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22 dezembro 2020

Retrospectiva 2020: e-commerce se tornou o melhor negócio em tempos de pandemia

Vender produtos e serviços por canais online foi mais do que uma estratégia: neste ano, significou a sobrevivência dos negócios

O e-commerce foi o destaque como modelo de negócio em um ano marcado pela digitalização das atividades, especialmente aquelas do setor varejista. Produtos e serviços passaram a ter as telas como vitrine e o consumidor descobriu a praticidade e a comodidade de comprar online e receber em casa.. leia mais em epocanegocios.globo. 22/12/2020

                                    https://epocanegocios.globo

22 dezembro 2020



21 dezembro 2020

Apoiada por Softbank, Olist compra firma logística PAX no Brasil

Apoiada pelo Softbank Group, a empresa viu sua receita dobrar em 2020, com mais brasileiros recorrendo ao ecommerce em meio a restrições de mobilidade impostas pelo vírus 

O grupo brasileiro de ecommerce Olist comprou a startup de logística PAX, num cenário em que a pandemia do novo coronavírus acelera a migração tanto de vendedores quanto consumidores para plataformas online na maior economia da América Latina.

Apoiada pelo Softbank Group, a empresa viu sua receita dobrar em 2020, com mais brasileiros recorrendo ao ecommerce em meio a restrições de mobilidade impostas pelo vírus. Com a aquisição, cujo valor não foi revelado, o Olist busca ofertar mais serviços aos comerciantes que utilizam sua plataforma.

“PAX vai nos ajudar com o first mile da carga para o merchant pequeno, sem volume suficiente para um grande operador e com dificuldade de encontrar uma tabela de frete competitiva”, contou o presidente e fundador do Olist, Tiago Dalvi, em entrevista. Todos os 65 funcionários da PAX serão integrados ao time da companhia, segundo ele.

Dalvi disse que o financiamento vem da mais recente rodada de investimentos de R$ 310 milhões liderada pelo Softbank. Nascido em um programa de aceleração de startups no Vale do Silício em 2014, o Olist já captou um total de US$ 113,5 milhões em sete rodadas, das quais duas tiveram a participação do conglomerado japonês.

O grupo curitibano planeja expandir a infraestrutura da PAX com a abertura de 30 novos hubs em diferentes cidades brasileiras no próximo ano, afirmou o executivo.

Hoje, a startup logística conta com 5 centros cross-docking localizados em São Paulo, Rio de Janeiro, Curitiba, Belo Horizonte e Porto Alegre.

Inicialmente, o serviço PAX estará disponível apenas aos vendedores que utilizam a plataforma Olist ou lojas parceiras, acrescentou Dalvi, mas a ideia é futuramente também ofertar para comerciantes de fora.

“Não descartamos novos aportes, mas estamos focamos agora em executar nossa estratégia,” explicou. Além da logística, áreas como ferramentas de ecommerce, serviços de pagamentos e tecnologia estão entre as prioridades, de acordo com ele.

O Olist ainda pretende acelerar o chamado Olist shops, um app lançado no começo de 2020 que já ajudou 80.000 vendedores em 165 países a montar a própria loja online em poucos minutos. ,L

No caso da loja Olist, principal operação do grupo e que atualmente dá a cerca de 25 mil vendedores acesso a grandes marketplaces como Mercado Livre e Amazon.com, a meta é lançá-la em outros países a partir de 2021, disse Dalvi, citando a América Latina entre as regiões no radar da companhia. Por Bloomberg .. Leia mais em moneytimes 21/12/2020



21 dezembro 2020



16 dezembro 2020

Wish cai mais de 15% em sua estreia na Bolsa de Valores de Nova York

O catálogo da loja disparou para mais de 150 milhões de itens e vende quase 2 milhões de itens por dia, segundo seu arquivo S-1.

A empresa dona da Wish, a ContextLogic, caiu mais de 15%, nesta quarta-feira (16), em sua primeira abertura na Bolsa de Valores após seu IPO. Com isso, a empresa de e-commerce tem uma avaliação de mercado de aproximadamente US$ 15 bilhões.

A ação (WISH) abriu a US$ 22,75 e fechou em baixa de US$ 20,05, tendo uma queda de 16,46% em relação ao seu preço inicial de IPO, de US$ 24.

A Wish fixou o preço de seu IPO em US$ 24 por ação, levantando US$ 1,1 bilhão, ficando avaliada em US$ 17 bilhões. Na sua última rodada de investimentos privados em 2019, quando a empresa levantou US$ 300 milhões, ela havia ficado avaliada em US$ 11 bilhões.

O Wish foi criado pelo ex-engenheiro do Google, Piotr Szulczewski. A plataforma de e-commerce se baseia em uma experiência de navegação visual personalizada, ao invés dos tradicionais hábitos de pesquisar e ir às compras através de uma barra de pesquisa.

O catálogo da loja disparou para mais de 150 milhões de itens, com vendas de quase 2 milhões de itens por dia, segundo seu arquivo S-1. A companhia teve uma receita de US$ 1,9 bilhão em 2019. *Com informações da Business Insider.., leia mais em seudinheiro 16/12/2020



16 dezembro 2020



14 dezembro 2020

Empresa de curadoria adquire “Ifood dos remédios” por R$2 milhões

A Take4Content, empresa de curadoria, criação e produção de conteúdo multiplataforma, deu mais um passo em sua estratégia de trazer a inovação para dentro do negócio e agregar novas soluções aos clientes, ao adquirir 20% de participação societária no aplicativo Farmazon, considerado o iFood dos remédios. A transação de R$ 2 milhões foi realizada por meio do núcleo Concept da Take4Content, especializado em inteligência digital e planejamento em novos negócios.

O aplicativo Farmazon une ofertas de farmácias e drogarias de bairros do Rio de Janeiro, disponibiliza os produtos para compra via aplicativo e realiza a entrega aos usuários em até 30 minutos, contando com mais de cinco mil entregadores. O aporte da Take4Content permitirá aprimorar o app, trabalhar sua comunicação e expandir a atuação do aplicativo para outras cidades do Brasil a partir de janeiro de 2021, como São Paulo, Fortaleza e Uberlândia.

Maior investidor individual do app, a Take4Content também fundou a joint-venture com a Doctor Web – desenvolvedora do aplicativo, que tem à frente os sócios fundadores Rodrigo Robledo e Líria Knutti – e, dessa forma, passou a dispor de inovação e tecnologia multiplataformas para a Take4Content e seus clientes.

“Buscamos agregar soluções que gerem valor aos nossos clientes. Por isso, trazer para o nosso negócio sócios com expertise em tecnologia é um importante diferencial no momento em que muitas empresas estão ampliando sua atuação no digital”, conta Cassiano Scarambone, CEO da Take4Content, ao explicar que a empresa vem atuando também como incubadora de negócios inovadores que têm sinergia com sua atuação.

Lançado em 2019, o aplicativo Farmazon teve rápido crescimento em pouco mais de um ano de atividade, e hoje dispõe de 100% dos produtos que são comercializados nas farmácias do Brasil. Para 2021, a Farmazon também se prepara para lançar a versão 2.0 do aplicativo, que trará outras novidades, como serviço de agendamento, atendimento 24horas para algumas regiões e, principalmente, a facilidade para que qualquer drogaria, em qualquer local do País, possa baixar o aplicativo e iniciar as vendas online de seu estoque, sem a necessidade de investir em estrutura.

“A Farmazon vem se provando um aplicativo extremamente útil e de grande potencial, é uma solução única em sua área de atuação, por isso resolvemos investir nele”, comenta Cassiano, ao destacar que o investimento foi feito com capital próprio da empresa. “A Take4Content, por meio do Núcleo Concept, procura investir em segmentos que tenham sinergia com nosso core business. Estamos sempre à procura de oportunidades interessantes no segmento de startups, posicionando-nos como uma aceleradora de negócios inovadores”, completa Scarambone... Leia mais em startupi 14/12/2020



14 dezembro 2020



Fusões e aquisições serão principal catalisador para B2W e Lojas Americanas

Há um risco-retorno bastante atrativo para ambas companhias, segundo analistas

A B2W (BTOW3) e Lojas Americanas (LAME4) promoveram, na última sexta-feira (11), seu Investor Day, oportunidade em que revelam informações sobre sua estratégia para os próximos anos.

Muitas conclusões puderam ser captadas a partir do evento, e analistas já projetam como ambas ações devem refletir os desafios no futuro.

Para a XP Investimentos, a principal mensagem é que as duas varejistas estão procurando integrar seus negócios o máximo possível “de modo a oferecer um ecossistema completo para seus clientes”.

A corretora ainda destaca três pilares que as empresas devem focar nos próximos anos:

1) Cerca de 54 oportunidades diferentes de fusões & aquisições foram mapeadas em 9 segmentos, que podem despontar os negócios da Lojas Americanas;

2) Melhoramento da logística, aumentando sua capilaridade e expandindo o fulfillment aos vendedores; e

3) A Ame, plataforma de cashback da B2W, será alavancada através das suas plataformas digital e física.

O Safra também concorda que as fusões e aquisições serão o principal catalisador para as ações da B2W e da Lojas Americanas no futuro.

“Vemos o risco-retorno bastante atrativo para ambas companhias, especialmente após as recentes recentes ofertas de ações que renderam R$ 7,9 bilhões à Lojas Americanas e R$ 4 bilhões à B2W”, comentam os analistas Guilherme Assis e Felipe Reboredo.Por Lucas Simões Leia mais em moneytimes 14/12/2020



L’Oréal compra participação na plataforma de “social selling” Replika Software

L'Oréal compra participação na plataforma de “social selling” Replika Software

A L’Oréal adquiriu uma participação minoritária na plataforma de social selling americana Replika Software. Feito por meio do BOLD Business Opportunities for L’Oréal Development - o fundo de private equity do grupo - esse investimento faz parte da estratégia de aceleração do comércio eletrônico do gigante do sector dos cosméticos.

Fundada em 2016 por Kareen Mallet, ex-diretora de moda da Neiman Marcus e Bergdorf Goodman, e Corey Gottlieb, empresário em publicidade, marketing e tecnologia, a Replika Software fornece às marcas soluções de vendas sociais completas. A empresa permite às marcas uma ativação redes de vendedores sociais de grande dimensão, e conectar-se com os consumidores a qualquer hora e em qualquer lugar. A empresa está sediada na cidade de Nova York e possui escritórios em Paris.

25% do faturamento da L’Oréal é gerado por meio do comércio eletrônico

“O comércio social é uma nova forma estimulante de e-commerce que permite que consumidores, influenciadores, especialistas, consultores de beleza ou consultores de vendas comercializem marcas e produtos nas mídias sociais por meio de formatos como compra direta ou livestreaming”, declarou Lubomira Rochet, diretora digital da L’Oréal. “Hoje, o e-commerce já representa 25% do faturamento da L’Oréal. A ascensão do comércio social é uma excelente oportunidade para nossas marcas reinventarem a experiência do cliente em todo o mundo. Nossa ambição é entrar neste novo canal e construir um ecossistema saudável e dinâmico de vendedores sociais para o setor da beleza”.

De acordo com a Replica Software, o desenvolvimento da venda social está apenas começando. Combinada com a escala gigantesca e o poder oferecidos pelas mídias sociais, essa ferramenta tem um potencial enorme, diz Kareen Mallet, cofundadora da Replika Software. “Estamos muito satisfeitos em fortalecer nossa parceria com a L’Oréal. Seu apoio financeiro e experiência no setor nos ajudarão a alcançar nossa visão de forma ainda mais rápida e ampla”, conclui ela... leia mais em brazilbeautynews 13/12/2020





12 dezembro 2020

Sequoia anuncia compra da Prime, que atua no e-commerce de produtos grandes

A Sequoia Logística e Transportes informa que celebrou contrato para a aquisição de 100% da Prime Express Logística e Transporte e da Prime Time Logística e Transportes Eireli. Os valores da transação não foram divulgados.

“A aquisição permitirá à Sequoia ampliar sua capacidade de atendimento ao e-commerce de médio rodo e rodo pesado, aumentando sua capilaridade e densidade operacional. Tal aquisição também reforça o compromisso da companhia em seguir realizando investimentos e expandindo sua operação”, informa a empresa em comunicado enviado à Comissão de Valores Mobiliários (CVM).

A empresa destaca que a consumação da Transação está sujeita ao cumprimento de determinadas condições precedentes, incluindo a aprovação do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade).

A Prime atua no ramo de transporte e logística, com foco no segmento de e-commerce de produtos grandes, denominado no mercado de “médio rodo” e “rodo pesado”, operando nos modelos cross docking, door to door, milk run e logística reversa para B2C, para as regiões Sul, Sudeste, Distrito Federal e Goiás.

No mercado há mais de 10 anos, a Prime atua em oito estados do território brasileiro, possui 6 filiais e mais de 700 colaboradores. Com sede instalada na cidade de Itupeva (SP), opera com processos operacionais padronizados visando proporcionar agilidade e segurança aos seus clientes.

No período de 12 meses encerrado em outubro de 2020, a Prime apresentou um faturamento bruto de R$ 199,5 milhões e crescimento de 54% sob o mesmo período do ano anterior. Estadão Conteúdo Leia mais em istoedinheiro 11/12/2020



12 dezembro 2020



10 dezembro 2020

Tecnologia e e-commerce devem prevalecer entre IPOs nos próximos meses

Petz é uma das empresas com ações em alta em 2020. 

Embora as ações da maior parte das empresas que estrearam na B3 neste ano não apresentem um resultado positivo até aqui, alguns setores se destacam, principalmente considerando o forte fluxo estrangeiro registrado no mês de novembro. 

Entre os nomes de estreia mais recente, sobressaem a Sequoia Logística, que acumula alta de 55% desde sua estreia em outubro, a rede de varejo Petz, com alta de 25,7%, a varejista de materiais de construção Lojas Quero Quero, com alta de 23,8%, e a Track & Field, com ganho de 22%.... Leia mais em economia.estadao 08/12/020



10 dezembro 2020



30 novembro 2020

Startup que ajuda Mobly a mostrar produtos online leva aporte milionário

Comprar online pode ser um desafio. Sem ver o produto ao vivo, muitos consumidores têm dificuldades para decidir se aquela peça é a escolha certa. Para tentar facilitar essa decisão de compra, a startup R2U, fundada em 2016 por Caio Jahara, usa realidade aumentada para permitir que empresas como Mobly, Leroy Merlin e Electrolux ofereçam a seus clientes a possibilidade de ver os produtos em 3D e testá-los no ambiente usando um smartphone.

Com o crescimento do e-commerce impulsionando seu negócio, que cresceu 60% ao mês este ano, a startup captou um novo investimento de 800.000 dólares (4,2 milhões de reais). A rodada, liderada pelo fundo brasileiro Canary, teve participação dos fundos Norte Ventures e Equitas; da empresa têxtil Coteminas; e dos cofundadores da Mobly, Victor Noda e Mario Fernandes.

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“Conseguimos trazer pessoas e fundos que geram um valor absurdo para a gente. No caso do Mario e do Victor, é ainda mais legal, porque eles não só apostam em nós como prestadores de serviço, mas como investidores-anjo”, diz Jahara.

Com o capital semente, a empresa vai contratar mais pessoas para as equipes de tecnologia e comercial. Hoje, são 25 funcionários, mas a meta ao longo do próximo ano é chegar a cerca de 40 pessoas na empresa.

Por enquanto, uma nova rodada não está nos planos do fundador. “Queremos captar uma série A em meados de 2020, sem pressa. Estamos com caixa em dia, trabalhando ... EXAME  Leia mais em indicesbovespa. 30/11/2020



30 novembro 2020



27 novembro 2020

Com IPO à vista, dona da Imaginarium dá um salto no digital

Grupo Uni.co, gerido pela Squadra, fez aposta certa na digitalização do varejo antes de levar ações a público

 Grupo Uni.co, dona das redes Imaginarium, Puket, Mind e Love Brands, parece ser daqueles que de um limão faz uma limonada. A implantação de projetos e ações voltados à omnicanalidade — integração entre o e-commerce e as lojas físicas — permitiu o aumento no fluxo e na conversão dos sites das marcas do grupo, apurou o Radar Econômico. 

Até o fim de setembro, elas receberam mais de 20 milhões de acessos. No primeiro trimestre de 2020, a empresa registrou um aumento de 88% das vendas digitais em comparação com .. Leia mais em veja 26/11/2020



27 novembro 2020



25 novembro 2020

Startup Mimo recebe aporte e fecha negócios

Empresa que integra e-commerce e livestream numa única tela fechou lives com 23 marcas até dezembro. Investidores aplicaram R$ 2 milhões

A startup Mimo, fundada por Monique Lima, Etienne Du Jardin e Angelica Vasconcelos, que integra e-commerce e livestream numa única tela, assinou projetos com 23 marcas. As lives estão agendadas até o final de dezembro. Entre as marcas confirmadas estão Riachuelo, North Face, Imaginarium, Mind, Julio Okubo, Spicy, Blue Bird Shoes, Emmanuelle Junqueira e Egray.

A empresa acaba de receber aporte de R$ 2 milhões de investidores como Nizan Guanaes, Mark Yuan (consultor de livestreaming para Alibaba e Kim Kardashian), Ricardo Dias (ex-Ambev), Ricardo Natali (Experience Club), Daniela Graicar (Prós), Camila Salek (Vimer) e Pyr Marcondes (Pipeline Capital)... Leia mais em meioemensagem 23/11/2020



25 novembro 2020



Marketplace B2B para pequenos lojistas chama atenção de investidores e recebe aporte da Poli Angels

A e-comprei.com, marketplace B2B, criada para viabilizar a compra e venda inteligente, econômica e conveniente do portfólio de Beleza e Higiene para pequenos lojistas, anunciou hoje um investimento que ajudará a startup a crescer e ganhar escala. A rodada, que teve um pré-seed de R$ 450 mil, foi liderada pela Poli Angels, grupo de investidores-anjo composto majoritariamente por ex-alunos da Escola Politécnica da USP.

A startup nasceu a partir de uma observação do fundador Vinicius Hilkner Oliveira. Quando trabalhava na indústria Procter & Gamble (P&G), como gerente da marca Pantene, o empreendedor vivenciou a dificuldade de crescer a capilaridade da marca em novas lojas – pequenos comércios de perfumaria e farmácia. E, em visitas aos lojistas, eles relatavam que gostariam de ter a marca e os lançamentos na sua loja, mas tinham dificuldade de achar para comprar ou simplesmente não tinham acesso fácil ao produto.

Foi na ponta, ouvindo os pequenos lojistas de bairro que nasceu a startup, ao perceber que o problema era estrutural e que os modelos atuais não entregariam o crescimento de vendas e distribuição desejados.

Nos últimos oito meses, a startup tem registrado crescimento mensal de 25% e nesse período se transformou no maior distribuidor de cosméticos do país, em número de portfólio. Agora, com a mentoria dos membros da Poli Angels e o aporte da fase pré-seed a expectativa é crescer ainda mais. “Estamos felizes pelo reconhecimento do potencial do nosso negócio. Não estávamos procurando apenas um investidor, mas também pessoas que acreditam no nosso modelo de negócio e que gerem valor para o mercado”, explica Vinicius.

Segundo Rubens Approbato, membro cofundador da Poli Angels, a startup tem um modelo promissor. “Com a mudança de hábito dos lojistas, a migração para a compra online e a transformação digital do mercado, modelos como o e-comprei oferecem uma plataforma para o sucesso de pequenos e médios empresários”, destaca Approbato.

Já o investidor líder da rodada de investimento junto ao grupo, João Luis Oliverio, ressalta não só o modelo de negócio e a tese interessaram aos membros  Poli Angels, mas o potencial dos empreendedores. “Sentimos segurança que eles têm capacidade de criar uma empresa sólida e escalável”, afirma Oliverio.

“Criamos um modelo de negócio com proposito de gerar competitividade para o pequeno lojista. Reunimos uma vitrine com mais de 9 mil produtos, abrimos.. Leia mais em startupi 25/11/2020





24 novembro 2020

Americana InComm Payments adquire startup brasileira de gift cards

A InComm Payments, empresa americana especializada em tecnologia de pagamentos, anunciou hoje a aquisição da Todo Cartões, startup brasileira que opera com cartões presentes dos maiores varejistas do país, entre eles Riachuelo, Centauro, Outback, RiHappy, Arezzo e Havaianas. O valor da transação não foi revelado.

A startup foi fundada em 2009 e, ao longo de sua trajetória, desenvolveu soluções omnichannel que agregam o processamento dos cartões presentes e listas de presentes que são ligadas às lojas físicas e online dos varejistas. Além disso, a empresa é responsável por distribuir os cartões presentes dos varejistas para o mercado B2B, disponibilizando todo o seu portfólio para programas de fidelidade e empresas que querem premiar clientes e suas equipes.

Para Ricardo Olivieri, Country Manager da InComm Payments Brasil, a aquisição da Todo Cartões tangibiliza o propósito da empresa de ajudar outras organizações a crescerem com uma ampla gama de serviços digitais. “A Todo Cartões tem como clientes os maiores varejistas do Brasil e possui uma tecnologia proprietária de alta qualidade. Além disso, a startup possui um time super capacitado que, somado ao time da InComm, tem tudo para gerar mais inovação e resultados para os varejistas brasileiros”, explica Olivieri.

Com a aquisição, os 30 colaboradores da startup passam a fazer parte da InComm Payments – que, hoje, possui mais de 3 mil pessoas no time trabalhando em diferentes partes do mundo. Para o mercado, essa fusão aumenta as opções de cartões presentes, que serão ofertadas através dos canais da InComm Payments no Brasil, gerando ainda mais receita para os clientes atuais da Todo Cartões.

“Tudo o que fizemos nos últimos anos será acelerado com a expertise que a InComm Payments acumulou no setor e que hoje permite que a empresa tenha operação em 34 países, com bilhões de dólares em transações anualmente. Construímos uma trajetória linda na Todo, saindo do zero para a liderança no mercado de processamento de cartões presentes no Brasil, mas sempre soubemos que esse era um mercado global, com players fortes e que dominavam isso em muitos países”, comenta João Espindola, CEO e fundador da Todo Cartões, que agora fará parte do time de executivos da InComm Payments.

O executivo fala ainda sobre sua expectativa com a operação. “Queremos crescer e melhorar ainda mais o nosso produto para expandir os canais que os cartões presentes estão disponíveis. Desde que conhecemos a InComm Payments ficamos atentos ao perfil agressivo de crescimento da empresa, especialmente em países emergentes, por isso, acreditamos que essa fusão será um fator determinante para a expansão do mercado como um todo”, destaca Espindola.

Desde sua fundação, a Todo Cartões gerou mais de R$ 300 milhões em GMV (Gross Merchandise Volume) e cerca de R$ 600 milhões em vendas para o varejo brasileiro. A startup, que se manteve com investimento dos sócios desde o início, atende mais de 70 varejistas de médio e grande porte.

A partir de agora, a solução da startup fará parte do portfólio de produtos e serviços da InComm Payments e seu time de executivos contará com a participação dos então fundadores da Todo Cartões: João Espindola, Gregório Rados e Filipe Fortes. “A InComm Payments foi nossa grande referência e sempre tivemos uma ótima relação, por isso, essa aquisição marca um novo momento para as duas empresas. A companhia tem uma tecnologia e experiência de uso incrível, muito alinhado com a visão e omnicanalidade que construímos na Todo Cartões. Com a visão do futuro do varejo muito alinhada, foram só alguns ajustes para fecharmos o negócio e seguirmos como uma só empresa”, complementa Espindola.

“Vamos fazer mais do que já fazemos e levar ainda mais tecnologia para o varejo. Queremos ser o terceiro hub de tecnologia no mundo, ao lado dos Estados Unidos e Japão. Temos muito talento aqui no Brasil e acreditamos que faz total sentido sermos exportadores de inteligência e tecnologia”, finaliza Gregório Rados, cofundador da startup... Leia mais em startupi 24/11/2020



24 novembro 2020



20 novembro 2020

Arezzo compra 75% do capital da Troc, brechó on-line de luxo

Empresa anunciou ainda a criação do ZZ Ventures, braço de corporate venture capital do grupo, que será responsável pela busca de novas startups em diversos segmentos

A Arezzo & Co, dona das marcas Arezzo, Anacapri, Alexandre Birman, Schutz, Fiever, Alme e Vans no Brasil, fechou acordo para adquirir 75% do capital acionário da Troc.com.br, brechó on-line de artigos de luxo. O valor da transação é mantido em sigilo pela companhia... Leia mais em valoreconomico 20/11/2020

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AREZZO INDÚSTRIA E COMÉRCIO - COMUNICADO AO MERCADO

Em 19 de novembro de 2020, a ZZAB Comércio de Calçados Ltda. (CNPJ n.o 07.900.208/0001-06) (“ZZAB”), sociedade controlada pela Companhia, celebrou “Contrato de Compra e Venda, Subscrição de Ações e Outras Avenças” entre a Companhia, Luanna de Carvalho Rodrigues Toniolo Domakoski (CPF n.o 059.397.589-83) (“Luanna”) e Aya Holding De Participações Ltda. (CNPJ n.o 33.674.459/0001-20) (“Contrato”) estabelecendo, entre outras matérias, a aquisição, pela ZZAB, de participação societária na TROC.COM.BR - Atividades de Internet S.A. (CNPJ n.o 24.783.757/0001-67) (“TROC” e “Operação”).

Nos termos do Contrato, mediante a implementação da Operação, a ZZAB adquirirá, por meio de compra e venda, participação dos atuais acionistas da TROC e realizará aportes de recursos, mediante realização de aumento de capital social da TROC, de forma que a ZZAB passará a ser controladora da TROC. Com a consumação da Operação, a ZZAB e outras sociedades controladas da Companhia passarão a deter aproximadamente 75% do capital social total e votante da TROC.

A TROC é uma startup de tecnologia voltada para a economia circular que tem como um de seus diferenciais a disponibilização de serviços de curadoria, cadastro, precificação e venda de peças usadas em sua plataforma. No âmbito das atividades da TROC, o vendedor (pessoa física) envia as peças pelos Correios ou agenda a coleta em domicílio e, após a venda das peças de roupa, a TROC fica com um percentual deste valor (“take rate”).

Com a efetivação da Operação, o grupo Arezzo&Co estreia no mercado de second hand, endereçando frentes importantes do seu planejamento estratégico, incluindo as de sustentabilidade, tecnologia, dados/analytics, além de oferecer um serviço exclusivo e diferenciado para seus clientes.

 Também em 19 de novembro de 2020, o grupo Arezzo&Co lançou oficialmente a plataforma ZZ Mall, marketplace que opera mais de 30 outras marcas de moda e acessórios, além das marcas do grupo Arezzo&Co. Uma vez consumada a Operação, a TROC também será conectada ao ZZ Mall, e os consumidores poderão realizar a venda de peças usadas, monetizar parte de seus guarda roupas e utilizar os créditos obtidos com essa venda para a compra de produtos novos na plataforma. Por meio da TROC, busca-se viabilizar um destino sustentável para as peças de roupas, calçados e acessórios, que seus clientes não usam mais e, ao mesmo tempo, dar acesso a marcas premium para novos clientes.

Além da Operação, a Companhia oficializa a criação do ZZ Ventures, braço de corporate venture capital do grupo Arezzo&Co, que será responsável pela busca e captação de novas startups em diversos segmentos, com objetivo de ampliar a atuação da Companhia nas frentes de tecnologia e inovação.

No desenvolvimento da ZZ Ventures, o grupo Arezzo&Co contará com o apoio da Endeavor, rede global formada por empreendedores e empreendedoras, no mapeamento de startups, scale-ups e outras empresas inovadoras com potencial de crescimento acelerado.

A atual sócia da TROC, Luanna, permanecerá na operação, no mínimo, até 31 de dezembro de 2023, com métricas de performance pré-estabelecidas, nos termos do Contrato. Vale destacar que Luanna continuará como diretora presidente da TROC, reportando-se à estrutura do ZZ Ventures.

Uma vez que a aquisição é realizada por controlada da Companhia, não é aplicável à Operação o artigo 256 da Lei n.o 6.404, de 1976.

Ressalta-se que a efetivação da Operação está condicionada à verificação de determinadas condições precedentes, incluindo a aprovação definitiva do Conselho Administrativo de Defesa Econômica – CADE.

A Companhia manterá os acionistas e o mercado informados acerca dos andamentos relevantes relacionados aos assuntos aqui tratados. São Paulo, 20 de novembro de 2020. ALINE FERREIRA PENNA PELI Diretora de Relações com Investidores, Estratégia e M&A.. Leia mais em Arezzoco 20/11/2020



20 novembro 2020



11 novembro 2020

Startups vivem 'fintechzação' dos serviços

Empresas oferecem alternativas de pagamentos, tendência deve aumentar com Pix e open banking

Um número crescente de startups, dos mais diversos segmentos, tem ampliado a oferta de serviços financeiros, para facilitar a vida de seus clientes e abrir uma nova frente de faturamento, que não fazia parte do escopo inicial de seus negócios. O caso mais recente foi o do iFood. No começo do mês, lançou uma conta digital para donos de restaurantes.

A tendência foi batizada de "fintechzação" por Rafael Assunção, sócio-fundador da Questum e mentor do programa de capacitação de startups do Sebrae de Santa Catarina.

Fintechs são startups voltadas ao uso de tecnologia para solucionar questões financeiras. A incorporação dos serviços financeiros a negócios de outras áreas chamou a atenção dele... Leia mais em folhadesp 11/11/2020





11 novembro 2020



10 novembro 2020

Moda, pagamentos e mais aquisições: os próximos passos do Magazine Luiza

O Magazine Luiza apresentou um crescimento de 81% nas vendas e de 148% no comércio eletrônico. Em entrevista ao NeoFeed, Frederico Trajano, CEO do Magalu, comenta o resultado do terceiro trimestre e fala sobre as prioridades de 2021

Durante a apresentação dos resultados do terceiro trimestre da B2W, dona das marcas Americanas.com e Submarino, os analistas questionaram de forma insistente a taxa de crescimento das vendas da companhia, que havia crescido 56% e atingido R$ 7,2 bilhões em seu terceiro trimestre de 2020.

Pacientemente, Raoni Lapagesse, diretor de relações com investidores, respondia que ela estava acima do mercado. No período, o e-commerce havia crescido 45%, segundo dados da e-bit.

Mas estava implícito, nos questionamentos dos analistas, que apesar de boa, a expansão da B2W não havia sido suficiente.

Essa desconfiança ganhou cores vivas com a divulgação dos resultados do terceiro trimestre de 2020 do Magazine Luiza. As vendas totais da empresa cresceram 81%, atingindo R$ 12,4 bilhões.

O e-commerce, por sua vez, teve um salto ainda maior: 148%. No período, o Magazine Luiza vendeu R$ 8,2 bilhões pelo seu canal online, o que representou 66% das vendas totais da companhia.

“Quando você olha especificamente à venda online, ela entrou em outro patamar a partir da pandemia”, disse Frederico Trajano, CEO do Magazine Luiza, em entrevista ao NeoFeed. “E obviamente o Magalu era uma das empresas mais preparadas para capturar o share nessa pandemia.”

Nesta entrevista, Trajano fala das prioridades do Magazine Luiza. Apesar de dizer que a lista é grande, ele se aprofunda mais sobre a área de moda e beleza e a de pagamentos.

Na primeira, a aposta será na Zattini e na Época Cosméticos. Na outra, o investimento é no MagaluPay, que já conta com 2 milhões de usuários e será essencial para a estratégia do PIX, o sistema de pagamentos instantâneos do Banco Central, que estreia em meados de novembro.

“A Zattini, na Netshoes, sempre foi um ativo secundário. Estamos criando um time de especialistas e fazendo investimentos na ampliação de fornecedores”, diz Trajano. “Vamos trabalhar também com marca própria e com importação.”

Sobre o PIX, Trajano é mais reservado. “Vamos atuar fortemente. Acabamos de lançar a conta digital agora. Mas primeiro precisamos formar a base para depois usar o PIX”, afirmou. “O que estamos fazendo agora é aumentar a base e aí vamos virar a chavinha e ter essas opções prontas no começo do ano que vem.”

Trajano comenta também a política de aquisições. Nos últimos dois meses, o Magazine Luiza anunciou oito compras. Ele assegura que outras mais devem acontecer. “Existem ainda muitas oportunidades dentro dos nossos pilares estratégicos”, diz o CEO do Magazine Luiza.

Confira os principais trechos da entrevista:

...  Ao longo do segundo trimestre, o Magazine Luiza fez oito aquisições. A empresa vai manter esse ritmo e quais setores interessam?

Venho falando há algum tempo: tivemos um sucesso enorme em digitalizar uma companhia analógica e adotar um modelo multicanal. O nosso próximo passo é digitalizar o varejo brasileiro. Esse é o nosso novo desafio. Queremos levar esse modelo multicanal para outras empresas do varejo brasileiro. E para isso estamos montando um ecossistema e uma plataforma. E estamos complementando esse ecossistema com aquisições. O Canatech e a Inloco Media são para a área de advertising. A ComSchool é para capacitação de sellers e para empreendedores digitais. A GFL e a SincLog aumentam a nossa capacidade de fazer entregas para sellers, principalmente de courier. A Hubsales ajuda a indústria a vender direto pelo e-commerce. A AIQFome ajuda a aumentar a frequência do superapp e digitaliza restaurantes. A Stoq é um PDV que faz com que um lojista físico venda online. São todas aquisições que se complementam e são peças do quebra-cabeça do nosso ecossistema digital. Elas se encaixam perfeitamente.

O Magazine Luiza está com o caixa cheio. Vão seguir comprando?

Sim, sem dúvida. Existem ainda muitas oportunidades dentro dos nossos pilares estratégicos: crescimento exponencial, novas categorias, superapp, entrega mais rápida do mercado (logística) e o Magalu as a service, que é a plataforma em si. Dentro desses cinco pilares estratégicos, startups que complementem e ajudem a gente a implementar a nossa estratégia certamente vão ser consideradas. E até empresas maiores. Vamos continuar investindo bastante.

Na última teleconferência, você disse que o mercado ia se surpreender com as aquisições. Ainda haverá surpresas?

Vieram oito empresas em dois meses. E vai de uma escola de negócio digital (ComSchool) até um delivery de comida (AIQFome). Para mim, é importante que o mercado entenda a nossa direção. Pelo menos, a direção macro. Agora, eles vão se surpreender menos, porque provamos que podemos comprar qualquer tipo de empresa que se encaixe numa estratégia como essa. Quando a gente falava em uma estratégia de aquisições, dez anos atrás, todo mundo pensava que íamos comprar uma empresa exatamente igual a nossa, mas em outra região. Hoje, somos um ecossistema digital. Vamos continuar comprando empresas que não são óbvias, mas que fazem total sentido para a nossa estratégia.

“Vamos continuar comprando empresas que não são óbvias, mas que fazem total sentido para a nossa estratégia”

E o ritmo vai ser esse do segundo trimestre?

Depende. Se surgirem várias empresas espetaculares e com empreendedores fantásticos como esses, sim. Lembrando que falamos muito mais do que com essas oito empresas. Sempre fazemos uma análise econômica e financeira. Fazemos ainda uma análise tecnológica e uma análise das pessoas. Se encontramos essa combinação e ela se encaixa nos cinco pilares, vamos fazer a aquisição. Mas não é fácil. É um crivo alto. A gente precisa gostar das pessoas, a área de tecnologia precisa aprovar e a área de negócio precisa concordar com o valuation. É uma combinação de fatores.

A MagaluPay atingiu 2 milhões de contas. O que esperar dessa área de serviços financeiros?

Qualquer plataforma de varejo tem que ter três sustentáculos: logística, o varejo em si e pagamentos. Se você olha as plataformas chinesas, elas têm essas características. O Alibaba tem essa sustentação. O pagamento é superimportante. Chegamos a 2 milhões de contas porque apostamos em um modelo de integrar a conta ao nosso superaplicativo. E para ter o superapp, você precisa ter o cara usando todo dia. E a conta digital e de pagamentos faz parte disso. Assim como o delivery de comida. Você precisa desenvolver features para fazer o cliente entrar não só todo mês, mas todo dia. Essa é nossa obsessão. Estamos criando essa área. O PIX agora é um pilar superimportante.

Como o Magazine Luiza vai atuar no PIX?

Vamos atuar fortemente. Acabamos de lançar a conta digital agora. Mas primeiro precisamos formar a base para depois usar o PIX. O que estamos fazendo agora é aumentar a base e aí vamos virar a chavinha e ter essas opções prontas no começo do ano que vem.

Você pode comentar mais alguma coisa sobre o PIX?

Prefiro que não. O nosso approach é estratégico.

E como está o processo de integração com a Netshoes? 

Já está concluído. O Marcio (Kumruian, fundador da Netshoes) foi para o nosso comitê de estratégia. Fizemos a integração do catálogo. Ela está praticamente no breakeven. Agora, estamos fazendo investimento mais pesado na Zattini, que veio também da Netshoes. Contratamos uma nova diretora executiva, a Silvia Machado, que veio da Arezzo. Ela vai tocar toda a Zattini junto com a Época Cosméticos na categoria de fashion and beauty. E vamos fazer vários investimentos para essa plataforma crescer. É um mercado endereçável bem maior do que o esportivo.

Que investimentos vocês estão fazendo essa área?

Agora, estamos estruturando e crescendo a equipe. A Zattini, na Netshoes, sempre foi um ativo secundário. Estamos criando um time de especialistas e fazendo investimentos na ampliação de fornecedores. Vamos trabalhar também com marca própria e com importação. É uma série de trabalhos para ser relevante na área de moda. Fizemos recentemente duas contratações de peso. A Silvia Machado, de moda. E o Robson Dantas, para pagamentos. São dois diretores executivos que estão encabeçando dois segmentos importantes para a gente. Uma em fashion and beauty. E o outro no Magalu as a Service, especificamente em pagamentos.

Posso concluir que são duas prioridades para 2021?

São duas das prioridades. A nossa lição é grande. Mercado é uma prioridade para a gente também. Logística é outra prioridade. Mas moda e pagamentos são duas das nossas top prioridades.

Você comentou sobre logística. E essa é uma área em que seus rivais estão fazendo investimentos pesados. O Magazine Luiza comprou também empresas nessa área. Como estão os investimentos?

Temos feito investimentos há muito tempo. Temos uma capilaridade, em função da nossa operação multicanal, que é difícil de ser batida. São mais de 1,1 mil lojas e mais de 20 centros de distribuição. Hoje, fazemos quase metade das nossas entregas em um dia. E vamos seguir acelerando. Neste último trimestre, compramos a GFL que aumenta em 50% a capacidade de entrega de courier da companhia e compramos a SincLog que é uma empresa de plataforma de tecnologia de operadores logísticas. Os investimentos não param por aí. Vamos continuar acelerando. Na verdade, quem está anunciando investimento agora está saindo atrasado. Estamos investindo há muitos anos e vamos acelerar... leia mais em neofeed  10/11/020



10 novembro 2020



04 novembro 2020

Saraiva tenta vender site a grandes redes

A rede de livrarias Saraiva vem tentando vender o seu domínio do site (www.saraiva.com.br) há alguns meses e buscou interessados, mas parte das grandes redes do setor preferiu não avançar numa negociação, segundo duas fontes ouvidas. 

A ideia é obter recursos para pagar credores - a empresa está em recuperação judicial desde setembro de 2019, quando o pedido foi homologado pela Justiça. Fonte:Valor Econômico Leia mais em portal.newsnet 04/11/2020



04 novembro 2020



03 novembro 2020

OLX Brasil conclui aquisição do Grupo Zap por R$ 2,9 bilhões

A transação havia sido aprovada pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) em outubro

A OLX Brasil anunciou nesta terça-feira, 3, a conclusão da aquisição do Grupo Zap, assinada em março, por aproximadamente R$ 2,9 bilhões.

A empresa de classificados online fundada na Holanda passa a operar no mercado de imóveis com as marcas OLX, Zap e Viva Real, com atuações complementares para atender às diferentes demandas de consumidores finais, anunciantes privados e profissionais do setor. A transação havia sido aprovada pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) em outubro.

“A OLX Brasil se fortalece, tornando-se uma das mais relevantes empresas de tecnologia 100% digital do mercado brasileiro”, diz Andries Oudshoorn, CEO da OLX Brasil, em nota. “Essa união potencializará a experiência dos nossos consumidores, clientes profissionais e parceiros na plataforma como um todo. Além disso, terá efeitos positivos sobre as demais verticais estratégicas da OLX Brasil.”

A operação unificada da OLX Brasil terá duas unidades. A OLX, sob a gestão de Lucas Vargas, continuará operando como plataforma horizontal com as categorias de automóveis, imóveis, bens de consumo, empregos, e serviços, além da OLX Pay, solução de pagamento digital e entrega lançada em julho.Por Agência Estado Leia mais em infomoney 03/11/2020



03 novembro 2020



IPO da Ant Group, o maior do mundo, é suspenso nas bolsas de Xangai e de Hong Kong

A Ant Group iria abrir capital em Hong Kong e Xangai na quinta-feira

A oferta pública inicial (IPO) de 37 bilhões de dólares da Ant Group foi suspensa em Xangai e em Hong Kong apenas dois dias antes do que seria a maior estreia no mercado de ações do mundo.

A bolsa de valores de Xangai primeiro anunciou que havia suspendido o IPO da Ant, fazendo com que a Ant também congelasse a etapa de Hong Kong da listagem dupla.

A Ant disse que o IPO foi suspensa por Xangai após uma recente entrevista que reguladores tiveram com seu fundador, Jack Ma, e outros executivos.

Os reguladores afirmaram que a companhia pode não atender aos requisitos de listagem e de transparência, também citando mudanças recentes no ambiente regulatório da área de fintechs.

A Ant iria abrir capital em Hong Kong e Xangai na quinta-feira, o que movimentaria um recorde de cerca de 37 bilhões de dólares.

“Esta é uma jogada inesperada que foi lançada sobre nós. Não sei o que dizer”, disse um executivo de um banco que trabalhava no IPO.

Ant Group

Os reguladores afirmaram que a companhia pode não atender aos requisitos de listagem e de transparência 

Os reguladores convocaram Ma, o presidente do conselho da Ant, Eric Jing, e o presidente-executivo, Simon Hu, para uma reunião na segunda-feira, quando foram informados que o lucrativo negócio de empréstimos online da empresa deveria passar por uma análise mais rígida do governo, disseram fontes à Reuters.

A reunião ocorreu no momento em que autoridades chinesas publicavam um projeto para novas regras sobre empréstimos online.

No final de outubro, Ma havia considerado a regulação desatualizada e inadequada para empresas que tentavam usar a tecnologia para impulsionar a inovação financeira.

Mas Pequim ficou mais desconfortável com os bancos que usam intensamente plataformas de tecnologia de terceiros como a Ant para conceder empréstimos ao consumidor, em meio a temores de inadimplência crescente e deterioração da qualidade dos ativos... Leia mais em moneytimes 03/11/2020





30 outubro 2020

IPO da Ant tem recorde de US$3 tri em ofertas de investidores de varejo

Os investidores de varejo fizeram ofertas por um recorde de 3 trilhões de dólares em ações na oferta pública inicial (IPO) da Ant Group, que deve ser a maior do mundo, conforme investidores de varejo na China apostam na demanda por seus serviços financeiros.

A listagem dupla da Ant deve movimentar cerca de 34,4 bilhões de dólares, divididos igualmente entre o STAR Market de Xangai e a bolsa de Hong Kong, superando a listagem de 29,4 bilhões de dólares da Saudi Aramco em dezembro passado.

Investidores, tanto de varejo quanto institucionais, estão correndo para comprar papéis da Ant, que opera a maior plataforma de pagamentos da China e outros serviços financeiros, apesar dos riscos de um maior escrutínio interno e externo.

A etapa de Xangai do IPO movimentou cerca de 19 trilhões de iuanes (2,8 trilhões de dólares) em ofertas de investidores de varejo, ou 872 vezes o número de ações reservadas para eles, revelou um documento da empresa na quinta-feira.

A tranche de Hong Kong foi de 1,3 trilhão de dólares de Hong Kong (168 bilhões de dólares dos EUA), ou 389 vezes as ações em oferta, disseram pessoas com conhecimento do assunto nesta sexta-feira.

Os 3 trilhões de dólares em ofertas de investidores de varejo, equivalentes ao produto interno bruto do Reino Unido, ocorrem em um cenário de mercados globais instáveis antes das eleições presidenciais dos EUA na próxima semana e de uma perspectiva econômica sombria.

Os investidores no IPO, no entanto, deixaram de lado as preocupações específicas com a empresa e com o mercado mais amplo, na esperança de que a Ant continuará a se beneficiar da rápida digitalização dos serviços financeiros na China.

Harrison Chan, um profissional do mercado financeiro de 25 anos de Hong Kong, gastou 40% de sua renda mensal para tentar comprar ações da Ant e agora está se perguntando se conseguirá alguma, dado o grande número de ofertas feitas.

“Estou confiante nas perspectivas futuras da empresa porque ela está envolvida em muitos negócios diferentes … e todos são serviços online, que é a direção que o mundo tomará, então acho que seu potencial é enorme”, disse Chan.. Por Reuters -Leia mais em mixvale 30/10/2020



30 outubro 2020