26 fevereiro 2019

Raia Drogasil anuncia compra da Drogaria Onofre

A Onofre tem 50 lojas, sendo 47 no estado de São Paulo, duas no Rio de Janeiro e uma em Minas Gerais

Enquanto o mercado esperava a divulgação de resultados de 2018 da Raia Drogasil nesta terça-feira, 26, a empresa divulgou uma informação ainda mais relevante: a compra da Drogaria Onofre.

A compra envolve 100% do capital social da Onofre, controlada até então pela CVS Health Corporation. O valor do negócio não foi revelado no fato relevante divulgado pela Raia Drogasil ao mercado.

A Onofre tem 50 lojas, sendo 47 no estado de São Paulo, duas no Rio de Janeiro e uma em Minas Gerais. A receita bruta da empresa em 2018 foi de R$ 479,4 milhões. Segundo noticiado pelo jornal o Estado de S.Paulo, a Onofre operava no vermelho e não era mais estratégica para a CVS. Por isso, chegou a ser oferecida para companhias brasileiras.

O grupo ainda não definiu se vai manter ou não a marca Onofre. Segundo o jornal, o negócio deve impulsionar as atividades de e-commerce da Raia Drogasil.

A rede Onofre, fundada em 1934, foi comprada pela CVS em 2013, com um desembolso calculado pelo mercado em R$ 700 milhões. A compra está sujeita à aprovação do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade). Hoje, as ações da Raia Drogasil tiveram alta de 3,3% na B3.

A compra da Onofre reforça a atuação da Raia Drogasil em São Paulo, que é o mercado onde a empresa tem maior concentração de mercado. Segundo os dados do último balanço, referente ao terceiro trimestre de 2018, a Raia Drogasil tem um total de 1,768 mil lojas, sendo 939 em São Paulo.

Na ocasião, a Raia Drogasil informou que sua participação de mercado em São Paulo era de 22,1%, abaixo dos 22,6% registrados um ano antes. A queda ocorreu em função do aumento da concorrência em São Paulo, e levou a companhia a reforçar sua atuação em outras praças, como as regiões Norte e Nordeste, onde detinha 0,9% e 6,1% de participação de mercado no terceiro trimestre de 2018.

A partir de agora, ela contará com a Onofre para ganhar mais força na sua principal área de atuação.
Leia mais em seudinheiro 26/02/2019

26 fevereiro 2019



Caoa negocia comprar fábrica da Ford, diz fonte

A montadora Caoa, que produz veículos com a coreana Hyundai e a chinesa Chery, está negociando a compra de uma fábrica da Ford que deve ser fechada neste ano, de acordo com uma fonte com conhecimento direto do assunto.  

A Ford anunciou no início do mês que vai fechar sua fábrica de São Bernardo do Campo, que emprega cerca de 3 mil pessoas.  

Em 2018, a Ford disse que usou apenas 12 por cento de sua capacidade instalada na fábrica, a mais antiga do país. Fechar a unidade é parte do movimento mais amplo da Ford em parar de produzir caminhões comerciais pesados ​​na América do Sul.    

Na terça-feira, o governador de São Paulo, João Doria, disse haver três empresas interessadas em comprar a fábrica da Ford, mas não citou nomes. Doria prometeu ajudar a encontrar um comprador para a fábrica.  

O governo paulista se recusou a comentar as negociações de Caoa com a Ford. Um representante da Ford negou que a Caoa tenha abordado diretamente a montadora sobre a compra da fábrica.  

A Caoa, que começou como uma cadeia de concessionárias, expandiu-se para a fabricação nos últimos anos, mais recentemente comprando metade de uma fábrica originalmente desenvolvida pela chinesa Chery.    

A Caoa já é a maior distribuidora da Ford no país.(Reportagem de Marcelo Rochabrun) Reuters Leia mais em dci 26/02/2019



Empresa fundada por Paulo Guedes quer levantar US$ 500 milhões em private equity

O novo fundo é o terceiro da empresa e terá como alvo empresas dos setores de consumo, educação e saúde

A firma de private equity fundada pelo ministro da Economia, Paulo Guedes, está criando um novo fundo para investir em empresas de médio porte, na esperança de lucrar com as políticas econômicas favoráveis ao mercado de seu ex-presidente.

A Crescera Investimentos, com sede no Rio de Janeiro, anteriormente conhecida como Bozano Investimentos, começará a conversar com investidores no segundo semestre e pretende levantar até US$ 500 milhões, disse Jaime Cardoso, co-diretor executivo da Crescera.

O novo fundo é o terceiro da empresa e terá como alvo empresas dos setores de consumo, educação e saúde, investindo entre R$ 50 milhões e R$ 300 milhões em cada uma, segundo Cardoso.

"Temos visto muitos grandes fundos globais no Brasil lutando para encontrar empresas nas quais possam investir grandes somas de dinheiro. Nosso alvo são empresas menores porque há uma grande oferta e uma concorrência menos acirrada", disse Cardoso....(Bloomberg) -- Leia mais em infomoney 26/02/2019



Segmento de internet lidera fusões e aquisições

Relatório da KPMG indica que salto por mais de 62% em 2018

O número de fusões e aquisições de empresas de internet cresceu 62,5%, passando de 104 em 2017 para 168 operações em 2018, sendo pelo segundo ano consecutivo o segmento com mais operações concretizadas.

O destaque ficou para o número de transações de estrangeiros investindo recursos em empresas brasileiras (CB1) que aumentou 31,9% com 62 operações. Os dados constam numa pesquisa divulgada trimestralmente pela KPMG.

Já o setor de Tecnologia da informação, diferente de 2017 quando houve queda, cresceu 32,9% em 2018 registrando, 117 operações e novamente ficou em segundo lugar na lista de fusões e aquisições.

“Da mesma forma que, vimos em 2017, as empresas que atuam no ramo de digital continuam em franca ascensão, principalmente, impulsionadas dos fundos de venture capital”, comenta o sócio da KPMG no Brasil, Luis Motta. .. Leia mais em itforum365 26/02/2019



Fusões e Aquisições - destaques da semana 18 a 24/fev/2019

Divulgadas 13 operações de Fusões e Aquisições com destaque pela imprensa na semana de 18 a 24/fev/2019.  Envolvem direta ou indiretamente empresas brasileiras de 8 setores.

ANÁLISE DA SEMANA
                                                       
Principais transações


NEGÓCIOS DA SEMANA

"Market Movers" - Brasil
  • GPS compra Servis Segurança - O Cade analisa a venda de 80% da Servis Segurança e suas coligadas para o grupo GPS. Caminham para ser vendidas a Servis Segurança Ltda; Secopi - Segurança Comercial Piauí Ltda; Ultralimpo Empreendimento e Serviços Ltda. e Conservadora Amazonas Ltda. A Top Service Serviços e Sistemas S/A é a empresa do grupo GPS a comprar a cearense. Os compradores têm opção de comprar os demais 20%. O GPS nasceu na Bahia é controlado por fundos estrangeiros e nacionais.  22/02/2019
"Market Movers” - Exterior

  • Telefónica vende operações no Panamá, Costa Rica e Nicarágua para a Millicom - Após a venda de operações na Guatemala e em El Salvador, a Telefónica se desfez de mais ativos na América Central. O grupo de telecomunicações Millicom anunciou nesta quinta-feira, 21, a aquisição das operações do grupo espanhol no Panamá, Costa Rica e Nicarágua por US$ 1,65 bilhão em dinheiro.A companhia planeja assim aumentar sua cobertura móvel e a cabo nesses mercados, solidificando a presença da empresa na região. A expectativa é que, uma vez obtidas todas as aprovações regulatórias, a fusão seja completada no segundo semestre deste ano. 21/02/2019
  • Startup de frete recebe US$ 1 bilhão em rodada capitaneada pelo Softbank - A startup de frete Flexport recebeu um investimento de US$ 1 bilhão em uma rodada capitaneada pelo Vision Fund do Softbank. Além do banco japonês, os fundos Founders Fund, DST Global, Cherubic Ventures, Susa Ventures e SF Express também participaram da rodada. Com sede em São Francisco, EUA, a companhia trabalha com frete de ponta a ponta para mais de 200 países. Com 10 mil clientes, 11 escritórios pelo mundo e 1 mil funcionários, a empresa gerou mais de US$ 500 milhões em vendas em 2018. Fazendo transporte marítimo, aéreo, rodoviário, além de serviços em armazenagem, alfândega e assessoria comercial, financiamento e seguro, esta firma usa análise de dados, inteligência artificial e computação em nuvem para prever as melhores rotas.
HUMORES & RUMORES

M & A - VENDA
  • Disney aceita vender Fox Sports no Brasil - Segundo a Bloomberg, companhia segue recomendações do Cade para selar o acordo de fusão no País e no México. Segundo apuração da Bloomberg, fontes próximas ao debate sobre a fusão entre The Walt Disney Company e Twenty-First Century Fox no Brasil revelaram que houve acordo para vender parte das propriedades esportivas e, assim, obter autorização do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) para a negociação no Brasil. A Disney deve, portanto, vender os canais Fox Sports no País. Essa propriedade vinha impedindo a conclusão das negociações por conta das regulações de concorrência. Com os canais esportivos somados à ESPN, da Disney, a empresa resultante da fusão cerca de 30 a 40% da audiência em TV paga. 21/02/2019
  • Com histórico de perdas e dívida de R$ 1,2 bilhão, Jari Celulose busca sócio - A Jari Celulose, controlada pelo empresário Sérgio Amoroso, está em negociações com investidores para vender uma parte ou totalidade de seu negócio. Instalada na região amazônica, entre os Estados do Amapá e do Pará, a fábrica da Jari acumula dívidas de R$ 1,2 bilhão. A entrada de um sócio é vital para manter as operações da companhia, especializada em celulose solúvel (usada para a produção de tecido). 22/02/2019
  • Gigante CVS tenta vender a Onofre e articula saída do mercado brasileiro - Seis anos após entrar no Brasil com a compra da rede Onofre, a gigante americana CVS avalia deixar o País, apurou o jornal O Estado de S. Paulo. A maior rede de varejo farmacêutico dos Estados Unidos, que fatura quase US$ 200 bilhões por ano, iniciou conversas com bancos de investimentos para tentar vender a Onofre depois de falhar na estratégia de dar escala ao negócio para enfrentar gigantes como a Raia Drogasil e a DPSP (união das drogarias Pacheco e São Paulo). Fontes ouvidas pelo jornal O Estado de S. Paulo afirmaram que a CVS estaria disposta a vender a rede por um valor inferior ao que pagou para entrar no Brasil. Bancos começaram a oferecer a rede para as principais companhias do País e para fundos de investimentos. A gigante americana entrou no País em 2013, ao pagar pouco mais de R$ 700 milhões para a família Arede, que fundou em 1934 a Pharmacia Onofre, rebatizada Drogaria Onofre em 1957. 21/02/2019
  • BB quer vender filial nos EUA, mas oferta não anima - Não será fácil a tarefa do Banco do Brasil de vender sua filial nos Esta- dos Unidos, o BB Americas. A gestão de Rubem Novaes fará uma nova tentativa para achar um interessado na subsidiária, que tem mais de US$ 600 milhões em ativos sob gestão. No passado, nomes como XP Investimentos e Santander Brasil sondaram o ativo, mas as conversas não evoluíram. Agora, também parecem não se animar com a possibilidade. Para os grandes bancos, não interessa, uma vez que todos já têm aval para operar na Flórida – onde está o BB Americas. O Itaú Unibanco, por exemplo, obteve a bênção do Banco Central na semana passada para abrir uma agência por lá e que deve consumir US$ 18 milhões em investimentos. O BB também quer vender o controle do argentino Patagônia. 21/02/2019
  • Engie prevê conclusão da venda da TAG pela Petrobras até meados do ano - A aquisição da Transportadora Associada de Gás (TAG) por um consórcio liderado pela Engie pode ser concluída até meados do ano, disse o presidente da companhia, Eduardo Sattamini. O grupo teve preferência no processo concorrencial por ter oferecido o melhor preço na primeira fase e, por isso, pode discutir com a estatal o desenho final do negócio.  20/02/2019
M & A  - COMPRA
  • BHG, de hotéis, vai receber R$ 400 milhões da GTIS-  Brazilian Hospitality Group (BHG), maior proprietária de hotéis do país, vai receber um aporte de aproximadamente R$ 400 milhões de sua controladora, a companhia de investimentos americana GTIS Partners, neste primeiro semestre. Com os recursos, a empresa vai reforçar o caixa e investir na renovação de hotéis e aquisição de propriedades...  21/02/2019
  • Engie avalia oportunidades para ampliar portfólio em transmissão - O segmento de transmissão segue no radar da Engie Brasil Energia, muito embora a companhia não tenha sido competitiva nos últimos leilões de novos projetos. E o crescimento pode passar por aquisições de ativos, sinalizou o presidente da companhia, Eduardo Sattamini. “Continuamos olhando”, disse o executivo, comentando sobre a forte competição nos mais recentes leilões, o que derrubou a taxa interna de retorno dos projetos e levou diversos grandes grupos do setor a deixarem de apresentar lances vencedores. “Mas tem outras oportunidade que podem aparecer. Queremos ficar no setor e aumentar portfólio”, afirmou.Segundo ele, a companhia está observando ativos já leiloados.  20/02/19 
  • Hapvida mapeia aquisição de outras operadoras de saúde após IPO - Com lucro da venda de ações, a empresa já incorporou as carteiras de clientes da Free Life, que também atua em Fortaleza, e da Uniplam, que atende em Teresina (PI). A abertura de capital na B3, Bolsa de Valores de São Paulo, em abril do ano passado, permitiu que o Hapvida estendesse o rol de investimentos e possibilidades de expansão da empresa. Em inauguração de mais uma unidade de pronto atendimento da rede em Fortaleza, o diretor financeiro do Hapvida, Bruno Cals, revela que já foram adquiridas as carteiras de clientes das operadoras Free Life e Uniplam e que outras oportunidades de aquisição estão sendo prospectadas. "Nós estamos destinando uma parte do retorno do IPO nesse tipo de expansão, comprando outras empresas. A outra parcela está sendo investida em manutenção e aprimoramento dos hospitais e clínicas, abertura de novas unidades, entre outras", detalha Bruno. 19/02/2019
  • Citi vê mais anúncios de fusões e aquisições a partir do segundo semestre - Uma das áreas que o Citi espera movimentar é a focada em empresas públicas, aproveitando a onda de privatizações aguardada durante o governo de Bolsonaro. O responsável pela área de banco de investimento do Citi Brasil, Eduardo Miras, espera que o mercado de fusões e aquisições (M&A, na sigla em inglês) fique mais aquecido no segundo semestre deste ano. Esse segmento, de acordo com o executivo, foi impactado no ano passado pelas eleições no País. "Depois das eleições, as conversas em torno de transações de M&A foram retomadas. A perspectiva é de mais anúncios de operações a partir do segundo semestre deste ano", disse Miras, acrescentando que esse deve ser um movimento contínuo. Uma das áreas que o Citi espera movimentar é a focada em empresas públicas, aproveitando a onda de privatizações aguardada durante o governo de Jair Bolsonaro.  O setor já existia, mas deve ter mais negócios, conforme a expectativa do banco. 18/02/2019
  • Francesa Vinci Energies avalia comprar empresa de tecnologia no Brasil  - A Vinci Energies, braço do grupo construtor francês Vinci, estuda oportunidades de aquisição de empresas no Brasil para acelerar seu crescimento no país. O objetivo da companhia, que atua no desenvolvimento de serviços integrados e manutenção para indústrias e em atividades de infraestrutura de energia, como engenharia e construção, é adquirir empresas ou startups principalmente ligadas à tecnologia da informação (TI). .. Leia mais em valoreconomico 18/02/2019
PRIVATE EQUITY
  • Gestora Lyon Capital negocia aquisição de projeto de energia solar no RN - A gestora de recursos Lyon Capital está em negociações avançadas para aquisição de um projeto de energia solar no Rio Grande do Norte que deve demandar um investimento de cerca de 130 milhões de reais para ser implementado, disse à Reuters um executivo que participa das conversas. O movimento, se concretizado, ampliaria a presença da Lyon no setor de energia --a empresa arrematou em leilões no ano passado a concessão para construir três empreendimentos de transmissão, além de ter ainda em seu portfólio a usina solar Sol Maior, no Tocantins.21/02/2019
  • Laboratórios atraem investimentos - O mercado de medicina diagnóstica, que movimenta R$ 35 bilhões e ainda é bastante pulverizado, está aquecido. Nos últimos seis meses, as gestoras de fundos de private equity Vinci e L Catterton entraram nesse setor e importantes laboratórios como Fleury, Dasa, Sabin e Ghelfond vêm promovendo aquisições.  18/02/2019
IPO
  • JSL mantém planos para IPO da Vamos - A JSL (JSLG3) disse que continua avaliando constantemente alternativas de captação de recursos para fortalecer sua estrutura de capital e financeira, o que pode incluir o IPO da subsidiária Vamos, informou por meio de um comunicado enviado ao mercado nesta sexta-feira (22). 22/02/2019
  • Kroton avalia levar parte da Saber à Nasdaq - A Kroton estuda fazer uma cisão da divisão de serviços educacionais da Saber, braço de educação básica da companhia, e abrir o capital desse negócio na Nasdaq, segundo o Valor apurou. A empresa independente ficaria com as operações de sistemas de ensino, livros didáticos e prestação de serviços para colégios. 22/02/2019
  • Banco Votorantim procura parceiro para estruturar IPO, diz Estadão - Mirando o processo de abertura de capital, o Banco Votorantim deve selecionar um assessor especial para auxiliar na operação. As informações são da Coluna do Broad desta quarta-feira, que destaca que o papel do parceiro será preparar o terreno para o IPO. A publicação informa que estão na disputa pela função dois bancos, sendo um europeu e outro americano. Com a decisão de ingressar na bolsa tomada, a companhia agora começa a se estrutura para isso. 20/02/2019
  • Startup brasileira de audiolivros Ubook prepara IPO no Canadá - A empresa brasileira de audiolivros, Ubook, está se preparando para uma oferta pública inicial de ações (IPO) no Canadá no segundo semestre, estimando levantar entre 8 milhões e 15 milhões de dólares na operação, afirmou o presidente-executivo da companhia criada há cerca de quatro anos no Rio de Janeiro. Segundo o presidente da Ubook, Flávio Osso, os recursos do IPO vão "escalar a produção de conteúdos originais" e ajudar a empresa a "se consolidar como a maior plataforma de streaming de áudio da América Latina e iniciar a expansão para alguns países da Europa”. 20/02/2019
  • Dona da rede Centauro retoma planos de IPO - Companhia pediu registro de companhia aberta e  autorização para realizar uma oferta inicial de ações. O Grupo SBF, dono da rede de lojas de produtos esportivos Centauro, retomou os planos de abertura de capital com listagem de ações na bolsa paulista. Segundo dados disponibilizados no site da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) nesta segunda-feira, a companhia pediu registro de companhia aberta e autorização para realizar uma oferta inicial de ações, em operação que será coordenada por Bradesco BBI, Itaú BBA, BTG Pactual, Goldman Sachs, BB Investimentos e Credit Suisse. 18/02/2019
RELAÇÃO DAS TRANSAÇÕES
  • GPS compra Servis Segurança - O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), o órgão antitruste do Brasil, analisa a venda de 80% da Servis Segurança e suas coligadas para o grupo GPS. Caminham para ser vendidas a Servis Segurança Ltda; Secopi - Segurança Comercial Piauí Ltda; Ultralimpo Empreendimento e Serviços Ltda. e Conservadora Amazonas Ltda. A Top Service Serviços e Sistemas S/A é a empresa do grupo GPS a comprar a cearense. Os advogados Priscila Brolio Gonçalves e Gabriel Mattioli de Miranda tocam a parte jurídica em nome da compradora. A Servis e suas demais empresas pertencem ao senador Luís Eduardo Girão (Podemos-CE). Em tempo: os compradores têm opção de comprar os demais 20%. O GPS nasceu na Bahia, em 1962, mas hoje tem sede em São Paulo e é controlado por fundos estrangeiros e nacionais.  22/02/2019
  • Sabin compra 17% da rede Amparo - O Sabin, quinto maior laboratório de medicina diagnóstica do país, adquiriu 17% da Amparo, rede de clínicas de atendimento médico primário. Com a transação, o Sabin diversifica seu negócio que, até então, era focado principalmente em exames de análises clínicas. Esse movimento de diversificação também vem sendo feito pelo Fleury que, em dezembro, comprou por R$ 15 milhões a SantéCorp, uma consultoria que faz gestão de atendimento médico primário.  21/02/2019
  • Faculdade Arnaldo compra Fead - A Faculdade Arnaldo adquiriu a Faculdade de Estudos Administrativos de Minas Gerais (Fead), que estava em recuperação judicial, numa negociação que girou em torno de R$ 7 milhões, o que levará a instituição Verbita, mantenedora da Faculdade Arnaldo, a somar aos seus 800 alunos mais 1.200, crescimento de 150% em sua comunidade acadêmica. A aquisição faz parte do projeto da instituição em se tornar uma das cinco maiores de ensino superior particular do estado de Minas, segundo informou o diretor João Guilherme Porto. 20/02/2019
  • Superlógica e Base Software anunciam fusão - A Superlógica, empresa que oferece o software de gestão para empresas de serviços recorrentes, acaba de anunciar uma fusão com a Base Software, do setor de software para o mercado imobiliário no estado do Rio de Janeiro.  A expectativa para 2019 é que o grupo termine o ano com um faturamento superior a R$ 100 milhões. Com o acordo, Superlógica e Base Software ratificam a liderança em software de gestão para o mercado condominial. Juntas, as empresas possuem mais de 20% dos condomínios do país. Para André Baldini, CEO da Superlógica, a fusão com a Base Software terá como consequência direta uma maior eficiência nos processos e benefícios tecnológicos para ambas as empresas. Com a parceria, a Superlógica, que também oferece soluções para outros mercados recorrentes como o de educação e o de tecnologia, pretende aumentar a capilaridade dos serviços do PJBank, conta digital para empresas que é uma spin off da Superlógica. 20/02/2019
  • Argentina Satus Ager compra brasileira Tecnoseeds - A argentina Satus Ager, que presta serviços para a produção, condicionamento e exportação de sementes em diversos países do mundo, informou que acaba de fechar a compra da brasileira Tecnoseeds, do mesmo segmento que conta com cinco unidades nas Américas.  O valor do negócio não foi revelado. 21/02/2019
  • Senior compra unidade de TMS da Opentech - A partir de agora, todo o suporte do sistema Open TMS passa a ser realizado pela Senior. A Senior, empresa de sistemas de gestão, acesso e folha de pagamento sediada em Blumenau, quer reforçar sua atuação no segmento de logística com a compra da unidade de TMS da Opentech. Com a aquisição, a companhia passa a gerir a carteira de clientes de TMS da empresa de Joinville. A partir de agora, todo o suporte do sistema Open TMS passa a ser realizado pela Senior. O relacionamento dos clientes com a Opentech, no entanto, continua nas demais frentes de serviços e soluções oferecidos pela empresa. 21/02/2019
  • Startup Silo Verde recebe investimento do grupo Triel - Empresas não informaram o valor da operação; Startup, fundada por Manolo Machado (centro), tem planos para expandir seus negócios no Brasil e outros países da América Latina O grupo gaúcho Triel, de logística para a agroindústria, fez um investimento minoritário na startup Silo Verde, de São Leopoldo (RS). O anúncio foi feito durante uma das maiores feiras de agronegócios do mundo, a International Production & Processing Expo, em Atlanta, no Estados Unidos. O percentual acionário adquirido pela Triel e os valores da operação não foram revelados."Por contrato, não podemos divulgar o valor da transação. Os sócios da Silo Verde continuam como majoritários. O investimento da Triel e o conhecimento da empresa no mercado brasileiro e latino-americano vão permitir que a Silo Verde comece um novo ciclo de expansão", disse a StartSe Manolo Machado, CEO e fundador da Silo Verde, que tem como sócio Mauricio Bruno, diretor comercial da startup.
  • Grupo GJP anuncia aquisição da startup iBooking focada em gestão hoteleira - O Grupo GJP acaba de anunciar ao mercado uma novidade no pool de investimentos da companhia: a associação ao iBooking, software de gestão hoteleira para hotéis de pequeno e médio porte com função de distribuição inteligente e multicanal, além de controle financeiro e administrativo. A iBooking agora entra para o time de unidades de negócio da GJP no Brasil, que desde o ano passado está em busca de empresas de tecnologia na cadeia do Turismo com soluções tecnológicas, foco em inovações de mercado e crescimento acelerado. O investimento, realizado em agosto de 2018, já traz resultados importantes nos primeiros meses como sócia no negócio, diz a própria GJP. “O principal deles é o aumento de 100% da base de clientes da iBooking nessa primeira fase. 19/02/2019
  • Abril consegue acordo com credores - Bradesco, Itaú e Santander aceitaram pagamento à vista de 8% de dívida de R$ 1,1 bilhão. O Bradesco foi o último credor a aceitar negociar a dívida da Abril com a Enforce, fundo ligado ao BTG que tem trabalhado junto à Cavalry Investimentos, de Fábio Carvalho, que adquiriu os ativos da empresa em dezembro. Como o banco detinha a maior parcela dos débitos de R$ 1,6 bilhão, foi a negociação mais trabalhosa — os outros investidores de volume, Santander e Itaú, também aceitaram as condições. Dessa forma, a Enforce pagará aos bancos, à vista, 8% sobre R$ 1,1 bilhão. Inicialmente, a proposta de recuperação judicial falava em três anos de carência e o restante em parcelas mensais por 15 anos. 20/02/2019
  • Norueguesa StormGeo adquire brasileira Climatempo - Aquisição garante acesso à empresa brasileira a produtos voltados ao setor de energia e tecnologias como inteligência artificial. A StormGeo, multinacional norueguesa de serviços de inteligência metereológica, adquiriu 51% da Climatempo, empresa de serviços correspondentes no mercado brasileiro e uma das líderes do setor. A negociação, que contou com consultoria financeira da BRG Capital, foi oficialmente anunciada na manhã desta segunda-feira, 18. Segundo comunicado, a chegada da StormGeo garante à Climatempo acesso a novos sistemas voltados ao setor de energia e produtos de inteligência artificial, entre outras tecnologias. 18/02/2019
  • App de comparação de investimentos capta R$ 1 milhão via EqSeed - O App Renda Fixa, pioneiro no Brasil em busca e comparação de investimentos em renda fixa, acaba de captar R$ 1 milhão em investimento via EqSeed, maior plataforma de investimento anjo online do País. A rodada contou com a participação de 94 investidores, que aportaram um ticket médio de R$ 11 mil. Com mais de 400 mil downloads, aplicativo que simplifica a vida de quem busca investir em renda fixa fez sucesso junto à base de investidores da plataforma e segundo Anthony Mc Courtney, head de relações com investidores da EqSeed, a captação é mais um indicador da força das fintechs no mercado brasileiro. 18/02/2019
  • SD Student Travel anuncia incorporação da ATM Turismo, especialista em viagens pedagógicas - Com a incorporação, SD se torna o principal player de viagens pedagógicas para escolas particulares do Brasil, com mais de 600 instituições de ensino parceiras. Muito mais que simples passeios, as viagens pedagógicas combinam conhecimento à diversão e, por isso, têm profundo valor cultural e humano, gerando eficiência no aprendizado dos alunos. Especialista neste segmento, a ATM Turismo promove experiências educacionais que há mais de 30 anos atendem às melhores escolas particulares de São Paulo – agora, a empresa anuncia sua incorporação pela SD Student Travel. Para Kleber Dória Junior, fundador da ATM ao lado de Denise Dória, a SD Student Travel – comandada por Stephanie Achcar e Marcos Talarico - é a empresa que melhor reúne as condições para, com excelência, dar continuidade à relação com o público criado ao longo das três décadas de seu trabalho.18/02/2019
  • You ganha novo sócio e pretende abrir capital em 2021 - A incorporadora You está dando início a uma nova fase, marcada pela entrada de novo sócio - o fundo Insight, do empresário do setor de tecnologia Alberto Leite, que comprou 34% de participação na empresa -, e pelos planos de crescimento e de preparação para abertura de capital em 2021. Neste ano, a companhia pretende lançar R$ 800 milhões, ante Valor Geral de Vendas (VGV) próximo a R$ 500 milhões em 2018. A intenção é que os lançamentos tenham crescimento médio de 25% até 2021. 19/02/2019
RELATÓRIOS - DESTAQUES DA SEMANA
QUEM, O QUÊ, QUANDO, QUANTO, COMO e POR QUÊ
 A pesquisa FUSÕES E AQUISIÇÕES - DESTAQUES DA SEMANA tem o propósito de captar o “clima” do mercado das operações de Fusões e Aquisições bem como sinalizar suas principais tendências. Trata-se da compilacão semanal das notícias visando tornar mais acessíveis e conhecidos os negócios de fusão, aquisição e venda realizados entre empresas com atuação no Brasil. Todas as informações sobre os negócios citados no presente relatório são obtidos a partir de notícias publicadas pela imprensa e divulgadas no “estado" pelo blog FUSOESAQUISICOES.BLOGSPOT http://fusoesaquisicoes.blogspot.com.br, não sendo feita qualquer verificação quanto à sua veracidade, precisão ou integridade do conteúdo. Sempre que possível, serão mencionados os nomes dos compradores – investidor estratégico ou fundos de private equity, dos vendedores, a tese de investimento e principais “value drivers”, o valor da transação, forma de pagamento, múltiplos praticados (Valor da Empresa/EBITDA, Valor da Empresa/Receita) etc. Muitas vezes a notícia não é clara a respeito dos valores/forma de pagamentos e respectivos múltiplos. É bem-vinda toda e qualquer contribuição para tornar as informações mais precisas e transparentes. Caso o conteúdo estiver em desacordo, nos contate que estaremos retirando o mesmo ou corrigindo a respectiva  informação. Blog FUSÕES & AQUISIÇÕES



Flex Bedding Group adquire a Marshall, empresa de colchões e peças de luxo

Flex Bedding Group, fabricante mundial de colchões e equipamentos para descanso, anunciou a aquisição da Marshall Mattress.

Sediada no Canadá, a Marshall Mattress é referência no mercado de colchões de ata qualidade e luxo. Os valores da transação foram mantidos em sigilo.. Leia mais em revistahoteis 25/02/2019



Grandes elétricas miram ativos de Cemig e CEEE enquanto sonham com privatizações

Gigantes globais têm apresentado forte apetite por ativos das elétricas estaduais Cemig e CEEE, com expectativas de que as combalidas finanças de Minas Gerais e Rio Grande do Sul levem seus governadores a seguir processos de desinvestimentos já ensaiados pelas empresas.

Falas e passos iniciais dos novos governos estaduais já até levam alguns consultores a apostar em cenário mais agressivo, no qual ao menos uma das companhias poderia ser inteiramente privatizada ainda em 2019 ou mais possivelmente em 2020, embora os processos possam ser politicamente desafiadores.

O movimento anima o setor dado o grande porte dos negócios –a Cemig possui ativos de geração, transmissão, distribuição e gás natural, enquanto a CEEE opera a distribuição em parte do Rio Grande do Sul, incluindo a capital, e tem ainda uma unidade de geração e transmissão.

A Cemig é avaliada em 35 bilhões de reais, incluindo dívidas, enquanto a CEEE vale cerca de 3,4 bilhões de reais, sendo 2,3 bilhões de sua unidade de geração e transmissão, segundo dados da Refinitiv.

“Essas grandes empresas que ainda estão sob controle governamental interessam a uma quantidade grande de empresas, tanto as que estão posicionadas no Brasil quanto as que estão olhando para vir. Hoje temos as principais empresas mundiais no Brasil e elas veem o país como uma fonte de crescimento”, disse o sócio da Strategy&, da PwC, Ricardo Pierozzi.

“O mercado está ávido pelos ativos da Cemig, não dá para negar. É um ativo que chama bastante a atenção, e acho que essa situação fiscal dos Estados acaba acelerando um pouco essa pauta das privatizações. Sem contar que é a pauta também da maioria dos governadores”, disse a sócia da KPMG, Franceli Jodas.

O ministro da Economia, Paulo Guedes, disse em evento do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) neste mês que Estados em dificuldades poderão obter recursos ao entregar ativos para serem desestatizados com apoio do banco.

O governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo) já disse que pode privatizar a Cemig em sua gestão, embora tenha sinalizado que a empresa também poderia vender ativos, como sua fatia na transmissora Taesa, uma vez que a desestatização exigiria plebiscito, pela lei estadual.

A regra de votação popular também existe no Rio Grande do Sul, onde o governador Eduardo Leite (PSDB) enviou à Assembleia Legislativa neste mês projeto que visa retirar a exigência.

O consultor jurídico da FGV Energia, Gustavo De Marchi, avalia que as leis estaduais exigirão um convencimento político que pode desacelerar os processos e incentivar algumas vendas isoladas de ativos pelas elétricas nesse meio tempo.

“Pela minha experiência, é algo para se avançar em 2020. De repente o terreno seria preparado neste ano. É um dever de casa extenso”, afirmou ele, que vê a venda da CEEE como mais ágil que a da Cemig, que poderia enfrentar alguma resistência popular.

“A Cemig tem uma representatividade para Minas que talvez seja equivalente ao que a Petrobras representa para o país.”

Por outro lado, indicações do governo mineiro para a nova composição do conselho de administração da companhia, como a do ex-analista do BTG Pactual Antonio Junqueira, também podem favorecer o movimento de privatização, acrescentou De Marchi.

GIGANTES DE OLHO

Os especialistas apontam que Cemig e CEEE podem atrair chinesas como a State Grid, dona da CPFL Energia, elétricas europeias, como Iberdrola e EDP, e até investidores como o fundo de pensão canadense CPPIB, que se juntou à Votorantim para comprar a fatia do governo paulista na geradora Cesp em 2018.

O sócio da EY, José Ricardo Oliveira, vê potencial para uma forte disputa, uma vez que o grande porte das empresas funcionaria mais como um atrativo.

Ele lembrou o caso da venda da distribuidora paulista Eletropaulo –a empresa foi negociada com a italiana Enel em 2018 por 5,5 bilhões de reais, a um preço por ação 133 por cento superior a uma oferta inicial da brasileira Energisa. Também entrou no páreo a Neoenergia, da Iberdrola.

“Vimos na disputa pela Eletropaulo o tamanho do apetite e da disponibilidade de capital que há no mundo para essas empresas adquirirem esses ativos. Tamanho não é um impedimento”, afirmou.

Vendas de ativos de forma isolada também atraem. A CPFL, por exemplo, já disse que pode avaliar a unidade de distribuição da CEEE, bem como ativos de geração nos quais é sócia da empresa.

A francesa Engie admitiu que pode avaliar a Taesa se a Cemig decidir vender sua fatia. O negócio também pode atrair a indiana Sterlite, que tem investido pesado em transmissão no Brasil, e a colombiana Isa, que já é sócia dos mineiros na elétrica.

“O setor elétrico é de extremo interesse do investidor. Temos hoje grandes grupos no Brasil com apetite de crescer cada vez mais”, disse o sócio da Deloitte, Guilherme Lockmann.

No caso da Eletrobras, embora o governo Bolsonaro sinalize que também pode levar adiante uma desestatização da estatal federal, a operação ainda está em avaliação e não envolveria a venda do controle da companhia a um único grupo, atraindo assim outro tipo de investidor, como fundos.

“CHEQUE ENORME”

O interesse das gigantes elétricas pelo Brasil é tal que o Itaú BBA avalia que o governo Bolsonaro poderia obter bilhões ao cobrar outorgas em troca da renovação antecipada de contratos de concessão de hidrelétricas que vencem no médio prazo.

O banco apresentou em relatório na semana passada a sugestão de uma cobrança para renovar por 30 anos contratos de hidrelétricas, o que poderia render 34 bilhões de reais, ou 21 bilhões se aplicada somente aos operadores privados.

“Tem aí um ‘cheque gigante’, as empresas teriam interesse, elas querem estender ao máximo a vida útil delas no Brasil. Tem empresas que adorariam”, disse à Reuters o analista-chefe do banco para o setor de Utilities, Pedro Manfredini.

Os analistas do banco afirmam que a prorrogação poderia ser opcional e não haveria impacto sobre as tarifas. (Por Luciano Costa) (Reuters) – Leia mais em mixvale 26/02/2019




Comfort Systems anuncia aquisição da Walker Engineering

A Comfort Systems USA, Inc. (NYSE: FIX), fornecedora líder de serviços mecânicos, incluindo aquecimento, ventilação, ar condicionado, encanamento, tubulações e controles, anunciou hoje que entrou em acordo definitivo para adquirir a Walker TX Holding Company, Inc. e suas subsidiárias relacionadas (“Walker”) com sede em Irving, Texas.

A Walker é uma empresa familiar que fornece serviços comerciais elétricos, de rede, de usuário final, industriais e afins no Texas. Walker tem escritórios e operações na área de Dallas / Fort Worth, Houston, San Antonio e Austin e ajudou a construir muitos dos maiores e mais complexos projetos no estado do Texas.

Inicialmente, espera-se que a Walker contribua com uma receita anualizada de aproximadamente US $ 325 milhões a US $ 375 milhões, e lucros antes de juros, impostos, depreciação e amortização de US $ 20 milhões a US $ 25 milhões. .. Leia mais em businesswire 21/02/2019



Sika apresenta oferta vinculante para aquisição da Parex

Grupo Suíço adquire multinacional francesa pelo valor de U $ 2,6 bilhões

A Sika apresentou uma oferta para aquisição da Parex, pertencente ao Grupo CVC Fund V. A Parex é um dos principais fabricantes de soluções de argamassa, incluindo argamassas para fachadas, argamassas colantes, impermeabilizantes e argamassas técnicas.

Em 2018, a empresa gerou vendas de CHF 1.2 bilhões e um EBITDA (Lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) esperado em cerca de CHF 195 milhões. Com a sua experiência em soluções com argamassas, a Parex participa de todas as fases do ciclo de vida da construção.

A Parex tem uma presença particularmente forte nos canais de distribuição, combinando marcas reconhecidas com expertise em P&D e excelência técnica, estando presente em 23 países, com forte atuação em 8 regiões geográficas chave e opera 74 fábricas em todo o mundo.

Paul Schuler, CEO da Sika afirma “A Parex é uma empresa excelente, com marcas reconhecidas e um ótimo histórico de lucratividade. Os negócios da Parex e da Sika são altamente complementares. Utilizando as tecnologias da Parex como uma plataforma de crescimento em nossos 101 países de atuação e cross-selling de nossos produtos, com os canais de distribuição da Parex, conseguiremos gerar um crescimento altamente rentável. Todas as soluções Parex se encaixam no mundo Sika. Nós, família Sika, carinhosamente, desejamos boas-vindas a todos os funcionários da Parex. Estamos ansiosos para trabalhar com a equipe e empolgados com a expansão das nossas operações comerciais conjuntas”.

Eric Bergé, CEO da Parex: “Sob o comando da CVC Fund V, a equipe da Parex apresentou um desempenho muito forte, aumentando as vendas de 750 milhões de euros em 2013 para 1 bilhão de euros. Durante este período de 5 anos, a Parex entrou em 3 novos países e abriu 16 novas fábricas, realizou 11 aquisições e construiu um novo centro internacional de P&D. A Sika representa uma ótima plataforma para continuar a cumprir o ambicioso plano de crescimento da Parex, e a combinação dos negócios cria oportunidades interessantes em termos de oferecer novas soluções para nossos clientes, além de continuar nossa expansão geográfica. Estamos ansiosos para trabalhar com a Sika no futuro”.

Com essa aquisição, a Sika fortalece ainda mais sua posição de liderança no mercado de químicos para a construção e adesivos para Indústria, e alcança vendas superiores a CHF 8 bilhões. A aquisição irá ampliar nossa plataforma de crescimento.

O negócio de argamassas, uma tecnologia chave para o grupo e altamente rentável, irá mais que duplicar em tamanho, atingindo CHF 2.3 bilhões. A forte posição da Parex nos canais de distribuição abrirá novas oportunidades de negócios para a linha de produtos da Sika, e a Parex ganha acesso aos já eficazes canais de vendas diretas da Sika.

A experiência da Parex nos negócios de soluções para fachadas e argamassas colantes, nos permitirá fortalecer nossa presença nesses crescentes e atraentes nichos de mercado.

PARÂMETROS FINANCEIROS

Sinergiais anuais são estimadas a um patamar de CHF80-100 Milhões. A aquisição fortalece as ações de nossos acionistas e há uma expectativa de crescimento nos ganhos da Sika por ação já no primeiro ano após fechamento. A transação foi financiada através de recursos próprios e financiamento junto aos Bancos UBS e Citi.

A Sika continua comprometida em manter a sua ótima classificação de nota de crédito. A aquisição será implementada em várias etapas, sendo que, nesse momento as partes assinaram uma oferta vinculante exclusiva. A conclusão da transação está sujeita ao processo de consulta de sindicatos de trabalhadores na França e aprovações regulatórias e é esperada que ocorra entre o segundo e terceiro trimestre de 2019.

SOBRE A SIKA - A Sika é uma multinacional Suíça, com uma posição de liderança no desenvolvimento e produção de sistemas e produtos para colagem, selagem, impermeabilização, reforço e proteção estrutural nos segmentos da construção e indústria em geral. Possue filiais em 101 países e mais de 200 plantas no mundo.Com mais de 19.500 funcionários, gerou vendas anuais de CHF 7.09 bilhões em 2018.

SOBRE CVC CAPITAL PARTNERS - A CVC é uma empresa líder na área de fundos e assessoria de investimentos. Fundada em 1981, a CVC tem uma rede de 24 escritórios e aproximadamente 450 funcionários pela Europa, Asia e Estados Unidos. No total, a CVC administra aproximadamente, US$69 bilhões em ativos. Atualmente, os Fundos CVC possuem investimentos em 72 países e empregam 200.000 pessoas por todo o mundo. Juntas, essas empresas possuem vendas anuais acima de US$150 bilhões. Para informações adicionais sobre a CVC, por favor, acesse: cvc.com.. Leia mais em segs 10/01/2019



























Governo permitirá registro automático de empresas

O governo publica nesta semana uma medida provisória que estabelece o registro automático de empresas de pequeno e médio porte. Isso deve reduzir o prazo de abertura de empresas, com a emissão do número do Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica (CNPJ) passando de uma média de sete dias para apenas um dia, segundo informou ao Valor o secretário especial de Desburocratização, Gestão e Governo Digital do Ministério da Economia, Paulo Uebel.

A mesma medida provisória também vai dar um passo para tentar reduzir o histórico problema de excesso de exigências cartoriais. Agora, o advogado ou contador desse tipo de companhia poderá declarar a autenticidade de documentos apresentados na abertura, sem necessidade de autenticação em cartório.

O registro simplificado vai ser permitido para empresas classificadas como Limitada (Ltda), Eireli (Empresa Individual de Responsabilidade Limitada) e MEI (Microempreendedor Individual), que, de acordo com Uebel, representam 96% dos registros pedidos anualmente. Ele informou ainda que menos de 1% dos processos são indeferidos.

Embora o tempo médio de registro seja de sete dias, o prazo para abertura da empresa pode levar até 30 dias, a partir da entrada do processo e considerando a análise da documentação. A ideia agora é inverter o processo, dando automaticamente o registro e depois verificando se há algum problema ou irregularidade. Caso se constate alguma situação que não permita, a autorização é revertida.

Uebel acredita que essa medida é importante para o país melhorar sua posição no ranking do relatório "Doing Business", do Banco Mundial, que aponta quais são os países com melhor ambiente de negócios. Atualmente o país ocupa a 109ª posição e a meta do governo Jair Bolsonaro é chegar à 50ª. "A medida visa dar mais celeridade ao processo de abertura de empresas e pode ter grande impacto no Doing Business", disse Uebel. "A emissão automática do CNPJ permitirá que o empresário realize imediatamente a montagem do seu negócio, como aluguel de espaço, compra de insumos e contratação de funcionários", completou ele.

Em relação à iniciativa de não se exigir mais autenticação de documentos, o secretário destaca que o objetivo é também reduzir burocracia e custos. A medida não só dispensa esse procedimento, como também o comparecimento do próprio dono na Junta Comercial, deixando a cargo do contador ou do advogado os procedimentos necessários e a manifestação de confiabilidade dos documentos. "Agora os empresários não vão mais precisar ir pessoalmente às juntas nem ter que entregar documentos pessoais originais a despachantes", comentou o secretário. "Vamos confiar nas pessoas", ressaltou.

Para ele, a medida não reduz a segurança ou eleva os riscos de fraudes porque as verificações necessárias serão feitas. E a ideia é caminhar para isso em uma série de outras atividades. "Em todas as atividades de baixo risco, nós vamos caminhar para o modelo declaratório, que não tem impactos irreversíveis para a sociedade, dano à saúde", disse. "Nós queremos mapear aquilo em que a gente pode facilitar. Vamos focar naquilo que é complexo e simplificar o que é simples. Vamos focar no que é de médio e alto riscos." Valor Econômico - Leia mais em abinee.26/02/2019



Com dívida impagável, Atvos oferece controle com fundo Lone Star

Com uma possível penhora de bens engatilhada na Justiça, a Atvos, ex-Odebrecht Agroindustrial, ofereceu ao fundo norte-americano Lone Star, autor do pedido, o controle da companhia.

A proposta envolveria a conversão de dívida em ações e injeção de recursos. A empresa controlada pela empreiteira envolvida na Lava Jato renegocia há meses dívida de R$ 12 bilhões, considerada impagável. Essa estratégia seria a melhor saída para os bancos credores resolverem a situação.

No, no. Diante da proposta da subsidiária da Odebrecht, o fundo Lone Star disse não.

Os estrangeiros deixaram claro que só voltam ao assunto se  ..... Coluna do Broadcast .. Leia mais em estadao 26/02/2019



Após megarodadas, startups brasileiras ganham reconhecimento internacional

Quem acompanhou os rankings de inovação deste começo de ano pode ter ficado surpreso ao ver nomes familiares, da fintech Nubank ao site de aluguel Quinto Andar. Mas esse não é um golpe de sorte ou reflexo instintivo ao surgimento dos nossos primeiros unicórnios, startups avaliadas em um bilhão de dólares ou mais.

Os negócios inovadores brasileiros conquistaram seu espaço nas listas internacionais após anos de amadurecimento, convencimento de investidores e, só então, as primeiras avaliações de valor de mercado em patamares globais.

A depender do crescimento desses indicadores nos últimos anos, a presença de startups nacionais nos rankings de inovação tende a aumentar a partir de 2019. E já dá para ter uma ideia de quais serão as preferidas dos especialistas.

As startups queridinhas

Na semana passada, a conhecida lista da revista Fast Company sobre as 50 empresas mais inovadoras do mundo colocou a fintech Nubank na 36ª posição.

No ranking global, a Fast Company destaca como o Nubank se tornou o maior banco digital fora do continente asiático, com 5 milhões de usuários, e a ampliação para serviços como conta salário e saque em caixas eletrônicos. Recentemente, a startup também anunciou que fará empréstimos pessoais. Atualmente, o Nubank acumula 707,6 milhões de dólares em aportes.

Na lista restrita à América Latina, negócios inovadores brasileiros dominam cinco das dez primeiras posições. Além do Nubank, estão os empreendimentos Grow, Magazine Luiza, Movile e PagSeguro.

A Grow nasceu da união entre a mexicana Grin e a brasileira Yellow. As empresas operam o aluguel de bicicletas e de patinetes elétricos compartilhados em cidades do Brasil e de outros seis países da América Latina, com 135 mil veículos disponíveis em 17 cidades. As startups levantaram um investimento adicional de 150 milhões de dólares com os fundos que já eram sócios das empresas com o objetivo de expandir a presença na América Latina e se preparar para uma eventual concorrência de startups americanas, que já sinalizaram que devem entrar no Brasil em 2019.

Magazine Luiza, Movile e PagSeguro já abandonaram a classificação de startup e são considerados empresas estabelecidas, ainda que inovadoras.

Sobre o comércio eletrônico conhecido pela assistente virtual Magalu, a Fast Company destaca iniciativas como a criação de marketplaces para vendedores terceiros e o laboratório de inovação LuizaLabs. A plataforma mobile “tudo em um” da Movile rendeu comparações com a gigante chinesa Tencent, assim como seu apetite por aquisições. Por fim, a empresa de pagamentos PagSeguro entrou para a lista pelo lançamento da Moderninha Smart, máquina de pagamentos portátil e entregada a um software que funciona com o sistema operacional Android.

Em outro ranking deste mês, elaborado pelo jornal The New York Times e pela empresa de análises CB Insights, há três negócios brasileiros entre os 50 “unicórnios do futuro”. A lista também cita a Grow e indica duas startups não mencionadas pela Fast Company: CargoX e Quinto Andar.

A Cargo X liga motoristas de caminhões autônomos a companhias que precisam transportar cargas, funcionando como uma espécie de Uber para mercadorias. A ideia do negócio surgiu ao perceber que havia transportadoras demais e muitos caminhões voltavam vazios das entregas. Em maio do ano passado, a startup contava com 250 mil caminhoneiros cadastrados, dos quais cerca de 7 mil são ativos na plataforma, e estimava uma receita anual de 650 milhões de reais.

O Quinto Andar, negócio focado em aluguel de casas e apartamentos residenciais, já recebeu 320 milhões de reais em aportes. O Quinto Andar atua como fiador para usuários com um histórico de crédito sólido e elimina burocracias e custos na hora de alugar, como seguro-fiança e outras garantias. Apesar de manter segredo sobre as informações mais estratégicas, o Quinto Andar confirma que, em outubro deste ano, a cada dois minutos agendou-se uma visita física a imóveis cadastrados na plataforma. Ou seja, seriam cerca de 21,6 mil visitas agendadas no mês.

Anos de preparação

Desde 2012, os investimentos em startups da América Latina quase triplicaram. O último ano foi o mais intenso em presença dos fundos de venture capital nessa série histórica, provando o amadurecimento do ecossistema de negócios inovadores na América Latina. Startups criadas por volta do ano de 2010 atingindo um estágio avançado e gerando retornos.

Foi um ano de mais investimentos, mais vendas de startups (exits) e mais valuations polpudos. Apenas entre setembro e outubro de 2018, os negócios inovadores da América Latina levantaram mais de 1 bilhão de dólares, mais do que o obtido durante todo o ano de 2017.

O Brasil é o queridinho da região, atraindo três vezes mais investimentos do que o México, o segundo colocado. Tivemos o surgimento dos primeiros unicórnios em 2018, como o aplicativo de mobilidade urbana 99 (comprado pela chinesa Didi Chuxing) e o próprio Nubank.

“Unicórnios não surgem do nada. É um movimento de anos de amadurecimento do ecossistemas que se concretizou: saltamos de cerca de duas mil startups em 2012 para dez mil delas pouco mais de seis anos depois”, analisa Luís Gustavo Lima, sócio de aceleradora brasileira ACE. “Mesmo assim, com essas notícias entramos no campo de visão dos investidores internacionais. Uma empresa e investidora do porte da Didi fazer uma aquisição por aqui é muito significativo, assim como a presença de fundo renomados aportando em nossos unicórnios e potenciais unicórnios. O interesse só tende a crescer.”

Outro movimento de destaque por aqui é o de megarodadas, ou investimentos de 100 milhões de dólares ou mais, como vimos com o serviço de entregas de comida iFood e com a startup de logística Loggi. Outros aportes notáveis foram os na startup de mobilidade urbana Yellow (três rodadas acumulando 75,3 milhões de dólares) e no negócio de logística para caminhões CargoX (60 milhões de dólares).

Mesmo assim, investidores ainda consideram que os negócios inovadores na América Latina não possuem a avaliação que merecem, mantendo vivo o interesse dos investidores nas startups da região para 2019.

“Nossa expectativa com o Brasil é positiva. Vemos setores de destaque, ainda que não sejam os únicos. É o caso do comércio eletrônico, que é gigante por aqui, e também das fintechs, edtechs, healthtechs, legaltechs e das startups de segurança digital. São mercados com grande tamanho e que apresentam diversas dificuldades no Brasil, o que se traduz em oportunidades”, afirmou anteriormente a EXAME Itali Collini, Itali Collini, diretora de operações da aceleradora 500 Startups no Brasil.

O clube dos unicórnios brasileiros está apenas começando. Fonte:Exame Online . Leia mais em portal.newsnet 26/02/2019