23 outubro 2014

Cade aprova aumento da participação da Coca-Cola na CAF

A Superintendência Geral do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) aprovou, sem restrições, ato de concentração entre Coca-Coca Indústria Ltda. e Companhia Maranhense de Refrigerantes.

O aval está presente em despacho publicado no Diário Oficial da União desta quinta-feira, 23.

Documentação do Cade explica que a operação consiste na aquisição, pela Coca-Cola, de 50% de participação acionária da Crystal Águas do Nordeste (CAF), detida pela CMR (pertencente ao Grupo Solar).

Antes da operação, a Coca-Cola detinha, indiretamente, 44% de participação na CAF, pois é uma das acionistas do Grupo Solar.

Desse modo, após a presente operação, a Coca-Cola passará a deter 72% do capital social da CAF (50% diretos e 22% indiretos, por meio do Grupo Solar).

A Superintendência Geral do Cade verificou integração vertical com baixa participação de mercado. A CAF explora o negócio de extração, envasamento e comércio de água mineral nos Estados de Alagoas, Sergipe, Pernambuco, Paraíba e Bahia.

Não foi identificada sobreposição horizontal. Ayr Aliski, do Estadão | Leia mais em exame 23/10/2014

23 outubro 2014



Telecom Italia está perto de vender torres da TIM no Brasil, dizem fontes

A Telecom Italia está em negociações avançadas para vender as torres de telefonia celular da controlada TIM Participações no Brasil e pode fechar um acordo nas próximas semanas, afirmaram três fontes com conhecimento direto do assunto.

A Telecom Italia está querendo levantar com o negócio 900 milhões de euros (1,1 bilhão de dólares), mas as ofertas apresentadas variam de 500 milhões a 600 milhões de euros, disseram as fontes.

O presidente-executivo da Telecom Italia, Marco Patuano, colocou as torres à venda em novembro, quando revelou plano de desinvestimentos de 4 bilhões de euros para reduzir dívida e ajudar a financiar investimentos.

Uma das fontes afirmou que a American Tower e a Cell Site Solutions (CSS), companhia apoiada pelo Goldman Sachs , estão na disputa, acrescentando que um acordo pode envolver a divisão dos ativos entre elas.

Representantes da Telecom Italia, American Tower e CSS não comentaram o assunto.
(Por Danilo Masoni e Guillermo Parra-Bernal, Reportagem adicional de Silvia Aloisi) REUTERS Leia mais em Yahoo 23/10/2014



Safra eleva proposta para adquirir Chiquita

A produtora de suco de laranja Cutrale e o grupo Safra elevaram nesta quinta-feira a oferta definitiva para adquirir a Chiquita Brands, em nova tentativa de afundar os planos da empresa norte-americana de bananas de se fundir com a rival irlandesa Fyffes.

O grupo Cutrale-Safra melhorou sua oferta em dinheiro para 14,50 dólares por ação, ante 14 dólares oferecidos em 15 de outubro, avaliando a Chiquita em cerca de 682 milhões de dólares, ou 12,5 vezes seu lucro antes de juros, impostos, amortização e depreciação (Ebitda, na sigla em inlgês).

A proposta atualizada representa um prêmio de cerca de 14 por cento ante o preço de fechamento da Chiquita na quarta-feira, disse o Cutrale-Safra em comunicado.

A Fyffes e Chiquita disseram recentemente que o valor presente implícito de seu acordo varia de 15,46 a 20,01 dólares por ação.

O Cutrale-Safra acrescentou que a oferta definitiva pela Chiquita está aberta até 26 de outubro e acrescentou que não poderia haver nenhuma garantia de que a proposta seria estendida ou uma nova seria feita, mesmo se reunião de acionistas na sexta-feira fosse "adiada, suspensa, colocada em recesso, cancelada ou atrasada".

A Chiquita vai analisar cuidadosamente e considerar a nova oferta da Cutrale-Safra, afirmou a empresa em comunicado.

Uma proposta bem-sucedida da Cutrale-Safra poderia expandir os negócios dos bilionários Joseph Safra e José Luis Cutrale para o mercado de frutas tropicais e aumentar seu poder nas negociações com os supermercados.

A Chiquita e Fyffes concordaram em fundir negócios em abril, para criar a maior fornecedora mundial de bananas. Reuters Leia mais em Exame 23/10/2014



Google adquire mais duas empresas de inteligência artificial

O Google ampliou seu time de pesquisas em inteligência artificial ao adquirir mais duas empresas da área: Dark Blue Labs e Vision Factory, especializadas em tecnologia de aprendizagem de máquina e visão computacional, respectivamente, e resultantes da separação (spin-off) da Universidade de Oxford, na Inglaterra. O valor envolvido nas compras não foi divulgado.

Segundo informações do jornal britânico The Guardian, as equipes de ambas as empresas adquiridas, incluindo seus principais pesquisadores, serão integradas à DeepMind, outra startup de inteligência artificial britânica que o gigante das buscas adquiriu em janeiro, por US$ 400 milhões. A companhia está trabalhando em inteligência artificial semelhante à retratada em filmes – um sistema de computador que funciona como um cérebro humano, usando informações de seu ambiente para tomar decisões livres de interação humana.

"Estamos muito contentes em acolher estes pesquisadores extremamente talentosos para a equipe do Google Deepmind e estamos animados com o potencial impacto que os avanços de suas pesquisas trarão", declarou Demis Hassabis, cofundador da Deepmind.

O Google tem investido fortemente na área de inteligência artifical. Somente no segundo semestre do ano passado foram oito aquisições de empresas do segmento de robótica. Leia mais em Tiinside 23/10/2014



Microsoft e IBM selam acordo para que cliente de uma possa usar software da outra na nuvem

A IBM e Microsoft decidiram tornar mais fácil ao cliente de computação em nuvem de uma o acesso aos softwares da outra, como parte de uma medida para reforçar suas ofertas contra novos concorrentes.

Pelo acordo, usuários do serviço de nuvem da IBM serão capazes de obter produtos da Microsoft, como o Windows Server e SQL Server, enquanto os clientes do serviço Azure da fabricante de software poderão usar o WebSphere Liberty e DB2, da Big Blue, segundo informaram as duas empresas em um comunicado divulgado nesta quarta-feira, 22. Com isso, os clientes serão capazes de reduzir custos através da utilização de licenças de software que já possuem na nuvem de cada empresa.

A computação em nuvem está transformando a indústria da tecnologia, permitindo que empresas aluguem capacidade de processamento e armazenamento de dados através da internet, em vez de comprar e manter seu próprio hardware. A mudança está colocando gigantes da computação corporativa, como a IBM e a Microsoft, em confronto direto com a Amazon.com e o Google.

No início desta semana, a IBM anunciou seu décimo trimestre consecutivo de queda nas vendas e disse que o lucro ajustado pode cair este ano. Com as vendas de hardware em forte declínio, a CEO da IBM, Virginia Rometty, disse que a empresa deve se mover mais rapidamente para serviços como computação em nuvem. Leia mais em Tiinside 22/10/2014



Alcatel Lucent Enterprise mira no mercado de cloud e na América Latina para crescer

A Alcatel-Lucent Enterprise, divisão da companhia franco-americana voltada ao mercado corporativo, está passando por uma transformação radical de estratégia e objetivos. A entrada da chinesa Huaxin como investidora e agora acionista com 85% do capital é parte do processo, mas não o fator determinante. "Já tínhamos nosso plano desenhado e para que ele se viabilizasse precisávamos de um investidor forte", disse o presidente mundial da Alcatel-Lucent Enterprise, Michel Emelianoff, em entrevista a este noticiário.

"Em muitos mercado, como o Europeu, estamos entre os três maiores fornecedores para o segmento de telecomunicações corporativas. Na França temos mais de 40%. Mas queremos estar entre os três primeiros em escala global", disse Emelianoff. A prioridade é, agora, ampliar a atuação no mercado chinês, na Rússia, Estados Unidos e América Latina, principalmente Brasil, México e Argentina. Isso significa ampliar presença e investimentos em pessoal.

Investimentos

O problema da divisão de Enterprise é que, quando o grupo Alcatel-Lucent definiu seu plano de crescimento há cerca de dois anos, estabeleceu prioridades que não incluíam os investimentos necessários para o desenvolvimento de tecnologias e serviços voltados ao mercado corporativo. Para a Alcatel-Lucent restava a opção de se fundir ou ser comprada por algum concorrente, o que certamente tiraria tempo da empresa; ou buscar financiamento na forma de private equity, o que poderia aumentar o financiamento; ou conseguir um novo acionista que estivesse disposto a fazer os investimentos. Foi aí que buscaram a Huaxin, grupo chinês que hoje administra cerca de 1 bilhão de euros em ativos e tem investimentos em outras empresas de tecnologia, com a característica de não interferir na gestão e na estratégia das companhias. "Seguimos como uma empresa europeia, adotando os padrões de governança e transparência exigidos na Europa e com a nossa base em Paris", diz Emelianoff. A diferença é que agora há cerca de 300 milhões de euros para investimentos garantidos pelo novo acionista.

Os outros 15% do capital seguem com a divisão de redes da Alcatel-Lucent, com quem a Alcatel Lucent Enterprise manterá laços, sobretudo no desenvolvimento de tecnologias, mas de forma cada vez mais independente. "Agora seguimos o nosso caminho", diz o presidente. O plano de abrir o capital da empresa nos próximos cinco anos existe, mas depende dos resultados da estratégia atual.

Cloud é prioridade

A estratégia da Alcatel Lucent Enterprise é focar em algumas áreas: educação, hotelaria, saúde e governo. Em todas, um traço comum: cloud. A empresa espera ter nos próximos anos entre 15% e 20% vindos de serviços prestados na nuvem. Isso significa vender menos equipamentos e mais serviços. "Estamos focando nossa estratégia para priorizar não a venda imediata ao nosso cliente, mas o resultado que ele possa ter", diz Emelianoff. O que isso significa exatamente? Significa que os modelos de negócio da Alcatel-Lucent Enterprise, hoje baseados principalmente na venda de equipamentos por meio de parceiros e canais pode mudar, com a remuneração vinculada aos resultados e à experiência final oferecida. Por exemplo, diz ele, uma rede hoteleira pagaria os serviços de telecomunicações apenas quando o hóspede efetivamente usar. "É uma mudança de modelo, indo do tradicional modelo de Capex para um modelo de remuneração por resultado".

Para que isso aconteça, explica Emelianoff, é fundamental uma mudança na mentalidade dos parceiros e nos canais de distribuição. "Tudo o que fazemos é por meio dos canais. Não fazemos venda direta. São esses parceiros que estão e vão continuar na linha de frente. Por isso eles precisam entender e participar dessa estratégia", diz, reforçando que muitos já estão passando por esse processo de mudança cultural.

Para Emelianoff, o mercado de enterprise tem algumas características diferentes que de certa forma protegem o modelo atual contra novos players, como Google e Amazon. "No mercado de enterprise, a proximidade e o conhecimento de detalhes da atividade do cliente é essencial. Não existe uma solução que atenda a todos da mesma maneira", diz ele, estabelecendo uma diferença entre o mercado corporativo e o mercado residencial, explorado pelas grandes teles. Ele ressalta, contudo, que vê empresas como o Google como promotoras de grandes mudanças e desenvolvedoras de conceitos importantes. "Eles atuam em cloud há muito tempo. É importante que eles tragam essa cultura ao nosso mercado".

Do ponto de vista de tecnologias, ele diz que o Wi-Fi tem sido hoje a tecnologia de rede capaz de criar as maiores evoluções no segmento corporativo, junto com redes inteligentes, do tipo Software Defined Networks (SDN), que conseguem se reconfigurar automaticamente em função do perfil de uso e das aplicações. Para o presidente da Alcatel Lucent Enterprise, o problema para o uso de equipamentos e tecnologias voltadas para teles em empresas, como femtocells e smallcells, é quem é que faz o investimento. "Nenhuma empresa vai investir em algo que ela julga ser uma atribuição da prestadora de serviço, e garantir cobertura dos sinais de celular é uma atribuição das teles", diz ele. Samuel Possebon | Leia mais em tiinside 23/10/2014



TIVIT conclui aquisição da Synapsis

Empresa passa a ter nove data centers e escalabilidade para oferecer serviços integrados de tecnologia em toda América Latina

A TIVIT, líder em serviços integrados de Tecnologia, concluiu a aquisição da Synapsis, empresa latinoamericana de serviços de TI. A operação foi aprovada pelo CADE (Conselho Administrativo de Defesa Econômica) sem restrições. Com isso, a TIVIT expande suas operações em sete países da América Latina (AL), incluindo Chile, Colômbia, Argentina, Peru, Panamá e Equador.
O valor da aquisição é de R$ 330 milhões, podendo aumentar, dependendo dos resultados da empresa em 2014. A receita conjunta das companhias deverá atingir R$ 2,3 bilhões (mais de US$ 1 bi) em 2014. Além disso, a TIVIT passa a ter uma base de 3,5 mil empresas que utilizam seus serviços em todos os países.

A aquisição consolida a TIVIT como líder em serviços integrados de Tecnologia na AL. "Com esta operação, avançamos em três frentes da nossa estratégia de negócios: foco nas oportunidades de cross sell na base de clientes; ampliação dos nossos serviços de missão crítica; e nossa expansão geográfica que, neste caso, é para mais países latino-americanos e para a região Nordeste do Brasil", explica Luiz Mattar, CEO e co-fundador da TIVIT.
Com a aquisição, a TIVIT passa a contar com um total de nove data centers na América Latina - sendo quatro no Brasil (1 em Fortaleza, 2 em SP e 1 no RJ), três no Chile, um na Colômbia e um na Argentina. Além disso, a companhia presta serviços para clientes no Peru, Panamá e no Equador.
O portfólio de ofertas da TIVIT será ampliado e reforçado com a aquisição. Além do forte expertise em tecnologia SAP, a Synapsis possui também a linha de serviços Smart Systems, que é focada no setor de Utilities e de mineração, e inclui soluções de gerenciamento de sistemas de TI críticos e especializados; além de soluções para integração, monitoramento e administração de redes, controles e sistemas de proteção.

Agora, a TIVIT inicia o processo de integração das operações adquiridas. Todo processo de integração deve levar cerca de 12 meses e tem como objetivo alavancar oportunidades comerciais, compartilhar melhores práticas e promover a excelência operacional da companhia.
Como parte do processo de integração, a companhia já passa a atuar como TIVIT|Synapsis na América Latina. No Brasil, a marca TIVIT permanece a mesma.

Sobre a TIVIT
A TIVIT, empresa líder em serviços integrados de Tecnologia, possui um portfólio organizado em três linhas de serviços: Gestão de Infraestrutura de TI, Gestão de Aplicações e Gestão de Processos de Negócios. Atualmente, possui operações em sete países da América Latina, com uma extensa infraestrutura que permite escalabilidade, confiabilidade e segurança da informação. A TIVIT faz a gestão de operações estratégicas e vitais para os negócios de 3,5 mil clientes. A companhia presta serviços para grandes bancos, seguradoras, empresas de meios de pagamento, indústrias, manufaturas, concessionárias de serviços públicos, entre outros. Leia mais em maxpressnet 23/10/2014



Google adquire empresa Firebase para oferecer melhor serviço de sincronização em nuvem

Google não esconde o seu interesse na construção de uma grande infra-estrutura confiável de alta velocidade que visa atrair desenvolvedores a hospedarem todo o seu trabalho na nuvem. A empresa inaugurou o seu primeiro serviço deste ramo no evento Google I/O de 2012, onde a Google deu o nome de Cloud Platform que teve uma adoção bem fraca por parte dos desenvolvedores.

Agora, a gigante de Mountain View acaba de adquirir a empresa Firebase, uma pequena start-up de apenas 3 anos de mercado com foco no armazenamento de dados na nuvem. Com esta aquisição, a Google espera que o seu serviço fique mais rápido, fácil e com solução de sincronização mais eficiente. Firebase conta atualmente com 112 mil contas e continua em crescimento. Com isso, a API exclusiva da empresa poderá ajudar a Cloud Platform da Google a finalmente decolar.


A empresa Firebase está ansiosa para ter acesso aos recursos de larga escala da Google, enquanto esta espera que sua plataforma finalmente conquiste a atenção dos usuários. Claro, os usuários atuais da Firebase poderão usufruir futuramente da plataforma da Google.

Pode parecer uma novidade, mas as negociações vêm acontecendo há um bom tempo desde o evento Google Cloud Platform Live que aconteceu em São Francisco nos EUA. As duas empresas pretendem fazer um anuncio em breve para revelar quais serão os planos para os desenvolvedores.

Há um detalhe adicional que alguns podem achar interessante. Alguns devem se lembrar de Jenny Murphy (agora Jenny Tong), a ex-chefe da equipe Google Glass. Ela deixou a Google em julho para participar da Firebase, citando que ela estava animada para trabalhar em uma start-up, mais uma vez. Isso foi apenas há 3 meses, mas parece que a Google não quer deixá-la ir. Leia mais em tudocelular 22/10/2014



Lufthansa: outsourcing de TI com IBM

A companhia aérea Lufthansa afirmou nesta quarta-feira, 22, que está finalizando com a IBM um acordo de terceirização de sua infraestrutura de TI, assim como está vendendo seus ativos de tecnologia.

Segundo comunicado divulgado pela empresa alemã, a venda de ativos deve resultar em uma economia de aproximadamente € 70 milhões por ano. O contrato com a IBM, que prevê uma parceria de sete anos, deve ficar em um total de cerca de € 240 milhões.

Com a venda, a Lufthansa Systems, empresa desenvolvedora de modelos virtualizados de trabalho, será dividida em três partes - infraestrutura, soluções para companhias aéreas e soluções para indústria.

A venda deve ser finalizada no final do primeiro trimestre de 2014, assim como o processo de divisão interna da companhia. a informação é do ZDNet.

Mesmo com a venda da divisão de infraestrutura, as outras duas continuarão como partes integrantes do grupo Lufthansa, embora operando como empresas independentes em seus respectivos mercados.

Segundo analistas, a cooperação com uma gigante de TI como a IBM pode ser um ganho de competitividade nos processos da Lufthansa como um todo. A própria companhia confirmou estas opiniões em comunicado.

"(O acordo) vai melhorar diretamente nossa base de custos e permitir o acesso às ultimas novidades em TI que usaremos para continuar modernizando nossos processos de negócio para aumentar eficiência e o foco no consumidor", destacou a companhia aerea.

Um dos recentes investimentos em tecnologia feitos pela Lufthansa foi a implantação de conectividade móvel (Wi-Fi) em alguns de seus vôos internacionais. Além disso, a empresa estima que até o final deste ano todos os aviões da empresa permitam ligações telefônicas de seus passageiros. Leandro Souza  Leia mais em Baguete 23/10/2014



Teradata compra empresa para impulsionar negócios de Hadoop e Big Data

Think Big Analytics ajudará fabricante no processamento e na análise de eventos em tempo real

A Teradata anunciou a aquisição da Think Big Analytics, consultoria de soluções com foco em Hadoop e soluções de big data. Os termos da aquisição não foram divulgados. A compra é a terceira da empresa direcionada para Big Data nas últimas seis semanas.

Segundo comunicado da fabricante, a Think Big tem experiência na implementação de tecnologias big data open source como Hadoop, NoSQL, base de dados incluindo HBase, Cassandra, MongoDB e Storm para processamento de eventos em tempo real. Além disso, a empresa provê componentes de aplicações pré-construídas para Análises de Cliente e Clickstream, Distributed Device Data Management, e Análises de Risco e Tendência.

Os principais escritórios do Think Big permanecerão em Mountain View, na Califórnia (EUA), no coração do Vale do Silício, e será chamada de “Think Big, uma empresa Teradata”. Leia mais em itforum365 22/10/2014



22 outubro 2014

Atlantica Hotels é adquirida por fundos privados e tem novo chairman

A Atlantica Hotels International anunciou hoje (22/10) que recebeu aporte de capital com participação do Quantum Strategic Partners Ltd., fundo privado de investimento administrado por Soros Fund Management LLC (“Soros”), do Tao Invest LLC, fundo de investimento privado administrado por Tao Capital Partners (“Tao”), e do corpo de administradores. Este grupo de investidores está comprometido com a expansão das operações da Atlantica no Brasil.

Paul Sistare, fundador e Chief Executive Officer (CEO) da Atlantica, afirma que este é um movimento importante tanto para os clientes e o negócio da companhia, como também para os colaboradores. “Nós estamos satisfeitos em firmar esta parceria com Soros e Tao, ambos investidores focados em negócios de longo prazo e com ampla expertise em apoiar o crescimento de companhias ao redor do mundo. Nossos planos de crescimento mantém-se os mesmos”, afirma Paul.

Como parte da transação, Doug Geoga, experiente executivo da indústria de hospedagem no mundo, juntou-se ao grupo de investidores e torna-se o novo Chairman da Atlantica com o objetivo de ajudar a expansão contínua da companhia. Paul Sistare, fundador da Atlantica, continuará a desempenhar seu papel de liderança como presidente e Chief Executive Officer (CEO) e Christer Holtze, ex-vice-presidente de Operações, foi promovido a Chief Operating Officer (COO) da Atlantica. Outros três membros, que não desempenham papel executivo, foram designados a se juntar ao novo board da Atlantica, incluindo Waldemar Szlezak e Joshua Ho-Walker, ambos do Soros, e Matt Bigliardi, do Tao. Juan Carlos Duque, do Capital Workshop, terá um papel de consultor para facilitar a realização dos objetivos de crescimento da Atlantica.

Em nome do grupo de investidores, Doug Geoga diz que está “entusiasmado com o estabelecimento desta parceria com Paul Sistare, com sua equipe de líderes e com os extraordinários colaboradores da Atlantica para a perpetuação da história de crescimento da companhia. Paul é um dos pioneiros da indústria hoteleira do Brasil, tendo construído com sucesso a Atlantica nos últimos 15 anos”.

Geoga ainda acrescenta que “a Atlantica é muito bem estabelecida como uma das mais importantes companhias independentes de administração hoteleira do mundo e está comprometida com a excelência em suas operações, lucratividade e serviços aos hóspedes através de seu talentoso e dedicado time de profissionais de todos os níveis. Com a crescente demanda por modernas soluções operacionais, tecnológicas e administrativas neste novo momento dahotelaria mundial, a Atlantica tem uma oportunidade única para se consolidar ainda mais em serviços no mercado brasileiro. Nosso grupo de investidores está satisfeito em fazer parte do apoio à rápida trajetória de crescimento da Atlantica por meio de investimento de longo prazo e para mim é um prazer pessoal estar mais próximo de Paul Sistare, com quem mantenho amizade de longa data”. Rafael Massadar Leia mais em mercadoeeventos 22/10/2014

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Fundo de George Soros compra rede hoteleira Atlantica

O megainvestidor George Soros é o novo dono da segunda maior rede hoteleira do Brasil, a Atlantica Hotels, que opera no País bandeiras como Radisson, Sleep Inn, Comfort e Quality, além de marcas próprias.

A empresa anunciou na quarta-feira, 22, ao mercado e aos seus funcionários que recebeu um aporte do Quantum Strategic Partners, fundo de Soros, e do Tao Invest LLC, fundo do Vale do Silício que aplica em empresas de tecnologia, energia e no ramo hoteleiro.

O negócio foi aprovado pela Superintendência Geral do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) em agosto deste ano. O valor do aporte não foi divulgado, mas, segundo informação publicada pelo Cade, o fundo de George Soros terá 74,5% da companhia e o Tal Invest, 20%. O restante está nas mãos dos administradores.

A Atlantica é uma empresa brasileira, com sede em São Paulo, mas fundada por um grupo de americanos em 1996. O projeto de ter uma rede hoteleira no Brasil era do executivo Barry Conrad, da empresa de hotéis Choice Hotel. Mas ele morreu em um acidente aéreo antes de conseguir iniciar a operação no País, o que acabou sendo feito por seu braço direito, Paul Sistare, hoje presidente da Atlantica.

Na época, Sistare se uniu a outros dois investidores: Gregory Ryan, responsável por trazer a rede McDonald’s para o Brasil, e Nicholas Brady, que foi secretário do Tesouro americano e depois criou o fundo Darby.

"Quando a Atlantica foi criada seus investidores já pensavam em vendê-la", diz Diogo Canteras, sócio da consultoria Hotel Invest, especializada no segmento hoteleiro. "De dois anos para cá, as negociações ficaram mais intensas."

Hoje, a empresa tem 85 unidades em 44 cidades brasileiras. No ano passado, ela faturou R$ 653 milhões, uma alta de 10,4% em relação a 2012. No primeiro semestre deste ano, a rede também registrou crescimento: a receita foi 13% superior à do mesmo período do ano passado, chegando a R$ 364,6 milhões.

A meta da companhia é dobrar de tamanho até 2017, com a abertura de unidades em 13 novas praças. Para isso, já anunciou investimentos de R$ 3 bilhões pelos próximos três anos. O plano agressivo de crescimento, no entanto, não é uma exclusividade da Atlantica. A Accor, sua maior rival e líder do setor no Brasil, com mais de 160 hotéis, também pretende investir R$ 5 bilhões até 2018.

Segundo o comunicado divulgado ontem, o fundador Paul Sistare continuará na presidência executiva. "Estamos satisfeitos em firmar esta parceria com Soros e Tao, ambos investidores focados em negócios de longo prazo e com ampla expertise em apoiar o crescimento de companhias ao redor do mundo. Nossos planos de crescimento mantém-se os mesmos", afirmou Sistare em nota.

Para presidir o conselho de administração da Atlantica, os novos investidores escolheram Doug Geoga, ex-presidente do grupo Hyatt. Soros indicou dois conselheiros e a Tao, um.

A estreia dos dois fundos no mercado brasileiro de hotéis ocorre no momento em que setor passa por uma fase de ajustes, após a realização da Copa do Mundo. Mas a previsão para os próximos anos é de crescimento.

Segundo dados da consultoria BSH International, até 2016 estão previstos investimentos de R$ 12,2 bilhões no País. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. Naiana Oscar, do Estadão Leia mais em Exame 23/10/2014


22 outubro 2014



Brasil terá queda em fusões e aquisições em 6 meses

Os anúncios globais de fusões e aquisições do primeiro trimestre de 2015 terão alta de entre 10% e 14%

O enfraquecimento da economia brasileira também levará à queda do número de fusões e aquisições nos próximos seis meses, tanto no país quanto na América Latina.

O levantamento é da Intralinks, empresa de tecnologia para colaborações entre empresas, que divulgou o índice trimestral de previsões de negócios anunciados, o Deal Flow Predictor (Previsor de Fluxo de Negociações, em tradução livre). O levantamento é feito desde 2008.

Nos últimos quarto trimestres, o número de fusões e aquisições anunciadas no mundo cresceu 18,7%. Deve crescer entre 10% e 14% no primeiro trimestre de 2015, segundo previsões.

No Brasil, no entanto, o cenário não é tão positivo. As fusões e aquisições caíram no último ano terminado em setembro e devem continuar em queda.

Na América Latina, as atividades no terceiro trimestre de 2014 declinaram 9,7% em relação ao ano passado. Para o primeiro trimestre de 2015, cairão mais 11%, puxadas pelo fraco desempenho da economia brasileira, segundo o relatório.

Uma das principais razões para a queda do índice latino-americano é a estagnação da economia brasileira. Um enfraquecimento de demanda e investimento coincidiram com a queda no preço de commodities.

“Em um ano atípico de eleições e Copa do Mundo, que provocou queda acentuada as atividades no país por quase dois meses, os investidores não veem um bom cenário no Brasil”, diz Claudio Yamashita, Diretor Geral da Intralinks no Brasil.

Como foi feita a análise

A análise é feita a partir da abertura de salas virtuais de dados, que são ambientes virtuais nos quais as empresas conseguem compartilhar documentos e informações sobre o negócio. A partir da troca de documentos nos ambientes da Intralinks e outros provedores, o lado vendedor pode ser auditado pelo lado comprador.

O Deal Flow Predictor (Previsor de Fluxo de Negociações, em tradução livre) da Intralinks monitora negócios que estão chegando à fase de duo dilligence – ou seja, quando as empresas fazem uma investigação sobre as futuras parceiras antes do anúncio público da fusão ou aquisição.

A partir do rastreamento de transações em fase inicial, consegue prever o anúncio público de fusões e aquisições para até seis meses. O índice de precisão é de 95%.

Os dados são todos monitorados e checados junto com estatísticas divulgadas por outros fornecedores de datarooms.

Índice Global

Os anúncios globais de fusões e aquisições do primeiro trimestre de 2015 serão significativamente maiores, com alta de entre 10% e 14%, em relação aos reportados no mesmo período do ano anterior.

A alta anual está relacionada à “combinação do aumento da concorrência entre compradores, junto com a busca ativa de empresas à procura de novas oportunidades”, para diz Matt Porzio, vice-presidente de Estratégia de F&A e de Marketing de Produto da Intralinks.

A América do Norte continuará liderando a recuperação de negócios do gênero em 2015. Isso significa que empresas buscam viabilizar esses negócios e crescimento da pressão para gerar crescimento. Karun Salomão Leia mais em exame 21/10/2014