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29 dezembro 2020

Lançamento do Portal Fusões & Aquisições

 A partir de hoje o blog Fusões e Aquisições passa a ter novo endereço:

  https://fusoesaquisicoes.com

Notebook e celular exibindo o Portal


29 dezembro 2020



24 dezembro 2020

Diversificação pode transformar Itaúsa na Berkshire Hathaway de amanhã

Só em 2019 por exemplo, a Itaúsa avaliou cerca de 18 negócios, que culminou na aquisição da Liquigás por meio do aporte na Copagaz 

O Inter Research iniciou a cobertura das ações da Itaúsa (ITSA4), holding que controla o maior banco do Brasil, o Itaú (ITUB4).

Para o analista Matheus Generoso do Amaral, que assina o relatório, o plano de diversificação da companhia pode transformá-la na Berkshire Hathaway de amanhã, empresa do megainvestidor Warren Buffet.

Atualmente, os principais investimentos da Itaúsa incluem os setores financeiro, Itaú Unibanco, madeira e papel, Duratex (DTEX3), calçados, Alpargatas (ALPA3), transporte de gás natural e outros. Como o investimento em Itaú é relevante para a holding, parte significante dos resultados vem do banco.

“Apesar do Itaú representar 90% dos ativos da holding, a Itaúsa possui uma estratégia de diversificação do portfólio para o longo prazo. Só em 2019, por exemplo, a companhia avaliou cerca de 18 negócios, que culminou na aquisição da Liquigás por meio do aporte na Copagaz”, argumenta.

O próprio presidente-executivo da empresa, Alfredo Setubal, afirmou que a Itaúsa deve ampliar sua participação em outros nichos, para ter de 10 a 12 empresas no portfólio na próxima década.

O Inter Research estabeleceu em R$ 34 o preço-alvo da ação, o que implica valorização de 8%, com recomendação neutra.

Caso XP

Com a cisão da fatia do Itaú na XP Investimentos (XP) em outra empresa, a Itaúsa, por meio do seu controle da IUPAR (Itaú Unibanco Participações S.A.), seria o maior acionista da NewCo indiretamente. A holding já manifestou o interesse em manter a participação na NewCo no curto prazo.

Mas o analista lembra que a Itaúsa possui uma estratégia de diversificação de portfólio em setores não financeiros para o longo prazo. “Isso resultaria em rotineiras avaliações em seu processo de gestão de portfólio, podendo acarretar uma futura venda da sua participação na NewCo/XP”, pontua.

“Consideramos que o racional de investimento em Itaúsa para investir indiretamente no Itaú Unibanco e captar sua geração de valor e distribuição de proventos ainda válido no curto e médio prazo, porém vale ressaltar o futuro de maior diversificação da holding”, afirma.

Dividendos gordos

A Itaúsa é conhecida pela distribuição de bons dividendos. Isso ocorre porque, como uma holding pura, que só possui investimentos e despesas administrativas em seu balanço e nenhuma outra atividade, a Itaúsa recebe os proventos distribuídos pelas suas companhias investidas e costuma repassá-los aos seus acionistas com um payout médio de 66%.... Leia mais em moneytimes. 24/12/2020

https://www.moneytimes.com.br

24 dezembro 2020



21 dezembro 2020

Captação, investimentos e desinvestimentos da Indústria de Private Equity e Venture Capital no Brasil

Veja aqui o relatório com a consolidação de dados da indústria de PE&VC referentes ao Terceiro Trimestre de 2020, levantados com a tradicional parceria entre ABVCAP e KPMG.

 Este relatório apresenta, de forma resumida, os dados de captação, investimentos e desinvestimentos da Indústria de Private Equity e Venture Capital no Brasil para o primeiro, segundo e terceiro trimestres de 2020... Leia mais em abvcap 21/12/2020


21 dezembro 2020



20 dezembro 2020

Bossa Nova: Investidora quer chegar a mil investidas em 2021

Mesmo com a pandemia, a Bossa Nova Investimentos manteve o foco no crescimento. A investidora de Venture Capital encerrou o ano com 80 aportes realizados, o maior número da indústria. Nos últimos 4 anos, foram 713 investimentos feitos em startups. O objetivo é chegar a mil empresas no portfólio no final de 2021. João Kepler, Diretor da Bossa Nova Investimentos, está otimista com a evolução das startups e a perspectiva de maior participação de investidores internacionais nas rodadas de investimento. A seguir a entrevista que o executivo concedeu à ABVCAP.

Como podemos explicar os bons resultados do Venture Capital no Brasil em 2020, dado o cenário de incertezas macroeconômicas e crise em diversos setores? 

O Venture Capital é um movimento anticíclico. Quando o mercado fica incerto, o investimento em tecnologia avança. Já vimos isso em outros momentos de crise mundial e agora não seria diferente. Startups promovem avanços tecnológicos, geram economia de recursos e abrem novos mercados. Exatamente o que todos estão procurando agora.

Neste ano, os IPOs de startups entraram na pauta do mercado de ações brasileiro, como vocês enxergam essa tendência?

Essa é uma porta que até poucos anos era apenas um sonho para muitas startups. O caminho mais natural era  a saída dos fundos ou seguir acumulando rodadas. Hoje, ter cada vez mais startups na Bolsa é mais que desejável, é inevitável.

Como a Bossa Nova enfrentou a pandemia?

Nosso primeiro foco foi ajudar a nossa rede de investidas a passar por essa fase. São mais de 500 startups no portfólio, então intensificamos encontros, mentorias e o apoio individual. Com isso bem estabelecido, voltamos a investir e esse ano superamos, em muito, o número de investimentos de 2019.

Ter o maior número de aportes em 2020 já era algo esperado pela Bossa Nova?

Sim! Antes da pandemia já estávamos planejando crescer e mesmo após a chegada do novo coronavírus nós permanecemos otimistas. Não foi a primeira crise global e, em todas elas, o mercado de tecnologia se sobressaiu porque tem como foco justamente a busca por soluções.

A Bossa Nova investe em startups de diversos setores. Por que apostar na diversificação?

Acreditamos que em estágios iniciais, de investimentos anjo, pré-seed e seed, com cheques menores e maior quantidade e qualidade de investimentos, os resultados são bem mais atraentes.

Com apenas um investimento, a chance de eu não receber retorno é alta. Mas se tenho 10 empresas no portfólio, mesmo que três ou quatro "morram", me resta o crescimento de seis para balancear a conta.

No contexto de pandemia, ainda, diversificação é uma forma de gerenciamento de riscos nesse mercado. O mercado de turismo, por exemplo, sofreu muito, enquanto startups de serviços financeiros e de saúde cresceram.

Quais setores saem mais fortalecidos de 2020?

Sem dúvidas esse foi mais um ano para as fintechs, mas também estamos vendo com um olhar muito atento os mercados de saúde, agro e logística, que têm caminhado a passos largos.

Quais as perspectivas para 2021 tanto para o mercado de Venture Capital como para a Bossa Nova?

Essa é fácil, crescer e crescer! Todas as grandes empresas estão se relacionando com startups, mais startups estão fazendo ofertas públicas na Bolsa, avançamos com o Marco Legal e muito mais investidores qualificados estão investindo em startups. Veremos uma intensificação do investimento e mais profissionalização do mercado em decorrência dos cheques mais altos.

A Bossa Nova vai continuar a investir. Nosso foco é atingir mil startups investidas, de diferentes setores. Estamos nos abrindo mais para corporações, para novas parcerias, mas nos mantendo sempre ao lado do empreendedor que é nosso pricipal ativo..Leia mais em abvcap 17/12/2020



20 dezembro 2020



Razões para otimismo num ano paradoxal

Em entrevista à ABCAP, Martin Escobari, chairman do comitê de investimentos global da General Atlantic, fala sobre seu otimismo com o mercado brasileiro de private equity, descreve que tipo de empresa está procurando agora e aponta a tendência que mais o empolga – a globalização dos unicórnios brasileiros.

Que leitura você faz de 2020? 

Foi um ano paradoxal. Muito difícil no aspecto pessoal, sem dúvida um dos piores anos das nossas vidas. Tem sido um período longo de preocupação, medo, distanciamento. Muitos perderam pessoas próximas. O paradoxo surge quando constatamos que essa dificuldade não teve impacto nos mercados de capitais, e no mercado brasileiro de private equity em especial. Calculamos que o volume comprometido tenha chegado a U$ 4 bilhões em 2020, um crescimento de 50%. E o período de quarentena acelerou tendências importantes, sobretudo em tecnologia. As empresas quebraram barreiras digitais na marra. Então o Brasil sai dessa crise muito mais produtivo e digital. É um absurdo termos um quarto da produtividade americana, e essa ruptura tecnológica que estamos vendo certamente vai diminuir essa diferença. O private equity, ao estimular novas empresas, impulsionar empreendedores que se tornam exemplo para uma nova geração, está tendo um papel fundamental na construção dessa nova economia. E isso só vai se aprofundar.

E como foi o ano para a General Atlantic no mercado brasileiro? 

Foi um ano recorde. Comprometemos U$ 500 milhões no Brasil em 2020, 40% a mais que ano passado. Na última década investimos cerca de U$ 3 bilhões no país. A indústria como um todo está descobrindo que o Brasil é, sim, um hub de tecnologia com capacidade de criar e exportar grandes empresas. Essa tem sido nossa prioridade ao investir em empresas como Gympass, Quinto Andar, Neon, Conexa, Hotmart e também em histórias mais antigas como XP e Arco.

A percepção sobre o Brasil está mudando?

É curioso que ao menos uma dúzia de investidores globais nos procuraram esse ano para entender o Brasil. Ainda existe esse fenômeno, do capital “turista”, que chega quando as coisas já estão melhorando. Mas quem faz private equity no Brasil há mais tempo sabe que o mais importante num país como o Brasil é investir de forma permanente, pensando no longo prazo, sem se assustar demais na crise e sem entusiasmar demais na euforia. O turista é o primeiro a ir embora e perde as oportunidades. Então eu digo para o pessoal que está interessado no Brasil agora: entre com o visto permanente, não com o de turista. 

A que você atribui esse interesse? 

O grande problema pra investidor estrangeiro é a fraqueza crônica do real. Requer esforço sobrenatural pra dar retorno de 25% em dólares investindo em uma moeda que perde 10% ao ano de forma tão consistente. E a boa notícia é que está com cara de que o futuro vai ser um pouco menos doloroso. A balança de pagamentos está boa, as tendências globais apontam um dólar mais fraco e, claro, estamos num ponto de partida altíssimo com o dólar a cinco reais. Isso dá um pouco de confiança numa maior estabilidade cambial. E temos o juro de 2% que é um catalisador, as pessoas estão começando a tomar o tipo de risco que impulsiona o empreendedorismo e crescimento das empresas.

Onde a GA vê as maiores oportunidades no mercado brasileiro? 

As três maiores oportunidades, para a GA, estão em três tendências de vinte anos. Um é inclusão financeira. Uma grande razão pra classe média asiática estar crescendo mais rápido foi a inclusão financeira que a gente ainda não fez no Brasil, onde 30% da população adulta não tem conta bancária e 50% não tem acesso a crédito formal. Isso não faz sentido. A gente tem de se esforçar para incluir esse pessoal no sistema financeiro. A XP está indo na classe mais alta, que já tem poupança, e o Neon indo na classe média “expandida”. Tem mais de um milhão de contas ativas no Neon, a base cresce 140% ao ano. Investimos na Acesso, empresa de biometria que ajuda a diminuir muito o índice de fraude em concessão de crédito.

Educação é outra área importante. No fundamental, a gente investiu na Arco, que tem um milhão e meio de alunos, cresce 25% ao ano e traz resultados tangíveis na preparação dos alunos. Na economia moderna, os empregos mudam a cada quatro anos. Não existe mais se formar e não se atualizar. A gente investiu na Hotmart, que é uma Shopify de produtos digitais. Ela ajuda pessoas a criar cursos, seja de culinária, contabilidade, programação. Está crescendo mais de 100% ao ano.

O terceiro foco nosso é healthcare tech. O problema da saúde brasileira é crônico. A gente gasta muito com pouco resultado e vai piorar com o envelhecimento. Os custos de saúde estão aumentando a cada ano. A tecnologia pode ajudar muito. O setor que mais rendeu globalmente pra gente esse ano foi health tech. Com inteligência artificial você consegue alocar recursos escassos muito bem. No Brasil, a Conexa Saúde, empresa de telemedicina, foi o começo, mas as empresas ainda não têm escala. Vai ter muita oportunidade. Se eu fosse empreendedor, começaria aqui... Leia mais em abvcap 16/12/2020





Fintech Nomad recebe aporte de R$ 30 milhões

A fintech Nomad, fundada pelo criador do iFood e sócio da Neon Pagamentos, Patrick Sigrist, e que permite que os brasileiros tenham uma conta bancária nos EUA, recebeu um aporte de R$ 30 milhões. 

A rodada foi liderada pelo Monashees e contou também com outros fundos, como o Abstract, além lhe Hans Tung, executivo da gestora GGV Capital... Leia mais em valoreconomico 20/12/2020







Mercados estão tirando do preço excesso de pessimismo, diz Barclays

Para economista-chefe do banco no Brasil, Roberto Secemski, riscos permanecem dormentes

Embora os riscos fiscais tenham diminuído após declarações do presidente Jair Bolsonaro indicarem que o auxílio emergencial não seria estendido, a discussão sobre as questões fiscais deve voltar com mais força entre fevereiro e março, com a discussão do Orçamento de 2021 e com desafios ainda m maiores para o atual regime fiscal. É o que aponta o economista-chefe para Brasil do Barclays, Roberto Secemski, para que os mercados apenas deixar de precificar um excesso de pessimismo com a apreciação recente dos ativos... Leia mais em valoreconomico 20/12/02020





Fusões e Aquisições - destaques da semana 07 a 13/dez/2020

Divulgadas  42 operações de Fusões e Aquisições com destaque pela imprensa na semana de 07 a 13/dez/2020.  Envolvem direta ou indiretamente empresas brasileiras de 13 setores e um investimento da ordem de R$ 15,2 bilhões.

ANÁLISE DA SEMANA

Principais transações



NEGÓCIOS DA SEMANA

"Market Movers" - Brasil

  • Em IPO, Rede D'Or aloca lotes extras e levanta total de R$ 11,5 bilhões - Com isso, a oferta pública inicial de ações (IPO) é o segunda maior da história no país, em termos nominais, atrás apenas da oferta do Santander Brasil em 2009. A Rede D’Or concluiu a alocação dos lotes adicional e suplementar em sua oferta pública inicial de ações (IPO), captando um total de R$ 11,5 bilhões. Com isso, o IPO é o segundo maior da história no país, em termos nominais, atrás apenas da oferta do Santander Brasil em 2009...  08/12/020
  • Locaweb adquire a empresa de Tecnologia e Marketing Vindi  e a plataforma Ideris- A Locaweb Serviços de Internet adquire 100% do capital social total da Vindi Tecnologia e Marketing S.A., Locaweb faz oferta de R$ 180 milhões para compra de empresa. Anunciou também  aquisição do Ideris, plataforma de tecnologia de integração multicanal, e reforça o ecossistema de e-commerce do mercado.  Adquiriu 100% do Ideris por R$ 18,3 milhões. 10/12/2020
  • Notre Dame Intermédica compra hospital Lifecenter, em BH, por R$ 240 milhões - Valor será pago à vista, descontado o endividamento líquido e uma parcela retida para contingências. A Notre Dame Intermédica anunciou a aquisição do hospital Lifecenter, em Belo Horizonte (MG), por R$ 240 milhões, equivalente a aproximadamente R$ 1,2 milhão por leito. O 09/12/2020
  • Fleury compra Centro de Infusões Pacaembu e Clínica de Olhos Dr. Moacir Cunha -  a Fleury disse que as aquisições reforçam a estratégia de crescimento e expansão da empresa .  Celebrou um contrato para a aquisição de 100% das quotas de emissão do Centro de Infusões Pacaembu (CIP). Paralelamente a essa operação, a companhia comunicou a compra de 80% das quotas de emissão da Clínica de Olhos Dr. Moacir Cunha.A Fleury pagará R$ 120 milhões pelo CIP.  A Clínica de Olhos Dr. Moacir Cunha, também localizada em São Paulo, foi adquirida por R$ 29,5 milhões.  10/12/02020
  • Stefanini compra N1 IT - Integradora adquirida trabalha com Microsoft, Adobe e Kaspersky. A Stefanini destaca que a N1 IT é um dos “principais players do mercado como a Microsoft” e tem “forte atuação e relevância com a Kaspersky”.. 09/12/2020

"Market Movers” - Exterior

  • O grupo farmacêutico britânico AstraZeneca anunciou neste sábado a compra da empresa de biotecnologia americana Alexion, por US$ 39 bilhões,em dinheiro e ações, adicionando um especialista no tratamento de doenças raras e imunologia ao seu portfólio de medicamentos para câncer e outras doenças. 12/12/2020
  • Sony adquire Crunchyroll por US$ 1,2 bi para fusão com Funimation\ -O serviço de streaming de animes Crunchyroll, que possui mais de três milhões de assinantes, foi adquirido pela Sony por US$ 1,175 bilhão. A compra foi anunciada nesta quarta-feira (9) pela Funimation Group, subsidiária da companhia japonesa que vai assumir o comando do serviço. 10/12/2020
  • Airbnb é avaliada em mais de US$100 bilhões em maior IPO dos EUA em 2020 - As ações da Airbnb dispararam na estreia em Nova York nesta quinta-feira, avaliando a empresa de aluguel de residências por aplicativo em US$ 101,6 bilhões. A operação marcou o maior IPO dos Estados Unidos neste ano. As ações abriram a US$ 146 na Nasdaq, muito acima do preço da oferta pública inicial (IPO), de US$ 68 cada, que levantou US$ 3,5 bilhões para a empresa. A ação chegou a subir 142,6%, a US$ 165, em seu melhor momento. Fundada em 2008 como um site de reservas de quartos por períodos curtos de tempo, a Airbnb foi avaliada em US$ 18 bilhões em uma rodada privada de investimentos em abril e em US$ 31 bilhões na última captação realizada antes da pandemia, em 2017. 11/12/2020
  • Hyundai compra empresa fabricante do cão-robô Spot - Sabe aquele cães-robôs que surgiram na internet há anos e recentemente entraram em produção? Bem, a empresa que os fabrica se chama Boston Dynamics e, de acordo com um relatório publicado na quarta-feira (9) pelo The Korea Economic Daily , ela acabou de ser comprada pela Hyundai por cerca de US $ 921 milhões (aproximadamente R$ 4,7 bilhões). 10/12/2020
  • Próxima parada: Wall Street – a supertemporada de IPOs das startups - Em um ano recorde para as bolsas americanas, Airbnb, DoorDash e Wish vão abrir o capital nos próximos dias, testando o humor dos investidores na reta final de um ano marcado por uma pandemia que provocou uma crise sanitária e econômica. Este é o mês de dezembro mais movimentado de Wall Street. Em um ano marcado por uma grave crise econômica e sanitária, o mercado de ações protagonizou – e ainda protagoniza – um número recorde de captação em bolsa de valores. Abastecido pelo desempenho das listagens de empresas de tecnologia, o volume de dólares captados nas bolsas americanas este ano, até agora, já ultrapassou US$ 140 bilhões. O resultado já supera o recorde de 1999, quando foram levantados US$ 108 bilhões, de acordo com dados da Dealogic IPO. 09/12/2020
  • Chineses vendem a Ingram Micro - Fundo americano comprou a gigante de distribuição por US$ 7,2 bilhões. A HNA, conglomerado chinês que comprou a Ingram Micro em 2016, passou a gigante americana distribuição adiante para o fundo americano Platinum Equity por US$ 7,2 bilhões.A notícia dificilmente surpreendeu alguém. Os primeiros rumores do interesse da HNA numa venda começaram a circular no final de 2018. 09/12/2020
  • Sino Biopharma compra 15,03% da Sinovac, fabricante que desenvolve a Coronavac - A Sino Biopharmaceutical Ltd. fechou acordo para adquirir uma participação de 15,03% da Sinovac Life Sciences Co., que desenvolve a vacina contra a covid-19, por US$ 515 milhões. Recentemente, a Sinovac tem feito progressos significativos no desenvolvimento de uma vacina, chamada de CoronaVac, tornando-se uma das poucas empresas na China que desenvolveu e produziu uma vacina por si mesma, afirmou a Sino Biopharma ao anunciar o negócio. No Brasil, o governo de São Paulo anunciou na quinta-feira (03) que deverá começar a vacinação com a Coronavac em janeiro de 2021. O início da imunização, porém, depende da divulgação dos resultados do estudo clínico da fase 3 da vacina, desenvolvida pela Sinovac e produzida em parceria com o Instituto Butantã. 06/12/2020

RELAÇÃO DAS TRANSAÇÕES

  • Itaú vende ações da CR2 à Total Log, que tem agora 45% da empresa e quer o seu controle - Novo dono: Total Log planeja assumir o controle da CR2 . O Itaú Unibanco (ITUB4) vendeu uma fatia de 19,64% da CR2 Empreendimentos Imobiliários (CRDE3) à Total Log Participações, equivalente a 475.611 ações ordinárias. Com isso, o Itaú deixou o quadro de acionistas da incorporadora.Em contrapartida, a Total Log passou a deter 44,63% do capital social da CR2. Segundo comunicado ao mercado, o movimento da Total Log tem o objetivo de assumir o controle da empresa, bem como promover mudanças em sua gestão.Segundo informações disponíveis no site da B3, a CR2 é uma empresa com capital diluído. Atualmente, 81% de suas ações estão em circulação no mercado, o equivalente a 1,952 milhão de papéis. Além da Total, outros acionistas relevantes são a Squadra Investimentos, com 18,6% do capital,  12/12/2020
  • Soprema adquire a empresa Denver Impermeabilizantes no Brasil - O Soprema Group, especialista em impermeabilização, isolamento e soluções ecológicas assumiu no passado dia 3 de Dezembro a totalidade do controle da Denver Impermeabilizantes no Brasil. Segundo Paulo Oliveira, CEO da Soprema para o Sul de Europa e para a América do Sul, a "Soprema Brasil está presente no mercado desde 1992, e consideramos esta aquisição como uma escolha óbvia  dada a reputação da Denver Impermeabilizantes e é um passo significativo na estratégia de expansão do Grupo no Brasil e na América Latina. Atingiu em 2020 um volume de negócios de 100 Milhões de  Reais com 153 colaboradores e mais de 2.500 clientes. Para além de São Paulo, possui também instalações industriais no nordeste do Brasil, próximo de Salvador da Bahia. A empresa produz anualmente cerca de 5 milhões de m2 de membranas betuminosas para protecção de edifícios e obras de engenharia civil (pontes, túneis, etc), argamassas poliméricas e elastoméricas, tintas impermeabilizantes e membranas e fitas betuminosas.10/12/2020
  • Diretores compram ações e Sertrading  - A empresa de comércio exterior Sertrading acaba de concluir uma reorganização societária. Um grupo de diretores comprou 35% das ações. Os vendedores foram o financista Jair Ribeiro e o empresário Paulo Brito, fundador da Aura Minerals, que estão fora do dia a dia da empresa. Com a transação, os seis diretores da Sertrading passam a deter 93% do capital da companhia. Ribeiro permanece com 7% das ações.Pra frente. Fundada em 2001 pelo empresário Alfredo de Goeye, a Sertrading crescerá 60% seu..  12/12/2020
  • Ser paga R$ 120 milhões por faculdade de medicina e avança na diversificação - Um mês depois de perder a disputa pelos universidades da norte-americana Laureate no Brasil para a Ânima, a Ser Educacional voltou a dar vazão à sua estratégia de diversificação. Comprou a Unesc, faculdade de medicina em Rondônia, por R$ 120 milhões.  12/12/2020
  • Cleantech que possui solução para reuso e reciclagem de equipamentos eletroeletrônicos capta R$650 mil - A startup Circular Brain, que atua como um ecossistema digital para gestão de ciclo de vida (reuso e reciclagem) de equipamentos eletroeletrônicos, recebeu recentemente um investimento de R$ 650 mil para impulsionar o crescimento da empresa nos próximos anos. “Este investimento terá como foco principal a entrada da startup no mercado (Go2Market), pois a empresa passou o ano de 2020 trabalhando na estruturação do produto, após um período de operação do MVP no primeiro trimestre do ano”, contou Marcus Oliveira, fundador da Circular Brain, ao Startupi.A cleantech foi fundada em dezembro de 2019 e surgiu como um spin-off  do grupo Reciclo, recicladora de eletroeletrônicos com mais de 10 anos de mercado. Sem revelar nomes, o empreendedor contou ainda que o valor de R$ 650 mil é referente a um investimento feito em dívida (Bridge Loan) pelos investidores pré-seed, a fim de evitar uma diluição adicional dos fundadores e manter um cap table alinhado com as futuras rodadas de investimento 13/12/2020
  • Sequoia anuncia compra da Prime, que atua no e-commerce de produtos grandes - A Sequoia Logística e Transportes informa que celebrou contrato para a aquisição de 100% da Prime Express Logística e Transporte e da Prime Time Logística e Transportes Eireli. Os valores da transação não foram divulgados.“No mercado há mais de 10 anos, a Prime atua em oito estados do território brasileiro, possui 6 filiais e mais de 700 colaboradores. Com sede instalada na cidade de Itupeva (SP), opera com processos operacionais padronizados visando proporcionar agilidade e segurança aos seus clientes.No período de 12 meses encerrado em outubro de 2020, a Prime apresentou um faturamento bruto de R$ 199,5 milhões e crescimento de 54% sob o mesmo período do ano anterior. 11/12/2020
  • Petrobras formaliza venda de campo terrestre em Sergipe para Energizzi -  Racionalização: venda de Campo de Rabo Branco segue estratégia da Petrobras . A Petrobras (PETR3; PETR4) assinou, nesta sexta-feira (11), o contrato de venda do campo terrestre de Rabo Branco, localizado em Sergipe. A compradora é a Energizzi Energias do Brasil, que pagará US$ 1,5 milhão em uma única parcela.Atualmente, a estatal possui 50% do campo, sendo a Petrom a dona do restante e também a responsável pelas operações. A produção média diária de Rabo Branco, de janeiro a outubro, foi de apenas 138 barris de petróleo...  12/12/2020
  • Conta Simples leva aporte milionário e quer triplicar faturamento em 2021 - A startup Conta Simples, de solução de contas digitais para PMEs, acaba de receber um novo aporte de US$ 2,5 milhões liderado pelo fundo Quartz, especializado em e-commerce e fintechs. Rodada de investimento também contou com a participação dos fundos FJ Labs Big Bets, DOMO, Ab Seed e dos ex-sócios da XP Marcelo Maisonnave, Eduardo Glitz e Pedro Englert. Em julho, a startup já havia recebido um aporte da Y Combinator, uma das maiores aceleradoras do mundo, além de ter sido selecionada no programa de aceleração do BTG.Fundada em 2019 em São Paulo, a Conta Simples chamou a atenção dos investidores ao criar um serviço de conta bancária digital voltado exclusivamente para pequenas e médias empresas (PMEs) — um nicho ainda pouco explorado no Brasil —, além de auxiliar o gerenciamento de pagamentos, campanhas de marketing e assinaturas através de uma solução de múltiplos cartões corporativos. 11/12/2020
  • Fleury compra Centro de Infusões Pacaembu e Clínica de Olhos Dr. Moacir Cunha - Em fato relevante divulgado ao mercado, a Fleury disse que as aquisições reforçam a estratégia de crescimento e expansão da empresa . A Fleury (FLRY3) informou nesta quinta-feira (10) que celebrou um contrato para a aquisição de 100% das quotas de emissão do Centro de Infusões Pacaembu (CIP). Paralelamente a essa operação, a companhia comunicou a compra de 80% das quotas de emissão da Clínica de Olhos Dr. Moacir Cunha por meio da sua subsidiária Fleury Centro de Procedimentos Médicos Avançados. A Fleury pagará R$ 120 milhões pelo CIP. Localizado na capital de São Paulo, o CIP é um centro de infusão de medicamentos imunobiológicos com seis unidades de atendimento. Sua receita bruta estimada chegou a R$ 108,3 milhões nos últimos 12 meses findos em junho deste ano. A Clínica de Olhos Dr. Moacir Cunha, também localizada em São Paulo, foi adquirida por R$ 29,5 milhões. O acordo inclui as três sociedades que constituem e atuam nos serviços médicos oftalmológicos no modelo one stop shop, com consultas, exames e cirurgias. 10/12/02020
  • Locaweb anuncia a compra do Ideris, plataforma de integrações em marketplaces - A Locaweb anuncia aquisição do Ideris, plataforma de tecnologia de integração multicanal, e reforça o ecossistema de e-commerce do mercado. O Ideris, fundado em 2017 em Curitiba, oferece uma completa plataforma de integração multicanal para operações de varejo, permitindo aos varejistas operarem em diversos canais no modelo de integração direta em marketplaces ou por meio do Store in Store.Na transação, a Locaweb adquire 100% do Ideris por R$ 18,3 milhões. Os empreendedores ainda poderão ter direito a receber earnout, que está vinculado ao atingimento de metas estipuladas pelo grupo. 10/12/2020
  • BS2 cria joint venture com MaisTodos - O Banco BS2 anunciou nesta quinta-feira a criação de uma joint venture com a administradora cartões MaisTodos, em Minas Gerais, numa sociedade que será chamada de BS2 Todos. O acordo prevê a oferta de serviços financeiros e de pagamento do BS2 para clientes do Cartão de Todos e do MaisTodos. O negócio, que ainda depende de aval do Cade, terá o controle compartilhado na proporção de 50% cada.A joint venture terá serviços cartões de débito, pré-pago e de crédito, investimentos simplificados, seguros, emissão de boletos, maquininha de cartão, câmbio e produtos de crédito. 10/12/2020
  • Marilan anuncia compra Casa Suíça e entrada no mercado de panetones e bolos - A Marilan, segunda maior fabricante de biscoitos do País, acaba de anunciar a aquisição da empresa Casa Suíça, uma das principais das categorias de panetones e bolos. A compra está alinhada aos planos da Marilan de alcançar crescimentos expressivos nos próximos anos.A Casa Suíça foi fundada em 1996 pelo mestre confeiteiro suíço Emile Otto Eichenberger com o objetivo de levar a confeitaria suíça para a mesa dos brasileiros. Ela tem um portfólio amplo de panetones e bolos. Atualmente, emprega mais de 800 pessoas em suas duas unidades industriais, em Jandira e Itapevi, ambas do interior paulista.Esta é a primeira aquisição da Marilan, fundada pela família Garla em 1957. A empresa tem um portfólio de produtos forneados (biscoitos, torradas, snacks ). A transação será concluída após a aprovação do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade).10/12/2020
  • Escola americana anuncia fusão e oferece diploma de high school para alunos do País - A escola americana Really Experience concluiu a fusão com a Flex Learning, empresa especializada na implantação de soluções para desenvolvimento de fluência em inglês e duplo diploma de Middle e High School, que equivalem aos Ensino Fundamental e Médio norte-americanos. Após a integração, a companhia vai adotar o nome Really Flex.A operação também envolve a compra de parte da Flex Major, braço americano da Flex Learning que certifica estrangeiros com diplomas internacionais de ensino americano. A empresa tem como um de seus principais investidores.. 11/12/2020
  • Take4Content adquire 20% do capital do aplicativo Farmazon - Com um aporte de R$ 2 milhões, realizado por meio do Núcleo Concept, empresa avança na estratégia de incorporar inovação à operação para agregar soluções e valor aos clientes. A Take4Content - empresa de curadoria, criação e produção de conteúdo multiplataforma - deu mais um passo em sua estratégia de trazer a inovação para dentro do negócio e agregar novas soluções aos clientes, ao adquirir 20% de participação societária no aplicativo Farmazon, considerado o iFood dos remédios. O aporte de R$ 2 milhões foi realizado por meio do núcleo Concept da Take4Content, especializado em inteligência digital e planejamento em novos negócios. 11/12/2020
  • Agibank cria spin off de tecnologia - HypeFlame nasce com 400 profissionais e receita de R$ 200 milhões. O banco digital gaúcho Agibank acaba de criar uma spin off de tecnologia, a HypeFlame, que nasce com 400 profissionais e uma receita de R$ 200 milhões. A nova companhia vai assumir toda a infraestrutura e arquitetura tecnológica do Agibank, indo desde engenharia de software até cibersegurança, incluindo também a evolução das soluções de canais, conta corrente, meios de pagamentos, operações de crédito, investimentos e, especialmente, big data.  O objetivo é que, além de atender as necessidades do Agibank, a nova HypeFlame também produtize e ofereça as soluções no mercado em geral, como uma empresa independente. 09/12/2020
  • Vasta Educação, da Cogna, compra startup de avaliação digital Meritt - Segundo a companhia, a Meritt possui mais de 10 anos de experiência e mais de 500 escolas atendidas . A Vasta Educação, que pertence a Cogna (COGN3), comprou a plataforma de avaliação digital Meritt, mostra documento enviado ao mercado nesta quarta-feira (9). O da aquisição valor não foi revelado. Atualmente, a startup possui 153 clientes ativos, número 40% superior ao verificado em 2019 e deve fechar o ano com uma receita estimada de R$ 1,5 milhão. 09/12/2020
  • DaVita compra clínica de diálise Pro-Nefron- A rede americana de clínicas de diálise DaVita fez mais uma aquisição. Fechou a compra da concorrente Pro-Nefron, de São Paulo. De 2016 para cá, foram adquiridas 60 clínicas pela DaVita. CNN Business apurou que a aquisição gira em torno de R$ 25 milhões..,  08/10/2020
  • Koppert, gigante dos biológicos, compra brasileira Geocom - Koppert adquire a Geocom especializada em geoprocessamento e aplicação de agentes biológicos com drones e passa a oferecer também serviços aos agricultores brasileiros . Com o objetivo de oferecer uma experiência completa ao produtor rural brasileiro, a Koppert Biological Systems, multinacional holandesa líder mundial em controle biológico, acaba de adquirir a Geocom, com sede em Lençóis Paulista (SP). Atuando na área de tecnologia na agricultura desde 2013, a empresa é pioneira em geoprocessamento de imagens e no desenvolvimento de tecnologia exclusiva para aplicação de agentes biológicos via drones no Brasil. Para o diretor industrial da Koppert do Brasil, Danilo Pedrazzoli, trata-se de uma decisão estratégica. “Percebemos a necessidade de complementar a qualidade e eficiência de nossos produtos com uma aplicação mais especializada, para garantir o desempenho máximo 10/12/2020
  • Hygia Bank, o banco da saúde, anuncia nova captação - Empresa tem como missão incentivar brasileiros a guardar dinheiro para cuidados com a saúde e promover uma cultura de prevenção. É nisso que aposta a Hygia Bank, uma startup de Porto Alegre (RS) que quer se posicionar como o banco da saúde. A empresa acabou de fazer uma captação de R$ 3 milhões, em uma rodada seed feita por family and friends . Em um ano de aplicativo, a startup faturou R$ 500 mil e montou uma base de 1,2 mil usuários. .. 10/12/2020
  • Alphaville capta R$ 306 milhões com oferta primária restrita de ações - Antecipação: enquanto o IPO não vem, Alphaville capta recursos com oferta restrita. A Alphaville, cujo IPO está suspenso até 8 de fevereiro, captou R$ 306 milhões com uma oferta primária restrita de ações. A operação envolveu a emissão de 10,4 milhões de ações, vendidas por R$ 29,50 cada uma, além de bônus de subscrição. A oferta principal foi acrescida de lote adicional de 1,9 milhão de papéis. O volume corresponde a 22,4% da emissão inicial.Os compradores das ações receberam, como vantagem adicional, 3 bônus de subscrição para cada lote de 10 ações que adquiriram. O bônus é um título que garante o direito, a quem o possui, de comprar mais ações nas condições determinadas de preço, quantidade e prazo. 10/12/020
  • Votorantim Cimentos e McInnis Cement anunciam fusão das operações de cimento na América do Norte - Joint venture entre St Marys Cement (Canadá) e McInnis Cement foca na expansão das operações de cimento na região dos Grandes Lagos, Leste do Canadá e costa Nordeste dos EUA. A St Marys Cement Inc. (Canadá), subsidiária integral da Votorantim Cimentos, e a McInnis Cement Inc. anunciaram hoje que irão combinar seus ativos para criar uma companhia para fabricar, distribuir e vender cimento no Canadá e nos Estados Unidos. A joint venture será formada pela Votorantim Cimentos Internacional (VCI), plataforma de investimentos internacionais e subsidiária integral da Votorantim Cimentos, sexta maior produtora de cimento do mundo, e pela Caisse de dépôt et placement du Québec (CDPQ), investidor institucional de longo prazo, por meio de sua participação na McInnis Holding Limited Partnership (McInnis Holding). 10/12/2020
  • BRB compra carteira de recebíveis da CEB Distribuição por R$ 120,9 mi - CEB-D foi vendida pelo governo do Distrito Federal em leilão na semana passada e arrematada pela Neoenergia, que pagou R$ 2,515 bilhões. O Banco de Brasília (BRB) comprou uma carteira de cessão de recebíveis da CEB Distribuição no valor de R$ 120,926 milhões. A carteira é oriunda de instrumentos de compra e venda entre a Terracap e a CEB (operações de parcelamento de lotes) e foi informada à Comissão de Valores Mobiliários (CVM) porque BRB, CEB e Terracap têm o mesmo controlador, o governo do Distrito Federal...  10/12/2020
  • Controlada da Empresas Randon adquire fundição de São Paulo - Castertech adquiriu a Fundituba, que desde 2002 pertencia ao Grupo Francisco Stedile. A Castertech Fundição e Tecnologia, uma das controladas das Empresas Randon, concluiu a compra da Fundituba Indústria Metalúrgica, de Indaiatuba (SP), empresa que pertencia ao Grupo Stedile, de Caxias do Sul. A negociação já recebeu a aprovação do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE), mas os valores do negócio não foram informados. Com essa aquisição, a Castertech amplia a capacidade e flexibilidade de produção de peças fundidas para em torno de 65 mil toneladas por ano. “Além da ampliação da capacidade produtiva, vamos aprimorar a logística da companhia, com a implementação de uma unidade de negócios em São Paulo, fortalecendo a participação no mercado de autopeças”, destaca Eduardo Dalla Nora, diretor de Suspensão e Rodagem das Empresas Randon. 08/12/2020
  • Qualicorp adquire carteira de 55 mil vidas no segmento coletivo por adesão -  A Qualicorp Consultoria e Corretora de Seguros informou, em Fato Relevante enviado à Comissão de Valores Mobiliários (CVM) nesta noite, que, conjuntamente com sua subsidiária Qualicorp Administradora de Benefícios, adquiriu, da Muito Mais Saúde Administradora de Benefícios (MMS) e da Soma Corretora de Seguros, contratos de planos privados de assistência à saúde e odontológica coletivos celebrados entre a MMS e as operadoras de planos de saúde GNDI – Grupo Notre Dame Intermédica, Assim Saúde e Amil, nos quais a MMS figura na condição de estipulante junto às respectivas operadoras, bem como contratos de prestação de serviços de comercialização, agenciamento, comissionamento e corretagem celebrados entre a Soma Corretora e as operadoras... 8/12/2020
  • Notre Dame Intermédica compra hospital Lifecenter, em BH, por R$ 240 milhões - Valor será pago à vista, descontado o endividamento líquido e uma parcela retida para contingências. A Notre Dame Intermédica anunciou a aquisição do hospital Lifecenter, em Belo Horizonte (MG), por R$ 240 milhões, equivalente a aproximadamente R$ 1,2 milhão por leito. O valor será pago à vista, descontado o endividamento líquido e uma parcela retida para contingências.O Hospital Lifecenter opera uma estrutura de alta complexidade com 205 leitos, sendo 40 de UTI, 13 salas cirúrgicas e 12 consultórios de pronto socorro, além de ressonância magnética, tomografia, ultrassonografia, endoscopia, radiografia e laboratório de análises clínicas. Em 2019, o Hospital Lifecenter apresentou faturamento líquido de R$ 153,9 milhões. 09/12/2020
  • Fortinet adquire empresa de monitoramento e remediação de rede - A Fortinet anunciou a aquisição da Panopta, uma empresa inovadora em plataformas SaaS que fornece visibilidade completa e gerenciamento automatizado do estado de uma rede corporativa, incluindo servidores, dispositivos, rede, contêineres, aplicações, bancos de dados, dispositivos virtuais e infraestrutura em nuvem. As empresas estão acelerando suas iniciativas de inovação digital, e a experiência do usuário determina o sucesso de uma aplicação. Garantir que a infraestrutura tenha 100% de disponibilidade é fundamental. A solução baseada em nuvem da Panopta oferece uma imagem completa de cada serviço, dispositivo de rede e aplicação em qualquer implantação, seja contêiner, nuvem, on-premises ou híbrido. O Fortinet Security Fabric, combinado com a plataforma escalonável de monitoramento e diagnóstico de rede da Panopta, permite que a Fortinet ofereça a solução mais abrangente de gerenciamento de operações de rede e segurança para empresas ou provedores de serviços. 08/12/2020
  • Bitz, carteira digital do Bradesco, anuncia compra da fintech 4ward - É a segunda aquisição desde seu lançamento, em setembro. O Bitz, carteira digital do Bradesco, anunciou a aquisição da 4ward, fintech que atua no mesmo segmento desde 2013. Essa é a segunda aquisição do Bitz desde seu lançamento, em setembro. Em outubro, realizou também a incorporação da fintech DinDin.A 4ward, que conta com mais de 40 profissionais, acrescentou ao Bitz. 09/12/020
  • Stefanini compra N1 IT - Integradora adquirida trabalha com Microsoft, Adobe e Kaspersky.A Scala, integradora de TI do grupo Stefanini, comprou a N1 IT, empresa paulista parceira da Microsoft, Adobe e Kaspersky.Em nota, a Stefanini destaca que a N1 IT é um dos “principais players do mercado como a Microsoft” e tem “forte atuação e relevância com a Kaspersky”.No Linkedin, a empresa tem 30 funcionários listados e afirma ter atendido a 5 mil clientes em 11 anos de atividades, números de uma integradora de TI de médio porte.De qualquer forma, a adquirida reforça o portfólio da Scala, ela mesma produto da fusão realizada em 2016 entre a VANguard, empresa do Grupo Stefanini especializada em governança de TI, segurança e service management, com a Scala IT, um dos principais parceiros da IBM no Brasil na época.Além de produtos IBM, a Scala trabalha também com Red Hat, Veeam e Dynatrace. 09/12/2020
  • Empresa de tecnologia focada em gestão de oferta e demanda de talentos recebe aporte de R$120 mil - A Byou, empresa brasileira de tecnologia focada em gestão de oferta e demanda de talentos, recebeu um aporte de R$ 120 mil através de dois investidores: Celso Oliveira, ex-CEO da Microstrategy Brasil, hoje atuando como um dos mentores de soluções e estratégias da startup e Caio Bulgarelli, que também auxilia na estruturação do processo de vendas da Byou. Este aporte, o segundo recebido pela empresa, se soma aos R$60 mil investidos no último mês de julho por Vinicius Neves, co-fundador da Stoodi, startup nascida em 2013 com o objetivo de democratizar o acesso dos brasileiros a uma educação de qualidade.  09/12/2020
  • Nova startup de ex-sócios da Grow recebe aporte de US$ 2,2 milhões - Fundada em plena pandemia, em julho, a startup Dolado acaba de conquistar um aporte milionário. A empresa anuncia nesta quarta-feira, 9, o recebimento de um investimento de 2,2 milhões de dólares liderado pelo fundo americano Valor Capital Group. Participaram também da rodada seed os fundos Global Founders Capital, Provence e Norte Capital, além de investidores-anjo de empresas como iFood, Stone, Olist, Viva Real e Paypal. A área de atuação da startup veio calhar em tempos de pandemia: a empresa nasceu para apoiar pequenos lojistas a digitalizar seus negócios gratuitamente. “A startup leva oportunidade para o pequeno varejista operar de forma mais eficiente, se digitalizar e utilizar novas ferramentas digitais que promovem o aumento da receita”, afirma Antoine Colaco, sócio da Valor Capital Group.09/12/2020
  • Vale receberá R$1,22 bi após BNDESPar exercer opção de compra de ações da VLI - A mineradora Vale informou que foi notificada pelo braço de participações do BNDES sobre o exercício integral pelo banco de uma opção de compra de ações de emissão da empresa de logística VLI atualmente detidas pela companhia."Com o exercício desta opção, a Vale receberá, por 8% de participação na VLI, cerca de 1,223 bilhão de reais no dia 11 de dezembro de 2020, passando a deter 29,6% do total de ações da VLI", disse a mineradora em comunicado nesta quarta-feira.No momento, a Vale possui 37,6% na VLI, na qual é a maior acionista, segundo informações do site da companhia. 09/12/2020
  • Ame, plataforma mobile da Lojas Americanas e da B2W, compra a Bit Capital - A Ame Digital Brasil, fintech e plataforma mobile de negócios da Lojas Americanas (LAME4) e da B2W (BTOW3), comprou a Bit Capital, fintech especializada em soluções de Core Banking. A informação consta em comunicado enviado ao mercado após o pregão desta segunda, 7.A Bit Capital é uma plataforma Open Banking, modular, baseada em Blockchain e Open APIs, que oferece soluções para integração nativa ao ecossistema financeiro, de forma simples e segura. 07/12/020
  • Especializada em tecnologia do transporte, startup pernambucana Fusion é comprada pela Praxio - Essa é a quarta aquisição da empresa, que deverá ter um superior a R$ 85 milhões neste ano. A empresa de tecnologia especialista no setor do transporte rodoviário de cargas, passageiros e logística, Praxio, anunciou nesta segunda-feira (7), sua quarta aquisição. Trata-se da empresa pernambucana Fusion DMS, que traz o conceito de Delivery Management System (DMS) - uma ferramenta que realiza a gestão da distribuição de produtos de empresas. A chamada solução Fusion DMS inclui softwares de gestão de entregas e o acompanhamento das rotas em tempo real. O serviço pode ser usado por empresas que utilizam frota própria para fazer seus produtos chegarem aos distribuidores ou consumidores finais. Além de roteirizar as entregas, ele também monitora o plano de distribuição das mercadorias e disponibiliza um app onde a jornada de trabalho do motorista pode ser controlada a distância.  07/12/2020
  • RankMyAPP adquire empresa especializada em marketing de influência digital - Especialista em inteligência de marketing e aquisição mobile, a RankMyAPP anunciou a aquisição da marca, do domínio e da base de dados da Digital Influencers, especialista em marketing de influência digital. A compra, que não teve valores divulgados, foi realizada com o objetivo de acelerar o crescimento e a evolução do produto, que a empresa já vinha desenvolvendo no setor desde 2019, e passa a se chamar Digital Influencers. Só no último ano, a RankMyAPP cresceu 182%. “Estamos felizes em anunciar essa aquisição, a primeira da RankMyAPP nesses cinco anos de atuação. Esse movimento faz parte da nossa estratégia para fortalecer e acelerar um produto que já oferecemos no mercado, mas que agora ganha ainda mais peso com toda a expertise do Digital Influencers”, explica Leandro Scalise, CEO da RankMyAPP. 07/12/2020
  • Após aporte de R$130 milhões, startup de gestão logística anuncia fusão - A Intelipost, empresa de tecnologia inteligente para logística do e-commerce e de operações omnichannel, anunciou a captação de R$ 130 milhões da Riverwood Capital no início deste ano. Além disso, a startup anunciou a união com a AgileProcess, especializada em roteirização e visibilidade em tempo real para logística. Juntas, as duas empresas criam um poderoso conjunto para apoiar varejistas e transportadoras com tecnologia para tornar a logística no Brasil mais rápida e eficiente. O objetivo agora é expandir a equipe e acelerar o roadmap de produto, oferecendo um conjunto mais amplo de recursos e soluções ao mercado.A Intelipost pretende capitalizar sua posição como líder em tecnologia inteligente em meio ao crescimento do e-commerce no Brasil. “Nossa missão é simplificar a logística do e-commerce por meio de software e tecnologia, conseguindo menores custos de frete e maior automação para varejistas, ao mesmo tempo em que oferecemos melhores experiências de entrega para os consumidores”, afirma Stefan Rehm, CEO e cofundador da Intelipost. 08/12/2020
  • “Uber” do setor químico, Chlorum recebe aporte de R$ 110 milhões - Modelo de minifábrica elimina necessidade de transporte e reduz impacto ambiental. Com a proposta de ser o “Uber” da indústria química, a Chlorum Solutions recebeu um aporte de R$ 110 milhões e está direcionando esses recursos para ampliar presença no mercado brasileiro.  A empresa, que tem como acionista majoritário o investidor Hersch Klaff e sede em Chicago, instala e opera “minifábricas” de cloro para seus clientes, assumindo o investimento nas instalações de pequeno porte, que podem ser compartilhadas e atender a diferentes contratos. 08/12/020
  • Locaweb adquire a empresa de Tecnologia e Marketing Vindi - A Locaweb Serviços de Internet recebeu o aceite do último acionista à proposta vinculante para a aquisição de 100% do capital social total (em bases totalmente diluídas) da Vindi Tecnologia e Marketing S.A., empresa que oferece soluções no modelo de assinaturas (planos e mensalidades) e combina um software de cobrança recorrente com uma plataforma de pagamento.  Locaweb faz oferta de R$ 180 milhões para compra de empresa de tecnologia VindiA Vindi foi avaliada considerando a compra de 100% do capital 07/12/2020
  • Em IPO, Rede D'Or aloca lotes extras e levanta total de R$ 11,5 bilhões - Com isso, a oferta pública inicial de ações (IPO) é o segunda maior da história no país, em termos nominais, atrás apenas da oferta do Santander Brasil em 2009. A Rede D’Or concluiu a alocação dos lotes adicional e suplementar em sua oferta pública inicial de ações (IPO), captando um total de R$ 11,5 bilhões. Com isso, o IPO é o segundo maior da história no país, em termos nominais, atrás apenas da oferta do Santander Brasil em 2009...  08/12/020
  • Gateware compra startup de biometria - A Gateware, uma empresa de desenvolvimento de software sediada em Curitiba, acaba de comprar a Bexpo, uma startup da mesma cidade com um produto de reconhecimento facial. A Bexpo criou o LivID, um aplicativo que realiza todo o processo de prova de vida e recadastramento de aposentados e pensionistas de maneira online por meio das tecnologias de reconhecimento facial e inteligência artificial. Em nota, a Gateware afirma que a tecnologia já é utilizado por grandes fundos de previdência privada em diversas regiões do Brasil, sem abrir nomes (muitas empresas preferem não abrir seus fornecedores de reconhecimento facial). 07/12/020

QUEM, O QUÊ, QUANDO, QUANTO, COMO e POR QUÊ

 A pesquisa FUSÕES E AQUISIÇÕES - DESTAQUES DA SEMANA tem o propósito de captar o “clima” do mercado das operações de Fusões e Aquisições bem como sinalizar suas principais tendências. Trata-se da compilacão semanal das notícias visando tornar mais acessíveis e conhecidos os negócios de fusão, aquisição e venda realizados entre empresas com atuação no Brasil. Todas as informações sobre os negócios citados no presente relatório são obtidos a partir de notícias publicadas pela imprensa e divulgadas no “estado" pelo blog FUSOESAQUISICOES.BLOGSPOT http://fusoesaquisicoes.blogspot.com, não sendo feita qualquer verificação quanto à sua veracidade, precisão ou integridade do conteúdo. Sempre que possível, serão mencionados os nomes dos compradores – investidor estratégico ou fundos de private equity, dos vendedores, a tese de investimento e principais “value drivers”, o valor da transação, forma de pagamento, múltiplos praticados (Valor da Empresa/EBITDA, Valor da Empresa/Receita) etc. Muitas vezes a notícia não é clara a respeito dos valores/forma de pagamentos e respectivos múltiplos. É bem-vinda toda e qualquer contribuição para tornar as informações mais precisas e transparentes. Caso o conteúdo estiver em desacordo, nos contate que estaremos retirando o mesmo ou corrigindo a respectiva  informação. Blog FUSÕES & AQUISIÇÕES




19 dezembro 2020

Na Porto Seguro, uma aposta milionária nas startupeiras

A Porto Seguro está se tornando investidora-âncora do WE Ventures, fundo que aposta no empreendedorismo feminino e está captando R$ 100 milhões – metade desse valor já foi alcançado. Microsoft, Flex, Sabin e Multilaser são os outros cotistas

Porto Seguro aporta R$ 5 milhões no WE Ventures

A Porto Seguro está se transformando em uma investidora-âncora do WE Ventures, fundo multicorporate venture que investe em startups fundadas por mulheres.

Esse é o quinto investidor do fundo, que é capitaneado pela Microsoft e conta também com a participação da fabricante de hardware Flex, do laboratório Sabin e da fabricante de produtos eletroeletrônicos Multilaser.

“Queremos estar próximos e conectados ao ecossistema de inovação e também, dentro da pauta de ESG (Environmental, social and corporate governance), apoiar o empreendedorismo feminino”, diz Marcelo Picanço, vice-presidente de seguros da Porto Seguro.

O WE Ventures foi lançado em março deste ano com o alvo de captar R$ 100 milhões para investir no empreendedorismo feminino. Até agora, já conseguiu levantar R$ 50 milhões e deve anunciar, em 2021, novos investidores-âncoras. A Porto Seguro está aportando R$ 5 milhões no fundo.

“Vamos anunciar, em breve, investidores-âncoras na área de sustentabilidade, educação, finanças e jurídico”, diz Franklin Luzes, vice-presidente de inovação, transformação e novos negócios da Microsoft Participações.

Cada investidor que entra no WE Ventures fica responsável por atrair startups de um determinado segmento. A Microsoft, por exemplo, foca em inteligência artificial. A Flex, em internet dos coisas. O laboratório Sabin está atrás de empresas de saúde. A Multilaser, varejo. E a Porto Seguro busca companhias de seguros, saúde e serviços financeiros.

Os processos de seleção de startups são públicos. Quando a Multilaser se tornou cotista do WE Ventures, em novembro deste ano, o fundo abriu um processo de seleção e recebeu a inscrição de 200 startups. Nesta sexta-feira, 18 de dezembro, o fundo está abrindo uma nova seleção por conta da chegada da Porto Seguro.

Até agora, o WE Ventures fez dois investimentos. O primeiro deles foi na PackID, startup catarinense fundada por  Caroline Dallacorte e especializada no monitoramento de temperatura e umidade em tempo real para a cadeia de produtos perecíveis, que recebeu um aporte de R$ 1 milhão.

O segundo investimento foi na WE Impact, uma venture builder que selecionou 15 startups para ajudar com mentoria e validação das soluções. Três delas estão em fase final para receber aporte do WE Ventures. “Durante a pandemia, montamos o time e fomos anunciando novos cotistas”, diz Marcella Ceva, head do WE Ventures. “Agora, vamos acelerar os investimentos.”

Os cheques do WE Ventures ficam entre R$ 1 milhão e R$ 5 milhões. O objetivo é investir entre 15 e 25 startups no período de cinco anos, que é o prazo do fundo que tem o apoio do Sebrae (Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas) e é gerido pela M8 Partners, uma gestora de recursos fundada em 2013.

A aposta no WE Ventures não é a única da Porto Seguro. A companhia conta com a Oxigênio, uma aceleradora de startups que concluiu a seleção de 10 empresas para o seu décimo ciclo de aceleração em dezembro e que tem duração de quatro meses.

A Porto Seguro criou também, há aproximadamente um mês, um fundo de corporate venture para investir em startups. Picanço explica que esse fundo não tem uma quantia específica para investir, nem prazo para sair.

“É um fundo em que temos interesse em buscar empresas que possam ser sinérgicas e estejam em diversos estágios de desenvolvimento”, diz o vice-presidente da Porto Seguro. “As ideias podem estar no papel ou até mesmo em estágio mais avançado.” De acordo com Picanço, o primeiro investimento deve ser anunciado em breve... Leia mais em  NeoFeed 18/12/2020



19 dezembro 2020



Creditas já vale US$ 1,75 bilhão — mas o crédito agora é só parte da história

A Creditas acaba de levantar US$ 255 milhões numa rodada que avaliou a fintech fundada há oito anos em mais de US$ 1,75 bilhão (post-money) — mais que dobrando o valuation de sua última captação em julho do ano passado. 

A rodada Série E foi liderada pelo LGT Lightstone, um fundo de impacto de Londres, e teve a participação da Wellington Management, uma das maiores gestoras do mundo com mais de US$ 1 trilhão em ativos, da Tarsadia Capital, e.ventures e do Advent International (que investiu por meio de sua afiliada Sunley House Capital). 

O Softbank, Kaszek, VEF (antigo Vostok) e a Amadeus Capital — que já eram investidores — também acompanharam. 

Esta é a sexta rodada da Creditas, que até agora havia levantado outros US$ 314 milhões. 

Fundada por Sergio Furio — um espanhol que trabalhou no Deutsche Bank e no Boston Consulting Group nos Estados Unidos — a Creditas começou como um marketplace de crédito que apenas originava clientes para bancos parceiros. 

Em 2016, passou a oferecer crédito diretamente com dois produtos: o ‘home equity’, no qual o cliente usa sua casa como colateral, e o ‘auto equity’, cuja garantia é o carro. Neste ano, suas ofertas passaram a incluir financiamento de automóveis, crédito consignado e antecipação de salário. 

A Creditas também lançou um produto de previdência privada, um cartão de benefícios e uma divisão de “consumer solutions” — que inclui um marketplace de produtos de alto valor (como smartphones) e um serviço de reforma de casas; em ambos os casos, as compras são descontadas do salário e podem ser financiadas pela Creditas. 

A capitalização vai ser usada para M&As, aquisição de novos clientes e desenvolvimento de produtos — tanto na área de crédito quanto de outros serviços financeiros e “consumer solutions”. 

“Queremos nos tornar uma plataforma de clientes, e não mais só de crédito,” Sergio Furio, o CEO e fundador, disse ao Brazil Journal. “Os serviços financeiros vão ser uma parte importante disso, mas nossa ideia é expandir cada vez mais o portfólio.”

O plano é ter um app que integre todas as soluções da Creditas e permita monetizar de diferentes formas a massa crítica de clientes que já tem financiamentos com ela. “Nossa diferença para um banco digital tradicional é que eles têm muitos clientes mas uma capacidade baixa de monetização. A gente tem poucos clientes mas com uma alta capacidade de monetizar.”

A Creditas também vai usar os recursos para financiar sua expansão no México, onde entrou há alguns meses. A ideia é “fazer em dois anos por lá o que a Creditas fez em quatro no Brasil,” disse o fundador.

A Creditas vai faturar R$ 320 milhões este ano, mais que o dobro do ano passado. De janeiro a setembro, a receita estava em R$ 232 milhões e o prejuízo, em R$ 129 mi. 

Agora, a empresa quer dobrar a receita a cada ano nos próximos três anos chegando a R$ 2,5 bilhões em 2023, quando a empresa estaria no breakeven. 

A Creditas já tem uma margem de contribuição (receita menos custos e despesas variáveis) positiva, de R$ 124 milhões nos primeiros nove meses do ano. Sergio diz que a empresa ainda dá prejuízo principalmente pelo custo de adquirir novos clientes e investimentos pesados em tecnologia. 

Conforme a empresa continuar crescendo, a tendência é que o CAC diminua e os investimentos em tecnologia não aumentem no mesmo ritmo da receita, fechando esse gap. 

A carteira de crédito também decolou neste ano, apesar da empresa ter pisado no freio por conta da covid. Hoje, a Creditas tem mais de R$ 1 bilhão em crédito no mercado, que estão divididos entre 11 FIDCs e CRIs — o dobro do ano passado. 

Questionado se a nova rodada seria a última antes de um IPO, Sergio disse que abrir o capital está nos planos da empresa e é um caminho natural para os próximos anos, mas que não descarta uma rodada intermediária antes disso. .. Leia mais em Brazil Journal 18/12/2020


 




16 dezembro 2020

Conheça as maiores fusões e aquisições em tecnologia em 2020

Foi um ano tão barulhento que muitas aquisições passaram quase despercebidas; Aqui relembramos todas elas

O cenário de software e serviços corporativos continuou evoluindo, mesmo com a pandemia, com saídas em novas categorias de produtos interrompendo fornecedores estabelecidos e nomes bem conhecidos se combinando para permanecer no topo do mercado. Os serviços em nuvem, em particular, são um mercado que tem mudado rapidamente nos últimos tempos, tanto em termos do software executado na nuvem quanto do hardware que a fornece.

Para CIOs, fusões e aquisições (M&As) no espaço de tecnologia podem resultar em implementações estratégicas inovadoras, pois cria a necessidade de dar uma guinada em uma nova solução, significa a potencial extinção de uma tecnologia essencial, fornece novas oportunidades para alavancar sistemas recém-sinergizados e é um termômetro de futuras mudanças no cenário tecnológico. Manter-se no topo da atividade nessa área pode ajudar sua empresa a aproveitar ao máximo as oportunidades emergentes e evitar problemas que geralmente surgem quando os fornecedores se combinam.

Aqui, resumimos algumas das fusões e aquisições mais significativas de 2020 que podem impactar a TI.

  • Salesforce compra Slack por US $ 27,7 bilhões

Integração com a ferramenta de chat empresarial Slack é cada vez mais vista como um recurso chave para aplicativos SaaS em conferência, emissão de tíquetes, calendário ou gerenciamento de projeto. Agora, a Salesforce deu um passo adiante nessa integração, concordando em pagar U $ 27,7 bilhões para comprar o Slack, de modo que possa torná-lo a nova interface de sua plataforma Customer 360. O suporte da Salesforce abrirá as portas para mais empresas para o Slack e fornecerá os recursos necessários para enfrentar o produto Teams da Microsoft. A Salesforce, no entanto, provavelmente precisará adicionar mais alguns componentes à sua plataforma se quiser ser visto como uma alternativa completa ao Microsoft 365 ou ao Google Workspace.

Veja também Com IA, Cisco anuncia reformulação do Webex para melhorar experiência do usuário Como a aquisição do Slack pela Salesforce impacta nos clientes da plataforma? Low code entra na mira de gigantes de tecnologia e nuvens públicas

  • Oracle pode apostar no aplicativo de vídeo adolescente TikTok

Foi um ano estranho, mas a oferta de setembro da Oracle e do Walmart por 20% do TikTok Global, uma espécie de YouTube para celular usado por milhões de adolescentes, ainda se destaca. O governo dos EUA não quer que o pai chinês da TikTok, a ByteDance, controle um aplicativo em milhões de smartphones dos EUA, mas é difícil ver o que o Walmart quer com uma participação na subsidiária americana rapidamente criada. Em 1º de dezembro, o negócio ainda aguardava a aprovação do governo. A Oracle, pelo menos, já ganhou algo com a polêmica: a TikTok vai pagar para hospedar suas operações nos EUA nos data centers da companhia. Isso acrescenta peso ao argumento da Oracle de ser vista como um provedor sério de infraestrutura em nuvem.

  • Twilio compra o segmento de plataforma de dados do cliente por US$ 3,2 bilhões

Twilio já trabalhou em muitas empresas com sua gama de APIs para comunicação de voz, texto, chat, vídeo e e-mail com clientes. Com a aquisição da Segment, plataforma de dados do cliente, em novembro, por US$ 3,2 bilhões em ações, ela pretende estender esse alcance, controlando não apenas como os clientes recebem mensagens específicas, mas também por quê.

  • Ericsson paga US$ 1 bilhão pelo fornecedor corporativo de 5G Cradlepoint

Sempre foi possível para empresas com grandes campi ou locais industriais construir redes celulares privadas, mas a chegada da tecnologia móvel 5G torna isso mais fácil e interessante. O fornecedor de equipamentos de telecomunicações Ericsson vende principalmente para empresas de telecomunicações, mas os CIOs também devem esperar uma chamada após a aquisição de US$ 1 bilhão da Cradlepoint, uma empresa de Idaho que vende sistemas de ponta sem fio para empresas.

  • SAP mostra que ainda está no jogo da experiência do cliente com a compra da Emarsys

A aquisição da Emarsys, fornecedora austríaca de plataforma de engajamento do cliente omnicanal, mostra que a SAP ainda está muito interessada na experiência do cliente. Anteriormente, a empresa havia enviado sinais contraditórios sobre seu compromisso com a categoria, anunciando planos em julho de que venderia uma participação na Qualtrics, a empresa de pesquisa pela qual pagou US$ 8 bilhões em 2018. A SAP não diz quanto pagou pela Emarsys, mas alguns relatórios estimam cerca de US$ 500 milhões. A Emarsys havia levantado anteriormente cerca de US$ 55 milhões em financiamento de risco.

  • Sinch compra SAP Digital Interconnect

Aqui está outra aquisição envolvendo a SAP - e desta vez não é a SAP que está comprando. A Sinch é uma fornecedora sueca de serviços de chamadas e mensagens de saída baseados na nuvem para engajamento do cliente. SAP Digital Interconnect (SDI) oferece algo semelhante, mas com APIs que se conectam profundamente às plataformas de ERP e CRM da SAP. Em novembro, Sinch fechou uma aquisição de € 225 milhões ($ 250 milhões) da SDI para expandir sua equipe de engenharia e ganhar exposição ao mercado empresarial.

  • AMD vai pagar US$ 35 bilhões por FPGA da Xilinx

Com o aumento do machine learning, a AMD viu uma maior demanda por GPUs, um mercado no qual a Nvidia, e não a Intel, é seu maior rival. Algumas cargas de trabalho de ML, no entanto, são executadas de maneira mais eficiente ou econômica em FPGAs (field-programmable gate arrays), chips de uso geral quando saem da fábrica, mas otimizados para uma tarefa específica depois de programados. A Intel fez sua jogada no FPGA, em 2015, pagando US$ 16,7 bilhões pela Altera. Agora a AMD concordou em comprar o principal concorrente da Altera, a Xilinx, por US$ 35 bilhões em ações, potencialmente abrindo novos mercados para ele em machine learning e inferência.

  • Information Builders será a maior compra da Tibco Software até agora

Tibco Software tem como objetivo integrar Information Builders em sua gama de produtos de integração de dados. A Information Builders fabrica software de data e analytics. Tibco diz que o negócio será sua maior aquisição quando for fechado no início de 2021. Ela deve valer quase US$ 1 bilhão.

  • Apptio compra SaasLicense

Apptio, uma empresa que ajuda os CIOs a descobrir quanto estão gastando em TI, comprou o SaasLicense, uma ferramenta para ajudar as empresas a otimizar seus gastos com software como serviço. Apptio não diz quanto gastou.

  • Progress Software assume o comando do Chef Software

O fornecedor da plataforma de desenvolvimento de aplicativos Progress fechou um negócio de US$ 220 milhões em meados de outubro para comprar o especialista em devops/devsecops Chef Software, a empresa por trás do Chef Enterprise Automation Stack, Infra, InSpec e outras ferramentas para acelerar o desenvolvimento de software.

  • Veeam compra o especialista em backup do Kubernetes, Kasten

A Veeam adicionou o backup do Kubernetes à sua gama de serviços de gerenciamento de dados em nuvem. Em outubro, pagou US$ 150 milhões pela Kasten, cuja plataforma K10 permite que as empresas façam backup e restaurem os aplicativos Kubernetes onde quer que estejam em execução.

  • KKR vende Epicor Software para CD&R por US$ 4,7 bilhões

A KKR, empresa de investimento que adquiriu a Epicor Software por rumores de US$ 3,3 bilhões em 2016, o transferiu para outra empresa de investimento por US$ 4,7 bilhões, depois de um ano procurando comprador. Epicor, um fornecedor de ERP em nuvem voltado para setores verticais da indústria em manufatura, serviços e distribuição, é o primeiro grande passo em tecnologia para Clayton, Dubilier & Rice. A CD&R afirma que deseja expandir o portfólio de produtos da Epicor e fazer a empresa crescer por meio de novas aquisições. (Sob a propriedade da KKR, ela comprou docSTAR, MechanicNet e 1 EDI Source.) A KKR não abandonou o software por completo: ela ainda possui a BMC Software, adquirida em um negócio de 2018 que vale US$ 8,5 bilhões.

  • SugarCRM compra Node

Cada vez mais, a equipe de vendas espera que suas ferramentas de CRM digam quais clientes devem entrar em contato e por quê, em vez de ajudá-los a lembrar o que compraram da última vez ou o nome de seu cachorro. Isso levou a SugarCRM a adquirir a Node, uma startup do Vale do Silício que oferece uma variedade de ferramentas de análise preditiva baseadas em IA para automatizar as funções de vendas e marketing. É a quarta aquisição da SugarCRM em dois anos: as outras foram Collabspot (integração de e-mail), Salesfusion (automação de marketing) e Corvana (análise de vendas).

  • Analog Devices vai comprar Maxim Integrated Products por US$ 21 bilhões

A Analog Devices deseja combinar sua experiência em semicondutores de rádio de alta frequência com os pontos fortes da Maxim Integrated Products na fabricação de componentes para data centers. Esses mercados estão colidindo à medida que a computação associada à internet das coisas se move para o limite da infraestrutura de rede 5G. Embora as duas fabricantes de chips tenham anunciado em meados de julho que planejam se fundir, o negócio de US$ 21 bilhões não será fechado até meados de 2021.

  • NetApp compra Spot para otimizar custos

A NetApp, grande em infraestrutura de nuvem híbrida, levou a Spot, uma empresa muito menor especializada em otimização de custos de nuvem. O negócio, com rumores de US$ 450 milhões, foi fechado em meados de julho. O Spot - agora Spot da NetApp - oferece ferramentas de otimização de custos de computação e armazenamento que, segundo a empresa, podem ajudar empresas a economizar até 90% em custos de nuvem.

  • Databricks adquire ferramenta de painel Redash

A Databricks aprimorou sua plataforma de análise de dados com a aquisição da Redash, a empresa por trás de uma ferramenta de painel de código aberto para cientistas de dados. O Databricks tem alguns recursos técnicos sólidos: foi fundado pelos criadores do mecanismo de analytics de big data Apache Spark e do Delta Lake, uma camada de armazenamento de open code para data lakes, e oferece serviços corporativos construídos sobre eles. Embora a plataforma de data e analytics da Databricks já possa ser conectada à Redash, a aquisição permitirá que a Databricks integre os dois de forma mais completa.

  • BMC Software compra Compuware

Apesar de toda a conversa sobre tecnologias disruptivas, os mainframes permanecem no centro de muitas empresas hoje, e é esse fato - e a necessidade de modernização da empresa - que alimentou a fusão de dois especialistas em modernização de software. A combinação do Automated Mainframe Intelligence (AMI) da BMC e a gama de produtos da Compuware, que terminou em 1 de junho, ajudará as empresas a gerenciarem mainframes como parte de suas estratégias de DevOps. A Compuware mudou de mãos pela última vez por cerca de US$ 2,4 bilhões em 2014 em uma compra pela firma de private equity Thoma Bravo, que tornou a empresa privada e a dividiu em duas entidades, o negócio de software de mainframe da Compuware e a Dynatrace, que foi dividida para se concentrar no gerenciamento de software. A BMC não diz quanto pagou pela Compuware desta vez.

  • Palo Alto Networks assegura conexão com CloudGenix

Em abril, foi adquirida pela Palo Alto Networks a especialista em WAN definida por software CloudGenix por US$ 420 milhões, permitindo que a empresa de segurança cibernética adicionasse funções SD-WAN à sua plataforma de borda segura Prisma Access.

  • Microsoft afirma interesse em redes 5G

A Affirmed Networks fabrica software para a construção de redes virtualizadas de telecomunicações baseadas em nuvem e conta com algumas das maiores empresas de telecomunicações do mundo entre seus clientes. Agora faz parte da Microsoft, que vê na aquisição uma forma de expandir seus relacionamentos com operadoras de rede móvel e desempenhar um papel na implantação de serviços 5G.

  • Quantum compra unidade de armazenamento de objetos ActiveScale da WD

Quantum, um fornecedor de armazenamento de dados, mordeu um pedaço da Western Digital, a gigante do disco rígido que comprou a fornecedora de armazenamento flash SanDisk, em 2015. Quando a WD decidiu que poderia ficar sem ActiveScale, uma unidade de negócios que fabrica sistemas de armazenamento de objetos, Quantum viu uma oportunidade de fortalecer seus recursos de armazenamento de dados não estruturados de alta velocidade.

  • Equinix compra pacote host

A Equinix, proprietária de data center, acrescentou uma nova corda à sua proa com a aquisição, em março, da Packet Host, uma especialista em automação bare metal por US$ 330 milhões. A Equinix afirma que o acordo ajudará seus clientes a implantar uma infraestrutura multicloud sem a sobrecarga associada à virtualização ou multilocação.

  • Clarivate Analytics compra recursos de decisão

O fornecedor de dados Clarivate fechou sua compra de recursos de decisão por US$ 950 milhões, em março de 2020. A Clarivate reúne informações sobre marcas, patentes, pesquisa científica e padrões industriais, vendendo os bancos de dados para empresas sob uma variedade de marcas. CIOs que desejam manter nomes de domínio valiosos podem já conhecer a marca MarkMonitor da Clarivate. Com a aquisição dos Recursos de Decisão, a Clarivate agora tem uma gama maior de dados sobre os setores médico e de saúde à sua disposição.

  • Salesforce compra Vlocity por US$ 1,3 bilhão

A Vlocity é uma das maiores animadoras de torcida da Salesforce: ela cria soluções de CRM específicas do setor em cima da Salesforce para empresas de comunicações, governo, saúde, seguros, mídia e serviços públicos. A aquisição da Vlocity em fevereiro de 2020 pela Salesforce irá reforçar sua oferta de mercado vertical. Ela deu um grande passo nessa direção em setembro de 2019, adicionando nuvens de bens de consumo e manufatura às ferramentas de CRM de bancos, serviços financeiros e ciências biológicas que já oferecia.

  • Kronos se funde com Ultimate Software

Os fornecedores de software de gerenciamento de capital humano (HCM) Kronos e Ultimate anunciaram sua fusão em fevereiro de 2020, embora seja uma maravilha que não tenha acontecido um ano antes. Foi quando a empresa de private equity Hellman & Friedman, já a controladora majoritária da Kronos, também assumiu o controle da Ultimate. O CEO da Kronos, Aron Ain, permanecerá para chefiar a empresa combinada, enquanto o CEO do Ultimate, Adam Rogers, está de saída. Por enquanto, as linhas de produtos de ambas as empresas serão mantidas.

  • Koch Industries assume o controle total da Infor

A Infor, fornecedora de ERP, já era 70% controlada pela Koch Industries, um conglomerado industrial privado com interesses em minerais, manufatura, produtos químicos e commodities. Em fevereiro de 2020, concordou em comprar a participação remanescente na Infor, do fundador Golden Gate Capital. A Koch Industries planeja fazer da Infor uma subsidiária independente operando sob sua administração atual. O desenvolvimento da Infor de suítes de nuvem específicas da indústria pode receber um impulso de seus laços mais estreitos com o gigante da indústria. A Infor estava anteriormente se preparando para o que se esperava que fosse um IPO significativo.

  • Moody's compra Regulatory DataCorp por $ 700 milhões

Regulatory DataCorp oferece uma gama de serviços de inteligência de risco e verificação de conformidade para empresas, incluindo soluções de prevenção à lavagem de dinheiro. Em fevereiro de 2020, a agência de classificação de crédito Moody's a adquiriu por US$ 700 milhões.

  • Visa adquire Plaid Technologies por US$ 5,3 bilhões

A Plaid Technologies começou como uma plataforma de API que permitiu que desenvolvedores de aplicativos como Betterment e Venmo criassem aplicativos móveis com os quais os consumidores podem acessar suas contas em instituições financeiras tradicionais. Mais tarde, ela adicionou uma camada de analytics aos dados fornecidos. Em janeiro de 2020 tornou-se subsidiária da Visa, onde atuará como uma unidade de negócios independente.

  • Insight Partners compra Veeam por cerca de US$ 5 bilhões

O fornecedor de software de backup Veeam agora está sob controle dos EUA. O fundo de investimento Insight Partners adquiriu a empresa, fundada pelos russos Andrei Baronov e Ratmir Timashev e com sede na Suíça. A Insight mudará sua sede para os EUA e instalará o presidente Bill Largent como CEO, substituindo Baronov. O novo líder planeja investir mais na estratégia de nuvem híbrida da Veeam e na expansão internacional, enquanto a americanização da empresa também pode abrir o mercado governamental dos EUA.

  • ServiceNow compra Passage AI

A ServiceNow vem incorporando assistência de IA em sua plataforma Now para gerenciamento de fluxo de trabalho há algum tempo, mas quando se trata de processamento de linguagem natural, essa linguagem geralmente é o inglês. Com a aquisição da Passage AI, em janeiro de 2020, a ServiceNow adicionará recursos de conversação multilíngue a seus chatbots, potencialmente abrindo novos mercados para seus usuários.

  • F5 Networks compra a Shape Security por cerca de US$ 1 bilhão

A aquisição da Shape Security por US$ 1 bilhão pela F5 Networks, concluída em janeiro de 2020, reforçará a proteção de seus negócios de rede de distribuição de aplicativos. O Shape oferece proteção contra fraudes para aplicativos da web e móveis, analisando o fluxo de dados para eles, e o F5 já desempenha um papel no tratamento desses dados em muitas empresas.

  • Hitachi compra Hitachi High-Technologies por US$ 4,9 bilhões

Mencionaremos este aqui porque havia muito dinheiro envolvido, mas é provável que você mal tenha notado a mudança após o fechamento deste negócio em janeiro de 2020. O conglomerado japonês Hitachi está assumindo sua participação na fabricante de equipamentos industriais Hitachi High-Tech, de 51,73% para 100%, e eliminando três sílabas de seu nome. A subsidiária fabrica equipamentos de semicondutores - as máquinas que fazem os chips para servidores - mas o foco principal da Hitachi aqui é melhorar a lucratividade da outra linha de negócios da subsidiária, equipamentos médicos, por meio do uso da experiência da empresa controladora em IA e data analytics... Leia mais em computerworld 15/12/2020



16 dezembro 2020



15 dezembro 2020

Número de fusões e aquisições em 2020 deve chegar aos níveis de 2019 no Brasil

Um grande mercado consumidor e exportações robustas ajudaram a tornar o país atraente para os compradores, mesmo com a pandemia reprimindo a atividade econômica

Em 2020 as atividades de fusões e aquisições do Brasil deve igualar ou superar as 1.150 transações registradas em 2019, na comparação com uma média de 750 a 800 negócios nos anos anteriores..Leia mais em valoreconomico 15/12/2020




15 dezembro 2020



Pátria Investimentos adquire o controle do grupo paranaense Desempar

 Gestora continua a ampliar os negócios no segmento de distribuição de insumos agrícolas

O grupo paranaense Desempar, dono de quatro empresas de distribuição de insumos agrícolas, informou que vendeu uma participação majoritária de seu capital para a Lavoro, controlada pelo Pátria Investimentos e um dos maiores players do segmento no país. O valor do negócio não foi revelado... Leia mais em valoreconomico 15/12/2020





Após crescimento de mais de 200% em 2020, logtech recebe aporte de R$2,5 milhões

A VUXX, transportadora digital com foco nas entregas de cargas de médio peso em regiões metropolitanas, anunciou a captação de um novo aporte no valor de R$ 2,5 milhões da BR Angels Smart Network e de outros investidores-anjos. O montante se soma aos mais de R$ 5 milhões já obtidos desde o lançamento da empresa, em 2016, e será aplicado, principalmente, em ações de aquisição de novos clientes, updates em seu software proprietário de roteirização e no aprimoramento de seus algoritmos de Inteligência Artificial.

“O ano de 2020 está sendo interessante para o investimento-anjo. Este é o quinto acordo firmado pela BR Angels desde o mês de abril, e teremos outros até dezembro. Até o início do ano, o mercado de logtechs já era extremamente promissor, principalmente em um país com as características territoriais e de infraestrutura como o Brasil. Com o avanço da pandemia de covid-19, que impactou praticamente o mercado de todos os países, o setor adquiriu ainda maior relevância, atraindo o interesse dos investidores”, diz Orlando Cintra, CEO da BR Angels. “Nossas apostas na VUXX já eram anteriores a este movimento do mercado, inclusive pelo seu modelo de negócios e sua atuação. Mas é claro que, nos últimos meses, nossas expectativas com todo este segmento aumentaram”, detalha Cintra.

De acordo com Bruno Serapiao, Board Advisor da BR Angels, a escolha da VUXX para conceder o aporte se deu pelo fato de a startup de logística ser uma empresa jovem, com potencial de crescimento e por ter como missão descomplicar o segmento de transporte de cargas de médio peso no Brasil. “Navegando pela plataforma da VUXX, varejistas, embarcadores, distribuidoras, transportadoras, dentre outros, podem cotar e contratar serviços de entrega fracionada urbana e intermunicipal, reduzindo em até 30% seu custo de distribuição. Com uma equipe de operação atuando 24 horas por dia e apta para resolver qualquer tipo de imprevisto, a VUXX cuida da entrega desde o carregamento até o comprovante, sempre seguindo os protocolos padrão de transporte e a legislação vigente”, destaca Serapiao.

O aporte vem em um momento de crescimento da VUXX de mais de 200% somente em 2020 e de quase 3 vezes em relação ao ano de 2019. “Queremos manter o ritmo em 2021 e, para isso, precisamos investir em tecnologia e na aquisição de novos clientes. Vamos lançar um full-service para embarcadores: serviço de frete totalmente integrado ao ERP, com roteirização baseada em Inteligência Artificial, gestão das entregas em tempo real, notificação e acompanhamento para os destinatários também em tempo real e com nossa rede de mais de mil motoristas profissionais de carga. A ideia é que o embarcador não tenha nenhuma preocupação em planejar e gerenciar as entregas”, explica Felipe Trevisan, CEO da VUXX.

Outra novidade possibilitada com o investimento captado é a chegada a novas praças em 2021, como Belo Horizonte (MG). “Estamos consolidados no estado de São Paulo e atuando nas principais regiões, como Grande São Paulo, Baixada Santista, Ribeirão Preto, São José do Rio Preto e, agora, começaremos a oferecer nossas soluções em outros estados brasileiros”, finaliza Trevisan... Leia mais em startupi 15/12/2020