23 fevereiro 2015

Samsung compra fabricante de baterias para carros elétricos

A Samsung confirmou nesta segunda-feira, 23, a compra de uma parte da gigante Magna International, multinacional que fornece componentes para diversas fabricantes de automóveis pelo mundo. A parte adquirida pela coreana é especificamente a divisão de baterias para veículos elétricos.

A aquisição será integrada à Samsung SDI, a divisão de produção de componentes do conglomerado. A empresa espera se posicionar estrategicamente para um provável “boom” do mercado de veículos elétricos que se aproxima.

A Samsung já era uma presença de peso neste mercado, no entanto. Recentemente, a coreana havia firmado um acordo com a BMW para fornecer as baterias que serão a fonte de energia dos veículos i3 e i5.

É impossível, no entanto, não comparar o esforço da Samsung com o da Apple. Na última semana ganhou muita força e ficou praticamente confirmado o interesse da maçã em criar seu próprio veículo elétrico, contratando vários engenheiros especializados da A123, outra companhia especializada em baterias para carros elétricos, e até sofrendo um processo por isso.

Quem acompanhou mais de perto os rumores sobre o carro da Apple também deve se lembrar que a Magna International teria sido uma das companhias com as quais a maçã entrou em contato antes de iniciar o projeto.

A compra pela Samsung ressalta uma estratégia que tem dado certo pela coreana, de entrar em novos mercados criando os componentes de que todos precisam e lucrar com isso, como nota o Engadget. A empresa já fez isso com componentes de celular, sendo, inclusive, parceira de longa data da rival Apple o que garantiu uma excelente posição no mercado. Portanto, é bem possível que seu futuro veículo elétrico utilize tecnologia da Samsung. Leia mais em olhardigital 23/02/2015

23 fevereiro 2015



Farmacêutica Valeant fecha compra da Salix por US$ 14,5 bi

A farmacêutica canadense Valeant fechou um acordo para a compra da concorrente americana Salix por 14,5 bilhões de dólares, já com as dívidas.

O grupo com sede em Quebec vai pagar 158 dólares por ação da empresa.

A aquisição faz parte do plano de expansão da Valeant no mercado, depois da tentativa frustrada de comprar a farmacêutica Allergan, no ano passado.

Na semana passada, a companhia anunciou que iria adquirir os direitos para Provenge, a vacina contra o câncer de próstata, e outros ativos de sede em Seattle Dendreon, por 495 milhões de dólares.

A aquisição será financiada principalmente com o financiamento da dívida a partir de um grupo de bancos, incluindo Deutsche Bank e HSBC. Valeant vai assumir US $ 4,5 bilhões em dívidas do Salix. Tatiana Vaz, Leia mais em EXAME 23/02/2015





Kingspan avalia mercado brasileiro após onda de acordos

O grupo de materiais de construção irlandês Kingspan espera fechar acordo para entrar no mercado brasileiro ao longo dos próximos 18 meses com o objetivo de ampliar sua recente expansão.

A Kingspan, fabricante líder de produtos de isolamento na América do Norte, Grã-Bretanha, Austrália e uma série de países europeus, gastou mais de 100 milhões de euros (113 milhões de dólares) em aquisições no ano passado, conforme seu lucro do ano fechado cresceu 21 por cento, para 149 milhões de euros.

A empresa deve fechar dois acordos maiores na Bélgica e no Canadá até abril por um total de 400 milhões de euros e o seu presidente-executivo, Gene Murtagh, disse não esperar nenhum grande negócios nos próximos 12 meses, antes da nova onda de expansão.

"Temos olhado ativamente para esse mercado (o Brasil) por vários anos e teria sido nossa expectativa ter fechado um acordo em 2014. Se você considerar um horizonte de 12 a 18 meses, eu ficaria surpreso de não estar fazendo algo lá", disse Murtagh à Reuters em entrevista por telefone.

"Obviamente o Brasil é volátil economicamente e você tolera isso, mas estruturalmente é um mercado cada vez mais impulsionado pelo varejo e um país muito grande em produção de alimentos, idealmente adequado para a utilização de painéis isolantes para armazenamento", disse.

A Kingspan informou nesta segunda-feira que sua receita subiu 6 por cento, para 1,89 bilhão de euros, no ano passado, uma vez que a construção não-residencial cresceu com força nos EUA e na Grã-Bretanha. O cenário permaneceu misto na Europa, com a Alemanha e a Holanda sendo raros pontos de estabilidade. (Por Padraic Halpin) reuters Leia mais em uol 23/02/2015



Mais ‘startups’ entram no clube do US$ 1 bilhão

Kevin Chou, diretor-presidente da Kabam Inc., uma novata da Califórnia que faz jogos para o Facebook, como o "Kingdoms of Camelot". A empresa,q ue é avaliada em US$ 1 bilhão, recebeu um investimento de US$ 120 milhões do Alibaba em julho de 2014. Bloomberg News
Um bilhão de dólares nunca pareceu tão comum na terra das “startups”.

Durante os últimos 12 meses, o The Wall Street Journal e a firma de pesquisa Dow Jones VentureSource monitoraram ativamente empresas de capital fechado avaliadas em US$ 1 bilhão ou mais por investidores de risco. Esse acompanhamento foi realizado através de um projeto interativo relançado recentemente no site do WSJ: o Clube das Startups de Um Bilhão de Dólares.

Tal cifra, redonda e arbitrária, há muito é considerada uma conquista quase mítica no Vale do Silício. O filme “A Rede Social”, sobre o Facebook Inc., FB -1.18%  inseriu essa ideia no mundo empresarial americano. (“Um milhão de dólares não é bom. Você sabe o que é bom? Um bilhão de dólares.”)

Mas atingir uma avaliação de US$ 1 bilhão não é mais uma raridade. Segundo a análise do WSJ, pelo menos 73 empresas de capital fechado no mundo estão avaliadas em US$ 1 bilhão ou mais por investidores de risco, ante apenas um punhado alguns anos atrás — e 35 durante o pico da bolha das pontocom, em 2000, a valores ajustados pela inflação.

Em 2014, 48 empresas entraram no clube e outros 23 membros subiram ainda mais na escala depois de efetuar novas captações. Enquanto isso, 16 saíram da lista porque abriram o capital ou foram compradas.

As avaliações também estão atingindo novos picos. O número de firmas que valem hoje US$ 10 bilhões ou mais dobrou para oito nos últimos 12 meses para oito, sendo que duas delas — a fabricante de smartphones Xiaomi Corp. (US$ 46 bilhões) e o aplicativo de serviços de táxi Uber Technologies Inc. (US$ 41,2 bilhões) — têm agora um valor maior que muitas empresas de capital aberto conhecidas, como a Sony Corp. 6758.TO +0.14%  e a Hertz Global Holdings Inc. HTZ -0.91%  Apenas o Facebook captou mais recursos de investidores privados, US$ 50 bilhões em 2011, segundo a VentureSource.

Existem várias razões para esse rápido crescimento. As empresas estão esperando mais para abrir o capital — a idade média dos membros do clube é de oito anos — porque está relativamente fácil obter capital privado. E essas empresas não são aquelas novatas sem receita que se proliferaram durante a bolha das pontocom. A Xiaomi e o Uber, por exemplo, já faturam centenas de milhões de dólares, ajudadas pelo papel cada vez mais central dos smartphones na sociedade e nos negócios.



Além disso, investidores em empresas de capital aberto — sejam eles fundos mútuos, fundos de hedge ou grandes bancos — estão injetando dinheiro em novatas “campeãs” antes de elas abrirem o capital, empurrando as avaliações para cima. Três dos maiores gestores de fundos mútuos — BlackRock, Fidelity Investments e T. Rowe Price TROW -0.56%  —, por exemplo, investem num total de 19 empresas avaliadas em US$ 1 bilhão ou mais.

As firmas de capital de risco (ou “venture capital”) também possuem mais dinheiro para investir hoje em dia. Em 2014, as firmas de capital de risco dos Estados Unidos captaram US$ 33 bilhões de fundos de pensão, universidades e outros investidores, 62% a mais que em 2013.

Embora esse número não chegue nem perto dos US$ 85 bilhões arrecadados em 2000, um número maior de empresas está captando megafundos de US$ 1 bilhão ou mais. Treze dessas firmas, ou cerca de 4% das que realizaram captações no ano passado, abocanharam metade dos US$ 33 bilhões.

Com mais dinheiro à sua disposição, as empresas de capital de risco estão tendo que investir somas maiores. Coletivamente, essas 13 empresas são investidoras de 41 das 50 empresas americanas que estão na lista do clube do bilhão, sem incluir a Sequoia Capital, que captou US$ 552 milhões em 2013.

É verdade que o clube do bilhão ainda é uma elite. Afinal, seus 73 membros representam apenas 0,4% das cerca de 16.700 empresas de capital fechado que receberam capital de risco desde 2011 e ainda estão ativas — o universo do clube — e uma fatia ainda menor do universo completo das startups, incluindo as que nunca captaram recursos.

Também é evidente que nenhum dos membros do clube é uma aposta infalível. Já houve algumas baixas nos últimos 12 meses. A Fisker Automotive Inc., fabricante de veículos híbridos de luxo avaliada em US$ 1,5 bilhão em 2011, foi vendida para o grupo Wanxiang, da China, por US$ 149,2 milhões em um leilão de falência. A startup de comércio eletrônico Fab Inc., avaliada em quase US$ 1,2 bilhão em 2013, está negociando sua venda por cerca de US$ 25 milhões para a fabricante de eletrônicos PCH International, informou o WSJ.

Algumas aberturas de capital também não foram bem. As ações de pelo menos 3 das 12 empresas que abriram o capital em 2014 — Coupons.com Inc., COUP -2.10% Hanhua Financial Holding Co. 3903.HK +3.39%  e Wayfair Inc. W -3.02%  — estão sendo negociadas a um menor valor que o correspondente à sua última avaliação como empresa de capital fechado. Já outras, como a fabricante de câmeras de vídeo GoPro Inc. GPRO -3.01%  e a varejista chinesa on-line JD.com Inc., JD -0.62% dispararam. Por SCOTT AUSTIN CONNECT Leia mais emWallStreetJournal 23/02/2015



Stefanini cria programa comercial para startups

Projeto selecionou 19 players em áreas como cloud e social media
Fontes afirma que a sinergia vai gerar ofertas ainda mais robustas

A Stefanini, provedora global de soluções de negócios baseadas em tecnologia, quer buscar novas oportunidades de sinergia com startups e, desta forma, conseguir entregar uma solução mais completa e inovadora para os seus clientes. A iniciativa passa pela criação do programa OpenStartups, que selecionou 19 players nascentes para complementar a oferta da companhia em áreas como cloud, e-commerce, social media, varejo, recursos humanos, recursos financeiros, Big Data e marketing, entre outras. "Estamos nos conectando ao universo das startups para poder gerar e entregar uma oferta mais robusta e diferenciada ao mercado", comenta o gerente executivo de inovação da Stefanini, Vinicius Fontes.

O processo de seleção começou no final de 2014 e foi realizado pela própria área de inovação da Stefanini. O primeiro passo foi a realização da inscrição. Após 15 dias, a equipe da empresa avaliou qual a área de atuação da startup, se o produto estava pronto e também se já tinha um modelo de negócio definido.

Na primeira etapa, foram cadastradas 51 empresas, sendo que 19 fecharam contrato. A ideia é ter mais duas seleções em 2015, sendo uma delas já no mês de junho. A inscrições podem ser realizadas pelo site openstartups.stefanini.com.

Antes de lançar o programa, a equipe de inovação da Stefanini realizou pesquisas com aceleradoras de startups, com fundos de investimento e empresas que tinham programas corporativos voltados para essa área. Uma das constatações, comenta Fontes, foi a de que a maior parte das iniciativas de parceria com startups existentes no mercado não possui foco em vendas. São ações que se baseiam em ajudar as startups a desenvolverem o seu produto, a melhorar o modelo de negócios ou fomentar recursos para que elas, sozinhas, busquem melhorar os seus resultados. "Buscamos o gap que faltava, que é o de ajudar a colocar no mercado as soluções destes players. É como se fosse uma aceleração comercial", relata. Prova disso é que existem critérios de seleção, como a necessidade de o parceiro já ter produtos e, preferencialmente, clientes.

Fontes comenta ainda que os ganhos também serão sentidos pelas operações nascentes. "Muitas das soluções destas empresas possuem arestas, como na integração com softwares corporativos. A partir dessa parceria, as startups também ganham poder de entregar o que não entregavam", observa. Além disso, a expectativa é que a proximidade com uma corporação com atuação global possibilite que os jovens empreendedores passem a ter maior visibilidade no mercado, a possibilidade de utilizar os escritórios da Stefanini, receber feedbacks de especialistas de mercado e ter acesso a novas tecnologias, bem como o apoio de um time comercial mais experiente para contribuir na venda das suas soluções.Patricia Knebel Leia mais em jcrs 23/02/2015



Dona da Lacta compra a Enjoy Life Foods

Transação, que não teve o valor revelado, vai permitir que a companhia tenha crescimento no mercado de alimentos considerados saudáveis. Fonte Valor econômico. Leia mais em Anews 16/02/2015

COMENTÁRIOS:
A Mondelez publica no seu site apresentação "Mondelēz International  CAGNY Conference February 17, 2015". Abaixo alguns slides sobre a empresa extraídos do referido documento.

















Core desiste de vender controle indireto do Fleury

Laboratório do Fleury: imprensa vinha noticiando que a Core estaria disposta a passar o controle do negócio adiante

A empresa de diagnósticos Fleury informou que sua controladora indireta Core Participações desistiu de vender o controle da companhia e está analisando oportunidades estratégicas que podem resultar na associação com um sócio minoritário na Core.

Segundo a companhia, a análise de oportunidades tem como meta auxiliar a implementação de processos de criação de valor para o Fleury empresa e seus acionistas a médio e longo prazos e está sendo feita diante do interesse expressado por determinados investidores, informou em documento divulgado na noite de sexta-feira, após receber correspondência da Core.

A companhia de assessoria financeira Inspire Capital Partners e o banco JP Morgan foram contratados para ajudar a Core na análise das potenciais oportunidades, sendo que nenhuma decisão foi tomada ainda.

As ações do Fleury encerraram a sexta-feira com queda de 4,44 por cento, a 13,76 reais, diante de baixa de 0,11 por cento do Ibovespa, índice do qual não faz parte.

Em outubro do ano passado, o Fleury divulgou que a Core Participações encerrou sem sucesso negociações para a venda de sua participação na companhia para a gestora de recursos Gávea Investimentos, depois de terem iniciado em março negociações exclusivas para a potencial alienação da fatia.

A imprensa vinha noticiando há tempos que a Core, formada por um grupo de médicos, estaria disposta a passar o controle do negócio adiante. Reuters | Leia mais em exame 23/02/2015



Empresa britânica avalia desembolsar R$10,1 bi para tirar Souza Cruz da bolsa

 British American Tobacco avalia comprar todas as ações que não possui de sua controlada brasileira Souza Cruz, podendo desembolsar mais de 10 bilhões de reais se levar a ideia adiante e a operação tiver adesão maciça dos acionistas minoritários.

Em fato relevante nesta segunda-feira, a produtora brasileira de cigarros disse que sua sócia majoritária está estudando fazer uma oferta pública para aquisição de até a totalidade das ações em circulação da companhia, visando tirar a empresa da bolsa, e que pretende completar em até 30 dias todas as análises relacionadas à procedência ou não da oferta.

A British American Tobacco disse que o eventual preço a ser pago por ação da Souza Cruz será de 26,75 reais, o que representa um prêmio de 13,1 por cento sobre o valor de fechamento do papel da empresa brasileira na Bovespa na última sexta-feira.

Além disso, segundo a companhia britânica, o valor ora apresentado significa um acréscimo de 30 por cento sobre a média ponderada do preço de fechamento da ação da Souza Cruz nos três meses encerrados em 20 de fevereiro.

Em caso de a oferta ser concretizada e havendo adesão total dos minoritários, a British American Tobacco teria que gastar 10,1 bilhões de reais para adquirir as quase 380 milhões de ações da Souza Cruz que ainda não detém.

As ações da Souza Cruz abriram em forte alta na Bovespa e subiam mais de 10 por cento, se aproximando do valor da possível oferta a ser feita pela British American Tobacco.
Às 10h22, os papéis da empresa brasileira tinham ganho de 11,21 por cento, cotados a 26,30 reais, enquanto o Ibovespa caía 0,23 por cento. (Por Priscila Jordão) Reuters Leia mais em Yahoo 23/02/2015



Casa &Vídeo é caso de êxito de recuperação judicial

O número de recuperações judiciais de médias e grande empresas atualmente supera a marca de 300 por ano. Os casos de completo restabelecimento do negócio, no entanto, são raros. A varejista carioca Casa & Vídeo, que vende de eletrodomésticos a ferramentas, é considerada um caso clássico de companhia que tinha bons ativos, uma marca forte e uma operação relevante que a recuperação judicial conseguiu salvar. O estopim da crise da varejista foi uma operação da Polícia Federal, em 2008, que investigava crimes de sonegação fiscal, contrabando e lavagem de dinheiro por parte dos gestores da companhia. Treze membros da gestão da empresa na época chegaram a ser presos.

A varejista entrou em recuperação judicial em 2009, em caso administrado pela Alvarez & Marsal, empresa americana especializada em auxiliar negócios em dificuldades. Dois anos depois, a empresa acabou comprada pelo fundo Polo Capital e conseguiu seguir competindo no mercado do Rio.

Procurada, a Casa & Vídeo não quis dar entrevista, mas informou ter 3 mil funcionários e 87 lojas no Rio de Janeiro. A companhia diz que seu Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciações e amortizações) é de R$ 100 milhões ao ano. O pagamento das dívidas da Casa & Vídeo superou os dois anos de duração da recuperação judicial. A companhia segue fazendo os acertos e diz que já acelerou o cronograma inicial dos pagamentos dos débitos em 50%. Em 2009, quando a recuperação foi pedida, as dívidas da Casa & Vídeo superaram os R$ 300 milhões, divididos em uma lista de cerca de 500 credores.

Resultado

Mas para ser considerada bem sucedida uma recuperação judicial não precisa apresentar resultados tão claros quanto os da Casa & Vídeo. Na opinião de fontes ouvidas pelo jornal O Estado de S. Paulo, as recuperações de duas companhias do grupo EBX - a petroleira OGX e a empresa de construção naval OSX - podem ser consideradas de sucesso. Com uma dívida combinada de R$ 16 bilhões, elas conseguiram renegociar os débitos em até 30 anos.

"É um caso de sucesso, com dois planos aprovados em situações complicadíssimas", diz o advogado Thomas Felsberg, que já atuou em vários processos de recuperação. "O que ninguém esperava era que o preço do barril de petróleo despencasse, fazendo com que os negócios ficassem inviáveis de novo." As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.Por Fernando Scheller | Estadão Leia mais em Yahoo 23/02/2015



Alpargatas conclui venda de participação na Tavex à Camargo Corrêa

Alpargatas conclui venda de participação na Tavex à Camargo Corrêa. Leia mais em valor econômico 20/02/2015
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ALPARGATAS S.A.  FATO RELEVANTE

A Administração da Alpargatas S.A. (“Companhia”), em atendimento ao disposto na
Instrução CVM 358/02, e em continuidade ao Fato Relevante de 26 de setembro de
2014, vem a público informar que, em 05 de fevereiro de 2015, foi finalizada a
Oferta Pública de Ações de Fechamento de Capital do Grupo Tavex S.A (“Tavex” e
“OPA”).

Ainda, em decorrência do Fato Relevante de 30 de outubro de 2014, o encerramento
da OPA deu início ao prazo para a Administração da Companhia formalizar a opção
sobre seu investimento na A.Y.U.S.P.E. Empreendimentos e Participações S.A.
(“A.Y.U.S.P.E.”), sociedade holding na qual a Companhia detém, por meio da
Alpargatas International Aps, aproximadamente 37% do capital social e onde está
concentrada sua participação acionária na Tavex.

Dessa forma, os membros do Conselho de Administração da Companhia não
vinculados à Camargo Corrêa S.A. (“CCSA”), levando em consideração a
recomendação da Diretoria da Companhia de 08 de dezembro de 2014, aprovaram,
nesta data, a venda para a CCSA da totalidade de sua participação na A.Y.U.S.P.E.
pelo valor de R$ 15.572.180,00 (quinze milhões, quinhentos e setenta e dois mil e
cento e oitenta reais), corrigido pelo CDI desde 31 de outubro de 2014 até a data de
seu efetivo pagamento pela CCSA, a ser realizado até 20 de agosto de 2015.
Com a concretização desta operação, a Alpargatas S.A. conclui seu integral
desinvestimento na Tavex. Leia mais em bovespa 20/02/2015



Setor de Instituições Financeiras registra crescimento de 7% em F&A, aponta KPMG

O último relatório de fusões e aquisições (F&A), que avalia 43 setores do mercado, realizada e divulgada trimestralmente pela KPMG, constatou que em 2014 o segmento teve a sua segunda melhor marca dos últimos 15 anos. A primeira refere-se às 35 transações contabilizadas no acumulado de 2011.

O segmento de Instituições Financeiras tem mantido a quantidade de operações em fusões e aquisições durante os últimos anos. Nos ano passado foram contabilizados 30 negócios, resultado 7% superior às 28 operações registradas durante os doze meses de 2013.
“Mesmo com um cenário de incertezas econômicas no Brasil, as Instituições Financeiras, principalmente as de pequeno e médio porte, continuaram a chamar a atenção dos investidores estrangeiros”, afirma o sócio-líder da área de Fusões e Aquisições da KPMG no Brasil, Luís Motta.

Sobre a KPMG
A KPMG é uma rede global de firmas independentes que prestam serviços profissionais de Audit, Tax e Advisory. Estamos presentes em 155 países, com mais de 162.000 profissionais atuando em firmas-membro em todo o mundo. As firmas-membro da rede KPMG são independentes entre si e afiliadas à KPMG International Cooperative (“KPMG International”), uma entidade suíça. Cada firma-membro é uma entidade legal independente e separada e descreve-se como tal.
No Brasil, somos aproximadamente 4.000 profissionais distribuídos em 13 Estados e Distrito Federal, 22 cidades e escritórios situados em São Paulo (sede), Belém, Belo Horizonte, Brasília, Campinas, Cuiabá, Curitiba, Florianópolis, Fortaleza, Goiânia, Joinville, Londrina, Manaus, Osasco, Porto Alegre, Recife, Ribeirão Preto, Rio de Janeiro, Salvador, São Carlos, São José dos Campos e Uberlândia. Leia mais em maxpressnet 20/02/2015



22 fevereiro 2015

Com novos investidores, Pinterest pode valer US$ 11 bilhões

O Pinterest está passando por uma intensa rodada de investimentos, na qual pretende arrecadar US$ 500 milhões. Ao final, a empresa de tecnologia valerá nada menos que US$ 11 bilhões.

Na última rodada, em março de 2014, a rede social de imagens levantou US$ 200 milhões, passando a valer US$ 5 bilhões. Ou seja, o seu valor mais do que dobrou em menos de um ano.

O Pinterest nada mais é do que um tradicional mural de imagens, só que com um toque digital. Usuários da rede social podem “pinar” imagens em painéis temáticos e compartilhar com os amigos, assim como “repinar” imagens de outros.

A esmagadora maioria dos 70 milhões de usuários mensais é composta de mulheres (80%), que buscam e compartilham inspirações para temas como artesanato, culinária, decoração, festas e moda.

Pins patrocinados

Durante muito tempo, a empresa não gerou lucro para seus investidores. Isso pode estar prestes a mudar. A aposta da empresa são os pins patrocinados.

Os anúncios poderiam gerar US$ 500 milhões para a empresa em 2016, segundo as estimativas que o analista Michael Pachter, da Wedbush Securities, deu para o Wall Street Journal.

O serviço estava em uma versão beta, restrita a apenas algumas companhias para teste. Em janeiro, passou a oferecer esta opção para todos os anunciantes.

As marcas participantes do período de testes viram um aumento de 30% no alcance de seu conteúdo, segundo o site TechCrunch. Ou seja, mais pessoas passaram a adicionar os anúncios aos seus painéis pessoais, dando mais visibilidade à empresa.

Recentemente, o Pinterest adicionou a opção “instalar”, que permite baixar um aplicativo diretamente da página em aparelhos com sistema iOS, sem a necessidade de redirecionamento para a App Store.

Isso poderia ajudar desenvolvedores de aplicativos a divulgarem seus produtos.

Comércio eletrônico

A empresa também está desenvolvendo um botão “comprar”, dando uma guinada para o comércio eletrônico.

A rede social já controla 23% dos direcionamentos de sites para comércios eletrônicos. Além disso, segundo uma pesquisa da Shopify, consumidores que chegam do Pinterest são 10% mais inclinados a finalizar uma compra do que aqueles que vêm de outras redes sociais.

O objetivo inicial da empresa nunca foi virar um comércio eletrônico, segundo o diretor executivo Ben Silbermann, mas sim uma forma de ajudar o usuário a descobrir coisas novas e planejar o seu futuro – seja a próxima viagem ou a reforma da sala.

Agora, Silbermann acredita que produtos e serviços fazem parte desse processo e que empresas podem usar a plataforma para divulgar suas novidades.

Facebook e Twitter já experimentaram possibilidades similares. A Amazon e eBay também serão competidoras nesse mercado. Até o Google estaria estudando a colocação de um botão “compre” ao lado de anúncios patrocinados.  Karin Salomão, Leia mais em  EXAME 19/02/2015

22 fevereiro 2015