28 setembro 2016

SAP oficializa compra da startup de Big Data Altiscale

A compra da startup Altiscale, que tem como especialidade a oferta de serviços Hadoop e Spark baseados na nuvem no modelo de Big Data-as-a-Service (BDaaS), aumenta a escalabilidade das ofertas de Big Data distribuído em nuvem da SAP.

A SAP oficializou na terça-feira, 27, a compra da startup Altiscale, provedora de soluções de Big Data-as-a-Service (BDaaS) baseada em Palo Alto, na Califórnia. Os valores da transação não foram revelados, mas de acordo com a empresa, o negócio já foi concluído. A ideia da SAP é integrar a plataforma de BDaaS da Altiscale em seu portfólio.

A compra da Altiscale, que tem como especialidade a oferta de serviços Hadoop e Spark baseados na nuvem, aumenta a escalabilidade das ofertas de Big Data da SAP, baseada numa solução computacional distribuída na nuvem. E ainda complementa iniciativas consideradas estratégicas pela empresa, como a plataforma em nuvem SAP HANA, soluções de IoT, analytics, apps na nuvem LoB e business networks.

Em nota, Ken Tsai, vice-presidente e head de cloud platform and data management, product marketing da SAP afirma que a Altiscale foi uma escolha natural para a SAP. “Compartilhamos a mesma visão de ajudar empresas a aumentar o valor do seu negócio a partir dos dados – usando com sucesso Big Data. A Altiscale permitirá à SAP agregar valor com Big Data end-to-end nas nossas soluções tecnológicas, nas plataformas de dados, PaaS, analytics e application stack”.

No momento, as duas empresas trabalham na integração de seus produtos, tecnologias e perspectivas de mercado.  Leticia Cordeiro, Leia mais em bwtmag 28/09/2016

28 setembro 2016



Australiana Karoon assume 100% de blocos na Bacia de Santos

A petroleira australiana Karoon anunciou nesta quarta-feira a compra da fatia de 35% da Pacific Exploration & Production nos blocos S-M-1037, S-M-1101, S-M-1102, S-M-1165 e S-M-1166, no pós-sal da Bacia de Santos.

A negociação foi fechada por US$ 20,5 milhões. Com a aquisição, a Karoon assume 100% das concessões, que concentram as descobertas de  ... Por André Ramalho | Leia mais em ValorEconomico 28/09/2016



Deutsche Bank vende filial de seguros Abbey Life por € 1 bi

Deutsche Bank: empresa britânica de seguros foi vendida para a Phoenix Life Holdings

O Deutsche Bank anunciou nesta quarta-feira a venda de sua filial britânica de seguros Abbey Life para a seguradora britânica Phoenix Life Holdings por 1,085 bilhão de euros.

"De acordo com as condições da negociação, a Phoenix Life Holdings Limited vai adquirir 100% da Abbey Life por 935 milhões de libras (1,085 bilhão de euros, 1,213 bilhão de dólares), com base nas taxas de câmbio atuais", informou o maior banco da Alemanha em um comunicado. AFP Leia mais em exame 28/09/2016



State Grid assumirá controle da CPFL em negócio que pode superar R$ 25 bi

Bonaire Participações e Energia SP FIA foram os últimos a aceitarem a oferta da estatal chinesa

A estatal chinesa State Grid, maior elétrica do mundo, fechou a compra da fatia dos controladores da maior empresa privada do setor no Brasil, a CPFL Energia, em um negócio que pode ultrapassar 25 bilhões de reais.

Os chineses inicialmente apresentaram uma oferta de quase 6 bilhões de reais pela fatia da construtora Camargo Corrêa na companhia, que foi estendida aos demais controladores, que aceitaram o negócio, o que obrigará a State Grid a fazer uma proposta para aquisição das ações de todos os acionistas minoritários.

O bloco de controle da CPFL tinha como membros, além da Camargo, o fundo de previdência dos funcionários do Banco do Brasil, Previ, que anunciou adesão à proposta chinesa na sexta-feira; e Bonaire Participações e Energia SP FIA, que comunicaram suas decisões nesta quarta-feira.

O Bonaire, companhia de participações formada por fundos de pensão como Funcesp, Petros, Sistel e Sabesprev, disse que sua decisão refere-se somente às ações vinculadas ao bloco de controle; para os demais papéis, haverá deliberação assim que for apresentada nova proposta de compra pelos chineses.

Com atuação em geração, distribuição, comercialização e transmissão de eletricidade, a CPFL Energia possui 31,9 por cento das ações em circulação no mercado.

A companhia apresentou receita operacional bruta de 14,2 bilhões de reais no primeiro semestre deste ano, com lucro líquido de 473 milhões de reais.

A State Grid chegou ao mercado brasileiro em 2010, com aquisições no setor de transmissão de energia que somaram quase 1 bilhão de dólares, e tem investido fortemente no país desde então.  Reuters Leia mais em dci 28/09/2016
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Fundo Energia SP aprova venda de fatia da CPFL à State Grid

O Energia São Paulo Fundo de Investimento em Ações (Energia SP) informou em comunicado que seus cotistas aprovaram a venda de sua participação na CPFL Energia para a chinesa State Grid, acompanhando os outros integrantes do bloco de controle da companhia.

O Energia SP é controlador da Bonaire, formado pelos fundos Petros, Sistel, Sabesprev e Fundacão... Por Rodrigo Rocha | Leia mais em Valor Econômico 28/09/2016






As cinco maiores fusões-aquisições do mundo

A fusão da AB InBev com a SABMiller, pelo valor de 104 bilhões de dólares, entra para o "Top 5" das maiores operações do tipo da história.

1. O grupo britânico de telecomunicações Vodafone compra em fevereiro de 2000 o grupo alemão Mannesmann, especializado em telefonia celular, por 180 bilhões de dólares.

2. A America On Line (AOL) compra a Time Warner em 2001, em plena "bolha da internet". A operação avaliou a AOL em 165 bilhões de dólares. Em 2009 os dois grupos se separam.

3. A Vodafone vende em setembro de 2013 para americana Verizon os 45% que possuía em sua empresa conjunta nos Estados Unidos, a Verizon Wireless. A operação finalizada em fevereiro de 2014 chegou a 130,1 bilhões de dólares.

4. Os acionistas da AB InBev, de capital belga e brasileiro, e da britânica SABMiller aprovam nesta quarta-feira 28 de setembrp a aquisição da segunda pela primeira, por 104 bilhões de dólares, criando um gigante mundial do setor de cervejas.

5. O grupo farmacêutico americano Pfizer compra em fevereiro de 2000 a rival Warner-Lambert por 90 bilhões de dólares.

Um projeto de fusão entre os grupos americanos do setor químico Dow Chemical e DuPont, uma operação de 130 bilhões de dólares, foi anunciada em 2015 continua em negociações. Leia mais em noticia.clicrbs 28/09/2016



Granado vende fatia de 35% para a espanhola Puig por R$ 500 milhões

A Granado, fabricante e varejista brasileira de cosméticos e perfumaria, fechou ontem a venda de uma fatia de 35% da companhia para a espanhola de moda e perfumes Puig, em um negócio avaliado em R$ 500 milhões. Com sede em Barcelona, o grupo espanhol, que faturou 1,65 bilhão de euros em 2015, controla marcas de luxo como Carolina Herrera e Jean Paul Gaultier.

As tratativas entre as duas companhias começaram em janeiro. Desde junho, a Puig tinha a exclusividade nas negociações. O controle da Granado continuará nas mãos de Christopher Freeman, empresário americano, ex-executivo do Citibank, que comprou a companhia em 1994, em estado quase falimentar. Dez anos depois, ele fez o mesmo com outra marca que andava esquecida, a Phebo. Hoje, o negócio como um todo fatura cerca de R$ 400 milhões ao ano.

Tanto Freeman, hoje presidente da empresa, quanto sua filha Sissi, diretora de marketing e vendas, continuarão nos cargos. A Puig, segundo fontes de mercado, terá presença apenas no conselho de administração. A Granado foi assessorada pelos bancos Itaú BBA e BTG Pactual e pelos escritórios de advocacia Stocche Forbes e Eskenazi Pernidji.

Nesta terça-feira(27), Sissi Freeman confirmou o negócio, sem detalhar valores, e afirmou que a Puig ganhou a vantagem nas negociações porque aceitou a ideia de entrar na Granado com uma fatia minoritária e sem a pressão de resultados de curto prazo. Cerca de 20 fundos de private equity (que compram participações em empresas) chegaram a olhar o ativo, conforme informações de mercado.
"Nós construímos a Granado por mais de 20 anos e meu pai tinha a intenção de que a empresa permanecesse na família", explicou Sissi. "Nossa visão para este negócio continua a ser de longo prazo."

O dinheiro levantado pela aquisição será investido na própria companhia, segundo a executiva. Para construir sua nova fábrica, na cidade de Japeri (RJ), a Granado havia feito uma emissão de debêntures, que agora serão quitadas, reduzindo o gasto da companhia com juros.

Os recursos também deverão ajudar a expandir a rede da companhia, que hoje tem cerca de 50 pontos de venda próprios, além de distribuição em farmácias e em varejo especializado multimarcas.

A Puig serve ainda a outro objetivo da Granado: a busca do mercado internacional. Depois de dar um "banho de loja" nas duas marcas, que antes eram conhecidas por produtos de baixo valor agregado, a companhia já deu os primeiros passos lá fora, com a venda de seus produtos na loja de departamentos parisiense Le Bon Marché. Agora, com a ajuda da nova sócia, o objetivo é abrir mais espaço na Europa e nos Estados Unidos.

A Granado, diz Sissi, tem percebido que o caráter de resgate da história do Brasil, presente tanto nas embalagens quanto na formulação dos produtos, é um fator de atração para o cliente estrangeiro. Pesa também a favor da empresa o desenvolvimento de itens com princípios ativos associados à brasilidade, como castanha e açaí. Estadao Leia mais em jcrs.uol 28/09/2016



Acionistas aprovam fusão AB InBev-SABMiller que vai criar gigante do setor de cerveja

Os acionistas da AB InBev, de capital belga e brasileiro, e da britânica SABMiller aprovaram nesta quarta-feira a fusão das empresas, o que vai criar um gigante mundial do setor de cervejas que reunirá marcas como Budweiser, Corona, Foster's e Stella Artois.

A aquisição da empresa britânica pela AB InBev por 79 bilhões de libras (104 bilhões de dólares, 91,5 bilhões de euros), ou 45 libras esterlinas por cada ação, será a terceira maior fusão da história, de acordo com o instituto de análises Dealogic, atrás apenas da união entre Vodafone e Mannesmann em 1999 e da Verizon Communications e Verizon Wireless em 2013.

A nova empresa vai ser chamada apenas de  o que significa o fim do nome SABMiller.

Após um ano de negociações, a fusão se tornará efetiva em 10 de outubro. Um dia depois, as ações da empresa terão sua cotação principal na Bolsa de Bruxelas, com cotações secundárias em Johannesburgo, local de origem da SABMiller, e no México.

"Celebramos que o voto dos nossos acionistas nos permitirá superar mais uma etapa para reagrupar nossas empresas, nossas equipes, nosso forte legado e nossa paixão pela elaboração da cerveja", afirmou em um comunicado o presidente executivo da AB InBev, o brasileiro Carlos Brito.

Em um primeiro momento o grupo de capital belga e brasileiro aceitou, em 2015, pagar 44 libras por ação da concorrente, mas a desvalorização da moeda britânica após a decisão do Reino Unido de abandonar a UE obrigou a AB InBev a elevar a proposta a £ 45.

As duas empresas produzem em conjunto quase 60 bilhões de litros a cada ano, três vezes mais que a terceira companhia do setor, a holandesa Heineken, e vendem uma em cada três cervejas no mundo.

Além das marcas já citadas, a nova empresa é proprietária das cervejas Peroni, Coors, Skol, Antartica, Beck's, Leffe, Hoegaarden, Quilmes, Victoria, Atlas, Arequipeña, Grolsch, Miller, Pilsen, entre outras.

- Uma história latino-americana -A nova empresa reúne dois ex-alunos de Harvard e dois homens que estão entre os empresários mais poderosos da América Latina e do mundo, o brasileiro Jorge Paulo Lemann e o colombiano Alejandro Santo Domingo, proprietários de duas marcas populares de cerveja no continente, Brahma e Bavaria.

"Onde a SABMiller é forte, sobretudo na Colômbia e nos países ao redor, a AB InBev não está implantada em absoluto. E onde a AB InBev é forte, como Brasil, México e a parte sul da América Latina, a presença da SABMiller é anedótica. Assim, agora conseguem uma presença forte em todos mercados fortes da cerveja", explica Jeremy Cunnington, analista do mercado de bebidas alcoólicas na Euromonitor International.

Os Santo Domingo são proprietários da cerveja Bavaria e de 14% da SABMiller. Em meados dos anos 1990, receberam uma proposta de compra da popular marca colombiana pela brasileira Brahma, que não foi concretizada.

O proprietário da Brahma era Jorge Paulo Lemann, que atualmente é o principal acionista da AB InBev com sua empresa 3G.

- África e China -A futura sede do líder mundial do setor de cervejas ficará na cidade belga de Leuven e o escritório da "administração funcional" da empresa será instalado em Nova York, em um organograma que a AB InBev criou antes da operação.

"Ao final da aproximação, o grupo deve manter os escritórios da SABMiller em Woking (Reino Unido) durante um período de transição", explicou a AB InBev.

A empresa anunciou em agosto que as atividades do novo grupo serão organizadas "em nove zonas geográficas", com o objetivo de "maximizar as oportunidades de crescimento" e com os olhares voltados para os mercados africano e chinês.

As operações da América do Norte serão concentradas em Saint Louis (Louisiana), as da América Central no México e as da África em Johannesburgo.

A fusão deve provocar a demissão de pelo menos 5.500 trabalhadores nos próximos três anos.

A AB InBev tem 150.000 funcionários em 26 países, enquanto a SABMiller tem quase 70.000 trabalhadores em mais de 80 países. AFP Leia mais em bol.uol 28/09/2016





27 setembro 2016

Baidu anuncia fundo para investimento de US$ 60 milhões em startups brasileiras

A gigante chinesa da Internet Baidu anunciou nesta terça-feira (27) a criação de um fundo de investimentos para startups brasileiras no valor de US$ 60 milhões (cerca de R$ 190 milhões), o Easterly Ventures.

O fundo atuará na aplicação de recursos e na transferência de tecnologia para companhias que já tenham superado seu estágio inicial de desenvolvimento e que tenham sinergia com os negócios do Baidu.

A expectativa é que de 10 a 15 startups sejam selecionadas para receber aportes em troca de participações minoritárias - os dois primeiros nomes devem ser revelados ainda neste ano. Se o Baidu identificar novas oportunidades após a primeira turma, a companhia poderá dobrar o volume de investimentos no país.

De acordo com Yan Di, líder da operação do Baidu no Brasil, o fundo é decorrência de uma confiança "reforçada" da empresa no setor nacional de serviços digitais.

O Baidu enxerga hoje o desenvolvimento de um potencial grande mercado dos chamados serviços online-para-offline (O2O) no Brasil, que já pode começar a ser observado pelo processo de consolidação de algumas empresas do setor.

"O online-para-offline (O2O) ainda está em estágio inicial no Brasil, mas nós conseguimos contribuir muito para isso. O que está acontecendo aqui já havia acontecido na China há uns três a quatro anos", comentou Yan, citando como exemplo da consolidação do mercado a recente união dos serviços iFood e HelloFood no país para a criação de um grande player local da vertical de entrega de alimentos.

A nova estratégia da organização agora é atuar como uma plataforma como a infraestrutura central para a entrega destes serviços, em uma plataforma única na qual diferentes fornecedores de O2O poderiam plugar suas ofertas.

No centro dessa estratégia está o Peixe Urbano, uma bem-sucedida aquisição da companhia no mercado brasileiro, que dobrou seu volume de vendas no ano seguinte em que recebeu um aporte tecnológico e financeiro da chinesa, há dois anos.

A ideia é que a plataforma funcione como um marketplace unificado para a entrega de serviços O2O, onde usuários poderiam ter acesso à múltiplas ofertas de diferentes verticais em um só local. Além de facilitar o acesso de usuários aos serviços, uma plataforma unificada teria maior potencial de cross-vendas e também e de aplicação de big data e analíticos para a melhor compreensão do perfil de cada consumidor.

Com o fundo, o Baidu buscará principalmente startups do setor de serviços e conteúdo, que tem conhecimento dos hábitos e costumes do consumidor nacional e potencial de alimentar essa plataforma com ofertas localizadas, atraindo o interesse de consumidores brasileiros para um marketplace unificado.   Por Rafael Romer Leia mais em corporate.canaltech 27/09/2016

27 setembro 2016



BR Pharma encolhe e pode até vender a fatia do controlador.

A BR Pharma, varejista do setor de farmácias controlada pelo banco BTG Pactual, está encolhendo. Já vendeu duas redes e reiterou ontem, em comunicado à Comissão de Valores Mobiliários (CVM), que avalia constantemente oportunidades para vender suas bandeiras e até a participação do controlador.

A companhia tem ainda quatro marcas no portfólio: a paraense Big Ben, a baiana Sant'Ana, a carioca Farmais e a pernambucana Guararapes.

O plano do BTG, de ter uma rede de farmácias de alcance nacional, com diversas marcas, mostrou-se de difícil execução.

Integrar sistemas operacionais e culturas diferentes provou ser um desafio, talvez, grande demais para a companhia, constituída há quase sete anos, em dezembro de 2009, e com metade da diretoria originária do mercado financeiro.

Antes mesmo do país entrar em recessão - cenário que levou o varejo a registrar em 2015 o pior desempenho em 10 anos -, o braço de farmácias do BTG já avaliava vender alguns ativos.

A Raia Drogasil, concorrente direta da BR Pharma, surgiu há cinco anos da união de duas redes - a Droga Raia e a Drogasil - e mostra trajetória diferente. A integração dos negócios avançou e o grupo é hoje o maior do setor de farmácias do país, com resultados positivos no balanço, valorização recorde em bolsa e metas ambiciosas. Deve somar cerca de 1,6 mil pontos ao fim de 2017. Serão 400 aberturas entre 2016 e 2017 - uma nova loja a cada 48 horas, em média.

A Raia Drogasil tem cerca de 1,2 mil farmácias atualmente. Na BR Pharma são 815, considerando-se as quatro bandeiras que fazem parte do portfólio agora.

A rede Rosário, vendida para a Profarma, é a segunda operação negociada pela varejista controlada pelo BTG.

Em novembro do ano passado, a companhia se desfez da Mais Econômica, rede de farmácias no Sul do país, para a gestora de private equity Verti Capital, por R$ 44 milhões.

A Big Ben, a maior rede do Norte do país e considerada o filé mignon da BR Pharma, tem atraído interesse. Ela tem receita bruta de R$ 1,5 bilhão e responde por cerca de 40% das vendas da BR Pharma. Vem sendo avaliada pela Extrafarma, do Grupo Ultra, há algum tempo. A Big Ben tem 257 lojas e foi comprada pela BR Pharma em 2011, por R$ 453 milhões.

Outra rede que pode ser negociada é a Sant'Ana. Fundada em 1945, ela conta com 120 lojas na Bahia, sendo 92 em Salvador e 28 no interior. É líder do varejo de farmácias local, mas a rede está algo envelhecida. A Sant'Ana entrou para a BR Pharma em 2012. O leque de marcas do grupo inclui ainda a Farmais e a Guararapes.

A Farmais é a maior rede de franquias no setor farmacêutico brasileiro, com mais de 400 lojas em sete Estados, segundo a própria BR Pharma. Fundada há 22 anos no Rio de Janeiro, a Farmais foi comprada pelo braço de farmácias do BTG em 2009.

Um ano depois, em 2010, a BR Pharma comprou a Guararapes. Fundada em 1965, na cidade de Recife, é uma das mais antigas em atividade no Estado de Pernambuco. Possui 38 lojas distribuídas por Pernambuco, Paraíba e Alagoas. Esta rede é administrada há quatros anos pela paraense Big Ben.

Ontem, a BR Pharma também informou que tem um novo presidente: Gabriel Monteiro. Formado em Ciências Contábeis pela Fundação Universidade Regional de Blumenau, ele trabalhou no Grupo WTorre por mais de oito anos. Monteiro foi sócio-diretor na Galeazzi & Associados por mais de 12 anos, atuando em projetos de transformação organizacional e melhoria de performance, segundo a BR Pharma.

Monteiro é o quarto executivo à frente da BR Pharma. Entre suas tarefas, terá a missão de avaliar oportunidades para vender mais ativos e até a fatia do controlador.  - Valor Econômico Leia mais em portal.newsnet 27/09/2017



Conselho da Vale decidirá sobre venda de ativos

Duas importantes operações de venda de ativos da Vale devem ser apreciadas na quinta-feira pelo conselho de administração da companhia, que se reúne no Rio, segundo apurou o Valor. A expectativa é que o conselho aprove o acordo de venda de uma parte do negócio de carvão da mineradora em Moçambique para a japonesa Mitsui. Os conselheiros devem analisar ainda a operação de venda da área de fertilizantes da companhia. As duas transações vêm sendo discutidas há dois anos dentro da Vale e hoje têm potencial de juntas, permitirem à empresa receber algo como US$ 5 bilhões até 2017. O dinheiro é fundamental também para a empresa cumprir a meta de reduzir seu endividamento.

O negócio de fertilizantes é avaliado por fontes no mercado em cerca de US$ 3 bilhões e, conforme publicou o Valor na semana passada, a americana Mosaic é apontada como a principal candidata a ficar com os ativos da mineradora no setor. A Vale não fala sobre o assunto. A Mosaic é a maior produtora de fosfato concentrado no mundo e, segundo informações de analistas, as duas empresas estariam discutindo alternativas para o negócio há alguns meses. Uma das opções consideradas na transação passa pela mineradora brasileira receber parte do pagamento em participação acionária do capital da Mosaic.

No carvão, analistas e especialistas no setor trabalham com a expectativa de que a Vale possa receber cerca de US$ 3 bilhões, entre pagamento à vista da Mitsui e financiamentos de bancos, pela venda de fatias no negócio de carvão da companhia em Moçambique. A Mitsui já é acionista da Vale S.A. e vem negociando a compra de uma parte do projeto de carvão da mineradora nos país africano desde 2014. O dinheiro deve entrar no caixa da companhia brasileira no segundo trimestre de 2017, segundo projeções de analistas de bancos.

O acordo original acertado por Vale e Mitsui, em 2014, previu que os japoneses investissem, no total, US$ 1 bilhão no projeto de carvão em Moçambique, com base em números do fim de 2014. O montante incluia a compra de 15% da mina de Moatize, no noroeste do país, e a aquisição de 50% da participação da Vale no Corredor Nacala, estrutura logística formada por ferrovia e por um porto no Oceano Índico.

Os 15% na mina de Moatize, da Vale, foram precificados, em um primeiro momento, em US$ 450 milhões. O número considerava uma avaliação de cerca de US$ 3 bilhões pela mina. No acordo final com a Mitsui, a precificação deve ficar mais próxima de US$ 2 bilhões e, com isso, a Vale deve receber cerca de US$ 100 milhões a menos da Mitsui.

O restante dos recursos para completar o US$ 1 bilhão previsto para ser desembolsado pelos japoneses inclui a compra, pela Mitsui, de metade dos direitos da Vale no Corredor Nacala, que corta o país de Oeste a Leste.

A Vale recebeu, em junho, o aval do governo moçambicano para levar o acordo com a Mitsui adiante, mas ainda faltam aprovações regulatórias do Malawi, por onde passa a ferrovia. As negociações com o Malawi estão avançadas, segundo fontes. O processo vai exigir ainda que a mineradora compre as participações da estatal Portos e Caminhos de Ferro de Moçambique (CFM) no Corredor Nacala.

Há também negociações com bancos envolvidos no financiamento da operação, incluindo agências multilaterais, caso do japonês JBIC, do International Finance Corporation (IFC), do Banco Mundial, e do African Development Bank (ADB). A previsão inicial era que o financiamento dos bancos para o projeto de carvão da Vale em Moçambique chegasse a US$ 2,7 bilhões. Agora as expectativas do mercado são de que essa operação financeira fique próxima de US$ 2 bilhões. Fonte: Valor Econômico Leia mais em abifer  27/09/2016



ZF amplia atuação com compras e parcerias

Estratégia é oferecer sistemas completos de assistência à direção

Durante o salão de veículos comerciais (IAA) de Hannover, na Alemanha (22 a 29 de setembro), a ZF reafirmou sua estratégia de ampliar sua atuação como fornecedor de sistemas completos de assistência à direção para caminhões e ônibus. Para isso, a empresa alemã foi às compras com bastante apetite nos últimos tempos. Há um ano, concluiu a compra da companhia americana TRW por US$ 11 bilhões, ganhando assim competência na área de sensores, radar veicular, atuadores mecatrônicos e direção, que já está usando com intensidade em seu Innovation Truck mostrado no IAA. Nessa rota, a companhia também fechou acordo de parceria com a Wabco para desenvolver um sistema de frenagem automática com desvio de obstáculos em caso de necessidade. Em agosto foi comprada participações acionárias de 40% na Ibeo, especialista na tecnologia LIDAR (sensor de distância a laser), e na empresa indiana de softwares doubleSlash. Agora a mira da ZF está voltada para a Haldex, fabricante sueca de sistemas de freios e suspensões pneumáticas para veículos pesados e carretas.

O objetivo de tantas aquisições é bastante claro: a ZF pretende ser um dos maiores (senão o maior) entre os fornecedores de tecnologias de alta complexidade que vão mover os caminhões e ônibus de um futuro não muito distante, que começa a se mostrar por meio de funções automatizadas de direção, aceleração, frenagem, navegação, conectividade e propulsão elétrica, cada vez mais presentes nos veículos comerciais pesados. “Para oferecer soluções completas de assistência à condução precisamos integrar todos esses sistemas. Nossos clientes seguem as megatendências da indústria rumo à eletrificação, direção autônoma e conexão total para reduzir consumo e aumentar a eficiência logística de seus veículos. Nós precisamos seguir esse mesmo caminho. Com os nossos produtos, atendemos às grandes tendências de automatização, integração, segurança e eletrificação. É isso que garantirá nosso futuro”, disse Stefan Sommer, CEO da ZF, em sua apresentação no IAA.

Os alvos dessa estratégia tecnológica relatada por Sommer são sistemas de inteligência artificial que enxergam, analisam e agem com pouca interferência humana, resumidos pela empresa no slogan “ver, pensar, agir”. Isso envolve centrais de gerenciamento com enorme capacidade processamento e análise de dados, com funções de autoaprendizagem (self learning), e atuadores mecatrônicos.

INNOVATION TRUCK

Boa parte dessa visão está embarcada no Innovation Truck da ZF apresentado no IAA, que tem sensores por todos os lados para monitorar a rota (é o “ver”), computadores de alta velocidade para avaliar essas informações (é o “pensar”) e atuadores que dirigem o veículo dentro da faixa de rodagem sem que o motorista precise por as mãos no volante, executam frenagem e desvios automáticos de emergência e até fazem manobras autônoma de estacionamento em uma doca com um simples clique no tablet (é o “agir”). “Com a nossa orientação tecnológica, podemos abranger todos os principais aspectos da condução autônoma e fazer com que os veículos tenham características humanas – esse é o nosso grande diferencial”, explica Sommer.

Basicamente, o Innovation Truck apresenta três funções de condução semiautônomas. O primeiro é o programa de manobras evasivas (EMA, na sigla em inglês), um projeto que a ZF desenvolveu em parceria com a Wabco, que conduz de forma automática caminhões puxando semirreboques em situação de risco, acionando os freios e a direção para desviar de algum obstáculo à frente e assim evitar colisões. O sistema de direção assistida em rodovias Highway Driving Assist (HDA) mantém o caminhão na faixa de rodagem e conserva a distância adequada de segurança do veículo à frente. O terceiro recurso é usado em terminais de carga e descarga: o SafeRange conecta o veículo ao terminal por meio de sensores e estaciona sozinho o caminhão na doca desejada, evitando colisões na manobra e reduzindo os tempos de parada.

A tudo isso se junta a mobilidade elétrica e híbrida, antes uma exclusividade de vans e caminhões de pequeno porte, que agora está migrando para os modelos semipesados e pesados que precisam fazer entregas em cidades e, ao mesmo tempo, cumprir com legislações de emissões cada vez mais restritivas em países da Europa e América do Norte. De olho em mais esta tendência, a ZF criou uma divisão de eletromobilidade para concentrar o desenvolvimentio de novos sistemas elétricos de propulsão. Mas a empresa já atua nessa área com alguns motores elétricos para caminhões, presentes tanto em seu Innovation Truck (para manobras de estacionamento sem emissões), como em protótipos de caminhões elétricos que foram apresentados no IAA pela Mercedes-Benz e MAN.

A ZF estima que o mercado de veículos híbridos ou totalmente elétricos deverá crescer sete a dez vezes até 2025. “Faremos parte desse crescimento e definiremos o mercado com as nossas competências no campo da integração de chassis, driveline e sistemas eletrônicos”, disse Sommer. “Estamos começando a atender as megatendências do mercado. Já demos grandes passos com a TRW e iremos além”, completou. A ZF estima que seu faturamento chegue a € 35 bilhões este ano, com rentabilidade média de 6% sobre as vendas.

DISPUTA PELA HALDEX

Para complementar sua gama de atuadores na área de freios para veículos comerciais e carretas, a ZF apresentou este mês uma oferta de € 553 milhões para adquirir o controle da sueca Haldex, cotada na Bolsa de Valores de Estocolmo. A empresa alemã já tem participação de 21,2% na Haldex e disputa a compra com a também alemã Knorr-Bremse, que oferece € 580 milhões.

A disputa deve ser decidida no início de outubro, mas mesmo oferecendo um pouco menos a ZF leva vantagem, pois o conselho de administração da Haldex aconselhou os acionistas a aceitar esta proposta e recusar a da Knorr-Bremse. Isso porque a ZF já tem liberação das autoridades de regulação da concorrência de mercado, pois seus produtos não competem, enquanto a Knorr-Bremse teria maior dificuldade para aprovar a aquisição, pois também é fabricante de sistemas de freios para veículos comerciais e a compra da Haldex, neste caso, aumentaria a concentração de mercado.

“Gostaríamos de concretizar esta aquisição, o que também acreditamos que seja o desejo da Haldex”, disse Sommer durante a coletiva de imprensa da ZF em Hannover, no IAA. O CEO da Haldex, Bo Annvik, também presente, confirmou: “Vemos a proposta da ZF como uma aquisição amigável. Não temos produtos em comum e por isso não há risco (de as autoridades antitruste vetarem a compra)”, disse. A Haldex tem oito linhas de produtos e oito fábricas no mundo (inclusive no Brasil). Em 2015 o faturamento somou € 498,6 milhões e o lucro líquido chegou a quase € 20 milhões.  PEDRO KUTNEY, AB | De Hannover (Alemanha) Leia mais em automotivebusiness 26/09/2016



Avalara expande no Brasil com aquisições

A Avalara, fornecedora americana de soluções de automação fiscal na nuvem, quer expandir sua atuação no Brasil por meio de aquisições. O portfólio atual da Avalara é nativo das empresas SPL Fiscal, KeepTrue e TaxVision, que se unem à solução da SuitePlus de motor de cálculo de impostos, tecnologia adquirida em 2015 pela Avalara.

A SPL traz especialização em serviços e soluções para as áreas fiscal, contábil e folha de pagamento.
Já a KeepTrue, de soluções fiscais em nuvem, oferece sistemas para gerenciamento de XML, controle de obrigações, validação cadastral, gestão de processos, validação tributária e BPO Fiscal.

Enquanto isso, a Tax Vision tem experiência de consultoria no relacionamento de empresas com o fisco brasileiro, focando em ações preventivas relacionadas ao negócio para minimizar os riscos tributários.

Com a união do portfólio, a Avalara passa a fornecer soluções para uma gestão fiscal completa no modelo de software como serviço, cobrindo todos os requisitos de conformidade de impostos para empresas de qualquer porte que opere com negócios no Brasil.

A Avalara nomeou Rodrigo Zerlotti como gerente geral da América Latina e Carlos Kazuo Tomomitsu como gerente geral do Brasil.

Zerlotti tem mais de 25 anos de experiência em tecnologia e no universo fiscal, o que inclui 15 anos como fundador e CEO da SuitePlus, responsável pela localização do ERP da Netsuite no Brasil.
O executivo também foi fundador da Rezolve, empresa nacional de tecnologia em nuvem e, nos EUA, ocupou cargos de tecnologia na Universidade do Texas, em Austin, assim como na Radian Internacional e em outras startups de TI sediadas em Austin.

Antes de fundar a sua própria empresa de tecnologia de imposto, a KeepTrue, Kazuo liderou a divisão de aplicações de negócios da Sonda IT e dirigiu o primeiro projeto de localização SAP no Brasil.

Kazuo vai comandar a Avalara no Brasil, envolvendo produtos, marketing, vendas e atividades de apoio para uma base de mais de 400 clientes.

O interesse da Avalara em incrementar seu portfólio no Brasil está relacionado às características locais em relação ao cumprimento das obrigações fiscais, que são reconhecidas como uma das mais complexas do mundo.

De acordo com um relatório da PricewaterhouseCoopers, o encargo anual no cumprimento das obrigações fiscais de quem faz negócios no Brasil é de aproximadamente 2,6 mil horas, o que significa mais de oito vezes do tempo dedicado nos Estados Unidos ou na União Europeia.
As regras de tributação no Brasil envolvem diversos impostos, jurisdições tributárias e autoridades, além das constantes mudanças nas taxas, regras e outros requisitos.

"Enxergamos como promissora a ampliação de nossa presença no Brasil. A notícia de hoje confirma nosso compromisso com a expansão global em uma das dez principais economias do mundo e num mercado que detém uma enorme necessidade não atendida. Temos agora uma excelente equipe de liderança local e estamos ansiosos para servir as milhares de empresas que fazem negócios no Brasil”, comenta Scott McFarlane, co-fundador e diretor executivo da Avalara.

A Avalara Brasil passa a oferecer uma plataforma de software baseada em nuvem e serviços profissionais que tem o objetivo de melhorar a governança, minimizar o risco fiscal, automatizar as operações fiscais e garantir o cumprimento correto das obrigatoriedades.

A companhia une soluções para cálculo transacional de impostos, geração de documentos eletrônicos, conteúdo fiscal, auditoria, monitoramento e conformidade de obrigações fiscais acessórias, intercâmbio eletrônico de dados, ferramentas de verificação na comunicação eletrônica às autoridades fiscais brasileiras (SPED) e business process outsourcing (BPO).Júlia Merker // Leia mais em baguete 27/09/2016 
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Avalara compra três empresas para ampliar portfólio de soluções fiscais no Brasil

A fornecedora de soluções de automação fiscal em nuvem já conseguiu levantar mais de US$ 300 milhões junto a fundos investidores desde que foi fundada, em 2004, e mantém sua expansão através da aquisição de empresas. Ao todo já foram 17 em nível global.

A fornecedora de soluções de automação fiscal em nuvem Avalara anunciou a aquisição de três empresas para expandir sua atuação no mercado brasileiro. A incorporação dos portfólios das empresas SPL Fiscal, a KeepTrue e a TaxVision ampliam as ofertas de gestão fiscal no modelo software como serviço (SaaS) da Avalara em conformidade com as complexas obrigações legais do sistema tributário brasileiro.

Os negócios aconteceram ainda em 2015, mas os detalhes só vieram a público nesta terça, 27. As soluções das empresas brasileiras incorporadas passam a fazer parte da plataforma global em nuvem da Avalara Compliance Cloud.

Desde que foi fundada, em 2004, a Avalara conseguiu levantar mais de US$ 300 milhões junto a fundos de investimento para expandir suas operações e adquirir empresas – até o momento, 17 companhias já foram adquiridas. A mais recente rodada de investimentos aconteceu na semana passada, quando a empresa conseguiu angariar mais US$ 96 milhões de investidores como Warburg Pincus, Sageview Capital e Technology Crossover Ventures. Desse valor, US$ 50 milhões serão destinados para expansão e novas aquisições; e os US$ $46 milhões restantes serão usado para a recompra de ações de investidores mais antigos.

Brasil

A estimativa da PricewaterhouseCoopers é de que o encargo anual no cumprimento das obrigações fiscais de quem faz negócios no Brasil é de aproximadamente 2, 6 mil horas, oito vezes do tempo dedicado nos Estados Unidos ou na União Europeia. As regras de tributação no Brasil envolvem diversos impostos, inúmeras jurisdições tributárias e diversas autoridades, além das constantes mudanças nas taxas, regras e outros requisitos, ressalta a Avalara.

Scott McFarlane, co-fundador e diretor executivo da Avalara lembra que o Brasil é a maior economia da América Latina e a nona do mundo e tem uma enorme necessidade não atendida. “Temos agora uma excelente equipe de liderança local e estamos ansiosos para servir as milhares de empresas que fazem negócios no Brasil, ajudando-as a automatizar as atividades de cumprimento das obrigações fiscais”, comenta.

Novas lideranças

Com mais de 25 anos de experiência em tecnologia e no universo fiscal, Rodrigo Zerlotti, fundador da SuitePlus e responsável pela localização do ERP da Netsuite no País, foi nomeado gerente geral da Avalara para a América Latina. Carlos Kazuo Tomomitsu, por sua vez, é agora gerente geral da Avalara Brasil. Ele tem mais de 30 de experiência em finanças e automação fiscal, fundou a Keeptrue e liderou a divisão de aplicações de negócios da Sonda IT no país.

Atualmente a Avalara possui uma carteira com 400 clientes no Brasil, oferecendo soluções para cálculo transacional de impostos, geração de documentos eletrônicos, conteúdo fiscal, auditoria, monitoramento e conformidade de obrigações fiscais acessórias, intercâmbio eletrônico de dados (EDI), ferramentas de verificação na comunicação eletrônica às autoridades fiscais brasileiras (SPED) e business process outsourcing (BPO). Leticia Cordeiro, Leia mais em bitmag 27/09/2016