30 novembro 2015

Cruzeiro do Sul Educacional adquire Centro Universitário Nossa Senhora do Patrocínio - CEUNSP e dois colégios nas cidades de Itu e Salto

Sem revelar o valor da aquisição, grupo passa a fazer a gestão de 14 instituições e prevê faturamento aproximado de R$ 1 bi para 2016

A Cruzeiro do Sul Educacional acaba de anunciar aquisição de mais três instituições de ensino localizadas no interior do estado de São Paulo, especificamente nas cidades de Itu e Salto. Com a incorporação do Centro Universitário Nossa Senhora do Patrocínio – CEUNSP e dos colégios sob a mesma entidade mantenedora (Colégio CEUNSP – Itu e Colégio Objetivo Salto - Salto), o grupo passa a controlar 14 instituições de ensino com atuação da Educação Infantil ao Doutorado, totalizando mais de 130 mil alunos presenciais e à distância e reunindo os melhores indicadores de qualidade dentre os maiores grupos de educação nacionais.

O CEUNSP, fundado em 1958 e composto por 2 campi em Itu e Salto, além de 2 colégios nessas mesmas cidades, conta com aproximadamente 880 colaboradores e cerca de 13.000 alunos. O Centro Universitário, líder do mercado regional, apresenta indicadores acadêmicos do MEC entre os melhores do Brasil, possuindo 44% de seus cursos de graduação com conceitos 4 ou 5 e 56% com conceito 3 (nenhum com conceitos 1 ou 2), reforçando ainda mais o posicionamento da Cruzeiro do Sul Educacional como líder em qualidade acadêmica dentre os grandes grupos brasileiros.

A aquisição, cujo valor não foi divulgado, seguirá o mesmo processo das integrações anteriores, com incremento dos investimentos visando à contínua melhoria dos processos, à modernização da infraestrutura e dos recursos tecnológicos e, sobretudo, à preservação da cultura regional, ao respeito aos valores da instituição e à potencialização da força, da liderança e da credibilidade da marca CEUNSP no interior do Estado de São Paulo.

“Investimos porque, apesar do momento político e econômico adverso, acreditamos no Brasil e, para acreditar no Brasil, a crença no desenvolvimento da educação é premissa obrigatória, sem a qual não há perspectiva de evolução social sustentável. Ampliar a área de atuação do grupo por meio da aquisição de instituições de referência regional é estratégico para reafirmar a nossa consolidação no segmento e destacarmo-nos ainda mais como líderes em qualidade no cenário da educação superior privada nacional”, são as palavras de Fábio Figueiredo, Diretor de Planejamento da Cruzeiro do Sul Educacional.

A Cruzeiro do Sul Educacional também é mantenedora da Universidade Cruzeiro do Sul, (São Paulo – SP), Universidade Cidade de São Paulo (São Paulo – SP), Centro Universitário do Distrito Federal (Brasília – DF), Universidade de Franca (Franca – SP), Centro Universitário Módulo (Caraguatatuba – SP), Faculdade Caraguá (Caraguatatuba – SP), Faculdade de São Sebastião (São Sebastião – SP); Colégio Cruzeiro do Sul (São Paulo - SP), Colégio Alto Padrão e Colégio Técnico (Franca-SP) e Colégio Objetivo São Sebastião-SP. Para mais informações acesse: cruzeirodosuleducacional.edu.br

A finalização da transação ainda depende da aprovação do CADE e do cumprimento de condições precedentes de praxe.  Leia mais em maxpressnet 26/11/2015

30 novembro 2015



29 novembro 2015

BTG negocia venda da rede d'Or em caráter de emergência

André Esteves: após prisão do banqueiro, BTG Pactual pode se desfazer de participação de 12% na rede de hospitais D'Or

Em negociação que começou neste domingo, 29, e pode ser anunciada ainda hoje, o BTG Pactual, na esteira da prisão de André Esteves e do derretimento de suas ações desde a última quarta-feira, se prepara para se desfazer de um de seus principais ativos: a participação de 12% na rede de hospitais D'Or, que tem entre seus sócios o fundo de private equity americano Carlyle e o fundo soberano de Cingapura, o GIC.

Segundo apurou o jornal "O Estado de S. Paulo", o GIC deve fechar rapidamente a compra da fatia remanescente do BTG na rede de hospitais, segundos fontes próximas à operação. O valor da negociação estaria próximo de R$ 2 bilhões.

O BTG tem pressa para fechar o negócio. Na última quarta-feira, 25, o presidente do banco, André Esteves, foi preso em uma nova fase da Operação Lava Jato, que investiga corrupção na Petrobras. No mesmo dia, o senador Delcídio Amaral (PT) também foi preso, acusado de tentar obstruir as investigações da Polícia Federal. Ao fechar o negócio, o BTG tenta mostrar ao mercado que está bem capitalizado e pode atravessar o período de turbulência provocado pela prisão de Esteves.

O GIC entrou no negócio, fundado pela família Moll, em maio deste ano, ao comprar por R$ 3,2 bilhões uma fatia de 16%, em uma venda em que tanto o BTG quanto os fundadores se desfizeram de participação. O BTG havia comprado 25,6% da rede de hospitais em 2010 (por R$ 600 milhões), mas, com dificuldades em sua área de private equity, começou a se desfazer de participações no início do ano. Em abril, o banco já havia tido a participação diluída no negócio quando o Carlyle investiu R$ 1,75 bilhão no D'Or e passou a ter 8,3% do negócio.

A preferência pela negociação emergencial com o D'Or, segundo uma fonte com conhecimento do assunto, se dá pela capacidade financeira do fundo soberano GIC de tomar decisões rápidas. "Eles gostam do negócio, estão satisfeitos e têm condições de agir rápido", afirmou a fonte. A rede D'Or está presente sobretudo em São Paulo e no Rio e tem uma cadeia de 27 hospitais próprios, além de ser responsável pela administração de outros dois empreendimentos.

Na área de negócios, a rede D'Or é considerada o melhor ativo do BTG. O banco foi criticado por vários investimentos que se revelaram malfadados, como a Sete Brasil, cuja tese de investimento foi colocada em xeque após o início da Operação Lava Jato, e BR Pharma, que passa por ajustes e pode exigir novos aportes por parte do banco. Há ainda a rede de lojas Leader, cujo negócio está sendo reestruturado com a ajuda do consultor Enéas Pestana, ex-presidente do Grupo Pão de Açúcar.

Procurados pela reportagem, GIC, BTG e Rede D`Or não retornaram os pedidos de entrevista até o fechamento desta reportagem.

Fontes afirmaram que o Carlyle já teria manifestado interesse, nos últimos meses, em adquirir a participação do BTG no negócio, mas o GIC saiu na frente por ter mais liquidez.  Por Fernando Scheller, do Estadão  Mônica Scaramuzzo e Sonia Racy, do Estadão Leia mais em exame 29/11/2015
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BTG deve vender fatia na Rede D'Or a fundo GIC por quase R$2,5 bi, diz fonte

O grupo BTG Pactual concordou em vender sua participação de 12 por cento na Rede D'Or São Luiz, a maior de hospitais do Brasil, por quase 2,5 bilhões de reais, para um de seus sócios no negócio, o fundo soberano de Cingapura GIC, disse uma fonte com conhecimento direto do assunto.

O anúncio pode ocorrer na segunda-feira, disse a fonte, que preferiu ficar no anonimato. O GIC já tem 16 por cento na rede de hospitais.

A negociação ocorre com o banco lidando com as consequências da prisão do seu presidente, André Esteves, na última semana.

Os executivos do banco com sede em São Paulo vinham negociando a fatia na Rede D'Or desde agosto, embora a prisão de Esteves tenha "acelerado as negociações", disseram mais cedo outras duas fontes, que pediram anonimato porque o processo continua privado.

O GIC já havia pago 3,3 bilhões de reais pelos 16 por cento da Rede D'Or, em maio.

O BTG Pactual não se pronunciou, assim como representantes do Carlyle Group LP, outro sócio na rede de hospitais.

A bilionária família Moll, também sócia na Rede D'Or, não pôde ser contatada imediatamente.

Um acordo poderia ajudar a BTG Pactual a repor parte do dinheiro que deixou a instituição desde a detenção Esteves na quarta-feira.

Esteves foi preso no dia 25 de novembro por suspeita de que teria agido para obstruir uma investigação sobre possíveis subornos apurados pela operação Lava Jato, que investiga o maior esquema de corrupção do país.   Por Guillermo Parra-Bernal e Tatiana Bautzer (Reuters) -  Leia mais em bol.uol 29/11/2015


29 novembro 2015



Clariant firma parceria estratégica com Beraca ao adquirir 30% de suas ações na Divisão Health & Personal Care

A parceria estratégica oferecerá soluções inovadoras e sustentáveis para a indústria global de Personal Care Beraca é líder no fornecimento de ingredientes naturais e orgânicos certificados, obtidos de maneira sustentável da biodiversidade brasileira.

A Clariant, uma das empresas líderes mundiais em especialidades químicas, concluiu transação para adquirir 30% de participação na Beraca Ingredientes Naturais S.A. (“Beraca”), que assumiu os negócios de Health & Personal Care da Sabará Químicos e Ingredientes S.A. A Beraca é uma empresa líder no setor de ingredientes naturais sustentáveis e inovadores. Os detalhes financeiros da aquisição não foram revelados.

As duas companhias anunciaram sua intenção de firmar uma parceria estratégica em janeiro de 2015. O acordo foi concluído hoje e inclui a possibilidade de uma participação maior da Clariant no futuro.

A Beraca, uma empresa de gestão familiar antes da aquisição parcial pela Clariant, continuará sendo administrada de forma independente e seguirá comercializando seu portfólio mundialmente conhecido de produtos, que inclui sistemas de performance clique aqui ativa, óleos fixos e essenciais, argilas e manteigas, todos obtidos de maneira sustentável dos biomas brasileiros.

Christian Vang, diretor da Business Unit Industrial & Consumer Specialties da Clariant, comentou: "A aliança criada neste momento entre empresas-chave do setor de Personal Care formará uma parceria para prover soluções ambientalmente corretas, combinando a expertise no uso sustentável da biodiversidade com a mais avançada tecnologia de formulação. Clientes e consumidores finais de todo o mundo terão acesso a uma variedade maior de soluções. Além de atendermos a conhecida demanda por ingredientes naturais, identificamos excelentes oportunidades de aumentar os negócios em regiões como África e Ásia".

"Essa parceria com a Clariant representa um passo estratégico para o crescimento sustentável e o plano de expansão da Beraca. Esperamos realizar um excelente trabalho de sinergia com foco na inovação, que agregará mais valor para nossos principais stakeholders, em especial nossos clientes e comunidades fornecedoras parceiras. Com essa joint-venture, a Beraca prevê que sua causa em prol do desenvolvimento sustentável alcançará uma magnitude muito mais ampla e significativa", declara Daniel Sabará, CEO da Beraca. Leia mais em revistafatorbrasil 27/11/2015



Fusão Promob e SisModular incrementa eficiência na gestão de lojas

A fusão das empresas gaúchas de software das marcas Promob e SisModular está sendo anunciada ao mercado no dia 27 de novembro (sexta-feira), e deverá proporcionar ao mercado o benefício da sinergia das expertises das duas empresas em soluções de software para projetos de ambientação e para gestão de lojas de móveis.

O negócio chega em boa hora. A retração da economia brasileira gera a necessidade do mercado buscar a profissionalização da gestão. O segmento gestão de lojas é um dos que apresenta forte potencial de crescimento, especialmente no setor moveleiro.

“Esta fusão é uma excelente notícia para o mercado. O software de gestão Promob Manager conta com a tecnologia mais avançada e o SisModular com a expertise própria de quem foi pioneiro no desenvolvimento de softwares de gestão para lojas moveleiras e se consagrou como um sistema completo que atende às diferentes necessidades das lojas. Tudo isto vai se converter em vantagens para os clientes de ambas as empresas”, observa Vanderlei Buffon, presidente do Conselho de Administração do Grupo Promob.

“Somos líderes no Brasil em nosso segmento, mas estar no Grupo Promob é contar com uma marca líder em softwares para o setor moveleiro e uma estrutura forte que contribui para nossas pretensões de crescimento. Nosso software já conversava com os softwares de Projetos da Promob e a tendência agora é uma integração total na linguagem”, pontua Charles Mietch, diretor da Digital System, desenvolvedora do SisModular.

A fusão resultará em uma gama de produtos mais clique aqui aderentes às necessidades do mercado, um estreitamento na relação cliente-empresa e projeta o Grupo Promob como o principal player em software de gestão de lojas. Para 2016, a projeção é de um crescimento de 15% na venda de software neste segmento, o que representa cerca de 1.500 lojas atendidas com a operação conjunta. Para 2016, a projeção é de um faturamento de R$ 67 milhões, considerando os diversos segmentos de software.

A SisModular é a marca do software desenvolvido pela Digital System, empresa de Bento Gonçalves-RS fundada há 15 anos por Charles Mietch e Alosi Paulo Teixeira. Projetou-se no mercado como o melhor e mais completo software de gestão para lojas de móveis modulados e convencionais. É líder no segmento brasileiro de softwares para gestão de lojas de móveis.

A Promob Software Solutions é líder brasileira no desenvolvimento de softwares para ambientação virtual e referência em programas dedicados ao setor moveleiro que integram diversas áreas, desde a fabricação até a gestão das vendas.

Os softwares Promob estão presentes nas principais grifes brasileiras de móveis modulados e planejados. São utilizados por mais de 12 mil lojas de móveis e 5 mil profissionais da área como marceneiros, arquitetos e decoradores, totalizando mais de 63 mil licenças distribuídas em 37 países.

Fundada em Caxias do Sul-RS há 21 anos, atua em todo o mercado brasileiro, com filiais em Curitiba, São Paulo, Florianópolis, Belo Horizonte, Rio de Janeiro e Salvador. No mercado externo, conta com unidades no México, Argentina e Colômbia, além de revendas autorizadas na Espanha e Portugal. Leia mais em revistafatorbrasil 28/11/2015



Fundo Insight compra o site de viagens Hotel Urbano

Loja do Hotel Urbano no Rio: a empresa foi avaliada em cerca de 2 bilhões de reais

O fundo de investimentos americano Insight Venture Partners fechou a compra do controle do site de viagens Hotel Urbano, fundado há cinco anos pelos irmãos João Ricardo e José Eduardo Mendes.

O Insight era dono de cerca de 30% da empresa e, agora, passou a deter 41% das ações e a ter controle sobre as decisões. Os fundadores continuam com 35% do negócio.

A negociação avaliou o Hotel Urbano em cerca de 2 bilhões de reais. O Hotel Urbano deve faturar cerca de 600 milhões de reais em 2015. Procurada, a empresa não comentou. Lucas Amorim, Leia mais em EXAME 29/11/2015




Atlas Copco adquire especialista em controle de processos no Reino Unido

A Atlas Copco adquiriu os ativos da NJS Technologides Ltd., empresa de engenharia e endas especializada em controle de processos para operações de montagem.

A NJS Technologies é popularmente conhecida como Pivotware. A empresa é baseada em Burton, perto de Birmingham, no Reino Unido e teve uma receita, em 2014, de aproximadamente um milhão de euros.

A empresa, de propriedade privada, fornece soluções à prova de erro para fabricantes de equipamentos originais e fornecedores das indústrias automotiva e outras. A Atlas Copco deve manter cerca de sete funcionários da planta.

"Esta aquisição é um ajuste estratégico, uma vez que irá expandir nossa oferta de produtos e serviços para fabricação de clientes globalmente ", disse Mats Rahmström, Presidente da Atlas Copco Industrial Technique. "Nós estamos olhando para a frente, para ajudar os clientes a aumentarem ainda mais a sua produtividade, através do reforço da qualidade. "

Atlas Copco é um fornecedor líder mundial de soluções em produtividade sustentável. O Grupo atende clientes com compressores inovadores, soluções de vácuo e sistemas de tratamento de ar, equipamentos de construção e mineração, ferramentas elétricas e sistemas de montagem. A Atlas Copco desenvolve produtos e serviços focados na produtividade, eficiência energética, segurança e ergonomia. A empresa foi fundada em 1873, baseia-se em Estocolmo, na Suécia e tem um alcance global, abrangendo mais de 180 países. Em 2014, Atlas Copco teve um faturamento de 94 BSEK (BEUR 10.3) e 44 000 empregados. Saiba mais em www.atlascopco.com.

A Atlas Copco completa, em 2015, 60 anos de presença no Brasil e tem duas fábricas no país, além de escritórios em Barueri e Sorocaba/SP, filiais em cinco estados e distribuidores em quase todas as regiões. Atualmente, a Atlas Copco Brasil emprega mais de 1400 funcionários e está presente em obras como a construção da usina hidrelétrica de Belo Monte e a ampliação do Rodoanel de São Paulo. Leia mais em segs 27/11/2015



28 novembro 2015

Quaddra Contact Center é adquirida pela TL2M

A Quaddra será o braço de relacionamento do grupo TL2M que já controlava empresas do mesmo segmento como G4 e Contact Studio

Em negócio concretizado em outubro, a Quaddra Contact Center passa a ser controlada pela TL2M Participações. A holding, que atua também em projetos ligados a tecnologia da informação (TI) e varejo, adquiriu 100% do controle da empresa, incorporando-a em sua estratégia de ampliar a oferta de valor a toda a cadeia de consumo em seus negócios, introduzindo serviços integrados de atendimento e gestão de relacionamento com clientes.

Os valores da negociação não foram divulgados, mas a relação entre as empresas não é inédita e nem recente. A TL2M pertence ao mesmo corpo societário da G4, empresa de tecnologia para contact centers com mais de 10 anos de atuação, e já tinha participação minoritária no controle da Quaddra desde sua fundação, há 3 anos. Segundo Alessandro Xavier, Diretor Geral da Quaddra, “Essa ligação deu muita tranquilidade desde o início do projeto e agora nos dá ainda mais segurança para avançarmos. Fazer parte de um grupo como a TL2M nos traz know how diferenciado, maior capacidade de investimentos e recursos técnicos importantes. Vamos agregar mais valor à Quaddra, sem dúvida”. O executivo ressalta, porém, que a aquisição não vai mudar o posicionamento estratégico da empresa, que continua suas atividades com total autonomia.

Para a TL2M, que conta agora com 3 marcas ligadas ao mercado de contact center, sendo elas G4, CONTACT STUDIO e agora a Quaddra, as perspectivas são as melhores com relação a esta aquisição. Segundo Erik Mazzei, um dos acionistas da TL2M e também diretor da G4, a Quaddra está em um crescente excepcional e bem alinhada com as diretrizes das demais empresas do grupo. “Criamos a G4, primogênita do nosso grupo, com um espirito inovador e capacidade única de execução. Sempre mantivemos o foco na elaboração de soluções e não necessariamente em produtos engessados. Isso é um grande diferencial, e identificamos este mesmo espírito na Quaddra”, destaca Mazzei.

Sob a óptica de mercado, Mazzei ainda explica que estas características da Quaddra foram fatores cruciais na decisão de investimento do grupo. Segundo ele, “As empresas passam por uma profunda necessidade de inovação, intensificada pela crise econômica que o Brasil está sofrendo. Contratantes exigem cada vez mais eficiência, e não há como alcançar isso se os métodos forem os mesmos. A Quaddra, por exemplo, criou serviços únicos como o CCA – Central do Colaborador Ativo - voltado para grandes companhias que buscam engajar seus colaboradores no compromisso do melhor atendimento ao cliente; criou uma consultoria para oferecer alternativas mais eficientes a operações de menor porte, inadequadas para grandes contact centers, entre outros serviços. Agora, introduzindo mais recursos e maior aporte tecnológico, poderão surgir novos produtos, dentro do mesmo espirito inovador e da capacidade de execução a qual sempre nos diferenciou”.

Para 2016, a TL2M planeja um crescimento da ordem de 30% em negócios realizados pela Quaddra, que agora poderá contar com a sinergia do grupo através dos serviços das outras marcas. Tanto os acionistas do grupo quando os diretores da Quaddra declaram estar confiantes na solidez de seus planos para a empresa, mesmo em um ano de previsões pessimistas. “Tanto é, que estamos mudando nossa sede para um endereço que terá capacidade para dobrarmos de tamanho. Definitivamente, nós decidimos não participar da crise”, brinca Alessandro, da Quaddra. Pamella Cajano  Leia mais em Agência IN 17/11/2015

28 novembro 2015



Cone vira sócia do grupo americano Blackstone

Empresa pernambucana vendeu parte da carteira de galpões logísticas para o megafundo de investimetnos

Negócios estratégicos e promissores precisando de capital estão no alvo do grupo norte-americano Blackstone, que agora é sócio da pernambucana Cone. Especializada em condomínios logísticos e com clientes como Grupo Pão de Açúcar (GPA) e Fedex, a Cone formou uma joint-venture com a Blackstone na gestão de metade dos galpões em operação no Complexo Industrial Portuário de Suape, que representam 331 mil metros quadrados de área construída. Além dessa venda de participação à Blackstone, a Cone também será um novo canal do grupo estrangeiro para aquisições no Brasil.

Em seu primeiro avanço sobre o Nordeste do País, a Blackstone agora é sócia majoritária em 13 ativos de galpões logísticos da Cone. Esses empreendimentos já funcionam com grandes clientes e englobam ainda 1,1 milhão de m² de área de expansão. A Cone continua sozinha em outros investimentos, como os de Aratu, na Bahia, e do segundo parque de fornecedores da Jeep, em Goiana (Zona da Mata Norte do Estado), ambos entrando em atividade no próximo ano.

No entanto, como destacou o diretor executivo da Cone, Marcos Roberto Moura Dubeux, a operação da joint-venture inicia uma via para que os pernambucanos viabilizem outros negócios além da construção dos condomínios logísticos; e passem também a adquirir outras empresas.

Marcos Roberto não revelou valores do negócio. Contudo, a transação com a Cone ocorre poucos meses depois de a Blackstone comprar, por R$ 1,065 bilhão, 10 ativos da BR Properties, empresa brasileira de investimento em imóveis comerciais com ações em bolsa (o que obriga que os detalhes da aquisição sejam públicos).

Outro indicativo da cifra bilionária é o apetite declarado que a Blackstone – assim como outros grandes players do segmento, como Brookfield Property e Global Logistic Properties – tem pelo Brasil. Em matéria publicada em julho na Bloomblerg, o diretor-executivo da unidade imobiliária da Blackstone, David Roth, disse que o “há muito sofrimento psicológico no Brasil” e “definitivamente é um mercado de expansão em que queremos estar mais envolvidos”. O recém-aberto escritório da Blackstone em São Paulo deve ser responsável por cerca de 10% da meta global de aplicar US$ 15 bilhões (R$ 57,75 bilhões) somente na área de imóveis.

Analista da Finacap consultado pelo JC, Luiz Fernando Araújo pontua que a Blackstone é o segundo maior fundo de private equity dos EUA e um dos maiores do mundo. “Entrando no Cone é perspectiva de disponibilidade imediata de recursos. E o Cone é basicamente um negócio de capital intensivo: montar galpão de logística para arrendar”, comenta.

De acordo com Marcos Roberto, pelo menos desde 2012 a operação estava sendo desenhada. Segundo ele, durante todo o ano passado, a companhia passou por uma intensa rotina de avaliações, elaborações de contratos e todos os outros dispositivos que assegurassem que a Cone não tinha quaisquer pendências financeiras, judiciais ou administrativas. “Crescemos muito nos últimos cinco anos oferecendo soluções importantes para os clientes, que se ressaltam em ambientes de crise, reduzindo custos em diversas frentes”, destaca Marcos Roberto.

Ele garante que a Cone registra vacância de apenas 3% nos cerca de 600 mil m² de galpões. Percentual bem abaixo das médias de Pernambuco (17%) e do Brasil (19%), conforme relatório recente da Cushman & Wakefield, que também indica que as condições econômicas adversas tendem a pressionar os preços e favorecer os inquilinos em médio prazo. “Não estamos aumentando oferta, mas em busca de demanda e com uma abordagem mais profunda em corte de custos para os clientes”, diz Marcos Roberto. A Cone faturou R$ 50 milhões no ano passado e gere R$ 2 bilhões em ativos.

CRISE - Se por um lado a entrada de dinheiro num contexto recessivo é uma exceção a ser comemorada, por outro é esse cenário que atrai a chegada de capital estrangeiro. “Com o câmbio desvalorizado, esse dinheiro que comprava ‘x’ empresas no Brasil, agora compra ‘3x’. E isso é uma das coisas que vai fazer o País se recuperar da crise”, avalia Luiz Fernando Araújo. O Ele analisa que, apesar do pessimismo, os ativos brasileiros ficaram baratos. “A indústria vai exportar novamente. É a pior forma, mas vai funcionar. É o que nos difere da Grécia: quando queria sair da crise, não podia desvalorizar sua moeda (por causa do euro), como nós. Ficamos mais pobres, mas é forma de sair da recessão.” Emídia Felipe  Leia mais em jconline.ne 28/11/2015



Abengoa pode ter de vender ativos no Brasil

Espanhola tem negociado com credores para resolver situação, mas poderá pedir falência se não alcançar um acordo em quatro meses. No País, o grupo tem 3,3 mil km de linhas de transmissão

A crise na espanhola Abengoa, que se aproxima cada vez mais da necessidade de pedir uma recuperação judicial, pode obrigar a empresa a vender seus ativos de transmissão no Brasil, mas não deve interferir na operação das linhas, acreditam es... Leia mais em dci 27/11/2015



Sem dinheiro, Contax renegocia dívidas

A Contax, maior empresa de call center do país, ficou sem dinheiro para pagar suas dívidas, que somam 1,5 bilhão de reais. Ao perceber que não teria como honrar debêntures que vencem em dezembro e fevereiro, a empresa iniciou uma ampla renegociação com seus credores para tentar alongar as dívidas.

A conclusão do plano depende da venda de uma de suas subsidiárias, a Allus, que atua em outros países da América Latina e poderia valer, nas contas de analistas, 800 milhões de reais. O objetivo é usar 350 milhões de reais para reforçar o caixa e o restante para pagar os credores.

A Contax vem sofrendo com a crise econômica. Cerca de 30% de sua capacidade de atendimento está ociosa, enquanto a média do setor é inferior a 15%. Apenas neste ano, a ação da empresa caiu 90% e vale 1 real. Em nota, a companhia informou que procura “obter consenso” com os credores para alongar seu endividamento e adequá-lo às suas “perspectivas operacionais”.  Giuliana Napolitano Leia mais em  primeirolugaronline.exame  24/11/2015 



Cosan e Shell não têm planos de alterar estrutura da Raízen, diz Ometto

O grupo brasileiro de energia e transporte Cosan SA Industria e Comercio e a gigante do petróleo Royal Dutch Shell não têm planos de modificar a atual estrutura societária da joint venture brasileira Raízen, a maior processadora global de cana, disse nesta quinta-feira o presidente do conselho da Cosan Rubens Ometto.

Questionado pela Reuters sobre uma reportagem da mídia local que dizia que a Shell iria exercer uma opção contratual de comprar a parte da Cosan na Raízen, Ometto disse que a informação é infundada.

O jornal brasileiro voltado para economia Valor Econômico disse no início desta semana que algumas mudanças no grupo de gestão da Raízen haviam sido feitas nos últimos dias em preparação para que a Shell assumisse o controle total da joint venture 50/50 formada em 2011.

A Raízen une as operações de açúcar e etanol da Cosan e o negócio de distribuição de combustíveis da Shell no Brasil.

"Nós estamos muito felizes, a Shell está muito feliz, é uma parceira fantástica. (A estrutura) deve continuar da maneira como está", disse Ometto, o homem por trás de uma série de aquisições na última década que transformou a Cosan em líder em açúcar, biocombustíveis, logística e distribuição de gás.

Além dos 50 por cento de ações da Raízen, a Cosan controla a Companhia de Gás de São Paulo Comgás, maior distribuidora de gás natural canalizado do Brasil, e a Rumo Logística Operadora Multimodal SA, uma das maiores companhias ferroviárias da América Latina.

De acordo com Ometto, a Cosan e a Shell estão trabalhando em mudanças no contrato original da joint venture, para modificar as cláusulas de aquisição.

"A opção contratual de a Shell ficar com o negócio todo está sendo desfeita", ele disse.

"Quando você casa com uma pessoa você precisa ter um way-out. Isso foi previsto no contrato original. Mas agora já nos conhecemos, nos damos bem, então aquelas cláusulas de proteção para os dois lados não são mais necessárias", disse.

Ometto afirmou que as mudanças na gestão da Raízen são naturais e continuarão a acontecer quando necessárias, mas não têm relação com eventuais questões societárias.

O diretor de operações da Raízen, Pedro Mizutani, deixou o cargo na companhia recentemente para assumir outra função.

Ometto disse que Mizutani assumiria uma posição mais estratégica na companhia, por causa de seu amplo conhecimento do setor de açúcar e etanol no Brasil.

Procurada pela Reuters, uma porta-voz da Shell afirmou que a empresa "não comenta especulações de mercado". (Por Marcelo Teixeira) Reuters Leia mais em Uol 26/11/2015



Problemas no primeiro investimento do KKR no Brasil

Há um ano e meio, o fundo americano KKR comprou, por 1,5 bilhão de reais, a fornecedora de serviços de TI Aceco. Foi um negócio celebrado. Afinal, era a primeira aquisição no Brasil do mais tradicional fundo de private equity do mundo — seus executivos disseram ter analisado mais de 100 negócios até chegar a ele.

Esse capricho, no entanto, não serviu para muita coisa. O real desvalorizou 70% desde o anúncio da transação, um pesadelo para fundos que precisam dar retorno em dólares.

A crise, naturalmente, também está atrapalhando a Aceco, que deu prejuízo de 26 milhões de reais no ano passado. Para complicar ainda mais, o KKR endividou a Aceco para financiar a aquisição, e ficou difícil pagar. Hoje, tenta renegociar uma dívida de 500 milhões de reais com o banco Bradesco. Procurada, a empresa não comentou. Tiago Lethbridge Leia mais em primeirolugaronline  24/11/2015