30 março 2011

VTEX compra WX7 por cerca de R$ 5 milhões

VTEX consolida posição estratégica no mercado de comércio eletrônico com aquisição da empresa WX7 e planeja crescer 120% este ano

Com a experiência da WX7, em gestão de projetos e o foco no atendimento ao cliente, a VTEX se estrutura para atender a enorme demanda por soluções de comércio eletrônico dos próximos anos. O objetivo da VTEX com a aquisição é unir tecnologia de ponta em soluções para e-commerce com a capacidade de entrega e atendimento, trazendo projetos 360º para os varejistas de todos os portes.

O valor da transação foi de aproximadamente R$ 5 milhões e a expectativa da VTEX é se consolidar como a maior empresa de e-commerce da América Latina.

Para Mariano De Faria, vice - presidente da VTEX, a aquisição marca um novo momento para a empresa. “Nosso desafio é prover uma solução “world class” a preços acessíveis a todos os tamanhos de varejistas, em um modelo que garanta a inovação continuada: uma nova versão a cada 60 dias é o compromisso público da VTEX”, explica.

Pela iniciativa, os sócios da WX7, Alexandre Soncini e Rafael Forte, passam a atuar respectivamente na Diretoria de Vendas e Marketing e na Diretoria de Serviços, além de tornarem-se sócios minoritários da VTEX.

A VTEX passa a contar com 80 funcionários e a WX7 migra seu ambiente para o novo escritório da VTEX em São Paulo, na Vila Olímpia. A equipe técnica será absorvida pelo escritório matriz da VTEX no Rio de Janeiro.

Para Alexandre Soncini, Diretor de Vendas e Marketing da VTEX, a união tem foco total no crescimento e a meta de se tornar a maior empresa de tecnologia para e-commerce da América Latina. “Vamos estabelecer uma relação onde uma equipe completa a outra: o foco em excelência no atendimento e gestão de projetos da WX7 unido a tecnologia de ponta e expertise no mercado corporativo da VTEX”, completa Soncini.

Mariano indica que este pode ser o início de um movimento de amadurecimento e consolidação do setor de fornecedores do comércio eletrônico. “O mercado de comércio eletrônico vai crescer estavelmente a taxas superiores a 40% ao ano nos próximos anos e para acompanhar a demanda é natural a consolidação do mercado fornecedor”.

29/03/2011 Nicole Barros - Info & Ti

30 março 2011



Grupo Linx anuncia aquisição de empresa gaúcha de software

A holding comprou sete empresas em três anos, investindo um total de 130 milhões em crescimento inorgânico.

O Grupo Linx, do segmento de soluções de gestão para o varejo, comprou a companhia gaúcha de software CustomBS, com atuação no mesmo segmento. A aquisição tem o objetivo de ampliar a participação do Grupo Linx no sul do Brasil e acrescentar sistemas de vendas a crédito e gestão de estoques no portfólio.

A aquisição é a sétima desde 2008, quando iniciou o processo com a compra da Quadrant. Em seguida, aconteceram as aquisições da Formata, CSI, Inter Commerce, Dia System e CNP. No total, a companhia investiu 130 milhões de reais nesse processo de expansão inorgânica.

Com a composição atual, a organização espera faturar 200 milhões de reais em 2011. Até 2014, planeja realizar seu IPO (oferta pública de ações) para abertura do capital na Bovespa.
Computerworld 29/3/2011



GP compra 56% de empresa de rastreamento por R$ 168 milhões

A GP Investments anunciou hoje a compra de 56% da Sascar Tecnologia e Segurança Automotiva por R$ 168 milhões. Com essa participação, a empresa de "private equity" passa a deter o controle da companhia do setor de rastreamento e monitoramento de veículos no Brasil. O investimento será realizado pelo fundo GP Capital Partners V.

Fundada há 11 anos, a Sascar oferece soluções de monitoramento em tempo real para localização e recuperação de veículos, e também gestão logística de frotas. A companhia usa sistemas com tecnologias GSM e GPS para rastrear e monitorar veículos. Atualmente, a Sascar possui uma base de 180 mil veículos monitorados.

"Para a GP Investments, esta aquisição representa uma oportunidade única para entrar no dinâmico e promissor mercado de rastreamento e monitoramento de veículos. Atualmente, veículos monitorados representam menos de 5% da frota brasileira, indicando potencial para crescimento futuro", afirma a empresa em comunicado ao mercado.
"Além disso, a frota total também tem crescido muito, com o registro de novos veículos batendo recordes anuais por quatro anos consecutivos, tendo atingido 3,5 milhões em 2010."
(Téo Takar Valor 23/03/2011)



Grupo de empresas de TI é lançado no interior de SP

A S2 IT, empresa de desenvolvimento de software e administração de banco de dados com sede em Ribeirão Preto e Araraquara (SP), criou a holding S2 Group, para gerir mais três empresas de TI. O grupo nasce com 350 clientes em todo o Brasil, 80 colaboradores e uma expectativa de crescimento da ordem de 60% até o final deste ano.

“Após dois anos de atuação no mercado com a S2 IT, identificamos uma grande demanda por serviços de TI não oferecidos pela empresa até então. Começamos a pensar em como oferecê-los com a mesma qualidade que nos diferencia da concorrência e chegamos à conclusão que a melhor solução seria criar novas empresas especialistas. Assim estruturamos a S2 Business, S2 Labs e S2 Outsourcing, que junto com a S2 IT compõem o mix de empresas da S2 Group”, conta João Henrique Ferreira Barbosa, sócio-diretor da holding. Tiinside 21 de março de 2011



Visando expandir-se Heinz fica com 80% da Quero

A Heinz, fabricante americana conhecida por seu catchup, acertou a aquisição de 80% da brasileira Coniexpress S.A. Indústrias Alimentícias (Quero Alimentos), por um valor não revelado. "A compra da atividade Quero acelera o crescimento da Heinz na Amérca Latina e dá à empresa o primeiro grande negócio no Brasil", destacou em nota.

"O Brasil está em nossa lista de prioridade há algum tempo porque gera cerca de 45% do Produto Interno Bruto (PIB) da América Latina e é uma das economias com crescimento mais rápido no mundo. É um mercado com crescimento econômico atraente, um grande número de consumidores da classe média e forte potencial de expansão", disse o executivo-chefe da Heinz, William Johnson.

Com a Quero, a Heinz vai estar mais bem posicionada nos mercados emergentes do Brasil, Rússia, Índia e China assim como na Indonésia. "Esperamos que a operação Quero quase dobre as vendas da Heinz na América Latina no primeiro ano completo", sustentou Johnson.

Matéria do Valor reportou que a Heinz deve ter desembolsado R$ 1,2 bilhão pela Quero Alimentos, conforme fontes ligadas ao negócio. Esses mesmos informantes disseram que, do montante total, R$ 200 milhões ficariam como caução, por cinco anos, para eventuais ações trabalhistas e tributárias. No trimestre terminado em 26 de janeiro de 2011, a Heinz registrou vendas de US$ 2,722 bilhões, contra US$ 2,681 bilhões nos três meses até 27 de janeiro de 2010. O lucro operacional foi de US$ 436,510 milhões para US$ 438,398 bilhões. O lucro líquido subiu de US$ 231,149 milhões para US$ 276,527 milhões. (Juliana Cardoso Valor 03/03/2011 )



14 fevereiro 2011

Fusões e Aquisições entre empresas de Serviços de TI e BPO

O mercado brasileiro de Serviços de TI e BPO – Business Process Outsourcing tem recentemente demonstrado movimentos estratégicos relevantes com significativas mudanças entre os players, nacionais e internacionais, em função das operações de fusões e aquisições realizadas.

E as perspectivas sinalizam outras operações de M&A em andamento, com profundas alterações no tabuleiro empresarial deste segmento, não só em decorrência do processo de consolidação, como também pelas promissoras taxas de crescimento esperadas para o setor para os próximos anos.

No Brasil, as operações mais expressivas realizadas nesta área nos últimos meses incluem, dentre outras:
• o Fundo de Private Equity APAX com investimento que pode chegar a R$ 1,6 bilhão por 100% da TIVIT, tendo o múltiplo EV/R (Enterprise Value/Revenue) estimado em 1,7x;
• a transação da CAPGEMINI - maior grupo europeu de tecnologia da informação, com um investimento de R$ 517 milhões (€ 233 milhões) na aquisição de 55% da CPM BRAXIS, tendo o múltiplo estimado EV/R em 1,0x;
• a aquisição pela STEFANINI de 100% da empresa americana TECHTEAM GLOBAL, por US$ 93,4 milhões, com o múltiplo estimado EV/R em 1,26x;

Nos últimos 4 meses, foram efetivadas relevantes transações de M&A entre empresas de Serviços de TI e BPO no mercado internacional, conforme demonstra o quadro abaixo, elaborado pela Generation Technology and Digital Media Investment Banking.

14 fevereiro 2011



10 janeiro 2011

TI lidera fusões e aquisições

A alta procura supervaloriza as empresas nacionais.

Em 2010 o setor de TI avançou ainda mais na direção da consolidação das suas empresas por meio de fusões e aquisições e poderá, até o final do ano, atingir um recorde histórico. Segundo dados da KPMG, entre janeiro e setembro de 2010 foram realizados 72 negócios na área. Mas o último trimestre ainda tem potencial.

“Podemos ficar próximos de cem fusões e aquisições. Será a maior lista da história”, aposta Ruy Moura, presidente da Acquisitions Consultoria Empresarial.
Segundo a pesquisa da KPMG, em 2010 os negócios envolvendo organizações brasileiras comprando companhias de capital nacional foram superiores aos envolvendo multinacionais e empresas locais. Entre janeiro e setembro deste ano, em 39 das 72 operações realizadas, as compradoras foram empresas nacionais. Isto vem ocorrendo desde 2008, quando eclodiu a crise internacional que afetou seriamente as economias mais desenvolvidas. A pesquisa também inclui neste número a aquisição de ativos de companhias estrangeiras no exterior por empresas locais.

A TI tem liderado o número de aquisições e fusões na economia brasileira nos últimos anos e, segundo os especialistas, o movimento deve continuar nos próximos anos. Um dos aceleradores dessa tendência são as perspectivas de expansão da economia e seus impactos sobre a área de tecnologia. Para Ruy Moura, os investidores apostam no Brasil interessados no potencial de crescimento do mercado interno de TI.

O perfil do setor, em que a expansão via aquisições é recurso para crescer ou enfrentar a concorrência, também colabora para o crescimento dos negócios. Na busca pela liderança e para ter massa crítica para competir, as empresas têm apostado em aquisições que diversifiquem o portfólio de produtos, e proporcionem acesso a outras regiões do País, onde não atuam, ou que permitam entrar em segmentos complementares aos serviços oferecidos.
Luís Motta, sócio da KPMG e responsável pela área de pesquisa, acrescenta que a dinâmica do setor favorece as operações de aquisições ou fusões. “É uma característica da TI, ao contrário de outros setores, a facilidade de entrada de novas empresas. As de pequeno porte acabam sendo alvos de companhias maiores do setor de TI ou fundos private equity ou venture equity. Os investidores optam por aquelas empresas que têm potencial”, explica.

Ruy Moura, da Acquisitons, destaca que há muitos fundos de investimento de olho no setor. “Um exemplo importante é a compra da Tivit (empresa de outsourcing de TI e processos de negócio), pelo fundo de private equity Apax Partners, por 874 milhões de reais, uma das maiores operações do setor.”

Para o presidente da Acquisitions, entre as áreas que devem ter um número maior de negócios estão BPO, ERP, outsourcing de impressão, data center, cloud computing, comércio eletrônico, infraestrutura e segurança.
O executivo da KPMG concorda que o ambiente de otimismo em relação ao futuro da economia brasileira potencializa a lógica da indústria, que é voltada para aquisições. “Se há um mercado com perspectiva de crescimento, como o Brasil, sempre haverá investimentos, inclusive para aquisições”, diz, acrescentando que no setor de software o apetite por aquisições é maior do que na área de hardware.

Invasão estrangeira em 2011
Para Motta, há sinais que está ocorrendo uma mudança no perfil dos compradores. “Neste ano, a partir do segundo trimestre, os estrangeiros voltaram com mais força e 2011 deve consolidar a tendência.” Um exemplo é a compra de 55% da CPM Braxis pela gigante mundial de serviços de TI, Capgemini, em setembro. O acordo envolveu o pagamento de 517 milhões de reais. Maior empresa brasileira de serviços de TI, a CPM Braxis atende, principalmente, clientes nas áreas de finanças, Telecom, manufatura e utilities. Outro exemplo é a compra, também em setembro, de uma parcela da Locaweb pelo grupo de private equity Silver Lake, empresa de participações com investimentos em empresas como Skype, Nasdaq OMX e Avaya.

Uma multinacional que apresenta apetite para aquisições é o grupo chileno Sonda IT. Em 2010, foram três negócios. Em abril, comprou a Telsinc, empresa de integração de soluções, por 66 milhões de reais, e a Soft Team, subsidiária da Totvs que atua com soluções de software para as áreas fiscal, tributária e de auditoria, por 15 milhões de reais. E, em junho, anunciou a incorporação da integradora Kaizen, por 12 milhões de reais.
O mercado brasileiro tem sido um dos motores da internacionalização da Sonda, que neste ano também anunciou aquisições na Argentina e no México. A empresa está no Brasil desde 2006, quando comprou a brasileira Procwork e passou a adotar o nome local de Sonda Procwork. O presidente do Conselho de Administração do Grupo Sonda IT no Brasil, Luiz Carlos Utrera Felippe, explica que as aquisições realizadas em 2010 tiveram o objetivo de dar um perfi l à subsidiária brasileira semelhante ao da matriz chilena. “A ideia era nos tornarmos um grande provedor, como no Chile. Um outsourcing completo.”
Felippe informa que a companhia tem a meta de continuar comprando no Brasil e na América Latina. “Temos caixa disponível para investimentos e aquisições. Estamos avaliando empresas, mas o problema é o preço”. Segundo o executivo, por conta do grande interesse, os valores estão de 20% a 40% acima do valor de mercado justo das empresas.
Para Fellipe os mercados com grande potencial para crescer no País e, que podem despertar maior interesse por negócios são os voltados para virtualização, data center, Telecom e vídeo.

Brasileiras continuam no jogo
Entre as brasileiras, a desenvolvedora de softwares Totvs é, certamente, uma das companhias mais ativas em relação à estratégia de crescer via aquisições. Desde 2006, já realizou 42 negócios. Em 2010, até novembro, foram nove aquisições, entre as quais a SRC, comprada por 43 milhões de reais em agosto. A SRC detinha uma série de franquias de desenvolvimento de softwares ligada à marca “Datasul”, adquirida pela Totvs em 2008. A Totvs também apostou em empresas de canais de distribuição e de software para televisão digital em 2010.
Para o vice-presidente executivo e financeiro da Totvs, José Rogério Luiz, a Totvs quer companhias que tragam “novas habilidades”. “O objetivo é agregar capacidade que a Totvs não tem. Pode ser o conhecimento de um novo produto, ampliar a atuação geográfica ou ter um novo segmento de atuação”, explica.
Segundo Luiz, a estratégia de crescer via aquisições não vai mudar. “A empresa continua acreditando que não tem tudo o que gostaria de ter. A Totvs está sempre analisando, em média, seis operações ao mesmo tempo.” Luiz não revelou quais segmentos são alvos da Totvs para 2011. Segundo ele, saúde e educação estão entre os segmentos consumidores de software com melhores perspectivas de expansão nos próximos anos, assim como os negócios relacionados à cloud computing. Embora a organização já tenha ativos nessas áreas, as projeções podem ser um indicador das áreas das futuras incorporações da empresa. Vale lembrar que a política de incorporações da Totvs tem o fôlego do capital gerado pela oferta pública inicial de ações (IPO, em inglês) realizada em 2006.
Várias empresas de TI já manifestaram a intenção de fazer um IPO. A conjuntura internacional é desfavorável desde 2008, mas os analistas apostam num cenário favorável em breve, abrindo perspectivas para novas operações na BM&FBovespa, o que irá acelerar o processo de consolidação do setor de TI.
Entre as prováveis candidatas a realizar IPO e liderar o processo de aquisições no País está a integradora brasileira BBKO Consulting. No início de 2010, a empresa comprou a SYSone, fornecedora de serviços baseados em plataforma SAP e que possui também uma fábrica de software .Net e Java. Na ocasião, o presidente da companhia, Marcos Peano, revelou os projetos: “Estamos buscando um aporte de capital que, se concretizado, vai permitir comprar empresas avaliadas entre 30 milhões e 40 milhões de reais. Tudo isso faz parte de um plano de, até 2013, atingir um faturamento de 450 milhões de reais e realizar oferta pública de ações (IPO)”.
Ao ser entrevistado para esta edição de COMPUTERWORLD, Peano reafirmou os planos da companhia. Segundo ele, a BBKO já se prepara para implementar uma estrutura de governança, pré-requisito para se inscrever para um IPO. “A empresa continua buscando oportunidades de aquisições. Isto é fundamental pois o crescimento orgânico não sustenta.”
Para Peano, o segmento de prestadores de serviço de SAP ainda está em consolidação e, até o fi nal de 2012, o número de competidores deverá diminuir fortemente. “Haverá um movimento de consolidação, que poderá ser liderado por nacionais ou estrangeiras. A atual lista de parceiros ofi ciais SAP, que é de 50 empresas, deverá ser reduzida para menos de 20”, avalia. Para o presidente da BBKO, o momento é ideal para aquisições e fusões e a BBKO não quer ser coadjuvante. “Atualmente, não há grandes corporações brasileiras no setor. Para mim, é uma oportunidade. O mercado comporta empresas nacionais de grande porte com faturamento acima de 1 bilhão de reais e quero ser uma delas”, conclui.

Matéria publicada na COMPUTERWORLD em 04 de janeiro de 2011, por Lucas Callegari

http://computerworld.uol.com.br/negocios/2011/01/04/ti-lidera-fusoes-e-aquisicoes/

10 janeiro 2011



25 dezembro 2010

Campeões de M&A em TI, em 2010.

Em termos de fusões & aquisições em 2010, na área de TI, o destaque ficou para Google, que comprou cerca de 40 empresas. A IBM, deve ficar em 2º lugar, seguida da HP, ORACLE.
O Facebook anunciou que vai dobrar o ritmo de aquisições para 2011 e espera comprar 15 empresas. O objetivo da maor rede social do mundo com as novas aquisições é absorver novas ideias e tecnologias.

No Brasil, 2010 deve encerrar com pouco mais de 90 operações de M&A. Entre as principais responsáveis pelo maior número de transações destacam-se a Totvs, Sonda e Stefanini. Em termos de volume de recursos, cabe destacar as operações da Apax comprando a Tivit, a CapGemini adquirindo a CPMBraxis e a Uol comprando a Diveo.

Para 2011 o movimento de consolidação continuará forte e o setor de tecnologia da Informação deverá superar mais de 100 transações.

25 dezembro 2010



Hypermarcas, Dasa e Fleury estão entre as maiores compradoras seriais no Brasil.

Somente em 2010 a Hypermarcas desembolsou cerca de R$ 4,0 bilhões para a aquisição de empresas.
Foram 22 aquisições desde 2008, quando iniciou como compradora serial (serial buyer) até se tornar a maior empresa farmacêutica nacional. Em cerca de 9 anos de operação contabiliza mais de 30 aquisições.

O mercado de análises clínicas também está aquecido com dois compradoras seriais. Fleury e Dasa.
Grupo Fleury já fez 25 aquisições nos últimos nove anos. Neste mês de dezembro comprou o Labs D’Or por 1,04 bilhão de reais. A aquisição permitirá ao Fleury elevar sua fatia de mercado dos atuais 6% para 10%.
A Diagnósticos da América SA, Dasa, quer aumentar sua participação no mercado e melhorar a rentabilidade por meio de aquisições. A companhia anunciou a aquisição da MD1, que controla quatro bandeiras de laboratórios. A Dasa avaliou a MD1 em R$ 1,98 bilhão. Com essa transação, a empresa passa a deter 11 por cento do mercado de medicina diagnóstica. E continua comprando.



Fusões & Aquisições & IPO no Brasil, em 2010

O número de operações de Fusões e Aquisições no País em 2010 já superou o recorde de 699 transações verificado em 2009. Este ano, já foram realizadas 707 operações, contra 454 no ano de 2009, o que representa um crescimento de 56%.

E o apetite das empresas estrangeiras por aquisições no Brasil foi determinante.

Na análise setorial acumulada do ano em relação ao número de transações, segundo a KPMG, destacam-se os segmentos de Tecnologia da Informação, Alimentos Bebidas e Fumo, Real Estate, Energia e Óleo & Gás, com 85, 41, 38, 35 e 33, respectivamente.

Por sua vez o número de aberturas de capital em 2010 – no total de 11 - será superior ao registrado em 2009 (quando houve seis IPOs), o País ainda está atrás de mercados mais expressivos. A Ernst & Young acredita na possibilidade de mais de 30 operações de abertura de capital no Brasil em 2011. O total de 64 operações de 2007 não deve se repetir.



18 julho 2010

Fusões e aquisições crescem 55% no 1º sem/2010

De acordo com a matéria publicada hoje no jornal Folha de SP,o número de operações de fusões e aquisições que deram entrada para análise nos órgãos de defesa da concorrência brasileiros cresceu 55% no primeiro semestre.
Segundo os dados do Sistema Brasileiro de Defesa da Concorrência, foram apresentadas 326 operações nos primeiros seis meses do ano.
O que motivou o aumento foram o reaquecimento da economia brasileira e a liquidez internacional.
"Os preços de algumas empresas cotadas em Bolsa, que estão mais baixos que em 2007, e o aumento da concorrência, que leva as companhias brasileiras a se posicionarem melhor, motivaram o crescimento das operações", afirma Antonio Henrique Silveira, secretário de Acompanhamento Econômico do Ministério da Fazenda.
A expectativa é que o número de operações bata recorde neste ano, atingindo 650 negócios. O recorde anterior era de 2008, quando 618 operações deram entrada.
Os principais setores que tiveram as operações analisadas no semestre foram o da tecnologia da informação, com participação de 30%, o setor elétrico, com 21%, e o sucroalcooleiro, com 15%.
"O setor de TI é relativamente pulverizado. Está em um processo de consolidação cada vez maior", afirma.
Segundo a lei, as operações em que um dos grupos envolvidos tenha faturamento anual no país de R$ 400 milhões ou detenha participação de ao menos 20% do mercado devem ser apresentadas às autoridades.

18 julho 2010



16 julho 2010

Fusões & Aquisicões no Varejo - Magazine Luiza reage.

Foi anunciada hoje a aquisição das Lojas Maia pela Magazine Luiza.
A Lojas Maia estima faturar em 2010, cerca de 700 milhões de reais com sua rede de 140 lojas em nove estados: Alagoas, Bahia, Ceará, Maranhão, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte e Sergipe.

Com este movimento a Magazine Luiza alcança um faturamento projetado de 5,7 bilhões de reais neste ano, tornando-se um dos principais consolidadores do varejo, juntamente com a rede Pão de Açúcar/Ponto Frio/Casas Bahia e a rede Máquina de Vendas formada pela Insinuante e Ricardo Eletro.

16 julho 2010