13 dezembro 2018

Caixa pode levar R$ 60 bi com subsidiárias

O presidente da Caixa Econômica Federal, Nelson Antônio de Souza, entregou à equipe de transição do novo governo um diagnóstico que aponta que a venda de participações em cinco subsidiárias da instituição pode render R$ 60 bilhões ao banco, incluindo tributos, até 2022.

A projeção considera o repasse para a iniciativa privada de parte da Caixa Seguridade, Caixa Cartões, Caixa Loterias, Caixa Banco Digital e Caixa Gestão de Recursos.

 “Esse é um cálculo conservador. É o valor que essas empresas trariam de imediato para a Caixa Econômica”, frisou o presidente do banco em entrevista ao.. Leia mais em valoreconomico 13/12/2018

13 dezembro 2018



Mogai – companhia especializada em visão computacional e software para logística e agronegócio recebe investimento

Aporte será destinado para a comercialização dos produtos para indústrias de transformação, mineração, logística e agronegócios

A MOGAI, uma companhia que desenvolve tecnologia inovadora nas áreas de visão computacional e software para logística na indústria e agronegócio, comemora mais um momento importante em sua trajetória. A empresa acaba de receber um aporte Série A do Fundo de Investimento e Participações Primatec. Com o recurso, a empresa tornou-se uma sociedade anônima.

O valor investido será destinado para a comercialização PhoTopography, que calcula o volume de minério ou quaisquer granulados empilhados ou armazenados, e da Maquete Logística, software para automatizar processos logísticos em empresas de médio e grande portes. Além disto, o fundo identificou na MOGAI o potencial de geração de novos produtos e negócios, e uma parte do investimento está sendo aplicado no software Olho do Dono, que usa modernas tecnologias de visão computacional com inteligência artificial e estatística para estimar o peso do boi vivo, caminhando no pasto, a partir da tecnologia 3D desenvolvida pela startup.

"O PhoTopography já está sendo comercializado e também usamos parte do valor investido para lançar o Olho do Dono em outubro desde ano. Agora, o foco será na comercialização de nossos produtos, e no desenvolvimento de novas a partir de demandas do mercado. Todo o lucro será reinvestido no aprimoramento das nossas tecnologias e acesso a novos mercados", comenta Franco Machado, fundador da MOGAI.

Ainda de acordo com o empresário, a empresa foi criada dentro da disciplina de empreendedorismo do curso de Ciência da Computação da UFES, em 1997, para atender as grandes indústrias, com o intuito de solucionar problemas na logística de empresas como Vale, ArcelorMittal, Fibria, entre outras. As tecnologias que a empresa desenvolve são tão inovadoras que foi selecionada para programas de internacionalização na Inglaterra e Estados Unidos.

Por ter uma tecnologia versátil e capaz de resolver problemas em diversos setores, o Fundo Primatec se interessou pela empresa. As negociações começaram há, aproximadamente, um ano, período em que a MOGAI passou por análises do potencial da empresa e do mercado atendido por ela.

"Estamos muito satisfeitos com esse investimento na MOGAI, uma empresa nacional com tecnologia de ponta, capaz de ser atrativa em cenário mundial. A empresa traz soluções inteligentes para setores fundamentais da indústria e do agrobusiness, que precisam da tecnologia para ganhar competitividade", diz Marcelo Almeida, Consultor Operacional do Fundo Primatec.

O fundo, que investe prioritariamente nos setores de Tecnologia da Informação e Comunicação (TICs), Energia, Sustentabilidade e Economia Criativa, conta com o apoio de profissionais de alta qualidade para ajudar na aceleração de empresas com potencial de mercado.

"Nós passamos por um árduo processo de amadurecimento e treinamento de pitch para poder abordar os investidores. Em 2014 participamos do programa InovAtiva Brasil, que foi decisivo para que a MOGAI ganhasse maturidade. Dentro dele, tivemos mentores nos instruindo para melhorar nosso projeto e discurso. O InovAtiva teve papel bastante decisivo e importante para conseguirmos esse resultado", conta Machado.

Atualmente, a MOGAI tem sede no Espirito Santo, mas atende empresas do mundo inteiro, inclusive um grande projeto na África. Na área de topografia, a empresa atualmente conta com uma carteira de clientes em áreas como mineração, cimento, siderurgia, fertilizantes, química e ferrovias, e uma grande quantidade de indústrias está avaliando a tecnologia inovadora, que promete resultados e flexibilidade sem precedentes neste mercado.

Sobre o Fundo Primatec
O Primatec é um Fundo de Investimento e Participações que investe em empresas de base tecnológica, em todo o território nacional. É o primeiro fundo 100% focado em empresas de incubadoras e parques tecnológicos. A Antera Gestão de Recursos é a gestora do Fundo Primatec, e a BRAIN ventures, Consultora Operacional. São investidores cotistas do Fundo Primatec: Finep, BNDES, BDMG, BANDES, Fapemig.

Sobre a MOGAI
A MOGAI desenvolve tecnologias inovadoras para medir e monitorar estoques de granulados como minério, soja e outros, além de substituir a topografia tradicional em outras atividades. A empresa também oferece soluções para controlar processos logísticos em indústrias de médio e grande portes.

Sobre o InovAtiva Brasil
O InovAtiva Brasil é um programa gratuito de aceleração em larga escala para negócios inovadores de qualquer setor e região do Brasil, realizado pelo Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC) e pelo Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), com execução da Fundação Centros de Referência em Tecnologias Inovadoras (CERTI). O programa oferece cursos de capacitação online em empreendedorismo inovador, mentorias individuais com investidores e executivos experientes e conexão com potenciais investidores, clientes e parceiros. Entre 2013 e 2018, mais de 800 startups de todas as regiões do país foram aceleradas pelo programa... Leia mais em segs 12/112/2018




Agenda Edu recebe investimento da Omidyar Network para escalar sua plataforma

O aporte será utilizado para impulsionar o crescimento da startup brasileira focada em gestão e comunicação para o ambiente escolar

O Agenda Edu (www.agendaedu.com), plataforma que aumenta o engajamento em ambientes escolares, acaba de receber o investimento do Omidyar Network, fundo filantrópico criado por de Pierre Omidyar e sua mulher Pam Omidyar. O aporte ajudará a impulsionar o crescimento da startup, considerando melhorias na plataforma e o aumento da base de usuários e de sua equipe. A ferramenta já é utilizada por mais de 1 milhão usuários ativos, entre alunos, pais e educadores, o que a consagra como a maior plataforma de gestão e comunicação para o ambiente escolar do País.

"Nossa meta é dobrar a equipe de atendimento e triplicar a base de usuários até janeiro de 2020", explica o CEO do Agenda Edu, Anderson Morais. "Esperamos repetir a performance de 2018: neste ano triplicamos nossa base e atingimos praticamente 1.350 escolas".

O Omidyar Network já investiu, mundialmente, mais de US$ 1,3 bilhão e, no Brasil, segue com investimentos em Educação por meio de um portfólio composto por projetos com e sem fins lucrativos, que inclui Geekie, Guten News, Digital House, Ensina Brasil, Laboratoria e Centro de Inovação para a Educação Brasiliera (CIEB).

"O Agenda Edu é uma plataforma poderosa para o engajamento mais profundo com as famílias, professores e alunos e resolve um ponto chave para escolas", diz o Investment Director da Omidyar Network, Fabio Tran. "Estamos entusiasmados com o investimento, pois acreditamos que podemos contribuir para melhorar a eficiência, a gestão e os resultados no processo de aprendizagem de crianças e adolescentes", complementa o porta-voz.

"Este aporte representa mais uma validação do modelo do Agenda Edu e acredito que os recursos deverão acelerar o crescimento do negócio. Além disso, a entrada da Omidyar Network como investidora, com todo o track record que possui em Educação, será fundamental para consolidar o Agenda Edu como app preferencial das escolas", diz Rodrigo Borges, sócio da DOMO Invest, Asset Management de Venture Capital, que também fez um aporte na startup no começo deste ano.

A Bossa Nova Investimentos também participou da operação "O perfil da Agenda Edu está alinhado com os critérios de investimentos da Bossa Nova que estão focados em empresas com negócios inovadores, digitais e escaláveis. Além de estar em uma de nossas áreas de interesse que é a da Educação", afirma João Kepler, Managing Partner da Bossa Nova Investimentos.

Após quatro anos e meio de mercado, a plataforma amadureceu e passou a atender todos os níveis de ensino dentro das instituições. A startup ampliou então o seu leque de serviços para, além da gestão da comunicação, e ainda trouxe funcionalidades que auxiliam na melhoria do engajamento dos responsáveis, alunos e educadores na jornada educacional e permitem a escola acompanhar melhor a evolução dos indicadores de forma transparente.. .. Leia mais em terra 12/12/2018



Abertura de capital estrangeiro a aéreas estimula crescimento, diz Latam

A Latam Airlines declarou ser favorável ao capital estrangeiro nas companhias aéreas, tendo em vista que se trata de um setor que exige capital intensivo.

"Essa medida estimula o crescimento, gerando riqueza para o Brasil", afirmou a companhia em nota, ao ser questionada sobre o anúncio feito na tarde desta quinta-feira, 13, pelo ministro-chefe da Casa Civil, Eliseu Padilha, de que o presidente Michel Temer assinou uma Medida Provisória que libera até 100% de capital estrangeiro nas companhias aéreas que atuam no Brasil. O limite anterior era de 20%... Leia mais em epocanegocios 13/112/2018






BNDES poderá participar de emissões de ações de empresas em 2019

Presidente do banco informou que a instituição está disposta a participar no limite de até 15% de cada operação

O BNDES vai voltar a subscrever ações de empresas na tentativa de estimular a listagem de companhias na bolsa e impulsionar o crescimento de empresas de menor porte com potencial de desenvolvimento, afirmou o presidente do banco, Dyogo Oliveira, nesta quinta-feira.

O banco de fomento vai poder subscrever ações de empresas de capital fechado que queiram listar papéis na bolsa e está disposto a participar no limite de até 15 por cento de cada operação. "Neste caso, não há limite de receita da empresa para o BNDES acompanhar", disse Oliveira, a jornalistas.

Oliveira afirmou também que o banco poderá subscrever ações de empresas de menor porte, mas neste caso a empresa só poderá ter faturamento entre 90 milhões e 1 bilhão de reais ao ano. A participação do banco nessas operações poderá atingir até 30 por cento.A estratégia foi aprovada nesta semana pela diretoria do banco.

O BNDES não participava de uma operação de emissão de ações desde 2015, disse Oliveira. "São empresas com potencial de crescimento, conteúdo tecnológico, capacidade de agregar conhecimento no país. Não há visão setorial e o conceito é de desenvolvimento da empresa e empresas que podem ser alavancadas", disse o presidente do banco, que será substituído por Joaquim Levy no governo de Jair Bolsonaro.

DESINVESTIMENTOS
A diretora de mercados de capitais do BNDES, Eliane Lustosa, afirmou que o banco está contratando assessores financeiros para ajudar na venda das grandes participações da BNDESPar em empresas cujo investimento do banco de fomento já esteja maduro.

Segundo ela, as contratações estão sendo feitas de acordo com cada operação e não há um prazo para serem concluídas. A carteira de participações da BNDESPar, braço de investimentos em empresas do BNDES, é concentrada em grandes empresas como Petrobras, Vale, JBS e Eletrobras.

"A diretriz é desinvestir de empresas maduras, mas com muita tranquilidade para que não haja prejuízo (...) não vamos queimar nossas participações", disse Lustosa.

Neste ano, até setembro, os desinvestimentos do BNDES somam cerca de 6,3 bilhões de reais, segundo dados oficiais, mas o presidente do banco declarou em entrevistas recentes que o volume já superava os 8 bilhões de reais.

DESEMBOLSOS

O presidente do BNDES informou que de janeiro a novembro os desembolsos do banco somam 55 bilhões de reais ante uma meta para este ano de 70 bilhões. Apesar de ainda faltarem 15 bilhões para serem cumpridos, Oliveira manteve a meta. "No fim do ano, sempre tem um ritmo mais forte", disse ele.

O nível de desembolsos de 2018 será o menor em cerca de 20 anos, reflexo da conjuntura ligada à mudança da taxa de juros do banco do sistema de TJLP pela TLP, incertezas eleitorais e menor nível de confiança dos empresários.

As aprovações de financiamentos do banco de janeiro a novembro, por outro lado, cresceram 20 por cento na comparação anual, segundo Dyogo, sinalizando um potencial para empréstimos mais fortes em 2019, na casa de 90 bilhões de reais. "Isso levando em consideração um crescimento de 2,5 por cento do PIB", disse Oliveira.

De janeiro a novembro, os desembolsos só para área de infraestrutura totalizam 19 bilhões de reais ante 17,5 bilhões em 2017. A meta para este ano é 27 bilhões reais para a área.Sobre o montante de recursos a serem devolvidos pelo BNDES ao Tesouro, executivos do BNDES afirmaram que o banco poderá ampliar a devolução em 2019 para além dos 26 bilhões de reais já definidos. Este ano, o banco já retornou ao Tesouro 130 bilhões de reais. Entre 2008 e 2014 o banco recebeu do Tesouro 416 bilhões de reais e tem um saldo devedor, por conta dos juros, de 280 bilhões, afirmaram executivos do banco. Reuters Leia mais em dci 13/12/2018



GE lança negócio digital independente, vende participação majoritária no ServiceMax

A GE anunciou hoje planos para estabelecer um novo negócio digital independente focado no desenvolvimento de software para a Internet industrial das coisas. Essa rede, também conhecida como IIoT, vincula as máquinas umas às outras, à nuvem e também a outros dispositivos. Ele permite que os gerentes humanos usem softwares de aprendizado de máquina para analisar rapidamente grandes quantidades de dados e obter novos insights para operar seus negócios com mais eficiência.

A nova empresa, ainda sem nome, reunirá soluções de software que incluem produtos como o Asset Performance Management da GE Digital, bem como as unidades de negócios GE Power Digital e Grid Software Solutions.

A GE informou que a empresa “fornecerá software para indústrias de ativos intensivos com foco nas indústrias de energia, renováveis, aviação, petróleo e gás, alimentos e bebidas, produtos químicos, bens de consumo embalados e mineração”.

O novo negócio começará com US $ 1,2 bilhão   em receita anual de software e uma base de clientes global existente. A GE informou que a empresa “pretende ser uma empresa totalmente controlada e administrada independentemente pela GE, com uma nova marca e identidade, com sua própria estrutura acionária e com seu próprio conselho de diretores”.

“Como líder inicial na IIoT, a GE construiu um forte negócio com seus clientes industriais graças ao profundo conhecimento de domínio e expertise em software”, disse o presidente e CEO da GE, H. Lawrence Culp Jr. “Como uma empresa operada independentemente, nosso negócio digital estar em melhor posição para avançar nossa estratégia para focar em nossas verticais centrais para oferecer maior valor para nossos clientes e gerar novo valor para os acionistas. ”

Existem muitas projeções para o tamanho do mercado da IIoT. Em 2015, a Accenture estimou que a IIoT poderia adicionar US $ 14,2 trilhões à economia global até 2030.

A GE disse que a nova estrutura independente da empresa permitirá investimentos externos adicionais e dará aos funcionários a oportunidade de adquirir ações e se beneficiar diretamente.

A GE também anunciou um acordo para vender uma participação majoritária na ServiceMax, fornecedora líder de software de gerenciamento de serviços de campo, para a empresa de private equity Silver Lake Partners.

A GE disse que a mudança posicionará a ServiceMax para um crescimento contínuo através de um desenvolvimento de produto mais focado.   A transação deve ser concluída no primeiro trimestre de 2019, sujeita às condições habituais de fechamento e aprovações regulatórias... Leia mais em ge 13/12/2108




Eletrobras poderia valer R$100 bi com privatização proposta por Temer, diz Itaú BBA

A Eletrobras poderia alcançar um valor de mercado de 100 bilhões de reais caso o governo do presidente eleito Jair Bolsonaro decida manter um modelo de privatização da companhia proposto pela gestão Michel Temer e tenha sucesso na operação, estimaram analistas do banco Itaú BBA em relatório nesta quinta-feira.

O futuro ministro da Economia de Bolsonaro, Paulo Guedes, tem falado em promover um amplo programa de privatizações, mas o presidente eleito e seu vice já disseram que consideram a Eletrobras estratégica e que não concordariam com a venda de todos ativos da companhia.

O almirante Bento Albuquerque, que será ministro de Minas e Energia no próximo governo, disse em entrevista recente à Folha de S.Paulo que não tem uma posição formada sobre a desestatização da elétrica, que controla quase um terço da capacidade de geração e metade das linhas de transmissão do país.

A proposta de Temer envolveria uma capitalização da companhia por meio da emissão de novas ações, o que diluiria a fatia da União para uma posição minoritária.

"Nós acreditamos que tanto o governo federal quanto os acionistas minoritários da Eletrobras poderiam se beneficiar incrivelmente com uma capitalização da Eletrobras. A companhia, operada como uma entidade quase privada, poderia ter um valor de mercado de 100 bilhões de reais, versus valor atual de 35 bilhões", escreveram os analistas.

Segundo o relatório, foi considerado um "valor justo" atual de 40 bilhões para a companhia, que se somaria a 12 bilhões de reais em valor gerado pela capitalização e a entre 40 e 50 bilhões de reais em "potencial criação de valor" devido às perspectivas de cortes de custos, redução de custo de capital, uso de benefícios fiscais e outros.

Nesse cenário, acrescentam, a fatia do governo na companhia poderia saltar para 45 bilhões de reais, ante 23 bilhões atualmente.

A proposta de desestatização do governo Temer prevê ainda um limite de 10 por cento nos direitos a voto dos acionistas da elétrica e a manutenção de uma "golden share" pelo governo, o que segundo os profissionais do Itaú BBA "caberia perfeitamente nos planos de Bolsonaro para as estatais brasileiras".

Os analistas também sugerem a manutenção do atual presidente da empresa, Wilson Ferreira Jr..

O executivo disse recentemente que aceitaria seguir na companhia no novo governo se os planos de Bolsonaro envolverem a continuidade do processo de privatização.  (Por Luciano Costa) Reuters Leia mais em dci 13/12/2018



Se não tiver IMC, Sapore prevê IPO

Em uma semana decisiva para ditar o rumo de sua companhia, o fundador e presidente da empresa de restaurantes corporativos Sapore, Daniel Mendez, vê na eventual união com a International Company (IMC), dona de marcas como Viena e Frango Assado, a chance de ser um operador global.

Se o negócio naufragar, diz que fará uma oferta pública de ações (IPO) sozinho ou mesmo ao lado de outra empresa, que pode ser de alimentação ou de "facilities" - serviços de apoio, como limpeza e manutenção, que fazem parte do portfólio de seus grandes concorrentes no concorrentes no mercado corporativo como Sodexo e GRSA. .. Leia mais em valoreconomico 13/12/2018



Grupo Positivo negocia venda de sua universidade

 O Grupo Positivo analisa venda de sua universidade (UP) para a Cruzeiro do Sul, a Estágio e a Ser Educacional. Os valores de negociação estão entre R$ 500 milhões e R$ 600 milhões, segundo apuração do Valor Econômico. A companhia possui proposta de R$ 550 milhões.

Além da Universidade Positivo, o colégio e o sistema de ensino estão no radar de empresas de educação básica. Dentre estas empresas estão:

  • Eleva, cujo maior acionista individual é Jorge Paulo Lemann. 
  • Arco Educação, que levantou US$ 216 milhões na oferta inicial de ações na Nasdaq (bolsa norte-americana) 

Empresas separadas
Em agosto desde ano, a Positivo iniciou processo competitivo para venda separada dos três negócios: universidade, colégios/sistema de ensino e gráfica.

As seis famílias controladoras do grupo entraram em acordo há alguns meses para criar empresas separadas para cada um desses negócios.

Em ata publicada no Diário Oficial de dezembro de 2018, o objetivo da separação dos negócios é  “aumentar atratividade das investidas ao recebimento de novos acionistas”.

No entanto, há desconfiança por parte dos interessados nos negócios da Positivo. Apesar da contratação do BTG Pactual, e a oferta ativa do negócio no mercado, a companhia resiste em abrir seus números e informa ao público que seu objetivo em 2019 é fazer o Initial Public Offering (IPO).

A desconfiança tem histórico: o episódio fracassado de venda de todo o Grupo Positivo, cujo insucesso ocorreu por conta da desistência súbita de um dos controladores de Curitiba. O caso ficou mal visto no mercado.

Ainda segundo a apuração do Valor, a Positivo pode vender os ativos de ensino superior, que englobam a UP e a Faculdade Arthur Thomas e contam com cerca de 28 mil alunos.

Assim, faria a abertura de capital apenas do sistema de ensino, semelhante à Arco Educação. A metodologia de ensino da Positivo conta com aproximadamente 570 mil alunos privados e 240 mil da rede pública. Por AMANDA SAYURI Leia mais em sunoresearch 13/12/2018



NRE Educacional, da Bozano, compra centro universitário no Piauí

A UninovaFapi, centro universitário do Piauí, foi adquirido pelo grupo NRE Educacional, holding de faculdades da gestora de private equity Bozano.

A UninovaFapi tem receita anual de cerca de R$ 110 milhões, 7 mil estudantes e seu principal curso é Medicina. A holding da Bozano tem como prioridade faculdades com cursos na área da saúde.

A transação foi fechada em cerca de 11 vezes o lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda, na sigla em inglês) da UninovaFapi. O banco responsável pela venda foi o BTG... Leia mais em valoreconomico 13/12/2018

======

Uninovafapi é vendida para a NRE e valor do negócio é mantido em sigilo

O Grupo NRE Educacional comprou o Centro Universitário Uninovafapi , por meio de um contrato celebrado com a mantenedora da instituição no último dia 27 de novembro. Com a assinatura, o Grupo se torna o novo sócio à frente da operação da faculdade, localizada em Teresina.

O anúncio da aquisição deixou alunos preocupados. "Será que o nível educacional vai continuar?", questionou um universitário da instituição ao 180. A Uninovafapi  foi assessorada pelo BTG Pactual na transação.

Valor é um mistério
O Centro Universitário tinha como proprietária Cristina Miranda, que é a atual reitora e o valor da transação não foi informado. A assessoria informou ao 180 que "existe uma cláusula contratual entre eles que não permite informar valores. O Grupo NRE é responsável pela gestão de Instituições de Ensino Superior (IES) nos estados de Minas Gerais, Paraná, Tocantins e no Piauí, com a Iesvap, em Parnaíba.

Com a aquisição, a Uninovafapi passa a ser a nona IES da NRE Educacional no país e a segunda no estado do Piauí, marcando mais um grande passo na estratégia de expansão do Grupo que se consolida como o maior player de formação médica do país.

Processo de transição
O início da operação da Uninovafapi  pela NRE contará com o apoio e a expertise da atual administração da IES que auxiliará em todo o processo de transição que será realizado na instituição nos próximos meses.

Para o presidente do Conselho do Grupo NRE Educacional, Nicolau Esteves, integrar a Uninovafapi  ao Grupo NRE é motivo de orgulho. “Esta parceria engrandece o nosso Grupo, pois trata-se de um Centro Universitário de excelência de grande representatividade no estado do Piauí. O Grupo NRE irá honrar esse passado brilhante da Uninovafapi”.

Segundo o CEO do Grupo NRE Educacional, Virgílio Gibbon, a aquisição reforça o compromisso da marca com a excelência acadêmica na formação profissional nas diversas regiões do país e amplia as possibilidades na formação e intercâmbio de alunos entre as escolas do Grupo.

Sobre a Uninovafapi
A Uninovafapi  iniciou suas atividades acadêmicas em 12 de fevereiro de 2001, com os cursos de Enfermagem e Odontologia. Em 2012, a instituição obteve o credenciamento do Ministério da Educação para funcionar como Centro Universitário. Essa mudança contribuiu para tornar o Piauí uma referência de excelência em ensino superior e para reafirmar a qualidade e a contribuição da Uninovafapi  na elevação do padrão de formação de profissionais do Estado e da região.

Atualmente, a Uninovafapi oferece 17 cursos de graduação com aproximadamente 7,0 mil alunos matriculados onde destaca-se o curso de Medicina com nota máxima perante o MEC e 171 vagas anuais, além de cursos de EaD. Adicionalmente, o Centro Universitário também oferta pós-graduações Lato Sensu e Stricto Sensu, inclusive com um Mestrado próprio na área de Saúde da Família, além das atividades de extensão, cursos de aperfeiçoamento e vários projetos de pesquisa, como estratégia de assegurar o seu compromisso com a responsabilidade social e produção científica. A Uninovafapi  desenvolveu nos últimos anos importantes parcerias em suas pós-graduações, como o Mestrado Interinstitucional (Minter) e o Doutorado Interinstitucional (Dinter) em direito com o UniCEUB de Brasília. A IES é, além disso, certificada pela FGV (Fundação Getulio Vargas) em seu curso de administração e no MBA. Leia mais em 180graus 28/11/2018




Solera e MAPFRE completam aquisição da CESVI Brasil

Solera e MAPFRE completam aquisição da CESVI Brasil para enfocar treinamento, pesquisa e reparo em todo o mercado brasileiro

A Solera Holdings, Inc. (“Solera”), líder global em dados inteligentes e software como serviço (SaaS) para gerenciar e assegurar frota automotiva de caminhões leves e pesados, ecossistemas de identidade e residenciais, e a MAPFRE S.A. (“MAPFRE”), seguradora global de prestígio, anunciaram hoje a conclusão da aquisição da CESVI (Centro de Experimentação e Segurança Viária) Brasil pela joint venture das duas entidades, Solera Technology Centre GmbH (“STC”). A CESVI Brasil é um centro de experimentação e pesquisa automotiva líder no Brasil, cujo foco é proporcionar insight, diretrizes de segurança e transparência, incluindo treinamento para unidades de reparo de veículos e seus técnicos, seguradoras, fabricantes de equipamentos originais e entidades governamentais.
 
“O investimento da STC na CESVI Brasil amplia nossa missão de garantir completa transparência e segurança para operações de veículo e frota, além de controle em todo o mundo”, declarou Javier Velasco, diretor de dados da Solera. “Os dados que eles coletam e os testes que realizam são essenciais à previsão de tendências e desenvolvimento de soluções cognitivas que tratam das necessidades de cada pessoa que dirige, assegura ou repara qualquer veículo no Brasil.”

A STC acrescenta a CESVI Brasil às suas crescentes operações em três continentes, enfocada em modernizar os ecossistemas de seguro e reparo de veículos com ciência baseada em dados, software preditivo e tecnologia enfocada em treinamento e educação... Leia mais em exame 13/12/2018



Dona do Royal Canin compra Pet Care Hospital Veterinário por R$ 72 milhões

Em sua primeira aquisição fora dos EUA, a VCA Maple Leaf comprou a totalidade das ações do Pet Care Hospital Veterinário.

A VCA já tinha 50% de participação no hospital e, nessa fase, desembolsou mais R$ 72 milhões pelo controle total, bem como por 50% do grupo Pet Care, segundo fontes. A VCA é controlada pelo grupo Mars, que detém as marcas de chocolate Mars e Royal Canin.

É o bicho. O grupo Pet Care é formado por cinco hospitais e um laboratório de diagnósticos veterinários. É líder em hospitais para animais com serviço de telemedicina, laboratório de células-tronco, centros de diagnóstico, incluindo tomografia, e um centro de radioterapia.

Além disso, é o primeiro na América Latina dedicado a tratamento de câncer animal. A Felsberg Advogados assessorou os fundadores do hospital na venda. Ele tem veterinários especializados em oftalmologia, dermatologia, endocrinologia, neurologia, cardiologia, oncologia e terapia intensiva.

Já o VCA tem mais de 850 hospitais veterinários nos EUA e Canadá, entre outros negócios.
O Estado de S. Paulo - Leia mais em datamark 13/12/2018



Farfetch compra Stadium Goods num negócio que avalia a empresa em 220 milhões

A Farfetch comprou o 'marketplace' especializado em calçado de desporto e 'streetwear' Stadium Goods, num negócio que avalia a companhia em 250 milhões de dólares (220 milhões de euros).

Em comunicado, a empresa liderada por José Neves revelou que a aquisição será realizada com recurso a dinheiro e a ações da Farfetch, com os montantes exatos a serem determinados na conclusão do negócio, depois de seguidos os procedimentos necessários.

A Stadium Goods será detida totalmente pela empresa fundada em Portugal, mas continuará a ser gerida pela equipa que a criou, beneficiando de sinergias com a Farfetch.

A aquisição permite que a empresa de José Neves aumente a sua oferta na categoria do calçado de desporto e 'streetwear', um mercado em crescimento acelerado.

A Stadium Goods foi fundada em 2015 e especializou-se em modelos limitados e em artigos em segundo mão, nunca usados. A primeira loja abriu no Soho, em Nova Iorque. Tem como acionista também o grupo de luxo LVMH, com uma posição minoritária.

A empresa entrou para o 'marketplace' da Farfetch em abril deste ano, tendo registado um crescimento nas vendas, garantiu a companhia.

A aquisição está ainda sujeita às autorizações normais nestes casos, mas deverá estar finalizada no primeiro trimestre de 2019, segundo a Farfectch.

O Goldman Sachs assessorou o negócio na parte financeira e a empresa Fenwick & West deu apoio jurídico... Leia mais em dn.pt 12/12/2018



Nova aquisição resulta em gigante de serviços terceirizados para TI

Serviço é voltado para mercado B2B e foca em manutenção de sistemas pós-garantia

O mercado de tecnologia tem movimentado a economia brasileira cada vez mais com o passar dos anos. De acordo com a Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (Brasscom), houve um salto de 5,4% no faturamento entre 2016 e 2017.

De olho nessa movimentação, a Park Place Technologies anuncia a compra das operações latino-americanas da CMG-Nicsa - um provedor de soluções de TI, infraestruturas de transporte e serviços de terceirização na América Latina e no Caribe. Essa aquisição possibilita que a empresa - a maior do mundo em manutenção pós-garantia de centrais de dados - ofereça seus serviços para clientes que estejam baseados ou que tenham operações na América Latina.

Os clientes da Park Place se beneficiarão do call center e da estrutura de serviços em campo que a CMG-Nicsa possui, contando com engenheiros que falam espanhol e português. Para apoiar essa aquisição, a companhia vai abrir ou expandir os escritórios existentes da CMG-Nicsa no Uruguai, na Argentina, no México e no Brasil. Além disso, a Park Place Technologies vai inaugurar um Centro de Operações no Uruguai e um Laboratório de Testes e Depósito de Peças no México.

"Graças à compra da CMG-Nicsa conseguimos adquirir o principal provedor de serviços de manutenção terceirizada na América Latina", afirmou Chris Adams, presidente e diretor de operações da Park Place Technologies. "Com um foco preciso, voltado para a excelência no atendimento e um profundo e específico conhecimento do panorama latino-americano, a CMG-Nicsa tem obtido sucesso ao estabelecer relacionamentos sólidos e de longa data com seus clientes - além de agregar valor significativo, nas regiões da América Latina e do Caribe, a seus clientes globais. Com essa aquisição, continuamos expandindo nossa posição como marca líder do mercado global de manutenção terceirizada. Nossa proposta de valor para os clientes inclui, agora, a maior organização latino-americana de prestação de serviços e provedor de manutenção pós-garantia."

"Por sermos uma empresa que dedica tempo para compreender as necessidades exatas dos nossos clientes, esperamos trabalhar com a Park Place Technologies para oferecer seu portfólio completo de serviços nesta região e continuar aprimorando a experiência dos clientes e o suporte de alta qualidade que promovemos na América Latina e no Caribe", afirmou Christian Gouveia, coproprietário da CMG-Nicsa. "Estamos entusiasmados para utilizar, nesta região, o modelo de vendas da Park Place, assim como seu serviço ParkView™ de monitoramento remoto direcionado por inteligência artificial - além de aliar nossas competências e experiência para apoiar e capacitar ainda mais nossos clientes e os clientes locais e globais da Park Place."

Gouveia assumirá uma nova função como gerente geral da América Latina e do Caribe para a Park Place Technologies, supervisionando as operações e promovendo o crescimento.

Esta é a quarta aquisição da Park Place Technologies em 2018, depois da Origina Technology Services, sediada na Irlanda, da Axentel Technologies, sediada em Cingapura, e da Solid Systems CAD Services (SSCS), sediada em Houston. Juntas, essas aquisições continuam ampliando significativamente a presença da Park Place Technologies no mundo todo e representam o compromisso da empresa em atender ao aumento das necessidades de seus clientes em todo o mundo.

Sobre a Park Place Technologies

Fundada em 1991, a Park Place Technologies oferece uma alternativa para a manutenção pós-garantia de armazenamento, servidor e hardware de rede para centrais de dados de TI. Com acesso ininterrupto (24/7) a uma central de contato global, suporte dos engenheiros mais experientes do setor e uma ampla gama de serviços premiados e líderes no setor, como o ParkViewTM, a Park Place Technologies capacita seus clientes para que possam aumentar a velocidade operacional e maximizar o tempo de funcionamento. Com mais de 15.000 clientes, inclusive todos os fabricantes de equipamento original (OEMs) de primeiro nível, os serviços da Park Place Technologies estão distribuídos entre 36.000 centrais de dados em mais de 115 países... Leia mais em terra 12/12/2018



Aqua Capital compra Total Biotecnologia

Aqua Capital compra Total Biotecnologia, que se une à Biotrop.

Fundo compra empresa de Curitiba e aposta em receita de R$ 200 milhões em cinco anos.. Leia mais em gazeteadopovo 12/11/2018



12 dezembro 2018

Siemens PLM compra a Comsa, sua quinta aquisição no ano

Companhia será integrada à unidade Mentor; valor da transação não foi divulgado

A Siemens PLM Software anuncia a compra da Comsa, empresa com sede em Munique (Alemanha) que desenvolve softwares para sistemas elétricos e engenharia de fiação para o setor automotivo. A companhia, que é responsável pela criação da solução LDorado, líder de sua categoria no mercado alemão, será integrada à unidade Mentor, que pertence à Siemens PLM Software.

Esta é a quinta compra da Siemens PLM feita neste ano: antes da Comsa, a empresa adquiriu a Sarokal Test Systems, Austemper Design Systems, Mendix e Lightwork Design. A transação foi concluída no dia 3 deste mês e o valor não foi divulgado.

Com essa aquisição, a Siemens planeja ampliar globalmente o fornecimento de novas tecnologias para eliminar interrupções na indústria de cabos automotivos causadas por megatendências como veículos elétricos e de direção autônoma.

“A aquisição da Comsa faz parte do investimento contínuo da Siemens em tecnologia para a indústria automotiva”, disse o presidente e CEO da Siemens PLM Software, Tony Hemmelgarn. “Juntas, desenvolveremos sistemas elétricos e de engenharia de fiação adequados para atender às demandas de desenvolvimento de veículos elétricos e autônomos e forneceremos capacidades técnicas integradas, que beneficiarão os clientes da Comsa e Siemens no mundo todo”, completou.

A Bishop and Associates estima que em 2017 o mercado de montagem de cabos movimentou US$ 155 bilhões, com cerca de 30% desse valor relacionado ao setor automotivo. De acordo com uma pesquisa recente da Cowen, o cabo elétrico corresponde ao terceiro maior custo de um carro, atrás apenas do motor e do chassi. Os cabos elétricos são construídos individualmente e podem atingir cerca de 50% do custo de mão de obra do carro inteiro. Eles também são o terceiro componente mais pesado e também atrás do chassi e do motor, nesta ordem.

“Com a aquisição da Comsa pela Siemens, poderemos participar e contribuir com esse mercado crescente de maneiras e em locais que não seriam possíveis se estivéssemos sozinhos. A potencial do software LDorado da Comsa em engenharia de cabos elétricos e análise de dados é o complemento perfeito para o portfólio do software Capital desenvolvido pela Mentor; por isso, estamos empolgados com essa oportunidade de fazer parte da próxima jornada juntos”, declarou o CEO da Comsa, Josef Biermeier. “Essa união traz benefícios para as duas empresas, aos nossos clientes e para toda a indústria automotiva”, acrescentou. Leia mais em automotivebusiness 11/12/2018

12 dezembro 2018



A Linx disparou com o Pay. Tem espaço para mais?

A resposta depende de muitas variáveis. Desde que anunciou sua entrada no mercado de meios de pagamento em meados de outubro, as ações da Linx subiram mais de 70% – um dos casos de  re-rating mais instantâneos da Bolsa.

Agora, o mercado está tentando entender quanto de fato vale a oportunidade e se a ação tem potencial para continuar subindo.

Para o BTG, por exemplo, a resposta é um sonoro 'sim'. Os analistas do banco aumentara...Pedro Arbex   Leia mais em braziljournal 11/12/2018



Após aquisição de ativos da Algar Agro, ADM inclui em portfólio óleo de soja ABC

A ADM (Archer Daniels Midland) do Brasil vai incorporar o óleo de soja ABC, que pertencia à Algar Agro, no seu portfólio de óleos vegetais. A empresa anunciou em agosto a aquisição das instalações de processamento de oleaginosas da Algar Agro, que saiu do segmento de esmagamento e comercialização de soja.

A ADM já possuía as marcas de óleo de soja Concórdia e Corcovado e a linha de óleos especiais Vitaliv (de milho, canola e girassol). O óleo ABC tem forte presença nos mercados do Nordeste e Sudeste e parte da região Norte.

“Estamos adicionando ao portfólio um produto muito conhecido e apreciado pelo consumidor”, disse, em nota, o presidente de Oilseeds da ADM para América do Sul, Luciano Botelho.

Com a marca Corcovado, a ADM já estava presente no Rio de Janeiro, em Minas Gerais, Espírito Santo e Porto Alegre. Já o óleo de soja Concórdia é voltado principalmente ao setor de food service (restaurantes).

A incorporação dos óleos ABC ao portfólio da ADM dá continuidade ao crescimento estratégico global companhia, de acordo com Botelho. A ADM possui fábricas de processamento de soja em Rondonópolis (MT), Campo Grande (MS), Ipameri (GO), Joaçaba (SC), Uberlândia (MG) e uma planta de girassol em Campo Novo dos Parecis (MT).

“Com a aquisição, nos tornamos o segundo maior esmagador do País em volume e agora temos a capacidade de produção para crescer e sermos o segundo maior produtor de óleo envasado do Brasil”, acrescentou Botelho na nota. A ADM também está expandindo sua rede de originação, informou a companhia. Estadão Conteúdo Leia mais em istoedinheiro 12/12/2018



Siemens e Alstom propõem venda para aprovar fusão na área ferroviária

O conglomerado alemão Siemens e fabricante francesa de trens Alstom apresentaram uma proposta desinvestimento à Comissão Europeia, autoridade máxima antitruste da União Europeia (UE), como parte dos esforços para a aprovação da fusão de suas operações ferroviárias. ... leia mais em valoreconomico 12/12/2018



P&G compra fabricante de produtos para peles negras Walker & Co

A Procter & Gamble Company (P&G) adquiriu a Walker & Company Brands, fabricante de produtos de beleza para peles negras sediada na Califórnia.

O valor da transação não foi anunciada pela companhia. Em comunicado, a gigante de consumo informou que a empresa comprada irá operar como uma subsidiária separada e integral, mas continuará a ser liderada pelo fundador e presidente Tristan Walker.

"A combinação do conhecimento do cliente da Walker & Co, com produtos personalizados, aliado com a experiência e recursos da P&G nos permitirão melhorar ainda mais a .. Leia mais em valoreconomico 12/12/2018



Bondi, aplicativo de mobilidade urbana coletiva, busca investidores

Prestes a completar um ano de sua fundação, a startup Bondi, aplicativo de mobilidade urbana coletiva para deslocamentos dentro do estado de São Paulo, começa a se preparar para buscar investidores e expandir seu serviço para outras praças, como Rio de Janeiro, Minas Gerais e região Sul, e aumentar sua participação no mercado de fretamento.

Fundado em janeiro de 2018 e atuando no mercado desde agosto, o Bondi chega no final deste ano com 3,3 mil pessoas transportadas em 2 mil veículos pertencentes a 150 empresas de transporte coletivo em circulação no estado de São Paulo. Em 2019, a projeção da startup é transportar mais de 18 mil pessoas por dia, chegando ao segundo semestre do próximo ano com cerca de 5 milhões de passageiros transportadas pelo aplicativo.

“O Bondi veio para conectar rapidamente passageiros de empresas ou pessoas físicas a empresas de transporte parceiras, sem intermediários, e com preço até 40% menor do praticado no mercado. Este ano trabalhamos para agenciar empresas de transporte e aumentar a frota para que mais veículos estejam à disposição dos passageiros. Também crescemos na prestação de serviços para agências de evento e turismo, transporte receptivo e translado executivo, oferecendo um serviço de tecnologia de contratação rápida e fácil. Temos em nossas mãos o futuro da mobilidade urbana coletiva e acreditamos que 2019 será excelente para consolidação do nosso negócio”, afirma Juliana Benedetti, CEO do Bondi.

Fundada em 2018, a startup Bondi é 100% brasileira. A empresa nasceu num contexto de compartilhamento, de questionamento de valores, de prioridades, de decisões de compra e da necessidade de contribuir para transformar positivamente o cenário brasileiro de mobilidade urbana. O nome Bondi faz referência ao bonde elétrico, que chegou ao Brasil em 1892 e revolucionou a forma como as pessoas se locomoviam coletivamente. Mais de 120 anos se passaram, as cidades cresceram, os carros tomaram conta das ruas, há mais congestionamento e poluição, mas o Bondi chega para proporcionar uma nova revolução de mobilidade sustentável. por  Priscyla Costa Leia mais em segs 12/12/2018



NotreDame movimenta R$ 3,053 bi em follow-on com exercício de lote suplementar

A NotreDame Intermédica Participações movimentou R$ 3,053 bilhões na oferta pública de distribuição primária e secundária (follow-on), com a distribuição total de 117,450 milhões ações, sendo 12 milhões de novas ações ordinárias de emissão da companhia e 105,450 milhões de ações ordinárias em distribuição secundária, tendo como vendedor o Alkes II – Fundo de Investimento em Participações Multiestratégia, da Bain Capital, ofertadas a R$ 26,00 por ação.

Em fato relevante, a companhia informa que na oferta foi acrescido um lote suplementar equivalente a 15% do total das ações inicialmente ofertadas (13.050 milhões ações ON), em razão do exercício integral da opção de ações suplementares, destinada exclusivamente, às atividades de estabilização do preço.

No pregão de terça, a ação da NotreDame fechou negociada a R$ 27,60.Estadão Conteúdo Leia mais em istoedinheiro 12/12/2018 



Vale anuncia compra de empresa de tecnologia de beneficiamento de minério por US$500 mi

A mineradora Vale informou nesta terça-feira que assinou um acordo com a Hankoe FIP para adquirir por US$ 500 milhões a New Steel

A mineradora Vale informou nesta terça-feira que assinou um acordo com a Hankoe FIP para adquirir por US$ 500 milhões a New Steel, uma empresa que desenvolve tecnologias inovadoras de beneficiamento de minério de ferro.

A New Steel, disse a maior produtora global de minério de ferro, possui atualmente patentes de processos de concentração a seco (FDMS, na sigla em inglês) em 56 países.

"Essa tecnologia apoiará o desenvolvimento das iniciativas de 'pellet feed' de alta qualidade da Vale, incluindo o projeto de 'pellet feed' 20 Mtpa do Sistema Sudeste", disse a mineradora brasileira.

A Vale tem focado em vendas de minério de ferro de maior qualidade, apoiada principalmente pelo projeto S11D, no Pará, em meio à forte demanda da China pelo produto menos poluente.

Com uma forte geração de caixa pela venda do seu minério premium, a Vale anunciou na semana passada a compra de fatia majoritária na empresa de mineração Ferrous Resources por cerca de US$ 550 milhões.

A Vale tem dito que utilizará parte de seus recursos para aquisições de menor porte.

Segundo a Vale, a expectativa é de que a transação da New Steel seja concluída em 2019, sujeita à satisfação de certas condições precedentes, incluindo a aprovação do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade)... Leia mais em epocanegocios 12/12/2018





Statkraft assume ativos da EDP e planeja expansão

A Statkraft, estatal noruguesa de geração de energia elétrica, prevê triplicar de tamanho no Brasil nos próximos anos.

A companhia, uma espécie de "Eletrobras da Noruega", concluiu em novembro a aquisição de oito pequenas centrais hidrelétricas (PCHs) do grupo português EDP no Espírito Santo e detém agora 450 megawatts (MW) de capacidade instalada operacional no país.

A empresa enxerga boas perspectivas de crescimento no Brasil a partir do próximo governo e das mudanças em curso no setor elétrico. .. leia mais em valoreconomico 12/12/2018



Equatorial avança com aval do Cade para adquirir fatia da Eletrobras na Intesa

As ações da Equatorial Energia (EQTL3) operam com valorização de 1,59% a R$ 72,01, na tarde desta quarta-feira na bolsa paulista. Hoje, a companhia recebeu o aval do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) a aquisição de uma fatia da estatal Eletrobras (ELET3) na transmissora Intesa, na qual já é controladora.

O negócio envolve R$ 277,48 milhões, e foi selado em um leilão realizado pela Eletrobras no final de setembro para a venda de ativos, em meio a um plano de reestruturação da estatal.

A transação envolve a compra de 49% detidos pela Eletrobras na Intesa, onde a Equatorial já detinha 51% de participação.

A Integração Transmissora de Energia SA (Intesa) registrou faturamento superior a R$ 75 milhões em 2017, segundo o Cade. A empresa é responsável pela operação de empreendimentos de transmissão entre Tocantins e Goiás, segundo informações do site da companhia.

PDV

Hoje, a Equatorial informo que deu início na Companhia Energética do Piauí (Cepisa) o Programa Demissão Voluntária (PDV), ao qual poderão aderir os atuais colaboradores da da distribuidora que preencham os requisitos estabelecidos no regulamento. Leia mais em moneytimes12/12/2018



Fundos preparam venda de ativos

Gestoras de "private equity" que estão em fase de encerrar fundos e começar novas rodadas de investimento estão colocando uma série de empresas à venda e começaram - ou retomaram - negociações para venda direta e outras para saída em bolsa.

Pátria, Carlyle, Bozano, Warburg e General Atlantic são alguns deles, em fase final de desinvestimentos especialmente de empresas de médio porte que ainda estão em carteira, um volume da ordem de pelo menos R$ 7 bilhões para transações.

Parte dessas gestoras já fechou ou está fechando novas captações e estão centradas no próximo ciclo de compras. A estimativa feita por gestores é que o volume de desinvestimentos este ano esteja em torno de R$ 3,5 bilhões.

No ano anterior, houve um recorde de saídas, de R$ 9,8 bilhões - a média anual da indústria tem sido de R$ 5 bilhões. No ano passado, fundos venderam 54 empresas ou participações, número que não deve atingir uma dezena este ano....Leia mais em valoreconomico 12/12/2018



Alpargatas conclui formação de joint venture na Índia; ações registram ganhos

As ações da Alpargatas (ALPA4) iniciam a jornada desta quarta-feira com ganhos de 0,83% a R$ 15,78, após anunciar no final da tarde de ontem negociações para a venda de seus produtos na Índia, como parte da política de expansão da companhia para mercados considerados estratégicos.

De acordo com a Alpargatas, as negociações com a indiana Periwinkle Fashions Private Limited para constituição na Índia de uma joint venture, a Alpargatas India Fashions Private Limited foram concluídas.

A Alpargatas India desenvolverá o negócio de “Havaianas” na Índia e será detida pela Alpargatas e Shoezone Lifestyle LLP (Shoezone), esta última uma sociedade controlada da Periwinkle, na proporção inicial de, respectivamente, 51% (participação Alpargatas) e 49% (participação da Shoezone) do capital social total e votante. “Um Acordo de Acionistas da Alpargatas India foi celebrado nesta data, assim como outros contratos e documentos acessórios para a operação.

No final do mês passado, o presidente da companhia, Roberto Munari, destacou em encontro com investidores que uma das prioridades é reforçar atuação onde já possui operação direta e onde pode controlar melhor o modelo de negócios. A lista de países onde a empresa pretende reforçar sua atuação inclui Austrália, Filipinas, Portugal, Reino Unido, Itália e França.

Nos últimos dois anos a companhia passou por um processo de reestruturação, para definir as regiões de atuação. Para isso, inaugurou um escritório na Colômbia, onde é gerenciada a operação da América Latina, e também em Hong Kong, para operar na Ásia Pacífico. Reuters  Leia mais em  Investing 12/121/2018



FICO compra consultoria brasileira

GoOn foi fundada por profissionais experientes em análise de risco.

A FiCO, multinacional especializada soluções de análise de dados para a área de crédito, acaba de adquirir a GoOn LLC, uma consultoria brasileira com especialização em consultoria de gestão de risco nessa área.

Fundada em 2002, a GoOn fornece consultoria de risco para todo o ciclo de vida do crédito ao consumidor. A companhia conta com clientes dos setores de serviços bancários, varejo, cartões de crédito, empréstimos estudantis, seguros e imobiliários.

Além disso, a empresa já treinou mais de 12 mil profissionais de gestão de crédito em empresas brasileiras. Os consultores e demais funcionários da GoOn continuarão como parte da FICO.

“Como parte da FICO, traremos profundidade técnica ainda maior para os concessores de crédito brasileiros, bem como analíticos mais avançados”, afirma Fernando Manfio, fundador da GoOn.

Fernando Manfio fez carreira nos setores de gestão de risco de instituições financeiras como Citigroup, Fininvest e Itaú nos anos 80 e 90.

Luiz Ernesto Broad Acatauassú Nunes, outro dos sócios, também tem uma carreira em gestão de riscos, incluindo uma passagem de 10 anos no Santander, onde foi foi superintendente de riscos para varejo.

O atual CEO, Fabio Kruzich, entrou na empresa em 2015, vindo da Leader, rede varejista onde responsável pela parte de CRM e Trade Marketing.

“À medida que crescemos no Brasil e em toda a América Latina, nossos clientes exigem o tipo de consultoria de nível global que a GoOn oferece”, ressalta Alexandre Graff, general manager da FICO para América Latina.

Segundo a FICO, cerca de 95% das instituições financeiras globais usam soluções FICO e 70% das aprovações de cartão de crédito no mundo passam por sistemas da empresa.

A companhia está desde 1998 no Brasil, mas foi a partir de 2013 que o país se tornou a base para a operação latino-americana da companhia. Leia mais em baguete 12/12/2018



Lighthouse investe em startups do setor varejista

O aporte foi feito em duas startups baianas: POS Controle e Catálogo Delivery.

A Lighthouse, empresa nacional de investimento, anuncia aporte em duas startups baianas com atuação no setor de varejo: POS Controle, fintech voltada a automação de serviços de ponto de vendas móvel para varejistas, e Catálogo Delivery, solução dedicada ao comércio de alimentos e outras especificidades, como papelaria, água e gás, conveniência, saúde, cosméticos e serviços de pet.

"Investimos nessas empresas porque reconhecemos o seu potencial de crescimento e expansão. Além disso, estimular o setor varejista impulsiona a economia, ainda muito carente em soluções inovadoras para o setor", afirma Christian Dunce, sócio da Lighthouse.

Disponível para smartphones iOS e Android, o Catálogo Delivery é um aplicativo gratuito de comércio eletrônico que destaca ofertas e promoções de restaurantes, mercados e lojas do varejo dos municípios de Luís Eduardo Magalhães e Formosa.

Com o investimento da Lighthouse, a atuação será expandida para Barreiras e Eunápolis, além de Candeias.

"A parceria com a Lighthouse nos permitiu diversificar e expandir o serviço de delivery no interior baiano para entregas em 10 setores diferentes. Com um time próprio de motoboys, o Catálogo Delivery também contribui para o crescimento da economia local, por meio da geração de empregos. Há poucos meses tínhamos apenas quatro entregadores e hoje temos mais de 30", diz Patrick Cardoso, diretor do Catálogo Delivery.

A fintech POS Controle, por sua vez, atua em todo o Brasil e funciona como um PDV móvel que busca reduzir os custos da operação de pequenas empresas do setor de varejo. A solução automatiza o processo de venda, dispensando o uso de equipamentos como computadores, monitores e impressoras.

O equipamento permite a emissão de NFC-e e integração a um software de gestão ou ERP, gerando painéis automatizados de gerenciamento dos negócios, com relatórios que podem ser visualizados no próprio dispositivo ou via web.

"Queremos aumentar a visibilidade da POS Controle e torná-la mais conhecida em todos os estados brasileiros. Com o apoio da Lighthouse, ganhamos mais espaço como uma ferramenta de automação para as pequenas empresas varejistas do nosso país", explica Emerson Barreto, líder da POS Controle.

A Lighthouse é uma empresa de participações com o objetivo de fomentar e incentivar projetos de inovação no Brasil. A organização participa como sócia e investidora anjo em 15 empresas de diversos segmentos, como Hub Salvador, Kinvo, Editora Viva, Conta Um, Clube Realty, Dr. Farm, Lab Retail, MTM Tecnologia, SOMA, E-Rural, Elephant Coworking, NBio Tecnologia e Medt. Leia mais em baguete 12/12/2018



11 dezembro 2018

Mercado brasileiro de nuvem oferece oportunidade local, diz ISG

O relatório ISG Provider Lens™ sobre transformação de nuvem, XaaS e serviços relacionados mostra que os fornecedores locais são fortes na prestação de serviços para clientes de médio porte e em serviços gerenciados

O mercado de computação em nuvem no Brasil está evoluindo de uma maneira única, oferecendo oportunidades para fornecedores locais competirem com grandes fornecedores multinacionais de serviços em nuvem, de acordo com um novo relatório publicado hoje pela Information Services Group (ISG) (Nasdaq: III), uma empresa global líde em pesquisa e consultoria em tecnologia.

O relatório ISG Provider Lens™ Serviços de Transformação / Operação de Nuvem e XaaS para o Brasil em 2019 revela que alguns grandes provedores de nuvem estão mais focados no mercado dos EUA, dando às empresas brasileiras uma abertura para expandir seus negócios relacionados à nuvem no país.

O relatório lista os fornecedores de serviços em nuvem brasileiros como Sky.One, TIVIT, UOL Diveo e Dedalus Prime como líderes ou estrelas em ascensão em segmentos da transformação de nuvem brasileira, serviços de operação em nuvem e mercados XaaS. Os provedores brasileiros são particularmente fortes no atendimento a clientes de médio porte e no fornecimento de serviços gerenciados.

“Os provedores brasileiros de serviços têm uma janela de oportunidade de fazer parcerias com provedores de IaaS de hiperescala antes que o mercado fique lotado”, disse Esteban Herrera, sócio e líder global da ISG Research.

As potenciais economias de custo estão levando as empresas brasileiras a migrar as cargas de trabalho para grandes provedores de nuvem, segundo o relatório. A economia de custo médio é de 38%, embora esse número não seja tão alto quanto o sugerido pelos fornecedores de IaaS de hiperescala. Uma redução nos incidentes de infra-estrutura pode ser mais atraente para algumas empresas.

Uma economia de custo de 30% ou mais é “uma boa razão para mudar para a nuvem, mas a necessidade de redução de incidentes e maior disponibilidade de infraestrutura é mais atraente em muitos casos”, disse Herrera.

O relatório observa que o uso de nuvem híbrida é comum entre as grandes empresas que ainda estão sobrecarregadas com sistemas legados, mas menos para empresas de médio porte. As empresas de médio porte que não têm escala ou complexidade para alavancar totalmente um datacenter privado podem obter economias significativas de uma abordagem de lift-and-shift (subir-e-mudar) ao mover sistemas legados, como o SAP, para nuvens corporativas.

No mercado de nuvem de hiperescala, a Microsoft e a Amazon Web Services são líderes no Brasil, com a Microsoft superando a AWS no valor total de contratos, segundo o relatório. A Microsoft tem 19.670 parceiros e revendedores no Brasil, enquanto a AWS tem 204, segundo o relatório. IBM, Google e Oracle estão nos estágios iniciais de criação de programas de parceiros na nuvem.

O relatório ISG Provider Lens™ Cloud Transformation / Operation Services e XaaS para Brasil avalia a capacidade de 29 provedores de nuvem que atendem esse mercado em cinco quadrantes: Transformação de nuvem pública para contas grandes, Transformação de nuvem pública para empresas médias, Serviços gerenciados de nuvem pública para contas grandes, Serviços gerenciados de nuvem pública para empresas médias, e IaaS Enterprise Cloud. A TIVIT é listada como líder em todos os cinco quadrantes, e Dedalus Prime e UOL Diveo são listados como líderes ou estrelas em ascensão em quatro. Outros líderes ou estrelas em ascensão incluem a Sky.One, a BRLink, a Eveo, a Accenture, a Capgemini, a Claranet e a IBM.

Outras empresas brasileiras avaliadas são: Atmosfero, CorpFlex, IPsense, Mandic, Penso, e Tecnocomp.

Versões personalizadas do relatório estão disponíveis em Dedalus, Sky.One e TIVIT.

O relatório ISG Provider Lens ™ Cloud Transformation / Operation Services e XaaS para Brasil está disponível para assinantes da ISG Insights™ ou para compra unitária imediada nesse link/site.

Sobre o Provider Lens™ Quadrant Research da ISG

A série de pesquisas em quadrantes da ISG Provider Lens™ é a única avaliação de provedores de serviços do gênero a combinar pesquisas empíricas, baseadas em dados e análises de mercado, com a experiência prática e observações da equipe global da ISG. As empresas encontrarão uma riqueza de dados e análises detalhadas de mercado para orientar a seleção de parceiros de outsourcing apropriados, enquanto os consultores da ISG usam os relatórios para validar seu próprio conhecimento de mercado e fazer recomendações aos clientes corporativos da ISG. A pesquisa cobre atualmente provedores que atendem os EUA, Alemanha, Austrália, Brasil e Reino Unido, com novos mercados a serem adicionados no futuro. Para mais informações sobre a pesquisa ISG Provider LensTM, visite esta página web.

A série complementa os relatórios ISG Provider Lens Archetype, que oferecem uma avaliação inédita de fornecedores na perspectiva de tipos específicos de compradores.

Sobre a ISG
A Information Services Group (ISG) (Nasdaq: III), é uma empresa líder de pesquisa de tecnologia e consultoria global. Sendo uma parceira de negócios confiável de mais de 700 clientes, incluindo 75 das 100 principais empresas do mundo, a ISG está comprometida em ajudar corporações, organizações do setor público e provedores de serviços e tecnologia a alcançarem excelência operacional e crescimento mais rápido. A firma é especializada em serviços de transformação digital, incluindo automação, análise de nuvem e dados, consultoria de terceirização, serviços gerenciados de governança e de riscos, serviços de operação de redes, estratégia e projeto de operações tecnológicas, gestão de mudanças, inteligência de mercado e pesquisa e análise de tecnologias. Fundada em 2006 e sediada em Stamford, Connecticut, a ISG emprega mais de 1.300 profissionais e opera em mais de 20 países – uma equipe global reconhecida por seu pensamento inovador, influência no mercado, profunda especialização no setor e na tecnologia e capacidades de classe mundial de pesquisa e análise com base no mercado de dados mais completos do setor. Para mais informações visite http://www.isg-one.com/ prnewswire Leia mais em exame 11/12/2018

11 dezembro 2018



Procura-se compradores, mas acha-se vendedor... e dos grandes

Dias atrás, no último dia do mês passado, escrevemos neste espaço sobre o namoro do Ibovespa com os 90 mil pontos. Parecia um alvo fácil. Mas um muro de pressão vendedora nessa marca impediu que a barreira fosse cruzada. Ao menos por enquanto.

É curioso que exista um quase consenso entre os agentes de mercado de que a bolsa deve subir nos próximos meses. E ao mesmo tempo os preços simplesmente não subam.

Há uma falta clara de dinheiro novo entrando no mercado.

Será que os agentes estão colocando “comprando” a tese que “propagam” (numa referência à frase “put your money where your mouth is”)? Fato é que, enquanto se buscam os compradores, um grande vendedor dá as caras. Trata-se da BNDESPar, empresa de participações do banco de fomento.

A diretora de mercado de capitais do BNDES, Eliane Lustosa, disse ao repórter Francisco Góes que está mantida a meta de venda de R$ 12 bilhões em ações pela BNDESPar.. Leia mais em valoreconomico 11/12/2018



BNDES deve vender parcela de participação na JBS em 2019

Banco tem 21,3% da indústria de alimentos, por meio do BNDESPar; parcela equivale a R$ 6,8 bilhões

OBNDES deve vender apenas em 2019 uma parcela de sua participação na processadora de carne JBS, depois que planos para a operação neste ano foram adiados diante de volatilidades do mercado, informaram duas fontes do banco de fomento.

O BNDES tem 21,3% da JBS por meio de seu braço de participações BNDESPar. A parcela, segundo a cotação de fechamento da ação na véspera, de R$ 11,75, equivale a R$ 6,8 bilhões. Um montante para a parcela remanescente do banco após a venda ainda não foi definido, informaram as fontes, acrescentando que o banco aguarda melhor momento do mercado.

No ano até a segunda-feira (10), as ações da JBS acumulam valorização de 20,4%, mas o movimento não foi estável. No pior momento do ano, no início de junho, o papel chegou a cair no decorrer dos negócios para R$ 7,91. A máxima foi atingida apenas no início deste mês, a R$ 12,39.

"A venda de (parcela da participação) na JBS não é para este ano; deve ser no ano que vem", disse à Reuters uma fonte do banco com conhecimento do assunto. "O mercado tem estado muito volátil para uma operação agora", acrescentou.

Segundo informações do banco, a BNDESPar já levantou cerca de R$ 4 bilhões com venda de participações detidas na empresa. O banco tem participação na JBS desde 2007, quando fez aportes que somaram R$ 5,6 bilhões na companhia e que chegaram a R$ 8,1 bilhões até 2010. Desde março de 2007 até a véspera a ação acumula valorização de cerca de 88%.

"Que a participação está na nossa carteira desinvestimento, isso é real; mas como foi uma operação rentável, temos que esperar o momento certo, não é vender por vender", disse uma segundo fonte do banco próxima do assunto.

No final de novembro, o presidente do BNDES, Dyogo Oliveira, declarou publicamente que não vê motivo para o banco manter participações expressivas em empresas como JBS, Vale, Petrobras e Eletrobras, que representam uma parte significativa da carteira da BNDESPar, uma vez que estas corporações podem obter recursos sem a ajuda do banco de fomento.

A fatia na JBS fazia parte de plano do banco de levantar R$ 12 bilhões  neste ano com venda de participações. Oliveira comentou na semana passada que o BNDES levantou mais de R$ 8 bilhões com vendas de participações de janeiro a outubro deste ano.

"Fazer R$ 12 bilhões este ano não dá; só se incluir o ano que vem", disse a segunda fonte. "Tem que ver que o mercado já esteve favorável para fazer bons negócios e boas vendas, mas agora não está mais", acrescentou a fonte.

Procurado, o BNDES não pode comentar o assunto de imediato. Leia mais em epocanegocios 11/12/2018



Brinks recebe aval para comprar brasileira Rodoban por US$ 130 milhões

Baseada em Minas Gerais, adquirida é especializada em transporte de valores e serviços para caixas eletrônicos

A companhia norte-americana de logística de valores Brinks anunciou nesta terça-feira que recebeu aval de autoridades de defesa da concorrência para comprar a brasileira Rodoban por cerca de 130 milhões de dólares em dinheiro.

A aquisição deve ser concluída até o final do ano. Baseada em Minas Gerais, a Rodoban é especializada em transporte de valores e serviços para caixas eletrônicos.

Em 12 meses, a Rodoban teve receita de cerca de 78 milhões de dólares e lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) ajustado de cerca de 17 milhões de dólares, informou a Brinks em comunicado à imprensa."A integração da Rodoban com nossas operações atuais no Brasil ampliará nosso alcance de serviço, melhorará nossa densidade de rotas e gerará outras sinergias de custo significativas", disse o presidente-executivo da Brinks, Doug Pertz, no comunicado.Desde março de 2017, a Brinks concluiu nove aquisições, num total de 1,05 bilhão de dólares, incluindo a operação da Rodoban. Leia mais em dci 11/12/2018



Travelport é vendida por US$ 4,4 bilhões

Apesar da compra pelos americanos, a sede da Travelport permancerá em Langley, na Inglaterra

A Elliott Management e a Siris Capital Group anunciaram nesta segunda-feira (10) a compra da operadora de GDS Travelport por US$ 4,4 bilhões. Os investidores pagaram US$ 15,75 por ação da empresa. A aquisição encerra assim um período de oito meses de esforços Elliott para fechar um acordo com a Travelport.

O fundo, sediado em Nova York, já havia adquirido uma participação de 12% no mês de março e buscava o controle integral da empresa. A empresa de GDS obteve em 2017 uma receita de US$ 2,45 bilhões, e lucro de US$ 467 milhões, mas apresenta um déficit fiscal de cerca de US$ 2 bilhões.

Apesar da compra pelos americanos, a sede da Travelport permancerá em Langley, na Inglaterra. Doug Steenland, presidente do conselho da Travelport, disse que o acordo foi um “bom resultado” para os acionistas da empresa.

“Auxiliados por consultores externos, o conselho concluiu por unanimidade que, depois de levar em conta as necessidades de desenvolvimento em andamento do negócio, a entrada neste contrato representa a melhor maneira de maximizar o valor para os acionistas. Isso também permite que a empresa continue seu trabalho para se posicionar para o crescimento da indústria de viagens global em evolução”, destacou... leia mais em mercadoeeventos 10/12/2018











Recrusul anuncia aquisição da MaxxiBrasil

O valor do negócio não foi revelado pelas empresas

A Recrusul, que atua no segmento de implementos rodoviários e tem sede em Sapucaia do Sul (RS), anunciou nesta segunda-feira (10) que vai adquirir a MaxxiBrasil Indústria de Tratores, de Caxias do Sul (RS). “O objetivo é complementar a linha de implementos rodoviários e industrial da Recrusul, aproveitando o ciclo de crescimento do mercado de agribussiness brasileiro.

O setor de tratores, da mesma forma que o de implementos rodoviários, é altamente competitivo, mas esta aquisição contempla também a participação do ex-diretor industrial da Mahindra Brasil – com mais de 20 anos de experiência no segmento de tratores, que foi o responsável pela instalação desta multinacional indiana no Brasil no ano de 2011”, destaca a companhia em Fato Relevante não informando o nome do executivo. O valor do negócio é mantido em sigilo pelas companhias.

A MaxxiBrasil já produziu mais de 84 tratores com potências entre 50 HP e 100 HP. Começou suas operações no ano 2014 com distribuição de produtos importados e ao mesmo tempo nacionalização de diversos componentes até chegar ao produto integralmente produzido no Brasil.

A empresa caxiense possui todas as licenças para fabricação de tratores com códigos tanto de FINAME quanto de MDA (financiamento para pequenos produtores agrícolas). O patrimônio líquido de dezembro de 2017 totalizava R$ 987 mil, sem contar com todo o ferramental avaliado em aproximadamente em R$ 2,2 milhões. A MaxxiBrasil também possui  passivos da ordem de R$ 2,2 milhões.

“A aquisição está sendo feita via troca de ações, aproveitando o aumento de capital da Recrusul em curso, e totalizará aproximadamente R$ 1 milhão. Serão iniciadas, a partir de janeiro de 2019, diligências de auditoria para confirmação de tais valores e inclusão desta empresa como nova controlada direita ou indireta da Recrusul.

A planta industrial da MaxxiBrasil será transferida para Sapucaia do Sul onde ocupará prédio exclusivo dentro da atual área industrial da Recrusul”, informa o documento assinado por Davi Souza da Rosa, diretor vice-presidente e de relações com investidores da Recrusul.  Leia mais em amanha 10/12/2018





10 dezembro 2018

5 soluções tecnológicas que dão mais eficiência para a medicina

Debatidas no Wired Festival Brasil 2018, evoluções vão permitir projeções 3D em tempo real do organismo dos pacientes

A realidade aumentada vai permitir que médicos enxerguem dentro do paciente, tanto nas cirurgias quanto nos consultórios

Internet das Coisas, Big Data, Inteligência Artificial, Machine Learning e Realidade Aumentada estão elevando a medicina a uma nova fase. Essas tecnologias fazem isso ajudando na superação de gargalos como triagem ineficiente, diagnóstico tardio e demora na marcação de consultas e resultados de exames. Hospitais e empresas de tecnologia têm trabalhado em parceria no mundo todo para criar soluções tecnológicas que trazem mais eficiência e precisão.

"É uma mudança de cultura para todos, do médico ao paciente. Concretos e evidentes, os resultados das aplicações da tecnologia nos ambientes médicos estimulam as organizações a inovar ainda mais. É um círculo virtuoso”, explica Andrea Mannarino, diretora de operações da Embratel, que desenvolve soluções digitais para clientes de saúde e de outros segmentos.

Patrocinadora do Wired Festival Brasil 2018, realizado recentemente no Rio de Janeiro, a Embratel ofereceu palestras que discutiram justamente o momento de inovação por qual passa a saúde, assim como o seu futuro.

Passaram pelo Auditório Embratel nomes como James Dahlman, pesquisador de genética premiado pelo MIT, e Alexandre Chiavegatto Filho, diretor do Laboratório de Big Data e Análise Preditiva em Saúde da FSP/ USP. Eles e outros especialistas participantes foram unânimes em dizer que a tecnologia se tornou indispensável na evolução da medicina.

Chiavegatto Filho destacou como novas tecnologias preditivas informarão, por exemplo, quem vai morrer ou viver, entendendo o porquê dessas possibilidades. Os algoritmos baseados em machine learning — ou seja, que aprendem sozinhos — saberão com maior precisão quais chances temos de nos curar de doenças. A visão dele sobre o uso de aprendizado de máquina é totalmente otimista. "A inteligência artificial vai aumentar as possibilidades de trabalho dos profissionais da saúde."

Dahlman, por sua vez, mostrou como a introdução de células modificadas permite fazer correções no DNA. O que traz esperanças à cura de vários tipos de câncer. "Estamos agora tentando descobrir outras nanopartículas que sejam capazes de transformar outros órgãos", explicou o prestigiado bioengenheiro, revelando sua aposta no processamento inteligente dos dados.

No auditório Embratel, o premiado pesquisador James Dahlman falou de edição genética e tecnologia

As soluções digitais que já estão em uso ou em fase de testes contemplam desde conectividade (com links que interligam cidades, inclusive nas áreas remotas) ao desenvolvimento de softwares específicos para resolver problemas do dia a dia de hospitais, postos médicos e consultórios.

É como se uma onda tecnológica transformasse os espaços. A imagem tradicional do médico escrevendo em um papel diante do paciente vai sendo substituída, por exemplo, pela do profissional acompanhando o fluxo sanguíneo de alguém em tempo real, graças a uma projeção 3D de realidade aumentada. É uma verdadeira revolução em diferentes frentes, como mostram os itens abaixo.

1. ASSISTENTES VIRTUAIS E INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL
Uma tecnologia com a qual muitos pacientes já estão familiarizados, por causa dos smartphones, são os assistentes virtuais. Esses “robôs” usam Inteligência Artificial para responder, baseados em informações seguras, perguntas ou comandos. Nos hospitais, eles tornam possível, por exemplo, um primeiro atendimento via chatbot, que otimiza processos de triagem. Da mesma forma, potencializam a assistência 24 horas em casos de internações, em quartos equipados com microfones e sistemas capazes de transcrever voz em texto. Isso permite que o paciente interaja com enfermeiros a distância.

2. BIG DATA & ANALYTICS
Somar mobilidade com soluções de Big Data & Analytics permite analisar amostras de sangue em tempo recorde. Digitalizadas, as informações sobre o material podem ser transmitidas via internet à laboratórios, onde serão investigadas com ajuda de supercomputadores conectados com banco de dados. Reunindo informações úteis ao diagnóstico, a solução ajuda a obter resultados rápidos de exames, o que muitas vezes é crucial a um tratamento.

3. INTERNET DAS COISAS
Sensores conectados à internet podem reduzir os índices de acidentes durante internações. Nos quartos e leitos, os dispositivos – sensíveis a movimento, calor, luz e som – são instalados em câmeras ou lâmpadas para monitorar todas as ações dos pacientes. Com isso, os movimentos inesperados geram alertas a fim de impedir ocorrências como quedas de camas ou berços. Igualmente, sintomas como tosse e falta de ar são indicativos para agilizar atendimentos de emergência.

4. CLOUD COMPUTING
Assim como a precisão dos resultados, o acesso rápido aos dados dos exames pode ser definitivo para um diagnóstico. O processo fica muito mais ágil quando essas informações estão armazenadas na nuvem, em uma infraestrutura que ofereça performance, espaço e, principalmente, segurança, que garanta a privacidade de dados dos pacientes. Outro ganho de se contratar um serviço de cloud é ajudar as instituições a manterem seu foco na promoção da saúde, sem ter que ser preocupar com a manutenção de servidores próprios.

5. REALIDADE AUMENTADA
A realidade aumentada permitirá que o médico enxergue o paciente por dentro, em tempo real. A Universidade Federal de Uberlândia (UFU) já testa um sistema, o ARBioMed, que converte sinais cardiológicos dos pacientes em formatos digitais. Por meio de um “colar” codificado para cada pessoa, será possível acompanhar os batimentos do coração. Outro exemplo simples é usar a tecnologia para criar um mapa de veias no braço, que seria visto com óculos especiais... Leia mais em epocanegocios 10/12/2018

10 dezembro 2018



Primeiro serviço de carros autônomos do mundo começa a funcionar

O Waymo One será o primeiro serviço de carros autônomos a ser lançado comercialmente no mundo após quase uma década de pesquisas

Primeiro serviço de carros autônomos do mundo começa a funcionar

Empresa do grupo Alphabet – que controla o Google – o Waymo One será o primeiro serviço de carros autônomos a ser lançado comercialmente no mundo. Após quase uma década de pesquisas, a empresa começará a operar na cidade de Phoenix, nos Estados Unidos.

Através do serviço da Waymo, será possível pedir carros em raio de até 160 km, que abrange quatro subúrbios da cidade que há anos vem recebendo testes da tecnologia. No serviço, motoristas humanos ficarão atrás do volante, porém realizarão intervenções apenas em situações de emergência para que os carros possam transitar de maneira autônoma. No início, o Waymo One estará disponível apenas para passageiros que haviam testado a função anteriormente.

O próximo passo do serviço é descobrir como monetizá-lo, alog que já está no radar de outras empresas que fazem testes com carros autônomos, caso de Uber e a Lyft.

Para colocar os carros na rua, a Alphabet afirmou ter rodado cerca de 16 milhões de quilômetros em testes reais, e 11 bilhões de quilômetros em testes virtuais. Os carros autônomos contam com câmera e sensores, que usa raios ultravioleta, infravermelho, além de luz de espectro visível. Tudo isso serve para que o carro possa assimilar o máximo de informações ao seu redor.

Para a navegação, os carros contam com sistema de GPS que analisa mapas em 3D, além de ler desde marcações na pista, placas na beira da estrada e identificar pedestres e animais nas imediações. Leia mais em istoedinheiro 10/12/2018



Petrobras inicia fase não vinculante para cessão de 3 campos terrestres

A Petrobras informou na manhã desta segunda-feira, 10, em comunicado ao mercado, que deu início à fase não vinculante do processo de cessão de suas participações em três campos terrestres em produção (Lagoa Parda, Lagoa Parda Norte e Lagoa Piabanha), localizados no Estado do Espírito Santo, denominadas conjuntamente Polo Lagoa Parda.

Nesta etapa do projeto, segundo a Petrobras, os interessados habilitados na fase anterior receberão instruções sobre o processo de desinvestimento, incluindo as orientações para elaboração e envio das propostas não vinculantes, além de acesso a um data room virtual contendo mais informações sobre o Polo... Leia mais em istoedinheiro 10/12/2018



Pão de Açúcar adquire startup James Delivery para alavancar vendas

O Grupo Pão de Açúcar (GPA) (PCAR4) anunciou nesta segunda-feira (10) um acordo para compra de 100% da startup brasileira de encomenda e entrega de produtos James Delivery. Em comunicado ao mercado, a companhia esclareceu que o objetivo da aquisição é parte dos esforços para avançar no canal on-line de varejo alimentar. O valor do negócio não foi revelado.

O James Delivery é um start-up brasileira que oferece uma plataforma multisserviços de encomenda e entrega de produtos diversos, que vão, desde itens vendidos em supermercados, até restaurantes e drogarias.

A aquisição proporciona ao Grupo Pão de Açúcar a entrada em um novo nicho de negócio: o dos SuperApps –
plataformas que permitem aos usuários receberem em uma hora produtos diversos de parceiros selecionados em “verticais de consumo”, como supermercados, conveniência, drogarias, restaurantes e outros.

Esta nova oferta complementa as modalidades de entrega que o grupo já disponibiliza aos seus clientes: compra em loja física, entregas next day, same day e express (em até 4 horas) e Clique & Retira (compra pela internet e retira em loja física).

“É uma oportunidade singular de acelerarmos significativamente nossa estratégia omnicanal, oferecendo aos nossos clientes soluções cada vez mais personalizadas e mais diversas para realizar suas compras”, afirmou o diretor-presidente do GPA, Peter Estermann.

Para Estermann, a aquisição coloca o Grupo em um patamar diferenciado com relação à ampliação da entrega de serviços aos clientes, ligado a um ambiente de inovação, e de maneira disruptiva. “Eles têm tecnologia diferenciada, um time altamente capacitado, um conhecimento operacional do negócio muito bom e uma visão estratégica clara totalmente alinhada com nossas diretrizes”, explicou o CEO.

Com 18 funcionários e uma base de 700 entregadores ativos, o James Delivery atualmente opera apenas em Curitiba e Balneário do Camboriú (SC), mas a meta do GPA é expandir o serviço para todas as regiões em que o grupo varejista tem operação relevante até o fim de 2019, segundo o executivo.

Por enquanto, o GPA será o único supermercadista dentro do aplicativo, mas os 500 contratos já assinados pelo James Delivery com parceiros de outros segmentos, incluindo o McDonald’s, serão mantidos, disse Lucas Ceschin, cofundador e presidente da startup.

“Com o apoio do GPA, vamos conseguir acelerar nosso crescimento na vertical do varejo, oferecendo uma experiência totalmente integrada com as lojas físicas do Grupo. Este será um forte diferencial para trazer mais valor aos nossos clientes em todas as verticais do James”, afirmou Ceschin. Leia mais em Money Times - 10/12/2018 



Cinco setores em que o uso do Big Data vem ganhando importância

  Na era da informação em tempo real, o ganho observado pelas empresas ao analisarem grandes quantidades de informações de modo a extraírem insumos para gerar novos negócios tem sido cada vez mais frequente. A tecnologia de Big Data Analytics em setores importantes da economia vem se fortalecendo a cada ano.

A consultoria IDC prevê que ao fim de 2018, os serviços relacionados a Big Data/Analytics vão crescer cerca de 18% em relação a 2017, e os gastos totais, incluindo infraestrutura, software e serviços vão atingir US$3,2 bilhões no Brasil. Espelho disso é o uso dessa aplicação pelos diferentes setores. De modo a ilustrar na prática, listamos abaixo cinco deles que já fazem uso da tecnologia. Veja:

Financeiro
A velocidade, a variedade e o volume dos dados relacionados ao mercado financeiro têm crescido de maneira impressionante. Atividades de redes sociais, transações de aplicativos móveis, logs de servidores, dados de mercado em tempo real, detalhes de transações, investimentos, etc. Com a tendência de digitalização dos serviços, essa variedade é apenas o começo.

“Para se beneficiar dessa imensa quantidade de informações, grandes empresas estão investindo em Big Data e recorrendo aos profissionais chamados cientistas de dados, que são capazes de, entre outras coisas, capturar e analisar diversas fontes de dados, criar modelos preditivos e simular eventos de mercado”, afirma Leonardo Santos, CEO e cofundador da Semantix, empresa especializada em soluções de Big Data e Inteligência Artificial.

Cobranças
Empresas tradicionais estão adotando soluções com foco em Big Data Analytics e inteligência artificial para otimizar as operações de cobranças junto aos seus clientes. Essas plataformas permitem que as companhias aumentem a eficiência dos seus departamentos de cobrança, ganhando maior assertividade, reduzindo custos e aumentando os ganhos com o uso dessas tecnologias. “As empresas conseguem se conectar com suas fontes de cobranças e visualizar informações da sua operação em tempo real, assim tomando decisões que auxiliem na correção de determinados rumos”, diz Gabriel Camargo, sócio-fundador da Deep Center, empresa especializada em gestão e análise de dados.

Comércio eletrônico
Sendo um dos setores mais dinâmico e crescentes da economia, o comércio eletrônico vem ganhando cada vez mais representatividade. Só no ano passado, o setor movimentou R$ 59,9 bilhões, de acordo com a ABComm, associação que representa as lojas virtuais no País. E é com o uso de Big Data que as empresas do segmento ganham competitividade. É por meio de análise de dados que as lojas virtuais criam regras para atuar na alteração automática dos preços dos produtos – a chamada precificação.

“As informações obtidas pelo Big Data e fornecidas para a precificação inteligente são bases para a competição saudável no mercado, ganhando em produtividade, inovação e até em conhecimento do consumidor”, conta Ricardo Ramos, CEO da Precifica, a primeira plataforma brasileira de precificação inteligente.

Segurança
As empresas do setor de segurança, seja pública ou privada, vem investindo cada vez mais em tecnologias como a de Big Data. Por meio de análise de dados e inteligência artificial é possível identificar, por exemplo, placas de automóveis, com reconhecimento e controle da presença de pessoas, além de rastreio de veículos. Com isso busca-se promover segurança de indivíduos, empresas e instituições.

“A inovação é essencial para manter-se relevante no mercado, principalmente quando se trata de questões relacionadas à segurança pública e privada, pois é uma preocupação constante da população em geral”, ressalta Flávio Losano, gerente de marketing da TecVoz, empresa especializada em soluções digitais de segurança.

Varejo
Setor referência quando o assunto é inovação, o varejo brasileiro é um dos que mais utilizam a tecnologia para se aproximar dos consumidores. Muitos lojistas e shopping-centers já utilizam da tecnologia Big Data para identificar comportamento dos clientes em lojas e nos centros de compras.

“Existem sensores que usam de visão computacional com capacidade de monitorar e informar via Internet a quantidade de visitantes, além de categorizar as zonas com maior fluxo, a direção e o comportamento no tráfego, entre outros indicadores, permitindo que as decisões estratégicas sejam tomadas com mais precisão“, avalia Walter Sabini Junior, sócio-fundador da FX Retail Analytics, empresa especializada em análise de comportamento de consumidores no varejo físico. Leia mais em startupi  06/12/2018