23 março 2017

Gigliotti adquire Zaia Corretora de Seguros

A Gigliotti Seguros adquiriu a Zaia Corretora de Seguros, de Rio Claro com filial em Cordeirópolis. Com a nova aquisição, a Gigliotti passa a ter 19 unidades no estado de São Paulo.

Com mix de 60% no ramo de pessoas, a Zaia Seguros se coloca no mercado como uma das mais respeitadas no ramo, com uma equipe de profissionais voltada ao bem-estar social e atendimento aos segurados.

Segundo Luiz Alberto Gigliotti, a união da Zaia com a Gigliotti Seguros aumenta significativamente a posição da corretora, que já é uma das maiores do estado e proporciona melhores condições comerciais que são repassadas ao consumidor.

A Gigliotti Seguros tem seu crescimento apoiado nas aquisições. A empresa adquiriu 12 corretoras de seguros e segue em negociação com mais três corretoras.

Com uma equipe de 68 colaboradores, a corretora tem características um pouco diferente das demais: possui somente dois prepostos, não faz parte de nenhum grupo de corretores, se fixa em diferentes regiões do estado, tem produção forte em varejo, o que propicia o desenvolvimento de um programa próprio de mix progressivo e, nos últimos anos, mais que triplicou os investimentos no ramo de pessoas.

Jorge Zaia se mostrou muito satisfeito com o negócio, continuará fazendo parte da gestão e será o responsável pela implantação do braço de seguros em Orlando, nos Estados Unidos. Leia mais em segs 22/03/2017

23 março 2017



BNDES aprova venda da Odebrecht Ambiental

A operação agora depende apenas da Caixa Econômica

A diretoria do BNDES aprovou ontem o fechamento da operação de venda da Odebrecht Ambiental. Agora a transação depende apenas da Caixa Econômica, que pressiona para receber uma grande parte dos recursos que a Brookfield pagará à empreiteira. São 768 milhões de dólares. Leia mais em radaronline.veja 23/03/2017



Advent desiste de comprar Laboratório Teuto, dizem fontes

Em novembro, a Advent e uma série de companhias fizeram ofertas não vinculantes pela Teuto, uma joint venture entre a Pfizer e a família Melo

A empresa norte-americana de investimentos Advent desistiu de comprar o Laboratório Teuto Brasileiro, deixando a rival Bain Capital como única interessada na fabricante de medicamentos genéricos, afirmaram duas fontes com conhecimento direto do assunto nesta quinta-feira.

Em novembro, a Advent e uma série de companhias fizeram ofertas não vinculantes pela Teuto, uma joint venture entre a gigante norte-americana Pfizer e a família Melo, disseram as fontes.

A Advent desistiu de apresentar uma proposta vinculante por razões que as fontes preferiram não comentar.

A Bain Capital, que também participou do processo de oito meses de venda da Teuto, ainda não apresentou uma oferta final e vinculante pela companhia, que controla a maior fábrica de genéricos da América Latina.

A Pfizer controla 40 por cento da Teuto e os Melo, o restante.

A Reuters publicou em outubro que a lista de interessados na empresa incluía além da Advent e da Bain, a Torrent Cepital Investment.

As empresas de investimento em participações apresentaram as ofertas mais atraentes que outras farmacêuticas contatadas inicialmente, incluindo a israelense Teva e a Mylan.

Representantes da Advent, Bain Capital, Pfizer e Teuto não comentaram o assunto, bem como os bancos envolvidos.

As fontes afirmaram que um fracasso em encontrar comprador pode render uma disputa entre a Pfizer e os Melo.

A briga deve derivar de uma opção de compra da participação da família entre 2014 e 2016 e que leva em consideração um múltiplo de 14,4 vezes o lucro operacional da Teuto, disseram as fontes. Por Tatiana Bautzer, da Reuters Leia mais em exame 22/03/2017



Paulista Alliar compra companhia de diagnósticos capixaba Multiscan

O Centro de Imagem Diagnósticos, empresa que atua sob o nome Alliar, anunciou nesta quinta-feira (23) a aquisição de 100% do capital social da companhia Radiologistas Associados, que opera sob a marca Multiscan Imagem e Diagnóstico. O contrato para compra foi assinado ontem pela Alliar em conjunto com sua subsidiária Centro de Diagnósticos por Imagem (CDI).

A Multiscan foi avaliada em R$ 104 milhões... Leia mais em valor econômico 23/03/2017



Consórcio Porto Santarém arremata as duas áreas; outorga total foi de R$ 68,2 mi

O Consórcio Porto Santarém, composto por Petróleo Sabba (joint-venture entre Raízen e IB Sabba) e Petrobras Distribuidora S/A, foi o grande vencedor do leilão das áreas STM04 e STM05, no Porto de Santarém (PA), arrematando ambos os terminais - a outorga total a ser paga pelos dois ativos soma R$ 68,2 milhões.

Para o STM04, o consórcio ofereceu uma outorga de R$ 18,2 milhões, vencendo outros dois competidores na disputa: a Aba Infraestrutura e Logística, que ofereceu R$ 18 milhões, e a Distribuidora Equador, cuja outorga foi de R$ 15,4 milhões - a Equador é a atual administradora da área.

Já para o STM05, o Consórcio Porto Santarém foi o único a oferecer proposta, de R$ 50,005 milhões - o ativo já é administrado pela Petróleo Sabba.

Ao todo, 25% da outorga oferecida, ou R$ 17,05 milhões, deverá ser paga no ato ao governo Federal, com o restante sendo desembolsado ao longo de cinco parcelas anuais.

O prazo de vigência dos dois contratos é de 25 anos, prorrogável pelo mesmo período. O STM04 possui área de 28,8 mil m2 e oito tanques, com investimentos de R$ 18,8 milhões. Já o STM05 possui 35 mil m2 e doze tanques, com investimentos de R$ 11 milhões. Agência Estado Leia mais em em 23/03/2017



Amil vira maior candidata para levar Notredame Intermédica

A Notredame Intermédica, controlada pela Bain Capital, pode acabar nas mãos da Amil, que segue ampliando sua presença no mercado do desde que foi adquirida pela norte-americana United Health.

A Notredame, que teria sido avaliada em R$ 5 bilhões, tem trabalhado em um processo chamado de ‘dual track’: ao mesmo tempo que procura investidores, planeja uma oferta inicial de ações (IPO, na sigla em inglês) e já possui, até mesmo, bancos contratados para estruturar a operação.

Em andamento

A companhia iniciou neste mês um roadshow para ir atrás de um comprador e já chamou a atenção de grupos como a Axa e Aetna.

Outra possível interessada na aquisição é a alemã Allianz, que estaria olhando uma possível aquisição como uma forma de gerar um fato novo positivo, após os problemas que teve com uma troca de sistema que afetou vários países, inclusive o Brasil. Procuradas, Amil, Noterdame Intermédica e Allianz não comentaram até o fechamento da Coluna. Leia mais em Coluna doBroad.estdao 23/03/2017



Turma do bilhão

Credit Suisse, Bradesco BBI, Itaú BBA, BTG Pactual e Santander foram contratados para coordenarem a oferta inicial de ações (IPO, na sigla em inglês) da companhia de TI Tivit, que poderá alcançar até R$ 2 bilhões.

A operação está planejada para acontecer no segundo semestre. Entre os acionistas da Tivit está o fundo de private equity Apax. Procurada, a Tivit não comentou. - O Estado de S.Paulo Leia mais em portal.newsnet 23/03/2017



Rumo à bolsa

O fundo Tarpon, maior acionista da empresa de energia renovável Omega, decidiu abrir o capital da empresa. BTG Pactual, Bank of America Merrill Lynch, Itaú, Bradesco, Santander e XP foram contratados para coordenar o processo, que deverá levantar 1 bilhão de reais e está programado para 20 de junho.

Fundada pela Tarpon em 2008, a Omega tem participação em projetos de energia eólica e hidrelétrica em dez estados brasileiros. O fundo de private equity Warburg Pincus tornou-se acionista da Omega em 2010  - Revista Exame Leia mais em portal.newsnet 23/03/2017



Grupo BMG compra fatia em companhia focada em 'startup'

A família de banqueiros Pentagna Guimarães, dona do banco BMG, de Minas Gerais, adquiriu uma fatia da Bossa Nova Investimentos, empresa sediada em São Paulo e especializada em investir em "startups". A operação pretende multiplicar o tamanho da Bossa Nova, que tem hoje cerca de 150 startups de diversos setores em sua carteira. O plano é chegar a mil dentro de três anos.

A aquisição foi feita pelo Grupo BMG, que reúne uma variedade de negócios não-financeiros da família, entre eles fazendas, câmaras frias, fabricação de torres de alta tensão e energia eólica. As empresas não divulgaram o valor da aquisição nem o tamanho da fatia. Mas o acordo prevê investimento do Grupo BMG de R$ 100 milhões pelos próximos três anos. "Queremos chegar a ter mil startups", disse Eduardo Dominicale, vice-presidente do Grupo BMG.

João Kepler, um dos sócios da Bossa Nova, diz que a ideia é encerrar este ano já com 200 startups investidas e alcançar as esperadas mil em 2020. A Bossa Nova investe em companhias que já estejam faturando, embora ainda em fase de desenvolvimento, e que são dedicadas a soluções para outras empresas.

A companhia, segundo Kepler, está dedicada a aportar recursos entre R$ 100 mil e R$ 800 mil. A Bossa Nova investe em troca de ações, papéis que em geral são vendidos quando as empresas, valorizadas, são adquiridas por outras companhias ou investidores.

O Grupo BMG, disse Dominale, viu nesse negócio uma forma de apostar em inovação e empreendedorismo, além de uma maneira de trazer novidades tecnológicas ainda em estágio nascente para as empresas do grupo.

"Vamos ajudar a promover um incremento das startups com parcerias com empresas do grupo", disse Dominicale. O Grupo BMG passará a participar da escolha das startups a terem o apoio da Bossa Nova. Valor Econômico Lei mais em portal.newsnet 23/03/2017



Marriott compra fatia em empresa de experiências

A Marriott International adquiriu recentemente uma participação na ferramenta on-line de tours e experiências Place Pass. O site oferece um portfólio de mais de 100 mil passeios e listas de atividades em 800 destinos, além da opção de poder comparar preços. Um exemplo de atividade listadas no Place Pass são piqueniques no Grand Canyon, e a possibilidade de cozinhar massas italianas com um chefe de cozinha na região da Toscana, Itália.

"Queremos que os nossos clientes contem com o Marriott para dar-lhes acesso a mais destinos e coisas que gostam de fazer quando viajam", afirmou a diretora Comercial Global da Marriott International, Stephanie Linnartz.

A Marriott parece estar seguindo o mesmo modelo de negócio de companhias como a Tripadvisor e Airbnb, as quais buscaram um gancho de atuação além do seu segmento inicial, trabalhando com outros tipos de serviços.

"Juntamente com o Marriott, vamos conectar os hóspedes com grandes experiências para que eles possam aproveitar ao máximo suas viagens, conectar-se com os moradores locais e descobrir o mundo de novas maneiras", disse a co-fundadora da Place Pass, Emily Bernard.

TRIPADVISOR E AIRBNB
Em 2014 o Tripadvidor adquiriu a Viator, serviço de reservas de passeios online e atrações, por US$200 milhões. Já em novembro do ano passado a Airbnb lançou o Trips, adicionando listas de tours e experiências locais em 12 cidades. A empresa planeja lançar ofertas de viagens em 50 destinos até o final do ano, incluindo Paris, Harlem e Tóquio. Bruna Murback Leia mais em panrotas 22/03/2017



22 março 2017

Gestora de private equity H.I.G. entra no setor no país

A gestora de fundos de private equity H.I.G. Capital montou uma estrutura para investir no segmento imobiliário no Brasil. O foco serão investimentos de porte médio, na mesma linha de seu mandato para fazer aportes em pequenas e médias empresas.

A plataforma da H.I.G. dedicada ao mercado imobiliário investe nos Estados Unidos e Europa desde 2007. Em média, os investimentos variam entre US$ 5 milhões e US$ 50 milhões. No Brasil, os aportes devem ficar na mesma faixa das operações no exterior, de R$ 15 milhões a R$ 150 milhões, disse ao Valor, o presidente da H.I.G. Brasil e América Latina, Fernando Marques Oliveira.

"Assim como no private equity gente também acha que tem um espaço muito bom em projetos de construção de 'middle market'. Não são projetos gigantescos mas também não são projetos de pessoas físicas", afirmou o executivo. Segundo Oliveira, a H.I.G. tem "liberdade para olhar de tudo" e vai se focar em empreendimentos de diferentes perfis - de residenciais a galpões -, em todo o Brasil, principalmente no Rio e em São Paulo, onde se concentram os projetos considerados de maior qualidade.

A forma como a gestora vai rentabilizar sua futura carteira de imóveis vai depender de cada caso. Entre as oportunidades citadas pelo executivo estão a compra de imóveis em fase de desenvolvimento, empreendimentos visando gerar renda para a gestora, ou adquiri um imóvel e vendê-lo mais a frente após um período de valorização.

Para liderar a área, a gestora contratou o executivo Daniel Nader, que foi diretor da área imobiliária da GP Investiments. Lá, ele foi responsável pelos investimentos em imóveis comerciais.

O início das operações imobiliárias pela gestora no país ocorre no momento em que o setor passa por uma de suas maiores crises, que levou inclusive ao pedido de recuperação judicial de duas grandes incorporadoras: PDG Realty e Viver.

Em 2016, as vendas de imóveis caíram 8% na comparação com 2015, segundo o índice Abrainc-Fipe. Já os lançamentos aumentaram 9%, segundo indicador desenvolvido pela Associação Brasileira das Incorporadoras Imobiliárias (Abrainc) em parceria com a Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe). O levantamento inclui dados de 20 empresas associadas à Abrainc e abrange projetos em todo o país.

"Eu acho que o mercado imobiliário está num momento muito interessante. Nossa aposta é que o mercado vai se recuperar, mas ainda pode demorar bastante", afirmou o executivo. Segundo ele, o foco da gestora é de longo prazo. "A gente tem capital para investir, a questão é achar bons projetos", completou. A H.I.G. não montou um fundo específico para investimentos imobiliários, mas de acordo com o executivo, serão utilizados os recursos já existentes, de cerca de R$ 3 bilhões alocados no Brasil.

No private equity, a H.I.G. anunciou em janeiro sua estreia no agronegócio, com a compra da Bigsal, empresa de suplementação animal. Foi a primeira aquisição de 2017, depois de ter fechado quatro negócios no Brasil no ano passado. Entre os negócios investidos da companhia estão a varejista Mr. Cat, a rede de escolas de idioma Cellep e a farmacêutica Hallex Istar. A intenção é que os dois negócios - de private equity e imobiliário - se mantenham separados. Foi te: valor econômico Leia mais em abecim 20/03/2017

22 março 2017



Workana tem novo aporte de R$ 8 milhões

A Workana, plataforma de trabalho freelance com atuação em toda a América Latina, recebeu mais uma rodada de investimento de R$ 8 milhões realizada pelo grupo Seek e acionistas existentes.
Tomas O’Farrell, co-fundador da Workana. Foto: Divulgação.

Com a quantia, a Workana pretende manter o ritmo de crescimento que apresentou em 2016, investindo principalmente na área de marketing.

Há um ano, o Seek, que é acionista de empresas com o Brazil Online Holdings, controladora da Catho no Brasil e da OCC no México, já havia realizado a primeira rodada do investimento na empresa, com o mesmo valor.

Na época, o valor foi investido para contratar profissionais de TI, realizar melhorias na plataforma e, principalmente, no desenvolvimento da versão mobile.

De acordo com Tomas O’Farrell, co-fundador da companhia, o novo investimento irá ajudar a Workana a cumprir as suas metas de crescimento.

“A cada ano, nós estamos duplicando em volume em quase todas as métricas relevantes. Já atingimos 70% de participação do mercado da América Latina, e continuaremos crescendo”, completa o executivo.

Com uma equipe de 35 profissionais em dois escritórios localizados no Brasil e na Argentina, a empresa atrai usuários de toda a América Latina e conecta mais de 500 mil freelancers com quem precisa de serviços freelance, como desenvolvedores de sistemas web e aplicativos, profissionais de marketing, designers gráficos, tradutores, gerentes de conteúdos, assistentes virtuais, entre outros. Júlia Merker Leia mais em baguete 22/03/2017