23 julho 2014

Bureau Veritas adquire a Sistema PRI

A aquisição da empresa brasileira marca a entrada do BV no promissor mercado brasileiro de construção civil e infraestrutura

O Bureau Veritas anuncia a aquisição da empresa brasileira Sistema PRI, especializada em serviços de gerenciamento de projetos e obras. A PRI (Planejamento Real e Integrado) dispõe de um avançado  sistema informatizado de gerenciamento,  voltado para projetos de construção e infraestrutura, com eficiência comprovada tanto no  setor público como no setor  privado.

Com a operação, o Bureau Veritas diversifica sua oferta de serviços e amplia a carteira de clientes nos setores de construção, infraestrutura e energia no Brasil. Entre os principais serviços oferecidos pela PRI estão o gerenciamento de projetos construtivos, supervisão de obras, planejamento, estudos técnicos e consultoria técnica.

Fundada em 1982, a Sistema PRI tem sede em São Paulo, escritórios regionais em importantes pólos econômicos do país e emprega cerca de 800 funcionários. No último ano, a empresa registrou receita liquida aproximada de R$ 120 milhões.

A aquisição é estratégica para o Bureau Veritas tendo em vista o plano governamental de investimentos em infraestrutura de transportes, com a ampliação, modernização e construção de rodovias, ferrovias, portos e aeroportos; no setor elétrico nacional, com novas linhas de geração, transmissão e distribuição de energia, assim como em projetos de habitação para moradia social e de reforma da rede de saneamento.

"O Bureau Veritas já é líder na oferta de serviços para a indústria no Brasil, com destaque para o setor de Petróleo e Gás Esta aquisição permitirá que a empresa diversifique sua atuação e possa participar das oportunidades que vêm surgindo com a rápida urbanização no país, amparada por significativos investimentos no desenvolvimento e renovação dos setores de energia e transportes", avalia Didier Michaud-Daniel, CEO global do Bureau Veritas.

Para José Carlos Teani, Diretor Geral da Sistema PRI, “esta união de forças com o Bureau Veritas é um importante passo para a companhia. Ela vai nos permitir, a partir da rede de clientes do Bureau Veritas, alavancar o desenvolvimento de nossas atividades no Brasil, em outros países da América Latina e ainda em novos segmentos de mercado, como o segmento de Petróleo e Gás”, conclui o executivo.
Com a aquisição, o Bureau Veritas passa a contar com 4.300 colaboradores no Brasil.

Sobre o Grupo Bureau Veritas - O Grupo Bureau Veritas é líder mundial em serviços de inspeções, certificações e testes. Criado em 1828, o Grupo tem mais de 64 mil funcionários em cerca de 1.330 escritórios e laboratórios localizados em 140 países. Os serviços do Bureau Veritas possibilitam aos seus clientes melhorar o desempenho de seus negócios, oferecendo serviços e soluções inovadoras a fim de garantir que os seus ativos, produtos e processos atendam às normas e regulamentos em termos de qualidade, saúde e segurança, proteção ambiental e responsabilidade social. O Bureau Veritas está cotado na Euronext Paris (Compartimento A, código ISIN FR 0006174348, BVI) e pertence ao índice Next 20. Leia mais em brasilengenharia 22/07/2014

23 julho 2014



Cade aprova compra indireta da Avebom pela JBS Aves

A JBS Aves Ltda. obteve aprovação do  Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), sem restrições, para  comprar a DBF Participações Societárias Ltda., dona da Avebom Indústria de Alimentos Ltda..  A decisão foi publicada pela superintendência-geral  da autarquia no “Diário Oficial da União” desta segunda-feira,  após análise do processo em rito sumário.

Com a aquisição, a empresa  do grupo J&F amplia sua capacidade de abate de frangos, a partir da fábrica da Avebom, que fica em Jaguapitã, no Estado do Paraná.

A JBS ficará com a totalidade das quotas representativas do capital da DBF, empresa não operacional pertencente a duas pessoas físicas (João Andreo Colofatti e Flávio Barbosa Andreo). Fonte:  Valor Economico | Leia mais em aviculturaindustrial 23/07/2014



Estácio deve fazer mais duas a três aquisições até o final do ano

A companhia de educação Estácio Participações deve fazer de duas a três aquisições de pequeno ou médio portes até o final deste ano e espera obter os primeiros resultados da integração com a Uniseb já no segundo semestre.

"As aquisições pequenas e médias seguem no seu ritmo. Tradicionalmente fazemos entre três e cinco compras anuais, e acredito que devem se manter por aí", disse à Reuters o presidente da companhia, Rogério Melzi, em entrevista nesta quarta-feira.

No início de julho, a empresa adquiriu o Instituto de Estudos Superiores da Amazônia (Iesam), com sede em Belém (PA), por 80 milhões de reais, em seu primeiro negócio após a aprovação da compra da paulista Uniseb, operação anunciada em setembro passado. O Conselho da Estácio também aprovou um mês antes a compra de um conjunto de prédios em Fortaleza por 51 milhões de reais para a instalação de um novo campus.

"A gente continua com o 'pipeline' de aquisições bem fértil. Pequenas e médias, de duas a três até o final do ano. Mas uma média de três a cinco aquisições é algo razoável para os próximos anos", acrescentou o diretor financeiro da companhia, Virgílio Gibbon. Ele se referiu a instituições de ensino com 3 mil a 5 mil alunos, avaliadas por um valor médio entre 40 milhões a 50 milhões de reais.

A aquisição da Uniseb, um negócio de 615 milhões de reais em dinheiro e ações, foi uma reação da Estácio à fusão entre Kroton e Anhanguera, divulgada meses antes. A associação entre as rivais criou o maior grupo de ensino privado de capital aberto do Brasil e um dos maiores do mundo.

A integração da Estácio com a Uniseb está num estágio bastante avançado, segundo Melzi. Enquanto aguardava a aprovação do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), a companhia já trabalhava no movimento de integração. "Ainda este ano nós podemos começar a colher frutos", disse o presidente.

Para aprovar a compra da Uniseb, o Cade determinou em maio restrições no segmento a distância, limitando a Estácio na captação de novos alunos nos próximos quatro semestres letivos em nove localidades e 20 cursos.

"Estes remédios eram mais do que esperados, houve a limitação parcial de captação (de alunos) nestes mercados considerados críticos", disse Gibbon à Reuters, na ocasião da aprovação do Cade.

Até 2017, a Estácio vê, com a Uniseb, um incremento de 100 milhões de reais no Ebitda (sigla em inglês para lucro antes dos juros, impostos, depreciação e amortização) e entre 220 milhões a 230 milhões na receita.

Além de ingressar no mercado paulistano com maior força, a Uniseb também impulsiona o negócio de Ensino a Distância (EAD) da companhia, que antes da aquisição representava pouco mais de 10 por cento da receita da empresa.

"(A área de EAD) multiplicou por três, a gente tinha 50 e poucos polos e temos hoje mais de 150 só com a primeira chegada da Uniseb, fora os polos que estão com autorização, mais os protocolos de aumento de abrangência que a gente tem", afirmou Gibbon.

"A gente pode chegar a 450 polos num espaço de dois, três anos. Sair de 50 para 450 é uma mudança de patamar. O nosso EAD vai ter uma participação no nosso resultado muito maior, vai crescer muito mais do que o negócio presencial nos próximos anos", acrescentou.

Segundo Gibbon, a margem bruta da modalidade, considerando o setor como um todo, fica entre 40 e 50 por cento, enquanto no ensino presencial o patamar está em torno de 20 a 30 por cento.

No momento, a companhia está em fase de captação de alunos presenciais para a segunda metade do ano. Tradicionalmente, a Estácio capta cerca de 55 por cento dos estudantes nos seis primeiros meses do ano e 45 por cento entre julho e dezembro, disse Gibbon.

De acordo com o diretor financeiro, a Estácio tem a menor diferença do setor em termos de ordem de grandeza de captação de alunos entre o primeiro e o segundo semestres.

Isso porque, segundo o executivo, o perfil do aluno da Estácio - a maioria formada por jovens trabalhadores que muitas vezes já concluíram o ensino médio há mais tempo - aliado a operações concentradas em grandes cidades elevam o potencial de alunos da companhia, o que independe da época do ano.

Ele acrescentou que as empresas que se concentram em cidades médias, com perfil mais tradicional de aluno, têm boa parte ingressante no primeiro semestre.

A companhia entrará em período de silêncio a partir da quinta-feira, antes da divulgação de resultado de segundo trimestre em 7 de agosto.  (Edição Alberto Alerigi Jr.) Por Juliana Schincariol  (Reuters) - Leia mais em uol 23/07/2014



Goldman Sachs compra fatia de 2,27% no Banco Espírito Santo

O banco de investimentos norte-americano Goldman Sachs adquiriu uma fatia de 2,27 por cento no Banco Espírito Santo (BES).

O BES afirmou que o Goldman adquiriu a fatia no banco em 15 de junho, acrescentando que o fundo de hedge D. E. Shaw assumiu uma participação de 2,7 por cento na instituição em 14 de junho.

O Espírito Santo Financial Group (ESFG), holding da família fundadora do BES, vendeu 4,99 por cento do banco em 14 de junho para pagar empréstimos.

O BES não pôde ser imediatamente contatado para comentar se o Goldman Sachs e o D.E. Shaw compraram suas fatias da família fundadora. (Por Axel Bugge) RAFAEL MARCHANTE LISBOA (Reuters) uol | Leia mais em ecofinancas 22/07/2014



CSN perde disputa por usinas de aço nos EUA

A russa OAO Severstal anunciou, na terça-feira, 22, que venderá duas usinas de aço nos Estados Unidos para as americanas Steel Dynamics e AK Steel por US$ 2,325 bilhões em dinheiro. A Companhia Siderúrgica Nacional (CSN) estava na disputa para adquirir as duas unidades. O interesse nas usinas da companhia russa tinha razão de ser: os ativos da Severstal ajudariam a empresa sediada em Volta Redonda (RJ) a dobrar sua produção de aço, segundo estimativas de mercado.

O negócio representa mais uma tentativa frustrada da brasileira de crescer no exterior. A mais recente delas havia sido a derrota na disputa pela usina da ThyssenKrupp, no Estado do Alabama, para o consórcio formado pela ArcelorMittal e pela Nippon Steel & Sumitomo Metal Corporation (NSSMC), no ano passado.

Desta vez, a empresa não obteve sucesso nem com o fatiamento dos ativos. A AK Steel pagará US$ 700 milhões pela usina de mais de um século da Severstal em Dearborn, no Estado do Michigan, que fornece aço para a indústria automobilística de Detroit.

A Steel Dynamics irá adquirir uma usina mais nova em Columbus, no Mississippi, que produz aço para segmentos que vão desde empresas de construção de casas até perfuração de gás, por US$ 1,625 bilhão. Com o negócio, a Steel Dynamics se tornará a quarta maior produtora de aço dos EUA, e a AK Steel a quinta, atrás da U.S. Steel, da ArcelorMittal e da Nucor. As vendas dependem de aprovação de órgãos reguladores, afirmou a Severstal. A empresa espera que esse processo seja concluído até o fim de 2014.

No início de julho, o Broadcast, serviço em tempo real da Agência Estado, havia antecipado que a CSN estava participando da disputa pelos ativos da Severstal nos EUA. As usinas eram vistas como alternativa para garantir a entrada no mercado norte-americano de aço.

A CSN também está sondando a usina Gallatin Steel, da siderúrgica brasileira Gerdau e da indiana ArcelorMittal, localizada em Kentucky. A Gallatin produz quase 6 milhões de toneladas anuais de bobinas a quente. Essa aquisição, que ainda está para ser anunciada, também será relevante para aumentar a produção atual da CSN.

Em 2013, no Brasil, a CSN produziu 4,5 milhões de toneladas de aço bruto - limite da capacidade instalada. Tradicional no segmento de aços planos, a companhia também está ingressando no setor de aços longos, mercado hoje dividido entre Gerdau e ArcelorMittal. A capacidade atual de produção de aço da CSN é de aproximadamente 7,5 milhões de toneladas, incluindo unidades de aços longos que a empresa tem na Alemanha. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. Por AE | Estadão   | Leia mais em yahoo 23/07/2014



Cade aprova que São Martinho tenha 92% da Santa Cruz Açúcar e Álcool

O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) aprovou, sem restrições, a consolidação do controle acionário da São Martinho S.A. sobre a Santa Cruz S.A. Açúcar e Álcool e da Luiz Ometto Participações S.A. (LOP) sobre a Agropecuária Boa Vista S.A.. A decisão foi publicada no "Diário Oficial da União" desta quarta-feira pela superintendência-geral da autarquia.

A São Martinho vai aumentar de 36,09% para 92,15% a sua fatia no capital da Santa Cruz, mediante aquisição de ações pertencentes à LOP e a quatro pessoas físicas da família Ometto. Em contrapartida transferirá à LOP seus 34,29% de participação na Boa Vista. Assim, a parte da LOP na agropecuária subirá de 57,10% para 91,39%.

A operação, que já tinha sido comunicada ao mercado, na prática reorganiza participações dentro de um mesmo grupo, pois a São Martinho é da família Ometto.

A São Martinho espera que, com o aumento de sua participação, consiga reduzir o custo do passivo bancário da Santa Cruz, cujas taxas tenderão a se aproximar das obtidas pela controladora. A expectativa é que haja redução de juros entre 150 e 200 pontos-base por ano e, ainda, uma economia de R$ 40 milhões por ano em função da integração de unidades industriais, segundo documentação entregue ao Cade. Valor Econômico | Leia mais em uol 23/07/2014



Fusões e aquisições somaram R$ 48 bi no 2º trimestre

O valor movimentado representa aumento de 38,5%

O número de fusões e aquisições anunciadas e concluídas no Brasil durante o segundo trimestre deste ano mostrou redução de 15,4%, com 170 transações, ante 201 registradas um ano antes, segundo relatório da Transactional Track Record (TTR) enviado com exclusividade ao Broadcast, serviço em tempo real da Agência Estado.

O valor movimentado, no entanto, aumentou: foram R$ 48,6 bilhões no período, aumento de 38,5% em relação aos R$ 35,1 bilhões somados entre abril e junho de 2013.

Na América Latina, conforme a TTR, foram identificadas 588 transações de fusões e aquisições, sendo que as empresas brasileiras estiveram envolvidas em 350 delas como compradoras ou vendedoras.

Das aquisições registradas no exterior, seis foram feitas por companhias brasileiras, sendo duas na Espanha e as demais no Uruguai, Paraguai, França e Chile.

Já as compras de estrangeiros no País somaram 60 transações no segundo trimestre. Os Estados Unidos foram o país mais ativo, com 19 aquisições.

O destaque no segundo trimestre foi a aquisição realizada pela Iguatemi e pelo fundo de pensão norte-americano TIAA CREF de 50% do Shopping JK Iguatemi, por R$ 400 milhões.

Os fundos de private equity, que compram participações em empresas, participaram de 17 transações. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. Aline Bronzati, do Estadao | Leia mais em exame 22/07/2014



Inerco adquire companhias no Brasil, México e Portugal

A empresa espanhola de engenharia anunciou acordo com a Mapfre para adquirir divisão internacional de filial tecnológica, que atua no Brasil, México e Portugal

A empresa espanhola de engenharia Inerco anunciou nesta terça-feira o acordo com a seguradora Mapfre para adquirir a divisão internacional de sua filial tecnológica Itsemap, uma firma de referência nas áreas da segurança industrial e meio ambiente no Brasil, México e Portugal.

A Inerco, empresa de engenharia e consultoria tecnológica, informou em comunicado que desta forma avança em sua expansão internacional e precisa que já têm presença em 40 países.

A Itsemap é uma sociedade com 30 anos de experiência na prestação de serviços técnicos no campo da segurança e meio ambiente.

Para o diretor-geral da Inerco, Pedro Marín, a operação permite que a empresa reforce sua capacidade técnica e garanta sua "experiência na América Latina e Europa em setores como a engenharia, tecnologia e consultoria".

Após lembrar que em Portugal opera há mais de 25 anos, a firma ressalta que seu processo de expansão tem como eixos principais a internacionalização e a dotação tecnológica.

Seu objetivo é alcançar a liderança na prestação de serviços integrais de engenharia para a indústria e se transformar em referência no desenvolvimento de tecnologias energéticas e ambientais, assim como no prestação de serviços técnicos especializados em meio ambiente, segurança industrial e prevenção de riscos.

Com mais de 400 profissionais empregados, a Inerco Corporação Empresarial é formada por 17 companhias tecnológicas especializadas nos campos da engenharia, da otimização energética, do controle de emissões, do tratamento de águas industriais, do controle de ruídos e vibrações.

A empresa também oferece serviços de consultoria meio ambiental, de prevenção de riscos trabalhistas e de segurança industrial. Leia mais em exame 22/07/2014



22 julho 2014

Grupo Ser Educacional compra Faculdade Santa Emília por R$ 9,7 milhões

O grupo Ser Educacional, das faculdades Uninassau, Maurício de Nassau e Joaquim Nabuco, adquiriu a Faculdade Santa Emília (Fase), de Olinda. Com a aquisição, o grupo conta agora com 30 unidades de ensino superior, distribuídas em 20 cidades, de 11 estados. A Faculdade Santa Emília tem 1.500 alunos e será incorporada às Faculdades Joaquim Nabuco – que tem duas unidades no município de Paulista e uma em São Lourenço da Mata. A compra foi realizada pelo valor de R$ 9,7 milhões.

A Fase tem cursos de Administração, Ciências Contábeis, Sistemas de Informação, Licenciatura em Pedagogia, Marketing, Logística, Gestão de Recursos Humanos, Gestão Hospitalar e Engenharia de Produção. Também serão incorporados ao Ser Educacional os curso de pós-graduação da entidade.

A instituição possui nota 3 no Exame Nacional de Desempenho de Estudantes (Enade), do Ministério da Educação (MEC) – numa pontuação que vai de 1 a 5. Segundo o grupo Ser Educacional, em breve serão criados mais vinte novos cursos da Faculdade Joaquim Nabuco, nas áreas de Saúde, Exatas e Humanas.

Fundado em 2003, o grupo Ser Educacional é composto por sete instituições de ensino, com mais de 250 cursos técnicos, de graduação e pós-graduação. Desde o ano passado, a holding se transformou numa instituição de capital aberto, com atividades na Bolsa de Valores. Ao todo, são 125 mil alunos nas regiões Norte e Nordeste. Leia mais em Diario de Pernambuco 21/07/2014

22 julho 2014



Applebee’s à venda

A operação brasileira da rede americana Applebee’s, dona de mais de 2 000 restaurantes em 15 países, está à venda. Concorrente do também americano Outback, a rede desembarcou por aqui em 2004 e hoje tem 13 restaurantes, controlados por três empresários brasileiros.

Estão na mesa propostas da própria matriz da Applebee’s e da dupla formada pelo fundo de private equity Kinea e o grupo mexicano Alsea, que tem as franquias de Starbucks, Domino’s Pizza e Burger King em diversos países da América Latina.

Estima-se que a venda dos 13 restaurantes custe cerca de 100 milhões de reais. Procuradas, as empresas não comentaram o assunto. Ana Luiza Leal Leia mais em primeirolugaronline exame 21/07/2014



Facebook compra fabricante de óculos de realidade virtual por US$ 2 bi

Pouco mais de um mês depois de anunciar sua maior aquisição, o aplicativo de mensagens instantâneas WhatsApp, por US$ 19 bilhões, o Facebook fechou mais um negócio bilionário: a compra da fabricante de óculos de realidade virtual Oculus, por US$ 2 bilhões.

"O móvel é a plataforma de hoje, e agora estamos nos preparando para as plataformas de amanhã", disse o presidente-executivo do Facebook, Mark Zuckerberg, após o anúncio.

A Oculus é uma start-up (empresa iniciante) que recebeu uma injeção de US$ 75 milhões no ano passado por parte de investidores.

OCULUS

Fundada dois anos atrás pelo americano Palmer Luckey, 21, a empresa ainda não vendeu para consumidores seu dispositivo de realidade virtual, mas já comercializou 75 mil aparelhos com desenvolvedores de games.

"A Oculus tem a oportunidade de criar a mais social das plataformas já feitas e mudar o modo como trabalhamos, jogamos e nos comunicamos", afirmou Zuckerberg, em comunicado.

O negócio foi anunciado um mês após Zuckeberg afirmar que havia "parado por enquanto" com as aquisições, após fechar a compra de US$ 19 bilhões do WhatsApp.

O Facebook, que em 2012 gastou US$ 1 bilhão na compra do Instagram, tem aproveitado a valorização das suas ações (que subiram pouco mais de 150% em 12 meses) para realizar aquisições que possam lhe ajudar a manter o posto de principal rede social do mundo. Leia mais em folha.uol 21/07/2014




Vizury recebe aporte de US$ 16 milhões da Intel Capital

A Vizury, empresa indiana de soluções de marketing digital, recebeu uma nova rodada de investimentos de US$ 16 milhões, Série C, liderada pela Intel Capital, braço de investimentos estratégicos da fabricante de chips. O aporte também teve a participação da Ascent Capital, um dos maiores fundo de investimentos privados da Índia, e dos investidores Nokia Growth Partners e Inventus Capital Partners.

Segundo a companhia, os recursos serão usados para inovação de produtos móveis e de multicanais, assim como na expansão da empresa no Brasil e demais países da América Latina, China, Japão, Oriente Médio e Coreia.

Atuando no Brasil desde 2012, a Vizury tem entre seus principais clientes grandes varejistas e líderes em comércio eletrônico em toda América Latina como Hoteis.com, Netshoes, Fastshop, entre outros. No ano passado, o faturamento da empresa no país foi de R$ 70 milhões. Leia mais em tiinside 21/07/2014