19 julho 2018

Valor de mercado da Amazon supera US$900 bi; aproxima-se da Apple

O valor de mercado da Amazon.com atingiu 900 bilhões de dólares nesta quarta-feira pela primeira vez, um marco importante em sua trajetória de 21 anos como uma companhia listada e ameaçando superar a Apple como joia mais valiosa de Wall Street.

Depois que Jeff Bezos fundou a empresa de venda de livros online em sua garagem em 1994, a Amazon sobreviveu à crise das empresas pontocom e expandiu-se em toda a indústria de varejo, alterando a forma como os consumidores compram produtos e desencadeando uma luta entre lojas físicas.

Após anunciar que vendeu mais de 100 milhões de dólares em produtos durante a venda anual do Prime Day, o valor de mercado da Amazon atingiu 902 bilhões de dólares. As ações da Amazon subiram mais de 57 por cento em 2018, com uma valorização de 123 mil por cento desde sua listagem na Nasdaq, em 1997. Um investidor que comprasse 1 ação da Amazon por 18 dólares no IPO teria agora um investimento de mais de 22,2 mil dólares.

A Amazon, o serviço de streaming de vídeo Netflix e um punhado de empresas de tecnologia de peso pesado alimentaram a recuperação de Wall Street nos últimos anos e continuam sendo peças-chave dos portfólios dos gestores de portfólio.

A Apple superou a Exxon Mobil no fim de 2011 como a empresa dos EUA com o maior valor de mercado de ações. As ações da empresa no Vale do Silício subiram 12 por cento em 2018, elevando o valor do mercado de ações a 935 bilhões de dólares.

A Amazon divulga seus resultados em 26 de julho e a Apple apresenta os seus 31 de julho.

A Amazon superou a Microsoft como terceira maior empresa dos EUA em valor de mercado em fevereiro. Desde então, a Microsoft foi superada pela Alphabet , dona do Google.(Reportagem de Noel Randewich) Por Noel RandewichSAN FRANCISCO (Reuters) - Leia mais em dci 18/07/2018


19 julho 2018



FUSÕES E AQUISIÇÕES - DESTAQUES DA SEMANA 09 a 15/jul/2018


Divulgadas 8 operações de Fusões e Aquisições com destaque pela imprensa na semana de 09 a 15/jul/2018.  Envolvem direta ou indiretamente empresas brasileiras de 5 setores.

ANÁLISE DA SEMANA                                                                                                      
Principais transações


NEGÓCIOS DA SEMANA

"Market Movers" - Brasil


  • Conselho da Hermes Pardini aprova compra de 55% da Psychemedics Brasil - O conselho de administração do Hermes Pardini aprovou a aquisição de 55% do capital social da Psychemedics Brasil, de Santana do Parnaíba (SP), por R$ 45,2 milhões. A Psychemedics Brasil possui presença relevante no mercado brasileiro de exames toxicológicos de larga janela de detecção. Em 2017, a Psychemedics Brasil obteve receita líquida de aproximadamente R$ 132 milhões. 10/07/2018

"Market Movers” - Exterior

  • Broadcom adquire CA Technologies por US$ 18,9 bilhões - Surpreendente compra deve ser concluída no quarto trimestre deste ano. A Broadcom, fornecedora de semicondutores, anunciou a aquisição da CA Technologies, em negócio fechado por US$ 18,9 bilhões em dinheiro. A expectativa é de que a compra seja concluída no quarto trimestre deste ano. A notícia surpreendeu o mercado, visto que as companhias têm focos diferentes - a Broadcom como uma gigante fabricante de chips, enquaunto a CA tem enorme legado em software e serviços 12/07/2018
  • Total fecha acordo de US$1,5 bi por negócio de gás da Engie - A petroleira francesa Total (TOTF.PA) anunciou nesta sexta-feira um acordo de 1,5 bilhão de dólares para adquirir o negócio “upstream” de Gás Natural Liquefeito (GNL) da Engie (ENGIE.PA), o que a tornará o segundo maior player do mundo neste mercado. Sob o acordo, a Total disse que faria pagamentos adicionais de até 550 milhões de dólares à Engie se houvesse uma melhora nos mercados de petróleo no próximo ano. 13/07/2018
  • Com Acxiom, Interpublic ganha espaço no negócio de dados - Aquisição avaliada em US$ 2,3 bilhões vai “ajudar o IPG a moldar o futuro da indústria”, diz o CEO Michael Roth. O Grupo Interpublic (IPG), quarto maior do mundo no mercado de agências e serviços de marketing, acaba de ficar ainda maior com a aquisição da empresa de soluções de marketing Acxiom Corp., por US$ 2,3 bilhões. O acordo, anunciado nesta segunda-feira, 2, levará a equipe de 2.100 profissionais de análises e gerenciamento de dados da Acxiom para debaixo do guarda-chuva do IPG, junto com as redes McCann, FCB e MullenLowe. 03/07/2018
  • Cisco compra July Systems para reforçar estratégia de Wi-Fi - A Cisco deu um passo em direção a melhorar sua família de aplicativos móveis ao anunciar a intenção de comprar a July Systems, uma empresa de capital fechado cuja plataforma funciona com várias tecnologias de localização, como Wi-Fi, Bluetooth Beacons ou GPS.  A aquisição prevista para julho é a terceira da Cisco neste ano. A empresa comprou a firma de inteligência artificial Accompany, em maio, e a fornecedora de tecnologia de nuvem Skyport Systems, em janeiro. A Cisco fez nove aquisições em 2017, incluindo AppDynamics e Viptela. 12/07/2018

HUMORES & RUMORES

M & A - VENDA

  • Petrobras está próxima de concluir venda de seus 50% na PetroAfrica  - A Petrobras está perto de sacramentar a venda de sua fatia de 50% na PetroAfrica, segundo uma fonte. A operação está sendo feita em conjunto com o BTG Pactual e a Helios Investment Partners, que detém os 50% restantes da companhia e também estão se desfazendo do ativo. ... 09/07/2018
  • Venda da Braskem para LyondellBasell deve ser fechada em outubro - O acordo para venda da participação do grupo Odebrecht na Braskem para a LyondellBasell deve ser assinado até meados de outubro, apurou o Valor. A expectativa é de que, após quatro meses do anúncio do início das conversas, a Petrobras já tenha oficializado a decisão sobre o futuro de sua fatia na petroquímica brasileira e a transação seja submetida ao Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade).  09/07/2018
  • Governo de SP anuncia venda da Companhia Energética de São Paulo - A Cesp é sociedade de capital aberto, concessionária de serviço público de geração de energia elétrica em SP. O governo do estado de São Paulo publicou hoje (7) o edital de venda do controle acionário da Companhia Energética de São Paulo (Cesp). A privatização permitirá a renovação da concessão, por 30 anos, da Usina de Porto Primavera, localizada no Rio Paraná, próximo à cidade de Rosana (SP), no Pontal do Paranapanema. A usina tem a barragem mais extensa do Brasil, com 1.540 megawatts (MW) de potência instalada. 08/07/2018
  • Martin Sorrell compra MediaMonks  - Martin Sorrell anunciará hoje sua primeira aquisição desde que deixou a WPP, o grupo de propaganda que ele comandou por 33 anos, com a compra da MediaMonks, uma companhia de produção digital com sede na Holanda. O negócio está avaliado em até € 300 milhões. . 10/07/2018

 M & A - COMPRA

  • Grupo Zahran já comprou a TV Anhanguera. Só falta anunciar a aquisição - Não haverá recuo e até a TV Globo pressiona pelo fechamento do negócio. O grupo de Mato Grosso não demonstra interesse pelos jornais. Nos corredores da TV Globo, é dada como certa a venda da TV Anhanguera para o Grupo Zarhan, de Mato Grosso. Devido ao “incentivo” — ou pressão (sobretudo por causa da queda da audiência; TV Serra Dourada e TV Record estariam goleando a ex-emissora rainha) — da família Marinho e dos executivos da empresa, o negócio é incontornável. 09/07/2018
  • Petrobras pode ficar em nova empresa com Braskem e LyondellBasell - A perspectiva de compra do controle da Braskem pela holandesa LyondellBasell pode levar a Petrobras a desistir de se desfazer de sua fatia na petroquímica, conforme previa o plano de investimento da estatal. A LyondellBasell assinou acordo de exclusividade para negociar a compra das ações da Odebrecht na Braskem, que correspondem a 38,3% do capital da petroquímica. Dona de 36,1%, a Petrobras tem direito de receber o mesmo valor pela sua fatia, caso o negócio seja fechado. O presidente da estatal, Ivan Monteiro, disse ao jornal Folha de S.Paulo, porém, que a estratégia de venda de sua participação pode ser reavaliada em caso de transferência do controle. "Podemos ter a chance de nos tornarmos sócios de uma empresa com presença global", afirmou. Com sede em Roterdã, a LyondellBasell tem operações em 17 países. 14/07/2018
  • Apetite por aquisição - A Fresenius Medical Care, de produtos e serviços para tratamento de doenças renais, vai aportar cerca de R$ 100 milhões até o fim do ano na modernização de sua fábrica em Jaguariúna (SP) e na aquisição de clínicas de diálise. 15/07/2018

PRIVATE EQUITY

  • Vinci Partners negocia com ECB compra de projeto de transmissão de energia de R$ 100 mil - A gestora de recursos Vinci Partners está em negociações avançadas para a aquisição de uma concessão para a construção de uma linha de transmissão de energia em Minas Gerais que deve demandar investimentos de quase 100 milhões de reais, segundo documento visto pela Reuters. A transação envolve a compra por dois fundos controlados pela Vinci de um projeto arrematado por um consórcio liderado pela Empresa Construtora Brasil (ECB) em um leilão realizado pelo governo federal em 2016. 12/07/2018

IPO

  • Empresário precoce se prepara para levar Stone à Bolsa - Escritórios da empresa do mercado de maquininhas têm como marca a onipresença de jovens. Os executivos da Stone, novata do mercado de maquininhas de pagamento, estavam em dúvida se deixariam uma candidata avançar para a final de seu programa de seleção de jovens líderes....  15/07/2018

RELAÇÃO DAS TRANSAÇÕES

  • Conselho da Hermes Pardini aprova compra de 55% da Psychemedics Brasil - O conselho de administração do Hermes Pardini aprovou a aquisição de 55% do capital social da Psychemedics Brasil, de Santana do Parnaíba (SP), por R$ 45,2 milhões. De acordo com fato relevante, o acordo permite à companhia adquirir a totalidade do capital social da Psychemedics Brasil no quarto ano da conclusão da aquisição. A Psychemedics Brasil possui presença relevante no mercado brasileiro de exames toxicológicos de larga janela de detecção, contando com unidades de coleta credenciadas em quase mil municípios e uma base de mais de 10 mil clientes Corporativos. Em 2017, a Psychemedics Brasil obteve receita líquida de aproximadamente R$ 132 milhões. 10/07/2018
  • Prosegur diversifica negócios com aquisições - A espanhola Prosegur, uma das maiores empresas de transporte de valores e segurança privada do país, está diversificando sua atuação. Anteontem assinou a compra da baiana Logmais, especializada em serviços de correspondente bancário, e analisa outras aquisições nas áreas de conciliação financeira, venda on-line e gestão de contratos de crédito imobiliário. Além disso, comunicou ao Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) um acordo preliminar para aquisição da concorrente Transfederal no começo deste mês.  11/07/2018
  • Fintech criada no RS leva sede para SP e recebe investimento - Sócios bradam que aplicações dos clientes não são feitas por robôs. Startup de investimentos, a Mais Retorno recebeu R$ 1 milhão de aporte de investidores-anjo do Rio Grande do Sul. A empresa foi criada há um ano e está com R$ 120 milhões em carteira. A meta é atingir R$ 2 bilhões em 2020. . 13/07/2018
  • Nasce o grupo Kersia - Resultado da fusão de cinco empresas de biossegurança alimentar, a meta da nova companhia é faturar 300 milhões de euros em dois anos. Resultado da fusão entre as francesas Hypred e LCB Food Safety, a alemã Anti-Germ, a irlandesa Medentech e a brasileira G3 Química, a Kersia, com sede na França, surge com a missão de inventar um mundo de alimentos seguros. Essas companhias estão presentes em 90 países e, em 2017, a receita conjunta foi de 200 milhões de euros. A meta é atingir o faturamento de 300 milhões de euros em dois anos. 15/06/2018
  • Promob tem fusão com 2020 - A Promob Software Solutions acaba de anunciar a fusão de suas operações com a 2020. A composição acionária do novo negócio resultante da fusão não foi informado pelas empresas. Após a união, a Promob, estabelecida em Caxias do Sul, continuará a operar com sua marca. Com o acordo, a Promob vai oferecer soluções desenvolvidas pela 2020 e exportará produtos desenvolvidos no Brasil para outros mercados em que a 2020 tem canais de distribuição. 12/07/2018
  • Grupo chinês Sanxing assume 100% da mineira Nansen  - O grupo chinês Sanxing Electric adquiriu a fatia da fabricante brasileira de medidores de energia elétrica, a Nansen, de Minas Gerais, que ainda não possuía, ficando agora com 100% de seu controle. O anúncio foi feito pela Nansen. O valor do negócio não foi divulgado.. L 12/07/2018
  • Plataforma de saúde recebe aporte da Canary, fundo de empreendedores notáveis - A Go Good engaja colaboradores a realizarem exercícios físicos e atingirem metas, que são transformadas em doações a instituições. A Go Good, startup de healthtech que une exercícios físicos a recompensas sociais, recebeu recentemente um aporte da Canary, venture capital criada pelos fundadores do Peixe Urbano e Printi e com a participação de empreendedores notáveis de startups como Instagram, Nubank, VivaReal, GuiaBolso e 99. O valor do aporte não foi divulgado – mas como foi uma rodada seed, podemos estimar que o investimento foi entre R$ 600 mil e R$ 2 milhões. 11/07/2018
  • Brasileira Movile recebe aporte recorde de US$124 mi de Naspers e Innova Capital - A companhia brasileira de serviços para tecnologia móvel Movile recebeu aporte de 124 milhões de dólares, o maior investimento já realizado na empresa criada há oito anos e cujo principal negócio é o aplicativo de pedido de entrega de comida, iFood. A rodada, primária e secundária, foi feita pelo grupo sul-africano de investimentos em internet Naspers e pelo fundo brasileiro Innova Capital, que tem entre os investidores o financista Jorge Paulo Lemann. Os recursos serão canalizados no iFood e também nos negócios de venda de ingressos Sympla e de transações financeiras Zoop, afirmou o presidente-executivo da Movile, Fabricio Bloisi. A companhia já captou 375 milhões de dólares nos últimos oito anos, dos quais cerca de 270 milhões nos últimos 12 meses.  12/07/2018
RELATÓRIOS - DESTAQUES DA SEMANA


QUEM, O QUÊ, QUANDO, QUANTO, COMO e POR QUÊ
 A pesquisa FUSÕES E AQUISIÇÕES - DESTAQUES DA SEMANA tem o propósito de captar o “clima” do mercado das operações de Fusões e Aquisições bem como sinalizar suas principais tendências. Trata-se da compilacão semanal das notícias visando tornar mais acessíveis e conhecidos os negócios de fusão, aquisição e venda realizados entre empresas com atuação no Brasil. Todas as informações sobre os negócios citados no presente relatório são obtidos a partir de notícias publicadas pela imprensa e divulgadas no “estado" pelo blog FUSOESAQUISICOES.BLOGSPOT http://fusoesaquisicoes.blogspot.com.br, não sendo feita qualquer verificação quanto à sua veracidade, precisão ou integridade do conteúdo. Sempre que possível, serão mencionados os nomes dos compradores – investidor estratégico ou fundos de private equity, dos vendedores, a tese de investimento e principais “value drivers”, o valor da transação, forma de pagamento, múltiplos praticados (Valor da Empresa/EBITDA, Valor da Empresa/Receita) etc. Muitas vezes a notícia não é clara a respeito dos valores/forma de pagamentos e respectivos múltiplos. É bem-vinda toda e qualquer contribuição para tornar as informações mais precisas e transparentes. Caso o conteúdo estiver em desacordo, nos contate que estaremos retirando o mesmo ou corrigindo a respectiva  informação. Blog FUSÕES & AQUISIÇÕES



AlmavivA aumenta faturamento de R$ 3,5 milhões para R$ 1 bilhão em apenas 10 anos no Brasil

Companhia se posiciona agora entre as três maiores no setor de contact center e conquistou robustez financeira para crescer ainda mais por meio de aquisições neste ano

A AlmavivA do Brasil, uma das principais empresas do segmento de contact center, customer relationship management (CRM) e trade marketing, conquistou o terceiro lugar no setor em apenas uma década de atuação no Brasil. De 2006 para 2016, o número de funcionários da companhia saltou de 801 para 30 mil, e ela registrou crescimento de R$ 3,5 milhões para R$ 1 bilhão de faturamento.

Já em 2017, a AlmavivA do Brasil obteve de sua matriz, na Itália, € 250 milhões – em operação de euro bonds assessorada pela Goldman Sachs. Desse total, vieram para o Brasil R$ 280 milhões (€ 75 milhões, aproximadamente) – parte como equity e empréstimo intercompany, permitindo quitar todos os débitos com bancos locais, reforçar o caixa e avaliar oportunidades atrativas de M&A.

"Com esse aporte, a AlmavivA substituiu uma dívida muito cara, geralmente de curto prazo, por capital e empréstimo de longo prazo, a uma taxa extremamente vantajosa, permitindo à companhia um diferencial competitivo para 2018 e próximos anos", explica Alberto Ferreira, diretor-geral de Business.

Além do crescimento em capital financeiro e capital humano, a companhia também ampliou sua estrutura no País, de modo que em pouco mais de uma década passou a contar com 12 sites e 8 escritórios distribuídos em cidades brasileiras como Aracaju (SE), Belo Horizonte (MG), Brasília (DF), Guarulhos (SP), Juiz de Fora (MG), Maceió (AL), São Paulo (sede e central na capital) e Teresina (PI).

Para este ano, de acordo com Alberto Ferreira, a AlmavivA do Brasil pretende adquirir empresas que ampliem ainda mais seu portfólio, considerando suas três competências cruciais para manter-se no mercado: "Robustez financeira, know how e tecnologia vindos de nossos laboratórios internos de tecnologia", enfatiza o executivo.

Sobre a AlmavivA do Brasil

A AlmavivA do Brasil é a terceira maior empresa de Contact Center e uma das principais companhias em Gestão do Relacionamento com Clientes (CRM) e Business Process Outsourcing (BPO) do País. Desde 2006, tem ampliado sua participação no setor, partindo de 800 colaboradores para atingir mais de 30 mil em 2017. Atende as mais variadas empresas nacionais e multinacionais líderes em setores como telecomunicação, financeiro, automobilístico, aéreo, farmacêutico e de utilities, oferecendo uma gama de serviços como atendimento, televendas, cobrança, back office, além de trade marketing. A AlmavivA do Brasil possui 12 sites e escritórios em 8 cidades brasileiras: Aracaju (SE), Belo Horizonte (MG), Brasília (DF), Guarulhos (SP), Juiz de Fora (MG), Maceió (AL), São Paulo (sede e central na capital) e Teresina (PI). A companhia pertence ao Grupo AlmavivA, líder italiano em tecnologia de informação e comunicação, com um total de 62 sedes distribuídas em 8 países (Itália, Bélgica, Brasil, China, Colômbia, Estados Unidos, Romênia e Tunísia). Leia mais em segs 19/07/2018



Bunge negocia venda de parte de trading de açúcar

A Bunge, gigante americana do agronegócio, negocia a venda de parte de sua unidade de trading de açúcar com a Wilmar International, uma das maiores negociantes de commodities agrícolas da Ásia, disseram pessoas informadas sobre o assunto.

As negociações se concentram na carteira de trading da Bunge na Ásia, disseram as pessoas, que pediram para não ser identificadas porque as discussões são privadas. Se o acordo sair, a Wilmar terá acesso à Tailândia, a segunda maior exportadora de açúcar do mundo, e também a clientes nos principais países importadores, disseram as pessoas.

As tradings de açúcar têm tido dificuldades para ganhar dinheiro nos últimos tempos devido ao excedente recorde, que limita as oportunidades de negociação e pressiona as margens. A Bunge anunciou em fevereiro que pretendia abandonar as operações internacionais de trading de açúcar, que também incluem negócio no Brasil, o maior produtor mundial. O negócio faz parte da unidade de açúcar e bioenergia da Bunge, que sofreu prejuízos maiores no primeiro trimestre, da ordem de US$ 20 milhões.

Uma porta-voz da Bunge não respondeu imediatamente a mensagens em busca de comentários. A Wilmar não respondeu a um e-mail nem atendeu telefonemas em busca de comentários fora do horário comercial regular.

O açúcar apresenta um dos piores desempenhos do ano entre as principais commodities. Os contratos futuros do açúcar bruto caíram 27 por cento em Nova York devido ao excedente recorde desta temporada e à expectativa de oferta abundante novamente no ano que vem em meio à desaceleração do crescimento do consumo.

A Wilmar entrou no mercado do açúcar em 2010 e hoje é uma empresa importante, com oito usinas na Austrália e um amplo negócio de refino na Austrália, na Nova Zelândia e na Indonésia, a principal importadora de açúcar bruto. A trading com sede em Cingapura, que nos últimos tempos tem enfrentado prejuízos relacionados ao açúcar, mantém uma joint-venture no ramo do açúcar bruto no Brasil com a Raizen Energia, a maior produtora sucroalcooleira do País.

Em junho, a Bunge, que tem sede em White Plains, Nova York, foi forçada a adiar a oferta pública inicial da divisão brasileira de produção de açúcar e etanol e culpou a piora das condições do mercado. De 2011 para cá, 50 usinas foram fechadas e mais de 70 entraram com pedido de recuperação judicial no Brasil, segundo a União da Indústria de Cana-de-Açúcar (Unica).--Com a colaboração de Simon Casey. Repórteres da matéria original: Isis Almeida em Londres, ialmeida3@bloomberg.net;Alfred Cang em Cingapura, acang@bloomberg.net;Javier Blas em Londres, jblas3@bloomberg.net Leia mais em jornalfloripa 19/07/2018



O novo investimento de Buffett: ele mesmo

Com US$ 100 bilhões em caixa e nenhuma aquisição grande no radar, Warren Buffett decidiu que o melhor investimento é… ele mesmo.

A Berkshire Hathaway anunciou esta semana uma nova política que facilita a recompra de ações. A nova regra: a partir de 3 de agosto – quando serão divulgados os resultados do segundo trimestre –, a companhia poderá recomprar seus papéis sempre que Buffett e Charlie Munger “acharem” que o preço da ação está abaixo do que consideram justo. O único limite: a Berkshire precisa manter ao menos US$ 20 bilhões em caixa.

Pela política anterior, estabelecida em 2011, os buybacks só podiam ocorrer quando a ação estivesse negociando abaixo de 1,2 vezes seu valor patrimonial. Isso praticamente nunca ocorreu – e a Berkshire não compra uma açãozinha sequer há sete anos. (Hoje, os papéis negociam a cerca de 1,4 vezes o valor patrimonial).

Entusiasta dos buybacks nas empresas em que investe, o oráculo de Omaha sempre deu poucos acenos na forma de política de retorno aos acionistas quando o assunto é Berkshire. A última vez que a companhia pagou um dividendo em cash foi em 1967.

Com a surpresa, os investidores fizeram a festa: as ações classe A e B subiram mais de 5%, no melhor desempenho em sete anos no pregão de ontem.

Além de sinalizar confiança da empresa em seu próprio futuro, as recompras costumam impulsionar o preço em Bolsa porque reduzem a oferta de papéis disponíveis e aumentam o lucro por ação.

A mudança nas regras sugere que Buffett prefere dobrar a aposta em ativos que ele já conhece bem do que se aventurar um mercado onde o S&P já mais que quadruplicou desde o low da crise de 2008.

Antes do anúncio, as ações da Berkshire tinham subido pouco mais de 1% neste ano, contra alta de 5,3% do S&P, apesar de o portfólio da Berkshire ser formado principalmente por companhias expostas à economia americana – que vem bombando nos últimos anos.

Em relatório, o JP Morgan chamou o movimento de 'um grande catalisador positivo'. O banco calcula que , se a Berkshire utilizar todo o seu excesso de caixa – US$ 86 bilhões –, o lucro por ação pode aumentar 20%. O preço-alvo do JP para a ação classe B é de US$ 235, o que equivale a US$ 352 mil nas ações classe A. Natalia Viri Leia mais em braziljournal 19/07/2018



Esko adquire Blue Software, dos EUA

A aquisição reforça a posição da empresa como uma fornecedora completa de soluções tecnológicas para embalagem

A Esko, uma fornecedora global de software e hardware para design de embalagem, colaboração, automação, workflow e produção, anunciou a aquisição da BLUE Software, LLC, uma empresa de software de gerenciamento de rótulos e artes baseada em Chicago, Illinois, EUA, da Diversis Capital e da Schawk Digital Solutions. Esta aquisição reúne dois times complementares que alavancarão o desenvolvimento, gerenciamento e execução eficientes de embalagem para os brand owners na indústria de bens de consumo, ciências da vida e varejo e para uma variedade de fornecedores da cadeia de valor de embalagem.

“Buscamos reduzir drasticamente o tempo para os produtos chegarem no mercado, os custos e os riscos que comprometem a qualidade em toda a cadeia de valor de embalagem. A aquisição da BLUE melhora o conjunto único de ferramentas da Esko que permite aos brand owners e seus parceiros melhorarem como um todo,” explica Udo Panenka, Presidente da Esko. “Nossas soluções de software e hardware digitalizam, automatizam e conectam o desenvolvimento de embalagem ao fluxo de produção, desde conceitos virtuais de design em 3D até a impressão, embalagens acabadas, displays de lojas, e imagem e conteúdo para e-commerce. Trabalhamos para melhorar a eficiência de todo este processo crítico para os brand owners e para os fornecedores da cadeia de valor de embalagem. Com esta aquisição, reforçamos a posição da Esko como uma empresa inovadora em tecnologia para a indústria de embalagem.”

A combinação do software de gerenciamento de rótulos e arte da BLUE com a Plataforma Esko para Marcas aprofunda o investimento da Esko nas indústrias onde a produção das embalagens é extremamente importante. A melhoria do talento e da tecnologia nas duas empresas permite à Esko e à BLUE entregar uma funcionalidade avançada mais rapidamente. Com mais colaboradores ao redor do mundo, o time pode entregar serviços de alto nível para clientes regionais e multinacionais.

“No ambiente atual de compliance e com o foco no e-commerce, onde os consumidores buscam inovação, a arte de embalagens e de rótulos continua a ser um ponto crítico para o desenvolvimento de novos produtos e para o processo de comercialização. Nossas soluções ajudam os clientes nestes desafios, agilizando o lançamento de produtos e reduzindo os custos. A união da BLUE e da Esko é um momento de transformação para a indústria de embalagem,” completa Ali Moosani, Presidente da BLUE.

Como parte da Esko, a BLUE passa a integrar a plataforma de empresas de Identificação de Produtos Danaher, que inclui ainda a Pantone, MediaBeacon, X-Rite, AVT, Videojet, FOBA, Linx e Laetus. Juntas, estas empresas dão suporte às indústrias de produtos embalados e seus fornecedores, no sentido de simplificar as operações de embalagem para que possam lançar produtos mais rapidamente e enriquecer a vida dos consumidores em todo o mundo.

Sobre a Esko (www.esko.com)
O conceito Packaging Simplified (Embalagem Simplificada), da Esko, ajuda os clientes a produzirem a melhor embalagem para bilhões de consumidores. O portfólio de produtos da Esko suporta a gestão dos processos de embalagem e impressão para brand owners, varejo, designers, agências, fabricantes de embalagem e convertedores. Nove em cada 10 embalagens presentes no varejo usam soluções Esko, seja de gerenciamento de embalagem, asset management, criação de arte, design estrutural, pré-impressão, visualização 3D, produção de chapas flexográficas, automação de fluxo de trabalho, controle de qualidade, produção de amostras, paletização, colaboração na cadeia de suprimento e/ou produção de materiais de sinalização e displays de PDV.

As soluções da Esko incluem diversos softwares e duas linhas de hardware: gravadora de chapas flexográficas computer-to-plate CDI e os sistemas de acabamento e corte digital Kongsberg, são complementados com serviços altamente especializados, treinamento e consultoria.

Fazem parte ainda da família Esko, a Enfocus que oferece soluções em automação e ferramentas PDF de controle de qualidade para gráficas, editoras e designers gráficos, e a MediaBeacon, com soluções de digital asset management (DAM). Ao todo são 1.500 colaboradores em todo o mundo e sua sede está localizada em Gent, Bélgica. A Esko é uma empresa Danaher (www.danaher.com). Leia mais em maxpress 19/07/2018




BlackRock supera marca de 15% da Azul

A companhia aérea Azul informou que a gestora BlackRock, em nome de alguns de seus clientes, adquiriu novas ações preferenciais emitidas pela companhia. Assim, entre papéis e ADRs da companhia, a fatia da gestora no capital na Azul superou a marca de 15% no último dia 13, atingindo a marca de 15,03%.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. Leia mais em istoedinheiro 19/07/2018



Quer ganhar com onda de fusões? Aposte nos ofertantes que perdem

Em um possível alerta para os negociantes mais agressivos, especialista descobriram que o preço elevado pago pelo alvo e o aumento da alavancagem parecem estar por trás do desempenho inferior do ofertante vencedor

Na disputa por uma fusão, vale a pena apostar no ofertante que perde, segundo estudo recente.
Apesar de vencedores e perdedores exibirem desempenhos similares no mercado de ações nos três anos que antecedem o anúncio de uma fusão, as empresas norte-americanas que acabam não ficando com seu alvo têm desempenho 24 por cento superior ao dos compradores nos três anos seguintes à operação, segundo estudo publicado na edição de agosto da Review of Financial Studies. A diferença entre os perdedores internacionais foi de cerca de 14 por cento.

Em um possível alerta para os negociantes mais agressivos, os autores, entre eles a professora de finanças da Universidade da Califórnia em Berkeley Ulrike Malmendier, descobriram que o preço elevado pago pelo alvo e o aumento da alavancagem parecem estar por trás do desempenho inferior do ofertante vencedor.

“Os pagamentos elevados de transações relativamente grandes, especialmente pagamentos em dinheiro, parecem ser o indicador mais importante de desempenho inferior a longo prazo e não outros fatores relacionados à produtividade da empresa combinada”, escreveram os autores em versão do estudo publicada em papel anteriormente.

Os resultados “também são consistentes com a visão comportamental de que a superestimação dos retornos futuros dos gerentes é um fator importante para explicar as atividades de fusão que destroem valor”, disseram.

Apesar de o estudo ter focado em disputas ocorridas de 1985 a 2012, deve ter particular relevância hoje, considerando que a mania de fusões continua. As empresas anunciaram globalmente US$ 2,1 trilhões em transações no primeiro semestre do ano, colocando 2018 a caminho de bater o recorde de US$ 4,1 trilhões de 2007, segundo dados compilados pela Bloomberg.

Nem mesmo as maiores empresas estão se esquivando de competir por seus alvos. Walt Disney e Comcast, por exemplo, disputam a aquisição dos ativos de entretenimento da 21st Century Fox de Rupert Murdoch no momento. A Disney tem vantagem -- graças a um acordo de US$ 71,3 bilhões que já foi aprovado pelos órgãos reguladores dos EUA.

O estudo analisou 112 fusões norte-americanas e 72 fusões internacionais com ofertas concorrentes de pelo menos dois possíveis compradores. --Com a colaboração de Nabila Ahmed. Repórter da matéria original: Cormac Mullen em Tóquio, cmullen9@bloomberg.net  Bloomberg L.P. Leia mais em infomoney 19/07/2018





18 julho 2018

Renova Energia Diz Que Recebeu Propostas Por Projeto Eólico Na Bahia

A Renova Energia afirmou que recebeu propostas pelo projeto eólico Alto Sertão III, na Bahia, após o fracasso das negociações do ativo com a Brookfield Energia Renovável, confirmando reportagem publicada pela Reuters com base em fontes com conhecimento do assunto.

Em fato relevante no final da noite de terça-feira, a empresa afirmou que recebeu propostas não vinculantes de “diversos investidores.”

A Renova disse ainda que não foi concedida exclusividade a qualquer dos investidores interessados, que estão em processo de due diligence, e que manterá o mercado informado sobre as tratativas.

Entre os interessados, segundo informou a Reuters na terça-feira, está a Aliança Geração de Energia, uma joint venture entre a mineradora Vale e a elétrica mineira Cemig.

Procurada na véspera, a Aliança afirmou que não comentaria o assunto.

A Renova, que tem como sócios a própria Cemig e sua controlada Light, passou a buscar um novo acionista ou a venda de ativos desde o fracasso de uma associação com a norte-americana SunEdison em 2015.

A empresa de energia limpa chegou a aceitar no ano passado uma oferta da Brookfield, mas as negociações entre as empresas não chegaram a um acerto final após meses de idas e vindas, o que levou à retomada da busca por investidores nos últimos meses.

Executivos da Aliança chegaram a participar na segunda-feira de uma reunião na Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) com representantes da Renova, da Cemig e da Light para discutir o atual estágio do projeto Alto Sertão III.

A Renova aportou cerca de 390 milhões de reais nas obras do complexo até a paralisação dos trabalhos no final de 2016.

A Brookfield chegou a fazer uma oferta de 650 milhões de reais para ficar com o Alto Sertão III, que deverá ter capacidade de cerca de 400 megawatts quando for concluído.

A Renova, que seria um braço para expansão da Cemig em energia limpa, chegou a ter quase 700 megawatts em usinas em operação e planos para alcançar uma capacidade instalada de mais de 2 gigawatts, mas passou a vender ativos em meio às dificuldades financeiras.

Atualmente, a Renova opera apenas cerca de 190 megawatts em pequenas hidrelétricas. Exame leia mais em Meio&Negócio 18/07/2018

18 julho 2018



Notre Dame Intermédica compra da Mediplan Sorocaba, incluindo o Samaritano

A operadora de planos de saúde Notre Dame Intermédica informou nesta quarta-feira que assinou acordo para compra de 100 por cento do grupo Mediplan Sorocaba, que inclui o Hospital Samaritano e a maternidade Samaritano.

Segundo comunicado, a operação de valor não revelado será paga à vista na data de fechamento da transação, descontados o endividamento apurado e uma parcela retida para contingências.

O documento afirma que o grupo adquirido tem uma carteira de cerca de 80 mil beneficiários no Estado de São Paulo incluindo os municípios de Sorocaba, Votorantim e Boituva, sendo 80 por
cento da categoria corporate/PME, e um hospital com 156 leitos sendo 24 de UTI, em Sorocaba.

O Grupo Samaritano Sorocaba teve em de 2017 faturamento líquido de 228 milhões de reais. "O preço de aquisição será equivalente a aproximadamente 9,1 vezes o Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização, na sigla em inglês) ajustado de 2017", afirmou a Notre Dame Intermédica no fato relevante. Por Aluísio Alves Reuters Leia mais em ultimoinstante 18/07/2018



Adama faz parceria com distribuidor de insumos agrícolas no Brasil

A unidade brasileira da Adama Brasil S/A, uma das principais empresas de proteção de cultivos do mundo, anuncia participação acionária na Foco Agronegócios Ltda., distribuidor em franca expansão na região de Tocantins e Maranhão.

Alinhada com o seu propósito de criar simplicidade na agricultura e detentora de um dos portfólios mais amplos do mercado, a Adama tem, com esse movimento, o objetivo de estender ao distribuidor seu know how e expertise em gestão de negócios para oferecer aos agricultores uma vasta plataforma de produtos e serviços melhorando seus resultados no campo.

Entre os termos da negociação, que ainda aguardam aprovação do CADE, consta que não será exigida a exclusividade de distribuição de seus produtos. A estratégia é crescer juntos e de forma sustentável.

“Nossa decisão estratégica é criar e assegurar uma parceria de longo prazo, mantendo os proprietários do Distribuidor à frente da gestão do negócio, pois ninguém melhor do que eles para entender a dinâmica da região e do relacionamento com os clientes”, diz Rodrigo Gutierrez, CEO da Adama Brasil.

“Nos últimos 5 anos, a Focoagro vem crescendo e expandindo sua atuação, trabalhando com insumos, grãos e indústria.”.  “O momento é bastante oportuno para nos unirmos a um parceiro forte que contribuirá nessa jornada de crescimento e consolidação da empresa”, afirmam respectivamente Augusto César Ribeiro e Márcio Takatsu, proprietários da Focoagro.

Sobre a Adama

A Adama Agricultural Solutions Ltda. é uma das principais empresas de proteção de cultivos do mundo. Nosso propósito é criar simplicidade na agricultura, oferecendo aos agricultores produtos e serviços que simplificam suas vidas e os ajudam a crescer. Com um dos portfólios mais completos e diversificados, temos produtos diferenciados e de alta qualidade. Estamos presentes em mais de 100 países com 4,9 mil colaboradores pelo mundo proporcionando aos produtores soluções para controlar plantas daninhas, pragas e doenças a fim de melhorar sua rentabilidade e produtividade. Para mais informações, visite nosso site www.adama.com e nossos canais no Facebook, LinkedIn, Instagram e Youtube. Leia mais em focoagro 20/04/2018



Claro analisa compra da Cemig Telecom, diz América Móvil

A América Móvil, controladora no Brasil das marcas Claro, Net e Embratel, está analisando a documentação disponibilizada na sala de informações pela Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig) a respeito dos ativos da Cemig Telecom, previstos para serem leiloados em 8 de agosto.

Em teleconferência, Daniel Hajj, presidente-executivo da multinacional do bilionário Carlos Slim, afirmou aos analistas que a subsidiária Claro Brasil está olhando as informações, mas preferiu não confirmar se participará efetivamente da disputa pela companhia que ... Leia mais em valoreconomico 18/07/2018