04 agosto 2013

WILD adquire Amazon Flavors

Em 29 de julho, WILD Flavors GmbH tornou-se acionista da Amazon Flavors, fabricante de aromas naturais, extratos, emulsões, e compostos para mercado de bebidas do Brasil. Com este posicionamento, WILD estabeleceu produção e expandiu sua base de desenvolvimento neste importante mercado em crescimento.

 O portfólio de produtos Amazon Flavors apresenta extratos naturais e sabores provenientes da planta de guaraná, açaí, laranjas e uvas, bem como cola sabores para o mercado brasileiro de bebidas. Estes produtos irão expandir e apoiar a posição da WILD liderança global em sabores naturais, os sistemas de sabores, cores e ingredientes no mercado de alimentos e bebidas. Amazon Flavors está sediada em São Paulo, Brasil, e opera instalações de produção em Manaus no estado do Amazonas.

 WILD tem operado uma subsidiária brasileira com um escritório de vendas e laboratório de desenvolvimento em São Paulo, desde 2000. Esta operação será fundida com Sabores da Amazônia. Fundador e sócio majoritário da Amazon Flavors Claudio Bruehmueller permanecerá como diretor-geral da empresa, à frente de 40 empregados.

 "O mercado de alimentos e bebidas no Brasil tem um enorme potencial. Mais de 190 milhões de pessoas vivem aqui. A classe média está em constante crescimento e os consumidores estão à procura de novos sabores e produtos. Nós podemos ajudar nossos clientes a atender a essa crescente demanda do consumidor ", disse Cosimo Trimigliozzi, COO da WILD Flavors International GmbH.

WILD Flavors GmbH tem sede em Zug, na Suíça, e é um dos principais fornecedores mundiais de ingredientes naturais para a indústria de alimentos e bebidas.
Fonte: wildflavors 30/07/2013


04 agosto 2013



TI - RADAR de Fusões e Aquisições, em julho/2013

Foram anunciadas em julho deste ano 22 operações de Fusões e Aquisições na área de TI, representando um crescimento de 47%, em relação ao mês anterior. O montante das transações chega a quatro bilhões e quatrocentos milhões de reais. Os segmentos de Software, Hardware de TI & Telecom e Serviços de TI, foram os mais ativos. A operação de maior expressão foi a a venda da GlobeNet pelo preço de 1,745 bilhão de reais ao BTG Pactual. O Indicador de Volume de Transações de M&A do mês sinaliza a retomada do volume de negócios. 

Operações de Fusões e Aquisições de Tecnologia da Informação – TI e Telecom, noticiadas com destaque na imprensa brasileira no decorrer do mês de julho de 2013. As informações estão apresentadas em blocos, detalhando as transações por Volumes e Valores, Segmentos, Racional do Investimento, Porte das empresas, Perfil do Investidor, Cloud Computing & Mobile, Destaques do mês e Relação das Transações. 

 SUMÁRIO 
  •  A pesquisa do mês de julho constata 22 operações, sendo os segmentos de Software, Hardware de TI & Telecom e Serviços de TI, os mais ativos. 
  •  No mês de julho os valores das transações totalizaram R$ 4,4 bilhões e o acumulado no ano de 2013, alcançou R$ 6,8 bilhões. 
  • Na segregação dos valores por segmento de TI, Software, Hardware de TI & Telecom e Serviços de Telecom responderam por 98,5% em valor e 73% do nº das transações. 
  • A operação de maior expressão foi a a venda da GlobeNet pelo preço de 1,745 bilhão de reais ao BTG Pactual. O sistema de cabos submarinos de fibra ótica conta com 22.500 quilômetros e é composto por dois anéis de cabos submarinos protegidos, interligando pontos de conexão entre Estados Unidos, Ilhas Bermudas, Colômbia, Venezuela e Brasil 
  • Em relação ao racional do investimento têm predominado as transações direcionadas à Escala - voltado para ampliar a participação de mercado em alguns segmentos ou geografias. 
  • O maior volume de operações foi verificado com empresas de pequeno e médio portes, com faturamento até R$ 90 milhões. 
  •  Em relação ao perfil do investidor, os estratégicos - empresa que adquire outra empresa (controladora ou não) a fim de ter acesso a tecnologia, produto ou serviço - foram muito mais ativos nos negócios do que os investidores financeiros (private equity). 
  • No que tange à participação de investidores de capital nacional versus de capital estrangeiro, o domínio foi do capital nacional. 
  • Os EUA continuam sendo o principal país de origem dos investidores estrangeiros de TI. 
ANÁLISE DO MÊS 

Principais constatações.
No mês de julho/13 foram realizadas 22 transações, representando um crescimento de 46,7% em relação a julho/12 (15 operações). Se comparar o período de jan a jul/13, com o mesmo período de 2012, constata-se um ligeiro crescimento de 2,5%.

O fluxo de transações realizadas nos últimos doze meses evidencia um mercado oscilante, com a retomada do crescimento em jul/13.

O objetivo do Indicador de Volume de Transações de M&A é sinalizar uma expectativa de tendência, com base na análise do verificado nos períodos semestrais móveis. No período móvel findo em jul/13, mantêm as oscilações do volume de fusões e aquisições, com viés de alta. 

Os segmentos de maior volume de operações em jul/13, foram os das empresas de SOFTWARE, HARDWARE DE TI & TELECOM e SERVIÇOS DE TI.

Na classificação entre os Segmentos de TI, os subsegmentos de SOFTWARE - distribuídos entre Horizontais e Verticais App, seguido o de HARDWARE DE TI & TELECOM, foram os mais ativos

No que tange aos montantes das transações, incluindo as operações que divulgaram os valores e as não divulgadas (estimadas), o mês de julho totalizou cerca de quatro bilhões e quatrocentos milhões de reais. Na segregação dos valores por segmento de TI, Software, Hardware de TI & Telecom e Serviços de Telecom responderam por 98,5% em valor e 73% do nº das transações. 

 TOP 5 - MAIORES TRANSAÇÕES EM VALOR - JULHO/13 
REPRESENTATIVIDADE POR SEGMENTO 
A representatividade dos valores das transações de M&A, por segmento e respectivos volumes evidencia significativa assimetria. O montante dos negócios em julho foi de R$ 4,4 bilhões. Nos primeiros sete meses de 2013, as 124 transações realizadas na área de TI alcançaram R$ 6,8 bilhões. O segmento de HARDWARE DE TI & TELECOM foi o que mais se destacou alcançando o valor de R$ 3,2 bilhões, representando 48% do total dos recursos envolvidos - divulgados e não divulgados, referente a 13 operações - 11% do total. 

Comparando-se o número de transações compiladas nos primeiros sete meses de 2013, por segmento, com o mesmo período de de 2012, verifica-se uma mudança do perfil, com o crescimento do nº de operações de Software e Hardware de TI & Telecom, e uma redução do nº de transações de Serviços de TI. 

REPRESENTATIVIDADE POR VERTICAL 
 Com o propósito de mapear os setores econômicos para os quais estão sendo direcionados os investimentos no mercado brasileiro de TI, o gráfico abaixo retrata o número de operações e montantes envolvidos, segmentado por verticais de negócios. Destaques para o total de negócios na Vertical "Consumer", com 32 transações - 26%, e para a Vertical “Telecomunicações” em função do investimento de R$ 4,9 bilhões - representando 73%. 

RACIONAL DO INVESTIMENTO
A intenção é distinguir as transações de M&A na área de TI, Telecom e Mídia, em função da Tese de Investimento, ou seja, os conceitos que prevaleceram para a aquisição da empresa-alvo. Na maior parte das vezes a notícia não é muito clara a respeito dos direcionadores de valor que levaram à aquisição. Mesmo assim, procurou-se identificar as premissas sobre o Racional da transação para segregar em 4 grandes grupos, de modo a permitir o entendimento das principais vetores que estão orientando os investidores estratégicos e financeiros. Em jul/13, as operações com o racional do investimento direcionado para Escala prevaleceram com 14 operações - voltadas para ampliar a participação de mercado em alguns segmentos ou geografias. Nos primeiros sete meses de 2013, Escala predominou com 63% das transações, sinalizando o contínuo processo de consolidação setorial. 
(1) Aumentar a atual capacidade ou faturamento; penetrar em novos mercados geográficos 
(2) Aumentar ofertas de novos produtos e serviços – expansão/ complemento do mix, ampliar competências 
(3)Aumentar market-share, aproveitar sinergias e economias de escala, geralmente entre duas companhias com negócios similares 
(4) Empresa brasileira adquire empresa de capital estrangeiro – acesso a mercados globais seja no âmbito do escopo, seja de escala; 

PORTE DAS EMPRESAS 
O objetivo é proporcionar uma visão das transações classificadas em função do porte das empresas. Utilizou-se o critério adotado pelo BNDES e aplicável a todos os setores para a classificação do porte em função da Receita Bruta anual (informada ou estimada). Em relação ao porte, os investidores no mês de jul/13 deram preferência para empresas de Pequeno ( 6 operações), Médio ( 8 operações ). Nos sete primeiros meses de 2013, predominou os negócios entre empresas de Pequeno e Médio portes. 

 • Microempresa <= R$ 2,4 milhões 
 • Pequena empresa > R$ 2,4 milhões e <= R$ 16 milhões 
 • Média empresa > R$ 16 milhões e <= R$ 90 milhões 
 • Média-grande empresa > R$ 90 milhões e <= R$ 300 milhões 
 • Grande empresa > R$ 300 milhões 

PERFIL DO INVESTIDOR 
Em relação ao perfil do investidor, os Investidores Estratégicos predominaram os negócios em julho, com 15 operações. Desse volume, 9 operações foram realizadas por empresas de capital nacional e 6 de capital estrangeiro. Os investidores financeiros, representados por Fundos de Investimentos realizaram 7 negócios, distribuídos entre capital nacional com 4 e estrangeiro com 3. No período de jan a jul/13, os investidores estratégicos foram os mais ativos com 79 operações. 
(1) Empresa adquire outra empresa (controladora ou não) relevante do ponto de vista estratégico, a fim de ter acesso a tecnologia, produto ou serviço. 
(2) Fundo de Investimento Private Equity; Venture Capital, Angel; 
(3) Empresa de capital nacional adquirindo participação em empresa brasileira (controladora ou não). 
(4) Fundo de Investimento de capital estrangeiro adquirindo participação em empresa brasileira (controlador ou não). 

Quanto ao Nº de Operações
Quanto aos Valores
NACIONALIDADE DOS INVESTIDORES 
Em relação à nacionalidade das empresas que estão investindo no Brasil no mês de jul/13, foram registrados dois países. No acumulado de jan a jul/13, foram realizadas 50 operações com investidores estrangeiros. Os EUA representaram 52% desse total, com 26 negócios, e o segmento de SOFTWARE foi o mais representativo, com 38%, desse total.
CLOUD COMPUTING & MOBILE 
Dada a importância que os serviços em “ cloud” e “ mobile” passaram a representar nas estratégias globais das empresas como principais alavancas de TI para os próximos anos, torna-se importante acompanhar, em termos de M&A, os movimentos e transformações relevantes nestes mercados. Nos sete primeiros meses de 2013 foram registrados 10 negócios com foco em Cloud. E os de Mobile representaram 14 transações no mesmo período. 

UTILIZAÇÃO DE EARNOUT 
Recentemente a CMS publicou estudo comparativo sobre as principais práticas nas operações de M&A realizadas na Europa e nos EUA. Entre as constatações, vale notar a utilização do Earnout - parcela do pagamento de parte do preço de aquisição da empresa, vinculada ao cumprimento de metas de desempenho, ao longo de determinado período. A pesquisa destaca que nos EUA, 38% dos negócios realizados em 2012 utilizaram a componente Earnout, enquanto na Europa, somente 16%. 
No Brasil ainda é pouco difundida essa ferramenta, que na prática, mitiga o otimismo do vendedor com o conservadorismo do comprador. Por conta disso, o entendimento da utilização de Earnout no processo de aquisição fica limitado. Mesmo com essas deficiências, mas com o propósito de acompanhar a utilização desta condição de pagamento nos negócios de M&A, criou-se o indicador com base na proporção de operações divulgadas com Earnout e o total das transações realizadas no segmento de TI. 
Das 124 transações divulgadas no período de jan a jul/13, somente 10 incorporaram o Earnout, representando 8% dos negócios realizados. 
Quanto às métricas mais utilizadas predominam: receita líquida, lucro líquido e Ebida. 
 No que tange aos períodos de apuração para aplicação das métricas de Earnout, 40% das operações utilizaram o prazo de 12 a 24 meses. 20% vincularam o prazo de 24 a 36 meses. 

NEGÓCIOS DO MÊS 
"Market Movers”  No Brasil 
"Market Movers” No Exterior 
 HUMORES & RUMORES 
  •  Itaú põe à venda iCarros, classificado online de veículos O Itaú Unibanco colocou à venda o iCarros, uma espécie de classificado eletrônico de veículos. O negócio, que tem sido apresentado a alguns fundos de private equity, está estimado em R$ 400 milhões, segundo duas fontes a par da transação. 
  •  Rocket Internet pretende triplicar carteira em 5 anos Companhia diz que o crescente interesse dos investidores em empresas de internet poderia ajudá-la a mais do que triplicar sua carteira. A Rocket Internet, empresa de venture capital por trás de marcas como as varejistas Zalando e Dafiti, diz que o crescente interesse dos investidores em empresas de internet poderia ajudá-la a mais do que triplicar sua carteira ao longo dos próximos cinco anos. A estratégia da Rocket é pegar modelos de sucesso do varejo virtual e reproduzi-los em todo o mundo. 
  • BM&FBOVESPA apresenta propostas para o financiamento de médias e pequenas empresas no mercado de ações O objetivo é promover o desenvolvimento das médias e pequenas empresas, a geração de empregos, renda e inovação, e a criação de cultura de poupança de longo prazo. As propostas buscam atrair o interesse dos investidores para estas companhias e ampliar o acesso delas aos recursos financeiros do mercado de ações, com a viabilização de ofertas públicas menores. Nos últimos três anos, o volume médio captado por operação no Brasil alcança R$ 892 milhões, valor muito elevado para as empresas de menor porte. 
  • A Consolidação da TI no Brasil Em 2012, o Brasil alcançou um marco histórico no mercado de Tecnologia da Informação, crescendo 10,8% em relação ao ano anterior, segundo dados da consultoria IDC, especializada no segmento, gabaritando o país à quarta colocação de tecnologia da informação e comunicação (TIC) do planeta e a sétima em TI. Com essa elevação, o mercado brasileiro chegou a movimentar US$ 123 bilhões de dólares, tendo um avanço menor apenas que a China, que acumulou 15%, e crescendo praticamente o dobro da média mundial, que foi de 5,9%. Para 2013, a previsão ainda é crescer 14,4%. 
RELAÇÃO DAS TRANSAÇÕES 
A relação das transações de Fusões e Aquisições na área de TI, segue a data em que foram divulgadas pela imprensa e compiladas pelo blog fusoesaquisicoes.blogspot.com.
Todas podem ser pesquisadas e localizadas no blog.
RELATÓRIO ANTERIOR TI - RADAR de Fusões e Aquisições, em junho/2013 

M&A - QUEM, O QUÊ, QUANDO, QUANTO, COMO e POR QUÊ 
 O RADAR de M&A em TI tem o propósito de captar o “clima” do mercado das operações de Fusões e Aquisições, no setor de serviços de tecnologia da informação e comunicação, bem como sinalizar suas principais tendências. Trata-se da compilacão mensal das notícias visando tornar mais acessíveis e conhecidos os negócios de fusão, aquisição e venda realizados entre empresas com atuação no Brasil. Todas as informações sobre os negócios citados no presente relatório são obtidas a partir de notícias consideradas confiáveis publicadas pela imprensa e coletadas pelo blog FUSOESAQUISICOES.BLOGSPOT http://fusoesaquisicoes.blogspot.com.br , não sendo feita qualquer verificação quanto à sua veracidade ou qualidade do conteúdo. Sempre que possível, serão mencionados os nomes dos compradores – investidor estratégico ou fundos de private equity, dos vendedores, a tese de investimento e principais “value drivers”, o valor da transação, forma de pagamento, múltiplos praticados (Valor da Empresa/EBITDA, Valor da Empresa/Receita) etc. Muitas vezes a notícia não é clara a respeito dos valores/forma de pagamentos e respectivos múltiplos. É bem-vinda toda e qualquer contribuição para tornar as informações mais precisas e transparentes.



03 agosto 2013

CVC terá IPO, mais vendas online e abertura de novas lojas, diz Falco

Com o foco no desenvolvimento das vendas online e na abertura de novas lojas – existe o plano de 80 novas lojas ainda este ano -, a CVC afirma que vai apostar “mais” onde o cliente quiser comprar viagens. “Nos últimos anos focamos mais na abertura de lojas, pouco no online e razoavelmente no canal multimarcas”, disse o presidente da CVC, Luiz Eduardo Falco, em entrevista ao MERCADO&EVENTOS, na tarde de hoje na sede da operadora, em Santo André (SP).

 “Neste segundo semestre vamos direcionar nossas ações para o online, que hoje representa um crescimento de 40% das vendas da operadora”, afirmou. “Nossa meta é ampliar os produtos na prateleira e oferecer além de viagens tradicionais, neste canal, viagens de finais de semana”, emendou. 

Outro ponto levantado pelo presidente da CVC, foi a aposta feita por Guilherme Paulus e pelo conselho, em especial a Carlyle, referente a conduta estratégica, financeira e que ditariam os novos passos da empresa. “Recebi o bastão e dei continuidade ao trabalho do Guilherme [Paulus]”, disse. 

Segundo Falco, a ideia com a vinda de Patriani [Valter] é trazer de volta a alegria e estimular as vendas de viagens de férias e de novos produtos. “O Valtinho [Patriani] é o melhor vendedor que eu conheço”, disse.

 Com relação a abertura de capital, Falco afirma que a proposta é dinamizar o mercado com o IPO da CVC. “Vamos aproximar o mercado de capitais da indústria de Turismo”, comentou. “O mercado de Telecon tem 6% do PIB e todas as empresas são abertas. O mercado de Ensino tem 1% do PIB e também tem 100% de suas empresas com capital aberto. Já o Turismo tem 4% e nenhuma empresa aberta. É natural a busca pela abertura de capital e isso vai ser muito bom para o setor”, emendou. 

Confira na íntegra a entrevista concedida ao M&E.   Por Luciano Palumbo
Fonte: mercadoeeventos 31/07/2013

03 agosto 2013



Telecom Italia nega venda da TIM, mas admite: "Há sempre um preço para tudo"

A Telecom Italia, maior grupo de telefonia da Itália e controlador da TIM Brasil, cortou suas estimativas de lucro para 2013, citando a difícil situação econômica, forte competição no mercado de telefonia móvel doméstico e regulação hostil.

 Em um comunicado nesta sexta-feira, 02/08, a empresa disse que, agora, espera que o lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) de 2013 caia em uma taxa de um dígito médio, ante a estimativa anterior de uma queda de um dígito baixo.

 Baixas contábeis de 2,2 bilhões de euros (2,9 bilhões de dólares) levaram a empresa a um prejuízo líquido no primeiro semestre de 1,41 bilhão de euros. A frágil economia italiana e a desaceleração no crescimento na América Latina levou a receita orgânica do grupo a uma queda de 2,7 por cento e a um recuo de 6,8 por cento no lucro orgânico.

 "Na Itália, em um mercado caracterizado por forte pressão sobre os preços, especialmente em telefonia móvel, nós respondemos com ofertas altamente competitivas no segundo trimestre, investindo uma parte da margem para manter e atrair novos clientes", frisou o presidente-executivo da empresa, Franco Bernabè, em comunicado .

 A Telecom Italia confirmou sua disposição de separar a rede de linha fixa em uma nova companhia, um plano que pode ajudá-la a reduzir a dívida e investir no crescente mercado de Internet de alta velocidade. A empresa manteve suas outras metas para o ano, com receita orgânica estável e recuo da dívida líquida ajustada para 27 bilhões de euros, ante os 28,8 bilhões no fim de junho.

 Com relação à TIM Brasil, o presidente do conselho da Telecom Italia, Franco Bernabè, afirmou que a tele continua um ativo importante para o grupo, mas uma venda da unidade não está excluída. "Sempre há um preço para tudo, depende do preço. Eu estou pronto para considerar qualquer opção pelo preço certo, mas eu creio que por agora reiteramos que o Brasil é um ativo importante para nós", disse o executivo, durante teleconferência com analistas.  Agência Reuters :
Fonte: Convergência Digital  02/08/2013



'New York Times' vende o jornal 'Boston Globe'

O "New York Times" anunciou neste sábado (3) que aceitou vender o jornal "The Boston Globe" por US$ 70 milhões ao investidor americano John W. Henry, 63 anos. Ele é o principal acionista do Boston Red Socks e do Liverpool, clube de futebol da Premier League inglesa.

 O principal jornal americano obtém, com isso, menos de 10% do valor pelo qual havia adquirido o "Globe" em 1993: US$ 1,1 bilhão.

 "O 'Boston Globe', forte graças aos seus prêmios em jornalismo, sua rica história e sua tradição de excelência, é um dos meios mais respeitados do país", afirmou o empresário John W. Henry, em um comunicado divulgado pelo jornal.

 A venda inclui também o site Boston.com, a empresa Globe Direct e o jornal local de Massachusetts "The Worcester Telegram & Gazette".

 O Boston Globe sofre uma forte queda nas vendas.

 A The Times Company, proprietária do "New York Times" (e que também edita o "International Herald Tribune") , decidiu nos últimos anos vender seus periódicos locais para se concentrar em sua principal publicação.

 LUCRO
 A The Times Company teve lucro líquido de US$ 20 milhões no segundo trimestre de 2013, graças ao aumento no número de assinantes digitais dos jornais do grupo, que cresceu 35% no período.

 No total, a empresa tinha no segundo trimestre 699 mil assinantes das versões digitais. No primeiro trimestre, eram 676 mil. O número se aproxima da circulação da versão impressa do "Times", que é de 730 mil exemplares na semana.

 O "New York Times" adotou em 2011 o sistema de "paywall poroso" (que passa a cobrar depois de um número máximo de cliques). No Brasil, a Folha foi o primeiro jornal a adotar o "paywall" poroso, em 2012.

 Segundo Mark Thompson, presidente da empresa, a estratégia de não oferecer conteúdo gratuitamente está tendo sucesso e deve ser reforçada. Em junho, o jornal passou a cobrar dos leitores que acessam mais de três artigos por dia por meio de smartphones.
Fonte: folha.uol 03/08/2013



Bessemer quer investir no Brasil

O fundo americano Bessemer Venture Partners abriu uma operação em São Paulo no começo do ano, com a meta de investir até US$ 50 milhões em empresas de tecnologia brasileiras.

Até agora, o fundo tinha feito apenas dois investimentos por aqui: um aporte não revelado no site de classificados OLX, comprado pelo grupo de mídia sul africano Naspers em 2010 e uma aporte de US$ 10 milhões em uma empresa de internet não revelada em 2010.

“Vínhamos tendo uma atuação low profile, mas isso vai mudar em 2013”, afirma Gustavo Pinheiro, um dos investidores do Bessemer que está focado em alavancar negócios no mercado brasileiro.

De acordo com Pinheiro, dois tipos de empresas estão no foco do fundo. Um é formado por empresas de software mais maduras, com faturamentos entre R$ 10 milhões e R$ 80 milhões, que podem receber aportes de US$ 5 milhões até US$ 50 milhões.

Outro é formado por startups de Internet que já receberam uma rodada de capital de algum fundo e estão em busca de uma segunda, entre US$ 3 milhões e US$ 5 milhões. Dinheiro não falta: os ativos totais do BVP, um fundo com mais de 100 anos de atuação, chegam a US$ 1,6 bilhão.

Com escritórios em Nova Iorque, Boston, Menlo Park, Índia, Israel e Brasil, o Bessemer já investiu em empresas como Skype, Yelp, Staples, Pinterest, LinkedIn, Verisign, Gartner, entre outros.

O time atuante no Brasil é uma equipe de peso. Pinheiro, um engenheiro da Computação formado pelo ITA, vem do fundo GP Investimentos, onde atuou nos setores de tecnologia e varejo.

Os outros sócios do fundo trabalhando no mercado brasileiro são Brian Feinstein, profissional vindo do fundo Blackstone e Jeremy Levine, executivo que está no Bessemer desde 2011 e está no board de empresas como Pinterest e Yelp.

O interesse da Bessemer não é um fato isolado. Fundos de private equity e venture capital investiram US$ 7,9 bilhões na América Latina em 2012, uma alta de 21% frente aos valores do ano anterior.

Foram realizados no período 237 investimentos, um aumento de 37% no número de negócios. O Brasil é o grande destino do dinheiro: 72% do capital acabou no mercado brasileiro.

Os dados são do 2013 LAVCA Industry Data & Analysis promovido pelo Latin American Private Equity & Venture Capital Association. Por Maurício Renner
Fonte: baguete  02/08/2013



Sob nova direção, Softtek avalia aquisições no país

Miguel Saldivar completa neste mês 22 anos na Softtek, companhia mexicana de serviços de tecnologia da informação (TI). A empolgação, porém, é a de um profissional recém-chegado. Depois de uma longa carreira na companhia e de ocupar cargos de direção no México, nos Estados Unidos e no Brasil, o executivo assumiu, há pouco mais de um mês, o comando da operação brasileira.

 A tarefa de Saldivar será aumentar a receita de 20% a 25% ao ano entre 2013 e 2017, uma meta ambiciosa. A expectativa é sair dos US$ 140 milhões registrados no ano passado para até US$ 430 milhões ao fim do período. Se alcançar esses resultados, a Softtek triplicará de tamanho no país e terá mais musculatura para competir no país com companhias de maior porte, como IBM, Accenture, Stefanini, Indra, Capgemini e Tivit.

 “O Brasil é o segundo mercado mais importante para a Softtek, depois dos Estados Unidos, e pode tornar-se o maior mercado no futuro”, disse Saldivar. A operação brasileira responde por 28% da receita da companhia no mundo. A empresa tem capital fechado e não divulga seus resultados financeiros.

 A Softtek começou a atuar no país em 1994, com serviços que incluem desenvolvimento de software sob medida para o mercado empresarial, adaptações de software e redes de equipamentos para companhias e terceirização de processos de negócios (BPO, na sigla em inglês). Com mil funcionários no país, a Softtek atende 225 clientes empresariais, incluindo grupos como Ambev e Votorantim.

 Em anos recentes, a Softtek cresceu de forma acelerada no país, com taxas anuais de 25% a 30%, acompanhando a expansão do mercado de software e serviços. A partir deste ano, a perspectiva é avanços mais modestos. A Associação Brasileira das Empresas de Software (Abes) estima para este ano um crescimento de 20% no mercado de software, para US$ 29,3 bilhões. Para o setor de serviços TI, a expectativa é de um crescimento de 10% a 11%, sobre as vendas totais do mercado brasileiro, de R$ 27 bilhões no ano passado, segundo a consultoria IDC.

 Para manter um ritmo de expansão mais forte que a média do mercado, a Softtek investiu em softwares e serviços e começa a avaliar aquisições no país. “Avaliamos companhias que possuem uma oferta de produtos complementar ao nosso portfólio”, disse Saldivar. A área de maior interesse é a de aplicações que permitem o acesso a serviços de TI de dispositivos móveis. O valor a ser investido em aquisições é mantido em sigilo. O executivo estima fechar pelo menos uma compra nos próximos 12 meses.

 Saldivar disse que, sem aquisições, a Softtek tem condições de crescer entre 13% e 17% ao ano no Brasil. “É um grande desafio manter esse ritmo, se levar em consideração que a economia brasileira está crescendo pouco”, disse o executivo. No ano passado, a Softtek investiu R$ 3 milhões na expansão da sua unidade de serviços, localizada em Barueri (SP).

 A companhia também desenvolveu softwares para o mercado empresarial que podem ser acessados remotamente pela internet (no modelo de computação em nuvem). O portfólio da Softtek também foi reforçado com a aquisição, em 2012, da mexicana SCAi, fornecedora de software e serviços da alemã SAP, e da VTEC Group, subsidiária da SCAi nos Estados Unidos. No primeiro trimestre deste ano, a companhia adquiriu a Systech Integrators, companhia americana de software e serviços de TI e dona de centros de distribuição nos Estados Unidos e na Índia.

 Como parte do plano de ampliação da carteira de produtos, a Softtek reforçou a área de software e serviços para análise de grandes volumes de dados. Em janeiro, a companhia fechou uma parceria com a Amazon Web Services (AWS), braço de infraestrutura da Amazon, para oferecer serviços de arquitetura de software, desenvolvimento e suporte de aplicações e consultoria. A companhia mantém parceria com a SAP para oferecer software e serviços de TI. Valor Econômico
Fonte: medialinkblog 01/08/2013



Yahoo adquire RockMelt para impulsionar produtos móveis

Fonte próxima afirmou que o preço da aquisição do navegador pela companhia ficou entre 50 milhões e 80 milhões de dólares

O Yahoo adquiriu o navegador de web RockMelt, em mais um movimento do portal de Internet de garimpar tecnologia e talentos de engenharia para reforçar seus produtos de redes sociais em aparelhos móveis.

 O Yahoo não informou os termos financeiros da transação, mas uma fonte próxima ao tema afirmou que o preço ficou entre 50 milhões e 80 milhões de dólares.

 A companhia irá desativar o produto da RockMelt em 30 dias e integrar a tecnologia com a plataforma de mídia do Yahoo para "entregar conteúdo de novas maneiras", afirmou uma porta-voz do Yahoo.

 A empresa absorverá 32 funcionários da RockMelt como parte do negócio, incluindo o seu presidente-executivo, Eric Vishria, que se tornará vice-presidente de produtos da área de propriedade de mídia do Yahoo, e o diretor de tecnologia da , Tim Howes, que se tornará vice-presidente de engenharia para os produtos móveis do Yahoo, de acordo com a fonte.

 O browser da RockMelt, lançado em 2010, integra ferramentas das redes sociais diretamente com o navegador, permitindo aos usuários enviar mensagens do Facebook e navegar no Twitter. O browser nunca cresceu suficientemente para ameaçar navegadores gigantes como o Chrome do Google e o Internet Explorer da Microsoft.

 No último ano, a empresa passou a focar estritamente na versão móvel de seus produtos.

 Trata-se da 21a aquisição promovida pela presidente do Yahoo, Marissa Mayer. A maior parte dos negócios envolveu transações menores para adquirir talentos de engenharia. O maior negócio envolvendo o Yahoo foi a aquisição por 1,1 bilhão de dólares do serviço de blogging Tumblr em maio.

 O Yahoo está entre as empresas online mais populares do mundo, com centenas de milhões de usuários mensais, mas suas receitas desaceleraram enquanto consumidores e anunciantes migram para Facebook, Google e outros destinos na web.

 A RockMelt arrecadou aproximadamente 40 milhões de dólares de empresas de capital de risco, como a Andreessen Horowitz, Accel Partners e Khosla Partners. Reuters
Fonte: exame 02/08/2013




02 agosto 2013

FUSÕES E AQUISIÇÕES: 66 TRANSAÇÕES REALIZADAS EM JULHO/13

Sinais de recuperação. No mês de julho/13, foram anunciadas com destaque pela imprensa 66 operações de Fusões e Aquisições, envolvendo direta ou indiretamente empresas brasileiras de 20 setores. Representa um crescimento de 6,5%, em relação a junho/13. Comparativamente ao mesmo mês do ano de 2012, o crescimento é de 8,2%
Os setores de TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO (TI); ALIMENTOS, BEBIDAS E FUMO e TELECOMUNICAÇÕES E MÍDA foram os mais ativos no mês de julho. 
A operação de maior expressão foi a a venda da GlobeNet pelo preço de 1,745 bilhão de reais ao BTG Pactual. 

Operações de Fusões e Aquisições divulgadas com destaque pela imprensa brasileira no decorrer do mês de JULHO de 2013. 

ANÁLISE DO MÊS 

Apuradas 66 transações no mês de JULHO/13, em 20 setores da economia brasileira, registrando um crescimento de 6,5% em relação ao mês anterior ( 62 operações).

Os 5 setores mais ativos responderam por 62% do total das operações divulgadas.


Constata-se um crescimento de 8,2% no comparativo do número de transações realizadas no mês de julho de 2013 em relação ao mesmo mês de 2012. No acumulado dos primeiros sete meses de 2013 foram apuradas 431 operações. Comparado com o mesmo período do ano anterior ( 492 ), verifica-se uma queda de 12,4%.
Em julho/13, o segmento TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO (TI) continua liderando com a realização de 15 transações representando 23% do total. 

No gráfico dos Top 10 setores mais ativos no acumulado dos primeiros sete meses de 2013, além de TI, destacam-se OUTROS e ALIMENTOS, BEBIDAS E FUMO.  
Os TOP 10 mais ativos do período dos sete meses de 2013, representaram 79% do total das operações. Em 2012, esses mesmo setores responderam por 71% do total das transações realizadas. 


Os setores que apresentaram maiores quedas no nº de transações nos primeiros sete meses de 2013 em relação ao mesmo período de 2012, foram: COMPANHIAS ENERGÉTICAS (17 operações contra 32 em 2012); TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO (104 operações contra 109 em 2012); IMOBILIÁRIO (13 operações contra 17 em 2012). 
Por sua vez, os setores que mais cresceram no nº de transações nos primeiros setes meses de 2013, em relação ao mesmo período de 2012, foram: OUTROS ( 34 operações contra 23 em 2012) INSTITUIÇÕES FINANCEIRAS (22 operações contra 20 em 2012); SERVIÇOS PARA EMPRESAS (27 operações contra 26 em 2012). 


O mês de julho/13 sinaliza que o mercado brasileiro estaria interrompendo o ciclo de queda contínua do número de transações de M&A verificadas desde o início deste ano, comparativamente com o mesmo mês do ano anterior. 
No acumulado do número de negócios realizados nos últimos doze meses - julho/13, com 752 operações, indica um modesto crescimento em relação ao mesmo período de mês anterior, rompendo, contudo, uma queda constante iniciada em novembro/12, quando foram registradas 834 operações. 

 TOP 5 - MAIORES TRANSAÇÕES EM VALOR em JULHO/2013 

MAIORES - As maiores operações cujos valores foram divulgados pela imprensa estão relacionadas no TOP 5. Destaque para a venda da GlobeNet pelo preço de 1,745 bilhão de reais e fechada pela BTG Pactual.

  1.  Oi vende GlobeNet para BTG. A venda da GlobeNet foi acordada pelo preço de 1,745 bilhão de reais e fechada pela BTG Pactual YS Empreendimentos e Participações, empresa controlada pelo BTG Pactual. O sistema de cabos submarinos de fibra ótica conta com 22.500 quilômetros e é composto por dois anéis de cabos submarinos protegidos, interligando pontos de conexão entre Estados Unidos, Ilhas Bermudas, Colômbia, Venezuela e Brasil. 
  2.  Coca-Cola Andina compra Bebidas Ipiranga por R$ 1,2 bi A Coca-Cola Andina Brasil, braço produtor de bebidas da chilena Embolletadora Andina, adquire a Companhia de Bebidas Ipiranga, uma da maiores e mais tradicionais fábricas da marca de refrigerantes no País, por US$ 539 milhões, ou R$ 1,22 bilhão. 
  3.  GGP vende fatias na Aliansce para Canada Pension Plan e Renato Rique Segunda maior empresa de shopping centers dos Estados Unidos, a General Growth Properties (GGP) acertou a venda de participação de 27,58% no capital da empresa de shoppings brasileira Aliansce para a Canada Pension Plan Investment Board (CPPIB). A CPPIB já é sócia da Aliansce no Shopping Iguatemi Salvador, e vai pagar US$ 480,9 milhões pela participação pertencente à GGP. 
  4.  OI cede direitos de exploração comercial e uso de 2.113 torres de telecomunicações para a SBA Torres Brasil, unidade da SBA Communications Corp, por 686,72 milhões de reais. Segundo a Oi, a transação otimizará recursos e transferirá custos de operação e manutenção dos ativos para a SBA.
  5.  Oi vendeu cerca de 1,2 mil torres de telefonia móvel no Norte e Nordeste à empresa TorreSur por cerca de R$ 516 milhões.

EMPRESA ESTRANGEIRA COMPRANDO EMPRESA BRASILEIRA As maiores transações realizadas envolvendo empresas estrangeiras adquirindo participações ou ativos de empresas brasileiras, foram:

  • BP compra participação em blocos da Petrobras na Bacia Potiguar. A petroleira britânica BP informou que realizará aquisição de direitos em cinco concessões em águas profundas operadas pela Petrobras na Bacia Potiguar, ampliando sua presença no litoral brasileiro. As áreas estão na costa do Rio Grande do Norte e do Ceará, em águas com profundidade entre 1.400 e 2.100 metros, segundo a BP. 
  • Coca-Cola Andina compra Bebidas Ipiranga por R$ 1,2 bi A Coca-Cola Andina Brasil, braço produtor de bebidas da chilena Embolletadora Andina, adquire a Companhia de Bebidas Ipiranga, uma da maiores e mais tradicionais fábricas da marca de refrigerantes no País, por US$ 539 milhões, ou R$ 1,22 bilhão. 

EMPRESA BRASILEIRA COMPRANDO EMPRESA ESTRANGEIRA As maiores transações realizadas por companhias brasileiras adquirindo participações em empresas estrangeiras:
  • Oi vende GlobeNet para BTG. A venda da GlobeNet foi acordada pelo preço de 1,745 bilhão de reais e fechada pela BTG Pactual YS Empreendimentos e Participações, empresa controlada pelo BTG Pactual.  
  • MWV Rigesa vende fábrica na Bahia e revê negócios no país A MWV Rigesa, segunda maior produtora brasileira de embalagens de papelão ondulado, reestruturou suas operações com vistas a permanecer em rota de crescimento. A MWV Rigesa anunciou a venda da unidade de conversão de papelão em Feira de Santana (BA) para o grupo brasileiro Penha. O valor do negócio, que será submetido ao Cade, não foi revelado.  

INVESTIDOR ESTRANGEIRO COMPRANDO DE ESTRANGEIRO PARTICIPAÇÃO EM EMPRESA NO BRASIL As maiores operações realizadas por investidores estrangeiros adquirindo de estrangeiros participações em empresas estabelecidas no Brasil

PRIVATE EQUITY & VENTURE CAPITAL Maiores transações realizadas por Fundos de Private Equity e Venture Capital adquirindo participações em companhias brasileiras:
  • Oi vende GlobeNet para BTG. A venda da GlobeNet foi acordada pelo preço de 1,745 bilhão de reais e fechada pela BTG Pactual YS Empreendimentos e Participações, empresa controlada pelo BTG Pactual. 
  • GGP vende fatias na Aliansce para Canada Pension Plan Empresa de shopping centers dos Estados Unidos, a General Growth Properties (GGP) acertou a venda de participação de 27,58% no capital da empresa de shoppings brasileira Aliansce para a Canada Pension Plan Investment Board (CPPIB).

NEGÓCIOS DO MÊS DE JULHO 

"MARKET MOVERS" - Brasil 


 "MARKET MOVERS" - Exterior 


SUMÁRIO DOS DESTAQUES DO MÊS - FUSÕES E AQUISIÇÕES 
A ordem da relação das transações de Fusões e Aquisições segue a data em que foram divulgadas pela imprensa e postadas no blog fusoesaquisicoes.blogspot.com. e podem ser localizadas nos endereços abaixo.
 DESTAQUES DA:
SEMANA DE 29/jul a 04/ago/13 
SEMANA DE 22 a 28/jul/13  
SEMANA DE 15 a 21/jul/13  
SEMANA DE 08 a 14/jul/13  
SEMANA DE 01 a 07/jul/13 

DESTAQUES DO MÊS ANTERIOR FUSÕES E AQUISIÇÕES: 72 TRANSAÇÕES REALIZADAS EM JUNHO/13  
TI - RADAR de Fusões e Aquisições, em junho/2013 

 M&A - QUEM, O QUÊ, QUANDO, QUANTO, COMO e POR QUÊ 
 A pesquisa FUSÕES E AQUISIÇÕES - DESTAQUES DO MÊS tem o propósito de captar o “clima” do mercado das operações de Fusões e Aquisições bem como sinalizar suas principais tendências. Trata-se da compilação de notícias visando tornar mais acessíveis e conhecidos os negócios de fusão, aquisição e venda realizados entre empresas com atuação no Brasil. Todas as informações sobre os negócios citados no presente relatório são obtidas a partir de notícias consideradas confiáveis publicadas pela imprensa e coletadas pelo blog FUSOESAQUISICOES.BLOGSPOT http://fusoesaquisicoes.blogspot.com.br , não sendo feita qualquer verificação quanto à sua veracidade ou qualidade do conteúdo. Sempre que possível, serão mencionados os nomes dos compradores – investidor estratégico ou fundos de private equity, dos vendedores, a tese de investimento e principais “value drivers”, o valor da transação, forma de pagamento, múltiplos praticados (Valor da Empresa/EBITDA, Valor da Empresa/Receita) etc. Muitas vezes a notícia não é clara a respeito dos valores/forma de pagamentos e respectivos múltiplos. É bem-vinda toda e qualquer contribuição para tornar as informações mais precisas e transparentes.

02 agosto 2013



Diageo continua com sede de aquisições

A Diageo PLC tem apostado nos últimos anos em mercados emergentes de rápido crescimento como a América Latina, a China e a Índia, para compensar vendas fracas em mercados maduros.

 Agora, o novo diretor-presidente da empresa, Ivan Menezes, acredita que o aquecido mercado de bebidas destiladas nos Estados Unidos vai impulsionar o crescimento futuro e não descartou a possibilidade de uma possível oferta pela Beam Inc., dona da marca de bourbon Jim Beam, uma das líderes do mercado americano, para reforçar seu domínio do mercado.

 Menezes, que assumiu a presidência executiva em 1o de julho, disse que a crescente confiança na economia americana e uma "cultura do coquetel" que vai se criando no país estão gerando demanda por bebidas alcoólicas de luxo. A fabricante britânica divulgou na quarta-feira um aumento nos lucros anuais, apesar dos sinais de desaceleração de alguns mercados.

 Analistas dizem que a onda de aquisições e a intensa campanha de marketing da francesa Pernod Ricard SA nos últimos anos prejudicaram as marcas da Diageo.

 Ao procurar aquisições para gerar mais crescimento, Menezes está tomando um caminho semelhante ao de seu antecessor, Paul Walsh, que em 13 anos como diretor-presidente tornou a Diageo na maior fabricante de bebidas do mundo, focada em mercados de alto crescimento e marcas de alta classe. Walsh liderou as bem-sucedidas ofertas pela cachaça brasileira Ypioca, pela fabricante turca de raki Mey Içki e pela chinesa Shui Jing Fang. 

Analistas dizem que a Diageo está bem posicionada para continuar sua estratégia de aquisições. "Cremos que as finanças robustas da Diageo dão margem a novas aquisições", diz Ian Shackleton, analista da Nomura. Veículo: Valor Econômico
Fonte: abrasnet 02/08/2013

Ypióca dá lucro de R$ 10 Mi à inglesa Diageo.

A CACHAÇA FATUROU R$ 200 MILHÕES NO PRIMEIRO SEMESTRE DESTE ANO

A cachaça brasileira Ypióca começou a dar lucro para os novos donos. O balanço da inglesa Diageo, que comprou a companhia cearense por R$ 900 milhões em 2012, mostra que a Ypióca adicionou um lucro de 3 milhões de libras (cerca de R$ 10 milhões), à companhia nos seis primeiros meses do ano. 

Apesar do bom resultado, a empresa reclama que, com a economia mais lenta, brasileiros estão bebendo menos. O principal ingrediente da caipirinha é a segunda bebida alcoólica mais vendida no Brasil, atrás apenas da cerveja. Com a aquisição da Ypióca, a Diageo quer entrar com força no segmento de cachaças e aproveitar a sinergia com suas outras marcas, como Johnnie Walker, Smirnoff e a cerveja Guinness.

Um ano após fechar o negócio, a empresa anunciou que a Ypióca já foi incluída no balanço mundial da empresa e faturou 58 milhões de libras ou cerca de R$ 200 milhões no primeiro semestre deste ano. Há alguns dias, a cachaçaria começou no Brasil uma nova campanha publicitária com o ator americano John Travolta. O plano é revitalizar a marca e o consumo da cachaça, que perdeu espaço nos últimos anos para bebidas consideradas mais nobres, como uísque e vodca.

 Apesar do primeiro lucro da Ypióca, a Diageo citou que as vendas gerais da empresa no Brasil desaceleraram no primeiro semestre. Na apresentação aos investidores feita na quarta-feira (31/08), em Londres, o presidente da empresa, Ivan Menezes, comentou que foi registrado "enfraquecimento do crescimento na Ásia e desaceleração no Brasil". As informações são do jornal O Estado de S. Paulo
Fonte: epocanegocios 02/08/2013

COMENTÁRIOS: 
A Digeo publica no seu site Apresentacão referente à Preliminary Results 2013 - Year end 30 june 2013. Abaixo alguns slides extraídos do referido documento.
















Transportadora Americana unifica operação no modal aéreo

Wind Express e TA Express passam a operar com bandeira única. Incorporação visa integrar recursos para ganhar competitividade

A partir de 1º. de agosto, as empresas Wind Express e TA Express, ambas do segmento de transporte aéreo de carga ligadas à Holding TA, passam a ser uma única empresa. A união integrará sistemas, equipes e carteira, de forma a otimizar os recursos dos dois lados. “A exemplo do que ocorre em todo o mundo e com empresas de diferentes portes, a união dos esforços é o caminho para ganharmos competitividade. Com uma operação mais inteligente e adequada à demanda atual do setor aéreo, a nova empresa agrega o conhecimento adquirido pela Wind Express e pela TA Express nos últimos anos e passa a atuar de forma mais eficiente”, explica Celso Luchiari, diretor da Transportadora Americana.

 A integração das bandeiras tem início agora, em agosto, quando a nova empresa passa a adotar oficialmente a nova assinatura: TA Wind Transporte Aéreo Ltda. Os clientes das duas empresas seguem sendo atendidos normalmente e todos os compromissos assumidos pelas duas empresas serão mantidos.

 A nova operação agrega mais de 25 anos de expertise no setor de carga aéreo vivenciados pela Wind Express e mais de oito anos da TA Express, os profissionais de linha que integram as duas pontas, tecnologia e processos. Além de agilidade e segurança da carga, asseguradas pelos sistemas de controles e embalagens exclusivas, que permitem total integridade da carga de ponta a ponta. Juntas, as empresas passam a ter 180 colaboradores diretos e representam mais de 7.800.000 quilos transportados, com 132 mil despachos ao ano, com presença em todo o território nacional. Com a incorporação, a TA WIND passa a ser uma das cinco maiores empresas no segmento. O comando da empresa ficará a cargo dos executivos Pedro Wilson, profissional experiente com mais de 28 anos de atuação no segmento de cargas aéreo, e Sérgio Favaron, que possui 37 anos de experiência no setor de carga aérea.

Holding - Fundada em 1941, a Transportadora Americana (TA) tem sede em Americana (SP) e atende a todas as regiões do país. A TA foi a primeira empresa do setor, na América Latina, a obter a certificação ISO 9001:2000 – Sistema de Gestão de Qualidade, em 1994. Além da TA, integram a holding a TALOG, uma das mais modernas operadoras de logística do mercado nacional, a TAExpress, especializada em encomendas expressas e urgentes e que associa os modais aéreo, rodoviário e marítimo, oferecendo embalagens e condições específicas de coleta, distribuição e acondicionamento; a Wind Express, um agente de cargas para os modais aéreo e rodoviário e que oferece um serviço especializado no transporte de encomendas expressas e emergenciais, com divisões de cargas perecíveis e promocionais e a Universidade do Transporte, a primeira universidade corporativa do setor. Holding TA em Números Filiais : 52 Frota : 1250 Idade média da frota própria: 2 anos Toneladas transportadas *: 167.117.342,00 Despachos realizados *: 1.837.792,00 Faturamento bruto*: 282.000.000,00 Colaboradores*: 2500 Horas treinamentos por colaborador *: 45 * dados TA 2012. Por FLÁVIA GONÇALVES
Fonte: segs 02/08/2013



CWT considera aquisições no país

A operação entre o grupo japonês JTB e a Alatur ameaça a posição de liderança da franco-americana Carlson Wagonlit Travel (CWT) no mercado brasileiro de viagens corporativas.

 No ano passado, a diferença entre as duas companhias foi de R$ 300 milhões - a CWT registrou faturamento de R$ 1,6 bilhão e a Alatur, de R$ 1,3 bilhão.

 A expansão da CWT em 2012, de 40%, deveu-se, em parte, à aquisição da Net Tour, feita em agosto de 2011 e outras podem vir. "O crescimento é uma necessidade contínua em nosso setor e as aquisições aceleram este movimento", afirmou ontem André Carvalhal, presidente da companhia para Brasil, América Latina e Caribe. "A CWT tem como parte de sua missão ser líder de mercado onde atua e sempre estará atenta a boas oportunidades de aquisições. Não faremos aquisições baseados no fato de que algum concorrente declarou que utilizará esta estratégia para crescer, mas sim se, de fato, encontrarmos o parceiro correto para alavancar nosso "market share"", acrescentou.

 Carvalhal é cauteloso ao traçar o cenário para o turismo corporativo por causa do ritmo ainda lento de expansão do Produto Interno Bruto (PIB). "O crescimento econômico fraco do país afetou o setor", disse.

 O executivo projeta expansão de um dígito para a CWT no mercado brasileiro em 2013, entre 2% e 3%. Para o segundo semestre, o ritmo vai ser acelerado, disse. "A base de comparação vai melhorar, porque o segundo semestre do ano passado foi fraco, e além disso a economia vai andar mais." Valor Econômico
Fonte: clippingmp 02/08/2013