20 dezembro 2014

Santander fecha WebCasas

O WebCasas, portal de venda de imóveis controlado pelo Santander, sairá do ar no domingo, 01 de janeiro.

A empresa comunicou aos clientes com anúncios ativos sobre o final das operações em um e-mail enviado na sexta-feira, 12, ao qual a reportagem do Baguete teve acesso. A página do Facebook, com 45 mil seguidores, já não é atualizada desde o começo do mês.
Procurado pela reportagem do Baguete, o Santander confirmou por meio de nota o fechamento do WebCasas.

O banco disse que o mercado imobiliário é "estratégico" mas as iniciativas na Internet voltadas ao segmento "possuem uma dinâmica bem específica e players bem consolidados".

(Ainda em abril de 2013, o Santander vendeu 30% de seu portal de classificados automotivos, o Webmotors para o grupo australiano Carsales.com por R$ 180 milhões, em outra movimentação para diminuir seu investimento online).

O banco espanhol entrou no e-commerce de móveis em 2010, com aquisição do WebCasas. A meta era aumentar a carteira de financiamento imobiliário facilitando o fechamento de negócios para imobiliárias e incorporadoras.

No final de 2013, o WebCasas tinha atuação principalmente nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais, com ênfase nas capitais. A meta então era crescer nas demais regiões.

Na época, em uma entrevista ao Valor Econômico, um executivo do banco revelou que eram fechados cerca de 30 a 40 financiamentos mensais na plataforma.

Outros números divulgados foram 4,5 mil imobiliárias cadastradas, 750 mil imóveis anunciados e 4 milhões de visualizações/mês.

Na sua nota, o Santander disse que o foco a partir de agora será em promover os negócios na área imobiliária por meio de "melhorias na atividade fim" como revisar e "simplificar o formulário de contratação e reduzir o prazo para finalizar as transações".

O banco afirma que obteve uma alta de 30% nos financiamentos nos últimos trimestres, sem informar um exatamente o período ao qual se refere.

Como reconhece o próprio Santander na sua nota, a concorrência de sites especializados é forte. Nos últimos anos, os competidores foram cacifados por fundos.

O portal de imóveis VivaReal recebeu em outubro R$ 100 milhões do fundo americano Spark Capital, aumentando o total arrecadado nos cinco anos desde a sua fundação para R$ 270 milhões. O faturamento estimado para 2015 é R$ 50 milhões, quase três vezes superior a 2013.

Incluindo a sede em São Paulo, a empresa está presente em 14 cidades - todas as capitais do Sudeste e Sul; Brasília e Goiânia, no Centro-Oeste; e Salvador, Recife e Fortaleza, no Nordeste.

O Imovelweb, um dos principais concorrentes do VivaReal, também tem dinheiro de fundos (US$ 30 milhões da Riverwood Capital e do Tiger Global Management) e está comprando: adquiriu o portal de imóveis do Paraná, o Imóveis Curitiba, e a empresa de software e tecnologia ImovelPRO, com sede em Santa Catarina.

Em setembro, a Imovelweb adquiriu o WImoveis, principal portal imobiliário do Distrito Federal, que fatura R$ 10 milhões por ano e detém cerca de 90% do mercado brasiliense. Em julho, comprou a ImóvelClass, empresa de Porto Alegre que trabalha com publicidade focada no mercado imobiliário.
Outros players cujo negócio principal não é vender imóveis online também sentiram o cutuco e estão de saída.

O poderoso grupo de comunicação gaúcho RBS vendeu o Pense Imóveis para o Zap Imóveis, braço de vendas imobiliárias do Grupo Globo, que está investindo em ferramentas de Big Data para ter uma oferta competitiva.

Além da concorrência, o mercado já não é o que era. As vendas de imóveis novos na capital paulista caíram 55,4% em outubro na comparação anual, a 963 unidades, no segundo pior mês do ano, segundo dados do Secovi-SP. Em relação a setembro, o recuo foi de 65,4%.

O sindicato, que reúne construtores, alegou que os resultados foram pressionados pelas eleições (os resultados em meses anteriores foram pressionados pela Copa), mas, em um panorama geral de desaquecimento da economia para 2015, talvez o Santander decidiu não acreditar. Maurício Renner Leia mais em Baguete 19/12/2014

20 dezembro 2014



19 dezembro 2014

Grupo americano DeVry adquire Faculdade Ideal, do Pará

O grupo educacional americano DeVry fechou nesta quinta-feira a compra Faculdade Ideal, instituição localiza em Belém, no Pará. A empresa possui 2,5 mil pessoas e oferece cursos de graduação em áreas como direito, pedagogia, contabilidade e engenharia. Os valores do negócio não foram revelados.

"Estamos ansiosos para dar as boas vindas à Faculdade Ideal em nosso grupo", comentou, em comunicado, o presidente global da DeVry, Daniel Hamburger. "Sua reputação acadêmica é sólida e a companhia se encaixa estrategicamente com a posição e os pontos fortes da DeVry Brasil."

O grupo americano controla nove instituições educacionais no país, localizadas no Norte e no Nordeste. Atualmente, a companhia oferece seus cursos a 36 mil estudantes em 15 diferentes campi. A conclusão da compra da Ideal está prevista para o terceiro trimestre do ano fiscal - de janeiro a março. Valor Econômico Leia mais em Uol 18/12/2014

19 dezembro 2014



Advent compra Allied por 1 bilhão

CELULARES SMARTPHONES: fornecedora de celulares tem faturamento de 3,5 bilhões de reais

Em meio ao mau humor causado pela combinação de petrolão e pibinho, o fundo de private equity Advent encontrou espaço para fechar uma aquisição bilionária. O Advent comprou o controle da Allied, maior distribuidora de celulares e câmeras digitais do Brasil. O processo de venda da empresa foi noticiado por EXAME em novembro.

O Advent, que aceitou pagar cerca de 1 bilhão de reais, está comprando uma participação de 20% da família Radomysler (fundadora da empresa) e os 55% do One Equity Partners, braço de investimentos do banco JP Morgan, que assessorou a transação.  Os irmãos Marcelo e Ricardo Radomysler, que vão manter 25% das ações, permanecem à frente do negócio.

Em 2014, a Allied deverá faturar 3,5 bilhões de reais, o triplo de 2010, e ter uma geração de caixa de cerca de 250 milhões de reais, de acordo com executivos que tiveram acesso aos números. A expectativa é que a companhia se beneficie do crescimento do consumo de smartphones no Brasil nos próximos anos. Procurados, Advent e Allied não comentaram.  Por Thiago Bronzatto Leia mais em Primeirolugaronline.Exame 17/12/2014

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Fundo de private equity adquire controle acionário da Allied

O fundo de private equity Advent International, anunciou nesta quinta-feira, 18, a assinatura de acordo definitivo para a aquisição do controle acionário da Allied, provedora de produtos tecnológicos, da One Equity Partners (OEP) e de outros acionistas minoritários. A transação, sujeita a condições habituais de fechamento, deve ser concluída no primeiro trimestre de 2015.

Sob os termos do acordo, cujos termos financeiros não foram divulgados, a família Radomysler, fundadora da empresa, permanecerá sócia da Allied e continuará liderando a empresa. Fundada em 2001, a Allied oferece serviços e soluções de gerenciamento de supply chain para mais de 3,7 mil clientes, dentre os quais operadoras de telefonia, fabricantes, varejistas e clientes corporativos.

"Estamos entusiasmados em trabalhar em parceria com uma equipe de gestão excelente para buscar novas oportunidades de crescimento para a Allied, bem como incrementar os serviços de valor agregado para varejistas, operadoras e fabricantes; desenvolver novas linhas de produtos e expandir a atuação da empresa na América Latina", declarou Patrice Etlin, sócio da Advent em São Paulo.

Neste ano, além de investir na Allied, a Advent também investiu na Cataratas do Iguaçu, a maior concessionária e operadora de serviços nos parques nacionais do Brasil, e na United Medical, farmacêutica especializada adquirida pela Biotoscana, empresa do portfólio do fundo. Desde 1996, a empresa já investiu em 48 empresas na América Latina, incluindo 16 no Brasil. Leia mais em Tiinside 18/12/2014



CVC entra no setor de viagens corporativas

Depois de mais de 40 anos de atuação exclusiva no setor de viagens de turismo, a CVC vai entrar agora de vez na disputa pelo viajante corporativo. Na quinta-feira, 18, a companhia - que tem o fundo de private equity americano Carlyle entre seus sócios - anunciou a compra do controle de um dos grupos líderes neste segmento, o Duotur, por R$ 228 milhões.

O negócio, que avaliou os ativos da Duotur - proprietário das marcas Rextour, Advance e Reserva Fácil Tecnologia - em R$ 447 milhões, prevê que a CVC, maior agência de turismo do País, possa ficar com a totalidade das ações. Entre os principais rivais da Duotur estão a Flytour e a Carson Wagonlift Travel (CWT).

Hoje, além de atender a rede própria de lojas, com mais de 700 unidades ao redor do País, o sistema de reservas da CVC também "alimenta" os pacotes de 6,5 mil pequenas agências independentes no País. As marcas da Duotur também trabalham com os agentes independentes, mas focadas no setor de viagens corporativas.

O grupo Duotur é relativamente recente e nasceu da união da Rextur e da Advance, em 2012. As conversas para a aquisição do grupo Duotur começaram ainda no primeiro semestre de 2014 e levaram cerca de seis meses para serem concretizadas.

Segundo apurou o jornal O Estado de S. Paulo, a meta da CVC é ampliar o escopo das empresas que adquiriu. Atualmente, a Rextur e a Advance são mais fortes no setor de passagens, mas a ideia é ganhar relevância também em hotéis. O volume de reservas de passagens áreas da Rextur e da Advance somou R$ 3 bilhões no ano passado. O principal executivo e diretor-presidente do Duotur, Marcelo Sanovicz, vai permanecer no cargo, de acordo com a CVC.

Avaliação
Ao avaliar o grupo todo em R$ 447 milhões, o preço a ser pago pela CVC considera um múltiplo em relação ao Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciações e amortizações) de 5,6 vezes e 8,5 vezes sobre o lucro. Segundo comunicado divulgado na quinta-feira, 18, o preço de aquisição está sujeito a um ajuste parcial com base no Ebitda efetivo para o ano de 2014 e dos 12 meses anteriores ao fechamento da transação.

O preço será pago em uma parcela de R$ 54 milhões na data do fechamento, e o saldo remanescente será pago em seis parcelas iguais, sucessivas e anuais de R$ 29 milhões, corrigidas pela variação do CDI. O fechamento do negócio depende da aprovação da transação pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade).

Em relação à aquisição dos 49% restantes do grupo Duotur, o fato relevante da CVC informa que a opção poderá ser exercida entre 2015 e 2017. O contrato também prevê uma opção de venda, condicionada a metas financeiras, a ser exercida a partir de 2018. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. Por Fernando Scheller e Natalia Gómez | Estadão Leia mais  em Yahoo 19/12/2014
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CVC: aquisição amplia portfólio e equilibra canais
 
Luiz Eduardo Falco, presidente da CVC, Goiaci Guimarães e Marcelo Sanovicz, da Duotur
Confirmada no final da tarde desta quinta-feira (18), a aquisição do Grupo Duotur -  que controla a Rextur Advance e o sistema Reserva Fácil – pela CVC foi comentada na tarde desta sexta-feira (19) pelo presidente da operadora, Luiz Eduardo Falco, e pelo vice-presidente Administrativo e de RI, Luiz Fernando Fogaça. Para os executivos, uma das principais vantagens do negócio é o aumento do portfólio de produtos e a oportunidade de atingir um número maior de pequenas e médias agências de viagens independentes em todo o país.

A transação é estimada em R$ 228 milhões para a compra de 51% da empresa. Com o negócio, a operadora - que já era dona da maior fatia de vendas de viagens de lazer do Brasil - passa também a atuar no segmento de turismo de negócios. “A Duotur é líder neste segmento, com 25% de market share e cerca de R$ 3 bilhões em reservas confirmadas em 2013”, afirmou Falco. O executivo acredita que o principal mérito da consolidadora é atingir cerca de 5 mil agências, com 40 filiais. Para ele, esta abrangência fez com que ela crescesse acima do mercado nos últimos anos.

Atualmente, 100% das vendas da CVC é para o mercado de lazer. Os executivos explicaram que a nova empresa resultante desta aquisição já nasce com 28% de share no segmento corporativo e 72% no lazer. Além disso, a oferta internacional também sai fortalecida, sendo ampliada dos atuais 32% para 38%. “[A aquisição] Combina duas companhias complementares no segmento de viagens, aumentando o portfólio de produtos, gerando escala e resultando em um Grupo mais eficiente”, afirmou Falco.

Outra vantagem citada pelo presidente da CVC é a plataforma Reserva Fácil, segundo ele reconhecida como uma das melhores do mercado. “Vamos interligar as duas plataformas para ter uma muito mais poderosa”, revelou.

As empresas do Grupo Duotur continuarão a operar de forma independente, sob o comando do diretor-presidente, Marcelo Sanovicz. O conselho de administração da nova empresa terá cinco membros, sendo três da CVC e dois da Duotur.

O preço de aquisição está sujeito a um ajuste parcial com base no EBITDA efetivo para o ano de 2014 e do EBITDA dos doze meses anteriores ao fechamento da transação. O valor será pago aos acionistas do Duotur em uma parcela no valor de R$ 54 milhões na data do fechamento da transação. O saldo remanescente será pago em seis parcelas anuais de R$ 29 milhões corrigidas pela variação do certificado de depósito interbancário.

O fechamento do negócio ocorrerá após o cumprimento de determinadas condições precedentes, incluindo a aprovação da transação pelo Cade. Estão previstas ainda opções de compra e venda às partes para a aquisição dos 49% remanescentes, exercível entre 2015 e 2017 e a opção de venda está condicionada ao atingimento de determinadas metas financeiras, sendo exercível nos anos de 2018, 2019 e 2021. Por: Anderson Masetto Leia mais em mercadoeeventos 19/12/2014




Anima Educação faz acordo com norte-americana Whitney, incorpora duas universidades

A Anima Educação anunciou nesta sexta-feira acordo para unir suas operações com as da norte-americana Whitney University System no Brasil, incorporando à sua rede a Universidade Veiga de Almeida (UVA), no Rio de Janeiro, e o Centro Universitário Jorge Amado (Unijorge), em Salvador.

No âmbito do negócio, a Anima Educação pagará uma parcela inicial de 562,5 milhões de reais no fechamento da transação, além de 212,5 milhões de reais através de notas promissórias com prazo de vencimento de 12 meses após essa data.

Adicionalmente, serão emitidas 10.825.635 ações da companhia, que exibiam alta de 7,5 por cento, a 36,50 reais, às 10h09. Após a incorporação dos novos papéis, os acionistas da Whitney deterão 11,6 por cento da Anima Educação.

Em fato relevante, a Anima afirmou que a investida fará com que a companhia assuma uma posição de liderança em quatro dos cinco maiores mercados de ensino superior no Brasil, passando a somar 141 mil alunos matriculados em 26 campi e 34 polos de ensino a distância.

Fundada em 1972, a UVA é a terceira maior instituição de ensino superior do Rio de Janeiro, com aproximadamente 31 mil alunos matriculados em cinco campi. Já a Unijorge foi fundada em 1999 e é maior instituição privada da capital baiana, com aproximadamente 26 mil alunos matriculados em 3 campi.

A Anima também possui no seu portfólio a Universidade São Judas Tadeu e Unimonte, em São Paulo, e a Una e Uni-BH, em Minas Gerais.

"Os perfis institucionais da UVA e da Unijorge se encaixam perfeitamente com a estratégia da Anima Educação: marcas locais fortes e de referência em qualidade acadêmica em seus respectivos mercados", afirmou a companhia.

De acordo com a Anima, a união com a Whitney irá acelerar seu projeto de expansão do ensino a distância. A ideia é incorporar as plataformas nessa modalidade da UVA e da UniJorge, já autorizadas a operar EAD pelo MEC, às da Una Virtual, que começa a funcionar a partir de 2015.

A associação também permitirá que todas as instituições de ensino da Anima passem a integrar a Rede Ilumno, mantida pela Whitney, que inclui outras oito instituições na América Latina, "o que gerará oportunidades de formação diferenciadas para alunos, professores e pesquisadores".

O negócio segue anúncio feito mais cedo nesta semana de contrato fechado pela Anima para compra dos 50 por cento que ainda não detinha da HSM, que oferece educação corporativa, por 39,2 milhões de reais.

No fim de setembro, o empresário Abilio Diniz passou a deter 6,03 por cento da Anima Educação por meio da gestora de investimentos de sua família, a Península. Por Marcela Ayres (Reuters) - Leia mais em Bol.Uol 19/12/2014



DeVry Brasil chega a SP e não descarta outras aquisições

A Devry Brasil, subsidiária do DeVry Education Group, anunciou nesta semana a compra do Damásio Educacional, grupo de ensino especializado em Direito.

Com a operação, a Devry chega a São Paulo e ganha cerca de 50.000 alunos de graduação, pós graduação e cursos preparatórios. Os detalhes financeiros da aquisição não foram revelados por questões contratuais.

A DeVry tem forte presença no Norte e Nordeste do país. Segundo Carlos Alberto Degas, a chegada ao Sudeste é uma consequência natural dentro dos planos de expansão da rede para o mercado brasileiro.

"No Norte e Nordeste, já temos operações em todos os estados das duas regiões. Com a Damásio, reforçamos nossa estratégia de investir em instituições de qualidade", afirmou Degas.

Ainda de acordo com o executivo, existem pelo menos outras cinco redes em São Paulo com o perfil de instituições que a DeVry costuma investir.

"Tudo depende do perfil do grupo, somos seletivos na hora de comprar uma instituição, principalmente no que diz respeito a qualidade da rede. Nossa prioridade não é volume", disse Degas.

No Brasil desde 2009, a DeVry iniciou seus negócios por aqui com a compra do grupo Fanor. O Brasil responde por cerca de 10% de todo o faturamento do grupo no mundo, mas pode ter um peso muito maior no futuro, segundo Degas.

Com 80 anos de operação e presença em 55 países, a DeVry Education Group tem atualmente cerca de 160.000 alunos em todo o mundo.Daniela Barbosa, Leia mais em EXAME 18/12/2104



Genesis recebe aporte do fundo britânico Actis

Com planos de internacionalização, a Genesis Group, companhia paranaense que realiza testes, inspeções e certificações para o setor agropecuário, acaba de receber um aporte de capital da Actis, gestora britânica de fundos de participações em empresas (private equity). Leia mais em Valor Econômico 19/12/2014

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COMUNICADO

É com satisfação que gostaríamos de comunicar mais um marco importante na nossa história.

A partir de agora, com o objetivo de fortalecermos nossos serviços e agregarmos novas competências, decidimos somar forças com o fundo de investimento inglês Actis.

A Actis possui ampla tradição e experiência no desenvolvimento de negócios, aliando capital, relacionamento e governança. Atualmente o fundo possui US$ 6 bilhões sob sua gestão investidos globalmente.

Acreditamos que a experiência global da Actis e do seu time no Brasil, ajudarão muito no desenvolvimento dos nossos negócios e trarão oportunidades de crescimento para todos.

Com um time que será reforçado por executivos experientes, acreditamos que conjuntamente com a Actis, seremos capazes de investir em novas tecnologias e estaremos ainda mais orientados na confiabilidade e na qualidade do atendimento dos nossos serviços.

Cordialmente, Henrique Victorelli Neto e Rodrigo Rodrigues Alves Leia mais em GenesisGroup 19/12/2014



Enjoei recebe aporte de R$ 18 milhões do BVP

Ser sustentável está na moda e dá lucro. Prova disso é o site Enjoei, liderado pelo casal de empresários cariocas Ana Lu McLaren e Tiê Lima: como o nome já diz, lá é possível vender aquela peça que já perdeu a serventia para você, mas ainda pode ser útil para outra pessoa.

Roupas, sapatos, acessórios e itens de decoração, entre outros, podem ser comprados em cada um dos 3,5 milhões de acessos que a página recebe todo mês - o negócio, iniciado em 2009 como um blog, deu tão certo que acaba de receber um aporte liderado pelo fundo de investimentos Bessemer Venture Partners (BVP) no valor de R$ 18 milhões. Leia mais em Valor Econômico 19/12/2014



Fusão de Funcional e Fidelize

A Funcional e a Fidelize, empresas que atuam no segmento de gestão de medicamentos, fecharam uma fusão que resultará em uma companhia com faturamento de R$ 526 milhões.

A Funcional administra uma carteira com 1 milhão de usuários que compram remédios com descontos. Esse subsídio é concedido como um benefício trabalhista por algumas empresas, principalmente, as multinacionais.

Já a Fidelize é uma empresa de tecnologia responsável pelas transações eletrônicas envolvendo descontos entre a indústria farmacêutica e as farmácias e distribuidoras.

"Com a fusão, vamos integrar a cadeia de gestão de medicamentos.

A Funcional tem forte atuação nas corporações e a Fidelize, com a indústria farmacêutica", disse Fábio Hansen, presidente da Funcional.

Segundo Paulo Henrique Magalhães, sócio fundador da Fidelize, as fabricantes de medicamentos estão intensificando a política de descontos para clientes cadastrados. "Com os genéricos, a indústria está aumentando o abatimento para não perder market share. Ao invés de dar descontos aleatórios, a indústria optou oferecer o benefício para um grupo de clientes", afirma Magalhães.

Na opinião de Hansen, as fabricantes de medicamentos estão concedendo descontos superiores aos oferecidos pelas operadoras de planos de saúde. Os abatimentos são negociados pelas empresas de gestão de medicamentos que conseguem menores preços porque representam um contingente grande de consumidores.

Segundo Hansen, a Funcional tem uma carteira com 10 milhões de clientes que adquirem medicamentos com descontos, seja por meio do convênio médico ou indústria farmacêutica.

Neste mercado, há concorrentes de peso como a Orizon, que já conta com uma plataforma tecnológica robusta e tem como acionistas a Cielo, Bradesco Seguros e CASSI.

Outra importante empresa é a ePharma, que recebeu um aporte de R$ 72 milhões de fundos americanos de investimento Valiant e Aberdare. No começo deste ano, a ePharma adquiriu a In Health, empresa que atua no segmento de medicamentos de biologia molecular - considerada uma das áreas mais promissoras na indústria farmacêutica. (BK) Valor Econômico | Leia mais em lineraclipping 19/12/2014



Óleo e Gás participações divulga alienação de ativos na Colômbia

A Óleo e Gás Participações divulgou nesta sexta-feira a conclusão da venda de 100 por cento dos blocos localizados nas bacias do Vale Inferior Magdalena (VIM-5 e VIM-19) e de 100 por cento dos direitos econômicos dos blocos localizados nas bacias de Cesar Rancheria (CR-2, CR-3 e CR-4), na Colômbia.

A transação envolvendo os blocos VIM-5 e VIM-19 prevê o pagamento à OGX de cerca de 30 milhões de dólares e royalties de 3 por cento da receita gerada pela venda de hidrocarbonetos nos blocos.

A Óleo e Gás também será liberada de obrigações regulatórias no valor aproximado de 75 milhões de dólares, e será restituída em cerca de 7,7 milhões de dólares, valor que havia sido depositado como contra garantia a cartas de crédito requeridas pela Agência Nacional de Hidrocarburos (ANH), da Colômbia.

Já a venda dos blocos CR-2, CR-3 e CR-4 prevê a transferência inicial de 70 por cento da participação nos blocos para o comprador, permanecendo a OGX provisoriamente como operadora e detentora de 30 por cento do ativo.

A operação igualmente libera a companhia de obrigações regulatórias já vencidas em processo de cobrança pela ANH no valor aproximado de 72 milhões de dólares e proporciona a restituição de cerca de 6,3 milhões de dólares que haviam sido depositados como contra garantia.

Segundo a empresa, os termos acertados estão alinhados ao seu plano de recuperação judicial, proporcionando geração de caixa no curto prazo.

A Óleo e Gás entrou em processo de recuperação judicial em outubro do ano passado. A empresa não informou o nome da companhia compradora dos ativos na Colômbia. (Por Marcela Ayres) Reuters | Leia mais em Bol.Uol 19/12/2014



BRF assina acordo para entrar no mercado da Indonésia

A companhia de alimentos BRF informou nesta sexta-feira que assinou memorando de entendimentos com a PT Indofood Suskes Makmur para a entrada da companhia brasileira no mercado da Indonésia por meio de uma joint venture.

A BRF e a Indofood terão 50 por cento de participação, cada, na joint venture no país asiático e investirão em conjunto cerca de 200 milhões de dólares nos próximos três anos.
O objetivo do acordo, em linha com a estratégia de expansão internacional da BRF acessando mercados locais, é explorar o negócio de aves e alimentos processados na Indonésia.

"A joint venture representará a entrada da BRF na Indonésia, um mercado com mais de 250 milhões de habitantes e com significativo crescimento no consumo de proteínas", afirmou a companhia em nota.

A BRF, uma das maiores empresas de alimentos do Brasil e bem posicionada no mercado exportador, afirmou que a Indofood é uma das companhias de maior porte da Indonésia, com operações em todas as etapas da produção de alimentos, desde a elaboração de matérias-primas e sua transformação até produtos para o mercado consumidor.

"No contexto de tal joint venture, a BRF contribuirá com o seu conhecimento na indústria de processamento de alimentos à base de proteínas e a Indofood com seu acesso ao mercado na Indonésia e sua extensa rede de distribuição."

A BRF afirmou ainda que a operação deverá fortalecer as marcas da companhia, expandindo seu portfólio de produtos ao redor do mundo.

Financeiramente, a BRF indicou recentemente que está preparada para ampliar presença no mercado internacional.

A companhia encerrou o terceiro trimestre com caixa de cerca de 5 bilhões de reais e um nível de endividamento sobre o lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) de 1,4 vez, nível considerado baixo pela própria BRF. (Por Roberto Samora) Reuters Leia mais em Yahoo 19/12/2014




Xerox venderá unidade de terceirização de TI à francesa Atos por US$1,05 bi

A Xerox anunciou que acertou a venda de sua unidade de terceirização de tecnologia de informação à empresa francesa de serviços de TI Atos por 1,05 bilhão de dólares.

Fazendo a alienação da unidade com crescimento mais lento que virou parte da Xerox como parte da aquisição da ACS em 2009, a Xerox agora pode focar em estruturar unidades com crescimento mais rápido, terceirização de processos de negócio e terceirização de documentos, disse o presidente do negócio de serviços da Xerox, Robert Zapfel.

O negócio de terceirização de TI gerou 376 milhões de dólares no trimestre encerrado em 30 de setembro.

"O negócio de terceirização de TI da Xerox inclui cerca de 9.800 funcionários em 45 países", disse a companhia em comunicado. A liderança da unidade vai se juntar à Atos.

Em Paris, a Atos disse que o acordo deve ser concluído no segundo trimestre de 2015, e que irá impulsionar seu lucro por ação em 10 por cento a partir do primeiro ano.

A companhia disse que a aquisição também vai triplicar seu tamanho nos Estados Unidos, que passará a representar seu maior mercado. A Atos disse em comunicado que pagará 950 milhões de dólares em dinheiro pelo negócio mais 100 milhões de dólares representando benefícios fiscais, e que pagará um extra de 50 milhões de dólares sujeitos à condição de certos ativos. (Por Subrat Patnaik e Liana Baker)Reuters Leia mais em Yahoo 19/12/2014

COMENTÁRIOS
ATOS disponibiliza em seu site apresentacão referente a aquisição "Atos to acquire Xerox’s IT Outsourcing operations and to enter into a worldwide strategic collaboration with Xerox
December 19, 2014". Abaixo alguns slides extraídos do referido documento.