21 outubro 2020

Dotz prepara IPO para bancar estratégia digital

A Dotz mandatou bancos para uma oferta 100% primária de cerca de R$ 700 milhões, no primeiro IPO de uma empresa de fidelidade não conectada a uma companhia aérea, fontes próximas à transação disseram ao Brazil Journal.

A companhia fundada pelos irmãos Alexandre e Roberto Chade mandatou BTG Pactual, Itaú BBA, JP Morgan e UBS BB. O Banco do Brasil é um parceiro comercial relevante da empresa.

A Dotz fatura entre R$ 300 milhões e R$ 400 milhões. 

Fundada no início dos anos 2000, a Dotz foi uma das pioneiras no Brasil no modelo de programas de fidelidade de coalizão, no qual o usuário acumula e troca pontos com várias empresas parceiras. A Dotz tem quase 150 parceiros de ecommerce e 100 lojas físicas.. .. leia mais em braziljornal 20/10/2020



21 outubro 2020



Governo planeja IPO de banco digital da Caixa criado após crise, indica Guedes

Guedes diz que governo planeja IPO de banco digital criado após auxílio emergencialVer as imagens

O governo planeja listar na bolsa o braço digital criado para distribuir o auxílio emergencial, indicou nesta terça-feira o ministro da Economia, Paulo Guedes.

A oferta inicial de ações (IPO) será do Caixa Tem, aplicativo da Caixa Econômica Federal para movimentação de benefícios, disse à Reuters uma fonte com conhecimento direto do assunto.

Autoridades do governo já têm tratado da operação com o Banco Central, acrescentou a fonte. A ideia é que o Caixa Tem se torne uma subsidiária independente, com mais produtos.

No mês passado, a Caixa já havia divulgado que pretendia expandir as operações do Caixa Tem para incluir funcionalidades como a oferta de microcrédito, seguros e cartões.

O auxílio emergencial, principal investida do governo para enfrentar a pandemia da Covid-19, tem sido pago exclusivamente pela Caixa desde abril. Com duração até dezembro, ele implicará um gasto total para a União de 321,8 bilhões de reais.

"Nós digitalizamos 64 milhões de pessoas. Quanto vale um banco com 64 milhões de pessoas? Pessoas de baixa renda, bancarizadas pela primeiríssima vez, então elas vão ser leais pelos restos de suas vidas", disse Guedes na Milken Institute Global Conference.

"Estamos planejando um IPO desse banco digital que nós produzimos em menos de seis meses", completou o ministro.

Com o uso do aplicativo Caixa Tem, os usuários podem movimentar valores e realizar compras em lojas por meio de um cartão de débito virtual e QR Code. Também é possível pagar contas de água, luz, telefone, gás e boletos na plataforma.

Segundo dados da Caixa, o aplicativo Caixa Tem atingiu 91,6 milhões de contas poupanças sociais digitais abertas até 9 de agosto, o que o banco classificou como "maior movimento de inclusão social, digital e financeira do Brasil".

Além do auxílio emergencial, o aplicativo permite pagamento do saque emergencial do FGTS e do chamado BEM, benefício dentro do Programa Emergencial de Manutenção do Emprego e da Renda, que permite redução temporária de salário e jornada ou a suspensão do contrato de trabalho dos trabalhadores... (Com reportagem adicional de Jamie McGeever) Reuters Leia mais em yahoo 20/10/2020





Conheça o fundo Maya Capital, de Lara Lemann, que captou novos US$ 15 mi

Fundado em 2018 por Lara Lemann e Mônica Saggioro, o Maya Capital já investiu em 25 startups na América Latina, como as empresas Gupy e NotCo

Investir em mais startups na América Latina. Esse é o objetivo do fundo brasileiro Maya Capital, que acaba de anunciar ter captado novos 15 milhões de dólares com family offices dos Estados Unidos, Europa e América Latina. Com o novo aporte, o fundo agora tem 41 milhões para investir em startups em estágio inicial... Leia mais em exame 20/10/2020





Brasil já possui 283 logtechs – startups do setor de logística

As startups do setor de logística, chamadas de logtechs, já são 283 no Brasil. Destas, 50% foram fundadas entre 2015 e 2020. O setor, que nos últimos anos encontrou oportunidades para inovar e se desenvolver, segue em expansão mesmo durante este período de crise na saúde pública e adversidade econômica. Somente nos primeiros nove meses deste ano, a área atraiu US$ 187,6 milhões em aportes. Os dados são do Distrito LogTech Report, levantamento realizado pelo Distrito, empresa de inovação aberta que atua junto a startups. O estudo teve ainda apoio da KPMG, Volvo e VLi.

O levantamento dividiu as logtechs em cinco áreas de atuação: 

  • Gestão Logística (43,6%), que apresenta soluções eficientes na gestão do processo logístico, com uso de analytics, Internet das Coisas e Inteligência Artificial; 
  • Entrega (19,4%), serviços para entrega mais eficaz ao consumidor final, explorando diversos modais, como até mesmo drones; 
  • Logística Reversa (12%), serviços que intermediam a volta de um produto para a cadeia de suprimentos; 
  • Estoque (11,3%), empresas que utilizam tecnologia armazéns, centros de distribuição, fluxo de estoque e atividades como tráfego de carregamento e descarregamento; e 
  • Marketplace de Frente (11%), soluções que atuam como intermediárias entre fornecedores e transportadores para entrega de cargas fracionadas, permitindo análise comparativa e cotação de frete.

Desde 2011, as logtechs captaram um montante de US$ 1,3 bilhão, divididos em aproximadamente 100 rodadas de investimento. A categoria de Entrega foi a que mais recebeu recursos, US$ 911,1 milhões no total. Isso representa 74% de todo o investimento já realizado em logtechs brasileiras. Importante destacar, entretanto, que este volume se deve aos grandes investimentos nas startups iFood e Loggi, que representam mais de 95,5% dos aportes desta categoria. Em segundo e terceiro lugar estão as categorias de Logística Reversa e Marketplace de Frente, com a captação de US$ 265 milhões e US$ 202,7 milhões, respectivamente.

Tiago Ávila, líder do Distrito Dataminer, braço do Distrito responsável pela elaboração de estudos do universo de startups, afirma que o setor logístico segue em expansão e não deve esperar pela modernização de infraestrutura para superação de obstáculos geográficos. “Em um mercado de alta competitividade, as startups estão aproveitando cada oportunidade para diminuir custos, aumentar a eficiência na prestação de serviços e agregar valor à jornada dos colaboradores que integram a cadeia de suprimentos”, comenta.

Ávila ainda explica que, “com a crescente do e-commerce, modernização dos pontos de vendas e experiências personalizadas para clientes, o varejo está sendo remodelado e as startups que oferecem produtos para a cadeia logística estão atuando como peças centrais nessa nova dinâmica, tornando-se cada vez mais essenciais”.

O levantamento traz ainda a distribuição geográfica das startups de logística pelo país. Aproximadamente 90% das logtechs estão concentradas nas regiões Sudeste (67,5%) e Sul (20,1%). As empresas restantes estão localizadas nas regiões Nordeste (7,8%), Centro-Oeste (2,8%) e Norte (1,8%). Vale destacar que apenas o estado de São Paulo sedia 50,2% do total das startups deste segmento. Minas Gerais, Santa Catarina e Paraná ocupam as três posições seguintes, somando 25,7% do total.

O estudo ainda aponta que, em 2020, foram realizadas 13 aquisições, das quais quase 50% efetivadas por grandes varejistas (Via Varejo, B2W, Magazine Luiza), confirmando que o varejo tem observado o acirramento da concorrência, tornando necessário aquisições das startups para inovar, melhorar e baratear serviços.

Top 10

O Distrito LogTech Report apontou, ainda, quais são as 10 maiores startups do setor, considerando elementos como número de funcionários, visibilidade, investimento captado e faturamento. São elas iFood, Loggi, Mandaê, Clique Retire, FreteBras, DeliveryCenter, CargoX, Modern Logistics, Cobli e Truck Pad.

Fique de Olho

O estudo destaca ainda uma relação de startups que têm apresentado um ritmo decrescimento acelerado, a partir da combinação dos aportes recebidos e da visibilidade que têm nas redes sociais. São elas Vuxx, Mottu, Bee Delivery, Melhor Envio, Intelipost, Logcomex, Carbono Zero Courier, Everlog, Shopper e Pathfind.... Leia mais em seucreditodigital 20/10/2020





20 outubro 2020

Dona da Puket e Imaginarium prepara pedido de IPO

O grupo Uni.co, dono das redes Imaginarium, Puket e MinD, deve protocolar hoje na Comissão de Valores Mobiliários o seu pedido de oferta pública inicial de ações (IPO, da sigla em inglês) na B3, apurou o Valor. 

A oferta será parte primária, com recursos indo para o caixa da empresa .. leia mais em valoreconomico 20/10/2020

20 outubro 2020



Serabi adquire projeto de ouro São Domingos, no Pará

A Serabi Gold adquiriu da Brazil Americas Investments & Participation Mineração a licença de exploração para o projeto de ouro São Domingos, no Pará. A propriedade é contígua ao depósito de ouro São Chico, já controlado pela Serabi, e a aquisição adiciona 4.999 hectares ao portfólio da companhia sediada no Reino Unido.

 Serabi adquire projeto de ouro São Domingos, no Pará

Propriedade é contígua ao depósito de ouro São Chico, já controlado pela Serabi

Em comunicado divulgado na segunda-feira (19), a Serabi ressaltou que a propriedade fica ao longo do strike de São Chico e já foi alvo de garimpos que "produziram ...leia mais em noticiasdemineracao 20/10/2020





Companhia de software Neogrid protocola prospecto para IPO

Fundada em 1999, a Neogrid é uma empresa de "software as a service" (“SaaS”), dados e tecnologia, que oferece soluções para os desafios da cadeia de suprimentos global 

A companhia de software Neogrid protocolou na Comissão de Valores Mobiliários (CVM) o prospecto preliminar para a realização de uma oferta pública inicial de ações (IPO, na sigla em inglês). 

A oferta será primária — quando os recursos vão para o caixa da empresa — e secundária, quando os acionistas atuais vendem parte de suas fatias. Fundada em 1999 por Miguel Abuhab, a Neogrid é uma empresa de "software as a service" (“SaaS”), dados e tecnologia, que oferece soluções para os desafios da cadeia de suprimentos global ao conectar parceiros de negócios (indústrias, distribuidores e varejistas), “integrando e sincronizando suas operações através de um portfólio completo e modular de soluções eficientes, precisas e inteligentes”, segundo afirma a empresa, no prospecto. 

Nos primeiros nove meses deste ano, a Neogrid teve receita bruta de R$ 154,525 milhões, com lucro de R$ 8,579 milhões. Os recursos da oferta primária serão usados para fusões e aquisições (80%) e investimento em pesquisa e desenvolvimento, marketing e vendas (20%). Na oferta secundária, os acionistas vendedores são o fundo Zaphira e Thiago Grechi. A oferta é coordenada por Credit Suisse, Citi e UBS BB... Leia mais em yahoo 20/10/2020






Edtech gaúcha recebe aporte de R$ 1 milhão e pretende quadruplicar faturamento em 3 anos

A edtech gaúcha Diário Escola, aplicativo de comunicação e gestão escolar, recebeu, recentemente, sua primeira rodada de investimento-anjo, um aporte de mais de R$ 1 milhão, dos quais R$ 828 mil vieram do grupo de investimento-anjo GVAngels e o restante de coinvestidores. Com a nova rodada, a startup pretende quadruplicar seu faturamento em 3 anos.

No final de 2015, quando a empresa foi lançada ao mercado, a solução conquistou 40 clientes e hoje, quase cinco anos depois, já atende aproximadamente 350 instituições de ensino. A empresa é formada por quatro sócios que trabalham em tempo integral e com dedicação exclusiva ao SaaS oferecido às escolas particulares do ensino básico: Antônio Berthêm, diretor executivo; Marcus Drzewinski, diretor de Tecnologia; Israel Lemes, diretor operacional; e Raquel Tiburski, diretora de Negócios e Marketing.

Em 2017, o aplicativo já havia recebido um investimento de R$ 250 mil, e mentoria da aceleradora WoW, de Porto Alegre (RS). Na ocasião, o Diário Escola investiu, majoritariamente, em marketing digital para viabilizar seu primeiro crescimento robusto. Com o novo aporte, o Diário Escola desenvolverá, principalmente, sua área de marketing, aumentará seu time de vendas, reforçará seu suporte tecnológico e desenvolverá novas funcionalidades para o aplicativo.

Wlado Teixeira, diretor executivo do GVAngels, que liderou o grupo de investimento no Diário Escola, comenta que o potencial de crescimento da edtech é alto. “A liderança da empresa é formada por profissionais com muita experiência em tecnologia e vendas. Chegaram a mais de R$ 1 milhão de faturamento em 2019, mesmo com um time de vendas super enxuto, o que faz dessa característica, um dos grandes diferenciais da empresa”, aponta Teixeira.

Educação na pandemia

Além disso, a startup Diário Escola, classificada pela Forbes como uma das 100 edtechs mais inovadoras da América Latina, é o único aplicativo de comunicação escolar parceiro do Google, que apresenta certificado Cloud e For Education no Brasil. Sendo assim, possui integração total do aplicativo ao Google Classroom e a todas suas facilidades.

Entre os clientes da empresa, estão colégios e redes do Brasil, como o Colégio Província de São Pedro, em Porto Alegre (RS), Rede Unificado de Itajaí, em Santa Catarina (SC), Colégios Costa Aguiar com quatro unidades em São Paulo (SP), Rede M2 rede de escolas em Belo Horizonte (MG), e a Creche Escola Bebê Bombom e o Colégio Connexus, em Manaus (AM), que foram as primeiras escolas do país a retomarem  as aulas presenciais, ainda durante a crise da Covid-19, em 6 de julho.

Alocadas em uma das regiões que teve momentos mais críticos durante a pandemia, as escolas reabriram com segurança, graças ao engajamento de todos os profissionais e responsáveis pelos alunos. O aplicativo Diário Escola exerceu papel fundamental na retomada, pelas suas funcionalidades, e pelo suporte completo que oferece ao processo. O app entrega, em tempo real, todas as informações de controle que a gestão da escola precisa. E, também disponibiliza a customização total do aplicativo, de acordo com as normas de segurança da saúde, de cada município no Brasil.

Segundo Annik Barbosa, diretora das escolas Creche Escola Bebê Bombom e o Colégio Connexus, o aplicativo Diário Escola foi muito importante para manter o contato direto com os pais, passar comunicados e informações de uma forma direta, simples e eficaz. “Compartilhamos através do Diário Escola o que estávamos fazendo, desde videoaulas até as fotos das providências que a escola estava tomando para o retorno das aulas. Com o aplicativo, controlamos em relatórios todas as ações que a escola faz e que exigem os protocolos governamentais de saúde. É fantástico”, relata a executiva.

Raquel afirma que, em 2020, entre março e setembro (período de pico da pandemia), a empresa teve um aumento expressivo de vendas: 65% em vendas, em comparação com o mesmo período do ano anterior. “Somos a melhor solução para as escolas, pois oferecemos segurança e controle na retomada das aulas presenciais. O Diário de Classe digital, assim como as rematrículas e matrículas online, proporcionam agilidade e modernidade, enquanto os canais de comunicação externos permitem aulas remotas e híbridas. Durante a pandemia, liberamos gratuitamente o envio ilimitado de áudios e vídeos. E, também, o módulo Chegando, para viabilizar todas as possibilidades de contato entre a escola, os pais e os alunos”, conclui Raquel... Leia mais em startupi 20/10/2020





Intel vende divisão de memória NAND para SK Hynix por US$ 9 bi

Compra da divisão de memórias Flash NAND da Intel (inclui SSDs) pela SK Hynix deverá ser concluída até o final de 2021

A SK Hynix anunciou, nesta terça-feira (20), a compra da divisão de memórias Flash NAND da Intel por US$ 9 bilhões. Com o acordo, a SK Hynix se tornará uma das maiores fabricantes de SSDs e semelhantes do mundo. Já a Intel pretende focar seus esforços de longo prazo em áreas como inteligência artificial e 5G.

O negócio ainda precisa passar pela aprovação de órgãos reguladores, mas, assim que concluído, fará a SK Hynix assumir a fábrica de memórias da Intel em Dalian, China. A companhia também assumirá as patentes de design relacionadas às tecnologias de memória NAND da Intel. Esta, no entanto, continuará com a posse das tecnologias das memórias Optane.

Ambas as partes acreditam que o negócio será aprovado até o final de 2021. Na ocasião, a SK Hynix irá pagar a primeira parcela do acordo, no valor de US$ 7 bilhões. Os US$ 2 bilhões restantes deverão ser repassados em 2025.

A aquisição fará a SK Hynix controlar uma divisão que respondeu por US$ 2,8 bilhões da receita da Intel no primeiro semestre de 2020. Com isso, a companhia se tornará a segunda maior fabricante de chips Flash NAND do mundo, perdendo apenas para a conterrânea Samsung — as duas têm sede na Coreia do Sul.

Já a Intel pretende direcionar o valor obtido com a venda a áreas que tendem a apresentar grande demanda nos próximos anos, com destaque para inteligência artificial, 5G e computação de borda (edge computing). De certo modo, esse é um movimento que teve início no ano passado, quando a Intel vendeu a sua divisão de modems para a Apple por US$ 1 bilhão.

“Essa transação permitirá que priorizemos ainda mais nossos investimentos em tecnologia diferenciada com a qual poderemos desempenhar um papel maior no sucesso de nossos clientes e oferecer retornos atraentes aos acionistas”, diz Bob Swan, CEO da Intel.

Obviamente, a companhia continuará se dedicando ao mercado de processadores... Leia mais em tecnoblog 20/102/2020





Eletrobras aprova venda de ativos da Sequoia Capital para a Chesf por R$ 20,6 mi

Do valor total a ser pago, 5 milhões serão abatidos referentes às pendências de subscrição e integralização de capital da Sequoia na SPE Tamanduá Mirim 2 Energia (Imagem: Facebook/Eletrobras)

A diretoria executiva da Eletrobras (ELET6) aprovou a venda de participação acionária da Sequoia Capital Ltda nas Sociedades de Propósito Específico (SPEs) dos Complexos Pindaí I, II e III, para a Companhia Hidro Elétrica do São Francisco (Chesf) por 20,6 milhões de reais, informou a companhia em comunicado na noite de segunda-feira.

A transação permitirá a posterior incorporação das SPEs pela Chesf, ressaltou a Eletrobras.

Do valor total a ser pago, 5 milhões serão abatidos referentes às pendências de subscrição e integralização de capital da Sequoia na SPE Tamanduá Mirim 2 Energia S.A.

“Esta operação integra uma das iniciativas vinculadas aos Planos Diretores de Negócios e Gestão (PDNG) 2019-2023 e 2020-2024 da Eletrobras”, disse a empresa.

A conclusão da compra e incorporação das SPEs pela Chesf está condicionada à obtenção das aprovações e autorizações regulatórias e administrativas aplicáveis.

Em um segundo comunicado, a Eletrobras disse que seu Conselho de Administração aprovou a Política de Celebração de Acordos Judiciais e Extrajudiciais das Empresas do grupo.

“A política tem por objetivo estabelecer diretrizes que visam orientar os processos de identificação, avaliação, tratamento e parametrização de litígios que envolvam as empresas Eletrobras e que sejam passíveis de transação.”.. Leia mais em moneytimes 20/10/2020





A Vivant botou o vinho na lata — e já vale R$ 55 milhões

A Vivant — marca brasileira de vinho em lata — acaba de fechar uma rodada Series A que avalia a empresa em R$ 55 milhões, num momento de forte expansão das vendas e entrada de novos concorrentes.

A captação vem na mesma semana em que a startup fechou um contrato de fornecimento com o Grupo Pão de Açúcar, que vai vender as latinhas da marca em mais de 500 pontos de venda em todo o Brasil. 

Hoje, a Vivant já está em 3 mil pontos de redes como St. Marché, Super Nosso (em Minas), Zona Sul (no Rio) e Grupo Mateus, e tem parte relevante de sua receita vinda do ecommerce. (A marca já é a mais vendida da categoria na Amazon Brasil).

A rodada, de R$ 5 milhões, foi liderada por um grupo do setor de entretenimento do Rio e teve a participação de alguns investidores anteriores como ex-CFO da Neogás e ex-vp da Brookfield Energia no Brasil, Luiz Fernando Nogueira. Nelson Teich, que teve uma passagem-relâmpago pelo Ministério da Saúde, também é investidor.

A Vivant espera fechar o ano com faturamento de R$ 8 milhões — oito vezes mais que no ano passado — e mais de 1 milhão de latinhas vendidas. 

Os targets de faturamento são agressivos: R$ 22 milhões em 2021; R$ 50 mi em 2022; R$ 75 mi em 2023; e R$ 95 mi em 2024.

O crescimento virá da entrada em novos varejistas e da internacionalização da marca, que já começou a exportar para o México e Peru. Os próximos destinos: Estados Unidos, China e Europa. 

“O consumo de vinho em lata está crescendo de forma brutal no mundo todo, com o mercado multiplicando por 90x nos últimos 10 anos,” o cofundador Leonardo Atherino disse ao Brazil Journal. “Mas ele tem funcionado melhor em países que não tem uma tradição tão forte com o vinho.”

Fundada no início do ano passado, a Vivant criou uma marca para os millennials, um público que consome cada vez mais vinho no Brasil e ainda não tinha uma marca da bebida para chamar de sua. A proposta é ter uma bebida leve (o teor alcoólico dos vinhos da Vivant é em torno de 11%, frente à média de 12,5% do mercado) e ideal para beber gelada.  

No Brasil, a startup foi a primeira a introduzir a inovação, mas cada vez mais empresas estão enlatando o vinho. 

Nos últimos meses, marcas como a Lovin' Wine, do ex-sócio da XP Eduardo Glitz, e a Vibra!, uma linha própria da Evino, começaram a vender no ecommerce. No ano passado, a Anheuser-Busch Inbev também entrou no páreo com a compra da marca Babe nos EUA — mas ainda não trouxe a bebida ao Brasil. 

“O vinho em lata ainda tem muito espaço para crescer e nos primeiros anos todo mundo vai aumentar sua fatia,” diz Alex Homburger, o outro fundador. O terceiro sócio e COO é Andre Nogueira, que trabalhou anos na Souza Cruz.

A rodada vai ajudar a Vivant a investir mais em marketing e dobrar o tamanho de sua equipe. 

A empresa começou a veicular um comercial no intervalo do MasterChef, da Band, e pretende investir forte também no digital — além de começar o que os fundadores chamam da ‘primeira campanha de verão de vinho no Brasil’. 

A capitalização também vai financiar a construção de uma fábrica própria na região de Caxias do Sul, onde fica a vinícola que fornece o vinho para a empresa. Nas próximas semanas, a Vivant também vai lançar dois novos produtos: frisantes em lata branco e rosé. .. Leia mais em braziljournal 18/10/2020





Tech de saúde brasileira Sami obtém US$ 15,5 milhões para atacar “gigantes”

O mercado de seguro saúde privado do Brasil é “muito concentrado”, avalia presidente e sócio fundador da Sami (Imagem: Rogério Santana/Governo do Rio de Janeiro)

A Sami, uma startup de tecnologia de seguro saúde no Brasil, está levantando US$ 15,5 milhões para enfrentar os maiores participantes do mercado.

A segunda rodada de investimentos na empresa vem do Monashees Gestão de Investimentos Ltda., do Redpoint eVentures LP e do Valor Capital Group LLC, fundo do qual o ex-embaixador dos EUA no Brasil Clifford Sobel é sócio.

No ano passado, o Redpoint e o brasileiro Canary investiram US$ 1 milhão na empresa com sede em São Paulo, fundada em 2018.

“Nós pretendemos atacar os monstros do mercado, empresas com receita de até R$ 20 bilhões”, disse o sócio fundador Guilherme Berardo em entrevista. Ele prometeu preços de 25% a 30% menores do que seus competidores ou até mais dependendo do “apetite de queima de caixa de nossos investidores”.

Como a Oscar Insurance Corp. nos EUA, a Sami tentará competir com grandes rivais, como o UnitedHealth, cuja unidade Amil no Brasil é um dos maiores planos de saúde do país em número de clientes.

O mercado de seguro saúde privado do Brasil é “muito concentrado”, com oito empresas responsáveis ​​por 80% dos cerca de R$ 250 bilhões de receita anual, estima Vitor Asseituno, médico que é presidente e sócio fundador da Sami.

Saúde

A Sami vai enfrentar as “gigantes” de seguro saúde do Brasil em um momento particularmente desafiador (Imagem: Pixabay)

“A Oscar é o nosso modelo”, disse Asseituno. A empresa de tecnologia de seguro saúde dos EUA é agora um unicórnio que atraiu investimentos de empresas como a Alphabet.

A Sami vai enfrentar as “gigantes” de seguro saúde do Brasil em um momento particularmente desafiador mesmo para os Golias.

O desemprego está aumentando à medida que a pandemia Covid-19 atinge grandes empresas, reduzindo a demanda por seguro saúde para funcionários.

A alta taxa de inflação do setor é outro problema, com os preços subindo cinco vezes mais do que os índices ao consumidor. Muitas empresas param de pagar seus prêmios ou mudam para seguradoras mais baratas à medida que os preços sobem.

As taxas de juros de 2%, em recorde de baixa, são outro desafio. As seguradoras costumavam depender da receita financeira obtida ao aplicar o dinheiro dos prêmios em títulos do Tesouro brasileiro com rendimentos de até 15% ao ano apenas alguns anos atrás.

A pandemia do Covid-19, no entanto, também ajudou a Sami a ultrapassar barreiras regulatórias e culturais.

Comércio Consumo Serviços

A alta taxa de inflação do setor é outro problema, com os preços subindo cinco vezes mais do que os índices ao consumidor (Imagem: Agência Brasil/Tomaz Silva)

“De repente, superamos tudo isso por causa do coronavírus”, disse Asseituno. A telemedicina, uma especialidade da Sami, agora não só é permitida no Brasil como se tornou a primeira escolha de muitos clientes.

Até agora, a Sami apenas fornecia análises de dados, tecnologia e telemedicina para outras empresas, incluindo concorrentes. Agora, tendo atendido aos requisitos de capital mínimo, a Sami se tornará a partir de novembro uma seguradora de saúde completa, com foco inicial para atender empresas de pequeno e médio porte.

Alan Warren, ex-diretor de tecnologia da Oscar, é sócio da Sami, assim como Sergio Ricardo, ex-presidente da Amil, e Paulo Veras, fundador da brasileira 99 Taxis Desenvolvimento de Software Ltda.

A estratégia da Sami é evitar o modelo tradicional de pagamento por serviço utilizado no Brasil, que os críticos afirmam criar incentivos para a realização de procedimentos e exames extras. Em vez disso, a seguradora definirá uma faixa de reembolso pré-estabelecida para seus hospitais, laboratórios e médicos, disse Asseituno.

“Podemos economizar muito dinheiro evitando procedimentos desnecessários e visitas ao pronto-socorro”, disse.

A Sami também pretende ajustar seus prêmios de acordo com a inflação, enquanto os preços do setor de seguro saúde hoje chegam a subir de quatro a cinco vezes mais do que os índices de preços. Tecnologia e análise de dados trazem transparência e ajudam a manter os custos sob controle, disse Berardo.

A Sami também pretende ajustar seus prêmios de acordo com a inflação (Imagem: Reuters/Anton Vaganov)

Asseituno estudou medicina na faculdade e, como estagiário, trabalhou na Rock Health Inc. na Califórnia, um fundo de capital de risco focado em startups de tecnologia de saúde. Ele conheceu os principais executivos da indústria em eventos organizados por sua empresa de eventos e feiras, a Live Healthcare, que vendeu em 2018.

Berardo, que estudou administração na Universidade de San Diego e trabalhou nas divisões de gestão de fundos e de gestão de fortunas da Merrill Lynch, foi cofundador de uma rede de hospitais no Brasil chamada Premium Care, que agora tem oito hospitais.

Ele teve menos sucesso com sua segunda startup, Dr. Agora.

Berardo conheceu Asseituno em 2017, quando tentava uma fusão para salvar a Dr. Agora. O negócio não aconteceu e a empresa quebrou. Asseituno ligou para Berardo poucos meses depois e, durante conversas em uma padaria em São Paulo, eles criaram a Sami. Por Bloomberg Leia mais em moneytimes 20/10/2020 






Enlizt compra SinSalarial e Sinergia

Fornecedora de plataforma de recrutamento agora tem dados de mercado e serviço na oferta.

O Enlizt, provedor de tecnologia e plataforma de recrutamento e seleção, comprou a SinSalarial, especializada em pesquisas de cargos e salários, e a Sinergia Gestão de Pessoas, focada em gestão estratégica de RH.

Não foram abertos os valores dos negócios.

Todas as três empresas são sediadas em Florianópolis e relativamente novas. A Sinergia foi fundada em 2008, a SinSalarial em 2017 e a Enlizt em 2018. 

A SinSalarial tem mais de 1 mil  empresas cadastradas em sua base de dados e que participaram de pesquisas salariais, com dados de 900 cargos pesquisados e mais de 180 mil informações salariais.

Já a Sinergia já abriu mais de 5 mil processos seletivos e atendeu mais de 1 mil clientes.

Ambas empresas têm a mesma CEO, Carolina Pizolati Farah, que agora assume como chief revenue officer da Enlizt. 

A Enlizt tem 240 mil profissionais ativos no seu Aplicativo Mobile de empregos e 200 empresas utilizando em seu processo de seleção como um ATS (Application Tracking System). Em média, são realizadas 1 mil entrevistas remotas semanalmente, resultando em 30 contratações diárias. 

“Essas aquisições fortalecem ainda mais a plataforma como uma solução diferenciada e inovadora, ao adquirir expertise na área de RH e possibilitar às empresas acesso aos valores de mercado dos mais variados cargos e práticas de benefícios, atualizadas periodicamente”, explica Rodrigo Zerlotti, fundador do Enlizt.  

Zerlotti é um profissional experiente, que começou a carreira no Texas, quando morava fazendo um PhD em Engenharia Aeroespacial.

Nos Estados Unidos, o profissional foi analista de sistemas na Dow Chemical e fundou uma startup na área de tecnologia para irrigação.

Depois de voltar para o Brasil, em 2010, Zerletti fundou a SuitePlus, que desenvolveu uma versão local do ERP na nuvem Netsuite, foi gerente geral da Avalara para América Latina e fundou uma startup de nuvem adquirida depois pelo DOIT Digital Group, onde hoje é CTO... Leia mais em baguete 20/10/2020





Governo anuncia fusão de Valec e EPL, a estatal do trem-bala

O Ministério da Infraestrutura (MInfra) anunciou nesta segunda-feira a fusão das estatais Valec, responsável por construir ferrovias, e da Empresa de Planejamento e Logística (EPL), criada em 2012 para implementar o projeto fracassado do trem-bala entre Rio e São Paulo.

A nova empresa vai se chamar Infra S.A.. As duas empresas serão formalmente incorporadas.

“A incorporação das empresas irá reduzir os custos de manutenção da União e priorizará o que há de melhor em conhecimento e capital humano de ambas para projetos de infraestrutura”, informou o ministério.

A previsão é que o plano de reestruturação seja apresentado em três meses e todo o processo de junção esteja concluído em nove meses. Após a implantação, serão realizadas avaliações trimestrais de acompanhamento da nova empresa, disse a pasta.

O Ministério da Infraestrutura diz que um dos principais objetivos da incorporação é otimizar os gastos por meio de uma empresa “mais enxuta, eficiente e sustentável”. Segundo a nota, a Infra S.A “terá a missão de estruturar os projetos de concessão de ativos à iniciativa privada em longo prazo”.

Todo o processo de transição será apoiado pela consultoria Falconi, especializada no segmento.

133,5 milhões de pessoas: Auxílio emergencial e perda de renda dos mais ricos fazem classe C alcançar seu maior patamar histórico

“Um novo modelo de negócios será criado pela consultoria, contemplando as seguintes perspectivas: organizacional, operacional e de gestão e seu plano de implementação. Em 90 dias, os consultores apresentarão os resultados do modelo, com padrões para a governança do projeto e o alinhamento estratégico com os principais executivos das empresas”, ressalta o ministério.

No ano passado, o governo chegou a informar que estudava a fusão da EPL, Valec e Infraero. Fonte: O Globo ..Leia mais em portosenavios 19/10/2020





Fintech brasileira de “fundo de garagem” contrata para enfrentar bancos

A fintech se tornou a mais recente aposta do Goldman Sachs (Imagem: Reuters/Brendan McDermid)

Uma empresa criada em uma garagem a 7.200 quilômetros de Wall Street se tornou a mais recente aposta do Goldman Sachs (GS) para transformar o sistema financeiro do Brasil.

A iugu Serviços na Internet, uma fintech de pagamentos que atua em serviços de cobrança, está recebendo ajuda do gigante americano para atrair novos talentos e competir mais diretamente com os grandes bancos brasileiros, disse o fundador Patrick Negri em entrevista.

A divisão de merchant banking do Goldman, responsável pelos investimentos proprietários do banco, liderou uma rodada de investimentos de R$ 120 milhões na fintech com sede em São Paulo no mês passado.

“Tivemos sorte no sentido de que mais ou menos na mesma época em que tentamos entrar em contato com a iugu, eles estavam pensando em levantar dinheiro”, disse David Castelblanco, diretor responsável por investimentos em Private Equity na América Latina para a Divisão de Merchant Banking do Goldman Sachs.

“É o caso clássico de um empresário de sucesso erguendo uma empresa até um ponto em que precisava atrair mais pessoas e um parceiro financeiro como nós para continuar expandindo.”

Negri, 38, criou a iugu em 2012 na garagem de sua mãe na cidade de Dourados, no Mato Grosso do Sul. Foi a oitava empresa que fundou. A primeira, depois que ele saiu da escola, foi um mecanismo de busca quando a internet engatinhava. Ele também criou uma empresa de lista telefônica online e outra para fornecer software para autoescolas.

A plataforma da iugu ajuda empresas menores a automatizar cobranças, economizando tempo com tarefas de back-office. Recentemente, obteve uma licença do Banco Central que lhe permite criar contas de pagamento para seus clientes, o que Negri disse que “é algo que podemos usar para substituir totalmente os bancos”.

A empresa surgiu em uma garagem a 7.200 quilômetros de Wall Street (Imagem: Unsplash/@joshstyle)

O dinheiro e a reputação do Goldman ajudaram a iugu a dar início a uma onda de contratações e a trazer Renato Fairbanks Ribeiro, um veterano de private equity, para o posto de CEO, substituindo Negri, que passou a diretor de tecnologia.

Ribeiro foi um dos primeiros investidores da empresa e é ex-membro do conselho da Burger King Brasil (BKBR3), que opera os restaurantes Burger King.

A empresa também trouxe André Luiz Gonçalves como diretor financeiro e contratou novos chefes para áreas de vendas, jurídico e marketing de empresas como Itaú Unibanco (ITUB4) e PagSeguro (PAGS). O quadro de funcionários saltará para 190 até o final do ano, de 80 quando a pandemia começou, disse Ribeiro. A iugu teve receita de R$ 40 milhões no ano passado e pretende triplicar esse volume 2021, segundo Ribeiro.

“Precisamos preparar a iugu para correr, pois os concorrentes estão se movendo rapidamente”, disse Ribeiro.

Os bancos de Wall Street estão ansiosos para lucrar com a febre das fintechs da América Latina, à medida que empresas novatas ganham terreno contra os credores gigantes do país.

Outras áreas do Goldman Sachs financiaram no passado o crescimento do Nubank, que se tornou o maior banco digital independente do mundo, e fizeram empréstimos recentes para o Mercado Livre expandir a operação de crédito no México e no Brasil.

O JPMorgan disse em julho que comprou uma participação minoritária na fintech brasileira FitBank Pagamentos Eletrônicos por meio de sua unidade de investimentos estratégicos.

“A iugu se encaixa bem no cenário de pagamentos e fintech que surgiu na América Latina”, disse Castelblanco, do Goldman. “É uma empresa focada em pequenas e médias empresas que resolve coisas que costumavam fazer manualmente ou eram uma espécie de caixa preta.”

A iugu é o primeiro investimento em equity de uma fintech que a divisão de merchant banking do Goldman fez na América Latina, de acordo com Castelblanco.

Outras apostas na região incluem a varejista uruguaia Tienda Inglesa, a provedora brasileira de tratamento de câncer Oncoclínicas do Brasil Serviços Médicos e a empresa de infraestrutura de telecomunicações Cell Site Solutions, que o banco vendeu ao conglomerado de telecomunicações africano IHS Towers em dezembro.

“Gostamos tanto da oportunidade da iugu que estávamos dispostos a apoiar a empresa um pouco mais cedo do que normalmente fazemos”, disse Castelblanco. Por Bloomberg Leia mais em moneytimes 20/10/2020





Por que as ações dos grandes bancos não sobem na Bolsa?

O último dos motivos é a competição com as fintechs. Entenda o que está influenciando no preço dos ativos

O fraco desempenho das ações dos quatro grandes bancos brasileiros (Itaú Unibanco, Banco do Brasil, Bradesco e Santander) na bolsa tem intrigado bastante os investidores. Afinal, o setor é uma recomendação de consenso dos analistas (potencial médio de alta de 40% segundo dados da Refinitiv), e até mesmo de pseudo analistas e influenciadores que não conhecem conceitos básicos do setor.

Os múltiplos de P/E (preço/lucro) e especialmente de P/VPA (preço/valor patrimonial) parecem bastante atrativos se comparados com aqueles históricos. Vejamos então o que explica a performance ruim e o que pode mudá-la daqui em diante.

Em primeiro lugar, nunca custa lembrar que os bancos são um play direto do que acontece na economia e refletem também o risco soberano de uma economia e os prêmios de risco embutidos na sua dívida. Falando primeiro sobre a economia, existe uma grande dose de incerteza sobre o atual ciclo econômico.

Apesar de os dados de crédito publicados pelo BC referentes a agosto mostrarem a inadimplência nos níveis mais baixos já reportados, eles estão influenciados pelas renegociações nas carteiras de crédito realizadas nos últimos meses, resultado de uma mudança temporária das regras de provisionamento, cortesia do Banco Central.

Além disso, o suporte dado às pessoas, inclusive tomadores de crédito, com o auxílio emergencial do governo, não deverá ser mantido na mesma magnitude em 2021. Isso deve levar a inadimplência a retornar a patamares mais normalizados nos próximos meses – uma tendência que não preocupa muito dado que os bancos aparentam estar bem provisionados.

Mais preocupante é a tendência da margem financeira, que deve continuar sob pressão nos próximos trimestres. Isso porque o passivo dos bancos se reprecifica antes dos ativos, significando que seus resultados não foram ainda totalmente impactados pela queda recente das taxas de juros.

A taxa de juros média nas novas operações não direcionadas atingiu a mínima histórica de 26.3% em agosto, comparada a 36.7% em agosto de 2019, e muito dessa queda ainda não foi refletida no resultado. Além disso, tudo mais constante, é bem mais fácil para os bancos embutirem um spread maior sobre uma Selic de 10% do que uma de 2%.

O mesmo vale para taxas de administração de fundos de investimento, agravando receitas de serviço. Sem um aumento compensatório de volume (o que não está acontecendo), uma queda de margem leva a uma redução de receita.

Sendo os bancos um conduit do risco soberano de um país, não se pode ignorar o efeito dos problemas recentes no refinanciamento da dívida publica e estresse no mercado de LFTs. Ou seja, em cenários de preocupação com a trajetória fiscal do país, o setor de bancos raramente costuma ser o preferido de investidores.

Um segundo ponto, não relacionado diretamente a economia brasileira, reside no fato de que os três grandes bancos privados têm grande parte da sua negociação diária em ADRs no mercado americano.

A primeira implicação é que investidores globais acabam associando os bancos brasileiros as mazelas do setor globalmente, especialmente na Europa e mais recentemente nos EUA, em função de juros baixos, recessão e problemas regulatórios.

Desde a crise de 2008, o setor de bancos europeu é a pior classe de ativos do planeta, e em 2020 as ações dos grandes bancos americanos tiveram quedas entre 25% e 55%, comparada a uma alta de 8% no S&P.

A segunda implicação é que os bancos acabam refletindo sentimento dos investidores estrangeiros em relação ao Brasil, que está em níveis bastante deprimidos em relação ao que vimos nos últimos 15 anos.

Finalmente, existe a tão falada competição vinda das fintechs, que ganhou notoriedade adicional com o lançamento do Pix, sistema de pagamentos gratuito do Banco Central. Dos três fatores, acreditamos que este seja o de menor importância, mas afeta a percepção da sustentabilidade de rentabilidade no longo prazo.

O que pode então levar a mudança de direção nas ações do setor? Um aumento dos juros, independente do impacto no resto da economia, favorece o setor bancário, especialmente no relativo com os outros setores.

Também está claro que é de suma importância o equacionamento da questão fiscal. Ou seja, que o necessário programa de Renda Cidadã seja mantido em 2021 sem comprometer a trajetória fiscal, preferencialmente se isso for obtido com reformas.

Uma vez dado esse passo, será natural a que os investidores tenham mais confiança na recuperação da economia e visibilidade sobre a estabilização das provisões para crédito.

Finalmente, a melhora da imagem do Brasil no exterior passa por uma melhora da economia, mas, como afirmou o presidente do Banco Central Roberto Campos Neto, a política ambiental do Brasil tem afetado negativamente o fluxo de investimentos para o país.

Apesar do nível de valuation parecer atrativo em padrões históricos, isso não é suficiente. Tão ou mais importante é o poder da narrativa, e essa, no curto prazo, parece não favorecer as ações dos bancos.

Carlos G. Macedo tem mais de 15 anos de experiência cobrindo ações do setor financeiro no Brasil e no resto da América Latina, atuando pela Goldman Sachs e Itaú BBA.

Roberto A. Attuch Jr tem mais de 25 anos de experiência no mercado de renda variável na América Latina, foi diretor do Credit Suisse e do Barclays e fundou a OMNINVEST... leia mais em NeoFeed 20/10/2020





Locaweb e Magalu mostram tendência no mercado de fusões e aquisições

Apesar da crise, há empresas com muito dinheiro no bolso e apetite para fusões e aquisições; Locaweb e Magalu são alguns dos exemplos

O mercado brasileiro vive um momento inusitado. De um lado estão empresas enfraquecidas pela pandemia e, de outro, companhias com caixa e recursos para fazer investimentos. Essa combinação entre empresas em dificuldade e outras em busca de investimentos pode levar ao surgimento de operações interessantes em fusões e aquisições, acreditam .. Leia mais em exame 20/10/2020




Fusões e Aquisições - destaques da semana 12 a 18/out/2020

Divulgadas  27 operações de Fusões e Aquisições com destaque pela imprensa na semana de 12 a 18/out/2020.  Envolvem direta ou indiretamente empresas brasileiras de 10 setores e um investimento da ordem de R$ 11,2 bilhões.

ANÁLISE DA SEMANA


Principais transações



NEGÓCIOS DA SEMANA

"Market Movers" - Brasil


  • Fusão cria gigante no setor de distribuição de insumos agrícolas no Brasil - O fundo de private equity Aqua Capital promoveu a fusão de diversas empresas de seu portfólio e criou a AgroGalaxy, grupo de distribuição de insumos agrícolas do País com faturamento anual de R$ 4,3 bilhões, 81 lojas e presença em nove Estados. A  consolidação chegou ao campo. Desde 2016, o fundo de private equity Aqua Capital, especializado em investimentos em empresas de alimentos e do agronegócio, foi às compras na área de distribuição de insumos agrícolas. Naquele ano, a Aqua Capital, que tem US$ 650 milhões de ativos sob gestão, comprou a Rural Brasil, que atuava na região do Cerrado brasileiro. Um ano depois foi a vez de adquirir a Agro 100, com presença no Paraná e no Mato Grosso do Sul. A fome de aquisições da Aqua Capital seguiu forte em 2018, quando comprou a Agro Ferrari e a Grão de Ouro e chegou a São Paulo e Minas Gerais, respectivamente. No ano passado, foi a vez de adquirir a Sementes Campeã e os ativos da Sementes Fróes e CDB. Essa coleção de empresas está se unindo agora debaixo da holding AgroGalaxy, criando um grupo de distribuição de insumos agrícolas do País gigante, com faturamento anual estimado em R$ 4,3 bilhões, 81 lojas e presença em nove Estados.  Com a criação da AgroGalaxy, o executivo Welles Pascoal foi nomeado CEO do grupo, que conta com 1.500 funcionários (450 deles são agrônomos), atende 16,5 mil agricultores em mais de 900 cidades brasileiras.16/10/2020


"Market Movers” - Exterior


  • Twilio compra Segment por US$ 3,2 bilhões - A Twilio, empresa que oferece serviços de computação em nuvem, anunciou nesta segunda-feira (12/10) a aquisição da Segment, uma startup de São Francisco que ajuda empresas a gerenciar dados de clientes em diferentes plataformas. O negócio foi fechado por US$ 3,2 bilhões em ações da Twilio, e deve ser concluído até o final do ano. De acordo com a Bloomberg, a startup foi avaliada em US$ 1,5 bilhão em abril de 2019.Trata-se da maior aquisição da Twilio desde 2018, quando a companhia comprou a SendGrid, empresa de e-mail marketing, por US$ 2 bilhões.  ..12/10/2020
  • NCB compra concorrente por US$ 14,8 bi e cria maior banco da Arábia Saudita - O National Commercial Bank (NCB) da Arábia Saudita anunciou neste domingo a compra do concorrente Samba Financial Group, em um negócio avaliado em US$ 14,8 bilhões. A operação, maior fusão do ramo bancário neste ano no mundo, vai criar o maior banco do reino saudita, com US$ 223 bilhões em ativos e valor de mercado de US$ 46 bilhões. ..  11/10/2020


HUMORES & RUMORES


M & A - VENDA


  • As privatizações mais urgentes na visão do ministro da Economia, Paulo Guedes - Em um evento virtual promovido pela XP Investimentos, o ministro da Economia, Paulo Guedes, contou quais são as quatro privatizações que ele havia prometido entregar três meses atrás, mas que não saíram. 1) Correios; 2) Eletrobras; 3) Contratos de óleo do pré-sal; e 4) Porto de Santos.Apenas uma avançou desde a promessa. Nesta semana, o ministro das Comunicações, Fabio Faria, entregou ao presidente Jair Bolsonaro o plano de privatização dos Correios. Nenhuma da 16/10/2020
  • Petrobras inicia fase vinculante de venda de concessões do Polo Alagoas - Além de sete campos terrestres e de águas rasas e suas instalações de produção, está incluída na transação unidade local de processamento de gás natural. A Petrobras informou que deu início à fase vinculante de venda de sete concessões terrestres e de águas rasas no Polo Alagoas, em Alagoas. Os potenciais compradores habilitados para essa fase receberão carta-convite com instruções sobre o processo de desinvestime..  16/10/2020
  • Ricardo Eletro pode vender marca - Varejista protocola plano de recuperação judicial e propõe deságio de 85% . Em agosto, quando pediu a recuperação judicial, grupo informou o fechamento de todas as suas 320 lojas no país — Foto: Gabriel Monteiro/Agência O Globo A Ricardo Eletro, do grupo Máquina de Vendas, estuda vender suas marcas e dois centros de distribuição restantes na .. 15/10/2020


M & A  - COMPRA


  • Clealco recebe proposta de R$ 900 milhões à vista por usinas e terras - Oferta surpreendeu credores e levantou desconfianças, segundo fontes. Um empresário de Pernambuco, Alfredo José Gonçalo Filho, apresentou uma proposta de R$ 900 milhões, de pagamento à vista, por duas usinas e por terras do grupo sucroalcooleiro paulista Clealco, que está em recuperação judicial e tem dívidas de cerca de R$ 1,5 bilhão. Porém, o plano de recuperação da empresa não prevê esse formato de transação e o leilão dos 33 lotes de terras realizado ontem, em conformidade com o plano, recebeu outras propostas, que serão analisadas pelos  15/10/2020
  • Seis grupos estão interessados na compra da CEB; preço mínimo é R$ 1,4 bilhão. Assembleia de acionistas da Companhia Energética de Brasília (CEB) confirma início do processo de privatização da empresa. A Assembleia-Geral Extraordinária de acionistas da Companhia Energética de Brasília (CEB) aprovou o início do processo de privatização da empresa. A reunião aconteceu na tarde de ontem e definiu detalhes da alienação da CEB Distribuição, como o valor mínimo de venda. O preço foi fixado em R$ 1,4 bilhão, resultado final de duas avaliações econômicas contratadas pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), e sem levar em consideração terrenos. Ao todo, foram 6.998.430 votos a favor e 1.058 contrários à proposta. O leilão será realizado em novembro pela B3, Bolsa de Valores de São Paulo. Na manhã de hoje, às 11h, acontece uma audiência pública para que a companhia preste informações, e a população possa dar sugestões sobre a desestatização. Seis empresas já mostraram interesse pela compra da distribuidora e o fornecimento para 1,1 milhão de consumidores. A maior parte delas é controlada por capital estrangeiro. O valor arrecadado com o leilão será transferido para a CEB Holding, com 80% das ações sendo do Governo do Distrito Federal (GDF) e 20% do mercado. O presidente da CEB avaliou o panorama da empresa debatendo ações que ocasionaram o contexto atual. “Para citar exemplos, há uma dívida da Universidade de Brasília (UnB) que lesou o caixa da companhia por seis anos, ainda de uma época do governo de Cristovam Buarque, que isentava o pagamento de conta de luz, mesmo sendo uma universidade federal, que tem recursos federais. Também tivemos planejamentos do passado em que houve mais compra de energia do que temos capacidade de consumir. Ainda há os custos de pessoal, de serviço”, detalha.14/10/2020

OFERTA DE AÇÕES


  • GPS vai fazer seu IPO | - Apesar de algumas nuvens carregadas no céu, o GPS, maior grupo de terceirização e serviços do Brasil, decidiu fazer o primeiro IPO (abertura de capital em bolsa) do setor, previsto para abril de 2021. Pretende levantar R$ 3 bilhões. Contratou o BTG, Citi, Morgan Stanley e a Goldman Sachs para tocar a operação... 18/10/2020
  • Cruzeiro do Sul Educacional pretende captar até R$ 1,5 bilhão com IPO - A Cruzeiro do Sul Educacional — quarto maior grupo de ensino superior, dono de faculdades como Positivo e Braz Cubas — pretende captar entre R$ 1,2 bilhão e R$ 1,5 bilhão em sua oferta inicial de ações (IPO), prevista para ocorrer no fim do ano, segundo o Valor apurou. O pedido de oferta pública foi enviado à Comissão de Valores Mobiliários (CVM) no dia 7...  17/10/2020
  • Focus Energia pede registro para IPO e mira investir em projetos de geração - Focus havia contratados os três bancos para a abertura de capital - A comercializadora de energia elétrica Focus Energia divulgou nesta sexta-feira prospecto preliminar de sua oferta inicial de ações (IPO, na sigla em inglês) que visa levantar recursos principalmente para investimentos em projetos de geração.A oferta, com distribuição primária e secundária, terá como coordenador líder o Morgan Stanley (MS), que atuará junto a Santander (SANB11) e Citi na operação, de acordo com o documento, no website da Comissão de Valores Mobiliários (CVM).A Reuters publicou mais cedo nesta sexta-feira, com informações de fontes, que a Focus havia contratados os três bancos para a abertura de capital.  16/10/2020
  • Housi, Elfa, Patrimar e 2W Energia engrossam fila de desistências de IPOs - O movimento sublinha como o plano de buscar recursos no mercado para financiar projetos de expansão . Mais quatro empresas desistiram de suas ofertas iniciais de ações (IPO, na sigla em inglês) no Brasil no começo de outubro, segundo informações publicadas nesta quarta-feira no website da Comissão de Valores Mobiliários (CVM). A plataforma de aluguel de apartamentos mobiliados Housi, a fornecedora de medicamentos genéricos Elfa, a construtora Patrimar e a comercializadora de eletricidade 2W Energia engrossaram a lista de desistências, elevando para 11 o total de empresas que preferiram recolher os planos de estreia na B3 (B3SA3). O movimento sublinha como o plano de buscar recursos no mercado para financiar projetos de expansão, de olho num cenário de taxas de juros em mínimas recordes no país, tem se mostrado um caminho potencialmente frustrante diante da volatilidade do mercado turbinada pelos efeitos da pandemia da Covid-19 e de incertezas político-econômicas domésticas e internacionais.Ainda há 42 companhias à espera de registro da CVM para levarem seus IPOs adiante. Duas delas, a rede hospitalar Rede D’Or e o grupo educacional Cruzeiro do Sul (RCSL4), submeteram seus pedidos em outubro, ao mesmo tempo em que outras também avaliam aguardar um melhor momento para venderem suas ações. 14/10/2020
  • Ofertas de ações batem recorde com R$ 94 bi - Ano pode terminar com uma captação de cerca de R$ 115 bilhões em IPOs e follow-ons. O ano de 2020 já entrou para a história do mercado de ações. O volume financeiro das ofertas iniciais (IPO) e subsequentes (follow-on) até o momento supera, nominalmente, em R$ 4,5 bilhões toda a captação de 2019 e em R$ 24 bilhões o segundo melhor período da bolsa, ocorrido em 2007. Neste ano, até 9 de outubro, as 38 operações, das quais 20 foram ofertas iniciais, movimentaram R$ 94,1 bilhões, segundo levantamento do Valor com base em dados da B3.  No ano passado todo, foram R$ 89,6 bilhões em 38 ofertas, sendo apenas cinco IPOs. Há 13 anos, a janela de ofertas de ações teve o melhor desempenho em termos de IPOs: das 76 operações, que captaram R$ 70,1 bilhões, 64 foram aberturas de capital, com um volume somado de R$ 55,6 bilhões.O recorde deste ano desconsidera, no entanto, a megacapitalização da Petrobras, que levantou R$ 120,4 bilhões em 2010, auge da euforia com a exploração do pré-sal. Naquele ano, sem considerar a estatal, o volume de ofertas somou R$ 29 bilhões. .. 13/10/2020


RELAÇÃO DAS TRANSAÇÕES


  • Rede D'Or vai às compras - Em meio ao seu processo de IPO (abertura de capital em bolsa), a Rede D'Or está indo às compras: desde anteontem passou a ser o novo controlador da Clínica São Lucas, localizada em Macaé (RJ). Pagou R$ 67 milhões pelo negócio...  18/10/2020
  • Iara Health recebe aporte de R$ 2 milhões - Investimento na startup foi da Ness Health. Agora tecnologia começa a ser usada em Portugal.A Iara Health, porto alegrense especializada em reconhecimento de voz para o setor de saúde, recebeu um aporte de R$ 2 milhões da Ness Health, startup que fornece soluções para o mercado de medicina diagnóstica.Fundada em 2018, a Iara Health possui a assistente virtual Iara, sistema de reconhecimento de voz especializado na área da saúde, mais especificamente em radiologia.A solução transcreve prontuários e laudos, além de interagir com algoritmos e sistemas utilizando comandos de voz. Com a inteligência artificial, permite melhorias conforme o uso, adaptando-se à voz, às expressões e ao sotaque. 16/10/2020
  • Startup do Bradesco D1 adquire a concorrente Smarkio - O investimento vai unir duas startups especializadas na comunicação e no atendimento a clientes do setor financeiro, com uso de inteligência artificial - Visando o atendimento ao consumidor, a D1, startup do Bradesco, vai desembolsar R$ 85 milhões para adquirir a Smarkio, de acordo com informações da Exame. A aquisição vai unir duas startups especializadas na comunicação e no atendimento a clientes com uso de tecnologia e inteligência artificial.Tanto a D1 como a Smarkio possuem entre seus principais clientes empresas do setor financeiro. Uma vez que bancos e seguradoras possuem bases expressivas com milhões de clientes e lidam com serviços e produtos que geram dúvidas e reclamações de forma recorrente. A D1, fundada em 2012 por Fernando Steler, atende os três maiores bancos privados do país e três das quatro das maiores seguradoras.O faturamento recorrente anual da nova companhia combinada vai ficar em R$ 120 milhões, e a expectativa é acelerar o crescimento em duas vezes. Um dos objetivos no médio prazo é crescer a ponto de conseguir realizar uma oferta pública inicial de ações, o IPO. 16/10/2020
  • Fusão cria gigante no setor de distribuição de insumos agrícolas no Brasil - O fundo de private equity Aqua Capital promoveu a fusão de diversas empresas de seu portfólio e criou a AgroGalaxy, grupo de distribuição de insumos agrícolas do País com faturamento anual de R$ 4,3 bilhões, 81 lojas e presença em nove Estados. A  consolidação chegou ao campo. Desde 2016, o fundo de private equity Aqua Capital, especializado em investimentos em empresas de alimentos e do agronegócio, foi às compras na área de distribuição de insumos agrícolas. Naquele ano, a Aqua Capital, que tem US$ 650 milhões de ativos sob gestão, comprou a Rural Brasil, que atuava na região do Cerrado brasileiro. Um ano depois foi a vez de adquirir a Agro 100, com presença no Paraná e no Mato Grosso do Sul. A fome de aquisições da Aqua Capital seguiu forte em 2018, quando comprou a Agro Ferrari e a Grão de Ouro e chegou a São Paulo e Minas Gerais, respectivamente. No ano passado, foi a vez de adquirir a Sementes Campeã e os ativos da Sementes Fróes e CDB. Essa coleção de empresas está se unindo agora debaixo da holding AgroGalaxy, criando um grupo de distribuição de insumos agrícolas do País gigante, com faturamento anual estimado em R$ 4,3 bilhões, 81 lojas e presença em nove Estados. A fusão já recebeu o aval do Conselho Administrativo de Defesa Econômico (Cade). Com a criação da AgroGalaxy, o executivo Welles Pascoal foi nomeado CEO do grupo, que conta com 1.500 funcionários (450 deles são agrônomos), atende 16,5 mil agricultores em mais de 900 cidades brasileiras.De acordo com estimativas da AgroGalaxy, o setor de defensivos tem um faturamento anual de US$ 10,5 bilhões no Brasil. Já o de fertilizantes, US$ 10,4 bilhões. A holding estima que há 6 mil distribuidores de insumos agrícolas no País.Essa fragmentação do setor de distribuição de insumos agrícolas tem atraído também a atenção de outros investidores. A16/10/2020
  • Startup mineira de IoT recebe aporte da KPTL e da Wayra - A Ativa Soluções, startup mineira especializada em fornecer soluções de conectividade em tempo real, que desde 2004 tem a tecnologia IoT como força motriz, anunciou hoje um aporte da gestora KPTL, por meio do Fundo Criatec 3, em conjunto com a Wayra, hub de inovação aberta da Vivo no Brasil e da Telefônica no mundo. O valor da transação não foi divulgado. Com o objetivo de monitorar e gerir a infraestrutura instalada em empresas remotamente, a startup se dedica em pesquisar e desenvolver equipamentos para Internet das Coisas (IoT) e Machine To Machine (M2M).  16/10/2020
  • BlueTrade incorpora LHx em maior acordo entre agentes autônomos da XP - A BlueTrade, terceiro maior escritório de assessoria de investimentos associado à XP, anunciou nesta sexta-feira a incorporação da LHx Investimentos, que elevará o valor dos ativos sobre custódia (AuC) do grupo para 7,6 bilhões de reais.“É a maior incorporação feita na história da rede XP”, afirmou Wagner Vieira, sócio-fundador da BlueTrade, que antes da operação tinha 6 bilhões de reais em AuC. Ele explica que o acordo não envolveu dinheiro, mas troca de participação, com os sócios da LHx ficando com 9% da BlueTrade, o que fará com que a fatia de Vieira e do outro sócio-fundador, Leone Cabral, diminua para 72%, de 81% antes. Com a transação, o escritório, que nasceu em Franca (SP) há 11 anos e está presente em oito cidades no país, incluindo Rio de Janeiro e São Paulo, entra em Goiânia e Brasília, ampliando sua base de clientes de 11 mil para 15 mil. A equipe passa de 220 para 320 colaboradores.Vieira avalia que o AuC após a incorporação deve chegar a 8 bilhões de reais no final deste ano e dobrar em 2021, na esteira da queda das taxas de juros que tem levado muitos investidores a buscar retornos mais atrativos. “Os investidores estão mais carentes”, afirmou. “O cenário mudou.” 16/10/2020
  • Magazine Luiza compra escola digital de negócios ComSchool - O Magazine Luiza anunciou nesta quinta-feira (15) a compra da plataforma de cursos ComSchool, por valor não revelado, buscando ampliar e fortalecer a capacidade de negócios dos 32 mil vendedores cadastrados em seu marketplace. Fundada em 2008, a ComSchool oferece cerca de 200 cursos nas áreas de marketing digital, e-commerce e redes sociais. A plataforma tem cursos desde gratuitos até treinamentos de R$ 7 mil. Agora oferecerá também cursos de capacitação para vendedores do marketplace, ensinando-os a gerirem seus negócios e a venderem mais. “O Brasil tem cerca de 5 milhões de vendedores com negócios estritamente físicos, e parte do nosso plano é ensinar esses empreendedores sobre comércio eletrônico e trazê-los para dentro do nosso marketplace”, disse Soares, explicando que oferecerá aos associados preços vantajosos para os cursos.Nos últimos meses, o Magazine Luiza comprou as startups AiQFome, Hubsales e Stoq, a plataforma de mídia da Inloco e o site de notícias de tecnologia Canaltech, após ter captado em novembro passado R$ 4,2 bilhões numa oferta de ações. 15/10/2020
  • Dono do Grupo Mateus vale R$ 8,7 bi após maior IPO do Brasil “Fui estimulado a ser um empresário desde muito jovem, depois que meu pai morreu quando eu tinha 4 anos e nos mudamos para a casa dos meus avós”, disse Mateus. Quando Ilson Mateus tinha 21 anos, tentou sem sucesso ficar rico como garimpeiro em Serra Pelada. Agora, aos 57 anos, ele conseguiu construir uma das maiores fortunas do Brasil em uma das regiões mais pobres do país. Mateus se tornou o mais recente brasileiro a ingressar no ranking dos mais ricos do mundo depois que a rede varejista de alimentos que ele fundou abriu o capital no maior IPO do país neste ano. A oferta de ações revelou uma fortuna de cerca de R$ 8,7 bilhões, de acordo com o Índice Bloomberg Billionaires. O Grupo Mateus é agora o quarto maior varejista de alimentos do Brasil, com valor de mercado de cerca de R$ 20 bilhões e 137 lojas espalhadas pelas regiões Norte e Nordeste do país, de acordo com o prospecto da empresa. A empresa sediada em São Luís teve receita de R$ 8,1 bilhões em 2019 e conta com mais de 29.000 funcionários. 14/10/2020 
  • Pagolivre investe R$ 3 milhões na Joinkey - Startup foi lançada neste ano. As duas empresas são comandadas pelo executivo Claudio Dias. A Joinkey, plataforma de gestão e controle de vendas e recebíveis, recebeu um aporte de R$ 3 milhões da Pagolivre, empresa especializada em meios de pagamento. Este já é a segunda vez que a Pagolivre investe na startup: a empresa havia injetado R$ 2 milhões em seu lançamento, que aconteceu no início de 2020. A Joinkey foi fundada por Claudio Dias, atual CEO da Pagolivre, e por Rafael Moris, CIO da startup. Na prática, a nova empresa consolida e concilia pagamentos realizados através de cartões de débito, crédito, vouchers, programas de delivery e e-wallets, eliminando a necessidade do usuário de acessar vários sites ou aplicativos. 15/10/2020
  • Startup brasileira de Bitcoin recebe aporte de R$ 1,4 milhão - A Bitfy, carteira digital multiuso e sem custódia de bitcois, anunciou um aporte de R$1,4 milhão em rodada bridge liderada pela Urca Angels, grupo brasileiro de investidores composta principalmente por ex-alunos do Instituto Militar de Engenharia (IME). A rodada precede o levantamento de investimentos de rodada série A, ainda em curso, e tem como objetivo o financiamento da startup no desenvolvimento de soluções para o mercado de criptomoedas, com foco na utilização do Bitcoin como meio de pagamento. Fundador e CEO da startup, Lucas Schoch diz que o investimento será crucial para o momento da startup, que quer galgar vôos mais altos nos próximos meses como a negociação de uma rodada de investimentos série A, além do plano de expansão internacional. “Ganhamos fôlego para seguir com nossos projetos de democratização do uso do Bitcoin, trazendo praticidade e especialmente segurança para esse mercado. O investimento será essencial para seguir com o lançamento de novas soluções e produtos que preparamos para os próximos meses”, reforça.A parceria com o Ifood e Evino foi uma das novidades que a Bitfy anunciou recentemente. Pensando na alta demanda de delivery e pagamento online que surgiu com a pandemia, a startup viabilizou o pagamento nesses estabelecimentos com Bitcoin. 15/10/2020
  • Fintech que automatiza o processo de IR para investidores de renda variável capta R$ 700 mil via equity crowdfunding - Em setembro, o número de pessoas físicas na B3 atingiu a marca de 3 milhões. Com tantos novos investidores, a demanda por um jeito simples de calcular, declarar e pagar o Imposto de Renda tende a crescer. Foi neste cenário que 75 sócios assinaram contrato com a Grana Capital, fintech que oferece um aplicativo para automatizar o processo de IR para investidores de renda variável. Totalizando R$ 700 mil de investimento, a captação foi feita em apenas quatro dias, um recorde na plataforma de equity crowdfunding SMU. O objetivo do aplicativo Grana é ser um facilitador para investidores, principalmente aqueles que começaram a operar na Bolsa há pouco tempo, que não sabem como declarar o IR ou que não desejam seguir o procedimento sozinhos ou por meio de contadores. Com a credencial do cliente na B3, a Grana Capital importa todas as transações do usuário para o sistema do app, cuidando de forma automatizada do cálculo, do pagamento e da declaração do IR.Segundo a empresa, o valor de R$ 700 mil investido por sócios do Brasil e de outros países será utilizado para desenvolver ainda mais o aplicativo, que já está disponível no Google Play e na App Store, e para alavancar estratégias de Comunicação e atrair cada vez mais clientes.15/10/2020
  • Grupo Arbo, de Arnaldo Franken, compra Ahoba Viagens - A Ahoba Viagens, criada em 2013por Claudia del Valle (ex-Costa Cruzeiros) e Marcelo Gomes, agora pertence ao Grupo Arbo, de Arnaldo Franken. A empresa é uma franqueadora para home office, oferecendo aos agentes de viagens independentes estrutura de uma empresa, com site, assistência jurídica e administrativa, “suporte completo”, nas palavras de Franken. Com a franquia, os agentes passam a atender seus clientes como uma empresa.Esse é mais um investimento do Grupo Arbo, que, de acordo com Arnaldo Franken, está se preparando para 2021 e apostando alto no futuro do Turismo e na recuperação do mercado. Com a saída de Claudia e Marcelo, a Ahoba Viagens será tocada por Charles Franken, que já dirige a Casa do Agente, também para profissionais independentes.14/10/2020
  • Natura conclui oferta primária de ações e levanta US$ 1 bilhão - Segundo a empresa, o montante será utilizado para otimizar sua estrutura de capital e investir em novas oportunidades (Imagem: Diana Cheng/Money Times)A Natura &Co (NTCO3) concluiu sua oferta primária de ações com a venda de 121 milhões de papéis ao preço de R$ 46,25, levantando R$ 5 bilhões ou US$ 1 bilhão, mostra comunicado enviado ao mercado nesta nesta quarta-feira (14). Segundo a empresa, o montante será utilizado para otimizar sua estrutura de capital e investir em novas oportunidades, como na digitalização e na expansão dos negócios.A Natura, que comprou a Avon Products por US$ 2 bilhões para se tornar a quarta maior fabricante de cosméticos do mundo, usará ainda US$ 850 milhões da operação para otimizar sua estrutura de capital, tendo como alvo específico dívida que vence em 2022 para eliminar covenants restritivos.15/10/2020
  • Aportes em startup puxam negócios - O setor de Tecnologia da Informação se mantém na liderança há pelo menos cinco anos em número de fusões e aquisições no País. De janeiro a agosto, o segmento registrou mais 222 operações. “Muitas são startups, investimento anjo”, justificou Leonardo Dell’Oso, sócio da PwC Brasil. O fundo brasileiro Neuron Ventures, da Eurofarma, fez recentemente aporte na JustForYou, uma startup de Vinhedo (SP) que usa inteligência artificial para desenvolver produtos personalizados para clientes. “Sempre estamos em algum processo de ‘due diligence’ (auditoria). Temos três ou quatro empresas em avaliação nesse momento”, contou Helton Pinheiro de Carvalho, diretor de Empreendedorismo e Digital da Eurofarma.O Neuron Ventures, que não ultrapassa mais de R$ 4 milhões por investimento, fez neste ano aportes nas startups Psicologia Viva e Rock Content.No setor de serviços de saúde, o Grupo Sabin Medicina Diagnóstica comprou em julho 12% da startup ProntMed, que oferece soluções para gestão de saúde e integra consultórios, hospitais, laboratórios e operadoras/seguradoras.“Já sabíamos que 2020 seria um ano de integração das últimas aquisições que fizemos. Nos últimos dois anos, foram nove empresas”, disse a presidente executiva do Grupo Sabin, Lídia Abdalla.  14/10/2020
  • Panvel adquire rede Tacchimed de farmácias em Bento Gonçalves - A negociação para a compra foi feita através do Sistema de Saúde Tacchini. A partir desta semana, a Panvel assume as operações da tradicional rede de farmácias Tacchimed. São cinco lojas em Bento Gonçalves que passam a contar com a nova marca, trazendo uma série de benefícios e novidades aos clientes da região. A negociação para a compra ocorreu junto ao Sistema de Saúde Tacchini, que agora concentra suas atenções ao projeto de ampliação do Hospital Tacchini. Com a aquisição, a Panvel chega a oito lojas na cidade, ultrapassando os 30% de share local.As farmácias, dentre elas duas situadas no Hospital Tacchini, contarão com todas as funcionalidades oferecidas pela rede, como o Bem Panvel, programa personalizado de descontos para medicamentos e produtos de higiene e de beleza. As cinco lojas também já estão conectadas com todas as funcionalidades digitais da Panvel, incluindo o Clique & Retire (compra nos canais digitais e retirada nas lojas físicas). O acordo do negócio ainda prevê convênio exclusivo da Panvel com o plano de saúde Tacchimed, que possui cerca de 60 mil vidas atendidas na Região e 2 mil funcionários, ampliando os descontos oferecidos em medicamentos de marca e genéricos.ra todo país.A rede faz parte do Grupo Dimed, também detentor da distribuidora de medicamentos e produtos de higiene e beleza Dimed e do laboratório Lifar, divisão de desenvolvimento e fabricação de cosméticos, medicamentos e alimentos, responsável pela elaboração de produtos para grandes marcas no Brasil e no exterior, além dos produtos de marca própria Panvel. 13/10/2020
  • E-commerce para pequenas e médias empresas recebe aporte de US$ 30 milhões para expandir negócios online - A Nuvemshop, plataforma de e-commerce para pequenas e médias empresas, acaba de receber nova rodada de investimento Série C no valor de US$ 30 milhões, o que equivale a cerca de R$ 170 milhões. A captação foi coliderada pelos fundos Qualcomm Ventures e Kaszek Ventures, com participação de FJ Labs, IGNIA, Elevar Equity e de um novo investidor, Kevin Efrusy, sócio emérito da Accel Partners, que está investindo pessoalmente. Com esse novo aporte, a Nuvemshop irá reduzir ainda mais as barreiras do empreendedorismo e reforçar o posicionamento como a escolha número um de pequenas e médias empresas que buscam lançar, desenvolver e potencializar seus negócios online. Além disso, o investimento será dedicado, em sua maior parte, ao aprimoramento do ecossistema de soluções que envolve pagamentos, frete, gestão de estoque, ferramentas de marketing, entre outros recursos. Total de vendas dos clientes da Nuvemshop deve ultrapassar US$ 1 bilhão em 2020. A empresa, que usa a marca Tiendanube nos países de língua espanhola, possui escritórios em São Paulo, Belo Horizonte, Buenos Aires e está expandindo também para o México e outros países da América Latina. O número de colaboradores, que no início de 2020 estava em torno de 150, hoje chega próximo a 300 e deve ultrapassar 1 mil nos próximos anos. “Estamos rapidamente nos tornando um time mais diverso que une jovens talentos com executivos experientes vindos de grandes companhias”, diz Sosa. 13/10/2020
  • Filosofia para ganhar dinheiro - A filosofia budista, que combina raciocínio filosófico e meditação, nunca esteve tão em alta na sociedade. É nessa onda que a maior rede de spas urbanos do País, a Buddha Spa, pretende popularizar seu modelo de microfranquia, chamada de Smart Spa. A ideia do CEO, Gustavo Albanesi, é ampliar os serviços na casa do cliente por meio de app. “Por trás da plataforma e do aplicativo há tecnologias modernas que permitem ao franqueado automatizar processos de pedidos, pagamentos, geolocalização de clientes e de terapeutas”, disse o executivo. O novo projeto recebeu investimento de quase R$ 2 milhões dos sócios, de um investidor anjo e da agência Desenvolve SP. 13/10/2020
  • Grupo 1WorldSync compra Simplus - A empresa de automação de cadastro de produtos vai manter a marca no Brasil e na América Latina. O Grupo 1WorldSync, especializado em soluções de conteúdo, informações e imagens de produtos, anunciou a aquisição da Simplus, catarinense voltada para a automação de cadastro de produtos para buscadores, e-commerces, marketplaces, clubes de pontos, aplicativos e agências. As empresas não revelaram o valor nem os detalhes da transação. A Simplus foi fundada em 2015 em Joinville, Santa Catarina, para fornecer informações e imagens dos itens a serem vendidos.  Por meio da sua plataforma, a empresa centraliza informações e imagens de mais de 70 mil produtos, somando 4 milhões de atributos cadastrados em 1,8 mil categorias acessadas por mais de 20 mil usuários. Hoje, a Simplus atua com mais de 5 mil marcas e 800 varejistas dos segmentos alimentício, construção e home center, eletroeletrônico e farmacêutico em todo o país.  14/10/2020
  • Nutrien adquire registro de mais de 100 defensivos da BRA Agroquímica - Os produtos adquiridos serão comercializados sob a marca Loveland, linha própria da Nutrien, informou a companhia em nota (Imagem: REUTERS/Ueslei Marcelino)A distribuidora de insumos e serviços agrícolas canadense Nutrien anunciou nesta quarta-feira a assinatura de um acordo para compra dos registros de mais de 100 defensivos da brasileira BRA Agroquímica (BRA) voltados a culturas como soja, milho, algodão, cana-de-açúcar, hortifruti e café.Os produtos adquiridos serão comercializados sob a marca Loveland, linha própria da Nutrien, informou a companhia em nota. Os valores envolvidos na negociação não foram divulgados.“A adição dos registros da BRA à nossa linha de produtos reforça o compromisso em fornecer as melhores soluções para atender às necessidades dos nossos clientes”, afirmou o presidente da Nutrien na América Latina, André Dias, no comunicado.14/10/2020
  • Startup que integra mapas e listas para aumentar presença digital de marcas anuncia aporte de R$ 600 mil - A HubLocal, startup que integra mapas e listas para aumentar presença digital de marcas, acaba de captar um investimento de R$ 600 mil da Anjos Brasil. Com valuation atual de R$ 5 milhões, a empresa pretende alcançar o valor de R$ 30 milhões até 2021.Segundo um estudo desenvolvido pela Boston Consulting Group (BCG), 98% de empresas, quando pesquisadas no ambiente digital, não estão em todas as plataformas de mapas e listas de forma integrada, gerando perdas significante nos negócios. 14/10/2020
  • Afya compra empresa de software iClinic por R$ 182,7 milhões - Grupo de educação focado em saúde entra em novo segmento com sistema de gestão de clínicas, telemedicina e agendamento de consultas. A Afya, grupo de educação focado em saúde, anunciou nesta terça-feira a compra da iClinic por R$ 182,7 milhões, dos quais 61,5% foram pagos à vista e 38,5% em ações da Afya.A iClinic é uma empresa de tecnologia modelo SaaS ( software como serviço ) com foco em médicos. O software de gerenciamento de prática da empresa é líder no Brasil, com sistema para gestão de clínicas, telemedicina e agendamento de consultas... 13/10/2020
  • “Startup jurídica” com 32 anos de vida recebe aporte da KPTL - A gestora de venture capital KPTL fez um investimento que pode chegar até a R$ 10 milhões na Preâmbulo Tech, “startup jurídica” que atende 6 mil escritórios de advocacia e 1 mil departamentos jurídicos de grandes empresas. Recurso será usado para reforçar área comercial e desenvolver novos produtos. Fundada em Curitiba, a Preâmbulo Tech tem 32 anos de vida desenvolvendo softwares para escritórios de advocacia e departamentos jurídicos de grandes empresas.  Nessa longa jornada, a desenvolvedora de software conquistou aproximadamente 6 mil escritórios de advocacia e 1 mil departamentos jurídicos, totalizando 28 mil usuários. Nessa semana, a “startup jurídica”, ou uma Law Tech, como são chamadas as empresas tecnológicas da área, recebeu o seu primeiro cheque institucional de um fundo de venture capital. Trata-se de um aporte que pode chegar a R$ 10 milhões do Criatec 3, fundo que tem entre os cotistas o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e é gerido pela KPTL, uma das principais gestoras brasileiras de venture capital.O primeiro cheque será de R$ 3 milhões e o volume vai aumentando à medida que determinadas metas sejam cumpridas, no que a KPTL chama de contrato de incentivo. 13/10/2020
  • Fundo compra lojas da Pernambucanas - Por R$ 450 milhões, fundo do Credit Suisse leva 66 pontos; gestoras sondam redes com unidades próprias. Depois do Grupo Pão de Açúcar, é a vez da rede de lojas Pernambucanas se desfazer de parte de seus pontos para um fundo imobiliário, num movimento de venda de ativos de varejistas a investidores que vem ganhando força neste ano.  Na semana passada, o fundo CSHG Renda Urbana FII, do Credit Suisse, fechou a compra de 66 lojas da rede de moda, cama, mesa e banho por R$ 450,3 milhões. Um sinal de R$ 120 milhões já foi pago, como informou na sexta-feira o Valor Pro, serviço de informação em tempo real do Valor, com base em documento arquivado na B3 13/10/2020
  • Este cara está fazendo hortas em estacionamentos — e uma grande empresa está bancando - Quase 60% de todas as hortaliças produzidas no Brasil vão parar no lixo, segundo a Embrapa. Acontece que, da roça até o consumidor, elas passam por uma jornada que pode levar até quatro dias, estragando dentro dos caminhões ou murchando nas gôndolas dos supermercados. Hoje, a BeGreen tem três fazendas de 1,5 mil metros quadrados cada: duas dentro de shoppings da Aliansce Sonae (no Boulevard, em Belo Horizonte, e no Via Parque, no Rio), e a terceira dentro de uma fábrica da Mercedes-Benz em São José dos Campos. Agora, a BeGreen acaba de fechar sua primeira captação externa com a própria Aliansce, que está investindo R$ 15,5 milhões na startup. Com os recursos, a BeGreen vai abrir mais oito fazendas dentro dos shoppings da Aliansce, e outra de 10 mil m² próxima ao Ceagesp, em São Paulo. 18/09/2020
  • Vale anuncia joint venture com chinesa para projeto portuário - Iniciativa prevê investimento de cerca de US$ 624 milhões na expansão das instalações do Porto de Shulanghu. A Vale informou nesta sexta-feira (9) que seu conselho de administração aprovou a criação de uma joint venture com a Ningbo Zhoushan Port Company Limited para construir, possuir e operar o Projeto West III no Porto de Shulanghu, na cidade de Zhoushan, na província de Zhejiang, China. O projeto tem investimentos com valor plurianual total de RMB 4,3 bilhões ou cerca de US$ 624 milhões (capital total, base 100%). A Vale deterá 50% da joint venture e ambas as partes pretendem obter empréstimos de terceiros de até 65%, mas não menos que 50% do investimento total. "Com essas premissas, a contribuição de capital da Vale para o projeto variará entre US$ 109 milhões e US$ 156 milhões, aproximadamente", calcula a empresa.... Leia mais em seudinheiro 11/10/2020
  • Cury fixa preço de ação em R$ 9,35 e capta R$ 977,5 milhões em IPO - Desse montante, R$ 170 milhões se referem à tranche primária e, portanto, vão para o caixa da empresa. A incorporadora Cury fixou há pouco preço de R$ 9,35 por ação em sua oferta pública inicial (IPO), captando R$ 977,5 milhões. O preço ficou abaixo da faixa indicativa, que ia de R$ 11,00 a R$ 14,30. Desse montante, R$ 170 milhões se referem à tranche primária e, portanto, vão para o caixa da empresa.. 17/09/2020
  • JSL levanta R$ 693,655 milhões em oferta de ações a R$ 9,60 por papel Após a oferta, o capital social da JSL passará a ser de 803,3 milhões de reais, dividido em 279.991.078 ações ordinárias A JSL(JSLG3) levantou 693,655 milhões de reais em oferta restrita de ações, precificada na terça-feira a 9,6 reais por papel, de acordo com fato relevante nesta quarta-feira.09/09/2020
  • Santos Brasil arrecada R$ 790 milhões com follow-on - Recursos levantados irão ao caixa da empresa, que pretende expandir operações – Visando expandir as suas operações, a operadora de terminais portuários Santos Brasil levantou R$ 790 milhões com uma oferta subsequente de ações (“follow-on”).A empresa emitiu 192,68 milhões ações ordinárias, por R$ 4,10 a unidade. Os novos papéis passarão a ser negociados na B3 na segunda-feira (28). 29/09/2020

RELATÓRIOS - DESTAQUES DA SEMANA


QUEM, O QUÊ, QUANDO, QUANTO, COMO e POR QUÊ


 A pesquisa FUSÕES E AQUISIÇÕES - DESTAQUES DA SEMANA tem o propósito de captar o “clima” do mercado das operações de Fusões e Aquisições bem como sinalizar suas principais tendências. Trata-se da compilacão semanal das notícias visando tornar mais acessíveis e conhecidos os negócios de fusão, aquisição e venda realizados entre empresas com atuação no Brasil. Todas as informações sobre os negócios citados no presente relatório são obtidos a partir de notícias publicadas pela imprensa e divulgadas no “estado" pelo blog FUSOESAQUISICOES.BLOGSPOT http://fusoesaquisicoes.blogspot.com, não sendo feita qualquer verificação quanto à sua veracidade, precisão ou integridade do conteúdo. Sempre que possível, serão mencionados os nomes dos compradores – investidor estratégico ou fundos de private equity, dos vendedores, a tese de investimento e principais “value drivers”, o valor da transação, forma de pagamento, múltiplos praticados (Valor da Empresa/EBITDA, Valor da Empresa/Receita) etc. Muitas vezes a notícia não é clara a respeito dos valores/forma de pagamentos e respectivos múltiplos. É bem-vinda toda e qualquer contribuição para tornar as informações mais precisas e transparentes. Caso o conteúdo estiver em desacordo, nos contate que estaremos retirando o mesmo ou corrigindo a respectiva  informação. Blog FUSÕES & AQUISIÇÕES