14 dezembro 2018

FUSÕES E AQUISIÇÕES - DESTAQUES DA SEMANA 03 a 09/dez/2018

Divulgadas 12 operações de Fusões e Aquisições com destaque pela imprensa na semana de 03 a 09/dez/2018.  Envolvem direta ou indiretamente empresas brasileiras de  9 setores.
ANÁLISE DA SEMANA
                                                                         
Principais transações



NEGÓCIOS DA SEMANA

"Market Movers" - Brasil
  • Fleury anuncia compra de gestora de saúde Santécorp por R$ 15,5 milhões - Empresa presta serviços por meio de ferramentas de consultoria e assessoria na área de medicina assistencial. O grupo de medicina diagnóstica Fleury anunciou nesta terça-feira aquisição da holding Santécorp, que presta serviços de gestão de saúde por meio de ferramentas de consultoria e assessoria na área de medicina assistencial. Na véspera, o grupo Fleury anunciou a compra da Newscan, dona da Lafe Laboratório de Análises Clínicas, por 170 milhões de reais..04/12/2018
"Market Movers” - Exterior
  • Nexstar vai comprar a Tribune Media em negócio de US$6,4 bi - A Nexstar Media disse nesta segunda-feira que aceitou comprar a concorrente Tribune Media, de Chicago, por cerca de 4,1 bilhões de dólares em dinheiro, tornando-se a maior operadora de estações de TV regionais dos EUA.  O valor do negócio está em linha com o publicado pela Reuters no domingo, citando pessoas a par do assunto. Incluindo dívida, o valor do negócio sobe a 6,4 bilhões de dólares. 03/12/2018

HUMORES & RUMORES

M & A - VENDA
  • Avança negociação para compra de controle do Grupo Abril - O Grupo Abril, em recuperação judicial desde agosto, avançou na negociação com Fábio Carvalho, da Legion Holdings, apurou o Valor. O advogado carioca negocia a aquisição do controle da companhia controlada pela Família Civita e que carrega uma dívida de R$ 1,6 bilhão. .. 07/12/2018
  • BRF acerta venda de mais de R$800 mi em ativos de plano de R$5 bi até fim do ano - A BRF assinou acordos para venda de 822 milhões de reais em ativos de um plano de desinvestimentos total de 5 bilhões de reais até o final deste ano, afirmou nesta sexta-feira o vice-presidente de operações da companhia dona das marcas Sadia e Perdigão, Lorival Luz. Segundo o executivo, o valor envolve os acordos anunciados mais cedo nesta sexta-feira com a Marfrig para a venda da empresa argentina Quickfood e de uma fábrica de produtos de carne bovina em Várzea Grande (MT), e ativos considerados não essenciais pela empresa como imóveis no Brasil e no exterior. Além da meta de venda de 5 bilhões de reais, decidida em meados do ano em um momento em que a empresa vivia os efeitos de uma crise de fracos resultados e investigações desencadeadas pela operação Carne Fraca, da Polícia Federal, Luz confirmou objetivo da BRF de obter uma relação de dívida líquida sobre lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) ajustado de 4,35 vezes neste ano ante 6,74 vezes no fim de setembro. 05/12/2018
  • Petrobras reafirma que sairá dos negócios de fertilizantes e distribuição de GLP - A Petrobras reafirmou que sairá dos negócios de fertilizantes e distribuição de GLP, além das participações e produção de biodiesel e etanol. A informação foi divulgada no Plano Estratégico 2040. “O foco em óleo e gás, presente na visão do plano anterior e ainda importante para os próximos anos, dará mais espaço para outras fontes de energia, no horizonte até 2040”, apontou a empresa... 05/12/2018 
  • Aliansce e Sonae continuam negociando fusão - As administradoras de shopping center Aliansce e Sonae Sierra Brasil informaram nesta segunda-feira (3), em comunicados distintos, que as negociações para uma eventual combinação de negócios continuam. Até o momento, no entanto, não existe nenhum acordo, oferta ou proposta vinculante, nem a definição sobre a estrutura da potencial operação... 03/12/2018
 M & A - COMPRA
  • Transmissão de energia pode atrair R$3 bi em fusões e aquisições em 5 anos, diz BCG - O setor de transmissão de energia elétrica do Brasil poderá movimentar cerca de 3 bilhões de reais em operações de fusões e aquisições nos próximos cinco anos, disse nesta quinta-feira o consultor Andre Pinto, sócio especialista em energia do Boston Consulting Group (BCG). A projeção dá uma mostra do aquecimento visto no segmento de transmissão brasileiro, que tem registrado intensa competição entre investidores nos últimos leilões de concessões para novos projetos do governo federal. 07/12/2018
  • Aqua Capital investe R$ 400 milhões e faz mais seis aquisições  - Ano difícil para muitas empresas brasileiras, 2018 será encerrado em comemoração na Aqua Capital: a gestora brasileira de fundos de participações voltada ao agronegócio concluiu seis aquisições, realizadas no segundo semestre. Como sempre, o foco esteve em negócios do chamado "middle market" – empresas familiares com faturamento anual de R$ 60 milhões a R$ 200 milhões, estruturas financeiras sólidas e distantes do radar da grande concorrência. O pacote de aquisições totalizou R$ 400 milhões e envolveu duas empresas de distribuição de insumos agrícolas (a mineira Grão de Ouro, cuja aquisição ainda está em análise no Cade, e a AgroFerrari, do interior de São Paulo), uma distribuidora de peças agrícolas (a Rech Agrícola, do Mato Grosso) e uma distribuidora de produtos veterinários (a Alfa Distribuidora). Além disso, a gestora incorporou à sua carteira a Cruzília, produtora mineira de queijos premium adquirida pela catarinense Lac Lélo, cujo controle passou para a Aqua Capital no início deste ano. Segundo Sebastian Popik, sócio-diretor da Aqua, a sexta aquisição refere-se a uma empresa de produção e distribuição de defensivos biológicos, cujo nome será tornado público apenas na próxima segunda-feira, após a formalização do comunicado aos funcionários. Juntas, as seis empresas faturam cerca de R$ 600 milhões ao ano.07/12/2018
  • Boticário prevê crescer 7% e estuda aquisição - O Grupo Boticário considera que há oportunidade para o seu faturamento avançar ao menos 7% em 2019 ante o montante de R$ 13,1 bilhões previstos para 2018. A marca de vendas diretas Eudora será a principal responsável pelo crescimento do conglomerado, que também estuda oportunidade de aquisição na categoria de produtos para cabelos... l 07/12/2018
  • Eztec vê oportunidade para compra de ativos após crise - A construtora e incorporadora Eztec vê cenário positivo no próximo ano e está atenta às oportunidades de compra que surgirem após uma das mais severas crises já enfrentadas pelo setor imobiliário brasileiro, disse nesta sexta-feira o diretor presidente da companhia, Silvio Ernesto Zarzur. “Encaramos esse momento como de ouro porque o cenário é positivo… Passamos por crise grande, tem muitos ativos para (avaliarmos a) compra e estamos preparados para isso”, afirmou o executivo durante encontro com analistas e investidores na capital paulista. 07/12/2018
  • BR Malls investe em remodelação de shoppings e retoma aquisições - Maior empresa de shoppings do país, a BR Malls vai investir R$ 400 milhões em cinco anos na remodelação de 10 de seus 40 empreendimentos, para adaptá-los aos novos hábitos do consumidor. O foco em tornar mais rentável os ativos que já possui não significa o abandono da estratégia de aquisições, marcante na expansão do grupo: neste momento, a companhia negocia a compra de seis shoppings do Grupo Almeida Jr. em Santa Catarina. ..  06/12/2018
PRIVATE EQUTY
  • Após aporte de R$ 300 mi, gestora deve assumir controle da Máquina de Vendas - Mudança. Com dívidas totais de R$ 3 bi, dona das redes Ricardo Eletro e Insinuante deve homologar nas próximas semanas plano de recuperação extrajudicial; com acerto, empresa de reestruturação Starboard fará empréstimo à companhia, e valor será convertido em ações. Máquina de Vendas, dona das redes Ricardo Eletro e Insinuante, deve homologar nas próximas semanas seu plano de recuperação extrajudicial com seus fornecedores, que têm débitos de R$ 1,5 bilhão com varejista, apurou o Estado. Esse acerto será importante para que a Starboard, especializada em reestruturação em empresas com problemas financeiros, faça um empréstimo de cerca de R$ 300 milhões à companhia ? esse valor deverá ser convertido em ações, tirando os fundadores do controle do negócio. 04/12/2018
  • BlackRock vê Brasil "atrativo" com crescimento em aceleração - O entusiasmo dos investidores locais puxou o Ibovespa para novo recorde histórico, acumulando alta de 14% neste trimestre. A BlackRock continua a aumentar a sua posição overweight para as ações brasileiras, diante da perspectiva de que o próximo governo será capaz de implementar uma agenda pró-mercado e acelerar a recuperação da maior economia da América Latina. "O Brasil parece atrativo", disse Will Landers, diretor da BlackRock, em entrevista em São Paulo. "A recuperação tem sido lenta e gradual, mas pode começar a acelerar conforme o mercado veja o novo governo executando o seu plano econômico.” 04/12/2018
IPO
  • Unigel vai montar fábrica nos EUA e avalia IPO em 2019 - Uma das maiores petroquímicas do Brasil, a Unigel está colocando em marcha um novo plano de crescimento. Após alguns anos de esforços concentrados no controle do nível de endividamento e em reestruturação de dívida, o grupo da família  Slezynger vai instalar uma fábrica de acrílicos nos Estados Unidos e planeja abrir capital em bolsa possivelmente no fim de 2019, se as condições de mercado estiverem favoráveis. . 08/12/2018
  • Itaú BBA projeta 15 ofertas de ações no país até junho - Nas três últimas semanas, o chefe global de banco de investimento do Itaú BBA, Roderick Greenlees, notou uma mudança no ritmo das empresas e investidores. A marca da guinada foram os primeiros anúncios da equipe econômica do governo eleito, que levou as companhias a abrirem as gavetas para revisitar seus planos de captação e projetos de expansão. Com isso, começam a retomar contato com investidores estrangeiros, que podem começar a retornar ao país. ..  07/12/2018
  • Rede de academias Smartfit prepara caminho para IPO - A rede de academias de ginástica e dança Smartfit anunciou nesta segunda-feira a convocação de uma assembleia de acionistas para votar uma proposta de realizar uma oferta inicial de ações (IPO, na sigla em inglês). A companhia pretende se listar no Novo Mercado, segmento com as regras mais rígidas de governança coporativa da B3.  ( 03/12/2018
RELAÇÃO DAS TRANSAÇÕES
  • Origin Enterprises compra participação em duas empresas no Brasil - Origin Enterprises compra participação de 65% na Fortgreen do Brasil. A Agri-Services Group Origin Enterprises anunciou sua entrada no mercado sul-americano depois de ter fechado um acordo para comprar uma participação de 65% na Fortgreen Commercial Agricola no Brasil. Como parte do negócio, a Origin também concordou em adquirir uma participação de 20% na Ferrari Zagatto E Cia. A Fortgreen, com sede no Estado do Paraná, no sul do país, está focada no desenvolvimento de valor agregado de nutrição e insumos especiais. Grupo Origin Enterprises PLC. Origin é um grupo focado na distribuição de insumos agrícolas e prestação de serviços, com sede na  Irlanda.. 19/06/2018
  • HSI vende sua metade na GoodStorage - A HSI Investimentos — gestora de ativos imobiliários de Max Lima — acaba de vender 50% de sua participação na GoodStorage para seu sócio americano, a M3 Capital Partners. A GoodStorage é a maior empresa de locação de espaços para auto armazenagem na cidade de São Paulo, onde já tem 11 unidades prontas e outras seis em fase de lançamento. A maior companhia do ramo no País é a GuardeAqui, que tem como investidores Sam Zell e a Pátria Investimentos, outra gestora de private equity. Em janeiro deste ano, a companhia disse ter planos de investir R$ 1 bilhão até 2020 para.. 06/12/2018
  • BRF vende QuickFood para Marfrig por US$60 milhões - O acordo envolve ainda venda de terreno e equipamento de fábrica da BRF em Várzea Grande (MT) por 100 milhões de reais. A BRF anunciou nesta sexta-feira a venda da argentina QuickFood para a Marfrig por 60 milhões de dólares. O acordo envolve ainda venda de terreno e equipamento de fábrica da BRF em Várzea Grande (MT) por 100 milhões de reais. O negócio inclui um contrato de fornecimento em que a Marfrig vai fornecer à BRF produtos processados como hambúrgueres, almôndegas e quibes por cinco anos..  07/12/2018
  •  Bradesco vende R$ 8 bi em créditos podres para a Ativos, do BB - O Bradesco (BBDC4), segundo maior banco do Brasil em valor de mercado, vendeu uma carteira de créditos inadimplentes de R$ 8 bilhões para a Ativos, uma unidade do Banco do Brasil (BBAS3), afirmaram duas pessoas com conhecimento do assunto consultadas pela Bloomberg. De acordo com a reportagem, o banco com sede em Osasco vendeu créditos com recebimento em atraso de pessoas físicas e de empresas pequenas e médias, disseram as pessoas, pedindo para não serem identificadas porque as transações não são públicas. A maioria do créditos já havia sido baixada a prejuízo pelo banco, disse uma das pessoas.  Os bancos brasileiros estão vendo oportunidades no mercado de créditos podres no momento em que o país se recupera da pior recessão já registrada e a taxa de inadimplência começa a cair. Os bancos não apenas estão vendendo crédito com recebimento em atraso como também estão comprando empresas especializadas em recuperá-los. Em outubro do ano passado, o Bradesco anunciou que comprará uma participação majoritária em uma unidade da PRA Group Inc., a RCB Investimentos SA. Seguiu, assim, o Itaú Unibanco, o maior banco do país em valor de mercado, que comprou a Recovery em abril de 2016, e a unidade do Santander no Brasil, que comprou uma empresa semelhante no ano passado. A Ativos já comprou créditos podres do Bradesco e do Santander antes.  07/12/2018 
  • Vale fecha compra da Ferrous Resources por US$ 550 milhões - A Icahn Enterprises fechou a venda da mineradora Ferrous Resources para a Vale, por cerca de US$ 550 milhões, segundo comunicado da empresa. A Icahn Enterprises, que tem participação de 77% na Ferrous, comprou uma fatia inicial em 2012 antes de adquirir o controle da mineradora em 2015. Vale compra mineradora controlada por americanos por R$ 2 bi Negócio foi fechado com o grupo americano Icahn Enterprises, que detinha 77% da Ferrous Resources 06/112/2018
  • Oferta de ações da Notre Dame Intermédica movimenta R$ 2,7 bi - Operadora de planos de saúde fixou em R$ 26 preço por ação e levantou R$ 312 mi só com emissão de novos papéis; oferta secundária levantou R$ 2,4 bi. A operadora de planos de saúde Notre Dame Intermédica fixou em 26 reais o preço por ação nas ofertas primária e secundária de ações, movimentando um total de 2,712 bilhões de reais, informou a companhia em fato relevante e comunicado divulgados nesta quara-feira. A empresa levantou um total de 312 milhões de reais com a emissão de 12 milhões de novas ações, elevando o capital social da companhia para 1,690 bilhão de reais. Na oferta secundária, os acionistas da empresa levantaram um total 2,4 bilhões de reais, com a venda de 92,4 milhões de ações.   06/12/2018
  • AES Tietê oferece R$ 1,6 bi por parque eólico da Renova - A AES Tietê deu mais um passo na diversificação de seu portfólio de geração ao fazer uma oferta vinculante pelo complexo eólico Alto Sertão III, da Renova Energia, apurou o Valor com fontes próximas da situação. A proposta avalia o ativo em cerca de R$ 1,6 bilhão, sendo pouco mais de R$ 1 bilhão em assunção de dívidas e cerca de R$ 250 milhões em pagamentos aos fornecedores. A Renova, por sua vez, deve embolsar cerca de R$ 350 milhões, montante suficiente para quitar dívidas e reorganizar a companhia. .. 05/12/2018
  • Fleury anuncia compra de gestora de saúde Santécorp por R$ 15,5 milhões - Empresa presta serviços por meio de ferramentas de consultoria e assessoria na área de medicina assistencial. O grupo de medicina diagnóstica Fleury anunciou nesta terça-feira aquisição da holding Santécorp, que presta serviços de gestão de saúde por meio de ferramentas de consultoria e assessoria na área de medicina assistencial. Na véspera, o grupo Fleury anunciou a compra da Newscan, dona da Lafe Laboratório de Análises Clínicas, por 170 milhões de reais..04/12/2018
  • Após leilão frustrado, Hotel Nacional de Brasília é comprado por R$ 93 milhões - Prédio de 10 andares e 347 apartamentos é avaliado em R$ 185,2 milhões. Dinheiro será usado para pagar dívidas... 03/12/2018 
  • Fleury compra dona da Lafe por R$ 170 milhões - A Lafe atua na região metropolitana do Rio de Janeiro por meio de 32 unidades de atendimento. A empresa de análises clínicas e diagnósticos médicos Fleury anunciou nesta segunda-feira, 3, que fechou acordo para comprar a Newscan, dona da Lafe Laboratório de Análises Clínicas, por 170 milhões de reais. A Lafe atua na região metropolitana do Rio de Janeiro por meio de 32 unidades de atendimento.. 03/12/2018
  • BB Seguridade e Mapfre confirmam contrato definitivo - Como antecipado pela Coluna do Broadcast na quinta-feira, 29, BB Seguridade e Mapfre confirmam contrato definitivo com as novas regras que vão regular a relação entre as sócias, concluindo a reestruturação iniciada no ano passado. O valor pago pela Mapfre foi de R$ 2,27 bilhões. “O modelo de atuação que teremos a partir de hoje foi discutido junto ao nosso sócio BB Seguros de forma a propiciar ganhos mútuos e, seguramente, nossos clientes serão os maiores beneficiados com a reorganização, em razão de maiores eficiências operativas, independência de atuação e foco nos Canais em que trabalhamos”, afirma por meio de nota o CEO da Mapfre Regional Brasil, Wilson Toneto. A Mapfre adquiriu 100% dos negócios gerados pela Rede de Corretores e Affinities e 100% dos negócios de Automóvel e Grandes Riscos. 30/11/18 
RELATÓRIOS - DESTAQUES DA SEMANA
QUEM, O QUÊ, QUANDO, QUANTO, COMO e POR QUÊ
 A pesquisa FUSÕES E AQUISIÇÕES - DESTAQUES DA SEMANA tem o propósito de captar o “clima” do mercado das operações de Fusões e Aquisições bem como sinalizar suas principais tendências. Trata-se da compilacão semanal das notícias visando tornar mais acessíveis e conhecidos os negócios de fusão, aquisição e venda realizados entre empresas com atuação no Brasil. Todas as informações sobre os negócios citados no presente relatório são obtidos a partir de notícias publicadas pela imprensa e divulgadas no “estado" pelo blog FUSOESAQUISICOES.BLOGSPOT http://fusoesaquisicoes.blogspot.com.br, não sendo feita qualquer verificação quanto à sua veracidade, precisão ou integridade do conteúdo. Sempre que possível, serão mencionados os nomes dos compradores – investidor estratégico ou fundos de private equity, dos vendedores, a tese de investimento e principais “value drivers”, o valor da transação, forma de pagamento, múltiplos praticados (Valor da Empresa/EBITDA, Valor da Empresa/Receita) etc. Muitas vezes a notícia não é clara a respeito dos valores/forma de pagamentos e respectivos múltiplos. É bem-vinda toda e qualquer contribuição para tornar as informações mais precisas e transparentes. Caso o conteúdo estiver em desacordo, nos contate que estaremos retirando o mesmo ou corrigindo a respectiva  informação. Blog FUSÕES & AQUISIÇÕES 

14 dezembro 2018



Bradesco espera US$ 100 bi externos na Bolsa brasileira em 2019

A Bolsa brasileira pode receber cerca de US$ 100 bilhões em recursos de investidores estrangeiros em 2019, segundo projeção feita pelo banco Bradesco.

Segundo Marcelo Noronha, vice-presidente do Bradesco, cerca de US$ 50 bilhões virão de fundos de emergentes e outros US$ 50 bilhões podem vir de fundos globais para o mercado de ações brasileiro.

"Conversei com dois grandes investidores globais e um deles disse que há cinco anos não se falava  Brasil. Agora se voltou a falar", disse Noronha.

Além dos investimentos em Bolsa, o Bradesco avalia ainda que o avanço das reformas —como uma reforma da Previdência que sinalize um movimento de redução do déficit público— deve fazer com que US$ 200 bilhões em recursos de estrangeiros sejam direcionados para a infraestrutura brasileira nos próximos cinco anos.

Além da reforma da Previdência, Noronha disse ser essencial uma reforma tributária que, a princípio, mire a simplificação do sistema. Folhapress Leia mais em bemparana 14/12/2018
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Bradesco espera US$ 100 bilhões de investidores externos na Bolsa brasileira em 2019

Investidores globais voltaram a falar sobre Brasil, diz vice-presidente do banco.. Leia mais em folhaddeSP 14/12/2018




Presidente da Azul não desconsidera aquisição da Avianca Brasil

"O processo de recuperação judicial deles é bem novo (...) É capaz de, no futuro, darmos uma olhada, mas agora não tem nada em curso", disse Rodgerson

AAzul não tem neste momento nenhum plano para uma oferta de aquisição da Avianca Brasil e vai aguardar o curso natural da recuperação judicial da rival, disse o presidente-executivo da terceira maior companhia aérea do país, John Rodgerson, nesta sexta-feira.

Mais cedo, o jornal Valor Econômico publicou que a Azul estuda fazer oferta pela Avianca Brasil e que a compra seria feita com recursos em caixa, citando o fundador e presidente do conselho da companhia, David Neeleman.

Questionado, Rodgerson afirmou que a Azul tem obrigação de continuamente analisar o mercado em que está inserida, mas que "não tem nada acontecendo agora" sobre uma eventual oferta pela Avianca Brasil, quarta maior companhia aérea do país, que pediu recuperação judicial na segunda-feira.

"O processo de recuperação judicial deles é bem novo (...) É capaz de, no futuro, darmos uma olhada, mas agora não tem nada em curso", disse Rodgerson. (Por Alberto Alerigi Jr.) Reuters Leia mais em epocanegocios 14/12/2018



Senior compra produtora de software corporativo Mega Sistemas

A Senior anunciou nesta sexta-feira a compra da Mega Sistemas, especializada em software corporativo, em estratégia para diversificar e ampliar sua atuação no mercado de sistemas de gestão (ERP).

O valor do negócio não foi informado. A Mega Sistemas, fundada há 30 anos e sediada em Itu (SP), tem unidades em Curitiba, Recife, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, e Natal.

Com a incorporação da Mega, a Senior deve alcançar um faturamento superior a 400 milhões de reais em 2019. Até novembro deste ano a empresa somou mais de 300 milhões de reais em faturamento.

"Esta é a 12ª aquisição realizada pela Senior nos últimos anos e segue o planejamento de crescimento sustentável da companhia. (Com a Mega) temos mais de 12 mil empresas sob nosso portfólio, além de uma representatividade importante em relação à oferta brasileira de ERP e soluções de gestão", disse em nota o presidente-executivo da Senior, Carlênio Castelo Branco.

A Senior assume também os investimentos da Mega na startup de soluções para construção, Zero One, que possui dois sistemas em nuvem - um para soluções de ERP para construtores de pequeno porte, e outro para gestão de crédito imobiliário.(Por Taís Haupt) Reuters Leia mais em dci 14/12/2018




Sonata Software anuncia acordo para aquisição da americana Sopris Systems, parceira de field service do Microsoft Dynamics 365

Este é o segundo investimento estratégico em uma semana voltado a conquistar liderança no mercado global do Dynamics 365

 A Sonata Software, principal provedora mundial de soluções e serviços de software de TI, anunciou que firmou um acordo definitivo para adquirir a americana Sopris Systems.

Sonata Software Logo
A Sopris Systems é parceira de nível empresarial do Microsoft Dynamics 365. É especializada em ajudar empresas voltadas a projetos e que oferecem field service a aprimorarem seu desempenho.

A Sopris é especializada em planejamento de recursos empresariais (ERP), gestão de relacionamento com o cliente (CRM), field service para dispositivos móveis, gestão de ativos empresariais (EAM) e automação de serviços profissionais. As soluções robustas de consultoria de nível empresarial, de suporte exclusivo e do Microsoft Dynamics ajudam os clientes da Sopris a fecharem negócios mais vantajosos, entregarem projetos com maior qualidade e aperfeiçoarem o desempenho da empresa como um todo.

A Sonata Software também anunciou na semana passada a aquisição da parceira Scalable Data Systems. Com sede na cidade australiana de Brisbane, a empresa é líder em fornecimento de soluções do Dynamics 365 ao mercado australiano e produtos de CTRM para negociações de commodities a usuários do Dynamics no mundo todo.

A aquisição da Sopris reflete o plano estratégico da Sonata de investir em tecnologias da Microsoft, sobretudo o Microsoft Dynamics 365, uma plataforma cada vez mais escolhida por empresas que buscam transformação digital.

A Sonata Software tem buscado ser a parceira de transformação digital preferida de clientes dos setores de varejo, distribuição, fabricação e viagens com sua metodologia exclusiva de Platformation[TM] e plataformas digitais de ponta a ponta. A empresa também tem se alinhado para ser parceira estratégica da Microsoft em seus projetos de transformação digital.

A aquisição fortalecerá a presença da Sonata com o Dynamics nos EUA e expandirá as capacidades do Dynamics 365, tornando a Sonata uma das maiores e mais influentes parceiras do Dynamics 365 em todo o mundo – com profundidade de serviços e com amplitude de segmentos e IP.

A empresa conquistou e construiu um portfólio de IP de plataformas norteada por quatro princípios orientadores: ser aberta, conectada, inteligente e escalonável. Além da Scalable Data Systems, a Sonata fez três aquisições recentemente: a plataforma de viagens Rezopia, a plataforma de habilitação de mobilidade unificada Halosys e a IBIS Inc., empresa de Atlanta especializada no Microsoft Dynamics e responsável por integrar a solução de IP de plataformas Modern Distribution e por expandir o alcance geográfico nos EUA do portfólio de ofertas da Sonata.

Srikar Reddy, diretor-gerente e CEO da Sonata Software, comentou a aquisição. “A Sopris oferece uma grande vantagem em recursos e capacidades do Microsoft Dynamics 365 para a Sonata”, observou. “Isso proporcionará maior capacidade de serviços no setor de field service e um forte estímulo à estratégia da Sonata para se tornar líder global no ecossistema de parceiras do Microsoft Dynamics 365 com IPs em diversos setores. Também nos dará uma grande oportunidade de expandir nossa presença nos EUA e de ganhar acesso a novos setores. A Sopris é altamente respeitada por sua capacidade de vender e fornecer projetos sofisticados do Dynamics.”

“Fazer parte da equipe Sonata é uma grande oportunidade para nós da Sopris graças à distribuição geográfica, à profundidade e à amplitude das tecnologias da Sonata, assim como ao status premier da Sonata como parceira global do Dynamics 365”, comentaram os cofundadores da Sopris Systems, Matt Pfohl e Laura Pfohl, que também é CEO da empresa. “Também estamos animados com o maior acesso à inovação, o poder financeiro, o acesso a maiores oportunidades e a chance de oferecer a metodologia Platformation[TM] da Sonata aos nossos clientes.”

Sobre a Sonata Software:

A Sonata é uma empresa global de tecnologia que viabiliza iniciativas de transformação digital de plataformas para empresas de forma a criar negócios conectados, abertos, inteligentes e escalonáveis. A metodologia Platformation™ da Sonata reúne expertise de mercado, excelência em tecnologia de plataformas, inovação baseada em design thinking e modelos estratégicos de engajamento que oferecem vantagens em longo prazo para os clientes. Parceira conceituada de líderes mundiais nos setores de varejo, distribuição, viagem e software, a Sonata tem um portfólio de soluções com plataformas digitais próprias, tais como a Brick & Click Retail Platform©, a Modern Distribution Platform©, a Rezopia Digital Travel Platform©, a RAPID DevOps Platform© e a Halosys Mobility Platform©, além dos melhores recursos disponíveis no mercado em plataformas de tecnologia digital de provedores de software independentes, como Microsoft Dynamics 365, Microsoft Azure, SAP Hybris, engenharia na nuvem e serviços gerenciados. A empresa também oferece novas aplicações digitais como IoT, inteligência artificial, aprendizagem de máquina, automação de processos com robótica, chatbots, blockchain e segurança cibernética. O pessoal e os sistemas da Sonata são preparados para reunir liderança de opinião, compromisso com o cliente e excelência em realização para fazer a diferença em negócios que dependem de tecnologia. Por PRNewswire .. Leia mais em exame 14/12/2018



Farmácia em todo lugar

O Grupo DPSP, que controla as redes de farmácias São Paulo e Pacheco, vai abrir ao menos 120 unidades no próximo ano, segundo o presidente da companhia, Marcelo Doll.

Temos visto um adensamento de lojas no setor e maior competição, mas atravessamos esse momento com solidez. A empresa continuará o ritmo de expansão?, afirma.

A companhia, que administra 1.300 lojas, inaugurou 110 neste ano e reformou 400 pontos de venda. A previsão é revitalizar no mínimo 100 em 2019, segundo o executivo.

A empresa não descarta realizar aquisições, mas prioriza o crescimento de forma orgânica, de acordo com Doll.

Os genéricos [que têm margem menor] em alta e o cenário econômico mudaram a dinâmica do segmento. Mesmo assim, estamos entre as redes com melhor resultado?, diz, sem revelar números.

A receita do setor cresceu 7,2% no acumulado do ano até outubro, na comparação com o mesmo período de 2017, segundo a Abrafarma, associação da qual o DPSP faz parte.

R$ 8,82 bilhões foi a receita líquida do grupo no ano passado.. Mercado Aberto - Folha de S.Paulo  Leia mais em portal.newsmet 14/12/2018




Ultra vai buscar ativos no exterior

O grupo Ultra, dono da rede de postos Ipiranga, está avaliando a compra de ativos na área de gás de cozinha fora do Brasil.

A internacionalização é o caminho para que o conglomerado possa crescer no setor, depois de a negociação da Liquigás (da Petrobras) ter sido barrada pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) em fevereiro deste ano. Frederico Curado, presidente da companhia, afirmou que a Ultragaz agora busca negócios na América Latina.

No Brasil, o Ultra é líder na venda do botijão de gás - a compra da Liquigás consolidaria a posição da companhia no mercado nacional -, mas o órgão regulador considerou que a concentração poderia ser danosa ao consumidor final. "Começamos a avaliar negócios na América Latina com mais profundidade", disse Curado.

A compra da Liquigás pelo Ultra foi anunciada no fim de 2016 por R$ 2,8 bilhões. À época, a dona do posto Ipiranga assinou uma cláusula na qual se comprometia a pagar uma multa de 10%, ou R$ 280 milhões, caso o negócio fosse barrado.

A empresa estava disposta a ceder a eventuais remédios do Cade para garantir o acordo, mas o órgão vetou essa possibilidade.

À frente do Ultra desde outubro do ano passado, Curado, ex-Embraer, disse não ter mandato dos acionistas para internacionalizar os negócios do grupo. A prioridade, segundo ele, é dar continuidade à expansão da companhia nas áreas em que o Ultra já atua. E isso pode incluir acordos que extrapolem as fronteiras do Brasil.

Nesta quinta-feira, 13, a companhia anunciou ao mercado plano de investir R$ 1,762 bilhão em 2019 para a expansão orgânica de seus negócios. Esse valor não inclui aquisições. Além da atuar em distribuição de combustíveis e em gás de cozinha, o Ultra é dono da rede de farmácias Extrafarma, da Ultracargo (logística) e da Oxiteno (química). Neste ano, os aportes devem ficar em cerca de R$ 2 bilhões (abaixo dos R$ 2,7 bilhões previstos inicialmente).

Combustíveis
Vice-líder em distribuição de combustíveis, atrás da BR Distribuidora, com cerca de 8 mil postos, a companhia vai investir R$ 824 milhões a partir do ano que vem na abertura de novas unidades e em duas novas bases de combustíveis - uma no Pará e outra em Fortaleza.

Em combustíveis, o grupo também não tem margem de manobra para aquisições no País. Antes de barrar a compra da Liquigás, o órgão antitruste havia impedido um outro importante movimento de expansão do grupo: a compra da rede Ale, quarta maior rede de distribuição de combustíveis do País.

O anúncio foi feito em junho de 2016, por R$ 2,17 bilhões. O negócio parou nas mãos da suíça Glencore.Com receita líquida acumulada de R$ 67,2 bilhões até setembro, aumento de 16% sobre igual período do ano passado, a Ipiranga responde por 85% do faturamento do grupo.

O Ultra não descarta, porém, fazer aquisições para expandir seu negócio de varejo farmacêutico - no qual ainda tem chances de crescer sem ser barrada pelo Cade. Hoje, a empresa tem 414 lojas da bandeira Extrafarma em operação. Do total de R$ 1,762 bilhão previsto para investir no ano que vem, o conglomerado prevê usar R$ 158 milhões no segmento farmacêutico.

Segundo Curado, a companhia vai investir no próximo ano em dois centros de distribuição para a operação de varejo: um em São Paulo e outro no Nordeste.DesafiosPara analistas do banco BTG Pactual, o desafio do Ultra não está apenas na retomada do crescimento do País, o que afeta a receita da empresa, mas em melhorar a rentabilidade de seus negócios.

Ao longo deste ano, as vendas do grupo foram impactadas pela recessão que o País enfrenta e pela volatilidade do mercado de combustíveis, seu principal negócio, observam os analistas do banco. Eles ressalvam, contudo, que além da recuperação da economia, a empresa tem de administrar seu portfólio de negócios para melhorar suas margens. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo... Leia mais em dci 14/121/2018



HomeToGo levanta mais de 150 milhões de dólares em investimento e adquire principal concorrente nos EUA, Tripping.com

O buscador e comparador de preços para aluguel de temporada HomeToGo – lançado esse ano no Brasil com o nome LarDeFérias – finalizou sua última rodada de financiamento e adquiriu seu principal concorrente no mercado norte americano: Tripping.com. Atualmente, a startup alemã acumula mais de 150 milhões de dólares em investimentos.

Em referência à aquisição da concorrente americana, o CEO e co-founder of HomeToGo, Patrick Andrae, afirmou, “Estou particularmente orgulhoso com a aquisição do nosso principal concorrente, Tripping.com, apenas 3 anos depois de entrarmos no mercado norte americano. Afinal, não é todo o dia que uma empresa de tecnologia européia assume uma companhia americana já estabelecida”. A HomeToGo afirma que dará continuidade à marca Tripping.com.

A plataforma oferecida por Home ToGo é considerada a maior ferramenta de busca do segmento de aluguéis de temporada, agregando mais de 15 milhões de ofertas em ma is de 200 países distribuídas entre ma is de mais de 300 provedores.

Apesar da recente aquisição, a empresa também conseguiu dobrar suas reservas de caixa com a última rodada de investimento recebida. Em seus 4 anos de existência, a startup alemã já levantou mais de 150 milhões de dólares em investimento. Entre os atuais investidores de HomeToGo estão a Insight Venture Partners (lead), Acton Capital Partners, DN Capital, Global Founders Capital. A última rodada de investimento incluiu ao grupo os fundos Lakestar e Princeville Global, além de outros. .. Leia mais em  E-Commerce News 13/12/2018



Sapore desiste de fusão com IMC após adoção da ‘pílula do veneno’

A Sapore deve desistir dos planos de aquisição da dona das redes Viena e Frango Assado, depois do conselho da IMC aprovar em assembleia de acionistas a adoção da chamada “pílula do veneno” para proteger a companhia de tentativas de tomada de controle. As informações são da edição de hoje do Valor. A intenção da Sapore era adquirir 42,5% das ações da IMC por R$ 600 milhões.

Em entrevista ao jornal, o fundador da Sapore, Daniel Mendez, informou que, neste momento, a possibilidade de negociação está “morta e enterrada”. As conversar entre as empresas durou quase um ano e a cartada mais recente por meio de uma tentativa hostil de fusão.

O mecanismo adotado, conhecido como pílula do veneno, obriga que sempre que algum investidor alcançar 30% do capital da empresa, deverá lançar uma oferta por toda a companhia. Com isso, fica mais difícil a tomada de controle em empresas com capital pulverizado na bolsa, caso da IMC.

O Valor informa que a assembleia contou com a participação de 82% dos acionistas e 99,43% dos presentes concordaram em adotar a “pílula do vendo”, superando o mínimo necessário de dois terços.

Para o jornal, a decisão dos acionistas é entendida como um sinal de que os investidores confiam que a atual gestão da IMC é capaz de melhorar seu desempenho. Desta forma, os apoiaram a posição defendida pelo conselho de administração, pelos gestores e por um grupo de acionistas que detém 18% do capital.

A intenção da Sapore era obter 42,5% das ações da IMC para depois realizar uma fusão, criando uma nova empresa da qual teria uma participação de 60%. Com Reuters. Por Investing.com – Leia mais em moneytimes 14/12/2018



BHG vende operadora hoteleira para Golden Tulip

A Brazil Hospitality Group (BHG) anunciou a venda de 100% das ações de sua operadora hoteleira, a LA Hotels Empreendimentos 1 Ltda (LA HOTELS), para a empresa Golden Tulip Brasil Hotelaria Ltda, empresa da Louvre Hotels Group (LOUVRE), que opera mais de 2,6 mil hotéis em 54 países, sendo detentora das marcas Royal Tulip, Golden Tulip e Tulip Inn, entre outras.

Ou seja, a BHG passa a ser uma empresa com foco em propriedades (ativos imobiliários), sendo a maioria hotéis administrados por terceiros. É a maior empresa com prédios hoteleiros próprios do Brasil em valor segundo apurou o Portal PANROTAS. Ela tem os prédios onde a Accor Hotels administra algumas marcas (em acordo firmado recentemente) e também outros onde ainda não há projetos oficiais, como o antigo Marina, no Leblon, que pode se transformar no Four Seasons Rio de Janeiro.

“Com a conclusão deste negócio, a BHG deixa a atividade de operadora de hotéis, concentrando-se na valorização do seu portfólio de ativos imobiliários hoteleiros. A BHG é atualmente a maior proprietária de ativos imobiliários hoteleiros do Brasil, com participações majoritárias e minoritárias em 27 hotéis – dez no Rio de Janeiro, três em São Paulo, quatro em Curitiba e Porto Alegre e dez nas regiões Norte/Nordeste e Centro Oeste, agora todos operados pelas maiores empresas hoteleiras mundiais”, diz comunicado da rede.

PORTFÓLIO BHG
“Com este negócio completamos uma etapa importante no reposicionamento estratégico da BHG, focando agora os recursos e equipes para a valorização dos nossos ativos, buscando novas oportunidades que nos permitam consolidar a nossa posição de maior proprietária de ativos hoteleiros do Brasil”, avalia o CEO da BHG, Alexandre Solleiro.

O seu portfólio, que contempla hotéis de categorias econômica, médio e alto padrão, e luxo, já vem sendo progressivamente renovado e reposicionado até final de 2020, operando com as marcas Ibis, Ibis Styles, Ibis Budget, Mercure, Novotel, Mama Shelter, MGallery, Pullman, Tulip Inn e Golden Tulip.

Josh Pristaw, senior managing director, co-head para o Brasil e head para o mercado de capitais da GTIS Partners, acionista da BHG, reitera que “esta transação representa um marco importante no plano estratégico para a criação de valor na BHG, que possui um portfólio brasileiro no setor imobiliário hoteleiro incomparável e de elevada qualidade, a partir de investimentos em capital e reposicionamento”.

O diretor de Vendas da BHG, Tomás Ramos, continua na BHG, cuidando do gerenciamento desses ativos imobiliários da empresa.

GOLDEN TULIP BRASIL
A Golden Tulip Brasil, também de acordo com apuração do Portal PANROTAS, passa a ser administrada pelo ex-CEO da BHG, Peter van Voorst, e pelo ex-diretor geral da rede Othon, Paulo Michel.  | Artur Luiz Andrade     Leia mais em panrotas 12/12/2018




BC autoriza união de Condórdia e Spinelli, que formam Necton Investimentos

O Banco Central do Brasil (BC) aprovou, ontem, dia 13, a união de duas tradicionais corretoras de valores, a Concórdia e a Spinelli. O processo foi submetido à aprovação prévia do BC em dezembro de 2017.

Em setembro deste ano, o BC aprovou a operação em caráter preliminar, abrindo o caminho para os procedimentos de implementação da união, com a incorporação da Spinelli pela Concórdia e a formação da Necton Investimentos, nova marca sob a qual as corretoras unidas atuarão. .. Leia mais em Coluna do Broadcast.estadao 14/12/2018



Magazine Luiza compra startup mineira Softbox

A Softbox é especializada em soluções para empresas de varejo e indústria que desejam fazer vendas digitais a consumidor final

A Magazine Luiza anunciou nesta sexta-feira a compra da startup mineira Softbox, especializada em soluções para empresas de varejo e indústria de bens de consumo que desejam fazer vendas digitais a consumidor final.

Com a aquisição, a Magazine Luiza amplia movimento para se tornar uma plataforma digital presente desde a venda online até a entrega ao cliente final.

O valor do negócio não foi informado. A Softbox tem 256 funcionários... Leia mais em epocanegocios 14/12/2018



Unidas conclui oferta primária de R$ 1,3 bi; XP vê novo fôlego para gerar valor

A Companhia de Locação das Américas (LCAM3) (Unidas), informou por meio de fato relevante, que concluiu uma oferta pública de 31 milhões de novas ações e de 12 milhões de ações adicionais ao preço unitário de R$ 32,00, totalizando R$ 1,376 bilhão.

Com isso, as ações operam em forte alta de 5,6% a R$ 35,19.

De acordo com a companhia, as ações vendidas eram de titularidade do Pátria Pipe Master Fundo de Investimento em Ações (Pátria Pipe FIA), do Brazilian Equity I e do DVG1 Fundo de Investimento em Ações (DVG1 FIA).

No comunicado, a Unidas informa que as ações, emitidas ou alienadas na oferta, passam a ser negociadas na B3 na segunda-feira (17), com a liquidação física e financeira agendada para a quarta-feira (19).

Para a XP Investimentos, agora a Unidas ganha fôlego para crescimento, mantendo equacionada a alavancagem, que poderia, segundo os analistas, abaixar para cerca de 2,5x no final de 2019.

“Vemos potencial de geração de valor, com base em crescimento superior, escala maior e alavancagem menor, potencialmente resultando em custo de dívida mais baixo e despesas financeiras menores. Além disso, as ações contarão agora com maior liquidez”, destaca a XP em comunicado enviado a clientes.

Aumento de Capital

A Assembleia Geral Extraordinária da companhia também aprovou o aumento do limite do capital autorizado da Unidas, passando de R$ 600 milhões para R$ 1,5 bilhão. O novo capital social da companhia passará a ser de R$ 1.969.517.011,34, dividido em 147.863.827 ações ordinárias.

De acordo com a Unidas, “os recursos líquidos oriundos da oferta primária serão destinados para o crescimento das operações da companhia e suas subsidiárias, e no aperfeiçoamento da qualidade dos serviços prestados aos clientes, seja através do aprimoramento do treinamento dos colaboradores seja pela otimização dos processos internos, com objetivo de gerar ganhos de eficiência operacional e redução de custos; bem como para o reforço do caixa da companhia”... Investing.com Brasil -    Leia mais em moneytimes 14/12/2018



Bionexo anuncia novo investimento na companhia - R$95 milhões

Bionexo anuncia novo investimento na companhia - Companhia recebe investimento de R$95 milhões; recursos serão utilizados para impulsionar o desenvolvimento de novas soluções em saúde digital

A Bionexo, empresa multinacional brasileira focada em tecnologia digital para a saúde, anuncia um aporte de R$95 milhões pela Temasek. Os recursos serão destinados para impulsionar uma nova fase de crescimento da companhia, por meio do fortalecimento de suas ofertas de soluções digitais para instituições de saúde e seus fornecedores. O controle da companhia continuará a ser compartilhado entre Maurício De Lázzari Barbosa (sócio fundador) e a gestora de recursos Prisma Capital.

O segmento de saúde hospitalar passa por um processo de profissionalização, aliado com uma demanda crescente por eficiência e transparência. Grande parte da transformação digital do setor ainda está em curso, e trará consigo um impacto na rotina das instituições e na sociedade como um todo. A Bionexo é pioneira em seu mercado e, com este investimento, fortalece ainda mais o seu posicionamento. Atualmente, a companhia está presente em mais de 1.600 instituições de saúde e 10.000 fornecedores, em cinco países.

“A Bionexo foi fundada em 2000, oferecendo soluções para as instituições de saúde no Brasil negociarem seus insumos online, e desde então construímos um ecossistema de clientes em torno de uma marca de alta credibilidade. Conseguimos crescer mesmo com pouco acesso a capital, mas agora, depois de atingirmos a marca de R$10 bilhões transacionados em nosso marketplace em 2018, chegou o momento de trazer um sócio de credibilidade para que possamos acelerar nossas ofertas de produtos ao mercado, e assim continuar contribuindo para a digitalização da saúde”, destaca Maurício De Lázzari Barbosa, fundador e presidente do Conselho de Administração da Bionexo.

Em 2017, a Bionexo iniciou um processo de reestruturação societária com a entrada da Prisma Capital em seu quadro de acionistas, o que resultou no realinhamento dos seus planos de longo prazo. Agora, a companhia sente-se honrada com o investimento do novo sócio, não só pela chancela de sua marca, mas também por toda a experiência que traz consigo por meio de investimentos globais em setores semelhantes.

Desde 2017, a Bionexo vem aumentando significativamente seu time de tecnologia dedicado ao desenvolvimento de soluções digitais. Com este novo ciclo que se inicia, a companhia pretende acelerar as iniciativas ligadas à inovação e incorporar novas tecnologias com potencial disruptivo para o setor.

“Com essa nova capitalização, pretendemos fortalecer ainda mais nossa proposta de valor – baseada em eficiência, transparência e inteligência – para todos os elos do setor, desde hospitais, passando por seus distribuidores e a indústria. Somente em 2019, pretendemos dobrar o número de engenheiros dedicados ao desenvolvimento tecnológico, atingindo a marca de 150 pessoas”, explica Rodrigo Borer, CEO da Bionexo.

Sobre a Temasek
Fundada em 1974, a Temasek é uma empresa global de investimento com sede em Singapura.
O Regulamento da Temasek define nossas funções como investidor, instituição e fomentador, para estruturar nossa posição de investimento, cultura e filosofia de longo prazo.  Procuramos gerar bons resultados, fazer o certo e fazer o bem, como membro responsável e de confiança da comunidade como um todo.

Com o apoio de uma rede de escritórios internacionais em 11 locais na Ásia, nas Américas e na Europa, a Temasek administra uma carteira de S$308 bilhões (US$235 bilhões) em 31 de março de 2018, sendo dois terços dos ativos expostos a Singapura e ao restante da Ásia.
Nossas atividades de investimento são orientadas por quatro temas principais e as tendências de longo prazo que elas representam:
Economias em Transformação;
Expansão da Classe Média;
Fortalecimento de Vantagens Competitivas; e
Líderes Emergentes... Leia mais em bionexo 14/12/2018



Proposta indecente

Recuperação judicial do grupo Abril propõe calote de até 92% da dívida e prazo de 18 anos para pagar seus credores. A venda da empresa poder ocorrer nos próximos dias

O processo de negociação das dívidas do grupo de mídia Abril deverá ter novos capítulos em breve. A companhia fundanda pela família Civita está desde julho sob o comando da consultoria especializada em recuperação de empresas Alvarez & Marsal. Há um mês, os atuais gestores protocolaram uma proposta indecente de pagamento aos credores. As dívidas da Abril somam R$ 1,6 bilhão, sendo que quase R$ 1 bilhão está relacionado a debêntures compradas pelos bancos Itaú, Bradesco e Santander. O grupo, que inclui a Abril Publicações, a distribuidora de revistas Dinap e a empresa de logística de encomendas Total Express, propõe pagar apenas 8% do total em parcelas mensais ao longo de 15 anos (prorrogáveis por mais três), e obter o perdão de até 92% dos débitos. A sugestão é tão agressiva que foi interpretada pelos credores como uma tentativa de “colocar o bode na sala”, para conseguir uma contraproposta favorável.

Além dos bancos, há dívidas envolvendo fornecedoras de papel, operadoras de telefonia e editoras concorrentes, algumas em situação financeira dramática devido à falta de pagamentos da distribuidora. Em entrevista à DINHEIRO, em setembro, o atual gestor, Marcos Haaland, afirmou que o modelo de negócio da distribuidora não é sustentável. “A Dinap, quando faz o recolhimento do que foi vendido, repassa o dinheiro para as editoras e fica com uma parte como remuneração. O que não é vendido, a Dinap recolhe e devolve às editoras, sem cobrar nada.” Como mantinha o monopólio na distribuição de revistas no Brasil, a empresa praticamente obrigava as demais editoras a utilizarem seus serviços — retendo a remuneração paga pelos jornaleiros. Isso colocou em risco todo o negócio editorial do País.

Carvalho: interessado na Abril é especialista em salvar empresas, mas nem isso garante o pagamento imediato das dívidas (Crédito::Leo Pinheiro/Valor )

Donos de editoras de menor porte, que pediram para não serem citados, afirmam estarem com problemas financeiros por conta da falta de pagamentos da Dinap. Procurada, a atual gestão do grupo Abril não respondeu às perguntas da reportagem, Apenas informou que “o plano foi protocolado e será discutido em Assembleia Geral de Credores, ainda a ser agendada”. Representantes da família Civita não foram localizados.

ex-funcionários As dívidas trabalhistas, estimadas em cerca de R$ 90 milhões (o que representa menos de 6% do total) também estão sendo contestadas. A editora entrou com um pedido de recuperação judicial quando faltava apenas um dia para o fim do prazo de pagamentos das verbas rescisórias de 800 funcionários demitidos em agosto deste ano. Um grupo de 30 mulheres, ex-funcionárias e prestadoras de serviços, entregaram no início deste mês uma carta ao juiz Paulo Furtado de Oliveira Filho, titular da 2ª Vara de Falências e Recuperações Judiciais da capital paulista, pedindo celeridade no processo. A mobilização teve resultado. Na terça-feira 11, Furtado cobrou a publicação imediata do edital do plano de recuperação, a divulgação da lista de credores — que deveria ser feita pela consultoria Deloitte, administradora da recuperação, em 12 de novembro — e o agendamento da Assembleia Geral de Credores, quando o plano poderá ser aprovado ou rejeitado. “A Deloitte adiou para janeiro a apresentação do plano, e isso atrasa tudo, inclusive a contestação que vamos fazer”, diz Patrícia Zaidan, do comitê de jornalistas demitidos da Abril. “Também dissemos ao juiz que já rechaçamos o plano, por desrespeitar a lei, que exige pagamento de dívidas trabalhistas em até um ano.” O juiz também concordou com a alegação das editoras clientes da Dinap que pedem que fiquem fora dos valores bloqueados o pagamento das revistas consignadas à Dinap antes da recuperação.

Enquanto as negociações com os credores avançam vagarosamente, outro fato pode alterar o cenário. Fontes informam que as tratativas para a venda do controle da empresa, fundada pelo imigrante italiano Victor Civita em 1950, avançam rapidamente.

A Abril foi comandada por Giancarlo Civita, neto do fundador, após a morte do pai, Roberto Civita, em 2013. Há expectativas de que a transação possa ser fechada nos próximos dias. Dois grupos teriam demonstrado interesse no grupo. Um deles inclui o empresário Guilherme Leal, um dos fundadores da Natura. No entanto, quem estaria mais próxima de fechar o negócio é a Legion Holdings, sociedade de investimentos voltada a recuperar empresas em dificuldades e que tem como sócio o advogado carioca Fabio Carvalho. Ele se notabilizou por atuar na salvação da Bravante, companhia de óleo e gás, e a rede de varejo de eletretrônicos Casa & Video, a qual assumiu em 2009. Também é acionista e presidente do conselho de administração da empresa de call center Liq, a ex-Contax. Se a compra for concretizada, resta saber se os novos donos vão assumir o passivo do grupo editorial e apresentar uma proposta menos indecente aos credores... Leia mais em istoedinheiro 14/12/2018



LVMH compra a dona do Copacabana Palace por US$ 2,6 bilhões

O conglomerado francês de luxo LVMH Moët Hennessy Louis Vuitton anunciou nesta sexta-feira (14) que fechou um acordo para adquirir a Belmond, empresa britânica proprietária e operadora de hotéis de luxo, como o Copacabana Palace, por US$ 2,6 bilhões.

A notícia faz as ações da empresa recuarem 2,07% na Bolsa de Valores de Paris, a 250,60 euros. .. Leia mais em valoreconomico 14/12/2018



13 dezembro 2018

Caixa pode levar R$ 60 bi com subsidiárias

O presidente da Caixa Econômica Federal, Nelson Antônio de Souza, entregou à equipe de transição do novo governo um diagnóstico que aponta que a venda de participações em cinco subsidiárias da instituição pode render R$ 60 bilhões ao banco, incluindo tributos, até 2022.

A projeção considera o repasse para a iniciativa privada de parte da Caixa Seguridade, Caixa Cartões, Caixa Loterias, Caixa Banco Digital e Caixa Gestão de Recursos.

 “Esse é um cálculo conservador. É o valor que essas empresas trariam de imediato para a Caixa Econômica”, frisou o presidente do banco em entrevista ao.. Leia mais em valoreconomico 13/12/2018

13 dezembro 2018



Mogai – companhia especializada em visão computacional e software para logística e agronegócio recebe investimento

Aporte será destinado para a comercialização dos produtos para indústrias de transformação, mineração, logística e agronegócios

A MOGAI, uma companhia que desenvolve tecnologia inovadora nas áreas de visão computacional e software para logística na indústria e agronegócio, comemora mais um momento importante em sua trajetória. A empresa acaba de receber um aporte Série A do Fundo de Investimento e Participações Primatec. Com o recurso, a empresa tornou-se uma sociedade anônima.

O valor investido será destinado para a comercialização PhoTopography, que calcula o volume de minério ou quaisquer granulados empilhados ou armazenados, e da Maquete Logística, software para automatizar processos logísticos em empresas de médio e grande portes. Além disto, o fundo identificou na MOGAI o potencial de geração de novos produtos e negócios, e uma parte do investimento está sendo aplicado no software Olho do Dono, que usa modernas tecnologias de visão computacional com inteligência artificial e estatística para estimar o peso do boi vivo, caminhando no pasto, a partir da tecnologia 3D desenvolvida pela startup.

"O PhoTopography já está sendo comercializado e também usamos parte do valor investido para lançar o Olho do Dono em outubro desde ano. Agora, o foco será na comercialização de nossos produtos, e no desenvolvimento de novas a partir de demandas do mercado. Todo o lucro será reinvestido no aprimoramento das nossas tecnologias e acesso a novos mercados", comenta Franco Machado, fundador da MOGAI.

Ainda de acordo com o empresário, a empresa foi criada dentro da disciplina de empreendedorismo do curso de Ciência da Computação da UFES, em 1997, para atender as grandes indústrias, com o intuito de solucionar problemas na logística de empresas como Vale, ArcelorMittal, Fibria, entre outras. As tecnologias que a empresa desenvolve são tão inovadoras que foi selecionada para programas de internacionalização na Inglaterra e Estados Unidos.

Por ter uma tecnologia versátil e capaz de resolver problemas em diversos setores, o Fundo Primatec se interessou pela empresa. As negociações começaram há, aproximadamente, um ano, período em que a MOGAI passou por análises do potencial da empresa e do mercado atendido por ela.

"Estamos muito satisfeitos com esse investimento na MOGAI, uma empresa nacional com tecnologia de ponta, capaz de ser atrativa em cenário mundial. A empresa traz soluções inteligentes para setores fundamentais da indústria e do agrobusiness, que precisam da tecnologia para ganhar competitividade", diz Marcelo Almeida, Consultor Operacional do Fundo Primatec.

O fundo, que investe prioritariamente nos setores de Tecnologia da Informação e Comunicação (TICs), Energia, Sustentabilidade e Economia Criativa, conta com o apoio de profissionais de alta qualidade para ajudar na aceleração de empresas com potencial de mercado.

"Nós passamos por um árduo processo de amadurecimento e treinamento de pitch para poder abordar os investidores. Em 2014 participamos do programa InovAtiva Brasil, que foi decisivo para que a MOGAI ganhasse maturidade. Dentro dele, tivemos mentores nos instruindo para melhorar nosso projeto e discurso. O InovAtiva teve papel bastante decisivo e importante para conseguirmos esse resultado", conta Machado.

Atualmente, a MOGAI tem sede no Espirito Santo, mas atende empresas do mundo inteiro, inclusive um grande projeto na África. Na área de topografia, a empresa atualmente conta com uma carteira de clientes em áreas como mineração, cimento, siderurgia, fertilizantes, química e ferrovias, e uma grande quantidade de indústrias está avaliando a tecnologia inovadora, que promete resultados e flexibilidade sem precedentes neste mercado.

Sobre o Fundo Primatec
O Primatec é um Fundo de Investimento e Participações que investe em empresas de base tecnológica, em todo o território nacional. É o primeiro fundo 100% focado em empresas de incubadoras e parques tecnológicos. A Antera Gestão de Recursos é a gestora do Fundo Primatec, e a BRAIN ventures, Consultora Operacional. São investidores cotistas do Fundo Primatec: Finep, BNDES, BDMG, BANDES, Fapemig.

Sobre a MOGAI
A MOGAI desenvolve tecnologias inovadoras para medir e monitorar estoques de granulados como minério, soja e outros, além de substituir a topografia tradicional em outras atividades. A empresa também oferece soluções para controlar processos logísticos em indústrias de médio e grande portes.

Sobre o InovAtiva Brasil
O InovAtiva Brasil é um programa gratuito de aceleração em larga escala para negócios inovadores de qualquer setor e região do Brasil, realizado pelo Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC) e pelo Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), com execução da Fundação Centros de Referência em Tecnologias Inovadoras (CERTI). O programa oferece cursos de capacitação online em empreendedorismo inovador, mentorias individuais com investidores e executivos experientes e conexão com potenciais investidores, clientes e parceiros. Entre 2013 e 2018, mais de 800 startups de todas as regiões do país foram aceleradas pelo programa... Leia mais em segs 12/112/2018




Agenda Edu recebe investimento da Omidyar Network para escalar sua plataforma

O aporte será utilizado para impulsionar o crescimento da startup brasileira focada em gestão e comunicação para o ambiente escolar

O Agenda Edu (www.agendaedu.com), plataforma que aumenta o engajamento em ambientes escolares, acaba de receber o investimento do Omidyar Network, fundo filantrópico criado por de Pierre Omidyar e sua mulher Pam Omidyar. O aporte ajudará a impulsionar o crescimento da startup, considerando melhorias na plataforma e o aumento da base de usuários e de sua equipe. A ferramenta já é utilizada por mais de 1 milhão usuários ativos, entre alunos, pais e educadores, o que a consagra como a maior plataforma de gestão e comunicação para o ambiente escolar do País.

"Nossa meta é dobrar a equipe de atendimento e triplicar a base de usuários até janeiro de 2020", explica o CEO do Agenda Edu, Anderson Morais. "Esperamos repetir a performance de 2018: neste ano triplicamos nossa base e atingimos praticamente 1.350 escolas".

O Omidyar Network já investiu, mundialmente, mais de US$ 1,3 bilhão e, no Brasil, segue com investimentos em Educação por meio de um portfólio composto por projetos com e sem fins lucrativos, que inclui Geekie, Guten News, Digital House, Ensina Brasil, Laboratoria e Centro de Inovação para a Educação Brasiliera (CIEB).

"O Agenda Edu é uma plataforma poderosa para o engajamento mais profundo com as famílias, professores e alunos e resolve um ponto chave para escolas", diz o Investment Director da Omidyar Network, Fabio Tran. "Estamos entusiasmados com o investimento, pois acreditamos que podemos contribuir para melhorar a eficiência, a gestão e os resultados no processo de aprendizagem de crianças e adolescentes", complementa o porta-voz.

"Este aporte representa mais uma validação do modelo do Agenda Edu e acredito que os recursos deverão acelerar o crescimento do negócio. Além disso, a entrada da Omidyar Network como investidora, com todo o track record que possui em Educação, será fundamental para consolidar o Agenda Edu como app preferencial das escolas", diz Rodrigo Borges, sócio da DOMO Invest, Asset Management de Venture Capital, que também fez um aporte na startup no começo deste ano.

A Bossa Nova Investimentos também participou da operação "O perfil da Agenda Edu está alinhado com os critérios de investimentos da Bossa Nova que estão focados em empresas com negócios inovadores, digitais e escaláveis. Além de estar em uma de nossas áreas de interesse que é a da Educação", afirma João Kepler, Managing Partner da Bossa Nova Investimentos.

Após quatro anos e meio de mercado, a plataforma amadureceu e passou a atender todos os níveis de ensino dentro das instituições. A startup ampliou então o seu leque de serviços para, além da gestão da comunicação, e ainda trouxe funcionalidades que auxiliam na melhoria do engajamento dos responsáveis, alunos e educadores na jornada educacional e permitem a escola acompanhar melhor a evolução dos indicadores de forma transparente.. .. Leia mais em terra 12/12/2018



Abertura de capital estrangeiro a aéreas estimula crescimento, diz Latam

A Latam Airlines declarou ser favorável ao capital estrangeiro nas companhias aéreas, tendo em vista que se trata de um setor que exige capital intensivo.

"Essa medida estimula o crescimento, gerando riqueza para o Brasil", afirmou a companhia em nota, ao ser questionada sobre o anúncio feito na tarde desta quinta-feira, 13, pelo ministro-chefe da Casa Civil, Eliseu Padilha, de que o presidente Michel Temer assinou uma Medida Provisória que libera até 100% de capital estrangeiro nas companhias aéreas que atuam no Brasil. O limite anterior era de 20%... Leia mais em epocanegocios 13/112/2018






BNDES poderá participar de emissões de ações de empresas em 2019

Presidente do banco informou que a instituição está disposta a participar no limite de até 15% de cada operação

O BNDES vai voltar a subscrever ações de empresas na tentativa de estimular a listagem de companhias na bolsa e impulsionar o crescimento de empresas de menor porte com potencial de desenvolvimento, afirmou o presidente do banco, Dyogo Oliveira, nesta quinta-feira.

O banco de fomento vai poder subscrever ações de empresas de capital fechado que queiram listar papéis na bolsa e está disposto a participar no limite de até 15 por cento de cada operação. "Neste caso, não há limite de receita da empresa para o BNDES acompanhar", disse Oliveira, a jornalistas.

Oliveira afirmou também que o banco poderá subscrever ações de empresas de menor porte, mas neste caso a empresa só poderá ter faturamento entre 90 milhões e 1 bilhão de reais ao ano. A participação do banco nessas operações poderá atingir até 30 por cento.A estratégia foi aprovada nesta semana pela diretoria do banco.

O BNDES não participava de uma operação de emissão de ações desde 2015, disse Oliveira. "São empresas com potencial de crescimento, conteúdo tecnológico, capacidade de agregar conhecimento no país. Não há visão setorial e o conceito é de desenvolvimento da empresa e empresas que podem ser alavancadas", disse o presidente do banco, que será substituído por Joaquim Levy no governo de Jair Bolsonaro.

DESINVESTIMENTOS
A diretora de mercados de capitais do BNDES, Eliane Lustosa, afirmou que o banco está contratando assessores financeiros para ajudar na venda das grandes participações da BNDESPar em empresas cujo investimento do banco de fomento já esteja maduro.

Segundo ela, as contratações estão sendo feitas de acordo com cada operação e não há um prazo para serem concluídas. A carteira de participações da BNDESPar, braço de investimentos em empresas do BNDES, é concentrada em grandes empresas como Petrobras, Vale, JBS e Eletrobras.

"A diretriz é desinvestir de empresas maduras, mas com muita tranquilidade para que não haja prejuízo (...) não vamos queimar nossas participações", disse Lustosa.

Neste ano, até setembro, os desinvestimentos do BNDES somam cerca de 6,3 bilhões de reais, segundo dados oficiais, mas o presidente do banco declarou em entrevistas recentes que o volume já superava os 8 bilhões de reais.

DESEMBOLSOS

O presidente do BNDES informou que de janeiro a novembro os desembolsos do banco somam 55 bilhões de reais ante uma meta para este ano de 70 bilhões. Apesar de ainda faltarem 15 bilhões para serem cumpridos, Oliveira manteve a meta. "No fim do ano, sempre tem um ritmo mais forte", disse ele.

O nível de desembolsos de 2018 será o menor em cerca de 20 anos, reflexo da conjuntura ligada à mudança da taxa de juros do banco do sistema de TJLP pela TLP, incertezas eleitorais e menor nível de confiança dos empresários.

As aprovações de financiamentos do banco de janeiro a novembro, por outro lado, cresceram 20 por cento na comparação anual, segundo Dyogo, sinalizando um potencial para empréstimos mais fortes em 2019, na casa de 90 bilhões de reais. "Isso levando em consideração um crescimento de 2,5 por cento do PIB", disse Oliveira.

De janeiro a novembro, os desembolsos só para área de infraestrutura totalizam 19 bilhões de reais ante 17,5 bilhões em 2017. A meta para este ano é 27 bilhões reais para a área.Sobre o montante de recursos a serem devolvidos pelo BNDES ao Tesouro, executivos do BNDES afirmaram que o banco poderá ampliar a devolução em 2019 para além dos 26 bilhões de reais já definidos. Este ano, o banco já retornou ao Tesouro 130 bilhões de reais. Entre 2008 e 2014 o banco recebeu do Tesouro 416 bilhões de reais e tem um saldo devedor, por conta dos juros, de 280 bilhões, afirmaram executivos do banco. Reuters Leia mais em dci 13/12/2018



GE lança negócio digital independente, vende participação majoritária no ServiceMax

A GE anunciou hoje planos para estabelecer um novo negócio digital independente focado no desenvolvimento de software para a Internet industrial das coisas. Essa rede, também conhecida como IIoT, vincula as máquinas umas às outras, à nuvem e também a outros dispositivos. Ele permite que os gerentes humanos usem softwares de aprendizado de máquina para analisar rapidamente grandes quantidades de dados e obter novos insights para operar seus negócios com mais eficiência.

A nova empresa, ainda sem nome, reunirá soluções de software que incluem produtos como o Asset Performance Management da GE Digital, bem como as unidades de negócios GE Power Digital e Grid Software Solutions.

A GE informou que a empresa “fornecerá software para indústrias de ativos intensivos com foco nas indústrias de energia, renováveis, aviação, petróleo e gás, alimentos e bebidas, produtos químicos, bens de consumo embalados e mineração”.

O novo negócio começará com US $ 1,2 bilhão   em receita anual de software e uma base de clientes global existente. A GE informou que a empresa “pretende ser uma empresa totalmente controlada e administrada independentemente pela GE, com uma nova marca e identidade, com sua própria estrutura acionária e com seu próprio conselho de diretores”.

“Como líder inicial na IIoT, a GE construiu um forte negócio com seus clientes industriais graças ao profundo conhecimento de domínio e expertise em software”, disse o presidente e CEO da GE, H. Lawrence Culp Jr. “Como uma empresa operada independentemente, nosso negócio digital estar em melhor posição para avançar nossa estratégia para focar em nossas verticais centrais para oferecer maior valor para nossos clientes e gerar novo valor para os acionistas. ”

Existem muitas projeções para o tamanho do mercado da IIoT. Em 2015, a Accenture estimou que a IIoT poderia adicionar US $ 14,2 trilhões à economia global até 2030.

A GE disse que a nova estrutura independente da empresa permitirá investimentos externos adicionais e dará aos funcionários a oportunidade de adquirir ações e se beneficiar diretamente.

A GE também anunciou um acordo para vender uma participação majoritária na ServiceMax, fornecedora líder de software de gerenciamento de serviços de campo, para a empresa de private equity Silver Lake Partners.

A GE disse que a mudança posicionará a ServiceMax para um crescimento contínuo através de um desenvolvimento de produto mais focado.   A transação deve ser concluída no primeiro trimestre de 2019, sujeita às condições habituais de fechamento e aprovações regulatórias... Leia mais em ge 13/12/2108




Eletrobras poderia valer R$100 bi com privatização proposta por Temer, diz Itaú BBA

A Eletrobras poderia alcançar um valor de mercado de 100 bilhões de reais caso o governo do presidente eleito Jair Bolsonaro decida manter um modelo de privatização da companhia proposto pela gestão Michel Temer e tenha sucesso na operação, estimaram analistas do banco Itaú BBA em relatório nesta quinta-feira.

O futuro ministro da Economia de Bolsonaro, Paulo Guedes, tem falado em promover um amplo programa de privatizações, mas o presidente eleito e seu vice já disseram que consideram a Eletrobras estratégica e que não concordariam com a venda de todos ativos da companhia.

O almirante Bento Albuquerque, que será ministro de Minas e Energia no próximo governo, disse em entrevista recente à Folha de S.Paulo que não tem uma posição formada sobre a desestatização da elétrica, que controla quase um terço da capacidade de geração e metade das linhas de transmissão do país.

A proposta de Temer envolveria uma capitalização da companhia por meio da emissão de novas ações, o que diluiria a fatia da União para uma posição minoritária.

"Nós acreditamos que tanto o governo federal quanto os acionistas minoritários da Eletrobras poderiam se beneficiar incrivelmente com uma capitalização da Eletrobras. A companhia, operada como uma entidade quase privada, poderia ter um valor de mercado de 100 bilhões de reais, versus valor atual de 35 bilhões", escreveram os analistas.

Segundo o relatório, foi considerado um "valor justo" atual de 40 bilhões para a companhia, que se somaria a 12 bilhões de reais em valor gerado pela capitalização e a entre 40 e 50 bilhões de reais em "potencial criação de valor" devido às perspectivas de cortes de custos, redução de custo de capital, uso de benefícios fiscais e outros.

Nesse cenário, acrescentam, a fatia do governo na companhia poderia saltar para 45 bilhões de reais, ante 23 bilhões atualmente.

A proposta de desestatização do governo Temer prevê ainda um limite de 10 por cento nos direitos a voto dos acionistas da elétrica e a manutenção de uma "golden share" pelo governo, o que segundo os profissionais do Itaú BBA "caberia perfeitamente nos planos de Bolsonaro para as estatais brasileiras".

Os analistas também sugerem a manutenção do atual presidente da empresa, Wilson Ferreira Jr..

O executivo disse recentemente que aceitaria seguir na companhia no novo governo se os planos de Bolsonaro envolverem a continuidade do processo de privatização.  (Por Luciano Costa) Reuters Leia mais em dci 13/12/2018



Se não tiver IMC, Sapore prevê IPO

Em uma semana decisiva para ditar o rumo de sua companhia, o fundador e presidente da empresa de restaurantes corporativos Sapore, Daniel Mendez, vê na eventual união com a International Company (IMC), dona de marcas como Viena e Frango Assado, a chance de ser um operador global.

Se o negócio naufragar, diz que fará uma oferta pública de ações (IPO) sozinho ou mesmo ao lado de outra empresa, que pode ser de alimentação ou de "facilities" - serviços de apoio, como limpeza e manutenção, que fazem parte do portfólio de seus grandes concorrentes no concorrentes no mercado corporativo como Sodexo e GRSA. .. Leia mais em valoreconomico 13/12/2018



Grupo Positivo negocia venda de sua universidade

 O Grupo Positivo analisa venda de sua universidade (UP) para a Cruzeiro do Sul, a Estágio e a Ser Educacional. Os valores de negociação estão entre R$ 500 milhões e R$ 600 milhões, segundo apuração do Valor Econômico. A companhia possui proposta de R$ 550 milhões.

Além da Universidade Positivo, o colégio e o sistema de ensino estão no radar de empresas de educação básica. Dentre estas empresas estão:

  • Eleva, cujo maior acionista individual é Jorge Paulo Lemann. 
  • Arco Educação, que levantou US$ 216 milhões na oferta inicial de ações na Nasdaq (bolsa norte-americana) 

Empresas separadas
Em agosto desde ano, a Positivo iniciou processo competitivo para venda separada dos três negócios: universidade, colégios/sistema de ensino e gráfica.

As seis famílias controladoras do grupo entraram em acordo há alguns meses para criar empresas separadas para cada um desses negócios.

Em ata publicada no Diário Oficial de dezembro de 2018, o objetivo da separação dos negócios é  “aumentar atratividade das investidas ao recebimento de novos acionistas”.

No entanto, há desconfiança por parte dos interessados nos negócios da Positivo. Apesar da contratação do BTG Pactual, e a oferta ativa do negócio no mercado, a companhia resiste em abrir seus números e informa ao público que seu objetivo em 2019 é fazer o Initial Public Offering (IPO).

A desconfiança tem histórico: o episódio fracassado de venda de todo o Grupo Positivo, cujo insucesso ocorreu por conta da desistência súbita de um dos controladores de Curitiba. O caso ficou mal visto no mercado.

Ainda segundo a apuração do Valor, a Positivo pode vender os ativos de ensino superior, que englobam a UP e a Faculdade Arthur Thomas e contam com cerca de 28 mil alunos.

Assim, faria a abertura de capital apenas do sistema de ensino, semelhante à Arco Educação. A metodologia de ensino da Positivo conta com aproximadamente 570 mil alunos privados e 240 mil da rede pública. Por AMANDA SAYURI Leia mais em sunoresearch 13/12/2018



NRE Educacional, da Bozano, compra centro universitário no Piauí

A UninovaFapi, centro universitário do Piauí, foi adquirido pelo grupo NRE Educacional, holding de faculdades da gestora de private equity Bozano.

A UninovaFapi tem receita anual de cerca de R$ 110 milhões, 7 mil estudantes e seu principal curso é Medicina. A holding da Bozano tem como prioridade faculdades com cursos na área da saúde.

A transação foi fechada em cerca de 11 vezes o lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda, na sigla em inglês) da UninovaFapi. O banco responsável pela venda foi o BTG... Leia mais em valoreconomico 13/12/2018

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Uninovafapi é vendida para a NRE e valor do negócio é mantido em sigilo

O Grupo NRE Educacional comprou o Centro Universitário Uninovafapi , por meio de um contrato celebrado com a mantenedora da instituição no último dia 27 de novembro. Com a assinatura, o Grupo se torna o novo sócio à frente da operação da faculdade, localizada em Teresina.

O anúncio da aquisição deixou alunos preocupados. "Será que o nível educacional vai continuar?", questionou um universitário da instituição ao 180. A Uninovafapi  foi assessorada pelo BTG Pactual na transação.

Valor é um mistério
O Centro Universitário tinha como proprietária Cristina Miranda, que é a atual reitora e o valor da transação não foi informado. A assessoria informou ao 180 que "existe uma cláusula contratual entre eles que não permite informar valores. O Grupo NRE é responsável pela gestão de Instituições de Ensino Superior (IES) nos estados de Minas Gerais, Paraná, Tocantins e no Piauí, com a Iesvap, em Parnaíba.

Com a aquisição, a Uninovafapi passa a ser a nona IES da NRE Educacional no país e a segunda no estado do Piauí, marcando mais um grande passo na estratégia de expansão do Grupo que se consolida como o maior player de formação médica do país.

Processo de transição
O início da operação da Uninovafapi  pela NRE contará com o apoio e a expertise da atual administração da IES que auxiliará em todo o processo de transição que será realizado na instituição nos próximos meses.

Para o presidente do Conselho do Grupo NRE Educacional, Nicolau Esteves, integrar a Uninovafapi  ao Grupo NRE é motivo de orgulho. “Esta parceria engrandece o nosso Grupo, pois trata-se de um Centro Universitário de excelência de grande representatividade no estado do Piauí. O Grupo NRE irá honrar esse passado brilhante da Uninovafapi”.

Segundo o CEO do Grupo NRE Educacional, Virgílio Gibbon, a aquisição reforça o compromisso da marca com a excelência acadêmica na formação profissional nas diversas regiões do país e amplia as possibilidades na formação e intercâmbio de alunos entre as escolas do Grupo.

Sobre a Uninovafapi
A Uninovafapi  iniciou suas atividades acadêmicas em 12 de fevereiro de 2001, com os cursos de Enfermagem e Odontologia. Em 2012, a instituição obteve o credenciamento do Ministério da Educação para funcionar como Centro Universitário. Essa mudança contribuiu para tornar o Piauí uma referência de excelência em ensino superior e para reafirmar a qualidade e a contribuição da Uninovafapi  na elevação do padrão de formação de profissionais do Estado e da região.

Atualmente, a Uninovafapi oferece 17 cursos de graduação com aproximadamente 7,0 mil alunos matriculados onde destaca-se o curso de Medicina com nota máxima perante o MEC e 171 vagas anuais, além de cursos de EaD. Adicionalmente, o Centro Universitário também oferta pós-graduações Lato Sensu e Stricto Sensu, inclusive com um Mestrado próprio na área de Saúde da Família, além das atividades de extensão, cursos de aperfeiçoamento e vários projetos de pesquisa, como estratégia de assegurar o seu compromisso com a responsabilidade social e produção científica. A Uninovafapi  desenvolveu nos últimos anos importantes parcerias em suas pós-graduações, como o Mestrado Interinstitucional (Minter) e o Doutorado Interinstitucional (Dinter) em direito com o UniCEUB de Brasília. A IES é, além disso, certificada pela FGV (Fundação Getulio Vargas) em seu curso de administração e no MBA. Leia mais em 180graus 28/11/2018




Solera e MAPFRE completam aquisição da CESVI Brasil

Solera e MAPFRE completam aquisição da CESVI Brasil para enfocar treinamento, pesquisa e reparo em todo o mercado brasileiro

A Solera Holdings, Inc. (“Solera”), líder global em dados inteligentes e software como serviço (SaaS) para gerenciar e assegurar frota automotiva de caminhões leves e pesados, ecossistemas de identidade e residenciais, e a MAPFRE S.A. (“MAPFRE”), seguradora global de prestígio, anunciaram hoje a conclusão da aquisição da CESVI (Centro de Experimentação e Segurança Viária) Brasil pela joint venture das duas entidades, Solera Technology Centre GmbH (“STC”). A CESVI Brasil é um centro de experimentação e pesquisa automotiva líder no Brasil, cujo foco é proporcionar insight, diretrizes de segurança e transparência, incluindo treinamento para unidades de reparo de veículos e seus técnicos, seguradoras, fabricantes de equipamentos originais e entidades governamentais.
 
“O investimento da STC na CESVI Brasil amplia nossa missão de garantir completa transparência e segurança para operações de veículo e frota, além de controle em todo o mundo”, declarou Javier Velasco, diretor de dados da Solera. “Os dados que eles coletam e os testes que realizam são essenciais à previsão de tendências e desenvolvimento de soluções cognitivas que tratam das necessidades de cada pessoa que dirige, assegura ou repara qualquer veículo no Brasil.”

A STC acrescenta a CESVI Brasil às suas crescentes operações em três continentes, enfocada em modernizar os ecossistemas de seguro e reparo de veículos com ciência baseada em dados, software preditivo e tecnologia enfocada em treinamento e educação... Leia mais em exame 13/12/2018



Dona do Royal Canin compra Pet Care Hospital Veterinário por R$ 72 milhões

Em sua primeira aquisição fora dos EUA, a VCA Maple Leaf comprou a totalidade das ações do Pet Care Hospital Veterinário.

A VCA já tinha 50% de participação no hospital e, nessa fase, desembolsou mais R$ 72 milhões pelo controle total, bem como por 50% do grupo Pet Care, segundo fontes. A VCA é controlada pelo grupo Mars, que detém as marcas de chocolate Mars e Royal Canin.

É o bicho. O grupo Pet Care é formado por cinco hospitais e um laboratório de diagnósticos veterinários. É líder em hospitais para animais com serviço de telemedicina, laboratório de células-tronco, centros de diagnóstico, incluindo tomografia, e um centro de radioterapia.

Além disso, é o primeiro na América Latina dedicado a tratamento de câncer animal. A Felsberg Advogados assessorou os fundadores do hospital na venda. Ele tem veterinários especializados em oftalmologia, dermatologia, endocrinologia, neurologia, cardiologia, oncologia e terapia intensiva.

Já o VCA tem mais de 850 hospitais veterinários nos EUA e Canadá, entre outros negócios.
O Estado de S. Paulo - Leia mais em datamark 13/12/2018



Farfetch compra Stadium Goods num negócio que avalia a empresa em 220 milhões

A Farfetch comprou o 'marketplace' especializado em calçado de desporto e 'streetwear' Stadium Goods, num negócio que avalia a companhia em 250 milhões de dólares (220 milhões de euros).

Em comunicado, a empresa liderada por José Neves revelou que a aquisição será realizada com recurso a dinheiro e a ações da Farfetch, com os montantes exatos a serem determinados na conclusão do negócio, depois de seguidos os procedimentos necessários.

A Stadium Goods será detida totalmente pela empresa fundada em Portugal, mas continuará a ser gerida pela equipa que a criou, beneficiando de sinergias com a Farfetch.

A aquisição permite que a empresa de José Neves aumente a sua oferta na categoria do calçado de desporto e 'streetwear', um mercado em crescimento acelerado.

A Stadium Goods foi fundada em 2015 e especializou-se em modelos limitados e em artigos em segundo mão, nunca usados. A primeira loja abriu no Soho, em Nova Iorque. Tem como acionista também o grupo de luxo LVMH, com uma posição minoritária.

A empresa entrou para o 'marketplace' da Farfetch em abril deste ano, tendo registado um crescimento nas vendas, garantiu a companhia.

A aquisição está ainda sujeita às autorizações normais nestes casos, mas deverá estar finalizada no primeiro trimestre de 2019, segundo a Farfectch.

O Goldman Sachs assessorou o negócio na parte financeira e a empresa Fenwick & West deu apoio jurídico... Leia mais em dn.pt 12/12/2018