13 dezembro 2018

Caixa pode levar R$ 60 bi com subsidiárias

O presidente da Caixa Econômica Federal, Nelson Antônio de Souza, entregou à equipe de transição do novo governo um diagnóstico que aponta que a venda de participações em cinco subsidiárias da instituição pode render R$ 60 bilhões ao banco, incluindo tributos, até 2022.

A projeção considera o repasse para a iniciativa privada de parte da Caixa Seguridade, Caixa Cartões, Caixa Loterias, Caixa Banco Digital e Caixa Gestão de Recursos.

 “Esse é um cálculo conservador. É o valor que essas empresas trariam de imediato para a Caixa Econômica”, frisou o presidente do banco em entrevista ao.. Leia mais em valoreconomico 13/12/2018

13 dezembro 2018



Mogai – companhia especializada em visão computacional e software para logística e agronegócio recebe investimento

Aporte será destinado para a comercialização dos produtos para indústrias de transformação, mineração, logística e agronegócios

A MOGAI, uma companhia que desenvolve tecnologia inovadora nas áreas de visão computacional e software para logística na indústria e agronegócio, comemora mais um momento importante em sua trajetória. A empresa acaba de receber um aporte Série A do Fundo de Investimento e Participações Primatec. Com o recurso, a empresa tornou-se uma sociedade anônima.

O valor investido será destinado para a comercialização PhoTopography, que calcula o volume de minério ou quaisquer granulados empilhados ou armazenados, e da Maquete Logística, software para automatizar processos logísticos em empresas de médio e grande portes. Além disto, o fundo identificou na MOGAI o potencial de geração de novos produtos e negócios, e uma parte do investimento está sendo aplicado no software Olho do Dono, que usa modernas tecnologias de visão computacional com inteligência artificial e estatística para estimar o peso do boi vivo, caminhando no pasto, a partir da tecnologia 3D desenvolvida pela startup.

"O PhoTopography já está sendo comercializado e também usamos parte do valor investido para lançar o Olho do Dono em outubro desde ano. Agora, o foco será na comercialização de nossos produtos, e no desenvolvimento de novas a partir de demandas do mercado. Todo o lucro será reinvestido no aprimoramento das nossas tecnologias e acesso a novos mercados", comenta Franco Machado, fundador da MOGAI.

Ainda de acordo com o empresário, a empresa foi criada dentro da disciplina de empreendedorismo do curso de Ciência da Computação da UFES, em 1997, para atender as grandes indústrias, com o intuito de solucionar problemas na logística de empresas como Vale, ArcelorMittal, Fibria, entre outras. As tecnologias que a empresa desenvolve são tão inovadoras que foi selecionada para programas de internacionalização na Inglaterra e Estados Unidos.

Por ter uma tecnologia versátil e capaz de resolver problemas em diversos setores, o Fundo Primatec se interessou pela empresa. As negociações começaram há, aproximadamente, um ano, período em que a MOGAI passou por análises do potencial da empresa e do mercado atendido por ela.

"Estamos muito satisfeitos com esse investimento na MOGAI, uma empresa nacional com tecnologia de ponta, capaz de ser atrativa em cenário mundial. A empresa traz soluções inteligentes para setores fundamentais da indústria e do agrobusiness, que precisam da tecnologia para ganhar competitividade", diz Marcelo Almeida, Consultor Operacional do Fundo Primatec.

O fundo, que investe prioritariamente nos setores de Tecnologia da Informação e Comunicação (TICs), Energia, Sustentabilidade e Economia Criativa, conta com o apoio de profissionais de alta qualidade para ajudar na aceleração de empresas com potencial de mercado.

"Nós passamos por um árduo processo de amadurecimento e treinamento de pitch para poder abordar os investidores. Em 2014 participamos do programa InovAtiva Brasil, que foi decisivo para que a MOGAI ganhasse maturidade. Dentro dele, tivemos mentores nos instruindo para melhorar nosso projeto e discurso. O InovAtiva teve papel bastante decisivo e importante para conseguirmos esse resultado", conta Machado.

Atualmente, a MOGAI tem sede no Espirito Santo, mas atende empresas do mundo inteiro, inclusive um grande projeto na África. Na área de topografia, a empresa atualmente conta com uma carteira de clientes em áreas como mineração, cimento, siderurgia, fertilizantes, química e ferrovias, e uma grande quantidade de indústrias está avaliando a tecnologia inovadora, que promete resultados e flexibilidade sem precedentes neste mercado.

Sobre o Fundo Primatec
O Primatec é um Fundo de Investimento e Participações que investe em empresas de base tecnológica, em todo o território nacional. É o primeiro fundo 100% focado em empresas de incubadoras e parques tecnológicos. A Antera Gestão de Recursos é a gestora do Fundo Primatec, e a BRAIN ventures, Consultora Operacional. São investidores cotistas do Fundo Primatec: Finep, BNDES, BDMG, BANDES, Fapemig.

Sobre a MOGAI
A MOGAI desenvolve tecnologias inovadoras para medir e monitorar estoques de granulados como minério, soja e outros, além de substituir a topografia tradicional em outras atividades. A empresa também oferece soluções para controlar processos logísticos em indústrias de médio e grande portes.

Sobre o InovAtiva Brasil
O InovAtiva Brasil é um programa gratuito de aceleração em larga escala para negócios inovadores de qualquer setor e região do Brasil, realizado pelo Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC) e pelo Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), com execução da Fundação Centros de Referência em Tecnologias Inovadoras (CERTI). O programa oferece cursos de capacitação online em empreendedorismo inovador, mentorias individuais com investidores e executivos experientes e conexão com potenciais investidores, clientes e parceiros. Entre 2013 e 2018, mais de 800 startups de todas as regiões do país foram aceleradas pelo programa... Leia mais em segs 12/112/2018




Agenda Edu recebe investimento da Omidyar Network para escalar sua plataforma

O aporte será utilizado para impulsionar o crescimento da startup brasileira focada em gestão e comunicação para o ambiente escolar

O Agenda Edu (www.agendaedu.com), plataforma que aumenta o engajamento em ambientes escolares, acaba de receber o investimento do Omidyar Network, fundo filantrópico criado por de Pierre Omidyar e sua mulher Pam Omidyar. O aporte ajudará a impulsionar o crescimento da startup, considerando melhorias na plataforma e o aumento da base de usuários e de sua equipe. A ferramenta já é utilizada por mais de 1 milhão usuários ativos, entre alunos, pais e educadores, o que a consagra como a maior plataforma de gestão e comunicação para o ambiente escolar do País.

"Nossa meta é dobrar a equipe de atendimento e triplicar a base de usuários até janeiro de 2020", explica o CEO do Agenda Edu, Anderson Morais. "Esperamos repetir a performance de 2018: neste ano triplicamos nossa base e atingimos praticamente 1.350 escolas".

O Omidyar Network já investiu, mundialmente, mais de US$ 1,3 bilhão e, no Brasil, segue com investimentos em Educação por meio de um portfólio composto por projetos com e sem fins lucrativos, que inclui Geekie, Guten News, Digital House, Ensina Brasil, Laboratoria e Centro de Inovação para a Educação Brasiliera (CIEB).

"O Agenda Edu é uma plataforma poderosa para o engajamento mais profundo com as famílias, professores e alunos e resolve um ponto chave para escolas", diz o Investment Director da Omidyar Network, Fabio Tran. "Estamos entusiasmados com o investimento, pois acreditamos que podemos contribuir para melhorar a eficiência, a gestão e os resultados no processo de aprendizagem de crianças e adolescentes", complementa o porta-voz.

"Este aporte representa mais uma validação do modelo do Agenda Edu e acredito que os recursos deverão acelerar o crescimento do negócio. Além disso, a entrada da Omidyar Network como investidora, com todo o track record que possui em Educação, será fundamental para consolidar o Agenda Edu como app preferencial das escolas", diz Rodrigo Borges, sócio da DOMO Invest, Asset Management de Venture Capital, que também fez um aporte na startup no começo deste ano.

A Bossa Nova Investimentos também participou da operação "O perfil da Agenda Edu está alinhado com os critérios de investimentos da Bossa Nova que estão focados em empresas com negócios inovadores, digitais e escaláveis. Além de estar em uma de nossas áreas de interesse que é a da Educação", afirma João Kepler, Managing Partner da Bossa Nova Investimentos.

Após quatro anos e meio de mercado, a plataforma amadureceu e passou a atender todos os níveis de ensino dentro das instituições. A startup ampliou então o seu leque de serviços para, além da gestão da comunicação, e ainda trouxe funcionalidades que auxiliam na melhoria do engajamento dos responsáveis, alunos e educadores na jornada educacional e permitem a escola acompanhar melhor a evolução dos indicadores de forma transparente.. .. Leia mais em terra 12/12/2018



Abertura de capital estrangeiro a aéreas estimula crescimento, diz Latam

A Latam Airlines declarou ser favorável ao capital estrangeiro nas companhias aéreas, tendo em vista que se trata de um setor que exige capital intensivo.

"Essa medida estimula o crescimento, gerando riqueza para o Brasil", afirmou a companhia em nota, ao ser questionada sobre o anúncio feito na tarde desta quinta-feira, 13, pelo ministro-chefe da Casa Civil, Eliseu Padilha, de que o presidente Michel Temer assinou uma Medida Provisória que libera até 100% de capital estrangeiro nas companhias aéreas que atuam no Brasil. O limite anterior era de 20%... Leia mais em epocanegocios 13/112/2018






BNDES poderá participar de emissões de ações de empresas em 2019

Presidente do banco informou que a instituição está disposta a participar no limite de até 15% de cada operação

O BNDES vai voltar a subscrever ações de empresas na tentativa de estimular a listagem de companhias na bolsa e impulsionar o crescimento de empresas de menor porte com potencial de desenvolvimento, afirmou o presidente do banco, Dyogo Oliveira, nesta quinta-feira.

O banco de fomento vai poder subscrever ações de empresas de capital fechado que queiram listar papéis na bolsa e está disposto a participar no limite de até 15 por cento de cada operação. "Neste caso, não há limite de receita da empresa para o BNDES acompanhar", disse Oliveira, a jornalistas.

Oliveira afirmou também que o banco poderá subscrever ações de empresas de menor porte, mas neste caso a empresa só poderá ter faturamento entre 90 milhões e 1 bilhão de reais ao ano. A participação do banco nessas operações poderá atingir até 30 por cento.A estratégia foi aprovada nesta semana pela diretoria do banco.

O BNDES não participava de uma operação de emissão de ações desde 2015, disse Oliveira. "São empresas com potencial de crescimento, conteúdo tecnológico, capacidade de agregar conhecimento no país. Não há visão setorial e o conceito é de desenvolvimento da empresa e empresas que podem ser alavancadas", disse o presidente do banco, que será substituído por Joaquim Levy no governo de Jair Bolsonaro.

DESINVESTIMENTOS
A diretora de mercados de capitais do BNDES, Eliane Lustosa, afirmou que o banco está contratando assessores financeiros para ajudar na venda das grandes participações da BNDESPar em empresas cujo investimento do banco de fomento já esteja maduro.

Segundo ela, as contratações estão sendo feitas de acordo com cada operação e não há um prazo para serem concluídas. A carteira de participações da BNDESPar, braço de investimentos em empresas do BNDES, é concentrada em grandes empresas como Petrobras, Vale, JBS e Eletrobras.

"A diretriz é desinvestir de empresas maduras, mas com muita tranquilidade para que não haja prejuízo (...) não vamos queimar nossas participações", disse Lustosa.

Neste ano, até setembro, os desinvestimentos do BNDES somam cerca de 6,3 bilhões de reais, segundo dados oficiais, mas o presidente do banco declarou em entrevistas recentes que o volume já superava os 8 bilhões de reais.

DESEMBOLSOS

O presidente do BNDES informou que de janeiro a novembro os desembolsos do banco somam 55 bilhões de reais ante uma meta para este ano de 70 bilhões. Apesar de ainda faltarem 15 bilhões para serem cumpridos, Oliveira manteve a meta. "No fim do ano, sempre tem um ritmo mais forte", disse ele.

O nível de desembolsos de 2018 será o menor em cerca de 20 anos, reflexo da conjuntura ligada à mudança da taxa de juros do banco do sistema de TJLP pela TLP, incertezas eleitorais e menor nível de confiança dos empresários.

As aprovações de financiamentos do banco de janeiro a novembro, por outro lado, cresceram 20 por cento na comparação anual, segundo Dyogo, sinalizando um potencial para empréstimos mais fortes em 2019, na casa de 90 bilhões de reais. "Isso levando em consideração um crescimento de 2,5 por cento do PIB", disse Oliveira.

De janeiro a novembro, os desembolsos só para área de infraestrutura totalizam 19 bilhões de reais ante 17,5 bilhões em 2017. A meta para este ano é 27 bilhões reais para a área.Sobre o montante de recursos a serem devolvidos pelo BNDES ao Tesouro, executivos do BNDES afirmaram que o banco poderá ampliar a devolução em 2019 para além dos 26 bilhões de reais já definidos. Este ano, o banco já retornou ao Tesouro 130 bilhões de reais. Entre 2008 e 2014 o banco recebeu do Tesouro 416 bilhões de reais e tem um saldo devedor, por conta dos juros, de 280 bilhões, afirmaram executivos do banco. Reuters Leia mais em dci 13/12/2018



GE lança negócio digital independente, vende participação majoritária no ServiceMax

A GE anunciou hoje planos para estabelecer um novo negócio digital independente focado no desenvolvimento de software para a Internet industrial das coisas. Essa rede, também conhecida como IIoT, vincula as máquinas umas às outras, à nuvem e também a outros dispositivos. Ele permite que os gerentes humanos usem softwares de aprendizado de máquina para analisar rapidamente grandes quantidades de dados e obter novos insights para operar seus negócios com mais eficiência.

A nova empresa, ainda sem nome, reunirá soluções de software que incluem produtos como o Asset Performance Management da GE Digital, bem como as unidades de negócios GE Power Digital e Grid Software Solutions.

A GE informou que a empresa “fornecerá software para indústrias de ativos intensivos com foco nas indústrias de energia, renováveis, aviação, petróleo e gás, alimentos e bebidas, produtos químicos, bens de consumo embalados e mineração”.

O novo negócio começará com US $ 1,2 bilhão   em receita anual de software e uma base de clientes global existente. A GE informou que a empresa “pretende ser uma empresa totalmente controlada e administrada independentemente pela GE, com uma nova marca e identidade, com sua própria estrutura acionária e com seu próprio conselho de diretores”.

“Como líder inicial na IIoT, a GE construiu um forte negócio com seus clientes industriais graças ao profundo conhecimento de domínio e expertise em software”, disse o presidente e CEO da GE, H. Lawrence Culp Jr. “Como uma empresa operada independentemente, nosso negócio digital estar em melhor posição para avançar nossa estratégia para focar em nossas verticais centrais para oferecer maior valor para nossos clientes e gerar novo valor para os acionistas. ”

Existem muitas projeções para o tamanho do mercado da IIoT. Em 2015, a Accenture estimou que a IIoT poderia adicionar US $ 14,2 trilhões à economia global até 2030.

A GE disse que a nova estrutura independente da empresa permitirá investimentos externos adicionais e dará aos funcionários a oportunidade de adquirir ações e se beneficiar diretamente.

A GE também anunciou um acordo para vender uma participação majoritária na ServiceMax, fornecedora líder de software de gerenciamento de serviços de campo, para a empresa de private equity Silver Lake Partners.

A GE disse que a mudança posicionará a ServiceMax para um crescimento contínuo através de um desenvolvimento de produto mais focado.   A transação deve ser concluída no primeiro trimestre de 2019, sujeita às condições habituais de fechamento e aprovações regulatórias... Leia mais em ge 13/12/2108




Eletrobras poderia valer R$100 bi com privatização proposta por Temer, diz Itaú BBA

A Eletrobras poderia alcançar um valor de mercado de 100 bilhões de reais caso o governo do presidente eleito Jair Bolsonaro decida manter um modelo de privatização da companhia proposto pela gestão Michel Temer e tenha sucesso na operação, estimaram analistas do banco Itaú BBA em relatório nesta quinta-feira.

O futuro ministro da Economia de Bolsonaro, Paulo Guedes, tem falado em promover um amplo programa de privatizações, mas o presidente eleito e seu vice já disseram que consideram a Eletrobras estratégica e que não concordariam com a venda de todos ativos da companhia.

O almirante Bento Albuquerque, que será ministro de Minas e Energia no próximo governo, disse em entrevista recente à Folha de S.Paulo que não tem uma posição formada sobre a desestatização da elétrica, que controla quase um terço da capacidade de geração e metade das linhas de transmissão do país.

A proposta de Temer envolveria uma capitalização da companhia por meio da emissão de novas ações, o que diluiria a fatia da União para uma posição minoritária.

"Nós acreditamos que tanto o governo federal quanto os acionistas minoritários da Eletrobras poderiam se beneficiar incrivelmente com uma capitalização da Eletrobras. A companhia, operada como uma entidade quase privada, poderia ter um valor de mercado de 100 bilhões de reais, versus valor atual de 35 bilhões", escreveram os analistas.

Segundo o relatório, foi considerado um "valor justo" atual de 40 bilhões para a companhia, que se somaria a 12 bilhões de reais em valor gerado pela capitalização e a entre 40 e 50 bilhões de reais em "potencial criação de valor" devido às perspectivas de cortes de custos, redução de custo de capital, uso de benefícios fiscais e outros.

Nesse cenário, acrescentam, a fatia do governo na companhia poderia saltar para 45 bilhões de reais, ante 23 bilhões atualmente.

A proposta de desestatização do governo Temer prevê ainda um limite de 10 por cento nos direitos a voto dos acionistas da elétrica e a manutenção de uma "golden share" pelo governo, o que segundo os profissionais do Itaú BBA "caberia perfeitamente nos planos de Bolsonaro para as estatais brasileiras".

Os analistas também sugerem a manutenção do atual presidente da empresa, Wilson Ferreira Jr..

O executivo disse recentemente que aceitaria seguir na companhia no novo governo se os planos de Bolsonaro envolverem a continuidade do processo de privatização.  (Por Luciano Costa) Reuters Leia mais em dci 13/12/2018



Se não tiver IMC, Sapore prevê IPO

Em uma semana decisiva para ditar o rumo de sua companhia, o fundador e presidente da empresa de restaurantes corporativos Sapore, Daniel Mendez, vê na eventual união com a International Company (IMC), dona de marcas como Viena e Frango Assado, a chance de ser um operador global.

Se o negócio naufragar, diz que fará uma oferta pública de ações (IPO) sozinho ou mesmo ao lado de outra empresa, que pode ser de alimentação ou de "facilities" - serviços de apoio, como limpeza e manutenção, que fazem parte do portfólio de seus grandes concorrentes no concorrentes no mercado corporativo como Sodexo e GRSA. .. Leia mais em valoreconomico 13/12/2018



Grupo Positivo negocia venda de sua universidade

 O Grupo Positivo analisa venda de sua universidade (UP) para a Cruzeiro do Sul, a Estágio e a Ser Educacional. Os valores de negociação estão entre R$ 500 milhões e R$ 600 milhões, segundo apuração do Valor Econômico. A companhia possui proposta de R$ 550 milhões.

Além da Universidade Positivo, o colégio e o sistema de ensino estão no radar de empresas de educação básica. Dentre estas empresas estão:

  • Eleva, cujo maior acionista individual é Jorge Paulo Lemann. 
  • Arco Educação, que levantou US$ 216 milhões na oferta inicial de ações na Nasdaq (bolsa norte-americana) 

Empresas separadas
Em agosto desde ano, a Positivo iniciou processo competitivo para venda separada dos três negócios: universidade, colégios/sistema de ensino e gráfica.

As seis famílias controladoras do grupo entraram em acordo há alguns meses para criar empresas separadas para cada um desses negócios.

Em ata publicada no Diário Oficial de dezembro de 2018, o objetivo da separação dos negócios é  “aumentar atratividade das investidas ao recebimento de novos acionistas”.

No entanto, há desconfiança por parte dos interessados nos negócios da Positivo. Apesar da contratação do BTG Pactual, e a oferta ativa do negócio no mercado, a companhia resiste em abrir seus números e informa ao público que seu objetivo em 2019 é fazer o Initial Public Offering (IPO).

A desconfiança tem histórico: o episódio fracassado de venda de todo o Grupo Positivo, cujo insucesso ocorreu por conta da desistência súbita de um dos controladores de Curitiba. O caso ficou mal visto no mercado.

Ainda segundo a apuração do Valor, a Positivo pode vender os ativos de ensino superior, que englobam a UP e a Faculdade Arthur Thomas e contam com cerca de 28 mil alunos.

Assim, faria a abertura de capital apenas do sistema de ensino, semelhante à Arco Educação. A metodologia de ensino da Positivo conta com aproximadamente 570 mil alunos privados e 240 mil da rede pública. Por AMANDA SAYURI Leia mais em sunoresearch 13/12/2018



NRE Educacional, da Bozano, compra centro universitário no Piauí

A UninovaFapi, centro universitário do Piauí, foi adquirido pelo grupo NRE Educacional, holding de faculdades da gestora de private equity Bozano.

A UninovaFapi tem receita anual de cerca de R$ 110 milhões, 7 mil estudantes e seu principal curso é Medicina. A holding da Bozano tem como prioridade faculdades com cursos na área da saúde.

A transação foi fechada em cerca de 11 vezes o lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda, na sigla em inglês) da UninovaFapi. O banco responsável pela venda foi o BTG... Leia mais em valoreconomico 13/12/2018

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Uninovafapi é vendida para a NRE e valor do negócio é mantido em sigilo

O Grupo NRE Educacional comprou o Centro Universitário Uninovafapi , por meio de um contrato celebrado com a mantenedora da instituição no último dia 27 de novembro. Com a assinatura, o Grupo se torna o novo sócio à frente da operação da faculdade, localizada em Teresina.

O anúncio da aquisição deixou alunos preocupados. "Será que o nível educacional vai continuar?", questionou um universitário da instituição ao 180. A Uninovafapi  foi assessorada pelo BTG Pactual na transação.

Valor é um mistério
O Centro Universitário tinha como proprietária Cristina Miranda, que é a atual reitora e o valor da transação não foi informado. A assessoria informou ao 180 que "existe uma cláusula contratual entre eles que não permite informar valores. O Grupo NRE é responsável pela gestão de Instituições de Ensino Superior (IES) nos estados de Minas Gerais, Paraná, Tocantins e no Piauí, com a Iesvap, em Parnaíba.

Com a aquisição, a Uninovafapi passa a ser a nona IES da NRE Educacional no país e a segunda no estado do Piauí, marcando mais um grande passo na estratégia de expansão do Grupo que se consolida como o maior player de formação médica do país.

Processo de transição
O início da operação da Uninovafapi  pela NRE contará com o apoio e a expertise da atual administração da IES que auxiliará em todo o processo de transição que será realizado na instituição nos próximos meses.

Para o presidente do Conselho do Grupo NRE Educacional, Nicolau Esteves, integrar a Uninovafapi  ao Grupo NRE é motivo de orgulho. “Esta parceria engrandece o nosso Grupo, pois trata-se de um Centro Universitário de excelência de grande representatividade no estado do Piauí. O Grupo NRE irá honrar esse passado brilhante da Uninovafapi”.

Segundo o CEO do Grupo NRE Educacional, Virgílio Gibbon, a aquisição reforça o compromisso da marca com a excelência acadêmica na formação profissional nas diversas regiões do país e amplia as possibilidades na formação e intercâmbio de alunos entre as escolas do Grupo.

Sobre a Uninovafapi
A Uninovafapi  iniciou suas atividades acadêmicas em 12 de fevereiro de 2001, com os cursos de Enfermagem e Odontologia. Em 2012, a instituição obteve o credenciamento do Ministério da Educação para funcionar como Centro Universitário. Essa mudança contribuiu para tornar o Piauí uma referência de excelência em ensino superior e para reafirmar a qualidade e a contribuição da Uninovafapi  na elevação do padrão de formação de profissionais do Estado e da região.

Atualmente, a Uninovafapi oferece 17 cursos de graduação com aproximadamente 7,0 mil alunos matriculados onde destaca-se o curso de Medicina com nota máxima perante o MEC e 171 vagas anuais, além de cursos de EaD. Adicionalmente, o Centro Universitário também oferta pós-graduações Lato Sensu e Stricto Sensu, inclusive com um Mestrado próprio na área de Saúde da Família, além das atividades de extensão, cursos de aperfeiçoamento e vários projetos de pesquisa, como estratégia de assegurar o seu compromisso com a responsabilidade social e produção científica. A Uninovafapi  desenvolveu nos últimos anos importantes parcerias em suas pós-graduações, como o Mestrado Interinstitucional (Minter) e o Doutorado Interinstitucional (Dinter) em direito com o UniCEUB de Brasília. A IES é, além disso, certificada pela FGV (Fundação Getulio Vargas) em seu curso de administração e no MBA. Leia mais em 180graus 28/11/2018




Solera e MAPFRE completam aquisição da CESVI Brasil

Solera e MAPFRE completam aquisição da CESVI Brasil para enfocar treinamento, pesquisa e reparo em todo o mercado brasileiro

A Solera Holdings, Inc. (“Solera”), líder global em dados inteligentes e software como serviço (SaaS) para gerenciar e assegurar frota automotiva de caminhões leves e pesados, ecossistemas de identidade e residenciais, e a MAPFRE S.A. (“MAPFRE”), seguradora global de prestígio, anunciaram hoje a conclusão da aquisição da CESVI (Centro de Experimentação e Segurança Viária) Brasil pela joint venture das duas entidades, Solera Technology Centre GmbH (“STC”). A CESVI Brasil é um centro de experimentação e pesquisa automotiva líder no Brasil, cujo foco é proporcionar insight, diretrizes de segurança e transparência, incluindo treinamento para unidades de reparo de veículos e seus técnicos, seguradoras, fabricantes de equipamentos originais e entidades governamentais.
 
“O investimento da STC na CESVI Brasil amplia nossa missão de garantir completa transparência e segurança para operações de veículo e frota, além de controle em todo o mundo”, declarou Javier Velasco, diretor de dados da Solera. “Os dados que eles coletam e os testes que realizam são essenciais à previsão de tendências e desenvolvimento de soluções cognitivas que tratam das necessidades de cada pessoa que dirige, assegura ou repara qualquer veículo no Brasil.”

A STC acrescenta a CESVI Brasil às suas crescentes operações em três continentes, enfocada em modernizar os ecossistemas de seguro e reparo de veículos com ciência baseada em dados, software preditivo e tecnologia enfocada em treinamento e educação... Leia mais em exame 13/12/2018



Dona do Royal Canin compra Pet Care Hospital Veterinário por R$ 72 milhões

Em sua primeira aquisição fora dos EUA, a VCA Maple Leaf comprou a totalidade das ações do Pet Care Hospital Veterinário.

A VCA já tinha 50% de participação no hospital e, nessa fase, desembolsou mais R$ 72 milhões pelo controle total, bem como por 50% do grupo Pet Care, segundo fontes. A VCA é controlada pelo grupo Mars, que detém as marcas de chocolate Mars e Royal Canin.

É o bicho. O grupo Pet Care é formado por cinco hospitais e um laboratório de diagnósticos veterinários. É líder em hospitais para animais com serviço de telemedicina, laboratório de células-tronco, centros de diagnóstico, incluindo tomografia, e um centro de radioterapia.

Além disso, é o primeiro na América Latina dedicado a tratamento de câncer animal. A Felsberg Advogados assessorou os fundadores do hospital na venda. Ele tem veterinários especializados em oftalmologia, dermatologia, endocrinologia, neurologia, cardiologia, oncologia e terapia intensiva.

Já o VCA tem mais de 850 hospitais veterinários nos EUA e Canadá, entre outros negócios.
O Estado de S. Paulo - Leia mais em datamark 13/12/2018