27 fevereiro 2020

Thyssenkrupp vende divisão de elevadores por US$ 18,7 bilhões

A operação deve ser concluída até o final deste ano

A Thyssenkrupp anunciou nesta quinta-feira a venda de sua divisão de elevadores para um consórcio formado por Advent, Cinven e fundação RAG, em um negócio de 17,2 bilhões de euros (18,7 bilhões de dólares).

A operação deve ser concluída até o final deste ano, afirmou a Thyssenkrupp, que afirmou que vai reinvestir cerca de 1,25 bilhão de euros para assumir uma participação na unidade, que ao preço do acordo será de 7,3%.

O anúncio marca o final da saga envolvendo a maior aquisição na Europa feita por empresas de investimentos desde 2007 e a maior do mundo neste ano.

A divisão de elevadores é de longe a mais lucrativa da Thyssenkrupp. A empresa é a quarta maior fabricante de elevadores do mundo, atrás da norte-americana Otis, da United Technologies, da suíça Schindler e da finlandesa Kone... Leia mais em epocanegocios 27/02/2020


Fique por dentro de tudo que está acontecendo  no mercado de  FUSÕES E AQUISIÇÕES


27 fevereiro 2020



Recém fundada, Trybe levanta R$ 42 milhões

Startup foca em formação de desenvolvedores de software, um ramo para lá de quente.

A Trybe, uma escola de formação em desenvolvimento de software fundada há seis meses, acaba de receber um aporte de R$ 42 milhões liderado pelo fundo Atlantico e composto por outros investidores, entre eles Canary, Global Founders Capital, e.Bricks, Maya e Norte.

A startup já tinha levantado uma rodada de seed capital liderada pelo Canary e com participação de e.Bricks, Maya e Joa (fundo de investimento do apresentador Luciano Huck), somados a pessoas físicas de peso, como Armínio Fraga e Ronaldo Lemos.

A quantidade de capital e a grife dos investidores chama atenção frente ao pouco tempo de mercado de startup e ao número relativamente pequeno de alunos da empresa, que espera chegar a 600 até o final do ano. Qual é o segredo da Trybe então?

A primeira coisa é que a startup é recente, mas liderada por nomes com algum histórico, com cinco sócios que fundaram em 2012 AppProva, outra startup educacional, essa focada em dados e avaliações.

Ela foi vendida para a Somos Educação em 2017, quando já tinha cinco milhões de estudantes na plataforma.

Outra é o mercado. Desenvolvedores de software são um profissional em alta demanda no país. O mercado aquecido é inclusive tema da popular revista de negócios Exame nesta semana.

Já existe uma oferta grande de companhias focando em formação de mão de obra a partir de diversas abordagens. A da Trybe se baseia em alta seletividade, alto investimento e um modelo de financiamento a longo prazo.

A empresa afirma que investe cerca de 3 a 4 vezes mais que ofertas similares para a capacitação de cada pessoa que se forma no curso, que inclui mentorias individuais e uma série de desafios práticos.

Os cursos são também intensivos, com duração de seis horas por dia ao longo de um ano (o ritmo e puxado: segunda a sexta, das 14h às 20h).

Os profissionais são conectados a empresas com vagas, que não pagam à Trybe pelo serviço, o que garante uma oferta grande de oportunidades.

A Trybe teve 4800 inscrições de pessoas interessadas em estudar na turma de janeiro, porém menos de 100 delas foram aprovadas, uma taxa de ingresso similar à de processos seletivos de universidades públicas.

Por último, o estudante não precisa arcar com nenhuma taxa ou mensalidade até conseguir um trabalho que pague no mínimo R$ 3.500 por mês, o salário de entrada no mercado. O modelo de negócio é conhecido nos Estados Unidos como Income Share Agreement, ou ISA.

“Isso nos obriga a oferecer não só as melhores práticas de ensino, como também investir cada vez mais na qualidade e formação do estudante. Afinal, se nossos estudantes não forem bons profissionais, eles não terão sucesso e, consequentemente, nós perdemos com isso”, afirma Matheus Goyas, CEO da Trybe.

Até 2021, a startup, que atualmente tem hubs em Belo Horizonte, São Paulo, Itajubá e Florianópolis, além de operar em mais 12 cidades na modalidade sem hub, projeta alcançar a marca de 3 mil estudantes... Leia mais em baguete 27/02/2020





Fintech de crédito pessoal recebe aporte de R$ 5,5 milhões

O aplicativo ClickCash levantou o montante de 1,2 milhões de euros (R$ 5,5 milhões) em aporte liderado pela austríaca Telor e a estoniana Morcote Holdings, para apostar no lançamento, ao mercado brasileiro, de empréstimos totalmente automatizados, ágeis e desburocratizados, em março.

“Acreditamos que com o crescimento econômico acelerado, o aumento da confiança do consumidor e as novas regulamentações brasileiras para bancos digitais e fintechs, a ClickCash vem oferecer uma alternativa conveniente, com taxas competitivas, em comparação com os empréstimos bancários tradicionais, que são caros por dia de pagamento”, afirma Rene Hirv, fundador e CEO da Morcote Holding.

Para Douglas Murdoch, Country Manager da ClickCash no Brasil, a operação “aposta em um score de crédito próprio que combina inteligência artificial, dados móveis e serviços de informações de crédito tradicionais. E é esse score próprio, em várias camadas, que garante a assertividade da análise e a velocidade da concessão do crédito”, revela.

ClickCash – Como funciona?
O empréstimo é solicitado pelo app da ClickCash e, assim que aprovado, disponibilizado para depósito na conta do cliente.

A aprovação rápida é resultado da inteligência artificial aplicada no sistema, que não depende somente de informações de pagamentos anteriores ou bases de dados antigas para avaliação da capacidade de crédito do consumidor – um diferencial com relação aos demais players do mercado.

O ClickCash cruza até 10 mil pontos de dados por dispositivo e conta com variadas fontes para avaliação do consumidor, que possibilitam a execução de empréstimos altamente assertivos. A plataforma também é uma das primeiras a utilizar dados do Cadastro Positivo, fornecidos pelo SPC/Serasa, para a concessão de crédito.... Leia mais em startupi 27/02/2020



Atraso na oferta de ações da Iguá Saneamento faz Cyan colocar cota à venda

Com o atraso na oferta de ações (IPO, na sigla em inglês) da Iguá Saneamento, o Fundo Cyan, quotista minoritário do Fundo de Investimento em Participações (FIP) Iguá, que possui 67,76% do capital da empresa, decidiu colocar a sua posição indireta, de cerca de 17%, à venda.

O Bradesco BBI, coordenador líder do IPO, foi escolhido para conduzir o processo. A IG4 Capital, gestora e quotista majoritária do FIP Iguá, deverá exercer o seu direito de preferência e comprar a posição. A IG4 e o fundo canadense AIMCo, que juntos atualmente detém aproximadamente 73% do capital da companhia, .. Leia mais em estado 27/02/2020




O big data da Neoway para se tornar referência em big data no Brasil

Companhia, que tem entre seus investidores Temasek, Accel Partners e Monashees, reforça sua base de dados para ampliar leque de serviços e brigar por um mercado de US$ 4,2 bilhões no Brasil

Há dois anos, o Brasil começou a produzir seus primeiros unicórnios. Desde então, as listas de apostas com as próximas startups a romper a barreira da avaliação bilionária no País tornaram-se frequentes. Assim como a inclusão de uma empresa, não tão nova como boa parte de seus pares, nessas relações.

Fundada em 2002, em Florianópolis (SC), a Neoway vem despertando a atenção com a sua plataforma de análise de dados. E, desde 2014, atraiu três rodadas de aportes, que somaram US$ 105 milhões de investidores globais e locais, como Temasek, Accel Partners e Monashees.

Com essas credenciais, a companhia parece seguir o roteiro para alcançar um valor de mercado superior a US$ 1 bilhão. Mas, internamente, esse patamar é visto como apenas uma escala de uma jornada muito mais ambiciosa.

“Nós vamos chegar bem mais longe”, diz Carlos Eduardo Monguilhott, CEO da Neoway. “Queremos dominar esse mercado, de ponta a ponta. E, em cinco anos, ser a maior empresa de analytics do Brasil.”

A missão não será fácil. Por conta de seu amplo portfólio, a Neoway conta com concorrentes em diversos segmentos. Em áreas como fraude e análise de crédito, por exemplo, estão nomes como Boa Vista e Serasa. Outras empresas que atuam com o big data, como a americana SAS, também figuram nessa lista.

....    Duas aquisições feitas em 2019 ajudaram a abrir mais frentes. Com a compra da Sevennova, por US$ 15 milhões, a Neoway desenvolveu uma plataforma de marketing digital, que coleta e cruza dados online e offline. A ideia é refinar a identificação do perfil e o contato das empresas com seus públicos-alvo.

Essa abordagem também passa por recursos que indicam tanto o canal como o momento mais propício para abordar esse cliente em potencial.

Outro novo mercado veio com a compra da LegalLabs, por US$ 26 milhões. A Neoway teve acesso a algoritmos de inteligência artificial. Entre outros recursos, é possível analisar um volume grande de processos similares para prever decisões judiciais e o valor das condenações em um determinado caso.

....   No início de 2019, a Neoway anunciou os planos para uma dupla listagem, na brasileira B3 e na americana Nasdaq.... Leia mais em NeoFeed 26/02/2020



Pediatra saudita acumula fortuna com IPO de US$ 5 bi

Um pediatra saudita agora é um dos médicos mais ricos do mundo. A empresa de assistência médica fundada por ele conseguiu precificar a oferta pública inicial no topo da faixa indicativa.

A participação de 49% de Sulaiman Abdulaziz Al-Habib na empresa homônima vale 8,5 bilhões de riais (US$ 2,3 bilhões), segundo o Índice de Bilionários Bloomberg, com base no preço de venda anunciado de 50 riais por ação. Ele planeja vender 17,4 milhões de ações no IPO, segundo o prospecto. A empresa não respondeu a um pedido de comentário.

A Dr. Sulaiman Al Habib Medical Group é uma das maiores prestadoras de serviços de saúde na Arábia Saudita e opera em hospitais, ambulatórios, farmácias e laboratórios médicos em todo o reino, além de Dubai e Bahrein. O IPO é o primeiro na Arábia Saudita desde que a estatal de petróleo Saudi Aramco levantou quase US$ 30 bilhões em dezembro.

A empresa tenta aproveitar os planos do governo de aumentar a participação do setor privado em assistência médica, como também as tendências demográficas do país. A população da Arábia Saudita é desproporcionalmente jovem e relativamente insalubre. Mais de 30% dos adultos são obesos e 18,5% sofrem de diabetes, segundo estatísticas da Organização Mundial da Saúde.

Al-Habib, de 68 anos, fundou a empresa em 1993, depois de atuar como diretor médico e chefe de pediatria em dois hospitais do governo em Riad. Formado pela Universidade Rei Saud, ele ganhou uma bolsa para estudar pediatria no Royal College of Physicians, no Reino Unido. O médico também investe em imóveis comerciais por meio de uma holding, de acordo com o prospecto.

Poucos médicos estão entre as pessoas mais ricas do mundo. Thomas Frist, cofundador e ex-cirurgião de voo da Força Aérea dos EUA, é o mais rico, com patrimônio líquido de US$ 13,1 bilhões, segundo o índice Bloomberg. Patrick Soon-Shiong, empresário e médico de biotecnologia, tem fortuna de US$ 9,2 bilhões. bloomberg .. Leia mais em yahoo 27/02/2020

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Japonesas Daio e Marubeni compram dona da marca Personal por R$ 2,3 bi

Dona das marcas Personal, Snob e Kiss, Santher era controlada pela família Haidar e passou por restruturação financeira e administrativa em 2018

As japonesas Daio Paper Corporation e Marubeni Corporation fecharam a compra da Santher, uma das mais tradicionais fabricantes de papel higiênico e toalhas absorventes do Brasil, por R$ 2,303 bilhões, sem considerar a dívida da companhia.  Dona das marcas Personal, Snob e Kiss, a Santher era controlada pela família Haidar e passou por restruturação financeira e administrativa em 2018, pressionada pelo elevado endividamento... Leia mais em valoreconomico 27/02/2020





26 fevereiro 2020

Grab recebe aporte de quase US$ 1 bilhão e quer se transformar em super aplicativo

Atualmente, a companhia está avaliada em mais de US$ 14 bilhões

A startup de transportes e entregas de Cingapura Grab recebeu um aporte de US$ 850 milhões e planeja injetar o montante em sistema de pagamentos digitais e serviços financeiros. Desta maneira, a empresa nascente continua sua trajetória em busca de se tornar um dos ‘super aplicativos’ da região. Enquanto isso, continua lutando contra a GoJek, da Indonésia, por participação do mercado.

O maior banco do Japão, o Mitsubishi UFJ Financial Group, investiu mais de US $ 700 milhões, com o restante vindo da TIS, uma empresa japonesa de soluções de TI. O presidente da Grab, Ming Maa, diz que trabalhará com a Mitsubishi e a TIS para co-desenvolver produtos financeiros, segundo o site CNN Business, e fomentará a “inclusão financeira do sudeste da Ásia”.

A batalha da Grab com a GoJek na região ocorre desde quando o aplicativo Uber saiu do Sudeste da Ásia, em 2018. As duas startups expandiram seus negócios para além das caronas para oferecer aos clientes quase tudo o possível pelo aplicativo. Desde entrega de alimentos até serviços financeiros.

Neste segmento, a Grab deu os primeiros passos em 2019, quando iniciou a venda de seguros ao consumidor e operações de crédito aos usuários do app. Atualmente, a companhia está avaliada em mais de US$ 14 bilhões, e domina o mercado em 8 países em que atua, enquanto a GoJek, de US$ 10 bilhões, é líder na Indonésia, aponta a CNN Business... Leia mais em istoedinheiro 26/02/2020

26 fevereiro 2020



Cade aprova negócio envolvendo concessionárias Mercedes-Benz em Pernambuco

O órgão antitruste deu aval para a operação pela qual a Mardisa assumirá os direitos de comercialização de automóveis da marca Mercedes-Benz no Estado

A Superintendência-Geral do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) aprovou a operação pela qual a Mardisa assumirá os direitos de comercialização de automóveis da marca Mercedes-Benz no Estado de Pernambuco, detidos, atualmente, pela Sedan.

A Mardisa integra o grupo Parvi, agente de médio porte de comércio de veículos, com atuação nos Estados do Amazonas, Bahia, Maranhão, Paraíba, Rio Grande do Norte, Roraima, Sergipe e Pernambuco. O grupo Parvi detém os direitos de comercialização, no Pernambuco, das marcas Audi, Lexus e Jaguar Land Rover. .. leia mais em valoreconomico 26/02/2020



Após aporte, Ninsaúde se consolida entre as healthtechs latino-americanas

A startup Ninsaúde, healthtech especializada em tecnologia da informação para o mercado de saúde, vem se consolidando cada vez mais no mercado latinoamericano, comprovando que a matemática do sucesso nos negócios envolve tempo e paciência.

As empresas que mais crescem no setor são também as com maior chance de terem suas atividades encerradas no médio prazo, de acordo com dados do relatório Research2Guidance, referência em digital health market. Segundo o informe, 38% das healthtechs em atividade são novatas e apenas 14% têm experiência acima de sete anos. Os dados demonstram que, apesar de um boom na criação de healthtechs em todo o mundo, se manter no mercado é o grande desafio.

“Por serem novatas, muitas podem não ter força para se sustentarem dentro do mercado”, explica Helton Marinho, CEO da Ninsaúde, que aposta na experiência acumulada como fator decisivo para o sucesso no ramo. No mercado desde 2012, revela que os aportes e contratos, hoje fechados com mais facilidade, estão surgindo depois de um longo trabalho de oito anos de consolidação no mercado de saúde. “Muitas empresas procuram startups para investir e questionam se há conhecimento prévio por parte delas em relação a hospitais, laboratórios, clínicas e tudo que diga respeito à gestão dessa área”, afirma.

Cenário nacional de healthtechs
O Brasil é um dos polos com mais potencial para o crescimento de healthtechs na América Latina, segundo mostra o estudo Distrito HealthTech Report 2019 produzido pelo Distrito Dataminer. Nos últimos cinco anos, explodiu o número de healthtechs no Brasil: de 160, em 2014, chegou-se a 386 em 2019, um aumento de 141%.

É o que também apontam os dados do Crunchbase, plataforma que registra os investimentos em startups no mundo. Considerado o IBGE do mundo tecnológico, o site identificou pelo menos 142 healthtechs na região com potencial de alto crescimento. Deste total, 61 estariam no Brasil, 37 no México, e 21 no Chile.

Em termos de tipo de negócio, as startups focadas na melhoria de gestão e processos em clínicas, hospitais e laboratórios estão na liderança do segmento no Brasil, com 24,2% (92 empresas) das healthtechs mapeadas pelo Distrito. A Ninsaúde é uma das startups que se destacam nesta estatística e espelha essa tendência mundial.

Com um aporte relevante recebido entre 2019 e 2020, a startup de Santa Catarina pretende aumentar o quadro de funcionários, visando uma expansão já a partir dos primeiros meses deste ano. O montante foi concedido pela Elife, uma das empresas que mais se destaca no segmento de consultorias no Brasil, com crescimento médio de 19,76% em período determinado entre os anos de 2016 e 2018.

Oportunidade
Atualmente, a Ninsaúde está com vagas abertas e pretende contratar mais 11 funcionários para a sede em Criciúma até o meio do ano. “O aporte possibilitou este crescimento e pretendemos preencher as vagas em um prazo de seis meses“, conta o CEO da healthtech, desejoso de contar com pessoas jovens e adaptadas ao universo tecnológico para auxílio na área médica. “Estamos preparados para crescer. Tracionar vendas, construir parcerias sólidas e internacionalizar nossos produtos são o nosso foco para os próximos anos.”

Plataforma Apolo e internacionalização
Presente em mais 200 clínicas no Brasil de pequeno porte  — de um a 60 funcionários –, a Ninsaúde é responsável pelo software Apolo, que permite médicos e secretárias a melhorarem e organizarem o atendimento de pacientes por meio do sistema, com soluções para atendimento, agendamento, gerenciamento financeiro e faturamento de guias.

Disponível em 17 estados brasileiros e com tradução para inglês e espanhol, a plataforma Apolo é o serviço pelo qual a Ninsaúde mira o mercado internacional, que já conta com projetos em fase piloto para operação no Peru e Panamá. O treinamento para uso da plataforma não é cobrado e é sempre realizado de forma online todas as quartas e sextas-feiras, às 13h (horário de Brasília).

Processos de faturamento que demandavam 24 horas de trabalho no passado agora podem ser realizados em até 18 minutos por meio do sistema desenvolvido pela Ninsaúde. “Estou confortável para dizer que nosso sistema de gestão aumenta a produtividade de toda equipe ao automatizar processos, substituindo papéis por registros eletrônicos e reduzindo cliques por meio do aprendizado de máquina”, afirma Marinho.

A plataforma não só colabora para um melhor uso do tempo dos usuários, como também permite um atendimento mais rápido e preciso ao paciente e preserva até mesmo a saúde do próprio médico. “Lidamos com profissionais de alto rendimento e que não podem chegar ao local de trabalho e se depararem com trâmites burocráticos para trabalhar”, explica Marinho. “Diversos estudos relacionam, por exemplo, a síndrome de burnout entre médicos com a utilização de sistemas ultrapassados para gestão de pacientes.”

Já para Manuela Correa, CFO da Ninsaúde desde 2016, os dados referentes ao crescimento no número de profissionais na área médica apontam para a necessidade de equipes no setor se tornarem mais competitivas e independentes. “O total de médicos aumentou 665,8% em menos de cinco décadas. A população, nesse mesmo período, aumentou 119,7%. A previsão é de chegarmos 700 mil médicos até 2030”, explica. “É por conta deste cenário, que ainda contempla a grande concentração de profissionais em grandes centros urbanos, que estamos focados em ajudar equipes médicas a se tornarem cada vez mais dinâmicas, eficientes e conectadas aos pacientes.” .. Leia mais em distrito 26/02/2020




CSHG Renda Urbana paga R$ 88 milhões por campus da Yduqs em Salvador

Cotas devem ser impactadas positivamente em R$ 0,09

O Credit Suisse, na qualidade de administrador do CSHG Renda Urbana (HGRU11), informou em nota nesta quarta-feira (26) a compra de campus da Yduqs (YDUQ3) em Salvador, capital da Bahia.

Vinci Instrumentos Financeiros convoca assembleia para aprovar segunda emissão de cotas
De acordo com o comunicado, o fundo imobiliário despendeu R$ 88 milhões pelo imóvel, que possui como locatários lanchonete, livraria e banco também.

O grupo educacional Irep paga aluguéis mensais de aproximadamente R$ 800 mil, o que se traduz em cerca de R$ 0,08 por cota... Leia mais em moneytimes 26/02/2020




IPO da Maple Bear pode estar a caminho com aquisição brasileira

Logo após a divulgação da aquisição da Maple Bear pelo grupo SEB, um IPO já é previsto para acontecer. Dessa forma, a empresa irá realizar sua oferta pública inicial na bolsa de valores e disponibilizará ações no mercado.

Assim, é importante que os investidores estejam atentos quanto a essa aquisição e andamento dessa oferta. Então vamos saber mais sobre o assunto e entender como esse processo será feito e como funcionará.

Maple Bear poderá efetuar IPO
De acordo com o mercado financeiro, o grupo SEB adquiriu cerca de 70% de toda a operação da Maple Bear. A empresa foi fundada a pelo menos 15 anos e tem sua sede no Canadá.

Assim, a mesma atua no setor de franquias de escolas bilíngues e tem um ursinho como mascote. Nesse sentido, são pelo menos 40 ou 50 mil alunos distribuídos em cerca de 20 países.

Além disso, o grupo SEB era um dos franqueados da empresa Maple Bear e conseguiu aumentar suas operações no Brasil. Consequentemente a mesma detém 30 mil alunos no país e tem um total de 145 escolas.

Enquanto que o seu ticket médio fica na faixa dos R$ 2.500,00 com regime de meio período. Por certo, o faturamento aumentou muito chegando aos 27% no ano e o custo médio é de R$ 1,5 milhões.

O fundador da Maple Bear é Rodney Briggs e a metodologia de sua empresa são idênticas a da SEB. Pois, o faturamento chega aos R$ 1,2 bilhões com as seguintes escolas:
Concept
SEB
Pueri Domus
Sistema de ensino de A a Z

Então um IPO poderá ser feito no ano que vem e a meta é alcançar os 300 mil alunos. Nesse sentido, a projeção é de conseguir realizar isso em um período de 5 anos.

Portanto, o IPO da Maple Bear poderá ser feito em breve, logo após a compra efetuada pela empresa SEB... Leia mais em guiadoinvestidor 26/02/2020