30 julho 2016

Sun, Peoplesoft, NetSuite? Qual foi a maior compra já feita pela Oracle?

Listamos as dez maiores compras de empresas já feitas pela fabricante comandada por Larry Ellison

A Oracle voltou a fazer uma grande aquisição. Na quinta-feira (28/07), a companhia desembolsou US$ 9,3 bilhões pela provedora de softwares de gestão empresariais NetSuite. Essa é mais uma das transações bilionárias na história da gigante de banco de dados.

A compra recente foi a segunda maior em toda trajetória da fabricante comandada por Larry Ellison – sendo a sexta realizada somente em 2016. No ano anterior, foram outras cinco. A seguir, apresentamos as dez maiores aquisições já feitas pela provedora.
  1. Peoplesoft. Em 2005, a Oracle pagou US$ 10,3 bilhões pela provedora de ferramentas de gestão de RH, finanças, supply chain e CRM.
  2. NetSuite. A mais recente de todas. Em julho de 2016, foram investidos US$ 9.3 bilhões na aquisição da fornecedora de ERP cloud.
  3. BEA Systems. Terceira maior compra na história da fabricante, que levou a provedora de middleware e desenvolvimento de aplicações por US$ 8,5 bilhões, em 2008,
  4. Sun. A Oracle adquiriu a empresa de Java, MySQL, servidores, redes armazenamento, por US$ 7,4 bilhões em 2010.
  5. Siebel Systems. A fabricante comprou a fornecedora de CRM em 2006, por US$ 5,85 bilhões.
  6. MICROS Systems. Em 2014, a companhia pagou US$ 5,3 bilhões pela fabricante de software e hardware para os segmentos de varejo e hospitalidade.
  7. Hyperion Corporation. Foram US$ 3,3 bilhões alocados na compra da empresa de software para gestão de desempenho, em 2007.
  8. Acme Packet. A Oracle comprou a empresa de hardware de networking para operadoras de telecom por US$ 2,1 bilhões, em 2013.
  9. Taleo. Pela aquisição da empresa de software para gestão de pessoas foi destinado US$ 1,9 bilhão em 2012.
  10. RightNow Technologies. A fabricante pagou US$ 1,5 bilhão, em 2011, pela companhia de CRM SaaS.
  11. Datalogix. Em 2014, a Oracle comprou a empresa de dados e marketing digital por US$ 1,2 bilhão. 
Leia mais em compuetrworld 29/07/2016

30 julho 2016



Novo guia do Cade explica análise de atos de concentração horizontal

O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) lançou nesta quarta-feira (27/7), o novo Guia de Análise de Atos de Concentração Horizontal (Guia H.), que servirá de diretriz para a autarquia na verificação de casos envolvendo concorrentes ou potenciais concorrentes.

O documento, que recebeu contribuições por meio de consulta pública, demonstra a metodologia utilizada para verificar operações que dizem respeito a agentes que estão em uma mesma etapa da cadeia produtiva.

O objetivo é aumentar a transparência da análise feita pelo órgão; orientar o poder público a empregar as melhores práticas de concorrência sobre o assunto; e auxiliar os agentes de mercado a compreender as etapas, técnicas e critérios adotados pelo Cade em atos de concentração, como fusões e aquisições.... Leia mais em conjur 28/07/2016



Garnero não vai vestir Colombo

Um ano depois de anunciar a compra da marca de moda masculina, o fundo GGAC, do empresário Mario Garnero, cancela o contrato, alegando falta de pagamentos e de informações

Ao que tudo indicava, em meados do ano passado, Mario Garnero, o empresário paulista e importante interlocutor do Brasil com homens de negócios e políticos americanos, trocaria seus elegantes ternos feitos sob medida pelos da Camisaria Colombo, a maior rede de vestuário masculino nacional. Pelo menos, em relação à sua preferência de negócios. Em agosto de 2015, ele anunciou a aquisição da Colombo, por meio da Garnero Group Acquisition Company (GGAC), um fundo de investimentos criado nos EUA e braço de aquisições de seu banco de negócios no exterior, o Brasilinvest.

A transação avaliada em R$ 1,1 bilhão criaria a Garnero Colombo e ajudaria a solucionar a difícil situação financeira da rede de varejo, fundada em 1917, controlada pelos irmãos e herdeiros Álvaro e Paulo Jabur Maluf. A dívida, atualmente, se aproxima de R$ 1,5 bilhão. Os controladores chegaram a fazer três road shows nos EUA, com o banco suíço UBS, para apresentar a companhia aos investidores estrangeiros. Mas, na quarta-feira 20, quase um ano depois da celebração do contrato, um comunicado enviado pela GGAC ao mercado e à SEC, órgão que regulamenta o mercado de capitais americano, causou surpresa.

A companhia informava o cancelamento do negócio, alegando que a Colombo não havia cumprido uma série de exigências. Agora, a GGAC ameaça tomar medidas judiciais para o ressarcimento de danos causados com o fim do negócio. Pelo acordo original, os irmãos Maluf deveriam pagar, até o dia 10 de junho deste ano, US$ 30 milhões para terem direito a uma fatia de 25% da empresa resultante da fusão e se manterem no comando do dia a dia da rede. Como o prazo não foi cumprido e com a piora do mercado varejista brasileiro neste ano, Mario Garnero aceitou diminuir o valor para US$ 10 milhões, a serem pagos até o dia 20 de junho.

Mas nem esse aporte aconteceu. No dia 4 de julho, por meio de carta anexada aos autos do processo e enviada à Colombo, o advogado David Ann Miller, do escritório nova-iorquino Graubard Miller, representante de Garnero, explica quais seriam as brechas de contrato em que a família teria incorrido. A GGAC teria cobrado, no dia 8 de fevereiro, o envio à SEC de relatório financeiro auditado relativo ao ano fiscal de 2015, o que não aconteceu até a data da carta. Outras informações sobre o estado dos negócios estariam sendo sonegadas.

Uma fonte próxima do processo também reclama que a dívida da Colombo, a qual teria sido informada que estava em R$ 700 milhões, na época da assinatura do contrato, foi revisada para R$ 1,5 bilhão. Há suspeita de que parte do valor seria de dívidas pessoais dos irmãos, relacionada à recompra, em fevereiro de 2015, de 49,9% da Colombo que haviam sido vendidos para a Gávea Investimentos, gestora de fundos do ex-presidente do Banco Central Armínio Fraga. Na época, interlocutores do mercado comentavam que os irmãos seriam “incontroláveis”.

A Colombo alega que os motivos para o fim do contrato com Garnero são outros. “O investimento foi planejado em fevereiro de 2015. O Brasil era outro”, diz o advogado Pedro Bianchi, do escritório Felsberg Advogados. “O grupo GGAC não encontrou investidores e a Colombo foi buscar alternativas.” A versão é contestada pelo fundo de Garnero, que, na data de cancelamento do acordo, afirmava ter US$ 143 milhões captados. A alternativa para a Colombo foi uma renegociação com os seus credores.

Cerca de um mês antes do rompimento com Garnero, no dia 10 de junho, a empresa anunciou que fechou um acordo extrajudicial para alongar a sua dívida com os bancos – que incluem Itaú, HSBC, Brasil Plural, Santander e Banco do Brasil, somando R$ 700 milhões, mais R$ 197 milhões com a Cotia Trading –, transformando os débitos em uma debênture conversível. A GGAC alega que nunca teve conhecimento dessas negociações e, como controladora que deveria ser da empresa, nem as teria autorizado. Mesmo a presença entre os credores do fundo de investimentos Brasil Plural Special Situations – que teria comprado do Gávea a dívida pessoal dos irmãos – seria desconhecida. Procurado, Mário Garnero não deu entrevista.

Independentemente das reclamações de Garnero e de outros credores não financeiros que não aderiram ao acordo, o plano de reestruturação já mudou a varejista. Segundo o processo capitaneado pelo Brasil Plural e pelo escritório Felsberg Advogados, a empresa terá cinco anos para pagar a sua dívida com os bancos, e Warley Pimentel, sócio do banco, assume a posição de presidente do grupo Colombo. “Agora, somos uma das empresas mais bem estruturadas do setor”, disse à DINHEIRO Álvaro Jabur Maluf Júnior, no começo de julho.

“Depois de um tempo voltados para dentro, teremos fôlego para investir no negócio e estamos prontos, com mercadoria nas lojas, para o Dia dos Pais.” De 2014 para cá, o faturamento caiu de R$ 800 milhões para R$ 500 milhões anuais e mais de 50 das 434 lojas foram fechadas. “Vamos ficar com 320 lojas”, diz Maluf. No último mês, desde a renegociação financeira, a curva se inverteu e as vendas da empresa voltaram a crescer, em torno de 30%. Isso mostra que o imbróglio todo não prejudicou a marca junto ao seu público consumidor, avalia o analista de varejo Alberto Serrentino, dono da consultoria Varese Retail.

“O dano para a marca é muito pequeno. A moda masculina é menos suscetível a mudanças de tendências, e o cliente só percebe problemas se há desabastecimento”, diz. O consultor, no entanto, alerta que há risco da empresa sofrer dificuldades de crédito, o que pode ser especialmente perigoso para quem vende para a classe C e precisa de liquidez para financiar as compras de seus clientes. Uma coisa é certa: Mario Garnero não estará na fila dos interessados..Por: Carlos Eduardo Valim Leia mais em istoedinheiro 29/07/2016



Stefanini investe na China para ampliar seu tamanho no país em cinco vezes até 2020

Com operações em Jilin, Dalian e Guangzhou, a empresa planeja aumentar sua oferta e não descarta a possibilidade de fazer uma aquisição para atingir sua meta de crescimento.

A Stefanini, uma das mais importantes provedoras globais de soluções de negócios baseadas em tecnologia, anuncia planos de investir na China para aumentar sua oferta e ampliar seu tamanho no país em cinco vezes dentro dos próximos quatro anos. Com uma unidade em operação na China desde 2011, a empresa não descarta a possibilidade de fazer uma aquisição para atingir sua meta de crescimento.

O investimento será destinado a reforçar o portfólio de ofertas da empresa, especialmente na área de Business Process Outsourcing (BPO) e soluções para a indústria automobilística. A Stefanini também tem o objetivo de oferecer suporte a empresas globais e a um grande número de clientes atuais que possuem operações na China, com foco nos idiomas mandarim, inglês, japonês, coreano e cantonês.

“Temos um plano de crescimento bastante ambicioso para a China, e a nossa estratégia inclui a possibilidade de realizar uma aquisição e aproveitar oportunidades de parceria”, afirma Marco Stefanini, CEO da Stefanini.

Crescendo por meio de uma oferta inovadora
Uma oportunidade que a Stefanini planeja explorar com afinco é o mercado Chinês de Fabricação da Indústria 4.0. No ano passado, a empresa deu um passo muito importante nessa direção com a aquisição da IHM no Brasil. A empresa é especializada na gestão de projetos industriais multidisciplinares em diversos segmentos por meio das mais recentes tecnologias, tais como mobilidade, dispositivos inteligentes e tecnologias de vestir, aplicativos de máquinas inteligentes, big data, Internet das Coisas, gestão do conhecimento, entre outras.
“As empresas chinesas terão que encontrar novas maneiras para manter a liderança da China no setor de automação. Alinhando-se com as novas tendências do mercado e as necessidades da Indústria 4.0, a Stefanini é capaz de empregar serviços de TI para aumentar o nível de eficiência e inovação neste mercado”, ressalta o executivo.

Na China, a Stefanini alavanca suas ofertas por meio de três centros de distribuição em Jilin, Dalian e Guangzhou. De acordo com Linyuan Gan, diretor de desenvolvimento de negócios responsável pela operação da Stefanini na China, a empresa possui presença global, processos maduros e uma plataforma capaz de reforçar sua presença no mercado chinês.

Presente em 39 países com mais de 50 clientes globais, a Stefanini tem a capacidade de oferecer um modelo de entrega global para realizar a venda cruzada de suas ofertas entre diferentes regiões e clientes. “Nossa base global de clientes é boa para realizar vendas cruzadas, e a China pode aproveitar com facilidade nossa capacidade de entrega global em outros países”, afirma Linyuan.

A Stefanini vê um grande potencial de crescimento nas empresas chinesas, para dar continuidade ao desenvolvimento da sua maturidade de terceirização e expansão global. “Mais empresas serão terceirizadas para reduzir custos e riscos, especialmente em companhias multinacionais”, afirmou a Sra. Gan. Outras oportunidades para fornecer serviços de pessoal estão sendo consideradas. “Nossa presença em três cidades diferentes oferece aos nossos clientes capacidade de recrutamento para apoiar as oportunidades de pessoal e contratação de funcionários diretos em todas as cidades da China”, completa a executiva.

Sobre a Stefanini:
A Stefanini (www.stefanini.com) é uma multinacional brasileira com 29 anos de atuação no setor de Serviços em TI. Totalmente verticalizada por segmento de indústrias, a consultoria possui grande expertise no mercado financeiro (atende as dez maiores instituições financeiras do País), telecomunicações, seguradoras e setor público.

Presente em 39 países, sua oferta de serviços abrange Consultoria, Integração, Desenvolvimento de Soluções e Outsourcing para Aplicativos e Infraestrutura; e ainda BPO para processos de negócios. Reconhecida mundialmente, a Stefanini está entre as 100 maiores empresas de TI do mundo (BBC News) e foi apontada como a quinta empresa mais internacionalizada, segundo ranking da Fundação Dom Cabral. Leia mais em segs 29/07/2016



29 julho 2016

FIP Inovação Paulista já investiu R$ 39 milhões em doze startups

Cerca de R$ 39 milhões, valor equivalente a 37% dos R$ 105 milhões que ainda serão aportados em negócios de alto impacto no estado de São Paulo, já foram investidos em doze empresas pelo Fundo de Investimento em Participações (FIP) "Inovação Paulista", idealizado pela Desenvolve SP – Agência de Desenvolvimento Paulista.

Os números referem-se ao primeiro balanço do fundo que tem buscado startups e pequenas e médias empresas paulistas ligadas aos segmentos de nanotecnologia, ciências da vida, tecnologias agropecuárias, tecnologias da informação e comunicações com foco corporativo, setores considerados propulsores da inovação.

Além de contar com o apoio e recursos da Desenvolve SP, o fundo também tem como investidores a Finep, Fapesp, Sebrae-SP, Banco Desenvolvimento da América Latina e Jive Investments. "Estamos confiantes nos aportes já realizados pelo Fundo Inovação Paulista. São empresas essencialmente inovadoras que, em pouquíssimo tempo, já começaram a conquistar novos mercados, impulsionando a competitividade e a economia do Estado de São Paulo", diz Milton Luiz de Melo Santos, presidente da Desenvolve SP.

Entre as 12 empresas já investidas, cinco estão ligadas diretamente ao mercado do agronegócio que apresentam desde soluções biológicas inovadoras para o controle de pragas em lavouras ao desenvolvimento de tecnologias para o monitoramento inteligente das diversas atividades do campo. Negócios de tecnologia focados em soluções para a gestão de sistemas financeiros e para a saúde humana também compõem o portfólio do fundo.

Segundo Francisco Jardim, sócio-fundador da SP Ventures, gestora do FIP, a previsão inicial é que sejam selecionadas para investimento até 20 companhias de alto potencial inovador, entretanto, ele explica que os números podem ser revistos para até 18 empresas. "Estamos sendo cautelosos com o atual período econômico. Se necessário, a ideia é que, com uma maior sobra de recursos, possamos dar ainda mais suporte às empresas já investidas tanto para a realização dos chamados follow ons quanto para suprir eventuais necessidades financeiras", diz.

De acordo com o cronograma, o restante dos recursos deve ser aportado até dezembro de 2017. No entanto, os empreendedores com negócios que atendam o perfil do FIP e ainda desejam submeter uma proposta para a SP Ventures precisam se apressar. "É possível que no primeiro semestre de 2017 a carteira do fundo esteja completa, com todas as companhias a serem investidas já aprovadas", diz Jardim. O envio da proposta é feito pelo site www.spenvetures.com.br.

Conforme a estratégia de investimento do fundo, 80% do patrimônio comprometido devem ser aportados em empresas com faturamento anual bruto de até R$ 3,6 milhões, incluindo startups em estágio inicial de operação e, os outros, 20% em empresas com faturamento bruto anual de até R$ 18 milhões. A fase de desinvestimento do FIP é prevista para ocorrer entre 2018 e 2021. Leia mais em tiinside 29/07/2016

29 julho 2016



Chinesa Fosun confirma compra da gestora Rio Bravo

A operação faz parte da estratégia de crescimento do conglomerado em países emergentes, segundo comunicado... Read on the original site ...   Leia mais em shafqna 29/07/2016

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Grupo chinês Fosun adquirirá empresa brasileira de investimentos

A chinesa Fosun assinou um acordo neste sábado para adquirir a empresa brasileira de investimentos Rio Bravo, informou um comunicado do grupo chinês, um dia após anunciar outro acordo com uma farmacêutica da Índia.

A Fosun, que tem interesses em várias áreas, como o setor imobiliário ou a mineração, disse que se converterá em acionista majoritária da empresa privada Rio Bravo Investimentos, mas não forneceu o valor do acordo. A Fosun não respondeu às perguntas da AFP.

O governo chinês encoraja as empresas a investir no exterior para abrir caminho nos mercados estrangeiros, num momento em que o crescimento interno está estancado.

O presidente da Fosun, Guo Guangchang, disse que o último acordo representava um "marco importante na estratégia de globalização da Fosun para estar presente nas importantes economias emergentes".

Com a compra, a Fosun pretende entrar no mercado do Brasil e da América Latina no setor imobiliário e de investimentos, segundo o comunicado.

O grupo chinês anunciou na sexta-feira que sua unidade farmacêutica comprará mais de 86% das participações da empresa indiana Gland Pharma por mais de 1,26 bilhão de dólares.

A Fosun também é proprietária do Club Med e tem uma parte das ações do Cirque du Soleil. Reuters leia mais em yahoo 30/07/2016





Mexicana Alpek pode pagar até US$700 mi por ativos petroquímicos da Petrobras, diz fonte

A oferta da mexicana Alpek para aquisição de duas unidades petroquímicas da Petrobras em Pernambuco pode chegar a 700 milhões de dólares, disse uma fonte com conhecimento direto do assunto à Reuters nesta sexta-feira.

A Petrobras anunciou na quinta-feira o início de um período de exclusividade de 60 dias para negociar com a Alpek a venda da PetroquímicaSuape e da Companhia Integrada Têxtil de Pernambuco, conhecida como Citepe. O período de exclusividade é prorrogável por outros 30 dias.

A Petrobras não comentou o assunto. A Alpek não respondeu a um e-mail pedindo comentários.
As duas unidades acumularam prejuízos de 5,6 bilhões de reais nos últimos dois anos, incluindo baixas contábeis relacionadas às investigações da Lava Jato.

As companhias produzem PTA, principal insumo para a resina PET, e filamentos de poliéster. A venda deve reduzir a dívida da Petrobras, bem como a necessidade de injetar mais dinheiro nas fábricas, que ainda continuam operando com prejuízo, acrescentou a fonte.

Além da venda de seus ativos petroquímicos em Pernambuco, a Petrobras tentou vender sua participação de 36 por cento na Braskem SA, a maior companhia petroquímica da América Latina.
As negociações foram interrompidas por falta de interesse de investidores em se tornarem acionistas minoritários do Grupo Odebrecht, que controla a Braskem e continua sob investigação na Operação Lava Jato.

A Odebrecht ofereceu neste mês sua participação de 38 por cento na Braskem como garantia aos bancos numa renegociação de dívida. Por Tatiana Bautzer | Reuters Leia mais em yahoo 29/07/2016



Energisa prevê investir R$1,3 bi em 2016 para ter "voo de cruzeiro" em 2017, diz CEO

A elétrica Energia, que controla 13 distribuidoras de energia no Brasil, prevê investir cerca de 1,3 bilhão de reais neste ano para melhorar a qualidade do serviço e aumentar a rentabilidade de suas concessionárias, parte delas adquirida junto ao combalido Grupo Rede, afirmou o presidente da holding à Reuters nesta sexta-feira.

A empresa acaba de captar 1,365 bilhão de reais em uma oferta de Units, que compreendem ações ordinárias e preferenciais da holding. O valor deve alcançar até 1,535 bilhão com o lote suplementar, que deverá ser liquidado até 31 de agosto.

Os recursos captados ajudarão a reduzir dívidas e reforçar o caixa enquanto a companhia lida com a recuperação das empresas que eram do Rede, que sofriam com falta de investimentos e precisam se adequar a exigências técnicas e financeiras da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), o que deve ser realizado até 2017.

"Até ano que vem ainda tem coisa pra fazer, para tirar o atraso. Depois você entra num voo de cruzeiro", afirmou o CEO Mauricio Botelho em entrevista por telefone.

No primeiro trimestre, os investimentos da Energisa somaram 303 milhões de reais.
Ele disse que a compra do Grupo Rede foi "um salto extraordinário" para o grupo e que o negócio está andando bem e deverá gerar bons resultados para a companhia.

"O negócio de distribuição, com escala, você aumenta a sinergia. Estamos esperando benefícios desse crescimento", afirmou Botelho.

FORA DA CELG
O presidente também comentou que a Energisa não vai participar do leilão de privatização da distribuidora de energia goiana Celg-D, controlada pela Eletrobras e pelo governo de Goiás, que venderão suas fatias na empresa por um preço mínimo de 2,8 bilhões de reais.

A Energia chegou a se inscrever entre os interessados no certame, agendado para 19 de agosto, mas não foi adiante no negócio.

"Nós nem acessamos o data-room. Não tem interesse em analisar, não", afirmou Botelho.

Os principais motivos do desinsteresse são o foco em investimentos nas distribuidoras e o preço, considerado elevado. "Esse é o principal", disse o executivo, ao comentar o valor do leilão.

Botelho também disse que a companhia não avalia neste momento um retorno aos investimentos em geração, uma área na qual a Energisa tinha ativos que foram vendidos.

"Neste momento estamos com sobras de energia, não está dos melhores momentos para isso. Juros muito altos, então também tem restrição de crédito... tem que achar o momento adequado", explicou.
Ele apontou, no entanto, que caso a Energisa tome decisão de retomar os aportes em geração isso deverá ser feito com projetos próprios. "Não gostamos de comprar ativo pronto, geralmente a gente assume o risco da construção e depois faz a alienação."Por Luciano Costa | Reuters Leia mais em yahoo 29/07/2016



Startups: gargalo é a equipe

Equipes inadequadas são o principal ponto fraco das startups no momento de serem selecionadas por uma aceleradoras de negócio.

O motivo é apontado por 93,5% das 31 aceleradoras pesquisadas no Brasil, entrevistadas para o estudo “O Panorama das Aceleradoras de Startups no Brasil”, feita por dois professores da  Escola de Administração de Empresas de São Paulo da Fundação Getulio Vargas (FGV/EAESP).

O motivo é de longe o mais citado, seguindo por "demanda ineficaz" e "falta de escalabilidade", com 51% cada uma. "Falta de inovação" é apontado por 35%.

De acordo com Paulo Abreu, um dos responsáveis pela pesquisa, os fatores estão relacionados entre si e tem que ver com o “mito de que a ideia é a coisa mais importante para uma startup”.

“Na verdade, o que os avaliadores das aceleradoras julgam é se a equipe da startup tem as condições de fazer uma ideia, mesmo com problemas, evoluir e se tornar uma realidade”, aponta Abreu.

Nessa hora, de acordo com a Abreu, conta a existência de uma equipe multidisciplinar, e, principalmente, um conhecimento mais aprofundado sobre o contexto no qual se quer atuar do que a do cliente insatisfeito.

“Os problemas de demanda ineficaz e falta de escalabilidade estão diretamente relacionados”, aponta o pesquisador, destacando que existe uma diferença entre ideias “criativas” e “verdadeiras inovações”, uma vez que essas últimas são julgadas com base na criação de valor final.
Em termos de ferramentas de seleção, novos modelos como Business Model Canvas, Costumer Development e Lean Startup tem a preferência, tendo sido citados cada um 67% das vezes. Métodos tradicionais, como Plano de Negócio, foram citados apenas 29% das vezes.

“A ideia é planejar e executar, modificando o rumo durante o caminho. As aceleradoras não esperam que o empreendedor já saiba tudo desde o começo”, explica Abreu.

A pesquisa da FGV é a mais completa sobre o mercado de aceleradoras no país, tendo ouvido 31 dos 45 players do segmento identificados no Brasil.

Elas já desenvolveram 865 startups, com valores de investimento que variam de R$ 45 mil a R$ 255 mil. Uma única aceleradora é a recordista e já desenvolveu 191 startups até agora, sendo uma das mais ativas da América do Sul.

As aceleradoras são um fenômeno recente, com a primeira abrindo as portas em 2005.  Até 2012, o ritmo foi lento, com poucas abertas: 1 em 2007 e 2009, 4 em 2011, 5 em 2012. O ritmo decolou em 2013, quando foram abertas 7 e em 2014, quando foram abertas outras 8.

Os anos nos quais a movimentação decolou coincidem com a preparação e o lançamento do programa Startup Brasil do governo federal, que concedia dinheiro a fundo perdido para startups, sendo operado por aceleradoras.

O programa, no entanto, entrou na geladeira em 2015, quando só teve uma turma (metade do previsto) e está agora no limbo (Brasília promete uma edição no segundo semestre).
A influência do Startup Brasil não chega a ser tema da pesquisa da FGV, mas Abreu acredita que um eventual fim do programa não ameaça a continuidade das aceleradoras brasileiras.

“O Startup Brasil ajudou num momento de adaptação do conceito ao Brasil. Agora o movimento já anda sozinho”, acredita Abreu.Maurício Renner // Leia mais em baguete 29/07/2016 



Alltech quer fechar aquisição no Brasil em 2016

O intenso movimento de aquisições deflagrado no início da década pela americana Alltech chegará ao Brasil. Mais conhecida por sua atuação na produção de aditivos à base de leveduras que são usados na ração, a empresa quer avançar na produção de premixes (pré-mistura de minerais e vitaminas) ou mesmo de rações prontas, em linha com o que já vem fazendo em outras regiões do mundo.

A expectativa da Alltech é fechar uma aquisição no Brasil ainda neste ano, afirmou o diretor-geral da empresa para o país, Clodys Menacho. "Estamos confortáveis com o crescimento orgânico no Brasil, mas precisamos acompanhar o crescimento da companhia [no mundo]", enfatizou ele.

Turbinada por aquisições, a Alltech mais do que dobrou de tamanho nos últimos anos. Apenas em 2015, o faturamento mundial aumentou 180%, alcançando US$ 2,2 bilhões. Enquanto isso, cresceu a taxas próximas de 10% no Brasil, tem três unidades, em São Pedro do Ivaí (PR), Araucária (PR) e Indaiatuba (SP).

"Temos que ver como vamos crescer 100%, 200%", reforçou Menacho. Em 2016, a expectativa da Alltech, que também atua no fornecimento de insumos agrícolas, é faturar R$ 400 milhões no Brasil. Se confirmado, seria um crescimento de 8,7% ante os R$ 368 milhões registrados pela empresa em 2015. Carro-chefe da Alltech, o negócio de nutrição animal representa cerca de 80% do faturamento no país.

Ao prospectar empresas de premixes, a Alltech busca avançar um passo na cadeia de ração animal. Como os aditivos da empresa são misturados no premix, a companhia é dependente das chamadas "premixeiras". "Nossas soluções dependem de outros para serem utilizadas. Por isso, nos obrigam a entrar [nesse setor]". Foi exatamente essa a decisão da Alltech nos EUA. A Ridley, maior entre as 15 aquisições feitas pela empresa desde 2012, é exatamente do setor de premixes.

Além da necessidade de avançar nessa cadeia, Menacho argumentou que os aditivos são alvos de cortes em momentos de dificuldades econômicas. "Em época de crise, o primeiro produto que cortam são os aditivos", afirmou.

Embora tenha destacado a necessidade de ter uma produção de premixes (na prática, deter a estrutura para misturar os microingredientes), o executivo não descartou comprar empresas de ração pronta no país. Mas fez uma ressalva. "Quando se tem uma empresa de ração, o capital de giro é muito alto", afirmou, citando os desafios de uma empresa de ração em momentos como o atual, com milho e soja mais caros.

Enquanto busca aquisições, a Alltech também mantém as pesquisas para a utilização de algas na ração de aves e suínos.

Multiplicadas em um laboratório da companhia nos EUA, as microalgas são vendidas no Brasil para atender o mercado de ração de peixes e animais de companhia (cães e gatos). O produto, que contém Ômega 3, é um substituto da farinha e do óleo de peixe.

Se viabilizar a equação de custo e benefício para incluir o produto na ração de aves e suínos, a Alltech terá escala para implementar um laboratório para multiplicar as algas no Brasil. A fábrica da empresa em São Pedro do Ivaí seria adaptada para a produção das algas, disse. Valor Econômico (Luiz Henrique Mendes) Leia mais em ovosite 26/07/2016



Jusbrasil recebe aporte da Founders Fund.

A Jusbrasil recebeu mais um round de investimentos com a participação do Founders Fund (mesmo investidor da Tesla, Space X, Facebook etc) e a Monashees Capital.

Leia este texto no Medium para saber como este investimento aconteceu por acidente (sério, tudo começou com um email enviado errado). Leia mais em startupba 29/07/2016




Fusões e aquisições caem 19,4% no Brasil no 2º trimestre, diz KPMG

Empresa registra 170 transações, o que configura o pior segundo trimestre em sete anos

O número de fusões e aquisições (M&A, na sigla em inglês) no Brasil caiu 19,4% no segundo trimestre deste ano em relação ao mesmo intervalo do ano passado, para 170 transações, segundo levantamento realizado pela KPMG. Ante os três primeiros meses do ano, a queda foi de 19%. Esse foi o pior segundo trimestre em sete anos, de acordo com dados da consultoria.

"O que pesa no resultado é que o segundo trimestre deste ano foi especialmente abaixo do normal, o que foi determinante para que o semestre todo fechasse em queda", analisa o sócio da KPMG no Brasil e responsável pelo estudo, Luis Motta. Assim, no primeiro semestre do ano o Brasil foi palco de 380 transações de M&A, um recuo de 5% na relação anual.

Segundo Motta os piores números no segundo trimestre refletem o período de instabilidade observado no Brasil, o que levou investidores a repensarem suas estratégias.

O setor mais movimentado foi o de tecnologia, com 52 transações concretizadas no primeiro semestre do ano, seguido por empresas de internet, que registrou 42 operações. Já o setor de serviços para empresas e alimentos, bebidas e tabaco registraram 33 cada. Estadão Conteúdo Leia mais em dci 29/07/2016