15 agosto 2018

Linx adquiriu startups e criou duas novas marcas – inclusive uma fintech

Após a aquisição de startups, a Linx lançou duas marcas: uma para agilizar serviços financeiros e outra de fidelização de clientes

A Linx, empresa especializada em software para varejistas, já investiu R$ 350 milhões na aquisição de startups e criação de novas marcas. Agora, a companhia utilizou a inteligência e experiência destas empresas para criar duas marcas em seu portfólio: a Linx Impulse Suite e Linx Pay Hub.

A Linx Impulse Suite é uma marca criada para melhorar a experiência de compra nas lojas, buscando converter experiências em resultados. A plataforma acompanha a jornada de compra online e offline do consumidor, buscando a fidelização de clientes e a criação de insights.

A criação da Linx Impulse Suite teve a contribuição de startups de experiência do usuário e e-commerce. Em 2015, a Linx adquiriu as startups Chaordic e Neemu, incorporando soluções de recomendação e personalização em lojas virtuais entre seus produtos.

Dois anos depois, em 2017, a empresa adquiriu a ShopBack por US$ 39 milhões. A ShopBack é uma retailtech que busca a retenção, remarketing e recaptura de usuários através de Big Data e engajamento. No mesmo ano, a Linx ainda incorporou em seus negócios a Percycle, mídia online que une lojistas, marcas e consumidores.

Linx Pay Hub: a fintech da Linx
Uma das principais funcionalidades trazidas pela Linx é auxiliar os varejistas na gestão de compras e pagamentos. Para trazer mais agilidade aos serviços financeiros, a empresa criou a Linx Pay Hub – uma plataforma financeira semelhante a uma fintech.

A Linx Pay Hub conecta transações desde o pagamento, conciliação, gestão até a antecipação de recebíveis e parcelamentos. Hoje, a empresa oferece soluções para diversos segmentos do varejo online e offline, como e-commerce em geral até perfumarias, farmácias, concessionárias e lojas de conveniência.

“Temos dois grandes objetivos com as novas marcas, que são ajudar nossos clientes a venderem mais e expandir nosso leque de atuação dentro do mercado de meios de pagamento, com produtos capazes até mesmo de profissionalizar a gestão de pequenos e médios empresários”, afirmou Dennis Herszkowicz, vice-presidente de Novos Mercados da Linx.

Segundo o IDC, a Linx possui 41,3% do market share varejista brasileiro. A empresa está impactando positivamente no mercado ao disponibilizar ferramentas de gestão para agilizar processos no varejo. Conheça a Linx e outras empresas e startups de retailtech no VarejoTech Conference, evento da StartSe que reunirá os principais especialistas do setor. Tainá Freitas Leia mais em StartSe 15/08/2018

15 agosto 2018



Espaçolaser adquire participação majoritária na Urban Laser Serviços Estéticos

Stocche Forbes, Vella Pugliese Buosi e Guidoni e Freitas Leite aconselharam os acordos

Espaçolaser, através de suas subsidiárias Corpóreos Serviços Terapêuticos Ltda. e a MPM Corpóreos SA finalizou a aquisição de participação majoritária na Urban Laser Serviços Estéticos SA. e de uma participação de 51% na APL Participações Societárias SA. A Espaçolaser também executou a aquisição de 51% de participação na EL Participações SA.

O Grupo Espaçolaser oferece serviços de depilação a laser para mulheres e homens. A empresa foi fundada em 2002 e está sediada em São Paulo, Brasil.

Stocche Forbes assessorou o Grupo Espaçolaser.
Vella Pugliese Buosi e Guidoni Advogados assessorou a APL Participações Societárias SA
Freitas Leite assessorou a EL Participações SA - Leia mais em globallegalchronicle 14/08/2018



Interprint adquire Tress Impressos de Segurança

Veirano e Advocacia Ariovaldo dos Santos informaram sobre o negócio.

Interprint Ltda. finalizou a aquisição de Tress Impressos de Segurança Ltda.

Interprint LTDA. fornece serviços de impressão eletrônica e soluções de pagamento e identificação para seus clientes nos setores de telecomunicações, financeiro e varejo e governo, principalmente no Brasil e na Europa. a empresa está sediada em São Bernardo do Campo.

Veirano assessorou a Interprint Ltda. - Advocacia Ariovaldo dos Santos assessorou os vendedores. Leia mais em globallegalchronicle 14/08/2018



Grupo JTB adquire 100% da Alatur

O Grupo JTB, gigante japonesa e uma das maiores Destination Manager Companies (DMCs) do mundo acaba de concluir o processo de aquisição da totalidade das ações da Alatur JTB. Esse foi mais um passo rumo a estratégia da empresa, de se consolidar como uma das principais referências nesse mercado.

Com esse movimento, aliado à recente mudança dos seus escritórios para o Parque Cultural Paulista, no Complexo da Casa das Rosas, no Bairro do Paraíso, em São Paulo, e o inerente maior alinhamento e integração com o Grupo JTB, miram fortalecer a oferta de produtos e serviços para seus clientes, com uma estrutura mais ágil, eficiente e eficaz.

A Alatur JTB — Comandada por Eduardo Kina, a Alatur JTB totaliza R$1,7 bilhão de vendas anuais no Brasil e mais de US$ 13 bilhões mundialmente, contando com mais de 26 mil colaboradores. O principal objetivo da companhia é consolidar sua posição de líder em viagens corporativas e diversificar suas atividades nas áreas de incentivos e lazer.| w Leia mais em revistafatorbrasil 14/08/2018



Está chegando a vez das HealthTechs?

A contagem de startups focadas em saúde no Brasil já passa de 250.

Se existe algo que empreendedores adoram são problemas relevantes que atingem muitas pessoas. É neste tipo de ambiente que eles podem aplicar novas tecnologias e ideias inovadoras para criar grandes empresas. Para eles, o Brasil é um parque de diversões. Basta olhar para um segmento de mercado que encontraremos problemas sérios para serem resolvidos e que afetam dezenas ou centenas de milhões de brasileiros.

Há alguns anos, vimos uma explosão de startups atacando diversos problemas do mercado de finanças. Se por um lado temos um dos sistemas bancários mais modernos do mundo, por outro temos grandes ineficiências para serem resolvidas. São problemas que motivaram empreendedores a criar as startups financeiras, também chamadas de fintechs. Hoje, há centenas delas. Algumas crescem tão rapidamente que já trazem soluções reais para milhões de usuários em todo o País.

Mas não é só no mundo dos bancos que temos problemas deste tipo para serem resolvidos. Outro segmento que parece estar à beira de uma grande mudança é o da saúde. Os ingredientes estão todos presentes e em grande abundância. Milhões de pessoas afetadas – não estaríamos mentindo se disséssemos que toda a população é afetada, desigualdades gigantescas no acesso a serviços de saúde, problemas sérios de qualidade, custos galopantes e ineficiências para todos os lados. Um prato cheio para empreendedores.

A explosão das HealthTechs já começou por aqui. Em um recente estudo da Liga Ventures, a contagem de startups focadas em saúde no Brasil já passa de 250. Elas começam a atacar de maneira focada cada um dos problemas que enfrentamos.

A tecnologia pode ser usada, por exemplo, para garantir acesso à serviços de qualidade para a população de baixa renda. Para melhorar a relação entre médico e pacientes através de canais digitais. Garantir que prescrições médicas não tenham erros, reduzir custos de planos de saúde com auxílio de inteligência artificial, ou aumentar a adesão a tratamentos para doenças crônicas usando assistentes digitais também são ideias promissoras.

Se o número de iniciativas já é excitante, são ainda mais animadoras as possibilidades de aplicarmos tudo que aprendemos com a internet e tecnologias como Big Data e Inteligência Artificial nos enormes bancos de dados da saúde.

Faz todo o sentido esperarmos resultados semelhantes aos que vimos em outras áreas. É hora de termos serviços de atendimento em clínicas e hospitais parecidos com o que já é feito por Nubank e Magnetis.

Ou vermos o uso de dados de forma personalizada para precificar e facilitar o acesso a planos de saúde, da mesma forma que já vemos nos produtos financeiros oferecidos por Creditas e Guia Bolso. Claro, nada disto virá sem desafios. Mas é isto que move estes empreendedores. Por Manoel Lemos, sócio do fundo RedPint Eventures,  O Estado de S. Paulo - Leia mais em sindeseg 15/08/2018



Mubadala fará oferta pela Invepar e IG4 Capital é dúvida

O fundo árabe Mubadala vai fazer hoje uma proposta de compra do controle da Invepar, segundo apurou o Valor. O prazo para apresentação de ofertas vinculantes pela holding de infraestrutura dos fundos de pensão do Banco do Brasil (Previ), Caixa Econômica Federal (Funcef) e Petrobras (Petros) e OAS termina nesta quarta-feira.

Outro interessado que pode fazer oferta é a gestora IG4 Capital. .. Leia mais em valoreconomico 15/04/2018



Compra da empresa de energia solar custou R$ 35 milhões à Engie

Valor corresponde a 50% das ações ainda não detidas pela geradora franco-belga

A Engie pagou R$ 35,1 milhões pela compra de 50% das ações ainda não detidas na Engie Geração Solar Distribuída, informou a companhia em comunicado ao mercado na última sexta-feira, 10 de agosto.

Inicialmente, o valor do negócio não havia sido revelado, porém a empresa informou que a operação não constituía em investimento relevante, razão pela qual não foi submetida à ratificação de acionistas em assembleia geral.

Segundo a Engie, o ingresso da empresa no segmento geração solar distribuída representou um passo estratégico fundamental. No primeiro trimestre de 2018, a Engie Geração Solar Distribuída instalou 260 sistemas, com capacidade instalada de 1.219 kWp, um crescimento de 25,9% quando comparado ao primeiro trimestre de 2017, que foi de 968 kWp instalados, em 56 sistemas.

Desde o início de suas operações a Engie Geração Solar Distribuída atingiu o total de 1.788 sistemas, com capacidade instalada de 9.744 kWp, estando presente em 16 estados.

A entrada da empresa franco-belga Engie no mercado de geração distribuída no Brasil foi concretizada após a compra de 50% das ações da Araxá Energia Solar em 2016. Na época, o valor investido foi de R$ 24 milhões. WAGNER FREIRE, Leia mais em caalenergia 15/08/2018



Paper Excellence tem três semanas para concluir compra da Eldorado Celulose

Empresa busca levantar recursos para quitar dívidas da empresa de Joesley Batista

Paper Excellence negocia com banco chinês o restante do valor necessário para concluir a compra
A três semanas do prazo fatal para comprar a totalidade das ações da Eldorado Brasil Celulose, a Paper Excellence ainda não concluiu o processo de aquisição da empresa de Joesley Batista. Dona atualmente de 49,41% das ações da Eldorado, a Paper busca levantar recursos suficientes para quitar as dívidas da produtora de celulose e concluir o negócio até 1º de setembro, data final estipulada na negociação.

De acordo com o site Valor Econômico, a conclusão do negócio se encontra em fase final, restando apenas a liquidação das dívidas feitas pela J&F. O valor total restante é de R$ 10,8 bilhões, sendo R$ 4 bilhões para a aquisição do restante das ações e R$ 6,8 bilhões destinados a quitação das dívidas existentes.

A fatia referente às ações ainda não foi repassada pois a troca do comando da empresa resultaria em antecipação dos vencimentos desses débitos. A empresa negocia, segundo Valor Econômico, com o Bando de Desenvolvimento da China (BDC) o levantamento dos recursos necessários para concluir o negócio.

A empresa canadense aposta na Eldorado para valorizar seu portfólio já que inclui em seu a celulose de eucalipto e garante presença no país que oferece o menor custo caixa de produção de celulose no mundo. Gian Nascimento  Leia mais em Capital News  16/08/2018



Plusoft compra plataforma de cursos

A Plusoft, companhia especializada em soluções para atendimento, adquiriu a Edusense, uma plataforma de cursos online e gerenciamento de aprendizagem, voltada para os mercados B2B e B2C.

A Edusense é o que se chama de uma “edtech”, uma startup focada no segmento de educação, fundada ainda neste ano por Vinícius Arakaki, um empreendedor experiente no segmento de educação à distância.

Arakaki fundou A+ Tecnologia Interativa que desenvolveu projetos de e-learning para clientes como Bradesco, Peugeot, CPFL. A partir de 2010, o empreendedor tocou também a   TAEX, outra companhia com foco na área.

A Edusense tem hoje 100 cursos direcionados para o desenvolvimento de habilidades comportamentais, os chamados “soft skills”, com um formato gamificado. Os conteúdos são objetivos e diretos, o que é chamado no jargão de “microlearning”.

“A constante necessidade de atualizar habilidades e técnicas comportamentais, motiva a busca das pessoas por aprendizado rápido, sem as barreiras de horário e local”, afirma Solemar Andrade, CEO da Plusoft.

A Plusoft tem um portfólio com oito marcas que inclui soluções de CRM omnichannel, inteligência artificial, automação de processos e plataformas digitais de relacionamento.

A empresa tem 1,4 mil funcionários e atende 250 clientes e 70 mil usuários no Brasil, a maioria deles empresas de grande porte.

Uma parte importante do portfólio é formado por companhias do segmento de contact center, que possuem equipes grandes com grande rotatividade de pessoal, um bom fit para a solução da Edusense.
A Plusoft deve fechar mais negócios como o da Edusense.

Em uma entrevista recente com o Baguete, o novo CEO da Plusoft, Solemar Andrade, revelou que está negociando um aporte de capital junto a fundos de investimentos e family offices, com a expectativa de levantar até R$ 100 milhões, a serem usados na expansão da empresa, incluindo aquisições de tecnologias complementares para o portfólio. Maurício Renner Leia mais em baguete 15/08/2018



Como se formou a crise da Turquia

Impactada por uma forte crise cambial, a Turquia vê a lira turca acumular perdas de aproximadamente 45% em relação ao dólar somente neste ano. Nos últimos dois dias, a queda chegou a 20%. Entenda alguns pontos econômicos e políticos que levaram o país a enfrentar este cenário:

  • 1- Endividamento das empresas. Com o fim de promover o crescimento da economia, o governo turco estimulou os bancos a facilitarem o crédito. As empresas ficaram fortemente endividadas em moeda estrangeira.
  • 2- Inflação de dois dígitos. Uma consequência do aquecimento da economia foi o aumento dos preços. Em julho, a inflação acumulada em 12 meses atingiu 15,39%. A Turquia também enfrenta déficit externo elevado.
  • 3- Turbulência política. Após sofrer uma tentativa de golpe, em 2016, o governo turco prendeu centenas de pessoas, inclusive políticos da oposição, e demitiu milhares nas Forças Armadas e no serviço público.
  • 4 - Mudança no regime de governo. A Turquia passou de parlamentarista para presidencialista. Analistas temem a ingerência de Recep Tayyip Erdogan, reeleito presidente, na economia. Ele nomeou seu genro como ministro da Fazenda.
  • 5- Disputa diplomática com os Estados Unidos. A Casa Branca quer que a Turquia libere um pastor americano, preso há quase dois anos sob acusação de espionagem e terrorismo. As negociações diplomáticas não tiveram sucesso até o momento.
  • 6- EUA recorrem a medidas comerciais. Na semana passada, os EUA dobraram as tarifas sobre o aço e alumínio da Turquia, para 50% e 20%, para pressionar o governo Erdogan. A lira, que já caía por causa dos desequilíbrios fiscais, desabou.

Publicado em 14/08/2018 por Valor Online Leia mais em gsnoticias 15/08/2018  



Cade aprova compra de faculdade do Grupo Adtalem em João Pessoa pela Kroton

O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) aprovou, sem restrições, aquisição de 100% das ações representativas do capital social da Sociedade Educacional da Paraíba (Sepa) pela Kroton Educacional.

A Sepa atua na oferta de cursos de graduação e pós-graduação na modalidade presencial no município de João Pessoa (PB) e é integralmente detida pelo Grupo Adtalem, que tem 18 instituições de ensino superior no País, é proprietária do centro de estudos Ibmec e oferece cursos preparatórios para o Exame da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e concursos públicos.

A decisão do Cade está publicada no Diário Oficial da União (DOU) desta quarta-feira, 15. Estadão Conteúdo Leia mais em istoédinheiro 15/08/18 




Conselho da Gafisa autoriza administração a buscar alternativas estratégicas, inclusive venda

O conselho também autorizou a administração da empresa a contratar assessores financeiros e jurídicos

O conselho de administração da Gafisa autorizou a administração da construtora a desenvolver potenciais alternativas estratégicas, inclusive por meio da venda do controle ou combinação dos negócios, de acordo com fato relevante divulgado na noite de terça-feira.

A decisão do conselho foi tomada após o acionista GWI Assest Management ter pedido a convocação de uma assembleia geral extraordinária para a destituição de todos os integrantes do conselho de administração.

O conselho também autorizou a administração da empresa a contratar assessores financeiros e jurídicos para auxiliar no processo. Reuters Leia mais em epocanegocios 15/08/2018