28 agosto 2012

Brightstar compra desenvolvedora de soluções para dispositivos móveis e e-commerce

A Brightstar, distribuidora de produtos sem fio e soluções para a cadeia de suprimentos, anunciou a compra da LetsTalk.com, fornecedora de soluções para dispositivos móveis e para comércio eletrônico, com sede na Califórnia. O valor da transação não foi revelado.

 Com a aquisição, os serviços da LetsTalk.com serão estendidos a 100 mil clientes em mais de cem países, entre fabricantes de dispositivos móveis, operadoras de telefonia, varejistas e outros. No mercado americano há 13 anos, a LetsTalk atua com a indústria sem fio oferecendo soluções para ativação de serviços em operadoras. Além disso, oferece serviços de comércio eletrônico para varejistas e fabricantes, operando sites e outros produtos conectados.

 Com o acordo de compra, a LetsTalk.com será renomeada para Consensus. David Stritzinger, até então CTO da Brightstar, assumirá a presidência da nova empresa. “A partir de agora, a Brighstar poderá aumentar a cadeia de suprimentos sem fio para o ponto-de-venda e permitir a venda de produtos conectados por meio de multicanais online, na loja, em dispositivos móveis e interfaces sociais”, diz o executivo.

 No Brasil, a Brightstar atua há cerca de um mês e tem como meta de triplicar o faturamento em cinco anos, elevando a participação do país na receita da América Latina dos atuais 10% para a faixa entre 30% e 35%. No fim do ano passado, a companhia fechou uma parceria com a TIM para atuar no mercado corporativo, com planos oferecidos em revendas associadas.
Fonte: tiinside 27/08/2012

28 agosto 2012



HSBC destaca tese de investimento da Odontoprev, sua favorita do setor

Analistas acreditam que poder de distribuição da companhia não tem precedentes, além de bons retornos e vendas após parceria com Bradesco

 O HSBC foi ao evento de comemoração dos 25 anos da Odontoprev (ODPV3), sua preferida no setor de saúde, o Odontoprev Day. Os analistas do banco destacaram a integração das operações e o desenvolvimento das oportunidades comerciais com o Bradesco (BBDC4) como o principal foco da empresa, além de sua boa tese de investimento.

De acordo com os Luciano Campos e Caio Moscardini, o poder de distribuição da companhia odontológica com o banco não tem paralelo entre os concorrentes e, provavelmente, será o maior beneficiado pelas condições demográficas favoráveis do Brasil no setor de saúde.

 Com base nesses parâmetros, os analistas seguem com a recomendação overweight (desempenho acima da média do mercado) para as ações ODPV3, com preço-alvo de R$ 12,50 para cada papel - o que configura um potencial de valorização de 17,92% em relação à cotação de fechamento desta segunda-feira (27).

 Boa tese de investimento 
Além disso, o poder de colocação de preços da companhia e a sua disciplina com relação às despesas com vendas, gerais e administrativas foram levadas em conta pelos analistas, levando a uma expansão das estimativas de margem Ebitda (relação percentual entre lucro antes dos juros, impostos, depreciações e amortizações/receita líquida) para cerca de 30%.

Os analistas ressaltam ainda a tese de investimento com boa evolução, com a duplicação do volume de vendas orgânicas após a fusão com o Bradesco Dental, além da evolução dos preços médios em linha com a inflação desde 2009 - sustentando um crescimento de dois dígitos na receita por muitos anos. Além disso, as necessidades de investimento permanecem reduzidas, avaliam Campos e Moscardini, sustentando retornos mais vantajosos.

 Durante a reunião, os executivos da Odontoprev destacaram que o desenvolvimento do canal do Bradesco ainda está em fase inicial e que há uma longa curva de aprendizado. Isso, segundo Campos e Moscardini, pode levar algum tempo e exigir paciência dos investidores.

Os analistas ressaltam ainda que a companhia já possui experiência para gerenciar aumento dos cancelamentos associados ao seguro odontológicos para pessoas físicas. Ademais, considerando que as vendas do Bradesco serão baseadas em relacionamentos bancários, e não em compras por impulso, a companhia espera que os cancelamentos por parte dos clientes do banco tenham queda na comparação com outros canais de varejo. Por Lara Rizério
Fonte: Infomoney 27/08/2012



Startup brasileira de financiamento coletivo se une a empresa argentina

Movere.me e Idea.me anunciam fusão, revela sócia-fundadora.
Ideia é criar maior plataforma do tipo na América Latina.

 A Movere.me, uma startup brasileira que mantém um site de financiamento coletivo, anunciou que está se fundindo com a argentina Idea.me, que faz um serviço parecido em seu país. A ideia é criar a maior plataforma de financiamento coletivo da América Latina, segundo Vanessa Oliveira, sócia-fundadora da Movere.me.

Oliveira, que é de Minas Gerais, afirma que o acordo está sendo finalizando neste mês, mas não revela valores. “A Movere passa a fazer parte do holding da Idea.me e os sócios da startup brasileira passam a ter 15% do holding”, contou a sócia. Também fazem parte do time de fundadores da Movere.me os cariocas Enzo Motta e Bruno Pereira.

Com os dois sites juntos, podem ser somados 400 projetos e mais de 10 mil incentivadores (que pagam para a execução de parte de um projeto), segundo Oliveira.

As duas empresas ainda não sabem como farão o trabalho de marca da fusão –ainda não se sabe se o Movere.me vai continuar existindo enquanto marca ou se ele será substituído pelo Idea.me. “Vamos ver qual a melhor forma de entrar no mercado brasileiro nesse novo cenário, agora nós estamos falando de América Latina”, explica a sócia da Movere.me. Segundo ela, a ideia é que pessoas de todos os lugares possam contribuir para os projetos colocados na plataforma.

Apesar de pensar em América Latina, Oliveira conta que é preciso manter algumas características brasileiras na plataforma. Segundo ela, a possibilidade de fazer pagamentos por boleto bancário é muito popular no país e deve ser mantida.

A Movere.me foi criada no início de 2011 e, atualmente, funciona com os três sócios e uma estagiária. A ideia é que a fusão traga a contratação de duas novas pessoas.

O escritório deve continuar no Rio de Janeiro. No Brasil, a Movere tem a concorrência do Catarse. Por Amanda Demetrio
Fonte:G1 27/08/2012

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COMENTÁRIO:


....Ideame, com sede em Buenos Aires e um ano de atividade, disse ter adquirido 100 por cento das ações Movere, em troca de 15 por cento das ações da Ideame, avaliado em cerca de US $ 2,5 milhões. Movere, com sede no Rio de Janeiro..
Fonte: The New York Times 27/08/2012



27 agosto 2012

FUSÕES E AQUISIÇÕES - DESTAQUES DA SEMANA DE 20/ago a 26/ago/12

Na semana de 20 a 26/ago/12 foram divulgadas com destaque pela imprensa 6 operações de Fusões e Aquisições.

 ANÁLISE DA SEMANA 
 Principais constatações


Dois setores -TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO e COMPANHIAS ENERGÉTICAS - realizaram o total de 6 operações nesta semana.

 O NEGÓCIO DA SEMANA 

 Negócio da semana - Brasil. 

JP Morgan Asset investe R$ 90 milhões na Dafiti. Em pouco mais de um ano, a companhia de e-commerce de moda elevou seu quadro de funcionários de dez para mil empregados. A Dafiti, e-commerce de moda brasileira, anunciou que o J.P. Morgan Asset Management irá realizar um aporte de R$ 90 milhões na companhia.Esse aporte vai nos permitir fortalecer o portfólio, oferecendo mais opções de marcas e produtos a nossos consumidores; ampliar o estoque, possibilitando entregar nossos produtos de forma ainda mais rápida e eficiente; e, finalmente, expandir nossa presença em outros países da América Latina, como México, Argentina, Chile e Colômbia.A Dafiti oferece hoje aproximadamente 60 mil produtos, distribuídos em 550 marcas nacionais e internacionais.
 LAP vai investir em fontes renováveis. O BTG Pactual e o P2Brasil, fundo que reúne Pátria Investimentos e Promon, acabam de assumir o controle da recém-criada Latin America Power (LAP), empresa que vai investir em projetos de energia renovável no Chile, no Peru e no Panamá. A capitalização da LAP seria mais que suficiente para cobrir com recursos próprios o investimento de US$ 540 milhões em dez ativos já identificados pela companhia. A empresa planeja investir US$ 3 bilhões, nos próximos cinco anos, em pequenas centrais hidrelétricas e parques eólicos no Chile, no Peru e no Panamá.

 Negócio da semana - Exterior 

 Olympus vende unidade de telefonia móvel por US$ 676 milhões. Negócio será vendido para fundo de investimentos; fabricante de câmeras e equipamentos médicos tenta se reconstruir após um escândalo de contabilidade. A Olympus anunciou que irá vender seu negócio de telecomunicações móveis por 53 bilhões de ienes (US$ 676 milhões) para um fundo de investimentos, à medida que a fabricante de câmeras e equipamentos médicos tenta se reconstruir após um escândalo de contabilidade. A empresa, que admitiu no ano passado que havia escondido grandes perdas de investimentos desde os anos de 1990, vem buscando vender alguns de seus negócios fora de suas operações principais nos setores de endoscópios, microscópios e câmeras. A Olympus disse em comunicado que vai dividir sua subsidiária ITX Corps em duas, e vender a unidade com o principal negócio de varejo de telefonia móvel para o fundo de investimento Japan Industrial Partners. 24/08/2012

RELAÇÃO DAS TRANSAÇÕES 

01 - TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO (TI) - Teevo compra carteira da Constat. A Teevo comprou 40 contratos de operações de serviço de suporte técnico e de infra-estrutura de TI da Constat na região da serra e interior do Rio Grande do Sul. Com a venda, a Constat, que tem sedes em Porto Alegre, Caxias do Sul e São Paulo focará suas atenções no desenvolvimento e em novas parcerias para o Qualitor, seu produto de gestão de service desk, além das áreas de monitoramento de ativos e processos de negócios bem como na unidade de serviços de outsourcing. Juntas, as empresas fecharam um faturamento de R$ 45 milhões no ano passado, o que representou uma alta de 60% frente à soma dos resultados separados de 2010. 22/08/2012
02 - TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO (TI) - Imovelweb adquire ImovelPro, portal e empresa de tecnologia de Santa Catarina. O Imovelweb, maior portal de oferta e anúncio de imóveis do Brasil em audiência, adquiriu a ImovelPro (IPro), portal e empresa de tecnologia de Santa Catarina especializada no desenvolvimento de soluções para o mercado imobiliário, entre outros, sites para imobiliárias, escritórios imobiliários, corretores autônomos, associações e redes de imobiliárias. Com uma carteira de mais de mil clientes, a ImovelPro tem como principal produto o Site da imobiliária, uma opção fácil para as empresas da área oferecerem seus produtos na internet. A empresa de tecnologia conta com mais de 10 anos de mercado e uma equipe de 20 pessoas. Os portais e sites imobiliários desenvolvidos pela Imovelpro somam mais de 8 milhões de acessos mensais e 90 mil imóveis anunciados em 550 cidades brasileiras.21/08/2012  
03 - TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO (TI) - JP Morgan Asset investe R$ 90 milhões na Dafiti. Em pouco mais de um ano, a companhia de e-commerce de moda elevou seu quadro de funcionários de dez para mil empregados. A Dafiti, e-commerce de moda brasileira, anunciou que o J.P. Morgan Asset Management irá realizar um aporte de R$ 90 milhões na companhia.Esse aporte vai nos permitir fortalecer o portfólio, oferecendo mais opções de marcas e produtos a nossos consumidores; ampliar o estoque, possibilitando entregar nossos produtos de forma ainda mais rápida e eficiente; e, finalmente, expandir nossa presença em outros países da América Latina, como México, Argentina, Chile e Colômbia.A Dafiti oferece hoje aproximadamente 60 mil produtos, distribuídos em 550 marcas nacionais e internacionais.21/08/2012  
04 - COMPANHIAS ENERGÉTICAS - LAP vai investir em fontes renováveis. O BTG Pactual e o P2Brasil, fundo que reúne Pátria Investimentos e Promon, acabam de assumir o controle da recém-criada Latin America Power (LAP), empresa que vai investir em projetos de energia renovável no Chile, no Peru e no Panamá. O aporte feito pelos novos sócios é mantido em sigilo, mas o Valor apurou que a capitalização da LAP seria mais que suficiente para cobrir com recursos próprios o investimento de US$ 540 milhões em dez ativos já identificados pela companhia. A empresa planeja investir US$ 3 bilhões, nos próximos cinco anos, em pequenas centrais hidrelétricas e parques eólicos no Chile, no Peru e no Panamá. O objetivo é alcançar, até 2018, uma capacidade instalada de 1.000 megawatts (MW), tanto por meio de aquisições quanto da construção de novas usinas.Os dez primeiros projetos estão definidos. São centrais hidrelétricas que, juntas, vão totalizar 218 MW. Quatro delas, no Peru, já entraram em operação. Outras três estão em construção e as demais vão começar a ser instaladas em 2013 e 2014. Com sede em Santiago, a LAP tem cerca de 40 funcionários. 27/08/2012 
05 - TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO (TI) - Light Solutions e Instituto Empresa Melhor anunciam fusão. União formará Grupo Ethos, que quer facilitar o acesso das micro, pequenas e médias empresas a tecnologias e serviços como o financiamento BNDES. A Light Solutions, especializada em tecnologias em nuvem, e o Instituto Empresa Melhor, que desenvolve projetos de captação de recursos para o BNDES Online, anunciam a fusão de suas operação e formam o Grupo Ethos. O acordo prevê que os acionistas da Light Solutions fiquem com metade das ações e os sócios do Instituto Empresa Melhor com a outra metade. Segundo as empresas, o objetivo da aliança é facilitar o acesso das micro, pequenas e médias empresas a tecnologias e serviços como o financiamento BNDES. A nova companhia, que pretende atuar em todos os nichos de mercado, também busca canais em todo o país. A expectativa do Grupo Ethos é crescer 40% ao ano e chegar a 2013 com 2 mil empresas clientes, aproveitando a base instalada das duas companhias, que compreende cerca de 200 clientes. 27/08/2012  
06 - TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO (TI) - Nova Clic Holding compra Argo IT e Travel Explorer. Novidade no segmento de TI voltado ao turismo vai agitar o mercado. Um nova empresa foi constituída, a Clic Holding, e esta comprou duas companhias já estabelecidas: a Argo IT, que atua na área corporativa, e a Travel Explorer, que trabalha no setor de lazer. O valor da transação não foi revelado pelo diretor geral da Clic Holding e porta voz da companhia, Luigi Botto. "A Clic reuniu duas empresas vencedoras e que atuam na vanguarda, desenvolvendo e lançando aplicações e ferramentas das mais importantes para a indústria do turismo, que agora estão sob o mesmo guarda-chuva. E tanto a Argo quanto a Travel continuam operando de forma independente, com as marcas próprias. Nada mudou e não houve demissões no quadro conjunto de 100 colaboradores - pelo contrário, estamos contratando". Os planos de negócios da Clic são agressivos. "Vamos entrar em outras áreas de TI da indústria do turismo, há muitas possibilidades de negócios que já estudamos. Em relação à compra de empresas do setor, temos engatilhado ações no Brasil e no Exterior" 27/08/2012

RELATÓRIOS 

(i) DESTAQUES DA SEMANA SEGUINTE
  >>> 27 ago a 02/set/12 >>>; 

(ii) DESTAQUES DA SEMANA ANTERIOR
<<< 13 ago a 19/ago/12.<<<; 

(iii) FUSÕES E AQUISIÇÕES: 61 TRANSAÇÕES REALIZADAS EM JULHO/12

(iv) TI - RADAR de Fusões e Aquisições, em julho/2012

 M&A - QUEM, O QUÊ, QUANDO, QUANTO, COMO e POR QUÊ 

 A pesquisa FUSÕES E AQUISIÇÕES - DESTAQUES DA SEMANA tem o propósito de captar o “clima” do mercado das operações de Fusões e Aquisições bem como sinalizar suas principais tendências. Trata-se da consolidação das informações semanais coletadas pelo blog FUSOESAQUISICOES.BLOGSPOT visando tornar mais acessíveis e conhecidos os negócios de fusão, aquisição e venda realizados entre empresas com atuação no Brasil. Os dados estão limitados às informações noticiadas pela imprensa e, sempre que possível, serão mencionados os nomes dos compradores – investidor estratégico ou fundos de private equity - dos vendedores, a tese de investimento e principais “value drivers”, o valor da transação, forma de pagamento, múltiplos praticados (Valor da Empresa/EBITDA, Valor da Empresa/Receita) etc.

27 agosto 2012



Nova Clic Holding compra Argo IT e Travel Explorer

Novidade no segmento de TI voltado ao turismo vai agitar o mercado. Um nova empresa foi constituída, a Clic Holding, e esta comprou duas companhias já estabelecidas: a Argo IT, que atua na área corporativa, e a Travel Explorer, que trabalha no setor de lazer. O valor da transação não foi revelado pelo diretor geral da Clic Holding e porta voz da companhia, Luigi Botto.

 "Nosso objetivo com a Clic Holding é sermos líderes nos nossos campos de atuação na América Latina", afirma Botto, em entrevista exclusiva ao Portal PANROTAS. Também estiveram presentes ao encontro, realizado na sede da Argo IT, em São Paulo, os seguintes executivos: o diretor de Tecnologia da Clic, Marcos Pontes; o diretor geral da Argo, Alexandre Arruda; e o diretior geral da Travel, Alberto Galbeno.

 "A Clic reuniu duas empresas vencedoras e que atuam na vanguarda, desenvolvendo e lançando aplicações e ferramentas das mais importantes para a indústria do turismo, que agora estão sob o mesmo guarda-chuva. E tanto a Argo quanto a Travel continuam operando de forma independente, com as marcas próprias. Nada mudou e não houve demissões no quadro conjunto de 100 colaboradores - pelo contrário, estamos contratando", explica Botto.

 PROJETOS
Botto revelou que os planos de negócios da Clic são agressivos. Haverá o lançamento de novos produtos e serviços - pela Argo e Travel - e a compra de outras empresas de TI.

 "Vamos entrar em outras áreas de TI da indústria do turismo, há muitas possibilidades de negócios que já estudamos", revela Botto, sem dar detalhes. "Em relação à compra de empresas do setor, temos engatilhado ações no Brasil e no Exterior", assegura o executivo.
Fonte: panrotas 27/08/2012



Thoma Bravo compra Deltek por US$ 1,1 bilhão

Dois meses após a Deltek anunciar que estava à venda, a Thoma Bravo fechou nesta segunda-feira a compra da empresa norte-americana de software numa transação de cerca de US$ 1,1 bilhão, incluindo US$ 154 milhões em dívida.

 A Deltek fornece software para o governo dos EUA e firmas de serviços profissionais que cuidam de projetos específicos. As empresas do setor têm se beneficiado com a demanda de Washington por serviços de tecnologia da informação.

 Pelo acordo, que deverá ser finalizado no quarto trimestre, os acionistas da Deltek vão receber US$ 13,00 por ação, o que representa um desconto de 7,1% em relação ao fechamento dos papéis da empresa na sexta-feira, de US$ 14,01. Segundo a Deltek, suas ações tinham subido 24% desde que veio à tona a informação de que a empresa buscava um novo controlador. As informações são da Dow Jones. SERGIO CALDAS
 Fonte: Agencia Estado 27/08/2012
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COMENTÁRIO:



Fonte:thomabravo & Manda 27/08/2012



Light Solutions e Instituto Empresa Melhor anunciam fusão

União formará Grupo Ethos, que quer facilitar o acesso das micro, pequenas e médias empresas a tecnologias e serviços como o financiamento BNDES.

 A Light Solutions, especializada em tecnologias em nuvem, e o Instituto Empresa Melhor, que desenvolve projetos de captação de recursos para o BNDES Online, anunciam a fusão de suas operação e formam o Grupo Ethos.

 O acordo prevê que os acionistas da Light Solutions fiquem com metade das ações e os sócios do Instituto Empresa Melhor com a outra metade. O Grupo será dirigido por um conselho de administração, formado por executivos das duas empresas, para tomada de decisões estratégicas. Ricardo Menezes, até então diretor do Instituto Empresa Melhor, responde pelo departamento financeiro da nova companhia e Roberto Sabio, da diretoria da Light Solutions, pela área de TI. 

Segundo as empresas, o objetivo da aliança é facilitar o acesso das micro, pequenas e médias empresas a tecnologias e serviços como o financiamento BNDES. A nova companhia, que pretende atuar em todos os nichos de mercado, também busca canais em todo o país.

 A expectativa do Grupo Ethos é crescer 40% ao ano e chegar a 2013 com 2 mil empresas clientes, aproveitando a base instalada das duas companhias, que compreende cerca de 200 clientes.
Fonte: Computerworld 27/08/2012



BRQ aponta para faturamento de R$ 450 milhões

Companhia pretende anunciar uma aquisição ainda no mês de agosto

A BRQ IT Services projeta encerrar 2012 com um faturamento da ordem de 450 milhões de reais. Na primeira metade do ano, a provedora de serviços alcançou receitas de 192 milhões de reais.

 A expectativa é, até o final do ano, abrir filiais em Recife e Salvador, que se somam aos escritórios de São Paulo, Alphaville, Rio de Janeiro, Curitiba, Fortaleza, Brasília e Nova Iorque.

 “Devemos anunciar ainda em agosto mais uma aquisição”, informou Benjamim Quadros, presidente da empresa, em nota.

 A companhia mantém um crescimento médio anual da ordem de 30% ao ano e trabalha com a meta de figurar entre as mil maiores empresas brasileiras em 2013.
Fonte: crn.itweb 27/08/2012



Best Buy fecha acordo com fundador para possível compra

Ações da companhia sobem 5,8% na bolsa de valores após anúncio Informação sobre o Best Buy é do Wall Street Journal

A varejista de eletrônicos norte-americana Best Buy e seu fundador e ex-presidente Richard Schulze chegaram a um acordo pelo qual Schulze nomeará um grupo de investimento para conduzir uma auditoria na empresa, segundo o Wall Street Journal.

 O acordo desconsidera uma lei de Minnesota que, de acordo com Schulze, o impedia de ir em frente com uma possível oferta de compra da Best Buy sem permissão da rede varejista.

 Pelo acordo anunciado nesta segunda-feira Schulze tem 60 dias para a auditoria e, se sua proposta for rejeitada, terá direito a fazer outra oferta em janeiro. Se a segunda proposta também for rejeitada, o fundador poderá submetê-la a uma votação dos acionistas no ano que vem. Se os acionistas também disserem não, Schulze terá de esperar que o trato vença, em um ano, antes de tomar qualquer outra medida.

 O acordo também dá a Schultze, que hoje tem uma participação de pouco mais de 20% na Best Buy, de assumir dois assentos no conselho de diretoria. As informações são da Dow Jones.Sergio Caldas, da Agencia Estado
Fonte: exame 27/08/2012



Com Kenexa, IBM entra no mercado de softwares de RH na web

A ação da Kenexa chegou a disparar quase 42% com a nova aquisição

A IBM comprará a Kenexa por cerca de 1,3 bilhão de dólares com o objetivo de adentrar no mercado de softwares de recursos humanos, numa manobra que provavelmente intensificará a competição com a Oracle e com a SAP, que entrou recentemente no setor.

 O acordo é representativo da importância colocada por gigantes do setor tecnológico de crescimento lento sobre desenvolvedoras de software baseados na web, que contam com taxas de crescimento mais elevadas. Além disso, seus produtos são menos vulneráveis a crises econômicas, já que não há custos ligados a licenciamento de programas, hardware dedicado ou instalação.

 A alemã SAP comprou a SuccessFactors, concorrente da Kenexa, por 3,4 bilhões de dólares em dinheiro em dezembro passado, enquanto a Oracle comprou a rival Taleo Corp por cerca de 1,9 bilhão de dólares em fevereiro.

 As duas companhias fizeram outras aquisições de empresas que lidam com computação em nuvem, incluindo a RightNow Technologies e a Ariba.

 A ação da Kenexa chegou a disparar quase 42 por cento, igual ao ágio oferecido, atingindo uma máxima histórica de 45,92 dólares na New York Stock Exchange nesta segunda-feira. O papel da Cornerstone OnDemand, que opera no mesmo setor, tinha alta de 6,73 por cento a 26,8 dólares às 15h42 (horário de Brasília). Jim Finkle e Sayantani Ghosh, da Reuters
Fonte: Exame 27/08/2012

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COMENTÁRIO:


Fonte: businesswire & mandsoft27/08/2012

Leia mais:

Oracle compra Taleo Corporation por US$ 1,9 bilhão

SAP compra SuccessFactors por US$ 3,4 bilhões



Hertz vence batalha dos carros alugados com a Dollar Thrifty

Aquisição da terceira maior locadora de carros dos Estados Unidos, o grupo Dollar Thrifty, por US$ 2,3 bilhões, consolida Hertz como a segunda maior locadora de carro do país

 Há pelo menos dois anos, a Hertz, segunda maior locadora de carros dos Estados Unidos, e a Avis, até então, quarta desse mercado por lá, travavam uma disputa para ver quem conseguiria comprar as operações do grupo Dollar Thrifty (DTG), companhia que atua no mesmo setor. Neste fim de semana, a batalha entre as duas teve um ponto final. A Hertz fechou, por 2,3 bilhões de dólares, o negócio.

 A aquisição, além de consolidar a posição de número dois da Hertz no mercado de aluguel de carros, desbancou a Avis. Agora, mesmo se tornando a terceira maior desse setor nos Estados Unidos, a Avis ficou longe de alcançar a sua principal concorrente. Juntas, a Hertz e o Dollar Thrifty vão somar mais de 10.000 unidades em todo o mundo, com faturamento estimado em 10,2 bilhões de dólares e lucro de quase 2 bilhões de dólares.

 Nos Estados Unidos, as operações das duas companhias somam cerca de 4.800 locadoras de veículos, quase a mesma quantidade de pontos de venda que a Avis possui no mundo: aproximadamente 5.200. Embora as duas se degladiem por esse mercado, a liderança está nas mãos da Enterprise, a líder mundial desse mercado, com 6.100 unidades somente no mercado americano, segundo dados do setor. 

Outras vantagens

 O conforto de ficar como vice-líder desse setor nos Estados Unidos, no entanto, é apenas um dos atrativos da operação. Apesar de atuarem no mesmo mercado, cada negócio é voltado para um perfil diferente de clientes. A Hertz, por exemplo, atende muito bem consumidores que procuram por locação de automóveis para viagens de negócio. Já o Dollar é voltada para pessoas que realizam viagens de lazer e a Thrifty é mais orientada para a geração de caixa do grupo.

 Segundo Mark Frissora, presidente da Hertz, a operação oferece escala instantânea para a companhia, principalmente pela posição de mercado que o DTG possui. “O fato de as duas marcas do grupo terem concessões para atuarem em aeroportos traz um valor maior para a operação. Estamos satisfeitos por finalmente chegarmos a um acordo”, afirmou o executivo em comunicado.

 A ideia é que as companhias continuem a trabalhar de maneira independente, ou seja, cada uma com sua bandeira própria. A Hertz, no entanto, acredita que a combinação dos dois negócios trará oportunidades se sinergias significativas, como mais produtividade e melhores ofertas por parte dos fornecedores. Juntas, as companhias devem reduzir em pelo menos 160 milhões de dólares os gastos anuais.

 Namoro antigo

 Em 2010, a Hertz tentou, sem sucesso, comprar o Dollar Thrifty por 1,2 bilhão de dólares. A proposta foi rejeitada pela locadora, que passou a ser assediada por outras companhias desse mesmo setor. Há rumores de que Avis elevou em 2 dólares por ação a oferta feita pela Hertz, mas a oferta foi novamente recusada pelo DTG.

 No segundo trimestre do ano, o Dollar Thrifty somou receita de 380 milhões de dólares. O lucro da companhia totalizou quase 50 milhões de dólares no período. Embora a operação do DTG esteja basicamente concentrada nos Estados Unidos e Canadá, a companhia, nos últimos anos, vem expandido suas operações no mercado internacional por meio de franquia e já está presente em cerca de 80 países. Por Daniela Barbosa
Fonte: Exame 27/08/2012

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COMENTÁRIO:


O site da Hertz disponibiliza apresentação a respeito dos principais indicadores da transação com a Dollar Thrufty. Destacam-se os abaixo.






Empresas maiores têm taxa de sobrevivência superior

O Brasil contava com 4,5 milhões de empresas ativas em 2010, com idade média de 9,7 anos, segundo a Demografia das Empresas, divulgada nesta segunda-feira pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a partir de dados do Cadastro Central de Empresas (Cempre). O número de empresas registradas em 2010 superou o de 2009 em 6,1%, o que indica a entrada 261,7 mil empresas. A maior parte das novatas era de pequeno porte, porém, foram as maiores que demonstraram capacidade de resistir por mais tempo no mercado, revela a pesquisa. Segundo o IBGE, após três anos de existência, quase metade das empresas não sobreviveu.

"As empresas maiores, com maior capital imobilizado, tendem a permanecer mais tempo no mercado, pois os custos de saída costumam ser elevados, dentre outros fatores. Já nas empresas sem pessoal assalariado cerca de 45% não existiam mais no segundo ano após a entrada no mercado", informou o IBGE, que comparou as estatísticas de 2010 com as de 2007 para calcular a taxa de sobrevivência das empresas. O mercado, em 2010, era formado por 3,53 milhões de sobreviventes (77,9% do total) e 999,12 mil entrantes (22,1%).

 Existe uma relação direta entre o porte das empresas e a taxa de sobrevivência, destaca o instituto. Enquanto apenas 67,3% das empresas sem pessoal assalariado eram sobreviventes em 2010, ou seja, estavam em atividade desde o ano anterior, a taxa era de 88,5% entre as que empregavam de uma a nove pessoas assalariadas e de 95,9% entre as com dez ou mais pessoas ocupadas.

 As maiores taxas de entrada (32,7%) ou saída (27,3%) no mercado foram registradas entre aquelas sem pessoal assalariado. Do total de entrantes, 78,6% não tinham empregados e 19,7% possuíam de uma a nove pessoas assalariadas. Em cada cinco empresas existentes em 2010 uma era novata, o equivalente a 22,1% do total de empresas ativas, taxa próxima (-0,01 ponto porcentual) à de 2009. Dentre elas, os destaques foram as dos segmentos de construção (31,2%), eletricidade e gás (29,1%) e outras atividades de serviços (28,5%). O IBGE observa uma estabilidade na entrada de empresas no mercado, na passagem de 2009 para 2010, com variação média negativa de 0,1 ponto porcentual.

 Já entre sobreviventes destacaram-se as atividades de saúde humana e serviços sociais (taxa de 61,4%), indústria de transformação (79,3%) e água, esgoto, atividades de gestão de resíduos e descontaminação (66,0%).

 Regiões

 A pesquisa revela ainda que as 4,5 milhões de empresas registradas no Brasil em 2010 possuíam 4,9 milhões de unidades locais, das quais mais da metade, 51,3%, estava localizada na região Sudeste.

 De 2009 para 2010 houve um crescimento de 6,2% no número de unidades locais ativas, de 6,3% nas sobreviventes, de 5,8% nas entradas e queda de 2,7% nas saídas. O número de entradas superou o de saídas. A taxa de entrada caiu 0,1 ponto porcentual, enquanto a de saída reduziu 1,5 ponto porcentual. 

Embora a Região Sudeste tenha ficado com o maior número de unidades locais, o maior crescimento ocorreu na Região Norte (9,8%). O Sudeste e o Sul registraram as menores taxas de crescimento de unidades ativas, abaixo da média nacional. A taxa de crescimento das unidades locais foi de 5,4% no Sudeste e de 5,8% no Sul. Em contrapartida, as duas regiões lideraram as taxas de sobreviventes, com 78,9% e 79,3%, respectivamente.

 Salários

 Em termos de ganhos de pessoal ocupado assalariado pela criação de novas empresas, os destaques foram as regiões Sudeste (50,0% do total) e Nordeste (19,4%). Entre os Estados, sobressaíram os resultados de São Paulo, com 29,6% do total, seguido de Minas Gerais (10,0%) e Rio de Janeiro (8,8%). Os menores ganhos foram observados em Roraima (0,2%), Acre (0,3%) e Amapá (0,3%).

 Em todo o Brasil, as empresas empregavam 37,2 milhões de pessoas, sendo 30,8 milhões (82,9%) assalariados e 6,4 milhões (17,1%) na condição de sócio ou proprietário. Os salários e outras remunerações pagos no ano de 2010 pelas entidades empresariais totalizaram R$ 566,1 bilhões, com um salário médio mensal de R$ 1.357,99, equivalente a 2,9 salários mínimos médios mensais.

 O IBGE revelou ainda que o número de empresas consideradas de alto crescimento, que apresentam crescimento médio do pessoal ocupado assalariado igual ou maior que 20% ao ano, avançou 7,7% em comparação a 2009, uma alta superior à do conjunto das empresas, de 6,1%. Foram registradas 33,32 mil empresas de alto crescimento em 2010. Entretanto, o porcentual de crescimento do número de empresas de alto crescimento com até oito anos de idade, classificadas pelo instituto como "empresas gazelas", passou de 7,4% em 2009 para 7,2% em 2010.

 As empresas de alto crescimento ocupavam 5 milhões de pessoas assalariadas em 2010, o equivalente a 16,2% do total, participação menor do que a de 2009, de 16,6%. "O incremento no pessoal assalariado das empresas de alto crescimento não acompanhou o observado pelo conjunto das empresas, fazendo com que estas empresas apresentassem menor participação em pessoal assalariado em 2010", destacou o IBGE, que observou ainda um crescimento no número de participação de empresas de médio porte no grupo das de alto crescimento. Por FERNANDA NUNES
Fonte: estadao 27/08/2012