22 abril 2017

Bossa Nova investe em startups

Empresa aposta em startups que já receberam investimento-anjo, mas que ainda não estão prontas para uma rodada de fundos de investimento

Dando continuidade à sua estratégia de expansão, a Bossa Nova Investimentos, empresa de investimento liderada pelos empresários Pierre Schurmann e João Kepler, anuncia o aporte em nove startups. Com mais de 150 no portfólio, a projeção é atingir um número acima de mil aportes até meados de 2020. O investimento costuma ficar entre R$ 100 mil e R$ 800 mil, em uma faixa de aplicação classificada como Micro Venture Capital, ou Micro VC.

Segundo João Kepler, o alto número de investimentos já realizados no Brasil e Estados Unidos comprova o desenvolvimento de um portfólio sólido e com grande potencial de retorno. “Buscamos nos tornar referência como a maior e mais qualificada empresa de investimento-anjo no Brasil. Estamos conseguindo apresentar ao mercado investidores anjos qualificados que estão aguardando bons negócios para investir e contribuir”, assinala Kepler.

Para Pierre Schurmann, além de capital, a Bossa Nova agrega experiência e oferece mentoria para alavancar os negócios das startups para futuramente alcançar grandes ‘exits’. “Estamos criando um ecossistema formado por nossas investidas que têm agregado valor prático aos co-fundadores.
Através de um tripé baseado em negócios, conhecimento e relacionamento, trazemos “smart money” para as startups.  E isso, no estágio atual, pode valer até mais do que o capital que aportamos” afirma Schurmann.

Estas são as tartups que fazem parte do portfólio da Bossa Nova Investimentos:

QueroQuitar (www.queroquitar.com.br): empresa que tem o propósito de ajudar as pessoas a resolver suas pendências financeiras, desenvolvendo um ambiente online amigável que preserve a relação das empresas com seus consumidores.

Pet Booking (www.petbooking.com.br): e-marketplace que tem como objetivo fornecer soluções tecnológicas para facilitar o dia a dia de empresas prestadoras de serviços do segmento Pet, tornando mais fácil o agendamento de serviços de banho, tosa, consultas veterinárias, hoteizinhos, creches, passeadores, entre outros.

Total Voice (www.totalvoice.com.br): permite que empresas possam colocar ligações, SMS e mensagens de voz diretamente dentro de suas soluções. Entre a lista de clientes, estão empresas como Havan, Exact Sales e Sebrae.

Pluga.co (pluga.co): plataforma que permite integrações entre ferramentas e serviços web, sem escrever uma linha de código. O usuário pode conectar as ferramentas que já usa (ou tem interesse em usar), criando uma comunicação inteligente entre elas.

Automobi (automobi.com.br): plataforma que ajuda os proprietários de veículos a manter a saúde do carro em dia. Através de algoritmos, consegue entender as necessidades dos usuários e conectá-los as mais de 100 mil oficinas e concessionárias em todo o Brasil.

VegPet (www.vegpet.com.br): pet shop online que se preocupa com a qualidade de vida dos pets e a sustentabilidade do planeta. Oferece no portfólio alimentos 100% vegetais, produtos não testados em animais, biodegradáveis e de qualidade premium.

Foodster (foodster.io): aplicativo que facilita a entrega de comida utilizando o conceito pessoa-a-pessoa. O pedido é entregue por “pessoas comuns” e o usuário pode acompanhar todos os movimentos em tempo real a partir do aplicativo.

KlipBox (www.klipbox.com.br): plataforma de monitoramento de notícias online que ajuda empresas a se manterem atualizadas. O sistema monitora notícias em mais de 30 mil veículos nacionais e internacionais, disponibilizando conteúdo em português, espanhol e inglês.

Digital Influencers (www.digitalinfluencers.com.br): plataforma pensada para Digital Influencers e para marcas que desejam fazer parcerias com essas pessoas. A ferramenta disponibiliza os melhores influenciadores, acompanha o andamento das campanhas e melhora os resultados.

Sobre a Bossa Nova Investimentos A Bossa Nova Investimentos é uma empresa de investimento semente liderada pelos empresários Pierre Schurmann e João Kepler, que soma mais de 150 startups investidas em seu portfólio. A Bossa Nova realizou mais de 40 investimentos diretos em startups no Brasil e nos Estados Unidos em 2016 e anunciou recentemente a inauguração de sua nova operação em Miami. Leia mais em próxima 20/04/2017

22 abril 2017



21 abril 2017

Empresário brasileiro compra grupo de autocarros Vimeca

Francisco Feitosa é dono da Vega, parceira da Barraqueiro em Manaus. Agora, vai dominar empresa da zona de Lisboa.

O grupo Vimeca, que todos os dias transporta passageiros de autocarro nos concelhos de Cascais, Oeiras, Sintra, Lisboa e Amadora, vai ser vendido a um empresário brasileiro, Francisco Feitosa. Este, de acordo com a Autoridade da Concorrência, que está a analisar a operação de aquisição, é o dono do grupo de transporte rodoviário de passageiros Vega, que opera em Fortaleza, Brasil. Com a compra da Vimeca, Francisco Feitosa internacionaliza os seus negócios, depois de ter fundado a Vega em 2002.

Actualmente, de acordo com o site da empresa, a Vega é a maior empresa do sector em Fortaleza, com uma frota de 320 veículos. Já a Vimeca foi criada em 1931 (chamava-se Viação Mecânica de Carnaxide e fazia a ligação entre Carnaxide e Oeiras com recurso a uma carroça) e hoje detém 232 autocarros que fazem 83 carreiras regulares, transportando uma média de 173 mil pessoas por dia.

A empresa tem procurado expandir as suas actividades, e a estratégia incluiu uma parceria com o grupo português Barraqueiro, de Humberto Pedrosa (accionista da TAP ao lado de Neeleman, dono da empresa de aviação brasileira Azul). Em 2011, a Barraqueiro iniciou o seu processo de internacionalização com a compra de uma empresa de transporte rodoviário de passageiros em Manaus, em associação com a Vega. No passado, a Barraqueiro adquiriu empresas rodoviárias em Fortaleza, onde se quer expandir por via do metro ligeiro.

O valor da venda da Vimeca não é conhecido, mas representa o desinvestimento do sector dos transportes por parte do grupo Imorey. Claramente mais orientado para os negócios do imobiliário e hotelaria, o grupo é o dono da rede de hotéis Fénix e de empresas como a Brasilurban, Imoandorra e Go – participações e empreendimentos imobiliários.

De acordo com uma notícia do Jornal de Negócios de 2014, a Imorey tem como accionistas empresários que emigraram para o Brasil e que regressaram depois para Portugal ao país de origem. No caso dos hotéis Fénix, este projecto teve início em 1986, e a maior parte das unidades foram compradas e depois assimiladas ao grupo (entre oito, só dois foram edificados de raiz). O PÚBLICO tentou contactar o grupo Imorey, a Vimeca e a Vega, mas não foi possível obter reacções.

A entrada de um novo investidor estrangeiro no sector do transporte rodoviário de passageiros surge após a tentativa frustrada dos mexicanos da ADO/Avanza. Através de Espanha, onde detém a Avanza, o grupo ADO ganhou a subconcessão da Carris e Metro de Lisboa após um concurso lançado pelo anterior governo PSD/CDS. No entanto, o actual executivo, e no meio de pressões da CGTP, do PCP e do Bloco de Esquerda, reverteu a decisão e hoje a Carris é gerida pela Câmara de Lisboa. O mesmo aconteceu, aliás, com a Transdev, que tinha ganho o concurso de exploração da Metro do Porto, e com a Alsa, que ficara com a STCP. A anulação das subconcessões foi contestada judicialmente. Por parte do Governo, está fora de causa o pagamento de indemnizações, mas este já admitiu discutir o pagamento das despesas que os privados tiveram com a preparação para os concursos em causa.Luís Villalobos Leia mais em publico.pt 20/04/2017
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Chiquinho Feitosa compra empresa em Lisboa

O empresário cearense Chiquinho Feitosa comprou uma empresa de ônibus em Portugal, a Vimeca. A empresa de transportes opera na região da Grande Lisboa.

A Autoridade de Concorrência (AdC), o órgão antitruste português, informou em nota que Chiquinho “não dispõe de qualquer actividade em Portugal”.

No Brasil, Chiquinho é sócio do empresário lusitano Humberto Pedrosa (Grupo Barraqueiro) em empresa de ônibus em Manaus (AM). Pedrosa, por sua vez, é sócio de David Neeleman (Azul Linhas Aéreas) na companhia aérea TAP.

A empresa comprada por Chiquinho foi fundada em 1931. Em 1995 passou a atuar na Grande Lisboa quando assumiu o controle da Rodoviária de Lisboa.

Chiquinho é o dono da empresa Vega, concessionária de linhas de ônibus em Fortaleza. Nesta semana, a Vega perdeu pelo menos dois coletivos na série de ataques promovidos por criminosos.

O empresário é primeiro suplente do senador Tasso Jereissati (PSDB) e cunhado do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes. Leia mais em povo 22/04/2017

21 abril 2017



IPO do Carrefour pode chegar a US$ 1,250 bi e deve ocorrer no fim do ano

A oferta inicial de ações (IPO, na sigla em inglês) da operação brasileira do Carrefour será de até US$ 1,25 bilhão. A expectativa é de que a transação fique para a última janela (...) Leia mais em Coluna do Broad.estadao 21/04/2017



20 abril 2017

Unilever acerta compra de Sir Kensington’s após rejeitar Kraft

Empresa de alimentos produz ketchup natural e sem organismos geneticamente modificados e maionese sem ovo

A Unilever, que rejeitou uma proposta de aquisição de US$ 143 bilhões da Kraft Heinz no início do ano, aposta nos condimentos para dar nova vida aos seus negócios.

A gigante de produtos domésticos, cujo portfólio engloba a maionese Hellmann’s e o sorvete Ben & Jerry’s, fechou a compra da Sir Kensington’s, uma jovem empresa de alimentos que produz ketchup natural e sem organismos geneticamente modificados e maionese sem ovo. O valor pago foi de cerca de US$ 140 milhões, segundo uma pessoa com conhecimento da transação.

A empresa europeia adquiriu outras marcas jovens no passado para renovar sua imagem e entrar em mercados de crescimento mais acelerado.

No ano passado, o conglomerado adquiriu a Seventh Generation, uma fabricante de produtos de limpeza naturais e com consciência ambiental com sede em Vermont, nos EUA.

O acordo foi anunciado cerca de dois meses depois que a Unilever adquiriu a Dollar Shave Club, uma empresa de entregas de itens de higiene pessoal por assinatura que é popular entre os membros da geração Y.

Com o último negócio, a Unilever espera reforçar sua reputação em termos de produtos sustentáveis. A maionese vegana da Sir Kensington’s é feita de aquafaba, um ingrediente que faz sucesso entre os consumidores que estão optando por alimentos ecologicamente corretos.

“A missão deles de trazer ‘integridade e charme a alimentos comuns e ignorados’ está em linha com o Plano de Sustentabilidade da Unilever”, disse Kees Kruythoff, presidente da divisão norte-americana da empresa.

A maionese sem ovos ainda corresponde a um pequeno segmento do mercado de maionese dos EUA, de US$ 1,4 bilhão, mas está se expandindo rapidamente. No ano passado, as vendas aumentaram 20 por cento, para US$ 20,6 milhões, segundo a Nielsen.

O CEO da Unilever, Paul Polman, anunciou uma reformulação da companhia neste mês após a rejeição à tentativa de aquisição da Kraft Heinz. Como parte da reformulação, a Unilever está colocando seu negócio de margarinas à venda e tentando ampliar os retornos dos acionistas por meio de recompras e de metas de rentabilidade maiores. Polman reconheceu que foi pego de surpresa pela abordagem da Kraft Heinz, que é controlada pela firma de private equity 3G Capital e pela Berkshire Hathaway de Warren Buffett.

Peso da queda

A Unilever enfrenta uma desaceleração mais ampla que tem pesado sobre gigantes dos setores de alimentos e de produtos de consumo em ambos os lados do Atlântico. Em uma tentativa de acumular US$ 3 bilhões em vendas nos próximos 10 anos, a empresa está expandindo a distribuição de seus produtos em grandes cidades, inclusive na cidade natal da Sir Kensington’s, Nova York.

A Sir Kensington’s, que foi fundada em 2010, vende seus produtos em estabelecimentos da Whole Foods Market e de outras redes de varejo. Para a Unilever, a aquisição significa possuir uma concorrente da Hampton Creek, a empresa de maionese sem ovos que a Unilever processou pela rotulação de seu produto Just Mayo.

A transação deverá ser concluída nas próximas semanas e os cofundadores da Sir Kensington, Mark Ramadan e Scott Norton, permanecerão na empresa. Por Olivia Zaleski e Craig Giammona, da Bloomberg Leia mais em exame 20/04/2017

20 abril 2017



GE aumenta aposta em impressão 3-D após realizar aquisições

A General Electric sacudiu o mercado de impressoras 3-D no ano passado, quando investiu mais de US$ 1 bilhão para adquirir duas empresas.

E isso pode ser apenas o começo. A gigante da fabricação avalia realizar mais compras para ... - Leia mais em bol.uol 20/04/2017



Aquisição de empresa pet pode ser a maior já registrada no setor de e-commerce

Gigante americana varejista PetSmart oferece US$ 3,5 bilhões pelo e-commerce de alimentos Chewy. O valor é superior ao pago pelo Walmart pela Jet.com

Se você nunca ouviu falar da Chewy, você provavelmente não está sozinho. Mas a PetSmart, gigante varejista americana, viu no e-commerce focado em alimentos para pets um imenso valor. Viu, aliás, um valor tão alto que deve superar todas as aquisições já realizadas no setor de e-commerce. Segundo o site Recode, a PetSmart irá adquirir a Chewy por US$ 3,5 bilhões.

O acordo impressiona. É um valor superior, por exemplo, àquele pago pelo Walmart na compra da Jet.com no ano passado ou ao que o Facebook ofereceu pelo Snapchat (US$ 3 bilhões) em 2013, mas não bateu o martelo. As duas empresas envolvidas nesta aquisição, porém, são relevantes e proeminentes no setor de pets.

Com mais de 1,5 mil lojas, a PetSmart teve seu controle acionário vendido por US$ 8,7 bilhões há pouco mais de dois anos. Já a Chewy tem registrado um crescimento extremamente significativo. Só no ano passado, a companhia teve receita de US$ 900 milhões. Embora ainda sem lucro, espera atingir US$ 2 bilhões de receita neste ano, segundo o Los Angeles Times. A Chewy era, ao menos até esta aquisição da PetSmart, uma candidata a abrir .. Leia mais em epocanegocios 20/04/2017



Health Invest busca aquisições mesmo após assumir hospital com dívida

Após a compra do hospital Vera Cruz, em Belo Horizonte, a Health Invest tem outros três ativos em processo de due diligence, que é uma auditoria prévia à aquisição.

Com o investimento, a rede comandada por fundadores e dissidentes da Oncoclínica embarca em uma consolidação de hospitais regionais mirando ativos – muitas vezes de gestão familiar e imersos em dívidas – que possam se valorizar após ajustes de gestão e redução de custos.

As novas compras ajudariam a aumentar a geração de caixa e reduzir o alto endividamento. Ao ser comprado no final de 2016, o Vera Cruz tinha uma dívida estimada em mais de R$ 80 milhões, cerca de 10 vezes o que a companhia foi capaz de gerar em Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) em um ano. Coluna do Broad  Leia mais em capitolioconsulting 20/04/2017



19 abril 2017

Operações de fusão e aquisição na AL devem crescer 11% no 1º semestre

As transações de fusões e aquisições devem subir 11% na América Latina no primeiro semestre deste ano, segundo dados do Intralinks Deal Flow Predictor. O número supera a média glo (...) Leia mais Coluna do Broad 19/04/2017

19 abril 2017



Sem Dilma, leilão deve trazer torrente de dinheiro

Setor de energia espera bilhões para a construção, operação e manutenção de 7.400 km de linhas de transmissão

É alta a expectativa do mercado quanto ao leilão de 7.400 quilômetros de linhas de transmissão no próximo dia 24. O governo preparou uma maratona na Bovespa, que deve ser iniciada às 8h00, duas horas antes do habitual.

Ao longo do dia, serão colocadas à venda 35 lotes de linhas de transmissão em 20 estados, incluindo Rio, São Paulo, Minas Gerais, Paraná e Bahia.

Espera-se que o leilão negocie ao menos 90% do ofertado, como aconteceu no último evento do tipo, em 2016. Segundo o governo, isso significa R$ 13,1 bilhões em investimentos.

Trata-se de um panorama bem diferente dos tempos de Dilma Rousseff. No último leilão elétrico da administração petista, foram vendidas só 40% das linhas.  Por Ernesto Neves Leia mais em radaronline.veja 19/04/2017



Viacom compra parte majoritária de ‘Porta dos Fundos’.

A Viacom International Media Networks (VIMN), divisão da Viacom Inc. (NASDAQ: VIAB, VIA), anunciou hoje um acordo definitivo para a aquisição de parte majoritária do coletivo de humor ‘Porta dos Fundos’. A aquisição incorpora uma das maiores produtoras brasileira de conteúdo de comédia da internet e o mais influente canal de YouTube do mundo – de acordo com o ranking Zefr* – ao portfólio da Viacom, expandindo a atuação da companhia na América Latina e ampliando ainda mais sua base de criação de conteúdo.

‘Porta dos Fundos’, fundado por Antonio Tabet, Fábio Porchat, Gregório Duvivier, João Vicente de Castro e Ian SBF, em 2012, é uma companhia de produção de conteúdo audiovisual líder no Brasil, conhecida pela criação de vídeos curtos de comédia em formato de esquetes e conteúdos para televisão. O canal do grupo no YouTube, operado e gerenciado pela companhia, está hoje no ranking dos dez principais canais de entretenimento do mundo** – atualmente com mais de 13 milhões de inscritos. Recentemente, o canal ultrapassou a marca de 3 bilhões de visualizações, tornando-se o quinto produtor de conteúdo brasileiro mais visto na história do YouTube**. A combinação de ‘Porta dos Fundos’ com os consagrados canais de TV por assinatura da VIMN – que incluem Comedy Central, MTV, Nickelodeon e Paramount Channel – fortalece ainda mais a presença da companhia no Brasil.

Pierluigi Gazzolo, Presidente da VIMN Américas, que irá supervisionar o negócio, comenta: “À medida que continuamos aumentando escala na região da América Latina, nosso investimento para a aquisição do ‘Porta dos Fundos’ reforça nosso compromisso com o mercado brasileiro e amplia nossa capacidade de criar conteúdo inovador, muitas vezes já nascidos em plataformas digitais, que irão complementar os recursos e as marcas da Viacom já existentes”. “O talento e a criatividade mostrados pelos membros fundadores do ‘Porta dos Fundos’ na construção dessa marca são impressionantes e estamos muito animados para unir forças e expandir a presença do grupo fora do Brasil, por meio de nossa rede de marcas de sucesso ao redor do mundo. Acreditamos fortemente que a propriedade de conteúdo é um fator chave para o sucesso e estamos muito felizes em adicionar essa nova dimensão ao nosso portfólio”, completa.

“A parceria com a VIMN não poderia nos deixar mais felizes. A sociedade é um grande passo para o grupo se expandir no mercado internacional, com novas oportunidades globais para o nosso portfólio tanto online como offline. Além disso, o acordo prevê uma distribuição excepcional de nossos conteúdos”, diz Tereza Gonzalez, CEO de Porta do Fundos.

O time de fundadores do ‘Porta dos Fundos’ construiu um poderoso legado na comédia brasileira com conteúdos inovadores e uma tremenda visão criativa que seguirá guiando o crescimento do grupo e incrementando cada vez mais a parceria com a VIMN. Com essa aquisição, VIMN e Porta dos Fundos irão cocriar várias novas produções em um esforço contínuo para fortalecer a veia criativa na produção de conteúdo original para as marcas em plataformas lineares e não lineares. Devido ao longo histórico da VIMN no gênero de comédia com Comedy Central – uma das principais marcas da companhia no mundo – essa parceria é um excelente complemento e irá proporcionar incontáveis oportunidades nessa área. As duas empresas já trabalharam juntas na coprodução de ‘Portátil’, série de cinco episódios sobre os bastidores da peça de teatro homônima de ‘Porta dos Fundos’, exibida no Brasil pelo Comedy Central em 2016.

Essa aquisição é mais um marco na longa e bem sucedida trajetória de investimentos da Viacom no Brasil, que começou com o lançamento da MTV, em 1990. O portfólio da Viacom no mercado brasileiro atualmente inclui sete marcas de canais de TV por assinatura, como Comedy Central, Paramount Channel, VH1, Nickelodeon, Nick Jr, entre outras; um conjunto de aplicativos móveis de TV on demand; múltiplos eventos e experiências, como ‘Meus Prêmios Nick’ e ‘Dia de Brincar’, da Nickelodeon; e uma extensa oferta de produtos de consumo licenciados. A VIMN mantém um escritório local em São Paulo desde 1998. Com a recente aquisição do maior canal de TV aberta da Argentina – a Telefe – somado ao robusto portfólio de redes de TV por assinatura e, agora, com a aquisição de ‘Porta dos Fundos’, a VIMN expande ainda mais a presença em todas as formas de distribuição midiáticas e plataformas de criação de conteúdo.

Os ativos do ‘Porta dos Fundos’ incluem, além do canal principal, uma série de outros canais no YouTube, o site portadosfundos.com.br, uma extensa biblioteca de vídeos de curto formato, diversas séries de TV, muitos aplicativos móveis, games e uma linha de produtos licenciados.

Sob os termos da transação, a VIMN tem a opção de aumentar sua posição de proprietária do ‘Porta dos Fundos’ no futuro. Leia mais em vistolivre 19/04/2017
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Os milhões de reais que o Porta dos Fundos faturou na venda

Os cinco sócios cariocas terão 49% do negócio. Os americanos da Viacom, 51%

Lançado em 2012, o site de humor Porta dos Fundos foi comprado pela americana Viacom, dos canais MTV e Nickelodeon, depois de uma negociação de meses.

O grupo não confirma, mas o valor do negócio é estimado em mais de 60 milhões de reais.

No acerto, os sócios cariocas Antonio Tabet, Fábio Porchat, Gregório Duvivier, João Vicente de Castro e Ian SBF ficam com 49%, e a Viacom, com 51%. Luciano Huck, sócio minoritário, vendeu sua parte.

A ideia é internacionalizar a marca. Com 50 funcionários, o grupo passará a produzir mais vídeos – hoje, são três por semana. “Teremos a mesma liberdade de antes na criação”, garante um dos sócios. Leia mais em veja 22/04/2017



ABS compra 100% da In Vitro Brasil

Multinacional concluiu a aquisição de 49% da empresa de biotecnologia por R$ 45 milhões

A partir deste mês de abril, a ABS Global passa a controlar 100% das ações da In Vitro Brasil. Desde 2015, a multinacional americana já possuía a maioria dos títulos (51%) da empresa focada em produção  IN VITRO de embriões bovinos. A negociação dos outros 49% era esperada para 2018, mas foi antecipada e concluída no dia 31 de março e anunciada nesta terça-feira, 18 de abril.

"Estamos muito felizes com esse anúncio. Essa ação vai nos permitir ampliar ainda mais o que fizemos nestes primeiros dois anos de integração das empresas, quando consolidamos nossos valores de pioneirismo e inovação, oferecendo para o mercado mundial mais e melhores opções de melhoramento genético", comemorou o diretor da ABS no Brasil, Márcio Nery, fazendo referência ao lançamento do ABS NEO, que foi o primeiro produto fruto da parceria. O valor total do investimento nos 49% das ações foi de cerca R$ 45 milhões.  Em fevereiro de 2015, o grupo Genus investiu R$ 20 milhões em 51%.

A ABS Global é uma multinacional de genética bovina, serviços de reprodução e tecnologia de inseminação artificial, com atuação em mais de 70 países. Já a IVB é uma empresa de biotecnologia  focada em produção de embriões bovinos por fertilização in vitro (FIV). Sediada no Brasil, a companhia opera em 17 países, incluindo Estados Unidos, Colômbia, México, Moçambique e Rússia.

Para Ricardo Campos, diretor da ABS na América Latina, a incorporação da IVB tem sido um pilar no crescimento da ABS no ano passado. "Fomos capazes de construir uma proposta de valor baseada na melhoria genética em combinação com os nossos serviços e programas. Esta aquisição nos permitirá acelerar nossos planos de expansão no uso de tecnologia de fertilização in vitro para outros países",completa.

Uma expansão que já começou desde a primeira etapa e negociações. Em junho do ano passado, por exemplo, foi inaugurado o laboratório da IVB no México, possibilitando a entrada de um novo produto no portfólio da ABS no país: o IVB Neo. "Nos possibilitou inovar, aumentando a nossa oferta de soluções genéticas ao mercado. Em um futuro próximo, a Fertilização In Vitro de embriões será uma ferramenta essencial para a reprodução bovina", avalia Luis Gonzalez Martinez, responsável pela ABS no México.

José Henrique F. Pontes, fundador da IVB e  vai continuar dirigindo a empresa dentro da ABS. "Tem sido uma oportunidade excelente pra  trabalhar aprender com a experiência da ABS em diferentes países. A sinergia tem sido muito grande e já está gerando frutos em locais e mercados antes não atingidos pela IVB. Já conquistamos em um resultado maior que o esperado , fato que levou à antecipação do negócio final, previsto para o ano que vem", comenta.

A central da ABS no Brasil está localizada em Uberaba, no estado de Minas Gerais. O local está passando por reformas e deve se tornar a sede oficial da IVB também a partir do segundo semestre. Leia mais em portada 19/04/2017



Governo abre caminho para venda de fatia da Odebrecht no Galeão a chineses

Pedido de reestruturação do pagamento da outorga da Riogaleão deve ser aprovado na próxima semana; chinesa HNA pode pagar entre R$ 3,5 bi e R$ 4 bi pelo negócio

O governo federal deverá aprovar na próxima semana o pedido de reestruturação do fluxo de pagamento da outorga da Riogaleão. A medida abre caminho para a compra da participação da Odebrecht no aeroporto carioca pelo grupo chinês HNA, que virou acionista da Azul Linhas Aéreas em 2015. O negócio – que dependia de uma revisão dos pagamentos anuais – está avaliado entre R$ 3,5 bilhões e R$ 4 bilhões.

Fontes em Brasília afirmaram ao Estado que a aprovação da proposta de reperfilamento da outorga está sendo formalizada na Secretaria de Aviação Civil, do Ministério dos Transportes. No início do mês, depois da publicação das novas regras para renegociação das outorgas, a concessionária apresentou ao governo federal uma alternativa para continuar administrando o aeroporto e ficar em dia com a União.

Com a queda na demanda, decorrente da recessão econômica que assola o Brasil, as receitas do grupo – formado por Odebrecht Transport, a operadora Changi, de Cingapura, e Infraero – ficaram aquém do esperado, dificultando o depósito das outorgas dentro do prazo. No leilão de concessão, ocorrido em 2013, a concessionária aceitou pagar R$ 19 bilhões em 25 parcelas anuais durante a vigência do contrato.

Agora, pela proposta de reperfilamento da dívida apresentada ao governo, a Riogaleão se propõe a pagar as parcelas de 2016 (atrasadas) e 2017 e antecipar os pagamentos de 2018, 2019 e 2020. Isso representará um reforço de R$ 4,5 bilhões aos cofres públicos. A quitação dos valores em atraso, de R$ 915 milhões, deverá ser feita entre terça e quinta-feira. Para isso, os sócios da Riogaleão estiveram reunidos ontem em Brasília para aprovar o aumento de capital no mesmo valor. Cada sócio fará o aporte conforme sua participação.

Isso significa que Odebrecht – que vive uma das piores crises da sua história e tem vendido vários ativos para honrar seus compromissos – terá de aportar quase R$ 300 milhões; a Changi, outros R$ 180 milhões; e a Infraero, quase R$ 450 milhões.

Carência. Inicialmente, a outorga de 2017 seria quitada em maio e a antecipação dos próximos três anos, em dezembro. Mas poderá haver mudança nas datas durante a aprovação do pedido de reperfilamento na Secretaria de Aviação Civil. Após esses pagamentos, a concessionária teria um período de carência para voltar a depositar as outorgas, que pode chegar a cinco anos.

A reestruturação proposta pela concessionária conta, no entanto, com a entrada de um novo sócio para fazer os pagamentos necessários. Da mesma forma, as negociações para a venda da fatia da Odebrecht dependiam da revisão das outorgas para irem adiante.

Hoje, a chinesa HNA tem exclusividade nas negociações referente à fatia da Odebrecht. A empresa está fazendo due diligence nos ativos do aeroporto para fazer uma proposta firme. Mas, segundo fontes próximas às negociações, o grupo asiático tem até o fim de maio para concluir o processo.
Antes da HNA, a Changi cogitou comprar a parte da Odebrecht no Galeão. Na época, a empresa também esbarrou na questão dos pesados pagamentos de outorgas que a concessionária tinha de fazer ano a ano.

BNDES. A aprovação do reperfilamento também deve ajudar nas negociações com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Em outubro de 2014, o BNDES aprovou empréstimo-ponte de R$ 1,1 bilhão para a concessionária. O crédito, que venceria em junho do ano passado, foi prorrogado para abril e, em seguida, para junho deste ano. O problema é que até agora não saiu o empréstimo de longo prazo, de R$ 1,6 bilhão, para quitar esse valor e fazer frente a outros investimentos já realizados (no total, a concessionária já investiu R$ 2 bilhões no aeroporto). Renée Pereira , O Estado de S.Paulo Leia mais em estadão 14/04/2017