24 julho 2017

O Grupo Beijaflore anuncia nova aquisição no Brasil

É com satisfação que o Grupo BEIJAFLORE comunica a aquisição da filial brasileira da empresa MAKSEN Consulting – Consultoria, Engenharia e Sistemas de Informação Ltda.

A MAKSEN é uma organização multinacional atuante nas áreas de consultoria estratégica, de sistema de informação, engenharia e rede de telecomunicações, com filiais no Rio de Janeiro e São Paulo.

Compartilhando valores e apostando nos mais elevados níveis de rigor, profissionalismo, qualidade e espírito de equipe, reforçamos assim o time da BEIJAFLORE já presente no Brasil, acelerando o nosso desenvolvimento e consolidação no mercado brasileiro. Leia mais em beija-flor 11/05/2017

24 julho 2017



23 julho 2017

Justiça bloqueia fundo criado na fusão de JBS com Bertin, afirma site

A Justiça Federal de São Paulo determinou o bloqueio do fundo de investimentos criado na fusão da JBS com o frigorífico Bertin, em 2009, informou o G1, reproduzindo matéria do Jornal Nacional, na sexta-feira.

A decisão visa garantir o pagamento de multas e impostos que atingem quase R$ 4 bilhões, destacou o site. A operação de fusão das empresas foi alvo da Receita Federal. Fiscais descobriram que o grupo Bertin usou um artifício e acabou ganhando mais de R$ 3 bilhões sem pagar impostos. Um fundo de investimento foi criado para ... Leia mais em valoreconomico 22/07/2017


23 julho 2017



TI - RADAR de Fusões e Aquisições, em junho/2017

A atividade de fusões e aquisições de empresas de Tecnologia da Informação – TI e Telecom, no Brasil,  no primeiro semestre/17,  registrou o  maior volume semestral dos últimos cinco anos.  O número de transações no primeiro sem/17, no total de 137,  revela um crescimento de 37,0% sobre igual período do ano anterior. Em relação  ao valor dos negócios, verificou-se uma queda de 32,3%, com o montante de  R$ 5,9 bilhões.
Quanto ao volume apurado no segundo trim/17, o crescimento foi de 24,6%.
No mês de junho/17 foram realizadas 27 transações,  representando um crescimento de 28,6% em relação a junho/16.
Os segmentos de maior volume de operações em jun/17, e também no acumulado do semestre, foram os de SOFTWARE  e MÍDIA.
Quanto ao racional do investimento as operações direcionadas à Escala predominaram.
Transações envolvendo empresas de pequeno porte foram em maior volume.
Em junho, os investidores financeiros foram  mais ativos em volume, como também os de capital nacional.  No acumulado do primeiro semestre/17,  o Investidor Financeiro se destaca com maior número de operações, 77.  Os Investidores estrangeiros responderam, nesse mesmo período,  por 60,5%, com montante estimado em R$3,57 bilhões, enquanto os Nacionais foram responsáveis por 39,5%, com um valor de R$ 2,33 bilhões.
Em  junho/17, foram registrados 9 operações de 6 países de origem. No acumulado do ano, foram 37 operações com investidores estrangeiros. Os EUA foram responsáveis por cerca de 35,1 % desses negócios.
O Indicador de Volume de Transações de M&A do mês sinaliza um crescimento contínuo desde o início do ano.
A maior transação no mês de junho/17, foi o Grupo escandinavo AINMT comprando a Nextel Brasil por US$ 200 milhões.

Operações de Fusões e Aquisições de Tecnologia da Informação – TI e Telecom, noticiadas com destaque na imprensa brasileira ao longo do mês corrente As informações deste relatório, elaborado pelo Blog FUSÕES & AQUISIÇÕES (http://fusoesaquisicoes.blogspot.com.br) estão apresentadas em blocos, detalhando as transações por Volumes e Valores, Segmentos, Racional do Investimento, Porte das empresas, Perfil do Investidor, Destaques do mês, etc.

ANÁLISE DO MÊS

Principais constatações.

O volume de transações no primeiro semestre/17, totalizou 137 operações,  registrando um crescimento de 37,0% sobre igual período do ano anterior.  No trimestre abr. a jun/17, o crescimento foi de 24,6% comparativamente com o trimestre anterior. No mês de junho/17 foram realizadas 27 transações,  representando um crescimento de 28,6% em relação a junho/16 (21 operações)  e  um crescimento de 58,8%  em relação ao mês imediatamente anterior (17 transações).



No fluxo trimestral de transações realizadas, verifica-se um continuado crescimento desde o último trim/16.


O objetivo do Indicador de Volume de Transações de M&A é sinalizar uma expectativa de tendência, com base na análise do verificado nos períodos semestrais móveis. O período móvel findo em junho/17, sinaliza uma tendência de crescimento.



Os segmentos de maior volume de operações em jun/17, foram os de SOFTWARE  e MÍDIA.

Na classificação entre os Segmentos de TI no mês de junho, os subsegmentos de Finanças, Comunicações, Educação, Saúde, Energia e Meio ambiente, Setor público.. Recursos Humanos.. (Verticais App) de SOFTWARE  foram os mais ativo. No acumulado do primeiro semestre do ano, SOFTWARE  vem liderando o número de transações, seguido por MÍDIA.


O montante de transações no primeiro semestre/17, alcançou   R$ 5,9 bilhões, representando uma queda de  32,3% sobre igual período do ano anterior. No mês de junho, o total das transações, incluindo as operações que divulgaram os valores (89,2%) e as não divulgadas (estimados) 10,8%, alcançaram cerca de R$  R$ 1,8 bilhão, representando um crescimento  de 333,5%  em relação ao mês de junho/16.

Comparando-se o número de transações do acumulado no primeiro semestre, por segmentos, compiladas nos últimos três anos,  verifica-se  o significativo crescimento dos segmentos de SOFTWARE e de MÍDIA. De outro lado, queda do segmento de  Serviços de TI.

RACIONAL DO INVESTIMENTO
A intenção é distinguir as transações de M&A na área de TI, Telecom e Mídia, em função da Tese de Investimento, ou seja, os conceitos que prevaleceram para a aquisição da empresa-alvo. Na maior parte das vezes a notícia não é muito clara a respeito dos direcionadores de valor que levaram à aquisição. Mesmo assim, procurou-se identificar as premissas sobre o Racional da transação para segregar em 4 grandes grupos, de modo a permitir o entendimento das principais vetores que estão orientando os investidores estratégicos e financeiros.
No acumulado do primeiro semestre do ano, as operações com o racional do investimento direcionado para Escala prevaleceram - voltadas para ampliar a participação de mercado em alguns segmentos ou geografias.


(1) Aumentar a atual capacidade ou faturamento; penetrar em novos mercados geográficos
(2) Aumentar ofertas de novos produtos e serviços – expansão/ complemento do mix, ampliar competências
(3)Aumentar market-share, aproveitar sinergias e economias de escala, geralmente entre duas companhias com negócios similares
(4) Empresa brasileira adquire empresa de capital estrangeiro – acesso a mercados globais seja no âmbito do escopo, seja de escala;

PORTE DAS EMPRESAS
O objetivo é proporcionar uma visão das transações classificadas em função do porte das empresas. Utilizou-se o critério adotado pelo BNDES e aplicável a todos os setores para a classificação do porte em função da Receita Bruta anual (informada ou estimada).
Em relação ao porte, os investidores deram preferência para empresas de pequeno e médios portes no presente mês.

 • Microempresa <= R$ 2,4 milhões
 • Pequena empresa > R$ 2,4 milhões e <= R$ 16 milhões
 • Média empresa > R$ 16 milhões e <= R$ 90 milhões
 • Média-grande empresa > R$ 90 milhões e <= R$ 300 milhões
 • Grande empresa > R$ 300 milhões

PERFIL DO INVESTIDOR
Em relação ao perfil do investidor das 27 operações destacadas, os Investidores Estratégicos foram responsáveis por 9 negócios em jun/17. Desse volume, 4 operações foram realizadas por empresas de capital nacional e 5 de capital estrangeiro. Os investidores financeiros,  representados por Fundos de Investimentos realizaram  18 negócios, sendo 14 de capital nacional.
No acumulado do primeiro semestre/17,  o Investidor Financeiro se destaca com maior número de operações - 77.  Entre eles sobressai o Investidor de Capital Nacional com 60.
Já no que tange ao montante das transações no mês, os Investidores Estratégicos representaram 52,4%  e os Financeiros 47,6%.   Por sua vez, os Investidores Nacionais foram responsáveis por 14,2% dos investimentos enquanto os Estrangeiros ficaram com 85,8%. No primeiro semestre/17,  os Investidores estrangeiros responderam por 60,5%, com montante estimado em R$3,57 bilhões, enquanto os Nacionais foram responsáveis por 39,5%, com um valor de R$ 2,33 bilhões.

(1) Empresa adquire outra empresa (controladora ou não) relevante do ponto de vista estratégico, a fim de ter acesso a tecnologia, produto ou serviço.
(2) Fundo de Investimento Private Equity; Venture Capital, Angel;
(3) Empresa de capital nacional adquirindo participação em empresa brasileira (controladora ou não).
(4) Fundo de Investimento de capital estrangeiro adquirindo participação em empresa brasileira (controlador ou não).

VALOR MÉDIO
O valor médio das transações no primeiro semestre de 2017, por Segmento de TI,  foi de R$ 43,0 milhões, representando uma queda de  50,6%  em relação ao mesmo período do ano passado.

NACIONALIDADE DOS INVESTIDORES
Em relação à nacionalidade das empresas que estão investindo no Brasil no mês de junho/17, foram registrados 9 operações de 6 países de origem. No acumulado do ano, foram 37 operações com investidores estrangeiros. Os EUA foram responsáveis por cerca de 35,1 % dos negócios.


MAIOR TRANSAÇÃO DIVULGADA NO MÊS
A maior transação no mês de maio/17, foi o Grupo escandinavo AINMT comprando a Nextel Brasil por US$ 200 milhões. 06/06/2017

RELAÇÃO DAS TRANSAÇÕES
A relação das transações de Fusões e Aquisições na área de TI, segue a data em que foram divulgadas pela imprensa e compiladas pelo blog fusoesaquisicoes.blogspot.com. Todas podem ser pesquisadas e localizadas no blog.

RELATÓRIO ANTERIOR: TI - RADAR de Fusões e Aquisições, em maio/2017

M&A - QUEM, O QUÊ, QUANDO, QUANTO, COMO e POR QUÊ
 O RADAR de M&A em TI tem o propósito de captar o “clima” do mercado das operações de Fusões e Aquisições, no setor de serviços de Tecnologia da Informação e Comunicação, bem como sinalizar suas principais tendências. Trata-se da compilação mensal das notícias visando tornar mais acessíveis e conhecidos os negócios de fusão, aquisição e venda anunciados/realizados entre empresas com atuação no Brasil. Todas as informações sobre os negócios citados no presente relatório são obtidas a partir de notícias consideradas confiáveis publicadas pela imprensa e divulgadas no “estado" pelo blog FUSOESAQUISICOES.BLOGSPOT http://fusoesaquisicoes.blogspot.com.br , não sendo feita qualquer verificação quanto à sua veracidade, precisão ou integridade do conteúdo. Sempre que possível, serão mencionados os nomes dos compradores – investidor estratégico ou fundos de private equity, dos vendedores, a tese de investimento e principais “value drivers”, o valor da transação, forma de pagamento, múltiplos praticados (Valor da Empresa/EBITDA, Valor da Empresa/Receita) etc. Muitas vezes a notícia não é clara a respeito dos valores/forma de pagamentos e respectivos múltiplos. É bem-vinda toda e qualquer contribuição para tornar as informações mais precisas e transparentes.



J&F pode negociar a Seara

Tem negócio

Joesley Batista está disposto a vender a Seara, embora a empresa não figure na prateleira de ofertas expostas pela J&F ao mercado, como Vigor e Eldorado. Leia mais em radaronline.veja 23/07/2017





22 julho 2017

No 5º IPO do ano, Biotoscana movimenta R$1,34 bi

A empresa do ramo farmacêutico Biotoscana precificou nesta sexta-feira sua oferta inicial de recibos de ações (IPO, na sigla em inglês) a 26,50 reais cada, no centro da faixa indicativa, de 24,50 reais a 28,50 reais.

Na tranche primária (papéis novos) foram vendidas 16 milhões de units, perfazendo um total de 424 milhões de reais. A secundária (papéis vendidos por atuais sócios) teve giro de 917,56 milhões de reais. Com isso, a operação movimentou 1,34 bilhão de reais.

Mais cedo nesta sexta, a Reuters publicou citando fontes que a demanda pelo IPO da Biotoscana atingiu quase cinco vezes a oferta, o que tendia a levar a precificação da oferta ao ponto médio da faixa indicativa de preços.

Com sede em Luxemburgo, a Biotoscana Investments, seu nome oficial, se apresenta como maior grupo latino-americano do setor, com operações no Brasil, Argentina, Colômbia, Bolívia, Chile, Equador, México, Paraguai, Peru e Uruguai. O escritório de relações com investidores está sediado em São Paulo.

A companhia, que surgiu em 2011 e resultou da fusão das empresas Biotoscana, United Medical e LKM, produz medicamentos para doenças infecciosas ou raras, oncologia e oncohematologia, tratamentos especiais, imunologia e inflamações.

A empresa é dona de marcas como Ambisome, Sovaldi, Vidaza, Tracleer, Opsumit, Abraxane, Zyvalix, Telavir e Ladevina. A Biotoscana tem um centro farmacológico e de pesquisa clínica na Argentina, onde também há duas unidades de produção.

A estreia das negociações das units no pregão da B3 deve acontecer na próxima terça-feira.

Retomada

Com a operação, chega a 5 o número de estreias na bolsa paulista em 2017, com um giro total de 10 bilhões de reais, o melhor ano do mercado doméstico de capitais em quatro anos. Em nove operações de 2013, os IPOs no Brasil haviam levantado cerca de 17,5 bilhões de reais.

Na quinta-feira, o Carrefour Brasil marcou sua estreia no pregão, após movimentar 5,1 bilhões de reais em seu IPO, o maior do país desde 2013. Também neste ano chegaram ao pregão da B3 a companhia aérea Azul, a locadora de veículos Movida e o laboratório médico Instituto Hermes Pardini.

Nas próximas semanas deve acontecer a precificação dos IPOs da resseguradora IRB Brasil, da operadora de planos de saúde Notre Dame, da empresa de tecnologia Tivit Serviços e da geradora de energia Ômega.

No mês passado, o presidente-executivo da B3, Gilson Finkelsztain, disse que o apetite do investidor estrangeiro por papéis de boas empresas brasileiras segue firme, o que deve levar de 15 a 20 delas a abrirem o capital ainda em 2017, mesmo com a crise política no país. Por Aluisio Alves Com reportagem adicional de Guillermo Parra-Bernal Leia mais em reuters 21/07/2017

22 julho 2017



Arauco deve oficializar compra da Eldorado em até duas semanas

De acordo com o jornal Valor Econômico, transação gira em torno de R$ 14 bilhões

A venda da indústria de celulose Eldorado, em Três Lagoas, para o grupo chileno Arauco, deve acontecer em até duas semanas. Conforme o jornal Valor Econômico, a transação deve ser efetivada na primeira semana de agosto. O grupo J&F Investimentos, dos empresários Joesley e Wesley Batista , que detém as ações da empresa, devem receber R$ 14 bilhões pelo negócio.

Para acelerar as negociações, os chilenos já teriam inclusive se instalado no Brasil, tendo ficado no prédio da J&F e da Eldorado, na Marginal Tietê, em São Paulo/SP, para sacramentar o negócio. Segundo o jornal, resta apenas fixar o valor final pela transação para concretizar a venda.

Na última semana, representantes dos fundos de pensão Petros, dos funcionários da Petrobras , e Funcef, da Caixa Econômico Federal, se reuniram com a equipe da Arauco que está no Brasil para negociar  a compra da Eldorado.

Acordo de confidencialidade
No início de junho, a J&F já havia comunicado a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) sobre um acordo de confidencialidade firmado com a Arauco y Constituición para negociação da empresa. O consórcio do Chile foi o primeiro a oficializar a intenção de administrar a empresa com sede em Três Lagoas.

Além da Arauco, as empresas brasileiras Suzano Papel e Celulose e Fibria, também demonstraram interesse na aquisição da Eldorado, porém nenhuma formalizou proposta oficial a J&F. A proposta da Arauco já inclui os R$ 8 bilhões de dívidas da empresa. Leia mais em CapitalNews 21/07/2017



Recovery e Ativos querem R$ 4,7 bi em créditos podres do Bradesco, dizem fontes

O Bradesco recebeu ofertas da Recovery, do Itaú Unibanco, e da Ativos, do Banco do Brasil, pela sua nova carteira de empréstimos vencidos, os chamados créditos podres, no valor de R$ 4,7 bilhões, apurou o Broadcast. O número total de interessados, porém, seria menor do que o obtido na operação anterior, que contou com 11 ofertas. O vencedor ainda não foi escolhido.

A operação em questão conta com seis carteiras, tem prazo médio de sete anos e inclui apenas empréstimos para pessoas físicas, de acordo com as mesmas fontes. São empréstimos tanto do próprio Bradesco como do antigo Losango, que vieram juntamente com a compra do HSBC. O prazo para o envio das propostas foi na última quinta-feira (13).

Um executivo do setor de créditos podres, que optou por não fazer uma proposta pela carteira do Bradesco desta vez, explica que ainda não está convencido da retomada no emprego, que é o principal motor para a recuperação de créditos no segmento varejo.

Como a nova venda de créditos podres está sendo feita agora, a contabilização deve ocorrer apenas no terceiro trimestre deste ano e pode empurrar para R$ 8,7 bilhões o total já ofertado pelo banco.

O Bradesco estreou neste mercado no final do ano passado, ao vender R$ 4 bilhões, em duas trances, conforme antecipou o Broadcast, no início do ano. A carteira foi adquirida pela Ativos e compreendia empréstimos para pessoas físicas, vencidos há quase dez anos, sendo 50% em créditos do Bradesco e o restante da financeira oriunda do banco Zogbi, adquirido pela instituição financeira.

Na prática, os bancos têm benefício marginal em termos de resultado com a venda de crédito podre. O ganho é operacional e também sob o ponto de vista de classificação do rating dos clientes. Isso porque os bancos retiram a pior nota e podem reclassificar as operações restantes de um mesmo correntista.

Quem também teria vendido carteira de crédito podre à Ativos no primeiro trimestre, de acordo com fontes, foi o Santander Brasil. O player mais atuante no mercado de créditos podres é a Caixa Econômica Federal. No momento, porém, o banco está impedido de ceder carteiras por determinação do Tribunal de Contas da União (TCU), que encontrou indícios de ilegalidade nas operações realizadas.

Procurado, o Bradesco não comentou. Os demais players citados também não se manifestaram. Leia mais ema tarde.uol 22/07/2017



21 julho 2017

Glencore investirá R$ 66 milhões e ficará com 5% da Paranapanema

A multinacional Glencore, uma gigante do mercado de commodities, firmou acordo de investimento na Paranapanema, fabricante de produtos de cobre. A operação faz parte do processo de reestruturação operacional e financeiro da companhia brasileira.

Pelos termos acertados, a Glencore vai aportar R$ 66 milhões (equivalente a US$ 21 milhões) na empresa brasileira, em dinheiro, como parte de um aumento de capital com emissão de novas ações que serão subscritas ...Leia mais em valoreconomico 21/07/2017

21 julho 2017



Biotoscana precifica IPO a R$26,50 por unit, no centro da faixa

Operações primária e secundária da empresa do ramo farmacêutico movimentaram R$ 1,34 bilhão

A empresa do ramo farmacêutico Biotoscana precificou nesta sexta-feira sua oferta inicial de recibos de ações (IPO, na sigla em inglês) a 26,50 reais cada, no centro da faixa indicativa, de 24,50 reais a 28,50 reais.

Na tranche primária (papéis novos) foram vendidas 16 milhões de units, perfazendo um total de 424 milhões de reais. A secundária (papéis vendidos por atuais sócios) teve giro de 917,56 milhões de reais. Com isso, a operação movimentou 1,34 bilhão de reais.

As informações são do website da Comissão de Valores Mobiliários (CVM). Reuters Leia mais em dci 21/07/2017



Brookfield negocia compra de rodovias da Odebrecht no Brasil, dizem fontes

Odebrecht concordou há dois meses acelerar a venda de ativos;  escândalos de corrupção aumentaram seus custos de financiamento

A canadense Brookfield Asset Management está em negociações com a Odebrecht para comprar rodovias operadas pela unidade de transporte do conglomerado no Brasil, disseram duas fontes com conhecimento do assunto nesta quinta-feira.

Brookfield e Odebrecht assinaram um acordo de exclusividade para negociar a aquisição, disseram as fontes que pediram anonimato por não estarem autorizadas a falar publicamente sobre o assunto. As empresas não quiseram comentar. A Odebrecht tem direitos para operar 1.712 quilômetros de sete rodovias em cinco Estados. Uma das maiores é a Rota das Bandeiras, em São Paulo. A fonte não elaborou o valor do negócio.

A Odebrecht concordou com os credores há dois meses acelerar a venda de ativos, uma vez que um escândalo de corrupção aumentou seus custos de financiamento.

O conglomerado, como parte de um acordo de leniência no valor de US$ 3,5 bilhões de dólares com autoridades brasileiras, norte-americanas e suecas, admitiu subornar autoridades em 12 países. Leia mais em epocanegocios 20/07/2017



Previ vende blocos do Condomínio São Luiz por R$ 77 milhões

A Previ vendeu sua participação de cerca de 20% no Condomínio São Luiz por R$ 77 milhões. O empreendimento, que fazia parte da carteira de imóveis do Plano 1, de benefício definido, da fundação fica localizado na cidade de São Paulo. O condomínio é composto por quatro torres e a Previ era dona dos blocos I e III do empreendimento. A venda foi realizada para a SDI Administração de Bens.

A alienação faz parte da estratégia da Previ de aumentar a liquidez no Plano 1, com o objetivo de garantir o pagamento de benefícios dos participantes do plano, que já é maduro. Recentemente a Previ vendeu o edifício Condomínio Centenário Plaza para a BR Properties por R$ 433,4 milhões. A fundação também alienou sua participação na Kepler Weber e na CPFL Energia. Leia mais em investidorinstitucional 17/07/2017



Chineses TPG e ZTE querem o controle da Oi

O fundo TPG Capital, de Hong Kong, e a fabricante de equipamentos chinesa ZTE querem ficar com o controle da Oi. Esse é o ponto chave da proposta que preparam para apresentar à companhia. Conversas preliminares já ocorreram com Anatel, empresa, bancos e credores externos. Uma nova rodada de encontros com a diretoria da Oi foi solicitada.

Longo prazo
Ainda sem nada formatado, os chineses indicaram que o plano poderá ser baseado em agregar valor à companhia, o que minimizaria a magnitude de um eventual desconto na dívida dos credores. Mas os prazos de pagamento poderiam se alongar. A dívida da Oi, em recuperação judicial há um ano, é de R$ 65 bilhões.

Ampulheta
A aproximação do grupo, assessorado pelo Banco Modal, teria agradado parte dos credores e alguns estariam sondando os investidores para que a proposta chegasse antes da assembleia de credores, prevista para setembro. Procurada, a Oi diz que tem mantido agenda regular de reuniões com acionistas, credores e potenciais investidores para buscar o melhor caminho para concluir o seu processo de recuperação. O Banco Modal não comentou. Leia mais em colunadobroad.estadao 21/07/2017