16 setembro 2020

Ministério da Economia publica lista de setores mais afetados pela pandemia; veja ranking

O governo publicou nesta terça-feira (15) no Diário Oficial da União, a lista dos setores da economia mais impactados pela pandemia de coronavírus.

As atividades artísticas e de transporte aéreo lideram o ranking de atividades mais prejudicadas, seguidas por transporte ferroviário e metroferroviário de passageiros. Na sequência, aparecem os serviços de alojamento e de alimentação.

Segundo a portaria, assinada pelo Secretário Especial de Produtividade, Emprego e Competitividade do Ministério da Economia, Carlos Alexandre da Costa, a lista “é destinada a orientar as agências financeiras oficiais de fomento, inclusive setoriais e regionais, acerca dos setores mais impactados pela crise ocasionada pelo Covid-19”.

O ministério informou, em nota, que a lista visa auxiliar as agências no atendimento ao Programa Emergencial de Acesso a Crédito na modalidade de garantia (Peac-FGI), por meio da disponibilização de garantias via Fundo Garantidor para Investimentos (FGI).

O programa criou um programa de crédito com linhas para microempreendedores individuais (MEIs), micro, pequenas e médias empresas.

Confira o ranking das 34 atividades mais afetadas:

1. atividades artísticas, criativas e de espetáculos

2. transporte aéreo

3. transporte ferroviário e metroferroviário de passageiros

4. transporte interestadual e intermunicipal de passageiros

5. transporte público urbano

6. serviços de alojamento

7. serviços de alimentação

8. fabricação de veículos automotores, reboques e carrocerias

9. fabricação de calçados e de artefatos de couro

10. comércio de veículos, peças e motocicletas

11. tecidos, artigos de armarinho, vestuário e calçados

12. edição e edição integrada à impressão

13. combustíveis e lubrificantes

14. fabricação de outros equipamentos de transporte, exceto veículos automotores

15. extração de petróleo e gás, inclusive as atividades de apoio

16. confecção de artefatos do vestuário e acessórios

17. comércio de artigos usados

18. energia elétrica, gás natural e outras utilidades

19. fabricação de produtos têxteis

20. educação privada

21. organizações associativas e outros serviços pessoais

22. fabricação de coque, de produtos derivados do petróleo e de biocombustíveis

23. impressão e reprodução de gravações

24. telecomunicações

25. aluguéis não-imobiliários e gestão de ativos de propriedade intelectual

26. metalurgia

27. transporte de cargas (exceto ferrovias)

28. fabricação de produtos de borracha e de material plástico

29. fabricação de máquinas e equipamentos, instalações e manutenções

30. atividades de televisão, rádio, cinema e gravação/edição de som e imagem

31. saúde privada

32. fabricação de celulose, papel e produtos de papel

33. fabricação de móveis e de produtos de indústrias diversas

34. comércio de outros produtos em lojas especializadas

Os dados do IBGE mostram que a atividades mais prejudicadas foram as direcionadas às famílias e que demandam maior mobilidade e contato físico, como as relacionadas a serviços, lazer, eventos e turismo, cuja demanda continua sendo afetada por restrições sanitárias ou medo de contaminação. Fonte: “G1”, Leia mais em institutomillenium 15/09/2020



16 setembro 2020



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