06 agosto 2013

On Telecom avalia fazer IPO para expandir serviços

O CEO e fundador da On Telecom, Farès Nassar, disse nesta terça-feira, 6, que a empresa avalia como possibilidade uma abertura de capital (IPO, na sigla em inglês). Ele evitou porém dar maiores detalhes, se seria na bolsa brasileira ou em alguma outra fora do País.

A empresa prevê investir R$ 500 milhões entre dois e três anos. "Poderemos investir para adquirir empresas ou em novos editais da Anatel", disse em apresentação sobre o início do funcionamento da companhia.

Segundo Nassar, os aportes do fundo de Soros estão sendo aplicados aos poucos, sendo que já foram investidos US$ 150 milhões pela instituição. "Temos metas ambiciosas, de cobertura além do Estado de São Paulo. Vemos outros mercados interessantes no Brasil", afirmou, acrescentando que haveria oportunidades inclusive na América Latina.Por Rodrigo Petry | Estadão
Fonte: yahoo 06/08/2013

06 agosto 2013



Cade aprova participação do Votorantim na sociedade ASM Alicerce

A ASM Alicerce 1 tem por objeto explorar os terrenos do complexo Lagoa dos Ingleses, em Nova Lima, na Região Metropolitana de Belo Horizonte (MG)

 O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) aprovou a aquisição, pela BV Empreendimentos e Participações (BVEP), do Grupo Votorantim, de participação acionária na ASM Alicerce 1 Empreendimentos Imobiliários, sociedade controlada indiretamente pelos grupos Alicerce e ASM.

 A ASM Alicerce 1 tem por objeto explorar os terrenos do complexo Lagoa dos Ingleses, em Nova Lima, na Região Metropolitana de Belo Horizonte (MG). Segundo documento do Cade, a operação será realizada em duas partes. A BVEP comprará 50% das ações da ASM Alicerce 1, antes detidas pela ASM Alicerce 2 Empreendimentos Imobiliários, controlada pelos grupos Alicerce e ASM.

 Depois, haverá um aumento do capital da ASM Alicerce 1 com a subscrição de mais ações pela BVEP, pela ASM Alicerce 2 e por uma sociedade de propósito específico a ser constituída pela MASB Desenvolvimento Imobiliário, também controlada pelos grupos ASM e Alicerce. Ao final da operação, a BVEP deterá 40,15% das ações da ASM Alicerce 1 e os 59,85% restantes ficarão sob controle dos grupos ASM e Alicerce.

 A aprovação do negócio, que se deu sem restrições, foi assinada pelo superintendente-geral substituto do Cade Diogo Thomson de Andrade e está publicada em despacho no Diário Oficial da União (DOU) desta terça-feira, 6. Agência Estado
Fonte: iG 06/08/2013



GE anuncia compra da Omnimed

A compra, cujo valor não foi revelado, deve aumentar em 50% o faturamento da empresa

 A GE Healthcare, divisão de saúde da multinacional GE, anuncia nesta terça-feira (6) a aquisição da mineira Omnimed, fabricante de equipamentos que monitoram funções vitais de pacientes (como frequência cardíaca) durante cirurgias em hospitais ou Centros de Tratamento Intensivo (CTIs).

 A compra, cujo valor não foi revelado, deve proporcionar um aumento de 50% no faturamento da empresa. A operação da GE Healthcare no Brasil teve início em 2010, com a instalação de uma fábrica em Contagem, região metropolitana de Belo Horizonte.

 Hoje, a unidade é a terceira mais importante em faturamento para a companhia, atrás de China e Estados Unidos. Os números locais não são revelados, mas a receita global dá uma dimensão da importância do País - em 2012, a empresa faturou US$ 18 bilhões, e a expectativa para 2013 é de alta de 8%. A Healthcare responde por cerca de 12% dos ganhos mundiais da GE, que atua também em energia, transporte e iluminação.

 A Omnimed, sediada em Belo Horizonte, é a segunda aquisição da divisão de saúde da GE no Brasil. Há um ano, a empresa comprou a também mineira XPro, fabricante de máquinas de raios X usadas nos segmentos de cardiologia, neurologia e radiologia intervencionista.

 A compra de empresas locais faz parte do plano de expansão da GE no mercado brasileiro de equipamentos médicos, liderado pela Philips. As aquisições dão a companhia um ativo valioso: a noção das demandas de hospitais e clínicas no Brasil.

 Uma delas, segundo Joe Shrawder, presidente da GE Healthcare para a América Latina, é um monitor que exiba informações mais completas sobre o estado do paciente em tratamento (algo permitido pelos equipamentos da Omnimed). O executivo conta que a empresa já até tinha um dispositivo sofisticado que atendia a essas condições. — Mas os médicos aqui querem isso numa máquina mais simples, e nós levaríamos anos para construir isso sozinhos.

 Shrawder diz que existe também o objetivo de exportar os aparelhos para outros países. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
Fonte: r7 06/08/2013

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GE Healthcare compra Omnimed
 A GE Healthcare, divisão de saúde da multinacional GE, comprou a mineira Omnimed, fabricante de equipamentos que monitoram funções vitais de pacientes em hospitais.

Não foi revelado o valor da compra. Há um ano, a GE já havia comprado a também mineira XPro, fabricante de máquinas de raios X usadas nos segmentos de cardiologia, neurologia e radiologia intervencionista.

A operação da GE Healthcare no Brasil teve início em 2010, com a instalação de uma fábrica em Contagem, região metropolitana de Belo Horizonte. Hoje, a unidade é a terceira mais importante em faturamento para a companhia, atrás de China e Estados Unidos.

A compra de empresas locais faz parte do plano de expansão da GE no mercado brasileiro de equipamentos médicos, liderado pela Philips.

Em 2012, a GE empresa faturou US$ 18 bilhões, e a expectativa para 2013 é de alta de 8%. A Healthcare responde por cerca de 12% dos ganhos mundiais da GE, que atua também em energia, transporte e iluminação.

A GE Healthcare transformou a América Latina em uma unidade independente em 2011 e desde então vem conduzindo investimentos na região.

A concorrência não fica atrás. Em maio do ano passado, a Siemens anunciou a instalação em Joinville de uma fábrica focada na área de saúde com investimentos de R$ 50 milhões.

Na cidade catarinense, e planta irá produzir equipamentos de medicina por imagem, ressonância magnética, tomografia e radiografia, entre outros.

A Intel Capital, divisão de investimentos da fabricante de chips, anunciou em dezembro de 2011 sua entrada no mercado de TI para saúde na América Latina com aporte na Pixeon, que tem sede em Florianópolis e é especista em PACS (sigla em inglês para Sistema de Gestão de Imagens Médicas).

No caso da Philips Healthcare, o investimento foi a compra da Wheb Sistemas, de Blumenau, no começo de 2011.

A adquirida é focada em ERP para a saúde e, segundo declarou à época da compra o CEO da Philips Healthcare, Steve Rusckowski, será o “combustível do crescimento na região nos próximos anos”. A gigante de origem holandesa também comprou outras companhias de TI para saúde no Brasil, como a paulista Tecso. Por Maurício Renner
Fonte: baguete  06/08/2013 

COMENTÁRIOS:

A GE diponibiliza em seu site apresentação GE Healthcare Driving Innovation - Deutsche Bank Conference 13 June 3013.Abaixo alguns slides do referido documento.









Bell Flavors & Fragrances compra a divisão de sabores da Iceberg Aromas e Fragrâncias

Bell Flavors & Fragrances comunicou que sua subsidiária internacional adquiriu a divisão de sabores da Iceberg, de São Paulo, Brasil.

Iceberg-Aromas está no mercado brasileiro desde 1939 e tem clientes em todos os segmentos, especialmente em doces, goma, sorvetes, bebidas, biscoitos e salgados.

Bell Flavors e Fragrances Brasil agora terá duas unidades de produção no país, a sede será em Cotia, São Paulo. A nova planta será destinada principalmente para a fabricação de aromas, fragrâncias e extratos botânicos para o mercado da América Latina. Também terá um laboratório dedicado à inovação técnica de ponta que servirá como um centro de desenvolvimento de novos produtos e trabalhar colaboração com os clientes da América do Sul.
Fonte: clubdarwin 02/08/2013




05 agosto 2013

FUSÕES E AQUISIÇÕES - DESTAQUES DA SEMANA DE 29/jul a 04/ago/13

Foram anunciadas com destaque pela imprensa 10 operações de Fusões e Aquisições na semana passada - 29/jul a 04/ago/13, envolvendo direta ou indiretamente empresas brasileiras de 6 setores. 

ANÁLISE DA SEMANA 
 Principais transações.

Dos seis setores, os de TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO (TI), ALIMENTOS, BEBIDAS E FUMO e IMOBILIÁRIO, foram os mais ativos e representaram 70% do total.
A operação de maior expressão divulgada na semana foi a transação envolvendo General Growth Properties (GGP) vendendo participação de 27,58% no capital da empresa de shoppings brasileira Aliansce para a Canada Pension Plan Investment Board (CPPIB). por US$ 480,9 milhões.

 TOPs - MAIORES TRANSAÇÕES EM VALOR 
 A MAIOR

  •  GGP vende fatias na Aliansce para Canada Pension Plan. Segunda maior empresa de shopping centers dos Estados Unidos, a General Growth Properties (GGP) acertou a venda de participação de 27,58% no capital da empresa de shoppings brasilei Aliansce para a Canada Pension Plan Investment Board (CPPIB). A CPPIB já é sócia da Aliansce no Shopping Iguatemi Salvador, e vai pagar US$ 480,9 milhões pela participação pertencente à GGP. 

EMPRESA ESTRANGEIRA COMPRANDO EMPRESA BRASILEIRA

  •  Com o investimento do JTB Group, japonês, que adquiriu 47% do Grupo Alatur, a Alatur vai às compras. “Vamos manter nosso crescimento orgânico, mas estamos atentos às oportunidades de aquisição, que é a outra via para crescer”, afirma o vice-presidente do grupo, Marcos Balsamão. E já há negócios em vista, segundo Ricardo Ferreira, também vice-presidente. “Vamos fazer cinco aquisições nos próximos 30 meses”. No ano passado, o faturamento foi de R$ 1,3 bilhão e neste ano devemos chegar a R$ 1,45 bilhão”. 

PRIVATE EQUITY

  • A H.I.G. Capital, uma das principais empresas de private equity do mundo com mais de US$ 13 bilhões de capital sob gestão, fez a sua terceira aquisição no Brasil, a segunda em 15 dias. Desta vez, a H.I.G. comprou a goiana LG Sistemas, fornecedora de software para recursos humanos. 
 NEGÓCIOS DA SEMANA 
 "Market Movers" - Brasil. 

  • Linx compra Opus Software, de varejo de serviços, por R$ 9 milhões A desenvolvedora de softwares para gestão empresarial Linx anunciou que celebrou um contrato para compra da Opus Software, que atua no segmento de varejo de serviços. O valor total da aquisição é de R$ 9 milhões
  • HIG Capital compra empresa de software LG Sistemas para RH A H.I.G. Capital, uma das principais empresas de private equity do mundo, fez a sua terceira aquisição no Brasil, a segunda em 15 dias. Desta vez, a H.I.G. comprou a goiana LG Sistemas, fornecedora de software para recursos humanos. O apetite do fundo, que comprou a rede de idiomas Cel-Lep e a fabricante de sorvetes Creme Mel não deve parar por aí.  

 "Market Movers” - Exterior 

  •  Farmacêutica dos EUA compra irlandesa Elan A farmacêutica norte-americana Perrigo comprará a empresa irlandesa de biotecnologia Elan por US$ 8,6 bilhões, no mais recente negócio do setor motivado, pelo menos em parte, por questões fiscais. 
  • Schneider Electric adquire inglesa Invensys por 3,4 milhões de libras. O grupo francês Schneider Electric, fabricante de sistemas de gestão de energia, anunciou que chegou a um acordo para a compra de 100% do capital social da Invensys, fornecedora inglesa de software para automação industrial.
  • Megainvestidor George Soros compra fatia da Herbalife O megainvestidor húngaro George Soros adquiriu uma grande participação na empresa de suplementos nutricionais Herbalife. A CNBC não soube informar, no entanto, qual é a participação adquirida por Soros, mas afirmou que a Herbalife se tornou uma das três maiores participações nos fundos do investidor. 
  •  'New York Times' vende o jornal 'Boston Globe’ O "New York Times" anunciou neste sábado (3) que aceitou vender o jornal "The Boston Globe" por US$ 70 milhões ao investidor americano John W. Henry, 63 anos. Ele é o principal acionista do Boston Red Socks e do Liverpool, clube de futebol da Premier League inglesa. O principal jornal americano obtém, com isso, menos de 10% do valor pelo qual havia adquirido o "Globe" em 1993: US$ 1,1 bilhão. 

HUMORES & RUMORES 

 M & A - COMPRA

  •  Cemig vai comprar PCHs para compensar usinas que devolverá ao governo. A elétrica Cemig planeja aquisições, especialmente de pequenas centras hidrelétricas (PCHs), para compensar as usinas que serão devolvidas ao governo a partir de 2014, disse um executivo da companhia nesta terça-feira. 
  • WEG vê semestre bom e planeja aquisições fora  A fabricante de motores elétricos e equipamentos divulgou ontem seu balanço, com crescimento de 11,2% na receita líquida no segundo trimestre, para R$ 1,7 bilhão. O lucro líquido cresceu 47%."Temos balanço para poder fazer captações para um programa de investimentos e aquisições", afirma Gomes. 
  • O Buscapé quer comprar sua startup. VP de desenvolvimento de negócios da companhia diz que eles estão de olho no mercado e dá dicas para quem quer emplacar uma nova ideia. A história do Buscapé é bastante parecida com a de diversas startups norte-americanas, mas com uma diferença fundamental: ela aconteceu no Brasil. Desde 1999, ano em que o site foi lançado, a empresa se tornou sinônimo de caso de sucesso no país, com aportes milionários, fusões estratégicas e aquisições rentáveis. 
  • Sob nova direção, Softtek avalia aquisições no país. Miguel Saldivar completa neste mês 22 anos na Softtek, companhia mexicana de serviços de tecnologia da informação (TI). “O Brasil é o segundo mercado mais importante para a Softtek, depois dos Estados Unidos, e pode tornar-se o maior mercado no futuro”, disse Saldivar. Para manter um ritmo de expansão mais forte que a média do mercado, a Softtek investiu em softwares e serviços e começa a avaliar aquisições no país. “Avaliamos companhias que possuem uma oferta de produtos complementar ao nosso portfólio”, disse Saldivar. A área de maior interesse é a de aplicações que permitem o acesso a serviços de TI de dispositivos móveis. O valor a ser investido em aquisições é mantido em sigilo. O executivo estima fechar pelo menos uma compra nos próximos 12 meses. 
  • CWT considera aquisições no país. A operação entre o grupo japonês JTB e a Alatur ameaça a posição de liderança da franco-americana Carlson Wagonlit Travel (CWT) no mercado brasileiro de viagens corporativas. No ano passado, a diferença entre as duas companhias foi de R$ 300 milhões - a CWT registrou faturamento de R$ 1,6 bilhão e a Alatur, de R$ 1,3 bilhão."O crescimento é uma necessidade contínua em nosso setor e as aquisições aceleram este movimento", afirmou ontem André Carvalhal, presidente da companhia para Brasil, América Latina e Caribe. 

M & A - VENDA

  • Telecom Italia nega venda da TIM, mas admite: "Há sempre um preço para tudo" A Telecom Italia, maior grupo de telefonia da Itália e controlador da TIM Brasil, cortou suas estimativas de lucro para 2013, citando a difícil situação econômica, forte competição no mercado de telefonia móvel doméstico e regulação hostil. Com relação à TIM Brasil, o presidente do conselho da Telecom Italia, Franco Bernabè, afirmou que a tele continua um ativo importante para o grupo, mas uma venda da unidade não está excluída. "Sempre há um preço para tudo, depende do preço. Eu estou pronto para considerar qualquer opção pelo preço certo, mas eu creio que por agora reiteramos que o Brasil é um ativo importante para nós”.  
  • HRT não descarta fusão com empresa do setor A HRT corre contra o tempo para reforçar seu caixa e readequar seu planejamento de longo prazo. As alternativas estão sendo trabalhadas por um comitê criado no fim de junho e que terá a assessoria de uma instituição financeira na alocação de recursos. Até o fim deste trimestre, a petroleira publicará a revisão de seu planejamento estratégico. Fazer uma fusão com outra empresa do setor também é avaliado. A companhia captou R$ 2,5 bilhões com sua oferta pública inicial de ações (IPO) em 2010.
  • Diageo continua com sede de aquisições. A Diageo PLC tem apostado  nos últimos anos em mercados emergentes de rápido crescimento como a América Latina, a China e a Índia, para compensar vendas fracas em mercados maduros. Ao procurar aquisições para gerar mais crescimento, Menezes está tomando um caminho semelhante ao de seu antecessor, Paul Walsh. Walsh liderou as bem-sucedidas ofertas pela cachaça brasileira Ypioca, pela fabricante turca de raki Mey Içki e pela chinesa Shui Jing Fang. 

PRIVATE EQUITY & VENTURE CAPITAL

  • Fundos brasileiros perdem espaço na AL. O Brasil tem atraído menos de um terço dos recursos destinados a fundos de private equity, que investem na compra de participações em empresas, na América Latina. Dos quase US$ 2,5 bilhões captados para a região no primeiro semestre deste ano, US$ 758 milhões vieram para o país, de acordo com dados da Emerging Markets Private Equity Association (Empea). Em 2011, auge da euforia dos investidores com a economia brasileira, os fundos locais responderam por mais de 80% das captações na região. De um modo geral, os investidores de private equity possuem visão de longo prazo. Mas com a piora da avaliação do mercado em relação ao país, os gestores terão de mostrar se são capazes de entregar resultados mesmo em cenários mais adversos. 
  • Bessemer quer investir no Brasil. O fundo americano Bessemer Venture Partners abriu uma operação em São Paulo no começo do ano, com a meta de investir até US$ 50 milhões em empresas de tecnologia brasileiras. Até agora, o fundo tinha feito apenas dois investimentos por aqui: um aporte não revelado no site de classificados OLX, comprado pelo grupo de mídia sul africano Naspers em 2010 e uma aporte de US$ 10 milhões em uma empresa de internet não revelada em 2010. 

IPO

  •  CVC terá IPO, mais vendas online e abertura de novas lojas, diz Falco. Com o foco no desenvolvimento das vendas online e na abertura de novas lojas – existe o plano de 80 novas lojas ainda este ano -, a CVC afirma que vai apostar “mais” onde o cliente quiser comprar viagens. Com relação a abertura de capital, Falco afirma que a proposta é dinamizar o mercado com o IPO da CVC. “Vamos aproximar o mercado de capitais da indústria de Turismo”, comentou. “O mercado de Telecon tem 6% do PIB e todas as empresas são abertas. O mercado de Ensino tem 1% do PIB e também tem 100% de suas empresas com capital aberto. Já o Turismo tem 4% e nenhuma empresa aberta. É natural a busca pela abertura de capital e isso vai ser muito bom para o setor”, emendou. 

RELAÇÃO DAS TRANSAÇÕES 

 01 - Linx compra Opus Software, de varejo de serviços, por R$ 9 milhões A desenvolvedora de softwares para gestão empresarial Linx anunciou que celebrou um contrato para compra da Opus Software, que atua no segmento de varejo de serviços. O valor total da aquisição é de R$ 9 milhões, dos quais R$ 5,55 milhões serão pagos à vista. O pagamento dos R$ 3,45 milhões restantes está sujeito ao alcance de metas financeiras e operacionais até 2015. A operação viabiliza a entrada da companhia em um novo nicho, o de franquias de varejo de serviços, como educação, salões de beleza, lavanderias, entre outros. 29/07/2013 
 02 - Banco espanhol cria joint-venture para entrar em pagamentos eletrônicos no Brasil A CaixaBank, banco espanhol, e a Global Payments, empresa de serviços de processamento de pagamentos, anunciaram nesta segunda-feira (29) um acordo para criação de uma joint-venture, a Comercia Global Payments Brazil, voltada para o mercado de pagamentos eletrônicos brasileiro. O acordo acelera a primeira incursão da Global Payments no mercado latino-americano. A joint-venture combinará o conhecimento tecnológico e comercial das duas companhias, que trabalham com transações sem contato, pagamentos digitais e soluções móveis. O mercado de pagamentos eletrônicos no Brasil totalizou 240 bilhões de euros com 487 cartões em circulação. Até o final de 2012, haviam 3,7 milhões de POS no país. 30/07/2013
03 e 04 - GGP vende fatias na Aliansce para Canada Pension Plan e Renato Rique Segunda maior empresa de shopping centers dos Estados Unidos, a General Growth Properties (GGP) acertou a venda de participação de 27,58% no capital da empresa de shoppings brasileira Aliansce para a Canada Pension Plan Investment Board (CPPIB). Outra fatia de 12,41% foi comprada pela Rique Empreendimentos e Participações, do empresário Renato Rique, um dos fundadores da Aliansce. A CPPIB já é sócia da Aliansce no Shopping Iguatemi Salvador, e vai pagar US$ 480,9 milhões pela participação pertencente à GGP. Rique, por sua vez, acertou a aquisição dos 12,41% por R$ 453,7 milhões. Com a negociação, o empresário passa a deter 23,59% do capital da Aliansce. 29/07/2013 
05 - Lactalis do Brasil adquire Balkis por cerca de R$ 70 milhões. A Lactalis do Brasil, subsidiária da Parmalat S.p.A., adquiriu o laticínio brasileiro Balkis, fabricante de queijos gourmet. Com a transação, o grupo Parmalat adquire duas unidades de produção de queijos, nas cidades de Santo Antônio do Aracanguá (SP) e Juruaia (MG). No ano passado, a Balkis registrou receita líquida de cerca de R$ 45 milhões. 31/07/2013 
06 - HIG Capital compra empresa de software LG Sistemas para RH A H.I.G. Capital, uma das principais empresas de private equity do mundo com mais de US$ 13 bilhões de capital sob gestão, fez a sua terceira aquisição no Brasil, a segunda em 15 dias. Desta vez, a H.I.G. comprou a goiana LG Sistemas, fornecedora de software para recursos humanos. O valor e o percentual de ações comprado não foram revelados. O apetite do fundo, que comprou a rede de idiomas Cel-Lep e a fabricante de sorvetes Creme Mel não deve parar por aí.  
07 - Telmart reestrutura operação e mira receitas de R$ 70 mi A integradora de soluções convergentes Telmart lança mão de uma série de mudanças estratégicas e estruturais em busca de um modelo de negócios mais dinâmico e pautado por governança corporativa. O momento é de transformação geral. Na frente administrativa, Adriana Lima, diretora-executiva, assume o controle acionário da companhia, que passa a ser de capital fechado e ter um Conselho de Administração. A expectativa é que isso dê mais velocidade e transparência aos processos. 01/08/2013 
08 - Com investimento, Grupo Alatur vai às compras. Com o investimento do JTB Group, que adquiriu 47% do Grupo Alatur, a Alatur vai às compras. “Vamos manter nosso crescimento orgânico, mas estamos atentos às oportunidades de aquisição, que é a outra via para crescer”, afirma o vice-presidente do grupo, Marcos Balsamão. E já há negócios em vista, segundo Ricardo Ferreira, também vice-presidente. “Vamos fazer cinco aquisições nos próximos 30 meses”.01/08/2013 
09 - A partir de 1º. de agosto, as empresas Wind Express e TA Express, ambas do segmento de transporte aéreo de carga ligadas à Holding TA, passam a ser uma única empresa. A união integrará sistemas, equipes e carteira, de forma a otimizar os recursos dos dois lados. A integração das bandeiras tem início agora, em agosto, quando a nova empresa passa a adotar oficialmente a nova assinatura: TA Wind Transporte Aéreo Ltda. Os clientes das duas empresas seguem sendo atendidos normalmente e todos os compromissos assumidos pelas duas empresas serão mantidos. 02/08/2013 
10 - WILD adquire Amazon Flavors. Em 29 de julho, WILD Flavors GmbH tornou-se acionista da Amazon Flavors, fabricante de aromas naturais, extratos, emulsões, e compostos para mercado de bebidas do Brasil. Com este posicionamento, WILD estabeleceu produção e expandiu sua base de desenvolvimento neste importante mercado em crescimento. O portfólio de produtos Amazon Flavors apresenta extratos naturais e sabores provenientes da planta de guaraná, açaí, laranjas e uvas, bem como cola sabores para o mercado brasileiro de bebidas. 30/07/2013 

RELATÓRIOS - DESTAQUES 

DA SEMANA SEGUINTE >>>05 a 11/ago/13 >>>; 
DA SEMANA ANTERIOR >>>22 a 28/jul/13 >>>; 
FUSÕES E AQUISIÇÕES: 66 TRANSAÇÕES REALIZADAS EM JULHO/13 
TI - RADAR de Fusões e Aquisições, em julho/2013 

 M&A - QUEM, O QUÊ, QUANDO, QUANTO, COMO e POR QUÊ 
 A pesquisa FUSÕES E AQUISIÇÕES - DESTAQUES DA SEMANA tem o propósito de captar o “clima” do mercado das operações de Fusões e Aquisições bem como sinalizar suas principais tendências. Trata-se da compilacão semanal das notícias visando tornar mais acessíveis e conhecidos os negócios de fusão, aquisição e venda realizados entre empresas com atuação no Brasil. Todas as informações sobre os negócios citados no presente relatório são obtidos a partir de notícias publicadas pela imprensa e coletadas pelo blog FUSOESAQUISICOES.BLOGSPOT http://fusoesaquisicoes.blogspot.com.br não sendo feita qualquer verificação quanto à sua exatidão. Sempre que possível, serão mencionados os nomes dos compradores – investidor estratégico ou fundos de private equity, dos vendedores, a tese de investimento e principais “value drivers”, o valor da transação, forma de pagamento, múltiplos praticados (Valor da Empresa/EBITDA, Valor da Empresa/Receita) etc. Muitas vezes a notícia não é clara a respeito dos valores/forma de pagamentos e respectivos múltiplos. É bem-vinda toda e qualquer contribuição para tornar as informações mais precisas e transparentes.

05 agosto 2013



Espanhol Liberbank vende 5% da empresa de tecnologia Indra

O espanhol Liberbank vendeu uma fatia de 5 por cento na companhia de tecnologia Indra nesta segunda-feira, rendendo ao banco mais de 8,5 milhões de euros líquidos em ganhos estimados de capital.

 O Liberbank contratou o Societé Générale para se desfazer de sua fatia na Indra, colocando ações a investidores institucionais por meio de um processo acelerado. O banco vendeu 8,2 milhões de ações da Indra por 10,90 euros por ação, frente ao preço de 11,45 euros no fechamento de segunda-feira.

 O banco nacionalizado espanhol Bankia vendeu 20 por cento da Indra à holding estatal SEPI por 337 milhões de euros, ou 10,20 euros por ação, na sexta-feira.

 O Liberbank, que recebeu 124 milhões de euros em auxílio europeu na forma de títulos conversíveis em ações, tem que reduzir o balanço patrimonial em cerca de 25 por cento até 2017.

 O Liberbank levantou 89,5 milhões de euros por meio da venda da fatia, de acordo com um aviso ao mercado financeiro. O banco disse que ainda tem uma participação de 0,01 por cento na Indra por meio de sua subsidiária Administradora Valtenas.

 O Liberbank, formado pela fusão de diversos bancos de poupança espanhóis em 2011, listou ações na bolsa de valores de Madri mais cedo neste ano para captar recursos. Reportagem de Clare Kane e Sarah White (Reuters)
Fonte: uol 05/08/2013

COMENTÁRIOS:

A Indra divulga em seu site apresentação a investidores A Leading Tech Company - August 2013. Abaixo alguns slides extraídos do mencionado documento.


















Raízen adquire 10% da empresa do Sem Parar e Via Fácil

A Raízen, joint venture entre a Cosan e a Shell, adquiriu 10% de participação acionária na STP - Serviços e Tecnologia de Pagamentos, responsável pelos sistemas de cobrança eletrônica Sem Parar e Via Fácil. O negócio deve alcançar a cifra de R$ 250 milhões, recursos que virão do caixa da empresa. A operação está sujeita à avaliação e aprovação do Conselho de Administração de Defesa Econômica (Cade).

 A entrada do novo grupo será pela venda de fatias de participação de quatro dos cinco atuais sócios: CCR (que passará a ter 34,24% da empresa, ante os 38,25% mantidos até agora), EcoRodovias (que reduz participação de 12,75% para 11,41%), Ivan Toledo de Corrêa Filho (de 35% para 31,33%) e GSMP (de 9,32% para 8,34%). A Arteris não participou da transação e, com isso, mantém os 4,68% que possui na companhia.

 Em entrevista ao Broadcast, serviço de notícias em tempo real da Agência Estado, o vice-presidente de Marketing da Raízen destacou as sinergias entre a empresa de distribuição e a de pagamentos, já que, uma vez aprovado pelo Cade, o negócio propiciará que as transações de cobrança nos postos de combustíveis da rede Shell passem a usar os tags do Sem Parar. "O que motiva a operação é que acreditamos em uma relação mais forte com o consumidor, e vemos na STP uma empresa bem estabelecida, com 4 milhões de usuários, com uma proposta de valor que possui sinergia de negócios com a rede Shell", disse.

 O presidente da STP, Pedro Donda, acrescentou que a Raízen deverá contribuir em futuros desenvolvimentos da plataforma tecnológica da STP, além da ampliação da gama de produtos e serviços que podem ser transacionados por meio dos tags do Sem Parar. "Avaliamos quais demandas o consumidor possui quando está no veículo e, certamente, o combustível é uma delas", comentou.

 O negócio foi fechado aproximadamente oito meses após o anúncio da união da Ipiranga com a OdebrechtTransport para a criação da ConectCar, concorrente da STP. Mas Linden garantiu que a entrada da Raízen na STP é "namoro antigo", já que conversas iniciais ocorrem há dois anos. Ainda assim, as negociações firmes foram efetivamente estabelecidas há cerca de sete meses, disse. A Conectcar foi anunciada em novembro de 2012 e iniciou as operações em abril passado.

 O diretor de relações com investidores da CCR, Arthur Piotto Filho, lembrou que há dois anos os acionistas conversavam sobre a entrada de novos sócios, visando a inclusão de outros produtos e serviços para a transação automática. Questionado se a empresa poderia receber novos sócios no futuro próximo, o executivo afirmou que, no momento, o foco é a efetiva entrada da Raízen, "mais para frente, pode ser avaliado", acrescentou.

 A STP registrou no ano passado receita de R$ 460 milhões e movimentou R$ 7,5 bilhões. Possui cerca de 4 milhões de usuários e nos últimos cinco anos registrou crescimento de, em média, 20% na sua base de usuários e na base de cobertura. Segundo Donda, esse nível de expansão "vem se mantendo neste ano". A empresa também investe entre R$ 60 milhões e R$ 70 milhões por ano e aguarda a aprovação da entrada da Raízen para montar seu novo plano de negócios. LUCIANA COLLET - Agencia Estado
Fonte: estadao 05/08/2013



Camil faz sua primeira aquisição na Argentina

A gaúcha Camil Alimentos, maior beneficiadora de arroz e feijão da América do Sul, com faturamento anual de R$ 2,7 bilhões, deu prosseguimento a um agressivo plano de expansão iniciado no fim da década passada e anunciou ontem a compra de 100% da argentina La Loma Alimentos, uma exportadora de arroz de pequeno porte localizada na cidade de Los Charrúas, na Província de Entre Ríos. Foi a segunda aquisição deste ano. Em abril, a companhia assumiu a fluminense Carreteiro Alimentos.

 O negócio na Argentina, cujo valor não foi divulgado, marca a efetiva entrada do grupo brasileiro no país vizinho, o único do Mercosul onde a Camil ainda não tinha operações diretas, apenas uma subsidiária que controla as empresas adquiridas no Uruguai, no Chile e no Peru. A La Loma, de administração familiar, exportou em 2012 US$ 6,4 milhões, ou 2% das exportações argentinas do cereal.

 Trata-se de uma aquisição modesta perto de outras que a empresa definiu nos últimos anos. Com um forte plano de expansão no Brasil e em outros países da América Latina iniciado em 2007 e intensificado em 2011, o faturamento da Camil já subiu de R$ 1 bilhão para os atuais R$ 2,7 bilhões.

 A partir de 2010, a Camil passou a financiar seu crescimento com a emissão de debêntures. Naquele ano, a empresa informava em seu balanço cerca de R$ 250 milhões em dívidas de longo prazo referentes à emissão desse tipo de título. No dia 28 de fevereiro deste ano, esse montante já estava em R$ 618 milhões.

 A capitalização também foi reforçada com a entrada da Gávea Investimentos em seu capital, em outubro de 2011. Um fundo gerido pela Gávea aportou R$ 371 milhões e ficou com fatia de 31,75%. 

Além de arroz e feijão, a Camil tem posições relevantes nos mercados de pescados e açúcar. Somente em arroz, a empresa tem capacidade para beneficiar 1,3 milhão de toneladas por ano, alcançada após a compra, em 2007, da concorrente uruguaia Saman, por US$ 160 milhões.

 Em 2009, a Camil adquiriu a Tucapel, líder em beneficiamento de arroz no Chile. Em 2010, abocanhou a peruana Cada, líder em vendas de arroz e leguminosas em seu país. Em 2011, entrou no segmento de pescados em conserva com a aquisição da catarinense Femepe, dona das marcas Alcyon e Pescador, e no mesmo ano comprou a marca de pescados Coqueiro da americana PepsiCo. Em 2012, adquiriu a Docelar Alimentos, que pertencia à Cosan e é dona das marcas de açúcar União, Barra, Dolce, Neve e Duçula.

A primeira aquisição feita neste ano ocorreu em 26 de abril, quando a Camil comprou, por R$ 45 milhões, 100% do capital da fluminense Carreteiro Alimentos, em recuperação judicial. O processo de compra começou no segundo semestre do ano passado, mas o controle foi assumido no primeiro semestre deste ano.

 Já a La Loma tem foco na exportação. O principal produto é um arroz orgânico, exportado para América do Sul, Estados Unidos, Canadá, além de alguns na Europa, como Bélgica, Dinamarca e Itália. A Argentina é um dos principais fornecedores de arroz para o Brasil, depois de Uruguai e Paraguai. No ano passado, exportou 118 mil toneladas ao mercado brasileiro. Veículo: Valor Econômico
Fonte: abrasnet 06/08/2013




Fundador da Amazon compra jornal The Washington Post por U$250 milhões

O conglomerado The Washington Post anunciou nesta segunda-feira que vendeu suas atividades de edição, incluindo o jornal de mesmo nome, ao fundador e presidente da Amazon, Jeff Bezos, por 250 milhões de dólares.

 Bezos comprou a título pessoal, sem envolver a Amazon, apenas a divisão de imprensa do grupo The Washington Post, que também administra serviços de televisão, rádio e cabo, entre outros. AFP
Fonte: Uol 05/08/2013



Banco Mizuho conclui aquisição do WestLB no Brasil

O conglomerado financeiro japonês Mizuho anunciou nesta segunda-feira a conclusão da compra do Banco WestLB do Brasil, realizada no ano passado e agora aprovada pelas autoridades regulatórias do país.

 "Todas as atividades, serviços e produtos oferecidos pelo antigo Banco WestLB do Brasil serão mantidos, assim como sua carteira de clientes", afirmou o banco japonês, que passa a se chamar Banco Mizuho do Brasil S.A.  Por Aluísio Alves (Reuters)
Fonte: Uol 05/08/2013



Newsweek é comprada pela IBT Media

Desde janeiro, a revista passou a estar unicamente disponível na internet, após quase 80 anos de história impressa desde seu lançamento em fevereiro de 1933

 A revista semanal de informação Newsweek, uma das mais importantes dos EUA e que neste ano deixou de ser publicada em papel, foi comprada pela companhia digital de notícias International Business Times (IBT) Media, segundo publicam neste domingo vários meios de comunicação americanos.

 'Acreditamos na marca Newsweek e esperamos fortalecê-la, totalmente transformada na era digital', explicou Etienne Uzac, co-fundador e diretor-executivo da IBT Media, em comunicado divulgado no sábado ao anunciar a compra.

 O preço da aquisição não foi revelado.

 A Newsweek, propriedade desde 1961 da empresa editora do jornal 'The Washington Post', tinha sido vendida em novembro de 2010 pelo número simbólico de US$1 e se fundiu então com a empresa de informação online 'The Daily Beast'.

 Em janeiro, a revista passou a estar unicamente disponível na internet, após quase 80 anos de história impressa desde seu lançamento em fevereiro de 1933.

 O abandono do papel aconteceu pela queda das vendas durante os últimos anos.

 Em 2003, a revista distribuía 4 milhões de exemplares semanais, mas na primeira metade de 2012 não chegava a 1,5 milhão.
Fonte: exame 04/08/2013



Revlon faz acordo para comprar a Colomer Group

O negócio de US$ 660 milhões permitirá que a companhia entre no mercado de salões profissionais

 A Revlon fechou um acordo para comprar a empresa de produtos de beleza com foco em salões Colomer Group de fundos aconselhados pela CVC Capital Partners por US$ 660 milhões em dinheiro, em um negócio que permitirá que a companhia entre no mercado de salões profissionais.

 A compra deverá ser concluída no quarto trimestre e ocorre 13 anos depois de a Revlon ter vendido o Colomer Group. Às 10h30 (de Brasília) desta segunda-feira, 5, as ações da empresa subiam 1,69% em Nova York.

 O Colomer comercializa e vende produtos para salões e outros canais profissionais com marcas, como o produto de cabelo Revlon Professional, que licencia da Revlon como parte de um acordo de longo prazo.

 A empresa também vende algumas marcas diretamente para canais de varejo, como a loção Honey body e o produto de cabelo Llongueras.

 Cerca de 50% das vendas da Colomer ocorrem na Europa, Oriente Médio e África, enquanto 40% são realizadas nos EUA e os 10% restantes, no resto do mundo.  Dow Jones Newswires.
Fonte: exame 05/08/2013