21 outubro 2017

Venda dos ativos da Mabe chega a R$ 70 milhões A Capital, administradora judicial responsável pelo caso, já solicitou R$ 10,7 mi para pagar trabalhadores

A audiência de homologação da venda de ativos da Mabe Eletrodomésticos – que teve a falência decretada em fevereiro do ano passado – arrecadou R$ 70 milhões, que serão destinados ao pagamento dos direitos trabalhistas dos funcionários da companhia. O montante cobre a maior parte dos encargos devidos pela massa falida.

O valor se refere ao melhor lance feito nas aquisição de marcas e patentes da empresa, referente às linhas Dako e Continental. A compradora é a Electrolux. A Mabe, no entanto, recorreu ainda em outubro contra o leilão de seus bens, e aguarda uma decisão final por parte do Tribunal de Justiça.

A audiência de homologação aconteceu nesta sexta-feira, no Fórum de Hortolândia. O juiz André Forato Anhê determinou que o processo de venda dos ativos continue, com o recebimento de propostas para a compra de bens. As plantas industriais de Hortolândia e Campinas, juntas, foram avalias em quase R$ 200 milhões.

A Capital, administradora judicial responsável pelo caso, já solicitou o rateio de R$ 10,7 milhões disponíveis na conta da massa falida para o pagamento de mais encargos trabalhistas.

O processo foi marcasdo por muita tensão e a empresa iniciou um processo de recuperação judicial, na tentativa de resgatar seu próprio equilíbrio financeiro, mas não conseguiu cumprir os compromissos que foram assumidos. Quando a falência foi decretada, dois mil funcionários chegaram a ocupar as fábricas e ficaram nos prédios por semanas seguidas, pressionando pelo pagamento de seus direitos. Leia mais em liberal 21/10/2017

21 outubro 2017



20 outubro 2017

Ultragaz e Liquigás negociam venda de ativo para que Cade aprove união

Para que o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) aprove a união entre Liquigás, pertencente à Petrobras, e Ultragaz, do Grupo Ultra, os interessados negociam a venda de uma fatia de ativos com uma empresa regional do segmento, relataram fontes.

Não se sabe se o remédio teria a proporção necessária para solucionar o problema concorrencial, pois não seria uma fatia muito relevante. Além disso, seria concentrada em uma única região, apurou o Broadcast, serviço de notícias em tempo real do Grupo Estado. Procurado, o Grupo Ultra preferiu não comentar.

Em agosto, a Superintendência-Geral (SG) do Cade havia recomendado a reprovação da união entre Liquigás e Ultragaz, justificando que “não há pacote de remédios que enderece de forma adequada todas as preocupações identificadas e que seja igualmente implementável e de fácil monitoramento”, e citando a geração de alta concentração na maioria dos Estados do País e elevadas barreiras à entrada.

A SG escreveu que, no mercado de GLP envasado, a operação ampliará a possibilidade de exercício de poder de mercado unilateral pela empresa que seria criada em todos os estados brasileiros afetados pela operação. A única exceção seria Tocantins. Em âmbito nacional, a participação conjunta observada em 2016 alcançaria 43,2%. Sobre esse segmento, a SG pontuou também que há diversas investigações e condenações por cartel.

No mercado de GLP a granel, constatou-se uma maior possibilidade de exercício de poder de mercado unilateral em 21 das 23 unidades da federação pesquisadas, com exceção de Tocantins e Amazonas. Considerando o escopo nacional, verificou-se uma concentração entre as requerentes de mais de 50% em 2016.

A análise está agora nas mãos dos conselheiros do Tribunal da autarquia. A relatora é Cristiane Alkmin Junqueira Schmidt, citada por fontes que a conhecem como uma conselheira bastante cautelosa e criteriosa.

Comgás

A Comgás acompanha de perto a análise da operação no Cade e já levantou potenciais problemas da união entre Liquigás e Ultragaz. Além disso, a empresa rebateu um dos argumentos de defesa do Ultra, de que é possível a utilização do gás natural como substituto do GLP.

“O gás natural, em razão de suas características técnicas, concorre diretamente com o GLP nas mais variadas aplicações e em diversos segmentos… Contudo, não há paridade de armas entre as distribuidoras de gás GLP e as concessionárias de gás canalizado, considerando que o GLP é de amplo e fácil acesso, ante a distribuição de baixa complexidade (normalmente transportado via terrestre, através de caminhões, que chegam nos mais diversos pontos geográficos dentro da área de atuação da empresa); tem baixo custo de migração; não sofre qualquer tipo de regulação, especialmente de preço; sem mencionar que as distribuidoras de GLP praticam condutas muitas vezes agressivas em termos de preços, outras vezes atuando com preços amplamente inflados, além da imposição de cláusulas contratuais abusivas aos seus clientes”, escreveram ao Cade advogados que representam a Comgás.

A empresa sublinhou também que se impõe grande investimento por parte da concessionária de gás natural para criação de infraestrutura de distribuição de gás canalizado. O documento traz ainda estimativas de custos de trocas do consumo de GLP para o gás natural, tanto no segmento residencial quanto no comercial, e menciona a dependência de características técnicas para a adaptação.

“As distribuidoras de GLP impõem a seus clientes cláusulas contratuais que dificultam o distrato e, consequentemente, a migração. Ainda que o custo do investimento já tenha sido amortizado pelo tempo, em caso de renovação, as penalidades de rescisão são mantidas sem qualquer justificativa”, diz o documento.

Por fim, a Comgás cita problemas que enxerga na união entre Liquigás e Ultragaz. “A operação implicará o aumento de participação de mercado da Companhia Ultragaz ensejando maior poder de barganha frente ao fornecedor do insumo que é comum entre as duas empresas (Comgás e Ultragaz), na medida em que a Ultragaz poderá escalonar políticas comerciais, criando mais barreiras à expansão da infraestrutura de distribuição de gás canalizado, inclusive comprometendo os planos de expansão da concessionária, acordados com agência regulatórias”, diz o documento.

A Comgás conclui que o Cade necessita considerar remédios concorrenciais eficazes, para que haja a possibilidade de aprovação da operação.

Procurada, a Comgás enviou o seguinte posicionamento: “A Comgás é parte interessada no processo para avaliar possíveis impactos no mercado.”Ultragaz e Liquigás negociam venda de ativo para que  Estadão Leia mais em istoe 20/102/2017

20 outubro 2017



Veirano lidera mercado de M & A em setor de tecnologia

O escritório Veirano liderou, no ano até setembro, o mercado de fusões e aquisições (M & A, na sigla em inglês) no setor de tecnologia, segundo dados do TTR. No período acumulado, a banca conduziu 13 operações, totalizando R$ 636 milhões.

Entre as principais transações assessoradas pelo escritório no intervalo estão as compras da ATTPS Tecnologia pela Senior Solution e da R3 CEV pela InovaBRA. Leia mais em colunadobroad.estdao 20/10/2017



Caos Group anuncia a compra da marca Indico

A CAOS GROUP, empresa de participações americana, controladora da CAOS Data Solutions, anunciou a aquisição da marca INDICO, agência especializada em database marketing com mais de oito anos de atuação no mercado de marketing de relacionamento. A multinacional adquiriu a marca registrada e os domínios de internet para ampliar a sua capilaridade nos mercados da América Latina e Europa. A empresa passa a se chamar INDICO Data Innovation.

De acordo com Mauro Mercadante, diretor executivo da INDICO Data Innovation, a compra da marca, além de ajudar no cumprimento da meta agressiva de crescer 110% em 2018, é extremamente importante, pois fortalece todo o processo comercial. “Isso se deve, principalmente, ao fato de a INDICO acumular experiência e já contar com um nome forte no mercado brasileiro. A estrutura tecnológica da CAOS somada ao reconhecimento da INDICO acelerará a geração de soluções e produtos inovadores para as principais empresas do Brasil e do mundo”, afirma.

A projeção de faturamento para 2017 é de R$ 10 milhões e, para 2018, a empresa espera ultrapassar a marca de R$ 20 milhões. Além desta meta, o importante é a gama de produtos e serviços que estão sendo preparados para apoiar as cifras.

Como a CAOS Data Solutions já possui operação no Vale do Sílicio, região norte-americana conhecida por ser uma incubadora de inovação, será possível agregar novas tecnologias e produtos para os clientes. Por isso, como parte do pacote de novidades que será anunciado ao mercado, a INDICO Data Innovation se prepara para lançar o maior programa de fomento e incentivo à educação, com estimativa de apoiar mais de 1 milhão de estudantes de todas as classes sociais já no primeiro ano de vida.

O novo grupo conta ainda com a agência LEFT, composta pelos sócios da BlackOffice, agência de publicidade e mídia, que reforça a entrada da INDICO Data Innovation no mercado publicitário. O grupo também investiu e está acelerando a empresa DJOOL, o primeiro aplicativo de compartilhamento de internet do Brasil que deve mudar o mercado de tecnologia nos próximos meses. Leia mais em Adnews 20/10/2017



Operadora do Burger King no Brasil pede registro para IPO à CVM

A BK Brasil, operadora da rede de fast food Burger King no país, apresentou nesta sexta-feira pedido para uma oferta inicial de ações (IPO, na sigla em inglês) com distribuição primária e secundária, conforme propospecto preliminar enviado à Comissão de Valores Mobiliários.

Os controladores Vinci Capital Partners Investimentos e Montjuic Fundo de Investimento em Participações Multiestratégia serão vendedores na oferta secundária, assim como a Sommerville Investments.

O Banco Itaú BBA será o coordenador líder da oferta. (Por Bruno Federowski e Tatiana Bautzer) Reuters Leia mais em dci 20/102/2017



Wiser Educação voltará às aquisições em 2018

O grupo Wiser Educação, que reúne as empresas de idiomas Wise Up e Number One, e a escola de negócios on-line MeuSucesso.com, investe na expansão das lojas de franquia da Wise Up, enquanto
franquia da Wise Up, enquanto absorve a aquisição da rede de cursos Number One. Leia mais em valoreconomico 20/10/2017



Grupo Irlandês compra parte da goiana Isoeste

A empresa goiana Isoeste, com sede em Anápolis, vendeu participação ao grupo irlandês Kingspan. A empresa goiana é líder América do Sul em soluções isotérmicas e conservação de energia voltadas para construção civil. No site da empresa, já consta a marca das duas empresas. A negociação já está fechada há algumas semanas, mas foi divulgada hoje.

Em comunicado conjunto, a nova empresa, que passa a se chamar Kingspan Isoeste, não dá detalhes da transação, mas reforça que as empresas somam forças e experiência, com perfis semelhantes, para desenvolver ideias e produtos.

Desde 2015, o grupo irlandês busca oportunidades de negócios no mercado brasileiro. A empresa concluiu fusões de seus negócios em vários países da Europa e Oceania e, naquele ano, registrou um faturamento de 1,8 bilhão de euros.

Isoeste - A Isoeste Construtivos Isotérmicos fabrica telhas e painéis térmicos, há mais de 30 anos no mercado de construção civil. A empresa produz mais de 18 milhões de metros quadrados de painéis e mais de 10 mil portas por ano. Hoje com 6 unidades fabris espalhadas pelo País de forma estratégica a empresa atende todo o Brasil e América Latina. Suas unidades estão situadas em Anápolis (GO), São José dos Pinhais (PR), Várzea Grande (MT), Castanhal (PA) e a mais recente unidade em Vitória de Santo Antão (PE).  Leia mais em LeandroResende 26/09/2017

Kingspan comprou  51% da Isoeste

Segundo o britânico Independente.ie a empresa europeia, com sede em Cavan (Irlanda), comprou 51% da Isoeste, que tem 630 funcionário e deve ter receita de R$ 500 milhões neste ano.

O valor da operação ainda não foi divulgado. Gene Murtagh, CEO da Kingspan, comentou: “Juntamente com os nossos investimentos recentes na Colômbia e no México, esta aquisição coloca firmemente a Kingspan na posição de liderança do mercado em toda a América Latina, com uma forte plataforma para expansão na região.” Leia mais em LeandroResende 27/09/2017
====

Kingspan acquires Brazilian insulated panel company

Kingspan has acquired a 51% controlling share in the Brazilian company , Isoeste Construtivos Isotérmicos S.A. (Isoeste).

Isoeste is the leading insulated panel manufacturer in Brazil with over 630 employees and operating on four separate sites. It has forecast sales of approximately €134 million for 2017.

Discussing the acquisition Gene Murtagh, CEO of Kingspan, said, “We are delighted to create this partnership with the founders of Isoeste”. He also added that the partnership will help the company establish itself in the Latin and South American areas.

This acquisition firmly places Kingspan in a market leading position across Latin America.

“Together with our recent investments in Colombia and Mexico, this acquisition firmly places Kingspan in a market leading position across Latin America, with a strong platform for further expansion in the region,” he said.

This is the latest acquisition contributing to Kingspan’s global expansion.
Kingspan is a global leader in innovative, high performance insulated panels. Delivering high quality, low-energy, fire-safe buildings that deliver more for investors, builders and occupiers is what drives Kingspan people globally. Leia mais em kingspan 03/10/2017







Empresas de orgânicos se fundem e criam grupo de R$ 9 milhões

Para 2018, a expectativa é chegar aos 15 milhões em faturamento.

O mercado de produtos orgânicos no Brasil tem crescido mesmo em tempos de crise econômica. Porém, a maioria das empresas do setor é muito pequena, o que dificulta a competição com gigantes da alimentação tradicional.

Para se fortalecerem nesse cenário, duas empresas tradicionais do segmento resolveram juntar as escovas de dentes: a Monama, que produz snacks orgânicos, e o Empório da Papinha, que, como o nome já diz, é focada em comida para crianças feita com ingredientes orgânicos. Segundo o grupo, essa é a maior fusão do setor no Brasil.

Juntas, as empresas devem fechar 2017 com um faturamento de 9 milhões de reais. Para 2018, a expectativa é chegar aos 15 milhões. O plano super otimista se deve ao histórico da Monama, que chegou a faturar 11 milhões de reais em 2015, mas no ano passado fechou com 7 milhões e deve faturar não mais que 5 milhões neste ano, após problemas de gestão.

“Estamos com um plano bem agressivo de marketing, para retomar o faturamento que a Monama já teve no passado”, afirma Rafael Mendonça, agora CEO das duas empresas, que por enquanto mantém seus nomes originais. Ele já estava à frente do Empório da Papinha e agora assume a gestão também da Monama.

Ambas as empresas foram fundadas em 2008, quando os alimentos orgânicos ainda não tinham a popularidade que possuem hoje no Brasil.

Criada pela empresária Camila Fortes, a Monama se especializou em oferecer ao cliente opções de snacks como barras de cereal e cookies, além de buscar trazer novidades para o consumidor brasileiro, como o óleo de coco (que virou moda entre os amantes da comida saudável há algum tempo). A novidade mais recente da marca é o leite de coco em pó, que serve de opção para quem quer substituir o leite de vaca.

Já o Empório da Papinha foi fundado por Maria Fernanda de Rizzo, que teve a ideia do negócio depois que se tornou mãe e percebeu que não havia opções de papinhas orgânicas no mercado. A marca tem hoje 41 lojas licenciadas e oferece produtos para crianças de 6 meses a 8 anos. Em 2017, espera faturar 4 milhões.

Com a fusão, os produtos Monama também devem ser oferecidos nessas lojas, e a marca de snacks deve produzir itens focados especialmente em crianças e mães em busca de uma alimentação mais saudável.

Do outro lado, o Empório da Papinha vai passar a fabricar seus produtos na fábrica da Monama, que fica em Itupeva (SP). “Isso deve diminuir nossos custos. Também fizemos um corte de funcionários e fornecedores”, afirma o CEO. Após a fusão o grupo passou de 67 para 55 funcionários. Redução de custos:Veja com a SONDA como o cloud pode ajudar sua empresa Patrocinado
Estimativas do setor de orgânicos no Brasil indicam que o segmento tem crescido a taxas de 30% ao ano por aqui, mas não existem números confiáveis a respeito por aqui. Nos Estados Unidos, os orgânicos movimentaram nada menos que 50 bilhões de dólares no ano passado.

“Aqui não existe muita organização entre as empresas de orgânicos. Acreditamos que com a fusão vamos ter mais força para bater de frente com o mercado de alimentos convencionais”, afirma o CEO. Por Mariana Desidério  Leia mais em exame 20/10/2017



Aplicativo Lyft, concorrente do Uber, capta US$ 1 bilhão

O aplicativo de transporte Lyft, um dos principais concorrentes do Uber, captou US$ 1 bilhão em uma rodada liderada pela CapitaG, unidade de investimentos das Alphabet, dona do Google.

Até agora, a Lyft já levantou US$ 3,61 bilhões.... Leia mais em valoreconomico 20/10/2017



Saneago contrata bancos para abertura de capital

A Saneago, empresa de saneamento do estado de Goiás, contratou um sindicato de bancos para realizar sua oferta inicial de ações (IPO, na sigla em inglês). A ideia é de que com uma operação secundária, que é aquela em que se coloca na mesa ações detidas pelo acionista, o governo do Estado consiga algum recurso para seu caixa. Uma oferta primária, com o dinheiro entrando na empresa para viabilizar investimentos, também irá ocorrer.

O objetivo é que, mesmo com a operação, o governo siga como acionista controlador da companhia. Para a oferta, programada para ocorrer até o início de 2018, foram contratados Banco do Brasil, Citi, Santander e JPMorgan. No ano passado, a receita da companhia foi de R$ 2,1 bilhões, alta de 22% ante 2015. Procurada, a Saneago não comentou.  - O Estado de S.Paulo Leia mais em portalnewsnet 20/10/2017



Fundo soberano mira oportunidade em startup

Ibrahim Ajami reconhece que está preocupado com as altas avaliações das ações de "startups" de tecnologia.

 Mas não a ponto de demovê-lo de pôr mais US$ 600 milhões em capital de risco para render - sem falar nos US$ 15 bilhões já injetados por seu fundo no setor no ano passado. Leia mais em valoreconomico 20/10/2017



Brink's investe em startups em busca de novas fontes de receita

 A Brink's, uma das maiores empresas de segurança do país, vai investir R$ 640 mil este ano em um projeto para estimular startups a desenvolver sistemas  e produtos para segurança.

A iniciativa, que será anual, integra os planos da unidade Brink's Tech, lançada em março com objetivo de diversificar a carteira de serviços e fontes de receitas da companhia, que quer ter cerca de 10% do faturamento vindos de novos negócios.... leia mais em valoreconomico 20/10/2017