29 novembro 2020

Meritocracia precisa chegar ao topo das empresas. Até no conselho de administração

A máxima “eu faço parte de um núcleo de acionistas, então tenho assento garantido no Conselho” não é algo aceitável. Não podemos praticar a meritocracia de forma profissional e não fazer o mesmo entre os nossos controladores

Se há algo capaz de potencializar o papel dos Conselhos de Administração enquanto guardiões de governança e cultura nas organizações é a meritocracia. Originada do latim mereo (merecer) e do grego antigo krátos (poder), a palavra leva consigo todo o conceito de visão de longo prazo, alinhamento de valores familiares e empresariais e desenvolvimento de uma cultura corporativa necessários para pavimentar a trajetória de uma companhia sólida e duradoura.

No Grupo Algar, a meritocracia é um de nossos valores principais. Estimulamos a profissionalização da família, da empresa, do Conselho e avaliamos o desempenho de todos os stakeholders, sempre com o intuito de adotar as melhores práticas que, em última instância, irão refletir na geração de valor para uma empresa mais saudável e versátil. O ambiente é bastante dinâmico, as práticas mudam com velocidade e é preciso ter agilidade para acompanhar as transformações do ambiente de negócios.

Esse princípio, que nasceu com a cultura do fundador do Grupo Algar, extrapola a empresa e chega à família. Como principais responsáveis por transmitir a cultura empresarial, não podemos praticar a meritocracia de forma profissional e não fazer o mesmo entre os nossos controladores.

E promovemos isso fomentando um plano de formação bastante abrangente a todos os nossos acionistas, o que inclui análise de performance e identificação de high potencials que podem dar uma contribuição mais rica ao grupo.

A máxima “eu faço parte de um núcleo de acionistas, então tenho assento garantido no Conselho” não é algo aceitável. Quando um acionista que exerça a função de conselheiro ou executivo também trabalha para a valorização do seu capital, esse sistema acaba evoluindo de uma forma natural.


Com isso, as pessoas despontam, desenvolvem sua própria liderança e, com um reconhecimento conquistado em bases sólidas, acabam sendo apoiadas pelos demais acionistas a desempenhar papeis diferenciados dentro da organização ou mesmo dentro do conselho de sócios ou dentro da família.

A meritocracia da família para a empresa e da empresa para a família, exercitada de forma positiva, gera um círculo virtuoso com impactos muito benéficos para a gestão.

Conselhos de Administração são órgãos que geram valor para as organizações, por isso exigem independência para a composição de seu quadro. Soma-se a isso a necessidade de reunir competências distintas e explorar a diversidade de maneira mais arrojada para evoluir em suas discussões com pontos de vistas diferentes.

Tudo isso discutido de forma bastante transparente entre os acionistas é o cenário ideal para que a companhia avance e atinja seus objetivos de futuro... Por  Luiz Alexandre Garcia é presidente do Conselho de Administração do Grupo Algar, que atua nos setores de tecnologia, turismo e agronegócio . Leia mais em neofeed 29/11/2020



29 novembro 2020



Algar não irá a leilão da Oi móvel, mas pode levar uma parte

A Algar Telecom vai ficar de fora do leilão bilionário das redes móveis da Oi no mês que vem, mas, ainda assim, pode vir a comprar uma parte dos ativos nos meses seguintes, dependendo de como andar o processo. Trata-se de uma estratégia de “comer pelas beiradas”, fazendo jus à origem mineira da operadora, sediada em Uberlândia (MG).

Sem chance. Está fora de cogitação para a Algar dar um lance no leilão das redes móveis da Oi, que já recebeu uma oferta firme de R$ 16,5 bilhões do consórcio formado por Vivo, TIM e Claro. Meses atrás, a Algar chegou a ser procurada pela Highline do Brasil para que entrassem na disputa juntas, mas... Leia mais em estadão 29/11/2020






Fundos imobiliários vão às compras

Os fundos já compraram 32 imóveis neste ano. Desse total, 23 foram adquiridos de março para cá, já na pandemia. ... 

O Ifix (Índice de Fundos de Investimentos Imobiliários da B3), que reúne os fundos mais negociados do mercado, acumulou alta de 36% em 2019. 

Neste ano, porém, registra queda de 12,07% pelo efeito da pandemia... Leia mais em folha.uol 29/11/2020





Temos seis aquisições em análise e podemos ter interesse pelos Correios, diz CEO da Sequoia, um dos melhores IPOs em 2020

Em entrevista ao InfoMoney, Armando Marchesan fala sobre disparada do e-commerce na pandemia, resultados e investimentos

Inserida em um setor que foi altamente beneficiado pela pandemia de coronavírus, a empresa de logística Sequoia (SEQL3) acredita que parte do boom do e-commerce causado pelas medidas de restrição de mobilidade por causa da Covid-19 vai continuar após a descoberta da vacina. Com perfil consolidador, ela tem seis aquisições em análise, sendo uma em fase final, e diz que pode sim ter interesse em comprar os Correios em uma eventual privatização.

“Depende muito do formato que vier. A gente acha que num formato all in, 100% dele, com todas as dívidas, seria um processo mais complexo para a gente participar. Eu acho que poderia inibir a nossa participação, mas dependendo do formato que vier, se vier eventualmente por regiões ou por produtos, se vier em algum outro formato, aí eu acho que é natural, e a Sequoia como grande player nesse mercado avalia”, disse Armando Marchesan, CEO da companhia.

Ele afirmou que a Sequoia está posicionada no Brasil todo, mas que eventualmente numa venda dos Correios por regiões, daria preferência para “as regiões mais distantes”, já que hoje 70% de suas operações são voltadas para o interior do país. “No Sudeste obviamente é onde você tem os maiores volumes, mas aqui talvez a gente não precisaria dessa capilaridade dos Correios”, disse.

Com caixa forte após o IPO no começo de outubro, no qual levantou pouco mais de R$ 900 milhões, a Sequoia vai destinar R$ 331,4 milhões da oferta primária (na qual os recursos entram no caixa da companhia), líquidos de impostos, taxas e comissões, à expansão inorgânica por meio de aquisições (cerca de R$ 165 milhões), a investimentos em automação e novas tecnologias (cerca de R$ 83 milhões) e à otimização da estrutura de capital (cerca de R$ 83 milhões).

Segundo a Economatica, das 24 ações lançadas em IPOs na B3 em 2020, as da Sequoia têm o segundo melhor desempenho desde seu lançamento, com alta em torno de 30%. Até a última quinta-feira (26), o valor de mercado da companhia se aproximava de R$ 2,3 bilhões.

“Já recebemos duas ou três pesquisas diferentes e a nossa ação está em segundo lugar como a segunda melhor ação de IPO em 2020, atrás apenas da Locaweb (LWSA3). (…) Nossos investidores institucionais estão muito felizes com isso. A gente ainda vê potencial de crescimento da ação, com base no que os analistas destacam em seus relatórios”, disse Marchesan.

“Outro fato interessante sobre isso é que a Sequoia ainda é uma empresa desconhecida para o investidor individual. Temos uma relação forte B2B com marcas, mas você não vê lojas da Sequoia na rua, você não vê um app direto para o consumidor, a gente não é um iFood, a gente não é Loggi, a gente é uma empresa que eu brinco que está no backstage. Então, a gente não é uma empresa conhecida do grande público”, completou.

Ele citou que a expectativa da Sequoia é de que o bom desempenho da ação no longo prazo possa atrair mais investidores pessoas físicas na Bolsa. “O acesso ao nosso site tem aumentado, a procura pelos resultados também, vemos um interesse crescente na companhia. Mas o investidor pessoa física começa a procurar mais informações ao passo que a ação vai tendo uma boa performance, e a gente tem tido bom interesse por investidor institucional. Mas estamos só no começo dessa jornada.”

Resultados em alta

A Sequoia fechou o terceiro trimestre com aumento de 124% na receita líquida, na comparação anual, para R$ 277,5 milhões — fruto do crescimento de 84% na quantidade de pedidos no período, totalizando 11,8 milhões. Houve avanço de 94% no segmento B2C e de 28% nos pedidos B2B.... Leia mais em infomoney 29/11/2020





28 novembro 2020

Estrangeiros põem R$ 30 bilhões na bolsa brasileira este mês

Apesar do resultado positivo em novembro, B3 ainda tem um saldo negativo de R$ 55 bilhões em investimentos internacionais este ano

O otimismo global provocado pela eleição de Joe Biden nos Estados Unidos e, principalmente, as boas notícias relacionadas ao avanço das vacinas contra a covid-19 levaram os investidores de fora a colocarem na B3, neste mês, R$ 30 bilhões, o maior valor desde 1995, quando esse dado começou a ser computado.

O índice Ibovespa chegou ontem a uma alta de 18% no mês, um dos maiores crescimentos entre as principais Bolsas mundiais.

Nem a segunda onda da covid-19 e o retorno de países da Europa aos lockdowns reduziu o otimismo dos investidores.

A leitura dos estrategistas tem sido a de que a vacina torna possível olhar para um horizonte mais longo, de cerca de seis meses, em que se espera que ao menos uma das diferentes imunizações que já se mostraram eficazes tenha sido aplicada em larga escala.

Por isso, essa alta nas Bolsas tem sido espalhada em todo o mundo: em novembro, o principal índice da Bolsa do México sobe 13%. Na Coreia do Sul, o ganho é de 16%. Nos Estados Unidos, o S&P 500, da Bolsa de Nova York, avança 11,3%.

"A alta nos casos da covid-19 nos EUA e na Europa deve pesar sobre os prospectos de crescimento global nos próximos dois ou três meses", comentaram, na semana passada, os estrategistas do Morgan Stanley.

"À medida que nos aproximarmos do segundo trimestre de 2021, o efeito dos lockdowns em países desenvolvidos [sobre o contágio pela doença], temperaturas altas e o início da vacinação em massa devem contribuir para uma melhoria das perspectivas de crescimento global."

Essa retomada deve impulsionar a demanda e os preços de commodities como aço, minério de ferro e petróleo. Empresas como Vale e Petrobrás, que produzem esses insumos, têm grande peso na B3, e influenciam o movimento do mercado.

Como acumulavam quedas expressivas no ano, com os bancos, viraram "alvo fácil" para os estrangeiros, que têm a vantagem de comprar em dólares ações negociadas em reais.

"O mês de novembro foi um dos melhores da Bolsa em dez anos, refletindo as expectativas em relação aos avanços das vacinas contra a covid-19 e o retorno das atividades econômicas", diz Igor Cavaca, analista da plataforma de investimentos Warren.

Mas, apesar do resultado extremamente positivo deste mês, a Bolsa, no ano, ainda tem um saldo negativo de R$ 55 bilhões em investimentos estrangeiros.

No caso do outro fator que jogou a favor da Bolsa, o resultado da eleição americana, a avaliação é de que Biden, além de ser visto como mais amigável a países emergentes, é considerado um político mais previsível que seu antecessor.

"Não é que com a vitória do Biden e os EUA serão menos duros com a China, mas há uma percepção de que terão uma postura menos desordenada, ao contrário do [(atual presidente, Donald] Trump, que toma medidas de uma hora para a outra nas redes sociais", avalia Gilberto Nagai, responsável pela renda variável da BNP Paribas Asset Management.

"Se isso for verdade, implicará mais crescimento para a China, o que será bom para as commodities."

Risco local

O otimismo, porém, não tornou o estrangeiro menos seletivo. A continuidade do retorno depende da melhoria das condições locais, especialmente nas contas públicas.

Por conta dos gastos com a pandemia, o Brasil deve fechar o ano com dívida pública próxima a 100% do PIB, nível pouco confortável para países sem grau de investimento.

"O investidor aloca em mercados emergentes e acaba pingando no Brasil. Isso não é mérito nosso", diz Marcos De Callis, estrategista da Hieron Patrimônio Familiar e Investimento.

"Essa rotação [entre diferentes mercados] pode durar alguns meses. Só acho lamentável o Brasil não ter um diferencial."

É a falta desse diferencial que pode fazer com que esse dinheiro, que voltou rápido, também saia rápido.

O que vai definir a permanência dos recursos são as sinalizações do governo em torno do ajuste fiscal.

"Mesmo se o externo continuar favorável, o Brasil pode não surfar nessa onda se não houver avanço na agenda de reformas que priorizem o fiscal", diz De Callis.

O Brasil, porém, também terá uma missão importante em uma das frentes defendidas pelo novo presidente americano: a ambiental, que, na visão de analistas estrangeiros, espanta muitos investidores.

"Biden vai cobrar algumas políticas do Brasil, como na área ambiental, colocando o presidente brasileiro na linha de frente. Vamos ver como Bolsonaro reagirá caso isso aconteça", diz Thomás Gibertoni, analista da Portofino Multi Family.Estadao Leia mais noticias.r7 28/11/2020



28 novembro 2020



Moss capta US$ 1,8 milhão com foco em pessoa física

A Moss, plataforma de créditos de carbono, levantou US$ 1,8 milhão em operação liderada pela gestora de venture capital The Craftory e que atraiu outros investidores e nomes como o publicitário Nizan Guanaes. 

A captação avalia a empresa em R$ 55 milhões e é uma extensão de rodada feita também neste ano, de R$ 8 milhões, comandada pela Pfeffer Capital. A companhia também acaba de atrair o ambientalista Fabio Feldman para fazer parte de seu conselho....Leia mais em valoreconomico 25/11/2020





Humores & Rumores de M&A - semana 09 a 15/nov/2020

Principais notícias divulgadas na semana de 09 a 15 de nov/20 sobre negócios de  fusões e aquisições de empresas que poderão ocorrer nos próximos meses. Com esta compilação pretende-se captar  os HUMORES e RUMORES do mercado e suas tendências.  Nesta semana destacamos 20 notícias, sendo 4 postagens vinculadas à Venda, 8 sobre intenções de Compra, 2 envolvendo Fundos de Investimentos, e 6 a respeito  de Ofertas de Ações. Sendo que 55% das notícias estão relacionados a três setores: Outros, Lojas de varejo e Tecnologia da Informação.


M & A - VENDA


Gestora prepara a venda do Hortifruti - Com mais de 50 lojas, grupo tem receita líquida de R$ 2 bilhões. A gestora suíça de private equity Partners Group, dona de 100% das ações das redes Hortifruti e Natural da Terra, abriu conversas com bancos de investimento para iniciar o processo de venda parcial ou total da companhia brasileira, apurou o Valor. A gestora já se reuniu com bancos credores, mas estreito negociação com ..13/11/020

Itaú quer vender participação em dona do Frango Assado - O Itaú está fazendo algumas mudanças em seu portfólio, um dos efeitos da saída de André Caldas, ex-gestor de renda variável da asset do maior banco da América Latina. Uma das posições em que a intenção seria sair rapidamente é da IMC, dona das redes KFC, Pizza Hut, Viena e Frango Assado. A asset do Itaú vendeu na semana passada em Bolsa uma posição pequena e ainda possui uma fatia bastante relevante de 19,626% na companhia. A meta é vender tudo e um block trade poderia ser a opção, mas seria necessário ter um comprador engajado, visto que a posição não é nada líquida.. 11/11/2020

O governo pretende fazer quatro privatizações até o fim de 2021 - O governo pretende fazer quatro privatizações até o fim de 2021 e começar pelos Correios, disse o ministro da Economia, Paulo Guedes. Entre as estatais que Guedes tem a pretensão de repassar para a iniciativa privada estão os Correios, a Eletrobras, o Porto de Santos e o portfólio da PPSA (Pré-Sal Petróelo) – empresa criada para negociar os contratos de exportação do pré-sal.  “Até dezembro de 2021 essas companhias devem sumir. Serão apenas um ponto de partida”, afirmou Paulo Guedes. A promessa de privatizações existe desde o início do mandato de Bolsonaro. Até hoje, nenhuma estatal foi vendida. 11/11/2020

Dona da Amil coloca à venda carteira de planos individuais - United Health, dona da Amil, botou à venda sua carteira de planos de saúde individuais.  São 450 mil clientes que a empresa quer passar adianta.. 07/11/2020


M & A  - COMPRA


Equatorial mira aquisições para manter trajetória de expansão, diz CEO - A Equatorial Energia tem a estratégia de manter uma trajetória de crescimento, o que passará pela avaliação de diversas oportunidades de aquisições à medida que estas surjam no mercado, após a companhia ter fechado o terceiro trimestre com robusta posição de caixa, disse nesta segunda-feira o presidente da companhia, Augusto Miranda.A empresa, que tem operações em distribuição e transmissão de energia, fechou em 2018 a compra de distribuidoras de energia da Eletrobras no Piauí e no Alagoas, sendo que nesse último Estado ainda disputou recentemente um leilão de saneamento.“Eu queria destacar que hoje nós temos uma área de M&A (fusões e aquisições) muito, muito madura, tanto é que estamos olhando outras oportunidades”, afirmou o CEO, durante teleconferência com analistas e investidores. 16/11/2020

Um terço do meu tempo é dedicado a avaliar aquisições”, diz CEO da Locaweb Com o capital líquido de R$ 544,7 milhões, que levantou na oferta pública inicial de ações (IPO), em fevereiro, a Locaweb acelerou o ritmo de aquisições a partir do terceiro trimestre e segue de olho em oportunidades. A ideia da empresa é incrementar seus serviços de digitalização de negócios on-line, com foco em pequenos e médios varejistas12/11/2020

Aquisições devem ser intensas nos próximos meses, diz presidente da Ser - Incluindo os ativos da Laureate, segundo afirmou Jânyo Diniz, na teleconferência de resultados, nesta sexta (13). A Ser Educacional acredita que as aquisições serão intensas nos próximos meses, o que inclui os ativos da Laureate, segundo Jânyo Diniz, presidente da companhia que participou há pouco de teleconferência de resultados. A Ser Educacional firmou um acordo com o grupo americano e a Ânima em que possui preferência na aquisição de cinco ativos: Centro Universitário Guararapes, Faculdade Internacional da Paraíba, ambas no Nordeste, as gaúchas UniRitter e Fadergs, além da carioca IBMR... 13/11/2020

Copel mira aquisições e nova política de dividendos após vender braço de telecom - A estatal paranaense de energia Copel pretende utilizar recursos obtidos com a venda neste mês de sua unidade de telecomunicações para ampliar investimentos em seus negócios principais, enquanto avaliará também uma nova política de dividendos, disseram executivos da companhia nesta sexta-feira.A empresa prevê focar os aportes no segmento de distribuição, mas buscará ainda novos negócios em geração e transmissão, preferencialmente por meio de aquisições de ativos operacionais ou já licitados, de acordo com o presidente-executivo, Daniel Slaviero 13/11/2020

Santos Brasil mira leilões de terminais de combustíveis, soja e fertilizantes - A empresa acabou de levantar R$ 790 milhões em uma oferta subsequente de ações. A Santos Brasil, que acaba de levantar R$ 790 milhões em uma oferta subsequente de ações, planeja participar de leilões de combustíveis, soja e fertilizantes, em uma tentativa de expandir e diversificar sua operação, hoje concentrada em contêineres, afirmou o presidente da companhia, Antonio Carlos Sepúlveda, em teleconferência com analistas nesta quarta-feira.“Tem dois tipos de cargas no Brasil que têm apresentado crescimento acima do PIB e até da movimentação de contêineres: granéis líquidos, principalmente combustíveis, que têm muitos leilões em um futuro próximo, a partir do primeiro trimestre de 2021, estamos olhando todos. E outro tipo de carga é o binário soja-fertilizantes, que tem puxado o PIB brasileiro”, afirmou presidente. 11/11/2020

Moda, pagamentos e mais aquisições: os próximos passos do Magazine Luiza - O Magazine Luiza apresentou um crescimento de 81% nas vendas e de 148% no comércio eletrônico. Em entrevista ao NeoFeed, Frederico Trajano, CEO do Magalu, comenta o resultado do terceiro trimestre e fala sobre as prioridades de 2021. Durante a apresentação dos resultados do terceiro trimestre da B2W, dona das marcas Americanas.com e Submarino, os analistas questionaram de forma insistente a taxa de crescimento das vendas da companhia, que havia crescido 56% e atingido R$ 7,2 bilhões em seu terceiro trimestre de 2020. Pacientemente, Raoni Lapagesse, diretor de relações com investidores, respondia que ela estava acima do mercado. No período, o e-commerce havia crescido 45%, segundo dados da e-bit.Mas estava implícito, nos questionamentos dos analistas, que apesar de boa, a expansão da B2W não havia sido suficiente.Nesta entrevista, Trajano fala das prioridades do Magazine Luiza. Apesar de dizer que a lista é grande, ele se aprofunda mais sobre a área de moda e beleza e a de pagamentos.Na primeira, a aposta será na Zattini e na Época Cosméticos. Na outra, o investimento é no MagaluPay, que já conta com 2 milhões de usuários e será essencial para a estratégia do PIX, o sistema de pagamentos instantâneos do Banco Central, que estreia em meados de novembro. 10/11/2020

Pátria sai à caça de investidores de varejo no Brasil - O Pátria Investimentos, uma das maiores empresas de gestão de investimentos alternativos com foco na América Latina, está à caça dos investidores de varejo no Brasil pela primeira vez desde sua fundação, há mais de 30 anos. O Pátria, que tem R$ 72,6 bilhões sob gestão e até agora captava fundos junto a grandes investidores institucionais, muitos deles estrangeiros, está lançando fundos imobiliários negociados em bolsa para pessoas físicas, tentando abocanhar parte dos enormes ingressos de recursos deste ano de brasileiros em busca de rendimento. “Os mercados locais do Brasil, os investidores locais, estão se tornando cada vez mais importantes para o Pátria, e serão um elemento estratégico de nosso crescimento nos próximos anos”, disse o sócio fundador Antonio Wever em entrevista, acrescentando que o estrangeiro está retraido por causa da volatilidade no câmbio. Com os juros básicos em recorde de baixa, os investidores de varejo que tentam encontrar melhores retornos estão impulsionando o crescimento dos fundos que compram imóveis ou títulos lastreados em créditos imobiliários, embora muitos desses fundos apresentem perdas por causa da pandemia da Covid-19.11/11/2020

Sequoia Logística avalia novas aquisições - Companhia reverteu prejuízo no terceiro trimestre deste ano. Após concluir a compra da Direcional Transportes e Logística, a Sequoia Logística e Transportes negocia novas aquisições.  Uma das empresas está em processo de auditoria legal (‘due diligence’). “Temos algumas empresas em avaliação e uma em processo de auditoria”, afirmou Armando Marchesan Neto, fundador e CEO da Sequoia...  11/11/2020


PRIVATE EQUITY & VENTURE CAPITAL


Startups de saúde receberam US$ 24 milhões em outubro - Atualmente, o Brasil conta com 577 healthtechs, como são chamadas as startups voltadas para a área da saúde. Em outubro, quatro destas empresas receberam US$ 24 milhões, segundo o Inside Healthtech Report, levantamento agora mensal realizado pelo Distrito Dataminer, braço de inteligência de mercado da empresa de inovação aberta Distrito. O volume representa um crescimento de 235% em comparação ao mesmo período do ano passado, quando foram investidos US$ 7,4 milhões.Em 2020, o acumulado de aportes nas healthtechs chega a US$ 93 milhões. Mesmo a dois meses para o encerramento do ano, o volume é 49% superior ao total investido no setor em 2019, ano que totalizou um montante de US$ 62,6 milhões. 13/11/2020

Startups de software podem receber até R$ 20 milhões em nova seleção - Braço de investimentos da Meta pretende acelerar por 4 anos empresas de software como serviço (SaaS). A Meta Ventures, braço de investimento da empresa de tecnologia Meta, vai aportar até R$ 20 milhões pelos próximos quatro anos em startups de software como serviço (SaaS). Empreendedores interessados podem se inscrever no site do fundo até o dia 30 de novembro.A busca é por startups que já sejam operacionais, com clientes e produto validado no mercado.  08/11/2020


OFERTA DE AÇÕES


Alphaville interrompe IPO pela 2ª vez, devido ao mercado desfavorável - A Alphaville informou em comunicado que permanece monitorando as condições de mercado. A empresa de loteamentos residenciais Alphaville (AVLL3) interrompeu na noite da véspera sua oferta inicial de ações (IPO, na sigla em inglês) mencionando uma “conjuntura de mercado desfavorável”. A oferta, que seria precificada na terça-feira, já havia sido interrompida uma vez, sob o nome de sua controlada Alphaville Urbanismo, antes de ser retomada em agosto.A Alphaville informou em comunicado que “permanece monitorando as condições de mercado e avaliando a possibilidade de dar continuidade à oferta”. 11/11/2020

Volume de IPOs em outubro é o maior do ano em termos absolutos, diz Anbima - Ao todo, 16 companhias abriram o capital no período, além de cinco com ofertas precificadas mas não encerradas até o mês passado. O volume das ofertas públicas iniciais de ações (IPOs) em outubro foi o maior do ano em termos absolutos (R$ 5,8 bilhões), conforme dados do boletim mensal da Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima) divulgado nesta terça-feira, 10. Ao todo, 16 companhias abriram o capital no período, além de cinco com ofertas precificadas mas não encerradas até o mês passado. Apesar da pandemia, volume de ofertas de ações e número de IPOs apresentam crescimento em 2020 As emissões de renda variável (follow-ons e IPOs) alcançaram o volume de R$ 19,1 bilhões em outubro, quase três vezes acima do volume de setembro último, representando um crescimento de 88,88% em comparação com igual período do ano passado. 10/11/2020

Pode passar a régua: 2020 já superou R$ 100 bi em ofertas de ações - Ano ainda tem operações importantes para sair, como a tão aguardada listagem da Rede D’Or. A Faria Lima e o Leblon, a avenida paulistana e o bairro carioca que simbolizam os centros financeiros do país, já podem estourar seus rojões. Nem é preciso esperar 2021.  Está feito o ano dos 100 bilhões de reais em ofertas públicas de ações na B3, sejam iniciais, os famosos IPOs, ou subsequentes, já amplamente conhecidos como follow-ons. É assim, em 2020, no ano nada óbvio de uma pandemia global, que a B3 bate seu recorde em vendas de ações sem nenhum extra ou ajuste. Precisamente: foram 100,3 bilhões de reais absorvidos de IPOs e ofertas subsequentes, públicas ou com esforços restritos. . 11/11/2020

Eztec suspende IPO da Ez Inc e culpa alta volatilidade dos mercados - De acordo com a empresa, a interrupção ocorre devido a alta volatilidade dos mercados brasileiro e internacional . A Eztec (EZTC3) suspendeu o IPO (oferta inicial de ações, em português) da sua subsidiária Ez Inc, mostra fato relevante enviado ao mercado nesta terça-feira (10).De acordo com a empresa, a interrupção ocorre devido a alta volatilidade dos mercados brasileiro e internacional.10/11/2020

GIC entra na oferta da Aeris e estrangeiros levam maior parte das ações - Há algum tempo, os estrangeiros deixaram de ser a maioria entre os investidores em aberturas de capital no Brasil.  Com a oferta inicial de ações da fabricante de pás eólicas Aeris, porém, a situação foi diferente. Entre os principais investidores na empresa está o GIC, fundo soberano de Cingapura. No fim da operação, os estrangeiros ficaram com 65% da oferta, que movimentou R$ 1,1 bilhão. Antes dela, porcentual semelhante (62%) foi obtido na abertura de capital do birô de crédito Boa Vista11/10/2020

BRZ e Le Biscuit desistem de IPO e elevam lista de cancelamentos no ano a 19 - Além disso, Wine e Granbio anunciaram suspensões temporárias dos seus IPOs. A BRZ Empreendimentos e Construções e a Lojas Le Biscuit desistiram das suas ofertas públicas iniciais de ações (IPOs, na sigla em inglês). Com isso, a lista oficial de ofertas canceladas este ano já chega a 19 companhias. Além disso, Wine e Granbio anunciaram suspensões temporárias dos seus IPOs. Há outros cancelamentos que já foram noticiados, mas ainda não constam como “desistência” no sistema da CVM, como Caixa Seguridade, Cagece e Iguá Saneamento.  09/11/2020


QUEM, O QUÊ, QUANDO, QUANTO, COMO e POR QUÊ

 A pesquisa FUSÕES E AQUISIÇÕES - Humores & Rumores de M&A na semana tem o propósito de captar o “clima” do mercado das operações de Fusões e Aquisições bem como sinalizar suas principais tendências. Trata-se da compilacão semanal das notícias visando tornar mais acessíveis e conhecidos os negócios de fusão, aquisição e venda realizados entre empresas com atuação no Brasil. Todas as informações sobre os negócios citados no presente relatório são obtidos a partir de notícias publicadas pela imprensa e divulgadas no “estado" pelo blog FUSOESAQUISICOES.BLOGSPOT http://fusoesaquisicoes.blogspot.com, não sendo feita qualquer verificação quanto à sua veracidade, precisão ou integridade do conteúdo. Sempre que possível, serão mencionados os nomes dos compradores – investidor estratégico ou fundos de private equity, dos vendedores, etc. É bem-vinda toda e qualquer contribuição para tornar as informações mais precisas e transparentes. Caso o conteúdo estiver em desacordo, nos contate que estaremos retirando o mesmo ou corrigindo a respectiva  informação. Blog FUSÕES & AQUISIÇÕES




Em 2021, Mergers & Acquisitions exigirão que parceiros de canal brasileiros aumentem sua eficiência operacional

A disseminação de IoT, IIoT, Edge, Cloud e Mobile Computing, o uso intensivo de Internet veloz para aplicações como e-Commerce, Internet Banking e e-Governo e, desde março, a adesão ao trabalho remoto, estão levando gestores de ICT Security de empresas de todos os portes e todas as regiões do Brasil a buscarem serviços digitais de alto nível. A empresa usuária que não der esse salto poderá desaparecer.

Esse novo quadro coloca as empresas brasileiras diante de riscos estratégicos e operacionais. Para o canal de distribuição, porém, esse contexto é uma oportunidade de negócios. Isso vale para distribuidores, revendas, integradores de soluções e empresas especializadas na venda de serviços gerenciados localizadas em todo o Brasil, seja em pequenas e médias cidades, seja nos grandes centros.

Estudo da Neoway, consultoria brasileira especializada em Big Data/Analytics, mostra que, em 2018, haviam 195 mil empresas trabalhando com TI, Telecom e Segurança Digital. Cerca de 90% desse número era formado por parceiros de canal instalados em todo o Brasil. Ainda segundo o estudo da Neoway, em 2018 69,3 % das empresas de tecnologia estavam no Sudeste, 15,5% no Sul, 7,7% no Nordeste, 5,8% no Centro-Oeste e 1,8% no Norte. Esse quadro está em plena transformação  - fusões e aquisições estão acontecendo nesse exato momento, gerando um novo contexto onde um número menor de parceiros de canal opera em mais regiões do Brasil e com um portfólio mais amplo de ofertas.

Todo processo de M&A (Merger & Acquisition) exige que, mais do que se prepararem para enfrentar a crise da COVID-19, as empresas de canal vejam esse momento como uma oportunidade para aumentar sua eficiência operacional, produtividade e, também, otimizar práticas de governança. Todas essas iniciativas ajudam o parceiro de canal a aumentar sua valuation.

Hoje, há uma disjuntiva radical. Quem conseguir se reinventar, poderá crescer como nunca visto antes. Quem permanecer estagnado, porém, poderá desaparecer.

Passos que os canais de distribuição devem considerar para não perecer neste momento de pandemia e de profunda transformação da economia brasileira:

1. Manter as finanças saneadas

Independentemente do tamanho da empresa, é fundamental analisar a situação financeira e gerar diferentes cenários, como o pessimista, o otimista ou o inesperado. É preciso levar em consideração o caixa da empresa e os investimentos de curto prazo, o nível de gastos (incluindo a possibilidade de cortar alguns), os compromissos parcelados, a diminuição das vendas esperadas. 

2. Especialização

Os profissionais de TI devem procurar capacitar-se para ter mais habilidades e ter sucesso em fazer frente ao exigente, porém incerto, mercado brasileiro. Por exemplo, buscar atualização de conhecimentos, especializando-se em alguma tecnologia ou certificando-se de maneira efetiva para aprofundar seus conhecimentos no uso de tecnologias inovadoras. Outro caminho é especializar-se nas demandas de uma vertical da economia. Há, no mercado brasileiro, um grande portfólio de treinamentos que elevam o valor do profissional do canal e da empresa que o contrata. A hora/homem do seu consultor será contabilizada a partir da experiência, formação e grau de especialização desse profissional.

3. Monitorar os processos

Por causa da pandemia, muitas empresas têm observado atraso ou interrupção no abastecimento de matérias primas. Essa realidade soma-se às  mudanças na demanda dos cliente, aumento dos custos e alterações na cadeia logística que provocam atrasos em entregas. O quadro fica mais complexo quando se leva em conta, ainda, a insuficiência de mão-de-obra e as dificuldades relacionadas às atividades de importação e exportação.

É possível, porém, monitorar toda a infraestrutura digital que suporta esses processos. Isso irá garantir que os processos comerciais sejam executados sem problemas, independentemente do tempo que os funcionários estejam trabalhando em casa, seu desempenho no escritório, o tempo gasto em trânsito. O administrador da empresa pode estabelecer seus próprios valores (métricas de trabalho) e receber notificações imediatas em caso de falhas, sobrecargas e interrupções no fluxo produtivo. Essas medições podem ser comunicadas por meio do celular ou por e-mail. A inteligência das soluções de monitoração para essas atividades é tal que é possível reduzir o tempo de inatividade e os prejuízos que isso acarreta. Isso é o que o mercado pede e que o canal pode aproveitar para otimizar a gestão de seus recursos. Trata-se de algo essencial para aumentar a eficiência operacional do parceiro de canal, especialmente em face das grandes modificações por que está passando o mercado brasileiro.

4. Atenção personalizada ao cliente e aos colaboradores

Agora, mais do que nunca, é momento de oferecer aos clientes e colaboradores uma atenção personalizada. Esse posicionamento deve ser incorporado a tudo o que a empresa faz, a todos os contatos entre pessoas. É uma atitude que vai além de contatos de venda. Quanto mais a equipe do parceiro contar com profissionais comprometidos e preparados para apoiar as empresas durante este momento de incerteza, oferecendo serviços de alta qualidade, mais forte será o vínculo da empresa com os clientes. 

A economia digital do Brasil é pujante hoje e será ainda mais nos próximos dez anos. Vencerá quem pagar o preço da reinvenção profunda, e se preparar para um mundo com mais oportunidades e menos players... Por  David Montoya é Diretor Regional da Paessler América Latina Leia mais em terra 27/11/2020







Ibovespa sobe e caminha para melhor resultado mensal desde 1999

A bolsa brasileira fecha em alta pela quarta semana consecutiva puxado pelo dia de recordes no mercado americano e pela alta do fluxo de capital estrangeiro no país. O feito deve levar o Ibovespa a registrar o melhor desempenho mensal desde dezembro de 1999. Nesta sexta-feira, 27, o índice subiu 0,32%, para 110.575 pontos. Somente nesta semana, o Ibovespa acumulou alta de quase 4,33%; a alta mensal é de 17,76%. Vale (VALE3) puxou a alta com autorização para retomar e ampliar operações no Pará, em mais um passo para recuperar título de maior produtora mundial de minério de ferro.

Dois dos três principais índices da bolsa americana fecharam em máximas históricas no pregão encurtado pelo feriado de Ação de Graças na véspera. O S&P 500 registrou alta hoje de 0,3% e encerrou o dia aos 3.638 pontos, novo recorde. O Nasdaq avançou 0,9%, para 12.205 pontos, outra máxima histórica. Já o Dow Jones Industrial Average fechou em alta de 0,1%, em 29.910 pontos, pouco abaixo da marca dos 30 mil pontos conquistada na terça-feira.

No acumulado da semana, Dow Jones e S&P 500 subiram 2,2% e 2,3%, respectivamente. A Nasdaq, por sua vez, registrou um ganho semanal de quase 3%. A sessão de hoje terminou mais cedo, às 15h.

Entre os principais motivadores para a sequência de altas nas bolsas globais estão os avanços nos testes de vacinas contra o coronavírus e a vitória de Joe Biden nos Estados Unidos, que estimulou a busca por investimentos em países emergentes. “O Fed [banco central americano] também declarou essa semana que pretende comprar mais ativos, o que incentiva a tomada de risco e favorece os mercados de países como o Brasil”, afirma Gustavo Cruz, estrategista da RB Investimentos.

De acordo com dados da B3, o mês de novembro já é, disparado, o que teve a maior chegada de estrangeiros para a bolsa. Somente até o último dia 24, o saldo de investidores internacionais estava positivo no mês em 29,471 bilhões de reais – desconsiderando a entrada com em ofertas públicas de ações. O segundo mês com a maior entrada de recursos estrangeiros havia sido em outubro, quando o saldo ficou positivo em 2,867 bilhões de reais – ou 90% abaixo do resultado preliminar de novembro.

Os maiores beneficiados do movimento são os papéis das blue chips. “As ações de maior evidência no Ibovespa são as que tem maior atratividade para o investidor estrangeiro. Itaú (ITUB4) e Vale (VALE3) são as principais beneficiadas”, diz Paloma Brum, economista da Toro Investimentos. A Vale segue em disparada na Bolsa, caminhando para sua décima alta em onze pregões e renovando máxima histórica.

As condições também impulsionam as moedas dos países emergentes. O dólar à vista caiu 0,19%, a 5,3261 reais, após oscilar entre 5,381 reais (+0,84%) e 5,3209 reais (-0,29%). Na semana, a cotação recuou 1,13%, engatando a segunda semana consecutiva de retração. Em novembro, o dólar cede 7,18% a caminho da maior queda mensal para o mês já registrada, mas ainda sobe 32,72% em 2020.

No radar dos investidores nesta sexta, também estão os dados do IGP-M referentes ao mês de novembro, que voltaram a superar as estimativas. No mês, a inflação medida pela FGV subiu 3,28% ante a alta esperada de 3,22%. No acumulado de 12 meses, a alta do IGP-M já é de 24,52%. “Essa sequência longa de surpresas nas últimas semanas sugere que os modelos de mercado estão com certo viés, podendo seguir subestimando a pressão nos preços de atacado. Caso o auxílio emergencial seja estendido por mais dois meses, teríamos mais um corredor de repasse dos preços do atacado para o consumidor, podendo contaminar itens cíclicos. Nesse cenário, teríamos uma antecipação do início do ciclo de aumento da política monetária”, avaliam analistas da Exame Research.

Também foi divulgado nesta manhã a taxa de desemprego do mês de setembro que, segundo o IBGE, passou de 14,4% para 14,6%. O número é cerca de três pontos percentuais acima do nível em que estava antes da pandemia. Por outro lado, economistas estimam que a taxa deveria estar em torno de 20% considerando a quantidade de pessoas que estavam em busca de emprego antes da pandemia e hoje não estão mais procurando. Entre os fatores para a queda da busca por emprego estão o auxílio emergencial e a própria crise econômica, que reduziu o número de postos de trabalho. Segundo os dados do Caged divulgados ontem, o país acumula perdas de 171.139 empregos formais entre janeiro e outubro deste ano. Fonte: Exame Leia mais em imoveweb 26/11/2020





Fusões e Aquisições - destaques da semana 16 a 22/nov/2020

Divulgadas  31 operações de Fusões e Aquisições com destaque pela imprensa na semana de 16 a 22/nov/2020.  Envolvem direta ou indiretamente empresas brasileiras de 12 setores e um investimento da ordem de R$ 12,7 bilhões.


ANÁLISE DA SEMANA

Principais transações


NEGÓCIOS DA SEMANA


"Market Movers" - Brasil


  • Stone compra Linx por R$ 6,8 bilhões Acionistas da Linx aprovaram oferta, encerrando disputa dura com a Totvs. Os acionistas da Linx aceitaram a oferta de compra da Stone, encerrando uma disputa pelo controle da companhia que já durava desde agosto. No último minuto, a Stone aumentou um pouco mais a sua oferta, que chegou a R$ 6,8 bilhões, um pouco mais de 10% em relação à primeira proposta. Do valor, 90% é em dinheiro vivo.18/11/2020


"Market Movers” - Exterior


  • Deutsche Börse compra consultoria de aconselhamento de voto ISS - Empresa de aconselhamento de voto para acionistas é avaliada em US$ 2,275 bilhões. A Deutsche Börse concordou em comprar uma participação de aproximadamente 80% na Institutional Shareholder . 18/11/2020
  • Nasdaq comprará empresa de detecção de fraudes financeiras por US$2,75 bi - A operadora da bolsa Nasdaq disse que comprará a empresa de software de prevenção de crimes financeiros Verafin por 2,75 bilhões de dólares, expandindo significativamente seu alcance no mercado de tecnologia.A Verafin, fundada em 2003, fornece a mais de 2.000 instituições financeiras na América do Norte uma plataforma baseada em nuvem para ajuda a detectar, investigar e reportar lavagem de dinheiro e fraude financeira.19/11/2020
  • BBVA venderá operações nos EUA por US$ 11,6 bilhões - O BBVA decidiu sair do mercado dos EUA depois que um fraco desempenho pesou sobre suas ações, disseram as fontes . O BBVA deve vender suas operações nos Estados Unidos para a PNC Financial Services Group por 11,6 bilhões de dólares em uma das maiores transações bancárias globais deste ano. 16/11/2020 
  • Santander compra parte dos ativos da Wirecard, falida desde junho - O banco espanhol vai pagar cerca de 100 milhões de euros. O Banco Santander anunciou na segunda-feira que chegou a um acordo com o gerente de várias entidades Wirecard, Dr. Michael Jaffé, e Wirecard Bank AG para adquirir vários ativos de tecnologia especializada do negócio de serviços de pagamento de comerciante da Wirecard. . 16/11/2020
  • Walmart vende controle de rede de supermercados japonesa por US$ 1,6 bi - Após a venda, o Walmart ficará com 15% de participação na Seiyu. O Walmart informou nesta segunda-feira que vai vender uma participação majoritária na cadeia de supermercados japonesa Seiyu à empresa de investimentos KKR por US$ 1,6 bilhão. A empresa americana deteve o controle da varejista japonesa por 18 anos.. 16/11/2020


RELAÇÃO DAS TRANSAÇÕES


  • MGC compra Credigy e se torna terceira em recuperação de ativos - A MGC Holding, especializada em recuperação de crédito, vai se tornar a terceira maior do setor com a aquisição da Credigy Brasil, filial da subsidiária de crédito “distressed” do National Bank of Canada. Segundo o sócio do grupo brasileiro, Eduardo Martins, com a aquisição a holding passa a deter R$ 40 bilhões em direitos creditórios e 19 milhões de contratos. A carteira faz ainda a casa ser a maior gestora independente, ou seja, não vinculada a bancos, de ativos estressados de consumo do país. 22/11/2020
  • Suzano vende terras e florestas em SP para Bracell por R$1 bi - A Suzano anunciou nesta sexta-feira acordos com a fabricante de celulose especial Bracell para venda de terras, florestas e madeira, em uma transação que totaliza cerca de 1 bilhão de reais voltada a reduzir o endividamento da companhia.As terras estão localizadas no Estado de São Paulo, onde a Bracell tem fábrica e está investindo em um projeto de expansão que tem conclusão prevista para 2021.Os imóveis envolvem 21.066 hectares na região central do Estado de São Paulo dos quais "parte" será vendida e o restante referem-se a contratos de arrendamento da Suzano.O acordo inclui florestas já estabelecidas e as em crescimento e compromisso de aquisição "de volume de madeira adicional", informou a Suzano em comunicado ao mercado sem dar detalhes. 20/11/2020
  • Olist recebe aporte de R$ 310 milhões - Rodada série D foi liderada pelo Softbank e deve financiar uma estratégia agressiva de aquisições. A Olist, curitibana que ajuda pequenos lojistas a venderem na internet, acaba receber um aporte de R$ 310 milhões em rodada série D liderada pelo Softbank, que já havia investido R$ 190 milhões na empresa no final do ano passado. Outros investidores incluem a Valor Capital, a Península Investimentos, a VELT Partners, a FJ Labs, e Kevin Efrusy, um dos primeiros investidores do Facebook. O valuation da rodada não foi revelado, mas, segundo a empresa, a diluição dos atuais acionistas foi pequena.A Olist foi fundada em 2015 por Tiago Dalvi, que começou como uma loja física dentro de um shopping de Curitiba em 2006. Em pouco tempo, transformou o negócio numa distribuidora e, depois, num marketplace. 19/11/2020
  • Ânima Educação adquire startup de educação médica Medroom - A Ânima Educação fechou a aquisição do controle da startup Medroom que desenvolve soluções em realidade virtual e aumentada para educação média. A companhia não informou o valor da transação.Segundo a Ânima, a Medroom tem 5 anos de atividade e vai ser um dos componentes da proposta da Inspirali como plataforma de educação médica. A transação também faz parte de uma aproximação da empresa com as startups por meio do seu hub de inovação Learning Village, que vai oferecer programas de desenvolvimento, que inclui conexão com grandes empresas, mentoria e espaço de trabalho, além de outros benefícios.19/11/020
  • Cielo compra fatia que faltava na Multidisplay por R$ 29,8 milhões - O valor da transação foi pago hoje pela Cielo aos acionistas minoritários na proporção de cada um no capital social da Multidisplay. A Cielo (CIEL3) informou nesta quinta-feira (19), em comunicado divulgado ao mercado, que comprou a participação de 8,56% que faltava na Multidisplay para deter a totalidade do capital social da controlada. Os acionistas minoritários da empresa exerceram a opção de venda de sua participação para a Cielo.A operação foi aprovada pelo Banco Central (BC). O valor da transação foi de R$ 29,8 milhões, pago hoje aos acionistas minoritários na proporção de cada um no capital social da Multidisplay.19/11/020
  • Fusão da Athena e BGA Investimentos forma maior escritório do setor em Pernambuco - A fusão da Athena Investimentos com a BGA Investimentos, dois importantes escritórios de agentes autônomos da XP entre o Norte/Nordeste, uniu seus mais de 2.500 clientes e mantém sob custódia R$1,2 bilhões. Nomeada de Athena BGA, o novo escritório é o primeiro a emitir um CRI pela XP no Nordeste, sendo o maior escritório de Pernambuco e conta com seis assessores private, oito backoffices para atendimento de mesa de renda variável, seguros, previdência, planejamento sucessório e corporate. “Aproveitamos o momento da pandemia para fazer a fusão e organizar a casa. Já está oficializado, inclusive nos órgãos reguladores”, afirma um dos sócios do escritório, Thiago Andrade. De acordo com ele, havia a necessidade do fortalecimento do mercado em Pernambuco. “Com a fusão, formamos um player de caráter nacional no estado, juntando força e experiência”. 22/10/2020
  • Arezzo compra 75% do capital da Troc, brechó on-line de luxo - Empresa anunciou ainda a criação do ZZ Ventures, braço de corporate venture capital do grupo, que será responsável pela busca de novas startups em diversos segmentos. A Arezzo & Co, dona das marcas Arezzo, Anacapri, Alexandre Birman, Schutz, Fiever, Alme e Vans no Brasil, fechou acordo para adquirir 75% do capital acionário da Troc.com.br, brechó on-line de artigos de luxo. O valor da transação é mantido em sigilo pela companhia... 20/11/2020
  • Site de venda de passagens DeÔnibus recebe aporte da GVAngels-  Site de venda de passagens DeÔnibus recebe aporte da GVAngels para atravessar pandemia. A DeÔnibus, um dos principais sites de venda de passagens rodoviárias do país, recebeu investimento de R$ 4 milhões em rodada liderada pela GVAngels. O grupode investidores-anjo formado por ex-alunos sa FGV entrou com um cheque..A plataforma usará o aporte para atravessar a crise provocada pela pandemia, que cortou à metade o volume de passagens vendidas por empresas de ônibus no Brasil... 19/11/2020
  • Plataforma de pagamento compartilhado recebe primeiro aporte e planeja expandir serviços - A Gloopay, plataforma de pagamento compartilhado, anunciou hoje um investimento seed que ajudará a startup a expandir sua atuação com parceiros varejistas, empreendedores individuais e pequenos comerciantes. O valor da transação e os investidores não foram divulgados. A fintech oferece uma solução que permite a um grupo de pessoas próximas, que compartilham de um mesmo sonho de consumo, realizar um pagamento conjunto de um mesmo produto de forma periódica. A quantidade de parcelas é igual à quantidade de pessoas no grupo.Desta forma, a startup gerencia a equipe de forma que todos recebam seus boletos e que todo mês um integrante seja contemplado com o valor das parcelas de todos os participantes. 18/11/2020
  • Rede D’Or São Luiz compra Hospital América, em Mauá, SP - Hospital tem 112 leitos com capacidade de realização de cirurgias de diversas especialidades; valor da operação não foi relevado. A Rede D'Or São Luiz anunciou nesta quarta-feira (18) a compra do Hospital América, em Mauá - município da Região Metropolitana de São Paulo. A empresa não revelou valores da operação.O hospital tem 112 leitos com capacidade de realização de cirurgias de diversas especialidades. O América também tem estrutura para consultas e pronto atendimento.A operação é anunciada em meio ao processo de abertura de capital da Rede d'Or São Luiz. A empresa pode movimentar R$ 12,6 bilhões, no que seria o maior IPO deste ano e o segundo maior da história. 18/11/2020
  • Grupo Squadra adquire Just Digital - O Grupo Squadra anuncia a aquisição da Just Digital, grupo especializado em design e experiência de produtos e serviços digitais. Com o acordo, a empresa reforça seu portfólio com as ofertas da Just, unidade de desenvolvimento de soluções para martech, e da Grená, estúdio de design para desenvolvimento de soluções digitais. A aquisição tem como objetivo consolidar a atuação do Grupo Squadra como fornecedor único, que consegue atender com profundidade cada etapa da jornada de transformação e evolução digital dos clientes, auxiliando-os de ponta a ponta. "Estamos muito felizes em anunciar a chegada da Just Digital e Grená ao nosso Grupo. Este acordo reforça o intenso processo de transformação digital que estamos colocando em prática para oferecermos respostas ainda mais ágeis e eficientes aos nossos clientes", afirma André Cioffi, CEO do Grupo Squadra (foto). "A aquisição das operações da Just e da Grená tem como objetivo complementar e ampliar nossa oferta, posicionando nosso ecossistema como um completo trust advisor, capaz de acelerar a geração de valor para nossos clientes por meio do uso inovador da tecnologia".a para os resultados de negócios, e a Arkhi, empresa especializada em treinamentos e implementação da cultura de agilidade de negócios... Leia mais em tiinside 19/11/202
  • Neon compra ConsigaMais+ e passa a oferecer crédito consignado - Valor da operação não foi revelado, mas prevê troca de ações e manutenção da independência da plataforma. De olho no fortalecimento de seu portfólio de serviços, a Neon Pagamentos anunciou nesta quinta-feira (19) a aquisição da plataforma ConsigaMais+, entrando para o mercado de crédito consignado.O valor da transação não foi revelado. Ela envolveu troca de ações, com os sócios da ConsigaMais+ passando a ser executivos e sócios da Neon. A empresa permanecerá operando com uma unidade independente. A aquisição, segundo a Neon, permitirá oferecer aos seus clientes crédito com taxas mais baixas e ampliar seu leque de produtos e serviços.“Por meio dessa aquisição, ganhamos um novo produto, um time excelente e mais know-how sobre o mercado de crédito. Vemos uma sinergia grande entre as empresas e estamos muito animados para o que vem pela frente", diz, em nota, Rafael Matos, responsável por fusões e aquisições (M&A) e novos negócios da Neon.   19/11/2020
  • Roca adquire fábrica de louças da Eternit por R$ 102 milhões - Recursos serão utilizados para pagamento de credores da Eternit na recuperação a judicial. A Roca comprou a fábrica de louças sanitárias da Companhia Sulamericana de Cerâmicas (CSC) da Eternit, em leilão, segundo o Valor apurou, vencendo a reta final da disputa que foi travada com a Duratex, que atua em louças por meio da divisão Deca. A aquisição foi fechada por R$ 102 milhões, o que representou 89% de ágio em relação aos  R$ 54 milhões mínimos pedidos pela Eternit pelo ativo...19/11/2020
  • PetroRio adquire dois campos da BP e expande capacidade de produção - Empresa fecha aquisição de participações nos campos de Itaipu e Wahoo, que pertenciam à BP, por US$ 100 milhões. Uma das principais produtoras de petróleo privada do País, a PetroRio (PRIO3) anunciou na manhã desta quinta-feira (19) a aquisição de participação em dois campos de petróleo, expandindo as reservas que têm em mãos e sua capacidade de produção.A empresa fechou um acordo com a britânica BP para a aquisição das participações de 35,7% no campo de Wahoo e de 60% no campo de Itaipu por US$ 100 milhões, tornando-se a operadora de ambos.O campo de Wahoo foi bastante destacado pela PetroRio em seu comunicado. Ainda pré-operacional, as projeções indicam que ele tem o potencial de produzir mais de 140 milhões de barris.9/11/2020
  • Stone compra Linx por R$ 6,8 bilhões Acionistas da Linx aprovaram oferta, encerrando disputa dura com a Totvs. Os acionistas da Linx aceitaram a oferta de compra da Stone nesta terça-feira, 17, encerrando uma disputa pelo controle da companhia que já durava desde agosto. No último minuto, a Stone aumentou um pouco mais a sua oferta, que chegou a R$ 6,8 bilhões, um pouco mais de 10% em relação à primeira proposta. Do valor, 90% é em dinheiro vivo.Foi o bastante para convencer os acionistas a ficarem com oferta da Stone, que vinha numa disputa acirrada com a Totvs, cuja oferta era de R$ 6,6 bilhões, com boa parte do pagamento em ações de uma nova empresa a ser criada.Segundo disse à Reuters o presidente da Stone, Thiago Piau, 63% dos acionistas da Linx votaram a favor da proposta. A cifra torna decisiva a participação dos três sócios fundadores da Linx, donos de 14% do capital total. 18/11/2020
  • Polirim do Brasil compra a multinacional italiana Global System International (GSI) - Empresa compra concorrente, investe R$ 25 milhões e vai gerar 50 empregos.Aquisição de multinacional italiana é parte de processo que duplicará unidade em Caxias do Sul.Especialista na fabricação de peças automotivas plásticas, a Polirim do Brasil, de Caxias do Sul, comprou sua principal concorrente no mercado nacional, a multinacional italiana Global System International (GSI), que também produz peças para a indústria automobilística, com outra tecnologia. A própria Polirim tem sócios italianos e brasileiros... 16/11/2020
  • VitalAire anuncia a aquisição da Respirare - Marca internacional da Air Liquide Healthcare para soluções em saúde domiciliar adquire empresa sediada no Mato Grosso do Sul, especializada na oferta de equipamentos para tratamento de distúrbios do sono, bem como oxigenoterapia. O VitalAire, marca internacional da Air Liquide Healthcare para soluções focadas no bem-estar de pacientes com doenças crônicas, anuncia a aquisição da Respirare Equipamentos Respiratórios, empresa de Mato Grosso do Sul com mais de 13 anos no mercado e especializada na oferta de aparelhos e suporte profissional para o tratamento de distúrbios do sono e oxigenoterapia. A parceria deve agregar todo o conhecimento e experiência internacional do VitalAire no cuidado com o paciente durante todo o seu tratamento, além de ampliar a disponibilidade de produtos e serviços, como por exemplo: ventilação mecânica; bombas para nutrição enteral; e outros equipamentos para tratar apneia do sono. 16/11/2020
  • A empresa Flapper de voos executivos capta R$2,5 milhões via equity crowdfunding - A Flapper, startup que oferece voos executivos sob demanda, anunciou a captação de R$ 2,5 milhões via equity crowdfunding. A oferta é um complemento a uma rodada Series A, que vai ser anunciada até o final do ano, e contribuirá com a expansão internacional da empresa pela América Latina, além de investimentos com marketing e novas contratações na parte de tecnologia.Paul Malicki, CEO da Flapper, contou que a empresa foi fundada em 2016 com a missão de democratizar a aviação executiva. “Nós queremos facilitar o acesso a aviação executiva e conectar os aeroportos inacessíveis à aviação comercial”, ressaltou. Operando atualmente com voos compartilhados entre São Paulo e Angra dos Reis, a Flapper também teve um papel importante no início da pandemia onde participou de missões internacionais para ajudar os brasileiros que estavam presos em outros países a retornarem ao Brasil.  17/11/2020
  • Inter compra Granito, uma adquirente pra chamar de sua - O Banco Inter está comprando uma participação de 45% na Granito, uma adquirente hoje controlada pelo Banco BMG, adicionando uma peça que faltava a seu ecossistema.Na falta de uma adquirente própria, o Inter até agora apenas intermediava a venda da Bin, a maquininha da First Data, mas não opinava em sua precificação, termos de serviços ou na experiência do cliente.  O Inter entrará na Granito por meio de um aumento de capital de até R$ 90 milhões. A capitalização diluirá o BMG de 75% para 45%, e os fundadores da empresa (que vai mudar de nome) de 25% para 10%. A solução tecnológica da Granito tem particularidades que a tornam ideal para o uso no ecommerce do Inter, num momento em que o banco aposta seu futuro em sua estratégia de marketplace. Na última teleconferência de resultados, o CEO João Vitor Menin disse que vai começar a preparar o super app do Inter para atender não-correntistas e usuários fora do Brasil.  17/11/2020
  • BNDES faz nova venda em bloco de ações de Vale e embolsa R$ 2,54 bi - O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) fez ontem mais um movimento de venda de ações da carteira de renda variável da instituição. O banco se desfez de 40 milhões de ações de Vale, cotadas a R$ 63,62, em operação em bloco na bolsa feita via corretora do Bradesco que totalizou R$ 2,54 bilhões. O valor por ação ficou próximo da cotação do fechamento da empresa ontem, de R$ 64,92, com alta de 2,64% sobre o último pregão, na sexta-feira. 
  • Família Klein faz investimento na Pet Anjo - Plataforma on-line de serviços para animais de estimação concorre com a DogHero. A família Klein fechou acordo que deve torná-la sócia da Pet Anjo, operação on-line de serviços e produtos para animais de estimação, cujo maior acionista é o investidor Wagner Aguado, ex-diretor estatutário da Bradesco Cartões... 17/11/202
  • Burger King Brasil levanta R$ 510 milhões- O Burger King Brasil acaba de levantar R$ 510 milhões vendendo novas ações a R$ 10,80, em mais um passo da rede de fast food para se recuperar do trauma econômico da covid.A oferta primária foi de 35 milhões de ações, e a companhia conseguiu colocar o lote adicional de 12,25 milhões de papéis.O preço é um desconto de 2% em relação aos R$ 11,04 do fechamento de hoje, quando a ação caiu 3,1% com o mercado antecipando uma demanda tépida.  Mas foi acima dos R$ 10,68 em que o papel fechou em 6 de novembro, antes da companhia anunciar a oferta.O Burger King vale R$ 2,5 bilhões na B3.17/11/202
  • Startup BBX recebe aporte de R$1 milhão - A BBX, startup fundada em plena pandemia com o propósito de desenvolver negócios e acelerar o crescimento de empresas do segmento de PMEs, acaba de receber um investimento-anjo no valor de R$ 1 milhão para ampliar as operações que começaram em junho de 2020. O nome dos investidores não foram divulgados por questões contratuais.A proposta da BBX baseia-se em um marketplace colaborativo que conecta experientes profissionais com sua metodologia BBXTOP, desenhada para transformar PMEs já estabelecidas que querem desenvolver novos negócios, retomar o crescimento e se conectar com a transformação digital.  A startup é formada por profissionais com mais de 25 anos de mercado, vindos de empresas como Google, SAP, Whirlpool e PwC, que conectam experiência, rede de relacionamento e inovação por meio de mentoria às suas empresas-cliente.  18/11/2020
  • BTG Pactual compra participação na gestora Signal Capital - O BTG Pactual fecha acordo de compra com gestora de private equity. O BTG Pactual fechou acordo de compra de participação na gestora de private equity Signal Capital, segundo informação publicada pelo Valor Econômico nesta quarta-feira (18). Os detalhes da transação não foram revelados.Segundo o jornal, a Signal Capital é especializada na gestão de fundos de fundos de participação em empresas e já teria aportado mais de R$ 380 milhões em dois fundos. A casa nasceu em agosto a partir da aquisição das operações da Hamilton Lane no Brasil.Mesmo com o acordo de compra, o BTG não vai ter exclusividade na distribuição… 18/11/2020
  • Startup que conecta pequenas mineradoras a possíveis compradores de minério anuncia aporte de R$3 milhões - A Minery, startup que conecta pequenas mineradoras a possíveis compradores de minério no Brasil e no mundo, anunciou um aporte de R$ 3 milhões em rodada Seed, liderada pela venture builder Happy Capital. O investimento vai ajudar a empresa no desenvolvimento da plataforma, que será lançada em 15 de janeiro, e na contratação de profissionais.Criada em 2018 pelos cofundadores Eduardo Gama, atual CEO, e Raphael Jacob, atual CMO, a startup tem como propósito suprir as principais deficiências do sistema de negociação e modernizar sustentavelmente um setor tido como prejudicial ao meio ambiente. A Minery possui ainda o Selo Verde e faz parte do Pacto Global da ONU, seguindo os princípios dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS). 18/11/2020
  • Startup brasileira de biotecnologia recebe aporte de R$1,5 milhão - A TissueLabs, startup brasileira de biotecnologia fundada por pesquisadores da Universidade de São Paulo e incubada no Centro de Inovação, Empreendedorismo e Tecnologia (CIETEC), acaba de receber seu primeiro aporte privado, no valor de R$1,5 milhão, realizado por investidores brasileiros e liderado pelo economista Eduardo Zylberstajn. O investimento permitirá à startup aprimorar suas tecnologias, desenvolver novos produtos e expandir suas atividades para o exterior.Atualmente, a TissueLabs desenvolve e comercializa insumos, equipamentos e serviços que dão suporte a cientistas ao redor do mundo trabalhando na fabricação de órgãos e tecidos em laboratório. Esses órgãos artificiais, por serem fabricados com as células do próprio paciente, não causam rejeição, possibilitando solucionar os desafios para cura ou progressão de doenças crônicas, tais como, a escassez de doadores e a rejeição de órgãos pós-transplante. 18/11/2020
  • Qualicorp adquire gestoras de planos de saúde Plural e Oxcorp por R$ 202,5 milhões - A Qualicorp Consultoria e Corretora de Seguros anunciou nesta terça-feira (17) a aquisição, conjuntamente com sua subsidiária Qualicorp Administradora de Benefícios, de 75% do capital social da Plural Gestão em Planos de Saúde e da Oxcorp Gestão Consultoria e Corretora de Seguros (ambas descritas como sociedades) pelo montante de R$ 202,5 milhões à vista, sujeito à ajuste por dívida líquida, e uma parcela contingente e futura, variável de acordo com o resultado das sociedades no próximo ano.Com o fechamento da transação, a Qualicorp será, de forma direta ou indireta, a sócia majoritária e controladora unitária das sociedades e celebrará acordo de quotistas com os atuais sócios das sociedades, prevendo, opções de compra e de venda para aquisição dos 25% da participação societária remanescente em cada uma das sociedades. 17/11/20
  • Aqua Capital compra Verde Agrícola - É a segunda aquisição do fundo de investimento em agronegócio para sua plataforma de maquinário, mercado que movimenta R$ 7,5 bilhões por ano, incluindo as concessionárias de grandes montadoras. O Aqua Capital, um dos principais fundos de investimento em agronegócio do Brasil, acaba de comprar a Verde Agrícola, revenda de peças para motores e sistemas de transmissão de máquinas agrícolas com 14 mil clientes no País. É a segunda aquisição do Aqua para sua plataforma de maquinário, mercado que movimenta R$ 7,5 bilhões por ano, incluindo as concessionárias de grandes montadoras do setor. Gustavo Pimenta, sócio responsável pelo negócio, não revela o valor da transação, mas diz que os investimentos na Verde e na Rech Agrícola - primeira aposta do Aqua no setor, no fim de 2018 - somam cerca de R$ 100 milhões. Juntas, as duas empresas devem faturar R$ 200 milhões em 2020. 16/11/2020
  • Metalúrgica Rio compra 50% da Wirklich por R$ 10 milhões  - A Metalúrgica Riosulense (Rio), de Rio do Sul (SC), especializada no fornecimento de peças de ferro e aço para o setor automotivo, investiu R$ 10 milhões para adquirir 50% do capital da Wirklich, com instalações industriais em Campo Bom (RS). A aquisição é considerada estratégica para inserir a Rio no mercado de componentes de plástico injetado. Segundo comunicado divulgado pela Rio, o negócio amplia o portfólio de produtos e coloca a empresa em posição mais confortável de atender a tendência da indústria de substituir peças metálicas por outras produzidas com plásticos de engenharia e de alta performance. Está nos planos o desenvolvimento conjunto de compponentes elaborados com múltiplas matérias-primas, como peças híbridas em metal e plástico. 16/11/2020

RELATÓRIOS - DESTAQUES DA SEMANA


QUEM, O QUÊ, QUANDO, QUANTO, COMO e POR QUÊ

 A pesquisa FUSÕES E AQUISIÇÕES - DESTAQUES DA SEMANA tem o propósito de captar o “clima” do mercado das operações de Fusões e Aquisições bem como sinalizar suas principais tendências. Trata-se da compilacão semanal das notícias visando tornar mais acessíveis e conhecidos os negócios de fusão, aquisição e venda realizados entre empresas com atuação no Brasil. Todas as informações sobre os negócios citados no presente relatório são obtidos a partir de notícias publicadas pela imprensa e divulgadas no “estado" pelo blog FUSOESAQUISICOES.BLOGSPOT http://fusoesaquisicoes.blogspot.com, não sendo feita qualquer verificação quanto à sua veracidade, precisão ou integridade do conteúdo. Sempre que possível, serão mencionados os nomes dos compradores – investidor estratégico ou fundos de private equity, dos vendedores, a tese de investimento e principais “value drivers”, o valor da transação, forma de pagamento, múltiplos praticados (Valor da Empresa/EBITDA, Valor da Empresa/Receita) etc. Muitas vezes a notícia não é clara a respeito dos valores/forma de pagamentos e respectivos múltiplos. É bem-vinda toda e qualquer contribuição para tornar as informações mais precisas e transparentes. Caso o conteúdo estiver em desacordo, nos contate que estaremos retirando o mesmo ou corrigindo a respectiva  informação. Blog FUSÕES & AQUISIÇÕES



27 novembro 2020

Oferta da Compass por fatia da Petrobras na Gaspetro não é qualificada, diz Cosan

A Gaspetro distribuiu 29 milhões de metros cúbicos diários de gás natural só em 2019 

A Compass, controlada pela Cosan (CSAN3), não foi qualificada para a sequência do processo de alienação da fatia da Petrobras (PETR3; PETR4) na empresa de distribuição de gás Gaspetro, conforme fato relevante nesta sexta-feira (27).

A estatal tem 51% na Gaspetro, que distribuiu 29 milhões de metros cúbicos diários do produto em 2019. Além da Petrobras, a empresa tem como acionista a japonesa Mitsui, com participação de 49%.

Segundo a Cosan, um conglomerado de infraestrutura e energia, “a Compass seguirá acompanhando junto à Petrobras o processo de alienação da Gaspetro, assim como outras oportunidades no mercado de distribuição de gás natural“... Leia mais em moneytimes 27/11/2020





27 novembro 2020



Klabin aprova proposta de incorporação da Sogemar e fim de royalties

A proposta teve 98,2% de votos a favor sem considerar as abstenções e a decisão já era esperada, embora o percentual favorável tenha surpreendido 

A Klabin confirmou, na noite desta quinta-feira (26), em fato relevante encaminhado à Comissão de Valores Mobiliários (CVM), que a assembleia geral extraordinária (AGE) realizada hoje à tarde aprovou a proposta de incorporação da Sogemar pela companhia, com consequente extinção dos contratos de licenciamento das marcas Klabin e outras seis marcas detidas por Sogemar e Klabin Irmãos & Cia (KIC)... Lei mais em redacaoagro 27/11/2020





Squadra Ventures lança fundo de R$100 milhões para investir em startups

A Squadra Ventures, especializada no investimento de startups, anunciou a criação de um fundo de R$ 100 milhões com foco em empresas não operacionais em fase de ideação (pré-anjo) até série A, com cheques entre R$ 500 mil e R$ 15 milhões. De acordo com Giancarlo Barone, CEO da Squadra Ventures, a empresa busca projetos impactantes, disruptivos, escaláveis e estratégicos, com foco nas áreas de tecnologia do futuro (Blockchain, Inteligência Artificial, criptomoeda e segurança digital), além de saúde e bem-estar (biofármacos, medicina molecular, produtos de canabidiol, dentre outros).

“As startups que fazem parte do portfólio se encontram em diferentes fases de desenvolvimento – ideação, preparação, prototipação, lançamento, escala e estabelecimento. São empresas que se destacam nos mais diversos setores. Vamos investir nas que estão na crista deste desenvolvimento e ajudá-las a desenvolver novos modelos de negócios de forma eficiente e com redução de risco operacional”, disse.

O diferencial da Squadra Ventures, segundo Eduardo Zaidan, CFO, é que ela participa da operação e gestão das startups de forma ativa, com um grande corpo técnico e administrativo, garantindo uma maior segurança no investimento de projetos early stage. “Nossa meta é ter uma taxa de acerto muito superior à do mercado, hoje comumente aceita de 1 para 10. Ou seja, os VCs convencionais investem em 10 empresas para ter uma de sucesso. Queremos mudar esse cenário com novas metodologias de avaliação de projetos e gestão ativa nas investidas”.

Atualmente, a Squadra possui três modelos de desenvolvimento das startups: 

Full development: startups fundadas em sociedade com especialistas, cujo envolvimento na operação é contínua até o negócio se tornar totalmente independente. 

Development: startups investidas e apoiadas pela equipe técnica e de desenvolvimento de negócios da Squadra, que orienta os empreendedores nos mais diferentes setores de suas empresas.

Estratégica: são empresas que já estão operando com certa maturidade e não necessitam dos serviços da Squadra, que participa ativamente apenas nos conselhos de administração.

Processo de escolha das startups

De um modo geral, a Squadra leva diversos fatores em consideração na hora de investir em uma startup, como potencial de inovação, o problema que busca resolver e seus possíveis impactos no mundo moderno, além da sinergia com seu ecossistema.

“Buscamos empresas com grandes fundadores, gente disposta a dedicar 100% de esforço para que o negócio se torne relevante. Quando encontramos, aceitamos os riscos intrínsecos a esse caminho. E então nos dedicamos a oferecer um suporte completo, em todas as áreas e etapas, permitindo que o empreendedor se dedique à sua maior especialidade: a inovação. O que fazemos, então, é formar, validar e financiar startups rumo ao sucesso”, apontou Giancarlo.

De um modo geral, o processo de avaliação da Squadra é bem profundo e minucioso, no qual o empreendedor deve estar preparado para responder uma série de questões, além de ter conhecimento profundo do mercado. “Ele também precisa estar disposto a encarar os desafios de ser um empreendedor, o que não é nada fácil. As demais questões o time da Squadra garantirá todo o apoio necessário para que o projeto saia do papel e entre em operação ou ganhe escala, no caso de projetos já operacionais”, disse Eduardo.

Casos de sucesso

Desde a sua criação, a Squadra já investiu cerca de R$ 40 milhões em 18 startups. Um delas é a Hawk, plataforma de segurança digital SaaS para pequenas e médias empresas que não têm condições de contratar as grandes empresas de consultoria em segurança digital. A empresa está em fase final de desenvolvimento e estará disponível para contratações no primeiro semestre de 2021.

“Outro exemplo é a Spaceflix, empresa de locação de móveis para residências que desenvolvemos em sociedade com a Riccó Moveis, empresa tradicional do ramo de móveis. Neste projeto, as pessoas poderão locar por modelo de assinatura mensal, móveis, utensílios e decorações para suas casas, como por exemplo, mobiliário para quartos de bebê (berços, trocadores e cômodas) que usamos normalmente por um período de dois anos e depois não sabemos o que fazer com os móveis”, contou Zaidan.

Pandemia e os planos para o futuro

Eduardo conta que esse fundo seria aberto em março deste ano, mas que a Squadra resolveu aguardar para entender como a economia mundial e o Brasil se comportariam perante a pandemia. “Quando entendemos que os fundamentos básicos não foram alterados e que o mercado de startups de tecnologia e saúde em sua maioria se beneficiaram com a pandemia, resolvemos dar à luz verde para a criação do fundo. Entretanto, a Squadra Ventures seguiu desenvolvendo e investindo em projetos durante este período”, afirmou.

Ainda segundo ele, o período serviu como um catalisador para o setor, uma vez que as startups são, em sua grande maioria, empresas de tecnologia e digitais. “Este momento em que estamos forçou muitos consumidores que nunca haviam comprado produtos e serviços de forma digital a utilizá-los e isso abriu um mercado consumidor enorme que de outra forma demoraria pelo menos 5 anos para acontecer”.

Por fim, reforçou a importância da atuação do mercado de venture capital no Brasil, o que coloca o país como o quinto maior em número de Unicórnios em todo o mundo. “Isso atrelado às baixas taxas de juros mundiais, têm atraído muito investidores novos, que tradicionalmente não consideravam este tipo de investimento para o mercado. Isso é muito bom, pois fomenta a criação de novas empresas e plataformas”, finalizou Zaidan... Leia mais em startupi 26/11/2020







5 grandes tendências que estão sendo aceleradas pela pandemia

Como cada apresentação de e-mail nos lembra em 2020, estamos vivendo em “tempos sem precedentes”.

Sem dúvida, mesmo depois que uma vacina viável for lançada para o público em geral e as coisas começarem a retornar a alguma aparência de normalidade, haverá efeitos duradouros na sociedade e na economia. 

Diz-se que o COVID-19 avançou rapidamente em uma série de tendências, do comércio eletrônico à cultura do local de trabalho.

Hoje, vamos destacar cinco dessas tendências de aceleração....

.. O comércio foi obviamente afetado pela pandemia, e é muito cedo para dizer quais serão os efeitos de longo prazo. Uma coisa que está clara é que o componente de informação da globalização está se tornando uma peça ainda mais importante do quebra-cabeça econômico mundial.

Mesmo antes do COVID-19 se consolidar, o comércio global de serviços crescia 60% mais rápido do que o comércio de mercadorias e estava avaliado em aproximadamente US $ 13,4 trilhões em 2019...Leia mais em visualcatalist 27/11/2020





Ao³ compra Vendr

Nova empresa do ex-country manager da Sage faz a primeira aquisição.

A Ao³, empresa de software de gestão surgida a partir da compra dos softwares brasileiros da gigante Sage, acaba de fazer a sua primeira aquisição.

A adquirida, em um negócio que não teve valores revelados, foi a startup Vendr, um aplicativo de gestão e controle de vendas para empresas de pequeno porte criado em 2018 e hoje com 30 mil clientes. 

"A aquisição faz parte da nossa estratégia para ter produtos cada vez mais tecnológicos e na nuvem, formando uma oferta sólida para as empresas pequenas", afirma Jorge Santos Carneiro, presidente da ao³.

A Vendr foi fundada por Wendel Ferreira, um pós-graduado da PUC Campinas e tem cinco funcionários listados no Linkedin.

O COO e CFO é Willian Mansour, um executivo experiente no segmento financeiro, com passagens por Check Express, Société Générale e Citi.

A empresa tem planos de investimento de R$ 1 milhão em marketing e engenharia em 2021.

A Ao³ é a nova dona da Folhamatic, uma empresa de software de gestão brasileira adquirida pela Sage por R$ 400 milhões em 2013, além de outras empresas similares, além de outras duas empresas menores compradas no país pela multinacional inglesa.

As três eram players de sistemas de gestão para escritórios de contabilidade.

Carneiro, que foi presidente da operação brasileira da Sage, levou os softwares por £ 1 milhão pagos à vista e deve pagar outros £ 9 milhões em um prazo e condições não reveladas. 

Pelo valor da libra esterlina hoje (num pico histórico), estamos falando de algo em torno de R$ 70 milhões.

As empresas ligadas à Sage, aliás, estão em atividade febril ultimamente.

O fundador da Folhamatic, Maurício Frizzarin, decidiu voltar ao mercado com a Qyon, e desde então já adquiriu três startups... Leia mais em baguete 27/11/2020





SLC compra Terra Santa e aumenta área de plantio em 30%

A SLC Agrícola está comprando a Terra Santa, uma transação que aumenta em 30% a área de plantio da empresa, que tem hoje mais de 450 mil hectares em seis estados.

O negócio será pago por meio da emissão de ações e envolve uma reorganização societária da Terra Santa. 

A Terra Santa vai segregar suas fazendas numa nova empresa, chamada ‘Terra Santa LandCo’, e deixar na empresa original a safra atual, as dívidas, os equipamentos de plantio, além de alguns créditos fiscais. 

Como parte da transação, os acionistas da Terra Santa ganharão ações dessa nova empresa (que arrendará as terras para a SLC), bem como ações da SLC. 

Após segregar as terras, a Terra Santa teria um enterprise value de R$ 550 milhões — do total, a SLC pagará R$ 65 milhões em ações para os acionistas da Terra Santa; o restante corresponde à assunção de dívidas. 

A ação da SLC foi avaliada em R$ 25,83 com base no preço médio ponderado dos últimos 60 pregões. Hoje, o papel fechou cotado a R$ 25,5. 

“Parece um negócio interessante para ambos os lados,” diz um gestor comprado em SLC. “Além de ganhar ações da SLC, os acionistas da Terra Santa vão ficar com um ativo interessante sendo remunerados pelo arrendamento. Já a SLC vai aumentar em 30% seu portfólio só com a emissão de ações e assunção de dívidas.”

A transação vai ao encontro da estratégia da SLC de crescer com um misto de terras próprias e arrendadas (um modelo asset light que aumenta o risco do negócio, mas também o retorno). 

Hoje, 45% das terras plantadas da SLC são próprias e o restante arrendadas....Leia mais em Brazil Journal 26/11/2020