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23 dezembro 2020

Capitalizada após IPO, dona da Farm quer se consolidar no ‘varejo tech’

A companhia decidiu apostar suas fichas no crescimento online, tanto por ações criadas dentro de casa quanto com aquisições.

Se o mercado de moda precisava de um empurrão para abraçar de vez o e-commerce, esse incentivo veio com a pandemia. Por isso, grupos mais conhecidos pela rede física, como a Soma - dona das redes Farm e Animale -, estão ampliando suas apostas na venda pela web. Capitalizada após estrear na Bolsa, em operação em que captou R$ 1 bilhão, em julho, a companhia decidiu apostar suas fichas no crescimento online, tanto por ações criadas dentro de casa quanto com aquisições.

É esse direcionamento digital que chama a atenção dos investidores: a Soma viu seus papéis subirem 30% desde o IPO. Mas, segundo o presidente do grupo, Roberto Jatahy, a ideia é ir além. É a partir da interação com o cliente, em tempo real, que a empresa quer descobrir oportunidades para agregar novas marcas a seu portfólio. "A partir de agora todas as marcas surgirão dos canais digitais", prevê.

Para garantir o contato constante com o consumidor, a empresa investiu numa plataforma de live commerce. Funciona assim: as marcas produzem uma espécie de programa de TV, via streaming, em que debatem moda e apresentam roupas das grifes. O consumidor pode encomendar as peças ao vivo, em um clique. Se o participante tiver dúvida, ela é resolvida em tempo real, em um chat.

A Soma vem prosperando em um mercado difícil: o de moda para a classe média alta, repleto de empresas com dívida alta e em busca de reestruturação, como a InBrands (dona da Ellus e da Richards) e a Restoque (de Le Lis Blanc e Dudalina). O grupo surgiu quando Jatahy, dono da Animale, comprou a Farm, empresa que era forte no digital. Depois disso, vieram outras grifes, como a Cris Barros e Maria Filó.

Apetite. Agora, o desafio é acelerar ainda mais a digitalização. Por isso, em sua primeira aquisição após o IPO, levou a byNV, marca criada em 2012 por Natti Vozza, influencer com mais de 1 milhão de seguidores no Instagram. O desembolso foi de R$ 210 milhões, sendo 47% em dinheiro e o restante em ações - o que garantirá que Natti siga como sócia. Ao fazer essa escolha, a Soma surpreendeu o setor, que esperava que o grupo comprasse a tradicional marca Richards, da InBrands.

Jatahy diz que o nível de engajamento da marca de Natti Vozza é alto, mas que a aquisição pela Soma dará à grife mais possibilidades de crescimento. A byNV possui cinco lojas físicas no Estado de São Paulo, embora a influencer seja conhecida por todo o Brasil. O grupo planeja a abertura de 20 a 25 grandes lojas da NV, que servirão de "hubs" logísticos para o online.

Ainda com o caixa cheio, o Grupo Soma tem outras aquisições em análise. O foco, neste momento, está em duas operações. A prioridade é para marcas que surgiram na web e têm forte potencial de crescimento, embora a compra de redes maiores não esteja descartada.

DNA online

Mesmo antes da pandemia, as vendas das marcas da Soma pela internet já estavam bem acima da média do setor, em 22%. Segundo a empresa, isso foi possível graças ao "código do vendedor", que permitia que funcionários ganhassem comissão por peças vendidas online. Com esse trabalho, a empresa conseguiu estancar as perdas da pandemia. Em março, já registrava o equivalente a 70% das vendas observadas anteriormente.

É por isso que, na opinião de um investidor que participou do IPO da companhia, a dona da Farm e da Animale é uma empresa de "varejo tech".

E os analistas de mercado parecem concordar com a avaliação. "Acreditamos que sua plataforma digital seja uma vantagem competitiva importante, pois oferece uma solução integrada entre marcas e canais em termos de logística, além de uma ampla estrutura de análise de dados para aumentar a fidelidade, conversão e frequência dos consumidores", aponta relatório divulgado neste mês pela XP Investimentos. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. Leia mais em seudinheiro 23/12/2020

www.seudinheiro.com

23 dezembro 2020



22 dezembro 2020

Retrospectiva 2020: e-commerce se tornou o melhor negócio em tempos de pandemia

Vender produtos e serviços por canais online foi mais do que uma estratégia: neste ano, significou a sobrevivência dos negócios

O e-commerce foi o destaque como modelo de negócio em um ano marcado pela digitalização das atividades, especialmente aquelas do setor varejista. Produtos e serviços passaram a ter as telas como vitrine e o consumidor descobriu a praticidade e a comodidade de comprar online e receber em casa.. leia mais em epocanegocios.globo. 22/12/2020

                                    https://epocanegocios.globo

22 dezembro 2020



‘Não vou esperar empresa estrangeira ser protagonista do digital no Brasil’, diz CEO do Magazine Luiza

Depois de mais recente aquisição, Frederico Trajano diz em entrevista que estratégia de compras se concentra em um só objetivo: a conquista da liderança do mundo digital brasileiro

O período de pandemia foi agitado para o Magazine Luiza, que em 2020 foi às compras para reforçar sua operação digital, da logística à oferta de produtos, passando pela publicidade e pelas finanças.

Ao todo, foram 11 aquisições. E, ontem, a companhia anunciou a maior delas: pagou R$ 290 milhões pela fintech Hub, que foi fundada pelo empresário Carlos Wizard Martins há oito anos.

Em entrevista ao Estadão, o presidente do Magazine Luiza, Frederico Trajano, disse que a heterogênea estratégia de compras se concentra em um só objetivo: a conquista da liderança do mundo digital brasileiro.

"Não vou esperar uma empresa estrangeira ser protagonista digital no Brasil, seja ela chinesa, argentina ou americana", disse o executivo, referindo-se às gigantes Alibaba, Mercado Livre e Amazon. Leia, a seguir, os principais trechos da entrevista:

Qual é a importância da Hub para o sistema digital do Magazine Luiza? 

É muito importante. Ela tem acesso ao Sistema de Pagamentos Brasileiro (SPB) e também ao Pix, pois, desde julho, tem autorização do Banco Central como instituição de pagamento. Ter isso dentro de casa reduz a nossa necessidade de contratar prestadores de serviço, reduzindo as fricções do cliente nas operações. Isso vai ajudar tanto o MagaluPay, voltado ao público em geral, que lançamos em julho, quanto o Magalu Pagamentos, voltado para os vendedores do nosso marketplace, que existe desde abril. E vamos ter uma equipe de 250 pessoas adicionada ao nosso time, incluindo cem desenvolvedores.

Por que esse ambiente de pagamentos é tão importante para a estratégia de superapp?

A Hub se encaixa como uma luva na nossa estratégia, pois a conta de pagamentos é elo fundamental de todos os superapps da China - como o WeChat, que tem o WeChatPay, e o Alibaba, que tem o AliPay.

Isso vai acelerar o crescimento do Magalu na área?

O crescimento em ritmo chinês já faz parte da nossa estratégia. O que a gente quer aumentar é a penetração desses serviços (na vida das pessoas). Hoje, temos 2 milhões de clientes com contas abertas no MagaluPay, mas nem todos são ativos. A ideia é ampliar a oferta de produtos financeiros em todo o ecossistema. E é também uma oportunidade de monetizar e gerar mais resultados em todas essas transações.

Com isso, o Magalu poderá ajudar os desbancarizados?

A gente já ajuda a bancarizar no Brasil, com o LuizaCred, temos 4 milhões de cartões emitidos, o que é mais do que o Nubank ou o Carrefour. A Hub é uma empresa de tecnologia que vai se conectar tanto com a operação de varejo quanto ao LuizaCred. Ela vai fazer toda essa ligação do sistema (financeiro) que a gente já tem, ampliando possibilidades.

Qual é o balanço das aquisições deste ano?

A gente tem cinco pilares estratégicos: 

  • o superapp, 
  • a entrada em novas categorias de produtos, 
  • agilização das entregas, 
  • crescimento exponencial do negócio e 
  • pensar o Magalu como um provedor de serviços. 

Todas as 11 aquisições seguem esse direcionamento. São peças que se encaixam perfeitamente a essa estratégia.

Com o repique de covid-19, está difícil prever o ano de 2021?

O Brasil é volátil por natureza. Se nem o Banco Central consegue prever o que vai acontecer, não é a gente (que vai conseguir). Tenho de preparar meu time para que a gente cresça independentemente do cenário. Um modelo de negócios mais amplo, por exemplo, reduz riscos. E uma coisa não vai mudar: o Brasil ficou mais digital, mas a fatia (nas vendas) subiu de 5% para 10% (na pandemia). Tem muito espaço para crescer, pois na China esse porcentual é de 30%. E queremos ser protagonistas no digital. Não vou esperar uma empresa estrangeira ser protagonista digital no Brasil, seja ela chinesa, argentina ou americana. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo... Leia mais em  seudinheiro 22/12/2020











21 dezembro 2020

Almeida Júnior e Caixa Seguridade desistem de IPOs; cancelamentos já somam 24 este ano

Os cancelamentos já haviam sido noticiados, mas ainda constavam como “em abertos” na CVM até então

A Caixa Seguridade e a Almeida Júnior Shopping Centers desistiram oficialmente das suas ofertas públicas iniciais de ações (IPOs, na sigla em inglês), segundo consta no sistema da Comissão de Valores Mobiliários (CVM). 

Os cancelamentos já haviam sido noticiados, mas ainda constavam como “em abertos” na CVM até então.

Com o caso da vamos Locação de Caminhões, Máquinas e Equipamentos, que também desistiu da oferta este mês, já são 24 IPOs cancelados em 2020.. Leia mais em valoreconomico 21/12/2020



21 dezembro 2020



19 dezembro 2020

R$5bi a R$22 bi: em silêncio, nova gestão quadruplica valor da Alpargatas | Exame

A Alpargatas, dona da Havainas e da Osklen, vive uma revolução silenciosa desde 2017, quando Itaúsa e Cambuhy Investimentos, a gestora de recursos que conta com patrimônio da família Moreira Salles, se uniram para comprar o controle da companhia do grupo J&F, holding da família Batista que é dona da JBS. Antes do famoso Joesley Day, que envolveu o empresário Joesley Batista e o ex-presidente Michel Temer (PMDB), o valor de mercado da Alpargatas na B3 girava entre 5 bilhões de reais e 5,5 bilhões de reais.

Desde que Itaúsa e Cambuhy assumiram, a decisão foi dar foco ao que os novos donos consideravam como área nobre dos negócios. Em entrevista ao EXAME IN, Roberto Furnari conta como foi reposicionamento desde a mudança de controle. Todos os negócios que não eram considerados marcas premium ou versáteis, que conversassem com a Havaianas foram vendidas...

A companhia se desfez da operação de tecidos na Argentina, das licenças das marcas Topper, Rainha, Sete Léguas e Mizuno. No total, arrecadou 574 milhões de reais com as transações, realizadas de 2018 até o terceiro trimestre deste ano, quando passou à frente, para a Vulcabrás, a operação da marca Mizuno. Todas essas operações, para além de Havaianas e Osklen, respondiam por 25% da receita em 2018 e 36%, em 2016, conta Funari...

Aquisições

Embora não conste oficialmente do discurso da companhia, que passou por uma limpeza no portfólio de marcas, a aposta no mercado é que marcas que se encaixem no conceito podem ser compradas. Um dos motivos dessa crença é o caixa cheio da empresa. A Alpargatas tem mais dinheiro guardado do que dívida — mais de 300 milhões de saldo positivo. Terminou setembro com 1,99 bilhão de reais em recursos aplicados, após ter gerado mais de 400 milhões de reais ao longo do ano, para uma dívida bruta de 1,67 bilhão de reais. Fonte: exame Leia mais em deputadoemfoco.14/12/2020



19 dezembro 2020



Ultra quer vender rede de farmácias Extrafarma para focar em óleo e gás

O Grupo Ultra, conhecido dos brasileiros pela rede de postos de combustível Ipiranga, vai repaginar seu modelo de negócio em 2021 – e, por isso, está colocando grandes ativos fora de seu principal setor, o de óleo e gás, à venda. Além da já divulgada venda da indústria química Oxiteno, avaliada em US$ 1,5 bilhão (aproximadamente R$ 7,5 bilhões), a gigante nacional também deve se desfazer da rede de farmácias Extrafarma, que hoje tem cerca de 400 lojas e fatura R$ 1,5 bilhão. A aposta, apurou o ‘Estadão’, é que uma grande rede de farmácias fique com o ativo, que é especialmente forte na região Norte.

A compra da Extrafarma, há sete anos, por R$ 1 bilhão, fazia parte dos planos do Ultra de tornar a rede Ipiranga uma espécie de “hub” de varejo, indo além dos combustíveis. A companhia fez uma expansão da Extrafarma em vários de seus postos, especialmente em São Paulo. Segundo fontes do setor, porém, a empresa não atingiu o porte necessário para concorrer com gigantes como a Raia Drogasil (RD) e a DPSP (união das drogarias Pacheco e São Paulo). Por isso, ela passou de força consolidadora a candidata a ser adquirida por negócios maiores.

Entre as grandes varejistas, como Pão de Açúcar, Carrefour e Big (que adquiriu as operações do Walmart por aqui), a aposta nas drogarias próprias também veio perdendo espaço. Apesar de ser considerado um negócio rentável, experiências anteriores também provaram que nem sempre se trata de um setor fácil. O BTG Pactual, por exemplo, teve um de prejuízos bilionários ao formar a BR Pharma, que consolidou várias redes regionais (entre elas a Farmais e a Big Ben – esta última, assim como a Extrafarma, do Pará), mas acabou acarretando perdas bilionárias para o banco, até ser vendida por um preço simbólico.

Segundo apurou o Estadão, o mandato de venda da Extrafarma está na mão do Bradesco BBI, enquanto o desinvestimento na Oxiteno ficou a cargo do Bank of America.

Procurado, o Grupo Ultra disse que não tem nada a acrescentar além do fato relevante divulgado na segunda-feira, 14, no qual disse que “avalia continuamente seu portfólio de negócios” e vem direcionando investimentos, de forma prioritária, para fortalecer seu posicionamento na cadeia de óleo e gás no Brasil. A empresa afirma ainda que “estão sendo consideradas alternativas estratégicas que assegurem a continuidade da expansão da Oxiteno”. O Bradesco BBI não comentou.

Negócio principal

O Grupo Ultra pretende seguir nos negócios nos quais encontra sinergia com sua atividade principal – ou seja, relacionados a ao mercado de óleo e gás, incluindo nesse bloco os postos Ipiranga, a Ultragaz e a Ultracargo. Enquanto desinveste de um lado, o conglomerado prepara com a outra mão o investimento em refino. Tem apetite, por exemplo, na briga pelas refinarias no Sul do País que foram colocadas à venda pela Petrobras.

A companhia já tinha dado toda a indicação do caminho que seguiria para o seu negócio, em especial quando colocou na mesa seu plano de investimento para o próximo ano. Nele, do total de quase R$ 1,9 bilhão em investimentos programados para o ano, cerca de 80% serão destinados aos segmentos ligados ao segmento de óleo e gás.

Na disputa pelas refinarias da Petrobras, contratou o banco Morgan Stanley para conduzir o processo e já entregou sua oferta vinculante para a compra das unidades Presidente Getúlio Vargas (Repar), no Paraná, e Alberto Pasqualini (Refap), no Rio Grande do Sul.

Dentre essas opções, o ativo de grande desejo é a Repar, próxima a São Paulo, o maior mercado de combustíveis do País. A Cosan – dona da Raízen que opera os postos de marca Shell no Brasil – também está na disputa. O Citi é o assessor da Petrobras para esse desinvestimento. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. Leia mais em acionista 18/12/2020





17 dezembro 2020

Caio Castro compra e-commerce de acessórios masculinos e quer triplicar faturamento da marca

Ator acaba de adquirir a Key Design, e assume o cargo de executivo criativo. Objetivo é gerar novos negócios e parcerias para a empresa.. Leia mais em revistapegn.globo. 16/12/2020





17 dezembro 2020



16 dezembro 2020

Carrefour fecha aquisição de mais 5 lojas e 2 postos de combustível da rede Makro

O Carrefour Brasil fechou os contratos definitivos para aquisição de mais cinco lojas próprias e dois postos de combustível que pertenciam à rede Makro, localizados em cinco Estados. 

Pelos imóveis, o Carrefour pagou R$ 519,263 milhões.

Esta operação faz parte de um acordo fechado entre as empresas no mês de fevereiro, que previa a aquisição de 30 lojas da rede Makro pelo Carrefour pelo valor de R$ 1,95 bilhão. Estadão Conteúdo Leia mais em istoedinheiro 16/12/2020



16 dezembro 2020



14 dezembro 2020

Adidas cogita vender a marca Reebok nos EUA

Segunda maior fabricante mundial de roupas esportivas depois da Nike, a Adidas comprou a Reebok em 2006 por cerca de 3 bilhões de euros como parte de uma oferta para expandir sua operação nos EUA

A Adidas informou que está revendo o futuro da Reebok e pode vender a marca nos Estados Unidos, um negócio que passou anos tentando se renovar e que agora pode render vários bilhões de dólares, de acordo com analistas. .. Leia mais em valoreconomico 14/12/2020



14 dezembro 2020



Empresa de curadoria adquire “Ifood dos remédios” por R$2 milhões

A Take4Content, empresa de curadoria, criação e produção de conteúdo multiplataforma, deu mais um passo em sua estratégia de trazer a inovação para dentro do negócio e agregar novas soluções aos clientes, ao adquirir 20% de participação societária no aplicativo Farmazon, considerado o iFood dos remédios. A transação de R$ 2 milhões foi realizada por meio do núcleo Concept da Take4Content, especializado em inteligência digital e planejamento em novos negócios.

O aplicativo Farmazon une ofertas de farmácias e drogarias de bairros do Rio de Janeiro, disponibiliza os produtos para compra via aplicativo e realiza a entrega aos usuários em até 30 minutos, contando com mais de cinco mil entregadores. O aporte da Take4Content permitirá aprimorar o app, trabalhar sua comunicação e expandir a atuação do aplicativo para outras cidades do Brasil a partir de janeiro de 2021, como São Paulo, Fortaleza e Uberlândia.

Maior investidor individual do app, a Take4Content também fundou a joint-venture com a Doctor Web – desenvolvedora do aplicativo, que tem à frente os sócios fundadores Rodrigo Robledo e Líria Knutti – e, dessa forma, passou a dispor de inovação e tecnologia multiplataformas para a Take4Content e seus clientes.

“Buscamos agregar soluções que gerem valor aos nossos clientes. Por isso, trazer para o nosso negócio sócios com expertise em tecnologia é um importante diferencial no momento em que muitas empresas estão ampliando sua atuação no digital”, conta Cassiano Scarambone, CEO da Take4Content, ao explicar que a empresa vem atuando também como incubadora de negócios inovadores que têm sinergia com sua atuação.

Lançado em 2019, o aplicativo Farmazon teve rápido crescimento em pouco mais de um ano de atividade, e hoje dispõe de 100% dos produtos que são comercializados nas farmácias do Brasil. Para 2021, a Farmazon também se prepara para lançar a versão 2.0 do aplicativo, que trará outras novidades, como serviço de agendamento, atendimento 24horas para algumas regiões e, principalmente, a facilidade para que qualquer drogaria, em qualquer local do País, possa baixar o aplicativo e iniciar as vendas online de seu estoque, sem a necessidade de investir em estrutura.

“A Farmazon vem se provando um aplicativo extremamente útil e de grande potencial, é uma solução única em sua área de atuação, por isso resolvemos investir nele”, comenta Cassiano, ao destacar que o investimento foi feito com capital próprio da empresa. “A Take4Content, por meio do Núcleo Concept, procura investir em segmentos que tenham sinergia com nosso core business. Estamos sempre à procura de oportunidades interessantes no segmento de startups, posicionando-nos como uma aceleradora de negócios inovadores”, completa Scarambone... Leia mais em startupi 14/12/2020





11 dezembro 2020

Decolar negocia compra de outras empresas, mas quer pagar preço justo

O CEO da Despegar (Decolar no Brasil), Damián Scokin, foi o entrevistado de Carolina Sass de Haro, da Phocuswright, no evento LatAm Talks, que ocorreu nesta quinta-feira, 10, de forma on-line - o segmento foi um oferecimento da Elo. Pelas previsões de Scokin, as viagens domésticas atingirão os níveis de vendas pré-pandemia já no final de 2021. Ele diz que México e Brasil lideram a retomada das vendas domésticas atualmente e que a OTA vai investir em ter mais produtos alinhados com o que quer o viajante impactado pela pandemia. ..

Para 2021, ele também espera terminar a integração da mexicana Best Day, e ver a brasileira Koin, de meios de pagamento, ser utilizada também por outras verticais e empresas do grupo.

AQUISIÇÕES 

Carolina de Haro perguntou se a Despegar estaria negociando novas aquisições ou se estaria recebendo propostas para ser comprada. O CEO da Despegar foi claro em dizer que o perfil atual é de comprador e não de empresa à venda. “Preciso responder respeitando a confidencialidade, mas temos conversas sim (para comprar outras empresas). Porém, não estamos ansiosos. Queremos pagar o preço correto. Estamos atentos também ao valor a ser agregado (por uma aquisição”, declarou... Panrotas Leia mais em  panrotas 11/12/2020'


11 dezembro 2020



05 dezembro 2020

Grupo de moda Soma confirma compra da ByNV; Cade aprova

Aquisição da empresa de acessórios femininos de Serra (ES) foi anunciada em outubro O Grupo de Moda Soma, dono das marcas Farm e Animale, finalizou ontem (3) a compra, anunciada em outubro, da totalidade da ByNV Comércio Varejista de Artigos de Vestuário, empresa de capital fechado de Serra, no Espírito Santo.

A empresa NV será uma subsidiária da Soma e as atuais donas da ByNV receberão aproximadamente 1,79% das ações da controladora mais uma parcela em dinheiro, cujo valor não foi divulgado.

O negócio foi aprovado pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade). As empresas alegaram ao órgão antitruste que a transação envolve uma oportunidade para a Soma de realizar o planejamento de ampliar a oferta de produtos e estilos, além de agregar sinergia para suas operações, especialmente no que diz respeito às tecnologias e às boas práticas de gestão.

O grupo ByNV atua no comércio de artigos de vestuário com acessórios para o público feminino. Segundo o Cade, o Soma possui menos de 20% desse mercado, o que não deverá prejudicar a concorrência .

Nesta manhã, as ações do Grupo de Moda Soma estavam em alta de 1,41% na abertura do pregão na B3, negociadas a R$ 12,97.

05 dezembro 2020



Mexicana Siete Leguas vende Santista Têxtil a grupo de sócios brasileiros

Dois anos após a Camargo Corrêa ter vendido a Santista Têxtil para os mexicanos da Siete Leguas, a tradicional companhia têxtil volta para as mãos de brasileiros, numa transação concluída nesta tarde com a GBPK Investimentos. .. Leia mais em valoreconomico 04/12/2020








Kalunga pede autorização à CVM para fazer abertura de capital na B3

A rede de papelarias Kalunga pediu na noite de ontem registro na Comissão de Valores Mobiliários (CVM) para uma oferta inicial de ações (IPO, na sigla em inglês). A companhia pretende listar seus papeis no Novo Mercado da B3, com esforços de venda no Brasil e no exterior, de acordo com o prospecto preliminar da oferta. 

A Kalunga pretende usar os recursos da oferta primária (emissão de novas ações) para investimentos em novas lojas, abertura de um centro de distribuição no Nordeste, além do reforço e adequação na estrutura de capital da companhia e fortalecimento de suas operações de gráfica rápida nas lojas.

O IPO da Kalunga, conforme antecipou o Broadcast em julho, será coordenado pelo BTG Pactual, o líder da operação, além do Bradesco BBI, XP e UBS-BB. Na venda secundária de ações, os sócios Paulo Sérgio Menezes Garcia e José Roberto Menezes Garcia vão se desfazer de parte de seus papeis. O Broadcast apurou que a operação pode movimentar ao todo R$ 1 bilhão, em venda de ações primária e secundária.

No prospecto, a empresa destaca que é “líder absoluta em vendas”, com 13,1% de market share nacional no segmento de suprimentos para escritório e material escolar, mercado que movimentou R$ 17,6 bilhões no ano passado. Em 2019, a Kalunga registrou receita líquida de R$ 2,098 bilhões. Criada em 1972, a Kalunga tem 222 lojas em 20 estados do país e no Distrito Federal. Estadão Conteúdo. Leia mais em istoedinheiro 05/12/020





Mondial compra a fábrica da Sony no AM

A brasileira Mondial, líder na fabricação de produtos eletroportáteis, comprou a fábrica da japonesa Sony, na Zona Franca de Manaus (AM). Com a aquisição, a empresa estreia na produção de televisores, fornos de micro-ondas e aparelhos de ar condicionado já no segundo semestre do ano que vem. Vai enfrentar nesse mercado concorrentes de peso, como as coreanas, LG e Samsung, e a americana Whirlpool. 

O valor do negócio, que envolveu só ativos da companhia japonesa – a fábrica de 27 mil metros quadrados de área construída, laboratórios e equipamentos -, não foi revelado. A marca Sony não entrou na transação.

Depois de quase cinco décadas no País, em setembro deste ano a Sony decidiu encerrar as atividades da unidade na Zona Franca. Nessa fábrica eram produzidos televisores, entre outros eletrônicos. Essa unidade chegou a ser considerada uma das melhores fábricas da companhia no mundo.

Procurada pela reportagem, a Sony confirma a venda dos ativos em Manaus (AM) e ressalta, em comunicado, que o negócio deverá ser submetido à “devida anuência dos órgãos competentes”. Como a unidade está na Zona Franca de Manaus, a transação precisa passar pelo crivo da Suframa (Superintendência da Zona Franca de Manaus).

Giovanni Marins Cardoso, sócio fundador da Mondial, conta que a companhia já tinha planos de começar a produzir micro-ondas em 2022, aparelhos de ar condicionado em 2023 e televisores em 2024. Para isso, estava procurando um terreno, a fim de instalar uma fábrica maior na capital amazonense. A compra da fábrica da Sony se encaixou perfeitamente na estratégia da companhia.

Desde 2014 a empresa tem uma pequena fábrica na Zona Franca de Manaus, onde são produzidos DVDs, caixas de som acústicas de média e alta potência, boombox e outros itens da linha de áudio e vídeo.

Com a compra da fábrica da Sony, o plano do executivo é dobrar a capacidade de produção das linhas de áudio e vídeo que já fazia em Manaus, especialmente caixas de som. Também vai acelerar a estreia na fabricação de itens que são os pesos pesados das linhas marrom e branca: televisores, aparelhos de ar condicionado e fornos de micro-ondas. “Vamos fazer em seis meses o que estava previsto para três anos”, afirma.

Emprego

A fábrica começará a ser operada pela Mondial a partir de 1º de fevereiro. Segundo Cardoso, o negócio não envolveu os cerca de 200 trabalhadores da Sony alocados nessa unidade. O executivo explica que os funcionários serão desligados pela Sony e poderão se candidatar ao processo de seleção que a Mondial vai abrir para recrutar 200 trabalhadores. “Não fechamos acordo com a Sony para manter os quadros, mas evidentemente como eles já estão lá terão a preferência. No entanto, isso não significa que a contratação será automática.”

Além desse processo inicial de seleção, a companhia pretende abrir mais 200 vagas no segundo semestre de 2021 para a nova fábrica, por conta da expansão das linhas de produção. Na fábrica atual da Mondial em Manaus, há 240 trabalhadores.

Hoje a produção de eletroportáteis da companhia está concentrada numa fábrica de 100 mil metros quadrados de área construída no município de Conceição do Jacuípe, no Recôncavo Baiano. Nessa unidade emprega diretamente cerca de 3,5 mil trabalhadores.

Disputa

A estreia no ano que vem de uma empresa brasileira de eletroportáteis nas linhas de televisores, fornos de micro-ondas e aparelhos de ar condicionado, itens cuja produção é dominada por grandes multinacionais, promete ser uma briga boa. Cardoso lembra que, quando iniciou a companhia do zero, 20 anos atrás, as multinacionais dominavam o mercado de eletroportáteis. Hoje a companhia lidera esse segmento com 36% das vendas de batedeiras e liquidificadores, secadores de cabelo, cafeteiras, entre outros eletroportáteis.

A companhia deve fechar o ano com um faturamento de quase R$ 3 bilhões. “Acho que a empresa nacional tem vantagens em relação às multinacionais, pois está mais conectada com o mercado local e as decisões são mais rápidas”, afirma o executivo.

José Jorge do Nascimento, presidente da Associação Nacional de Fabricantes de Produtos Eletroeletrônicos (Eletros), considera o movimento da Mondial positivo. Na sua opinião, mostra que, mesmo num momento de crise da economia, há confiança e os investimentos estão acontecendo. “E o melhor de tudo é que uma empresa 100% nacional.”

Nascimento lembra que foi a segunda vez neste ano que a empresa fez uma grande aposta. Em maio, anunciou investimentos de R$ 47 milhões, que depois chegaram a R$ 60 milhões, para ampliar a capacidade da fábrica da Bahia e nacionalizar importados, afetados pela alta do dólar. Agora, vai entrar em outras linhas.

“Isso mostra que uma empresa brasileira é capaz de concorrer em outros setores onde há grandes players mundiais.” O presidente da Eletros lembra que a trajetória de produção, dos eletroportáteis para TVs, já foi percorrida por outra brasileira, a Philco Britânia. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.  Leia mais em istoedinheiro 05/12/2020





04 dezembro 2020

Westwing fará IPO em janeiro e pretende captar R$ 500 milhões

A Westwing, empresa do ramo de móveis e decoração, deu entrada nesta semana com pedido de IPO (oferta pública inicial, na sigla em inglês) na CVM (Comissão de Valores Mobiliários). A meta da companhia é captar cerca de R$ 500 milhões para a expansão da operação. 

Segundo a Exame, a empresa já teria feito as primeiras reuniões com investidores e a oferta deve ocorrer em janeiro. Ainda conforme a publicação, os investidores teriam ficado surpresos com a influência digital da companhia, que iria muito além das vendas virtuais. Assim como nos setores de moda e ligados a estilo de vida, a Westwing também tem sido movida por engajamento.

Essa nova tendência verificada na companhia tem reflexo direto nos resultados. Para se ter uma ideia, entre janeiro e setembro deste ano, a receita líquida aumentou quase 80% na comparação com o mesmo período do ano passado, atingindo a marca de R$ 170 milhões.

Um  dos diferenciais da Westwing é que ela se propõe a vender mais do que produtos, mas sim curadoria de estilo para casa.  No site, ambientes montados ajudam o consumidor a escolher os itens que mais se adequam às suas necessidades.

Outro dado importante é que recentemente, a companhia inaugurou seu próprio centro de distribuição em Jundiaí (SP)... Leia mais em istoedinheiro 04/12/020



04 dezembro 2020



03 dezembro 2020

Hypera (HYPE3) adquire marca de cosméticos Simple Organic

A Hypera (HYPE3) celebrou acordo de investimento para aquisição de participação majoritária na Simple Organic Beauty. A companhia não informou o valor da transação.

A Hypera Ventures busca investir em startups ligadas ao setor de saúde e bem-estar.

A companhia destaca que o movimento está alinhado com o objetivo estratégico da companhia de fortalecer sua presença no mercado brasileiro de skincare por meio de marcas inovadoras, complementares aos seus negócios atuais, com alto potencial de crescimento e forte presença digital.

A Simple Organic é uma startup digital que atua no mercado de dermocosméticos e maquiagem alavancando a alta tecnologia da indústria da beleza para formular produtos pioneiros na indústria de Clean Beauty, utilizando ingredientes naturais, orgânicos, veganos, cruelty-free e sustentáveis.

A empresa também busca atrair seus consumidores por meio de uma plataforma direct-to-consumer, com participação preponderante de suas vendas on-line... Leia mais em euqueroinvestir 03/12/2020



03 dezembro 2020



02 dezembro 2020

Carrefour adquire três lojas e dois postos de combustíveis da rede Makro

As lojas e postos de combustíveis da rede Makro estão dispostos em três Estados brasileiros 

O Carrefour Brasil (CRFB3) anuncia que comprou três lojas próprias e dois postos de combustíveis da rede de supermercados Makro em três Estados brasileiros (Rio de Janeiro, Santa Catarina e Bahia), após ter assinado instrumentos definitivos de aquisição nesta segunda-feira (30).

Mediante ao acordo celebrado, a companhia efetuou o pagamento ao Makro do montante de R$ 289.620.444,00.

As demais lojas e postos de gasolina objeto da operação, serão transferidas para o Carrefour tão logo sejam concluídos os processos de regularização de titularidade junto aos cartórios competentes e de cessão dos contratos de locação remanescentes, conforme o caso, explica o comunicado divulgado.

Em setembro, o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) aprovou a compra do Makro pelo Carrefour Brasil, em uma aquisição que conta com 30 lojas, sendo 22 próprias e 8 alugadas, e 14 postos de combustíveis operados pelo Makro, localizados em 17 estados brasileiros.Por Lucas Simões Leia mais em moneytimes 01/12/2020



02 dezembro 2020



01 dezembro 2020

Dez tendências para o varejo em 2021

2020 foi um ano que nem os maiores especialistas em varejo poderiam prever. A crise econômica causada pela pandemia, sem precedente histórico, fez com que varejistas precisassem ser extremamente rápidos, criativos e adaptativos para sobreviverem. Passados alguns meses, muita coisa mudou no varejo e, agora, é possível realizar um balanço do que aconteceu, podendo fazer-se uma previsão do cenário que se desenha para o próximo ano.

Surgiram novas modalidades de negócios, foram reforçados conceitos e estratégias, rotas foram mudadas e, claro, tendências surgiram para que adaptações ao novo contexto fosse realizadas. O varejo precisará tomar atitudes que o protejam de um ano incerto na Economia e, principalmente, no comportamento do consumidor, porque não temos uma certeza de renda, emprego, vacina em larga escala e, com tanta escuridão, é praticamente impossível traçar planos a longo prazo. Assim, são dez tendências bem prováveis para o próximo ano:

Fusões e aquisições  

Na busca pela sobrevivência e necessidade de reestruturação dos negócios, as fusões e aquisições surgem como uma opção importante para as empresas varejistas. Para se ter ideia, segundo a consultoria PwC Brasil, em agosto, foram registradas 112 operações do tipo no Brasil, volume 65% maior do que o mesmo período em 2019. Em franchising, as marcas Arezzo e Reserva mostraram que é possível unir forças, sendo um exemplo emblemático da estratégia, realizada neste ano. Para que as aquisições e fusões sejam realizadas com sucesso, é preciso que as marcas passem pelo processo de valuation, que é a mensuração da marca. Saber quanto uma marca vale está bastante relacionado aos contratos assinados, sejam eles de franquia e de locação, por exemplo, bem como seu fundo de propaganda organizado. Uma marca sem contratos assinados tem seu valor reduzido. Por isso, é preciso ter toda a documentação em dia.

Proteção de caixa 

Verdadeiro ‘mantra’ de 2020, proteger o caixa foi imprescindível para que as empresas tivessem a saúde financeira minimamente preservada. Isso incluiu controle de gastos, estudos de novos investimentos baseados na criatividade (e não em recursos financeiros), e na recuperação de crédito, na pausa em novas contratações, e entre outras ações que devem ser mantidas em 2021.

Revisão de políticas 

A Lei Geral de Proteção de Dados – LGPD trouxe essa necessidade às empresas. Foi necessária uma verdadeira ‘limpeza dentro de casa’, com resgate, revisão e implantação de ....  Por  Thaís Kurita e Melitha Novoa Prado Leia mais em estadao 30/11/2020



01 dezembro 2020



Centauro conclui compra da Nike no Brasil

O Grupo SBF, detentor da rede de varejo Centauro, anunciou nesta terça-feira a conclusão da compra dos ativos da Nike no Brasil, após anunciar o negócio de cerca de 1 bilhão de reais em fevereiro.

A companhia afirmou que a designação da empresa adquirida será mudada para Fisia Comércio de Produtos Esportivos e que ela será distribuidora exclusiva no Brasil de produtos da Nike, incluindo pelo endereço nike.com.br, por um período inicial que vai até o final de maio de 2030.

A empresa também será varejista exclusiva de lojas físicas da Nike, podendo abrir e operar pontos de venda da marca no Brasil por um período inicial de cinco anos.

O negócio, que havia sido contestado pela Netshoes, alvo de aquisição da Centauro mas que acabou sendo comprado pela Magazine Luiza, foi aprovado pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) no início de novembro. A aprovação ocorreu mediante acordo para “garantir tratamento isonômico na distribuição dos produtos da Nike”, informou o Cade na ocasião.(Por Alberto Alerigi Jr.) Reuters Leia mais em mixvale 01/12/2020