17 junho 2018

Raízen e São Martinho compram canaviais da Usina Furlan

A Raízen Energia, joint venture entre Cosan e Shell, e a São Martinho fecharam um acordo para assumir a moagem de 1 milhão de toneladas de cana que hoje são processadas pelo tradicional grupo Furlan em sua usina de Santa Bárbara d’Oeste (SP), na região de  Piracicaba, conforme apurou o Valor.

A negociação levantará para a Usina Furlan cerca de R$ 180 milhões. .. leia mais em valoreconomico 17/06/2018

17 junho 2018



AIG mira aquisições para crescer no Brasil

Atenção é para seguros de grandes riscos e voltados a pequenas e médias empresas

O Estado de S. Paulo informa que, após reestruturar sua operação no Brasil, a seguradora norte-americana AIG quer crescer no País de forma orgânica, mas monitora oportunidades de aquisições e joint ventures em seguros de grandes riscos e voltados a pequenas e médias empresas.

Na mira estão, principalmente, parcerias com outros players. Concretizar algum dos negócios em vista aceleraria a estratégia da empresa de crescer dois dígitos neste ano.


No ano passado, a AIG vendeu sua operação de varejo para a Assurant. Antes, já tinha se desfeito da carteira de seguro de automóvel que foi adquirida pela Porto Seguro, em 2016. Com uma operação voltada ao segmento corporativo, busca crescer na área de seguro garantia judicial na esteira da falta de capacidade da concorrência para atuar neste ramo. Leia mais em sindiseg 17/06/2018



Investimento das clínicas populares

A coluna Mercado Aberto, da Folha de S.Paulo, destaca que as redes de clínicas populares, que oferecem atendimento médico e odontológico de baixo custo, concentrarão seus investimentos em treinamento e tecnologia em 2018.

As franquias OdontoCompany e PartMed receberão R$ 23 milhões neste ano em recursos próprios. Parte se destinará a uma plataforma de agendamento online e a melhorias nos sistemas de gestão.
O restante será aplicado em treinamentos práticos. “Tivemos uma melhora significativa no faturamento depois que adotamos os treinamentos presenciais”, afirma Paulo Zahr, fundador das duas empresas.

A Orthodontic planeja investir R$ 6 milhões em tecnologia da informação e outros R$ 7 milhões só em inteligência artificial. “Estimamos que 70% dos pacientes precisam de implantes. Queremos poder identificá-los por meio de análises automatizadas de radiografias”, diz Fernando Massi, fundador.

A GlobalMed, de atendimento médico especializado, investirá R$ 10 milhões também em tecnologia e treinamento de suas equipes. Mais R$ 4 milhões irão para a abertura de seis unidades próprias. Leia mais em Folha de S.Paulo - Leia mais em sindiseg 17/06/2018



16 junho 2018

BC estima que 20 a 30 fintechs peçam registro de operação

Um dos temas que dominou as palestras e painéis do CIAB Febraban 2018, que terminou nesta quinta-feira, 14, foi as Fintechs – empresas que buscam inovação no setor financeiro utilizando a tecnologia. A regulamentação publicada pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), agora em abril, foi detalhada por Antonio Marcos Fonte Guimarães, chefe de Subunidade, Departamento de Regulação do Sistema Financeiro, segundo o qual o Banco Central estima receber pedido de registro de 20 a 30 novas empresas.

"A informação que temos é que muitos investidores internacionais aguardavam a regulamentação para tomar uma ação de entrar no mercado brasileiro", disse Guimarães, durante o painel "Fintechs de Crédito pelo Banco Central do Brasil".

As Resoluções nº 4.656 e nº 4.657 têm por objetivo fomentar a incorporação de inovações no âmbito do Sistema Financeiro Nacional, bem como estimular a participação de novas instituições provedoras de crédito.

De acordo com as resoluções, as fintechs poderãp atuar em uma de duas opções: Sociedade de Crédito Direto (SCD) ou Sociedade de Empréstimo entre Pessoas (SEP).

O modelo de negócio da sociedade de crédito direto (SCD) caracteriza-se pela realização de operações de crédito, por meio de plataforma eletrônica, com recursos próprios.

A sociedade de empréstimo entre pessoas (SPE) realiza operações de crédito entre pares, conhecidas no mercado por peer-to-peer lending. Nessas operações eletrônicas, a instituição se interpõe na relação entre credor e devedor, realizando uma clássica operação de intermediação financeira.

Dividindo o painel com Leandro Vilain, diretor de políticas de negócios e operações da Febraban, o executivo do Banco Central foi questionado pela plateia sobre a concorrência entre as fintechs e os bancos e disse que não considera este um movimento de canibalização, uma fez que as empresas entrantes não devem ocupar mais do que 10% do mercado.

Guimarães também reforçou que o objetivo da regulamentação é fomentar a criação de negócios que beneficiem o consumidor. "Principalmente para que ele não tenha que recorrer a alternativas de alto custo ou ilegais, como a agiotagem, por exemplo", reforçou.

"Não há rixa entre mercados tradicionais e fintechs", salientou Vilain, da Febraban. Segundo ele, a entidade hoje avalia como positiva a atuação das fintechs. "Há 4 anos, ouvia muito que haveria sobreposição, mas o que se vê é a existência de serviços complementares, que as vezes levam ao banco processos mais ágeis e econômicos. Até o momento não há qualquer grande área de canibalização", disse.

O executivo finalizou o painel elogiando a regulamentação, que dá tratamento isonômico a bancos e fintechs, ao definir que estas também são instituição financeira. Leia mais em tiinside 15/06/2018

16 junho 2018



World Insurance Report 2018: agilidade digital é um fator chave para seguradoras tradicionais

Quase 30% dos segurados no mundo, Brasil incluso, estão dispostos a comprar seguros das BigTechs, o que aumenta a necessidade dos provedores tradicionais desenvolverem modelos operacionais prontos para o futuro e que satisfaçam os anseios de seus clientes

Enquanto as companhias de seguros lutam para oferecer uma melhor experiência aos clientes, as BigTechs – grandes empresas de tecnologia como a Amazon e o Google - estão prontas para entrar no setor de seguros. No entanto, se as seguradoras forem capazes de melhorar sua agilidade digital e desenvolver modelos operacionais prontos para o futuro, elas terão a oportunidade de atrair e reter clientes para competir com essa disrupção. A conclusão faz parte do World Insurance Report 2018 (WIR ou Relatório Mundial de Seguros, em tradução), concebido pela Capgemini em colaboração com a Efma, que entrevistou segurados e empresas de 20 países, entre eles o Brasil. O estudo também examina como as seguradoras tradicionais ficaram atrasadas na comparação com seus pares bancários no atendimento às demandas dos clientes, deixando-os “vulneráveis” aos concorrentes não tradicionais.

“O uso de dados e a capacidade de oferecer uma experiência ao cliente verdadeiramente digital são fatores críticos para a seguradora do futuro, algo no qual grandes empresas de tecnologia, como a Amazon e o Google, se destacam. A ameaça de concorrentes com esse perfil é mais real do que a indústria de seguros está disposta a admitir”, avalia Anirban Bose, Head da Unidade de Negócios Estratégicos Globais de Serviços Financeiros da Capgemini e Membro do Conselho Executivo do Grupo. "As seguradoras, avaliadoras de risco por natureza, devem urgentemente voltar o seu olhar para si mesmas e considerar os riscos competitivos dentro de seu próprio mercado, a fim de evoluir e sobreviver", complementa.

Seguradoras estão tentando alcançar a entrega da melhor experiência ao cliente por meio da tecnologia
As empresas de seguros ficaram em terceiro lugar, depois do varejo e do setor bancário, entre as verticais da economia com melhor delivery de experiência aos usuários, com a maior diferença entre os clientes da Geração Y[1] (de 18 a 34 anos). Embora pouco mais de 32% dos clientes da Geração Y tivessem uma experiência positiva com os bancos, menos de 26% relataram avaliação semelhante com sua seguradora. O estudo também aponta que os clientes de todos os segmentos agora aceitam uma comunicação digital no mesmo nível dos canais convencionais, com mais da metade dos segurados atribuindo um alto valor a sites corporativos para realizar transações de seguros, e mais de 40% considerando aplicativos móveis como um canal importante.

Como as novas tecnologias digitais habilitam serviços inovadores e de valor agregado, quase 46% dos “tech-savvy” (clientes com experiência em tecnologia) e 38% dos clientes da Geração Y estão dispostos a receber ofertas de seguros proativas e personalizadas por meio de diversos canais, o que pode gerar novas oportunidades de receitas.

BigTechs estão prontas para tirar vantagem dos erros do setor de seguros
As grandes organizações multinacionais de tecnologia, representadas pelas BigTechs, estão se preparando para estabelecer presença no setor de seguros se apropriando de sua reputação de excelência na experiência com seus usuários. Globalmente, como mostram os dados do World Insurance Report 2018, 29,5% dos consumidores afirmaram que considerariam comprar pelo menos um produto de seguro de uma BigTech, o que representa um aumento de 12 pontos percentuais em relação a 2015, quando apenas 17,5% dos segurados indicaram essa disposição.

A Geração Y e os “tech-savvy” parecem mais inclinados a abandonar a fidelidade às seguradoras tradicionais. Esses clientes citam experiências não tão positivas com as empresas tradicionais, mas também revelam uma maior probabilidade de trocar de seguradora em 12 meses e estão mais abertos à compra de produtos de seguro das BigTech.

Preferências dos clientes impulsionam investimentos das seguradoras em agilidade digital
Disrupções motivadas por fatores de mercado, tanto tecnológicos como organizacionais, juntamente com as ambições das BigTechs, estão tornando a adoção de modelos de operação digitalmente ágeis uma necessidade. As InsurTechs - novas empresas de seguros que se pautam em inovações tecnológicas para concentrar eficiências e atrair segmentos específicos de clientes -, estão liderando o caminho da agilidade digital. Nesse sentido, a colaboração entre as seguradoras tradicionais e as InsurTechs é essencial para obter mais eficiência e diminuição dos custos a partir das capacidades digitais em todo o segmento.

De acordo com o World Insurance Report 2018 mais de 80% das seguradoras citam a evolução das preferências dos clientes como o fator mais crítico a impulsionar a agilidade digital, com seus investimentos fornecendo insights sobre o futuro da indústria. Quase dois terços das companhias de seguros estão testando relógios inteligentes e dispositivos “vestíveis”; mais de um terço implantou telemática e pouco acima dos 55% estão investindo em reconhecimento de fala e blockchain, com a automação robótica de processos sendo, atualmente, a tecnologia digital mais implementada entre eles.

“Para obter valor de seus investimentos, as seguradoras precisam pensar no quadro geral e desenvolver uma abordagem holística, que possa ser fortalecida pelas capacidades das InsurTechs, em vez de optar por uma adoção gradual”, comenta Vincent Bastid, CEO da Efma.

Modelos operacionais habilitados para o futuro garantem sustentabilidade a longo prazo
Para obter sucesso na era digital, o relatório destaca que as seguradoras devem fomentar a agilidade digital e desenvolver modelos operacionais capazes de oferecer uma experiência superior ao segurado, reunindo o melhor dos canais digitais e tradicionais. Por exemplo, mais de 65% dos entrevistados ressaltaram que a personalização de ponta a ponta da jornada do cliente era sua maior necessidade. No entanto, para isto, as seguradoras precisam de um ecossistema digitalmente integrado, que interconecte as seguradoras com clientes e parceiros, a fim de permitir um fluxo eficiente de informações e serviços.

Um ecossistema integrado digitalmente suportaria os serviços personalizados em tempo real que os clientes estão esperando e demandando. Com a agilidade digital aprimorada, as companhias de seguro poderão obter maior percepção das necessidades do segurado e melhorar o tempo de comercialização de inovações, ao mesmo tempo em que poderão gerar uma maior eficiência operacional e redução de custos - conclui o relatório.

Sobre o World Insurance Report 2018
O World Insurance Report (WIR) 2018 abrange todos os três segmentos gerais de seguros - vida, não-vida e seguros de saúde. O relatório deste ano se baseia em pesquisas realizadas em 20 mercados: Alemanha, Austrália, Bélgica, Brasil, Canadá, China, Cingapura, Espanha, Estados Unidos, França, Holanda, Hong Kong, Índia, Itália, Japão, México, Noruega, Reino Unido, Suécia e Suíça. O estudo fornece informações sobre as preferências, expectativas e comportamentos dos segurados em relação a tipos específicos de transações de seguros.

Para mais informações, explore o website do relatório em www.worldinsurancereport.com.

Sobre a Capgemini - Um dos líderes globais em consultoria, serviços de tecnologia e transformação digital, a Capgemini se mantém na vanguarda da inovação, para apoiar seus clientes, de maneira abrangente, em oportunidades de nuvem, tecnologias digitais e plataformas, que estão em constante evolução. Com base em nosso sólido patrimônio de 50 anos e no profundo conhecimento específico em indústrias, apoiamos organizações na concretização de suas ambições de negócios, por meio de uma completa gama de serviços que cobrem desde a estratégia até a operação. A Capgemini tem a convicção de que o valor da tecnologia para os negócios vem das pessoas e por meio delas. Somos uma empresa multicultural de 200 mil profissionais, distribuídos em mais de 40 países. Em 2017, o Grupo Capgemini reportou uma receita global de 12,8 bilhões de euros. Visite-nos em https://www.capgemini.com/br-pt/. People matter, results count.

Sobre a Efma - Uma organização global sem fins lucrativos, criada em 1971 por bancos e seguradoras, a Efma facilita o networking entre tomadores de decisão. Fornece insights de qualidade para ajudar os bancos e as seguradoras a tomarem as decisões certas para promover a inovação e impulsionar sua transformação. Mais de 3.300 marcas em 130 países são membros da Efma. Sede em Paris. Escritórios em Londres, Bruxelas, Barcelona, Estocolmo, Bratislava, Dubai, Mumbai e Cingapura. Visite www.efma.com. Leia mais em maxpress 16/06/2018




Edtech Kanttum recebe aporte de fundo de Venture Capital gerido pela Cedro Capital

Meta da empresa é acelerar sua expansão no Brasil e reforçar as soluções pedagógicas do seu produto de capacitação de professores

A Kanttum, única edtech no mercado nacional a desenvolver soluções tecnológicas para desenvolvimento e formação continuada de professores, dá um novo passo em seu processo de crescimento e consolidação de mercado. A empresa acaba de receber um investimento de um fundo de venture capital gerido pela Cedro Capital, gestora de fundos e recursos, com o objetivo de desenvolver e acelerar seu negócio.

A Startup surgiu em julho de 2014 com uma ferramenta tecnológica que possibilitava ao professor gravar sua aula e compartilhar com seus alunos para que eles pudessem rever a qualquer momento. O aplicativo chamava-se Replay4me. Com a evolução e foco em produtos direcionados a docentes, a empresa desenvolveu e concentra esforços hoje no aprimoramento da plataforma Teach Growth, utilizada por instituições de ensino para a geração de evidências a partir da observação de sala de aula, mentoria e feedback (desempenho do professor, engajamento de alunos). Assim a Kanttum contribui para o desenvolvimento dos professores e também gera indicadores pedagógicos para as escolas construirem seu plano de formação de docentes.

O CEO e fundador da Kanttum, Pablo Sales, tem objetivos já bem definidos para o aporte: abertura de um escritório em São Paulo, criação de um time pedagógico e ampliação da equipe de tecnologia e desenvolvimento. “Criaremos um time de educadores na Kanttum. Serão responsáveis pela estruturação dos planos de formação docente, criação de rúbricas, protocolos de habilidades e competência dos professores, coaching, mentoria e feedback. Queremos entregar uma solução completa para as escolas”, explica Pablo Sales, que completa: “Nossa meta é abrir um escritório em São Paulo para instalarmos nossa equipe de marketing e vendas”.

A Kanttum conquistou seu primeiro cliente em 2015 com a contratação do serviço pelo colégio Pentágono de São Paulo. Com mais de 300 professores, a instituição de ensino adotou a tecnologia do aplicativo Teach Growth. Ainda no mesmo ano, a startup foi selecionada pela Fundação Lemann para participar do Start-ed, programa de mentoria em parceria com a Endeavor. “Durante seis meses recebemos mentoria para aprender sobre formação de professores e mercado educacional”, conta Pablo.

Em 2016 a Kanttum ampliou sua operação com a conquista de clientes como Grupo Anima, Eleva, Insper e Cultura Inglesa. Em 2017 fechou uma parceria com o Centro Lemann em Stanford para formação de professores de matemática. O programa PED no Brasil opera através de um consórcio que conta com 7 Instituições de Ensino Superior e as Secretarias de Educação do Ceará e Pernambuco.

Para 2019 a meta da Kanttum é dobrar a base atual de clientes. “O objetivo é atendermos aproximadamente 500 escolas e nos próximos anos formarmos cerca de 25 mil professores por meio de nossa plataforma”, prevê Pablo. por  Jonathas Ruiz Adicionar Leia mais em segs 16/06/2018



Liquidez e preço atrativo aquecem mercado de fusões e aquisições

Apesar das incertezas políticas e econômicas, o mercado brasileiro de fusões e aquisições continua bem movimentado.

Para o presidente da consultoria EY no Brasil, Luiz Sérgio Vieira, há três razões para isso:  a combinação de dinheiro disponível com preços atrativos; empresas precisando vender ativos; e projetos de infraestrutura, em especial na área de petróleo e gás. .. Leia mais em valoreconomico 16/06/2018



Robert Downey Jr, Will Smith e outras estrelas investem em startup de seguros

O setor, chamado informalmente de “insurtech”, tem atraído a atenção (e o dinheiro) dos magnatas de Hollywood

Esta empresa não é um nome muito conhecido do Vale do Silício, mas seus investidores certamente são.
A Ethos Technologies, sediada em São Francisco e fruto de dois MBAs em Stanford, foi fundada em 2017. O principal produto da empresa é um processo simplificado e acessível para a contratação de seguros de vida a termo — que paga o benefício se o segurado morrer dentro de um determinado período de tempo. A Ethos acaba de levantar US$ 11,5 milhões em uma rodada liderada pela Sequoia Capital, do Vale do Silício.

Outros investidores na rodada, no entanto, são menos previsíveis, incluindo o fundo de investimento da empresa de entretenimento Roc Nation, do rapper Jay Z; a Downey Ventures, do ator Robert Downey Jr.; a Durant Co, da estrela de basquete Kevin Durant; e a Smith Family Circle, do também ator Will Smith.

Embora o seguro de vida possa não parecer um negócio que chame a atenção dos magnatas de Hollywood, cada vez mais investidores de capital de risco estão se envolvendo com startups da área de “insurtech”, como é conhecida por lá. De acordo com um relatório de maio da empresa de pesquisa CB Insights, o número de investidores de capital de risco que participam do setor aumentou para 217 em 2017, ante 53 em 2012. Nesse intervalo, eles investiram US$ 9 bilhões nessas startups.

Para se destacar em uma área lotada, a Ethos usa a “mais recente tecnologia e análise preditiva”, disse o co-fundador e CEO Peter Colis, e corta a papelada dos candidatos. Cerca de “99% dos nossos clientes não tiveram exames médicos ou de sangue exigidos, [nem passaram por] processos de aprovação tradicionalmente longos”, disse Colis. As pessoas podem se inscrever para o seguro de vida em 10 minutos e os planos da empresa começam em US$ 6 por mês — com os preços subindo na mesma medida. “Usando o software, podemos ajudar um grande número de clientes em escala, independentemente do tamanho de suas políticas”, acrescentou Colis.

A empresa está atualmente licenciada para operar em 49 estados norte-americanos. Ela Utiliza a Assurity Life Insurance para as assinaturas e obtém o resseguro através da Munich RE.

Apesar da confiança de Colis, a rodada de financiamento repleta de estrelas o encontrou em uma posição ainda desconfortável. Antes de levantar o dinheiro, a Downey Ventures e a agência de talentos Creative Artist Agency enviaram uma grande equipe para os escritórios da Ethos. “Não tínhamos cadeiras suficientes no escritório para todos”, disse Colis. “Então fiz o ‘pitch’ de 60 minutos sentado em um aquecedor — enquanto tentava parecer tranquilo”, disse ele. “Um dos nossos primeiros usos do investimento foi a compra de mais cadeiras.”

Na sequência, a empresa terá como objetivo conquistar clientes que ainda não tenham comprado um seguro, além de tentar convencer as pessoas a mudar de seguradora. De acordo com um estudo realizado pela insuranceQuotes.com, um site especializado em dados de seguro, mais de um terço dos adultos norte-americanos não tem uma apólice de seguro de vida. No entanto, a concorrência no espaço já é alta, com outras startups como a Ladder Financial e a Social Finance, oferecendo produtos similares. Roelof Botha, da Sequoia, que liderou esta rodada de financiamento, diz estar confiante de que há muito espaço para o crescimento da Ethos.

“É uma equipe que fez muito com muito pouco”, disse Botha. “Isso mostra uma criatividade e desenvoltura que é atraente como investidor”. Botha também se juntará ao conselho da Ethos como parte da rodada. Leia mais em gazetadopovo 16/06/2018



Otis pede para subir

O mercado brasileiro de elevadores despencou de 15 mil para 7 mil unidades por ano, entre 2012 e 2017, mas a líder do setor aumentou os investimentos e comprou uma divisão da concorrente Mitsubishi. Saiba onde a empresa quer parar

O executivo paulista Júlio Belinassi, presidente da fabricante de elevadores Otis na América do Sul, é conhecido por seus pares como um autêntico workaholic. Em duas décadas na companhia, criou o hábito de ser um dos primeiros a chegar à fábrica de São Bernardo do Campo (SP), a única da companhia na América Latina, e de deixar o escritório quando a novela das nove já está perto do fim. Quando não está na sede da empresa, dá expediente em uma das 30 filiais pelo País ou está em reuniões com clientes e fornecedores. “O mundo não para, os negócios não param e, por isso, não podemos dormir no ponto”, disse Belinassi, que começou na Otis como um engenheiro de manutenção.

Essa rotina tem ficado mais intensa desde 2016, quando assumiu o comando da operação regional da maior empresa do ramo no mundo, dona de um faturamento global de US$ 12,3 bilhões. O executivo recebeu a missão da matriz em Farmington, no Estado americano de Connecticut, de fazer a Otis subir enquanto o mercado descia.

Entre 2012 e 2017, as vendas totais de elevadores no mercado brasileiro despencaram de 15 mil para 7 mil unidades por ano, afetadas pela crise do setor da construção civil. “Foi um dos períodos mais desafiadores da Otis em 110 anos de história no Brasil”, afirma Belinassi. “Tivemos de colocar em prática um grande plano de reformulação de nosso modelo de negócios.”

O plano de reformulação se resume, basicamente, no conceito de seguir na contramão. Ao enxergar oportunidades de aquisições, comprou a divisão de elevadores da Mitsubishi Electric no Brasil. Com o negócio, que não teve o valor divulgado, incorporou ao seu portfólio as marcas LGTech e Melco, que pertenciam ao grupo japonês. “Mesmo no período mais difícil da crise, mantivemos em mente a certeza de que o mercado brasileiro, um dos dez maiores da Otis no mundo, voltaria a crescer”, diz Belinassi. “Acredito que voltaremos aos patamares recordes daqui a quatro ou cinco anos.”

A compra da Mitsubishi não apenas garantiu um aumento de quase 40% na capacidade de produção, como também gerou um forte aumento da demanda por serviços de reforma e de manutenção de elevadores, esteiras e escadas rolantes. A divisão, que antes da crise respondia por 50% das receitas, hoje representa cerca de 70% do faturamento. “As vendas de elevadores novos caíram muito, é verdade, mas muitas empresas decidiram reformar e modernizar seus elevadores antigos, um movimento que resultou em muitos novos contratos”, afirma o presidente.

Ascensão: elevadores e escadas rolantes da Otis em Xangai, na China. O país responde por metade das compras mundiais do setor, puxadas pela forte demanda do mercado imobiliário e pelas obras de infraestrutura

Graças ao crescimento da procura por serviços, segundo Belinassi, as receitas da Otis crescem a um ritmo de dois dígitos há mais de dois anos. “A empresa conseguiu reequilibrar suas fontes de receita em todos os mercados que tiveram grandes oscilações nos últimos anos, não apenas no Brasil, mas em mercados da África e América Latina”, diz o consultor Joey Feldman, analista de infraestrutura da corretora americana Telsey. “Com a China comprando metade de toda produção mundial de elevadores, as turbulências de alguns mercados tiveram impacto reduzido nos resultados globais das companhias.”

Para continuar subindo, a Otis aposta, principalmente, nas novas tecnologias. Depois de investir US$ 30 milhões na fábrica e no desenvolvimento de um centro de inovação no Brasil, nos últimos dois anos, fechou parceria com Apple, Microsoft e AT&T para a construção do “elevador do futuro”, como Belinassi define. Trata-se de um aplicativo de celular batizado de iCall, que, conectado à rede do edifício, informa a aproximação do usuário para que o elevador se posicione no piso correto, sem a necessidade de botões.

Além disso, leva o passageiro ao escritório ou à residência sem qualquer comando manual. Esses mesmos elevadores, ou os antigos que receberem a tecnologia, terão a capacidade de se comunicar com a central e informar eventuais problemas, como hoje funcionam frotas de aviões de companhias áreas. “Em menos de 12 meses, esse produto estará disponível para a venda no Brasil, revolucionando o modo como hoje se utiliza o elevador”, diz Belinassi. Leia mais em istoedinheiro 15/06/2018






Com apetite para crescer

A fusão entre a Sapore e a IMC e a possível venda da operação brasileira da Domino's aquecem o setor de alimentação. Entenda os reflexos no mercado

Na quarta-feira 13, as ações da International Meal Company (IMC), dona do Frango Assado e do Viena, fecharam o pregão da B3 com uma valorização de quase 8%, enquanto o Índice Ibovespa caiu 0,87%. A alta dos papéis da empresa foi impulsionada pela notícia de que a sua fusão com a Sapore, terceira maior companhia de refeições coletivas do Brasil, estaria, por fim, em vias de ser concluída. A combinação entre os dois negócios era discutida desde o fim do ano passado, mas tinha emperrado em fevereiro, quando um desentendimento entre as partes parecia ter colocado um ponto final na transação.

No último mês, as conversas foram retomadas e, agora, a união foi selada. Um dia antes, outro grande negócio movimentou o setor de alimentação e ficou sob os holofotes de analistas e investidores: a possível venda da operação brasileira da rede de pizzarias Domino’s para a gestora Vinci Partners, a mesma que detém 13% do Burger King Brasil. “O setor está bem aquecido”, diz Douglas Carvalho, sócio-fundador da boutique de fusões e aquisições Target Advisor. “São negócios atraentes porque dá para crescer muito rápido e operam em um mercado extremamente pulverizado.”

No caso da fusão da IMC com a Sapore, a visão de especialistas é de que o acordo é positivo para as duas empresas. Para a dona do Frango Assado, o principal ganho vem das sinergias que a união traz, tanto em termos de compras com os fornecedores quanto de eficiência operacional. A estimativa apresentada pela Sapore, em fevereiro, é de que as sinergias seriam da ordem de R$ 130 milhões.

Além disso, a combinação cria uma operação com uma receita líquida de R$ 3,1 bilhões, lucro líquido de R$ 37,9 milhões e mais de 24 mil funcionários, considerando os dados do ano passado. “O negócio tem potencial para gerar muito valor e impulsionar o crescimento das redes da IMC”, afirma Alberto Serrentino, fundador da consultoria Varese Retail. As vendas da empresa de restaurantes têm caído desde 2016. Nos últimos dois anos, a queda acumulada foi de 7,6%. Para a Sapore, o ganho será principalmente na diversificação de receitas, já que a empresa fundada e comandada por Daniel Mendez entrará com força em um ramo no qual ainda possui uma presença tímida.

Perfil: no Brasil, a presença da Domino’s ainda é modesta, com 220 unidades espalhadas pelo País. A rede faz parte, desde 2004, do Grupo Trigo
Um dos pontos que geraram conflitos entre as partes foi a participação de cada empresa no negócio. Antes do anúncio, as negociações tinham evoluído para um formato em que a IMC deteria 65% do capital e, a Sapore, os 35% restantes. A expectativa era a de que a empresa de refeições coletivas fizesse ainda uma Oferta Pública de Aquisição (OPA) para 25% das ações da IMC, o que criaria uma porta de saída para os acionistas atuais. O mais relevante hoje é a gestora americana Advent, que detém 10% das ações. A situação da Domino’s é distinta. Há alguns meses, o Grupo Trigo, que controla a marca no Brasil, tem mantido conversas com diversos fundos de investimentos para a venda de uma fatia ou do controle da operação. No início da semana passada, rumores de que ela teria sido vendida para a gestora Vinci Partners, pelo valor de R$ 300 milhões, começaram a circular no mercado.

O presidente do Grupo Trigo, Antonio Moreira Leite, nega que a transação já tenha sido fechada. “Estamos há meses negociando com diversos fundos, mas ainda não há nada concreto”, diz o executivo. “A nossa intenção é achar um parceiro para acelerar a expansão da Domino’s no Brasil”. Hoje, a marca conta com 220 lojas no País, uma presença considerada modesta no contexto do mercado. Para Fernando Cardoso, chefe da área de alimentação da AGR Consultores, a entrada de um potencial investidor com o perfil da Vinci Partners, seria extremamente positiva para o crescimento da marca. “Se a Vinci repetir o que fez com o Burger King, devemos esperar taxas elevadas de crescimento”, afirma o analista. Procurada, a Vinci não respondeu ao pedido de entrevista. Luana Meneghetti, Pedro Arbex Leia mais em istoedinheiro15/06/18 





Grupos IMC e Sapore unem suas operações

A International Meal Company (IMC), dona das redes Frango Assado e Viena, e a Sapore, uma das maiores fornecedoras de alimentação para empresas do País, vão unir suas operações. O acordo foi concluído na noite de ontem. Na fusão, a Sapore será incorporada pela IMC e ficará com 35% do negócio.

As negociações começaram em janeiro e ganharam força nos últimos dias, disse Elezir da Silva Junior, diretor Financeiro da Sapore.

A união entre as duas empresas do ramo de alimentação criará uma companhia com faturamento líquido de R$ 3,3 bilhões, com base nas receitas da IMC e da Sapore, somadas, em 2017.

A operação será submetida à aprovação do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade). A expectativa é de que a IMC faça, nos próximos 90 a 120 dias, uma oferta pública de ações (OPA) para a venda de 25% de seu capital, com o preço dos papéis a R$ 9,30. Com isso, o empresário Daniel Mendez, fundador da Sapore, aumentará sua fatia no negócio para 41,79%, firmando-se como o maior acionista individual.

Newton Maia, presidente da IMC, vai continuar no cargo após a unificação das duas companhias. Ontem, os papéis da empresa fecharam cotados a R$ 8,35. Além do Brasil, a IMC tem atuação nos EUA, Colômbia, México e países do Caribe.

A Sapore estava em busca de alternativas para crescer dentro e fora do País. Originalmente, a companhia de Daniel Mendez queria ser a controladora do novo negócio. No entanto, encontrou resistência da IMC, e as negociações esfriaram.

A Sapore foi assessorada no acordo pela Riza Capital, e a IMC, pelo Itaú BBA.

Estratégia. Com a união das duas empresas, o fundo americano Advent, que já chegou a ser o controlador da IMC, deverá diluir sua participação. A gestora tem 10% de fatia da companhia. O Advent está redefinindo suas investimentos no Brasil. No início de junho, comprou 80% das operações do Walmart no Brasil e deverá promover uma ampla reestruturação na varejista, que ampliará seu foco no formato atacarejo. Em 2017, vendeu importantes negócios, como o terminal portuário TCP e uma participação no laboratório Fleury. Procurado, o fundo não comentou. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. Leia mais em dci 16/06/2018

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INTERNATIONAL MEAL COMPANY ALIMENTAÇÃO S.A. FATO RELEVANTE

International Meal Company Alimentação S.A. (B3: MEAL3), sociedade por ações com registro de companhia aberta categoria “A”, com sede na Cidade de São Paulo, Estado de São Paulo, na Avenida das Nações Unidas, 4.777, 12o andar (“IMC” ou “Companhia”), em seguimento aos fatos relevantes de 9 e 21 de fevereiro e 13 de junho e ao comunicado ao mercado de 27 de março de 2018, informa o quanto segue:

Em reunião realizada nesta data, o Conselho de Administração aprovou a celebração do Acordo de Associação (“Acordo de Associação”) com a Abanzai Representações S.A. e sua controlada Sapore S.A. (“Sapore”), estabelecendo as bases para uma potencial combinação de negócios entre as companhias (“Operação”).

A combinação da IMC e Sapore, caso implementada, resultará em uma companhia líder na América Latina com faturamento superior a R$3 bilhões e operações complementares nos segmentos de serviços e varejo de alimentos, contando com mais de 1,4 mil pontos de vendas distribuídos em 5 países e com mais de 25 mil funcionários.

A administração acredita que a Operação trará benefícios aos acionistas da IMC (i) por meio do aproveitamento de importantes sinergias nos seus negócios, tais como a otimização de contratos de compras, ganhos em logística e suprimentos e estrutura administrativa; (ii) com o compartilhamento de melhores práticas operacionais trazendo mais eficiência e qualidade nos restaurantes; e (iii) diante de plataforma mais robusta para a expansão dos negócios da IMC e Sapore, com a otimização do time e rede de suprimentos, o que permitirá a abertura de novos restaurantes e a busca por novos contratos de alimentação corportativa.

O Acordo de Associação prevê, como premissa, que os acionistas da Sapore tornem-se titulares de ações de emissão da IMC correspondentes até 41,79% do seu capital social ao final da Operação, a qual será implementada por meio das seguintes etapas:

  • (i) a realização de uma oferta pública voluntária, a ser lançada por sociedade do grupo Sapore (“Ofertante”), para a aquisição de até 25% das ações representativas do capital social da IMC, pelo preço de R$ 9,30 (nove reais e trinta centavos) por ação de emissão da IMC, que corresponde à média, ponderada pelo volume, da cotação das ações nos últimos 30 dias que antecederam a data de celebração do Acordo de Associação, acrescida de um prêmio de 20,4% (“OPA”), cuja liquidação estará condicionada à aprovação, pelos acionistas da IMC, da Incorporação, a seguir definida; e
  • (ii) aprovação pelos acionistas da IMC, reunidos em assembleia geral extraordinária a ser realizada após a publicação do edital da OPA (“AGE”), de, entre outras coisas, (a) incorporação ou incorporação de ações, pela IMC, da Ofertante ou de sociedade que detenha, direta ou indiretamente, a totalidade das ações de emissão da Ofertante e da Sapore, com base em relação de substituição de ações da qual decorra a titularidade, pelos acionistas da Sapore, de ações representativas de 35% do capital social da IMC (“Incorporação”), sendo certo que tal relação de substituição de ações será ajustada em certas hipóteses comuns a este tipo de transação, inclusive em decorrência de alterações na dívida líquida das sociedades até data de efetivação da Incorporação; (b) redução do capital social da IMC com restituição aos seus acionistas, sem o cancelamento de ações de sua emissão, até o limite da métrica estabelecida no Acordo de Associação em função da quantidade de ações efetivamente adquirida na OPA (“Redução de Capital”), sendo certo que do valor da redução de capital será descontado o valor dos tributos, conforme legislação aplicável; e (c) eleição do novo Conselho de Administração da IMC com 4 (quatro) membros a serem indicados pela Sapore, inclusive o Presidente do Conselho, e 3 (três) membros indicados pela administração da IMC (“Eleição CA”). A eficácia da deliberação de Redução de Capital estará condicionada à aprovação da Incorporação, e ambas as deliberações, Incorporação e Redução de Capital, estarão condicionadas (i) à realização do leilão da OPA; e (ii) à aprovação da Incorporação pelos acionistas da Sapore. A eficácia da deliberação de Eleição do CA estará sujeita a que a Incorporação seja finalmente implementada.

O Acordo de Associação prevê ainda que, após a efetivação da Incorporação, a governança da Companhia passará a refletir os seguintes termos:


  •  o Conselho de Administração da IMC será composto por 7 (sete) candidatos, dos quais 4 (quatro) candidatos serão indicados pela Sapore, inclusive o Presidente do Conselho; e 3 (três) indicados pela atual administração;
  •  Newton Maia será o CEO da Companhia combinada e os atuais diretores da IMC serão reeleitos para um novo mandato de 2 anos, sem alteração na estrutura ou nos cargos da diretoria; e
  •  os acionistas ou grupo de acionistas da Companhia terão, por um período de 36 meses contados a partir da consumação da Operação, o seu direito de voto limitado a 15% do total de ações ordinárias de emissão da Companhia, independentemente da quantidade de ações que possuírem, com exceção aos acionistas e controladores diretos ou indiretos do grupo Sapore, cujos votos não estarão sujeitos a tal limitação (“Limitação Temporária de Voto”). O Estatuto Social da IMC preverá que não haverá penalidade ou consequência para os acionistas que votarem a favor da supressão ou alteração da Limitação Temporária de Voto, na qual, adicionalmente, a cada ação corresponderá um voto, sem limitação.

A Operação está sujeita à aprovação pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica - CADE e a celebração dos instrumentos definitivos – dentre os quais, o protocolo da Incorporação e o edital da OPA – e à realização de auditoria satisfatória das partes, pelo prazo de até 45 (quarenta e cinco) dias a serem iniciadas em até 5 (cinco) dias úteis a contar desta data, bem como a demais condições costumeiras nesse tipo de operação.

A Companhia reitera o seu compromisso em manter os seus acionistas e mercado devidamente informados a respeito da Operação, nos termos da legislação e regulamentação aplicável.
São Paulo, 15 de junho de 2018. INTERNATIONAL MEAL COMPANY ALIMENTAÇÃO S.A. José Agote Diretor Financeiro e de Relações com Investidores Leia mais em imc 15/06/2018





Aegea conclui compra da Companhia de Saneamento do Norte por R$ 800 mi

A Aegea Saneamento e Participações informou na noite de ontem, em fato relevante enviado à Comissão de Valores Mobiliários (CVM), que concluiu a aquisição da totalidade das ações da Companhia de Saneamento do Norte, que detém 100% do capital social da Manaus Ambiental e da Rio Negro Ambiental, Captação, Tratamento e Distribuição de Águas SPE.

Conforme publicado no fato relevante divulgado em 21 de fevereiro de 2018, para fazer frente à aquisição, os atuais acionistas minoritários da Aegea realizaram aportes de capital que totalizaram R$ 150 milhões, mediante a emissão pela companhia de ações preferenciais sem direito a voto, conversíveis em ações ordinárias. O valor total da aquisição foi de R$ 800 milhões, dos quais aproximadamente R$ 400 milhões serão pagos no ano de 2018 e o valor remanescente será pago em parcelas anuais até o ano de 2020, corrigidas pela Taxa DI.

Dessa forma, a Aegea passará a atuar em 49 cidades brasileiras, em 11 Estados, atendendo 7,6 milhões de habitantes. A companhia vai implementar, na capital amazonense, seu modelo de atuação, que tem como base a eficiência operacional. De acordo com o plano de investimento estabelecido, nos próximos 5 anos estão previstos R$ 560 milhões para a ampliação da cobertura dos serviços de água e esgotamento sanitário.

Até 2030, é esperado que o município tenha 80% do esgoto tratado e coletado.Segundo a Aegea, Manaus conta, atualmente, com índice de 75% de perdas de água e 19,2% de cobertura de esgoto. Estadao Leia mais em dci 16/06/2018