Com o prolongamento da crise da dívida na Europa, muitos analistas preveem que 2012 registrará uma queda no número de fusões e aquisições entre empresas. “Não há como negar que a atividade será influenciada pela macroeconomia”, avalia Ricardo Reis, líder de fusões e aquisições da Ernst & Young Terco. “No entanto, há razões fundamentais que mostram que a prática de fusões e aquisições pode ser mais robusta do que se espera.”
O relatório 12 for 2012, elaborado pela multinacional de auditoria e consultoria com base em pesquisas com executivos de corporações e em informações de mercado, aponta os motivos pelos quais é possível esperar um ano forte em termos de fusões e aquisições.
1. Confiança em face de um grande desafio - A confiança na economia global é surpreendentemente forte – dois terços dos executivos de grandes corporações consideram-na, pelo menos, estável, segundo Capital Confidence Barometer da Ernst & Young, de outubro de 2011. Essa segurança é particularmente forte em setores como energia e distribuição, petróleo e gás, metais e mineração.
2. Novo ano, velho apetite por deals - O valor de fusões e aquisições subiu em todo o mundo 7% no ano de 2011, e o número poderia ter sido ainda maior se o risco de crédito dos EUA não tivesse sido rebaixado e o desdobramento da crise na zona do euro na segunda metade do ano não tivesse resultado em uma queda de 24% nos deals em comparação com os primeiros seis meses. No entanto, 41% das grandes corporações mundiais planejam aquisições neste ano.
3. Fundos de reserva disponíveis - Enquanto a redução de crédito é uma possibilidade real para várias empresas em decorrência da situação na Europa, grandes corporações globais com grau de investimento ainda têm acesso a linhas de crédito. Mas muitas companhias podem nem precisar disso, pois possuem grandes fundos de reserva com os quais podem contar. Globalmente, as empresas hoje dispõem de mais de US$ 2,3 trilhões em caixa, segundo análise da Ernst & Young. O número é quase o valor de todas as transações de fusões e aquisições em 2011.
4. O lucro por meio da cura - Nos últimos três anos, houve grande enfoque na adequação operacional. As empresas têm reforçado seus balanços, cortado custos e reduzido os riscos financeiros. Grandes corporações melhoraram suas estruturas de capital estendendo prazos e reduzindo juros. As dívidas totais diminuíram – segundo o relatório da Ernst & Young Capital, Confidence Barometer, em 61% dos casos a relação entre dívida e capital chega a menos de 25%.
5. Setores maduros para consolidação - O ganho de liderança de mercado será um desencadeador de negócios em determinados setores. O valor de fusões e aquisições na área da saúde cresceu em 2011, bem como a atividade no setor de tecnologia, com transações como o entre Microsoft-Skype ganhando destaque. Em 2012, a convergência entre telefonia móvel, redes sem fio e tecnologia de nuvem (cloud technology) criará um interesse crescente em garantir propriedades intelectuais inovadoras e patentes valiosas.
6. O Private Equity pode voltar - Fusões e aquisições por meio de fundos de Private Equity aumentaram em um terço – para US$ 306 bilhões – no ano de 2011 e viram um forte quarto trimestre, apesar da turbulência econômica gerada pela crise na zona do euro. Setores como saúde, tecnologia, petróleo e gás, que permaneceram ativos mesmo durante a crise, podem ser particularmente atraentes para esse tipo de atividade em 2012.
7. Barganha nas vendas de ano novo? - Há uma convergência crescente no preço dos ativos. Mais de 80% das grandes corporações acreditam que a valorização dos ativos permanecerá próxima ou nos níveis atuais durante a maior parte de 2012.
8. Mais empresas decididas a alienar - O relatório Capital Confidence Barometer revela que, em 2012, 26% das companhias de grande capitalização de mercado planejam alienação, trazendo mais vendedores ao mercado. Em 2011, os EUA viram as alienações crescerem, tanto em volume, quanto em valor. “Nós podemos esperar mais alienações e spin-offs de governos, bancos e corporações na Europa em 2012, com essa tendência se movendo para o Leste,” diz Ricardo Reis. “Problemas de dívida soberana provavelmente irão gerar privatizações e aumento da venda de ativos públicos, enquanto bancos vão, possivelmente, vender ativos para melhorar a capitalização de balanços,” afirma.
9. Reposicionamento por meio de reestruturação - O atual cenário macroeconômico mundial pode levar a um aumento na reestruturação financeira e operacional neste ano, fornecendo uma fonte de ativos de qualidade para as empresas que buscam aquisições. Os bancos sofrerão pressão para reestruturar seus portfólios, devido a mudanças regulatórias e aumento das necessidades de capital.
10. Resolução de Ano Novo: comprar para garantir liderança? - Quase dois terços das grandes corporações dizem que o principal motivo para se fazer aquisições é ganhar mais market share em mercados novos ou já existentes, adquirir novos produtos ou ainda, consolidar sua base de produto já existente, de acordo com o Capital Confidence Barometer. Nas atuais condições de mercado, o movimento de fusão e aquisição é visto como uma opção mais barata para atingir esse objetivo do que seria investir organicamente.
Fonte:genteemercado18/02/2012
terça-feira, 21 de fevereiro de 2012
Brinox confirma a aquisição da Coza
A diretoria da Brinox confirmou a aquisição da Coza, ambas as empresas com sede em Caxias do Sul e com atuação no segmento de utilidades domésticas. Juntas, elas somam um portfólio de aproximadamente 2,3 mil produtos e ganham mais força no segmento de mercado em que atuam. Os valores da negociação não foram revelados.
De acordo com Christian Hartenstein, presidente da Brinox, a aquisição da nova marca é um passo importante na estratégia de crescimento também para a empresa que representa. A Coza é uma organização única no mercado brasileiro. Se destaca pelo alto padrão do design e inovação de seus produtos e pela força de sua marca, enfatiza.
A presidente da Coza, Manuela Zatti, afirmou que a diretoria decidiu avançar as negociações com a Brinox por ser a empresa que melhor compreendeu a sua cultura e pelas condições comerciais, logísticas e operacionais. “Com ela a Coza terá novo estágio de crescimento, afirmou. Juntamente com as irmãs e sócias, Daniela Zatti e Cristina Zatti, Manuela seguirá trabalhando na Coza durante o período de integração. “Vamos acelerar o lançamento de novas linhas de produtos e enriquecer a oferta aos clientes”, acrescentou.
A Brinox S.A. é controlada pela Southern Cross desde maio de 2011. Fabrica e vende utensílios domésticos que têm como matéria-prima principal o aço inox e também alguns produtos à base de aço cromado, silicone, nylon e alumínio, dentre outros. Conta com mais de 2 mil itens em seu portfólio que vão desde produtos para copa, cozinha, banheiro e lavanderia até peças de decoração. Além de soluções para a casa, também atua no mercado corporativo como hotéis, bares e restaurantes. A empresa, com vendas brutas de R$ 160 milhões em 2011, tem uma planta com 33 mil m² de área construída e emprega 400 funcionários.
Líder em houseware em plástico no Brasil, em 2012 a Coza comemora 30 anos. Atualmente, a marca está presente em aproximadamente 3 mil pontos de venda no Brasil e exporta para 18 países, dentre eles Espanha, França e Canadá. Em seu
portfólio estão cerca de 300 produtos produzidos em polipropileno, poliestireno, biopolímeros e policarbonato, divididos em 15 linhas. Mais de 50 prêmios nacionais e internacionais reconhecem a qualidade e inovação do design da marca. Por Roberto Hunoff
Fonte:jcrs20/02/2012
De acordo com Christian Hartenstein, presidente da Brinox, a aquisição da nova marca é um passo importante na estratégia de crescimento também para a empresa que representa. A Coza é uma organização única no mercado brasileiro. Se destaca pelo alto padrão do design e inovação de seus produtos e pela força de sua marca, enfatiza.
A presidente da Coza, Manuela Zatti, afirmou que a diretoria decidiu avançar as negociações com a Brinox por ser a empresa que melhor compreendeu a sua cultura e pelas condições comerciais, logísticas e operacionais. “Com ela a Coza terá novo estágio de crescimento, afirmou. Juntamente com as irmãs e sócias, Daniela Zatti e Cristina Zatti, Manuela seguirá trabalhando na Coza durante o período de integração. “Vamos acelerar o lançamento de novas linhas de produtos e enriquecer a oferta aos clientes”, acrescentou.
A Brinox S.A. é controlada pela Southern Cross desde maio de 2011. Fabrica e vende utensílios domésticos que têm como matéria-prima principal o aço inox e também alguns produtos à base de aço cromado, silicone, nylon e alumínio, dentre outros. Conta com mais de 2 mil itens em seu portfólio que vão desde produtos para copa, cozinha, banheiro e lavanderia até peças de decoração. Além de soluções para a casa, também atua no mercado corporativo como hotéis, bares e restaurantes. A empresa, com vendas brutas de R$ 160 milhões em 2011, tem uma planta com 33 mil m² de área construída e emprega 400 funcionários.
Líder em houseware em plástico no Brasil, em 2012 a Coza comemora 30 anos. Atualmente, a marca está presente em aproximadamente 3 mil pontos de venda no Brasil e exporta para 18 países, dentre eles Espanha, França e Canadá. Em seu
portfólio estão cerca de 300 produtos produzidos em polipropileno, poliestireno, biopolímeros e policarbonato, divididos em 15 linhas. Mais de 50 prêmios nacionais e internacionais reconhecem a qualidade e inovação do design da marca. Por Roberto Hunoff
Fonte:jcrs20/02/2012
Compra da BandSports pela Fox não avança
Após uma negociação que estaria em estágio avançado e prestes a ser concretizada, a compra da BandSports pela Fox teria esfriado.
Segundo a coluna Canal 1, os rumores cessaram e nos bastidores da Band haveria a ordem para que os trabalhos voltassem ao normal com as atenções voltadas para os eventos adquiridos, como o Brasil Open de Tênis.
Ainda não se sabe se a tática faz parte da estratégia da Band e da Fox. Entretanto, independente de tudo, caso venha a ocorrer algum tipo de negócio entre ambas, o mesmo só deverá ser concretizado dentro de três ou quatro meses com respeito a determinados critérios.
Em tempo:
A BandSports e a Fox em momento algum oficializaram o interesse de venda e compra, mas nos bastidores a transação era dada como certa e irreversível.
Rumores nos bastidores da Band sugeriram recentemente que a emissora teria desistido de vender a BandSports para a Fox por pressão da Globo. Temendo o fortalecimento da Fox Sports, o canal carioca teria ameaçado romper o milionário acordo que tem com a Band no segmento esportivo (o que inclui o Brasileirão, Libertadores e até mesmo a Copa do Mundo), provocando assim um baque no caixa da empresa.
Fonte:mediacon20/02/2012
Fonte: UOL televisão
Segundo a coluna Canal 1, os rumores cessaram e nos bastidores da Band haveria a ordem para que os trabalhos voltassem ao normal com as atenções voltadas para os eventos adquiridos, como o Brasil Open de Tênis.
Ainda não se sabe se a tática faz parte da estratégia da Band e da Fox. Entretanto, independente de tudo, caso venha a ocorrer algum tipo de negócio entre ambas, o mesmo só deverá ser concretizado dentro de três ou quatro meses com respeito a determinados critérios.
Em tempo:
A BandSports e a Fox em momento algum oficializaram o interesse de venda e compra, mas nos bastidores a transação era dada como certa e irreversível.
Rumores nos bastidores da Band sugeriram recentemente que a emissora teria desistido de vender a BandSports para a Fox por pressão da Globo. Temendo o fortalecimento da Fox Sports, o canal carioca teria ameaçado romper o milionário acordo que tem com a Band no segmento esportivo (o que inclui o Brasileirão, Libertadores e até mesmo a Copa do Mundo), provocando assim um baque no caixa da empresa.
Fonte:mediacon20/02/2012
Fonte: UOL televisão
TNT anuncia prejuízo e reavaliará operações no Brasil
Companhia holandesa de logística, que vendeu a ramificação indiana em dezembro, anunciou prejuízo líquido de 173 milhões de euros no trimestre
Em uma tentativa de convencer os investidores do próprio valor isolado, a companhia de logística holandesa TNT Express disse que retomará foco em suas operações na Europa, seu principal negócio, e que busca parceiros ou considera a venda de suas operações em mercados emergentes, incluindo o Brasil, após reportar prejuízo líquido no quatro trimestre.
As declarações seguem-se à apresentação de oferta de compra não solicitada de sua concorrente norte-americana UPS.
No Brasil, a TNT é conhecida pelos nomes das redes de transporte TNT Mercúrio e TNT Araçatuba. Segundo consta no site oficial, a companhia tem 8 mil funcionários no País, 110 filiais e franquias, 2,5 mil veículos próprios e outros 1,5 mil terceirizados. A página na internet afirma que a empresa consegue realizar entregas em “mais de 5 mil cidades e 7 mil localidades” do território brasileiro.
O grupo reportou nesta terça-feira (20/02) prejuízo líquido de 173 milhões de euros no trimestre (US$ 229 milhões) até 31 de dezembro, revertendo um lucro de 4 milhões de euros no mesmo período do ano anterior.
O prejuízo foi provocado por encargos relacionados à depreciação no valor de suas operações no Brasil, de 104 milhões de euros (US$ 138 milhões) e por 45 milhões de euros (US$ 56 milhões) em perdas contábeis com sua frota aérea. As receitas cresceram 2,3% para 1,87 bilhão de euros (US$ 2,5 bilhões), em relação ao mesmo período do ano passado.
Nos últimos anos, a TNT expandiu seus negócios em mercados emergentes, especialmente no Brasil, China e Índia. Após ter vendido suas operações na Índia em dezembro, a TNT informou que irá avaliar as opções para seu negócio de entregas domésticas no Brasil e na China. Mas a executiva chefe da empresa, Marie-Christine Lombard, afirmou que ainda é cedo para prever o resultado das avaliações que serão feitas nos negócios da empresa no Brasil e na China, já que o processo acabou de ser iniciado.
"É a estratégia correta para esses negócios. Irá maximizar o valor dos ativos dos acionistas, porque irá elevar os resultados e o fluxo de caixa", afirmou Lombard em entrevista postada no site da empresa.
A companhia disse que o começo do ano foi difícil para suas operações na Europa, com pressão geral sobre os preços e baixo volume de entregas internacionais. A companhia não ofereceu projeção para o ano de 2012, citando as incertezas econômicas, o risco de recessão na Europa e a desaceleração da atividade econômica na Ásia. As informações são da Dow Jones.
Fonte:Época21/02/2012
Em uma tentativa de convencer os investidores do próprio valor isolado, a companhia de logística holandesa TNT Express disse que retomará foco em suas operações na Europa, seu principal negócio, e que busca parceiros ou considera a venda de suas operações em mercados emergentes, incluindo o Brasil, após reportar prejuízo líquido no quatro trimestre.
As declarações seguem-se à apresentação de oferta de compra não solicitada de sua concorrente norte-americana UPS.
No Brasil, a TNT é conhecida pelos nomes das redes de transporte TNT Mercúrio e TNT Araçatuba. Segundo consta no site oficial, a companhia tem 8 mil funcionários no País, 110 filiais e franquias, 2,5 mil veículos próprios e outros 1,5 mil terceirizados. A página na internet afirma que a empresa consegue realizar entregas em “mais de 5 mil cidades e 7 mil localidades” do território brasileiro.
O grupo reportou nesta terça-feira (20/02) prejuízo líquido de 173 milhões de euros no trimestre (US$ 229 milhões) até 31 de dezembro, revertendo um lucro de 4 milhões de euros no mesmo período do ano anterior.
O prejuízo foi provocado por encargos relacionados à depreciação no valor de suas operações no Brasil, de 104 milhões de euros (US$ 138 milhões) e por 45 milhões de euros (US$ 56 milhões) em perdas contábeis com sua frota aérea. As receitas cresceram 2,3% para 1,87 bilhão de euros (US$ 2,5 bilhões), em relação ao mesmo período do ano passado.
Nos últimos anos, a TNT expandiu seus negócios em mercados emergentes, especialmente no Brasil, China e Índia. Após ter vendido suas operações na Índia em dezembro, a TNT informou que irá avaliar as opções para seu negócio de entregas domésticas no Brasil e na China. Mas a executiva chefe da empresa, Marie-Christine Lombard, afirmou que ainda é cedo para prever o resultado das avaliações que serão feitas nos negócios da empresa no Brasil e na China, já que o processo acabou de ser iniciado.
"É a estratégia correta para esses negócios. Irá maximizar o valor dos ativos dos acionistas, porque irá elevar os resultados e o fluxo de caixa", afirmou Lombard em entrevista postada no site da empresa.
A companhia disse que o começo do ano foi difícil para suas operações na Europa, com pressão geral sobre os preços e baixo volume de entregas internacionais. A companhia não ofereceu projeção para o ano de 2012, citando as incertezas econômicas, o risco de recessão na Europa e a desaceleração da atividade econômica na Ásia. As informações são da Dow Jones.
Fonte:Época21/02/2012
TI em logística: segredo do sucesso
O mercado de e-commerce no Brasil verm registrando um crescimento médio de aproximadamente 30% nos últimos anos, esse movimento não deve cessar, de acordo com um estudo divulgado pela Forrester Research.
Segundo o levantamento, o país deve faturar cerca de US$ 22 bilhões em 2016, o que representa um crescimento de 178% em relação aos US$ 7,9 bilhões movimentados em 2010. No entanto, por trás dessa expansão, ainda há alguns entraves a serem superados, sendo a logística um deles.
Fernando Di Giorgi, sócio-fundador da Uniconsult Sistemas, destaca que o setor vem aumentando sua profissionalização ao longo dos anos. Mas ainda existem alguns problemas a serem vencidos, como a questão da terceirização. “Em mercados como o americano e europeu, a terceirização de serviços de logística acontece de forma eficiente, pois as empresas contratadas entregam o que prometem. No Brasil, as grandes empresas acabam optando por ter uma estrutura própria para garantir a entrega da mercadoria ao consumidor no prazo correto e não ter problemas com seus fornecedores”.
Além disso, as empresas brasileiras de e-commerce ainda têm problemas no que diz respeito à sua logística interna. “Em 2010, tínhamos dois grandes problemas nesse sentido: a falta de capacitação de transporte, na parte de logística externa, e congestionamento na interna. Com a euforia nas vendas, muitas empresas potencializaram demais os seus estoques, o que dificulta a separação de produtos, a movimentação nos corredores e o cumprimento no prazo de entrega, ou seja, resultado de uma falta de visão integrada”, diz Di Giorgi.
Nesse contexto, a TI exerce um papel fundamental, na opinião do especialista, mas não somente na eficiência do canal de vendas eletrônico. “Há uma visão falsa de que a Tecnologia da Informação é o setor mais importante em um canal de e-commerce. Esse exagero levou ao esquecimento da logística, e, principalmente, que há tecnologia presente nessa operação, no transporte, entre outros”, enfatiza.
TI em ação
Di Giorgi cita alguns centros de distribuição que precisam processar e entregar cerca de 30 mil pedidos por dia, trabalham em três turnos com mais de 2.500 pessoas. “Como fazer tudo isso funcionar sem a tecnologia? É preciso fazer a roteirização do transporte da mercadoria, além do seu acompanhamento para ter certeza sobre o cumprimento de prazos. Se há qualquer problema na entrega, é a loja quem vai arcar com o prejuízo perante o consumidor. E, por consequência, irá cobrar de seus fornecedores”. Estima-se que o aumento da eficiência de entrega hoje está na casa dos 95%. “E quem controla tudo isso é a TI”.
Para o executivo, a tecnologia não é somente importante na parte de logística do e-commerce, mas também no SAC. “Cerca de 5% das vendas não se completam, pois o consumidor tem o direito de devolver o produto em até sete dias úteis e a loja tem que buscar a mercadoria sem fazer a cobrança de frete. O gerenciamento disso é complicado, pois é um processo complexo e pode acabar gerando um mau atendimento quando esse processo se torna ineficiente”.
O sucesso de uma loja de e-commerce, na visão de Di Giorgi , está fincado em três pilares: tecnologia, logística e talento comercial. Ele avalia o futuro desse mercado de forma otimista. “As lojas físicas vão ser obrigadas a investir em canais eletrônicos de venda para evitar a competição de itens e o enfraquecimento das vendas”, completa.
Fonte:DecisionReport16/02/2012
Segundo o levantamento, o país deve faturar cerca de US$ 22 bilhões em 2016, o que representa um crescimento de 178% em relação aos US$ 7,9 bilhões movimentados em 2010. No entanto, por trás dessa expansão, ainda há alguns entraves a serem superados, sendo a logística um deles.
Fernando Di Giorgi, sócio-fundador da Uniconsult Sistemas, destaca que o setor vem aumentando sua profissionalização ao longo dos anos. Mas ainda existem alguns problemas a serem vencidos, como a questão da terceirização. “Em mercados como o americano e europeu, a terceirização de serviços de logística acontece de forma eficiente, pois as empresas contratadas entregam o que prometem. No Brasil, as grandes empresas acabam optando por ter uma estrutura própria para garantir a entrega da mercadoria ao consumidor no prazo correto e não ter problemas com seus fornecedores”.
Além disso, as empresas brasileiras de e-commerce ainda têm problemas no que diz respeito à sua logística interna. “Em 2010, tínhamos dois grandes problemas nesse sentido: a falta de capacitação de transporte, na parte de logística externa, e congestionamento na interna. Com a euforia nas vendas, muitas empresas potencializaram demais os seus estoques, o que dificulta a separação de produtos, a movimentação nos corredores e o cumprimento no prazo de entrega, ou seja, resultado de uma falta de visão integrada”, diz Di Giorgi.
Nesse contexto, a TI exerce um papel fundamental, na opinião do especialista, mas não somente na eficiência do canal de vendas eletrônico. “Há uma visão falsa de que a Tecnologia da Informação é o setor mais importante em um canal de e-commerce. Esse exagero levou ao esquecimento da logística, e, principalmente, que há tecnologia presente nessa operação, no transporte, entre outros”, enfatiza.
TI em ação
Di Giorgi cita alguns centros de distribuição que precisam processar e entregar cerca de 30 mil pedidos por dia, trabalham em três turnos com mais de 2.500 pessoas. “Como fazer tudo isso funcionar sem a tecnologia? É preciso fazer a roteirização do transporte da mercadoria, além do seu acompanhamento para ter certeza sobre o cumprimento de prazos. Se há qualquer problema na entrega, é a loja quem vai arcar com o prejuízo perante o consumidor. E, por consequência, irá cobrar de seus fornecedores”. Estima-se que o aumento da eficiência de entrega hoje está na casa dos 95%. “E quem controla tudo isso é a TI”.
Para o executivo, a tecnologia não é somente importante na parte de logística do e-commerce, mas também no SAC. “Cerca de 5% das vendas não se completam, pois o consumidor tem o direito de devolver o produto em até sete dias úteis e a loja tem que buscar a mercadoria sem fazer a cobrança de frete. O gerenciamento disso é complicado, pois é um processo complexo e pode acabar gerando um mau atendimento quando esse processo se torna ineficiente”.
O sucesso de uma loja de e-commerce, na visão de Di Giorgi , está fincado em três pilares: tecnologia, logística e talento comercial. Ele avalia o futuro desse mercado de forma otimista. “As lojas físicas vão ser obrigadas a investir em canais eletrônicos de venda para evitar a competição de itens e o enfraquecimento das vendas”, completa.
Fonte:DecisionReport16/02/2012
Finanças respondem por 22% do faturamento de TI no Brasil
Estudos da consultoria internacional Frost & Sullivan mostram que a área de serviços de TI (Tecnologia da Informação) no Brasil movimentou cerca de US$ 11,8 bilhões em 2011, uma expansão anual de 11,5%, representando 50% do mercado da América Latina.
Para 2012, o faturamento total poderá chegar a US$ 12,9 bilhões, ou um novo crescimento de 9,9%. Fernando Belfort, analista de indústria da Frost & Sullivan explica que, em 2011, “as empresas do segmento de serviços financeiros representaram 22% da receita de todas as empresas de tecnologia no Brasil”.
Na CeBIT 2012, evento que acontece de 06 a 10 de março, em Hannover, na Alemanha, as soluções brasileiras voltadas para o segmento financeiro - onde o Brasil é reconhecido por sua criatividade e talento no desenvolvimento de soluções de ponta - vão estar em destaque. Também serão apresentadas aplicações e soluções voltadas para garantir as transações no ambiente de Internet.
Fonte:ConvergênciaDigital16/02/2012
Para 2012, o faturamento total poderá chegar a US$ 12,9 bilhões, ou um novo crescimento de 9,9%. Fernando Belfort, analista de indústria da Frost & Sullivan explica que, em 2011, “as empresas do segmento de serviços financeiros representaram 22% da receita de todas as empresas de tecnologia no Brasil”.
Na CeBIT 2012, evento que acontece de 06 a 10 de março, em Hannover, na Alemanha, as soluções brasileiras voltadas para o segmento financeiro - onde o Brasil é reconhecido por sua criatividade e talento no desenvolvimento de soluções de ponta - vão estar em destaque. Também serão apresentadas aplicações e soluções voltadas para garantir as transações no ambiente de Internet.
Fonte:ConvergênciaDigital16/02/2012
Grupo Jereissati admite que pode vender parte do iG
CEO Fernando Portella admitiu que possibilidade de venda faz parte do reposicionamento pelo qual a empresa passa hoje
O iG, que faz parte do Grupo Jereissati e é controlado pela Oi, passa hoje por um reposicionamento que inclui a análise da venda da parte de conteúdo do portal. A venda da marca para interessados também pode ser avaliada.
A afirmação foi feita ao Meio&Mensagem por Fernando Magalhães Portella, CEO do Grupo Jereissati, dono também das companhias Oi, Iguatemi, Contax e Grande Moinho Cearense.
“Não é nosso negócio produzir conteúdo, embora conteúdos ligados à fidelização do cliente seja uma missão do iG”, afirmou Portella. “O iG está sendo reposicionado para ser um produto de retenção e fidelização da distribuição.”
Nos últimos meses, o iG mudou sua administração e cortou parte de sua equipe editorial. Em outubro, o presidente Pedro Ripper, do iG, admitiu que estava em conversa com empresas de comunicação, entre elas o Grupo RBS. Por Tatiana Vaz
Fonte:exame20/02/2012
O iG, que faz parte do Grupo Jereissati e é controlado pela Oi, passa hoje por um reposicionamento que inclui a análise da venda da parte de conteúdo do portal. A venda da marca para interessados também pode ser avaliada.
A afirmação foi feita ao Meio&Mensagem por Fernando Magalhães Portella, CEO do Grupo Jereissati, dono também das companhias Oi, Iguatemi, Contax e Grande Moinho Cearense.
“Não é nosso negócio produzir conteúdo, embora conteúdos ligados à fidelização do cliente seja uma missão do iG”, afirmou Portella. “O iG está sendo reposicionado para ser um produto de retenção e fidelização da distribuição.”
Nos últimos meses, o iG mudou sua administração e cortou parte de sua equipe editorial. Em outubro, o presidente Pedro Ripper, do iG, admitiu que estava em conversa com empresas de comunicação, entre elas o Grupo RBS. Por Tatiana Vaz
Fonte:exame20/02/2012
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