03 novembro 2014

DynAdmic recebe rodada de investimentos de US$ 3 milhões para expandir operação no Brasil

A DynAdmic, startup francesa de publicidade em vídeo online, recebeu uma rodada investimento de US$ 3 milhões do fundo XAnge Private Equity. Segundo comunicado oficial, o objetivo do aporte é acelerar o crescimento da empresa em mercados-chave, que incluem América do Sul e do Norte, além de aumentar a participação no mercado europeu.

O Brasil é hoje o segundo principal mercado da empresa, atrás apenas da França. A perspectiva com o investimento é de que as operações no Brasil mais do que dobrem até 2016. O capital terá reflexo também no número de clientes no país, que deverá triplicar no período, e na inovação tecnológica, que poderá ganhar novos recursos para atender às necessidades das marcas.

O foco da expansão da empresa na América Latina será nos mercados do Chile, Colômbia e Peru. Atualmente, a DynAdmic já está presente no México. "O mercado latino-americano ainda é muito jovem em termos de conhecimento do panorama da publicidade digital e muitos anunciantes ainda temem o programático. Vamos aproveitar esse potencial de mercado na região para liderar a iniciativa", avalia Lara Krumholz, diretora geral da DynAdmic Brasil.

A DynAdmic comercializa campanhas publicitárias personalizadas, com um targeting que possui como base o reconhecimento do conteúdo dos vídeos disponíveis na internet. "A tecnologia do nosso software permite identificar o interesse dos videonautas sem ter que recorrer aos cookies e, assim, é possível recomendar a publicidade certa para a pessoa certa, no vídeo certo", afirma Lara. Leia mais em Tiinside 03/11/2014

03 novembro 2014



Gilbarco adquire empresa líder em GNV

A aquisição da ANGI Energy Systems amplia a oferta de tecnologia em combustíveis da Gilbarco. ...

Líder no desenvolvimento e montagem de sistemas de Gás Natural Veicular (GNV) para abastecimento de veículos, a norte-americana ANGI Energy Systems está somando sua tradição de trinta anos com a vasta experiência de varejo e de abastecimento comercial da Gilbarco, permitindo-lhe oferecer a mais abrangente combinação de distribuição de GNV, gestão de combustível e sistemas de controle, nos Estados Unidos.

A aquisição confirma o compromisso da Gilbarco em apoiar o crescimento do mercado GNV e sua importância como combustível para transporte, com significativo potencial de expansão em postos de combustíveis.

“A equipe da ANGI traz conhecimentos valiosos para a família Gilbarco que nos permitirá acelerar os avanços na tecnologia e excelência na fabricação do gás natural para abastecimento”, diz Stephen Moule, presidente da Gilbarco Estados Unidos. “Eles também vão trazer uma equipe de colaboradores altamente qualificada, uma excelente operação e uma forte carteira de clientes que estamos ansiosos para atender”.

John Grimmer, presidente da ANGI acrescentou: “Continuamos crescendo com rapidez devido à demanda de nossos clientes. Para mantermos o ritmo, buscamos um parceiro estratégico com sistemas, processos e pessoas para apoiar nossos funcionários e clientes. Encontramos tudo isso na Gilbarco.”

Para a Gilbarco Veeder-Root no Brasil e América Latina, no médio prazo, esta aquisição será extremamente benéfica para a regão onde o GNV é um combustível em ampla expansão. A experiência de um parceiro como a ANGI será fundamental para atendimento das necessidades desse mercado. Leia mais em pautas 03/11/2014



Altice apresenta proposta para comprar Portugal Telecom

A companhia francesa Altice apresentou uma proposta de 7,025 bilhões de euros a Oi para comprar a Portugal Telecom (PT), segundo informou nesta segunda-feira a empresa.

A proposta não inclui os investimentos da Portugal Telecom na Africatel e Timor Telecom, assim como em Rio Forte, braço financeiro do Grupo Espírito Santo, com o qual a empresa de telecomunicações portuguesa contraiu uma dívida de 900 milhões de euros, valor irrecuperável devido à crise que atingiu o banco.

O Conselho de Administração de Oi analisará a proposta da Altice e decidirá sobre seus termos, segundo comunicado enviado pela Oi para a Bolsa de São Paulo. Não foi estabelecido prazos para uma resposta.

A venda da PT daria a Oi fundos suficientes para participar de uma operação para comprar a TIM, segunda maior operadora móvel do Brasil e filial da Telecom Italia.

O mercado ventila a hipótese da TIM ser comprada e dividida entre Vivo, Claro e Oi. EFE  Leia mais em exame 03/11/2014



Publicis faz oferta de US$ 3,7 bilhões pela empresa americana de anúncios digitais Sapient

A agência de publicidade francesa Publicis Groupe fez uma oferta de US$ 3,7 bilhões em dinheiro pela norte-americana Sapient, especializada em anúncios digitais, como parte da estratégia para acelerar seu crescimento, após a tentativa fracassada de fusão com a rival Omnicom Group.

Em comunicado, a Publicis disse que firmou acordo para pagar US$ 25 por ação da Sapient, o preço representa um prêmio de 44% sobre o vlaor de fechamento das ações da Sapient na sexta-feira, 31. A Publicis disse que a compra vai aumentar a exposição da empresa nos Estados Unidos e na publicidade digital. A nota confirma notícia veiculada pelo The Wall Street Journal neste domingo, 2.

Ao longo dos últimos oito anos, a Publicis tem expandido agressivamente sua atuação no mercado de publicidade digital por meio da aquisição grandes agências norte-americanas como a Digitas, Razorfish e Rosetta. A aquisição da Sapient deve impulsionar a receita digital global da Publicis em mais de 50% já em 2015, segundo analistas de mercado. Com Sapient, a Publicis também acrescentará uma nova área ao seu portfólio: serviços de consultoria.

"A incorporação dos serviços de consultoria e a tecnologia da Sapient ao nosso grupo vai nos possibilitar responder melhor às demandas dos clientes, que estão cada vez mais focados em melhor servir os consumidores, que estão cada vez mais conectados por meio de mídias sociais e plataformas de e-commerce.", disse o CEO da Publicis Maurice Lévy, a jornalistas. "Nós vamos ter acesso a novas fontes de receita e mercados", completou.

A previsão é que o negócio seja concluído no primeiro trimestre de 2015, após aprovação dos acionistas da Sapient e de órgãos reguladores.

O anúncio não foi bem recebido em Wall Street. As ações da Publicis encerraram o pregão na Nasdaq em queda de quase 3% nesta segunda-feira, negociadas a US$ 16,81. A razão, segundo analistas, é que os investidores avaliam que a aquisição poderá atrasar um possível aumento dos dividendos para os acionistas, que muitos esperavam que seria anunciado nesta semana. Ainda assim, esses analistas disseram que a compra faz sentido estratégico. Leia mais em tiinside 03/11/2014

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A Publicis divulga em seu site apresentação referente a operação Publicis acquires Sapient. Abaixo alguns slides extraídos do mencionado documento.

























Fras-le negocia compra de 1% do capital social da Duroline

Operação ainda depende da aprovação dos conselhos de administração das empresas

A Fras-le, do Grupo Randon, negocia a compra de 1% do capital social da fabricante gaúcha de lonas de freio Duroline. As empresas firmaram um Memorando de Entendimentos, um contrato preliminar que permitirá às partes a realização de diligência legal e preparação dos contratos definitivos.

O documento também prevê a outorga de opção de compra e venda para aquisição de outros 93% de participação por parte da Fras-le. A conclusão da operação depende ainda de um acordo final entre as partes, da deliberação dos conselhos de administração das companhias, além da aprovação prévia do Sistema Brasileiro de Defesa da Concorrência. Leia mais em amanha 03/11/2014



IPO da Virgin America deve precificar companhia em cerca de US$1 bi

A companhia aérea de baixo custo Virgin America, que tem Richard Banson como um dos seus donos, disse que sua oferta pública inicial de ações (IPO, na sigla em inglês) deve ser precificada entre 21 a 24 dólares por ação, atribuindo à empresa um valor de cerca de 1,04 bilhão de dólares no teto da faixa.

A companhia deve captar até 320 milhões de dólares com a oferta.

A Virgin America, conhecida pela iluminação interior, wi-fi e assentos confortáveis de couro mesmo na classe econômica, oferece voos para 22 cidades nos Estados Unidos e no México, usando uma frota de 53 aeronaves Airbus A320.

Branson, cujo investimento na companhia aérea é restrito por regras de investimento estrangeiro dos Estados Unidos, detém uma fatia de 22 por cento na companhia através da Virgin Group e de um fundo de hedge.

A maior acionista da Virgin America é a VAI Partners, que detém 76,1 por cento de participação. A VAI é controlada pelo fundo de hedge Cyrus Capital Partners.

A Virgin America disse nesta segunda-feira que seu lucro líquido subiu para 41,6 milhões de dólares no terceiro trimestre encerrado em setembro, ante 33,5 milhões de dólares um ano antes.

A receita operacional total cresceu 4,7 por cento para 405,5 milhões de dólares. (Por Amrutha Gayathri) Leia mais em Bol.uol 03/11/2014



02 novembro 2014

Plataforma educacional polonesa presente no Brasil recebe investimento

Brainly, um criador das plataformas onde alunos ajudam uns aos outros com dúvidas escolares, anunciou que captou 9 milhões de dólares em rodada de investimento liderada pela General Catalyst Partners. Também participaram parceiros antigos: Point Nine Capital, e novos, Learn Capital e Runa Capital. Com o dinheiro, a empresa vai abrir um escritório em Nova Iorque e continuar desenvolvendo todas as versões do Brainly, inclusive a brasileira – brainly.com.br.

A General Catalyst normalmente investe em startups nos Estados Unidos – Snapchat, Airbnb e Kayak são apenas alguns exemplos das empresas que eles apoiaram financeiramente no passado. Só em circunstâncias excepcionais estão interessados em empresas de fora da América do Norte. O Brainly é uma das exceções.

Criada em 2009 e com enorme sucesso na Polônia, seu país de origem, rapidamente atingiu 35 países na Europa, Ásia e América do Sul, incluindo Rússia, Indonésia e Brasil. A versão brasileira foi lançada no final de 2012 e já conta com mais de 3 milhões de visitas únicas por mês, alta taxa de engajamento e um número considerável de professores – um deles já ajudou voluntariamente com mais de 17 mil dúvidas.

O objetivo principal dos criadores da rede é ser o número um na área de social learning. A abertura do escritório em Nova Iorque é um dos primeiros passos para atingir isso. “Cada aluno no mundo mais cedo ou mais tarde trava na lição de casa, o que cria frustração e falta de confiança,” diz Michal Borkowski, o CEO do Grupo Brainly. “A nossa visão é ajudar os alunos e transformar a lição de casa em uma oportunidade para inspirar aprendizagem e colaboração. Com este financiamento vamos poder acelerar a nossa visão e reinventar a nova geração do nosso produto. O dinheiro levantado nos deixará desenvolver mais intensamente em países onde o Brainly já está presente, assim como vai facilitar o lançamento de novas versões e expansão para o resto do mundo”, afirma.

Mais de 30 milhões de pessoas no mundo visita os websites do Brainly cada mês para buscar ajuda com as dúvidas escolares, estudar para prova, compartilhar conhecimento e fazer amizades. O sistema é baseado em gamificação, como por exemplo atribuição de pontos que
servem como moeda no serviço e criam um ciclo natural de ajuda e engajamento entre os alunos. A empresa mais do que duplicou sua base de usuários no ano passado e hoje em dia mais de 8 000 perguntas são feitas no Brainly cada hora enquanto 450 moderadores voluntários
asseguram a qualidade dos conteúdos praticamente 24/7. Existem também apps para celular das quais já foram efetuados 2 milhões de downloads desde o início do ano 2014.

Sobre o Brainly
Brainly é a maior rede social educativa no mundo. No Brainly os alunos de ensino fundamental, médio e superior se juntam para receber e oferecer ajuda com as dúvidas escolares. Os alunos encontram uma oportunidade única de fazer perguntas livremente e, ao ajudar os outros, ganham a confiança que os inspira a aprender em uma comunidade colaborativa que recebe mais de 30 milhões de visitas cada mês. Brainly está disponível em 35 países e em 12 línguas. A empresa tem sua sede em Cracóvia, na Polônia e um escritório em Nova Iorque. Saiba mais em meet.brainly.co.

Sobre General Catalyst Partners
General Catalyst Partners é uma empresa de capital de risco que faz investimentos acionários nas fases de arranque e crescimento de empresas. Ela apoia empreendedores excepcionais que constroem empresas de tecnologias inovadoras que transformam indústrias como por exemplo KAYAK, Demandware, Stripe, Airbnb, The Honest Company, Warby Parker, Oscar, Datalogix, BigCommerce, Snapchat, HubSpot e Datto.

General Catalyst utiliza sua vasta experiência para ajudar os fundadores a construir negócios líderes de mercado. A empresa tem escritórios em Cambridge, Palo Alto e Nova Iorque Leia mais em startupi 31/10/2014

02 novembro 2014



Diageo pode fazer acordo com Jose Cuervo, dizem fontes

A fabricante de bebidas Diageo PLC está perto de fechar um acordo de troca de ativos com a Jose Cuervo que daria à gigante mundial de bebidas 100% de uma marca de tequila em forte crescimento. Em troca, a britânica abriria mão de sua marca de uísque Bushmills.

Os dois lados estão em conversas avançadas para um acordo que daria à Diageo os 50% da marca Don Julio que hoje pertencem à Jose Cuervo juntamente com um pagamento em dinheiro, segundo fontes com conhecimento do assunto.

Hoje a Diageo já detém 50% da Don Julio. Como parte do acordo, a Diageo entregaria a Bushmills para a Cuervo.

Os termos exatos do negócio, que pode ser anunciado já na próxima semana, ainda não foram conhecidos.

A consumação do negócio permitiria à Diageo realizar sua ambição de impulsionar sua presença no segmento de tequilas de alta sofisticação depois dos esforços mal sucedidos do grupo para comprar a Jose Cuervo há cerca de dois anos.

A Diageo e a companhia detida pela família mexicana Beckmann tinham um pacto de distribuição que terminou no ano passado. Antes do vencimento do acordo, os dois lados discutiram uma tomada da Cuervo pela Diageo, mas não conseguiram concordar com os termos.

Embora a Jose Cuervo seja a maior marca de tequila do mundo, ela não cresce no mesmo ritmo da Don Julio, um portfolio de tequilas de alta qualidade que mais recentemente vem reportando uma taxa de crescimento de 25% ao ano, segundo uma das fontes ouvidas.

A Diageo é a maior fabricante de bebidas alcoólicas do mundo, com marcas como Johnnie Walker, Smirnoff e Bushmills, uma das maiores marcas de uísque irlandês. Leia em Exame 01/11/2014



Você está preparado para aceitar um sócio?

Ainda que o cenário econômico brasileiro atual seja de incertezas, o país continua atraindo investidores, principalmente pelas oportunidades em infraestrutura, pelo surgimento de novas tecnologias, pela ascensão de novas classes sociais, e pela crescente demanda mundial por produtos agrícolas brasileiros, entre outros.

Além desse cenário, acelerar o crescimento da empresa, resolver problemas de sucessão, captar recursos e expandir as atividades são alguns dos motivos que têm levado os empresários fundadores a considerar em sua avaliação a possibilidade de aceitar um investidor como sócio ou até mesmo vender a participação total, além de, é claro, colocar um bom dinheiro no bolso.

Diante desse panorama, as operações de fusões e aquisições têm sido as formas encontradas pelos empresários. Em Goiás não tem sido diferente. Atualmente, algumas empresas do estado têm optado por esse tipo de transação, atraindo a atenção de investidores nacionais e estrangeiros. De janeiro a agosto desse ano foram fechados cinco negócios e outros estão em andamento, podendo ou não se concretizarem, uma vez que esse processo depende de vários fatores.

Por mais que pareça ser uma boa saída, a decisão de vender a totalidade da empresa ou colocar parte à venda, aceitando um novo sócio no negócio, não é nada fácil. Em recente pesquisa realizada em evento promovido pela KPMG, 78% dos entrevistados, entre eles acionistas e diretores de empresas de Goiás, apontam como barreiras relevantes para a entrada de um novo sócio a divisão de poder e problemas na implementação de uma política de governança relacionada principalmente relacionada à prestação de contas.

O levantamento também apontou que os principais obstáculos desse processo estão relacionados à dificuldade em separar a pessoa física da jurídica, à profissionalização da empresa e à equalização de problemas sucessórios. Tais requisitos são condições imperiosas para que um parceiro estratégico, um fundo de private equitye, mais à frente, a possibilidade de abertura de capital da empresa na Bolsa de Valores sejam concretizados.

Neste caso, vale ressaltar a importância da implementação e do aprimoramento do processo de governança corporativa na empresa, em especial, quanto à organização contábil, de controles internos, processos operacionais e aspectos societários, além da necessidade de instituir um processo robusto de sucessão familiar e profissionalização da gestão, quando aplicável. Esse processo de organização da casa deve fazer parte de um processo de garantia de perpetuidade da empresa. Assim, tal procedimento ajudará a criar cada vez mais valor para o seu negócio e dará um passo importante quando da decisão de aceitar um novo sócio. ( Por Marcelo José de Aquino - sócio-líder da KPMG em Goiás) Leia mais em Diariodamanha 01/11/2014



EFI adquire tecnologia de tinta de termoformagem da Polymeric Imaging

A EFI™ (Nasdaq: EFI), líder mundial em inovações para impressão digital, anunciou a aquisição de importantes ativos de propriedade intelectual relacionados à impressão a jato de tinta de produtos termoformados da Polymeric Imaging, fornecedora especializada em tintas UV e LED para aplicações industriais e em artes gráficas.

 Com sede em North Kansas City, Missouri (EUA), a Polymeric Imaging conta com ampla experiência na pesquisa e desenvolvimento em criação de tintas para impressão a jato de tinta, solucionando problemas críticos relacionados a secagem, adesão, densidade e durabilidade que profissionais dos setores industrial e de artes gráficas enfrentam ao imprimir em substratos complexos. A EFI utilizará a tecnologia adquirida para otimizar os recursos de produção a jato de tinta dos clientes para termoformagem e outras aplicações de alongamento intenso que exigem tintas com durabilidade e flexibilidade excepcionais.

Os termos financeiros da aquisição ainda não foram divulgados, mas não é esperado que a transação seja relevante para os resultados financeiros da EFI no 4º trimestre de 2014 ou no ano inteiro.

“Essa aquisição fomenta o impulso da EFI na impressão de gráficos a jato de tinta após o grande sucesso da empresa na SGIA Expo, que deu destaque ao nosso portfólio, com tecnologias de jato de tinta UV e LED”, afirmou Stephen Emery, vice-presidente de negócios de tintas da EFI. “A tecnologia que estamos adquirindo permitirá que a EFI continue expandindo suas plataformas de jato de tinta com alta qualidade para novos mercados.”

“Como líder mundial na fabricação de tecnologias de jato de tinta UV, a EFI há muito definiu um padrão de excelência e inovação na impressão digital”, afirmou o fundador e proprietário da Polymeric Imaging, Don Sloan. “Essa aquisição aumenta significativamente a escala e o alcance para o desenvolvimento e a comercialização de algumas das principais inovações de pesquisa e desenvolvimento que fizemos com a tinta para impressão a jato de tinta.”

Além de adquirir a tecnologia da Polymeric Imaging, a EFI contratou funcionários importantes da empresa responsáveis pelo desenvolvimento técnico e de mercado de produtos de revestimento e tintas digitais. Atualmente, esses funcionários estão ajudando a área de operações de tintas da EFI no desenvolvimento e no teste de novas formulações para uso nos produtos de jato de tinta da empresa. Para mais informações sobre a EFI, visite www.efi.com.

Sobre a EFI Brasil

A EFI está presente no mercado latino-americano desde 1994. Abriu o primeiro escritório no Brasil na cidade do Rio de Janeiro, em 1997, e em 2000 mudou-se para São Paulo de onde suporta toda a Região da América Latina. Em 2012, deu um importante passo para sua expansão com a aquisição da Metrics, empresa líder no mercado brasileiro em prover sistemas de gestão ERP para as indústrias gráficas e de embalagens. Hoje a EFI Brasil possui uma forte presença na América Latina, com aproximadamente 100 colaboradores, disponibilizando serviços e suporte técnico para todos os produtos EFI.

Sobre a EFI

A EFI (www.efi.com) é fornecedora mundial de produtos, tecnologias e serviços que lideram a transformação do segmento de imagens analógicas e digitais. Com sede em Fremont, CA e escritórios no mundo todo, a empresa conta com um avançado portfólio de produtos integrados, que inclui: servidores Front-End digitais; impressoras a jato de tinta para grandes e super grandes formatos, etiquetas e cerâmica; tintas; sistemas de gestão, fluxo de trabalho de produção e web-to-print; além de soluções na nuvem para escritórios, empresas e dispositivos móveis. Esses produtos e soluções permitem que os usuários produzam, divulguem e compartilhem informações de modo simples e eficiente, além de proporcionar às empresas a possibilidade de aumentar os lucros, a produtividade e a eficiência. Leia mais em segs 02/11/2014



01 novembro 2014

BNDES seleciona gestores de fundos que fomentarão Bovespa Mais

Brasil Plural e Leblon Equities serão os gestores dos primeiros fundos apoiados pelo BNDES para fomentar as ofertas iniciais de ações (IPOs) de companhias de médio porte. A iniciativa faz parte do Programa BNDES de apoio a ofertas públicas em mercados de acesso. O patrimônio comprometido nos dois fundos somará cerca de R$ 600 milhões, e a participação do banco de fomento será de aproximadamente 30%.

A Leblon Equities criará um fundo de investimento em participações (FIP) para investir tanto em empresas que se prepararam para um IPO no Bovespa Mais quanto em companhias que, logo após a estreia em bolsa, necessitem de liquidez. “No primeiro trimestre de 2015, já estaremos prontos para começar a investir”, diz Pedro Rudge, sócio da gestora. Já a Brasil Plural pretende aportar recursos em companhias mais próximas do IPO. “Buscamos empresas que possam chegar ao Bovespa Mais num período que pode variar de seis meses a dois anos”, afirma Rodolfo Riechert, diretor-presidente do banco.

A ideia é aproveitar a atividade das diversas áreas do Brasil Plural para encontrar companhias que necessitem de reforço financeiro, ajustes de governança e orientação para preparar uma abertura de capital. Grandes arrumações de casa não estão nos planos do banco.

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Por Yuki Yokoi Leia mais em CartaCapital novembro/2014

01 novembro 2014



Cnova diz esperar que IPO seja precificado de US$12,50 a US$14 por ação ON

A Cnova, que reúne as atividades de comércio eletrônico do Grupo Pão de Açúcar (GPA) e de seu controlador francês Casino, disse nesta sexta-feira esperar que sua oferta pública inicial de ações (IPO, na sigla em inglês) nos Estados Unidos seja precificada de 12,50 a 14 dólares por ação ordinária.

A empresa venderá 26,8 milhões de papéis, em uma operação que poderá movimentar até 375,2 milhões de dólares.(Reuters) - Leia mais em Yahoo -31/10/2014