03 dezembro 2012

Omnicom adquire a S/A Comunicação

Agência de Marco Antonio Sabino adota marca Kreab Gavin Anderson, rede com a qual mantinha acordo operacional

 Será oficializada — e comemorada — nesta semana a venda do controle acionário da S/A Comunicação, agência de relações públicas do jornalista Marco Antonio Sabino, para a rede Kreab Gavin Anderson, pertencente ao Omnicom. A S/A já tinha acordo operacional para projetos internacionais com a nova controladora, desde 2008.

Sabino segue como sócio e se mantém no comando da operação. “O headquarter é em Estocolmo, mas tenho autonomia para definir as estratégias de nossa operação”, afirma. A agência brasileira adota a marca internacional, num primeiro momento apresentando-se como S/A Kreab Gavin Anderson.

Ele comandará, a partir de São Paulo, a expansão nos negócios da rede para a América do Sul. Em janeiro, a agência passa a operar com mais três escritórios: Rio de Janeiro (onde já tinha uma base), Brasília e Assunção, no Paraguai — neste caso, para atender, entre outros clientes, o novo governo paraguaio. O trabalho será executado em parceria com a agência local Ernesto Garcia, que também adota o nome Kreab Gavin Anderson.

 “Nos próximos anos, queremos colocar de pé ao menos quatro novos escritórios: em Buenos Aires, Santiago, Lima e Bogotá”, adianta Sabino, que prefere o modelo de associação com agências locais, embora o investimento em start-ups não esteja descartado de todo.

A atuação da operação brasileira seguirá pelos três pilares da rede: public affairs, comunicação corporativa e comunicação financeira. Esta terceira disciplina é a especialidade da Gavin Anderson (empresa originalmente pertencente ao Omnicon que, após ter firmado parceria com a S/A, em 2008, se fundiu com a Kreab, em 2009, dando origem à rede Kreab Gavin Anderson, sediada em Estocolmo, capital da Suécia). Outras duas áreas que terão papel estratégico na operação brasileira são a unidade de negócios digitais (focada em PR 2.0) e a unidade de comunicação esportiva.

Neste caso, a intenção é oferecer serviços locais para clientes globais em virtude dos eventos esportivos que serão realizados no País nos próximos anos. Entre os clientes globais atendidos no Brasil pela rede estão Scania (principal conta global) e IATA (International Air Transport Association). Outros clientes no exterior são BBC (a Kreab é a agência responsável pelo gerenciamento da atual crise envolvendo a cúpula da emissora estatal britânica) e os governos de Portugal e Israel.

A venda da S/A é mais um movimento de internacionalização do mercado brasileiro de agências de relações públicas. Em setembro de 2011, o Interpublic comprou a S2Publicom. No ano anterior, o Publicis Groupe assumiu o controle acionário na Andreoli MS&L, na qual detinha participação acionária de 25% desde 2001. Outro movimento importante foi a compra, em 2010, da Significa pela Edelman, que então passou a se chamar Edelman Significa.

A transação, de R$ 1,7 milhão, fez do Brasil o quinto mercado mais importante para a nova controladora. “O mercado caminha para a mesma toada que a publicidade”, avalia Sabino. “Há espaço para todo mundo, mas quem quiser disputar a ponta do mercado precisa carregar uma bandeira internacional.” Lideram, hoje, o mercado brasileiro de relações públicas as nacionais e independentes CDN e FSB. EDUARDO DUARTE ZANELATO
Fonte: meioemensagem 03/12/2012

03 dezembro 2012



Joint Venture expande produção óleos renováveis no Brasil

Mais uma parceria importante foi firmada no Brasil, pois as empresas Solazyme e Bunge fecharam neste mês de novembro um acordo para aumentar as instalações de uma unidade de óleos renováveis que está em fase de desenvolvimento no Brasil.

 Os óleos renováveis são elaborados a partir da cana de açúcar e podem substituir os derivados do petróleo, de plantas e de gorduras animais com riscos de extinção ou de contaminação do meio ambiente.

 Esta união feita pelas empresas do tipo joint venture fará com que a unidade de óleos renováveis, que será localizada na cidade de Oriundiuva no estado de São Paulo, comece as suas atividades no ano de 2013 com uma capacidade até 2016 de produzir 300 mil toneladas métricas. Fonte: Reuters
Fonte: bolsavalores 26/11/2012



Realgem’s Amenities cria Joint Venture com italiana La Bottega e lança no mercado a La Bottega Brasil

A La Bottega Brasil é a mais nova empresa do mercado nacional de cosméticos para hotelaria. Criada através de uma Joint Venture com a paranaense Realgem’s Amenities e a italiana La Bottega Dell’Albergo, a empresa nasce para atender os empreendimentos hoteleiros de todo o país que buscam cosméticos de alto luxo para surpreender seus hóspedes.

 Segundo Mauro Carvalho, diretor comercial da Realgem’s, este é mais um grande marco na história da empresa, que tem 25 anos de atuação no mercado. “A partir de agora, com a criação da La Bottega Brasil, temos novas opções para oferecer aos clientes que buscam amenities inovadores e exclusivos, já consagrados no mercado internacional”, comenta.

 Vale lembrar que além de desenvolver projetos exclusivos, a La Bottega Brasil também coloca à disposição dos clientes marcas próprias, como a Laura Tonato, Etro, Lorenzo Villoresi, Fragonard, Bigelow e muitas outras. Todos os cosméticos serão fabricados e envasados na planta da Realgem’s, que fica em Curitiba (PR).

 “Investimos constantemente em equipamentos modernos e mão-de-obra para oferecer os melhores produtos do mercado. Certamente isso reflete nosso comprometimento com o crescimento do setor e com a qualidade do atendimento dos nossos clientes”, acrescenta Mauro.

 Novo cliente

 Fruto de um trabalho de excelência, a La Bottega Brasil chega ao mercado anunciando seu primeiro grande cliente: a rede de hotéis Fasano, que tem unidades em São Paulo, Rio de Janeiro, Boa Vista e Punta Del Leste, no Uruguai. Para eles, a empresa desenvolveu um projeto ousado e inovador, que muito em breve estará disponível em todos os apartamentos da rede.

 Sobre a La Bottega
 No mercado desde 1981, a La Bottega responsável por fornecer produtos para mais de nove mil hotéis em todo o mundo. A marca trabalha com os hotéis mais luxuosos do mundo e pretende, através da Joint Venture, expandir ainda mais os negócios pelo Brasil.
 Segundo o gerente de exportação da empresa italiana, Paolo Cecchetti, a Realgem’s é experiente e consolidada no mercado. “Muito mais do que fabricar e vender cosméticos, a Realgem’s sabe como trabalhar com o sentimento das pessoas. E este conceito vai totalmente de encontro ao conceito dos nossos produtos, que são desenvolvidos com muito cuidado e qualidade para fazer parte de momentos especiais. A La Bottega Brasil está em excelentes mãos, estamos muito felizes e otimistas com essa novidade”, acrescenta Cecchetti.
Fonte: paranashop 26/11/2012



WEG compra Paumar

A WEG, empresa especializada na fabricação e comercialização de motores elétricos, transformadores, geradores e tintas, anunciou nesta segunda-feira anuncia a aquisição da Paumar, que fabrica e comercializa tintas, vernizes, esmaltes e lacas.

 A Paumar foi fundada em 1964 e conta atualmente com 67 empregados, ocupando área construída de aproximadamente 5.800 m2 em terreno de 37.500 m2 em Mauá (SP). Em 2011 obteve receita de aproximadamente R$ 21 milhões.

 A WEG esclarece que a aquisição não ensejará o direito de recesso aos acionistas. O valor pago na referida aquisição não representa investimento relevante para a adquirente nem tampouco o preço médio de cada ação.
Fonte: monitormercantil 03/12/2012

 COMENTÁRIOS: 

A WEG realizou em 10/ago/2012, o primeiro WEG Day.Várias apresentações sobre as perspectivas estratégicas e as oportunidades de crescimento incluídas no planejamento estratégico WEG 2020 estão disponibilizadas em seu site. Abaixo, alguns slides extraídos das referidas apresentações.













FUSÕES E AQUISIÇÕES: 70 TRANSAÇÕES REALIZADAS EM NOVEMBRO/12

Foram anunciadas 70 operações de Fusões e Aquisições em nov/12, representando um crescimento de 15%, em relação ao mês anterior. O acumulado no período dos primeiros onze meses alcançou 744 transações. Mesmo com o crescimento no mês, o acumulado semestral continua sinalizando queda no volume de operações realizadas. Os setores de TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO (TI), ALIMENTOS, BEBIDAS E FUMO e OUTROS são os mais ativos.

Operações de Fusões e Aquisições divulgadas com destaque pela imprensa brasileira no decorrer do mês de NOVEMBRO de 2012.

ANÁLISE DO MÊS 

Apuradas 70 transações no mês de NOVEMBRO/12, em 24 setores da economia brasileira, registrando um crescimento de 15% em relação ao mês anterior ( 61 operações).


Os seis setores com maior número responderam por 53% do total das operações divulgadas.
Em novembro/12, o segmento TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO (TI) continua liderando com a realização de 10 transações representando 14% do total, seguido por ALIMENTOS, BEBIDAS E FUMO; OUTROS; IMOBILIÁRIO; INSTITUIÇÕES FINANCEIRAS e SHOPPING CENTERS. 


ANÁLISE DO PERÍODO dos PRIMEIROS DEZ MESES de 2012 

 No período dos primeiros onze meses de 2012, foram divulgadas a realização de 744 transações.


No gráfico dos Top 10 setores com maior número de operações nos primeiros onze meses do ano, o principal destaque fica por conta de TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO (TI), seguido por ALIMENTOS, BEBIDAS E FUMO e COMPANHIAS ENERGÉTICAS.
Os TOP 10 setores mais ativos representaram 64% do total das operações.


 No gráfico abaixo é apresentado o histórico mensal do número de operações realizadas nos primeiros onze meses do ano.

A despeito do crescimento do nº de operações no mês de novembro, constata-se na análise do período acumulado semestral móvel queda acentuada no volume de fusões e aquisições realizadas. Boa parte se deve ao efeito do expressivo nº de transações realizadas no mês de maio/12, decorrentes da nova lei concorrencial, que entrou em vigor naquele mês e que mudou as regras de como o Conselho de de Administração de Defesa Econômica, o Cade, que julgará as operações de compra e união das companhias que operam no Brasil.


 NEGÓCIOS DO MÊS 

 Negócios do mês - Brasil. 

GP Investiments compra 30% da Centauro. A GP Investiments fechou a compra de 30% do grupo de varejo esportivo Centauro por R$ 450 milhões no negócio.
Prosperitas vende ativo a investidor de Cingapura. A Hemisfério Sul Investimentos (HSI), - Prosperitas, gestora com foco na área imobiliária , fechou a venda de 37 empreendimentos logísticos e industriais para a Global Logistic Properties,da Ásia, por R$ 2,9 bilhões.
Brasileira Amil compra a portuguesa HPP. A Amil venceu o processo de venda e ficará com a empresa de hospitais do grupo estatal português CGD, por 85,6 milhões de euros.
OGX compra 40% de bloco da Petrobras por US$ 270 milhões A OGX Petróleo e Gás celebrou contrato com a Petrobras para aquisição de 40% na concessão do Bloco BS-4, localizado na Bacia de Santos, por US$ 270 milhões.
Telefônica e MasterCard anunciam pagamento via celular no Brasil a partir de 2013. O Grupo Telefônica e a MasterCard Internacional apresentaram a MFS, empresa que atuará na implementação dos meios de pagamentos utilizando telefonia móvel no Brasil.

 Negócios do mês - Exterior 

 Diageo comprará 53% da United Spirits por cerca de US$2 bi. A Diageo comprou participação de 53,4 por cento na produtora indiana de bebidas United Spirits por 111,67 bilhões de rúpias (2,05 bilhões dólares).
Sherwin-Williams compra mexicana Comex por US$ 2,34 bilhões. A americana Sherwin-Williams adquiriu a Consórcio Comex, líder em pinturas e acabamentos no México por US$ 2,34 bilhões. Em 2011, as vendas da mexicana somaram US$ 1,4 bilhão.
Reckitt chega a acordo para comprar Schiff por US$1,4 bi. A Reckitt Benckiser  adquiriu o grupo norte-americano Schiff Nutrition por 1,4 bilhão de dólares, entrando para o mercado de vitaminas e suplementos nutricionais de 30 bilhões de dólares.
Siemens compra empresa de automação ferroviária por € 2,2 bi. A Siemens adquiriu a Invensys Rail, unidade de automação ferroviária da Invensys, por € 2,2 bilhões.
Agronegócio: Conagra adquire Ralcorp por US$ 6,8 bilhõesA empresa alimentícia norte-americana Conagra fechou um acordo para adquirir a Ralcorp, produtora de alimentos norte-americana, por US$ 6,8 bilhões, valor que inclui as dívidas da Ralcorp. T

SUMÁRIO DOS DESTAQUES DO MÊS - FUSÕES E AQUISIÇÕES 

 A ordem da relação das transações de Fusões e Aquisições segue a data em que foram divulgadas pela imprensa e postadas no blog fusoesaquisicoes.blogspot.com. e podem ser localizadas nos endereços abaixo.

DESTAQUES DA:
SEMANA DE 29/out a 04/nov/12
SEMANA DE 05 a 11/nov/12
SEMANA DE 12 a 18/nov/12
SEMANA DE 19 a 25/nov/12 
SEMANA DE 26/nov a 02/dez/12

DESTAQUES DO MÊS ANTERIOR

OUTUBRO/12:  61 TRANSAÇÕES REALIZADAS 

TI - RADAR de Fusões e Aquisições, em outubro/2012 

M&A - QUEM, O QUÊ, QUANDO, QUANTO, COMO e POR QUÊ 
 A pesquisa FUSÕES E AQUISIÇÕES - DESTAQUES DO MÊS tem o propósito de captar o “clima” do mercado das operações de Fusões e Aquisições bem como sinalizar sua principais tendências. Trata-se da consolidação das informações semanais coletadas pelo blog FUSOESAQUISICOES.BLOGSPOT visando tornar mais acessíveis e conhecidos os negócios de fusão, aquisição e venda realizados entre empresas com atuação no Brasil. Os dados estão limitados às informações noticiadas pela imprensa e, sempre que possível, serão mencionados os nomes dos compradores – investidor estratégico ou fundos de private equity, dos vendedores, a tese de investimento e principais “value drivers”, o valor da transação, forma de pagamento, múltiplos praticados (Valor da Empresa/EBITDA, Valor da Empresa/Receita) etc. Muitas vezes a notícia não é clara a respeito dos valores/forma de pagamentos e respectivos múltiplos. É bem-vinda toda e qualquer contribuição para tornar as informações mais precisas e transparentes.



Cade constata estabilidade em fusões e aquisições no ano

O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) observa estabilidade no número de negócios avaliados em 2012, em relação ao ano anterior.

 "2011 foi um ano muito bom, enquanto no atual notamos certa estabilidade. Devemos fechar 2012 com cerca de 600 negócios", comparou o superintendente geral do Cade, Carlos Emmanuel Joppert Ragazzo.

 Entre as consultorias que atendem empresas em fusões e aquisições a sensação de que o ano de 2012 está estável também aparece. "Eu tenho mandado menos operações ao Cade. Mas temos um número crescente de projetos de fundos de private equity em andamento para o próximo ano", considera o sócio da Pinheiro Neto Advogados, Henry Sztutman.

 A consultoria Deloitte também está confiante de que 2013 poderá ser um ano melhor. "Em fusões e aquisições e em negócios com private equity e venture capital, o ano de 2012 é um pouco melhor do que o de 2011", avalia o sócio da Deloitte, Bruce Mescher.

 Em relatório, Alexandre Pierantoni, da PwC, calcula que o número de fusões e aquisições cresceu 5,4% em doze meses, de 616 transações anunciadas entre janeiro e outubro de 2011 para 649 transações anunciadas nos primeiros dez meses do ano corrente. "O ano de 2012 se mostra alinhado ao ano anterior", diz.

 Ao participar de encontro com a Associação Brasileira de Private Equity e Venture Capital (Abvccap), Ragazzo disse que a gestão do Cade na avaliação dos processos não é entrave à realização de investimentos. "Muitos ficaram assustados com a nova Lei 12.529, mas a realidade é que a análise prévia das operações é um incentivo para fechar os negócios", avaliou o superintendente-geral.

 De fato, de acordo com dados fornecidos por Ragazzo, o prazo médio para a avaliação das operações diminuiu de 154 dias no ano passado para 40 dias no exercício atual. "Em operações simples, o prazo médio caiu para 19 dias. Nossa melhor performance é 9 dias, mas com o sistema de gestão eletrônica vamos conseguir reduzir mais esses prazos."

 O superintendente contou que uma operação complexa como a do Itaú e do BMG em crédito consignado foi julgada em 48 dias. O prazo máximo para julgar os processos no órgão é de 330 dias. "Nos Estados Unidos pode demorar mais do que isso", disse.

 O presidente da Abvcap, Clovis Meurer, contou que seu fundo, CRP Companhia de Participações, teve uma operação liberada pelo Cade em apenas 10 dias no mês de novembro. No encontro com a Abvcap, o superintendente do Cade esclareceu que a legislação atual, alicerçada na Lei 12.529, está mais flexível. "Os advogados aprenderam com maior rapidez e o número de emendas tem sido pequeno".

 A principal recomendação aos fundos que compram participações societárias é observar e informar se a sobreposição de investimentos em diferentes carteiras, empresas e setores não provoca consolidação de mercado que prejudique a concorrência ou que gere conflito de interesses entre as partes relacionadas. 

O superintendente confirmou que o Cade não registrou qualquer restrição aos fundos no ano de 2012. "A postura do Cade ainda tem sido conservadora. Entre os principais pontos de interesse para o mercado de capitais está a relação entre os fundos e as OPAs [Ofertas Públicas de Aquisição de Ações]", elencou Ragazzo.

 Negócios

 O relatório da PwC destaca que os investidores estrangeiros lideraram e estiveram presentes em 252 transações anunciadas, 45% do total de 649 negócios até o final de outubro, enquanto o capital nacional dominou em 314 transações ou 55% das operações.

 O setor de tecnologia da informação (TI) segue na liderança da atenção entre os investidores, com 13% de participação, seguido pelo varejo com 9%, química e petroquímica com 8% empatado com serviços públicos em 8%, setor de alimentos com 7% e o mercado financeiro com 5%.

 Em valores, o último destaque foi a compra da Amil pela United Health por R$ 10 bilhões, mas também foram registrados a compra de mais 9,5% do Franca Shopping pela Sonae Sierra por R$ 9 milhões, e o BR Malls, que adquiriu o shopping Capim Dourado por R$ 180 milhões.
Fonte: DCI 03/12/2012



02 dezembro 2012

Namoro avançado

O interesse do fundo KKR no Brasil vai além da compra da Golden Cross, operadora carioca de planos de saúde.

O investidor americano negocia a aquisição de 35% do capital social da Sul América Saúde. Tal participação pertence ao grupo financeiro holandês ING. Ricardo Boechat
Fonte: Revista IstoE

02 dezembro 2012



Transações de M&A nos EUA em queda em novembro/12

O Bureau VanDijk publicou Relatório de M&A da Zephyr Database, referente a nov/12.

O valor das operacões de fusões e aquisições (M & A) das empresas norte-americanas caiu 45 por cento em novembro, para US$ 74,531 milhões ante um montante de US$ 136,417 milhões em outubro. No entanto, o resultado é 17 por cento maior quando comparado ao mesmo mês do ano passado, quando foi registrado US$ 63.729 milhões.

 O volume de transações também foi o mais fraco ao longo do ano, caindo de 1.359, em outubro para 993 operações em novembro/12.

 Lisa Wright, diretor de Zephyr, disse: "Embora os resultados são um pouco decepcionante, vale lembrar que muitas vezes novembro é um mês tranquilo para os negócios. Tenho certeza de que esta é apenas uma breve pausa antes de mais uma retomada."
Fonte: notícia extraída da beforeitsnews 30/11/2012



Mercado de livros cresce e já aparece como 9º no mundo

Setor movimentou R$ 6,2 bilhões no Brasil em 2011 e começa a atrair a atenção de grupos estrangeiros

Preço médio dos livros caiu 6,1% no ano passado; vendas cresceram 9,8% em relação às de 2010

 Até então "protegido" pela língua nacional, o mercado editorial brasileiro atingiu tamanho de gente grande e começa a atrair importantes grupos internacionais.

 Com R$ 6,2 bilhões de faturamento e 469,5 mil exemplares vendidos, o Brasil é o nono maior mercado editorial do mundo, segundo estudo recém-publicado da Associação Internacional dos Editores (IPA, na sigla em inglês).

 É o primeiro estudo que trás a movimentação total do mercado nacional, considerando o preço pago pelo consumidor. O faturamento das editoras, medido pela Câmara Brasileira do Livro (CBL), foi de R$ 4,8 bilhões em 2011.

 A compra de 45% da Companhia das Letras pela britânica Penguin no final de 2011 foi o início de um movimento que deve se intensificar, avalia o consultor Carlo Carrenho, do site PublishNews. 

Diferentemente do que acontece em setores como meios de comunicação, não há impedimento para a entrada de estrangeiros no mercado editorial. Os espanhóis já estão no país há alguns anos e a portuguesa LeYa comprou a Casa da Palavra no ano passado.

 O mercado brasileiro, junto com China e Índia, está no foco da Random House Penguin, união de duas das maiores editoras do mundo anunciada na semana passada.

 "Não tivemos muitas aquisições de estrangeiros no passado por conta do idioma. Mas, com o tamanho do mercado brasileiro, com a classe C entrando, o Brasil está cada vez mais atraente", diz Carrenho. 

Dados da CBL mostram que o livro está mais barato e o brasileiro anda lendo mais.

 O preço médio do livro caiu 6,1% em 2011, considerando apenas preços praticados no mercado privado. Incluindo compras de governo, o preço médio ficou estável (alta de 0,1%). O governo representa 39,5% do mercado.

 Em volume, as vendas subiram 7,2% -o brasileiro comprou 3,34% mais, e o governo,13,7% mais. Já em receita, a alta foi de 7,4%. Ou 0,81%, descontada a inflação.

 Na opinião de Carrenho, as editoras estão em situação confortável para conversar, pois estão saudáveis e com perspectiva de crescimento. "Há muito espaço para as editoras se tornarem globais, com uma administração profissional", diz. "As editoras são empresas familiares e só têm a ganhar ao fazer parte de grandes grupos." Por MARIANA BARBOSA
Fonte: Folha de sao Paulo 02/12/2012



Força no make-up

Empresas de cosméticos expandem número de lojas para atender a elevação do consumo no Brasil

 Para atender o maior consumo de cosméticos no país, uma onda de expansões de marcas no setor se intensificou às vésperas do Natal.  "O setor de beleza acompanha a explosão da indústria de shoppings", afirma João Carlos Basilio, presidente da associação Abihpec.

 As prateleiras de farmácias e supermercados também ficaram pequenas para a atual multiplicação do número de categorias, cores e linhas de produtos, de acordo com Basilio. "É cada vez mais difícil competir pelo espaço. Por isso é importante a criação de varejos e redes próprias."

 Alguns associados da entidade chegam a ter cerca de mil produtos em desenvolvimento, segundo Basilio. "Hoje é preciso ter ponto de venda em todo lugar. Ninguém suporta esperar horas no congestionamento para fazer compra", diz.

 A Abihpec não tem consolidado o número de lojas inauguradas recentemente, mas estima que o crescimento real da indústria de higiene, perfumaria e cosméticos será de 11% no ano. O grupo Boticário é um exemplo da diversificação, com suas novas marcas como Quem Disse, Berenice?, Eudora e The Beauty Box.

 "Há espaço no Brasil para um nível de consumo de maquiagem maior. A brasileira consome menos que suas pares latinas e menos ainda que as europeias", afirma Alexandre Bouza, do grupo Boticário. Mercado Aberto Maria Cristina Frias
Fonte: Folha de São paulo 02/12/2012



01 dezembro 2012

Negócio bilionário

O fundo americano General Atlantic acaba de comprar 30% da XP, maior corretora independente do Brasil. Pagará 1,2 bilhão de reais.

O controle, contudo, continuará nas mão de Guilherme Benchimol e Marcelo Maisonnave , fundadores da XP. Assinado há dez dias, o negócio será concluído em janeiro. Por LauroJardim
Fonte: Veja 05/12/2012

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  XP e General Atlantic negociam associação

A XP Investimentos enviou um comunicado aos funcionários no sábado informando que mantém conversas com o fundo de private equity americano General Atlantic para uma associação. Mas ressaltou que a negociação ainda não está concluída.

A mensagem, assinada pelo sócio-fundador Guilherme Benchimol, não revela quaisquer detalhes da negociação. Procuradas, nenhuma das duas partes quis comentar o assunto. Leia mais em:
Fonte: Valor Econômico 04/12/2012

01 dezembro 2012



30 novembro 2012

Google compra empresa de aluguel de caixas postais

O Google anunciou a compra da BufferBox, empresa canadense que oferece aluguel temporário de caixas postais para armazenamento de produtos comprados na internet. O valor da transação não foi revelado.

A BufferBox instala caixas em locais públicos, chamados de lockers, com endereços que podem ser usados quando um usuário realiza uma compra online. Ao receber o produto no local indicado, a pessoa recebe um código no e-mail cadastrado, que deve ser digitado no locker para liberar o produto. 

Procurado para comentar a compra, o Google enviou um comunicado ao blog de TechCrunch dizendo que a intenção é “remover as dificuldades das experiências de compra online e, ao mesmo tempo, ajudar os consumidores a economizar tempo e dinheiro".
Fonte:tiinside 30/11/2012

30 novembro 2012