca de 24% de seu faturamento vindo dos canais digitais, número que pode crescer.

Um dos objetivos com o dinheiro que entrará no caixa do IPO será investir na sua transformação digital e em tecnologia.

Havan – IPO de rede de Luciano Hang ficou para 2021

Varejista de Santa Catarina, a Havan é do polêmico empresário Luciano Hang, que ficou conhecido nacionalmente pelo seu apoio irrestrito ao presidente Jair Bolsonaro, desde a época da campanha.

A empresa suspendeu a operação que estava planejada para ocorrer em 2020, depois de investidores avaliarem a companhia abaixo de R$ 70 bilhões, valor colocado como “mínimo” por Hang para seguir com a operação.

A varejista possui 147 lojas físicas, muitas com a “marca” de ter na fachada uma réplica da Estátua da Liberdade.

Em interação com investidores, Hang sempre estava trajado com seu uniforme verde e amarelo. Por trás da oferta está um plano agressivo de expansão.

Mobly – Loja de móveis online tem lado ‘tech’

Loja online de móveis fundada em 2011, a companhia Mobly possui cerca de 925 mil usuários ativos. E vem crescendo na pandemia. No mundo físico possui duas megastores. Contando com elas, possui, no total, 11 lojas físicas.

Nos nove primeiros meses do ano, a receita líquida da empresa cresceu 50% e atingiu R$ 420,8 milhões. As pessoas em casa, muitas de home office, buscaram pequenas mudanças em suas casas. A empresa tenta evidenciar seu perfil “tech”.

Em sua operação, a Mobly utiliza, por exemplo, inteligência artificial que considera o comportamento do cliente, para mostrar os produtos mais relevantes com base em comportamentos semelhantes de outras pessoas que fizeram compras.As informações são do jornal O Estado de S. Paulo... Leia mais em istoedinheiro 28/12/2020





27 dezembro 2020

2020: O ano em que as empresas se abriram ao mercado

Os IPOs foram um destaque do ano na B3, com mais de R$ 100 bilhões em volume de ofertas; bolsa também mais que dobrou o número de investidores pessoa física.. Leia mais em epocanegocios 27/12/2020

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27 dezembro 2020



26 dezembro 2020

Tech no Brasil: a curva de aprendizado do mercado financeiro e seus desdobramentos

Não é de hoje que termos como “transformação digital”, “Inteligência Artificial” e “Machine Learning” estão em evidência no Brasil e no mundo. O que chamou mais atenção por aqui foi a dinâmica veloz em que a indústria de tecnologia se desenvolveu. O que antes era classificado como uma moda provisória com escritórios mais despojados e maior flexibilidade de hierarquia, virou o necessário. Em poucos anos, vimos startups virando unicórnios, empresas tradicionais investindo significativamente em inovação e a indústria de venture capital cada vez mais madura no Brasil.

O mercado financeiro foi diretamente afetado por essa transformação que está em curso – dado que ela mudou paradigmas no meio empresarial e afeta os modelos de negócio. Quase que automaticamente, analistas e gestores de renda variável tiveram que se atualizar rapidamente. O maior desafio do mundo tech é justamente esse aprendizado constante – trata-se de um processo contínuo de evolução.

A indústria de renda variável no Brasil tem hoje cerca de R$ 531 bilhões sob gestão. A capitalização (ou Market Cap) de todas as empresas listadas na B3 somam quase R$  3,5 trilhões. Do ponto de vista dos fundos de ações, há duas maneiras de enxergar a evolução da tecnologia no Brasil: i) risco para as incumbentes investidas no portfólio dos fundos, e como consequência desvalorização de suas ações ou ii) oportunidade através do investimento em novas empresas vindo a mercado ou ao aumento de concentração naquelas que estão conseguindo fazer sua transformação digital de forma efetiva.

“Wake-Up Call”

Apesar das opiniões divergirem em relação ao momento exato em que o mercado brasileiro “acordou” para tecnologia – seja se ocorreu com a realização de lucros advindo do IPO do Mercado Livre em 2007 ou com o IPO da Stone e PagSeguro em 2018 – fato é que hoje a vasta maioria das casas possuem um analista dedicado ao tema. 

A curva de aprendizado das assets locais seguiu uma sequência muito similar: 

  • i) estabelecimento e manutenção de contatos com o setor através dos fundos de venture capital; 
  • ii) cursos, leituras e viagens para entender como havia sido o desenvolvimento em outras partes do mundo como China e Vale do Silício; 
  • iii) investimento dos sócios na física em empresas de tecnologia não listadas, e finalmente, 
  • iv) a abertura de veículos ou fundos que possam do ponto de vista regulatório investir tanto em empresas listadas na Nasdaq quanto em rounds privados.

No entanto, a análise de tecnologia ainda é superficial no Brasil – e isso está refletido no número de empresas que são de fato tech native listadas na B3. Atualmente, podemos afirmar que é o caso da Locaweb, e, mais recentemente, do Méliuz e da Enjoei. Na minha visão, a razão para esse número ínfimo é que ainda há uma dificuldade entre investidores brasileiros em como avaliar essas empresas.  Já temos um entendimento claro da estratégia, mas ainda é um desafio definir o valuation delas de forma assertiva. O conceito de “caro” ou “barato” não está tão claro

Ainda é só o começo

O fato é que ainda estamos no início da revolução tecnológica no Brasil. Apesar de empresas chamadas “tech tradicionais” serem representadas na bolsa através de LINX e TOTVS, por exemplo, tivemos apenas no início de novembro o primeiro IPO de uma venture-backed company no Brasil, o Méliuz, empresa mineira de cashback. Por que esse IPO foi importante? Além de dar a oportunidade a investidores e gestores de expressarem suas visões do setor em uma true tech company (vis-à-vis através de uma operação originalmente de Varejo, como a MagaLu), ela abre caminho para uma fila de startups virem para a bolsa.

Apesar de sabermos que há uma dezena de empresas de tecnologia se preparando para listarem na B3 – ainda não é claro para mim se o mercado está maduro o suficiente. 

Ainda vemos alguns fundadores preferindo listar suas empresas na Nasdaq- mesmo tendo operação e foco no Brasil. Mas isso está definitivamente mudando – inegavelmente vimos esse ano o movimento de algumas empresas na dúvida de onde estrear no mercado, e muitas já focando os esforços por aqui. O trade off é muito claro: se por um lado, os brasileiros conhecem a marca e entendem a operação das empresas no detalhe (afinal, o Brasil tem suas idiossincrasias) por outro, investidores globais tendem a entender e pagar por múltiplos mais altos.

Alguns dizem que 2020 foi só o começo, e que em 2021 vamos ver ainda mais empresas tech sendo listadas na B3: “a Nasdaq será aqui”. Apesar de achar essa afirmação um pouco exagerada, acho sim que o Brasil está no caminho certo e que no ano que vem teremos uma enxurrada de ofertas de tecnologia por aqui. Com o tempo, tanto as empresas quanto o mercado ficarão cada vez mais maduros.  Trata-se do ciclo natural de uma indústria que até 3 anos atrás era inexistente e inexpressiva por aqui.

Mulheres na Tecnologia

Como mulher, trabalhando há mais de 10 anos no mercado financeiro e há 5 com tecnologia, não posso deixar de mencionar a nossa falta de representação. No caso do mercado financeiro, não é novidade que a desigualdade de gênero é uma realidade. Menos de 25% dos CPFs cadastrados para comprar e vender ações no Brasil são de investidoras. Em um dado ainda mais discrepante, apenas 6% dos gestores certificados pela ANBIMA (possuem o CGA) são mulheres. Infelizmente, no mercado de tecnologia não é diferente. Um estudo recente do Crunchbase relatou que apenas 1 entre 5 unicórnios possuem pelo menos uma mulher na liderança. Por outro lado, o mesmo estudo também mostra que 23% das mulheres em posição de liderança nessas empresas são promovidas, quando comparado à 19% do sexo masculino. Não há dúvidas que a tecnologia fomenta a diversidade no mercado de trabalho – e que quanto maior a diversidade, melhores os resultados. Na prática, ainda precisamos ver isso tanto no Brasil quanto no mundo. Por Julia De Luca - especialista Tech na área de Equities Sales do Itaú BBA Leia mais em starupi 22/12/2020

https://startupi.com.br

26 dezembro 2020



25 dezembro 2020

Alta Liquidez trará estreantes e ESG será o grande tema nas captações externas de empresas

A alta liquidez e a presença crescente de investidores ligados à sustentabilidade devem fazer de 2021 um ano diferente para o mercado de títulos de dívida externa. 

Novas empresas, de setores até então pouco explorados, e operações estruturadas em cima de aspectos de compromissos ambientais, sociais e de governança (ESG), vão ganhar espaço, na opinião de especialistas. A expectativa é também de que janeiro, a principal janela deste mercado, seja já bastante aquecida... Leia mais em estadao 25/12/2020




25 dezembro 2020



Bolsa tem maior número de IPOs desde 2007 e onda de ofertas deve continuar em 2021

Empresas levantam juntas R$ 117 bilhões em ofertas iniciais de ações na Bolsa brasileira; em 2007 foram 64 IPOs, que movimentaram R$ 55 bilhões

Além do recorde de investidores, a B3 também registrou em 2020 o maior número de IPOs (ofertas iniciais de ações) desde 2007, mesmo em meio à uma grave crise sanitária e humanitária causada pela pandemia de coronavírus. E os primeiros indícios são de que o movimento continuará em 2021, segundo especialistas.

Foram 28 IPOs na Bolsa brasileira entre janeiro e dezembro deste ano, com captação total de R$ 117 bilhões. É o maior número de ofertas iniciais em 18 anos. Em 2007, a B3 teve 64 IPOs, que juntos levantaram R$ 55 bilhões. No ano passado, foram apenas cinco operações desse tipo no mercado brasileiro.

O maior IPO de 2020 foi o da Rede D’Or (RDOR3), que estreou na B3 no começo deste mês valendo mais de R$ 100 bilhões. A operação levantou R$ 11,4 bilhões. Foi o terceiro maior IPO já registrado na B3, atrás apenas da oferta inicial do Santander Brasil (SANB11) em 2009, de R$ 13,2 bilhões, e da oferta da BB Seguridade (BBSE3) em 2013, de R$ 11,475 bilhões.

O segundo maior IPO de 2020 na B3 foi realizado pelo Grupo Mateus (GMAT3), que levantou R$ 4,6 bilhões em outubro. A oferta inicial da Hidrovias do Brasil (HBSA3) completou o pódio, com R$ 3,4 bilhões em setembro — a Petz (PETZ3) ficou bem próxima, com um IPO de R$ 3,03 bilhões também em setembro.

Confira abaixo os IPOs de 2020 na B3 e quanto cada empresa levantou com sua oferta inicial de ações.

  • 3R:   R$ 690 milhões
  • Aeris:   R$ 1,1 bilhão
  • Alphaville:   R$ 305 milhões
  • Ambipar:   R$ 1,08 bilhão
  • Boa Vista:   R$ 2,21 bilhões
  • Cury:   R$ 977,5 milhões
  • d1000:   R$ 400,2 milhões
  • Enjoei:   R$ 1,1 bilhão
  • Estapar:   R$ 345,3 milhões
  • Grupo Mateus:   R$ 4,6 bilhões
  • Grupo Soma:   R$ 1,82
  • Hidrovias:   R$ 3 bilhões
  • JSL:   R$ 693,7 milhões
  • Lavvi:   R$ 1,16 bilhão
  • Locaweb:   R$ 1 bilhão
  • Méliuz:   R$ 583,4 milhões
  • Melnick:   R$ 647,8 milhões
  • Mitre Realty:   R$ 1,02 bilhão
  • Moura Dubeux:   R$ 1,25 bilhão
  • Neogrid:   R$ 486,45 milhões
  • Pague Menos:   R$ 858,9 milhões
  • Petz:   R$ 3 bilhões
  • Plano e Plano:   R$ 633,4 milhões
  • Priner:   R$ 200 milhões
  • Quero-Quero:   R$ 1,94 bilhão
  • Rede D’or:    R$ 11,4 bilhões
  • Sequoia:   R$ 905,8 milhões
  • Track & Field:   R$ 454,7 milhões

Além dessas companhias, a canadense Aura Minerals também realizou um IPO na B3 neste ano, mas de BDRs (recibos de ações estrangeiras negociados na Bolsa brasileira), que movimentou R$ 790 milhões. O InfoMoney entrevistou o presidente da companhia em novembro, confira aqui.

O que explica o movimento?

De modo geral, o que explica o boom de IPOs na B3 este ano, segundo especialistas, é a queda histórica da taxa básica de juros, a Selic, para 2% ao ano, o que motivou a maior entrada de investidores na Bolsa e colaborou para tornar o mercado acionário mais atraente aos empresários que precisam se capitalizar.

“Foi uma porrada. A gente viu uma baita de uma janela, o mercado de capitais no Brasil se desenvolvendo, um fluxo grande, aumento de investidores pessoas físicas e, agora no final do ano, os estrangeiros voltando fortemente”, disse Rafael Bevilacqua, estrategista-chefe da Levante Ideias de Investimentos.

“Algumas coisas que são importantes: este ano começou muito bem e, mesmo com a pandemia, o fluxo, o movimento de IPOs foi muito forte. Isso se dá por um lado pelo desenvolvimento de capitais, entrada de novos investidores, juros baixos, mas a liquidez global como um todo foi bem positiva para esse fato”, completou.

“Todo mundo que queria colocar uma oferta, este ano conseguiu. Foram poucos casos em que ou a janela não estava muito boa, mas daria para ajustar, ou o valuation era muito fora. Mas a gente viu IPOs que não paravam muito em pé, não tinha o menor sentido, saírem. Tinha liquidez e demanda para praticamente tudo.”

Felipe Taylor, gestor de ações da MAG Investimentos, acredita que a forte valorização da Bolsa no fim do ano passado e no começo de 2020, bem como a retomada do Ibovespa ao longo deste ano depois do tombo em março por causa da pandemia, colaborou para chamar atenção dos empresários para a Bolsa.

“A boa performance que a Bolsa teve nos últimos anos permitiu que o patamar de preço dos ativos negociados em Bolsa atingisse níveis nos quais os empresários começam a ver maior vantagem em abrir seu capital, dada a perspectiva de ter suas empresas bem valoradas pelo mercado”, disse.

“Obviamente que a taxa de juros no nível mais baixo que a gente já teve também favorece esse investimento do investidor na Bolsa. Mesmo fundos que antes eram muito focados em renda fixa e câmbio passaram a alocar uma boa parte de seu portfólio para a Bolsa”, completou.

Ofertas bem-sucedidas

Sobre as ofertas mais bem-sucedidas em 2020, Bevilacqua e Taylor destacaram os IPOs da Rede D’or e da Petz. Taylor apontou ainda a operação da companhia de hospedagem de sites Locaweb como um destaque positivo no ano.

“São empresas que não só as ações pós-IPO tiveram desempenho positivo, mas também são empresas que, apesar de serem novas na Bolsa, acho que são histórias que despertam muito o interesse do investidor institucional e têm se mostrado maduras na comunicação com o mercado de capitais”, disse o gestor da MAG.

“A Rede D’or é um case de crescimento. Saiu caro quando a gente olha para múltiplo, entretanto é meio que um case apartado do mercado quando a gente fala de saúde. Ela pode subir preço, ela sobe muito o preço, repassa com praticamente zero de dificuldade porque ela tem uma marca muito forte e cresce há muito tempo. E até 2025 a gente vê que o número de leitos vai praticamente dobrar”, avaliou Bevilacqua.

O que esperar para 2021?

No geral, a avaliação para 2021 é de que o mercado de ofertas de ações continue extremamente aquecido. Empresas continuam registrando pedidos de abertura de capital na Comissão de Valores Mobiliários, a CVM. Na leva de dezembro, por exemplo, estão a Orizon, Guararapes Painéis, Jalles Machado, Oceanpact, Eletromidia, Mobly, Kalunga e Westwing.

“Novos recordes. Vai continuar havendo recursos disponíveis para comprar empresas novas em preços que façam sentido para os acionistas anteriores se desfazerem de uma parte ou se diluírem na ownership das empresas. A mesma dinâmica que a gente viu em 2020 deve permanecer para 2021, sendo que em 2020 a gente teve a pandemia”, disse Taylor, da MAG.

“2021 tem tudo para ser um ano ainda mais forte em ofertas de ações. A dúvida é se a nossa economia vai continuar produzindo empresas que sejam ‘investíveis’ no tamanho para fazer abertura de capital na velocidade que o mercado está disposto a comprar essas empresas”, completou.

O presidente da B3, Gilson Finkelsztain, também segue otimista. Em entrevista ao podcast “Os Pregões que Fizeram História”, do InfoMoney, ele disse que “a expectativa continua sendo bastante positiva para o mercado de capitais”, e que ainda tem bastante IPO por vir em 2021.

“As empresas estão iniciando seus ciclos de investimento depois de um ano difícil como foi 2020, quando a gente teve uma contração do PIB entre 4% e 5%. Então, o Brasil vai certamente voltar a crescer no ano de 2021. E fica obviamente a esperança de que a gente continue evoluindo na trajetória de sofisticação dos nossos mercados de capitais com a preservação do juro baixo”, afirmou.

Ele disse que não pode haver um “abandono” da inflação sob controle, da perseguição da meta de inflação pelo Banco Central e do controle fiscal com agenda de reformas que leve o Brasil ao crescimento. Finkelsztain citou a importância da preservação do teto de gastos.

“Em 2020, foi compreensível que o Brasil aprovasse um auxílio emergencial para os brasileiros que perderam renda. Infelizmente a gente não tem capacidade de manutenção desse auxílio por mais tempo, então a gente precisa usar mecanismos de fomento à economia e à retomada de crescimento, gerando emprego para que o país possa voltar a crescer”, disse.

“A melhor forma de fazer isso é definitivamente com controle fiscal e uma pauta que possibilite a retomada do investimento privado, com IPO, com privatizações. Sigo otimista e acho que 2021 pode ser novamente mais um ano de muitos recordes”, concluiu o presidente da B3... Leia mais em infomoney 21/12/2020

https://www.infomoney.com.br



24 dezembro 2020

BrasilAgro anuncia potencial oferta pública de ações e confirma aquisição na Bolívia

Compra marca a estreia da empresa brasileira no país

A BrasilAgro, cujo foco está na aquisição, desenvolvimento e venda de propriedades agrícolas, informou, em fato relevante enviado à Comissão de Valores Mobiliários (CVM), que avalia a possibilidade de fazer uma oferta pública de distribuição primária de ações, que poderá contar com uma parcela secundária de acionistas da companhia... Leia mais em valoreconomico 24/12/2020

http://www.brasil-agro.com

24 dezembro 2020



23 dezembro 2020

Melhor IPO de 2020, aquisições devem garantir um feliz 2021 para Locaweb

Mesmo em ano marcado por adversidades devido o coronavírus, a empresa realizou cinco fusões e aquisições, todas nos últimos 90 dias (Imagem: Divulgação/ Locaweb)

Em ano recheado de IPOs, a Locaweb (LWSA3), que abriu seu capital em fevereiro, disparou 330% no ano. Diante do sucesso da empresa, a equipe de análise do BTG se reuniu com a administração da companhia.

Segundo os analistas Carlos Sequeira, Osni Carfi e Ricardo Cavalieri, que assinam o documento, a Locaweb está no caminho certo para construir o melhor ecossistema para as PMEs (Pequenas e Médias Empresas) prosperarem no mundo online.

Mesmo em ano marcado por adversidades devido o coronavírus, a companhia realizou cinco fusões e aquisições, todas nos últimos 90 dias.

“As empresas vêm de segmentos diferentes, mas compartilham semelhanças importantes: fortes receitas recorrentes e fundadores que continuarão a trabalhar na Locaweb”, afirmam.

De acordo com cálculos da corretora, as cinco aquisições proporcionam uma receita recorrente anual (ARR) de R$ 103 milhões, o que representa 20% de sua receita. No total, a Locaweb pagou R$ 322 milhões nos negócios.

“A poucos dias de 2021, vemos perspectivas promissoras para a Locaweb, que deve ingressar no Ibovespa em maio ou, no máximo, setembro. Em breve, também veremos os primeiros efeitos das aquisições recentes, além de mais M&As (fusões e aquisições) e forte crescimento orgânico”, afirmam.

A corretora manteve a recomendação de compra, com preço-alvo de R$ 90 até o final de 2021, potencial de valorização de 24%... Leia mais em moneytimes 23/12/2020

https://www.moneytimes.com.br

23 dezembro 2020



Capitalizada após IPO, dona da Farm quer se consolidar no ‘varejo tech’

A companhia decidiu apostar suas fichas no crescimento online, tanto por ações criadas dentro de casa quanto com aquisições.

Se o mercado de moda precisava de um empurrão para abraçar de vez o e-commerce, esse incentivo veio com a pandemia. Por isso, grupos mais conhecidos pela rede física, como a Soma - dona das redes Farm e Animale -, estão ampliando suas apostas na venda pela web. Capitalizada após estrear na Bolsa, em operação em que captou R$ 1 bilhão, em julho, a companhia decidiu apostar suas fichas no crescimento online, tanto por ações criadas dentro de casa quanto com aquisições.

É esse direcionamento digital que chama a atenção dos investidores: a Soma viu seus papéis subirem 30% desde o IPO. Mas, segundo o presidente do grupo, Roberto Jatahy, a ideia é ir além. É a partir da interação com o cliente, em tempo real, que a empresa quer descobrir oportunidades para agregar novas marcas a seu portfólio. "A partir de agora todas as marcas surgirão dos canais digitais", prevê.

Para garantir o contato constante com o consumidor, a empresa investiu numa plataforma de live commerce. Funciona assim: as marcas produzem uma espécie de programa de TV, via streaming, em que debatem moda e apresentam roupas das grifes. O consumidor pode encomendar as peças ao vivo, em um clique. Se o participante tiver dúvida, ela é resolvida em tempo real, em um chat.

A Soma vem prosperando em um mercado difícil: o de moda para a classe média alta, repleto de empresas com dívida alta e em busca de reestruturação, como a InBrands (dona da Ellus e da Richards) e a Restoque (de Le Lis Blanc e Dudalina). O grupo surgiu quando Jatahy, dono da Animale, comprou a Farm, empresa que era forte no digital. Depois disso, vieram outras grifes, como a Cris Barros e Maria Filó.

Apetite. Agora, o desafio é acelerar ainda mais a digitalização. Por isso, em sua primeira aquisição após o IPO, levou a byNV, marca criada em 2012 por Natti Vozza, influencer com mais de 1 milhão de seguidores no Instagram. O desembolso foi de R$ 210 milhões, sendo 47% em dinheiro e o restante em ações - o que garantirá que Natti siga como sócia. Ao fazer essa escolha, a Soma surpreendeu o setor, que esperava que o grupo comprasse a tradicional marca Richards, da InBrands.

Jatahy diz que o nível de engajamento da marca de Natti Vozza é alto, mas que a aquisição pela Soma dará à grife mais possibilidades de crescimento. A byNV possui cinco lojas físicas no Estado de São Paulo, embora a influencer seja conhecida por todo o Brasil. O grupo planeja a abertura de 20 a 25 grandes lojas da NV, que servirão de "hubs" logísticos para o online.

Ainda com o caixa cheio, o Grupo Soma tem outras aquisições em análise. O foco, neste momento, está em duas operações. A prioridade é para marcas que surgiram na web e têm forte potencial de crescimento, embora a compra de redes maiores não esteja descartada.

DNA online

Mesmo antes da pandemia, as vendas das marcas da Soma pela internet já estavam bem acima da média do setor, em 22%. Segundo a empresa, isso foi possível graças ao "código do vendedor", que permitia que funcionários ganhassem comissão por peças vendidas online. Com esse trabalho, a empresa conseguiu estancar as perdas da pandemia. Em março, já registrava o equivalente a 70% das vendas observadas anteriormente.

É por isso que, na opinião de um investidor que participou do IPO da companhia, a dona da Farm e da Animale é uma empresa de "varejo tech".

E os analistas de mercado parecem concordar com a avaliação. "Acreditamos que sua plataforma digital seja uma vantagem competitiva importante, pois oferece uma solução integrada entre marcas e canais em termos de logística, além de uma ampla estrutura de análise de dados para aumentar a fidelidade, conversão e frequência dos consumidores", aponta relatório divulgado neste mês pela XP Investimentos. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. Leia mais em seudinheiro 23/12/2020

www.seudinheiro.com



22 dezembro 2020

Após pandemia, mercado quer ofertas de ações “mais rápidas”

Quanto menor o tempo para se fazer a oferta, menor será o tempo de exposição à volatilidade, que pode jogar o preço da ação para baixo e afetar a precificação. ... Segundo Finkelsztain, essa é uma agenda para o aperfeiçoamento do produto...

Após um ano bastante volátil na Bolsa, uma demanda ficou mais latente e será uma agenda a ser trabalhada no mercado em 2021: a redução do tempo de realização de uma oferta de ação para as empresas já listadas, o follow on. 

Hoje, as ofertas subsequentes, como são chamadas, levam cerca de duas semanas para serem colocadas de pé. Desde 2015 uma mudança na regra de emissões ajudou a enxugar o prazo. Agora, a ideia é diminuir ainda mais esse tempo, para algo em torno de cinco dias. “Essa demanda ficou mais evidente na pandemia”, diz o presidente da B3, Gilson Finkelsztain. .. Leia mais em estadao 22/12/2020

https://economia.estadao.com.br

22 dezembro 2020



Empresas do agronegócio ficam fora da onda de IPOs

Houve pedidos de registro, que ainda não vingaram

Nem mesmo a exuberante safra de IPOs de 2020 conseguiu trazer novas empresas do agro para a bolsa, mantendo a histórica sub-representação no mercado de capitais de uma das atividades mais dinâmicas da economia brasileira... Leia mais em valoreconomico 22/12/2020

https://valor.globo.com/




Bancos se preparam para desfile de ofertas de ações pré-Carnaval

Os festejos de Carnaval foram duramente atingidos pela pandemia do coronavírus, mas os bancos de investimento estão preparando um desfile que promete ser não menos exuberante, um desfile de ofertas de ações.

A combinação de vacina contra Covid-19 e juro básico do país em um recorde de baixa tem atraído investidores para a renda variável e cerca de 30 empresas estão se preparando para listar ações no primeiro trimestre, um número que já supera as estreias em bolsa de 2020.

O fila de ofertas de ações significa que os executivos de bancos que costumavam ir para a praia entre o Ano Novo e o Carnaval agora estarão com os olhos colados em seus escritórios online preparando esse desfile.

Da unidade de mineração da Companhia Siderúrgica Nacional à rede de supermercados BIG, controlada pela empresa de private equity Advent, a lista reflete o desejo de acionistas controladores de embolsar ganhos com o investimento feito ou de levantar novos recursos para crescimento das companhias.

Apesar da crise do coronavírus, este ano deve terminar como o mais movimentado do Brasil nos últimos 13 para ofertas de ações, com 60 ofertas públicas iniciais e follow-ons movimentando 28,4 bilhões de dólares, também o maior volume desde 2010. E os executivos de bancos de investimento se preparam para uma festa ainda maior em 2021 pelas empresas brasileiras.

"O ano de 2021 tem todo o potencial para superar 2007 em número de negócios", disse Claudia Mesquita, chefe do mercado de renda variável do Bradesco BBI, à Reuters.

Houve 88 ofertas de ações de empresas brasileiras em 2007. Em termos de volume, o Bank of America prevê cerca de 150 bilhões de reais em 2021, enquanto o Itaú Unibanco espera um pouco menos, 140 bilhões.

MENOS BRILHO

Apesar de terem visto uma queda de até 45% no Ibovespa no início deste ano, os investidores de varejo resistiram ao impulso de se desfazer de suas ações e muitos até se juntaram a novos IPOs. O índice já cresceu mais de 2% no ano.

"Os investidores brasileiros de varejo mostraram maturidade este ano, pois não venderam suas ações apesar de todos os solavancos. Esta é uma boa notícia para as empresas que planejam IPOs", Marcello Lo Re, chefe para o mercado de ações no Brasil do Morgan Stanley, disse.

Essa mentalidade de "comprar e manter" claramente pode ter seus limites, uma vez que quase metade das empresas que fizeram sua estreia neste ano estão negociando abaixo de seus preços de IPO. Mas os executivos de bancos de investimento dizem que as taxas de juros baixas provavelmente continuarão aumentando o apetite ao risco dos investidores locais, que encontram poucas alternativas de alto retorno.

Algumas empresas também podem antecipar IPOs para o ano que vem temendo alguma potencial volatilidade que os anos de eleições presidenciais podem trazer, disse Roderick Greenlees, diretor global de banco de investimento do Itaú BBA.

Em outro provável impulso, os investidores internacionais, que em sua maioria ficaram à margem dos IPOs deste ano, estão voltando lentamente.

Investidores de fora do Brasil compraram mais da metade das ações que a rede de hospitais Rede D'Or lançou neste mês, no maior IPO de uma empresa brasileira desde 2013. Ainda assim, as crescentes preocupações sobre o lado fiscal do governo podem pesar sobre a demanda.

"O maior inimigo do Brasil é o Brasil mesmo, pois o país ainda apresenta uma certa fragilidade”, disse Pedro Mesquita, sócio da XP.

Mesmo assim, para grandes investidores em empresas brasileiras, os mercados de ações têm sido sua melhor opção de saída nos últimos meses, uma vez que compradores estratégicos ou de private equity têm sido escassos devido às preocupações criadas pela Covid-19.

Ao contrário dos IPOs, os volumes de negócios de fusões e aquisições caíram mais de 40% no ano, segundo dados da Refinitiv, enquanto o número de transações aumentou 13%.

Os banqueiros dizem que há sinais de que as fusões e aquisições também possam aumentar com as esperanças de uma vacina, mesmo com um cronograma ainda nebuloso para grande parte da América Latina, incluindo o Brasil.

"M&A é um negócio de longo prazo, então requer mais confiança nas perspectivas econômicas, que foram atingidas pelo coronavírus, mas os negócios devem voltar à medida que os países voltam à normalidade", disse Hans Lin, chefe de banco de investimento do Bank of America no Brasil. Por Carolina Mandl (Reuters) - Leia. mais em yahoo 21/12/2020





Aberturas de capital quebram recordes em 2020, ano de retomada das IPOs

O ano de 2020 ficará marcado como o da retomada dos IPOs. Foram 28 aberturas de capital entre janeiro e dezembro

O ano de 2020 ficará marcado como o da retomada dos IPOs (oferta pública de ações, na sigla em inglês). Foram realizadas 28 aberturas de capital entre janeiro e dezembro, que movimentaram R$ 177 bilhões. 

O recorde anterior foi registrado em 2007, quando 64 empresas estrearam na Bolsa de Valores de São Paulo. Naquele ano, porém, a captação foi bem menor (R$ 55 bilhões). 

Chama atenção a variedade dos setores ingressantes na B3. Em 2020, uma varejista de produtos para animais (Petz), um brechó on-line (Enjoei) e uma rede de estacionamentos (Estapar), entre diversos outros empreendimentos, começaram a negociar ações, um sinal evidente do novo dinamismo do universo empresarial brasileiro. 

A rede D’Or, maior grupo hospitar  privado do Brasil, foi a campeã em valores movimentados. Sua operação levantou R$ 11,4 bilhões, à frente da rede de supermercados  Grupo Mateus (R$ 4,6 bilhões) e da companhia de logística portuária Hidrovias do Brasil (R$ 3,4 bilhões).. Leia mais em estadodeminas 22/12/2020









Fusões e Aquisições - destaques da semana 14 a 20/dez/2020

Divulgadas  38 operações de Fusões e Aquisições com destaque pela imprensa na semana de 14 a 20/dez/2020.  Envolvem direta ou indiretamente empresas brasileiras de 14 setores e um investimento da ordem de R$ 22,9 bilhões.

ANÁLISE DA SEMANA

Principais transações



NEGÓCIOS DA SEMANA


"Market Movers" - Brasil

  • TIM desembolsará maior fatia no leilão de telefonia móvel da Oi - As operadoras Telefônica Brasil, Claro e TIM divulgaram, em documentos enviados à CVM na noite desta segunda-feira, 14, alguns detalhes sobre a compra do negócio de telefonia móvel da Oi, por R$ 16,5 bilhões. O ativo foi arrematado pelas três na tarde de hoje, em leilão organizado pelo TJ-RJ e sem concorrência. Caberá à Tim o maior desembolso, de 44% dos valores de Preço Base e Serviços de Transição, perfazendo aproximadamente R$ 7,3 bilhões.“Com relação ao financiamento desta aquisição, a TIM, considerando seu baixo endividamento e as condições de mercado atuais, entende ser possível financiá-la através do mercado de dívida local e de sua geração de caixa”, disse a empresa. O grupo abocanhará aproximadamente 14,5 milhões de clientes (40% da base total da UPI Ativos Móveis).Já a Telefônica será responsável por 33% do Preço Base e Serviços de Transição, equivalente a aproximadamente R$ 5,5 bilhões, e terá aproximadamente 10,5 milhões de clientes (correspondendo a aproximadamente 29% da base total da UPI Ativos Móveis).A Claro será responsável pelo pagamento de R$3,7 bilhões (aproximadamente 22% do preço de compra). O grupo terá ainda 32% da base total de clientes da UPI Ativos Móveis, de acordo com a base de acessos da Anatel de abril/2020.
  • A Dasa anunciou a aquisição de 90% do capital do Grupo Exame, rede de medicina diagnóstica do Rio Grande do Sul com 64 unidades que realizam exames de análises clínicas. E o controle do laboratório Instituto de Hematologia (Hemat), de São José dos Campos, no interior de São Paulo. Desde o início de dezembro, a empresa anunciou a compra do Hospital Leforte, numa transação de R$ 1,7 bilhão, e do Grupo Exame, no Rio Grande do Sul. Trata-se da terceira aquisição da companhia nos últimos 15 dias. 18/12/2020

"Market Movers” - Exterior

  • Iberia compra a Air Europa por 500 milhões de euros - O grupo AIG, que controla as companhias Iberia e British Airways, confirmou oficialmente a compra da Air Europa por 500 milhões de euros (pouco mais de R$ 3,1 bilhões no câmbio atual). É cerca de metade do valor que havia sido anunciado em novembro de 2019, quando a negociação veio a público. Mas isso foi antes da pandemia de coronavírus. Com a concretização do negócio, o grupo IAG passa a ter uma oferta maior de voos entre a Europa e o Brasil. Atualmente, a British Airways e a Iberia mantem voos regulares de seus hubs, respectivamente, em Londres e Madri para São Paulo e Rio de Janeiro. Já a Air Europa possui rotas da capital espanhola para Salvador, Fortaleza, Recife e também São Paulo. Um possível acordo de compartilhamento de voos entre as empresas traria mais opções para os seus clientes, além de uma melhor adequação entre oferta e demanda. 19/12/2020
  • Novartis compra biofarmacêutica Cadent Therapeutics por até US$ 770 milhões - Empresa desenvolve tratamentos para distúrbios cognitivos, de humor e movimento. A Novartis fechou um acordo para a compra da biofarmacêutica Cadent Therapeutics, empresa que desenvolve tratamentos para distúrbios cognitivos, de humor e movimento. O valor a ser pago poderá chegar a US$ 770 milhões 17/12/2020
  • Zurich compra carteira de auto e residência da MetLife nos EUA por US$ 3,94 bilhões - A Zurich Insurance concordou em comprar os negócios de seguros patrimoniais da MetLife nos EUA por US$ 3,94 bilhões, disseram as seguradoras nesta sexta-feira, depois que a pandemia COVID-19 tornou as seguradoras de automóveis e residências mais lucrativas.As seguradoras de automóveis e residências tiveram uma sorte inesperada, pois as restrições do governo para conter a propagação da infecção reduziram o número de pedidos de indenização por acidentes e roubos. 11/12/2020
  • Eli Lilly compra empresa de terapia genética Prevail por US$ 1 bilhão - Aquisição vai ampliar o portfólio da Lilly em terapias e ampliar o compromisso de buscar diversas formas para o tratamento de doenças neurodegenerativas. A farmacêutica Eli Lilly anunciou nesta terça-feira a compra da empresa americana de terapia genética Prevail Therapeutics por um valor agregado de US$ 26,50 por ação, ou US$ 1,04 bilhão no total. Segundo a empresa, a aquisição vai ampliar o portfólio da Lilly e, terapias e ampliar o compromisso de buscar diversas formas para o tratamento de doenças neurodegenerativas..15/12/0202
  • Nos EUA, três dos 10 maiores IPOs de tecnologia aconteceram neste ano; veja lista - Abertura de capital do Airbnb coroa um ano marcado pelo avanço das companhias de tecnologia; lista dos maiores valores levantados segue com Facebook no topo. A abertura de capital do Airbnb coroa um ano marcado pelo avanço das companhias de tecnologia. Incluindo a oferta inicial da empresa, três IPOs deste ano estão entre as maiores listagens da história entre techs nos Estados Unidos. O levantamento leva em conta o valor captado na operação. Além do Airbnb, que levantou US$ 3,7 bilhões, na mesma semana o DoorDash, serviço de entrega de comida, movimentou US$ 3,4 bilhões, entrando também na lista dos 10 maiores IPOs de empresas de tecnologia.Em setembro, a companhia de armazenamento de dados em nuvem Snowflake levantou US$ 3,9 bilhões, entrando também para o grupo de maiores aberturas de capital de techs.Ao abrirem capital, cada uma das empresas foi avaliada entre US$ 55 bilhões e US$ 100 bilhões. Até então essas companhias atraíam fundos de private equity, investidores estratégicos e fundos soberanos.As generosas avaliações do mercado acontecem em meio a um bull market, após o baque com o início da pandemia de covid-19. 13/12/2020

RELAÇÃO DAS TRANSAÇÕES

  • Fintech Nomad recebe aporte de R$ 30 milhões - A fintech Nomad, fundada pelo criador do iFood e sócio da Neon Pagamentos, Patrick Sigrist, e que permite que os brasileiros tenham uma conta bancária nos EUA, recebeu um aporte de R$ 30 milhões. A rodada foi liderada pelo Monashees e contou também com outros fundos, como o Abstract, além lhe Hans Tung, executivo da gestora GGV Capital..20/12/2020
  • Escritórios de investimentos Acqua e Vero anunciam fusão - Juntas, as duas empresas contam com 200 assessores, em 16 filiais espalhadas pelo território nacional, 20 mil clientes e valor de mercado de R$ 500 milhões. A Acqua Investimentos, especializada em varejo, alta renda e corporate, e a Vero Investimentos, focada no atendimento de clientes private e alta renda, fundiram as suas operações.Juntas, as duas empresas contam com cerca de 200 assessores, em 16 filiais espalhadas pelo território nacional, 20 mil clientes e valor de mercado de R$ 500 milhões. Até o final de 2021, o grupo projeta um crescimento exponencial, atingindo uma custódia de R$ 18 bilhões, com 35 mil clientes ativos e mais de 400 assessores. 20/12/2020
  • MC1 adquire a Landix e abre caminho para liderar segmento de "sales force automation" na nuvem - A MC1, multinacional brasileira especializada em soluções de mobilidade em nuvem para aumento da produtividade das equipes de vendas e de trade marketing em toda a América Latina, acaba de anunciar a aquisição de fatia majoritária na Landix Sistemas, empresa brasileira sediada em Minas Gerais, provedora de soluções para automação e mobilidade em vendas para médias e pequenas empresas.O acordo estabelece que as empresas permanecerão temporariamente operando de forma independente, aproveitando a complementaridade de suas ofertas para os clientes no futuro. "A MC1 tem seu foco no atendimento das forças de vendas e merchandising para grandes empresas nacionais e multinacionais. Já a Landix tem uma vocação para o atendimento do mercado de médias e pequenas empresas e para os distribuidores das companhias atendidas pela própria MC1. A união dessas competências permitirá o oferecimento de uma solução completa ao mercado de bens de consumo", afirma o CEO da MC1, Marcos Póvoa. Os valores envolvidos na transação não foram informados..18/12/2020
  • Dasa anuncia compra do Hemat, terceira aquisição em 15 dias - Desde o início de dezembro, a empresa anunciou a compra do Hospital Leforte, numa transação de R$ 1,7 bilhão, e do Grupo Exame, no Rio Grande do Sul. A Dasa adquiriu o controle do laboratório Instituto de Hematologia (Hemat), de São José dos Campos, no interior de São Paulo. Trata-se da terceira aquisição da companhia nos últimos 15 dias. Ontem a Dasa informou ao mercado a compra de 90% do Grupo Exame, no Rio Grande do Sul. Nessas duas transações , a Dasa entre em novas praças..18/12/2020
  • BMG fecha aquisição de 30% da empresa de tecnologia Raro Labs por R$ 3,5 mi - O Banco BMG, por meio de sua controlada CBfácil Corretora de Seguros, fechou a aquisição de 30% do capital da empresa de tecnologia Raro Labs pelo valor de R$ 3,5 milhões. Há ainda uma opção para que a CBfácil compre uma participação adicional para chegar a 75% de participação, depois de 3 anos.  O valor será pago em parcela única no dia 1º de fevereiro. 18/12/2020
  • Petrobras vende participação na BSBios por R$ 319 milhões - Compradora de fatia de 50% será a RP Participações em Biocombustíveis. A Petrobras concluiu a negociação para a venda de 50% da BSBios Indústria e Comércio de Biodiesel Sul Brasil. A compradora será a RP Participações em Biocombustíveis, que deve pagar cerca de R$ 319 milhões, caso a transação seja aprovada.O montante já considera as deduções da dívida líquida e demais ajustes de preço. O valor atribuído a 100% da BSBios é de R$ 1,23 bilhão.. 18/12/2020
  • Light fecha acordo para vender fatia em hidrelétrica por R$ 88,7 milhões - A venda da Light faz parte do seu plano de desinvestimentos de ativos . A Light (LIGT3) fechou um acordo de concessão de exclusividade com a Brasal para vender sua fatia de 51% na Lightger, companhia que opera a central hidrelétrica de PCH Paracambi, no Rio de Janeiro, por R$ 88,7 milhões, mostra comunicado enviado ao mercado neste sábado (19). 19/12/2020
  • Caio Castro compra e-commerce de acessórios masculinos e quer triplicar faturamento da marca - Ator acaba de adquirir a Key Design, e assume o cargo de executivo criativo. Objetivo é gerar novos negócios e parcerias para a empresa.. 16/12/2020
  • Neogrid levanta R$ 486,5 milhões - Maior parte do dinheiro captado no IPO deve ser usado em fusões e aquisições.A Neogrid, multinacional brasileira de software supply chain, captou R$ 486,5 milhões por meio da sua abertura de capital.As ações da empresa catarinense começaram a ser negociadas na bolsa de valores B3, antiga Bovespa, nesta quinta-feira, 17.Em nota, a empresa revelou que deve gastar a maior parte do dinheiro (80%) comprando outras empresas, ou, para usar o jargão da área, “fazendo M&A”. Os outros 20% serão usados em marketing. 16/12/2020
  • Dasa compra 90% do Grupo Exame, rede de laboratórios do Rio Grande do Sul - A Dasa anunciou a aquisição de 90% do capital do Grupo Exame, rede de medicina diagnóstica do Rio Grande do Sul com 64 unidades que realizam exames de análises clínicas. O valor da transação não foi informado.A rede gaúcha é dona dos laboratórios Exame, Senhor dos Passos, Nobel Laboratórios... 17/12/2020
  • BRF vende fábrica de rações na Romênia por R$ 126 milhões - A transação se deu por meio da Nutrinvestment BV e da Banvit Bandirma Vitaminli Yem Sanayii, sociedades controladas indiretamente pela BRF. A BRF (BRFS3) comunicou nesta quinta-feira a venda da Banvitfoods SRL, que desenvolve atividades de fabricação de rações e granja de ovos na Romênia, para a Aaylex System Group por 20,3 milhões de euros (126,1 milhões de reais). A transação se deu por meio da Nutrinvestment BV e da Banvit Bandirma Vitaminli Yem Sanayii, sociedades controladas indiretamente pela BRF. 17/12/2020
  • Grupo DG Sênior recebe aporte de R$ 50 milhões e inicia licenciamento da marca - Empresa especializada em instituições de longa permanência para idosos projeta abertura de unidades em dez cidades ao longo de 2021. Demanda cresceu cerca de 60% nos últimos meses.A empresa familiar DG Sênior, que opera Instituições de Longa Permanência para Idosos (ILPIs) acaba de anunciar ciar um aporte de R$ 15 milhões de um fundo de investi então, que deverá aportar mais R$ 35 milhões ao longo go de 2012, para licenciar a marca. A DG Sênior não . 15/12/2020
  • Fintech que cria “bolsas digitais” recebe aporte de R$1,7 mi - Em uma rodada que uniu crowdfunding e fundos de investimento, a startup brasileira Wuzu, fundada em 2017, levantou 1,7 milhão de reais. A empresa é especializada em criar ferramentas digitais para a negociação de diferentes tipos de ativos.Esse não é o primeiro investimento recebido pela fintech. Desde 2017, a Wuzu havia recebido 3,5 milhões de reais de investidores-anjo e dos fundos Duxx, Superjobs, Bossa Nova Investimentos.Inovação abre um mundo de oportunidades para empresas dos mais variados setores. Veja como, no curso Inovação na Prática 16/12/2020
  • Vale S/A adquire maior projeto de energia solar da América Latina, da mineira Aurora Energia - O primeiro cluster da Aurora Energia acaba de ser transferido para à Vale S/A (NYSE: VALE) e já está em preparo para à implantação . O cluster tem capacidade de geração de energia de 1.357 MW, sendo que 766 megawatts pico já detém contratos assinados para a conexão ao Sistema Interligado Nacional Brasileiro, inclusive com todas as licenças, anuências, outorgas de energia por 35 anos.  Até o momento, a Aurora Energia já conseguiu mais de 7 GW em licença ambiental no estado de MG, possuindo a maior licença ambiental para geração fotovoltaica do mundo, mais de 5 gigawatts (GW). Para a Aurora Energia, a Região Norte de Minas Gerais é um excelente lugar para a geração de Energia Solar Fotovoltaica, pois tem níveis de insolação próximos às melhores regiões do planeta.  segmento de energias renováveis e gerar a tão merecida visibilidade em nível global. Assessoria de Imprensa - Aurora Energia Leia mais em auroraenergia 16/12/2020
  • Petrobras assina contrato para vender campos terrestres na Bahia por US$250 mi - A Petrobras assinou nesta quinta-feira um contrato com a Ouro Preto Energia Onshore, subsidiária integral da 3R Petroleum, para a venda da totalidade de sua participação em 14 campos terrestres de exploração e produção, denominados Polo Recôncavo, localizados na Bahia, disse a estatal em comunicado. O valor da venda é de 250 milhões de dólares, sendo 10 milhões de dólares pagos na presente data e outros 240 milhões de dólares no fechamento da transação. Os valores não consideram os ajustes devidos e o fechamento da transação está sujeito ao cumprimento de condições precedentes, tais como a aprovação pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), ressaltou a petroleira. 17/12/2020
  • Grupo A adquire startup Jaleko, “Netflix” da educação para médicos - As fusões e aquisições de startups não param. O ano de 2020 já registrou 143 transações, duas vezes mais que em 2019. Seguindo a tendência, nesta quinta-feira, 17, o Grupo A, de educação superior, anuncia ter adquirido a startup carioca Jaleko, que oferece educação continuada para médicos e estudantes de medicina. A transação foi feita por meio de trocas de ações da Artmed, empresa do grupo, com a startup — avaliada em 40 milhões de reais.A edtech nasceu de um projeto de 2013 dos médicos Lucas Cottini e Guilherme Weigert que ajudava profissionais da área com provas e concursos. Em 2018, eles decidiram transformar o negócio em uma plataforma de educação contínua para médicos. A princípio, focaram nos estudantes, oferecendo reforço em vídeo para os conteúdos da grade curricular. Hoje, mais de 150.000 estudantes na América Latina usam seus produtos, além de universidades, como a UERJ e a Estácio. 17/12/2020
  • Ingresse anuncia aquisição do aplicativo de relacionamento Poppin - O aplicativo Poppin deixará de ser oferecido e funcionários passarão a fazer trabalhos da Ingresse; valor da transação não foi revelado.17/12/2020
  • Creditas recebe aporte de US$ 255 milhões e se torna o 11º unicórnio brasileiro - Startup de crédito foi avaliada em US$ 1,75 bilhão em rodada liderada pelo LGT Lightstone e seguida por Softbank e Kaszek. Os recursos serão usados na expansão dos serviços e em fusões e aquisições. Sergio Furio, fundador da Creditas, explica a estratégia. No apagar das luzes de 2020, a Creditas se tornou o 11º unicórnio brasileiro, como são chamadas as startups avaliadas em mais de US$ 1 bilhão. A companhia fundada pelo espanhol Sergio Furio acaba de levantar US$ 255 milhões em uma rodada série E, liderada pelo fundo de impacto LGT Lightstone, que a avaliou em US$ 1,75 bilhão, uma valorização de 133% em comparação ao último aporte liderado pelo Softbank, em julho de 2019,Desde 2012, a Creditas já levantou US$ 570 milhões de fundos como Softbank, Kaszek Ventures, VEF e Amadeus Capital, que participaram também desta nova capitalização da startup.Nesse novo aporte entraram na base de acionistas, além da LGT Lightstone, a Tarsadia Capital, a Wellington Management, a e.ventures e a Advent International via sua afiliada Sunley House Capital. 18/12/2020
  • Fintech de empréstimo consignado recebe aporte de R$9 milhões - A Paketá, fintech que oferece crédito consignado para funcionários de empresas, levantou R$ 9 milhões em investimentos para acelerar sua expansão. A captação teve a liderança do fundo brasileiro Shift Capital, que também possui em seu portfólio empresas como a Kovi, Mimic, The Coffee, entre outras. O processo contou com a participação de outros empresários e executivos brasileiros que preferem ter sua identidade não revelada.Com esse aporte, os sócios Fabian Valverde e Rafael Queiroz completam a segunda rodada de captação financeira da fintech. A Paketá deve encerrar o ano com 150 mil funcionários elegíveis ao crédito e planeja que esse número seja superior a 350 mil funcionários em 2021. Para tanto, além do aporte de R$ 9 milhões, a fintech assinou compromissos de funding que somam R$ 800 milhões, quantia disponível para ser emprestada pela empresa aos seus clientes. 17/12/2020
  • Ser Educacional faz primeira aquisição de plano de R$ 150 milhões - O grupo pernambucano abre a estratégia de aportes em educação digital com a compra da Beduka, edtech mineira dona de uma plataforma online que reúne testes vocacionais, um buscador e conteúdos para auxiliar os alunos na escolha dos cursos e instituições de ensino superior. Há exatamente uma semana, quando superou a marca de 200 mil alunos, a Ser Educacional divulgou um plano de investimentos de R$ 150 milhões em educação digital para 2021. Dentro desse montante, a empresa destacou que R$ 100 milhões seriam destinados a aquisições de edtechs. Sete dias depois, o grupo pernambucano, avaliado em R$ 2,06 bilhões e dono de marcas como Uninassau, Univeritas e Uninabuco, está iniciando esse movimento com a compra da Beduka. Fundada em 2017, a startup mineira auxilia alunos na escolha dos cursos e instituições de ensino superior. 18/12/2020
  • Com sede de M&As, Banco Inter compra mais uma empresa - O banco digital acaba de comprar a startup Meu Acerto, que atua na área de cobrança e dívida e na reativação da base de clientes. O CEO do Inter, João Vitor Menin, conta a estratégia com exclusividade ao NeoFeed. Em meados de novembro, o Banco Inter anunciou a compra de 45% da adquirente Granito, que tem entre seus sócios o Banco BMG e os fundadores da empresa. O negócio foi o primeiro depois do follow on realizado em setembro, quando o Inter levantou R$ 1,2 bilhão na bolsa. Mas não será o único a ser feito com o dinheiro captado no mercado. Trata-se de uma startup fundada em 2017, que atua na renegociação de dívidas, cobrança e no chamado mercado de Winback, com a reativação da base de clientes. O Inter desembolsou R$ 20 milhões em uma oferta primária, cujo dinheiro será investido na expansão da empresa, e outra quantia, de valor não revelado, para os sócios Pedro Lima e Rodrigo Costa. 18/12/2020
  • AGS Logistics adquire empresa de guindastes - Negociação tem como objetivo agregar novos serviços para as operações logísticas do grupo sem a necessidade de terceirização. A AGS Logistics adquiriu recentemente uma renomada empresa de guindastes com mais de 40 anos de mercado no setor para facilitar ainda mais suas operações logísticas. “Com essa aquisição, podemos realizar esse serviço dentro de casa, sem depender de terceirização”, explica Alexandre Gulla, CEO da AGS Logistics.De acordo com Gulla, a compra da empresa traz ainda mais experiência para a AGS para tocar projetos de forma mais customizada, com tranquilidade e eficácia, e consiste em uma opção diferenciada para os clientes. “Agora temos nossos próprios veículos e guindastes para agregar ainda mais e oferecer ainda mais serviços”, finaliza o CEO. 18/12/2020
  • Verum Partners e INNVOLVE anunciam união das empresas - A Verum Partners, uma das maiores consultorias em projetos de capital e infraestrutura da América Latina, e a INNVOLVE anunciam a união das empresas como ação estratégia de mercado. Com experiência comprovada em mais de R$ 205 bilhões em projetos gerenciados desde 2004, a INNVOLVE atua no mercado de infraestrutura, construção, gestão de projetos e operações e somará ao portfólio da Verum Partners os serviços de Capex e Contratos, além da vasta expertise nos segmentos de energia, infraestrutura, mineração e saneamento.Negócio transforma organização em uma das principais empresas de consultoria de projetos de capital e infraestrutura da América LatinaEm números, a Verum Partners, a partir da incorporação total programada para acontecer a partir de janeiro de 2021, passará a operar com mais de 70 profissionais especialistas atuando em relevantes projetos de capital no Brasil e América do Sul, com investimentos acumulados de mais de R$ 175 bilhões na carteira de 25 clientes vigentes. 16/12/2020
  • Math Marketing e Conectt criam holding com foco em soluções digitais - Juntas, as empresas somam R$ 22 milhões em ativos e investem cerca de R$ 2 milhões para criação do Grupo Wikeen. Com o objetivo de oferecer uma gama maior de serviços digitais para o mercado, a empresa de ciência de dados, Math Marketing, se uniu à Conectt para formar o Grupo Wikeen, holding financeira de empresas com foco em soluções digitais. Como primeira conquista, as empresas acabam de anunciar a incorporação da Uords, empresa de estratégias de marketing. Para ampliação do Grupo, as empresas estimam investir R$ 5 milhões no próximo ano e, segundo o executivo, o investimento na Uords foi de aproximadamente R$ 1 milhão. “Cada empresa do grupo manterá seu core business principal em atuação, mas a união nos permitirá trazer cada vez mais soluções e expertises para o mercado”, ressalta André Boger, CEO da Wikeen. Até o final de 2021, a holding espera atingir um valuation de R$ 40 milhões. 15/12/2020
  • Marcopolo vende sua participação de 49% na Tata da Índia por US$ 13,5 milhões - Tata Motors Ltd vai pagar royalties pelo uso da marca Tata Marcopolo Motors por pelo menos três anos. A empresa brasileira Marcopolo, por meio de fato relevante ao mercado, comunicou nesta quarta-feira, 16 de dezembro de 2020, a venda de sua participação de 49% na Tata Marcopolo Motors Ltd. (“TMML”) na Índia.A fabricante de ônibus e veículos metroferroviários informou ainda no comunicado que o valor da transação foi de US$ 13,5 milhões, sendo a Tata Motors Ltd a compradora. 16/12/2020
  • Após crescimento de mais de 200% em 2020, logtech recebe aporte de R$2,5 milhões - A VUXX, transportadora digital com foco nas entregas de cargas de médio peso em regiões metropolitanas, anunciou a captação de um novo aporte no valor de R$ 2,5 milhões da BR Angels Smart Network e de outros investidores-anjos. O montante se soma aos mais de R$ 5 milhões já obtidos desde o lançamento da empresa, em 2016, e será aplicado, principalmente, em ações de aquisição de novos clientes, updates em seu software proprietário de roteirização e no aprimoramento de seus algoritmos de Inteligência Artificial. 15/12/2020
  • Pátria Investimentos adquire o controle do grupo paranaense Desempar - Gestora continua a ampliar os negócios no segmento de distribuição de insumos agrícolas. O grupo paranaense Desempar, dono de quatro empresas de distribuição de insumos agrícolas, informou que vendeu uma participação majoritária de seu capital para a Lavoro, controlada pelo Pátria Investimentos e um dos maiores players do segmento no país. O valor do negócio não foi revelado.. 15/12/2020
  • Petro Rio aprova emissão de ações para captar US$250 mi - O conselho de administração da Petro Rio aprovou nesta terça-feira o início dos trabalhos para realização de oferta pública de ações com esforços restritos, visando a captar cerca de 250 milhões de dólares."Uma vez liquidada a oferta, os recursos líquidos obtidos com a emissão de ações serão utilizados para investimentos nos ativos da companhia e potenciais novos negócios", afirmou a petroleira em fato relevante.  15/12/2020
  • TIM desembolsará maior fatia no leilão de telefonia móvel da Oi - As operadoras Telefônica Brasil, Claro e TIM divulgaram, em documentos enviados à CVM na noite desta segunda-feira, 14, alguns detalhes sobre a compra do negócio de telefonia móvel da Oi, por R$ 16,5 bilhões. O ativo foi arrematado pelas três na tarde de hoje, em leilão organizado pelo TJ-RJ e sem concorrência. Caberá à Tim o maior desembolso, de 44% dos valores de Preço Base e Serviços de Transição, perfazendo aproximadamente R$ 7,3 bilhões.“Com relação ao financiamento desta aquisição, a TIM, considerando seu baixo endividamento e as condições de mercado atuais, entende ser possível financiá-la através do mercado de dívida local e de sua geração de caixa”, disse a empresa. O grupo abocanhará aproximadamente 14,5 milhões de clientes (40% da base total da UPI Ativos Móveis).Já a Telefônica será responsável por 33% do Preço Base e Serviços de Transição, equivalente a aproximadamente R$ 5,5 bilhões, e terá aproximadamente 10,5 milhões de clientes (correspondendo a aproximadamente 29% da base total da UPI Ativos Móveis).A Claro será responsável pelo pagamento de R$3,7 bilhões (aproximadamente 22% do preço de compra). O grupo terá ainda 32% da base total de clientes da UPI Ativos Móveis, de acordo com a base de acessos da Anatel de abril/2020.. 14/12/2020
  • Espetto Carioca compra rede Bendito, especializada em cookies, e cria o Grupo Impettus - Com a aquisição, o grupo espera faturar 120 milhões até 2022. O Espetto Carioca, rede carioca de bares e restaurantes conhecida pela variedade de espetos, decidiu abrir ainda mais o leque e passou a atuar também no segmento de sobremesas e cafés, comprando a rede Bendito, especializada em cookies, brownies e cafés gourmets, para diversificar os investimentos. A aquisição, somada à inauguração do frigorífico Carioca Foods, que ficará responsável por abastecer os restaurantes da rede, fez nascer o Grupo Impettus, projeto idealizado pelos sócios Leandro Souza e Bruno Gorodicht.Com a aquisição de 75% do negócio, a meta é, para o próximo ano, abrir 14 novas unidades nos estados da região Sudeste, chegando ao faturamento de R$ 10 milhões ao ano.  14/12/2020
  • Fundo de Private Equity da XP adquire participação minoritária na Pottencial Seguradora - Em 2019, a Pottencial atingiu um total de R$ 605 milhões em prêmios emitidos e R$ 1,5 bilhão em ativos totais;A Pottencial iniciou suas operações em 2010 e é líder na modalidade de seguro garantia desde 2017, além de ser uma das principais seguradoras no mercado de fiança locatícia, segmentos que apresentam grande oportunidade de crescimento nos próximos anos; O investimento do fundo de Private Equity da XP é de R$ 275 milhões, a ser utilizado para suportar a expansão do portfólio da companhia para novas modalidades de seguro e a aceleração da estratégia tecnológica para contratação de seguros. 15/12/2020
  • Dona da Centauro compra rede de canais digitais NWB por R$ 60 milhões - O Grupo SBF anunciou a aquisição da rede de canais digitais NWB por 60 milhões de reais, sujeito a determinados ajustes de preço com base no capital de giro, caixa e endividamento do detentor dos canais Desimpedidos, Acelerados, Fatality e Falcão 12. “A transação marca a entrada da companhia no universo do conteúdo e do entretenimento, dando acesso a novas expertises que vão aprofundar a relação do grupo e suas empresas com toda a audiência do esporte”, afirmou o Grupo SBF.O Grupo levantou 900 milhões de reais em oferta de ações em junho, com a destinação dos recursos prevendo o financiamento de aquisições de empresas em curso  14/12/2020
  • Locaweb compra plataforma de logística Melhor Envio por 83 milhões de reais, mais adicional por meta de desempenho - A Locaweb divulgou na compra da plataforma de logística Melhor Envio, com o preço de fechamento da aquisição acertado em 83 milhões de reais. Os vendedores na operação terão o direito a receber eventual “earnout”, a depender do atingimento de determinadas metas financeiras apuradas com base na receita operacional líquida do Melhor Envio, disse a Locaweb. A Melhor Envio oferece uma plataforma de logística que conecta pequenos e médios vendedores às principais transportadoras e empresas de logística no país.A receita líquida da plataforma deve ser superior a 30 milhões de reais em 2020, atingindo mais de 7 milhões de envios pagos e quase 100 mil clientes ativos na base, de acordo com a Locaweb.14/12/2020
  • Floki Technologies, empresa que gerencia compras de food service recebe aporte de R$3,6 milhões - A gestora de venture capital Iporanga Ventures acaba de anunciar um investimento pré-seed na Floki Technologies, startup de Inteligência Artificial focada em automatizar todo o processo de compras da indústria de food service de ponta a ponta. O aporte de R$ 3,6 milhões foi liderado pela gestora e contou ainda com a participação de investidores-anjo, fundadores de startups como Viva Real, Olist, Guiabolso e Apontador. Os recursos serão direcionados para a consolidação do produto e o desenvolvimento comercial.14/12/2020
  • Ex-dono da rede de supermercados Bretas aumenta aposta em loteamentos com fusão entre Nova e Harmonia - Estevam de Assis e a família continuaram donos de imóveis alugados para lojas e outros comércios. Depois de vender a rede de supermercados Bretas, há 10 anos, o empresário mineiro Estevam de Assis e a família continuaram donos de imóveis alugados para lojas e outros comércios. Aos poucos, foram aumentando a aposta no mercado imobiliário e agora decidiram fazer uma fusão no ramo de loteamentos, para organizar sua atuação no segmento e dar fôlego . 14/12/2020

QUEM, O QUÊ, QUANDO, QUANTO, COMO e POR QUÊ

 A pesquisa FUSÕES E AQUISIÇÕES - DESTAQUES DA SEMANA tem o propósito de captar o “clima” do mercado das operações de Fusões e Aquisições bem como sinalizar suas principais tendências. Trata-se da compilacão semanal das notícias visando tornar mais acessíveis e conhecidos os negócios de fusão, aquisição e venda realizados entre empresas com atuação no Brasil. Todas as informações sobre os negócios citados no presente relatório são obtidos a partir de notícias publicadas pela imprensa e divulgadas no “estado" pelo blog FUSOESAQUISICOES.BLOGSPOT http://fusoesaquisicoes.blogspot.com, não sendo feita qualquer verificação quanto à sua veracidade, precisão ou integridade do conteúdo. Sempre que possível, serão mencionados os nomes dos compradores – investidor estratégico ou fundos de private equity, dos vendedores, a tese de investimento e principais “value drivers”, o valor da transação, forma de pagamento, múltiplos praticados (Valor da Empresa/EBITDA, Valor da Empresa/Receita) etc. Muitas vezes a notícia não é clara a respeito dos valores/forma de pagamentos e respectivos múltiplos. É bem-vinda toda e qualquer contribuição para tornar as informações mais precisas e transparentes. Caso o conteúdo estiver em desacordo, nos contate que estaremos retirando o mesmo ou corrigindo a respectiva  informação. Blog FUSÕES & AQUISIÇÕES