30 junho 2016

L’Oréal compra marca de perfumes Atelier Cologne

A Atelier integrará o portfólio de luxo da L’Oréal, que inclui marcas como Armani Privé e Le Vestiaire des parfums by Yves Saint Laurent... Leia mais em Valor econômico 30/06/2016

30 junho 2016



Vale vende três supernavios para banco chinês por US$ 269 milhões

A Vale e um consórcio liderado pelo ICBC International, uma subsidiária integralmente controlada pelo Industrial and Commercial Bank of China, concluíram hoje a transação de compra e venda de três navios VLOCs com capacidade de 400 mil toneladas, atualmente operados pela Vale.

A transação totalizou aproximadamente US$ 269 milhões e o valor será recebido pela Vale mediante a entrega dos navios, que está prevista para acontecer em agosto de 2016.

A Vale também está negociando a venda de outros navios, o que é consistente com a sua estratégia de fortalecer o balanço e focar nos ativos ligados à sua principal atividade.  Leia mais arenadopavini 30/06/2016



Em fase de aquisições, Extrafarma muda marca

A Extrafarma, braço de varejo de farmácias do grupo Ultra, mudou a logomarca da companhia, num movimento que também envolve a reforma de lojas nos últimos meses.

A alteração na marca começou a ser implementadas hoje nas lojas de Belém (PA), e a ... Por Adriana Mattos | Leia mais em Valor Econômico 30/06/2016



Odebrecht TransPort reforça caixa com R$ 625 milhões para investimentos

A Odebrecht TransPort, empresa de mobilidade urbana, rodovias, aeroportos e logística da Organização Odebrecht, anunciou nesta quinta-feira uma série operações que vão reforçar seu caixa em R$ 625 milhões "para dar continuidade a investimentos que contribuem para a melhoria da infraestrutura, a retomada do crescimento econômico do país e a criação de empregos", de acordo com o presidente da companhia, Paulo Cesena.

Uma das transações da Odebrecht TransPort, que está em fase de aprovação por seu Conselho de Administração, será a emissão, por parte de sua subsidiária integral Odebrecht Rodovias, de debêntures privadas com prazo de 5 anos no valor de R$ 350 milhões.

Além disso, a Odebrecht Rodovias assinou com a CCR um contrato de compra e venda pelo qual transferirá integralmente sua participação acionária na concessionária ViaRio, no Rio de Janeiro.

A ViaRio, que será inaugurada em breve, é uma via expressa que ligará a Barra da Tijuca a Deodoro e conecta as maiores instalações dos Jogos Olímpicos, como a Vila dos Atletas, o Parque Olímpico e o Parque Radical. Nela, a Odebrecht Rodovias divide a sociedade de forma igual com a CCR e a Invepar, cada uma com 33,33%.

Além disso, a Montgomery, outra subsidiária da Odebrecht TransPort, também recebeu da CCR proposta firme para a compra dos seus 15% de participação na ViaQuatro. Trata-se da concessionária da Linha 4 Amarela de metrô em São Paulo, que liga o Centro à Zona Oeste. Atualmente, a CCR detém 60% da ViaQuatro; a Odebrecht TransPort, via Montgomery, 15%; a RuasInvest, também 15%; e a Mitsui, 10%.

Como no caso da ViaRio, a efetivação da transação da ViaQuatro depende de autorizações legais. Ambas as operações representam para a Odebrecht TransPort e suas subsidiárias a entrada em caixa de R$ 275 milhões.

A Odebrecht TransPort informou em comunicado que "as operações agora realizadas decorrem da análise, que deve ser contínua e permanente, da situação do país e dos mercados, considerando, entre outros pontos, a necessidade de desmobilização total ou parcial de participação acionária em ativos que não sejam considerados estratégicos".

"A crise econômica e a forte retração do crédito disponível para financiar projetos nos obrigaram a reavaliar as nossas opções estratégicas, particularmente associadas à alocação de capital e diversidade de negócios", disse o diretor financeiro da Odebrecht TransPort, Marcelo Felberg.

"O nosso foco será nos projetos em carteira nos quais temos controle acionário ou participação significativa e que também ofereçam oportunidades de crescimento, escala e perfil de risco ajustado ao retorno adequado", acrescentou.

Para Paulo Cesena, "medidas do governo federal estão sinalizando a possibilidade de recuperação de um ambiente propício ao investimento".

"Estou confiante em que a equipe econômica criará mecanismos eficientes de financiamento que sirvam tanto aos projetos das fases anteriores do Programa de Investimentos em Logística como às futuras concessões, pois esta é a maneira mais rápida de atrair investidores, criar empregos e colocar em funcionamento o relógio do crescimento econômico", argumentou Cesena.  EFE Leia mais em bol.uol 30/06/2016



Deutsche Börse fecha venda da ISE a Nasdaq por US$ 1,1 bi

Nasdaq: o novo presidente da DB quer que a companhia seja a número 1 ou 2 em todas as áreas de negócio que administra

A operadora Deustche Börse (DB), responsável pelo gerenciamento da Bolsa de Valores de Frankfurt, na Alemanha, informou nesta quinta-feira que fechou a venda da Bolsa de opções americana International Securities Exchange (ISE) a Nasdaq por US$ 1,1 bilhão.

A Bolsa de empresas tecnológicas Nasdaq está adquirindo a ISE, que administra três Bolsas eletrônicas de opções nos Estados Unidos, assim como sua matriz U.S. Exchange Holdings.

A DB disse também que nos últimos meses foram concedidas todas as permissões regulatórias necessárias para a venda, das quais as duas partes chegaram a um acordo no início de março.

Assim, a Nasdaq fortalece seu negócio de opções sobre ações e terá acesso à excelente tecnologia da ISE, enquanto a DB consegue uma importante injeção de liquidez com a venda.

Nos Estados Unidos existem 14 plataformas de negociação com opções, das quais a ISE e a Nasdaq têm três respectivamente.

O acordo, no entanto, não contempla as participações na Bats Global Markets e na Digital Asset Holding, que seguirão sendo da Deutsche Börse.

O novo presidente da DB, Carsten Kengeter, quer que a companhia seja a número 1 ou 2 em todas as áreas de negócio que administra e por isso prefere avaliar outras opções onde não se pode conseguir esse objetivo.

A DB adquiriu a ISE, cuja sede está em Nova York, em 2007, antes da explosão da crise financeira internacional, e fez parte do mercado de derivados Eurex. EFE Leia mais em exame 30/06/2016



Francesa Sanofi e alemã Boehringer anunciam troca de ativos

A empresa francesa Sanofi e a alemã Boehringer assinaram nesta segunda-feira, 27, contrato para a troca de ativos entre elas. A empresa francesa passará a divisão de saúde animal (Merial) para a alemã, recebendo em troca sua unidade de produtos de saúde humana (CHC). A troca foi confirmada pelas empresas em um comunicado divulgado nesta segunda.

A assinatura do acordo marca um importante passo para a conclusão da transação, esperada para o final de 2016. A operação é considerada estratégica e permitirá às companhias aumentar a presença e escala nos diferentes segmentos do setor farmacêutico.

A Merial é avaliada em 11,4 bilhões de euros, enquanto a CHC vale 6,7 bilhões de euros. A operação contará com um aporte de 4,7 bilhões de euros que serão pagos à Sanofi, para compensar a diferença de valores.

A combinação da Merial com a Boehring promoverá uma complementaridade dos portfólios e tecnologias no ramo de antiparasitas, vacinas e outros segmentos farmacêuticos no segmento animal.

A expectativa é que a divisão animal da Boehringer duplique a receita registrada em 2015, quando as vendas somaram 3,8 bilhões de euros.(Isto É Dinheiro) Leia mais em ovosite 29/06/2016



Brookfield está perto de comprar Odebrecht Ambiental

Odebrecht Ambiental: fatia de 70% que pertence à Odebrecht será vendida; outros 30% continuam com o FI-FGTS

A gestora canadense Brookfield está perto de fechar a compra do controle da Odebrecht Ambiental, apurou o jornal O Estado de S. Paulo.

Fontes próximas às negociações afirmaram que as conversas avançaram bastante nos últimos dias e que o processo está passando pelos últimos ajustes.

O negócio envolve apenas a parte da Odebrecht na subsidiária, de 70%. O restante deve continuar com o FI-FGTS, sócio na companhia de concessões públicas de água e esgoto, tratamento de reúso de água e resíduos.

No total, a Odebrecht Ambiental tem 26 ativos espalhados por Brasil, México e Angola. Em 2014, último dado disponível, a empresa faturou quase R$ 2 bilhões. Procuradas, as duas empresas não quiseram comentar o assunto.

Nesta semana, a Odebrecht anunciou a venda de 57% da concessão rodoviária Rutas de Lima para a própria Brookfield.

Ao contrário do que ocorria há alguns anos, em que o apetite do conglomerado baiano era no sentido de ampliar os negócios, hoje as vendas de ativos são prioritárias para reduzir o pesado endividamento do grupo, de cerca de R$ 90 bilhões.

A empresa de saneamento é apenas um vários dos ativos colocados à venda pela Odebrecht, grupo envolvido na Operação Lava Jato, que investiga corrupção em contratos da Petrobras.

Desde que o presidente do conglomerado, Marcelo Odebrecht, foi preso há um ano, a situação financeira da empresa se deteriorou. Com vários compromissos firmados, dívida elevada e sem acesso a crédito, a alternativa para dar fôlego ao caixa da companhia tem sido a venda de ativos.

Outros ativos da companhia, como empresas de mobilidade, como Linha 4 - Amarela, do Metrô de São Paulo, estão em negociações. A empresa poderá reduzir participações em empreendimentos de logística, como o terminal de contêineres Embraport, na Baixada Santista, e o Aeroporto do Galeão, no Rio, além de empreendimentos imobiliários, que reúnem cerca de R$ 1,5 bilhão em ativos.

Energia

Outro importante negócio à venda é a Santo Antônio Energia, concessionária que administra a Hidrelétrica Santo Antônio, no rio Madeira.

Há cerca de dez dias, executivos da empresa viajaram para a China para negociar com grupos locais a participação de 28% da Odebrecht na usina, afirmam fontes próximas à companhia.

"Não basta vender alguns ativos, mas tirar do seu balanço as empresas que estão altamente endividadas", disse outra fonte.

É o caso da Odebrecht Agroindustrial, que deve concluir nos próximos dias a renegociação - entre R$ 6 bilhões e R$ 10 bilhões - de parte de sua dívida.

A solução envolve bancos nacionais - público e privado - e estrangeiros, afirmou uma fonte. Esse é um ativo considerado mais complicado para ser vendido.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. Renée Pereira, do Estadão Leia mais em exame 30/06/2016



Mercado de fusões e aquisições deve aumentar 33%, aponta estudo da Grant Thornton

Esta é a expectativa do empresariado global para os próximos três anos, mostra estudo da Grant Thornton.

Em 2015, o setor de fusões e aquisições gerou US$3.8 trilhões globalmente. E a expectativa do empresariado global é que essa performance aumente em até 33% nos próximos três anos. Os números são da pesquisa global International Business Report (IBR)– A seller´s market is set to continue after a big year for M&A, realizada pela consultoria e auditoria Grant Thornton. A amostra envolve líderes empresariais de 36 países que abriram suas expectativas para o setor dentro de um futuro próximo. Embora o cenário global seja animador, cada região apresenta características próprias e há nuances menos otimistas, de acordo com a situação da macroeconomia de cada nação.

Na América Latina, os números são os menos promissores: queda de 16%, o que era de se esperar devido à desvalorização da moeda, o baixo crédito e a falta de financiamento, como detalha o estudo. Por outro lado, a América do Norte aparenta entusiasmo, e mais de 48% dos empresários locais, participantes da pesquisa pretendem alimentar o crescimento das empresas por meio de compras. O índice também é satisfatório nas nações da União Europeia (36%). Os números correspondem à força da recuperação econômica de países desenvolvidos.

Abordagem estratégica —A principal razão para futuras aquisições é a conquista de novos mercados geográficos (60,3%), o que explica o aumento no número de negociações transfronteiras. Além disso, o estudo aponta outros motivos para as transações: criar escala (53,8%), adotar estratégia defensiva (18,6%), adquirir novas tecnologias ou marcas já consolidadas (36,1%), acessar operações de baixo custo (29,7%) e obter novos talentos e habilidades (43,4%).

O mercado brasileiro de M&A —Apesar do aumento de fontes de financiamento mais baratas e da crescente propensão a aquisições, em algumas regiões, a confiança para vender caiu ip 5%, globalmente. É o caso do Brasil, onde as atividades em 2015 se mostraram mais tímidas do que as relatadas em 2014, mas com boas perspectivas para o futuro.

“O Brasil passa por um momento de transição, com a possibilidade da melhora da previsibilidade do cenário político, uma agenda econômica menos intervencionista e uma sinalização real em busca do ajuste fiscal. O mercado de fusões e aquisições voltará a aquecer em 2017, e deverá ser puxado principalmente pelo interesse de aquisições de investidores estrangeiros em empresas brasileiras que pode levar a um novo ciclo de M&A’s”, pontua Paulo Funchal, líder da área de Transações da Grant Thornton Brasil.

Outros países que também mostram uma baixa expectativa para o futuro próximo são Índia (7%) e China (12%).

“Empresas devem considerar a aquisição como rota de acesso a novos mercados, absorção de novos talentos e habilidades e ganho de escala para crescer. Mas tais oportunidades precisam estar alinhadas aos objetivos estratégicos de médio e longo prazo, e não devem ter como objetivo um rápido retorno financeiro no curto prazo. Em uma operação de M&A internacional, é crucial a identificação de convergência cultural mínima para que o M&A tenha maior probabilidade de sucesso”, afirma Funchal.

IBR —O International Business Report da Grant Thornton (IBR) é uma pesquisa realizada há 22 anos que tem como objetivo fornecer informações sobre as opiniões e expectativas de mais de 10 mil empresas de 36 economias. São entrevistados CEOs, diretores, presidentes e outros executivos seniores, levando em conta os cargos mais relevantes para cada país.

Grant Thornton Brasil — A Grant Thornton é quinta maior empresa do ramo de auditoria, consultoria e outsourcing no Brasil. Firma-membro da Grant Thornton International no País, a empresa conta com uma equipe de especialistas, que possui muita experiência no mercado. A Grant Thornton Brasil trabalha com as mais modernas metodologias, utilizando ferramentas desenvolvidas pela organização globalmente. Leia mais em revistafatorbrasil 30/06/2016



Estúdios Lions Gate compram grupo Starz por US$ 4,4 bilhões

Os estúdios cinematográficos Lions Gate, produtores da saga "Jogos Vorazes", anunciaram nesta quinta-feira a compra da operadora americana de canais de tv a cabo Starz por 4,4 bilhões de dólares.

Esta transação, realizada tanto em efetivo como em ações, dará nascimento ao novo gigante mundial do cinema e tv, segundo a Lions Gate em seu comunicado. (Redação com AFP - Agência IN) Leia mais em investimentosenoticias 30/06/2016



Vanstar vai comprar projeto de ouro em Goiás

A mineradora canadense Vanstar Resources disse hoje (29) que assinou uma carta de intenções com a Merrygold Investments para adquirir 100% do projeto de ouro Cristalina em Goiás. Leia mais em noticiademineracao 30/06/2016
=====

VANSTAR VAI COMPRAR PROJETO DE OURO EM GOIÁS

A mineradora canadense Vanstar Resources disse hoje (29) que assinou uma carta de intenções com a Merrygold Investments para adquirir 100% do projeto de ouro Cristalina em Goiás.

O projeto Cristalina tem vários prospectos incluindo Águas Claras, Metago e Susy em uma área de 24.000 hectares. O principal prospecto, Águas Claras, contém zonas anômalas de ouro definida por estudos geoquímicos de solo e rochas ao longo de uma área de três quilômetros de comprimento por 500 metros de largura.

“Várias amostras de rochas foram coletadas nessas áreas revelando teores de ouro superiores a 18 g/t Au. Essas ocorrências estão hospedadas em saprólitos de ouro de baixo teor em um ambiente contendo camadas de quartzo com alto teor de ouro”, diz o comunicado enviado hoje ao mercado, uma vez que a Vanstar tem ações negociadas na Bolsa de Valores de Toronto.

O objetivo primário do projeto é estabelecer a razão quartzo/saprólito para definir o teor por tonelada de minério. Será necessário abrir uma série de trincheiras com comprimento de 500 metros ao longo da zona de ouro para inferir essa razão. A companhia disse também que vai conduzir testes de amostragem.

Cristalina está localizado perto de estradas federais e em um Estado favorável ao desenvolvimento da mineração, diz a empresa em nota. O município de Cristalina (GO) tem quase 240 direitos minerários ativos, sendo que 58 deles são para a pesquisa ou lavra de ouro.

O projeto Cristalina tem similaridades geológicas com a mina de Paracatu, a maior mina de ouro do Brasil, que pertence à Kinross e está em operação desde 1987. Esse depósito de ouro, diz a Vanstar, contém cerca de 690 milhões de toneladas de minério com baixo teor e já produziu mais de 475.000 onças de ouro em 2015. “O projeto Cristalina está localizado no mesmo corredor geológico que a mina de Paracatu”, diz a mineradora canadense.

A Vanstar assinou uma carta de intenções não vinculativa para comprar 100% do empreendimento. Segundo a mineradora, serão pagas as despesas incorridas pela Merrygold no projeto até o momento, 45.000 dólares canadenses. Essa empresa pertence ao geólogo Charles Beaudry, que tem longa experiência em projetos de exploração no Brasil, onde morou por cinco anos.

Também serão emitidos em favor do vendedor 250.000 opções de compra a um preço a ser determinado na data de fechamento do negócio. O vendedor vai ter direito a 2% em royalties do tipo net smelter return (NSR), incorrido sobre a produção, dos quais 1% podem ser comprados de volta, a critério da Vanstar, por 500.000 dólares canadenses.

Pelo acordo, a Vanstar vai ficar com a totalidade das ações da subsidiária canadense que, por sua vez, detém 90% da empresa brasileira que detém os direitos minerários do projeto Cristalina. A gestão do empreendimento ficará a cargo de Beaudry, como presidente e CEO da subsidiária canadense e da empresa brasileira. A Vanstar tem até 30 de setembro para concluir uma auditoria técnica (due dilligence, em inglês).

O principal projeto da Vanstar é o Nelligan, de ouro, no Canadá. Leia mais em ibram 29/06/2016



Editora Leya Educação é vendida para Grupo Escala

A editora portuguesa LeYa, que atua no Brasil há alguns anos, vendeu seu segmento de ensino, a LeYa Educação para o Grupo Escala.

O acordo foi fechado na noite de quarta-feira (29).

A Leya vinha tentando vender sua operação no Brasil há alguns meses. Chegou a procurar algumas editoras brasileiras como a Folha antecipou à época, mas o negócio não foi pra frente.

A LeYa continua atuando no brasil com segmento de obras gerais e com a UniLeYa, segmento de ensino universitário à distância. Folha de SP Leia mais em jornaisenoticias 30/06/2016



CCR anuncia compra de participação da Odebrecht em concessionária ViaRio por R$107,7 mi

O grupo de concessões de infraestrutura CCR anunciou nesta quinta-feira acordo para comprar a totalidade da participação do grupo Odebrecht na concessionária ViaRio por 107,7 milhões de reais.

A ViaRio é a concessionária responsável pela implantação, operação e manutenção da Ligação Transolímpica, via expressa de 13 quilômetros que liga os bairros cariocas de Deodoro à Barra da Tijuca. A Odebrecht tem 33,33 por cento da concessionária, a CCR outros 33,33 por cento e a Invepar o restante. (Por Alberto Alerigi Jr.) Reuters Leia mais em yahoo 30/06/2016