20 fevereiro 2020

Vinci Shopping Centers adquire fração de shopping no Pará por R$ 32 milhões

Companhia amplia participação em centro comercial
A Vinci Partners, na qualidade de administradora do fundo imobiliário Vinci Shopping Centers (VISC11), comunicou em nota nesta quinta-feira (20) a compra de participação em shopping no Pará.

De acordo com o documento, o fundo adquiriu 7,79% do Shopping Pátio Belém, localizado em Belém, capital do estado do Pará.

O valor da aquisição foi de aproximadamente R$ 32 milhões e, com a transação, a participação do fundo imobiliário passa a ser de 13,6% para 21,4% – totalizando 106,7 mil metros quadrados de ABL (Área Bruta Locável).

Taxa de capitalização

Nessa transação, a gestora estima um cap rate (taxa de capitalização, lucro líquido sobre valor patrimonial) de 7,6% para os próximos 12 meses.

Como resultado, a gestão estima que a aquisição do shopping gerará, em média, cerca de R$ 0,17 por cota.

Com os descontos da aquisição, o incremento por cota será de aproximadamente R$ 0,08... Leia mais em moneytimes  20/02/2020



20 fevereiro 2020



Os 10 maiores unicórnios do mundo valem quase US$ 550 bilhões

Quando o termo unicórnio surgiu, em 2013, não havia mais de 40 empresas privadas com uma avaliação de mercado de um bilhão de dólares no mundo

Os dez maiores unicórnios do mundo atingiram uma avaliação de US$ 546 bilhões neste ano, segundo dados coletados pelo Learnbond.com. A empresa líder do ranking é a fintech chinesa Ant Financial, que registrou um valor de US$ 125 bilhões no mês passado.

Desde que foi fundada, há cinco anos, a Ant Financial se tornou uma das maiores instituições financeiras do mundo. A chave para o seu crescimento está em um modelo de negócios baseado na Alipay. Como uma plataforma para processar pagamentos entre usuários, a Alipay conta com mais de 900 milhões de clientes ativos anualmente. Em uma transação de venda cruzada, a Ant Financial oferece outros serviços financeiros, desde empréstimos e pagamentos a investimentos e seguros.

Outras posições
A ByteDance foi classificada como o segundo maior unicórnio do mundo. Em janeiro de 2020, a empresa com sede em Pequim, por trás da sensação de aplicativo de vídeo em formato curto TikTok, atingiu uma avaliação de US$ 75 bilhões.

Com um valor de mercado de US$ 60 bilhões, a Infor ficou em terceiro lugar na lista. Ao longo dos anos, esse unicórnio de Nova York se tornou fornecedor de software corporativo e parceiro de tecnologia estratégica para mais de 90 mil organizações em todo o mundo.

Mais de 500 unicórnios do mundo, quase 85% de todas essas empresas, estão sediados na China e nos EUA.

Em janeiro de 2020, havia 268 unicórnios na América. Outros 262 estão na Ásia e Pacífico. Esses números são significativamente maiores do que os encontrados na Europa, Oriente Médio e África, que contavam com 61, 13 e 11 empresas unicórnio, respectivamente.

Analisados ​​pela indústria, a maioria dos unicórnios atua em tecnologia e telecomunicações ou fornece serviços de tecnologia para outras empresas. Mais de 140 startups, com uma avaliação de mais de um bilhão de dólares, estão focadas no setor.

Segundo o relatório, finanças, seguros e imóveis são o segundo maior mercado de unicórnios, com 104 empresas no início de 2020. A terceira indústria mais lucrativa é transporte e logística, com 87 unicórnios operando no segmento..... Leia mais em computerworld 20/02/2020



Incoporadora paulista One Innovation pede registro para IPO; veja o prospecto

A empresa diz que usará recursos da oferta primária para pré-pagamento de empréstimos entre empresas do grupo e para expansão orgânica (Imagem: Unsplash/@guiccunha)
A incorporadora paulista One Innovation, fundada pela família Goldfarb, pediu nesta quinta-feira registro para uma oferta inicial de ações (IPO, na sigla em inglês).

A operação, que envolve ofertas primária e secundária, será coordenada por BTG Pactual (BPAC11), Bradesco BBI, Santander Brasil (SANB11) e Caixa Econômica Federal.

A empresa diz que usará recursos da oferta primária para pré-pagamento de empréstimos entre empresas do grupo e para expansão orgânica. Reuters Leia mais em moneytimes 20/02/2020




Udemy recebe aporte de US$ 50 milhões de parceira japonesa

A Udemy, marketplace de aprendizado e ensino online, anunciou o recebimento de US$ 50 milhões de investimento da sua parceira de longa data no Japão, a Benesse Holdings, Inc., e passou a valer US$ 2 bilhões. “A Benesse é uma importante parceira estratégica da Udemy e esse investimento é uma prova da força do nosso relacionamento e da oportunidade que temos pela frente”, diz Gregg Coccari, CEO da Udemy.

“A Udemy tem como missão melhorar vidas por meio do aprendizado, assim como a Benesse. 2020 será um ano marcante, em que atenderemos a milhões de estudantes e ajudaremos milhares de empresas e governos a capacitarem os seus colaboradores. Esse crescimento não seria possível sem os nossos instrutores especializados, que são nossos parceiros a cada passo na construção do negócio.”

“Ter acesso às mais recentes habilidades requeridas pelo mercado de trabalho é crucial para o sucesso profissional em qualquer lugar do mundo, inclusive no Japão; e a Udemy é o maior marketplace do mundo que possibilita essa transformação profissional. Com a nossa parceria, aspiramos por um mundo em que mais pessoas aprenderão continuamente ao longo das suas vidas”, diz Tamotsu Adachi, representative director, presidente e CEO da Benesse Holdings, Inc. “A Udemy e a Benesse são negócios com uma sinergia incrível. Esse investimento representa mais um passo no nosso relacionamento comercial e demonstra nossa confiança no que podemos realizar juntos.”

A rodada de investimento acontece depois de um ano de crescimento considerável para a empresa em todo o mundo. A Udemy comemorou o seu aniversário de dez anos em janeiro de 2020 e, na mesma época, ultrapassou US$ 350 milhões em pagamentos a instrutores que compartilham o seu conhecimento na plataforma global.

A empresa planeja investir ainda mais em mercados em todo o mundo, expandir a sua sede em São Francisco (Estados Unidos) e ampliar os seus escritórios em São Paulo, Denver (Estados Unidos), Dublin (Irlanda), Gurgaon (Índia) e Ancara (Turquia).

Em 2019, a Udemy também expandiu internacionalmente o Udemy for Business, o seu produto de aprendizado corporativo baseado em assinatura, com uma experiência de produto totalmente adaptada a cada mercado e novas coleções de cursos em português, espanhol, alemão e japonês, ministradas por instrutores nativos.

Além disso, foi introduzido o recurso Learning Paths, que permite que as empresas construam trilhas de aprendizado personalizadas para alcançar resultados específicos, como integração de funcionários e desenvolvimento de carreira. Em 2019, o Udemy for Business ultrapassou a marca de 5.000 clientes corporativos em todo o mundo. Alguns dos clientes que capacitam os seus funcionários com o Udemy for Business no mundo são Adidas, Booking.com, Pinterest, Toyota e Wipro, entre outros... Leia mais em startupi 20/02/2020




RBR Properties amplia escopo de atuação para setor logístico com quatro aquisições

Aquisição tem como alvo galpões em São Paulo e no Rio de Janeiro

A BRL Trust, na função de administradora do fundo RBR Properties (RBRP11), informou em nota nesta quinta-feira (20) a compra de quatro ativos logísticos por R$ 245,86 milhões.

De acordo com a nota, R$ 175,86 milhões foram pagos a vista. Já o saldo remanescente, na casa de R$ 70 milhões, será dividido ao longo de dez anos.

Os ativos estão localizados nas cidades de Hortolândia e Itapevi, no estado de São Paulo, e em Resende, no Rio de Janeiro.

A aquisição foi realizada via fundo imobiliário RBR Log, no qual o RBR Properties é o principal cotista.

Desta forma, o RBR Properties amplia sua atuação para além de lajes corporativas... Leia mais em moneytimes 20/02/2020






Em plano B, Pátria vai vender participação na Hidrovias do Brasil em IPO

A oferta inicial de ações (IPO) da Hidrovias do Brasil, registrada hoje na CVM, tem entre os acionistas vendedores a gestora de private equity Pátria Investimentos.

Também venderão participação os acionistas Temasek, Blackstone e o canadense Alberta... Leia mais em valoreconomico 20/20/2020





IRB Brasil Re vende fatias no Parkshopping Brasília e no Parkshopping Corporate

O ressegurador IRB Brasil Re anunciou a conclusão da venda da venda de toda a sua participação no ParkShopping Brasília, incluindo as torres um e dois, o ParkShopping Corporate, por R$ 243 milhões. A companhia detinha participação de 20% em cada unidade.

De acordo com comunicado do IRB, do valor total de venda, R$ 130,500 milhões já foram pagos e os outros R$ 112,5 milhões serão pagos em até 180 dias, corrigidos a 120% do CDI. O ressegurador informou ainda que a transação representa um ganho de capital antes de impostos para a companhia de R$ 62,923 milhões sobre o total do valor patrimonial dos referidos ativos imobiliários.

O IRB tem aproveitado a valorização dos ativos no setor de shoppings para desinvestir. Ao fim de dezembro, ou seja, antes da transação anunciada hoje, o valor de mercado dos investimentos da companhia no setor era de R$ 525 milhões.

Questionado sobre a possibilidade de venda de novos ativos de seu portfólio, o vice-presidente do ressegurador, Fernando Passos, disse, ontem, a jornalistas, que essa é “uma questão de preço”. “Se preços interessantes forem colocados na mesa a companhia vai analisar, mas entendemos que os ativos que permanecem conosco têm potencial de valorização”, disse, na ocasião.


Os investimentos do IRB no setor de shoppings é um dos pontos questionados pela Squadra, na cartas que publicou recentemente sobre o ressegurador. O ativo que coloca o IRB e a gestora em lados opostos é o Minas Shopping. Enquanto a Squadra vê ganho de capital de R$ 119 milhões, a companhia diz que seria de cerca de R$ 27 milhões.

No quarto trimestre de 2019, o ressegurador anunciou a venda de participação em três shoppings. No ano, acrescentando um quarto negócio já feito, o ganho de capital líquido obtido pela companhia foi de, conforme a companhia de R$ 103,4 milhões. Estadão Conteúdo Leia mais em istoedinheiro 20/02/20



Construtora paulista Pacaembu pede registro para IPO

A Pacaembu afirmou no documento que pretende usar os recursos da oferta para reforçar capital de giro e para desenvolver empreendimentos

Unidades do programa de habitação Minha Casa Minha Vida

A Pacaembu Construtora, especializada no programa habitacional federal Minha Casa Minha Vida, pediu nesta quinta-feira registro para realizar uma oferta inicial de ações (IPO, na sigla em inglês).

A transação, que será coordenada por Credit Suisse, XP Investimentos e Caixa Econômica Federal, envolverá ofertas primária e secundária de ações, segundo o prospecto preliminar protolocado na Comissão de Valores Mobiliários (CVM).

A Pacaembu afirmou no documento que pretende usar os recursos da oferta primária -- ações novas, cujos recursos para o caixa da companhia -- para reforçar capital de giro e para desenvolver empreendimentos... Leia mais em epocanegocios 20/02/2020



Petrobras pretende vender Braskem e oito refinarias até o fim do ano

O presidente da Petrobras, Roberto Castello Branco, disse nesta quinta-feira que a estatal pretende assinar o acordo de compra e venda de oito refinarias até o fim deste ano para concluir o processo em 2021. A empresal também quer chegar a uma solução com a Braskem até o fim do ano.

- Vamos vender a Braskem até o fim do ano e transformar a empresa apenas em uma companhia com ações oridinárias no Novo Mercado. E usar o mercado acionário para vender essas ações e sair - disse Castello Branco.

O executivo destacou que o objetivo é investir US$ 12 bilhões neste ano, mais que os US$ 10,7 bilhões em 2019.

- Esse ano, o investimento será de US$ 12 bi. O número fica dentro da meta e vamos alcançar esse número - disse Castello Branco. - Para manter o ritmo de produção é preciso investir. O nosso desafio é conciliar a redução de dívida com a mehloria da qualidade da empresa. É uma ginástica dificil. Nesse primeiro ano fomos bem.

Castello Branco citou ainda os gastos com projetos de refinarias em gestões passadas.

-Torraram US$ 50 bilhões em refinarias e nada. Quase não se produz nada. É um cemitério da corrupção. Premium I e II, Pasadena, Oknawa, Comperj, Rnest. No ano passado, pagamos US$ 24 bi de dívida. Isso é muito dinheiro. A dívida é muito alta. O desafio da Petrobras é ter um investimento de mais qualidade. O Globo Leia mais em yahoo 20/02/2020



O ano das empresas médias na Bolsa

Gigantes regionais e marcas conhecidas são a grande aposta para as aberturas de capital em 2020, que deve registrar recorde de operações      

Depois de muitos anos de promessa, a expectativa de um cenário prolongado de juros baixos deve fazer de 2020 um ano recorde para o mercado de ações brasileiro. Entre aberturas de capital e novas emissões de empresas já listadas na Bolsa paulista, a B3, o total movimentado pode chegar a R$ 200 bilhões, segundo estimativas de bancos de investimento.

Além do valor financeiro, está previsto também um recorde em total de operações. As estimativas são de que o País supere a marca de 2007, quando 74 foram realizadas.

O ambiente mais favorável na economia, com inflação controlada e juro no patamar mínimo histórico, abriu espaço para um novo tipo de companhia emitir ações.

Executivos de bancos e analistas afirmam que 2020 deve ser o ano das médias empresas.

Após profissionalização da gestão e aumento das práticas de governança, esse segmento promete ser protagonista da B3.

O apetite por negócios de menor porte está grande. Entre as empresas que já estrearam na Bolsa este ano estão construtoras (como a Moura Dubeux e Mitre), a Locaweb (de hospedagem de sites) e a Priner, negócio de manutenção industrial que foi sucesso entre pessoas físicas e marcou o retorno dos “mini” IPOs (sigla em inglês para oferta inicial de ações) no Brasil.

A lista de empresas que pretendem seguir a mesma trilha é grande. O Estado apurou que marcas conhecidas e gigantes regionais estão pavimentando o caminho rumo a uma abertura de capital na Bolsa este ano. Conheça, abaixo, dez dessas histórias... Leia mais em estadao 20/02/2020



Healthtech recebe aporte de R$ 20 milhões

A Memed, uma das primeiras healthtechs do Brasil, acaba de receber uma nova rodada de investimentos (Série B), conduzida pela DNA Capital, em conjunto com a Redpoint eventures, fundo de investimento em venture capital focado em startups de tecnologia. O aporte de R$ 20 milhões vem para impulsionar a transformação do tradicional cenário de receitas médicas manuscritas em receitas 100% digitais e inteligentes, garantindo segurança e modernidade para médicos, pacientes e farmácias.

A empresa já contava com investimentos de alguns dos principais fundos de venture capital da região, como a própria Redpoint eventures, Qualcomm Ventures e Monashees Capital. O novo aporte reforça o posicionamento da Memed como uma das principais companhias no mercado de tecnologia para o setor de saúde.

De acordo com Ricardo Moraes, CEO da Memed, o novo investimento vai contribuir para a transformação da receita médica da forma como é conhecida hoje. A visão da Memed é de criar um ecossistema através das prescrições digitais, permitindo que os pacientes saiam dos consultórios apenas com a versão digital das receitas e que possam comprar seus medicamentos online ou presencialmente, sem a necessidade de apresentar uma receita médica em papel e preocupar-se com possíveis erros ou dores de cabeça nesta jornada. Este processo traz mais segurança, inteligência, acesso a outras informações e até indicações de onde encontrar os melhores preços.

“O caminho que estamos trilhando é longo e só é possível chegar ao nosso objetivo com a ajuda dos melhores parceiros do mercado. Enxergamos na DNA Capital, juntamente com os sócios atuais, a oportunidade de somar um parceiro com grande experiência na área da saúde, abrindo novas portas e acelerando nosso plano de crescimento no mercado”, enfatiza Moraes.

Sobre a rodada
Na visão da DNA Capital, esta captação representa um importante passo na consolidação da Memed com principal plataforma para a transformação da experiência de prescrição médica. “Analisamos profundamente o mercado de prescrições digitais e ficamos impressionados com a qualidade e a visão dos empreendedores da Memed. Sua trajetória de inovação com certeza contribuirá muito para a sustentabilidade do setor”, afirma Pedro Bueno, sócio da DNA Capital.

Manoel Lemos, Managing Partner da Redpoint eventures, destaca que o seu fundo acompanha a Memed desde seu surgimento e participa de todas as rodadas de investimentos até hoje.

“Acreditamos muito na visão dos fundadores e na empresa que eles criaram. Estamos felizes em apoiar mais esta etapa desse ambicioso plano de eliminar o uso de papel na prescrição médica, acelerando a transformação do mercado de saúde, apoiando os médicos e melhorando a experiência de milhões de brasileiros”, complementa Lemos.

Assim como nas rodadas anteriores, a Memed segue independente na implementação de sua estratégia e passa a contar com mais um importante parceiro em sua base de investidores.

“A DNA Capital tem atuado globalmente em sua prática de venture capital e vê, neste investimento, uma grande oportunidade de transformar o mercado de saúde. Resolver os problemas relacionados à prescrição eletrônica de medicamentos e garantir que pacientes possam ter segurança em seus tratamentos é uma missão desafiadora e uma grande oportunidade. A Memed está impulsionando o setor de saúde para o futuro e queremos ajudá-la neste processo”, ressalta Luiz Henrique Noronha, sócio da DNA Capital... Leia mais em startupi 20/02/2020






Dona da Ambev compra vinícola argentina Dante Robino

A AB Invev, dona da Ambev, faz sua segunda aquisição na área de vinhos. Agora, é a vez da argentina Dante Robino, numa aposta na diversificação de seu portfólio de produtos para muito além da cerveja

A compra foi realizada pela cervejaria Quilmes, subsidiária do grupo AB Inbev na Argentina
A AB Inbev, gigante mundial de cervejas, adquiriu sua primeira vinícola sul-americana, a argentina Dante Robino, que tem cerca de 400 hectares de vinhedos, divididos entre Lujan de Cuyo, Barrancas e Santa Rosa, em Mendoza.

A compra foi realizada pela cervejaria Quilmes, subsidiária do grupo na Argentina. O valor da transação não foi revelado.

Em junho do ano passado, por meio da ZX Ventures, sua divisão global de inovação, a AB Inbev havia comprado a Babe Wine, empresa que comercializa vinhos em lata. Com sede em Nova York, a marca é um sucesso no mercado norte-americano.

Fundada pelo influenciador digital Josh Ostrovsky, conhecido como “The Fat Jewish”, e pelos irmãos David Oliver Cohen e Tanner Cohen, os vinhos Babe Wine são envazados na Califórnia e tem no público jovem os seus maiores consumidores.

“A aquisição da Dante Robino faz parte do plano da empresa de entender e estudar melhor o segmento de vinhos e de continuar com o crescimento do portfólio de marcas”, informou um porta-voz da AB Inbev, que é dona da Ambev, para a publicação inglesa The Drinks Business.

A nova aquisição, que ainda precisa ser confirmada pelas autoridades argentinas, mostra que a AB Inbev, forte no mercado de cervejas, busca amplicar o seu negócio para as bebidas alcoólicas em outros segmentos.

Um exemplo é que em 2016 a companhia já havia adquirido a Bon & Viv’s Spiked Seltzer, empresa norte-americana que produz bebidas que misturam vinho, cerveja e aromas naturais de frutas, e são envazadas em latas de alumínio.

Há interesse crescente da AB Inbev no vinho. Cerca de um ano e meio atrás, executivos da Ambev, o braço do grupo no Brasil, estudaram os custos de importação de vinhos para o mercado brasileiro. “Mas, aparentemente, eles desistiram ao entender um pouco melhor o nosso mercado”, conta um dos especialistas consultados na ocasião.

Com a compra da Dante Robino, um dos possíveis caminhos pode ser a aposta no vinho em ... Leia mais em neofeed 20/02/2020




Correios caminham para privatização, diz Bolsonaro

O presidente da República, Jair Bolsonaro, afirmou que os Correios “caminham para a privatização”. “Até porque foram foco no passado de grandes escândalos. E também é monopólio que não pode ter prejuízo”, disse em cerimônia no Palácio do Planalto.

No discurso, Bolsonaro citou trocas de ministros que ocorreram nos primeiros 14 meses de governo, mas disse que todas as mudanças serviram para um “aperfeiçoamento”.

Recentemente, ele mudou o comando do Ministério da Casa Civil e da Cidadania. “Os (ministros) que nos deixaram, foram cumprir missões em outros locais, como os Correios, que ano retrasado (ele quis dizer ano passado) deu um pequeno lucro depois de muito déficit”, disse.

Sem citar quais, ele falou que algumas instituições não serão privatizadas na sua gestão. Mas enfatizou que os Correios devem ser desestatizados. “Se bem que algumas instituições não serão privatizadas enquanto eu for presidente. Mas os Correios caminham para a privatização. Até porque foram foco no passado de grandes escândalos. E também é monopólio que não pode ter prejuízo.”
Estadão Conteúdo Leia mais em istoedinheiro 20/02/2020



Pão de Açúcar pode vender R$ 3 bilhões em ativos nos próximos meses

“Estamos olhando e temos bastante oportunidade de monetizar ativos, umas de curto prazo, outras de médio prazo”, afirmou Christophe

O Pão de Açúcar (PCAR4) mira vender mais de três bilhões de reais em ativos não essenciais nos próximos meses, disse nesta quinta-feira o vice-presidente de finanças, após resultados trimestrais aquém do esperado derrubarem as ações da varejista.

“Estamos olhando e temos bastante oportunidade de monetizar ativos, umas de curto prazo, outras de médio prazo”, afirmou Christophe José Hidalgo em teleconferência com analistas e investidores para comentar o balanço do quarto trimestre.

Hidalgo citou ativos imobiliários, postos de gasolina e até mesmo operações na Argentina ou no Uruguai como possíveis alvos.

Os comentários surgem no momento de consolidação no varejo alimentar brasileiro, com maior concorrência com redes regionais e competidores maiores, como o Carrefour Brasil (CRFB3).

No último domingo, o Carrefour Brasil anunciou acordo para comprar 30 lojas e 14 postos de gasolina da varejista Makro, de propriedade da holandesa SHV Holdings, por 1,95 bilhão de reais, num esforço para impulsionar a unidade de atacarejo Atacadão.

O Pão de Açúcar também quer acelerar sua própria divisão de atacarejo em 2020, com 20 novas lojas e 10 conversões de hipermercados Extra para Assaí, segundo o presidente do Assaí, Belmiro Gomes.

O plano vai exigir um investimento de um bilhão de reais, disse Gomes, acrescentando que vê a margem relativamente estável, já que as medidas de controle de custos compensam um maior gasto de capital.

Em sua divisão de multivarejo que engloba as marcas Pão de Açúcar, Extra e Compre Bem em múltiplos formatos, o Pão de Açúcar continuará a converter e renovar os supermercados, enquanto retoma a expansão orgânica das lojas de proximidade, disse Jorge Faiçal, que lidera a divisão.

A ação do Pão de Açúcar caía 7,6% às 14:14, destaque negativo do Ibovespa, (IBOV) que recuava 1,54%.

Na noite da véspera, o Pão de Açúcar reportou queda de 71% no lucro líquido do quarto trimestre ante mesma etapa de 2018 e abaixo das previsões do mercado, após concluir uma cara reorganização.

Em relatório, o BTG Pactual apontou que resultados decepcionantes na unidade multivarejo do Pão de Açúcar “mais uma vez” ofuscaram os números positivos do Assaí, citando menos gatilhos de curto prazo na frente operacional para elevar a recomendação das ações da empresa.


Em novembro, o GPA concluiu a compra de 96,57% da Almacenes Éxito da Colômbia, como parte de um esforço mais amplo do controlador Casino para simplificar sua estrutura acionária na América Latina... Leia mais em moneytimes 20/02/2020




Morgan Stanley comprará E*Trade Financial em negócio de US$ 13 bilhões

O acordo ajudará o Morgan Stanley a impulsionar seus negócios de gestão de patrimônio, uma unidade que o presidente-executivo James Gorman está tentando construir para isolar o banco de períodos fracos nas unidades de negociação de ativos e de banco de investimento

O Morgan Stanley anunciou nesta quinta-feira que comprará a corretora de baixo custo E*Trade Financial em uma transação de ações no valor de cerca de 13 bilhões de dólares, o maior negócio do banco de Wall Street desde a crise financeira.

O acordo ajudará o Morgan Stanley a impulsionar seus negócios de gestão de patrimônio, uma unidade que o presidente-executivo James Gorman está tentando construir para isolar o banco de períodos fracos nas unidades de negociação de ativos e de banco de investimento.

O Morgan Stanley receberá mais de 5,2 milhões de contas de clientes da E*Trade e 360 bilhões de dólares em ativos de clientes de varejo como parte do acordo. O presidente-executivo da corretora, Mike Pizzi, continuará a administrar os negócios após a transação.

"O E*Trade representa uma extraordinária oportunidade de crescimento para os negócios de gestão de patrimônico", disse Gorman.

O E*Trade tornou-se popular há quase duas décadas, exibindo comerciais que criticavam assessores financeiros por altas taxas.

Seu crescimento de receita foi atingido nos últimos anos com o surgimento dos chamados roboadvisers, pela quedas nas comissões e taxas de juros mais baixas.

Os acionistas do E*Trade receberão 1,0432 ação do Morgan Stanley por cada ação que possuem, como parte do acordo. Isso equivale a 58,74 dólares por ação - um prêmio de 30,7% acima do preço do último fechamento das ações do E*Trade.
Espera-se que a transação seja concluída no quarto trimestre de 2020. (Por C Nivedita em Bengaluru) Reuters Leia mais em epocanegocios 20/02/2020




Em ano de venda de ativos, lucro da Caixa sobe 20,6%

Banco público levantou mais de R$ 15,5 bi com a estratégia e, por recursos aportados no passado, devolveu ao governo R$ 11,4 bi

A Caixa Econômica Federal apresentou ontem um lucro líquido de R$ 14,7 bilhões em 2019, valor 20,6% maior que o registrado em 2018. O primeiro ano da gestão de Pedro Guimarães, escolhido para capitanear a instituição no governo de Jair Bolsonaro, foi marcado por uma agenda de vendas de ativos e devolução de recursos aportados durante a gestão da ex-presidente Dilma Rousseff.

“Tivemos um ano importante, quando a gente consolidou uma série de mudanças e conseguiu mostrar resultados consistentes e recorrentes mesmo com uma política redução de taxas de juros”, explicou Guimarães. Em coletiva de imprensa, ele afirmou que o banco levantou mais de R$ 15,5 bilhões em vendas de ativos em 2019 e que o ganho de R$9,5 bilhões com a reestruturação do negócio de seguros ainda não foi computado e deve afetar positivamente o balanço de 2020 ou de 2021.

Em 2020, a estratégia de vendas continua. O principal alvo é o negócio de seguros que, conforme Guimarães, já está “maduro” para abrir o capital na Bolsa. O banco já fechou seis parcerias que garantem 90% dos resultados da área, concentrada na Caixa Seguridade, e tem outras cinco encaminhadas. Prevista para abril, a operação tem chance de movimentar em torno de R$ 15 bilhões, avaliando o negócio entre R$ 50 bilhões e R$ 60 bilhões.

Sem confirmar a data da oferta inicial de ações (IPO, na sigla em inglês) de seguros, o presidente da Caixa disse ainda que vê espaço para emplacar também a abertura de capital de cartões neste ano. “Vamos anunciar em breve a primeira parceria nesta área, que também será importante”, prometeu, sem dar mais detalhes. “Pode contar um trimestre depois do IPO de seguros”, acrescentou.

O executivo também reafirmou a vontade da Caixa de se desfazer da participação que detém no banco Pan (ex-Panamericano), avaliada em R$ 4 bilhões. O desinvestimento, porém, pode ocorrer em até três anos, sem pressa.

Balanço. No quarto trimestre, o lucro do banco foi de R$ 3,03 bilhões, evolução de 2.304%, sobre os R$ 126 milhões no mesmo período de 2018.

O banco público anunciou ainda que, em 2019, pagou R$ 11,4 bilhões ao governo, por conta de recursos que foram aportados no passado, para fazer frente à política de crédito adotada na ocasião.
Segundo a Caixa, o resultado do banco foi marcado por menores gastos com calotes e por maiores margens financeiras.

Conhecido como o “banco da habitação”, a Caixa registrou expansão de 4,6% no saldo do crédito imobiliário no ano passado, totalizando R$ 465,1 bilhões frente a 2018. A performance mostra uma aceleração no ritmo de crescimento da modalidade em um exercício no qual a instituição se debruçou ao seu foco de origem e lançou novas modalidades como, por exemplo, o financiamento com lastro em IPCA.

No ano passado, a Caixa mudou a estratégia que vinha adotando nos governos anteriores sob a ótica do crédito. Assim, deixou de emprestar para grandes grupos, voltando-se a pequenas e médias empresas, o que justifica o encolhimento do saldo de empréstimos dedicados à pessoa jurídica.
Sobre 2020, Guimarães afirmou que o ano é de crescimento e de melhor aproveitamento da base de clientes do banco. Autor: Aline Brontazi Referência: Estado de São Paulo Leia mais em capitólio 20/02/2020

Fique por dentro de tudo que está acontecendo  no mercado de IPOs e FOLLOW ONs









Uniasselvi contrata bancos para IPO nos EUA

Oferta está prevista para o período entre final de maio e início de junho

O grupo de educação Uniasselvi já contratou bancos de investimento para fazer sua oferta pública inicial de ações (IPO) nos Estados Unidos, apurou o Valor. O líder do sindicato é o Goldman Sachs.
.. Leia mais em valoreconomico 20/02/2020





19 fevereiro 2020

Totvs confirma expectativa de crescimento de 20% em 2020

Totvs pode ter crescimento de 20% em 2020, mais que o dobro dos 8% registrados em 2019, quando a receita líquida somou R$ 2,3 bilhões (Imagem: REUTERS/Aluisio Alves)
A Totvs (TOTS3) confirmou que possui uma expectativa de crescimento de 20% em 2020, informou a empresa por meio de comunicado enviado ao mercado nesta quarta-feira (19).

Na última terça-feira (18), o jornal “Valor Econômico” noticiou que a companhia pode apresentar em 2020 um crescimento na faixa de 20%, mais que o dobro dos 8% registrados em 2019, quando a receita líquida somou R$ 2,3 bilhões.

“A notícia decorre de menção, no contexto do encontro com analistas e investidores de que com a compra da Supplier, da Consinco, e o crescimento orgânico, 20% não é algo inconcebível”, informou a companhia.

Ainda de acordo com o documento, as receitas oriundas dessas aquisições corresponderam em conjunto a aproximadamente 12% da receita líquida obtida pela Totvs no exercício de 2019.

“Estas receitas, se somadas ao crescimento orgânico de 8,1% obtido pela própria Totvs no exercício de 2019 (conforme divulgação de resultados do 4º trimestre de 2019) refletem a tendência informada”, conclui a nota... Leia mais em moneytimes 19/02/2020

19 fevereiro 2020



IPO: Petz, de Pet Center de pet shops, irá à Bolsa; veja prospecto

A empresa afirmou que usará recursos da oferta primária para abertura de lojas e hospitais

A Pet Center, dona da rede de produtos para animais de estimação Petz, protocolou nesta quarta-feira pedido de registro para oferta inicial de ações (IPO, na sigla em inglês).

VBI Reits Fundo de Fundos estreia em bolsa na segunda-feira após IPO de R$ 144 mi
A operação, que envolve ofertas primária e secundária de ações, será coordenada por Itaú BBA, Bank of America Merrill Lynch, JPMorgan e BTG Pactual, segundo o prospecto preliminar da operação.

A gestora norte-americana de fundos de private equity Warburg Pincus, com 55% do negócio, e o fundador da Petz, Sergio Zimerman, com outros 45%, serão os vendedores na oferta secundária de ações da companhia.

A empresa afirmou que usará recursos da oferta primária –ações novas, cujos recursos vão para o caixa da companhia — para abertura de lojas e hospitais e tecnologia digital.

O Ebitda deu um salto de 130% no ano passado, para 191,1 milhões de reais, mas o lucro líquido caiu 24%, para 23,6 milhões de reais (Imagem: Facebook/Petz)
O grupo fundado em 2002 e que se apresenta como a plataforma de soluções para animais de estimação mais abrangente do país, com 105 lojas em 12 Estados, teve receita líquida de 986 milhões de reais em 2019, um aumento de 28,4% sobre o ano anterior.

O Ebitda deu um salto de 130% no ano passado, para 191,1 milhões de reais, mas o lucro líquido caiu 24%, para 23,6 milhões de reais.

No documento, a empresa afirma que o Brasil é o quarto mercado do mundo de produto para pets, movimentando cerca de 23,5 bilhões de reais por ano... Leia mais em moneytimes 19/02/2020

Fique por dentro de tudo que está acontecendo  no mercado de IPOs e FOLLOW ONs






Twitter compra Chroma Labs, criadora de modelos para Stories

Poderemos ver uma versão de 'Twitter Stories' em breve

Um recurso "Twitter Stories" pode estar a caminho - ou talvez sejam só ferramentas para postarmos tuítes mais bonitos. São algumas das hipóteses para o futuro, agora que o Twitter comprou a Chroma Labs, empresa produtora de modelos para stories, cujo co-fundador, John Barnett, é o inventor do recurso Boomerang do Instagram.

O aplicativo Chroma Stories permite preencher modelos e molduras de layout elegantes para postar colagens e muito mais no Instagram Stories, Snapchat, entre outros.

Ele permite escolher entre filtros retrô, molduras com temas natalinos e modelos de colagem sofisticados para dar uma aparência especial aos seus Stories, dentre os milhões postados a cada dia. A Sensor Tower estima que o Chroma Stories tenha 37 mil downloads até o momento. Essa recepção morna pode explicar por que a equipe está se juntando ao Twitter... Leia Mais em olhardigital 19/02/2020



Dell vende RSA por US$ 2,07 bilhões

Companhia de segurança veio junto com a EMC em 2016. Dell precisa de dinheiro vivo.

A Dell vendeu para fundos de investimento a RSA, companhia de segurança e gerenciamento de identidade, em um negócio de US$ 2,07 bilhões.

A RSA foi comprada pela Dell junto com outras empresas da EMC, em um mega negócio de US$ 67 bilhões fechado em 2016.

A EMC, por sua vez, comprou a RSA em 2006 por US$ 2,1 bilhões em 2006.

Como se pode ver, a Dell não fez lá um grande negócio, mas a empresa está pressionada pela dívida de US$ 49 bilhões feita para adquirir a EMC.

A RSA tem 30 mil clientes e é conhecida por organizar conferências concorridas na área de segurança.

O mercado para empresas do tipo está quente. No ano passado, a Broadcom pagou US$ 10,7 bilhões para levar a área corporativa da Symantec, um grande player do setor... Leia mais em baguete 18/02/2020



Rede paranaense 10 Pastéis recebe investimento para chegar a 90 lojas em 2020

Parte da rede paranaense 10 Pastéis foi adquirida pela aceleradora de franquias 300 Franchising. O plano é acelerar o crescimento da marca pelo país – passando de 34 lojas para 90 lojas ainda este ano.

Os números da transação não foram divulgados."

Fundada em 1961 por Marcos Nagano em Maringá, no Noroeste do estado, a 10 Pastéis fechou 2019 com faturamento de R$ 30,2 milhões, crescimento de 6% em relação ao ano anterior. Hoje a marca atua em oito estados – Paraná, Santa " ... Leia mais em gazetadopovo 19/02/2020





e.bricks ventures investe na empresa de telemedicina Conexa Saúde

A gestora de venture capital faz o terceiro aporte de seu Fundo III, de R$ 450 milhões, na empresa de telemedicina e aposta no crescimento desse setor no Brasil

Desde que anunciou a criação de seu Fundo III, com R$ 450 milhões para investir em startups, a e.bricks ventures aportou dinheiro na Acesso Digital e na Avenue Securities. Agora, o fundo comandado por Pedro Melzer acaba de liderar um aporte na empresa de telemedicina Conexa Saúde.

A startup, fundada pelo jovem economista Fernando Domingues e comandada pelo executivo Guilherme Weigert, é vista como uma das healthtechs mais promissoras do mercado. Seu modelo é baseado em atendimentos 24 horas, durante os sete dias da semana, com médicos do outro lado do computador, do tablet ou do smartphone.

“Temos um corpo clínico de 1,5 mil médicos, entre próprios e terceiros”, diz Domingues ao NeoFeed. São profissionais, preparados em 27 especialidades, que atendem remotamente. Mas as mais procuradas são clínica geral, cardiologia, psiquiatria e dermatologia.

O modelo de negócios que tem feito a startup ganhar escala é baseado no B2B. E há dois formatos. No primeiro deles, grandes empresas como Itaú, Cacau Show, Dasa, entre outras, usam o serviço da Conexa Saúde contratando o serviço de teleorientação para seus funcionários.

Para isso, pagam, em média, entre R$ 7 e R$ 10 por mês por pessoa. “Já temos 120 mil vidas atendidas nesse segmento”, diz Domingues. “E, ao buscar a medicina preventiva, evita-se que 50% dos casos sejam encaminhados para a emergência de um hospital”, afirma.

O outro formato adotado pela Conexa Saúde para ganhar mercado é licenciar o uso de sua plataforma para hospitais. Instituições como o Sírio Libanês, Oswaldo Cruz, AC Camargo, Santa Paula, entre outros, são clientes da startup. Neste caso, os hospitais pagam entre R$ 150 e R$ 250 por mês por cada médico que usa a plataforma.

A Conexa Saúde, fundada em 2016, atingiu essa penetração de mercado ao mudar completamente o seu negócio. O modelo atual, calcado em uma plataforma de telemedicina, só foi adotado em 2018. Antes, a empresa trabalhava como uma clínica de atuação primária, chamada Connect Care, no bairro de Copacabana, atendendo pacientes diretamente.

“Resolvemos pivotar a empresa ao acompanhar o que acontecia nos Estados Unidos e na China”, diz Domingues, fundador da Conexa Saúde. “Lá, os atendimentos digitais já superaram os presenciais.” Domingues percebeu que seria a melhor forma de escalar o negócio.

Nos Estados Unidos, a empresa Teladoc Health, que atua em telemedicina, tem ações negociadas na bolsa de Nova York e tem valor de mercado de US$ 8,5 bilhões. Na China, a plataforma Ping an Good Doctor conta com 315 milhões de pessoas registradas. Detalhe: foram feitas 1,1 bilhão de consultas referentes ao coronavírus desde o surgimento da epidemia.

Nos Estados Unidos, a empresa Teladoc Health, que atua em telemedicina, tem ações negociadas na bolsa de Nova York e valor de mercado de US$ 8,5 bilhões

“No Brasil, esse mercado de telemedicina ainda está arranhando a superfície”, diz Thiago Maluf, general partner da e.bricks ventures. Pedro Melzer, CEO da e.bricks eventures, complementa. “É um mercado muito grande e carente de inovação.”

Maluf explica que escolheu a Conexa Saúde pela combinação de um excelente corpo clínico com conhecimento de tecnologia. E também pelas perspectivas de mercado.

Por mais que ainda existam limitações regulatórias e ainda não seja possível o médico realizar a primeira consulta diretamente com o paciente e receitar medicamentos, essa barreira tem tudo para ser quebrada com o passar do tempo e o avanço da tecnologia.

Os atendimentos podem ser via smartphone, tablet ou computador

Com uma base no Cubo, o hub de inovação aberta patrocinado pelo Itaú, pela Dasa, entre outras companhias, a startup tem conversado inclusive com o governo do Estado de São Paulo para oferecer o serviço de atendimento na especialidade de dermatologia.

Muita gente ainda torce o nariz para a telemedicina, a classe médica reluta em aceitar esse modelo, mas a prática já é vista como a saída para prevenir doenças e preencher o déficit de médicos no mundo, estimado pela Organização Mundial de Saúde (OMS) em 8 milhões de profissionais.

Trata-se de um caminho sem volta. Tanto que hospitais como o Albert Einstein já fazem esse tipo de atendimento, vendendo o serviço para empresas. “Vendemos como saúde corporativa. Mais preventiva e de urgências relativas. O intuito é colocar o paciente correto na porta correta”, disse Sidney Klajner, presidente do Hospital Albert Einstein, em recente entrevista ao NeoFeed.

Para trazer mais credibilidade ao negócio e reduzir a desconfiança sobre os atendimentos remotos, algo a que os brasileiros ainda não estão acostumados, Domingues, da Conexa Saúde, conta com sócios de peso que estão no conselho de administração da startup.

São profissionais do calibre de Romeu Domingues, médico, presidente do conselho de administração da Dasa e conselheiro da Sul América, que é pai de Fernando; Roberto Botelho, médico cardiologista fundador e diretor médico do ITMS Brasil e Chile; Marcelo Saad, sócio da Laplace Finanças e membro do conselho da Bemol; e Sidney Breyer, fundador da ALOG e conselheiro da B2W.
Domingues pretende usar o dinheiro do aporte para alavancar as operações e investir em tecnologia. “Vamos contratar mais profissionais na área comercial. Pretendemos alcançar 250 mil vidas até o fim do ano”, diz ele.
Para 2021, ele prevê o lançamento de outros produtos, voltados diretamente a pessoas físicas. “Seria como um cartão pré-pago em que os usuários podem pedir orientações médicas”, afirma.

Domingues ressalta a importância do aporte como uma chancela que pode trazer outros investidores institucionais. “Queremos partir para uma rodada de série A no ano que vem”, diz ele.

O valor investido pelo e.bricks ventures não é revelado, mas sabe-se que é seed money e está dentro da estratégia do fundo de venture capital de acompanhar o estágio da empresa ao longo de sua evolução. Domingues, entretanto, diz que a Conexa Saúde recebeu até hoje R$ 5 milhões em duas rodadas seed. A primeira foi com um corpo clínico formado por profissionais como Ben-Hur Ferraz Neto, Claúdio Domênico e Otávio Gebara. A segunda é esta com a e.bricks ventures.

Os investimentos do e.bricks nesse Fundo III começam em R$ 3 milhões e podem chegar a R$ 45 milhões. Do total de R$ 450 milhões do fundo, 15% são reservados para aportes seed money, geralmente o primeiro recurso institucional que uma startup recebe – caso da Conexa Saúde. O restante vai para séries A e B, quando a companhia está em estágio mais avançado... Leia mais em neofeed 19/02/2020




Itaú prevê reforma tributária pontual e R$ 85 bi em venda de ativos em 2020

Para economistas do banco, ruídos relacionados à equipe econômica podem atrapalhar percepção de avanço na agenda de reformas e piorar confiança dos investidores O Itaú espera o avanço de uma reforma tributária apenas pontual no segundo semestre deste ano. Para a primeira metade do ano, o banco vê o avanço da agenda de reformas microeconômicas, como o marco regulatório do saneamento, além da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) Emergencial, do chamado Plano Mansueto de ajuda aos Estados e do novo Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb).

“A situação fiscal está hoje muito mais condicionada à retomada da atividade econômica do que no passado”, disse o economista Pedro Schneider, durante o evento Macro em Pauta, promovido pelo Itaú Unibanco para apresentação de suas estimativas. O banco prevê crescimento de 2,2% neste ano.

“Até a reforma da Previdência, tudo girava em torno do fiscal, era ele quem determinava o PIB, agora é mais o contrário.”

Segundo Schneider, se a economia consolidar sua retomada e começar a crescer com mais força, as varáveis fiscais vão melhorar na margem. Isso vale tanto para o déficit primário, como para a dívida pública, avaliou.

O economista do Itaú, Pedro Schneider, vê a situação fiscal mais atrelada à retomada da atividade

“Há uma estabilização cíclica da dívida bruta que, se for mantida a política econômica e a agenda de reformas, pode se converter numa estabilização estrutural”, disse.

Quanto à reforma tributária, o economista avalia que ela deverá ser apenas “pontual”, com a simplificação de impostos federais, como a PIS/Cofins.

Questionado sobre os efeitos das falas polêmicas do ministro Paulo Guedes ou até de uma possível saída do ministro para a economia brasileira, o economista-chefe do Itaú Unibanco, Mário Mesquita, disse que o que mais preocupa é justamente a influência de qualquer distúrbio sobre o andamento da agenda de reformas.

“Temos uma agenda de reformas que é muito importante para resolver o problema fiscal, que é a PEC Emergencial, e para crescer mais, que é a reforma tributária”, disse Mesquita. “Qualquer coisa que ameace o avanço dessa agenda deve gerar reação negativa, com impacto sobre confiança.”

O banco projeta um déficit de 1% do PIB em 2020 e 0,5% em 2021, consistente com a melhora gradual esperada das contas fiscais.

Privatizações

O banco prevê que a agenda de privatizações e concessões deve seguir em linha ao observado no ano passado, com venda de subsidiárias de estatais, enquanto privatizações de fato como a da Eletrobras ainda exigem amadurecimento maior.

Schneider espera que a venda de ativos gere R$ 85 bilhões em receitas este ano, similar aos R$ 90 bilhões do ano passado. Ele lembrou que a venda de subsidiárias gera receita primária indireta ao governo, via pagamento de dividendos pelas estatais.

Outra contribuição esse ano deve ser a devolução de recursos do BNDES ao Tesouro, estimada em R$ 100 bilhões, ante R$ 125 bilhões em 2019. Assim, os dois efeitos somados devem gerar R$ 185 bilhões. Embora nem todo esse valor se converta em resultado primário, as medidas vão na direção correta, avaliou Schneider. Valor Econômico Thais Carrança Leia mais em yahoo 19/02/2020



Cade aprova negócio da Brink’s, mas proíbe empresa de fazer aquisições por 3 anos

O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) aprovou, com restrições, a compra pela Brink’s da transportadora de valores Tecnoguarda, que atua nos Estados de Goiás e Mato Grosso. Para dar o aval à operação, porém, o conselho firmou um acordo com as empresas que prevê que a Brink’s não poderá adquirir novas empresas neste setor por três anos em todo o País.

O julgamento foi apertado e duas conselheiras votaram pela reprovação do negócio. No ano passado, o Cade já havia imposto restrição semelhante à Prosegur.

Na ocasião, o órgão aprovou a compra da Transvip, mas também determinou que a Prosegur não poderá comprar novas transportadoras por três anos.

Clientes

Usuários de transporte de valores têm relatado ao Cade dificuldades de contratar e postura coordenada das empresas líderes do setor, entre elas a Brink’s e a Prosegur.

Em ofícios enviados ao Cade em diferentes processos, empresas como TecBan, que é dona do Banco24horas, McDonald’s, Magazine Luiza e Drogasil relataram barreiras para contratar transportadoras concorrentes e denunciaram existir uma postura de não concorrência entre as três maiores – o que caracterizaria um cartel.

“Há fortes indícios de coordenação, que não podem mais ser ignorados pelo Cade”, disse o advogado da TecBan, José DelChiaro, no julgamento desta quarta-feira. Estadão Conteúdo .. Leia mais em istoedinheiro 19/02/2020



Negócios da semana 10 a 16/fev/2020 - Fusões e Aquisições

Carrefour adquire 30 lojas do Makro por R$ 1,95 bilhão - As unidades adquiridas têm vendas brutas totais de aproximadamente R$ 2,8 bilhões, e os planos da varejista é de converter as bandeiras das unidades para Atacadão, dentro de um período de 12 meses. 16/02/2020
Primo Rico compra participação em canal de finanças Jovens de Negócios - A holding Primo Rico anunciou a compra de 20% de participação no canal de finanças Jovens de Negócios. A aquisição custará R$ 1 milhão, o que estabelece um valuation de R$ 5 milhões para a empresa. 13/02/2020
Priner marca volta de ‘mini’ aberturas de capital à Bolsa - A Priner, empresa de serviços industriais, acaba de concluir uma oferta inicial de ações (IPO, na sigla em inglês) de R$ 200 milhões na Bolsa brasileiras, valor muito abaixo das aberturas de capital nacionais, que costumam superar a marca de R$ 1 bilhão.  14/02/2020
Startup Docket capta R$ 34 milhões em rodada de investimentos - KaszeK, Valor Capital e ONEVC estão entre os fundos de investimento que participaram da rodada de captação. 14/02/2020
Startup Hisnëk voltada para saúde corporativa capta R$ 1 milhão - Alinhada com as demandas atuais de saúde mental no ambiente de trabalho, a Hisnëk capta R$ 1 milhão para seguir com o desenvolvimento de sua solução.   13/02/2020
Kenoby recebe R$ 3,3 mi do Brasil Venture Debt I - Menos de um mês após ter recebido 20 milhões de reais em uma rodada de investimento liderada pelo fundo brasileiro Astella, a startup Kenoby recebeu 3,3 milhões de reais do Brasil Venture Debt I.  13/02/2020
Tropical Hotel é comprado por R$ 260 milhões em leilão - O Tropical Hotel Manaus foi vendido por R$ 260 milhões. O hotel de luxo foi adquirido por um empresário de São Paulo. 12/02/2020
BTG Pactual recebe oferta de R$ 340,52 milhões por compra de prédio na Faria Lima- O BTG Pactual informou ao mercado proposta de compra da participação do Edifício Faria Lima 4440. OVBI Real Estate fez oferta de compra de aproximadamente R$ 340,52 milhões,. 13/02/2020
UOL Diveo agora é Compasso e UD -  O UOL Diveo adquiriu uma participação de 51% da Compasso, em 2013. Agora o UOL está comprando quase a totalidade das ações, tirando uma pequena porcentagem que permanece nas mãos dos cinco sócios originais da Compasso.  13/02/2020
BV investe R$80 milhões na plataforma de antecipação de recebíveis Weel  - O BV, ex-Banco Votorantim, anunciou um novo investimento de 80 milhões de reais na Weel, plataforma de antecipação de recebíveis. 13/02/2020
Cogna Educação arrecada R$ 2,5 bilhões com a oferta de ações.   Cogna Educação (COGN3) informa, de acordo com comunicado, que parte desses recursos será usado em aquisições.  12/02/2020
Moura Dubeux emplaca IPO e deve movimentar até R$ 1,25 bilhão -  O líder da oferta é o Itaú BBA e o Credit Suisse... 12/02/.2020
Grupo educacional SEB compra 70% da Maple Bear - Marca está presente em mais de 20 países, com 458 escolas e mais de 40 mil alunos.  Rodney Briggs, fundador e presidente da rede de escolas, manterá uma participação de 30% e o comando da operação.   12/02/2020
Vórtx adquire a BCINF, especializada em backoffice - A Vórtx, plataforma de infraestrutura e administração de fundos para o mercado financeiro, acaba de adquirir a BCINF.  12/02/2020
Alvarez & Marsal aporta R$ 1 milhão na agtech NetWord Agro. Networld Agro usa drones e inteligência artificial para montar modelos preditivos. 12/02/2020
Cigam compra Prowise - A Cigam, especializada em software de gestão, acaba de adquirir a Prowise, uma companhia com uma década de mercado focada em análise de dados, com aplicações de Business Intelligence e Controladoria. 11/02/2020
A IOUU, fintech de empréstimo para PMEs recebe aporte de R$ 6 milhões -  Novo investimento vai para desenvolvimento, marketing e vendas.09/02/2020
Stefanini compra Mozaiko - Startup tem soluções como software de analytics e etiquetas de RFID. 10/02/2020
Bloxs Investimentos fintech de investimentos alternativos recebe aporte de 3 mi - A DOMO Invest  amplia o seu portfólio na Bloxs Investimentos cuja missão consiste em democratizar o acesso a investimentos alternativos de alta qualidade. 10/02/2020
Superjobs Venture anuncia investimentos na Metha Energia e na Marta Inteligência Imobiliária - A Superjobs anuncia investimento em mais duas empresas: a Metha Energia  focada em geração de energia distribuída e renovável e a pernambucana Marta Inteligência Imobiliária, uma plataforma desenvolvida para potencializar negócios entre construtoras e clientes interessados em comprar imóveis de maneira inteligente. 10/02/2020




Aquisição da TAG reduz ganho da Engie

A Engie Brasil Energia (EBE) apurou lucro líquido de R$ 617,5 milhões no quarto trimestre de 2019, queda de 18,9% em relação a igual período de 2019. A receita líquida cresceu 21,4%, para R$ 2,8 bilhões, e o Ebitda (sigla em inglês para lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) avançou 21,6%, a R$ 1,317 bilhão.

Com o resultado, o lucro da maior geradora de energia privada do país alcançou R$ 2,311 bilhões em 2019, praticamente em linha (-0,2%) em relação ao ano anterior. Na mesma comparação, a receita líquida aumentou 11,5%, para R$ 9,8 bilhões, e o Ebitda cresceu 18,2%, somando R$ 5,163 bilhões.

Segundo o diretor-presidente da companhia, Eduardo Sattamini, o resultado refletiu o crescimento da empresa alavancado por dívidas, principalmente para a aquisição da Transportadora Associada de Gás (TAG), da Petrobras, concluída em junho. A EBE, junto com sua controladora, a francesa Engie, e o fundo canadense Caisse de Dépôt e Placement du Québec (CDPQ), adquiriu 90% da subsidiária da Petrobras dona de uma rede de 4,5 mil km de gasodutos, por cerca de US$ 8,5 bilhões. A EBE tem agora 29,25% na transportadora de gás.

“O que marcou o ano de 2019 foi um crescimento significativo da companhia, financiado através de dívida, para que tivéssemos uma estrutura de capital mais eficiente”, disse Sattamini, ao Valor.

Essa estratégia se refletiu no aumento de 48,6% da dívida líquida, que alcançou R$ 10,2 bilhões, no fim do quarto trimestre. Apesar do crescimento, a relação dívida líquida/Ebitda está em nível “confortável” de 2 vezes, explicou o executivo. Dessa forma, o conselho de administração da EBE aprovou pagamento de dividendos complementares de R$ 949,7 milhões, totalizando valor distribuído em 2019 de R$ 2,197 bilhões e mantendo em 100% o pagamento do lucro líquido distribuível ajustado.

A EBE também fechou 2019 com investimentos de R$ 4,9 bilhões, dos quais R$ 3,5 bilhões apenas na compra da TAG - a maior operação de fusão e aquisição da América Latina no ano passado.

Para 2020, a empresa prevê investir R$ 2,5 bilhões, principalmente na implantação do projeto de transmissão de Gralha Azul, de cerca de 1 mil km de extensão, no Paraná, na construção da segunda fase do complexo eólico Campo Largo, na Bahia, e no complexo termelétrico de Pampa Sul, no Rio Grande do Sul.

O valor, porém, deve crescer. A empresa espera concluir até março a compra de um empreendimento de transmissão de 1,8 mil km, entre o Pará e Tocantins, da indiana Sterlite, por R$ 410 milhões. O projeto deve exigir R$ 1 bilhão de investimentos, incluindo o valor da aquisição. Outros R$ 200 milhões podem ser destinados à eólica de Santo Agostinho (RN).

Por fim, a EBE participa do processo de venda dos 10% remanescentes da Petrobras na TAG. A ideia é repetir a parceria com a holding francesa e o fundo canadense.Aquisição da TAG reduz ganho da Engie Valor Econômico - Leia mais em abinee.19/02/2020




Randon vale, pelo menos, 6% mais após compra da Nakata, segundo a Ágora

A Ágora Investimentos elevou o preço-alvo da Randon (RAPT4) de R$ 16 para R$ 17 – um incremento de 6,25%. O motivo é o valor que deve ser gerado pela aquisição da Nakata por R$ 457 milhões, liderada por sua controlada Fras-Le (FRAS3) e anunciada em dezembro.

O valor implica, também, um potencial de alta de 19,6% sobre a cotação de fechamento desta segunda-feira (17).

O negócio ainda depende da aprovação das autoridades, devido à potencial concentração de mercado. Por isso, a Randon não incorporou os efeitos da aquisição no guidance de 2020, em que projeta receita de R$ 5,5 bilhões. Justamente por isso, o valor ficou 5% abaixo do consenso do mercado.

A companhia também foi mais conservadora em suas estimativas de aumento de vendas de caminhões, ante os 17% projetados pela Anfavea (a associação que representa as montadoras que atuam no país).

“Nossa recomendação de compra para a Randon permanece inalterada, mas estamos elevando nosso preço para o final do ano de 2020, que agora incorpora a aquisição da Nakata”, afirma a Ágora. Por Márcio Juliboni .. Leia mais em moneytimes 18/02/2020

Fique por dentro de tudo que está acontecendo  no mercado de  FUSÕES E AQUISIÇÕES




Almeida Junior espera chegar à bolsa avaliada em R$ 4 bi

Maior parte dos recursos vai para o controlador, por meio de tranche secundária e de destinação de parte da tranche primária para dividendos

A administradora de shoppings Almeida Junior registrou seu pedido de oferta pública inicial de ações (IPO) e prospecto preliminar na Comissão de Valores Mobiliários (CVM). A oferta, antecipada pelo Valor em dezembro, busca levantar cerca de R$ 1,5 bilhão e chegar à B3 avaliada entre R$ 3 bilhões e R$ 4 bilhões. Os bancos coordenadores são  BTG Pactual, J.P. Morgan, Bank of America, Itaú BBA e XP Investimentos... Leia mais em valoreconomico 19/02/2020



18 fevereiro 2020

Fusões e Aquisições - destaques da semana 10 a 16/fev/202

Divulgadas 21 operações de Fusões e Aquisições com destaque pela imprensa na semana de 10 a 16/fev/2020.  Envolvem direta ou indiretamente empresas brasileiras de 7 setores e um investimento da ordem de R$ 7,4 bilhões.

ANÁLISE DA SEMANA

Principais transações




NEGÓCIOS DA SEMANA

"Market Movers" - Brasil

  • Ação da Cogna Educação é precificada em R$ 11, conforme comunicado - A empresa afirma que arrecadou R$ 2,5 bilhões com a oferta.  12/02/2020

"Market Movers” - Exterior

  • Alstom fecha acordo com Bombardier para comprar divisão de trens por US$ 7 bilhões - O acordo é o mais recente esforço da Alstom de unir forças com seus pares para ganhar escala em meio a perspectiva de competição mais acirrada com a estatal chinesa CRRC. A gigante francesa Alstom SA conseguiu fechar um acordo preliminar com a Bombardier para adquirir a unidade de produção de trens da empresa de Montreal por mais de US$ 7 bilhões, de acordo com pessoas familiarizadas com o assunto. O acordo poderia ser anunciado ainda nesta segunda-feira (17/02), acrescentam as fontes.16/02/2020

HUMORES & RUMORES

M & A - VENDA

  • União levantou R$ 29,5 bi em janeiro com desestatizações - Valor representa quase um quinto da meta de R$ 150 bi para este ano. A União levantou R$ 29,5 bilhões em desestatizações apenas em janeiro, informou, hoje (14), o secretário especial de Desestatização, Desinvestimento e Mercados do Ministério da Economia, Salim Mattar. O valor representa quase um quinto da meta de R$ 150 bilhões para este ano, anunciada no início do ano. O valor alcançado em janeiro foi obtido por meio da venda de participações da União em empresas estatais. A venda de 20,8 milhões de ações ordinárias de emissão do Banco do Brasil em poder da União rendeu R$ 1,05 bilhão. O restante foi obtido por meio da venda das ações detidas pelo BNDESPar, braço do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) que investe em empresas, na Petrobras e na Light, empresa de energia do Rio de Janeiro.14/02/2020
  • BB pode vender negócios na área de cartões - Banco quer 'destravar valor' em conjunto de ativos avaliado em R$ 9,2 bilhões, dizem fontes. O Banco do Brasil colocou sob revisão as suas participações no setor de cartões, o que poderá levar a uma reorganização da área e até à venda de ativos, apurou o Valor. O objetivo é estudar como “extrair mais valor” dessas operações. Os negócios do BB incluem uma administradora de cartões e participações na credenciadora Cielo, na empresa de “vouchers” de alimentação Alelo, na Cateno, joint venture com a Cielo que processa as transações com cartões de débito, e na bandeira de cartões Elo.  12/02/2020
  • Petrobras retoma venda de fábrica de fertilizantes de Três Lagoas (MS) - Estatal também se candidatou a se tornar fornecedora de gás natural para a unidade. A Petrobras retomou ontem a venda da Unidade de Fertilizantes Nitrogenados III (UFN-III), localizada em Três Lagoas (MS), com algumas mudanças no modelo do negócio. A estatal abriu a possibilidade de entrar como fornecedora do gás natural a ser usado como matéria-prima na fábrica e reviu algumas exigências, para abrir o universo de potenciais compradores. 11/02/2020

M & A  - COMPRA

  • Duratex está prontinha para comprar alguém (se quiser), diz BTG Pactual - Boa opção: para Ágora, Duratex oferece carona para quem quiser lucrar com a retomada da economia.. “Este é o menor nível em anos, o que permite à companhia considerar adicionais oportunidades de fusões e aquisições (se o negócio certo aparecer)”, acrescenta o BTG Pactual. 13/02/2020
  • Cogna pode subir 25%, se usar seus R$ 5 bi para comprar universidades; veja os alvos - A Cogna (COGN3) tem tudo para liderar uma nova rodada de consolidação no mercado de ensino superior. Entre a oferta subsequente de ações (follow-on), realizada nesta semana, e os planos de abrir o capital de uma de suas controladas, a Vasta, nos EUA, a companhia deve fortalecer seu caixa com R$ 5 bilhões. É dinheiro suficiente para mirar em rivais importantes, segundo o BTG Pactual. Em relatório assinado pelo analista Samuel Alves, o banco afirma que a Cogna faria um bom negócio, ao aplicar essa bolada na compra de outras empresas. Para a instituição, a concentração de mercado não deve ser um empecilho para o avanço da Cogna, já que as sobreposições mais importantes estão no mercado de São Paulo. As duas apostas preferidas do BTG são o Grupo Laureate e a Ser Educacional (SEER3).14/02/2020
  • América Móvil diz estar "dentro do processo" de possível aquisição da Oi Móvel - A incorporação da Nextel ainda está para mostrar sinergias, mas o grupo América Móvil já mostra interesse em outra consolidação: a Oi Móvel. O CEO do grupo mexicano, Daniel Hajj, disse nesta quarta-feira, 12, que a empresa está "dentro do processo" de aquisição da operação brasileira da concorrente, embora não tenha dado detalhes se isso é parte de alguma conversa conjunta com outros players ou se a companhia apenas pretende atuar sozinha na fusão. "Estamos abertos para ver os ativos da Oi. Estamos interessados em checar, e estamos dentro desse processo", declarou. 13/02/2020
  • Boticário estuda comprar Coty, diz presidente - Segundo Artur Grynbaum, o grupo analisa oferta pela Coty para aumentar participação na categoria de cuidados com os cabelos e estrear em supermercados. O Grupo Boticário analisa oferta pela Coty no Brasil para aumentar sua participação na categoria de cuidados com os cabelos e estrear em supermercados com a venda de produtos, disse Artur Grynbaum, presidente da fabricante brasileira,13/02/2020
  • Grupo dono da Topper e da Rainha vai comprar outra marca de calçados esportivos - O grupo Sforza, dono das marcas Topper e Rainha, negocia a compra de mais uma empresa de calçados esportivos. 09/02/2020
  • Ânima é favorita para levar a Ilumno - A Ânima Educação está próxima de obter exclusividade na negociação para comprar os ativos brasileiros da Ilumno — a companhia americana dona da Universidade Veiga de Almeida (UVA) no Rio e do Centro  Universitário Jorge Amado (Unijorge) em Salvador, fontes a par do assunto disseram ao Brazil Journal. Outros dois investidores estratégicos — o Grupo SEB e a SER Educacional — também estão mantendo conversas privadas com a Ilumno, 10/02/2020

PRIVATE EQUITY & VENTURE CAPITAL

  • Itapemirim anuncia aporte de R$ 2 bi para criação da companhia aérea - Montante será investido sobretudo para a criação da companhia aérea do grupo. O governador de São Paulo, João Doria (PSDB-SP), afirmou que oito empresas que participaram da missão empresarial aos Emirados Árabes Unidos fecharam negócios que devem movimentar US$ 3,2 bilhões (R$ 14 bilhões) para companhias paulistas nos próximos 12 meses. Apenas o empresário Sidnei Piva, presidente da Itapemirim, anunciou um aporte de US$ 500 milhões (R$ 2,1 bilhões) de um dos fundos soberanos dos Emirados Árabes Unidos. Piva preferiu não informar se ele fechou negócio com o Adia (Abu Dhabi Investment Authorit) ou o Mubadala....  13/02/2020

OFERTA DE AÇÕES

  • Varejista de material de construção Quero-Quero faz pedido para IPO - A rede de varejo de material de construção Quero-Quero fez pedido para oferta pública inicial de ações na B3, segundo prospecto publicado nesta quarta-feira. A companhia é controlada pela empresa de investimentos norte-americana Advent International Corp desde 2008 e tem 346 lojas na região Sul do país... 12/02/2020
  • A decisão de iniciar um IPO como plano estratégico do negócio - As companhias, impulsionadas também pela baixa taxa de juros, iniciaram seus planos de expansão e crescimento, por meio de crédito privado e público acessível a preços nunca visto antes… O interesse das empresas no IPO vai além da necessidade de captação de recursos e redução do custo para aquisição do capital, pois outros fatores importantes chamam atenção, como: (1) visibilidade da companhia para mercado e clientes; (2) facilitação em processo de M&A (sigla em inglês para fusões e aquisições); (3) saída de investidor estratégico e (4) diluição de risco com demais acionistas. 10/02/2020
  • Banco Daycoval pede registro para IPO - O Banco Daycoval pediu na segunda-feira (10/02) registro de oferta pública de distribuição primária e secundária de suas ações preferenciais. O Banco Daycoval pediu na segunda-feira registro de oferta pública de distribuição primária e secundária de suas ações preferenciais, conforme fato relevante disponível na Comissão de Valores Mobiliários (CVM) na madrugada desta terça-feira.De acordo com duas das fontes ouvidas pela Reuters em janeiro, a oferta poderá levantar entre 3 bilhões e 4 bilhões de reais. 11/02/2020
  • Setor de construção aumenta fila para IPO - A fila das empresas do setor de construção para abertura de capital não para de crescer. Além da Moura Dubeux, que precifica amanhã, dia 11, sua oferta – e observa elevada demanda entre os investidores – e da Canopus, que já protocolou seu pedido de registro de oferta inicial de ações (IPO, na sigla em inglês), Tegra e Yuny também estão se movimentando para seguir o mesmo caminho. Ainda do setor a Cury já tem bancos contratados, assim como a You. A Mitre Realty estreou na B3 na semana passada, dez anos depois do último IPO de uma incorporadora, da Direcional em 2009. 11/02/2020
  • Bancos buscam R$ 10 bilhões em ofertas de ações - Ao menos R$ 4 bi vão para o caixa das instituições, principalmente para aumentar carteiras de crédito. Três bancos já com processos de oferta de ações oficialmente registrados - Paraná Banco, Banco Daycoval e BV (antigo Banco Votorantim) - estão buscando um total de R$ 10 bilhões. Disso, ao menos R$ 4 bilhões vão para o caixa dos .. 11/02/2020
  • Banco BV pede registro para IPO - O BV, ex-Banco Votorantim, pediu nesta segunda-feira registro para sua oferta inicial de units (IPO, na sigal em inglês), segundo informações da Comissão de Valores Mobiliários (CVM). A operação era inicialmente prevista para acontecer em abril, com valor total previsto de cerca de 5 bilhões de reais, sendo 1 bilhão de uma oferta primária, enquanto os 4 bilhões restantes corresponderão à oferta secundária, com BB e Votorantim Finanças levando 2 bilhões cada, afirmaram as fontes...10/02/2020
  • Construtora mineira Canopus pede registro para IPO - A operação, que envolve ofertas primárias e secundárias, será coordenada por Itaú BBA, BTG Pactual e Bradesco BBI. A construtora Canopus pediu registro para realizar uma oferta inicial de ações (IPO, na sigla em inglês), segundo informações disponibilizadas pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM) nesta segunda-feira.. Os recursos da oferta primária serão usados para compra e lançamento de empreendimentos e para capital de giro, 10/02/2020

“TOP TRENDS”

  • “Ainda não há sinais de bolha na bolsa brasileira”, diz presidente do Itaú - A valorização da bolsa brasileira é reflexo do crescimento das companhias de capital aberto, não de uma bolha financeira. Ao menos, por enquanto. Essa é a opinião de Candido Bracher, presidente do Itaú Unibanco. “No Brasil, os resultados das empresas têm melhorado, e os múltiplos estão numa faixa aceitável. Não vejo sinais de bolha ainda, mas é um fenômeno que tende a ocorrer quando os juros ficam baixos por muito tempo. Por isso, é bom acompanhar de perto”, afirmou o executivo durante teleconferência sobre os resultados do banco. 11/02/2020

RELAÇÃO DAS TRANSAÇÕES

  • Carrefour anuncia aquisição de 30 lojas do Makro por r$ 1,95 bilhão - O grupo francês Carrefour anunciou há pouco a aquisição de 30 lojas do atacadista Makro por R$ 1,95 bilhão.  Segundo o comunicado, as unidades adquiridas têm vendas brutas totais de aproximadamente R$ 2,8 bilhões, e os planos da varejista é de converter as bandeiras das unidades para Atacadão, dentro de um período de 12 meses após o fechamento da transação. 16/02/2020
  • Primo Rico compra participação em canal de finanças por R$ 1 milhão - Aquisição da holding controlada pelo investidor Thiago Nigro é um marco no segmento de vídeos de finanças no país. A holding Primo Rico, controlada pelo investidor e empresário Thiago Nigro, anunciou nesta quinta-feira (13) a compra de 20% de participação no canal de finanças Jovens de Negócios, do empreendedor carioca Breno Perrucho. A aquisição custará a Nigro e seus sócios R$ 1 milhão, o que estabelece um valuation de R$ 5 milhões para a empresa de Perrucho. O movimento de consolidação, o primeiro entre os grandes players do segmento, deve criar um precedente para a precificação de ativos no setor. 13/02/2020
  • Priner marca volta de ‘mini’ aberturas de capital à Bolsa - A Priner, empresa de serviços industriais, acaba de concluir uma oferta inicial de ações (IPO, na sigla em inglês) de R$ 200 milhões na Bolsa brasileiras, valor muito abaixo das aberturas de capital nacionais, que costumam superar a marca de R$ 1 bilhão. O teste do “mini-IPO” ocorre diante do interesse do investidor de menor porte pela renda variável por causa dos juros baixos. De outro lado, há muitas empresas médias com apetite por recursos para crescer. Por causa da demanda, bancos e corretoras começam a se interessar por esse mercado. A XP, único coordenador da oferta da Priner, estruturou uma área focada nas ofertas de pequeno porte, apurou o jornal O Estado de São Paulo/Broadcast. Os fundos de private equity, que compram participação em empresas, têm em seu portfólio companhias candidatas a operações similares. 14/02/2020
  • Startup Docket levanta R$ 34 milhões em rodada de investimentos - KaszeK, Valor Capital e ONEVC estão entre os fundos de investimento que participaram da rodada de captação. A Docket, startup de busca, pré-análise e gestão de documentos e certidões, anunciou nesta quinta-feira, 13, que captou R$ 34 milhões em uma rodada de aportes com participação dos fundos de investimento Kasze, Valor, Onevc, Canary e Wayra. 14/02/2020
  • Startup voltada para saúde corporativa capta R$ 1 milhão em terceira rodada de investimento - Alinhada com as demandas atuais de saúde mental no ambiente de trabalho, a Hisnëk acaba de receber uma nova rodada de investimentos. A startup, que desenvolveu uma Inteligência Artificial para ajudar colaboradores e gestores com a identificação de problemas, recebeu R$ 1 milhão para seguir com o desenvolvimento de sua solução.  A Hisnëk é utilizada em empresas como Nokia, Dasa e Alelo, entre outras pelo Brasil, que somam mais de 80 mil vidas atendidas. Recentemente a startup fez parte do programa de aceleração da Neo Química, o Neo Acelera, que levou em conta o potencial de impacto social, qualificação da equipe de liderança e o potencial de escalabilidade do produto.. 13/02/2020
  • Startup de recrutamento Kenoby recebe R$ 3,3 mi do Brasil Venture Debt I - Menos de um mês após ter recebido 20 milhões de reais em uma rodada de investimento liderada pelo fundo brasileiro Astella, a startup Kenoby recebeu 3,3 milhões de reais do Brasil Venture Debt I. Em vez de comprar participação nas empresas, o fundo trabalha com empréstimos empresariais.  O Brasil Venture Debt I tem um fundo de 140 milhões de reais e planeja emprestar o valor para cerca de 35 startups até o final de 2021. O fundo foca em empresas com faturamento entre 3,5 e 90 milhões de reais, que tenham uma unidade econômica sustentável e estejam crescendo rapidamente. 13/02/2020
  • Tropical Hotel é comprado por R$ 260 milhões em leilão - O Tropical Hotel Manaus foi vendido por R$ 260 milhões no Rio de Janeiro, durante leilão realizado pelo Sindicato dos Leiloreiros do estado. O hotel de luxo, localizado no bairro Ponta Negra, zona Oeste de Manaus foi adquirido por um empresário de São Paulo, de acordo com o auto de arrematação. O complexo estava fechado desde maio de 2019, e já com as atividades comerciais suspensas após o corte do fornecimento de energia elétrica, consequência de uma dívida de R$ 8 milhões. 12/02/2020
  • BTG Pactual recebe oferta de R$ 340,52 milhões por compra de prédio na Faria Lima- O BTG Pactual, administrador do fundo imobiliário VBI FL 4440 (FVBI11), informou através de nota divulgada ao mercado proposta de compra da participação do Edifício Faria Lima 4440. Segundo o comunicado, o VBI Real Estate fez oferta de compra de aproximadamente R$ 340,52 milhões, calculado pelo valor de metro quadrado de cerca de R$ 30,8 mil. Por fim, a aquisição ocorrerá através de fundo imobiliário da VBI Real Estate... 13/02/2020
  • UOL Diveo agora é Compasso e UD - Companhia se divide em frentes de transformação digital e data center. A UOL Diveo está se reposicionando no mercado, dividindo suas operações em duas empresas diferentes: a Compasso, que focará no lado de desenvolvimento de software e transformação digital e a UD, onde ficará o lado de datacenter da empresa. O movimento mais chamativo da divisão é a aposta na Compasso, uma empresa gaúcha na qual o UOL Diveo adquiriu uma participação de 51% em 2013. Agora, com o novo posicionamento, o UOL está comprando quase a totalidade das ações, tirando uma pequena porcentagem que permanece nas mãos dos cinco sócios originais da Compasso. “Estamos muito orgulhosos com essa nova aposta do grupo UOL na Compasso”, aponta Alexis Rockenbach, que até agora atuava como diretor da Compasso e Head de Inovação do UOL Diveo e passa agora para a função de COO da nova Compasso. 13/02/2020
  • BV investe R$80 milhões na plataforma de antecipação de recebíveis Weel  - O BV, ex-Banco Votorantim, anunciou nesta quinta-feira um novo investimento de 80 milhões de reais na Weel, plataforma de antecipação de recebíveis, numa aposta para elevar a participação no nicho de empréstimos para empresas médias. Além do aporte, o banco vai ampliar o funding para a Weel em até 800 milhões de reais..13/02/2020
  • Ação da Cogna Educação é precificada em R$ 11, conforme comunicado - A empresa afirma que arrecadou R$ 2,5 bilhões com a oferta. As ações da Cogna Educação (COGN3) foram precificadas em 11 reais cada, de acordo com comunicado ao mercado divulgado nesta quarta-feira. A empresa disse que arrecadou 2,5 bilhões de reais com a oferta e parte desses recursos será usado em aquisições, de acordo com o comunicado.  12/02/2020
  • Com prejuízo e visando pagar dívida, Moura Dubeux emplaca IPO - Companhia define preço de R$ 19 por ação; 90% dos recursos pagarão dívida com bancos coordenadores. A incorporadora Moura Dubeux definiu preço de R$ 19 por ação ontem à noite em sua oferta pública inicial (IPO), que deve movimentar até R$ 1,25 bilhão - se confirmado o exercício do lote suplementar, que os bancos coordenadores têm até 30 dias para alocar.Da dívida bruta de R$ 1,16 bilhão em setembro de 2019, os três bancos eram credores de R$ 998 milhões. O líder da oferta é o Itaú BBA e o Credit Suisse também participa, ambos fora da lista de credores... 12/02/.2020
  • Grupo educacional SEB compra controle da operação global da Maple Bear - Marca está presente em mais de 20 países, com 458 escolas e mais de 40 mil alunos. O grupo de educação SEB anunciou a compra do controle global da operação da rede de escolas Maple Bear.  O valor da operação, paga totalmente em dinheiro, com recursos do SEB, não foi revelado. Rodney Briggs, fundador e presidente da rede de escolas, manterá uma participação de 30% e o comando da operação. A Maple Bear está presente em mais de 20 países, com 458 escolas e mais de 40 mil alunos. Até o fim do ano serão de 50 mil a 55 mil.  12/02/2020
  • Administradora de fundos Vórtx adquire a BCINF, especializada em backoffice - A Vórtx, plataforma de infraestrutura e administração de fundos para o mercado financeiro, acaba de adquirir a BCINF. A empresa fornece serviços de backoffice para aproximadamente o equivalente a R$ 100 bilhões em ativos da indústria, entre eles marcação a mercado, atribuição de desempenho e cálculo de diversos tipos de riscos. 12/02/2020
  • Alvarez & Marsal lança fundo no Brasil e faz aporte de R$ 1 milhão em agtech - NetWord Agro foi a primeira startup brasileira a receber investimento da consultoria americana. Networld Agro usa drones e inteligência artificial para montar modelos preditivos. A startup especializada em soluções para agricultura de precisão recebeu um investimento de R$ 1 milhão, com objetivo de ajudar na expansão do negócio dentro e fora do país. 12/02/2020
  • Cigam compra Prowise - Companhia oferecia aplicações de Business Intelligence e Controladoria para a base Cigam. A Cigam, especializada em software de gestão, acaba de adquirir a Prowise, uma companhia com uma década de mercado focada em análise de dados, com aplicações de Business Intelligence e Controladoria. A Prowise tem 10 funcionários a atende empresas como a Tecnovin, dona da marca de sucos Suvalan e Kitchens Cozinhas. 11/02/2020
  • Fintech de empréstimo para PMEs recebe aporte de R$ 6 milhões - A IOUU capta dinheiro de pessoas físicas para financiar a operação de micro, pequenas e médias empresas. Novo investimento vai para desenvolvimento, marketing e vendas.  A startup de serviços financeiros acaba de anunciar um aporte de R$ 6 milhões, divulgado com exclusividade para Pequenas Empresas & Grandes Negócios.09/02/2020
  • Stefanini compra Mozaiko - Startup tem soluções como software de analytics e etiquetas de RFID. A Stefanini, gigante brasileira de serviços de TI, anunciou a aquisição da Mozaiko, startup de analytics que integra dados em tempo real e utiliza inteligência artificial em processos do varejo. O valor da transação não foi divulgado. A startup provê soluções como o software de analytics e o equipamento e etiquetas de RFID, que podem ser implementados ao longo da cadeia de supply chain, da fábrica à loja. 10/02/2020
  • Fintech de investimentos alternativos recebe aporte de 3 mi da DOMO Invest - A DOMO Invest  uma das principais gestora de Venture Capital no Brasil, acaba de ampliar o seu portfólio em mais uma Fintech. Trata-se da Bloxs Investimentos cuja missão consiste em democratizar o acesso a investimentos alternativos de alta qualidade, a partir de operações 100% online e com a regulamentação da CVM conforme a instrução 588. O aporte é de R$ 3 milhões e a expectativa de crescimento nos próximos três anos é de mais de 10 vezes. 10/02/2020
  • Superjobs Venture anuncia investimentos - De olho no mercado e em startups inovadoras que buscam impactar positivamente o mundo, a Superjobs, venture com foco em investimentos de alto impacto, inicia o ano de 2020 anunciando o investimento em mais duas empresas. A companhia já contava com 22 statups em seu portfólio. As duas startups são de setores diferentes: a mineira Metha Energia é focada em geração de energia distribuída e renovável e a pernambucana Marta Inteligência Imobiliária é uma plataforma desenvolvida para potencializar negócios entre construtoras e clientes interessados em comprar imóveis de maneira inteligente. O aporte na empresa Marta recebeu investimentos da ordem de R$ 900 mil, que serão primordiais para sua expansão nacional.  10/02/2020

RELATÓRIOS - DESTAQUES DA SEMANA


QUEM, O QUÊ, QUANDO, QUANTO, COMO e POR QUÊ
 A pesquisa FUSÕES E AQUISIÇÕES - DESTAQUES DA SEMANA tem o propósito de captar o “clima” do mercado das operações de Fusões e Aquisições bem como sinalizar suas principais tendências. Trata-se da compilacão semanal das notícias visando tornar mais acessíveis e conhecidos os negócios de fusão, aquisição e venda realizados entre empresas com atuação no Brasil. Todas as informações sobre os negócios citados no presente relatório são obtidos a partir de notícias publicadas pela imprensa e divulgadas no “estado" pelo blog FUSOESAQUISICOES.BLOGSPOT http://fusoesaquisicoes.blogspot.com, não sendo feita qualquer verificação quanto à sua veracidade, precisão ou integridade do conteúdo. Sempre que possível, serão mencionados os nomes dos compradores – investidor estratégico ou fundos de private equity, dos vendedores, a tese de investimento e principais “value drivers”, o valor da transação, forma de pagamento, múltiplos praticados (Valor da Empresa/EBITDA, Valor da Empresa/Receita) etc. Muitas vezes a notícia não é clara a respeito dos valores/forma de pagamentos e respectivos múltiplos. É bem-vinda toda e qualquer contribuição para tornar as informações mais precisas e transparentes. Caso o conteúdo estiver em desacordo, nos contate que estaremos retirando o mesmo ou corrigindo a respectiva  informação. Blog FUSÕES & AQUISIÇÕES

18 fevereiro 2020