28 maio 2015

Guide compra a gestora carioca Simplific Pavarini

A Guide Investimentos, corretora do Banco Indusval & Partners, anunciou hoje a compra das operações da gestora de recursos carioca Simplific Pavarini, que tem 400 clientes e ativos de R$ 500 milhões. Com a operação, a Guide dobrará sua carteira no Rio e passará a distribuir os fundos da Simplific da família AAA, como o multimercado AAA Allocation e o AAA Ações. “Buscamos parceiros que complemente nosso portfolio”, afirma Jean Sigrist, sócio da Guide.

Em 18 meses, a Guide adquiriu cinco instituições. A mais recente foi a da carteira de clientes pessoa física da corretora SLW. Com isso, a carteira de clientes ativos, que têm custódia ou fizeram alguma operação nos últimos meses, chegou a 10 mil ativos e o patrimônio gerenciado a R$ 4 bilhões.

A meta da Guide é encerrar o ano com 13,5 mil clientes e R$ 5 bilhões sob gestão. A empresa controla ainda a Geraldo Corrêa Corretora, presente em Minas Gerais, Paraná e Distrito Federal, a Omar Camargo Investimentos e a BullMark Financial Group.  Angelo Pavini | Leia mais em Arena do Pavini 28/05/2015

28 maio 2015



Começa uma nova onda de fusões e aquisições das agências de turismo

Dificuldades econômicas e avanço eletrônico dão início ao movimento de consolidação no setor com avanço sobre as on-lines; ontem a CVC comprou a Submarino Viagens por R$ 80 milhões

Triplicar a movimentação de vendas de pacotes on-line é o foco da líder CVC, que anunciou ontem a aquisição de 100% da Submarino Viagens. Este é o exemplo da tendência do mercado para os próximos dois anos no País.

Outro termôm.... Vivian Ito Leia mais em DCI 28/05/2015



IRB prepara oferta de ações estimada em até R$ 4 bilhões

O ressegurador IRB Brasil Re está selecionando os bancos que vão estruturar a sua abertura de capital que pode movimentar de R$ 3,5 bilhões a R$ 4 bilhões, apurou o Broadcast, serviço em tempo real da Agência Estado. Além dos seus acionistas Itaú Unibanco, Bradesco e Banco do Brasil, que devem coordenar a operação, outras duas instituições estrangeiras devem ser escolhidas nas próximas semanas para a definição do sindicato.

O objetivo é enviar o pedido de oferta pública inicial de ações (IPO, na sigla em inglês) à Comissão de Valores Mobiliários (CVM) em junho, logo após a conclusão da abertura de capital da Par Corretora, que tem exclusividade na venda de seguros nos canais da Caixa Econômica Federal. Ambas devem servir, segundo fontes, de termômetro para o IPO bilionário da Caixa Seguros, previsto para o terceiro trimestre deste ano.

A oferta do IRB deve ser primária, ou seja, o capital movimentado irá para o caixa da empresa. No entanto, ainda não foi batido o martelo quanto à possibilidade de parte da oferta ser secundária (neste caso, os recursos captados vão para os sócios). Parte dos sócios já teria escolhido por uma oferta somente primária, mas esse ponto ainda pode sofrer alteração, de acordo com a mesma fonte.

Isso porque especula-se no mercado a possibilidade de o Itaú Unibanco se desfazer de parte ou da totalidade de sua participação pelo fato de o investimento no IRB não ser foco de atuação da instituição. Desde o ano passado, o banco tem reduzido o risco da sua operação em seguros, focando somente nos negócios distribuídos no varejo bancário. O Itaú vendeu a carteira de grandes riscos em 2014 para a americana Ace e já sinalizou ao mercado que poderá se desfazer de outros ativos.

Privatização

A abertura de capital do IRB marca o último passo do seu processo de privatização. O movimento foi aprovado pelo conselho de desestatização da companhia e deveria ocorrer até 2018. No entanto, em entrevista à imprensa em 2013, o presidente do IRB, Leonardo Paixão, afirmou que pretendia preparar a empresa para o IPO até 2015, para poder aproveitar as janelas de mercado. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. Por Aline Bronzati | Estadão Leia mais em Yahoo 28/05/2015



DocuSign recebe aporte US$ 45 mi dos fundos de venture capital Dell Ventures e Intel Capital

A norte-americana DocuSign, empresa especializada no segmento de certificação digital, dona da marca DocYouSign no Brasil, anunciou nesta quarta-feira, 27, o recebimento de um aporte adicional de US$ 45 milhões, que será acrescentado à rodada de investimentos, Série F, de US$ 233 milhões, anunciada há duas semanas, a qual elevou seu valor de mercado para US$ 3 bilhões. A inversão de capital foi feita pela Dell Ventures e Intel Capital, braços de capital de risco da Dell e Intel.

Segundo a empresa, o montante total de US$ 278 milhões será aplicado na continuidade da expansão de sua Rede Global de Confiança, que dá suporte para que mais de 100 mil clientes e mais de 50 milhões de usuários em 188 países se tornem 100% digitais.

"Estamos animados com a oportunidade de ajudar a DocuSign a atingir o seu enorme potencial, conforme ela transforma a gestão de transações digitais em todo o mundo", disse Michael Dell, presidente e CEO da Dell, referindo-se a categoria de software conhecida como Digital Transaction Management (DTM), criada para gerenciar digitalmente transações com base em documentos de forma segura e protegida.

Já Rick Echevarria, vice-presidente do Grupo de Segurança da Intel, afirmou que ambas as empresas compartilham um foco na criação de plataformas confiáveis para alimentar o sucesso de seus clientes. "Nós vimos o valor da plataforma DocuSign, e estamos ansiosos para integrar as nossas ofertas para ajudar nossos clientes em todo o mundo a transacionar de forma segura qualquer coisa, a qualquer hora, em qualquer lugar, em dispositivos com processadores Intel", comentou.

A DocuSign já arrecadou mais de US$ 500 milhões até o momento junto a instituições financeiras e investidores estratégicos, incluindo Dell, Intel Capital, Google Ventures, Sapphire Ventures, VISA, Salesforce Ventures, Samsung Venture Investment Corporation, entre outros. Leia mais em TIInside 27/05/2015



Fortinet adquire empresa de virtualização de redes empresariais Wi-Fi por US$ 44 milhões

A fabricante de sistemas de segurança de rede Fortinet anunciou nesta quarta-feira, 27, que firmou acordo definitivo para adquirir a Meru Networks, fabricante de soluções de virtualização de redes empresariais Wi-Fi. A transação, que deve ser concluída no terceiro trimestre, está sujeita às condições habituais de fechamento.

Sob os termos do acordo, a Fortinet vai pagar, em dinheiro, US$ 1,63 por ação da Meru Networks, em uma transação avaliada em US$ 44 milhões. Em comunicado, a companhia afirma que a aquisição ampliará seu portfólio e expandirá sua oportunidade de prover soluções sem fio seguras e inteligentes ao mercado global de Wi-Fi, avaliado em US$ 5 bilhões.

"A aquisição da Meru Networks mapeia nossa visão geral de segurança em combinar forte segurança de rede com conectividade onipresente", disse Ken Xie, presidente e CEO da Fortinet. "Esperamos que o negócio acelere nossa inovação através da entrega de novas soluções e serviços para ajudar as empresas de todos os tamanhos implantar, gerenciar e proteger redes com fio e sem fio em uma era móvel", completou.

Fundada em 2002, a Meru Networks possui sede em Sunnyvale, na Califórnia, e tem mais de 300 funcionários em todo o mundo. No ano fiscal encerrado em dezembro de 2014, a companhia reportou receita de US$ 90,9 milhões. Leia mais em Tiinside 27/05/2015



Cade aprova aquisição da World Duty Free pela Dufry sem restrições

O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) aprovou sem restrições a aquisição da italiana World Duty Free pela suíça Dufry, segundo publicação no Diário Oficial da União desta quinta-feira.

A operação, que consiste na compra de 50,1 por cento da companhia pela Dufry e posterior oferta pelas ações remanescentes, foi anunciada no fim de março.

A Dufry disse na época que esperava levantar um total de 3,6 bilhões de euros para financiar a transação.

No Brasil, a WDF atua apenas por meio de lojas "duty-free" nos setores de embarque e desembarque internacional do Aeroporto Internacional de Belém, onde a Dufry possui apenas uma loja "duty paid", segundo documento do Cade. Reuters Leia mais em Bol.Uol 28/05/2015



HP adquire empresa de SDN ConteXtream

A compra dará a possibilidade de a HP ampliar sua atuação no ambiente de software para redes, especialmente no segmento de NFV

A HP anunciou nessa terça-feira (26/05) a compra da ConteXtream, uma provedora de redes definidas por software (SDN, na sigla em inglês) e virtualização de funções de rede (NFV, na sigla em inglês). O valor do acordo não foi revelado.

De acordo com comunicado oficial, a ConteXtream oferece soluções que permitem que fornecedores de soluções criem redes mais flexíveis e programáveis por meio de modelos SDN/NFV.

A aquisição dará a possibilidade de a HP ampliar sua atuação no ambiente de software para redes, especialmente no segmento de NFV. A ideia é que novas soluções sejam desenvolvidas para a plataforma OpenNFV da HP.

"Esta aquisição reforçará ainda mais a liderança da HP no crescente mercado de NFV, que alguns analistas esperam alcançar US$ 11 bilhões em 2018", disse o vice-presidente sênior e gerente-geral da divisão de NFV da HP Communications Solutions Business (CSB), Saar Gillai, no blog da empresa. “A plataforma de controle SDN da ConteXtream complementa as soluções HP OpenNFV e se alinha com a evolução NFV como uma arquitetura orientada para o código aberto. Com esta aquisição, a HP vai aumentar seu envolvimento e contribuir com capacidades importantes da ConteXtream para a comunidade OpenDaylight."

Quando a compra for encerrada por completo, a ConteXtream vai se tornar parte da divisão de Soluções de Comunicações de Negócios da HP. O atual CEO, presidente e cofundador da ConteXtream, Nachman Shelef, permanecerá liderando o negócio da startup dentro da HP e irá se reportar a Gillai. Leia mais em ITForum365 27/05/2015



27 maio 2015

Fundo soberano de Cingapura compra fatia da Rede D'Or por R$3,3 bi, dizem fontes

O fundo soberano de Cingapura (GIC) vai anunciar ainda nesta quarta-feira a compra de 16 por cento do maior grupo hospitalar privado do Brasil, Rede D'Or São Luiz pelo equivalente a cerca de 3,3 bilhões de reais, disseram à Reuters duas fontes a par do assunto.

A participação será comprada da família Moll, fundadora e maior acionista do grupo de hospitais, e do BTG Pactual, disse uma das duas fonte. As fontes pediram anonimato porque o assunto é sigiloso.

O movimento acontece um mês depois do gestor de fundos de private equity Carlyle aceitar pagar 1,75 bilhão de reais para virar sócio do Rede D'Or, na primeira grande transação no segmento no país desde que o governo federal permitiu no começo do ano a entrada de capital estrangeiro no setor hospitalar.

O acordo com o Carlyle envolveu um aumento de capital na companhia em troca de participação de 8 por cento no grupo.

Representantes da família Moll não puderam ser contatados. O BTG Pactual informou que não comentará o assunto. O Carlyle não comentou de imediato.

A Rede D'Or, que opera 27 hospitais em quatro Estados do país, teve receita no ano passado de 5,5 bilhões de reais e lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) de cerca de 930 milhões. (Por Guillermo Parra-Bernal e Aluisio Alves) Reuters Leia mais em Yahoo 27/05/2015

27 maio 2015



Investimento em start-ups móveis somou US$ 41 bilhões em 12 meses

Entre abril de 2014 e março de 2015, foram investidos US$ 41 bilhões em start-ups móveis ao redor do mundo, informa levantamento feito pela consultoria Digi-Capital. Dois segmentos concentraram praticamente a metade desse total: transporte e viagens, com empresas como Lyft e Uber; e comércio móvel. Os segmentos de marketing e publicidade móveis; serviços financeiros; comida e bebida; utilitários; estilo de vida; redes sociais; e wearable devices levantaram cada um mais de US$ 1 bilhão no mesmo período. Outros 14 segmentos identificados pela Digi-Capital completam a conta somando aportes menores.

No mesmo intervalo de tempo, fusões e aquisições no mundo de conteúdo móvel somaram US$ 70 bilhões. O segmento de mensagens liderou, em razão da compra do WhatsApp pelo Facebook. Em seguida vieram os segmentos de jogos; estilo de vida; redes sociais; comida e bebida; e utilitários, cada um com mais de US$ 5 bilhões.

Por fim, a Digi-Capital calculou que foram levantados aproximadamente US$ 20 bilhões com IPOs (abertura de capital) de empresas móveis no referido período de 12 meses, com uma concentração nos segmentos de redes sociais; estilo de vida; comida e bebida; e utilitários.

Bolha

Ao fim de março de 2015, as 79 empresas analisadas pela Digi-Capital estavam avaliadas em US$ 575 bilhões. A consultoria traz à tona a questão sobre a existência ou não de uma bolha no mercado de conteúdo móvel. Há empresas desse setor, tanto públicas quanto privadas, cujo valor de mercado supera em mais de 600% a sua performance financeira. A resposta da Digi-Capital fica em cima do muro: a consultoria entende que há algumas empresas que fogem da curva e que puxam a avaliação média para cima, enquanto há muitas outras subavaliadas. Entre as listadas em Bolsa, as mais superavaliadas estão nos segmentos de comércio móvel; redes sociais; mensageria; estilo de vida; jogos e comida e bebida. Entre as privadas, as mais superavaliadas estão nos segmentos de transporte e viagens; jogos; comércio móvel; e marketing e publicidade móveis. Leia mais em mobiletime 26/05/2015



Altice pagará 5,6 bilhões de euros à Oi e assumirá PT

A companhia francesa Altice pagará 5,6 bilhões de euros à brasileira Oi no dia 2 de junho para concluir a aquisição da PT Portugal, de acordo com o Jornal de Negócios. A partir dessa data, a Altice passará a deter o controle da operadora portuguesa.

A venda da PT Portugal foi avaliada em 7,4 bilhões de euros. Em um primeiro momento, a Altice só pagará 5,6 bilhões, pois os outros 500 milhões serão feitos em pagamento diferido, dependendo da performance futura da operadora.

Além disso, quase 1,3 bilhão de euros refere-se a ajuste do preço de compra, relacionado com questões como a reforma do quadro de trabalhadores da PT, afirmou a publicação.

A Altice também terá de vender duas operadoras de telecomunicações em Portugal (Cabovisão e Oni) para atender às restrições da Comissão Europeia, impostas quando o negócio foi fechado em abril. Segundo a mídia local, já há interessados em, pelo menos, uma das companhias e a Altice se reuniu informalmente com alguns candidatos. Fontes ouvidas pelo Jornal do Comércio e por outra publicação portuguesa (o jornal Económico), a Vodafone, um fundo de private equity e operadoras internacionais e portuguesas já falaram com a companhia francesa, apesar de nenhum anúncio oficial ter sido feito até agora.

O Jornal de Negócios ressaltou, entretanto, que a venda desses ativos não precisa ser concluída no começo de junho para que a Altice avance com a compra da PT Portugal. De acordo com o Económico, advogados da Oi estão em contato com a PT para acertar detalhes da operação, como, por exemplo, o destino do fundo de pensões. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.Por Lucas Hirata | Estadão Leia mais em Yahoo 26/05/2015



Oculus VR compra empresa que transporta mundo real para o virtual

Criadora de mapeamento tridimensional, Surreal Vision surgiu de pesquisa.
Óculos de realidade aumentada tem previsão de chegar em 2016.

A Oculus Research, que desenvolve o óculos de realidade aumentada Oculus Rift, anunciou nesta terça-feira (26) a compra da Surreal Vision. O negócio da empresa adquirida sinaliza o que pode estar por vir: ela faz mapeamentos tridimensionais, de modo que lugares reais passem a existir em um mundo virtual.

“A reconstrução de lugares interessantes irão permitir uma novo nível de presença e telepresença, liberando você para se mover pelo mundo real e interagir com objetos reais dentro de uma realidade aumentada”, informou a Oculus.

Depois de ser adquirida pelo Facebook em março de 2014 por US$ 2 bilhões, a Oculus fez outras compras, além da Surreal Vision. Uma delas é a Nimble VR, que desenvolve o rastreamento de movimentos. Outra aquisição foi a incorporação da equipe responsável pela criação do controle do Xbox 360 e do Kinect.

A Surreal nasceu a partir dos projetos de três PhD do Imperial College, de Londres: Richard Newcombe, Renato Salas-Moreno e Steven Lovegrove. O trio vai se mudar para Redmond, a fim de se juntar à equipe da Oculus.

As tecnologias criadas por eles fazem com que os óculos sejam usados para ver objetos que serão reconstruídas automaticamente em realidade virtual. Um vídeo publicado pelo Imperial College mostra o funcionamento do sistema (Veja aqui).

Os valores envolvidos na negociação não foram anunciados. Atualmente, a companhia trabalha na versão final do Oculus Rift. O primeiro modelo comercial dos óculos de realidade aumentada tem previsão de começar a ser vendido no primeiro trimestre de 2016. Leia mais em G1.globo 26/05/2015



Samsung anuncia fusão de suas subsidiárias de moda e construções

A Samsung anunciou nesta terça-feira, 26, que vai promover a fusão de suas duas principais filiais: a Cheil Industries, especializada nas áreas de moda, resorts e construção, e a Samsung C&T, focada em comércio e construção, na medida em que se reestrutura em preparação à transferência de poder do presidente do grupo Lee Kun-Hee ao seu filho, J.Y Lee.

Conforme os termos do acordo, aprovado pelos conselhos de ambas as empresas, a Cheil Industries irá oferecer US$ 0,35 por cada ação da Samsung C&T, totalizando US$ 8 bilhões. A empresa resultante da fusão manterá o nome Samsung C&T e terá como meta atingir vendas anuais de 60 trilhões de wons (US$ 54,6 bilhões) em 2020. A transação, que deve ser concluída em setembro, está sujeita à aprovação de acionistas.

"As duas empresas esperam criar sinergia através da combinação de seus negócios de construção, enquanto a rede global da Samsung C&T vai ajudar a desenvolver novas oportunidades no exterior aos negócios de moda e resorts da Cheil" informou a Samsung em um comunicado. Com informações de agências de notícias internacionais. Leia mais em Tiinside 26/05/2015