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17 novembro 2020

Stone eleva oferta por Linx

A StoneCo elevou nesta terça-feira a porção em dinheiro de sua oferta de aquisição da produtora e software para varejo Linx.

A Linx afirmou que a Stone vai pagar um adicional de 1,50 real por ação da empresa, totalizando uma oferta de 33,56 reais por papel mais 0,0126774 ação classe A da StoneCo.

O aumento da oferta ocorre antes que os acionistas da Linx decidam na tarde desta terça-feira sobre a proposta da StoneCo. A Linx também recebeu uma oferta rival da empresa de software Totvs, que não será colocada em votação nesta terça-feira.

As ações da Linx subiam 3% às 13h53, enquanto o Ibovespa mostrava alta de 0,95%. Em Nova York, StoneCo valorizava-se quase 2%. (Por Carolina Mandl) Reuters Leia mais em mixvale  17/11/2020



17 novembro 2020



05 novembro 2020

A moda das multas e outras inovações nas fusões e aquisições da pandemia

As fusões e aquisições da pandemia estão cheias de novidades. Uma coleção de cláusulas e modelos estão sendo importados para o Brasil e fazendo barulho. 

Os “break up fees” ou “terminations fees” estão, de repente, por todo lado. Também estão estreando por aqui estruturas para regular competição em transações como o “go shop” e o “stalking horse”. 

Os investidores vão precisar atualizar os estrangeirismos da moda. Tudo indica que vieram para ficar. Pelo menos uma dessas novidades já esteve no acordo entre Natura e Avon sem que ninguém comentasse, e agora estão em diversas outros negócios bilionários em andamento, como a venda das operações da Laureate no Brasil, a ruidosa operação entre Stone e Linx e a venda dos ativos da Oi. 

Quase nada se falou também sobre os 500 milhões de reais que Localiza e Unidas podem pagar uma à outra se a assembleia de acionistas rejeitar a fusão... Leia mais em exame 05/11/2020



05 novembro 2020



03 novembro 2020

Regras importadas bagunçam fusões e aquisições

Operações de Linx e Laureate adotam cláusulas comuns nos Estados Unidos, mas pouco usadas no Brasil 

Advogado Guilherme Setoguti: “Os advogados replicam coisas que não fazem sentido para a realidade brasileira”  

Operações de fusões e aquisições no Brasil costumavam gerar ruído por conta de questionamentos de acionistas minoritários. Mas, de uns tempos para cá, o barulho tem sido criado por conta da batalha pelo negócio. Duas operações recentes refletem isso: a Linx, que interessa à Stone e à Totvs; e a Laureate Brasil, que foi disputada pela Ânima e Ser.

Carlos Lobo, sócio da Veirano Advogados, afirma que nos últimos anos têm havido mais discussão sobre operações, que chegam à Justiça e à arbitragem, e aponta alguns fatores que podem explicar isso... Leia mais em valoreconomico 03/11/2010



03 novembro 2020



Deloitte compra escritório de advocacia Kemp Little

Com o acordo, a Deloitte Legal terá mais de 170 advogados no Reino Unido, ante 85 atualmente

A firma de auditoria e consultoria Deloitte comprou o escritório de advocacia Kemp Little, em mais uma aquisição que demonstra a tendência de expansão das chamadas “Big Four” na área legal. .. Leia mais em valoreconomico 03/11/2020





21 outubro 2020

A negociação como elemento essencial das operações de M&A

Trata-se de artigo que busca explicar a importância da Negociação dentro de uma operação de M&A, mostrando que a negociação está presente tanto nas fases preliminares quanto na fase concreta deste tipo de operação.

I. Introdução

O termo M&A (Mergers and Acquisitions), importado do direito norte-americano, tem sido amplamente utilizado no Brasil. A expressão, se traduzida, faz referência às operações de Fusões e Aquisições, de alta complexidade e que há algumas décadas vêm ganhando maior relevância no contexto brasileiro. Trata-se de operação realizada entre duas partes que serve para unir companhias ou para que uma empresa adquira outra, com a finalidade de obtenção de lucros sob uma ótica de mercado e de capitalização de ganhos empresariais.

Em julho de 2018, as duas maiores fabricantes de aeronaves no mundo, a brasileira EMBRAER e a norte-americana BOEING, anunciaram um acordo de intenções para criação de uma joint venture - acordo legal entre duas empresas que decidem unir recursos para atingir uma finalidade específica. Com a publicização deste acordo, as operações de M&A ganharam uma importância ainda maior no cenário nacional.

O pacto acordado entre as duas empresas incluía o desembolso de 4,2 bilhões de dólares por parte da Boeing para criação da chamada Boeing Brasil-Commercial, que assumiria todas as operações comerciais pela fabricante brasileira, sendo que a empresa norte americana passaria a possuir 80% das ações desta nova companhia, na medida em que a empresa brasileira deteria de 20% das ações. Entretanto, no dia 24 de abril de 2020, diante da crise econômica instaurada pelo covid-19, e por fatores internos a relação entre as partes, a BOEING anunciou a desistência da operação, encerrando a nova empresa e a parceria inicialmente criada.

Mesmo com o insucesso desta operação, as operações de M&A ganharam os holofotes diante da magnitude dos números que envolviam este acordo. Assim, grandes teóricos e juristas passaram a dar mais importância e significação para estas operações. Desse modo, mostra-se necessário tratar da importância da negociação dentro de uma operação de M&A, conforme será verificado no presente trabalho.

II. Etapas de uma operação de M&A e a importância da negociação durante este curso

De início, insta salientar que a negociação é elemento indispensável para realização de uma operação de M&A. São raras as operações de fusão ou de aquisição sem a realização de diversas sessões de negociação entre as partes. Diante de uma operação de tamanha complexidade, são diversos os possíveis conflitos que podem surgir entre as partes, evidenciando como a negociação de todos os termos do contrato se mostra imperiosa para evitar tais conflitos e para garantir o sucesso da operação.

Cabe destacar que uma operação de M&A se divide em várias etapas que podem variar de acordo com cada caso, uma vez que toda operação de M&A apresenta suas particularidades. Nas operações em que há concurso de compradores, a fase inicial é informar a um grupo seleto de possíveis compradores que a empresa está à venda. Nesse momento, os interessados elaboram planos de aquisição contendo suas propostas (DUQUE, Bruno; ZILBOVICIUS, Moacir. 2020).

Após este contato inicial, os compradores interessados apresentam suas Non Binding Offers, ou seja, propostas não vinculantes. Nessa fase são iniciadas as negociações de valores e condições. Caso o vendedor opte por aceitar uma eventual oferta, adentra-se em uma segunda etapa do M&A que seriam as Binding Offers, ou Letter of Intention. A partir desse momento as propostas são vinculantes e iniciam-se as negociações para elaboração concreta da operação.

Findada esta fase preliminar, inicia-se a fase concreta da operação. Neste momento, ambas as partes realizam um processo de due diligence, que consiste em uma grande auditoria para verificar a atual situação da empresa a ser comprada, bem como o passado desta para encontrar eventuais passivos ou irregularidades que possam impactar o preço final ou ter consequências negativas futuramente ao comprador (RAUPP, Fabiano Maury; WARKEN, Ricardo Muller. 2020). Com os resultados da auditoria em mãos, as partes iniciam os incessantes rounds de negociação para elaboração do contrato de compra e venda de ações (SPA ou QPA).

Analisadas as propostas e escolhida aquela mais vantajosa ao vendedor, celebra-se o contrato (signing). Após essa fase, há o termo de fechamento (closing), momento no qual o contrato é de fato firmado, havendo a partir daí a compra efetiva da empresa e início do pagamento.

Sublinha-se, conforme já mencionado, que cada operação é repleta de particularidades, porém, o elemento comum as operações é a utilização da negociação, uma vez que ela está presente durante todas as etapas da operação, seja nas fases preliminares seja na etapa mais concreta de discussão sobre preço e garantias do contrato. Desta feita, tratar-se-á da importância da negociação em cada etapa específica das operações de M&A.

III. Negociação nas fases preliminares da operação de M&A

Considerando que a negociação está presente durante toda a operação de M&A, convém abordar inicialmente a importância da negociação nas fases preliminares da operação, ou seja, antes da criação de um vínculo formal entre as partes e da estruturação concreta do SPA.

A fase preliminar das operações de M&A consiste em um primeiro contato entre a empresa adquirente e a empresa target. É exatamente neste momento que se inicia a discussão de valores e alguns outros assuntos cruciais para o bom andamento da operação, tais como os acordos de confidencialidade (Non Disclosure Agreement) e condições de pagamento.

Nesse primeiro contato, os compradores efetuam as ofertas de compra não vinculantes (Non Binding Offers). Ainda que não vinculantes, existe um grande processo de negociação antes do envio propriamente destas ofertas. Essas negociações ocorrem tanto entre vendedor e comprador quanto internamente na empresa compradora.

No âmbito interno, a negociação ocorre entre os próprios sócios da empresa compradora, sendo que essas negociações servem para analisar os riscos da compra, projetar o cenário após um possível closing e, também, convencer todos os votantes a apresentar uma proposta. Já em relação às negociações entre vendedores e compradores, verifica-se que a negociação está intimamente ligada ao processo de apresentação das non binding offers.

Antes da divulgação destas ofertas, a empresa vendedora se reúne com os diversos potenciais compradores e apresenta inúmeros documentos para que seja possível à compradora fazer uma proposta. Essas reuniões são baseadas em negociações; de um lado, tem-se a vendedora mostrando os benefícios de comprar a empresa alvo da operação e apresentando um valor mais alto para a aquisição, enquanto do outro lado, tem-se a compradora avaliando a documentação apresentada e apontando pontos negativos a fim de diminuir o valor apresentado.

Além disso, as non binding offer são negociadas também em outros aspectos, como nas condições de pagamento, declarações e garantias e outros. Isso se dá pois, caso haja uma diferença muito grande entre os termos oferecidos por uma e outra empresa, sem a negociação a operação restaria fracassada antes mesmo de ser apresentada oferta vinculante. Com a negociação prévia às ofertas vinculantes, permite-se que as partes tenham maior conhecimento sobre a intenção da outra parte e que qualquer incongruência entre as propostas seja ajustada.

Ainda dentro das fases preliminares da operação, para além das negociações nas Non Binding Offers, verifica-se estritamente necessária a negociação dos acordos de confidencialidade (Non Disclosure Agreement) que preveem a não divulgação de informações, e que delimita a utilização de informações somente com o propósito de evolução de uma possível transação. 

Nas fases preliminares da operação, diversas informações financeiras a respeito da empresa target são compartilhadas com os possíveis adquirentes. Entretanto, não é porque um possível comprador demonstrou interesse na aquisição de uma eventual empresa que esta operação de fato se concretizará, restando clara a importância da definição de confidencialidade das informações divulgadas entre as partes, até como uma maior proteção à empresa vendedora.

Os acordos de NDA podem ser unilaterais, quando apenas um dos lados divulga informações confidenciais, ou bilaterais, quando os dois lados divulgam informações. Entretanto, em ambos os tipos, é essencial que as partes definam expressamente o conteúdo das informações confidenciais, bem como as multas em caso de descumprimento do acordo. Assim, um acordo de NDA nunca pode ser genérico e padrão, devendo sempre se atentar para o caso concreto de cada operação (HARROCH, Richard. 2018).

Por conta disso, as partes devem negociar os acordos de NDA em consonâncias aos seus interesses, avaliando quais informações de fato devem ser mantidas como confidenciais e quais dados eventualmente podem ser utilizados sem um maior prejuízo para as companhias. Além disso, as partes devem negociar eventuais penalidades para o descumprimento do NDA, algo que também é variável mediante cada caso e que vai de acordo com os interesses das partes contratantes.

IV. Negociação na elaboração do contrato do spa

De suma importância nas fases preliminares da operação, na fase de estruturação do Contrato de SPA a negociação passa a ter relevância ainda maior, mostrando-se elemento quase que inerente à efetivação da operação.

Nesse momento da operação, ambas as partes já realizaram um processo de due diligence para averiguar o passado e todo histórico da empresa que está sendo adquirida. Assim, realizada as fases preliminares e com os resultados das diligências em mãos, as partes começam as tratativas de negociação para estruturação concreta do Contrato de compra e venda de ações (SPA ou QPA).

Em uma operação de M&A "tudo se resume ao preço" (ARAGÃO, Paulo; MAVIGNIER, Monique. 2020). Todas e quaisquer informações relevantes acabam por impactar o preço final da operação. Por exemplo, caso no processo de due diligence seja encontrado uma porcentagem maior de ativos, provavelmente o preço da operação será maior; da mesma forma, todos os passivos que são encontrados neste processo de due diligence acabam sendo deduzidos no preço final da operação.

Outro fator que influi diretamente no valor da operação são as garantias e os direitos de indenização do comprador. Nos casos em que são estabelecidas maiores garantias em relação ao comprador, criando diversos mecanismos de proteção a danos posteriores ao fechamento, o preço da operação tende a ser menor. Em contraponto, nas operações de porteira fechada e nas operações com menores garantias, há maior risco ao comprador, portanto, normalmente é negociado um valor menor para a realização da operação.

Ainda nesse ponto, é importante mencionar que a negociação das garantias do comprador não influi somente no preço da operação, mas também na prevenção de futuros conflitos e litígios entre as partes. Isso porque, essas cláusulas asseguram às exatas condições da empresa adquirida no momento do fechamento e também formalizam as possibilidades de indenização em casos de violação dessas garantias. Portanto, para prevenção de futuros problemas, essas cláusulas devem estar claras e bem dispostas, algo que somente é obtido mediante uma negociação técnica e qualificada entre as partes.

Voltando ao tópico do preço, insta salientar que qualquer acréscimo ou dedução no valor da empresa não acontece de forma simples, uma vez que as partes constantemente negociam apresentando seus argumentos e fundamentos objetivos que baseiam seus interesses. Desse modo, durante toda a operação acontecem diversas sessões de negociação para definição do preço. A parte adquirente negocia apontando as razões para diminuição do preço da operação, ao passo que a parte vendedora busca valorizar sua companhia e negociar para receber uma quantia maior pela operação.

Conforme exposto, tudo se resume ao preço. Assim, essas sessões de negociação ocorrem durante toda estruturação da operação, algo que evidencia a importância de uma negociação técnica e com profissionais qualificados para o bom sucesso da operação.

Também almejando o sucesso das negociações, a utilização do Programa de Harvard de Negociação poderia ser eficaz e frutífera para o bom andamento da operação, uma vez que o método de Harvard preza sempre por uma negociação baseada em princípios, focando sempre nos interesses e não nas posições negociais propriamente ditas. Desse modo, uma negociação pelo método de Harvard contribui para que as partes compreendam os reais interesses da outra parte e o que quer ser obtido com a realização desta operação, facilitando o diálogo entre ambos os lados e provendo um acordo que seja mutuamente benéfico.

Além disso, o Método de Harvard preza sempre pela utilização de critérios objetivos, algo de extrema relevância no cenário corporativo de uma operação de M&A. Utilizando-se critérios objetivos, evita-se que, por exemplo, o sentimento do vendedor pela empresa vendida aumente o preço da negociação, distorcendo o processo o valor da operação Nesse sentido, a utilização do referido método mostra-se de suma importância para o bom andamento da operação tanto nas fases preliminares quanto nas fases concretas.

V. Conclusão

Evidente, diante do exposto, que a negociação é um elemento essencial para o sucesso de uma operação de M&A, tanto nas fases preliminares quanto na fase concreta da operação.

Sem que haja uma negociação técnica e qualificada, a operação pode ser comprometida antes mesmo de sua estruturação, uma vez que a negociação nas fases preliminares é crucial para o bom andamento da operação. Da mesma forma, a negociação qualificada é essencial na fase concreta de estruturação do SPA, visto que as partes envolvidas precisam chegar a um acordo sobre o preço e as condições da operação, algo que demanda um grande tempo de negociação.

Quanto ao contexto pós-operação, conforme explicado ao longo do texto, uma boa negociação é necessária para a prevenção de problemas posteriores ao fechamento, de forma a evitar futuras demandas e longos litígios envolvendo a operação de M&A.

Por fim, verifica-se que a utilização do Programa Harvard de Negociação poderia auxiliar o sucesso das negociações nas operações de M&A, através da utilização de uma negociação baseada em princípios que busca focar sempre nos interesses em jogo e não nas posições negociais. Deve-se pautar sempre por critérios objetivos de fácil identificação, algo que se mostra como um elemento crucial dentro do cenário corporativo para chegar facilmente a um consenso e para apoiar a pretensão das partes. ... Autores *André Luiz Padilha é acadêmico de Direito na Universidade Federal do Paraná. Membro do Grupo de Estudos de Mediação e Negociação da UFPR. Membro do Grupo de Pesquisa de Direito Societário Aplicado da UFPR. *Leonardo Dalla Costa é acadêmico de Direito na Universidade Federal do Paraná. Membro do Grupo de Estudos de Mediação e Negociação da UFPR. Membro do Grupo de Pesquisa de Direito Societário Aplicado da UFPR. Membro do Núcleo Discente de Direito Administrativo da UFPR... Leia mais em migalhas.uol 21/10/2020



21 outubro 2020



27 setembro 2020

BofA vê mais sinergias de negócios para fusão entre Totvs e Linx

Fusão entre Totvs e Linx poderia ter um valor presente líquido de até R$ 3,8 bilhões; a Stone, no entanto, ainda é favorita no certame 

O Bank of America (BofA) publicou nesta sexta-feira, 25, o relatório que os executivos da Totvs pediram aos céus. Segundo a análise, as sinergias de uma possível junção de negócios para a aquisição da Linx seria maior em relação à Stone, competidora no certame. No caso, Totvs e Linx juntas poderiam ter um valor presente líquido de até R$ 3,8 bilhões. “Se os acionistas da Linx .. Leia mais em veja.abril 26/09/2020





27 setembro 2020



16 setembro 2019

Quem são as mulheres mais influentes em 2020 nas fusões e aquisições?

O  site americano  "themiddlemarket" está promovendo a quinta edição das Mulheres Mais Influentes em Fusões e Aquisições.

Para serem consideradas, as candidatas devem ser mulheres que são excelentes negociadores, dentro e fora de suas empresas. A evidência de influência no setor mais amplo de fusões e aquisições é essencial.

Um guia importante pode ser encontrado nas negociadoras escolhidas em anos anteriores, incluindo: Marilyn Adler (Medley Capital), Jennifer Cotton (Madison Capital Funding), Nishita Cummings (Kayne Anderson), Venita Fields (Pelham S2K), Jeri Harman (Avante Mezzanine Partners), Pam Hendrickson (Riverside), Gretchen Perkins (Huron) e Trisha Renner (Baird). Leia mais a respeito no  site themiddlemarket 13/09/2019

E no Brasil quem seriam as escolhidas? Como não há, ainda, nenhum evento neste sentido, esta página do blog fusoesaquisicoes.blogspot está aberta para sugestões.





16 setembro 2019



03 julho 2019

3 técnicas de negociação que realmente funcionam, segundo professor de Harvard

"A negociação é essencialmente caótica. Você não sabe o resultado que o espera sentado do outro lado da mesa", diz Wheeler

MIKE WHEELER Escreveu "A Arte Da Negociação: Como Improvisar Um Acordo Em Um Mundo Caótico"

Ela está tanto no coração da diplomacia quanto no centro da guerra.

A arte de negociar é uma habilidade que pode definir o destino de um país ou de uma pessoa, além de ser uma ferramenta essencial para obter um salário melhor ou fechar um negócio.

Mike Wheeler tem anos de experiência no estudo deste fenômeno. Atualmente, ele é professor do curso online da Escola de Negócios da Universidade Harvard, "O Domínio da Negociação", no qual participam líderes e estudantes de mais de 100 países.

Em seu livro "A Arte da Negociação: Como Melhorar Acordos em um Mundo Caótico", o pesquisador analisa como os bons negociadores não caem na armadilha de manter um plano rígido.

Por outro lado, eles entendem que é um processo de exploração que exige aprendizado, adaptação e capacidade de influência. E é precisamente a velocidade de reação que lhes permite chegar a um acordo em meio à incerteza.

"A negociação é essencialmente caótica. Você não sabe o resultado que o espera sentado do outro lado da mesa", diz Wheeler em entrevista à BBC News Mundo, serviço em espanhol da BBC.

No entanto, apesar da incerteza, sempre há alternativas para melhorar sua posição.

Estas são três táticas que podem ajudá-lo a negociar melhor, de acordo com o professor de Harvard.

1. Reação rápida
Negociação é um processo exploratório. Como você não sabe quais são as prioridades da outra pessoa, deve estar alerta para reagir à medida que as circunstâncias mudam.

Você tem que estar preparado para encontrar um negociador que pode ser agressivo ou cooperativo, além de ter condições de lidar com diferentes tipos de humor. Faz parte do jogo.

A chave é estar pronto para reagir às circunstâncias.

Se quisermos fazer uma metáfora, é como se fosse uma dança. Em todos esses anos de experiência, percebi que a agilidade estratégica e a capacidade de reação imediata são fundamentais.

2. Gerenciar vários cenários
Eu sou cético em relação à ideia de que "aquele que vence leva tudo". Existem livros sobre negociação que vão de um extremo a outro. Alguns até recomendam que você sempre deve começar com um "não".

Mas a chave é ser flexível e se movimentar em vários cenários.

Os melhores negociadores não usam apenas uma forma de negociação.

Eles têm um repertório de estratégias que mudam de acordo com a pessoa está na frente deles.

Você tem que improvisar. Como os músicos de jazz fazem. Você tem que ouvir com atenção e não estar pensando no próximo passo o tempo todo.

Antes de negociar, você deve se preparar para encontrar vários cenários possíveis. E fazer a si mesmo a pergunta: qual é o melhor que posso conseguir?

No outro extremo, o mesmo, você deve se perguntar, qual é o mínimo com o qual eu posso deixar essa reunião?

No fundo, é ter uma mente aberta e estar preparado para improvisar. A adaptabilidade é imperativa na negociação do começo ao fim.

Sempre vão aparecer oportunidades e obstáculos nesse cenário, mas você tem que fazer o melhor que puder com as condições que surgirem.

É muito importante que, em meio a esse movimento contínuo, você não perca de vista seu objetivo.

3. Desenvolva uma relação
Mesmo se você for negociar com alguém apenas uma vez, é importante desenvolver algum tipo de relação.

Mesmo que você tenha pouco tempo, faz sentido que, no início do diálogo, explique quem você é e quais são suas prioridades.

Há negociadores que preferem ser agressivos desde o primeiro momento, mas às vezes isso pode jogar contra você.

Ou eles lançam uma oferta de golpe, fazendo com que a outra pessoa fique na defensiva.

Não há nada de errado em mostrar suas cartas. Se você colocá-las na mesa, você pode aumentar os elementos que estão sendo negociados para obter benefícios mútuos.

Negociar vai muito além de trocar uma coisa pela outra. É sobre alcançar um entendimento... Leia mais em epocanegocios 03/07/2019

03 julho 2019



21 junho 2019

Quer pagar quanto? As lições de Netshoes e Via Varejo na hora de vender as ações

Se você vai sair completamente do negócio, pouco importa quem está comprando. Venda pelo maior preço e vá passar o resto dos dias tomando drinks coloridos na praia. Mas, se sua intenção é continuar com participação relevante na empresa, é sempre bom saber quem vai se sentar com você à mesa

Não é muita gente que sabe, mas o hoje superministro Paulo Guedes teve um papel importante na consolidação do setor de educação brasileiro. Guedão fundou a Bozano Investimentos (que mudou de nome para Crescera), uma gestora de Private Equity que tem no portfólio nomes como Abril Educação, Ânima Educação, Medcel e Affero Lab...

Além da excelente capacidade de gestão e avaliação, o time contava com a marca “Paulo Guedes” – reza a lenda que empresários do setor preferiam vender mais barato para os fundos da Bozano: o histórico da empresa era de manter as pessoas chave no negócio e gerar muito valor agregando conhecimento e não simplesmente metendo o dedo na porra toda.

Pode parecer conversinha para boi dormir, mas não faltam exemplos de sócios do mercado financeiro que destruíram grandes empresas – o cara fez MBA em escola boa lá fora, leu uns dois ou três livros do Kotler e acha que pode ensinar varejo para o Abílio Diniz. Tocar negócios na vida real é muito difícil: pergunte para o pessoal mais do que competente da Tarpon como é dura a vida de quem se propõe a vender frango.

Isso tudo passou pela minha cabeça enquanto lia as notícias da guerra entre Magazine Luiza (MGLU3) e Centauro (CNTO3) pela Netshoes – o que começou com uma proposta do Magalu de US$ 2 por ação, chegou a impressionantes US$ 4,10 na última oferta da Centauro.

Por uma dessas coincidências do destino, as notícias de que a Centauro ofereceu US$ 127 milhões para tentar fechar o negócio saíram enquanto eu entrava em uma van justamente para visitar um centro de distribuição da Netshoes

Nos 150 quilômetros de viagem, todos concordamos que era melhor vender mais barato e ter Luiza e Fred Trajano como sócios – a Centauro ainda luta para ganhar relevância no mercado digital, enquanto a compra da Netshoes seria só um movimento para diversificação de produtos e clientes.

Se você vai sair completamente do negócio (e não tem nenhum apego por seu “filho”), pouco importa quem está comprando. Venda pelo maior preço e vá passar o resto dos dias tomando drinks coloridos na praia. Mas, se sua intenção é continuar com participação relevante na empresa, é sempre bom saber quem vai se sentar com você à mesa.

Curiosamente, o argumento do Conselho da Netshoes para recomendar a proposta da Magalu foi bem mais pragmático: “a água bateu na bunda”. Em documento enviado aos acionistas, o Conselho argumentou que o aceite da proposta da Centauro poderia demorar meses e o caixa da Netshoes não seria suficiente para atravessar o período.

Tomar decisões com a arma apontada para a cabeça sempre deixa um gosto amargo na boca, mas, no fim das contas, me parece que a Netshoes acabou escrevendo certo por linhas tortas. Continuo achando que os pouco mais de 10% de diferença não justificavam, de fato, a escolha pela Centauro.

E, cá entre nós, quem tinha as ações nem pode reclamar: o papel fechou 2018 cotado a menos de US$ 1,50 – em menos de seis meses, quase 150%, é por cento pra caralho!

Outra empresa que deu o que falar no varejo brasileiro foi a Via Varejo (VVAR3) – depois de meses de papinho e burburinho, as Casas Bahia acabaram voltando para as mãos de seu criador: a família Klein fechou a compra de uma fatia das ações que estava com o Grupo Pão de Açúcar (PCAR4) – R$ 4,75 por ação.

Diferentemente do que houve com a Netshoes, Via Varejo não fechou seu capital e, dada a forma que foi feita, a transação não disparou tag along – os minoritários não vão poder vender pelo mesmo preço que os Klein pagaram. Mesmo assim, as ações subiram bastante depois do anúncio e, hoje, estão cotadas acima dos R$ 5.

A ideia por trás do movimento (acho eu) é que o mercado prefere ter os Klein tocando o negócio: o controlador do Pão de Açúcar (Casino), desde a saída do Abílio, tem derrapado tanto na gestão da operação tanto no trato com os minoritários. É claro que estar no meio de um bull market ajuda: burro carregando mel, até o c* é doce!

De qualquer forma, é um bom exemplo de como o mercado olha para o currículo dos controladores e pode aplicar prêmios ou descontos se gostar ou não da figura que vai tomar conta do negócio.

Quem gosta de cerveja já tem o discurso pronto: se a Ambev comprou uma cervejaria artesanal, vai reduzir custos, colocar mais água, tacar milho e estragar a brincadeira. Há quem diga que já não é mais assim, que a política da Ambev mudou e que agora se preocupam muito mais com qualidade e marca.

Outra coisa que é importante olhar são as tais das sinergias: no Power Point do banqueiro, qualquer combinação de negócios gera MUITO valor. Sonae Sierra (SSBR3) e Aliansce (ALSC3) se juntaram e formaram a maior empresa de shoppings do Brasil com promessa de economia de R$ 55 milhões a R$ 70 milhões em custos e SG&A (despesas com vendas, gerais e administrativas).

Me parece um pouco exagerado, já que as duas companhias juntas têm SG&A anual de R$ 111 milhões (números de 2018) e não enxergo muitas economias de escala dada distribuição geográfica do novo portfólio: para shoppings, os custos caem quando se negocia grandes contratos de prestação de serviço em várias unidades – se cada shopping está em um canto e é atendido por uma empresa diferente, não há muito poder de barganha para conseguir descontos.

Mas, de novo, é bull market e todo mundo acredita nos gráficos impecáveis dos bankers.

O resumão disso tudo é que tem muita coisa para olhar quando rola um M&A (fusões e aquisições, da sigla em inglês). Quem está comprando? Por que alguém está vendendo? Como vai ficar a estrutura acionária depois da transação? Anunciaram sinergias? São factíveis?

Mais do que isso, é preciso desconfiar de praticamente todas as informações – invariavelmente, tem um banco de investimentos por trás da história que ganha muito dinheiro mesmo que, depois de um tempo, o negócio se prove um mico gigantesco.

No meio da história, tem pouca gente (se é que tem alguém) olhando para os minoritários. Se você não cuidar dos seus interesses, é pouco provável que alguém o faça. Se for continuar no negócio, tenha certeza de que o cara do outro lado está minimamente alinhado com você. Se não, é melhor vender tudo e procurar um sócio melhor – tem bastante por aí!... Leia mais em seudinheiro 21/06/2019



21 junho 2019



31 maio 2019

As três lições de empreendedorismo que aprendi com Barack Obama

Aprendizados sobre tomada de decisão, formação de times e o papel de um líder

Fui uma das mais de 10 mil pessoas que foram ao VTex Day para ver de perto Barack Obama. A longa espera valeu cada minuto. Com seu jeito simples e cativante, o ex-presidente dos EUA deu uma aula de liderança. Destaco as três principais reflexões que levarei para o meu negócio e que queria dividir com vocês:

1. Decisões em cenários de incerteza

O ex-presidente explicou que os problemas fáceis da sua gestão eram resolvidos por outras instâncias de governo e que, na sua mesa, só chegavam as questões de alta complexidade, aquelas que “ninguém tinha sido capaz de resolver”.

Obama contou que teve de aprender a tomar decisões sem ter todas as informações necessárias. “Quando mandei uma equipe capturar Bin Laden eu não tinha certeza, mas confiei”, disse Obama. “Eu não poderia garantir que estava dando a resposta certa. Eu apenas confiava no processo de tomada de decisão que criamos baseado nas informações disponíveis naquele momento”, completou.

> Minha perspectiva: Um empreendedor passa por isso diariamente. Se for esperar ter 100% das informações para tomar uma decisão, provavelmente terá decidido tarde demais. Reúna as informações disponíveis, questione os melhores cérebros disponíveis e decida. Às vezes, o timing da decisão é mais importante que a decisão em si. Exatamente porque muitas vezes é possível reverter a decisão caso o cenário mude ou o caminho se mostre equivocado. Na dúvida, acelere!

2. A importância da diversidade

“Todos nós temos pontos cegos. Daí a importância de se trazer para a mesa pessoas com diferentes perspectivas, com diferentes backgrounds”, disse Obama. O ex-presidente contou que era obrigado a tomar decisões acerca de temas variados e que era simplesmente impossível conhecer profundamente todos os assuntos. A saída era saber fazer as perguntas certas e ter na mesa as pessoas certas para respondê-las.  

“A diversidade nos ajuda a olhar o mundo pelos olhos de outras pessoas”, completou Obama. “Criatividade e imaginação acontecem quando pessoas de diferentes backgrounds se encontram”.

> Minha perspectiva: Se sua equipe é formada exclusivamente por um único perfil, as chances de vocês chegarem a respostas similares são altas e isso é prejudicial ao negócio. Vejo isso todos os dias: startups formadas por homens que fizeram faculdade juntos e tem históricos de vida muito parecidos. Isso não necessariamente é um problema mas certamente a chegada de pessoas com diferentes perfis tornará a conversa mais rica. A criatividade na busca por soluções é fator primordial para o sucesso de qualquer startup.

3. O sucesso de um líder

Por fim, o último – e talvez mais valioso – conselho: “O sucesso de um líder deveria ser medido pela sua capacidade de empoderar seus liderados”

> Minha perspectiva: Sempre é sobre pessoas. Um bom empreendedor é aquele que monta times incríveis e, o mais importante, que consegue tirar o máximo de cada um. Até onde seus liderados podem chegar? O que fazer para que atinjam seu máximo potencial? E se esse futuro não for na sua empresa?

Renato Mendes é sócio da Organica, professor de marketing digital do Insper, mentor Scale Up da Endeavor Brasil e autor de “Mude ou Morra. Já empreendeu, ocupou posições de liderança em startups, foi advisor de fundo de venture capital, mentor e investidor dessas estrelas da nova economia... Leia mais em epocanegocios 31/05/2019

31 maio 2019



30 maio 2019

Centauro eleva oferta de compra da Netshoes para US$ 108 milhões

Após a Magazine Luiza ter coberto oferta da Centauro na segunda-feira, a empresa de artigos esportivos respondeu; Netshoes reunirá acionistas nesta quinta-feira

A Centauro elevou sua proposta de aquisição da Netshoes para US$ 3,50 por ação, o equivalente a US$ 108,7 milhões. Isso acontece após o Magazine Luiza cobrir a oferta inicial da varejista mineira.

Como parte da proposta, o grupo SBF – dono da marca “Centauro” – também propõe um investimento de até R$ 70 milhões. A intenção é que ele seja realizado logo após a aprovação da negociação pelos acionistas da Netshoes. O objetivo é que a Centauro disponibilize seus produtos para venda na plataforma de e-commerce da concorrente.

Diferente do Magazine Luiza, a Centauro pertence ao mesmo segmento do que a Netshoes – a venda de produtos esportivos. A diferença é que, enquanto a Netshoes domina o segmento online, a Centauro está presente principalmente através de lojas físicas.

No entanto, foi o Magazine Luiza quem primeiro expressou interesse na aquisição da companhia. Em abril, a varejista estava concorrendo com a B2W (grupo dono da Americanas, Submarino e Shoptime), que parece ter deixado a disputa.

A primeira oferta do Magazine Luiza foi no valor de US$ 63 milhões, definindo o preço de US$ 2 por ação. A réplica da Centauro foi de US$ 2,80 por ação, totalizando US$ 87 milhões. Nesta segunda-feira, o Magazine Luiza cobriu a proposta, avaliando-a em US$ 93 milhões (US$ 3 por ação).

Já a segunda oferta da Magazine Luiza não havia sido aprovada pelo conselho da própria empresa ainda – a reunião está marcada para esta quinta-feira (30). Agora, a varejista deverá discutir se irá continuar na disputa, que já ultrapassa os US$ 100 milhões.

Quem ganha essa disputa?
A primeira oferta da Magazine Luiza para a Netshoes já havia sido aprovada pelo Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica), cuja responsabilidade é avaliar a concorrência no mercado. Na segunda-feira, o conselho da empresa havia recomendado a aceitação da segunda oferta (de US$ 93 milhões).

Essa é a chance do Magazine Luiza crescer em um setor ainda inexplorado. A varejista possui artigos esportivos em sua plataforma, mas apenas através do marketplace, em que os produtos são vendidos por terceiros.

Já o interesse da Centauro é ainda mais imediato, pois a empresa poderia trazer a expertise em e-commerce da Netshoes ao negócio já existente. Essa é a chance de trazer um de seus maiores concorrentes para dentro do próprio negócio. Já a Magazine Luiza vende artigos esportivos em seu marketplace, mas que são fornecidos por terceiros.

Os acionistas da Netshoes devem discutir as propostas em uma assembleia nesta quinta-feira (31). Em 2018, a empresa possuía o prejuízo de R$ 241,5 milhões. A empresa está listada na NYSE, bolsa de valores de Nova York e suas ações estão sendo negociadas em cerca de US$ 3 nesta quarta. Tainá Freitas Leia mais em starse 30/05/2019

30 maio 2019



05 novembro 2018

Primeiro passo para negociação é ouvir o outro lado, diz especialista William Ury

Em “tempos tensos”, antropólogo norte-americano defende a necessidade de mudar a abordagem e buscar benefícios mútuos em apresentação na HSM Expo

"A abordagem normalmente é de uma luta de braços – quem vai vencer e quem vai perder. Talvez o maior poder que nós temos como negociadores é a habilidade de mudar o jogo de uma luta de braços para uma busca por ganhos mútuos com benefícios para os dois lados." Nos tempos atuais, bastante "tensos", o antropólogo norte-americano William Ury, cofundador do Programa de Harvard de Negociações, avalia que essa visão é ainda mais uma chave – e se aplica inclusive ao Brasil. “Eu acredito no Brasil e acredito na possibilidade dos brasileiros, assim como pessoas de outros países em geral, de transformarem situações difíceis em cooperação. Essa é a chave”, afirmou Ury em palestra no HSM Expo nesta segunda-feira (05/11).

Ury, conhecido como um dos protagonistas no acordo de paz selado entre o governo e as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc) e por seu papel-chave na disputa entre Abilio Diniz e o empresário Jean-Charles Naouri, acredita que o maior desafio para alcançar o sucesso em uma negociação “não é o que normalmente pensamos”. “O desafio não é pessoa que está sentada do outro lado da mesa, mas nós mesmos”, afirma.


O primeiro passo para estabelecer uma negociação bem-sucedida é uma estratégia que o antropólogo chama de “ir ao balcão” – um lugar de perspectiva que ajude a observar todo o contexto da situação e “manter a atenção no que é realmente importante”. “Hoje é muito fácil nós simplesmente reagirmos, com celulares e redes sociais, ou ficarmos distraídos. Mas precisamos nos colocar na posição de ouvir o outro lado”, defende Ury.

Em climas polarizados, o antropólogo destaca que é ainda mais complicado realizar o exercício de ouvir mais do que falar, mas ele se torna ainda mais importante. Ouvir para entender, e não simplesmente para refutar, é uma postura que mostra sobretudo respeito – “a concessão mais barata que podemos fazer em uma negociação”, segundo Ury. "É ver o ser humano que está do outro lado e tratá-lo com dignidade, mesmo que você discorde da sua posição ou de suas visões políticas.".. Leia mais em epocanegocios 05/11/2018

05 novembro 2018



16 fevereiro 2018

Avaliação de empresas: o valor justo

O número de Fusões e Aquisições no mercado brasileiro, conforme pesquisa da PWC Brasil (2017), foi de 517 até outubro 2017. Na região Sul, foram realizadas 68 negociações e citamos como exemplo o grupo brasileiro Cosan, que realizou a compra minoritária de 16,8% da Companhia de Gás de São Paulo (Comgás) pelo valor de R$ 1,16 bilhão, e a empresa chinesa State Power Investment, que arrematou a usina São Simão, uma das maiores do país, pelo valor de R$ 7,18 bilhões. Mas quanto vale uma empresa? E como mensurar esse valor?

A avaliação de empresas é um importante tema dentro da área financeira. Como existem diversas abordagens muitas metodologias foram criadas, podendo ser utilizadas em conjunto ou separadamente, a escolha do melhor método tem sido um dos grandes desafios neste campo, pois é uma tarefa complexa, exigindo coerência e rigor conceituais na formulação da sistemática de cálculo. A metodologia de avaliação de uma empresa exige o domínio dos conceitos teóricos de finanças, de suas técnicas e procedimentos e dos inúmeros fatores que condicionam o valor da empresa.

Martelac (2005) relata que avaliação de empresas torna-se, então, uma das principais atividades dentro do processo de negociações de fusões e aquisições. Empresas compradoras e vendedoras envolvidas nos processos objetivam encontrar uma faixa de referência que reflita o “valor justo” da empresa em questão, isto é, um valor que represente o potencial da empresa de gerar resultados futuros. O tal preço poderá servir como base para negociações de fusões e aquisições e também para estratégias de investimentos.

Assaf Neto (2003) também contribui acrescentando que, em verdade, não há como prescindir de certa dose de subjetividade na definição de valor de uma empresa, principalmente por se tratar de uma metodologia que se baseia em resultados esperados obtidos do comportamento do mercado.

O investidor adquire, por certo valor, um retorno futuro esperado, sujeito a imprevistos e fatores não totalmente controláveis no processo de previsão. Além do problema de julgamento, outras razões e objetivos associados ao comprador e vendedor também interferem na avaliação, ampliando as possíveis áreas de questionamento do valor encontrado.

Quanto melhor quantificados esses parâmetros previstos, eles se constituirão em aproximações bastante razoáveis da realidade, incorporando, como é natural neste tipo de avaliação, certa margem de arbítrio trazida pelo analista.

Existem vários modelos de avaliação de empresas, devendo sua escolha considerar o propósito de avaliação e as características próprias do empreendimento. Eles podem ser classificados da seguinte forma:
(i) técnicas comparativas de mercado;
(ii) técnicas baseadas em ativos e passivos contábeis ajustados;
(iii) técnicas baseadas no desconto de fluxos de benefícios.
Cada uma dessas categorias compreende vários modelos. Para o avaliador, o grande desafio consiste em escolher o mais apropriado e atentar para suas limitações e encontrar o valor justo. Fonte Luís Henrique Dal Molin
Leia mais em notisul 15/02/2018

16 fevereiro 2018



26 janeiro 2018

Fundador do VC Astella Investimentos descreve 4 tipos de investidores

Edson Rigonatti é investidor de capital de risco e diz como atrair fundos de investimentos

Edson Rigonatti é o fundador do fundo de capital de risco – venture capital – Astella Investimentos. Em uma palestra na Invest Class da StartSe que aconteceu nessa terça-feira, no Habitat do inovaBRA, Rigonatti descreveu 5 tipos de investidores e dá conselhos de como construir uma relação com investidores de venture capital.

Investidor de sonho
“Ele quer ver você chegar na Lua e sabe que vai demorar 10, 20 anos para você chegar lá. Ele espera o empreendedor adequado para isso, como o Elon Musk”. Rigonatti afirmou que esse é o investidor menos comum no Brasil. E, normalmente, os “investidores de sonho” são pessoas com excelentes track-records antes de se tornarem investidores.

Investidor de audiência
São os investidores que estão preocupados com o número de downloads do aplicativo e acesso no site. “Ele quer saber se você produziu algo que tem uma alta demanda do mercado, e ele tem paciência para esperar você chegar em um faturamento”.

Investidor “salsicha”
É o investidor que quer saber a causa e efeito de todos os processos.

Investidor financeiro
É o investidor que se preocupa diretamente com o lucro da startup. “Ele quer saber quanto você já está faturando e sua tração financeira”, comentou Rigonatti.

Mas algo em comum em todos os venture capitalists – principalmente os do tipo semente, que investem cerca de R$ 500 mil -, é que os investidores desejam saber em qual estágio a empresa está, e apenas se interessam quando a startup já atingiu o estágio de maturidade de market fit. “Quando a empresa já está faturando, o produto está de pé, já possui clientes que dependem daquele produto e possuem equipe. O nosso papel com você é levá-los para o próximo estágio em 18 meses”, afirmou Rigonatti.

E, para atingir o próximo estágio, as startups devem saber exatamente o que precisam para chegar ao próximo nível.

Mas como atrair um fundo de investimentos?
O primeiro passo é ter um pitch matador. Mesmo que você, empreendedor, tenha apenas um minuto para apresentar a sua ideia, deixe-o querendo saber mais – não porque está incompleto, mas porque gerou interesse.

“Os investidores têm algo chamado ‘fear of missing out’, FOMO. Eles não querem perder uma boa oportunidade. Se depois do pitch o investidor não sai achando que está perdendo alguma coisa, você está fazendo alguma coisa errada nessa fase”, afirmou o CEO da Astella Investimentos.

E como selecionar o fundo de investimento perfeito para minha startup?
Edson Rigonatti recomenda que, antes de mandar ou fazer pitches para fundos de investimentos, pesquisem o portfólio. “Estudem o portfólio, conversem com os founders das startups já investidas – eles vivem com a gente no dia a dia e sabem como é a relação do casamento pós-igreja”, finaliza o investidor. Por Tainá Freitas Leia mais em  StartSe 24/01/2018

26 janeiro 2018



10 dicas para melhorar os seus dotes de negociação

Ricardo Bellino, responsável por trazer a melhor agência de modelos do mundo para o Brasil, traz em 10 dicas o básico para você negociar bem

A arte de negociar não é fácil e para te ajudar a melhorar as suas habilidades nessa área, batemos um papo com o mestre em negociação Ricardo Bellino, responsável por trazer a melhor agência de modelos do mundo para o Brasil e também pela campanha de prevenção ao câncer de mama.

Além disso, ele teve a oportunidade de negociar com o atual presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. Ele explica que para funcionar as regras é preciso ter CDP (cara de pau), se preparar bastante e acreditar naquilo que você está negociando. Confira abaixo as 10 dicas para negociar com sucesso de Bellino:

1) Preocupe-se mais em entender “com quem” você vai falar e menos com “o que” vai falar e alinhe expectativas na largada: uma negociação bem-sucedida deve ser tratada como um acordo pré-nupcial, aonde todas as expectativas e regras estão definidas. Pois quando o “amor e sexo” acabarem entre os sócios, você ainda poderá salvar o relacionamento empresarial.

2) Prepare-se para o imprevisível, como por exemplo ter que vender a sua ideia em apenas 3 minutos: pratique a apresentação em menos de cinco minutos. Pratique a sua introdução em menos de três minutos. Você descobrirá que você pode ser um editor eficaz cortando tudo o que não é absolutamente necessário. Sua audiência, ou seus superiores, agradecerão sua capacidade de destilar a essência para eles.

3) Nunca se deixe intimidar pelo poder ou arrogância de seu interlocutor: não perca o seu foco, caso contrário você perderá tempo na apresentação e cometerá erros desnecessários.

4) Demonstre pelo seu entusiasmo que você é a pessoa certa para aquela oportunidade: mostre ao seu interlocutor o motivo para você ser a melhor pessoa para o trabalho e por que merece ele. Compartilhe suas experiências que justamente mostram o por que você é ideal para o negócio.

5) Não terceirize a entrega de suas promessas e muito menos de desculpas por não as tê-las cumprido: terceirizar mostra falta de comprometimento e também a falta de responsabilidade já que a que você transfere “a responsabilidade dos compromissos assumidos para outras pessoas, como forma de se blindar do não cumprimento. Mas conhecido como ‘cover ass policy’”. Não peça desculpas, assuma o erro e se possível corrija ele.

6) Seja leal aos seus parceiros: mesmo quando o mundo inteiro jogue pedras nele e tente convencê-lo de que ele é um louco.

7) Ninguém transforma sonhos em projetos sozinho (e não ao contrário): a fórmula para uma negociação de sucesso está baseada na seguinte equação aonde 1+1 é mais do que 2. Peça ajuda no começo para tirar a ideia do papel, assim você terá suporte e mais de uma visão sobre o que está tentando criar.

8) Esteja pronto para fracassar com o mesmo ímpeto com o qual espera atingir o sucesso. Acredite, você vai errar muitas vezes antes de acertar: você irá ouvir muitos “nãos” ao longo do caminho, mas não desista! Use eles para melhorar e corrigir os erros apontados, quanto mais preparado, melhor o resultado.

9) Nunca pergunte aos seus melhores amigos o que eles acham de suas ideias e projetos: por que? Simples! Eles certamente dirão que você está louco e irão tentar convencê-lo a qualquer preço de que nunca dará certo. Se quiser perguntar a alguém, pergunte aos seus inimigos, que certamente te desafiarão a tornar o projeto real.

10) Acredite que o impossível é apenas tudo aquilo que alguém ainda não tentou com suficiente perseverança!: o impossível é 99% suor e 1% inspiração, ele só depende da sua vontade e paixão pelo projeto. Em resumo, se você não querer o projeto não sairá do papel.  Por Elena Costa Leia mais em  StartSe 26/01/2018



15 janeiro 2018

Engie vê como opção negócio de infraestrutura de gás da Petrobras, diz CEO

A elétrica francesa Engie vê como uma opção a infraestrutura de gás natural da brasileira Petrobras, colocada à venda, afirmou nesta segunda-feira a presidente da companhia, Isabelle Kocher, em uma apresentação feita a jornalistas, em Paris.

Em dezembro, a Reuters publicou que um consórcio liderado pela francesa estava entre os investidores que fizeram propostas para a compra da Transportadora Associada de Gás (TAG), da Petrobras, que tem 4.500 quilômetros de gasodutos no Nordeste do Brasil, segundo três fontes.

Na ocasião, a Engie disse apenas, em uma resposta por e-mail, que está "interessada em investimentos em ativos no setor de gás e considera boas oportunidades no Brasil".

Ainda no evento, a executiva destacou que uma mudança para energias renováveis, "grids" e serviços tem melhorado o retorno do capital empenhado pela empresa.

Também destacou que a empresa concluiu 90 por cento do programa de venda de ativos, de 15 bilhões de dólares. Reuters Leia mais em dci 15/01/2018

15 janeiro 2018



10 janeiro 2018

Embraer contrata bancos para negociar com Boeing

A fabricante de aeronaves Embraer contratou os bancos de investimento Citi e Goldman Sachs, deixando players locais de lado, para assessorá-la em suas conversas com a americana Boeing.

As companhias estão negociando uma eventual parceria, mas o modelo do negócio ainda não foi revelado. A questão da segurança nacional é um dos nós que precisará ser desatado para que o negócio possa seguir em frente, caso envolva a área militar da companhia brasileira.

Outro fator que torna a negociação mais complexa é o poder de veto da União, que detém, desde a privatização da Embraer, uma ação especial da empresa, chamada de golden share.

Do lado jurídico, o contratado pela brasileira foi Paulo Aragão, do escritório BMA Advogados. Procurados, Embraer, Citi, Goldman Sachs e BMA não comentaram. - O Estado de S.Paulo Leia mais em portal.newsnet 10/01/2018

10 janeiro 2018



03 janeiro 2018

Aplicativo 99 torna-se, oficialmente, primeiro unicórnio brasileiro

A chinesa Didi Chuxing, rival da Uber na China, assumiu o controle da 99, avaliando a startup brasileira em US$ 1 bilhão

O aplicativo de transporte 99, rival do Uber, tornou-se oficialmente o primeiro unicórnio brasileiro.

A Didi Chuxing, considerada a “Uber chinesa”, assumiu seu controle nesta terça-feira 2, avaliando a startup brasileira em US$ 1 bilhão.

Um unicórnio, no jargão dos fundos de investimento, é uma companhia avaliada em US$ 1 bilhão ou mais. Até agora, nenhuma startup brasileira tinha conseguido atingir esse patamar.

A Didi Chuxing, que havia investido US$ 100 milhões na 99 em janeiro do ano passado, comprou as fatias detidas pelos fundos Riverwood Capital, Monashees, Qualcomm Ventures, Tiger Global e pela japonesa Softbank, segundo o jornal Valor.

Nessa transação, a companhia chinesa teria pago quase R$ 1 bilhão. Além desse valor, fontes indicam que a Didi Chuxing deve fazer novos aportes na startup brasileira.

A 99 já recebeu US$ 240 milhões em cinco rodas de investimentos. A startup brasileira foi fundada em 2012 por Ariel Lambrecht, Renato Freitas e Paulo Vera para ser um aplicativo de táxi. Com o advento da Uber, a companhia lançou o seu serviço Pop para concorrer com o rival americano.

Em nota, a 99 disse que “a respeito de informações de mercado publicadas hoje (02/01) pela imprensa, a 99 informa que se manifestará no momento oportuno.” Leia mais em istoedinheiro 02/01/2018

03 janeiro 2018



02 janeiro 2018

Fraport assume aeroporto Salgado Filho nesta terça-feira

O Aeroporto Internacional Salgado Filho passa, a partir de hoje, para a administração da Fraport, que assume as operações em decorrência do processo de concessões do governo federal. A empresa alemã fará uma série de investimentos, estimados em R$ 600 milhões até 2021, e que devem ser intensificados em 2018.

A Fraport administra 30 aeroportos em todo o mundo. No Brasil, além de Porto Alegre, também venceu a concessão em Fortaleza. A outorga pelo aeroporto gaúcho foi de R$ 382 milhões, com concessão por 25 anos, prorrogáveis por mais cinco.

No programa de investimentos obrigatórios estão a expansão do terminal para 36 mil metros quadrados, extensão da pista por pelo menos 920 metros, implementação de novos sistemas automáticos de gerenciamento de bagagens e de controle de segurança e 14 pontes de embarque de aeronaves e respectivos pátios.

Também estão previstas outras melhorias, como sinalização de terminais, iluminação externa para os acessos de rodovias, estacionamentos, terminais de carga e de passageiros, e outras áreas, entre outras. - Leia mais em JornaldoComércio 02/01/2018


02 janeiro 2018



28 dezembro 2017

5 dicas de liderança de empreendedores de sucesso para começar bem 2018

Relembre conselhos e dicas de Steve Jobs, Jeff Weiner, Bill Gates e outros empreendedores

2017 está chegando ao fim e os últimos dias do mês de dezembro já estão aí. Esse é o momento ideal para fazer uma retrospectiva dos maiores destaques do mundo do empreendedorismo e coletar muita inspiração para começar 2018 com o pé direito. O site Inc. separou algumas das melhores lições de negócios ditas por grandes executivos ao longo da história. Confira:

1. Steve Jobs: contrate pessoas inteligentes. Depois deixa que elas lhe digam o que fazer
Jobs não apenas disse o conselho para servir de inspiração a outros empresários como usou ele para si mesmo, durante o processo de contratação na Apple. “Não faz sentido contratar pessoas inteligentes e dizê-las o que fazer. Nós contratamos pessoas inteligentes para que elas nos possam dizer o que fazer”, afirmou o ex-CEO da Apple.

2. Jeff Weiner: Aproveite 3 coisas que normalmente nós tomamos como sempre certo: saúde, amor e tempo
Em um pequeno tweet, o CEO do LinkedIn, Jeff Weiner, relatou como é importante dar atenção à saúde, ao amor e tempo para si mesmo. Esses três princípios moldaram o sucesso de Weiner tanto em sua carreira executiva quanto pessoal.

3. Bill Gates, Richard Branson e Warren Buffett concordam: Comunicação é fundamental
Os três bilionários são unânimes no que tange à relevância da habilidade de comunicação para o sucesso de um empreendedor. Pesquisas corroboram a mesma ideia: 85% do sucesso financeiro de empresárias é resultado da capacidade de se comunicar efetivamente, tanto em fala quanto audição.

4. Chip Bergh: o antídoto para um ambiente de trabalho tóxico é a transparência
Em entrevista para a New York Times, o chefe executivo da Levi Strauss & Co., Chip Bergh, a transparência é o segredo que impede que o escritório se torne um ambiente ruim e negativo. “Ser extremamente transparente cria confiança. Eu não sou grande fã de corporações em que as pessoas falam mal uma das outras pelas costas. [...] Você precisa ser muito claro sobre como quer operar e, caso não consiga, deve buscar outra equipe”.

5. Jack Ma: a única habilidade que importa na era das máquinas é exclusiva dos humanos
Enquanto ainda se discute se a inteligência emocional é mais relevante do que o QI no que diz respeito ao sucesso no mercado de trabalho, o bilionário Jack Ma, presidente do conselho de administração do Grupo Alibaba, explica que a resposta não é nenhuma das duas. “Se você quer ser respeitado, você precisa ter o quociente de amor, algo que as máquinas nunca terão”, disse o líder chinês. Segundo ele, não importa o quão inteligente as máquinas se tornem, os maiores problemas mundiais não serão resolvidos por elas, mas sim por seres humanos com habilidades de compaixão, compreensão e amor... Leia mais em revistapegn.globo 26/12/2017

28 dezembro 2017