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22 dezembro 2020

Com aquisição dos ativos móveis da Oi, Tim está negociando a um valuation altamente atrativo

Na visão do BTG, a consolidação do setor esperada deve criar espaço para as margens do FCF Operacional melhorarem ainda mais nos próximos anos (Imagem: Reuters/Remo Casilli)

Com a aquisição dos ativos móveis da Oi (OIBR3), Tim (TIMP3) está negociando a um valuation altamente atrativo, na visão do BTG Pactual.

O banco realizou uma reunião o CFO da TIM, Adrian Calaza, e com o gerente de RI, Vicente Ferreira, para entender quais são os reais ganhos da compra.

“Saímos da reunião com ainda mais clareza de que a TIM se beneficiará enormemente com a consolidação, pois ganhará escala, fechará seu gap de espectro e agregará uma base de clientes relevante”, avaliou o BTG.

Para o CFO da empresa, existem três grupos principais de sinergias na transação, sendo eles a obtenção de acesso à posição do espectro da Oi; a base de clientes que a TIM está trazendo e a maior competitividade que o negócio trará, ajudando as empresas a reposicionar suas ofertas.

De acordo com o relatório, a aquisição de 44% da operação móvel da Oi pela TIM, adicionaria cerca de R$ 1,8 bilhão em fluxo de caixa

operacional livre adicional, antes dos impostos. À taxa de desconto de 10%, o fluxo de caixa extra significaria um valor justo para o ativo de R$ 17,8 bilhões, pelo qual a TIM está pagando R$ 7,3 bilhões. Após os impostos, a criação de valor seria de R$ 7,3 bilhões ou R$ 3,0 por ação – 21% do preço atual das ações da empresa.

Na visão do banco, a consolidação do setor esperada deve criar espaço para as margens do FCF Operacional melhorarem ainda mais nos próximos anos. Com as ações negociando em níveis relativamente baixos (4,3x EV/EBITDA 2021E vs. pares globais em 6,3x), o BTG vê uma grande oportunidade de compra, com preço-alvo de R$ 20... Leia mais em moneyimes 22/12/2020



22 dezembro 2020



21 dezembro 2020

Oi estuda abrir capital de futura empresa de infraestrutura óptica

Criação da InfraCo está prevista no aditamento ao plano de recuperação judicial da empresa de telecomunicações

O diretor-presidente da Oi, Rodrigo Abreu, disse na tarde de hoje em reunião virtual promovida pela Associação dos Analistas e Profissionais de Investimento do Mercado de Capitais (Apimec) que a operadora cogita futuramente abrir.. Leia mais em valoreconomico 21/12/2020



21 dezembro 2020



14 dezembro 2020

TIM desembolsará maior fatia no leilão de telefonia móvel da Oi

As operadoras Telefônica Brasil, Claro e TIM divulgaram, em documentos enviados à CVM na noite desta segunda-feira, 14, alguns detalhes sobre a compra do negócio de telefonia móvel da Oi, por R$ 16,5 bilhões. O ativo foi arrematado pelas três na tarde de hoje, em leilão organizado pelo TJ-RJ e sem concorrência. 

Caberá à Tim o maior desembolso, de 44% dos valores de Preço Base e Serviços de Transição, perfazendo aproximadamente R$ 7,3 bilhões. “Com relação ao financiamento desta aquisição, a TIM, considerando seu baixo endividamento e as condições de mercado atuais, entende ser possível financiá-la através do mercado de dívida local e de sua geração de caixa”, disse a empresa. O grupo abocanhará aproximadamente 14,5 milhões de clientes (40% da base total da UPI Ativos Móveis).

Já a Telefônica será responsável por 33% do Preço Base e Serviços de Transição, equivalente a aproximadamente R$ 5,5 bilhões, e terá aproximadamente 10,5 milhões de clientes (correspondendo a aproximadamente 29% da base total da UPI Ativos Móveis).

A Claro será responsável pelo pagamento de R$3,7 bilhões (aproximadamente 22% do preço de compra). O grupo terá ainda 32% da base total de clientes da UPI Ativos Móveis, de acordo com a base de acessos da Anatel de abril/2020.

Em fato relevante, a Claro explicou que conforme previsto no contrato, os ativos que formam a UPI Ativos Móveis serão segregados em três sociedades de propósito específico (SPE), de modo que cada uma das Compradoras deverá adquirir, no fechamento da Transação, a totalidade das ações de uma única SPE detentora do conjunto de ativos específicos que lhe couber, de acordo com plano de segregação a ser acordado entre as Compradoras. “A SPE que será adquirida pela Claro terá como ativos uma parcela da base de clientes e certos ativos de infraestrutura do Grupo Oi”, disse a empresa.

Nos termos do Contrato, as compradoras ainda se comprometeram a celebrar com o Grupo Oi, na data de fechamento da transação, contratos de longo prazo para o fornecimento de capacidade de transmissão de dados para as compradoras, na modalidade take-or-pay, cujo VPL (valor presente líquido) corresponde a aproximadamente R$ 819 milhões, considerando todas as compradoras em conjunto.

Todas destacaram que a conclusão do negócio dependerá das análises do Cade e da Anatel. Estadão Conteúdo.. Leia mais em istoedinheiro 14/12/2020



14 dezembro 2020



Em leilão sem concorrência, Claro, Vivo e TIM ficam com operação celular da Oi

A “supertele” nacional, definitivamente, não existe mais. Um consórcio formado pela Vivo, Claro e TIM comprou, em leilão organizado pelo Tribunal de Justiça do Rio, por R$ 16,5 bilhões, as operações de telefonia móvel da Oi. A empresa que nasceu em meio a polêmicas na época da privatização do Sistema Telebras e que, nos governos petistas, recebeu um empurrão para se tornar uma “campeã nacional”, e que hoje está em recuperação judicial, vai agora se dedicar somente à operação de fibra óptica.

A vitória do consórcio não foi uma surpresa. Outra possível candidata, a Highline do Brasil, teria apresentado anteriormente uma proposta formal cujo valor exato não foi revelado, mas foi superado pelo trio. Segundo a assessoria do consórcio, a proposta das três empresas foi a única no leilão.

A divisão da Oi Móvel entre as rivais levará a uma nova configuração do mercado de telefonia brasileiro. A aposta da consultoria internacional Omdia, especializada em telecomunicações, é que a Vivo saia de 33% para 37% de participação no mercado, a TIM de 23% para 32% e Claro, de 26% para 29%. A Oi, com 16%, desaparece do segmento móvel. Os 2% restantes seguiriam nas mãos de operadoras regionais, como a mineira Algar Telecom. Os números da partilha desenhada pelo consórcio, porém, ainda não foram revelados.

Concentração de mercado

Com essa divisão, o mercado brasileiro de telefonia se torna mais concentrado. Mas isso não é necessariamente ruim, segundo alguns analistas. “Em tese, um grau de concentração mais alto implica em diminuir a concorrência. Só que a Oi é uma empresa em recuperação judicial, com poucos recursos para investir e que pode sucumbir e sair do mercado de qualquer forma”, disse o ex-conselheiro do Cade e professor de economia na Fundação Getulio Vargas (FGV), Arthur Barrionuevo.

Segundo ele, o argumento de maior concentração não seria um impeditivo, por si só, para justificar a reprovação do fatiamento da companhia entre as rivais sob os olhos do Cade. “Qual benefício a Oi está oferecendo para a telefonia móvel?”, questiona.

A diretora de regulação da consultoria LCA, Claudia Viegas, também vê a concentração como um desdobramento natural para garantir a sobrevivência das operadoras e afirma que isso não é sinônimo de malefícios ou maiores preços para os consumidores. “O importante é a capacidade de rivalizar”, diz

Viegas afirma que a disputa pelos consumidores vai continuar, mesmo que restem três competidores. “Na telefonia móvel, não tem uma explosão de demanda que gere pressão por aumento nos preços de planos. Pelo contrário. A regra ainda é baratear os preços ao máximo para conquistar os consumidores”, diz.

Já o consultor e ex-presidente da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), Juarez Quadros, tem uma visão mais cautelosa. “O consumidor poderia ser beneficiado, porque as empresas vão ganhar escala e investir mais em inovação e qualidade”, diz. “Por outro lado, precisamos ver como fica a estratégia comercial. O consumidor pode não ser prestigiado nas ofertas de pacotes e sofrer algum aumento de preços.”

Um ponto comum citado pelos especialistas para minimizar os efeitos da concentração do mercado é que as operadoras têm obrigações de cobertura e qualidade impostas pela Anatel. O órgão regulador é visto como um xerife atuante, que ajudou a reduzir as queixas da população na última década, quando a telefonia móvel foi massificada.

Em 2012, por exemplo, a Anatel suspendeu as vendas de chips de Oi, TIM e Claro até que apresentassem medidas concretas para melhorar a qualidade dos serviços. Em 2009, interrompeu a venda do antigo Speedy, banda larga da Telefônica (Vivo) pelas mesmas razões.

Como é no mundo

Com a divisão da Oi Móvel, o mercado brasileiro segue o mesmo rumo visto nas maiores economias do mundo, nas quais restaram apenas três grandes operadoras. É assim hoje nos Estados Unidos, China, Japão, Alemanha, Itália, Canadá, Espanha, Portugal, Holanda, Austrália, México, Colômbia, Argentina e Uruguai.

O mercado com quatro grandes teles é menos comum, mas ainda é visto, como nos casos de Reino Unido, Índia, França, Rússia e Chile, segundo um levantamento compilado por Juarez Quadros. “A tendência de consolidação desse mercado é natural, tendo em vista as necessidades das empresas para ganho de escala e eficiência”, disse. 

“Historicamente, o Brasil está na contramão, com um número de operadoras maior do que em outros mercados. Pelas questões de ganho de escala, o normal é ter três, não cinco como chegamos a ter há pouco tempo”, disse Cláudia Viegas, referindo-se à presença de Vivo, Claro, TIM, Oi e Nextel até o começo deste ano – esta última empresa acabou adquirida pela Claro. Estadão Conteúdo Leia mais em istoedinheiro 14/12/2020





13 dezembro 2020

Concorrentes vão pagar R$ 16,5 bilhões e partilhar Oi

O mercado brasileiro de telecomunicações viverá um dos principais capítulos da sua história a partir de segunda-feira com o leilão da Oi. A preferência da compra é do consórcio firmado pelas rivais Vivo, TIM e Claro, que já fizeram uma proposta firme de R$ 16,5 bilhões. A outra possível candidata é a Highline do Brasil, que chegou a apresentar uma proposta formal cujo valor exato não foi revelado, mas que acabou superada pelo trio. Depois disso, a Highline deu declarações públicas de que não seguirá na jogada.

A potencial divisão da Oi Móvel entre as rivais levará a uma nova configuração do mercado brasileiro, sendo aproximadamente assim: Vivo vai de 33% para 37%; TIM, de 23% para 32%; e Claro, de 26% para 29%. A Oi, com 16%, desapareceria do segmento móvel. Os 2% restantes seguiriam nas mãos de operadoras regionais. Os cálculos são da consultoria internacional Omdia, especializada em telecom, tecnologia e mídia.

A expectativa é que a TIM fique com a maior fatia da Oi Móvel, como parte de uma estratégia do grupo para obter menor resistência do ponto de vista regulatório e concorrencial. “Na divisão, a tendência é que o operador com menor participação de mercado em cada região fique com os ativos da Oi naquele pedaço”, diz Ari Lopes, da Omdia.

Os números da partilha desenhada pelo consórcio ainda não foram revelados, mas a expectativa do mercado é que essa definição leve em conta dois elementos. Um deles é a carteira de clientes das operadoras em cada região – segmentadas pelos DDDs. A predominância de uma tele frente às outras poderia afetar a concorrência e ser motivo de contrariedade dentro do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade).

Outro ponto que pesará na partilha é a quantidade de frequência de cada tele. Frequência é uma espécie de “rodovia no ar”, por onde trafegam os sinais de internet. Quanto mais frequência cada operadora tem, maior sua capacidade de cobertura e maior a qualidade do serviço. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. Leia mais em istoedinheiro 13/12/2020



13 dezembro 2020



12 dezembro 2020

Conselho da TIM aprova plano de venda da rede óptica

As próximas etapas são a criação de um veículo aberto de infraestrutura e a captação de um parceiro estratégico que será o sócio controlador da unidade

O conselho de administração da TIM aprovou ontem, 10, o plano de venda da TIM Live. Em comunicado, a empresa diz que recebeu propostas não vinculantes pelo ativo, que reúne as redes de acesso em fibra óptica da companhia. A tele seguirá como sócia no empreendimento, abrindo mão do controle seguirá em suas mãos.

Como parte desse processo de venda, o conselho autorizou a diretoria a constituir uma sociedade que será mais tarde segregada da companhia, quando tiver o novo parceiro. 

“O Conselho de Administração da TIM, após a análise dos estudos realizados e das propostas não-vinculantes recebidas, aprovou, em reunião realizada na data de hoje, 10 de dezembro de 2020, a constituição de uma sociedade, como preparação para futura segregação de ativos e prestação de serviços de infraestrutura de fibra óptica residencial”, traz o comunicado enviado à CVM.

Segundo o conselho, a criação de uma sociedade para este fim é uma etapa intermediária para a concretização do spinoff. As próximas etapas são a criação de “um veículo aberto de infraestrutura de fibra óptica (“FiberCo”) com a captação de um parceiro estratégico que se tornará sócio da FiberCo”, diz o comunicado.

A mesma nota ressalta que a FiberCo atuará no mercado de atacado podendo prover serviços de conectividade em fibra, de última milha e de transporte, para as operadoras do mercado, “contando com a TIM como cliente âncora”. Ou seja, o foco da empresa será atender a demanda da TIM por fibra, mas com liberdade para atender outros clientes.

“Esta transação tem por objetivo acelerar o crescimento do negócio de banda larga residencial e permitir a adequada valorização de uma parte da infraestrutura da TIM”, diz a companhia, no mesmo comunicado.

A notícia agradou o mercado. Conforme relatório publicado pelos analistas Maria Tereza Azevedo e Augusto Giacomelli Gazzola, da área de TMT do Banco Santander, o spinoff resultará em uma estrutura corporativa mais eficiente e elevação de múltiplos, ao mesmo tempo que permitirá à companhia acelerar a implantação de redes de fibra óptica... Leia mais em telesintese 11/12/2020



12 dezembro 2020



CADE autoriza venda de data centers da Oi ao grupo Piemonte

 Superintendência-Geral do Cade recomendou aprovação em rito sumário, uma vez que não haverá concentração a partir do negócio no mercado de data centers.

O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) publicou hoje, 10, a aprovação da venda dos data centers da Oi ao fundo Titan Venture Capital e Investimentos. O fundo é braço do Grupo Piemonte, que atua no Brasil e nos Estados Unidos.

O negócio resultou na transferência de cinco unidades de data center que eram da Oi, operadora que passa por recuperação judicial, para o Grupo Piemonte. As unidades estão em Curitiba, São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília (onde há duas). O valor da transação foi de R$ 325 milhões. O leilão judicial aconteceu em 26 de novembro. 

A Piemonte já trabalha no segmento. É dono da Elea Digital, braço de investimento em data center que tem aporte realizado na GBT, data center localizado em Brasília dedicado a serviços financeiros. A GBT tem a Caixa Econômica Federal e o Banco do Brasil como clientes.

Conforme a análise do Cade, a aquisição permitirá ao Piemonte mais do que dobrar sua participação de mercado no Brasil. Passará de uma área de colocation de 5,2 mil m2 para 12,34 mil. Ainda assim, terá menos de 10% de participação no mercado total.

Diante disso, a Superintendência-Geral do Cade conclui que a venda dos data center da Oi ao Piemonte não traz prejuízos à competição. Com isso, sugere a aprovação em rito sumário da transação, sem qualquer restrição. .. Leia mais em telesintese 11/12/2020






11 dezembro 2020

Take4Content adquire 20% do capital do aplicativo Farmazon

Com um aporte de R$ 2 milhões, realizado por meio do Núcleo Concept, empresa avança na estratégia de incorporar inovação à operação para agregar soluções e valor aos clientes

A Take4Content - empresa de curadoria, criação e produção de conteúdo multiplataforma - deu mais um passo em sua estratégia de trazer a inovação para dentro do negócio e agregar novas soluções aos clientes, ao adquirir 20% de participação societária no aplicativo Farmazon, considerado o iFood dos remédios. O aporte de R$ 2 milhões foi realizado por meio do núcleo Concept da Take4Content, especializado em inteligência digital e planejamento em novos negócios.

O aplicativo Farmazon une ofertas de farmácias e drogarias de bairros do Rio de Janeiro, disponibiliza os produtos para compra via aplicativo e realiza a entrega aos usuários em até 30 minutos, contando com mais de cinco mil entregadores. O aporte da Take4Content permitirá aprimorar o APP, trabalhar sua comunicação e expandir a atuação do aplicativo para outras cidades do Brasil a partir de janeiro de 2021, como São Paulo, Fortaleza e Uberlândia.

Maior investidor individual do app, a Take4Content também fundou a joint-venture com a Doctor Web - desenvolvedora do aplicativo, que tem à frente os sócios fundadores Rodrigo Robledo e Líria Knutti - e, dessa forma, passou a dispor de inovação e tecnologia multiplataformas para a Take4Content e seus clientes. "Buscamos agregar soluções que gerem valor aos nossos clientes. Por isso, trazer para o nosso negócio sócios com expertise em tecnologia é um importante diferencial no momento em que muitas empresas estão ampliando sua atuação no digital", conta Cassiano Scarambone, CEO da Take4Content, ao explicar que a empresa vem atuando também como incubadora de negócios inovadores que têm sinergia com sua atuação.

Lançado em 2019, o aplicativo Farmazon teve rápido crescimento em pouco mais de um ano de atividade, e hoje dispõe de 100% dos produtos que são comercializados nas farmácias do Brasil. É o único aplicativo que entrega essa variedade de produtos, incluindo medicamentos controlados. O tempo de entrega também diminuiu conforme o aplicativo passou a ser utilizado pelos usuários, passando da média de uma hora por entrega para menos de 30 minutos, devido ao sistema de geolocalização e sistemas inteligentes associados ao aplicativo.

Para 2021, a Farmazon também se prepara para lançar a versão 2.0 do aplicativo, que trará outras novidades, como serviço de agendamento, atendimento 24horas para algumas regiões e, principalmente, a facilidade para que qualquer drogaria, em qualquer local do País, possa baixar o aplicativo e iniciar as vendas online de seu estoque, sem a necessidade de investir em estrutura.

"A Farmazon vem se provando um aplicativo extremamente útil e de grande potencial, é uma solução única em sua área de atuação, por isso resolvemos investir nele", comenta Cassiano Scarambone, CEO da Take4Content, ao destacar que o investimento foi feito com capital próprio da empresa. "A Take4Content, por meio do Núcleo Concept, procura investir em segmentos que tenham sinergia com nosso core business. Estamos sempre à procura de oportunidades interessantes no segmento de startups, posicionando-nos como uma aceleradora de negócios inovadores", completa Scarambone.

Sobre a Take4Content

Fundada em 2016, a Take4Content é uma empresa de curadoria, criação e produção de conteúdo multiplataformas. Com uma mistura de equipe talentosa e diferenciada, e os mais modernos recursos de inteligência digital (Business Intelligence), cria conteúdos relevantes e impactantes para seus clientes, e o resultado disso são soluções criativas, diferenciadas e com uma performance muito acima da curva de desempenho do setor.

Contando com quatro núcleos - FILMS (produção e pós-produção audiovisual), CHANNELS (canais de conteúdo para o YouTube), IDEAS (núcleo de criação cuja atuação mais se aproxima de uma agência) e CONCEPT (incubadora e desenvolvedora de soluções) -, a Take4Content destaca-se por não só criar, mas também produzir os conteúdos para as diferentes plataformas, e por atuar em todas as disciplinas do marketing digital.

A visão da Tale4Content, e que norteia sua atuação, é a de que as marcas precisam ouvir mais seus clientes, e buscar as mídias e estratégias que efetivamente podem dar resultado, pois considera isto fundamental no momento em que ações focadas na veiculação de campanhas na TV, para promover atributos das marcas, perdem relevância e, inclusive, muitas vezes não geram sequer credibilidade.

Ao desenvolver as estratégias para seus clientes, a Take4Content faz uma imersão na marca em todo o ambiente digital para entender e definir o seu público, suas áreas de interesse, faixa etária, hábitos de compra e veículos de interesse, entre outros. São ferramentas digitais que trazem um nível de informação grande e detalhado que até as palavras de interesse desse público, a análise da personalidade e a forma com ele consome são mapeadas. Essa análise é fundamental para a criação do conteúdo e torna-se um diferencial na hora da performance. Na visão da Take4Content, hoje é impossível pensar em criação de conteúdo e performance de outra forma... 

Com 80 funcionários, a Take4Content reúne alguns dos melhores profissionais da comunicação, e vem realizando trabalhos destacados para clientes como Marfrig, Vale, Enel, Raízen, Abrati / Juntos a Bordo, Caloi, e administra vários canais de destaque no YouTube como Salon Line, Zico 10, Tô de Cacho e Aline Barros. Leia mais em segs 11/12/2020



11 dezembro 2020



10 dezembro 2020

Eletromidia vai à bolsa buscar recursos para expansão e aquisições

A empresa de painéis de publicidade Eletromidia pediu nesta quinta-feira o registro para uma oferta inicial de ações (IPO), uma vez que buscará recursos para expansão orgânica e via aquisições.

A companhia, detentora de 54 mil painéis tanto digitais como estáticos expostos em locais como elevadores, metrô, shopping centers e aeroportos, terá a oferta coordenada por Morgan Stanley, Itaú BBA, Bradesco BBI, Santander e UBS-BB.

A empresa fundada em 1993, com sede em São Paulo, e que se apresenta como a maior do setor no país, vem há cinco anos se expandindo via aquisições. Em janeiro passado comprou a rival Elemidia.

Ainda assim, a companhia teve Ebitda negativo de 14,5 milhões nos primeiros nove meses deste ano, ante número positivo de 31,5 milhões em igual etapa de 2019, refletindo a retração econômica pelos efeitos da pandemia da Covid-19.

A Eletromidia explica no prospecto preliminar do IPO que pretende usar os recursos da oferta primária para executar seu plano de expansão, investir em tecnologia, fazer “aquisições oportunísticas” e obter novas concessões.

Em termos orgânicos, a empresa estima que haja um conjunto de concessões públicas e privadas para os próximos cinco anos com um potencial de receita adicional de 750 milhões de reais, com foco nos segmentos de aeroportos e ruas.

Os fundos Vesuvius LBO e Olonk serão vendedores na oferta secundária de ações.(Por Aluísio Alves) Leia mais em mixvale 10/12/2020



10 dezembro 2020



Oferta vinculante pela Infraco vem até fevereiro, afirma Winik, da OI

Executivo disse que a Oi terá contratos com a Infraco para garantir a manutenção dos planos de expansão da fibra em linha com a estratégia da empresa de se tornar a maior operadora de banda larga fixa baseada em FTTH do país.

A Oi espera receber entre janeiro e fevereiro uma oferta vinculante pelo controle da UPI Infraco, a unidade da empresa que reúne ativos de fibra óptica e será transformada em uma unidade atacadista tanto no transporte, como na última milha.

Conforme Bernardo Winik, vice-presidente de Clientes do grupo Oi, as negociações estão a todo vapor neste momento. Falta apenas que um dos potenciais compradores apresente uma oferta firme.

“A gente vem conversando com vários interessados. Esperamos ter uma proposta vinculante em janeiro, no mais tardar, fevereiro, para o closing [fechamento do negócio] ser no terceiro ou quarto trimestre de 2021″, disse durante coletiva de imprensa realizada nesta terça-feira, 8.

Segundo o executivo, independente do resultado da venda do controle da Infraco, os planos de investimento da área de rede de fibra do grupo seguirão inalterados em 2021, uma vez que o negócio só será selado no final do próximo ano.

EXPANSÃO GARANTIDA

Winik afirmou também que, mesmo com a mudança no controle, a Oi terá contratos com a Infraco que garantirão a manutenção de certos planos de expansão da fibra condizentes com a estratégia da empresa de se tornar a maior operadora de banda larga fixa baseada em FTTH (fibra) do país.

O executivo lembrou que a venda do ativo vai trazer mais capital para o grupo e facilitar a continuidade dos planos de expansão. Para 2021, a Oi espera mais que dobrar sua base de assinantes FTTH.

Winik também afirmou que ainda está sendo desenhada a forma como os clientes da Oi Móvel – que será vendida em 14 de dezembro próximo – serão migrados para os compradores. A Oi tem proposta vinculante de consórcio formado por Claro, TIM e Vivo.

Há uma questão em aberto, que segundo o executivo ainda está sendo estudada, que é definir se clientes que tenham combo de banda larga fixa e móvel da Oi serão migrados ou permanecem na Oi Client Co, a empresa que restará após a separação estrutural da Infraco.

A Oi passa por um processo de recuperação judicial desde 2016. Um dos resultados do processo é a venda de parte dos ativos e transformação da empresa. A tele deixará de operar no mercado móvel, com a venda de seu braço para o segmento. Neste ano, já vendeu a unidade de data center e um conjunto de mais de 600 torres móveis.

O controle da Infra, a unidade de fibra óptica, é o próximo e derradeiro ativo de grande magnitude a ser vendido. A empresa espera receber no mínimo R$ 9 bilhões pela venda do controle, e vai permanecer com 49% das ações restantes. Após a venda deste ativo, a Oi será uma prestadora de serviços focada em banda larga, mais enxuta, detendo ainda o controle de infraestrutura de cobre, do qual é dona como concessionária... Leia mais em telesintese 08/12/2020