22 abril 2018

Daniel Dantas é cortejado para vender participação na Santos Brasil

Daniel Dantas vem sendo assediado para vender sua participação na Santos Brasil. Pelo menos dois interessados já olharam a empresa: a Dubai Ports e o fundo soberano de Singapura. .. Leia mais em veja 22/04/2018

22 abril 2018



Agibank e Quero-Quero mantêm planos para IPO em julho

Os planos do banco digital Agibank e da rede de casa e construção Quero-Quero, do fundo de private equity norte-americano Advent, para abrirem capital em julho estão mantidos.

Ambos já têm o sindicato de bancos contratado e a ideia é aproveitar a última janela viável antes das eleições presidenciais (...) Leia mais em  broadcast.estadao 22/04/2018



Fundo árabe adquire o controle da SPFW, que abre neste sábado de olho no mercado externo

A 45ª edição da São Paulo Fashion Week, que vai de deste sábado (21) a quinta (26) no Pavilhão das Culturas Brasileiras, passa pela maior guinada em seus 22 anos.

A Luminosidade, braço do grupo Inbrands que comanda a semana de moda, vendeu 50,5% das ações da SPFW à IMM Participações, de propriedade do fundo de investimentos Mubadala Development Company, de Abu Dhabi.

O valor do negócio não foi divulgado. A nova acionista detém 25% da Rock World S.A, dona do Rock in Rio, e organiza eventos como UFC, Rio Open (tênis) e turnês do Cirque du Soleil no Brasil.

Em comunicado ao mercado, a InBrands afirma que a associação com o fundo árabe visa expandir o portfólio de moda para além da semana de desfiles paulistana.

O grupo brasileiro -dono de marcas como Ellus, Bobstore, Richards e Mandi- acumulou nos últimos anos prejuízos consecutivos. A dívida líquida atingiu R$ 593 milhões em setembro de 2017.

Em duas décadas, a SPFW passou de um evento que focava pequenas grifes para se tornar a maior plataforma de moda da América Latina, com investimentos de cerca de R$11 milhões por edição.

Em 2009, a Inbrands comprou 75% da controladora da SPFW. Paulo Borges passou então a ser o único acionário presente desde os primórdios da empresa. Diversos formatos passaram a ser testados.

Mudanças de datas e lugares acompanharam uma queda expressiva de patrocínio, público e grifes conhecidas.

Marcas com poder de fogo, que atraíam celebridades e mídia, como Triton, Colcci, Ellus, Cavalera e Forum, avaliaram que não compensava o investimento nos desfiles.

Projetos ligados à SPFW, como o Fashion Rio e o Rio-à-Porter, não sobreviveriam ao agravamento da recessão.

Em 2017, a Prefeitura de São Paulo cortou 37% do patrocínio, tornando o evento mais enxuto e menos glamoroso.

Planos para resgatar eventos no Rio, hoje sem programação oficial de desfiles, não vingaram em outras mudanças acionárias, como a associação com o grupo ABC, em 2009, então presidida pelo publicitário Nizan Guanaes.

Apesar das turbulências, a SPFW conseguiu manter sua relevância financeira e criativa para a indústria da moda.

Agora, a IMM (que se chamava IMX até 2015, quando foi vendida pelo empresário Eike Batista) terá poder de veto sobre a semana de moda e poderá, por exemplo, aplicar sua experiência em venda de ingresso e cota de patrocínio.

Hoje, são marcas e patrocinadores que distribuem convites da SPFW. Procurado, o fundo não comentou o negócio.

O fundador do evento, Paulo Borges, que ainda detém 25% da Luminosidade, continuará à frente da direção criativa.

À reportagem Borges afirma que a aquisição tem como propósito o crescimento da SPFW.

"A ideia principal é fortalecer, inovar ainda mais, e isso passa por todas as áreas de atuação. Gestão, estratégia, parcerias, patrocínios, projetos convergentes", diz, sem detalhar planos no curto prazo.

Hoje, a SPFW está alocada no parque Ibirapuera e Borges decide quais marcas entram na programação.

"Todos os pontos específicos de modelos de apresentações, locais e marcas serão tratadas como até hoje foram, e as melhores ideias, sugestões e soluções serão aplicadas. E necessariamente podem não ser as minhas, como já de fato ocorre. A melhor ideia sempre prevalecerá", afirma Borges.

O tempero árabe é ingrediente novo na moda. O fundo Mayhoola Qatar, por exemplo, adquiriu em 2016 o controle da francesa Balmain, sendo que quatro anos antes havia comprado a italiana Valentino.

Em dezembro do ano passado, um conselho de moda foi criado para a realização da primeira grande semana de desfiles do Oriente Médio, a Arab Fashion Week.

Na programação havia a marca brasileira Maison Alexandrine. Em processo de internacionalização, a empresa de Alexandra Fructoso apresentou sua coleção de festa lá em vez de desfilá-la na SPFW, na qual se destacou em 2017.

MODA PRAIA

Mudanças importantes no segmento também partem do mercado nacional. A grife brasileira de moda praia Água de Coco, que abre a programação da SPFW hoje no parque Ibirapuera, às 12h30, ampliará sua internacionalização após uma bem-sucedida incursão nos Estados Unidos.

Em maio, a marca abre espaço fixo na Casa Pau Brasil, em Lisboa, que já abriga espaços de nomes brasileiros como Lenny Niemeyer, Sérgio Rodrigues e Granado.

A mudança de estratégia torna desnecessária a divisão de peças por estação, dada a diferença entre hemisférios. Por isso, a marca decidiu apostar agora em uma coleção intitulada "Brazil com Z".

No papel de porta-voz do pop tipo exportação do Brasil, Anitta embalará o desfile da marca ao lado de tops como Isabeli Fontana, Ana Claudia Michels e Carol Trentini.

Saias pesadas, bodies enfeitados com pedras swarovski e peças de festa estarão presentes, com DNA tropical. Os babados, inspirados em Carmen Miranda, permeiam peças com tons terrosos.

"Vão ver que nós, brasileiros, também podemos ser chiques", afirma Renato Thomaz, CEO da Água de Coco. PEDRO DINIZ E GIULIANA MESQUITA (FOLHAPRESS) - Leia mais em bemparana 21/04/2018



20 abril 2018

B3 ‘devolverá’ R$ 22 mi em sinergias com fusão

A B3 devolverá, em maio, R$ 22 milhões em forma de desconto aos seus clientes, já como fruto das sinergias de despesas capturadas por conta da combinação de negócios entre a BM&FBovespa e a Cetip, que acaba de completar seu primeiro ano.

A integração das empresas está em ritmo rápido e se encerrará já no fim deste ano, antes do previsto. O processo vai bem, tanto que a Bolsa já aumentou em 10% o valor das sinergias a serem alcançadas com a fusão, antes projetadas em R$ 100 milhões.

As sinergias de R$ 110 milhões devem ser alcançadas a partir de 2021. Parte dessas economias serão repassadas aos clientes. Já dentro de casa, a B3 bateu o martelo e modernizará, internamente, seus dois prédios no centro, que são tombados.

Apesar da ansiedade, o processo não será curto: levará de 18 a 24 meses. Isso porque a reforma acontecerá em blocos, de dois em dois andares, em um tempo estimado de quatro meses. O início já tem data: julho ou agosto próximo  O Estado de S. Paulo - Coluna do Broadcast - Leia mais em abinee.20/04/2018

20 abril 2018



Equinix compra empresa de data center na Austrália por US$ 804 milhões

Aquisição de maior provedor do país coloca Equinix como líder de mercado.

A Equinix anunciou a conclusão da compra da Metronode, maior provedor de data center da Austrália, por cerca de US$ 804 milhões. A aquisição faz parte de um acordo feito com a Ontario Teachers ‘Pension Plan em dezembro de 2017 para adquirir todas as participações do Metronode e torna a Equinix líder de mercado no país, com 15 International Business Exchange (IBX) em todo o território.

Com isso, a Equinix expande suas operações, de Sidney e Melbourne, para quatro novos mercados: Perth, Canberra, Adelaide e Brisbane. O aumento da capilaridade é importante porque coloca a companhia mais perto de seus clientes, que podem mover sua infraestrutura de TI, aplicativos e serviços, e ajudá-los na transformação digital, um mercado avaliado em US$ 35 bilhões na Austrália, segundo estudo da Microsoft e da IDC.

Veja os principais ganhos com a aquisição:

  • Os ativos do Metronode adicionam mais de 80 mil m² de área, 90% das quais são próprias, ao portfólio global da Equinix. Esses sites adicionam aproximadamente 20 mil m² de espaço de piso elevado para data center na Austrália.
  • A presença da Equinix na região da Ásia-Pacífico agora inclui 40 data centers e amplia o alcance global da empresa para 200 data centers em 52 mercados, oferecendo mais capacidade para que seus clientes expandam suas infraestruturas de TI na digital edge através da Plataforma Equinix.
  • Cerca de 60 funcionários se juntarão à equipe da Equinix na Ásia-Pacífico como parte da aquisição. Leia mais em ipnews 20/04/2018




FT: Warren Buffett sai do conselho da Kraft Heinz em momento crucial

Warren Buffett vai sair do conselho de administração da Kraft Heinz, onde ficou por cinco anos, nesta segunda-feira, 23 de abril. Sua empresa de investimentos Berkshire Hathaway tem uma fatia de 27%  na Kraft Heinz, cujo futuro se mostra incerto.

Buffett, de 87 anos, fez o anúncio de sua saída em fevereiro -- quase um ano depois de a Kraft Heinz ter fracassado em comprar a Unilever por US$ 143 bilhões --, justificando sua decisão como um desejo de viajar menos.

A saída ocorre em um momento crucial para a Kraft Heinz ... leia mais em valoreconomico 20/04/2018



Takeda faz nova proposta pela Shire, de US$ 62,4 bilhões

A japonesa Takeda Pharmaceutical informou nesta sexta-feira (20) que fez uma nova proposta pela farmacêutica Shire de 47 libras esterlinas por ação (US$ 66,6).

A Shire confirmou a oferta de cerca de 44 bilhões de libras esterlinas (US$ 62,4 bilhões) e infor... Leia mais em valoreconmico 20/04/2018



TIM rechaça ideia de fusão da filial no Brasil

A proposta havia sido apresentada pelo fundo Elliott Management

A empresa italiana TIM rechaçou um plano apresentado pela gestora de recursos norte-americana Elliott que prevê uma "redução radical de seu perímetro", incluindo a fusão da filial no Brasil com um "operador local".

Nas últimas semanas, a Elliott Management acumulou ações da TIM na Itália - sua participação gira em torno de 5% a 10% - para fazer frente ao grupo francês Vivendi, dono de 23,94% da operadora e seu principal acionista.

O objetivo do fundo norte-americano é eleger representantes no conselho de administração da TIM e apresentar um plano estratégico próprio, que vai de encontro aos projetos da Vivendi.

"No Brasil, uma combinação com um operador local como a Oi, poderia aumentar a pressão financeira no curto prazo sobre a TIM, dado o perfil financeiro da Oi, e, por consequência, colocaria em risco o sucesso do plano estratégico", diz a administração da TIM.

Segundo comunicado da empresa, isso mudaria "drasticamente" o perfil de geração de caixa da filial brasileira, que foi alvo nos últimos anos de recorrentes especulações sobre uma fusão com a Oi, companhia que está em recuperação judicial.

Na visão da atual gestão da TIM, a "redução radical do perímetro" não representa uma estratégia sustentável no longo prazo e "não é a melhor maneira de agregar valor". A Elliott acusa a Vivendi de fazer uma "péssima administração" da TIM, enquanto os franceses dizem que a gestora quer "desmantelar" a operadora. A assembleia de acionistas da TIM se reunirá no dia 24 de abril, enquanto o conselho de administração será renovado em 4 de maio. Leia mais em epocanegocios 18/04/2018



Setor de TIC cresce 12,7% e movimenta R$ 195,7 bilhões em 2017 no Brasil

O mercado brasileiro de empresas de TIC (que engloba companhias de hardware, software, serviços, nuvem, estatais BPO e exportações) produziu R$ 195,7 bilhões em 2017, crescimento de 12,7% em relação ao ano anterior. Quando somado ao mercado de Telecom (voz, celular e dados) e de TI In House (produção de TI cujo objetivo social não é TI), a movimentação soma R$ 467,8, crescimento de 5,4%.

No total, o mercado de tecnologia como um todo (TIC, TI In House e Telecom) representou 7,1% de participação no PIB. Os números são de estudo preparado pela Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (Brasscom), apresentado nesta sexta-feira (20/4), em São Paulo (SP).

Sergio Paulo Gallindo, presidente-executivo da Brasscom, comenta que 7,1% do PIB representa uma grande relevância do setor, mas que ainda há espaço para muito mais. "Brinco que o setor é a China no Brasil", afirma.

Para ele, os resultados de 2017 mostram que TIC recuperou espaço perdido nos anos anteriores por conta dos desafios econômicos.

Para 2018, a expectativa para o setor de TIC (apenas hardware, software, serviços, nuvem, estatais BPO e exportações) é de crescimento de 5% a 5,5%. "Mas com potencial de crescer mais", diz Gallindo.

Diante de um ano de definições políticas, Gallindo destaca que o papel da Brasscom de conscientizar lideranças do setor público sobre a importância da tecnologia fica ainda maior. "Os líderes políticos precisam entender que tecnologia deve ser prioridade nacional. Precisamos de uma atuação política cidadão. Tecnologia hoje é tudo e não existe um futuro sem tecnologia."

Acima do PIB

Em 2017, o crescimento nominal do setor de TIC foi 5,1% superior ao da economia nacional.

No período 2011-2017, o crescimento nominal do setor de TIC apresentou pico de 13,4% em 2012, movimento condicionado pela desvalorização do real, elevação da produção dos provedores(principalmente de software), TI Inhouse, BOP e exportações.

Em 2016, o desempenho teve queda acentuada, em função da retração dos mercados dos provedores de software (- 5,9%) e hardware (- 5,6%)

Já no ano passado, o setor voltou a crescer acima do PIB, recuperando o desempenho e voltando a crescer quase dois dígitos.

Empregos

A retomada na produção vem mostrando impactos na criação de empregos. O setor de TIC voltou a registrar aumento no número de oportunidades. Em 2017, 817.862 profissionais estavam empregados, pouco acima dos 817.132 de 2016. Resultado significativo, considerando as fortes quedas desde 2014, quando o número teve o auge, com 874 mil.

Para 2018, a expectativa é de crescimento para 824.194. No primeiro mês do ano, o setor gerou 6 mil novos postos de trabalho, variação positiva de 0,8%. Leia mais em computerworld 20/04/2018



Cade aprova aquisição pela Corbion de controle na joint venture Solazyme Bunge

O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) aprovou, sem restrições, a aquisição pela Corbion Brasil de 49,9 por cento do capital social da joint venture Solazyme Bunge Brasil, operação a partir da qual deterá 100 por cento do controle da companhia, segundo despacho no Diário Oficial da União.

A Corbion Brasil atua no país desenvolvendo atividades relacionadas à produção de ácido lático e seus derivados, via fermentação do açúcar de cana, e também no mercado de óleos triglicérides customizados.

Já a Solazyme Bunge Brasil é uma joint venture entre Solazyme e Bunge, criada em 2012, para a produção de óleo triglicérides, combinado à tecnologia de produção de óleos renováveis. A Corbion detinha anteriormente 50,1 por cento do negócio.

Conforme o Cade, para a Bunge, o fim da joint venture representa "uma adequada oportunidade para geração de fluxo de caixa", enquanto para a Corbion, sua consolidação no mercado brasileiro de óleos triglicérides customizados.

Em seu parecer, o Cade disse que "a presente operação não tem o condão de causar prejuízos à concorrência nos mercados de atuação das partes no Brasil". (Por José Roberto Gomes)(Reuters) - Leia mais em dci 20/04/2018



Eletrobras conclui compra da Intesa

A Eletrobras informa que foi concluída hoje a venda das ações da SPE Integração Transmissora de Energia S.A. (Intesa) pertencentes à Eletronorte e Chesf para a Eletrobras Holding. A controladora detém agora a totalidade das ações da SPE.

“A operação está vinculada ao pilar disciplina financeira do Plano Diretor de Negócios e Gestão (PDNG 2018/2022) e tem por objetivo promover a quitação de dívidas dessas subsidiárias junto à Eletrobras, permitindo redução de sua alavancagem financeira e a melhoria do indicador Dívida Líquida/Ebitda”, diz a empresa.Estadão Conteúdo Leia mais em istoedinheiro 19/04/18 



Bayer vende 3,6% do capital para Temasek para facilitar compra da Monsanto

Quando concluído o aumento de capital, Temasek deterá aproximadamente 4% das ações emitidas pela Bayer

A Bayer informou nesta terça-feira (17/04) que fechou um acordo para que a Temasek Holdings aumente em cerca de 3,6% sua participação no capital da companhia alemã, com a aquisição de 31 milhões de novas ações, por 3 bilhões de euros (US$ 3,71 bilhões). Pelo acordo, a Bayer emitirá as ações a uma subsidiária da Temasek a preços de mercado, com direito a dividendos a partir de 1º de janeiro de 2017.

Uma vez que o aumento de capital tenha sido concluído, somadas às participações acionárias existentes, a Temasek deterá aproximadamente 4% das ações de capital emitidas pela Bayer, mostra o comunicado.


O presidente-executivo da Bayer, Werner Baumann, afirmou que "o investimento confirma a estratégia de negócios, incluindo a proposta de aquisição da Monsanto, bem como as fortes perspectivas de crescimento da Bayer".

A expectativa é que a alemã utilize o montante de US$ 3,71 bilhões para compor a negociação de compra da norte-americana Monsanto, orçada em US$ 60 bilhões. A Bayer relatou no ano passado que planeja levantar US$ 19 bilhões em fundos para financiar a proposta de aquisição.POR ESTADÃO CONTEÚDO Leia mais em epocanegocios 17/04/2018