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28 dezembro 2020

5 formas de calcular valuation de uma empresa

Quando o assunto é empresa é essencial fazer um valuation para alocar seu patrimônio na empresa que vai trazer maior rentabilidade ao longo do tempo 

Nem começamos a investir e já estamos pensando no retorno, para que nosso dinheiro trabalhe é preciso que ele esteja bem aplicado.

Quando o assunto é empresa é essencial fazer um valuation para alocar seu patrimônio na empresa que vai trazer maior rentabilidade ao longo do tempo. Escolher essas empresas pode ser difícil caso você não analise seus dados e mercado de forma correta.

Existem várias formas de fazer valuation e definir o preço justo para os ativos. O Yubb separou 5 dessas formas para te dar um norte nas suas análises e te ajudar como sempre a escolher o melhor investimento para você!

O que é valuation? Para alinhar os conhecimentos

Para deixar todos leitores alinhados antes de passar para as 5 formas de fazer valuation vamos defini-lo como o processo de atribuição de valor real para uma empresa com a  definição de um preço justo para suas ações.

As formas ou metodologias de valuation variam conforme objetivo e variáveis utilizadas, lembrando sempre que essa estratégia é subjetiva.

5 Formas de calcular o valuation de uma empresa

Existe diversas formas de calcular o valuation de uma empresa, vamos citar 5 que consideramos muito importantes que você conheça. Dessa forma será possível que você escolha a que acha mais interessante e se aprofunde. Só assim será possível uma tomada de decisão inteligente para os seus investimentos.

Você não necessariamente tem que escolher uma das formas a seguir, pode combiná-las para buscar uma análise mais precisa. Ainda, alguma dentre elas pode ser melhor para aquele momento, então vamos lá!

1. FDC – Fluxo de Caixa Descontado

O FDC ou Fluxo de Caixa Descontado é uma metodologia de valuation que objetiva o cálculo do valor intrínseco da empresa. Para isso fazemos a projeção de lucro da empresa sendo descontada por uma taxa de desconto que reflete o risco do investimento.

Sendo assim, a projeção já corrige possíveis lucros para o prazo analisado. Essa metodologia é boa pois permite uma análise do caixa no médio prazo a partir da perspectiva de cenários diferentes.

O FDC – Fluxo de Caixa Descontado é tido por muitos como a metodologia mais precisa porém requer mais estudo e tempo empregado na sua elaboração.

2. Múltiplos de Mercado

A técnica de valuation por múltiplos de mercado tem por objeto a comparação de indicadores fundamentalistas de mercado. Essa técnica tende a ser mais acessível poi o investidor já lida com esses indicadores na análise fundamentalista tais como EBITDA, Preço/Valor Patrimonial e Preço/Patrimônio Líquido.

Essa análise apesar de mais tranquila, requer atenção pois nem sempre o múltiplo escolhido pode representar a totalidade da empresa, deixando fora da análise eventos ou indicadores que podem influenciar o valuation com o passar do tempo.

No valuation contábil o foco da análise está no patrimônio líquido da empresa a partir da sua contabilidade 

Um exemplo bastante comum desse valuation é a partir do preço de mercado sobre valor patrimonial. Utilizado em larga escala como forma de saber se a empresa está “barata”, quando o resultado for superior a um, existe expectativa de crescimento da empresa por parte do mercado.

Ao analisar essa informação com outros indicadores disponíveis o investidor pode definir se a empresa está dentro ou fora do preço justo.

3. Valuation Contábil

No valuation contábil o foco da análise está no patrimônio líquido da empresa a partir da sua contabilidade.

Essa metodologia apesar de muito conhecida tende a não possibilitar a análise de forma correta pois deixa muitos fatores que não constam na contabilidade da empresa de fora do estudo. Isso tende a imprecisões que podem ser cruciais na definição do valuation.

4. Modelo de Gordon

O modelo de Gordon é uma técnica de valuation com foco na distribuição de dividendos. Para isso é realizada uma projeção da distribuição dos futuros dividendos.

A estimativa leva em conta um crescimento constante dos dividendos, onde esse fluxo é aplicado ao valor presente como forma de definir o preço justo

Todavia, esse modelo não é muito utilizado pois poucas empresas conseguem manter constante o crescimento e pagamento de dividendos.

Dessa forma o modelo possui limitações as quais o investidor deve se manter atento se optar por utilizá-lo.

5. Valuation pré-investimento

Essa forma de valuation é bastante simples e utilizada apenas – como o nome já diz – para saber o valor da empresa antes de um aporte de investimentos. Basta subtrair o valor adquirido do valor anterior ao investimento. Essa informação é importante apesar de sua simplicidade por permitir separar o preço justo de antes do investimento.

Independente de qual seja a abordagem escolhida o valuation é muito importante para subsidiar a decisão do investidor e lhe dar segurança nos seus investimentos... Leia mais em moneytimes. 27/12/2020





28 dezembro 2020



24 dezembro 2020

Startup de carros autônomos Ouster prepara para abrir capital no valor de US$ 1,9 bi, diz agência

A Ouster Inc, uma startup norte-americana que produz sensores lidar para veículos autônomos e aplicações urbanas, está perto de acordo para ser avaliada em cerca de US$ 1,9 bilhão por meio de uma fusão com uma companhia de aquisição de ativos, afirmaram fontes.

A empresa sediada em São Francisco planeja uma fusão com a Colonnade Acquisition Corp e o negócio pode ser anunciado nesta terça-feira (22), disseram as fontes. 

A Colonnade é um veículo de aquisição de ativos com propósito específico (SPAC) liderado pelos investidores Remy Trafelet e Joseph Sambuco e levantou US$ 200 milhões em uma oferta inicial de ações em agosto que teve como objetivo uma fusão com uma empresa de capital fechado. A partir disso, a empresa adquirida abre seu capital como resultado da fusão, em um processo alternativo à tradicional IPO (oferta pública inicial de ações, sigla em inglês).

Uma fusão com a Colonnade tornará a Ouster a quinta fabricante de sistemas lidar neste ano a abrir capital, após processos semelhantes ocorridos com Velodyne Lidar, Luminar, Innoviz e Aeva.

Os sensores lidar, que usam pulsos de laser para produzirem imagens precisas em três dimensões do ambiente ao redor do carro, são considerados essenciais por muitas montadoras de veículos por permitirem níveis maiores de assistência ao motorista e até para tornarem o veículo capaz de ser conduzido de maneira autônoma.

A Ouster tem discutido a implementação de sistemas lidar em uma série de aplicações como drones, cidades inteligentes e robótica, não apenas em veículos.

A startup, criada há cinco anos, levantou anteriormente US$ 142 milhões junto a investidores privados, incluindo Cox Automotive, Silicon Valley Bank e Fontinalis Partners, que é co-controlada pelo presidente do conselho de administração da Ford, Bill Ford. (Reuters) – Folha de S. Paulo Leia mais em clippingdotblog.wordpress 24/12/2020






https://data.ouster.io/downloads/Ouster-investor-presentation_12222020.pdf


24 dezembro 2020



Odontoprev adquire Mogidonto, operadora de planos privados de assistência odontológica com 62 mil beneficiários

A Mogidonto é operadora de planos privados de assistência odontológica para cerca de 62 mil beneficiários.

Odontoprev (ODPV3) adquire 100% das quotas representativas do capital social da Boutique Dental, um conjunto de clínicas para prestação de serviços odontológicos, e atua preferencialmente no atendimento de clientes Mogidonto. Nos primeiros nove meses de 2020, as Sociedades registraram receita líquida de R$10,7 milhões e EBITDA de R$2,8 milhões.

O preço da Transação tem parcela à vista, de R$ 18,5 milhões, acrescido de potenciais parcelas variáveis complementares por atingimento de metas futuras, após 12 e 24 meses contados da Data do Fechamento, as quais poderão levar o preço total final da transação para até R$26 milhões.

ODONTOPREV S.A. FATO RELEVANTE Aquisição da Boutique Dental

A Odontoprev S.A. (“Companhia” ou “Odontoprev”), em cumprimento à legislação vigente, comunica que celebrou hoje Contrato de Cessão e Transferência de Quotas e Outras Avenças para a aquisição de 100% das quotas representativas do capital social da Mogidonto Planos Odontológicos Ltda., com sede em São Paulo/SP e inscrita no CNPJ/ME sob o n° 48.098.909/0001-50 (“Mogidonto”), e para a aquisição, por meio de sua controlada CLIDEC - CLÍNICA DENTÁRIA ESPECIALIZADA CURA D’ARS LTDA. (“Clidec”), de 100% das quotas representativas do capital social da Boutique Dental Ltda., com sede em São Paulo/SP e inscrita no CNPJ/ME sob o n° 14.576.103/0001-09 (“Boutique Dental” e, em conjunto com a Mogidonto, as “Sociedades”) (sendo tais aquisições referidas conjuntamente como a “Transação”).

A Mogidonto é operadora de planos privados de assistência odontológica para cerca de 62 mil beneficiários. A Boutique Dental é um conjunto de clínicas para prestação de serviços odontológicos, e atua preferencialmente no atendimento de clientes Mogidonto. Nos 09 meses encerrados em setembro de 2020, as Sociedades registraram receita líquida de R$10,7 milhões e EBITDA de R$2,8 milhões.

O preço da Transação tem parcela à vista, de R$ 18,5 milhões, acrescido de potenciais parcelas variáveis complementares por atingimento de metas futuras, após 12 e 24 meses contados da Data do Fechamento, as quais poderão levar o preço total final da transação para até R$26 milhões.

A Transação não constitui investimento relevante para a Odontoprev, nos termos do inciso I do artigo 256 da Lei no 6.404/76.

A consumação da Transação estará sujeita a certas condições precedentes, incluindo a aprovação pela Agência Nacional de Saúde Suplementar - ANS e pelo Banco Central do Brasil – BACEN.

Com a efetivação da Transação, a Odontoprev mantém compromisso de liderança no setor de planos odontológicos, foco estratégico da Companhia. Barueri, 22 de dezembro de 2020. José Roberto Borges Pacheco Diretor de Relações com Investidores Leia mais em odontoprev 22/12/2020

https://www.odontoprev.com.br



 




22 dezembro 2020

Com aquisição dos ativos móveis da Oi, Tim está negociando a um valuation altamente atrativo

Na visão do BTG, a consolidação do setor esperada deve criar espaço para as margens do FCF Operacional melhorarem ainda mais nos próximos anos (Imagem: Reuters/Remo Casilli)

Com a aquisição dos ativos móveis da Oi (OIBR3), Tim (TIMP3) está negociando a um valuation altamente atrativo, na visão do BTG Pactual.

O banco realizou uma reunião o CFO da TIM, Adrian Calaza, e com o gerente de RI, Vicente Ferreira, para entender quais são os reais ganhos da compra.

“Saímos da reunião com ainda mais clareza de que a TIM se beneficiará enormemente com a consolidação, pois ganhará escala, fechará seu gap de espectro e agregará uma base de clientes relevante”, avaliou o BTG.

Para o CFO da empresa, existem três grupos principais de sinergias na transação, sendo eles a obtenção de acesso à posição do espectro da Oi; a base de clientes que a TIM está trazendo e a maior competitividade que o negócio trará, ajudando as empresas a reposicionar suas ofertas.

De acordo com o relatório, a aquisição de 44% da operação móvel da Oi pela TIM, adicionaria cerca de R$ 1,8 bilhão em fluxo de caixa

operacional livre adicional, antes dos impostos. À taxa de desconto de 10%, o fluxo de caixa extra significaria um valor justo para o ativo de R$ 17,8 bilhões, pelo qual a TIM está pagando R$ 7,3 bilhões. Após os impostos, a criação de valor seria de R$ 7,3 bilhões ou R$ 3,0 por ação – 21% do preço atual das ações da empresa.

Na visão do banco, a consolidação do setor esperada deve criar espaço para as margens do FCF Operacional melhorarem ainda mais nos próximos anos. Com as ações negociando em níveis relativamente baixos (4,3x EV/EBITDA 2021E vs. pares globais em 6,3x), o BTG vê uma grande oportunidade de compra, com preço-alvo de R$ 20... Leia mais em moneyimes 22/12/2020



22 dezembro 2020



21 dezembro 2020

Totvs compra Tail Targer TI por R$ 12 milhões

Contrato prevê pagamento complementar variável de até R$ 20 milhões, sujeito ao atingimento de metas

A Totvs anunciou a compra de 100% do capital social da Tail Target Tecnologia da Informação por R$ 12 milhões. 

Adicionalmente, o contrato prevê o pagamento complementar variável de até R$ 20 milhões, sujeito ao atingimento de metas relativas aos exercícios de 2021 e 2022... Leia mais em valoreconomico 21/12/2020

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COMUNICADO AO MERCADO Aquisição da Tail Target Tecnologia de Informação Ltda.

A TOTVS comunica que sua subsidiária TOTVS Large Enterprise Tecnologia S.A. (“TOTVS Large”) celebrou, em 19 de dezembro de 2020, Contrato de Compra e Venda de Quotas e Outras Avenças (“Contrato”) por meio do qual adquiriu quotas que representam 100% do capital social da Tail Target Tecnologia de Informação Ltda (“TAIL”) pelo montante de R$12 milhões. Adicionalmente, o Contrato prevê o pagamento de preço de compra complementar variável de até R$20 milhões sujeito ao atingimento de metas estabelecidas para a TAIL relativas aos exercícios de 2021 e 2022 e ao cumprimento de outras condições.

A TAIL é provedora de uma plataforma de inteligência de dados que fornece insights aos clientes por meio do monitoramento em tempo real do comportamento de uma ampla audiência na internet. A TAIL é capaz de mapear perfis mais detalhados para construção de portfólios e campanhas com machine learning com o objetivo de otimizar as vendas de seus clientes. Com cerca de 30 colaboradores e de 60 clientes, a TAIL auferiu receita bruta de aproximadamente R$12 milhões em 2020.

Com esse movimento, a TOTVS traz conhecimentos especializados ao segmento de marketing analytics e inteligência de dados, além de soluções voltadas para a geração de oportunidades e conversão de vendas que agregam ainda mais valor aos nossos clientes, endereçando o nosso propósito na dimensão de Business Performance, parte da estratégia de desenvolver um ecossistema representado por três dimensões: (i) Gestão – ERP, RH e soluções verticais; (ii) Techfin – crédito B2B, serviços e pagamentos; e (iii) Business Performance – sales lead e marketing .. Leia mais em Totvs 21/12/2020



21 dezembro 2020



19 dezembro 2020

Aquisições no mercado de saúde se tornam oportunidade para clínicas, desde que preparadas


Grandes negociações anunciadas recentemente confirmam aquecimento dos últimos anos e consultora dá dicas de como estar no radar

Notícias recentes de aquisições e fusões de hospitais, clínicas e laboratórios confirmam o aquecimento no mercado de saúde verificado nos últimos cinco anos. O movimento pode se configurar em bons negócios para pequenos e médios empreendimentos médicos – desde que seus negócios estejam bem estruturados, o que exige cumprimento de uma série de quesitos.

No fim do último mês, por exemplo, o mercado tomou conhecimento da aquisição do Hospital de Olhos de Pernambuco (Hope) pelo Centro Brasileiro de Visão (CBV), pertencente ao fundo de private equity da plataforma digital de investimentos XP Inc. O próprio CBV tinha sido incorporado pela XP não fazia muito tempo – no final do ano passado.

Júlia Lázaro: "Clinicas estruturadas são o alvo dos compradores" Segundo a consultora Júlia Lázaro, sócia da Mitfokus, consultoria financeira especializada na área da saúde, as fusões e aquisições no mercado de saúde intensificaram-se no período da pandemia de Covid-19. “É um mercado que está aquecido, principalmente para os segmentos de laboratório de análises clínicas, oftalmologia e radiologia”, ressalta.

São atividades, explica a consultora, em que a interação médica é menor e a tecnologia está presente, o que permite ganhos de escala, atraindo o interesse de operadoras maiores ou fundos de investimento. Para “entrar no radar” dos grupos de aquisição, clínicas e laboratórios precisam investir em gestão, em governança e em softwares, orienta Júlia Lázaro.

Júlia Lázaro atuou na assessoria para um empresa de médio porte, viabilizando e concretizando as negociações. Ela cita que este caso foi um laboratório de diagnóstico da Grande São Paulo.

Por meio do serviço prestado através de um “valutation”, o laboratório de análise clínicas obteve um diagnóstico preciso de sua situação financeira, seu potencial de geração de receita, projeção do fluxo de caixa, margem de lucro, perfil do público atendido e análise da reputação (valor da marca) no mercado.

O nome e os valores das negociações são preservados, todavia, Júlia salienta que tanto o laboratório vendido quanto a empresa de capital aberto se surpreenderam com o valor creditado ao empreendimento e pelo qual foi comprado. “Primeiro se fez toda a avaliação, que não é apenas financeira – é financeira, mas especializada na área da saude. O passo seguinte foi a negociação com o interessado em adquirir”, resume a consultora.

Como Colocar Sua Clínica No Radar Dos Grandes Compradores

Júlia Lázaro enumera alguns quesitos, como orientação, que devem ser observados por clínicas e laboratórios interessados em se apresentar no mercado de fusões e aquisições. Em resumo, são os seguintes:

  • Ter uma gestão profissional;
  • Manter práticas de governança;
  • Possuir softwares integrados;
  • Formalizar processos no padrão denominado POP (Procedimentos Operacionais Padrão);
  • Contar com certificação ONA (Organização Nacional de Acreditação);
  • Estar com boa saúde financeira e tributária;
  • Estar praparada para enfrentar Due Diligences dos investidores;
  • Possuir uma gestão atualizada de contratos;
  • Estar adequada à Lei Geral de Proteção de Dados;
  • E a “cereja do bolo”: possuir uma boa e articulada carteira de convênios.

Os consultores que atuam na área de saúde Sandra Franco e Rafael Moraes avaliam a importância de cada etapa elencada. "Elas impactam diretamente no valuation da empresa, puxando-o para cima, mostrando ao investidor que, além do desenvolvimento do produto, a gestão da empresa é forte, transparente e com princípios e aplicações éticas no seu dia a dia para com seus colaboradores e terceiros".

Júlia Lázaro finaliza: "Fusões e aquisicoes podem ser oportunidades estratégicas para clínicas de pequeno e médio porte. No entanto, precisam estar estruturadas financeiramente. Se não estiverem preparadas, serão preteridas"... Leia mais em segs 18/12/2020


19 dezembro 2020



18 dezembro 2020

Creditas recebe aporte de US$ 255 milhões e se torna o 11º unicórnio brasileiro

Startup de crédito foi avaliada em US$ 1,75 bilhão em rodada liderada pelo LGT Lightstone e seguida por Softbank e Kaszek. Os recursos serão usados na expansão dos serviços e em fusões e aquisições. Sergio Furio, fundador da Creditas, explica a estratégia

No apagar das luzes de 2020, a Creditas se tornou o 11º unicórnio brasileiro, como são chamadas as startups avaliadas em mais de US$ 1 bilhão.

A companhia fundada pelo espanhol Sergio Furio acaba de levantar US$ 255 milhões em uma rodada série E, liderada pelo fundo de impacto LGT Lightstone, que a avaliou em US$ 1,75 bilhão, uma valorização de 133% em comparação ao último aporte liderado pelo Softbank, em julho de 2019,

Desde 2012, a Creditas já levantou US$ 570 milhões de fundos como Softbank, Kaszek Ventures, VEF e Amadeus Capital, que participaram também desta nova capitalização da startup.

Nesse novo aporte entraram na base de acionistas, além da LGT Lightstone, a Tarsadia Capital, a Wellington Management, a e.ventures e a Advent International via sua afiliada Sunley House Capital.

“Foi a rodada mais rápida que conseguimos fazer”, disse Furio, em entrevista ao NeoFeed. “Estamos trabalhando desde setembro e montamos um sindicato bem interessante de investidores.”

Os recursos vão ser usados para acelerar o crescimento da Creditas, lançar novos produtos, investir na operação do México e fazer aquisições – algumas estão engatilhadas e devem ser anunciadas em breve. “Temos mais do que dobrado de tamanho a cada ano”, afirma Furio.

Pela primeira vez, a Creditas está divulgando seus resultados em conjunto com o aporte. Nos nove primeiros meses de 2020, a startup atingiu um portfólio de crédito superior a R$ 1 bilhão, emprestou R$ 591,2 milhões e obteve uma receita de R$ 232,1 milhões, um crescimento de 107%, na comparação com o mesmo período do ano passado.

A margem de contribuição, que é o resultado descontado a rentabilidade dos investidores de renda fixa, o custo operacional e as provisões de perda de crédito, foi positiva em R$ 124,2 milhões, uma alta de 113,4% na comparação com os três primeiros trimestres de 2019.

O resultado operacional, no entanto, é negativo em R$ 129,4 milhões, praticamente o mesmo desempenho dos nove primeiros meses de 2019, quando as perdas somaram R$ 133,1 milhões.

Como ler esses números? As perdas são impactadas ainda por investimentos pesados em tecnologia e no custo de aquisição de clientes. A perspectiva de Furio é que, à medida que a companhia for ganhando escala, os recursos destinados a essas duas áreas se reduzam. “Estamos investindo no crescimento futuro da empresa”, diz o fundador da Creditas.

É uma estratégia semelhante a da maioria das startups do Vale do Silício, que passam anos deficitárias na perspectiva de conquistar clientes, dominar o mercado e, só depois, ser lucrativa.

A Creditas também tem outro indicador que dá pistas sobre o seu desempenho. A margem de contribuição dividida pela receita está em 53,5%. Isso significa que para cada R$ 1 emprestado pela startup, R$ 0,535 entram em seu caixa. “O nosso unit economic é saudável”, afirma Furio.

Com o aporte, Furio diz que vai investir parte dos recursos em seus três pilares: casa, carro e salário

Com o aporte, Furio diz que vai investir parte dos recursos em seus três pilares: casa, carro e salário. Desde que foi fundada, em 2012, a Creditas foi diversificando a sua oferta de crédito aos consumidores.

A startup surgiu como um marketplace de crédito. Depois evoluiu para uma plataforma, lançando seus próprios produtos de concessão de empréstimos com garantias, um nicho pouco explorado no País. Primeiro, com o crédito lastreado em imóveis. Depois, em carros, e, mais recentemente, em salários. Agora, a Creditas se define como um ecossistema de soluções.

No meio dessa jornada, a Creditas entrou em diversos outros mercados, como o de crédito consignado privado, antecipação de salário, cartão de benefícios e até previdência privada. Até uma loja própria foi criada para vender uma série de produtos para funcionários de empresas conveniadas, como smartphones e equipamentos eletroeletrônicos.

Esse ecossistema será reforçado com aquisições de empresas. A entrada no mercado de crédito consignado privado ilustra essa estratégia. Em agosto de 2019, a Creditas comprou a Creditoo, que contava com uma base de cerca de mil empresas conveniadas, que totalizavam mais de 100 mil funcionários para estrear nessa área. “É uma aceleração de lançamento de produtos”, afirma Furio, que é um investidor-anjo em diversas startups – inclusive da Creditoo antes da transação.

No caso da internacionalização, Furio diz que o plano é focar no México, onde começou a operar em dezembro de 2019. Atualmente, a Creditas atua com cinco produtos lá. “A operação está crescendo o dobro da velocidade do Brasil”, afirma o empreendedor. Em sua expectativa, em dois anos, o México deve ser do mesmo tamanho do Brasil em 2020 – a receita deve superar os R$ 300 milhões neste ano.

Unicórnio

Com o aporte, a Creditas se torna o 11º unicórnio brasileiro. Antes dela, atingiram essa avaliação bilionária 99, Nubank, iFood, Gympass, Loggi, QuintoAndar, Ebanx, Wildlife, Loft e VTEX, segundo o Distrito, ecossistema independente de startups.

O Distrito não considera unicórnio o PagSeguro, a Arco Educação e a Stone. Nesse caso, ele prefere a denominação IPOgrifos, para se referir as companhias de capital aberto que valem mais de US$ 1 bilhão

Em 2020, a Creditas é a terceira empresa a se tornar unicórnio no Brasil. Neste ano, Loft e VTEX atingiram essa avaliação. Questionado sobre o que isso significa para a Creditas, Furio responde de bate-pronto. “Nada”. Mas na sequência vêm uma explicação. “Não gosto do termo pela conotação. Tem muito oba-oba. Amanhã, vou acordar e fazer o mesmo: não sou mais rico, nem mais pobre do que antes.”.. Leia mais em NeoFeed 18/12/2020



18 dezembro 2020



17 dezembro 2020

Valuation - Como Fechar Modelos Financeiros

Muitos profissionais da área financeira trabalham com modelos de projeções, mas têm dificuldades em fechar o Balanço Patrimonial de forma que Ativos se igualem a Passivos e Patrimônio Líquido nas projeções, o que torna os modelos menos confiáveis.

O M&A na Prática lançou, então, um curso rápido e prático para auxiliar profissionais a interligarem os três demonstrativos financeiros (DRE, BP  e FC) para que estes profissionais possam fechar o modelo financeiro através do balanço patrimonial de maneira simples.

O curso é rápido e possui apenas 3 aulas. Ao final do curso você conseguirá fechar seus modelos de projeções financeiras em poucos passos, tornando seus modelos mais profissionais e confiáveis.

Todo o conteúdo é entregue na plataforma online e o acesso é automático pelo e-mail informado na inscrição para o curso.

Para acessar o curso agora, basta realizar a inscrição através deste link.



17 dezembro 2020



16 dezembro 2020

Conheça as maiores fusões e aquisições em tecnologia em 2020

Foi um ano tão barulhento que muitas aquisições passaram quase despercebidas; Aqui relembramos todas elas

O cenário de software e serviços corporativos continuou evoluindo, mesmo com a pandemia, com saídas em novas categorias de produtos interrompendo fornecedores estabelecidos e nomes bem conhecidos se combinando para permanecer no topo do mercado. Os serviços em nuvem, em particular, são um mercado que tem mudado rapidamente nos últimos tempos, tanto em termos do software executado na nuvem quanto do hardware que a fornece.

Para CIOs, fusões e aquisições (M&As) no espaço de tecnologia podem resultar em implementações estratégicas inovadoras, pois cria a necessidade de dar uma guinada em uma nova solução, significa a potencial extinção de uma tecnologia essencial, fornece novas oportunidades para alavancar sistemas recém-sinergizados e é um termômetro de futuras mudanças no cenário tecnológico. Manter-se no topo da atividade nessa área pode ajudar sua empresa a aproveitar ao máximo as oportunidades emergentes e evitar problemas que geralmente surgem quando os fornecedores se combinam.

Aqui, resumimos algumas das fusões e aquisições mais significativas de 2020 que podem impactar a TI.

  • Salesforce compra Slack por US $ 27,7 bilhões

Integração com a ferramenta de chat empresarial Slack é cada vez mais vista como um recurso chave para aplicativos SaaS em conferência, emissão de tíquetes, calendário ou gerenciamento de projeto. Agora, a Salesforce deu um passo adiante nessa integração, concordando em pagar U $ 27,7 bilhões para comprar o Slack, de modo que possa torná-lo a nova interface de sua plataforma Customer 360. O suporte da Salesforce abrirá as portas para mais empresas para o Slack e fornecerá os recursos necessários para enfrentar o produto Teams da Microsoft. A Salesforce, no entanto, provavelmente precisará adicionar mais alguns componentes à sua plataforma se quiser ser visto como uma alternativa completa ao Microsoft 365 ou ao Google Workspace.

Veja também Com IA, Cisco anuncia reformulação do Webex para melhorar experiência do usuário Como a aquisição do Slack pela Salesforce impacta nos clientes da plataforma? Low code entra na mira de gigantes de tecnologia e nuvens públicas

  • Oracle pode apostar no aplicativo de vídeo adolescente TikTok

Foi um ano estranho, mas a oferta de setembro da Oracle e do Walmart por 20% do TikTok Global, uma espécie de YouTube para celular usado por milhões de adolescentes, ainda se destaca. O governo dos EUA não quer que o pai chinês da TikTok, a ByteDance, controle um aplicativo em milhões de smartphones dos EUA, mas é difícil ver o que o Walmart quer com uma participação na subsidiária americana rapidamente criada. Em 1º de dezembro, o negócio ainda aguardava a aprovação do governo. A Oracle, pelo menos, já ganhou algo com a polêmica: a TikTok vai pagar para hospedar suas operações nos EUA nos data centers da companhia. Isso acrescenta peso ao argumento da Oracle de ser vista como um provedor sério de infraestrutura em nuvem.

  • Twilio compra o segmento de plataforma de dados do cliente por US$ 3,2 bilhões

Twilio já trabalhou em muitas empresas com sua gama de APIs para comunicação de voz, texto, chat, vídeo e e-mail com clientes. Com a aquisição da Segment, plataforma de dados do cliente, em novembro, por US$ 3,2 bilhões em ações, ela pretende estender esse alcance, controlando não apenas como os clientes recebem mensagens específicas, mas também por quê.

  • Ericsson paga US$ 1 bilhão pelo fornecedor corporativo de 5G Cradlepoint

Sempre foi possível para empresas com grandes campi ou locais industriais construir redes celulares privadas, mas a chegada da tecnologia móvel 5G torna isso mais fácil e interessante. O fornecedor de equipamentos de telecomunicações Ericsson vende principalmente para empresas de telecomunicações, mas os CIOs também devem esperar uma chamada após a aquisição de US$ 1 bilhão da Cradlepoint, uma empresa de Idaho que vende sistemas de ponta sem fio para empresas.

  • SAP mostra que ainda está no jogo da experiência do cliente com a compra da Emarsys

A aquisição da Emarsys, fornecedora austríaca de plataforma de engajamento do cliente omnicanal, mostra que a SAP ainda está muito interessada na experiência do cliente. Anteriormente, a empresa havia enviado sinais contraditórios sobre seu compromisso com a categoria, anunciando planos em julho de que venderia uma participação na Qualtrics, a empresa de pesquisa pela qual pagou US$ 8 bilhões em 2018. A SAP não diz quanto pagou pela Emarsys, mas alguns relatórios estimam cerca de US$ 500 milhões. A Emarsys havia levantado anteriormente cerca de US$ 55 milhões em financiamento de risco.

  • Sinch compra SAP Digital Interconnect

Aqui está outra aquisição envolvendo a SAP - e desta vez não é a SAP que está comprando. A Sinch é uma fornecedora sueca de serviços de chamadas e mensagens de saída baseados na nuvem para engajamento do cliente. SAP Digital Interconnect (SDI) oferece algo semelhante, mas com APIs que se conectam profundamente às plataformas de ERP e CRM da SAP. Em novembro, Sinch fechou uma aquisição de € 225 milhões ($ 250 milhões) da SDI para expandir sua equipe de engenharia e ganhar exposição ao mercado empresarial.

  • AMD vai pagar US$ 35 bilhões por FPGA da Xilinx

Com o aumento do machine learning, a AMD viu uma maior demanda por GPUs, um mercado no qual a Nvidia, e não a Intel, é seu maior rival. Algumas cargas de trabalho de ML, no entanto, são executadas de maneira mais eficiente ou econômica em FPGAs (field-programmable gate arrays), chips de uso geral quando saem da fábrica, mas otimizados para uma tarefa específica depois de programados. A Intel fez sua jogada no FPGA, em 2015, pagando US$ 16,7 bilhões pela Altera. Agora a AMD concordou em comprar o principal concorrente da Altera, a Xilinx, por US$ 35 bilhões em ações, potencialmente abrindo novos mercados para ele em machine learning e inferência.

  • Information Builders será a maior compra da Tibco Software até agora

Tibco Software tem como objetivo integrar Information Builders em sua gama de produtos de integração de dados. A Information Builders fabrica software de data e analytics. Tibco diz que o negócio será sua maior aquisição quando for fechado no início de 2021. Ela deve valer quase US$ 1 bilhão.

  • Apptio compra SaasLicense

Apptio, uma empresa que ajuda os CIOs a descobrir quanto estão gastando em TI, comprou o SaasLicense, uma ferramenta para ajudar as empresas a otimizar seus gastos com software como serviço. Apptio não diz quanto gastou.

  • Progress Software assume o comando do Chef Software

O fornecedor da plataforma de desenvolvimento de aplicativos Progress fechou um negócio de US$ 220 milhões em meados de outubro para comprar o especialista em devops/devsecops Chef Software, a empresa por trás do Chef Enterprise Automation Stack, Infra, InSpec e outras ferramentas para acelerar o desenvolvimento de software.

  • Veeam compra o especialista em backup do Kubernetes, Kasten

A Veeam adicionou o backup do Kubernetes à sua gama de serviços de gerenciamento de dados em nuvem. Em outubro, pagou US$ 150 milhões pela Kasten, cuja plataforma K10 permite que as empresas façam backup e restaurem os aplicativos Kubernetes onde quer que estejam em execução.

  • KKR vende Epicor Software para CD&R por US$ 4,7 bilhões

A KKR, empresa de investimento que adquiriu a Epicor Software por rumores de US$ 3,3 bilhões em 2016, o transferiu para outra empresa de investimento por US$ 4,7 bilhões, depois de um ano procurando comprador. Epicor, um fornecedor de ERP em nuvem voltado para setores verticais da indústria em manufatura, serviços e distribuição, é o primeiro grande passo em tecnologia para Clayton, Dubilier & Rice. A CD&R afirma que deseja expandir o portfólio de produtos da Epicor e fazer a empresa crescer por meio de novas aquisições. (Sob a propriedade da KKR, ela comprou docSTAR, MechanicNet e 1 EDI Source.) A KKR não abandonou o software por completo: ela ainda possui a BMC Software, adquirida em um negócio de 2018 que vale US$ 8,5 bilhões.

  • SugarCRM compra Node

Cada vez mais, a equipe de vendas espera que suas ferramentas de CRM digam quais clientes devem entrar em contato e por quê, em vez de ajudá-los a lembrar o que compraram da última vez ou o nome de seu cachorro. Isso levou a SugarCRM a adquirir a Node, uma startup do Vale do Silício que oferece uma variedade de ferramentas de análise preditiva baseadas em IA para automatizar as funções de vendas e marketing. É a quarta aquisição da SugarCRM em dois anos: as outras foram Collabspot (integração de e-mail), Salesfusion (automação de marketing) e Corvana (análise de vendas).

  • Analog Devices vai comprar Maxim Integrated Products por US$ 21 bilhões

A Analog Devices deseja combinar sua experiência em semicondutores de rádio de alta frequência com os pontos fortes da Maxim Integrated Products na fabricação de componentes para data centers. Esses mercados estão colidindo à medida que a computação associada à internet das coisas se move para o limite da infraestrutura de rede 5G. Embora as duas fabricantes de chips tenham anunciado em meados de julho que planejam se fundir, o negócio de US$ 21 bilhões não será fechado até meados de 2021.

  • NetApp compra Spot para otimizar custos

A NetApp, grande em infraestrutura de nuvem híbrida, levou a Spot, uma empresa muito menor especializada em otimização de custos de nuvem. O negócio, com rumores de US$ 450 milhões, foi fechado em meados de julho. O Spot - agora Spot da NetApp - oferece ferramentas de otimização de custos de computação e armazenamento que, segundo a empresa, podem ajudar empresas a economizar até 90% em custos de nuvem.

  • Databricks adquire ferramenta de painel Redash

A Databricks aprimorou sua plataforma de análise de dados com a aquisição da Redash, a empresa por trás de uma ferramenta de painel de código aberto para cientistas de dados. O Databricks tem alguns recursos técnicos sólidos: foi fundado pelos criadores do mecanismo de analytics de big data Apache Spark e do Delta Lake, uma camada de armazenamento de open code para data lakes, e oferece serviços corporativos construídos sobre eles. Embora a plataforma de data e analytics da Databricks já possa ser conectada à Redash, a aquisição permitirá que a Databricks integre os dois de forma mais completa.

  • BMC Software compra Compuware

Apesar de toda a conversa sobre tecnologias disruptivas, os mainframes permanecem no centro de muitas empresas hoje, e é esse fato - e a necessidade de modernização da empresa - que alimentou a fusão de dois especialistas em modernização de software. A combinação do Automated Mainframe Intelligence (AMI) da BMC e a gama de produtos da Compuware, que terminou em 1 de junho, ajudará as empresas a gerenciarem mainframes como parte de suas estratégias de DevOps. A Compuware mudou de mãos pela última vez por cerca de US$ 2,4 bilhões em 2014 em uma compra pela firma de private equity Thoma Bravo, que tornou a empresa privada e a dividiu em duas entidades, o negócio de software de mainframe da Compuware e a Dynatrace, que foi dividida para se concentrar no gerenciamento de software. A BMC não diz quanto pagou pela Compuware desta vez.

  • Palo Alto Networks assegura conexão com CloudGenix

Em abril, foi adquirida pela Palo Alto Networks a especialista em WAN definida por software CloudGenix por US$ 420 milhões, permitindo que a empresa de segurança cibernética adicionasse funções SD-WAN à sua plataforma de borda segura Prisma Access.

  • Microsoft afirma interesse em redes 5G

A Affirmed Networks fabrica software para a construção de redes virtualizadas de telecomunicações baseadas em nuvem e conta com algumas das maiores empresas de telecomunicações do mundo entre seus clientes. Agora faz parte da Microsoft, que vê na aquisição uma forma de expandir seus relacionamentos com operadoras de rede móvel e desempenhar um papel na implantação de serviços 5G.

  • Quantum compra unidade de armazenamento de objetos ActiveScale da WD

Quantum, um fornecedor de armazenamento de dados, mordeu um pedaço da Western Digital, a gigante do disco rígido que comprou a fornecedora de armazenamento flash SanDisk, em 2015. Quando a WD decidiu que poderia ficar sem ActiveScale, uma unidade de negócios que fabrica sistemas de armazenamento de objetos, Quantum viu uma oportunidade de fortalecer seus recursos de armazenamento de dados não estruturados de alta velocidade.

  • Equinix compra pacote host

A Equinix, proprietária de data center, acrescentou uma nova corda à sua proa com a aquisição, em março, da Packet Host, uma especialista em automação bare metal por US$ 330 milhões. A Equinix afirma que o acordo ajudará seus clientes a implantar uma infraestrutura multicloud sem a sobrecarga associada à virtualização ou multilocação.

  • Clarivate Analytics compra recursos de decisão

O fornecedor de dados Clarivate fechou sua compra de recursos de decisão por US$ 950 milhões, em março de 2020. A Clarivate reúne informações sobre marcas, patentes, pesquisa científica e padrões industriais, vendendo os bancos de dados para empresas sob uma variedade de marcas. CIOs que desejam manter nomes de domínio valiosos podem já conhecer a marca MarkMonitor da Clarivate. Com a aquisição dos Recursos de Decisão, a Clarivate agora tem uma gama maior de dados sobre os setores médico e de saúde à sua disposição.

  • Salesforce compra Vlocity por US$ 1,3 bilhão

A Vlocity é uma das maiores animadoras de torcida da Salesforce: ela cria soluções de CRM específicas do setor em cima da Salesforce para empresas de comunicações, governo, saúde, seguros, mídia e serviços públicos. A aquisição da Vlocity em fevereiro de 2020 pela Salesforce irá reforçar sua oferta de mercado vertical. Ela deu um grande passo nessa direção em setembro de 2019, adicionando nuvens de bens de consumo e manufatura às ferramentas de CRM de bancos, serviços financeiros e ciências biológicas que já oferecia.

  • Kronos se funde com Ultimate Software

Os fornecedores de software de gerenciamento de capital humano (HCM) Kronos e Ultimate anunciaram sua fusão em fevereiro de 2020, embora seja uma maravilha que não tenha acontecido um ano antes. Foi quando a empresa de private equity Hellman & Friedman, já a controladora majoritária da Kronos, também assumiu o controle da Ultimate. O CEO da Kronos, Aron Ain, permanecerá para chefiar a empresa combinada, enquanto o CEO do Ultimate, Adam Rogers, está de saída. Por enquanto, as linhas de produtos de ambas as empresas serão mantidas.

  • Koch Industries assume o controle total da Infor

A Infor, fornecedora de ERP, já era 70% controlada pela Koch Industries, um conglomerado industrial privado com interesses em minerais, manufatura, produtos químicos e commodities. Em fevereiro de 2020, concordou em comprar a participação remanescente na Infor, do fundador Golden Gate Capital. A Koch Industries planeja fazer da Infor uma subsidiária independente operando sob sua administração atual. O desenvolvimento da Infor de suítes de nuvem específicas da indústria pode receber um impulso de seus laços mais estreitos com o gigante da indústria. A Infor estava anteriormente se preparando para o que se esperava que fosse um IPO significativo.

  • Moody's compra Regulatory DataCorp por $ 700 milhões

Regulatory DataCorp oferece uma gama de serviços de inteligência de risco e verificação de conformidade para empresas, incluindo soluções de prevenção à lavagem de dinheiro. Em fevereiro de 2020, a agência de classificação de crédito Moody's a adquiriu por US$ 700 milhões.

  • Visa adquire Plaid Technologies por US$ 5,3 bilhões

A Plaid Technologies começou como uma plataforma de API que permitiu que desenvolvedores de aplicativos como Betterment e Venmo criassem aplicativos móveis com os quais os consumidores podem acessar suas contas em instituições financeiras tradicionais. Mais tarde, ela adicionou uma camada de analytics aos dados fornecidos. Em janeiro de 2020 tornou-se subsidiária da Visa, onde atuará como uma unidade de negócios independente.

  • Insight Partners compra Veeam por cerca de US$ 5 bilhões

O fornecedor de software de backup Veeam agora está sob controle dos EUA. O fundo de investimento Insight Partners adquiriu a empresa, fundada pelos russos Andrei Baronov e Ratmir Timashev e com sede na Suíça. A Insight mudará sua sede para os EUA e instalará o presidente Bill Largent como CEO, substituindo Baronov. O novo líder planeja investir mais na estratégia de nuvem híbrida da Veeam e na expansão internacional, enquanto a americanização da empresa também pode abrir o mercado governamental dos EUA.

  • ServiceNow compra Passage AI

A ServiceNow vem incorporando assistência de IA em sua plataforma Now para gerenciamento de fluxo de trabalho há algum tempo, mas quando se trata de processamento de linguagem natural, essa linguagem geralmente é o inglês. Com a aquisição da Passage AI, em janeiro de 2020, a ServiceNow adicionará recursos de conversação multilíngue a seus chatbots, potencialmente abrindo novos mercados para seus usuários.

  • F5 Networks compra a Shape Security por cerca de US$ 1 bilhão

A aquisição da Shape Security por US$ 1 bilhão pela F5 Networks, concluída em janeiro de 2020, reforçará a proteção de seus negócios de rede de distribuição de aplicativos. O Shape oferece proteção contra fraudes para aplicativos da web e móveis, analisando o fluxo de dados para eles, e o F5 já desempenha um papel no tratamento desses dados em muitas empresas.

  • Hitachi compra Hitachi High-Technologies por US$ 4,9 bilhões

Mencionaremos este aqui porque havia muito dinheiro envolvido, mas é provável que você mal tenha notado a mudança após o fechamento deste negócio em janeiro de 2020. O conglomerado japonês Hitachi está assumindo sua participação na fabricante de equipamentos industriais Hitachi High-Tech, de 51,73% para 100%, e eliminando três sílabas de seu nome. A subsidiária fabrica equipamentos de semicondutores - as máquinas que fazem os chips para servidores - mas o foco principal da Hitachi aqui é melhorar a lucratividade da outra linha de negócios da subsidiária, equipamentos médicos, por meio do uso da experiência da empresa controladora em IA e data analytics... Leia mais em computerworld 15/12/2020



16 dezembro 2020



15 dezembro 2020

Fleury terá que enfrentar Dr. Consulta, Panvel e Raia Drogasil se quiser avançar

Um dos pontos mais destacados do evento foi o investimento em sua plataforma digital. A empresa pretende integrar serviços digitais de saúde. (Imagem: Fleury/Youtube)

O Fleury (FLRY3) revelou uma série de novidades em seu Dia do Investidor, realizado na última segunda-feira (15). A empresa pretende focar, principalmente, em sua estrutura digital. Mas o anúncio não foi suficiente para convencer os analistas da Ágora Investimentos.

Segundo Fred Mendes e Flávia Meireles, apesar do plano da companhia ser robusto a longo prazo, ele esbarra nos desafios envolvidos no estabelecimento da nova estrutura “dada a possível concorrência de outros players, como Dr. Consulta ou mesmo de drogarias, como Raia Drogasil (RADL3) ou Panvel (PNVL3; PNVL4)”.

Além disso, eles observam que o Fleury negocia a um preço sobre lucro de 26 vezes para 2021, enquanto a sua concorrente Hermes Pardini (PARD3) negocia a 12 vezes.

Dessa forma, os analistas mantiveram a recomendação neutra, com preço-alvo de R$ 29, potencial de valorização de 7%.

“De maneira geral, o evento trouxe informações positivas que nos ajudam a esclarecer muitas coisas sobre a nova plataforma de saúde e a entender melhor os serviços que o Fleury deseja construir além do diagnóstico. Acreditamos que o Fleury deva se beneficiar no longo prazo, pois traz eficiência ao setor por meio da atenção primária e isso pode levar, principalmente, à redução da sinistralidade para as operadoras de saúde”, pontuaram.

Pulo para o digital

Um dos pontos mais destacados do evento foi o investimento no digital. O Fleury pretende criar uma plataforma online de saúde, chamada Pupila, para facilitar a dispersão do conhecimento por toda a rede.

“A integração dos serviços digitais de saúde parece estar se desenvolvendo mais rápido do que esperávamos, com novas estruturas sendo adicionadas para configurar o Saúde ID, um projeto de integração de serviços”, disseram.

A administração do Fleury também vai elevar o investimento em medicamentos de precisão, como investimento em um sequenciador de DNA.

Além do diagnóstico

A companhia mira aumentar a participação em outros setores, como o atendimento ambulatorial, o que seria, na visão dos analistas, “uma nova vertical de crescimento”.

Com isso, o Fleury deve buscar mais ativos que possam aderir à estratégia de integração de serviços para seus clientes.

Recentemente, a companhia comprou, por R$ 120 milhões, o Centro de Infusões Pacaembu (CIP) e 80% das quotas de emissão da Clínica de Olhos Dr. Moacir Cunha.

“Isso pode até possibilitar a conquista de um pedaço do mercado hospitalar (atendimento ambulatorial)”, afirmaram.

Outro projeto, o Interstellar, pretende dar mais eficiência para atender à demanda potencialmente maior de processamento de exames.

Para isso, a empresa quer se mudar para uma nova sede, aumentando o número de exames por dia em até 500 mil, hoje em 150 mil, e revisar processos para torná-los mais eficientes.

De olho na expansão

A administração do Fleury reafirmou o plano de entregar entre 73 e 90 novas unidades até o final de 2021. Desde 2016, abriu 55 novas unidades... Leia mais em moneytimes 15/12/2020







15 dezembro 2020



13 dezembro 2020

Quanto vale o show? A arte de avaliar um clube de futebol e os segredos do valuation

No futebol, virou moda vermos relatórios de valuation de clubes. Mas esses processos são muito mais complexos do que simplesmente criar uma regra e aplicá-la a todo mundo, especialmente no futebol

Valuation

Dependendo do modelo de valuation, o Manchester United vale 497 milhões ou 1,09 bilhão de libras 

Na década de 1990, Silvio Santos usava um bordão no programa dominical “Show de Calouros” para animar a plateia, repetindo-o insistentemente: “Quanto vale o show?”, dizia o mito da TV, dando início às avaliações de jurados tão míticos quanto o apresentador.

Assim como as avaliações de Pedro de Lara, Décio Piccinini e Aracy de Almeida poderiam ser completamente diferentes, no mundo dos negócios temos uma espécie de show de calouros recorrente, que são as avaliações de negócios, o famoso valuation.

Seja para construir um processo de fusão ou aquisição entre empresas, seja para apontar quanto deveria valer uma determinada ação em bolsa de valores, ou até para atribuir valor a uma startup que está buscando investidores, tudo passa por um punhado de análises para dizer quanto vale aquele show, digo, aquela empresa.

No futebol nosso de cada dia, virou moda vermos relatórios de valuation de clubes, como uma tentativa de se antecipar a um possível boom de negócios envolvendo a transformação de clubes em empresas.

Sem querer ensinar a oração ao vigário, processos de valuation são muito mais complexos do que simplesmente criar uma regra e aplicá-la a todo mundo, especialmente no futebol.

Primeiramente, precisamos aceitar uma realidade: não existe modelo único de valuation, nem para o setor corporativo, e muito menos para o futebol. Aliás, no futebol existe um grande debate sobre o modelo de valuation – e ele está longe de ser encerrado.

Um paper de Tom Markham, da Universidade de Reading, chamado “What is the optimal method to value a football club?”, traz uma enorme contribuição ao debate.

O artigo aponta os diversos modelos existentes, aplicando-os aos clubes da Premier League e chega a resultados muito diversos, que mostram o tamanho do desafio que é avaliar um clube de futebol.

Outro paper que contribui para esta discussão é a tese de Thomas Boccanegra, da Universidade Ca’ Foscari de Veneza, chamado “Sports Business: la valutazione delle società di calcio professionistiche”, em que o autor também aponta diversos métodos de avaliação, contrapondo-os e concluindo que não há modelo único e perfeito.

O que isto significa? Isto quer dizer que toda vez que você se deparar com um estudo apontando um valor de mercado a partir de um modelo específico ele será apenas uma indicação, quase uma curiosidade, e nada além disso.

A avaliação de valor de um clube de futebol demanda uma composição de itens que precisam ser corretamente calibrados. Ainda assim, isoladamente eles não garantem o melhor resultado.

Primeiro, resumindo os principais modelos de valuation, temos:

  • DCF (Discounted Cash Flow), ou Fluxo de Caixa Descontado: é o modelo mais tradicional de avaliação de empresas. Ele considera que você projetará os fluxos de caixas futuros e trará seu resultado a valor presente por meio de uma taxa de desconto (WACC), que é o custo médio do capital.
  • Múltiplos: a partir de vários negócios e avaliações chega-se a um múltiplo que, aplicado à receita, representa o valor do clube. No caso do futebol, ele é aplicado às receitas, porque grande parte dos clubes não tem EBITDA (geração de caixa) positiva.
  • Valor de Liquidação: para clubes em situação falimentar. Trata-se de somar os ativos e reduzir os passivos, de forma simples e direta, pois o fluxo de caixa já não existe mais.
  • Modelo Múltiplo: é aquele que combina aspectos de todos os demais. Por exemplo, Tom Markham desenvolveu um modelo que combina receitas, ativos, lucro líquido, capacidade do estádio e custo com pessoal. É uma tentativa.

No paper de Markham, ele apresenta alguns resultados que evidenciam as discrepâncias:

As diferenças chegam a ser de 3 vezes entre os extremos, e na média é de 2,2 vezes. Ou seja, a depender do modelo o valor pode ser completamente diferente.

No paper, há uma menção ao modelo que a revista Forbes faz, mas optei por não considerá-lo pois trata-se de uma soma de imperfeições, que consideram aspectos não financeiros, como um valor de marca e especialmente valores dos estádios.

Há casos em que a revisão incluiu um estádio sem ele ser do clube, assim como não considera as dívidas, como no caso da Neo Química Arena. Infelizmente há quem dê atenção.

Análise e Recomendações

Algumas coisas parecem funcionar bem, enquanto outras são apenas tentativas sem sentido. A verdade é que existem algumas regras que precisam ser respeitadas ainda antes de fazer um valuation:

  • – Nunca use um modelo único. Especialmente num mercado que ainda nem existe, como o do futebol, utilizar mais de um modelo é importante para testar a consistência das avaliações.
  • – Cuidado com a qualidade da informação. Há uma expressão conhecida para quem trabalha com modelos que é “Garbage in, garbage out”, ou seja, se entra lixo, sai lixo. O melhor e mais preciso modelo só funcionará se as informações que forem utilizadas forem corretas. A análise preliminar é, portanto, fundamental.
  • – Cuidado com a dupla contagem. Há um risco na construção de modelos híbridos – os multimodelos – ao se contar duas vezes algumas receitas. No modelo de Markham, por exemplo, utilizar a capacidade do estádio e o total de receitas pode significar estar dando peso adicional ao matchday, enquanto usar lucro, receitas e custos salariais pode indicar redundância. Modelos precisam ser equilibrados, ainda que precisem de testes de consistência.
  • – Evite a inovação inócua. Os modelos precisam de elementos exclusivos de cada setor. E cada vez mais é fundamental usar informações que estejam fora dos elementos tradicionais. Mas cuidado, porque invenções custam caro e podem incorrer no tema anterior da dupla contagem.

Usar valor do elenco e valor da marca pode ser legal para dizer que o modelo é completo, mas tende a ser inócuo, à medida que comprar um clube não se trata de custo de reposição. Não existe a possibilidade de comprar um clube ou montar um do zero, mas sim de comprar o clube A ou o clube B, e os elencos têm prazo, medidos em tempo remanescente de contrato – e ninguém vai vender 100% do elenco.

Ou mesmo a questão do valor da marca. Afinal, este valor já está dado em diversos aspectos econômico-financeiros, como receitas de TV, bilheteria, marketing. São receitas associadas ao tamanho da torcida e à capacidade que a atual gestão tem de transformar a marca e sua relação com os torcedores em dinheiro.

Nem entro no fato de que as análises precisam ser feitas a partir de dados efetivos, uma avaliação destacada de cada clube. Análises em lote costumam ignorar que cada clube é um clube, que cada clube possui um valor e um potencial diferente do outro.

O que vale para o Brasil?

Precisamos desenvolver um modelo eficiente que seja referência. Nesse sentido, as possibilidades que vêm sendo aplicadas são válidas enquanto curiosidade, mas precisam ser tratadas de forma mais cuidadosa, à medida em que acabam gerando distorções de mercado. Pois quem vê o número seco passa a ter uma referência.

Um modelo referência deveria ser multimodelo e estar baseado no DCF adaptado. E por que adaptado?

Por conta das características intrínsecas à indústria do futebol brasileiro:

  • a) dependência de receitas não recorrentes e dificuldade em projetar as receitas variáveis: muitos clubes possuem EBITDA recorrente negativo que é coberto por venda de atletas. Além disso, diferentemente de indústrias tradicionais, no futebol a receita não é uma questão de “quantidade x preço”, mas de desempenho, que aumenta premiações e presença de público no estádio.
  • b) Futebol não é uma atividade para se ter lucro enquanto teoria de retorno do capital investido. Cada real que se tira do clube significa menos competitividade na temporada seguinte.
  • c) Não dá para usar valor de atletas sem conhecer o valor efetivo. O avlor de negociação de um atleta é sua multa contratual. Logo, primeiro passo é conhecer o valor real que o elenco vendido pode gerar. Depois, analisá-lo em relação ao prazo de contrato. Por fim, atleta vendido é elenco fragilizado, e a venda tem que ser feita com parcimônia e não acontece o tempo todo. Logo, o valor do elenco no tempo está associado ao histórico de vendas que o clube consegue fazer, e não ao valor do elenco que um terceiro indica.
  • d) Não dá para usar valor do estádio ou de outros ativos. O clube não vai vender esses ativos, exceto se estiverem fora da operação. E, de novo, não é uma questão de reposição, pois se um clube vai começar do zero, ele não precisa de um estádio enorme. Além do que, como vimos no caso da renegociação da dívida da Neo Química Arena entre Corinthians e Caixa, ativos como estádios não tem valor comercial, pois só servem ao clube. Servem sim para agregar receita, desempenho esportivo, e só.
  • e) Valor de marca também tem que ser avaliado sob a capacidade que a marca tem de fazer receitas. O potencial de receitas está atrelado à marca e ao tamanho da torcida, mas essencialmente à capacidade de gestão desses dois fatores em conjunto com a gestão esportiva. No Brasil, consumo de clube está associado a resultados, exceto em casos específicos, que já estão presentes nas receitas de sócio torcedor, de direitos de pay-per-view, marketing.
  • f) De qualquer forma, avaliar potencial de marca, torcida, engajamento, estrutura operacional é parte do modelo híbrido, mas não parece razoável ser o mais relevante em nenhum clube. Afinal, ou a gestão atual é capaz de extrair o melhor disso tudo e já contemplar nas receitas, ou então este hidden value precisa ser desenvolvido, e consequentemente vira ganho de quem mudou as estruturas e maximizou o potencial do clube. Ou seja, fluxo de caixa futuro.

No final, nunca dá para cravar que o show vale “10 paus”, mas sempre que ele vale entre “5 e 15 paus” se chega ao momento mais bacana e tenso nesses processos, que é a negociação entre as partes.

Porque o show tem valor, mas é preciso girar os pratos, agradar os jurados e só depois passar no caixa... Autor Cesar Grafietti - leia mais em infomoney 13/12/2020



13 dezembro 2020



12 dezembro 2020

Ser paga R$ 120 milhões por faculdade de medicina e avança na diversificação

Um mês depois de perder a disputa pelos universidades da norte-americana Laureate no Brasil para a Ânima, a Ser Educacional voltou a dar vazão à sua estratégia de diversificação. 

Comprou a Unesc, faculdade de medicina em Rondônia, por R$ 120 milhões. 

Aumentou assim sua fatia no segmento de ensino superior da área, considerada a de maior retorno. Como a Ser ainda tem presença tímida nesse segmento, a aquisição da Unesc deve ser seguida por outras. Atualmente, a empresa tem 54% dos alunos .. Leia mais em estadão 12/12/2020



12 dezembro 2020



10 dezembro 2020

Fusões e Aquisições - destaques da semana 30/nov a 06/dez/2020

Divulgadas  40 operações de Fusões e Aquisições com destaque pela imprensa na semana de 30/nov 06/dez/2020.  Envolvem direta ou indiretamente empresas brasileiras de 17 setores e um investimento da ordem de R$ 21,2 bilhões.

ANÁLISE DA SEMANA

Principais transações


NEGÓCIOS DA SEMANA

"Market Movers" - Brasil

  • NotreDame Intermédica levanta R$ 3,75 bilhões em oferta secundária - A NotreDame Intermédica comunicou ontem à noite que sua oferta secundária de 54 milhões de ações foi precificada a R$ 69,50 por papel, totalizando o montante de R$ 3,753 bilhões.  Vale destacar que, por se tratar de uma tranche secundária, a companhia não receberá quaisquer recursos provenientes do follow on. O acionista vendedor foi o Alkes II – Fundo de Investimento em Participações Multiestratégia. 01/12/2020

"Market Movers” - Exterior

  • Salesforce vai comprar aplicativo Slack em acordo de US$27,7 bi - A Salesforce.com disse nesta terça-feira que está comprando o aplicativo de mensagens para trabalho Slack Technologies em um acordo de 27,7 bilhões de dólares, na maior transação de software em um ano no qual a pandemia de Covid-19 obrigou milhões de pessoas em todo o mundo a trabalhar remotamente. O acordo fortalecerá o portfólio empresarial da Salesforce, que agora espera fornecer uma plataforma unificada para que as empresas conectem seus funcionários, clientes e parceiros entre si e com os aplicativos que usam. 01/12/020
  • S&P Global anuncia compra da IHS Markit em negócio de US$44 bilhões - A S&P Global anunciou nesta segunda-feira a compra da IHS Markit em uma transação envolvendo ações no valor de 44 bilhões de dólares. O negócio marca a maior aquisição corporativa de 2020 e criará uma potência no mercado cada vez mais competitivo de dados financeiros. A previsão é que a conclusão do negócio seja concluído no segundo semestre de 2021, se for aprovado pelos reguladores antitruste, que vêm demonstrando crescente interesse pelo setor. 30/11/2020
  • Bayer deve angariar US$ 1,7 bi com venda de ações da Elanco - Participação da alemã na indústria veterinária pode cair de 15,4% para 2,2%. A americana Elanco, uma das maiores indústrias veterinárias do mundo, informou nesta segunda-feira (30) que a Bayer está vendendo a maior parte da participação que detém na empresa de saúde animal... 30/11/2020
  • Facebook vai comprar startup de atendimento a clientes - Detalhes do negócio com a Kustomer ainda não foram divulgados. O Facebook disse nesta segunda-feira que comprará a startup de atendimento ao cliente Kustomer, acelerando esforços no comércio eletrônico. Os detalhes financeiros do negócio não foram divulgados.O jornal “Wall Street Journal” informou que a transação avalia a startup em cerca de US$ 1 bilhão, citando pessoas familiarizadas com o assunto.30/11/2020
  • Fusões e aquisições globais se recuperam após abalo da Covid - Os números receberam um impulso na segunda-feira com o anúncio de que a gigante de dados financeiros S&P Global fechou a aquisição da IHS Markit por cerca de US$ 39 bilhões em ações. Assessores de fusões e aquisições já recuperaram grande parte do terreno perdido para a pandemia de coronavírus no início do ano.Empresas anunciaram US$ 760 bilhões em aquisições até agora no quarto trimestre, o maior valor para este ponto no período desde 2016, de acordo com dados compilados pela Bloomberg. Novembro foi o mês mais movimentado do ano até agora em número de negócios, segundo os dados. 30/11/2020

RELAÇÃO DAS TRANSAÇÕES

  • Mondial compra a fábrica da Sony no AM - A brasileira Mondial, líder na fabricação de produtos eletroportáteis, comprou a fábrica da japonesa Sony, na Zona Franca de Manaus (AM). Com a aquisição, a empresa estreia na produção de televisores, fornos de micro-ondas e aparelhos de ar condicionado já no segundo semestre do ano que vem. Vai enfrentar nesse mercado concorrentes de peso, como as coreanas, LG e Samsung, e a americana Whirlpool.  O valor do negócio, que envolveu só ativos da companhia japonesa – a fábrica de 27 mil metros quadrados de área construída, laboratórios e equipamentos -, não foi revelado. A marca Sony não entrou na transação.Depois de quase cinco décadas no País, em setembro deste ano a Sony decidiu encerrar as atividades da unidade na Zona Franca. Nessa fábrica eram produzidos televisores, entre outros eletrônicos. Essa unidade chegou a ser considerada uma das melhores fábricas da companhia no mundo. 05/12/2020
  • Mexicana Siete Leguas vende Santista Têxtil a grupo de sócios brasileiros - Dois anos após a Camargo Corrêa ter vendido a Santista Têxtil para os mexicanos da Siete Leguas, a tradicional companhia têxtil volta para as mãos de brasileiros, numa transação concluída nesta tarde com a GBPK Investimentos. .. 04/12/2020
  • Bolsa digital de commodities Gavea Marketplace recebe aporte de R$ 2,2 mi - A startup Gavea Marketplace, do Rio de Janeiro, acabou de receber um investimento de 2,2 milhões de reais liderado pela gestora de investimentos Domo Invest. A empresa, que é uma bolsa de negociação digital para a venda de commodities no Brasil, já transacionou mais de 300 milhões de reais desde seu lançamento em junho deste ano.  Franco Pontillo, sócio da DOMO Invest, afirma que o investimento foi feito de olho no potencial de crescimento do agronegócio, que tem se digitalizado e procurado cada vez mais por soluções inovadoras. “A plataforma da Gavea é arrojada, oferece custos baixos, segurança e contratos digitais sob medida. E já na fase de implantação, teve a primeira transação de grãos com alto volume e valor comercializado”, diz o investidor. As empresas do futuro estão aqui. Conheça os melhores investimentos em ESG na EXAME Research 04/12/020
  • Modalmais compra plataforma educacional “Investir Juntos” - Banco Digital amplia portfólio reforçando pioneirismo no mercado de investimentos. Depois da parceria com o Credit Suisse, o banco digital modalmais anunciou a compra da plataforma de educação financeira “Investir Juntos”, com o objetivo de disponibilizar à sua base de clientes conteúdo gratuito e de qualidade. Com a aquisição, os principais executivos da empresa entram para o time do modalmais, dando ainda mais robustez aos projetos de educação financeira do banco digital. Hoje, o banco digital tem R$ 12 bilhões sob custódia e pretende alcançar R$ 40 bilhões até o final de 2021.Criada em 2019, a “Investir Juntos” é uma plataforma educacional que personaliza a experiência e aprendizagem do cliente – e, por isso, tornou-se uma das maiores geradoras de clientes digitais interessados não só em investir, mas em aprender. Assim, a parceria garante aos clientes do modalmais o acesso a uma plataforma gameficada, por meio da qual será possível obter conteúdos curados para cada perfil de investidor. 04/12/020
  • Grupo de moda Soma confirma compra da ByNV; Cade aprova - Aquisição da empresa de acessórios femininos de Serra (ES) foi anunciada em outubro O Grupo de Moda Soma, dono das marcas Farm e Animale, finalizou ontem (3) a compra, anunciada em outubro, da totalidade da ByNV Comércio Varejista de Artigos de Vestuário, empresa de capital fechado de Serra, no Espírito Santo.A empresa NV será uma subsidiária da Soma e as atuais donas da ByNV receberão aproximadamente 1,79% das ações da controladora mais uma parcela em dinheiro, cujo valor não foi divulgado.O grupo ByNV atua no comércio de artigos de vestuário com acessórios para o público feminino. Segundo o Cade, o Soma possui menos de 20% desse mercado, o que não deverá prejudicar a concorrência . 03/12/2020
  • Hypera (HYPE3) adquire marca de cosméticos Simple Organic - A Hypera (HYPE3) celebrou acordo de investimento para aquisição de participação majoritária na Simple Organic Beauty. A companhia não informou o valor da transação.A Hypera Ventures busca investir em startups ligadas ao setor de saúde e bem-estar.A companhia destaca que o movimento está alinhado com o objetivo estratégico da companhia de fortalecer sua presença no mercado brasileiro de skincare por meio de marcas inovadoras, complementares aos seus negócios atuais, com alto potencial de crescimento e forte presença digital.A Simple Organic é uma startup digital que atua no mercado de dermocosméticos e maquiagem alavancando a alta tecnologia da indústria da beleza para formular produtos pioneiros na indústria de Clean Beauty, utilizando ingredientes naturais, orgânicos, veganos, cruelty-free e sustentáveis.03/12/2020
  • Dasa compra Grupo Leforte de hospitais em São Paulo por R$ 1,77 bi - A Dasa aprovou à aquisição, pela Ímpar, de 100% das ações do Grupo Leforte. O valor da operação é de R$ 1,77 bilhão.O Conselho de Administração da Companhia, em reunião realizada nesta data, aprovou a celebração de Contrato de Compra e Venda por meio do qual a Companhia, através de sua subsidiária integral Ímpar Serviços Hospitalares S.A., adquirirá ações representativas de 100%  do capital social de emissão da Biodínamo Empreendimentos e Participações Ltda.  sociedade controladora dos negócios de atendimento médico hospitalar, ambulatorial, serviços clínicos e diagnósticos do Grupo Leforte, incluindo as participações societárias dos hospitais Leforte Liberdade, Leforte Morumbi e o Hospital e Maternidade Dr. Christóvão da Gama (a “Operação”). 03/12/020
  • Trocafone levanta R$ 30 milhões - Sétima rodada de investimentos contou com os fundos Barn Investimentos, Bulb Capital e Wayra. A Trocafone, startup especializada na compra e venda de smartphones e tablets seminovos no Brasil e América Latina, acaba de receber um aporte de R$ 30 milhões em sua sétima rodada de investimentos, que contou com os fundos Barn Investimentos, Bulb Capital e Wayra. Fundada no Brasil em 2014 pelos empresários argentinos Guille Freire e Guille Arslanian, a startup já vendeu mais de 1,4 milhões de aparelhos seminovos.  O negócio consiste em revender os smartphones usados com desconto entre 35% e 40% do valor original, com compra e venda através do site da companhia ou de varejistas parceiros — como Casas Bahia, Americanas.com, Ponto Frio, Magalu, Samsung, Fast Shop e Vivo. 04/12/020
  • Startup que possui operação de contact center em home office recebe aporte - A Home Agent, empresa que oferece operação de contact center baseada inteiramente em home office, recebeu um aporte da BR Angels Smart Network, associação de investimento-anjo composta por executivos C-Level de grandes empresas em diferentes mercados. Com o capital, a startup espera ampliar a sua capacidade operacional para acelerar as vendas em 2021 e ampliar o seu quadro de clientes. O valor da transação não foi revelado. Desde abril, a Home Agent viu os seus serviços aumentarem em quase 700% com a assinatura de contratos com empresas que, antes da pandemia, não terceirizavam setores de atendimento. Isso fez com que a companhia saltasse de um patamar de 150 para mais de 1 mil posições de atendimento somente este ano. Durante o período de isolamento social, a empresa também captou 15 novos clientes e tem contado com um ritmo de aceleração cada vez maior em seu volume de negócios, mesmo com a reabertura econômica. 04/12/2020
  • Ânima Educação levanta R$918 mi em oferta de ações precificada a R$34 por papel - A Ânima Educação precificou na quinta-feira oferta primária de ações a 34 reais por papel, levantando 918 milhões de reais, que serão destinados para financiar uma parcela da aquisição dos ativos brasileiros do Grupo Laureate, de acordo com fato relevante da companhia.O preço definido na oferta com esforços restritos representou um desconto de 2,7% em relação à cotação de fechamento da véspera, de 34,93 reais.Foram emitidas 27 milhões de ações no âmbito da oferta, coordenada por Bradesco BBI, Santander Brasil, UBS BB, Itaú BBA e JPMorgan, fazendo com que o capital social da Ânima passe ser de 2.57 bilhões de reais, dividido em 134.622.935 papéis. 04/12/2020
  • Mantendo uma tradição, Neoenergia paga caro pela CEB - A Neoenergia acaba de pagar R$ 2,51 bilhões pela Companhia Energética de Brasília (CEB), um preço imediatamente tachado de “irracional” por analistas e gestores. O valor oferecido pela Neoenergia — controlada pela Iberdrola e Previ — é um prêmio de 76% sobre o preço mínimo e 3,2x a base de ativos regulatórios (RAB) da CEB, a estatal que distribui energia no Distrito Federal.  Para efeito de comparação, a Neoenergia negocia a 2,35x RAB. O preço pago dificulta a rentabilização do investimento mesmo se a Neoenergia obtiver ganhos consideráveis na redução de perdas e custos na CEB.  04/12/020
  • Rede DOr compra Hospital de Clínicas Antônio Afonso em Jacareí - A Rede DOr São Luiz informou que, por meio de sua afiliada Hospitais Integrados da Gávea – Clínica São Vicente, assinou proposta de compra de 100% do Hospital de Clínicas Antônio Afonso, localizado no município de Jacareí, no Estado de São Paulo. Segundo o comunicado, o Hospital de Clínicas Antônio Afonso possui 60 leitos com capacidade de realização de cirurgias de diversas especialidades, bem como a condução de consultas ambulatoriais e pronto atendimento. A companhia informa, porém, que a aquisição está sujeita a verificação de determinadas condições usuais, dentre elas a confirmação de diligência e celebração de instrumentos definitivos.  03/12/2020
  • Olist compra Clickspace - Depois de receber R$ 310 milhões do Softbank, a empresa planeja estratégia agressiva de aquisições. A Olist, curitibana que ajuda pequenos lojistas a venderem na internet, anunciou a aquisição da startup Clickspace, especializada em soluções para marketplaces e comércio via redes sociais. O valor da transação não foi informado pelas empresas. Fundada em 2017, a Clickspace oferece soluções SaaS que vão de gerenciamento de sellers e gestão de repasses a controle de catálogo e integração com ERP, além de suporte para logística personalizada e painéis personalizados. A startup está conectada com as principais plataformas de e-commerce do mercado, como VTEX, Oracle Cloud Commerce, Magento e Shopify. 03/12/020
  • Com compra da B2P, It'sSeg completa décima primeira aquisição - A It'sSeg anunciou sua décima primeira aquisição. Pela primeira vez, foi feita uma aquisição fora do universo de corretoras de seguros e benefícios. A It'sSeg, maior corretora e consultoria independente de benefícios com atuação no mercado brasileiro, anunciou mais uma aquisição no último dia 1°. Desta vez, o alvo foi a B2P, empresa especializada em gestão de afastados, nicho de mercado que vem ganhando cada vez mais relevância no país. Essa é a décima primeira aquisição realizada pela It’s Seg, desde 2014, ano em que a empresa foi criada por Thomaz Menezes (ex-CEO da Sulamérica Seguros ) e o fundo Inglês Actis. 02/12/020
  • Grupo francês Kuhn adquire empresa Khor, de Tuparendi (RS) - O Grupo francês Kuhn, fabricante de implementos agrícolas, anunciou nesta terça-feira a assinatura de um acordo de compra da totalidade das ações da empresa Khor Industrial, localizada em Tuparendi (RS). O fechamento do negócio, cujo valor não foi informado, está previsto para ocorrer no início de 2021 e está sujeito ao cumprimento de várias condições pelos atuais proprietários. Fundada em 2007, a Khor é fabricante líder de carretas graneleiras, escarificadores e outros implementos no Brasil. Em 2019, a Khor faturou R$ 26 milhões e empregava cerca de 80 funcionários. 01/12/020
  • Apple Produções adquire Flex para liderar mercado na América do Sul - A empresa de técnica full service adquire a Flex como parte do investimento de R$25 milhões para a liderança do mercado de eventos na América do Sul. Pronta para revolucionar o mercado de eventos corporativos, sociais e showbiz, e na contramão do segmento que deve encolher em 2020, a Apple Produções, com quase quatro décadas de existência, anuncia a aquisição da Flex – Som, Luz e Imagem. O movimento é parte de um investimento de R$ 25 milhões recém feito no mercado para transformar-se na maior empresa de técnica full service da América do Sul. Além de todos os ativos e o completo acervo de equipamentos, a negociação contempla também as novas operações geradas pela Flex no início da pandemia com foco em digitalizar as entregas do mercado de live marketing para apoiar as agências e a indústria a se transformarem com a agilidade que a crise sanitária exigiu. Todo este movimento tem um só propósito. “Para 2022, nós projetamos um faturamento de mais de R$ 100 milhões”, ressalta o CEO. 02/12/2020
  • Votorantim levanta R$ 1,4 bi ao vender ações em Suzano - Grupo detinha participação de 5,5% na fabricante de celulose, resultado da fusão da controlada Fibria com a rival; ainda mantém fatia de 3,7% para venda futura. A Votorantim S.A. vendeu ontem no mercado cerca de um terço da participação que ainda mantém no setor de celulose, por meio da Suzano, conforme antecipou o Valor PRO, serviço de informação em tempo real do Valor. Em continuidade à estratégia de longo prazo de sair de determinados negócios tradicionais e investir em novas áreas  - e aproveitando a melhora do cenário de curto prazo para a celulose -, o grupo levantou cerca de R$ 1,4 bilhão com a venda de um lote de 25 milhões de ações da fabricante na B3, ao preço de R$ 55,71.. 03/12/2020
  • Stefanini compra softwares da Diebold Nixdorf - Negócio é o maior em cinco anos na empresa e reforça a oferta na área financeira. A Stefanini comprou duas unidades de negócio voltadas para software no Brasil da Diebold Nixdorf, gigante mundial de caixas automáticos. Uma das unidades é chamada de Online Fraud Detection e é voltada para soluções de segurança em pagamentos digitais.  Cerca de 40 clientes, entre os quais bancos, corretoras e empresas do setor financeiro, utilizam a plataforma por onde passam 201 milhões de transações por mês, de aproximadamente 70 milhões de usuários.  Além da unidade de prevenção de fraudes, a Stefanini adquiriu alguns ativos relacionados à automação de canais de atendimento, que incluem soluções de agência/caixa, autoatendimento, mobile banking, internet banking, abertura de contas em plataforma móvel, compensação de cheques, solução biométrica e troca de chaves.Chamada de ServCore, a solução é usada por 30 empresas, com 21 milhões de usuários de biometria, cerca de 250 mil usuários em internet banking e 200 mil em mobile banking.   03/12/020
  • PetroRio vende participação em grande campo de gás offshore do Brasil - A empresa de petróleo e gás PetroRio assinou documentos vinculativos com a Gas Bridge relativos à venda dos 10 por cento de participação detida pela empresa no campo de gás Manati operado pela Petrobras localizado na costa do Brasil. A PetroRio disse nesta quinta-feira que o valor total da transação foi de R $ 144,4 milhões (US $ 25,97 milhões) e inclui o repasse de todo o passivo da empresa no campo, incluindo sua participação no abandono.A transação depende de condições precedentes, entre as quais o sucesso da Gas Bridge na aquisição da operação da Petrobras em Manati.O negócio compreende uma parcela fixa de R $ 124,4 milhões e um earn-out de R $ 20 milhões, sujeito a certas aprovações regulatórias subsequentes relacionadas ao campo. 02/12/020
  • BTG Pactual compra o controle da PSR, que manterá independência - Consultoria continuará com sede e gestão atuais e vê sinergias para ampliar áreas de atuação. BTG Pactual e PSR anunciaram nesta quarta-feira, 02 de dezembro, uma parceria inédita. A holding financeira vai adquirir o controle da consultoria internacional. O acordo mantém a gestão independente, sem alterações na diretoria executiva e em suas operações. Além disso, permitirá a ampliação das atividades da empresa em infraestrutura, e nas áreas de inovação, transição energética, além de aumentar sua presença no mercado global de energia. A PSR se manterá na mesma sede atual com a gestão e operação independentes, reafirmou o BTG. “Acreditamos no modelo da PSR, na sua capacidade de agregar valor, e vemos potencial para que a empresa ganhe ainda mais força para acelerar seu crescimento atual com o apoio de todo o grupo BTG Pactual, mas sem perder sua autonomia”, afirmou Eduardo Loyo, sócio e membro do conselho de administração do BTG Pactual. Kelman focou nas possíveis sinergias entre as duas empresas. “A PSR tem grande potencial nacional e internacional em estudos que integram as dimensões econômica, social e ambiental. Assim como no caso da inovação tecnológica, enxergamos no BTG Pactual uma postura proativa de atuação ambiental e de ESG”, explicou...  02/12/2020
  • Isa Cteep anuncia aquisição da transmissora Piratininga-Bandeirantes por R$1,6 bi - A elétrica Isa Cteep anunciou nesta quarta-feira que celebrou acordo para a aquisição da transmissora de energia Piratininga-Bandeirantes, em negócio de 1,594 bilhão de reais, de acordo com fato relevante. A transação, que foi fechada com os fundos de investimento Wire e Kavom, prevê a compra por via direta e indireta da totalidade das ações da Piratininga-Bandeirantes. A operação indireta, segundo a Cteep, ocorrerá por meio da aquisição da totalidade das ações de sua controladora, a SF Energia. A Cteep, transmissora controlada pela colombiana Isa, afirmou que o valor do negócio envolve 292 milhões de reais em dívida líquida, estimados com data-base em 31 de dezembro deste ano. 02/12/2020
  • Gestora Tarpon adquire controle da Buonny - Investimentos em plataforma de logística deve chegar a R$ 300 milhões até 2021. Um ano após vender a operadora logística AGV para um braço da mexicana Femsa, o empresário Vasco Oliveira está de volta. Agora como sócio da gestora Tarpon, lidera a construção de uma plataforma de tecnologia em logística que prevê investir R$ 300 milhões até 2021. A aposta é que, em alguns anos, a iniciativa esteja pronta para ir à bolsa. A empreitada da Tarpon teve início ontem, com a compra do controle da Buonny, que oferece tecnologia para ajudar no gerenciamento de riscos de cargas pesadas. A escolhida reúne características como receitas recorrentes – cerca de 90% do faturamento de R$ 100 milhões -, margens altas e geração de caixa. 01/12/020
  • Kinea compra fatia do capital da Verzani - Grupo de segurança e limpeza que neste ano fatura R$ 2 bilhões vai acelerar o plano de aquisições. A gestora de private equity Kinea fechou a compra de participação minoritária no Verzani & Sandrini e vai ajudar a acelerar a estratégia de aquisições do grupo paulista. Este é conhecido principalmente pela atuação no mercado de segurança (patrimonial, pessoal e eletrônica) e no segmento de limpeza (gestão do serviço de higienização) para shoppings, hospitais e indústrias. A Kinea vai desembolsar cerca de R$ 150 milhões na transação, parte para o caixa e parte para compra de ações dos atuais sócios, apurou o Valor. Mesmo com os altos e baixos da economia neste ano, o grupo conseguiu crescer e deve fechar 2020 com faturamento de R$ 2,2 bilhões, ante R$ 1,9 bilhão no ano passado. A projeção é chegar a R$ 2,6 bilhões em 2021. A resiliência em plena pandemia, explicam os sócios, está na diversificação. A companhia tem a maior carteira de shoppings, atendendo cerca de 200 empreendimentos, mas eles representam menos de 20% da receita.  01/12/020
  • NotreDame Intermédica levanta R$ 3,75 bilhões em oferta secundária - O preço representa um desconto de 0,8% em relação à cotação de fechamento da última terça-feira na B3, de R$ 70,07. A NotreDame Intermédica comunicou ontem à noite que sua oferta secundária de 54 milhões de ações foi precificada a R$ 69,50 por papel, totalizando o montante de R$ 3,753 bilhões. O preço representa um desconto de 0,8% em relação à cotação de fechamento da última terça-feira na B3, de R$ 70,07. Vale destacar que, por se tratar de uma tranche secundária, a companhia não receberá quaisquer recursos provenientes do follow on. O acionista vendedor foi o Alkes II – Fundo de Investimento em Participações Multiestratégia.01/12/2020
  • Controladora do C6 Bank faz captação de R$ 1,3 bilhão - A operação avalia a instituição financeira em R$ 11,3 bilhões. A Carbon Holding, controladora do C6 Bank, fechou uma captação de R$ 1,3 bilhão, que será usada para aumentar o capital do banco. A operação avalia a instituição financeira em R$ 11,3 bilhões. De acordo com os bancos, os recursos foram levantados junto a mais de 40 investidores privados, que irão adquiri4 ações ordinárias da holding...02/12/2020
  • Fintech Gyra+ levanta R$ 15 milhões em primeira rodada de captação - Transação envolveu aumento de capital na empresa, voltada a pequenos empreendedores, e dívida. A fintech de crédito Gyra+, voltada a pequenos empreendedores, levantou mais de R$ 15 milhões em sua primeira rodada de captação (série A), numa transação que envolveu aumento de capital na empresa e dívida... 02/12/2020
  • Carrefour adquire três lojas e dois postos de combustíveis da rede Makro - As lojas e postos de combustíveis da rede Makro estão dispostos em três Estados brasileiros . O Carrefour Brasil (CRFB3) anuncia que comprou três lojas próprias e dois postos de combustíveis da rede de supermercados Makro em três Estados brasileiros (Rio de Janeiro, Santa Catarina e Bahia), após ter assinado instrumentos definitivos de aquisição nesta segunda-feira (30).Mediante ao acordo celebrado, a companhia efetuou o pagamento ao Makro do montante de R$ 289.620.444,00.As demais lojas e postos de gasolina objeto da operação, serão transferidas para o Carrefour tão logo sejam concluídos os processos de regularização de titularidade junto aos cartórios competentes e de cessão dos contratos de locação remanescentes, conforme o caso, explica o comunicado divulgado. 01/12/2020
  • Startup do Nexus recebe aporte de R$ 150 mil - A Hi! Healthcare Intelligence, acelerada no Nexus, o hub de inovação do Parque Tecnológico São José dos Campos, conquistou rodada de investimentos no programa O Anjo Investidor, apresentado por João Kepler, um dos maiores investidores-anjo do país.A startup recebeu aporte de R$ 150 mil, classificado como pré-seed, estratégico para preparar e estruturar a empresa a fim de atingir os objetivos de crescimento. Além do dinheiro, os empresários contarão com a experiência e networking do investidor, que acelerará o processo de maturação da empresa. A partir de dezembro farão parte do portfólio da Bossa Nova, fundo de investimento comandado por João Kepler. 01/12/2020
  • BBM Logística adquire logtech para ampliar atuação no e-commerce - A BBM Logística, de transporte rodoviário de cargas, anunciou a aquisição da Diálogo Logística, startup de entrega de e-commerces, por até R$ 82 milhões – parte do pagamento estará atrelado ao desempenho dos sócios da Diálogo, que serão incorporados à equipe da BBM. A logtech atende, em média, 30 mil pedidos por dia, com cobertura de aproximadamente 1.800 cidades e forte crescimento ao longo de 2020, com +103% no faturamento bruto acumulado até outubro, em comparação ao mesmo período de 2019. A transação também reforça o posicionamento da BBM como consolidadora no setor logístico. Esta é a quarta aquisição desde 2018, sendo que as últimas 3 foram concluídas nos últimos 12 meses. Nos últimos três anos, a BBM teve crescimento médio de 78% ao ano. “Com as aquisições da Transeich, Translovato, Translag, e agora da Diálogo – que nos permitirá expandir no e-commerce, continuamos aumentando nossa oferta de serviços e . 02/12/2020
  • Atem conclui venda de fatia nas distribuidoras da Oliveira Energia - Empresa decidiu priorizar distribuição de combustíveis. A distribuidora de combustíveis Atem concluiu a venda de sua participação no capital social das distribuidoras de energia elétrica Amazonas Energia e Roraima Energia para a sócia-majoritária Oliveira Energia. Na operação, a Atem vendeu a totalidade de sua participação nas concessionárias de Roraima e do Amazonas, ambas adquiridas em 2018. A transação foi aprovada pelos órgãos reguladores e pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica. As duas distribuidoras foram arrematadas pela Atem em consórcio com a Oliveira Energia, em leilões de privatização realizados pela Eletrobras, em 2018. Após dois anos participando das ações das distribuidoras de energia elétrica, a empresa decidiu priorizar a atuação no segmento de distribuição de combustíveis, principal atividade da companhia desde sua fundação, há 20 anos. A Atem continuará prestando serviços ao setor elétrico como fornecedora de insumos para geração de sistemas isolados.02/12/2020
  • Boa Vista compra plataforma de renegociação Acordo Certo - O bureau de crédito Boa Vista anunciou nesta terça-feira a compra da plataforma online de renegociação de dívidas Acordo Certo por um valor inicial de 37 milhões de reais que poderá ser ampliado em pelo menos 100,6 milhões após a conclusão da operação. O valor adicional será pago mediante cumprimento de certas condições prévias, informou a Boa Vista em fato relevante. A Acordo Certo, que conecta credores com dívidas vencidas com seus consumidores, tem dívidas de 57,8 milhões de indivíduos representando mais de 188 bilhões de reais disponíveis para negociação, com 13,4 milhões de usuários cadastrados, afirmou a Boa Vista. 01/12/2020
  • O novato Alexia Ventures faz seu primeiro aporte e chega como um veterano no mercado - Criado no meio da pandemia, o fundo capitaneado por Wolff Klabin e Patrick Arippol anuncia, com exclusividade ao NeoFeed, seu primeiro investimento na americana FounderNest e seus sócios detalham o que mais vem por aí. Quando Wolff Klabin, da tradicional família Klabin, e Patrick Arippol, que vinha do fundo DGF, se juntaram na segunda metade de 2019 para criar um novo fundo de venture capital, o cenário era cristalino. A captação estipulada em US$ 100 milhões era factível e o timing para isso também. Mas, no começo do ano, com a pandemia, o cenário mudou e o horizonte ficou turvo. Mesmo assim, os dois seguiram adiante, o Alexia Ventures começou a captar em janeiro e viu a situação esquentar em abril, no calor dos lockdowns e incertezas econômicas. “Já captamos mais da metade do fundo”, diz Arippol ao NeoFeed. E o primeiro investimento acaba de ser revelado com exclusividade ao NeoFeed. O Alexia entrou na rodada série A da empresa americana FounderNest, uma plataforma que, por meio de inteligência artificial, conecta empreendedores e investidores.Trata-se de uma startup com a missão de mexer com o mercado de venture capital.O valor do aporte não foi revelado, mas o Alexia entrou junto com fundos que investiram em empresas como Paypal, Palantir, Square e Waze. Criada e incubada nas universidades de Stanford e Wharton pelos irmãos Felix e Miguel Gonzalez Herranz, a FounderNest tem um modelo de negócios, ainda em fase incipiente, que vai variar de uma assinatura até participação nos deals. 01/12/2020
  • Monashees lidera aporte de R$ 28 milhões em microcafeteria “tecnológica”. Com um modelo baseado em lojas compactas e autoatendimento, a The Coffee vai usar o aporte para chegar a 100 unidades no País, criar um canal de e-commerce e estrear no exterior, com aberturas na Espanha, Portugal e França. O que levaria a Monashees, um fundo de venture capital que investe em empresas de tecnologia, a apostar na microcafeteria The Coffee? A resposta incluiu uma boa dose de tecnologia e autoatendimento, com os pedidos realizados e pagos por meio de um tablet ou aplicativo, além de um sistema próprio, totalmente integrado ao backoffice. Com essa mistura tecnológica, a The Coffee acaba de captar R$ 28 milhões em uma rodada série A, liderada pela Monashees, que já havia participado de um primeiro aporte de R$ 500 mil na startup, em meados de 2019. Os fundos Norte Ventures e Shift Capital, que também já eram acionistas da operação, seguiram o novo investimento. 01/12/0220
  • Startup especializada na automatização do departamento pessoal recebe aporte do fundo Criatec 2 - A Convenia, empresa com soluções voltadas para a digitalização do RH, acaba de receber um follow-on do fundo Criatec 2exclusivamente para expandir sua equipe e seguir crescendo. Os valores não foram divulgados. Os recursos serão destinados a contratações nas áreas de marketing e vendas, que contarão com cerca de 60 novos funcionários nos próximos meses. A projeção é fazer com que o quadro, que conta hoje com 90 integrantes, ultrapasse a marca de 150. Somente de junho a agosto, por exemplo, a startup alcançou a média de 100 novos contratos mensais, o que possibilitou fechar o período com quase 1,5 mil clientes. A expectativa é fechar este ano com um faturamento de R$ 20 milhões, o dobro de 2019.O cenário é reflexo da necessidade da digitalização da área de Recursos Humanos, que foi acelerada após o distanciamento social imposto pelo novo coronavírus. Atividades como contratação, admissão, emissão de holerites e gestão de férias agora são feitas remotamente, com o auxílio de softwares como a da HRTech. 30/11/2020
  • Knewin formaliza incorporação da Plugar e fomenta mercado de inteligência de dados - A Knewin, maior PR Tech da América Latina, formaliza a incorporação da Plugar, consultoria de tecnologia para inteligência de mercado, e anuncia a criação da Knewin Intelligence. Ao todo a Knewin já captou R$19.9 milhões de fundos como KPTL e Invisto.A incorporação da Plugar irá fomentar o mercado de inteligência de dados e monitoramento para clientes de diversos setores, como varejo, finanças, marketing, relações públicas e comunicação. Ao todo, as análises fornecidas se baseiam em seis pilares: vendas, concorrência, branding, regulatório, governo e inovação. Hoje, a Knewin Intelligence oferece um portfólio completo, que vai desde o monitoramento de imprensa e redes sociais até a análise da concorrência e de reputação de marca, além de soluções de Business Intelligence e Data Analytics – desenvolvidos com base em dados estruturados e não estruturados
  • Startup que ajuda Mobly a mostrar produtos online leva aporte milionário - Comprar online pode ser um desafio. Sem ver o produto ao vivo, muitos consumidores têm dificuldades para decidir se aquela peça é a escolha certa. Para tentar facilitar essa decisão de compra, a startup R2U, fundada em 2016 por Caio Jahara, usa realidade aumentada para permitir que empresas como Mobly, Leroy Merlin e Electrolux ofereçam a seus clientes a possibilidade de ver os produtos em 3D e testá-los no ambiente usando um smartphone. Com o crescimento do e-commerce impulsionando seu negócio, que cresceu 60% ao mês este ano, a startup captou um novo investimento de 800.000 dólares (4,2 milhões de reais). A rodada, liderada pelo fundo brasileiro Canary, teve participação dos fundos Norte Ventures e Equitas; da empresa têxtil Coteminas; e dos cofundadores da Mobly, Victor Noda e Mario Fernandes.30/11/2020
  • Startup capta mais de R$1,5 milhão em investimento durante a pandemia - Criada durante a pandemia de covid-19, a startup brasileira TamoVip nasce com o propósito de conectar fãs com seus ídolos, por meio de videomensagens personalizadas e exclusivas. A plataforma inteligente já conta com mais de 250 celebridades em seu portfólio, com nomes conhecidos pelo público, como as funkeiras MC Carol e Valesca Popozuda, os jogadores Hudson, Cicinho e Alex Silva, parte do elenco de Chiquititas, com Carla Fioroni, Gabriel Santana e Samia Abreu, entre outros artistas. Com uma média de crescimento mensal de 67% no número de usuários, a startup já captou mais de R$1,5 milhão em investimentos. Os aportes, feitos entre os meses de abril e novembro, foram realizados por investidores-anjo conhecidos do mercado como Daniel Rummery, Adrian Merino Vítores e German Lopez, que também já apoiaram empresas como Cabify, Banco Neon e Rappi. 30/11/2020
  • Braço de investimentos da Tivit compra sua primeira startup - Privally é especializada em gestão de segurança e privacidade com foco na LGPD. A startup Privally, especializada em gestão de segurança e privacidade com foco na Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), é a primeira aquisição da Tivit Ventures, braço de investimentos criado há menos de uma semana pela Tivit, multinacional brasileira de serviços de computação em nuvem. O valor da aquisição não foi revelado... 30/11/2020
  • XP anuncia follow-on de US$ 1,3 bi; Itaú vende - A XP acaba de anunciar uma oferta que vai dar saída parcial ao Itaú bem como injetar cerca de US$ 340 milhões no caixa da companhia. Entre a oferta-base e o greenshoe (um lote adicional), o Itaú será responsável por 76% da oferta, vendendo um total de 23,5 milhões de ações — a quase totalidade dos 5% do capital da XP que o banco já dissera que pretendia vender.Já a XP está emitindo 8,2 milhões de novas ações para levantar cerca de US$ 340 milhões que vão “fazer frente a oportunidades de crescimento”,A nova operação movimentou US$ 1,235 bilhão. Desse total, US$ 956,454 milhões vão para o Itaú Unibanco,  30/11/2020 
  • Fundo exclusivo de agtechs da KPTL recebe investimento de family office - De perfil tradicional nos investimentos, a família Nishimura levou para a mesa dos acionistas do Grupo Jacto, a decisão de investir em inovação. A Tridon Participações, braço de venture capital da companhia, um dos principais do agronegócio brasileiro, está ampliando seus investimentos em startups do setor. O family office é o mais novo investidor no Fundo de Agro da KPTL, uma das gestoras com o mais extenso portfólio de Agtechs do País, com 8 investidas atualmente. O valor da transação não foi revelado. Ainda em fase de captação, o fundo pretende captar nos próximos 24 meses R$ 300 milhões destinados a até 16 empresas. Entre as companhias que potencialmente podem entrar no fundo estão a Agrotools e outras já no portfólio da KPTL. 24/11/2020

QUEM, O QUÊ, QUANDO, QUANTO, COMO e POR QUÊ

 A pesquisa FUSÕES E AQUISIÇÕES - DESTAQUES DA SEMANA tem o propósito de captar o “clima” do mercado das operações de Fusões e Aquisições bem como sinalizar suas principais tendências. Trata-se da compilacão semanal das notícias visando tornar mais acessíveis e conhecidos os negócios de fusão, aquisição e venda realizados entre empresas com atuação no Brasil. Todas as informações sobre os negócios citados no presente relatório são obtidos a partir de notícias publicadas pela imprensa e divulgadas no “estado" pelo blog FUSOESAQUISICOES.BLOGSPOT http://fusoesaquisicoes.blogspot.com, não sendo feita qualquer verificação quanto à sua veracidade, precisão ou integridade do conteúdo. Sempre que possível, serão mencionados os nomes dos compradores – investidor estratégico ou fundos de private equity, dos vendedores, a tese de investimento e principais “value drivers”, o valor da transação, forma de pagamento, múltiplos praticados (Valor da Empresa/EBITDA, Valor da Empresa/Receita) etc. Muitas vezes a notícia não é clara a respeito dos valores/forma de pagamentos e respectivos múltiplos. É bem-vinda toda e qualquer contribuição para tornar as informações mais precisas e transparentes. Caso o conteúdo estiver em desacordo, nos contate que estaremos retirando o mesmo ou corrigindo a respectiva  informação. Blog FUSÕES & AQUISIÇÕES

10 dezembro 2020