23 outubro 2014

Teradata compra empresa para impulsionar negócios de Hadoop e Big Data

Think Big Analytics ajudará fabricante no processamento e na análise de eventos em tempo real

A Teradata anunciou a aquisição da Think Big Analytics, consultoria de soluções com foco em Hadoop e soluções de big data. Os termos da aquisição não foram divulgados. A compra é a terceira da empresa direcionada para Big Data nas últimas seis semanas.

Segundo comunicado da fabricante, a Think Big tem experiência na implementação de tecnologias big data open source como Hadoop, NoSQL, base de dados incluindo HBase, Cassandra, MongoDB e Storm para processamento de eventos em tempo real. Além disso, a empresa provê componentes de aplicações pré-construídas para Análises de Cliente e Clickstream, Distributed Device Data Management, e Análises de Risco e Tendência.

Os principais escritórios do Think Big permanecerão em Mountain View, na Califórnia (EUA), no coração do Vale do Silício, e será chamada de “Think Big, uma empresa Teradata”. Leia mais em itforum365 22/10/2014

23 outubro 2014



22 outubro 2014

Atlantica Hotels é adquirida por fundos privados e tem novo chairman

A Atlantica Hotels International anunciou hoje (22/10) que recebeu aporte de capital com participação do Quantum Strategic Partners Ltd., fundo privado de investimento administrado por Soros Fund Management LLC (“Soros”), do Tao Invest LLC, fundo de investimento privado administrado por Tao Capital Partners (“Tao”), e do corpo de administradores. Este grupo de investidores está comprometido com a expansão das operações da Atlantica no Brasil.

Paul Sistare, fundador e Chief Executive Officer (CEO) da Atlantica, afirma que este é um movimento importante tanto para os clientes e o negócio da companhia, como também para os colaboradores. “Nós estamos satisfeitos em firmar esta parceria com Soros e Tao, ambos investidores focados em negócios de longo prazo e com ampla expertise em apoiar o crescimento de companhias ao redor do mundo. Nossos planos de crescimento mantém-se os mesmos”, afirma Paul.

Como parte da transação, Doug Geoga, experiente executivo da indústria de hospedagem no mundo, juntou-se ao grupo de investidores e torna-se o novo Chairman da Atlantica com o objetivo de ajudar a expansão contínua da companhia. Paul Sistare, fundador da Atlantica, continuará a desempenhar seu papel de liderança como presidente e Chief Executive Officer (CEO) e Christer Holtze, ex-vice-presidente de Operações, foi promovido a Chief Operating Officer (COO) da Atlantica. Outros três membros, que não desempenham papel executivo, foram designados a se juntar ao novo board da Atlantica, incluindo Waldemar Szlezak e Joshua Ho-Walker, ambos do Soros, e Matt Bigliardi, do Tao. Juan Carlos Duque, do Capital Workshop, terá um papel de consultor para facilitar a realização dos objetivos de crescimento da Atlantica.

Em nome do grupo de investidores, Doug Geoga diz que está “entusiasmado com o estabelecimento desta parceria com Paul Sistare, com sua equipe de líderes e com os extraordinários colaboradores da Atlantica para a perpetuação da história de crescimento da companhia. Paul é um dos pioneiros da indústria hoteleira do Brasil, tendo construído com sucesso a Atlantica nos últimos 15 anos”.

Geoga ainda acrescenta que “a Atlantica é muito bem estabelecida como uma das mais importantes companhias independentes de administração hoteleira do mundo e está comprometida com a excelência em suas operações, lucratividade e serviços aos hóspedes através de seu talentoso e dedicado time de profissionais de todos os níveis. Com a crescente demanda por modernas soluções operacionais, tecnológicas e administrativas neste novo momento dahotelaria mundial, a Atlantica tem uma oportunidade única para se consolidar ainda mais em serviços no mercado brasileiro. Nosso grupo de investidores está satisfeito em fazer parte do apoio à rápida trajetória de crescimento da Atlantica por meio de investimento de longo prazo e para mim é um prazer pessoal estar mais próximo de Paul Sistare, com quem mantenho amizade de longa data”. Rafael Massadar Leia mais em mercadoeeventos 22/10/2014

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Fundo de George Soros compra rede hoteleira Atlantica

O megainvestidor George Soros é o novo dono da segunda maior rede hoteleira do Brasil, a Atlantica Hotels, que opera no País bandeiras como Radisson, Sleep Inn, Comfort e Quality, além de marcas próprias.

A empresa anunciou na quarta-feira, 22, ao mercado e aos seus funcionários que recebeu um aporte do Quantum Strategic Partners, fundo de Soros, e do Tao Invest LLC, fundo do Vale do Silício que aplica em empresas de tecnologia, energia e no ramo hoteleiro.

O negócio foi aprovado pela Superintendência Geral do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) em agosto deste ano. O valor do aporte não foi divulgado, mas, segundo informação publicada pelo Cade, o fundo de George Soros terá 74,5% da companhia e o Tal Invest, 20%. O restante está nas mãos dos administradores.

A Atlantica é uma empresa brasileira, com sede em São Paulo, mas fundada por um grupo de americanos em 1996. O projeto de ter uma rede hoteleira no Brasil era do executivo Barry Conrad, da empresa de hotéis Choice Hotel. Mas ele morreu em um acidente aéreo antes de conseguir iniciar a operação no País, o que acabou sendo feito por seu braço direito, Paul Sistare, hoje presidente da Atlantica.

Na época, Sistare se uniu a outros dois investidores: Gregory Ryan, responsável por trazer a rede McDonald’s para o Brasil, e Nicholas Brady, que foi secretário do Tesouro americano e depois criou o fundo Darby.

"Quando a Atlantica foi criada seus investidores já pensavam em vendê-la", diz Diogo Canteras, sócio da consultoria Hotel Invest, especializada no segmento hoteleiro. "De dois anos para cá, as negociações ficaram mais intensas."

Hoje, a empresa tem 85 unidades em 44 cidades brasileiras. No ano passado, ela faturou R$ 653 milhões, uma alta de 10,4% em relação a 2012. No primeiro semestre deste ano, a rede também registrou crescimento: a receita foi 13% superior à do mesmo período do ano passado, chegando a R$ 364,6 milhões.

A meta da companhia é dobrar de tamanho até 2017, com a abertura de unidades em 13 novas praças. Para isso, já anunciou investimentos de R$ 3 bilhões pelos próximos três anos. O plano agressivo de crescimento, no entanto, não é uma exclusividade da Atlantica. A Accor, sua maior rival e líder do setor no Brasil, com mais de 160 hotéis, também pretende investir R$ 5 bilhões até 2018.

Segundo o comunicado divulgado ontem, o fundador Paul Sistare continuará na presidência executiva. "Estamos satisfeitos em firmar esta parceria com Soros e Tao, ambos investidores focados em negócios de longo prazo e com ampla expertise em apoiar o crescimento de companhias ao redor do mundo. Nossos planos de crescimento mantém-se os mesmos", afirmou Sistare em nota.

Para presidir o conselho de administração da Atlantica, os novos investidores escolheram Doug Geoga, ex-presidente do grupo Hyatt. Soros indicou dois conselheiros e a Tao, um.

A estreia dos dois fundos no mercado brasileiro de hotéis ocorre no momento em que setor passa por uma fase de ajustes, após a realização da Copa do Mundo. Mas a previsão para os próximos anos é de crescimento.

Segundo dados da consultoria BSH International, até 2016 estão previstos investimentos de R$ 12,2 bilhões no País. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. Naiana Oscar, do Estadão Leia mais em Exame 23/10/2014


22 outubro 2014



Brasil terá queda em fusões e aquisições em 6 meses

Os anúncios globais de fusões e aquisições do primeiro trimestre de 2015 terão alta de entre 10% e 14%

O enfraquecimento da economia brasileira também levará à queda do número de fusões e aquisições nos próximos seis meses, tanto no país quanto na América Latina.

O levantamento é da Intralinks, empresa de tecnologia para colaborações entre empresas, que divulgou o índice trimestral de previsões de negócios anunciados, o Deal Flow Predictor (Previsor de Fluxo de Negociações, em tradução livre). O levantamento é feito desde 2008.

Nos últimos quarto trimestres, o número de fusões e aquisições anunciadas no mundo cresceu 18,7%. Deve crescer entre 10% e 14% no primeiro trimestre de 2015, segundo previsões.

No Brasil, no entanto, o cenário não é tão positivo. As fusões e aquisições caíram no último ano terminado em setembro e devem continuar em queda.

Na América Latina, as atividades no terceiro trimestre de 2014 declinaram 9,7% em relação ao ano passado. Para o primeiro trimestre de 2015, cairão mais 11%, puxadas pelo fraco desempenho da economia brasileira, segundo o relatório.

Uma das principais razões para a queda do índice latino-americano é a estagnação da economia brasileira. Um enfraquecimento de demanda e investimento coincidiram com a queda no preço de commodities.

“Em um ano atípico de eleições e Copa do Mundo, que provocou queda acentuada as atividades no país por quase dois meses, os investidores não veem um bom cenário no Brasil”, diz Claudio Yamashita, Diretor Geral da Intralinks no Brasil.

Como foi feita a análise

A análise é feita a partir da abertura de salas virtuais de dados, que são ambientes virtuais nos quais as empresas conseguem compartilhar documentos e informações sobre o negócio. A partir da troca de documentos nos ambientes da Intralinks e outros provedores, o lado vendedor pode ser auditado pelo lado comprador.

O Deal Flow Predictor (Previsor de Fluxo de Negociações, em tradução livre) da Intralinks monitora negócios que estão chegando à fase de duo dilligence – ou seja, quando as empresas fazem uma investigação sobre as futuras parceiras antes do anúncio público da fusão ou aquisição.

A partir do rastreamento de transações em fase inicial, consegue prever o anúncio público de fusões e aquisições para até seis meses. O índice de precisão é de 95%.

Os dados são todos monitorados e checados junto com estatísticas divulgadas por outros fornecedores de datarooms.

Índice Global

Os anúncios globais de fusões e aquisições do primeiro trimestre de 2015 serão significativamente maiores, com alta de entre 10% e 14%, em relação aos reportados no mesmo período do ano anterior.

A alta anual está relacionada à “combinação do aumento da concorrência entre compradores, junto com a busca ativa de empresas à procura de novas oportunidades”, para diz Matt Porzio, vice-presidente de Estratégia de F&A e de Marketing de Produto da Intralinks.

A América do Norte continuará liderando a recuperação de negócios do gênero em 2015. Isso significa que empresas buscam viabilizar esses negócios e crescimento da pressão para gerar crescimento. Karun Salomão Leia mais em exame 21/10/2014



Toshiba unifica operações no Brasil e cria nova empresa

A Toshiba anunciou, nesta quarta-feira, a unificação de suas empresas no Brasil, a Toshiba Representação Comercial e a Toshiba Electronics, para criar a Toshiba América do Sul (TSAL).

A nova companhia vai atuar como um centro regional de soluções, com um portfólio completo de infraestrutura social e semicondutores da empresa japonesa na região.

Para Luis Carlos Borba, presidente da TSAL, a estratégia vai fortalecer a presença local. "Tenho total confiança de que este novo movimento agregará mais valor à empresa", afirmou o execitivo, em nota.

Segundo ele,  todas as áreas de negócio da Toshiba receberão o mesmo tratamento e terão mais solidez e organização a partir de agora.

Com a decisão, a Toshiba estima alta nas vendas nos países emergentes de 27% para 31% nos próximos três anos.

"Os países da América do Sul estão respondendo ao crescimento econômico e populacional com a modernização da infraestrutura. A Toshiba decidiu reforçar e promover de forma mais proativa seus diversos negócios em toda a região", disse Shigeo Miyhara, representante corporativo da Toshiba Corporation na América do Sul, em comunicado.  Daniela Barbosa  Leia mais em Exame 22/10/2014



EMC comprará maior parte da fatia da Cisco em joint venture de data centers

A Cisco, que tinha uma participação de 35 por cento na joint venture, permanecerá com uma fatia de 10 por cento na VCE

A desenvolvedora de produtos de armazenagem de dados EMC disse que comprará boa parte da participação da Cisco na joint venture VCE por um montante não revelado.

A VCE, montada em 2009 para vender soluções completas de data center, cria pacotes de equipamentos de rede e servidores da Cisco com produtos de armazenamento da EMC e software da unidade de virtualização da empresa, a VMware.

A Cisco, que tinha uma participação de 35 por cento na joint venture, permanecerá com uma fatia de 10 por cento na VCE.

A EMC disse que combinará a VCE com seus negócios, mas que isso não terá impacto sobre seus resultados de 2014.

A EMC, que cortou sua projeção de lucro para o ano inteiro nesta quarta-feira, havia contribuído com 1,26 bilhão de dólares em financiamento à VCE desde sua criação, e detinha cerca de 58 por cento da joint venture em 30 de junho. Leia mais em administradores 22/10/2014



Movile investe R$ 5 milhões em empresa peruana de ingressos on-line

A Movile investiu R$ 5 milhões na CinePapaya, empresa peruana especializada em venda on-line de ingressos de cinema com atuação no Peru, Chile, Colômbia, Equador, México e Bolívia. Este é o terceiro investimento anunciado pela companhia brasileira este ano depois que recebeu aporte de R$ 125 milhões do fundo Innova Capital – os outros alvos foram RestauranteWeb e Apontador. O foco da Movile são empresas O2O (online to offline), ou seja, que fazem a ponte entre os mundos digital e físico.

Atualmente, 80% dos ingressos de cinema vendidos pela CinePapaya são comercializados pela web e 20%, por smartphones. A intenção da Movile é inverter essa proporção rapidamente, tal como fez com o iFood (app no qual também investiu, um ano e meio atrás), aproveitando sua experiência em mobilidade. A meta é que a CinePapaya alcance faturamento bruto mensal de US$ 5 milhões em tíquetes vendidos em 2015.

A CinePapaya oferece para as salas de cinema não apenas a infraestrutura para vendas online, mas também para o escaneamento de ingressos. Aos consumidores, além da facilidade de compra pela web ou app móvel, a CinePapaya disponibiliza uma rede social com foco em conteúdo cinematográfico. Leia mais em mobiletime 21/10/2014



Assa Abloy Brasil anuncia aquisição da Metalika

A Assa Abloy Brasil, empresa que fornece soluções para abertura de portas, acaba de adquirir a Metalika, indústria nacional que projeta, fabrica e comercializa portas de segurança (corta-fogo, com vedação acústica e para saída de emergência), entre outros itens.

As aquisições fazem parte da política de crescimento do Grupo Assa Abloy, que em 2014 já fez mais de dez novas compras de indústrias ao redor do mundo. A Assa Abloy visa expandir suas atividades na América do Sul, principalmente no Brasil, buscando alcançar no mercado brasileiro a mesma relevância que o Grupo detém no mercado mundial.

Entrando no segmento de portas de segurança, a empresa aumenta sua gama de produtos e melhora a oferta de soluções para o mercado da construção civil. “A aquisição da Metalika reforça nossa posição como empresa brasileira que oferece ao mercado a mais completa linha de soluções de segurança para portas, incluindo fechaduras, acessórios e agora portas”, pondera o presidente da Assa Abloy Brasil, Luís Augusto Barcelos Barbosa. O portfolio de marcas oferecido no Brasil hoje é Abloy, HES, La Fonte, Metalika, Securitron, TESA e Yale. Leia mais em revistahoteis 21.10.2014



GP Investments pode investir em saneamento

 GP Investments pode investir até 300 milhões de reais na CAB Ambiental, companhia de saneamento do Grupo Galvão. As informações são do Valor Econômico, desta quarta-feira.

De acordo com a reportagem, como garantia, a GP terá participação minoritária na CAB.

Com o recurso, a companhia de saneamento pretende investir nos negócios já em andamento e financiar uma possível fusão da Aegea, disse o Valor.

Em 2013, a CAB registrou faturamento de quase 490 milhões de reais e lucro de 19,6 milhões de reais.   Daniela Barbosa Daniela Barbosa, Leia mais em  EXAME 22/10/2014



21 outubro 2014

Yahoo! negocia compra de companhia de publicidade online

Yahoo!: empresa pode comprar a BrightRoll por cerca de US$ 700 milhões

A empresa de sistema de buscas e de publicidade online Yahoo! está negociando a compra da provedora de publicidade digital em vídeo BrightRoll por cerca de 700 milhões de dólares, publicou o blog de tecnologia TechCrunch nesta terça-feira.

Os termos do acordo foram assinados e o preço, se o negócio for fechado, pode ficar na casa dos 700 milhões a 725 milhões de dólares, publicou o site sem citar fontes.

A BrightRoll, que ajuda anunciantes a publicar anúncios em sites, celulares e TVs conectadas à Internet, levantou mais de 40 milhões de dólares junto a investidores e teve mais de 100 milhões de dólares em receita em 2013, segundo o blog.

Representantes do Yahoo! não puderam ser contactados de imediato e a BrightRoll não se manifestou sobre o assunto.Soham Chatterjee, da REUTERS Leia mais em Exame 21/10/2014

21 outubro 2014



Valor de fusões e aquisições no Brasil cresce 27%

As operações de fusões e aquisições no Brasil cresceram 27,1% em valor nos primeiros noves meses do ano, para US$ 45,06 bilhões. Em número de transações, de janeiro a setembro houve 207 operações, contra 272 vistas um ano antes, de acordo com dados divulgados pela Merrill DataSite em parceria com Mergermarket.

O montante ganhou um impulso em setembro, com a compra da GVT pela Telefônica. No mês passado as transações no mercado brasileiro somaram US$ 15,3 bilhões, registrando assim o melhor mês deste ano em termos de valores.

Em relatório, a Merrill DataSite destaca a atividade dos fundos de private equity, aquecida neste ano e à frente de muitas operações que aconteceram no mercado brasileiro. Entre os grandes negócios envolvendo os fundos no Brasil está a compra da Aceco TI pela KKR e da Intermédica pela Bain.

Considerando os dados de fusões e aquisições até o fim de agosto, as operações no mundo subiram 5% em volume e 77% em valor, chegando em 1.270 transações que somaram US$ 341,6 bilhões.

No mundo, assim como na América Latina, os fundos de private equity tiveram um papel de destaque, com os desinvestimentos também acontecendo por meio de venda a um comprador estratégico ou para outros fundos.Fernanda Guimarães, do Estadão Leia mais em Exame 21/10/2014



Startup de realidade virtual Magic Leap levanta US$542 mi com Google

A startup de realidade virtual Magic Leap disse nesta terça-feira ter levantado 542 milhões de dólares em uma rodada de financiamento liderada pelo Google.

Ainda não se sabe muito sobre o produto desenvolvido pela Magic Leap, mas seu fundador e presidente-executivo, Rony Abovitz, disse em fevereiro que a missão da companhia era "desenvolver e comercializar a interface computacional vestível mais natural e amigável do mundo".

Investidores na última rodada incluíam Qualcomm, a maior fabricante de chips para celulares do mundo, Andreessen Horowitz, KKR e Legendary Entertainment.

Sundar Pichai, vice-presidente sênior de Android, Chrome e aplicativos do Google, entrará no Conselho da Magic Leap. Paul Jacobs, presidente do Conselho da Qualcomm, entrará no Conselho da empresa como observador.

Parte importante dos planos da Magic Leap envolve um aparelho vestível que irá detectar o globo ocular dos usuários e projetar imagens dentro deles, disseram fontes ao blog Re/code.

A Magic Leap diz que pode entregar uma experiência 3D mais realista que aquelas oferecidas pelas tecnologias atuais incluindo Oculus Rift, uma fabricante de fones de ouvido 3D, escreveu o Re/code.
Com o Oculus Rift e outras experiências de realidade virtual, o que os usuários veem é uma imagem plana e flutuante no espaço a determinada distância. O que a Magic Leap propõe é fazer o usuário pensar que está vendo um objeto de 3D em cima do mundo real, escreveu o Re/code.

O Facebook comprou a Oculus Rift por 2 bilhões de dólares este ano.

A Magic Leap, com sede na Flórida, disse que usará os recursos para desenvolvimento de produtos, entre outras coisas. (Por Sai Sachin R em Bangalore) Reuters | Leia mais em 21/10/2014



A nova face do outsourcing - empresas querem provedores que ajudem ampliar os negócios

Mercado demanda serviços que geram valor e ampliam negócios, e não apenas redução de custos e aumento de produtividade

Empresas globalizadas estão mais exigentes na seleção de provedores de serviços de terceirização. Para se diferenciarem, e assim conseguirem maior participação de mercado, precisam adotar melhorias contínuas nos processos de negócios.

Pressionados a entregarem resultados, os gestores querem agora soluções que excedam somente a redução de custos e aumento de produtividade, fatores que embalaram a primeira fase da terceirização. O que conta nesta fase da economia - em que não há mais espaço para erros - é utilizar todas as armas para gerar valor ao negócio. Como resultado, disparou a demanda pelos serviços de outsourcing orientado ao negócio. O Grupo ASSA, consultoria internacional especializada em transformação de processos de negócios, teve que expandir a sua capacidade de atendimento por parte de sua rede mundial de Delivery Centers voltada para dar suporte aos clientes, no serviço conhecido por AMS (Application Management Service).

- Cada dia mais empresas exigem de seus parceiros de serviços de outsourcing uma abordagem mais proativa, destaca Raphael
Faggion, gerente de AMS do gA. “O mercado evoluiu drasticamente, os gestores não querem apenas reduzir custos, são pressionados a evoluir seus processos e gerar valor ao seu negócio”, acrescenta o executivo do gA.

A nova fase do outsourcing passa por equipes formadas por especialistas em negócios e tecnologia. “O provedor de AMS precisa trazer maior conhecimento ao negócio do cliente, ter diagnóstico preciso de seus principais problemas e oportunidades de melhorias, identificar, por exemplo, como otimizar a gestão financeira, como melhorar o processo de supply chain, como auxiliar na geração de informação para possibilitar a utilização de créditos de impostos, etc. Enfim, ter uma atuação completa em busca de melhorias contínuas nos processos de negócios dos clientes.


Entre os pontos que geram valor ao cliente está a aplicação da metodologia de dBT® (Digital Business Transformation) do Grupo ASSA ao serviço de AMS. “Com esse foco, de prestar serviço capaz de

gerar a transformação continua do negócio do cliente por meio da tecnologia, conseguimos de maneira recorrente produzir melhorias de processo e ganhos mensuráveis pelas empresas”.

O formato também evoluiu. O gA provê equipes que trabalham de forma remota ou diretamente nas instalações do cliente. “O que mais cresce é a demanda por serviço remoto. Até 2017, pretendemos triplicar o atendimento na linha de serviços de Application Management Services, em que a empresa delega as tarefas de sustentação e evolução dos seus sistemas, sempre com foco no negócio”, relata Faggion.

Outra área de negócio que cresce de forma exponencial é a prestação de serviços de outsourcing dentro do conceito da “Fábrica de Soluções”, ou “AMS Evolutivo”, com o diagnóstico e implementação de pontos de melhorias dentro da companhia.

Uma das vantagens do gA na sua oferta de serviços é a unificação de processos com a utilização da metodologia ITIL (Information Technology Infrastructure Library), que assegura maior eficiência, qualidade de atendimento e integração na ampla rede de Delivery Centers espalhados pelo Brasil, Argentina, México, Chile e Colômbia, além de escritórios nos Estados Unidos.

“Agora operamos virtualmente com todos os Delivery Centers. Hoje podemos usar um profissional de Curitiba, Buenos Aires, Tandil ou Cidade do México, por exemplo, para atender uma chamada de São Paulo. Os clientes contam com uma base de conhecimento e soluções de AMS três vezes maior”, explica o Diretor do Grupo ASSA, Federico Branchini.

O novo modelo também favorece a abertura de novas unidades pela América Latina, região em que a companhia investe pesado na expansão de seus centros de atendimento. “Mais companhias buscam a terceirização de serviços de TI e a América Latina transformou-se em uma base importante na oferta de outsourcing”, complementa o fundador e CEO da companhia, Roberto Wagmaister.

Acompanhar o crescimento e a expansão internacional das empresas é algo que o Grupo ASSA adotou como estratégia de fortalecimento. Atualmente, o serviço já chega a mais de 30 países em clientes como Lojas Marisa, Eldorado Brasil, Amcor, Astrazeneca e GRSA, entre outros. A corporação inova com plataformas de transformação em negócios e aplicativos de tecnologia que se comunicam digitalmente. Esse modelo permite transformar informação básica em conhecimento e cria oportunidades para atingir eficiência operacional. Leia mais em dino 21/10/2014