26 dezembro 2014

Pátria e Promon investem R$ 300 mi em empresa de energia emergencial

O fundo P2 Brasil, uma joint venture entre o Pátria Investimentos e o grupo Promon, com foco em infraestrutura, fez um aporte de recursos na Tecnogera, empresa especializada em fornecimento de energia temporária para os setores de mineração, construção civil, óleo e gás e varejo. O valor da transação não foi divulgado. O 'Estado' apurou que o aporte será de R$ 300 milhões, dos quais cerca de R$ 100 milhões já foram investidos. O restante será alocado entre 2015 e 2016, em parcelas iguais.

André Sales, sócio do Pátria Investimentos e diretor do fundo P2Brasil, afirmou que os investimentos realizados por esse fundo são sempre voltados para áreas onde há gargalos de infraestrutura e empresas com ativos reais.

A Tecnogera é uma empresa que fornece energia, por meio de geradores e transmissores, em situações emergenciais, quando há, por exemplo, problemas de transmissão de energia, e também em projetos de expansão de grandes grupos em regiões onde as concessionárias locais não têm condições de suprir todo o abastecimento, explicou Abraham Curi, fundador e presidente da companhia.

Entre os principais clientes da Tecnogera, que fatura anualmente cerca de R$ 70 milhões, estão grandes mineradoras, como a Vale e suas subsidiárias, Petrobrás e suas prestadoras de serviços, além de grandes varejistas, como Renner, Riachuelo e C&A. Os contratos de fornecimento de energia podem durar de 30 dias até 12 meses.

O aporte feito na Tecnogera deverá promover a expansão da empresa, que já atua em São Paulo (capital e interior), Rio de Janeiro, Minas Gerais e Rio Grande do Norte. "A empresa pretende avançar para as regiões Norte, Nordeste e Sul do País e também para países vizinhos da América Latina", disse Curi.

Não há uma meta fixada para que a empresa faça sua expansão fora do País. O P2Brasil, que tem o Pátria Investimentos como maior acionista, com 60%, e o Promon, com os 40% restantes, fez sua primeira captação em 2011, levantando US$ 1,15 bilhão. Esse aporte foi destinado à empresa de energia renováveis Ersa, dona de Pequenas Centrais Hidrelétricas (PCHs) e usinas eólicas, que depois foi incorporada pela CPFL Renováveis.

O segundo fundo, de US$ 1,2 bilhão, tem aplicações em diversas empresas de infraestrutura, como a Hidrovias do Brasil, Highline (torres de telecomunicações), Nova Agri (logística agrícola), LAP (energia), CBO (óleo e gás), Nova Opersan (ambiental). Segundo Sales, o fundo continuará buscando oportunidades em 2015, ano considerado desafiador para economia. "Todo aporte feito pela P2Brasil é para promover o crescimento da empresa investida."

De acordo com o sócio do Pátria investimentos, há grandes potenciais negócios que a gestora de recursos possa investir no ano que vem, uma vez que as áreas nas quais o P2 Brasil atua são carentes de investimentos. Por Mônica Scaramuzzo | Estadão | Leia mais em Yahoo 26/12/2014

26 dezembro 2014



IFC conclui investimento de R$ 200 milhões na Vix Logística

A Vix Logística informou que a International Finance Corporation (IFC) concluiu nesta terça-feira a subscrição de 12.014.988 novas ações emitidas pela companhia, por um total de 200 milhões de reais.

Segundo fato relevante, a IFC subscreveu 9.011.241 novas ações emitidas pela companhia, em um total de 150 milhões de reais, passando a deter participação de 10,64 por cento.

Já o Fundo de Investimento em Participações (FIP) IFC ALAC Brasil subscreveu 3.003.747 novas ações da Vix Logística, em um total de 50 milhões de reais, passando a deter 3,55 por cento de seu capital social. Leia mais exame 23/12/2014



Glass Lews & Co dá sinal verde à venda de ativos portugueses da Oi para Altice

A consultoria internacional Glass Lewis & Co recomendou aos acionistas da Portugal Telecom SGPS que aprovem a venda dos ativos portugueses da operadora brasileira Oi para o grupo europeu Altice, segundo relatório do dia 23 divulgado nesta sexta-feira.

A consultoria afirma que a venda dos ativos portugueses permitirá à Oi reduzir seu endividamento e posicionar a empresa para um eventual processo de consolidação no mercado de telecomunicações brasileiro.

"Sugerimos que o atual acordo abre a possibilidade de a Oi fortalecer seu balanço e se posicionar para participar da declarada e antecipada aquisição da operadora de telefonia móvel TIM Participações", disse a consultoria em relatório. "Recomendamos que os acionistas aprovem a proposta."

Os acionistas da Portugal Telecom SGPS foram convocados para uma assembleia em 12 de janeiro para considerar a venda dos ativos portugueses da Oi para a Altice por 7,4 bilhões de euros. A empresa detem uma fatia de quase 26 por cento na Oi.

"Na medida em que essa estratégia for bem sucedida, a Portugal Telecom se beneficiaria em virtude de sua grande participação minoritária na Oi", completou a consultoria.

A Glass Lewis & Co lembrou que o cenário para a venda dos ativos foi inicialmente complicado pela oferta pública de aquisição de ações (OPA) feita pela Terra Peregrin, empresa da bilionária angolana Isabel dos Santos, pela Portugal Telcom SGPS.

No entanto, após decisões do regulador dos mercados portugueses que pediram aumento do preço por ação proposto, a Terra Peregrin retirou sua oferta.

Segundo a consultoria, há poucas razões para acreditar que a Oi receberá neste momento ofertas maiores do que a realizada pela Altice pelos ativos portugueses.

"Podemos notar que os múltiplos de Ebitda (sigla em inglês para lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização)implícitos na oferta da Altice, (...) materialmente excedem aqueles derivados de empresas parecidas e de outras transações envolvendo o setor de telecomunicações na Europa", declarou.

"Esses valores também são materialmente superiores à oferta final feita pelo consórcio de fundos Apax/Bain Capital", disse. "Acreditamos que a operação parece refletir o valor integral dos ativos portugueses (da Oi) com base nas condições atuais do mercado".

Na semana passada, a Oi defendeu a venda dos ativos portugueses, alegando que a alienação desses ativos permitirá reforçar sua capacidade financeira.

A operadora também conta com os recursos da venda para uma eventual compra da TIM. Em agosto, a Oi anunciou ter contratado o banco BTG Pactual para estruturar uma oferta de compra da concorrente. (Por Luciana Bruno) Reuters | Leia mais em Yahoo 26/12/2014



Vale sobre proposta de incorporação de empresas

A Vale S.A. (Vale) informa que, visando simplificar sua estrutura societária e, de acordo com o
comunicado divulgado no dia 6 de novembro de 2014, seus acionistas aprovaram, em assembleia
extraordinária realizada no dia de hoje, a incorporação de duas de suas subsidiárias integrais,
respectivamente Sociedade de Mineração Constelação de Apolo S.A. e Vale Mina do Azul S.A.
Rio de Janeiro, 23 de dezembro de 2014 Leia mais em Bovesoa 23/12/2014



Locamerica: Fato Relevante - Incorporação Locarvel

A Companhia de Locação Das Américas comunica aos seus acionistas e ao mercado em geral que foram aprovados pelo Conselho de Administração da Locamerica e pela administração da Locarvel Locadora de Veículos Ltda., sociedade limitada, 100% controlada pela Companhia,  os termos e condições da incorporação da Locarvel pela Locamerica (“ Incorporação ”), visando à simplificação de suas estruturas organizacionais e societárias, propiciando assim, redução de custos administrativos e operacionais:

1. Incorporação. A Locamerica incorporará a totalidade do patrimônio da Locarvel, cujas quotas eram detidas, em sua totalidade, pela Companhia.

2. Avaliação da Locarvel. A Locarvel foi avaliada, nos termos do disposto no artigo 227 da Lei das S.A., com base no seu valor contábil, na data base de 31 de outubro de 2014,.... Leia mais em Locamerica 18/12/2014



Nisa Participações: Fato Relevante - Incorporação da Companhia pela FPC Par Corretora

A Nisa Participações S.A. ("Companhia") comunica a sua acionista e ao mercado em  geral, que será realizada Assembleia Geral Extraordinária da Companhia ("AGE"), para deliberar sobre a operação objeto do Fato Relevante divulgado em 16 de outubro de 2014, qual seja, a proposta de incorporação da Companhia pela FPC Par Corretora de Seguros S.A., sociedade por ações, com sede na Cidade de
Brasilia, Distrito Federal, com a consequente extincao da Companhia e sucessao universal de todos os direitos e obrigações da Companhia pela Par Corretora, sem solução de continuidade("Operação"), conforme "Instrumento Particular de Protocolo e Justificação de Incorporação da Nisa Participações S.A. pela FPC Par Corretora de Seguros S.A." celebrado entre as administrações da Companhia e Par Corretora ("Protocolo de Incorporação").

Os objetivos, termos e condicoes da Operação permanecem os mesmos indicados no Fato Relevante divulgado em 16 de outubro de 2016, exceto pelas informações descritas abaixo, que foram atualizadas em decorrência de operações societárias aprovadas pela Par Corretora e pela Companhia desde 16 de outubro de 2014 ate a presente data, bem como em decorrência da emissão de laudo de avaliação do patrimônio liquido da Companhia atualizado ("Laudo de Avaliação")... Leia mais em bmfbovespa 18/12/2014



Anima: Fato Relevante - Aquisição de 50% da participação restante da HSM

A Gaec Educação S.A. (“Anima Educação”) comunica a seus acionistas e ao mercado em geral que nos termos do acordo de acionistas de suas controladas HSM do Brasil S.A. e HSM Educação S.A. (em conjunto as “HSM”), as sócias RBS Mídia, Digital e Participações S.A. e RBS Participações S.A. (em conjunto as “RBS”), detentoras de 50% das HSM, exerceram seu direito de opção de venda da referida participação.

Em cumprimento ao dever de aquisição da totalidade das ações remanescentes das HSM, foi assinado, nesta data, Instrumento Particular de Compra e Venda de Participação Acionária, Distrato do Acordo de Investimento e do Acordo de Acionistas, Transação e Outras Avenças (“Contrato”) através do qual a BR Educação Executiva S.A. (“BREE”), subsidiária integral da Anima Educação, adquiriu a totalidade das ações das HSM, com o que as HSM tornaram-se subsidiárias integrais da BREE. O preço negociado para quitação dessa dívida foi de R$39,2 milhões, a ser pago à vista, em até 10 dias a contar dessa data.

Terminada a fase de reestruturação, a equipe da HSM continuará totalmente focada na ampliação de
negócios, consolidando-se como uma plataforma de soluções integradas para educação executiva em
todo o Brasil.... Leia mais em Anima 17/12/2014



Celulose Irani: Fato Relevante - Incorporação da Indústria de Papel e Papelão São Roberto e da Irani Trading

A Celulose Irani S.A. (“Celulose Irani”), vem a público informar que em reunião realizada em 12 de dezembro de 2014, o Conselho de Administração da Celulose Irani aprovou submeter aos seus acionistas, em Assembleia Geral Extraordinária a ser realizada em 30 de dezembro de 2014, proposta de incorporação, pela Celulose Irani, da (i) Indústria de Papel e Papelão São Roberto S.A., sociedade anônima de capital fechado; e da (ii) Irani Trading S.A., sociedade anônima de capital fechado (“Irani Trading” e, em conjunto com a Celulose Irani e a São Roberto, as “Companhias”).

As pretendidas incorporações da São Roberto e da Irani Trading pela Celulose Irani (“Incorporações”) visam à simplificação de suas estruturas organizacionais e societárias, propiciando, assim, uma redução de seus custos administrativos e operacionais.

1. Incorporações .
1.1. Caso aprovadas as Incorporações pela Assembleia Geral Extraordinária da Companhia, a Celulose Irani incorporará a totalidade do patrimônio da São Roberto e da Irani Trading, cujas ações de ambas são detidas, em sua totalidade, pela Celulose Irani.

2. Avaliações.
2.1. Avaliação da São Roberto e da Irani Trading . Tanto a São Roberto como a Irani Trading foram avaliadas, nos termos do disposto no artigo 227 da Lei 6.404/76, com base no seu valor contábil, na data base de 30 de novembro de 2014, pela Nardon, Nasi – Auditores Independentes S/S, sociedade estabelecida na Cidade de Porto Alegre, Estado do Rio Grande do Sul, na Rua General Couto de Magalhães, n° 1.079, inscrita no Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica do Ministério da Fazenda sob o nº 92.838.150/0001-97 e registrada originariamente no Conselho Regional de Contabilidade do Estado do Rio Grande do Sul sob o nº CRC/RS – 542, sendo apurado o valor do patrimônio da São Roberto em R$ 123.357.947,36 (Cento e vinte e três milhões, trezentos e cinquenta e sete mil, novecentos e quarenta e sete reais e trinta e seis centavos), e da Irani Trading em R$ 120.632.796,84 (Cento e vinte milhões, seiscentos e trinta e dois mil, setecentos e noventa e seis reais e oitenta e quatro centavos).... Leia mais em Irani 12/12/2014



LPS Brasil:Fato Relevante - Alienação de participação em controlada

A LPS Brasil – Consultoria de Imóveis S.A. empresa de soluções integradas de intermediação, consultoria e promoção de financiamentos de imóveis, vem a público divulgar aos acionistas e ao mercado em geral que firmou contrato na data de hoje para alienar a totalidade de suas ações que correspondem a 51% de participação na LPS Foco Consultoria de Imóveis S.A. (“Foco” ou “Controlada”), com sede na cidade de São José dos Campos, Estado de São Paulo, ao acionista minoritário da Foco. A alienação foi realizada ao acionista minoritário da Foco pelo preço fixo de R$ 1.000,00 (mil reais).  Leia mais em LPS em 10/12/2014



Bradesco fica com 100% da 2bCapital

O Bradesco fechou a aquisição da participação do Banco Espírito Santo (BES) na 2bCapital, gestora de fundos de private equity, que investem na compra de participações em empresas, conforme apurou o Valor. Procurado, o Bradesco não comentou o assunto.

Os dois bancos detinham cada um 50% da gestora criada em 2009, que possui pouco menos de R$ 500 milhões sob gestão, incluindo recursos próprios e de terceiros. O Bradesco resolveu assumir todo o negócio após a quebra do banco português. A participação na gestora era detida pela ES Capital, que fazia parte do grupo Espírito Santo.

O Bradesco já possui uma área de private equity, que conta com cerca de R$ 2 bilhões em gestão, de recursos exclusivamente proprietários. Segundo uma fonte com conhecimento do assunto, a instituição deve absorver as operações da 2bCapital.

A gestora criada com o BES possui foco em investimentos em empresas de médio porte. Entre os negócios fechados pelo fundo está o aporte na rede de varejo de moda masculina Aramis, estimado em aproximadamente R$ 70 milhões pelo mercado.

A atuação da 2bCapital é complementar à do banco, cujos investimentos em private equity realizados se concentram em companhias maiores. No portfólio de empresas das quais a instituição é sócia está a Log Commercial Properties, do grupo MRV.

Neste ano, o banco obteve o primeiro resultado positivo na área, com a venda da participação da empresa de torres de telefonia móvel BR Towers para a American Tower. O Bradesco era sócio da GP Investimentos na companhia, avaliada em R$ 2,18 bilhões na transação.

Os bancos brasileiros têm ampliado os investimentos em private equity nos últimos anos. Além do retorno financeiro esperado com a venda das participações no futuro, a estratégia tem como objetivo estreitar as relações com as companhias.

Os negócios do Bradesco são realizados pela sua unidade de banco de investimento, o Bradesco BBI, mas com uma equipe própria. O Itaú criou uma empresa específica para cuidar da área de investimentos alternativos, a Kinea, que no ano passado fechou a captação de um fundo de R$ 1 bilhão, com recursos do banco e de terceiros. A gestora detém participação em companhias como a varejista de vestuário Lojas Avenida, de Cuiabá, e se tornou sócia do publicitário Nizan Guanaes no Grupo ABC, de marketing.

O Santander também separou a área de private equity em uma empresa própria, a Mantiq Investimentos, que atua na área de infraestrutura. Até mesmo bancos públicos, como a Caixa Econômica Federal, têm ampliado as investidas na área, tanto com aportes diretos como por meio de fundos dos quais é responsável pela administração, como o fundo de investimento do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FI-FGTS).

Mas quem possui a maior aposta em private equity, de longe, ainda é o BTG Pactual, que detém participações em mais de 30 empresas. O banco fez uma aposta pesada no crescimento das companhias por meio da maior demanda interna. Com a desaceleração da economia, porém, o desempenho de vários investimentos tem sido abaixo do esperado. O banco está desde o ano passado em processo de captação de um novo fundo, da ordem de US$ 1,5 bilhão, segundo fontes de mercado. Por Vinícius Pinheiro | De São Paulo| Valor Econômico | Leia mais em buguelli 09/12/2014



Imigrantes : Fato Relevante - Mudanca de Controle da Companhia

Imigrantes Companhia Securitizadora De Valores Mobiliários, Sociedade por ações, com sede na Capital do Estado de Sao Paulo, vem comunicar que:

(i) foi aprovada, em assembleia geral extraordinaria da Companhia, a insercao de dispositivo no Estatuto Social da Companhia acerca da possibilidade de conversão das ações preferenciais em ordinárias;
 (ii) foi aprovada, no mesmo ato, a conversão das 10 (dez) ações preferenciais da Companhia em 10 (dez) ações ordinárias, passando o capital social da Companhia a ser dividido em 1.542.000 (um milhão, quinhentas e quarenta e duas mil) ações ordinárias nominativa; e
 (iii) a SPF INVESTIMENTOS E PARTICIPAÇÕES S.A., sociedade por acoes, com sede na
capital do Estado de Sao Paulo, na Avenida Brigadeiro Faria Lima, n. 1.572, conj. 315, inscrita no CNPJ/MF sob n. 10.656.773/0001/84 ( Adquirente ), adquiriu 1.542.000 (um milhão, quinhentas e quarenta e duas mil) ações ordinárias nominativas de emissao da Companhia, representativas de 100% (cem por cento) do capital votante e total da Companhia (as  Acoes ), anteriormente detidas por PATRIA INVESTIMENTOS LTDA., sociedade limitada, com sede na Capital do Estado de Sao Paulo, na Av. Cidade Jardim, n. 803, 8 o. andar, inscrita no CNPJ/MF sob o n. 12.461.756/0001-17.
 A aquisição das Acoes foi realizada por meio de operação privada, conforme contrato de compra e venda de ações, no valor total de R$ 79.304,11 (setenta e nove mil, trezentos e quatro reais e onze centavos). O referido valor foi pago da seguinte forma:....Leia mais em bmfbovespa 04/12/2014



24 dezembro 2014

15 maiores Fusões e Aquisições em 2014, envolvendo empresas brasileiras.

As 15 maiores transações de M&A realizadas em 2014, envolvendo empresas brasileiras - com valores divulgados - deverá representar cerca de dois terços do total dos montantes envolvidos em mais de 700 operações neste ano.
Os setores de Telecomunicações e Instituições Financeiras são os mais expressivos, respondendo por cerca de 41% e 25% do total dos recursos envolvidos nas Top 15.

Abaixo a relação das transações mais relevantes captadas pelo Blog Fusões & Aquisições, em 2014.

# 15 - American Tower Corporation e BR Towers - R$ 2,18 bilhões
GP Investments vende BR Towers à American Tower. O negócio tem custo de R$2,18 bilhões

# 14 - Qatar Petroleum International e Royal Dutch Shell -  R$ 2,4 bilhões
Shell vende 23% de offshore no Brasil por US$ 1 bilhão para Qatar Petroleum International

# 13 - Banco Safra compra Gherkin  IVG Immobilien R$ 3,0 bilhões
Banco Safra compra arranha-céu londrino Gherkin por R$ 3 bi

# 12 - American Tower do Brasile a Tim Participações TCEL - R$ 3,0 bilhões
TIM aprova venda de até 6.481 torres para American Tower do Brasil por cerca de R$ 3 bilhões

# 11 - Cutrale e Safra compram Chiquita - R$ 3,12 bilhões
O Grupo Cutrale e Safra adquire Chiquita em acordo de US$ 1,3 bilhão.

# 10 - JBS Grupo Primo Smallgoods - R$ 3,13 bilhões
BS fecha compra do Grupo Primo na Austrália por 1,25 bilhão de dólares

# 9 - Global Logistic Properties (GLP) e BR Properties - R$ 3,18 bilhões
BR Properties vende imóveis para o grupo Global Logistic Properties por R$ 3,18 bilhões.

# 8 - VM Holding Votorantim Andina Metais-Cajamarquilla -  R$ 3,4 bilhões
Votorantim Andina vende Metais-Cajamarquilla a VM Holding por US$ 1,48 bilhão

# 7 - BTG Pactual e BSI Assicurazioni Generali R$ 3,95 bilhões
BTG Pactual compra do banco suíço por US$ 1,68 bilhão (cerca de R$ 4 bilhões)

# 6 - Rumo Cosan ALL - R$ 11,0 bilhões
Conselho da ALL aprova proposta para fusão com Rumo avaliada em cerca de R$ 11 bilhões

# 5 - BB e Cielo - R$ 11,6 bilhões
BB e Cielo criam joint venture de R$11,6 bi para transações com cartões

# 4 - Credores participam da reestruturação da dívida da empresa OGPar OGX R$ 13,8 bilhões
OGPar, antiga OGX, aprovou converter em ações os R$ 13,8 bilhões de dívidas da petroleira 

# 3 - Santander e Santander Brasil - R$ 14,43 bilhões
Banco Santander realizou oferta para aquisição de participação minoritária no Santander Br

# 2 - Telefônica Brasile GVT Vivendi - R$ 21,8 bilhões
Vivendi fecha acordo de US$9,3 bi com Telefónica para venda de GVT

# 1  - Altice e Oi -  R$ 22,9 bilhões
Conselho da Oi confirma acordo para venda de ativos portugueses por 7,4 bilhões de euros

Obs.1 - Se considerar o valor da operação em dólar, a da Telefônica Brasile GVT Vivendi foi informada US$ 9,3 bilhões (set/14) e a da Altice e Oi o montante de US$ 9,0 bilhões (dez/14).
 Obs.2 - Caso os montantes tivessem sido divulgados, possivelmente participariam desta relação as operações envolvendo a venda pela  Família Bertin de  fatia do JBS para irmãos Batista, bem como a fusão da Holcim e Lafarge criando gigante do cimento (referente a parte das unidades industriais brasileiras). Autor Ruy Moura. Leia mais no Blog Fusões e Aquisições 24/12/2014.

24 dezembro 2014