29 julho 2015

Visa lidera rodada de investimentos em sistema de pagamento utilizado por Twitter, Facebook e Apple

A startup processadora de pagamentos Stripe recebeu uma nova rodada de investimentos de US$ 100 milhões liderada pela administradora de cartões Visa, o que valoriza a empresa em US$ 5 bilhões. O aporte também contou com a participação do fundo Kleiner Perkins Caufield & Byers. A notícia confirma rumores que circulavam desde maio, publicada primeiramente pelo site de tecnologia Re/Code e, depois, pelo The New York Times.

O Stripe distingue-se dos demais serviços de pagamento por ser um processador amigável que permite que aplicativos e lojas online recebam os pagamentos de qualquer pessoa, em qualquer lugar. Ele é utilizado por empresas como Twitter, Facebook, Lyft e Apple, sendo responsável por processar e aceitar pagamentos com cartão de crédito, de forma totalmente imperceptível pelos usuários finais.

O aporte da Visa vem ao mesmo tempo como parceiro e investidor, assim como já acontece com a American Express, que utiliza o sistema da Stripe com processador de pagamentos do American Express Checkout. A Stripe poderá tirar proveito do know-how em segurança da Visa para ajudar a proteger informações financeiras dos clientes, enquanto a Visa poderá adquirir competência técnica para trabalhar em novos tipos de pagamentos digitais.

Em 2014, a Stripe havia levantado um financiamento de US$ 150 milhões, de Série C e Série C-1, em rodada liderada pelo Founders Fund e Thrive Capital, respectivamente. A rodada adicional US$ 100 milhões eleva o total de capital de risco aplicado na empresa em US$ 290 milhões, considerando os US$ 250 milhões que levantou nos últimos 18 meses. Leia mais em tiinside 27/07/2015

29 julho 2015



Atos compra área de outsourcing da Xerox

A Atos completou a aquisição da Xerox ITO, a área de outsourcing da empresa norte-americana. A conclusão do negócio vem reforçar o posicionamento da Atos enquanto fornecedora global de serviços digitais.

O valor líquido da compra foi de US$ 966 milhões, sendo estimado que a Atos usufrua de benefícios fiscais futuros no valor de US$ 100 milhões. É previsto que o valor final ronde US$ 134 milhões.

Atualmente, a América do Norte é a área geográfica de maior retorno para a Atos, com receitas que atingem US$ 2 bilhões, pelo que adquire a nona posição em serviços de ITO. Em comunicado, Thierry Breton, chairman e CEO da Atos, afirma que “sendo os EUA os nosso maior mercado, passamos a ter uma presença global mais forte e equilibrada, o que combinado com as nossas competências digitais, permite-nos ser o parceiro de maior confiança para os nossos clientes na sua viagem digital.”

Esta colaboração tem um carácter estratégico de dimensão mundial e contribuirá para que a Atos passe a ter uma maior capacidade de oferta e resposta para os seus clientes europeus e norte-americanos, bem como uma habilidade de suporte mais completa face às necessidades e exigências de clientes em termos de transformação digital, em qualquer ponto do globo, esclarece a empresa em comunicado.

A Atos irá promover igualmente a abordagem ao cliente Xerox ITO, uma empresa global de gestão de negócios, documentos e serviços tecnológicos, impulsionando a sua capacidade industrial e portfólio de serviços e tecnologias de topo em áreas particulares como a cloud, Big Data, cyber-security e high power computing.

No mesmo documento, Michel-Alain Proch, do grupo SEVP, nomeado como CEO  da Atos para a América do Norte, refere que “estamos preparados e completamente operacionais de forma a assegurar a contínua oferta de serviços aos nossos clientes. Esta aliança à Xerox permite-nos combinar as nossas forças, alavancando um crescimento mais lucrativo.” Leia mais em bitmag 29/07/2015



Amadeus compra empresa e amplia portfólio de TI para hotéis

A Amadeus expandiu a oferta de tecnologia para a indústria hoteleira com a aquisição da Itesso BV, localizada na Holanda, uma provedora de sistemas de gestão de propriedades (PMS). Com o novo Itesso Enterprise Lodging System (Itesso ELS) nativo na nuvem, a empresa lidera a indústria em direção à nova geração de soluções para gestão de propriedades. A Itesso atualmente fornece tecnologia PMS para 1.800 propriedades em todo o mundo.

A transação ainda aproxima a Amadeus do objetivo de unir os sistemas hoje conhecidos como Central Reservation Systems (CRS), Property Management Systems (PMS), Revenue Management Systems (RMS), Sales & Catering e outros, em um modelo de comunidade baseado na nuvem que seja totalmente focado na experiência do hóspede.

“A tecnologia de gestão de propriedade é um componente fundamental da nossa estratégia e avaliamos diversas opções para ampliar nosso alcance nessa área", diz o vice-presidente sênior de Novos Negócios da Amadeus, Paco Perez-Lozao. "Era crucial que encontrássemos uma empresa com a expertise adequada, que focasse no sucesso do cliente e compartilhasse nossa visão. Acreditamos que temos uma grande afinidade cultural com a Itesso. Sua tecnologia se destaca e, como um PMS nativo na nuvem, pode integrar perfeitamente nossa oferta geral". Leia mais em panhoteis 29/07/2015




Telefônica Brasil espera R$2 bi em sinergias anuais após compra da GVT

A Telefônica Brasil espera conseguir até 2 bilhões de reais em sinergias anuais após a conclusão da compra da GVT, afirmou o vice-presidente financeiro da companhia nesta quarta-feira, acrescentando que 70 por cento desse valor deve ser obtido em 2017.

"Temos um nível de captura (de sinergias) anualizado que fica perto dos 2 bilhões de reais e acreditamos que no terceiro ano, em 2017, estaríamos perto dos 2 bilhões", afirmou Alberto Horcajo Aguirre, em teleconferência com jornalistas.

Mais cedo, a Telefônica Brasil divulgou apresentação a investidores elevando de maneira significativa suas projeções de sinergias a serem conseguidas com a incorporação da GVT. A conta passou de até 14,1 bilhões para até 22 bilhões de reais, segundo o "melhor cenário", traçado pela companhia. As projeções, junto com o resultado de segundo trimestre apresentado mais cedo, animaram uma alta de mais de 7 por cento nas ações da companhia, que lideravam a ponta positiva do Ibovespa.

"Aquele número (de sinergias) que foi divulgado pelo mercado em agosto de 2014 era um número que ajudava a tomar decisão para a compra da GVT (...) foi um número com bastante restrições", comentou Aguirre. "Continuamos a ter visão muito otimista sobre a velocidade da captura das sinergias", acrescentou.

Como parte do otimismo dos investidores que motivou o salto nas ações da empresa, o grupo Telefónica anunciou mais cedo acordo com a Vivendi para troca de ações da Telefônica Brasil detidas pelo grupo francês por papéis do grupo espanhol.

Segundo Aguirre, a expectativa é que esta operação, um desdobramento da compra da GVT, deve ser aprovada rapidamente pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), o que deixará a Vivendi com uma participação residual na Telefônica Brasil.

"Eles vão ficar com menos de 1 por cento (de participação na Telefônica Brasil) e não tenho dúvida de que na hora certa eles vão sair", afirmou o executivo.

Aguirre evitou fazer comentários sobre cortes de pessoal após a incorporação da GVT. Ele afirmou, porém, que a Telefônica Brasil já fez "bastantes mudanças e ao longo do ano trabalhamos para conseguirmos maiores níveis de produtividade e qualidade de serviços. Temos algumas metas (...) somos uma empresa com 34 mil profissionais. Podemos fazer igualmente bem com menos recursos".

Entre os benefícios da incorporação da GVT, executivos da Telefônica Brasil citaram a ampliação das ofertas de banda larga da operadora, em complementação aos investimentos para levar fibra ótica até a casa dos clientes, a chamada "fiber to the home" (FTTH).

Com isso, a empresa manterá os investimentos na rede FTTH em locais que justifiquem os gastos, mas passará a adotar também a tecnologia "fiber to the cabinet" (FTTC) em bairros da cidade de São Paulo atendidos atualmente apenas por cabos de cobre, de forma a ofertar velocidades de banda larga maiores aos clientes. (Por Alberto Alerigi Jr.) Reuters Leia mais em Yahoo 29/07/2015
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A Telefônica publica em seu site apresentação referente aos "Resultados 2T15" , que inclui pela primeira vez,  os números proforma combinados dos resultados financeiros e indicadores operacionais da Telefônica Brasil e GVT. Abaixo alguns slides extraídos do referido documento.











Operadora espanhola de estradas Abertis prepara aquisições na Itália e Américas

A operadora espanhola de estradas Abertis disse nesta quarta-feira que usou parte do caixa obtido com a listagem de sua unidade de telecomunicações Cellnex para fazer baixa contábil de ativos e que agora está se preparando para novos acordos e aquisições.

A companhia disse que está estudando a aquisição de oito estradas na Espanha, Itália, Chile, Brasil, Estados Unidos e Porto Rico por um valor total de até 9 bilhões de euros.

A empresa, que ganhou 2,7 bilhões de euros com a listagem da divisão, aprovou uma provisão de 769 milhões de euros relacionada à rodovia espanhola AP-7 após o governo do país entrar com recurso contra um acordo de 2006 para compensar a Abertis pela queda no tráfego.

Tendo reduzido a dívida, a companhia disse que agora vai impulsionar as ações em tesouraria usando 963 milhões de euros para recomprar 6,5 por cento de suas próprias ações a 15,70 euros cada, acrescentando que está pronta para usar o montante em potenciais acordos corporativos.

A companhia sediada em Barcelona teve lucro líquido de 1,68 bilhão de euros, ante 308 milhões no mesmo período do ano passado. Excluindo efeitos não recorrentes, o lucro líquido subiu 5 por cento na comparação anual. Reuters leia mais em Yahoo 29/07/2015



OAS pode obter R$ 1,5 bi por Invepar

A participação de 24,5% da OAS na Invepar deve ser vendida dentro de um intervalo que vai de R$ 1,2 bilhão a R$ 1,8 bilhão, à Brookfield Infrastructure. O Valor apurou que há boa chance de o negócio ocorrer perto de R$ 1,5 bilhão ou R$ 1,6 bilhão, ponto médio do largo intervalo usado por ambos os lados das conversas. Valor Economico Leia mais em shafaqna 28/08/2015



Grupo GFT adquire consultoria espanhola de TI para soluções digitais integradas

O grupo GFT, fornecedor de origem alemã de serviços de TI para o setor financeiro, assinou, por meio de sua filial na Espanha, acordo para aquisição da Adesis Netlife, provedora espanhola de serviços de TI e de consultoria para soluções digitais integradas e experiência do cliente, com foco no setor financeiro. O valor da compra não foi divulgado.

Segundo o grupo, o negócio irá reforçar a posição de mercado da companhia na Espanha, bem como impulsionar sua expansão na América Latina – onde já possui operações no Brasil e Costa Rica – através da incorporação de novos clientes do setor financeiro no México e de um novo centro de desenvolvimento naquele país. A compra também irá expandir as atividades e ofertas da GFT, bem como a sua diferenciação no segmento da digital banking.

Fundada em 1999, a Adesis é uma empresa de serviços de TI com um abrangente portfólio de serviços nas áreas de desenvolvimento e integração de soluções móveis e de internet, bem como serviços de marketing e comunicação digital. Em 2014, a Adesis gerou receita de 13,4 milhões de euros e, para este ano, a expectativa é de encerrar o período com aumento de 19,5% na receita, prevista para quase 16 milhões de euros. Leia mais em tiinside 28/07/2015



Empresa de educação Blackboard quer ser vendida por US$3 bi, dizem fontes

Blackboard, empresa de software norte-americana que fornece ferramentas de aprendizagem para salas de aula do ensino médio e de universidades, está explorando uma venda com expectativas de que poderá avaliá-la em 3 bilhões de dólares, incluindo dívidas, de acordo com pessoas familiares ao assunto.

Principal acionista da Blackboard, o fundo Providence Equity Partners contratou o Deutsche Bank e o Bank of America para administrar a venda da companhia, disseram as pessoas nesta semana.

As fontes pediram para não serem identificadas porque o processo de venda é confidencial. A Providence Equity e a Blackboard se recusaram a comentar, enquanto o Deutsche Bank e o Bank of America não responderam imediatamente a pedidos de comentários.

Baseada em Washington D.C., a Blackboard fornece softwares personalizados para ajudar estudantes a colaborar em tarefas e se comunicar com professores.  (Por Liana B. Baker, Greg Roumeliotis e Mike Stone) Reuters Leia mais em Yahoo 28/07/2015



Capital fechado valoriza-se em tempos de turbulência

Enquanto as companhias de capital aberto brasileiras perdiam 25% do seu valor de mercado de 2013 a 2015, um movimento inverso acontecia entre as empresas sem ação em bolsa, que valorizaram-se 33%, em igual base de comparação.

O valor das fechadas, calculado a partir de uma metodologia de múltiplos, chegou a US$ 1,012 trilhão, em maio de 2015, superando os US$ 799 bilhões das listadas.

O impacto das companhias de capital fechado sobre a economia brasileira cresceu significativamente nos últimos dois anos, tanto em bases absolutas, quanto na comparação com as de capital aberto, constata estudo inédito da S&P Capital IQ.

Nesse universo, empresas ligadas ao consumo cíclico se destacam, representando uma oportunidade de investimento, mesmo num contexto de retração da economia, acredita a consultoria.

Segundo o vice-presidente de desenvolvimento do mercado de crédito da S&P Capital IQ, Thomas Yagel, a realização do estudo foi possível pois apenas recentemente a consultoria passou a compilar dados sobre empresas fechadas.

Para calcular o valor de mercado das companhias, foi usada metodologia que combina a análise de transações de fusão e aquisição na América Latina com dados financeiros divulgados pelas empresas, como receita e lucro operacional.

De um banco de dados de mais de 5,6 mil empresas fechadas, 81% divulgaram receita e 61% disponibilizaram seu lucro operacional.

Comparando companhias fechadas e abertas, há algumas diferenças significativas entre os dois grupos em relação à margem de lucro operacional. Embora o indicador esteja em linha para companhias listadas e aquelas sem ações em bolsa na maioria dos setores, em áreas como energia, materiais básicos, setor financeiro e serviços públicos, as companhias fechadas chegam a ter o dobro de margem do que seus pares de capital aberto.

Segundo a S&P Capital IQ, isso revela possíveis ineficiências causadas pela maior regulação e forte influência governamental nesses ramos da atividade econômica.

Utilizando a metodologia de múltiplos adotada e excluindo unidades locais de multinacionais e construtoras envolvidas no escândalo de corrupção da Petrobras, as cinco maiores companhias brasileiras em valor de mercado são, pela ordem: a Organizações Globo, avaliada em US$ 13,8 bilhões, seguida por Pernambucanas, Nova Pontocom (operação de varejo eletrônico do Grupo Pão de Açúcar, fundida em 2014 com a francesa Cdiscout, criando a Cnova), GVT Participações (controladora da operadora adquirida em setembro de 2014 pela Vivo, da espanhola Telefónica) e Lojas Cem.

Embora o valor de mercado das companhias fechadas não faria a maior delas chegar nem ao pé das cinco maiores abertas, o grande volume de companhias médias e pequenas soma um todo de maior valor do que o total de abertas.

Do universo de US$ 1 trilhão em oportunidades de investimento das empresas fechadas, os setores de bens de consumo cíclicos e de saúde sobressaem-se, com companhias registrando crescimento de receitas acima de 40% e 25%, respectivamente, de 2012 para 2013.

“Até pouco tempo atrás, o consumo ainda proporcionava força e oportunidades, isso não deve acabar, embora haja ciclos na economia”, acredita o analista.

Segundo a Standard & Poor’s Ratings Services, o PIB brasileiro deve recuar 1% em 2015, antes de se recuperar e crescer 2% em 2016.

“As companhias de capital fechado tiveram um desempenho muito melhor do que as abertas, mesmo num cenário desafiador. Com a retomada do crescimento em 2016, essa tendência deve se fortalecer ainda mais”, diz Yagel.

Entre as listadas, a queda é ainda mais abrupta se consideradas as maiores por valor de mercado.

Petrobras e Vale (terceira e quinta colocadas do ranking) tiveram quedas de mais de 50% de 2013 a 2015. A petroleira estatal, afetada pela Lava-Jato e pela queda no preço do petróleo, responde sozinha por 17% do valor total de mercado das companhias abertas. A queda de valor é amplificada ainda pela desvalorização do real no período. Thais Carrança| Valor Econômico Leia mais em bugelli 28/07/2015



28 julho 2015

Empresa de hambúrguer vegano recusa oferta de compra de US$ 300 milhões do Google

Hambúrguer feito de legumes e verduras pela Impossible Foods



Acredite, o hambúrger da foto acima não é feito de carne, mas de compostos vegetais. O mesmo vale para o "queijo". Esses produtos foram desenvolvidos pela empresa americana Impossible Foods, especializada em alimentos veganos, e impressionou até o Google – que fez uma oferta de 300 milhões de dólares pela startup. Mas isso não foi o bastante.

De acordo com reportagem do site de notícias Business Insider, a Impossible Foods rejeitou a proposta, pois a direção acredita que a ideia vale mais. Mas isso não coloca necessariamente um ponto final nas negociações, já que nenhum dos lados sinalizou o fim das conversas.

A Impossible Foods já conta com investimentos do cofundador da Microsoft Bill Gates e de Tony Fadell, executivo responsável pela divisão de automação domiciliar do Google. Fadell também é conhecido como um dos pais do iPod, da Apple. Somados, esses investidores já injetaram 74 milhões de dólares no projeto.

A notícia que o Google planeja investir em uma empresa que produz hambúrgueres veganos pode soar estranha. Mas a gigante das buscas aposta na visão de longo prazo da Impossible Foods. A startup acredita que o consumo de proteína animal terá que ser reduzido em escala global nos próximos anos por questões ambientais. Segundo dados da organização de preservação NRDC, por exemplo, o ramo pecuário emite 20% do dióxido de carbono encontrado na atmosfera – gás que contribui para o efeito estufa.

Fundada em 2012 pelo bioquímico Patrick O. Brown, da Universidade Stanford, a Impossible Foods ("comidas impossíveis", em inglês) projeta alimentos veganos que possam ajudar na substituição da proteína animal. Por isso, a ideia da startup é criar comida baseada em vegetais que seja mais atraente, saborosa, vitamínica e barata, principalmente para a população de países emergentes. Até o final de 2015, a empresa espera lançar no mercado o seu primeiro produto feito totalmente de legumes e verduras.

Além da Impossible Foods, outras iniciativas trabalham na mesma direção. Uma delas é a Beyond Meat que já comercializa produtos similares a proteína animal nos supermercados dos Estados Unidos. Ainda mais ousada, a Universidade Maastricht trabalha em um hambúrguer de carne de verdade feita em laboratório. Bruna Mesquita, Leia mais em INFO.baril 28/07/2015 

28 julho 2015



OKI formaliza a compra do negócio de impressoras de grande formato da Seiko

Fortalecendo sua posição no mercado de impressoras profissionais

A OKI Data Corporation, uma empresa do Grupo OKI, especializada no negócio de impressoras, anunciou a assinatura de um acordo com a Seiko Instruments Inc. (intitulada "SII"), em 08 de julho de 2015, para a aquisição global do negócio de impressoras de grande formato da Seiko I Infotech Inc. (intitulada "SIIT"), uma subsidiária da SII.

No acordo assinado pela OKI Data Corporation e SII está previsto a aquisição total das ações detidas pela SIIT. Além disso, as subsidiárias da OKI Data Corporation da Europa e dos EUA assinaram contratos de compra de ativos com empresas do grupo europeu e norte-americanos da SII, para assim obter o negócio de impressoras de grande formato e os ativos atualmente detidos pela SII. As partes irão finalizar a transferência de negócios em 01 de outubro de 2015, em conformidade com os acordos. A transação não afetará a oferta de produtos e serviços prestados atualmente pela SIIT, nem mesmo os relacionados com impressoras de grande formato.

A OKI Data Corporation considera o negócio de impressoras de alto valor agregado, como uma oportunidade de crescimento e um importante segmento, principalmente no mercado de impressoras profissionais. A companhia espera o aumento contínuo da demanda de 6% na taxa de crescimento anual (CAGR – Compound Annual Growth Rate) na área de impressão de grande formato, impulsionado pela aceleração de necessidades sob demanda, especialmente nas indústrias de varejo e distribuição.

Através desta aquisição, a OKI Data Corporation não só adquire para seu portfólio impressoras Inkjet de grande formato para sinalização e plotters gráficos LED detidas pela SIIT, mas também as tecnologias e recursos de desenvolvimento, em conjunto com os canais de vendas relevantes. A companhia vai se esforçar para melhorar as suas atividades de negócios no mercado de impressoras profissionais através da oferta de soluções de impressão one-stop particularmente dirigidas aos setores de impressão, distribuição e indústria de varejo. Ao integrar tecnologias e recursos através desta aquisição, a marca agrega valor e capilaridade a seu portfólio de produtos.

Sobre a OKI Data - A OKI Data é uma das principais marcas de soluções de impressão do mundo, com mais de 30 anos de experiência no mercado e presença em mais de 120 países. No Brasil há 18 anos, se destaca por seu pioneirismo e desenvolvimento de tecnologias inovadoras. Com uma linha completa de mais de 30 modelos, a OKI possui impressoras e multifuncionais LED monocromáticas e em cores, além de matriciais. A companhia faz parte do grupo japonês OKI Electric Industry, fundado em 1881, composto por empresas dos setores de telecomunicações, informática, eletroeletrônicos e componentes. O grupo emprega diretamente mais de 21.000 funcionários e fatura mundialmente US$ 4,7 bilhões. Acesse o site www.oki.com.br. Leia mais em maxpressnet 28/07/2015



FUSÕES E AQUISIÇÕES - DESTAQUES DA SEMANA DE 20 a 26/jul/15

Anunciadas 24 operações de Fusões e Aquisições com destaque pela imprensa na semana 20 a 26/jul/15.  Envolvem direta ou indiretamente empresas brasileiras de 12 setores.

ANÁLISE DA SEMANA

Principais transações.

NEGÓCIOS DA SEMANA

"Market Movers" - Brasil


  • Intermédica compra a Santamália. A Intermédica fechou a compra de 100% da operadora de planos de saúde Santamália que conta com 258,5 mil usuários, além de 17 clínicas, cinco pronto-socorros e dois hospitais próprios em São Paulo. Trata-se da primeira aquisição da Intermédica, vendida em fevereiro do ano passado para a gestora americana de private equity Bain Capital por quase R$ 2 bilhões.  24/07/2015
  • Dânica e Zipco unem forças em operação apoiada por Pátria Investimentos. As fabricantes de estruturas para construção civil Dânica e Zipco anunciaram fusão  em uma operação que envolveu a gestora Pátria Investimentos e que cria uma companhia com faturamento anual de cerca de 600 milhões de reais. 20/07/2015

"Market Movers” - Exterior

  • Anthem comprará Cigna para criar maior seguradora de saúde dos EUA. A Anthem disse nesta sexta-feira que comprará a Cigna em acordo avaliado em 54,2 bilhões de dólares, criando a maior seguradora de saúde dos Estados Unidos em número de membros. O acordo -- o maior da história envolvendo o mercado de seguros de saúde -- ocorre três semanas após a Aetna fechar acordo de compra da Humana por 37 bilhões de dólares como parte de uma consolidação de toda essa indústria na esteira da lei de reforma da saúde promovida pelo governo Obama. A Anthem e a Cigna são duas das quatro únicas seguradoras que administram planos autogeridos para as grandes companhias. As outras duas são a UnitedHealth e a Aetna. 24/07/2015
  • Cisco vende divisão de set-top box à francesa Technicolor por 550 milhões de euros. A Technicolor, empresa francesa de tecnologia para o setor de mídia e entretenimento, anunciou que firmou um acordo com a Cisco para adquirir sua divisão de set-top box ou Customer Premises Equipment (CPE, na sigla em inglês) – título genérico dado aos equipamentos de rede que estão localizados na ponta do acesso do usuário de um serviço de telecomunicações. A transação, avaliada em 550 milhões de euros (o equivalente a US$ 600 milhões), deve ser concluída entre o fim deste ano e o primeiro trimestre de 2016, sujeita às aprovações regulatórias e condições habituais de fechamento. Conforme os termos do negócio, a Cisco irá receber 413 milhões de euros em dinheiro e 137 milhões de euros em ações da Technicolor recém-emitidas, sujeitos a determinados ajustes previstos no acordo. 23/07/2015
  • Nikkei compra Financial Times em acordo de US$1,3 bi. O grupo japonês de mídia Nikkei fechou acordo nesta quinta-feira para comprar o jornal Financial Times da britânica Pearson em uma transação de 1,3 bilhão de dólares que une as duas organizações de notícias econômicas líderes na Ásia e na Europa. A venda do FT Group não inclui sua fatia de 50 por cento na revista The Economist ou a sede em Londres do jornal às margens do rio Tâmisa. 23/07/2015
  • Google compra Pixate de olho em UX cloud. O Google anunciou nesta quarta-feira, 22, a aquisição da startup norte-americana Pixate, desenvolvedora de soluções de experiência de usuário para aplicações em iOS e Android. A compra da Pixate é a segunda do tipo em menos de um ano - no segundo semestre do ano passado, a empresa de Mountain View comprou a RelativeWave, startup responsável pelo software de prototipagem de apps Form. A empresa de Larry Page descreveu o Pixate como uma plataforma visual de prototipagem, criando apps-teste completos que rodam nativamente em iOS e android.22/07/2015
  • BlackBerry compra especializada em comunicação de crise. A BlackBerry disse nesta quarta-feira estar comprando a AtHoc, provedora de redes de comunicação de emergência, enquanto se move para ampliar sua oferta de software e gerar receita do serviço de mensagem BBM. Os serviços da AtHoc são usados por um número considerável de clientes de ponta, como o Departamento de Defesa dos Estados Unidos e um servidor online para diversas grandes companhias, permitindo que contactem funcionários via smartphones, visores digitais, rádios e até sirenes, em tempos de crise. 22/07/2015
  • St. Jude Medical anuncia a compra da Thoratec por US$ 3,4 bilhões. A  fechou um acordo para comprar a Thoratec Corp. por US$ 3,4 bilhões em dinheiro, com a intenção de crescer em seu negócio de tratamentos cardíacos. A oferta de US$ 63,50 por ação representa um prêmio de 10% em relação ao preço de fechamento da Thoratec na terça-feira e um prêmio de 35,4% ante o fechamento de sexta-feira, antes de ser anunciado o negócio. 22/07/2015
  • Microsoft fecha acordo para adquirir empresa israelense de segurança em nuvem por US$ 320 milhões. A Microsoft assinou carta de intenção de compra da empresa israelense de segurança em nuvem Adallom, de acordo com duas pessoas familiarizadas com o assunto disseram ao jornal financeiro Calcalist de Israel. O valor da transação é de cerca de US$ 320 milhões, de acordo com as fontes. Se concluído, o negócio será a quarta aquisição pela Microsoft de empresa israelense neste ano. 20/07/2015
  • Schneider Electric adquire controle da fabricante de software Aveva por US$ 858 mi. O grupo francês Schneider Electric, fabricante de sistemas de gestão de energia, assinou acordo para adquirir o controle da Aveva, fabricante britânica de software de engenharia para os setores de transporte, farmacêutico, petróleo e gás e energia nuclear, entre outros. A compra será feita por meio de uma operação complexa chamada de "reverse takeover" — algo como aquisição às avessas, em que a empresa controladora é incorporada por sua controlada.20/07/2015
  • Valeant compra Amoun. O grupo farmacêutico canadense Valeant chegou a acordo definitivo para compra da Mercury Holdings, holding que controla o laboratório egípcio Amoun Pharmaceutical, por US$ 800 milhões mais "pagamentos contingentes". A Amoun é a maior companhia farmacêutica do Egito, fabrica produtos líderes de mercado nas áreas terapêuticas de anti-hipertensivos, antibióticos e de tratamento à diarreia.20/07/2015
  • Lockheed anuncia compra de Sikorsky por US$9 bi; tem lucro acima do esperado. A Lockheed Martin, maior fornecedora de armamentos do Pentágono, disse nesta segunda-feira que comprará a Sikorsky Aircraft, unidade de helicópteros da United Technologies, por 9 bilhões de dólares, e que analisará a venda ou separação de seu negócio de serviços técnicos e de tecnologia para governos.20/07/2015                                 

HUMORES & RUMORES

M & A - VENDA

  • SABMiller deveria comprar a Petrópolis, diz analista. A SABMiller tem hoje todos os incentivos para comprar a Cervejaria Petrópolis, fabricante da Itaipava e dona de 15% do mercado, diz Carlos Laboy, analista que cobre o setor de bebidas há mais de 20 anos e agora está no HSBC. Para explicar, ele cita uma frase do lendário CEO da SABMiller, Graham Mackay, já falecido: “O trabalho do líder de mercado é fazer crescer o mercado. O trabalho do No. 2 é ganhar mercado.”  Diz Laboy: “A Ambev tem 70% do mercado brasileiro de cervejas de acordo com o Nielsen, e se crescer mais o CADE pode vir pra cima dela. O trabalho do líder é crescer o mercado, mas a Ambev não consegue fazer isso se não tem ninguém com uma boa estratégia para dividir o mercado com ela. A SABMiller ajudaria a criar estas condições.” A Brasil Kirin, dona da Schincariol, viu seu volume de produção cair mais de 50% nos últimos 18 meses. A Kaiser, que em tempos remotos já teve relevância nacional, hoje tem 5% de share no mercado de cervejas porque o sistema Coca-Cola nunca teve os incentivos necessários para se dedicar de corpo e alma à distribuição.24/07/2015
  • Metade da BR pode valer US$ 5 bi. O Bank of America Merrill Lynch calcula que os 49% da BR Distribuidora, que a Petrobras pretende vender, valem entre US$ 3,1 bilhões a US$ 4,7 bilhões aplicando-se taxa de desconto de 40% e 10%. Já o J.P. Morgan calcula que o valor pode chegar a US$ 5 bilhões.  Uma das maiores apostas do programa de venda de ativos da Petrobras, a BR Distribuidora foi avaliada em mais do que os US$ 3 bilhões que a estatal pretende arrecadar este ano. O Bank of America Merrill Lynch calcula que os 49% da distribuidora valem entre US$ 3,1 bilhões a US$ 4,7 bilhões aplicando-se taxa de desconto de 40% e 10%. O J.P. Morgan calcula que o valor pode chegar a US$ 5 bilhões pelos 49%. O analista Marcos Severine, que assina o relatório do banco, não descarta a possibilidade de que seja feita uma colocação privada de 24% do capital da BR, seguida de uma oferta pública de 25% do capital. Para fazer exercícios de quanto a BR Distribuidora pode valer, os analistas tem usado como referência a Ultrapar. A holding que controla a distribuidora Ipiranga tem valor de empresa que oscila entre 10 e 12 vezes seu Ebitda. Embora haja .a percepção de que, por ser uma estatal, a BR será negociada com desconto em relação a esse múltiplo, mas não há segurança sobre o tamanho desse “ajuste”.22/07/2015
  • Máquina de Vendas busca possível fusão ou aporte, diz jornal. A Máquina de Vendas, dona da Ricardo Eletro e da Insinuante, estaria procurando investidores e concorrentes para sondar o interesse em sua operação.  O plano da terceira maior varejista de eletroeletrônicos do país não seria vender todos os seus ativos, mas se associar a outra companhia ou investidor no futuro. Outra possível estratégia do grupo seria propor a fundos de investimento a compra de uma participação minoritária no negócio em troca de aportes para conseguir mais liquidez.21/07/2015
  • Crédito para pequena e média empresa fica mais escasso. Já escasso desde o começo do ano passado, o crédito bancário para empresas pequenas e médias está ficando ainda mais fraco, com instituições financeiras evitando exposição a um segmento da economia que tem sido um dos maiores responsáveis pelo aumento das provisões para perdas com calotes. Com a piora das expectativas para a economia brasileira --alguns economistas já preveem queda superior a 2 por cento do Produto Interno Bruto (PIB) em 2015 e contração também em 2016--, os bancos têm reforçado o foco nas linhas consideradas de menor de risco, mesmo que isso custe crescimento menor da carteira. Nada indica que esse cenário vá mudar nos próximos meses. Preferindo se concentrar nas linhas de menores riscos num momento em que a inadimplência vem subindo, os grandes bancos têm preferido expandir no varejo, leia-se consignado e imobiliário, e em grandes empresas. Diante desse quadro, as empresas menores têm recorrido a soluções de emergência para evitar uma quebradeira, segundo entidades de classe.24/07/2015
  • Ativos de sobra em infraestrutura. A operação Lava-Jato trouxe ao mercado, para venda, variados ativos no setor de infraestrutura, numa só tacada. Pelo menos, R$ 5 bilhões em ativos já estão à disposição de interessados, pertencentes a tradicionais empresas de construção civil que enfrentam desafios financeiros. Tem de tudo: de operações de saneamento, rodovias, metrô, aeroportos, até arenas de futebol. A grande questão que se coloca é se haverá demanda para tudo e em que preço. E mais: quem serão os compradores? A aposta é que a oferta será grande pelos próximos dois a três anos. Além das vendas privadas, o governo federal também tem um enorme pacote de concessões a licitar, na área de infraestrutura logística. Os cálculos do governo indicam que o financiamento pode alcançar R$ 198 bilhões. Há leilões de rodovias, portos, aeroportos e ferrovias previstos para serem realizados até o fim do próximo ano – nenhum adiamento ou mudança oficial. E, como a cereja do bolo, a Petrobras busca compradores para seu ambicioso plano de desinvestimento. Pretende obter US$ 15 bilhões para o caixa até 2016.  É fácil concluir que a maré está a favor dos compradores – o lado que está com o bolso cheio.  22/07/2015

M & A - COMPRA

  • Juntos, laboratórios cortam custos e planejam holding. Diante da concorrência de grandes grupos como Dasa e Fleury, oito laboratórios de medicina diagnóstica do interior de São Paulo se juntaram para realizar compras conjuntas e compartilhar gestão. Atualmente, a operação de cada laboratório continua independente, mas o objetivo é organizar uma holding com uma estrutura profissionalizada para daqui dois ou três anos receber aporte de um fundo de 'private equity’. A iniciativa, batizada de Projeto Verde, começou em fevereiro do ano passado e, desde então, os laboratórios reduziram em cerca de 25% o custo com insumos. Em 2015, o faturamento desse grupo deve crescer na casa dos 10%, para R$ 145 milhões ­ bem acima da taxa anual de crescimento de 3% a 4% registrada por essas mesmas empresas nos anos anteriores. O grupo é formado pelos laboratórios Instituto de Diagnóstico por Imagem (de Ribeirão Preto), Wiermann Miranda (ABC), Tomoson (Araçatuba), Clínica Radiológica (Santos), Centro de Diagnóstico de Imagem (Barretos) e Tomovale (São José dos Campos), além de outros dois do interior de São Paulo. Vale destacar que os laboratórios não têm acesso aos dados estratégicos do concorrente. Isso porque a gestão é feita pela consultoria JK Capital que, inicialmente, havia sido contratada para ser o 'adviser' de um dos laboratórios que recebeu proposta de aquisição.20/07/2015
  • Chinesa Sany quer fábrica de turbinas da Impsa em PE. A chinesa Sany está em negociações avançadas para fechar a compra de fábrica de aerogeradores do grupo argentino Impsa, num movimento que pode marcar a entrada do gigante asiático no mercado de turbinas eólicas no Brasil. A chinesa Goldwind e uma empresa nacional também avaliam os ativos, mas a Sany é a favorita, dizem fontes próximas à operação. Localizada no polo portuário de Suape, em Pernambuco, a fábrica foi inaugurada em 2009 e tem capacidade para produzir 300 turbinas por ano. Com dívidas de mais de R$ 2,3 bilhões, a Wind Power Energy (WPE), subsidiária brasileira da Impsa, entrou em recuperação judicial no fim do ano passado. No momento, a unidade está com suas atividades praticamente paralisadas. 16/07/2015

PRIVATE EQUITY

  • Fundadores da Gávea Investimentos devem comprar de volta gestora de recursos. Os fundadores da Gávea Investimentos, uma gestora de recursos sediada no Rio de Janeiro, chegaram a um acordo para recomprar a empresa do J.P. Morgan Chase & Co., disseram nesta quarta-feira pessoas familiarizadas com as negociações. Segundo o acordo, que ainda não foi assinado e está atualmente sob revisão dos advogados, a companhia original voltará a seus fundadores, incluindo Armínio Fraga, disse uma das fontes. O J.P. Morgan deve ser pago ao longo de 10 anos com parte do lucro da Gávea, segundo as fontes. O valor do negócio não está ainda claro. No fim de 2010, a Gávea vendeu uma fatia de 55% ao J.P. Morgan, através do Highbridge Capital Management, o fundo de hedge e de private equity do banco norte-americano. O Highbridge pagou estimados US$ 270 milhões por essa parcela da companhia. Com o tempo, o banco dos EUA exerceu sua opção de adquirir os demais 45%, dizem as fontes. Atualmente, a Gávea tem US$ 5,3 bilhões em ativos sob seu gerenciamento, um montante que deve diminuir um pouco com o novo negócio. A companhia tem escritórios no Rio de Janeiro e em São Paulo, com uma equipe de 140 pessoas, segundo seu site. 22/07/2015

IPO

  • Dasa diz que benefícios do Novo Mercado não condizem com seus custos. A companhia de diagnósticos Dasa defendeu à Comissão de Valores Mobiliários (CVM) sua decisão de sair do Novo Mercado da BM&FBovespa, alegando que as regras e custos não condizem com os benefícios obtidos pela empresa do segmento de negociação.  A empresa disse que a saída do segmento representará maior flexibilidade na sua estrutura de capital, economia de custos administrativos e desoneração de regras de governança corporativa que, segundo a empresa, "não mais condizem com as vantagens aferidas pela listagem no Novo Mercado”. De acordo com a empresa, a saída da listagem não prejudica a capacidade da companhia de se financiar ou acessar o mercado de capitais e de crédito em geral, e não prejudica o valor da companhia e a liquidez de suas ações, que mais dependem da "capacidade desta de gerar valor adicional para seus acionistas".24/07/2015

RELAÇÃO DAS TRANSAÇÕES

  • Santander compra 50% da unidade de financiamento da Peugeot. O Grupo Santander anunciou nesta sexta-feira a compra de 50% da unidade de financiamento de veículos do Grupo PSA no Brasil, detentor da marca Peugeot. Segundo o comunicado divulgado pelo banco espanhol, o "acordo de cooperação" permitirá às duas empresas atuarem em conjunto na oferta de produtos e serviços financeiros para as concessionárias e clientes finais das marcas Peugeot, Citroën e DS no mercado local. "Os documentos que formalizam a operação preveem a aquisição, pelo Santander Brasil, de parte das operações da unidade de financiamento do Grupo PSA no Brasil, o que resultará em uma joint-venture com 50% de participação do Santander Brasil e 50% do Banque PSA Finance", explicou, em nota, o Santander. PSA Finance Arrendamento Mercantil S.A. - PSA Corretora de Seguros e Serviços Ltda 24/07/2015
  • CSN reorganiza estrutura de controle. A Companhia Siderúrgica Nacional (CSN) comunicou nesta segunda-feira uma reorganização na sua estrutura de controle. Em decisão tomada em 30 de junho e informada apenas nesta segunda-feira ao mercado, a Vicunha Aços incorporou a Vicunha Siderurgia, controladora direta da CSN com 50,29% do capital social. Com isso, a Vicunha Siderurgia foi extinta, sendo sucedida em seus direitos e obrigações pela Vicunha Aços, que passou a deter diretamente 697.719.990 ações ordinárias de emissão da CSN. Segundo a Vicunha Aços, a incorporação teve por objetivo centralizar todas as operações da empresa, que já detinha 100% das ações de emissão da Vicunha Siderurgia. A companhia espera obter assim uma simplificação operacional e redução de custos e gastos administrativos. 21/07/2015
  • Fundepar realizar investimento na Zunnit. Instituição formaliza investimento em empresa especializada em ferramentas de segmentação, análise do comportamento de usuários na web e deep learning. A Zunnit (www.zunnit.com), startup especializada em análise preditiva que realiza coleta de dados e manutenção preventiva com base no comportamento dos consumidores, é a mais nova investida da Fundepar (Fundep Participações S.A. - fundepar.ufmg.br) - empresa de investimento que apoia negócios emergentes e inovadores, aportando recursos para estruturação de empresas de base tecnológica. 24/07/2015
  • Intermédica compra a Santamália. A Intermédica fechou a compra de 100% da operadora de planos de saúde Santamália que conta com 258,5 mil usuários, além de 17 clínicas, cinco pronto-socorros e dois hospitais próprios em São Paulo. Trata-se da primeira aquisição da Intermédica, vendida em fevereiro do ano passado para a gestora americana de private equity Bain Capital por quase R$ 2 bilhões. A compra da Santamália está alinhada à estratégia da Bain Capital que é usar a Intermédica como plataforma de expansão no mercado brasileiro de saúde. "A Santamália tem um modelo de negócio similar e complementar ao nosso", disse Irlau Machado, presidente da Notre Dame Intermédica, que não revelou o valor da operação. Os pronto-socorros e a maior parte dos centros clínicos da Santamália ficam na região do ABC Paulista, onde a Intermédica tem poucas unidades. Em 2014, a Santamália registrou receita de R$ 320 milhões, o que representa um crescimento de 12,7% em relação a 2013. No entanto, a empresa apurou um prejuízo de R$ 14,3 milhões no ano passado. Em 2013 havia tido lucro líquido de R$ 2,7 milhões.24/07/2015
  • Britvic anuncia compra da brasileira Ebba, dona da Maguary. De acordo com a Britvic, a compra representa múltiplo do valor da Ebba, dona das marcas de suco Maguary e Dafruta, sobre o Ebtida de 12,1 vezes. A empresa britânica Britvic anunciou a aquisição do controle da brasileira Ebba, dona das marcas de sucos Maguary e Dafruta. Segundo comunicado enviado ao mercado, a compra da brasileira soma R$ 580 milhões - cerca de 113 milhões de libras. O valor efetivo a ser desembolsado pelos ingleses pela compra da Empresa Brasileira de Bebidas e Alimentos, que usa a marca Ebba, será de R$ 545,4 milhões e a diferença é explicada pela dívida da Ebba que será abatida do valor do negócio. O contrato prevê pagamento em duas tranches, sendo a segunda parcela em dois anos. De acordo com a Britvic, a compra representa múltiplo do valor da empresa sobre o Ebtida de 12,1 vezes.  Em 2014, a Ebba registrou receitas líquidas de R$ 437,2 milhões e Ebitda de R$ 45 milhões. 23/07/2015
  • Brazil Resources compra projeto de ouro e cobre no Alaska. A Kiska Metals disse hoje (21) que assinou um acordo de compra de ativos, não vinculativo, com a Brazil Resources para a venda do projeto de cobre e ouro Whistler no Alaska. A Brazil controla, no Pará, os projetos de ouro Cachoeira e São Jorge.21/07/2015
  • Guapo compra OPP Brasil. A gaúcha Guapo Capital Group, especializada em fusões e aquisições, avaliações e financiamento de empresas familiares, acaba de adquirir a paulista OPP Brasil, também focada em M&A. O valor do negócio não foi divulgado. A meta de faturamento da empresa para esse ano é de R$ 15 milhões, com projeção de crescimento de 25% já em 2016. 21/07/2015
  • Americana Bemis compra fabricante de embalagens brasileira. A fabricante americana de embalagens flexíveis Bemis anunciou  que assinou acordo definitivo para aquisição das operações da Emplal Participações, companhia brasileira de embalagens rígidas para alimentos e bens de consumo. O valor da transação não foi divulgado. O negócio de embalagens rígidas, que inclui duas fábricas no Brasil, registrou vendas de cerca de US$ 75 milhões em 2014, informou a Bemis. Desde 2005, a companhia passou a deter o controle acionário da Dixie Toga, que mudou de nome para Bemis Latin America em junho de 2014.21/07/2015
  • Gerdau vai pagar R$ 2 bi por controladas. A decisão da Gerdau de adquirir participações minoritárias em quatro controladas de capital fechado no Brasil, anunciada ontem dentro do "Projeto Gerdau 2022", foi recebida com surpresa e desconfiança pelo mercado. As principais ressalvas destacaram o valor da compra, de R$ 1,986 bilhão, e o momento da operação, em meio à crise na siderurgia. O preço representa quase 20% do valor de mercado da siderúrgica gaúcha, ou 7% de seu valor de empresa - que leva em conta também a dívida. Nas contas do banco, essas fatias das subsidiárias vão representar cerca de R$ 100 milhões do Ebitda durante 2015 - ou seja, a empresa estaria pagando mais de 20 vezes o que as operações geram. Um analista ouvido pelo Valor também considerou os valores pagos pelas participações, que variam de 2,39% a 4,90% na (i) Gerdau Aços Especiais, (ii) Gerdau Açominas, (iii) Gerdau Aços Longos e (iv) Gerdau América Latina Participações, bem acima do valor justo, levando em conta os resultados que elas apresentaram em 2014 comparativamente aos números consolidados da empresa. 16/07/2015
  • Aplicativo de namoro sério Kickoff recebe investimento de U$1.6m para crescer. O Kickoff, aplicativo gratuito de namoro nascido no Brasil e que conecta amigos de amigos que buscam um relacionamento sério, acaba de receber um milhão e seiscentos mil dólares em investimentos do fundo de venture de capital nacional Monashees e de investidores anjo estrangeiros. O aplicativo começou a operar em São Paulo há seis meses e hoje está nos estados do Sul, Sudeste e Centro-Oeste. Os 300 mil usuários já participaram de um milhão e meio de combinações e trocaram 15 milhões de mensagens. 21/07/2015
  • Para Resources compra fatia de mina de ouro na Colômbia. A Para Resources, que detém dois projetos de ouro no Estado do Pará, disse hoje (20) que chegou a um acordo com os acionistas para a subscrição de um terço das ações ordinárias da Colombia Milling Limited, uma empresa incorporada em Belize que controla a mina de ouro El Limon, em Zaragoza, na Colômbia. Para Resources adquire projeto de ouro com ações e royalties. A canadense Para Resources informou que comprou o projeto de ouro Cumaru-Gradaus, que fica no Pará e pertencia à Mineração Irajá. O acordo foi realizado por meio da subsidiária Angra Metals Mineração.  Mineração Irajá 20/07/2015
  • Dânica e Zipco unem forças em operação apoiada por Pátria Investimentos. As fabricantes de estruturas para construção civil Dânica e Zipco anunciaram fusão nesta segunda-feira, em uma operação que envolveu a gestora Pátria Investimentos e que cria uma companhia com faturamento anual de cerca de 600 milhões de reais. O principal público alvo do grupo que produz estruturas metálicas e painéis termoisolantes (usados para substituir paredes de alvenaria) é a construção civil, com foco em shopping centers, galpões, supermercados, instalações da indústria farmacêutica e câmaras de armazenagem. A nova empresa surge com sete fábricas, das quais uma no Chile e outra no México. No Brasil, as unidades fabris estão localizadas em Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Pernambuco e Santa Catarina.20/07/2015
  • Spring traz Successful Farming ao Brasil. Por meio de uma joint-venture com o grupo americano Meredith, a editora cuidará no Brasil de uma das marcas de conteúdo mais fortes no agronegócio dos EUA. O Grupo Spring, responsável pela versão brasileira da revista Rolling Stone, está trazendo ao Brasil a Succesful Farming, marca de conteúdo que está entre as mais importantes na cobertura do agronegócio americano. Será a primeira edição fora do País, disponível inicialmente na internet. A publicação do título no Brasil será feita por meio de uma joint-venture com o Meredith, grupo americano de conteúdo de vários temas e plataformas, e vem sendo discutida desde o ano passado. A Spring cuidará da parte operacional que inclui a criação de conteúdo local, publicidade e distribuição. O Meredith será responsável pelas notícias globais sobre o agronegócio e o apoio a projetos especiais. 21/07/2015
  • Votorantim lança oferta por papéis de mineradora peruana Milpo. A brasileira Votorantim lançou uma oferta de compra parcial pelas ações ordinárias da peruana Milpo, o que contribuía para o avanço de papéis de mineração e o avanço do principal índice da bolsa peruana de mais de 2%. A filial no Peru da brasileira Votorantim lançou uma oferta pública de aquisição (OPA) por 10% das ações ordinárias da Milpo, com o que busca elevar sua participação atual de 51%.  A oferta da brasileira expira em 15 de julho e a operação envolve o equivalente a US$ 118 milhões, segundo o prospecto da OPA, por 130.975.829 ações ordinárias com direito a voto da mineradora peruana. 17/06/2015
  • Ourinvest se torna controladora da Brasil Agrosec. A Brasil Agrosec publicou, em 9 de abril, Fato Relevante no qual relata que foi aprovado, em Assembleia Geral Extraordinária da companhia, um aumento de capital no valor de R$ 310 mil, mediante a emissão de 1.629.167 novas ações ordinárias. As ações foram subscritas desproporcionalmente à participação dos acionistas no capital social, tendo em vista que alguns dos acionistas renunciaram ao direito de preferência na subscrição das referidas novas ações. Com isso, do total das novas ações, 1.410.963 ações ordinárias foram subscritas e integralizadas pela acionista Ourinvest Participações S.A.. Com a referida subscrição, a participação da Ourinvest no capital social aumentou de 47,50% para 70,31% e ela se tornou a controladora da companhia. 13/04/2015
  • Fundo sul-africano aumenta participação no capital votante da Marisa. A varejista têxtil Lojas Marisa informou nesta quarta-feira que fundo sul-africano Coronation Fund Managers passou a deter 20.477.731 ações.  08/04/2015
  • Liberty aumenta participação na Ideiasnet.  O grupo de mídia americano Liberty Media, que possui participação em empresas como a rede Barnes & Noble e Time Warner Cable, aumentou sua participação no capital da brasileira Ideiasnet, gestora de investimento focada em empresas de tecnologia. A participação do grupo na empresa passou de 10,02% para 26,78%. Com isso, o Liberty assume a posição de maior acionista individual da Ideiasnet. 07/07/2015
  • Startup brasileira de educação, Geekie recebe aporte de US$ 7 milhões. Investimento foi arrecadado em série B de financiamento da Mitsui & Co. Ltd. e Omidyar Network. Valores serão usados em expansão de mercado 15/05/2015

RELATÓRIOS - DESTAQUES DA SEMANA


QUEM, O QUÊ, QUANDO, QUANTO, COMO e POR QUÊ
 A pesquisa FUSÕES E AQUISIÇÕES - DESTAQUES DA SEMANA tem o propósito de captar o “clima” do mercado das operações de Fusões e Aquisições bem como sinalizar suas principais tendências. Trata-se da compilacão semanal das notícias visando tornar mais acessíveis e conhecidos os negócios de fusão, aquisição e venda realizados entre empresas com atuação no Brasil. Todas as informações sobre os negócios citados no presente relatório são obtidos a partir de notícias publicadas pela imprensa e divulgadas no “estado" pelo blog FUSOESAQUISICOES.BLOGSPOT http://fusoesaquisicoes.blogspot.com.br, não sendo feita qualquer verificação quanto à sua veracidade, precisão ou integridade do conteúdo. Sempre que possível, serão mencionados os nomes dos compradores – investidor estratégico ou fundos de private equity, dos vendedores, a tese de investimento e principais “value drivers”, o valor da transação, forma de pagamento, múltiplos praticados (Valor da Empresa/EBITDA, Valor da Empresa/Receita) etc. Muitas vezes a notícia não é clara a respeito dos valores/forma de pagamentos e respectivos múltiplos. É bem-vinda toda e qualquer contribuição para tornar as informações mais precisas e transparentes. Caso o conteúdo estiver em desacordo, nos contate que estaremos retirando o mesmo ou corrigindo a respectiva  informação. Blog FUSÕES & AQUISIÇÕES