23 abril 2019

Itaú vê potencial de R$ 434 bilhões com venda de ativos e privatizações

Executivo do banco também prevê melhora no mercado de capitais desta semana

Setor elétrico deve responder, conforme as estimativas do Itaú, por R$ 90 bilhões do programa de privatizações; Eletrobras deve ser privatizada

O Itaú Unibanco espera que o programa de venda de participações e privatizações do governo de Jair Bolsonaro movimente R$ 434 bilhões em até quatro anos, de acordo com o diretor geral de atacado do banco, Caio Ibrahim David. Dentre os motores para que essa estimativa seja alcançada, segundo ele, estão o segmento de óleo e gás, que deve responder pela maioria, em torno de R$ 257 bilhões, e ainda a privatização e descotização da Eletrobras.

O setor elétrico deve responder, conforme as estimativas do Itaú, por R$ 90 bilhões do programa de privatizações. Na sequência, estão o segmento financeiro, com R$ 36 bilhões, e indústrias globais, com R$ 33 bilhões. As projeções do banco não consideram ativos imobiliários nem a privatização da Infraero.

Para o mercado de capitais, segundo David, a expectativa do Itaú é de um crescimento “mais expressivo” neste ano. Em 2018, conforme o executivo, o volume de emissões de dívidas e de ações ultrapassou a casa dos R$ 200 bilhões. Até o momento o mercado brasileiro, já foi palco em emissões de dívida e ações. Somente no mercado de renda fixa o montante no primeiro trimestre deste ano totaliza R$ 27 bilhões.

“O mercado de capitais tem suportado bastante bem as grandes empresas do País”, disse David, durante abertura do evento Macro Vision 2019, promovido pelo Itaú Unibanco, na manhã desta terça-feira, em São Paulo.

Tanto é que do lado do crédito tradicional a expectativa do banco, conforme o executivo, é de crescimento mais modesto dos empréstimos para as grandes empresas. Segundo ele, a tendência é a de que a pessoa física continue apresentando uma expansão mais forte por conta do aumento do consumo das famílias no Brasil.

“No mercado de crédito, temos uma boa notícia. Esperamos crescimento em 2019 e 2020, permitindo, que aos poucos o crédito volte a representa ao redor 50% do PIB”, destacou David.

Para o Itaú, a relação crédito/PIB deve passar de 47,4% em 2018 para 47,9% neste ano e 48,7% em 2020. Sobre as projeções da carteira do próprio banco, David disse que o banco mantém os guidances divulgados no início do ano. Depois de ver seus empréstimos totais se expandirem em 6,1% no ano passado, o Itaú espera incremento entre 8% e 11% neste exercício... Leia mais em exame 23/04/2019

23 abril 2019



Unilever compra empresa de suplementos alimentares

A Unilver comprou a Olly Nutrition, uma empresa norte-americana que vende vitaminas, proteína, barritas e suplementos alimentares.

Com sede em São Francisco, a Olly Nutrition foi criada em 2014 por Eric Ryan, que continuará a administrá-la e encarregue do seu crescimento, explorando novas oportunidades nas áreas da saúde e bem-estar. Já o atual diretor de operações, Gerry Chesser, será o CEO.

Este negócio vem fortalecer e complementar o portfólio da Unilever e os seus negócios de beleza, cuidados pessoais, alimentos e bebidas... Leia mais em grandeconsumo 23/04/2019




Tencent investe em banco digital argentino Ualá

A gigante chinesa de tecnologia, Tencent, investiu no banco digital argentino, Ualá, que também conta com George Soros e Point72 Ventures entre seus investidores, disse o fundador da startup.

O fundador da Ualá, Pierpaolo Barbieri, disse que a empresa planeja colaborar com a gigante chinesa para desenvolver ainda mais seu aplicativo.

Ele se recusou a divulgar a quantia do investimento da Tencent.A Tencent, uma das empresas mais valiosas listadas na Ásia, anunciou no ano passado que aumentaria investimentos em várias "áreas-chave", incluindo pagamentos digitais, onde seu serviço compete com o rival Alipay, do Alibaba Group.

"Esse investimento nos permitirá crescer ainda mais rapidamente com nosso plano de produtos", disse Barbieri em um email à Reuters.

As startups argentinas enfrentam obstáculos regulatórios na segunda maior economia da América do Sul, mas o país gerou algumas das startups de tecnologia de maior sucesso da região, incluindo o Mercado Livre e Decolar.com.

O país, que tem uma grande população desbancarizada, também está vendo um boom nas finanças digitais, de empresas iniciantes como a Ualá, a uma nova onda de bancos online que competem com instituições mais tradicionais. Reuters Leia mais em dci 23/04/2019



Movo: startup espanhola vai entrar no concorrido mercado de patinetes elétricos no Brasil

Expansão para o país é resultado de um aporte de US$ 22,5 milhões anunciado hoje pela empresa, que tem o Cabify como acionista

Estando pronta ou não, São Paulo vai receber uma nova operadora de patinetes elétricos. O novo player neste concorrido mercado será a espanhola Movo, que chega em um movimento de expansão após a captação de US$ 22,5 milhões em investimentos. A previsão é que a companhia comece a operar na cidade no segundo semestre deste ano.

A Movo tem como acionista a também espanhola Cabify, que compete no mercado de apps de transporte transporte com Uber e 99. O Brasil faz parte de uma lista de 10 países nos quais a empresa espera chegar ainda em 2019.

Em termos de usabilidade, a Movo não foge muito do que você já viu por aí nos patinetes da Yellow (ou melhor, Grow) e outros concorrentes: um app mostra onde os veículos estão em tempo real, e a câmera do smartphone é usada para a leitura de um QR Code, que permite o desbloqueio do patinete. O preço, ainda não divulgado, deve ser próximo dos praticados por outras startups por aqui.

Já operando em países da América Latina como México, Chile, Colômbia e Peru, a Movo anunciou hoje o novo aporte de US$ 22,5 milhões. Duas empresas entraram na lista de acionistas: a Mutua Madrileña, que liderou a rodada, e o fundo de venture capital Seaya Ventures — ambas se juntam à Cabify e passam a integrar o conselho da Movo. Leia mais em epocanegocios 18/04/2019




Brasil precisa investir em startups e educação para ascender na era digital, alerta presidente da Cisco

Albuquerque disse que é preciso preparar a população para aproveitar os empregos do futuro

O Brasil tem dois gargalos que se tornam barreiras reais para "vencer na era digital" e estão no baixo investimento no ecossistema de startups e em educação, advertiu o presidente da Cisco no Brasil, Laércio Albuquerque, nesta terça-feira (23) em teleconferência para jornalistas da América Latina no Rio de Janeiro.

Albuquerque explicou que na área da educação não é mais aportes em sistema, mas "como preparar a população para poder aproveitar os empregos do futuro", definiu o CEO.

A situação do Brasil nos dois itens citados pelo executivo aparece em um relatório que a companhia de tecnologia formatou sobre como 118 países estão se preparando para encarar a era digital.   Albuquerque diz que são analisados oito pontos para chegar a um veredicto dos países. "Nenhum país da América Latina está no nível mais alto. Terão de investir para crescer", reforça o CEO.

"Quando falo com governos e ministros (no Brasil), digo que precisamos investir nestes dois pontos: startups e educação", comentou o executivo.  O encontro com jornalistas - o Jornal do Comércio é o único do Sul do Brasil a estar na agenda - apresenta o Centro de Co-Inovação (COI) no Rio, único na AL e onde estão diversas soluções em áreas que vão da educação, esportes, saúde, varejo e indústria, como de óleo e gás.    

Uma das características da Cisco é investir e fazer aquisições de startups e empresas que inovam. O forte é o que chamam de parcerias. O diretor do COI, Eugenio Pimenta, comentou que em março a empresa criou no Brasil uma empresa de venture capital, a Decibel, para poder incrementar os investimentos para startps.

Outro detalhe que Pimenta destacou é a relação entre fundadores das empresas inovadoras que são adquiridas com a Cisco. "Hoje 70% a 80% dos fundadores (das startups) estão na Cisco. eles estão no board como executivos", explica o diretor do COI.  - Leia mais em Jornal do Comércio  23/04/2019



Caixa vai listar subsidiárias na Nyse e B3

A Caixa Econômica Federal decidiu que vai ter ações de suas subsidiárias negociadas também em bolsa americana e prepara dupla listagem, no Brasil e nos Estados Unidos, das empresas de seguros, cartões, lotérica e gestora de recursos.

Conforme os planos atuais, as ofertas públicas iniciais (IPOs) serão feitas simultaneamente na B3, em São Paulo, e na Nyse, em Nova York, de acordo com duas pessoas com conhecimento do assunto. .. leia mais em valoreconomico 23/04/2019



Pedro Parente será sócio da gestora EB Capital, após sair da BRF

A gestora EB Capital informou que o executivo atual presidente da BRF, Pedro Patente, se tornará um dos sócios e presidente da gestora de private equity quando deixar a cadeira de CEO da companhia de alimentos.

Atualmente, os sócios da EB Capital são Duda Sirotsky, Pedro Melzer e Luciana Ribeiro. “A relação de Parente com os novos sócios é antiga. Trabalharam juntos entre 2003 e 2009 na RBS. Entre as empresas investidas da EB Capital está a Sumicity, uma das maiores empresas de fibra ótica do Brasil”, disse a gestora em nota.

No dia 28 de março deste ano, o conselho de administração da BRF elegeu, por unanimidade, Lorival Nogueira Luz Jr., atual diretor vice-presidente executivo global, para o cargo de diretor presidente global no lugar de Parente. A posse do novo CEO ocorrerá no dia 17 de junho, quando Parente deixará o cargo que vem acumulando desde 18 de junho do ano passado.

Na data, a BRF informou que Parente continuará na posição de presidente do conselho de administração da empresa, para o qual foi eleito em 26 de abril de 2018, para um mandato de dois anos. Estadão Conteúdo Leia mais em istoedinheiro 23/04/19
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Pedro Parente será sócio na EB Capital, com 15% de participação 

O executivo Pedro Parente, presidente da BRF, tornou-se sócio da gestora de private equity EB Capital, de Eduardo Sirotsky Melzer, Pedro Melzer e Luciana Ribeiro.

O Valor apurou que a participação de Parente é de aproximadamente 15%... Leia mais em valoreonomico 23/04/2019



Olfar adquire seis unidades da Cotrigo em leilão por cerca de R$ 40 milhões

Na última terça-feira (16) ocorreu o leilão judicial de bens da Cotrigo – Cooperativa de Getúlio Vargas Ltda, permitindo a Olfar S/A – Alimento e Energia arrematar seis unidades de recebimento, num valor aproximado de R$ 40 milhões.

Um dos principais objetivos da negociação foi a continuidade da relação comercial já construída com os produtores dos municípios de Sertão, Estação, Santo Antônio – Estação, Ipiranga, Souza Ramos – Getúlio Vargas e Erebango. As unidades adquiridas já contavam com o trabalho da Olfar de recebimento de grãos, comercialização de insumos e assistência técnica.

Para a empresa o relacionamento é uma ferramenta essencial para criar e manter uma relação de credibilidade e transparência, bem como o investimento reforça o compromisso com a região e a continuidade do trabalho junto aos produtores. .. Leia mais em jornalboavista 22/04/2019



Fusão de Susep e Previc mira capitalização

A possibilidade de criação de uma agência única para regular o sistema de previdência privada no Brasil pode ser o caminho encontrado pelo governo para gerenciar o regime de capitalização, previsto na reforma da Previdência, na visão de executivos do setor ouvidos pelo Valor.

Apesar de ainda não haver definição sobre o modelo adotado, o nome cotado para tocar esse projeto é o da economista Solange Vieira, atualmente à frente da Superintendência de Seguros Privados (Susep), criadora do fator previdenciário e também ex-diretora da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). Autor: Juliana Schincariol e Ana Krüger Referência: Valor Econômico Leia mais em capitólio 23/04/2019



Pequenas e médias de autopeças passam por momento decisivo no País

Transformações tecnológicas no setor globalmente e maior abertura comercial no Brasil tornam investimentos em competitividade essenciais para a sobrevivência dos fornecedores da cadeia
 Para acompanhar a evolução da indústria automotiva, fornecedores terão que investir em atualização
Para acompanhar a evolução da indústria automotiva, fornecedores terão que investir em atualização

O momento de transformação tecnológica da indústria automotiva global e a maior abertura comercial do Brasil tornam o investimento em atualização do parque fabril imperativo para as empresas de autopeças, não só para evitar um aumento expressivo das importações, mas para garantir a sua sobrevivência.

“Vivemos um momento de mudanças profundas na indústria e no Brasil. O setor sempre contará com pequenas e médias empresas em sua cadeia de fornecimento.

A questão é se no futuro serão as mesmas que existem hoje”, declarou nesta segunda-feira (22) o diretor-geral do grupo Freudenberg do Brasil, George Rugitsky, em evento em São Paulo.Entre essas transformações, ele cita o acordo de livre comércio do setor automotivo com o México, que entrou em vigor neste ano. “É melhor que a indústria esteja preparada para essa nova realidade do que ser pega de surpresa”, assinala.

O executivo acredita que se os fornecedores não se capacitarem para novas práticas e tecnologias, poderão ser substituídos pelas importações. “O acordo com o México foi o primeiro passo nessa direção. O governo sinaliza a intenção de ampliar tratados deste tipo”, acrescenta.

O presidente da Toyota do Brasil, Rafael Chang, afirmou que o País precisa estimular a introdução de novas tecnologias nesse ambiente de maior abertura. “Caso contrário, há risco de ocorrer o que houve na Austrália, que viu sua indústria automotiva sumir após assinar um acordo de livre comércio com a Tailândia.”Ele conta que a decisão de produzir o Corolla híbrido flex no Brasil gerou um desafio em relação aos fornecedores.

 “Estamos trabalhando com uma plataforma específica com dez a 12 empresas. A escala é pequena ainda”, relata.Uma pesquisa realizada com 61 empresas associadas ao Sindicato Nacional da Indústria de Componentes para Veículos Automotores (Sindipeças) – sendo 21 grandes, 19 médias e 21 pequenas – mostra que 90% delas não possuem processos digitalizados e não utilizam a internet das coisas (IoT) para controlar processos produtivos e 81% não têm previsão orçamentária para implementar essas tecnologias.

Das 470 associadas ao Sindipeças, aproximadamente 360 são pequenas e médias empresas (PMEs). “O custo do capital é alto e volátil no Brasil e a carga tributária é pesada. Proporcionalmente, é mais difícil para as PMEs”, avalia o diretor da consultoria A.T. Kearney, David Wong.

Ele explica que em função das dificuldades, as PMEs precisam de parceiros comerciais. “Outra alternativa seria formar clusters, associações de empresas menores para gerar maior valor agregado.”Rugitsky acredita que em um ambiente de economia mais aberta, é importante que os fornecedores diversifiquem e reposicionem seus portfólios.

“Um país nunca será competitivo para produzir tudo. É preciso analisar e encontrar nichos de especialização.”Ele cita o exemplo da própria Freudenberg. “Caso aconteça do motor a combustão deixar de existir, perderíamos 50% de nosso faturamento. Por isso, estamos investindo em linhas de produtos alternativos para eletrificação. Compramos uma fabricante de baterias para veículos pesados, pois queremos ter uma posição relevante no futuro.”

Gestão
O presidente da Bosch América Latina, Besaliel Botelho, conta que a empresa teve que ajudar fornecedores para conseguir manter sua cadeia local. “Desenvolvemos um programa para que também se tornassem fornecedores internacionais.  Tivemos algum sucesso, mas é sempre um desafio em função da gestão inconstante dessas empresas.”

Ele aponta que nem sempre o gestor das PMEs tem a mentalidade de trabalhar com inovação. “Acontece de realizarmos uma parceria e, no momento em que damos as costas, a empresa não consegue caminhar sozinha. Muitas vezes, troca-se o gestor e perde-se toda a essência do que foi desenvolvido.”.. Leia mais em dci 23/04/2019




Produtora de hambúrguer vegetal vai abrir capital e procura valer US$ 1,2 bilhão

Startup desenvolve hambúrger vegetal que diz ter a mesma suculência de um feito de carne

Além de algumas startups veteranas, outra mais jovem também deve abrir seu capital em 2019. Buscando uma avaliação de cerca de US$ 1,21 bilhão, a Beyond Meat, startup que desenvolve e produz hambúrgeres à base de vegetais, está mais próxima de realizar seu IPO após o registro de alguns documentos necessários para isso.

De acordo com o Wall Street Journal, a companhia deve oferecer 8,75 milhões de ações precificadas entre US$ 19 e US$ 21—levando a empresa a valer até US$ 1,21 bilhão. A startup fundada em 2009 já captou mais de US$ 143 milhões de investidores. Na lista estão fundos como o Obvious Ventures e Tyson Ventures.

O IPO pode vir em boa hora para o setor de hambúrger vegetal. A gigante Nestlé lançou uma linha vegana. A Impossible Foods, outra concorrente de peso neste mercado, fechou parceria com o Burger King para vender, ainda que em poucas unidades dos EUA, um sanduíche feito usando o Impossible Burger, sua versão de hambúrger vegetal.

Neste ano, a concorrente da Uber, Lyft, já abriu seu capital. Ela foi acompanhada da veterana rede Pinterest, que realizou seu IPO há poucas semanas. O ano ainda deve ver outras startups com capital aberto, a mais importante deve ser a Uber, que pode atingir valor de mercado de US$ 120 bilhões... Leia mais em epocanegocios 23/04/2019




Insurtech Lemonade é avaliada em mais de US$ 2 bilhões após aporte de US $300 milhões

A Lemonade, uma startup de seguros, levantou US$ 300 milhões em um acordo liderado pelo SoftBank Group, anunciou a empresa hoje. Embora a empresa fintech não esteja divulgando sua avaliação, uma fonte diz que esse investimento eleva seu valor para mais de US $ 2 bilhões.

Com esta última rodada de financiamento, a Lemonade levantou US $ 480 milhões até o momento. O último aumento da startup ocorreu em dezembro de 2017, quando houve uma valorização de cerca de US $ 600 milhões. O Lemonade apareceu recentemente na lista Fintech 50 2019 da Forbes, bem como na lista de 2018 das Start-Billion-Dollar Startups.

Lançada em 2016, a plataforma móvel e on-line da startup oferece alguns dos menores preços de seguros nos Estados Unidos, começando com US$ 5 por mês para o seguro de locatários. Fundada por Daniel Schreiber e Shai Wininger, a empresa opera atualmente em 22 estados, além de Washington, D.C.

Com o novo financiamento, a empresa planeja se expandir para a Europa, bem como para outros estados dos EUA. Embora baseado principalmente em Nova York e Tel Aviv, Schreiber diz que a empresa já montou uma sede européia em Amsterdã. A Allianz, a General Catalyst, a GV, a OurCrowd e a Thrive Capital também participaram da atual rodada de financiamento.

“Não estamos procurando criar um pequeno fornecedor de tecnologia ou qualquer outra coisa neste espaço”, diz Schreiber. “Estamos procurando criar uma companhia de seguros dominante e habilitada tecnologicamente em uma base global”. Fonte: Forbes Leia mais em Insurtech 11/04/2019