18 setembro 2020

Cury fixa preço de ação em R$ 9,35 e capta R$ 977,5 milhões em IPO

Desse montante, R$ 170 milhões se referem à tranche primária e, portanto, vão para o caixa da empresa

A incorporadora Cury fixou há pouco preço de R$ 9,35 por ação em sua oferta pública inicial (IPO), captando R$ 977,5 milhões. O preço ficou abaixo da faixa indicativa, que ia de R$ 11,00 a R$ 14,30. Desse montante, R$ 170 milhões se referem à tranche primária e, portanto, vão para o caixa da empresa... Leia mais em valoreconomico 17/09/2020

18 setembro 2020



Pure Storage adquire a Portworx por US$ 370 milhões

A Pure Storage anuncia hoje compra da Portworx por 370 milhões de dólares, a maior aquisição da Pure até o momento e a expansão mais profunda da empresa no mercado de serviços de dados em várias nuvens para oferecer suporte a Kubernetes e contêineres. A Portworx é a plataforma de serviços de dados Kubernetes mais usada pelas empresas listadas na Forbes Global 2000, a qual  provê armazenamento, alta disponibilidade, proteção e segurança de dados e mobilidade em nuvem para contêineres. Algumas destas empresas são o Carrefour, Comcast, GE Digital, Kroger, Lufthansa e T-Mobile.

Com a compra, a Pure incrementa seu portfólio de serviços de dados de Kubernetes que podem ser executados em qualquer nuvem, armazenamento e infraestrutura, simplificando cada estágio da jornada nativa. Desta forma, cria a plataforma de serviços de dados mais completa do setor para aplicações em nuvem e acelera as estratégias híbridas e de várias nuvens dos clientes.

Hoje, 95% das novas aplicações são desenvolvidas em containers de acordo com a 451 Research. Até 2025, o Gartner prevê que 85% dos negócios globais estarão operando em contêineres, contra 35% em 2019. No entanto, conforme as escalas nativas da nuvem, tanto o armazenamento tradicional quanto os baseados na nuvem, pode ter dificuldades para acompanhar a natureza fluida das aplicações de microsserviços implementados em contêineres, tornando a resiliência de dados, mobilidade, segurança, backup e recuperação um grande desafio, especialmente com o uso de várias nuvens... Leia mais em clickparana 17/09/2020





Petrobras inicia venda de unidade de fertilizante no Paraná

A estatal fechou a unidade depois de prejuízos (Imagem: Reuters/Sergio Moraes)

A Petrobras (PETR3; PETR4) informou na noite de quinta-feira que iniciou a etapa de divulgação para venda da totalidade de suas ações na empresa Araucária Nitrogenados S.A. (ANSA), no Paraná.

A ANSA possui uma unidade industrial de fertilizantes nitrogenados localizada em Araucária, com capacidade de produção de 1.975 t/dia de ureia e 1.303 t/dia de amônia.

A fábrica encontra-se atualmente hibernada. “A retomada da produção da planta ou sua transformação para outro fim será de responsabilidade do futuro comprador”, disse a Petrobras.

A estatal fechou a unidade depois de prejuízos. No início do ano, a demissão de funcionários foi um dos motivos para uma greve na Petrobras. A paralisação foi encerrada após uma ampliação dos benefícios aos trabalhadores demitidos, com maior verba rescisória... Leia mais em moneytimes 18/09/2020





Empresa gaúcha comprará 57 supermercados e o centro de distribuição do Dia no RS

Rede espanhola marcou o encerramento das atividades para esta sexta-feira no RS

Um grupo gaúcho, chamado de Rede Polo, comprará 57 lojas do Dia. Do total de supermercados negociados, quatro ficam na Capital. A empresa usa o nome de Roal Master e tem sede em Lajeado. A marca Polo existe desde 1998. Recentemente, inaugurou uma loja na serra gaúcha. 

Pode ser que ela assuma, inclusive, o centro de distribuição que fica em um parque logístico da região metropolitana de Porto Alegre. A proposta foi aceita pelo Dia, mas precisa ser agora aprovada pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade). .. Leia mais em gauchazh 17/09/2020





Softbank vende distribuidora de celulares Brightstar

A conclusão da transação é prevista para março de 2021

O grupo japonês Softbank firmou um acordo para a venda da distribuidora de celulares Brightstar para uma empresa de investimentos americana. 

Nem o Softbank nem a compradora, a Brightstar Capital Partners divulgaram o preço de venda da unidade, que o grupo japonês comprou em 2014 por cerca de US$ 1,7 bilhão.. Leia mais em valoreconomico 18/09/2020





Ericsson compra americana Cradlepoint por US$ 1,1 bilhão

Aquisição é fundamental para ganho de participação de mercado com a tecnologia 5G, justifica a companhia... Leia mais em valoreconomico 18/09/2020



Hapvida compra operadora de saúde e hospital em Goiás

A Hapvida anunciou nesta sexta-feira mais duas aquisições de ativos de saúde no Estado de Goiás, no Centro-Oeste. A companhia assinou um protocolo de entendimentos para adquirir a carteira de beneficiários da Plamheg, e acordo de compra da gestora do Hospital Nossa Senhora Aparecida, em Anápolis (GO). Juntas, as duas transações têm valor de R$ 29 milhões, de acordo com a empresa.

A compra da carteira da Plamheg traz ao portfólio da Hapvida 18 mil beneficiários, sendo que 97% deles estão nas cidades de Anápolis e Goianésia; 91% da carteira é formada por planos coletivos corporativos, e a sinistralidade nos 12 meses anteriores a junho de 2020 ficou em 69,8%, segundo a Hapvida. A compra tem valor de R$ 23 milhões, que pode ser alterado pelo ajuste do recebimento médio mensal da carteira quando de sua conclusão.

A operadora afirma que a operação é sinérgica, porque junta os novos clientes a 220 mil que a Hapvida já atende na mesma região, através da rede própria do Grupo América. Além disso, a compra do Hospital Nossa Senhora Aparecida traz, segundo a empresa, novas opções de atendimento aos beneficiários da região.

O hospital foi adquirido por R$ 6 milhões, e tem hoje 53 leitos. A Hapvida pretende investir na ampliação e na modernização da unidade, com a atualização de máquinas e equipamentos e a implantação de um centro cirúrgico. Em um imóvel arrendado, adjacente ao hospital, a Hapvida instalará uma clínica médica com 13 consultórios de atendimento primário e uma unidade de diagnóstico.

De acordo com a empresa, essa compra traz capacidade adicional para que a companhia cresça através de eventuais novas aquisições na mesma região – o que já inclui a compra da Plamheg.

Além da expansão via compras de outras companhias, a Hapvida destaca um plano para crescer de forma orgânica no Centro-Oeste. Um dos projetos previstos é a construção de um hospital em Dourados, no Mato Grosso do Sul, com estrutura de pronto atendimento, uma clínica e duas unidades de diagnóstico. A inauguração está prevista para o primeiro semestre de 2021.Estadão Conteúdo Leia mais em istoedinheiro 18/09/2020



 




17 setembro 2020

Como a estratégia de M&A das empresas SaaS geram valor para os acionistas

Há algumas semanas fiz um post chamado “Uma breve análise sobre as empresas de Software da Bolsa Brasileira”, sobre as características das empresas SaaS negociadas na B3 (Bolsa Brasileira). Desde então venho querendo falar sobre a atuação de M&A por essas empresas como forma de acelerar o crescimento, criar novas ofertas e entradas em novos mercados, assim como geração de valor para acionista.

Nesse sentido, este texto busca explicar:

A estratégia de M&A dos grandes players de Software do Brasil

Porque essas empresas são negociadas a múltiplos de valuation que são o dobro ou o triplo do múltiplo utilizado na precificação de suas aquisições

E, para a comunidade de empreendedores de Startups e investidores em empresas de tecnologia, o assunto é pertinente para entender um pouco a dinâmica de investimento e M&A em empresas de Software no Brasil.

Como o último artigo, esse cobrirá especificamente as empresas de Software do Brasil com ações negociadas na B3, que tem seus dados divulgados na internet. São elas: TOTVS (B3: TOTS3) , Linx (B3: LINX3), Locaweb (B3: LWSA3)e Sinqia (B3: SQIA3).

Disclaimer: As análises e opiniões são minhas e eu não quero, nem posso, fazer indicação de investimento. Espero apenas que esse post possa trazer alguns insights para suas análises e para sua vida empreendedora ou investidora.

Por que essas empresas fazem M&A?

O M&A para essas empresas não é transformacional, é apenas uma tática usada pelos formuladores de estratégias para atingir os objetivos de inovação e de capacitação da empresa de forma mais rápida ou melhor.

Cada uma das quatro empresas de Software da B3 tem as suas diretrizes de M&A, com suas prioridades e foco em mercados diferentes mas que, em linhas gerais, podemos dizer que giram em torno dos seguintes objetivos:

1 — Aprofundar / Reforçar / Defender o negócio principal — Exemplo: compra de base/carteira de clientes ou de rede de distribuição.

2 — Ampliação de receita através de upselling ou cross-selling — Exemplo: Aquisição de solução para oferta casada com outros produtos, incrementando a proposta de valor.

3 — Expandir para novos mercados — Exemplo: Abertura de novos mercados através da aquisição de empresa, ou solução tecnologia, que já tem atuação em mercado ainda não operado pela empresa compradora.

Para exemplificar, veja abaixo alguns slides da apresentações institucionais dessas empresas que mostram um pouco dessas ideias: .... AUTOR Guilherme Lima Leia mais em medium.com/dealflowbr.. 17/09/2020 


17 setembro 2020



Aos 23 anos de história, Plano&Plano concretiza IPO e passa a negociar suas ações na B3

Companhia integra o Novo Mercado, segmento que exige alto padrão de transparência e governança corporativa

A incorporadora e construtora Plano&Plano concluiu hoje seu IPO – Oferta Pública Inicial na B3, e passa agora a fazer parte do Novo Mercado, segmento caracterizado por empresas que adotam, voluntariamente, práticas de governança corporativa adicionais às exigidas pela legislação brasileira.

Nascida no segmento de alto padrão, a companhia desde sempre mostrou alta capacidade de adaptação aos diversos cenários da economia brasileira. Com destacada solidez e muita inovação, hoje é considerada uma das mais importantes companhias do setor habitacional do País.

Com foco no segmento de baixa renda, chamado de mercado popular, a Plano&Plano elevou o patamar das construções nesse setor oferecendo prédios altos, elevadores, área de lazer, segurança de condomínio e uma característica marcante a todos os seus empreendimentos: a qualidade exemplar. Hoje, é líder setorial focada na região metropolitana de São Paulo.

“Trabalhamos incansavelmente para honrar nossa missão de entregar o tão sonhado lar a milhares de brasileiros. Temos muito orgulho de onde viemos e até onde chegamos. Nossa história foi pautada em muito trabalho e na construção de relacionamentos sólidos, éticos e transparentes – e por tudo isto muito nos honra hoje estarmos aqui”, comemora Rodrigo Luna, Presidente do Conselho de Administração da Plano&Plano.

Com o preço unitário de suas ações inicialmente fixado em R$9,40, a oferta base foi de R$ 600 milhões, considerando a soma da oferta primária e secundária, e poderá alcançar cerca de R$ 690 milhões após o fim do período de estabilização.

“Queremos continuar contribuindo para o desenvolvimento da produção habitacional, gerando riqueza e muitos empregos, ainda mais nesse momento tão desafiador que estamos vivendo no mercado brasileiro”, informa o CEO da Plano&Plano, Rodrigo Von.

A cerimônia de toque da campainha, que marcou o início da negociação das ações da empresa na bolsa (ticker PLPL3), foi realizada online, em formato de live, e contou com a participação de Gilson Finkelsztain, CEO da B3, Rodrigo Von, Rodrigo Luna e cerca de 18 convidados, incluindo executivos e conselheiros da Plano&Plano... leia mais em planoeplano 17/09/2020





Richard Branson também vai embarcar na onda das empresas de cheque em branco

O bilionário britânico fundador do Grupo Virgin é mais um a apostar no modelo de Special Purpose Acquisition Company (SPAC), que já movimentou mais de US$ 20 bilhões em 2020. Ele planeja captar US$ 460 milhões para criar uma SPAC, chamada VG Acquisition

No calendário das ofertas públicas de ações, as chamadas Special Purpose Acquisition Companies (SPACs) começam a atrair cada vez mais adeptos no mercado.

Uma SPAC capta recursos no mercado de capitais para fazer aquisições no prazo de até dois anos. Os investidores apostam sem saber qual a empresa a ser comprada até que o negócio se concretize – daí o termo “cheque em branco”.

Segundo o Goldman Sachs, mais de 50 ofertas de companhias desse porte foram realizadas até o momento em 2020. Com um salto de 145% no volume comparado a igual período de 2019, esses IPOs arrecadaram mais de US$ 20 bilhões.

No que depender do magnata Richard Branson, fundador do Grupo Virgin, esse montante vai ser reforçado. Conforme documento registrado na Securities and Exchange Commission (SEC), o bilionário britânico planeja captar US$ 460 milhões para criar uma SPAC, chamada VG Acquisition.

Segundo o arquivo, a empresa, que tem Branson como fundador e está registrada nas Ilhas Cayman, pretende usar a cifra para comprar um ativo já em operação. A companhia acrescentou que irá procurar uma empresa que atue em um dos principais segmentos do grupo Virgin, como viagens, finanças, saúde, tecnologia, música, mídia, celular e renováveis.

Em abril, com os negócios do grupo impactados pela Covid-19, Branson, dono de uma fortuna estimada em US$ 4,3 bilhões, chegou a sugerir que poderia hipotecar uma ilha de sua propriedade, nas Ilhas Virgens Britânicas, para socorrer a companhia.

No início de agosto, no entanto, um dos braços do grupo, a Virgin Atlantic Airways, entrou com um pedido de recuperação judicial nos Estados Unidos. O registro foi feito dentro do capítulo 15 da lei americana. Ele permite que companhias estrangeiras com ativos no país e não listadas nas bolsas locais peçam proteção dos credores enquanto alinham um plano de recuperação em seu país de origem.

Em crescimento

Com o novo movimento  registrado na quarta-feira, o empresário engrossa uma lista de bilionários e de empresas que já seguiram esse caminho. A relação inclui, por exemplo, o investidor e bilionário Bill Ackman, e a gestora Apollo Global Management que registrou na quarta-feira um pedido para captar US$ 750 milhões por meio da empresa de cheque em branco Apollo Strategic Growth.

Antes, na terça-feira, 15 de setembro, o frigorífico brasileiro Minerva assinou uma carta de intenções não vinculativa com uma SPAC, para a venda de uma fatia de 23,3% da Athena Foods, subsidiária da companhia.

Algumas empresas já pegaram essa estrada há mais tempo. É o caso de fabricantes de veículos elétricos como Fisker, Lordstown e Nikola, que usaram desse expediente para levantar recursos e abrir capital no mercado americano.

Para a Nikola, o terreno depois desse processo se mostrou acidentado. Em 8 de setembro, a GM comprou uma participação de 15% na fabricante. Dois dias depois, a Hindenburg Research publicou um dossiê indicando que a startup de caminhões elétricos poderia ser uma fraude.

Siga o NeoFeed nas redes sociais. Estamos no Facebook, no LinkedIn, no Twitter e no Instagram. Assista aos nossos vídeos no canal do YouTube e assine a nossa newsletter para receber notícias diariamente. Por  Moacir Drska Leia mais em neofeed 17/09/2020





Valor de contrato da Klabin para uso de marca é de R$ 1 bi, diz laudo

A empresa divulgou o laudo de avaliação, elaborado pela consultoria e auditoria Deloitte, estimando o valor do contrato de licença para uso de marca, firmado com a Sogemar

A Klabin divulgou laudo de avaliação elaborado pela consultoria e auditoria Deloitte estimando o valor do contrato de licença para uso de marca, firmado com a Sogemar, dona da marca Klabin, em R$ 1,046 bilhão. 

O resultado da avaliação considera um fluxo de caixa entre 2020 e 2026...Leia mais em valoreconomico 17/09/2020





Cade aprova compra do Makro pelo Carrefour

A aquisição conta com 30 lojas, sendo 22 próprias e 8 alugadas, e 14 postos de combustíveis operados pelo Makro 

O Cade aprovou, na quarta-feira (16), a compra do Makro pelo Carrefour Brasil (CRFB3), de acordo com o documento enviado ao mercado.

A aquisição conta com 30 lojas, sendo 22 próprias e 8 alugadas, e 14 postos de combustíveis operados pelo Makro, localizados em 17 estados brasileiros.

“A conclusão da transação segue sujeita ao cumprimento de determinadas condições, incluindo, especialmente, o acordo dos proprietários das lojas alugadas e o trânsito em julgado da decisão proferida pelo Cade”, informou o documento.

Despesas 

O Carrefour espera que os gastos para converter as 30 lojas adquiridas do rival Makro para o formato Atacadão não ultrapasse 300 milhões de reais, disse um executivo nesta sexta-feira.

A compra acelera a expansão da unidade de negócios mais lucrativa do grupo francês no Brasil, onde o segmento de atacarejo ganhou relevância conforme a economia se recupera lentamente da recessão.

“O Makro reformou algumas de suas lojas para torná-las mais eficientes, então o capex provavelmente será menor do que quando abrimos uma nova loja Atacadão”, disse Roberto Müssnich, diretor presidente do Atacadão. Ele acrescentou que levará de três a seis meses para a reabertura das lojas sob a marca Atacadão... Leia mais em moneytimes 17/09/2020





Mediação pode ser método eficaz para onda de disputas de M&A

A todo vapor no Brasil, as fusões e aquisições (M&A, na sigla em inglês) de empresas devem desencadear inúmeras disputas entre sócios. 

A expectativa é que o volume de transações cresça 18% em 2020, no País, de acordo com levantamento divulgado no início deste mês pela Consultoria Euromonitor. É claro que o comportamento dos acionistas brasileiros não é igual que os norteamericanos. 

Mas, para efeito de comparação, 56% dos M&A’s nos Estados Unidos culminam em disputas pós-fechamento, tanto no Judiciário quanto em métodos alternativos, de acordo dados ...Por Ivo Bari - sócio do BVZ Advogados   Leia mais em estado 17/09/2020



BP Bunge Bioenergia busca sinergias de mais de R$ 1 bi

Nenhuma empresa planeja uma fusão esperando que surja uma pandemia logo na esquina. Mesmo assim, a joint venture BP Bunge Bioenergia, que concluiu a união das operações de suas duas acionistas - a petroleira britânica BP e a americana Bunge, gigante do agronegócio - em dezembro, avalia estar passando bem pelo teste de fogo que tem sido 2020. A empresa espera capturar sinergias, nesta safra (2020/21), de R$ 500 milhões, e vê potencial para o valor superar R$ 1 bilhão.

Em seis meses de safra, a nova companhia, que nasceu com 11 usinas e capacidade para moer 32 milhões de toneladas por safra, está focada em continuar otimizando sua estrutura e sua posição no mercado e em aumentar o uso de sua capacidade, afirma Mario Lindenhayn, presidente-executivo e presidente do conselho da BP Bunge. Por isso, não vê aquisições como prioridade, e descarta, por ora, um IPO.

Dos ganhos operacionais obtidos até agora, os principais são reduções de custos agrícolas e melhoras na parte logística, destaca. No campo, a companhia já reduziu seus custos de plantio em 30% em relação ao ano passado, por exemplo. O número de colhedoras nas lavouras - que, além de custar caro, demandam elevado custo de manutenção - foi reduzido em 20%, enquanto a produtividade aumentou 10%. Nas indústrias, o indicador que mede eficiência na produção, o RTC, subiu 1,5%.

"A mágica foi deslocar profissionais especializados que tínhamos em certas usinas para outras, para fazer um ´copia e cola´. Aplicamos práticas já existentes e homogeneizamos as unidades", diz Lindenhayn. A captura integral de sinergias só não deve ocorrer mais cedo porque parte delas depende do ciclo agrícola, como o plantio.

Com a união de processos e, sobretudo, a automação de atividades, houve um corte relevante de pessoal. Atualmente, a BP Bunge Bioenergia emprega 8,9 mil trabalhadores diretos, 1,2 mil a menos que o total que trabalhava para a BP e a Bunge em suas operações sucroalcooleiras antes da fusão.

A companhia também vem registrando ganhos de escala com a logística. Hoje, possui um contrato de escoamento de açúcar com a VLI que a tornou a maior operadora da commodity com a empresa de ferrovias. A joint venture ainda tem direito de usar tanques de etanol de 120 milhões de litros em Paulínia e 15 milhões de litros no porto de Santos da Opla, empresa controlada por BP e Copersucar.

Essa armazenagem à disposição caiu como uma luva para a BP Bunge Bioenergia quando a pandemia chegou e as pessoas pararam de abastecer seus veículos com etanol para ficar em casa. "É extremamente relevante, especialmente em um ano como esse em que o carregamento mostrou-se interessante para as empresas que puderam guardar o produto no período crítico de abril e maio", diz Geovane Consul, CEO da companhia. Apesar das incertezas que ainda rondam a safra atual, a expectativa dos executivos é fechar a temporada 2020/21 com receita entre R$ 5 bilhões a R$ 5,5 bilhões.

Enquanto a pandemia mantém o terreno pantanoso, o grupo pretende voltar seu foco para preencher a parcela de capacidade ainda ociosa, meta que pretende alcançar em até três safras. Na passada, as 11 usinas do grupo processaram 28 milhões de toneladas, 4 milhões a menos que o potencial.

Para zerar a diferença, a empresa planeja investir R$ 1 bilhão por safra nos canaviais, com atenção sobretudo aos tratos culturais, além de até R$ 250 milhões nos gastos com equipamentos e na manutenção de entressafra... Leia mais em tnpetroleo 17/09/2020



Startup recebe novo aporte e cresce 30% ao mês no mercado imobiliário

A startup Livima, que vem crescendo 30% ao mês no mercado imobiliário, recebeu novo aporte, em agosto, com captação em tempo recorde via crowdfunding no Brasil. Em apenas 72h, a proptech-fintech que une tecnologia com soluções imobiliárias e de serviços financeiros conseguiu levantar R$1 milhão.

Fundada em 2017, a startup oferece, além das negociações imobiliárias, possibilidade de contratação de financiamento, empréstimo com Garantia de Imóvel e Título de Capitalização em um único canal. “A junção de uma proptech-fintech faz total sentido para o mercado atual, e tem grande potencial de crescimento já em 2021. Acredito que parte do sucesso e da velocidade com que a Livima conseguiu fechar o round de captação é uma previsão boa de aumento de crédito e financiamento no mercado imobiliário. Com a Taxa Selic a 2%, e a competição entre os bancos e as financeiras, as taxas de juros estão cada vez menores, tornando este tipo de crédito mais acessível para todos”, afirma Felipe Bogoricin, fundador e CEO da startup.

A empresa vai receber, ainda este mês, um aporte de R$ 185 mil através de um programa de incentivo do Governo do Estado do Rio de Janeiro.  Segundo Felipe, o novo capital será investido em tecnologia e inovação, além de atração de novos clientes.

100% digital, sem comissão

A startup está lançando este mês um aplicativo, disponível para Android e IOS. A expectativa é que o app impulsione o crescimento da empresa, uma vez que vai melhorar a experiência do usuário. “Tudo é feito para que o cliente resolva tudo pelo celular.  É possível criar um anúncio, acompanhar o desempenho do imóvel e fazer contato direto com os interessados. A grande vantagem é que, anunciando pelo app, automaticamente e gratuitamente o anúncio é replicado em outros sites de imóveis, como Vivareal, Imovelweb, OLX e MercadoLivre. Ainda, há a opção de adicionar o imóvel no Zap Imóveis, Facebook, Instagram ou Google por uma pequena taxa, paga no cartão ou boleto”, conta Felipe.

Com atuação em todo o Brasil, com destaque para Rio de Janeiro e São Paulo, a empresa realizou, nos últimos 12 meses, um total de 400 transações pela plataforma, sendo a maioria venda de imóveis. A meta é chegar a 100 mil anunciantes até final de 2021.

“No nosso modelo 100% digital é o proprietário que realiza a negociação diretamente com os interessados. Com isso, ele ganha independência e acaba economizando bastante por não precisar pagar a comissão, que nos concorrentes pode chegar a 5-6%. A intenção é que os processos de venda e locação fiquem mais rápidos, fáceis e econômicos. Durante a pandemia, continuamos vendendo, já que os proprietários conseguiam se comunicar diretamente com os interessados. Nenhuma outra startup oferece isso no mercado. Geralmente, oferecem barreiras ou algum tipo de filtro nas informações”, afirma Felipe.

Imóvel como garantia

O empréstimo com imóvel como garantia é uma modalidade muito conhecida e usada nos Estados Unidos, na Europa e na Ásia. No Brasil, ela está começando a crescer. “Uma estimativa é que, hoje, esta modalidade represente 2% do PIB, e grandes economistas projetam um aumento para 12% do PIB. É um crescimento alto e significativo. Muitos bancos estão aportando capital para esta linha de crédito, e outras financeiras estão recebendo dinheiro do exterior para, cada vez mais, viabilizar a modalidade para proprietários de imóveis no país. Na Livima, temos uma demanda atual de uma média de 10 pedidos por dia, totalizando mais de 1 milhão em valores solicitados diariamente”, conta.

Segundo ele, a grande vantagem deste crédito é que oferece empréstimo com taxa de juros baixas e prazos longos. Isso ajuda muito a saúde financeira do proprietário, já que é possível conseguir um valor maior de empréstimo com parcela pequena, sem onerar muito as despesas mensais.

“Esta linha de crédito também leva em consideração negativados, ou quem possui dívidas. Se chama de refinanciamento de dívidas, você troca uma dívida cara por uma mais barata. Esta linha também tem ajudado muitos empresários, principalmente micro, pequenos e médios empreendedores a conseguirem capital para sua empresa”, conclui o CEO. Leia mais em startupi 17/09/2020





Itaú Unibanco vende totalidade de participação na empresa CR2

O Itaú Unibanco vendeu toda a sua participação acionária na CR2 (BOV:CRDE3) Empreendimentos Imobiliários. A operação incluiu a venda de 475.611 ações ordinárias, equivalentes a 19,64% do capital social da companhia.

O comunicado foi feito nesta segunda-feira (14).

A transferência das ações ocorrerá em até 90 dias a contar desta terça-feira (15). A empresa disse que o Itaú cedeu para a Total Log Planejamento e Participações créditos de sua titularidade, que estão garantidos por 605.373 ações ordinárias da companhia, representativas de 24,99% do seu capital social... leia mais em advfn 17/09/2020





Domo vai captar novo fundo de R$ 100 milhões e investe em rede de vistoria de imóveis

A gestora Domo Invest está começando a captação de um novo fundo e anuncia um investimento de R$ 5,5 milhões na Rede Vistorias, startup que atua na área de vistorias de ativos imobiliários e que vai apostar em serviços financeiros e em SaaS

A Domo Invest, gestora que tem como sócios Rodrigo Borges, Marcello Gonçalves, Felipe Andrade, Gabriel Sidi e Guga Stocco, está começando a captação de um novo fundo de venture capital de R$ 100 milhões, o Domo Venture II.

No Domo Venture I, que era também de R$ 100 milhões, a gestora investiu em 22 startups. Entre elas, estão nomes como as fintechs Ioou, Noverde, MeuTudo e Grão. O ciclo de novos aportes está encerrado. Agora, os recursos restantes vão ser usados para rodadas subsequentes nas empresas investidas.

“A ideia é repetir o mesmo modelo do primeiro fundo”, afirma Marcello Gonçalves, em entrevista ao NeoFeed. O Domo Venture II vai investir em startups que estão no estágio inicial e pré-Series A, com cheques que vão de R$ 1 milhão a R$ 4 milhões.

Ao mesmo tempo em que está captando um novo fundo voltado a empresas B2C, a Domo Invest está começando a fazer investimentos do Domo Enterprise, fundo de R$ 150 milhões, criado no ano passado, para investir em startups B2B que contam com soluções e produtos que aumentam a produtividade das empresas.

A gestora acaba de liderar um investimento de R$ 5,5 milhões na Rede Vistorias, startup que atua na área de vistorias em ativos imobiliários com sede em Florianópolis. A rodada contou também com a participação da Terracotta Ventures e da Invisto.

Esse é o segundo aporte do Domo Enterprise. O primeiro foi na FindUp, uma espécie de “Uber” de técnicos de informática, que reúne mais de 10 mil profissionais espalhados pelo Brasil com o intuito de atender empresas de forma rápida.

A Rede Vistorias foi fundada em 2016 com o objetivo de padronizar as vistorias de ativos imobiliários através de tecnologia. “A solução permite fazer um vistoria de um imóvel de forma detalhada e imparcial, através de um check-list para não esquecer nenhum item”, diz Enrico Dias, CEO da Rede Vistorias, ao NeoFeed. “Em uma vistoria de saída, por exemplo, o sistema define o que é depreciação e o que mau uso.”

A startup já conquistou 1,2 mil clientes, entre imobiliárias, construtoras e instituições financeiras. No total, a empresa já vistoriou mais de 12 milhões de metros quadrados em mais de 120 mil vistorias. Atualmente, a empresa faz 10 mil vistorias por mês e está crescendo a um taxa mensal de 25%. “Vamos acelerar a nossa expansão, aproveitando o processo de digitalização que todo o segmento está passando”, afirma Dias.

O aporte será usado para aumentar o volume de vistorias mensais. Hoje, a empresa atua em 400 cidades e conta com aproximadamente 600 vistoriadores, que são, em geral, microempreendedores individuais que assinam contratos com a Rede Vistorias.

O modelo é misto, composto por uma rede própria ou via franquias. Em sua rede, a startup cobra por vistorias realizadas. Nas franquias, ela recebe royalties para que a marca possa ser usada pelos franqueados.

Com o aporte da Domo Invest, a Rede Vistorias vai apostar ainda em duas novas áreas: a de serviços financeiros e a da venda de sua solução no modelo de SaaS (software as service).

No caso dos serviços financeiros, a Rede Vistorias comprou uma participação majoritária na corretora Rede Confiax, baseada em Minas Gerais. A ideia é começar a oferecer serviços exclusivos à base de clientes. “Quem contratar um seguro fiança e residencial, pode ganhar uma vistoria” diz Dias, exemplificando um tipo de oferta que poderá oferecer.

No cardápio de serviços financeiros, a Rede Vistorias pretende oferecer também antecipação de aluguel e crédito para reformas. A modalidade será via “home equity”, em que o imóvel entra como garantia do empréstimo. A atuação não será direta, mas sim via parceiros que estão em negociação.

Na área de SaaS, o plano é vender sua solução para construtoras, que pagarão uma mensalidade para usar a plataforma. “O nosso foco vai ser o setor de real estate”, afirma Dias.

A companhia já conta entre seus clientes com grandes empresas que usam os seus serviços de vistorias. Entre elas estão a Housi, que atua com aluguel de imóveis e pretende abrir o capital da B3, e a Loft, startup de compra e venda de imóveis que vale mais de US$ 1 bilhão.... leia mais em NeoFeed 16/09/2020



Governança é o fator ESG que mais impacta ratings na AL, diz Fitch

Agência criou um sistema de "score", de 1 a 5, para avaliar o impacto material de uma dimensão ESG sobre um setor ou empresa 

A governança é a dimensão com maior peso entre os fatores ESG (sigla em inglês para ambiental, social e governança) para os ratings de emissores na América Latina, segundo o diretor-executivo para América Latina da Fitch Ratings, Rafael Guedes, durante painel online da agência de classificação de riscos.

"No Brasil, o fator [ESG] que impacta mais são os fatores de governança", afirmou o executivo. 

Segundo o diretor sênior e chefe global de ESG da Fitch..Leia mais em valoreconomico 17/09/2020





Brasileira Vitru corta faixa de preço e números de ações em IPO na Nasdaq

Esperava-se inicialmente que a Vitru precificasse suas ações na quarta-feira

A empresa brasileira de ensino a distância Vitru reduziu sua faixa de preço por ação para 16 a 18 dólares em sua oferta pública inicial na Nasdaq, contra a faixa de 22 a 24 dólares anteriormente, de acordo com documento regulatório desta quinta-feira, em um sinal de fraca demanda dos investidores.

A companhia, que controla a Uniasselvi e é apoiada pelas empresas de private equity Carlyle Group, Neuberger Berman LLC e Vinci Partners, também reduziu o número de ações a serem vendidas na oferta de 11,2 milhões para 6 milhões.

Anteriormente, tanto a empresa quanto seus acionistas iriam vender ações, mas o prospecto atualizado do IPO afirmou que apenas a Vitru oferecerá novas ações. 

Esperava-se inicialmente que a Vitru precificasse suas ações na quarta-feira. A empresa de educação planeja usar os recursos da oferta para expandir seus negócios, inclusive por meio de aquisições... leia mais em moneytimes 17/09/2020





Bradesco vende carteira de crédito ‘podre’ no valor de face de R$ 800 milhões

O Bradesco vendeu ontem, dia 15, uma carteira de crédito vencido, conhecida popularmente como crédito podre, de valor de face de R$ 800 milhões. 

O leilão da carteira foi feita em lotes e, ao final, a Return Capital, empresa de recuperação de crédito do Santander, abocanhou mais da metade. O restante foi dividido pela Recovery, do Itaú Unibanco, e pela Ativos, do Banco do Brasil. 

A venda foi relativa à carteira de pessoa física, mais especificamente de cartões de crédito, como os que a instituição financeira possui junto a empresas como a Losango ou com lojas de departamento. A última venda desse tipo de carteira foi realizada em março, antes da pandemia, e agora há uma indicação de retomada desse mercado. Procurado, o Bradesco disse que foi um “processo natural de venda de carteira do banco”. .. Leia mais em estadao 17/09/2020





Endeavor lança guia de fundraising

Com patrocínio da EY e da EDP Ventures, mapa detalha nove alternativas de acesso a capital.

A Endeavor, rede global formada por empreendedores à frente de scale-ups lançou o Mapa de Acesso a Capital, guia que oferece conceitos, instruções e boas práticas para acessar financiamento para empresas.  

Com patrocínio da EY e da EDP Ventures, o guia apresenta as características de cada uma das nove alternativas de acesso a capital e qual o processo para acessá-las. 

As alternativas apresentadas são investimento anjo, seed, série A/B, growth capital, private equity, capital de giro, linhas de crédito, debêntures e venture debt.

Segundo a organização, o objetivo do mapa é ajudar os empreendedores e empreendedoras a tomar melhores decisões de acesso a capital, de acordo com o momento e estratégia de crescimento de seus negócios.

“É justamente o ano em que os empreendedores precisam, como nunca, do nosso apoio e que o país precisa, como nunca, dos nossos empreendedores, pois as scale-ups são as grandes geradoras de inovação, emprego e competitividade no Brasil”, destaca Camilla Junqueira, diretora geral da Endeavor.

O material foi construído com o apoio de mais de 40 mentores da rede, especialistas de mais de 25 organizações — entre redes de investidores, fundos e assessorias —, e insights colhidos em mais de 400 mentorias realizadas nos últimos cinco anos.

Para elaborá-lo, foram analisados desafios de equity (momento da captação, risco, processo de negociação, diluição e processo pós captação) e dívida (momento de contrair dívida, risco, preparação, alavancagem e custo) das startups e scale-ups.

Nele, estão mapeados mais de 150 fundos, early e late stage, com a descrição das suas teses de investimento, assim como mais de 70 fintechs que oferecem crédito e outros serviços para empresas.

O guia ainda traz uma lista de 23 bancos de desenvolvimento e agências de fomento, evidenciando o tipo de financiamento que eles concedem para empresas, além de um mapa de linhas de crédito com as ofertas do BNDES, Finep, BRDE e Banco do Nordeste, com detalhamento das condições de financiamento oferecidas.

"Os mapas representam o mundo real mas em uma escala muito pequena. Eles nos ajudam a ir de um ponto A ao ponto B, preparar a jornada e se organizar ao longo dela. Esse mapa vai ajudar a sair da navegação ‘chutômetro’ e chegar à era do GPS", exemplifica Edson Rigonatti, mentor da Endeavor e sócio da Astella Investimentos. 

No Brasil desde 2000, a Endeavor se coloca como decisiva para a geração de mais de 48 mil empregos e R$ 9 bilhões em receita anualmente, por meio de programas de apoio e aceleração que impactaram mais de 600 empreendedores.

Já a EY é uma multinacional britânica especializada em serviços de auditoria, impostos, transações corporativas e consultoria. 

Fundada em 1989, teve receita de US$ 36,4 bilhões em 2019. No Brasil, a empresa tem escritórios em 12 cidades com um time de cinco mil profissionais.

A EDP Ventures Brasil foi criada em 2018 com R$ 30 milhões em recursos a serem destinados a startups voltadas ao setor elétrico. Em seu portfólio, estão Voltbras, Colab, Dom Rock, Delfos e Fractal Engenharia e Sistemas. 

Desde 2008, os veículos de venture Capital do Grupo EDP já aplicaram globalmente € 38 milhões em 33 startups, que juntas possuem mais de 1,2 mil colaboradores e geram mais de € 140 milhões de receita por ano... Leia mais em baguete 15/09/2020





WEG 59 anos: Com olhar voltado para o futuro, empresa compra startups de soluções digitais e inteligência artificial

A modesta fábrica de motores elétricos de Jaraguá do Sul fundada há 60 anos se transformou em uma gigante mundial que, ano após ano, expande ainda mais as áreas de atuação. As aquisições mais recentes da multinacional evidenciam esse movimento e apontam para o futuro.

Segundo o diretor de Negócios Digitais da WEG, Carlos José Bastos Grillo, os investimentos nas startups Mvisia e BirminD, feitos na metade deste ano, complementam uma série de ações que a empresa iniciou em 2019 para atender as novas demandas da Indústria 4.0.

A BirminD, de Sorocaba, atua no mercado de Inteligência Artificial aplicada à Industrial Analytics. Com o fechamento do acordo, a WEG passou a ter 51% do capital social da empresa de tecnologia, com possibilidade de aumentar sua participação nos negócios posteriormente.

"A BirminD vai nos proporcionar tratar de dados industriais, desde planilhas em Excel e dados menos estruturados, para empresas com um nível de digitalização ainda inicial, até conexões automáticas com ERPs, MES, supervisórios e controladores", relata o diretor.

Conforme Grillo, ao correlacionar as informações, a tecnologia da empresa pode sugerir meios para otimizar processos, encontrar potenciais ações redutoras de desperdícios, indicar pontos de operação para excelência industrial e simular novos cenários.

Outra aquisição da multinacional foi a Mvisia, também de São Paulo e em destaque no mercado nacional. A startup é especializada em soluções de inteligência artificial voltada à visão computacional para a indústria.

Com a compra de 51% do capital social da empresa, a multinacional jaraguaense busca incluir novos recursos à WEG Digital Solutions e à plataforma IoT WEGnology®, lançada recentemente para atender a Indústria 4.0.

Segundo o diretor de Negócios Digitais, a empresa possui uma solução madura e escalável, de grande valor para as técnicas de monitoramento, sensoriamento e gerenciamento de processos industriais através de visão computacional e algoritmos de Inteligência Artificial (Machine Learning, Python, OpenCV).

“Com esta aquisição incluiremos no nosso ecossistema digital uma tecnologia de captura, tratamento, processamento e armazenamento dos dados através de imagens, capaz de enviar para a nuvem informações precisas e em tempo real, possibilitando controle de aspectos como produtividade, segurança, quantidade de defeitos e dimensões", explica.

De acordo com Grillo, será possível gerar insights automáticos sobre atributos quantitativos e qualitativos de produtos. "É uma tecnologia que vem para auxiliar e aprimorar a inteligência humana", destaca.

Importância para o desenvolvimento

Na análise do diretor de Negócios Digitais da WEG, a empresa jaraguaense tem conseguindo se destacar no processo de digitalização da automação industrial, fundamental para a Quarta Revolução Industrial.

"É uma mudança que não tem mais volta. Adotamos diversas novas tecnologias dentro da WEG nos últimos anos e nossos clientes também enxergam a necessidade de fazer parte desse movimento e evoluir. É um mercado que traz inúmeras vantagens e oportunidades de investimento", avalia. .. Leia mais emocp.news 17/09/2020





Preço mínimo da venda da Copel Telecom é de R$ 1,4 bilhão

A Copel divulgou em fato relevante ao mercado na quarta-feira, 16, a aprovação do edital de leilão para a venda da Copel Telecom. A distribuidora paranaense colocou um preço mínimo de R$ 1,401 bilhão para o valor patrimonial (equity value). A ideia é publicar na íntegra o edital no próximo dia 21, com o leilão acontecendo na B3: Brasil, Bolsa, Balcão após 49 dias da divulgação do edital: ou seja, no dia 9 de novembro.

Segundo a Copel, o prazo da entrega de documentos de representação, das declarações e da garantia da proposta será até cinco dias antes do leilão, no dia 5 de novembro. 

No mesmo dia, a distribuidora publicou uma série de atas de assembleia de diversas classes de debenturistas para deliberar sobre a proposta da venda. Apesar de ter havido aprovação em maior parte, houve falta de quórum em uma delas, e definição de condicionantes. A Copel pode convocar nova assembleia extraordinária para voltar a tratar do assunto. 

Desta forma, a venda da Copel Telecom segue em linha com o calendário esperado. A empresa pretende que a assinatura de contrato de compra e venda de ações aconteça no primeiro trimestre de 2021. O Tribunal de Contas do Paraná ainda deverá avaliar os termos.

Ativos

O market share de acessos em fibra ótica da Copel Telecom no Paraná caiu nos últimos anos, passando de 67% para atuais 22%. Ainda assim, a operadora reporta 206 mil acessos de banda larga e um milhão de homes-passed (HPs). A rede ótica que será leiloada tem 32,9 mil km e cobre mais de 80 municípios. .. Leia mais em teletime 17/09/2020





BioNTech compra laboratório da Novartis para ampliar produção de vacina contra covid-19

Os termos financeiros da transação não foram divulgados

Pessoa participa de teste de vacina contra covid-19 desenvolvida pela BioNTech 

A empresa de biotecnologia BioNtech vai comprar um laboratório da Novartis na Alemanha para ampliar a capacidade de produção da vacina contra covid-19 que está sendo desenvolvida em até 750 milhões de doses por ano.. leia mais em valoreconomico 17/09/2020







Com aquisição da JR1 Informática, Agasus entra em segmento de revenda de seminovos

Empresa espera conquistar participação efetiva em mercado que ainda não conta com muitos representantes

Companhia do se locação de hardware, a Agasus anuncia a compra da JR1 Informática,  empresa que atua como revendedora de equipamentos seminovos. Com a aquisição, a Agasus amplia o leque de serviços oferecidos e adiciona R$ 15 milhões no faturamento da empresa previsto para este ano, aumentando para  R$ 95 milhões a previsão de faturamento da marca em 2020.

O segmento de revenda de equipamentos entrou no foco da Agasus por conta do seu potencial de crescimento. Como o mercado de revenda encontra-se bastante pulverizado, a companhia espera que, com a compra e união de negócios, consiga adquirir maior ..Leia mais em computerworld 16/09/2020





Capitalizado, o Banco Inter vai às compras

Depois de captar R$ 1,2 bilhão em um follow on, o banco digital se prepara para comprar empresas de tecnologia para impulsionar sua plataforma de investimentos, fintechs e companhias de fullfilment para o ecommerce

Depois de levantar R$ 1,2 bilhão em um recente follow on, o Banco Inter se prepara para pôr a mão no bolso e sair às compras. Liderado por João Vitor Menin, o banco já mapeou algumas áreas de interesse e está analisando adquirir empresas como fintechs e companhias que atuam em logística.

Fontes confirmaram ao NeoFeed que o foco da instituição neste momento é fazer aquisições para encorpar a sua área de investimentos e o seu marketplace. Cinco profissionais do banco foram destacados para fazerem parte de uma área chamada de Business Development para atuar em M&As.

Essa área tem como foco achar as empresas que se encaixem na estratégia de crescimento do banco. Mas, segundo fontes, não seriam grandes aquisições. São mais empresas estratégicas. “O que eles estão buscando é comprar capacidade tecnológica e de execução”, diz uma pessoa que conhece a operação.

Na visão de Menin, dizem essas fontes, não tem sentido fazer grandes compras para trazer clientes ou bilhões de reais sob custódia. Esse espaço já estaria bem ocupado e o banco, diz essa mesma fonte, tem capacidade para fazer as operações escalarem com as próprias pernas.

Hoje, a plataforma de investimentos do Inter conta com quase R$ 26 bilhões sob custódia. Além disso, a instituição tem cerca de 7 milhões de correntistas e está criando um ecossistema ao redor deles. O NeoFeed antecipou, em maio, a criação da Intercel, uma operadora de telefonia e depois a criação da Win, uma área private banking do Inter.

Há uma semana, a instituição financeira rebatizou a DLM Investimentos, comprada no fim de 2019, de Inter Asset. E o seu marketplace tem crescido a taxas chinesas. Em agosto, bateu R$ 130 milhões em GMV. E Menin já teria dito internamente que deva chegar a R$ 250 milhões até o fim do ano.

Se mantiver esse ritmo, o marketplace do Inter poderia movimentar R$ 3 bilhões em 2021, criando, assim, uma das principais empresas de varejo do País. “Com um take rate de 6%, podemos estar falando de uma receita anual de R$ 180 milhões para um negócio criado em 2019”, escreveram em relatório os analistas Eduardo Rosman e Thomaz Peredo, do BTG Pactual.

Justamente por isso, o banco pretende comprar companhias de fullfilment. No fim das contas, o Inter estaria se tornando também um varejista, fazendo o caminho inverso do Mercado Livre.

À interlocutores, Menin tem dito que não é mais o caso de “se irá comprar, mas sim de quando irá fazer essas compras”. As aquisições são vistas como fundamentais para o crescimento da companhia. E não é só o Inter que está saindo às compras para ganhar musculatura.

Na semana passada, conforme o NeoFeed publicou em primeira mão, o Nubank comprou a plataforma de investimentos Easynvest, com 1,5 milhão de clientes e mais de R$ 23 bilhões sob custódia. Além de dinheiro, o negócio envolveu troca de ações.

Mas essa foi a terceira compra do ano. Em janeiro, o Nubank adquiriu a empresa brasileira de software Plataformatec. Em junho, foi a vez de levar para casa a americana Cognitec, criadora da linguagem de programação Clojure usada pelo próprio banco.

O Neon, que recebeu um aporte de R$ 1,6 bilhão, comprou a corretora Magliano para lançar a sua própria plataforma de investimentos e outras instituições financeiras como, por exemplo, o Modalmais, comprado pelo Credit Suisse, estão seguindo o mesmo caminho.

No varejo, um setor que cada vez mais disputa clientes com o mercado financeiro, há um movimento semelhante. Desde o início da pandemia, a Magazine Luiza, com um reforçado caixa de R$ 5,8 bilhões, saiu às compras e adquiriu um total de quatro empresas só no mês de agosto.

A varejista da família Trajano incorporou companhias como Hubsales, Canaltech, inLoco Media e Stoq. E, a julgar pelas declarações do CEO Frederico Trajano, mais aquisições virão pela frente.

“Nós olhamos qualquer área, desde novas categorias, superapps, entrega mais rápida, crescimento exponencial do marketplace e dos serviços ofertados aos sellers”, afirmou Trajano, durante a teleconferência do segundo trimestre. “Não temos preconceito. Nosso espectro é amplo e, por isso, não se surpreendam com nada.”

Em abril, a Via Varejo comprou a Asap Log, que atua na última milha do ecommerce. Em maio, a companhia adquiriu 100% da fintech Banqi, o que marcou com mais ênfase a sua atuação no setor financeiro e de contas digitais. Aos poucos, vai se transformando em uma companhia que atua em vários segmentos.

“A vantagem da Via Varejo é que ela pode ir muito além do varejo. Temos um grande ecossistema na mão”, disse Roberto Fulcherberguer em entrevista ao programa Conselho de CEO, da Jovem Pan.

“Temos logística no nosso DNA, a maior logística do País. Temos crédito no nosso DNA, a maior carteira de crédito isolada do varejo. Temos um CRM muito ativo, com 85 milhões de clientes na base, temos lojas bem posicionadas e, agora, um superonline.” E prossegue. “Podemos ser muitas outras coisas que não só varejista.” A disputa por ativos e por mercados nunca foi tão grande... Leia mais em  NeoFeed 17/09/2020



16 setembro 2020

O “floco de neve” que conquistou Warren Buffett, a Salesforce e Wall Street

A Snowflake, companhia de gestão de dados na nuvem, captou US$ 3,3 bilhões em sua abertura de capital na Bolsa de Nova York, na maior operação do ano nos EUA e no maior IPO de uma companhia de software na história. A startup ainda atraiu o bilionário Warren Buffett e a Salesforce como investidores

A temporada de ofertas públicas iniciais de ações nos Estados Unidos segue movimentada. Dentro dessa agenda intensa, a Snowflake, empresa americana de gestão de dados na nuvem, um dos IPOs mais aguardados do ano, não decepcionou.

Liderada pelo CEO Frank Slootman, a companhia do “floco de neve” mostrou que o mercado americano de capitais está definitivamente aquecido. Com o início das negociações de seus papéis nesta quarta-feira, na Bolsa de Nova York, o IPO foi fixado em US$ 120 por ação, acima da faixa esperada, entre US$ 100 e US$ 110.

Nesses termos, a empresa captou US$ 3,3 bilhões e foi avaliada em US$ 33 bilhões. Mas ao longo do primeiro dia de negociação, as ações da companhia fecharam o pregão cotadas a US$ 253,93,  o que representou uma valorização de 111,61%. O valor de mercado subiu para US$ 70,4 bilhões.

Esses números traduzem grandes marcos. Além de ser a maior abertura de capital do ano nos Estados Unidos, esse foi o maior IPO da história de uma companhia de software. Até então, esse posto era ocupado pela também americana VMware, que levantou US$ 957 milhões em sua oferta, realizada em 2007.

A cifra também é bem superior à avaliação de US$ 12,4 bilhões que a Snowflake recebeu em fevereiro, quando captou seus últimos recursos como empresa privada, de US$ 479 milhões. No total, a companhia fundada em 2012 atraiu US$ 1,4 bilhão em oito rodadas, com a participação de fundos como Sequoia Capital e ICONIQ Capital.

A Snowflake desembarca na bolsa americana com outras credenciais de peso. A Berkshire Hathaway, gestora do bilionário americano Warren Buffett, tradicionalmente avesso a investimentos em companhias de tecnologia, se comprometeu a aportar US$ 250 milhões na operação após o IPO.

Esses recursos serão complementados com outros US$ 250 milhões do braço de venture capital da companhia americana de software Salesforce, que já integrava a lista de investidores da Snowflake.

A ótima recepção à empresa no mercado de capitais passa pelo avanço da operação na esteira da pandemia. Mas é baseado, muito mais, nas perspectivas de crescimento da companhia no médio e longo prazo.

Antes de concretizar essas premissas, no entanto, a Snowflake, que tem uma base de 3,1 mil clientes, vem repetindo um roteiro já trilhado por tantas outras grandes promessas do setor de tecnologia. Até hoje a empresa não é lucrativa.

Em seu ano fiscal encerrado em janeiro, a empresa reportou um crescimento de 173,7% na receita líquida, para US$ 264,7 milhões. Em contrapartida, apurou um prejuízo líquido de US$ 348,54 milhões, contra uma perda de US$ 178,03 milhões no exercício anterior.

Além dessa questão, outro ponto de atenção no mapa da companhia é o acordo pelo qual a empresa se comprometeu a destinar US$ 1,2 bilhão a Amazon Web Services (AWS), nos próximos cinco anos. Braço de infraestrutura de tecnologia da Amazon, a AWS é a principal provedora da Snowflake.

Para reduzir essa dependência, ressaltada por analistas, a empresa vem costurando acordos com outros fornecedores de infraestrutura e de serviços na nuvem, como a Microsoft e o Google.

Boom em Wall Street

O IPO da Snowflake fortalece um ano no qual as empresas já captaram mais de US$ 78 bilhões em aberturas de capital no país, segundo a consultoria Dealogic. A chegada da operação é também o destaque em uma semana recheada de ofertas de companhias de software em Wall Street.

O calendário inclui nomes como a Unity, de software de games, e a Sumo Logic, de software de análise de dados. A primeira planeja captar até US$ 1,2 bilhão em seu IPO. Já a segunda prevê levantar US$ 281 milhões. A lista da semana passa ainda pela israelense JFrog, cuja projeção é arrecadar US$ 328 milhões.. Leia mais em  NeoFeed 16/09/2020



16 setembro 2020



Magazine Luiza e FedEX estão interessadas nos Correios, diz ministro

O ministro das Comunicações Fábio Faria afirmou em uma live que o governo quer, em breve, privatizar os Correios e que gigantes do varejo, como a Magazine Luiza, já demonstraram interesse na aquisição da Estatal. 

"Não teremos um processo de privatização vazio. Já temos cinco players interessados, entre eles Magalu, DHL e FedEx", adiantou o ministro, ressaltando que os Correios é uma empresa saudável.

Questionado sobre as diretrizes e a composição acionária de um Correios privatizado, Faria disse que as questões serão discutidas mais tarde. "Vai ser decidido no Congresso. Por exemplo: quem comprar [a Estatal] vai precisar continuar entregando em Macapá, Santarém... Vai ter essa obrigação?"...Leia mais em Bol.uol 16/09/2020



Ânima pode mudar o jogo na compra da Laureate pela Ser

Por ser menor, Ânima poderia oferecer condições semelhantes e teria menor resistência do Cade

A Ânima Educação está estudando enviar uma proposta de aquisição dos ativos da Laureate International no Brasil. O grupo estrangeiro recebeu uma oferta da Ser Educacional no fim da semana passada e também atrai o interesse da Yduqs (Ex-Estácio). 

A Ser acredita que dificilmente os rivais conseguirão superar sua proposta, mas os argumentos que poderiam inviabilizar uma compra pela Yduqs, fortalecem uma possível jogada da Ânima.... Leia mais em veja.abril. 16/09/2020





Hapvida começa a ficar sem espaço para aquisições no Nordeste, diz Ágora

De acordo com o documento, a recomendação do CADE foi baseada em uma concentração das atividades da Hapvida nos mercados de seguro saúde médico e hospitalar em 72 cidades das 130 do Norte e Nordeste (Imagem: YouTube/Hapvida Saúde)

A Hapvida (HAPV3) está começando a ficar com espaço limitado para aquisições no Nordeste, de acordo com a avaliação da Ágora.

A análise veio após um notícia publicada pelo CADE ontem (15), recomendando que a companhia desistisse da aquisição dos ativos da Plamed, operadora de planos de saúde de Sergipe.

A Plamed conta com aproximadamente 31 mil beneficiários de planos de saúde localizados em maior parte na região de Aracaju e municípios vizinhos. A aquisição proposta consiste na compra apenas da base de beneficiários da Plamed, alguns ativos imobiliários e equipamentos, mas não inclui a estrutura vertical da companhia.

De acordo com o documento, a recomendação do CADE foi baseada em uma concentração das atividades da Hapvida nos mercados de seguro saúde médico e hospitalar em 72 cidades das 130 do Norte e Nordeste.

Na visão dos analistas Fred Mendes e Flávia Meireles, apesar de ser uma aquisição pequena, o CADE começa a dar sinais de que a Hapvida pode enfrentar dificuldades para se expandir em algumas regiões.

“No entanto, isso não deve significar dificuldades em outras regiões além do Norte e Nordeste, já que a Hapvida ainda trabalha em muitos mercados muito fragmentados (a Hapvida tem apenas cerca de 8% do mercado total do beneficiários)”, completaram os analistas no relatório... Leia mais em moneytimes 16/09/2020



Pesquisa da KPMG revela que as renováveis ganharam destaque nas atividades de fusões e aquisições

O percentual do número de fusões e aquisições com foco no setor renovável tem aumentado nos últimos anos em toda indústria de energia. Até agosto deste ano, foram fechadas 35 operações em energia, sendo 27 em renováveis, ou seja, 77% do total. Os dados constam na pesquisa de fusões e aquisições realizada pela KPMG.

Em todo ano de 2019, foram realizadas 51 transações, sendo 31 renováveis, um total de 61%. Já em 2018, no total de negócios em energia (55), 53% eram de renováveis (29).

Paulo Guilherme Coimbra, diretor da KPMG, disse que os projetos renováveis vêm ganhando destaque nos últimos meses em fusões e aquisições. “São empresas de diversos setores adquirindo ativos renováveis com foco na implantação de ações e projetos sustentáveis. Podemos dizer que as discussões em torno das questões de meio ambiental, social e governa (ESG) impulsionaram as atividades de fusões e aquisições em energia renovável. Outro fator relevante é volatilidade do preço de energia pela queda de demanda”, afirmou... Leia mais em petronoticias 16/09/2020





Aquisições bilionárias e possível fusão de 2 grandes bancos: as operações que movimentam as empresas no exterior

Nos últimos dias, Nvidia anunciou compra da Arm do Softbank, Gilead adquiriu a Immunomedics e mercado aguarda por desdobramentos da "novela TikTok"

Entre o último fim de semana e o início desta semana, o noticiário sobre fusões e aquisições movimentou o mercado, não só brasileiro com a notícia sobre a negociação da Ser (SEER3) com a Laureate do Brasil (veja mais clicando aqui), MAS principalmente o americano e europeu.

Na indústria de semicondutores, a Nvidia anunciou a aquisição da fabricante de chips Arm, do Softbank, por US$ 40 bilhões, na maior operação do setor na história. A Arm produz componentes fundamentais para smartphones da Apple e da Huawei, entre outras, consolidando a presença da Nvdia no mercado de operação móvel.

Para a Nvidia, a Arm representa uma chance de impulsionar seu negócio de rápido crescimento para data centers, as enormes redes de computadores que alimentam grandes empresas e redes de computação em nuvem. As ações da Nvidia, que já subiram mais de 110% este ano, subiram mais de 5% na segunda-feira e seguiram com ganhos nesta terça-feira.

Já o SoftBank segue desinvestindo de ativos “operacionais” para focar na performance do Vision Fund (de mais de US$ 100 bilhões), seu fundo focado em tecnologia, conforme ressalta Guilherme Giserman, estrategista internacional da XP Investimentos, no relatório Radar Global. 

No sábado, por sua vez, foi anunciado que a farmacêutica norte americana Gilead adquiriu a Immunomedics por US$ 21 bilhões – representando um prêmio de 108% sobre o fechamento de sexta-feira e fazendo com que os papéis da última companhia chegassem a dobrar de valor na Nasdaq na sessão da véspera.

A Immunomedics produz o Trodelvy, medicamento promissor para o combate ao câncer de mama.

A estimativa é de que, comprovada sua eficácia para outros tipos de câncer, o produto possa adicionar entre US$ 3 bilhões e US$ 5 bilhões em receitas ao ano para a Gilead, destaca Giserman.

Operações no radar 

Além das operações concluídas, os investidores ainda ficam de olho nos acordos que possam vir a ser cumpridos em breve.

A Oracle (ORCL34) superou a Microsoft (MSFT34) e confirmou que será a “parceira tecnológica” do aplicativo chinês TikTok nos EUA após uma verdadeira novela sobre a venda ou não do aplicativo nos EUA pela chinesa ByteDance. A operação não deverá ser configurada como venda total e mais detalhes do acordo serão submetidos ao governo americano ainda nesta semana.

Conforme destaca Giserman, por parte da Oracle, a transação é estratégica e deverá: alavancar as operações cloud (74% das receitas), dado que a empresa irá armazenar as bases de dados do TikTok –  o mercado cloud é atualmente dominado pela Amazon (AMZO34) e Microsoft – com cerca de 60% de fatia de mercado.

Além disso, a Oracle terá acesso a dados estratégicos uma vez que, com mais de 100 milhões de usuários nos EUA, o TikTok ajudará a Oracle a aprimorar seu software de distribuição de anúncios, um de seus principais produtos. “Ainda não está claro se a tecnologia de Inteligência Artificial do aplicativo (responsável pela recomendação de conteúdo) será incluída no acordo”, aponta.

O governo dos EUA realizará uma análise de segurança nacional da proposta da Oracle pelo TikTok nesta semana, disse o secretário do Tesouro dos EUA, Steven Mnuchin, em entrevista à CNBC na segunda-feira.

O acordo, se finalizado, criaria o que Mnuchin chamou de “TikTok Global”. Ele acrescentou que a unidade teria sede nos Estados Unidos e criaria 20 mil empregos – potencialmente uma medida para facilitar o acordo, já que Trump enfrenta o que promete ser uma eleição presidencial muito disputada em novembro.

Conforme destaca a Bloomberg News, o acordo entre a ByteDance e a Oracle será mais parecido a uma reestruturação corporativa do que a uma venda direta proposta pela Microsoft, embora seja provável que inclua uma participação em uma empresa americana recém-formada.

Os termos em discussão com a Oracle ainda estão em andamento e uma das opções seria a Oracle ficar com uma participação em uma empresa recém-formada nos Estados Unidos enquanto serviria como parceira de tecnologia do TikTok no país, armazenando dados do aplicativo de vídeo nos servidores em nuvem da Oracle. Veja mais clicando aqui. 

Por fim, segundo portal suíço Inside Paradeplatz, os bancos UBS (UBSG34)  – valor de mercado de US$ 48 bilhões – e Credit Suisse – valor de mercado de US$ 27 bilhões – estariam negociando uma fusão, que daria origem a um megabanco europeu, com receitas anuais superiores a US$ 50 bilhões. ..... Por Equipe InfoMoney Leia mais em infomoney 15/09/2020



Log Commercial assina acordo para vender participação em cinco galpões para fundo do Banco Inter

A Log Commercial Properties  celebrou contratos de promessa de compra e venda com o fundo imobiliário LogCP Inter, do Banco Inter, para a venda de participação minoritária em cinco galpões logísticos (LOG Goiânia, LOG Viana, LOG Contagem I, LOG Rio e LOG Gaiolli) por R$ 146 milhões.

Juntos, os ativos totalizam um ABL (Área Bruta Locável) de 48.404 metros quadrados. O valor médio pago por ABL foi de R$ 3 mil. Os galpões se localizam nos estados de Goiás, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Espírito Santo e São Paulo.

O fato relevante foi enviado ao mercado nesta terça-feira (15) após o mercado.

Segundo a empresa, o objetivo da transação é dar continuidade à estratégia da Log de reciclagem de seu portfólio.

A iniciativa está em linha com seu plano de crescimento, visando aproveitar as oportunidades existentes no mercado.

A alienação de participações minoritárias é motivada pela convicção da Log sobre a capacidade de geração de valor destes ativos e sobre a importância estratégica da proximidade de relacionamento com sua base de clientes, permanecendo, as partes alienadas, sob sua gestão na qualidade de consultor imobiliário.

A efetivação da transação está sujeita a determinadas condições precedentes usuais de mercado. Fonte:ADVFN Brasil Leia mais em portal.newsnet 16/09/2020



Na pandemia, negócios da saúde atraem fundos

A rede de hospitais de transição Placi recebeu R$ 30 milhões do fundo de capital sustentável Blue Like an Orange, com foco em sua expansão nos próximos anos. O aporte reafirma o interesse de investidores e fundos em empresas que tiveram seus negócios impulsionados em meio a pandemia, conta o Valor Econômico. Os chamados hospitais de transição atendem pacientes que precisam de cuidados médicos, mas dispensam tratamentos intensivos. As unidades vêm recebendo pacientes de covid-19, permitindo sua consolidação no Brasil.

Em junho, o Blue Like an Orange concluiu a captação de mais de US$ 200 milhões para o seu primeiro fundo para a América Latina. Os investidores incluem AXA, HSBC, CNP Assurances, BNP Paribas Cardif, SG Insurance, MACSF, e family offices. 'Com os R$ 30 milhões mais recursos de geração de caixa e parceiros imobiliários, poderemos fazer investimentos totais de R$ 140 milhões para concluir a expansão. Mapeamos ter 900 leitos ao fim de cinco anos', disse o diretor-presidente do Placi, Carlos Alberto Chiesa. O Placi tem uma unidade no Rio, que será duplicada, e outra em Niterói. E vai investir em dois hospitais no Distrito Federal.

A rede recebeu os investimentos diretamente, mas faz parte de um fundo de private equity (FIP), desde 2013, da gestora FinHealth, com foco em saúde. O FIP é o BBI Financial, que tem entre os investidores a Funcef, fundo de pensão da Caixa, que tem 17% do fundo. Segundo a fundação, o ganho projetado é de 27% ao ano, entre 2012 e 2019. Para 2020, são esperados ganhos ainda maiores, por causa do bom desempenho das investidas no combate ao coronavírus.

“O fundo já vinha bem e com a pandemia se destacou”, disse a diretora de participações societárias e imobiliárias da Funcef, Andréa Morata Videira. Além do Placi, entre as investidas, também está a Mendelics, especializada em testes genômicos. Ela desenvolveu, junto com o Hospital Sírio-Libanês, um exame de saliva que identifica o novo coronavírus em sua fase aguda em uma hora, por R$ 95 em média.

Outra é a Timpel, que produz um tomógrafo que custa dez vezes menos que o convencional e está sendo usado no tratamento de pacientes com covid-19 no mercado internacional.

A diretora da Funcef lembra que há um movimento grande de investidores voltado para as healthtechs em meio a necessidade de uma solução mais rápida para a pandemia. Recentemente, o Softbank anunciou um aporte na iClinic, healthtech especializada em desenvolvimento de tecnologia para médicos, clínicas e consultórios. O valor não foi divulgado. Enquanto isso, outras empresas buscam alternativas e investidores.

A Caren, criada em 2018 para oferecer serviços de telemedicina no Brasil, lançou uma plataforma de autoavaliação gratuita de coronavírus. Em maio,fechou uma parceria com a Unicamp para desenvolver um sistema de triagem on-line para o Hospital de Clínicas de Campinas. “Temos conversas abertas. Já fomos procurados por fundos de investimentos”, disse o presidente da empresa, Thiago Bonfim.

A Unike Technologies, especializada no uso de biometria, fez uma parceria, de forma voluntária, com grupos de pesquisa científica das Universidades de Cambridge e Carnegie Mellon para uma pesquisa que auxilia no monitoramento e combate à covid-19. O objetivo é identificar infectados pelo vírus por meio da voz, além de monitoramento de sinais vitais por vídeo. “Esse projeto traz acesso a novas tecnologias e isso ajuda. Colhemos benefícios de participar de grupos de discussão lá fora. Há investidores tentando internacionalizar a Unike”, afirmou o presidente, André Barretto.  Valor Econômico - Leia mais em sindisegs 16/09/2020






Petrobras inicia fase vinculante para venda de fatia no bloco na Colômbia

A Petrobras informa que iniciou a fase vinculante referente à venda da totalidade de sua participação em porção exploratória do Bloco Tayrona, localizado na Bacia de Guajira, na Colômbia. Segundo a estatal, os potenciais compradores habilitados para essa fase receberão carta-convite com instruções sobre o processo de desinvestimento, incluindo orientações para a realização de “due diligence” e para o envio das propostas vinculantes.

O Bloco Tayrona está localizado no litoral nordeste da Colômbia, em águas profundas da Bacia de Guajira. A estatal, que é operadora da área, detém 44,44% de participação na concessão por meio da sua afiliada Petrobras International Braspetro B.V. (PIB-BV), em consórcio com a Empresa Colombiana de Petróleo (Ecopetrol), que detém os demais 55,56% de participação.

A concessão encontra-se na fase Programa Exploratório Posterior 1 (PEP1) com compromisso exploratório remanescente de perfuração de um poço, com potencial para comprovar volumes significativos de gás (“world class prospects”) e estabelecer posição em uma área de nova fronteira. A área apresenta similaridade com descobertas nas margens do Atlântico Sul e Caribe.

Em comunicado enviado à Comissão de Valores Mobiliários (CVM), a empresa lembra que a divulgação está de acordo com as normas internas da Petrobras e com as disposições do procedimento especial de cessão de direitos de exploração, desenvolvimento e produção de petróleo, gás natural e outros hidrocarbonetos fluidos, previsto no Decreto 9.355/2018.

“Essa operação está alinhada à otimização do portfólio e à melhora de alocação do capital da companhia, visando a geração de valor para os seus acionistas”, destaca. Estadão Conteúdo Leia mais em istoedinheiro 16/09/2020





Light avalia oferta de ações de R$ 1,5 bilhão

Caso a oferta ocorra, o Itaú BBA estaria entre os principais bancos coordenando a transação 

A empresa de geração e distribuição de energia elétrica Light (LIGT3) está considerando uma oferta subsequente de ações, segundo pessoas com conhecimento do assunto.

Não há decisão final, disseram as pessoas, que pediram para não ser identificadas porque as informações não são públicas. A oferta pode levantar cerca de R$ 1,5 bilhão, disse uma das pessoas.

Caso a oferta ocorra, o Itaú BBA estaria entre os principais bancos coordenando a transação, segundo uma das pessoas.

A Light convocou uma assembleia geral extraordinária para o dia 28 de setembro e os acionistas devem deliberar sobre um possível aumento do limite do capital autorizado da companhia para 408.934.060 ações ordinárias.

A Light não quis comentar. O Itaú BBA não respondeu imediatamente a um pedido de comentário... Leia m ais em moneytimes 16/09/2020



Sequoia Soluções Logísticas planeja levantar até R$ 1,7 bilhão em IPO

A companhia, que é controlada pela empresa de private equity norte-americana Warburg Pincus, definiu uma faixa de preço entre 14,25 e 17,75 reais por ação (Imagem: Divulgação/Sequoia)

A Sequoia Soluções Logísticas planeja uma oferta pública inicial de ações para levantar até 1,7 bilhão de reais, de acordo com documento à Comissão de Valores Mobiliários (CVM).

A companhia, que é controlada pela empresa de private equity norte-americana Warburg Pincus, definiu uma faixa de preço entre 14,25 e 17,75 reais por ação. O preço final será definido em 5 de outubro.

Tanto a empresa quanto seus acionistas pretendem vender ações na oferta, afirmou a Sequoia no documento. A empresa e seus acionistas planejam oferecer 70.175.438 ações, mas isso pode aumentar para 94.736.841 ações, incluindo lote suplementar.

Após a oferta, a Warburg Pincus continuará detendo uma participação de 10,67% a 30% na empresa. A Sequoia planeja usar os recursos para adquirir concorrentes, investir em automação e aumentar o capital. Leia mais em moneytimes 16/09/2020







Fintech de meios de pagamento SumUp anuncia aquisição de empresa chilena

A SumUp, fintech de meios de pagamento, anunciou recentemente a compra de toda operação do Compraquí, uma das principais processadoras de pagamento do Chile, mantida em parceria com o BancoEstado, principal banco público da região. Além de expandir a presença global da startup, o investimento transfere para a carteira da companhia mais de 80 mil clientes.

Para Carlos Grieco, diretor de Marketing e Expansão da SumUp, a aquisição dá continuidade à estratégia de expansão global da fintech, que já está presente em 31 países, incluindo Alemanha e Estados Unidos. “Estamos muito felizes com mais essa conquista. O Chile é o segundo país que entramos na América Latina e pretendemos crescer ainda mais”, aponta Grieco.

No mercado Chileno desde 2017, a SumUp foi uma das propulsoras do negócio de meios de pagamento no país, mas há muito a ser explorado segundo Grieco. “No Brasil, 60% dos micronegócios ainda não aceitam pagamentos em débito ou crédito. No Chile, somam-se mais de um milhão de microempreendedores sem aceitar cartão. Ou seja, há muitos comerciantes que deixam de vender seus produtos e serviços. Está no DNA da SumUp impulsionar esse setor e não será diferente agora”, finaliza o executivo.

Nos últimos anos, a SumUp vem expandindo sua presença global. Hoje, está presente em três continentes e possui mais de 2 milhões de clientes. Em 2019, a empresa superou uma receita anual de € 200 milhões globalmente. Com a aquisição, espera-se que o faturamento da empresa aumente este ano, mesmo com a crise ocasionada pelo novo coronavírus, e que os planos de expansão tragam novidades em breve... Leia mais em startupi 16/09/2020





Itaú e Bradesco participam de rodada de US$ 15 milhões na fintech Quanto

A fintech Quanto acaba de levantar US$ 15 milhões em uma rodada de investimento liderada pelos dois maiores bancos brasileiros, o Bradesco e o Itaú Unibanco. O aporte teve também a a participação dos fundos Kaszek Ventures e Coatue.

A participação do Bradesco foi realizada por meio do fundo Inovabra Ventures. Já o Itaú Unibanco investiu diretamente, em operação sujeita à aprovação do Banco Central. Todos os investidores entram com participação minoritária e o fundador e CEO, Ricardo Taveira, segue no controle da Quanto.

Criada no Brasil em 2017, a Quanto oferece uma solução de open banking, regulação que entra em vigor no país a partir de novembro. O sistema se baseia no conceito de compartilhamento de dados com consentimento do usuário para permitir que instituições financeiras distribuam seus produtos em plataformas de terceiros, como varejistas e mercados on-line. O open banking também permite que bancos e fintechs incorporem produtos financeiros de terceiros em seus próprios canais, e compartilhem informações, desde que com o aval do cliente.

O investimento acontece em um momento em que o Banco Central avança na regulação do open banking, que amplia as possibilidades de ofertas de serviços bancários. A Quanto atua com uma plataforma API de dados bancários padronizada e que funciona a partir da autorização do consumidor final para uso de dados, permitindo a distribuição de produtos financeiros através da mesma plataforma de APIs. Com o investimento arrecadado em sua Série A, a Quanto pretende acelerar contratações e expandir parcerias... Leia mais em foxbe 16/09/2020