04 março 2015

Governo britânico vende participação no Eurostar, cujo trem passa no Canal da Mancha

O governo britânico chegou a um acordo para vender toda sua participação na companhia ferroviária Eurostar, que une Londres a Paris e Bruxelas, anunciou nesta quarta-feira o Departamento do Tesouro em comunicado.

O valor total da venda será de ú757,1 milhões (EUR1 bilhão, ou $1,16 milhão) e faz parte de um plano de privatizações de ú20 bilhões para reduzir a dívida britânica.

O CDPQ, fundo canadense voltado a investimentos institucionais, e o fundo britânico Hermes Infrastructure ficarão com 40% do capital da Eurostar a cargo de Londres (ú585,1 milhões de libras), enquanto o Eurostar deterá as ações preferenciais (ú172 milhões).

As companhias ferroviárias públicas da França (SNCF), que têm 55% do capital na Eurostar, e da Bélgica (SNCB) ainda têm a possibilidade de comprar os 40% britânicos se pagarem cerca de 15% a mais do que o preço acordado, como informado no comunicado. AFP  Leia mais em Bol.Uol 04/03/2016

04 março 2015



Fundos veem mais negócios no país

O momento econômico ruim no país e a carência de fontes alternativas de financiamento ampliaram as oportunidades de negócio para os fundos de private equity, que investem em participações em empresas. A palavra de ordem entre os gestores, contudo, é “paciência” diante do risco de uma eventual desvalorização cambial, que afeta o retorno em dólar dos fundos.

No ano passado, muitas empresas decidiram aguardar a definição do processo eleitoral e a redução da incerteza, o que diminuiu o fluxo de negócios. “Com a percepção de que o mercado de capitais permanecerá fechado por um período maior, companhias que antes não se aproximavam de fundos agora nos procuram”, diz Fernando Borges, corresponsável pelo escritório do Carlyle no Brasil.

A piora na percepção dos investidores sobre o país ainda não veio acompanhada de uma redução no valor das empresas, segundo Borges. “Existem mais companhias de boa qualidade dispostas a negociar, mas os ativos infelizmente não estão baratos”, afirma. Como os valores das empresas fechadas na maior parte dos casos não acompanharam a desvalorização das companhias abertas, o Carlyle avalia oportunidades de investimento em empresas listadas na bolsa, segundo Borges. O negócio mais recente desse tipo, conhecido pela sigla em inglês “Pipe”, foi a compra do controle da Abril Educação pela Tarpon Investimentos.

No ano passado, os fundos de private equity captaram o volume recorde de US$ 10,4 bilhões para investir na América Latina, dos quais pouco mais da metade destinados exclusivamente ao Brasil. A aplicação desses recursos, porém, deve levar mais tempo, segundo Patrice Etlin, principal executivo da americana Advent no Brasil. “Alguns gestores erraram ao investir muito rápido os recursos de fundos anteriores”, afirma.

Os gestores que captaram entre 2010 e 2011 e realizaram a maior parte dos investimentos nesse período sofreram com a desvalorização cambial. Como os grandes gestores captam a maior parte dos recursos no exterior, precisam entregar retorno em dólar para os investidores.

Para o executivo da Advent, que, no auge da euforia dos investidores afirmou que o Brasil estava “caro”, o momento macroeconômico desfavorável representa uma oportunidade de investimento no país. “Pode ser a hora de ter uma visão contrária e ser mais agressivo nos investimentos”, afirmou o executivo da gestora americana, que no ano passado fechou a captação de um fundo de US$ 2,1 bilhões, o maior já dedicado a investimentos na América Latina.

Com a incerteza em relação ao câmbio e às taxas de juros no Brasil, a Victoria Capital Partners tem sido mais prudente com novos negócios no país. “Procuramos realizar aquisições a partir das empresas que já compõem o portfólio”, afirma Mario Spinola, sócio da gestora, que em 2012 captou um fundo de US$ 850 milhões para investimentos em empresas na América do Sul.

Para compensar uma eventual desvalorização cambial, os fundos tentarão perseguir retornos maiores em reais nas empresas investidas, diz Christopher Meyn, sócio da Gávea Investimentos. A gestora também deve levar mais tempo para investir os recursos do fundo mais recente, captado no fim do ano passado, de US$ 1,1 bilhão.

Os executivos participaram ontem do evento Superreturn, que acontece até hoje no Rio. A conferência deste ano foi menos concorrida que em anos anteriores, sinal do menor interesse dos investidores internacionais no país. “Quando você participa de um evento sobre private equity e a plateia não está cheia significa que é um bom momento para investir”, comparou o responsável pelos negócios na América Latina da americana General Atlantic, Martin Escobari, arrancando sorrisos da audiência, que ocupava metade dos lugares em uma das salas da conferência.
Fonte: Valor Econômico Por Vinícius Pinheiro e Ana Paula Ragazzi Leia mais em tbsconsultori 04/03/2015



IBM compra AlchemyAPI para impulsionar unidade de computação Watson

A IBM anunciou nesta quarta-feira que comprou a AlchemyAPI, uma empresa recém criada que cresce rapidamente vendendo software que coleta e analisa textos e dados não estruturados de maneiras que se tornam úteis para grandes empresas, sites e anunciantes.

A compra tem como objetivo impulsionar a investida da IBM em serviços de computação mais humanos, baseados na tecnologia Watson, que pode analisar enormes quantidades de dados, aprender com o resultados e responder a perguntas faladas.

A IBM está tentando estruturar um grande negócio em torno do Watson, que ganhou destaque em 2011 quando derrotou dois antigos vencedores no programa de perguntas norte-americano Jeopardy. A IBM dá acesso ao Watson para desenvolvedores para que possam usar a tecnologia em seus próprios aplicativos, mas apenas recentemente começou a filtrar para o uso generalizado.
A AlchemyAPI já tem cerca de 40 mil desenvolvedores construindo ferramentas usando sua tecnologia, o que dará à IBM acesso a uma base de usuários muito maior e já pronta.

"Eles (AlchemyAPI) trazem seguidores e uma comunidade de desenvolvimento muito substancial", disse o vice-presidente do grupo Watson da IBM, Steve Gold. "Além disso, eles têm um grupo muito talentoso de tecnologistas".

O software da AlchemyAPI coleta dados de uma grande variedade de fontes, desde publicações no Twitter a notícias a imagens e mensagens de textos, classifica os dados, aprende a diferenciar entre eles e permite que usuários vejam as conexões que precisariam de muito mais tempo para serem estabelecidas usando métodos computacionais mais comuns. Reuters Leia mais em Yahoo 04/03/2015




Peninsula Fertilizantes terá unidade de mistura no Paraguai

A paranaense Península Fertilizantes está prestes a dar mais um passo em seu movimento de expansão. Depois de estabelecer uma joint venture com uma empresa do Paraguai, passará a contar, no país vizinho, com uma nova unidade de mistura cujas obras estão em fase final. Com o empreendimento e avanço também no mercado brasileiro, a companhia, que fatura quase R$ 500 milhões por ano, espera expandir sua comercialização total de adubos de 600 mil toneladas (volume de 2013) para mais de 1 milhão.

A nova unidade, localizada em Villeta, no Departamento Central do Paraguai, deverá ser inaugurada na segunda quinzena deste mês e terá capacidade para produzir 350 mil toneladas por ano, afirma Gilmar Michels, CEO da Península Fertilizantes. A fábrica será operada pela Peninsulpar, criada em parceria com a local Dekalpar e na qual cada uma das sócias tem participação de 50%. Os investimentos da Península na joint venture somam US$ 14 milhões – US$ 6 milhões dos acionistas e o restante financiado por bancos do Paraguai e internacionais....Por Carine Ferreira Valor Econômico Leia mais em Peninsulafertilizantes 



Sul-Ventures investe em Trocafone.com do Brasil

Sul Ventures investiu parte do Fundo Global SV II em Trocafone do Brasil, um site de e-commerce para telefones móveis. Leia mais em Lavca nov/2014



Western Digital adquire empresa de software de armazenamento baseado em objeto

A fabricante americana de discos rígidos Western Digital anunciou nesta terça-feira, 3, a compra da Amplidata, desenvolvedora de software de armazenamento baseado em objeto. A aquisição, realizada por meio da subsidiária da fabricante, a HGST, não teve seu valor divulgado e deve ser concluída até o fim deste mês.

Segundo a Western Digital, o negócio reforça sua estratégia de expandir seu portfólio com plataformas e sistemas que agregam valor e escalabilidade para atender o grande crescimento nos requisitos de armazenamento em data centers.

"Para aplicações que requerem grandes capacidades, o software é essencial para fornecer escalabilidade, resiliência e eficiência. A Amplidata é líder em tecnologia de armazenamento definido por software e, juntos, vamos acelerar o desenvolvimento da plataforma de arquivamento ativo para atender as exigências dos data centers", afirmou Mike Cordano, presidente da HGST, em comunicado. Leia mais em tiinside 03/03/2015



03 março 2015

Altus e HT recebem aporte da Finep

A Altus e a HT Micron, duas empresas do setor eletroeletrônico sediadas em São Leopoldo, na região metropolitana de Porto Alegre, receberam um aporte de R$ 50 milhões da Finep, por meio do FIP Inova Empresa.

Assinado no Rio de Janeiro nesta terça-feira, 03, este é o primeiro aporte de capital do fundo da Finep, com o qual a financiadora de projetos ligado ao Ministério de Ciência e Tecnologia reinaugura o procedimento de adquirir participação direta em companhias, encerrado nos anos 80.

Com o negócio, o FIP Inova Empresa passa a ser dono de 10% da Altus, companhia de automação industrial tem 30 anos de mercado e faturamento de R$ 106 milhões em 2013, uma queda de 12% frente aos resultados do ano anterior.

“Além de inovação, a Finep está investindo na atividade empreendedora. Estamos confiantes que vamos nos tornar um grande grupo brasileiro”, afirma Ricardo Felizzola, um dos fundadores da Altus.

A Altus é parte do Grupo Parit junto com Teikon, especializada em componentes para a indústria eletroeletrônica e a HT Micron, uma joint venture da Parit com a coreana Hana Micron responsável pela abertura da fábrica de semicondutores HT Micron.

O primeiro aporte será de R$ 38 milhões, sendo R$ 25 milhões para a Altus e R$ 13 milhões para a HT Micron. Um novo aporte de R$ 12 milhões, fechando a conta, deve ser feito até o final de 2015 na HT, condicionado a um investimento de igual proporção por parte da Hana Micron.

Caso tudo dê certo, as empresas terão recebido 10% do capital do FIP Inova Empresa, lançado com R$ 500 milhões ainda em setembro de 2013. Até então, o Finep investia em empresas indiretamente, aportando capital em mais de trinta fundos de Seed, Venture Capital e Private Equity.

A BTG Pactual Serviços Financeiros DTVM, controlada pelo banco BTG Pactual, é a administradora do FIP. Cabe à Finep selecionar as empresas que receberão os investimentos. O objetivo é investir entre oito e dez empresas.

A Altus e a HT Micron são empresas chave em setores foco da política industrial do governof ederal e receberam financiamento direto e indireto do governo federal nos últimos anos.

Nos últimos meses, a HT Micron recebeu mais atenção. A presidente Dilma Rousseff inaugurou a fábrica da HT Micron em julho do ano passado.

O investimento na unidade do BNDES foi de cerca de R$ 50 milhões para equipamentos, com outros  R$ 35 milhões do Finep para o desenvolvimento dos processos.

A construção do prédio, bancada pela Unisinos, universidade ao lado da qual a empresa se instalou, consumiu outros R$ 10 milhões, também financiados pelo BNDES. As instalações são alugadas para a HT, com opção de compra em 10 anos.

A empresa também foi enquadrada no Programa de Apoio ao Desenvolvimento da Indústria de Semicondutores (Padis), que garante ao setor isenção de impostos e contribuições sobre máquinas e equipamentos.

A meta da HT é chegar a capacidade máxima de 360 milhões de chips/ano, com o qual poderia atender a cerca de 25% da demanda nacional por estes produtos – um mercado que movimenta cerca de US$ 25 bilhões no país.

Já a Altus levantou em 2012 R$ 51,8 milhões do BNDES para expandir sua capacidade produtiva e ter maior capital de giro, dentro do BNDES P&G, focado na indústria de petróleo e gás.

Na época, o empréstimo do banco estatal de fomento equivale a 70% do investimento total previsto no plano de negócios da empresa, com sede no Tecnosinos, em São Leopoldo.

Em junho de 2011 a Altus fechou um contrato de R$ 115 milhões da Petrobras para automatizar oito plataformas, o maior da sua história até então. A empresa venceu em parte pelas exigências de conteúdo nacional da estatal de petróleo. Maurício Renner Leia mais em Baguete 03/03/2015

03 março 2015



Iberdrola vende à Neoenergia fatias na Coelba e na Cosern

A Iberdeola Energia assinou contrato de venda de participação na Coelba e na Cosern para a Neoenergia, empresa que já era controladora das duas companhias. Antes da assinatura do contrato, o capital da Coelba era dividido entre Neoenergia (87,8%), Iberdrola (8,5%), Previ (2,3%) e outros (1,4%). Com a venda, Neoenergia passa a ter 96,3%, Previ 2,3% e 1,4% com outros acionistas.

Na Cosern, o capital era dividido entre Neoenergia (84,5%), Iberdrola (7%), Uptick Participações (5,8%), Previ (1,5%) e outros (1,2%). Após o contrato, Neoenergia fica com 91,5%, Uptick com 5,8%, Previ irá deter 1,5% e outros acionistas, 1,2%. O contrato foi firmado na sexta-feira. Fonte: Valor Econômico SP Leia mais em brcomercializadora 02/03/2015



FUSÕES E AQUISIÇÕES - DESTAQUES DA SEMANA DE 22 a 28/fev/15

Divulgadas com destaque pela imprensa 14 operações de Fusões e Aquisições no decorrer da semana de 22 a 28/fev/15.  Envolvem direta ou indiretamente empresas brasileiras de 8 setores.

ANÁLISE DA SEMANA
Principais transações.

NEGÓCIOS DA SEMANA
"Market Movers" - Brasil

  • Cade aprova negócio entre J&F Investimentos e Grupo AEI. O Cade aprovou, sem restrições, operação envolvendo companhias da J&F e do Grupo AEI, como a Empresa Produtora de Energia (EPE). O negócio também inclui a compra pela EPE de 99% e pela Zetta Lighting de 1% das ações da GasOriente Boliviano, também detidas por AEI CB e EPE Holdings. A EPE é proprietária da termelétrica Cuiabá, no Estado de Mato Grosso, com potência instalada de 529,2 MW e atualmente alugada para a Petrobras. 27/02/2015 

"Market Movers” - Exterior

  • Dona da Lacta compra a Enjoy Life Foods. Transação, que não teve o valor revelado, vai permitir que a companhia tenha crescimento no mercado de alimentos considerados saudáveis. 16/02/2015
  • Farmacêutica Valeant fecha compra da Salix por US$ 14,5 bi. A farmacêutica canadense Valeant fechou um acordo para a compra da concorrente americana Salix por 14,5 bilhões de dólares, já com as dívidas. O grupo com sede em Quebec vai pagar 158 dólares por ação da empresa. A aquisição faz parte do plano de expansão da Valeant no mercado, depois da tentativa frustrada de comprar a farmacêutica Allergan, no ano passado.23/02/2015
  • Samsung compra fabricante de baterias para carros elétricos. A Samsung confirmou a compra de uma parte da gigante Magna International, multinacional que fornece componentes para diversas fabricantes de automóveis pelo mundo. A parte adquirida pela coreana é especificamente a divisão de baterias para veículos elétricos. A aquisição será integrada à Samsung SDI, a divisão de produção de componentes do conglomerado. A empresa espera se posicionar estrategicamente para um provável “boom” do mercado de veículos elétricos que se aproxima.23/02/2015
  • Google compra Softcard para melhorar Google Wallet. O Google anunciou em seu blog Google Commerce a compra da empresa de software de pagamento móvel Softcard, conhecida anteriormente como Isis. A aquisição visa reforçar o Google Wallet e colocar a gigante de buscas como a principal concorrente do Apple Pay. O Google também trabalhou em realizar uma parceria com a At&T Mobility, T-Mobile USA e Verizon Wireless para colocar o Google Wallet nos smartphones Android das operadoras ainda este ano nos Estados Unidos. Dessa forma, mais usuários terão acesso ao serviço e a empresa conseguirá diminuir a fragmentação que o Wallet vem sofrendo, assim como alguns outros serviços.23/02/2015
  • Finmeccanica vende ativos ferroviários à Hitachi. O conglomerado italiano Finmeccanica acertou a venda de seus ativos ferroviários à japonesa Hitachi num potencial acordo de 1,9 bilhão de euros (2,15 bilhões de dólares) que cortará sua dívida em 15 por cento e ajudará a companhia a se reorientar para as áreas aeroespacial e de defesa. A Hitachi, enquanto isso, ganhará uma base mais forte na Europa para competir com rivais maiores como a alemã Siemens e a francesa Alstom, sendo que já realocou sua divisão ferroviária para Londres no ano passado. No entanto, escândalos de corrupção e interferências políticas atrasaram o processo, levando agências de classificação de risco a rebaixar os 4,1 bilhões de euros em dívidas do grupo italiano para grau especulativo, aumentando seus custos de financiamento e prejudicando sua competitividade internacional.24/02/2015
  • Maersk venderá fatia no Danske Bank a família e recompensará acionistas. A empresa dinamarquesa de transporte marítimo e petróleo A.P. Moller-Maersk disse que irá vender sua fatia de 20 por cento no Danske Bank, e que o montante esperado com a venda, cerca de 5,5 bilhões de dólares, será destinado aos acionsitas. A maior companhia de transporte de contêineres do mundo disse que a fundação familiar que controla a companhia se comprometeu a comprar 15 por cento do maior banco do país e que a venda à fundação assegura que o Danske Bank continue dinamarquês.25/02/2015
  • Espanhola Iberdrola comprará UIL Holdings por cerca de US$3 bi. A espanhola Iberdrola vai comprar a UIL Holdings por cerca de 3 bilhões de dólares para criar uma nova empresa de energia e gás listada em bolsa e se expandir nos Estados Unidos, onde espera compensar uma queda do lucro em seu mercado doméstico.26/02/2015
  • Avago adquire fabricante de equipamentos de rede Emulex por US$ 606 milhões. A Avago Technologies, cujos chips são usados em produtos da Apple, anunciou que entrou em acordo definitivo para adquirir a fabricante de equipamentos de rede Emulex por US$ 606 milhões. A transação está prevista para ser concluída no segundo semestre do ano fiscal de 2015 da Avago, a ser encerrado em 1º de novembro. 26/02/2015

HUMORES & RUMORES

M & A - VENDA

  • Core desiste de vender controle indireto do Fleury.  A empresa de diagnósticos Fleury informou que sua controladora indireta Core Participações desistiu de vender o controle da companhia e está analisando oportunidades estratégicas que podem resultar na associação com um sócio minoritário na Core.Segundo a companhia, a análise de oportunidades tem como meta auxiliar a implementação de processos de criação de valor para o Fleury empresa e seus acionistas a médio e longo prazos e está sendo feita diante do interesse expressado por determinados investidores, informou em documento divulgado na noite de sexta-feira, após receber correspondência da Core. 23/02/2015
  • Brasil Pharma coloca redes à venda. A Brasil Pharma, braço de varejo de farmácias do banco BTG Pactual, estuda formas de gerar caixa e recuperar o negócio e uma das opções é se desfazer de ativos, apurou o Valor. A companhia passou a oferecer para grupos rivais algumas de suas redes de farmácias, como a Mais Econômica, com pouco mais de 180 lojas no Sul do país, e a Big Ben, um dos melhores negócios da empresa, com cerca de 250 pontos no Norte e Nordeste. A falta de interessados, a um preço considerado “justo” pelo BTG, e a existência de poucos ativos considerados atraentes pela mercado pode impedir que uma negociação aconteça, apurou o Valor.  A BR Pharma nega que suas redes estejam à venda. Ontem, as ações ordinárias da empresa fecharam o dia com preço abaixo de R$ 1 ­ a R$ 0,92.  Neste ano, o papel perdeu 64% do valor. 24/05/2015
  • Vale anuncia desinvestimentos para recuperar eficiência. Para recuperar eficiência e aumentar receitas, a Vale S.A. irá acelerar os desinvestimentos e vendas de ativos em 2015. Essa estratégia já vem sendo seguida há alguns anos e ajudou a aumentar o lucro líquido de R$ 115 milhões em 2013 para R$ 954 milhões em 2014. No ano passado, a empresa já reduziu os investimentos em US$ 2,25 bilhões em relação a 2013. A lista para os próximos desinvestimentos foi divulgada no Vale Day. Para esse ano, a empresa pretende desinvestir ou vender ativos na sua joint venture de carvão e na de fertilizantes, na sua operação na Indonésia (PVTI) na MRS Logística e na Mineração Rio do Norte, de bauxita. O presidente da mineradora, Murilo Ferreira, afirmou que já em março a empresa deve anunciar um desinvestimento. “Vamos listar o que pretendemos fazer, realizar pesquisas e análises sobre o valor dos ativos, independente das condições de curto prazo.”Com as vendas e desinvestimentos, a Vale pretende se concentrar mais em seus negócios centrais, eliminar ativos que não estejam rendendo conforme o esperado e gerar caixa.27/02/2015

M & A - COMPRA

  • Kingspan avalia mercado brasileiro após onda de acordos. O grupo de materiais de construção irlandês Kingspan espera fechar acordo para entrar no mercado brasileiro ao longo dos próximos 18 meses com o objetivo de ampliar sua recente expansão. A Kingspan, fabricante líder de produtos de isolamento na América do Norte, Grã-Bretanha, Austrália e uma série de países europeus, gastou mais de 100 milhões de euros (113 milhões de dólares) em aquisições no ano passado, conforme seu lucro do ano fechado cresceu 21 por cento, para 149 milhões de euros.23/02/2015
  • Hassad Food avalia ativos de açúcar e aves no Brasil. Cana de açúcar: usinas de cana no Brasil, maior produtor mundial de açúcar, têm lutado há anos com os baixos preços do açúcar e do etanol. A Hassad Food, braço de agricultura do fundo soberano do Catar, disse que está avaliando possíveis compras de ativos nos setores de açúcar e aves no Brasil, à medida que problemas nessas indústrias no país têm criado oportunidades."Temos muitas coisas a caminho e o Brasil definitivamente é parte disso, não apenas no setor de açúcar, mas também no de aves", disse o vice-presidente para o desenvolvimento de negócios da Hassad Food, Youssef Hegazy. 25/02/2015
  • CVS volta a negociar com a Drogaria Pacheco. Drogaria Pacheco: as negociações foram interrompidas no início do segundo semestre do ano passado. Depois de interromperem as negociações no ano passado, a gigante americana CVS e a Drogaria Pacheco São Paulo (DPSP) retomaram as conversas, segundo fontes. A CVS, que já é dona da rede de farmácias Onofre, tem interesse de expandir seus negócios no Brasil. A companhia americana, assessorada pelo Pátria Investimentos desde o início do ano passado, recuou nos últimos meses, após a DPSP ter sinalizado que não abriria mão do controle da companhia por menos de R$ 9 bilhões. A oferta inicial da CVS pela rede brasileira era de cerca de R$ 4,5 bilhões. Depois, subiu para cerca de R$ 6 bilhões, segundo fontes.Em 2014, a CVS encerrou com faturamento líquido de US$ 139,3 bilhões, aumento de 9,9% em relação ao ano anterior.25/02/2015
  • Finlandesa Ensto busca aquisição de fabricante de equipamentos elétricos. A possibilidade de um período recessivo na economia brasileira não deve atrapalhar os planos do empresário finlandês Miettinen Timo, que desembarca amanhã em São Paulo disposto a investir pelo menos R$ 200 milhões na aquisição de alguma fabricante nacional de equipamentos elétricos. Controlador do grupo Ensto, que tem fábricas na Europa e na Ásia, ele quer produzir por aqui equipamentos utilizados em linhas de distribuição de energia elétrica. 27/02/2015
  • BRF vê oportunidades de aquisições no Brasil em 2015. Linha de produção da BRF: novas aquisições no Brasil podem expandir capacidade ociosa de suas fábricas. Se 2014 foi um ano intenso de fusões e aquisições para a BRF, 2015 deve continuar no mesmo ritmo. Segundo Pedro Faria, presidente global da companhia de alimentos, existem oportunidades fora e dentro do Brasil que podem ser anunciadas ao longo do ano. “2014 ficou longe de ser um ano tranquilo para a nossa equipe de fusões e aquisições, pelo menos sete operações foram anunciadas, e queremos dar continuidade a esse movimento”, afirmou o executivo em teleconferência com analistas e investidores, nesta sexta-feira. No mercado externo, a BRF vê oportunidade não só no Oriente Médio, mas também em outras regiões, principalmente em países emergentes. No Brasil, a companhia está de olho em ativos que possam ajudar a aumentar a capacidade produtiva de suas unidades já em operação.28/02/2015

IPO/OPA

  • Empresa britânica avalia desembolsar R$10,1 bi para tirar Souza Cruz da bolsa. British American Tobacco avalia comprar todas as ações que não possui de sua controlada brasileira Souza Cruz, podendo desembolsar mais de 10 bilhões de reais se levar a ideia adiante e a operação tiver adesão maciça dos acionistas minoritários. Em fato relevante nesta segunda-feira, a produtora brasileira de cigarros disse que sua sócia majoritária está estudando fazer uma oferta pública para aquisição de até a totalidade das ações em circulação da companhia, visando tirar a empresa da bolsa, e que pretende completar em até 30 dias todas as análises relacionadas à procedência ou não da oferta. Em caso de a oferta ser concretizada e havendo adesão total dos minoritários, a British American Tobacco teria que gastar 10,1 bilhões de reais para adquirir as quase 380 milhões de ações da Souza Cruz que ainda não detém. 23/02/2015
  • JBS Foods cancela IPO em razão da conjuntura do mercado. JBS: empresa já havia afirmado que o IPO não deveria ocorrer enquanto o mercado tiver incertezas em relação ao cenário macroeconômico do Brasil. A JBS informa que a sua subsidiária integral JBS Foods pediu nesta sexta-feira, 27, o cancelamento de pedido de registro de oferta pública inicial (IPO, na sigla em inglês) de distribuição primária de ações ordinárias, tendo em vista a atual conjuntura de mercado.27/02/2015

RELAÇÃO DAS TRANSAÇÕES

  • 01 - Alpargatas conclui venda de participação na Tavex à Camargo Corrêa. A Alpargatas  informa que foi finalizada a Oferta Pública de Ações de Fechamento de Capital do Grupo Tavex S.A (“Tavex” e “OPA”). O encerramento da OPA deu início ao prazo para a Administração da Companhia formalizar a opção sobre seu investimento na A.Y.U.S.P.E. Empreendimentos e Participações S.A. (“A.Y.U.S.P.E.”), sociedade holding na qual a Companhia detém, por meio da Alpargatas International Aps, aproximadamente 37% do capital social e onde está concentrada sua participação acionária na Tavex. Dessa forma, os membros do Conselho de Administração da Companhia não vinculados à Camargo Corrêa S.A. (“CCSA”), aprovaram a venda para a CCSA da totalidade de sua participação na A.Y.U.S.P.E. pelo valor de R$ 15.572.180,00 20/02/2015
  • 02 - A Premier Tech adquire a Almeida Martins. A Almeida Martins foi fundada há mais de 20 anos atrás com a visão de ajudar as empresas a automatizarem suas linhas de produção de forma fácil e eficiente. Nossas tecnologias avançadas e recursos de maquinário são atualmente usados por mais de 800 empresas no Brasil. “Foi uma grande conquista - mas queremos construir muito mais com vocês” afirmou Marco Antonio C. Ballo, Gerente de Vendas da Almeida Martins. Fundada em 1993, a Almeida Martins vem atuando fortemente no desenvolvimento de sistemas de movimentação de cargas. Através de tecnologias constantemente atualizadas, nossos equipamentos incorporam uma qualidade incomparável. Com soluções que vão desde um simples transportador a um sistema automatizado, dispomos de um corpo técnico altamente especializado para desenvolvimento de novos projetos e adaptações de layouts.  16/02/2015
  • 03 - Inbatec: empresa incubada recebe seu primeiro aporte de venture capital. TbitCom foco no segmento do agronegócio, a Tbit Tecnologia e Sistemas, empresa incubada na Inbatec/UFLA, acaba de receber seu primeiro aporte de venture capital através do fundo FIMA, da Inseed Investimentos. A empresa pode receber até R$ 4 milhões, em intervalos pré-definidos.  O fundo compra uma porcentagem da empresa, que se torna uma S/A , e passa a fazer parte do quadro societário, tendo, ainda, representantes no conselho administrativo da empresa. Além disso, a equipe de aceleração do fundo passa a acompanhar o processo de crescimento da instituição. Sobre as novas mudanças que irão ocorrer em virtude deste aporte, Igor Chalfoun, sócio da Tbit, disse que “foi desenvolvida uma tese de investimento e nela foram esboçados os investimentos necessários. Eles estão distribuídos na estruturação de várias áreas da empresa, tais como formação da equipe de vendas, reestruturação da equipe de gestão, formação de uma equipe de P&D, investimentos em branding e marketing, investimento em equipamentos, etc.”.A Tbit é uma empresa de base tecnológica, incubada na Incubadora de Empresas de Base Tecnológica da UFLA (Inbatec), que busca através de seus produtos, revolucionar a maneira de se avaliar a qualidade e os parâmetros de sementes, grãos e plântulas, tudo isso através de um inovador sistema de análise por imagens.13/01/2015
  • 04 - Grupo Columbia cria empresa com foco em biomassa. O Grupo Columbia, que faturou R$ 2,5 bilhões no ano passado sobretudo com operações logísticas, criou no fim do ano passado uma empresa dedicada à originação e ao fornecimento de matérias-primas para geração de energia, em especial de fontes renováveis. Batizada de Columbia Energia, a companhia herdou do grupo controlador os negócios de venda de coque de petróleo e resíduos de madeira, insumos usados na geração de eletricidade por parte de cimenteiras e indústrias de papel e celulose, principalmente. Mas, de olho no movimento de substituição de fontes fósseis por renováveis em segmentos intensivos no uso de energia, a nova empresa quer ocupar um espaço vazio no mercado interno, que é o fornecimento “confiável de matérias-primas renováveis”. “Me refiro à qualidade desses materiais, tais como controle de umidade e de impurezas, e a regularidade no fornecimento”, diz o CEO da Columbia Energia, Carlos Mussato. Em 2015, a nova companhia já tem fechados contratos de venda de cerca de 250 mil toneladas de biomassa de madeira (cavaco), mais que o dobro das 100 mil toneladas negociadas no ano passado pelo grupo – quando a subsidiária ainda não havia sido constituída oficialmente. O plano, que vai se concretizar na velocidade do comportamento da demanda, é implantar “blendcenters” – espécies de processadoras de biomassa e de outras fontes, não necessariamente só as renováveis. “O produto final depende da demanda e pode ser, por exemplo, um blend de renovável com fóssil”. A companhia mapeou as diferentes alternativas energéticas no país, o que incluiu algumas inusitadas, como coco de babaçu e caroço de açaí. A constatação foi que o potencial é originar 300 mil toneladas por ano. 25/02/2015
  • 05 - EDF compra bolsa de projetos eólicos no Brasil que totalizam 800 megawatts. A companhia elétrica francesa EDF anunciou nesta quarta-feira a criação de uma filial de energias renováveis no Brasil sobre a base de uma participação majoritária que comprou do grupo Sowitec em uma bolsa de projetos eólicos que totalizam 800 megawatts. A Electricité de France (EDF) explicou em comunicado que sua nova subsidiária EDF EM do Brasil vai desenvolver essa bolsa junto a Sowitec, que vai seguir envolvida com uma participação de 20%.O diretor-geral desse negócio, Antoine Cahuzac, destacou que com essa implantação "põe um primeiro pé no continente sul-americano" e insistiu que o Brasil "dispõe de um potencial eólico considerável e de um marco regulamentar propício ao aumento em massa da parte das energias renováveis no mix energético".  25/02/2015
  • 06 - Equatorial: PCP vende 10% da empresa. Uma participação de 10% do capital da Equatorial Energia trocou de mãos agora há pouco num leilão na BM&F Bovespa, com uma indicação de demanda robusta por parte do mercado. EequatorialO FIP PCP — o maior acionista da empresa, com 22,9% da Equatorial — reduziu sua posição.  O fundo, gerido pela Vinci Partners, tem como cotistas os sócios do antigo banco Pactual, entre eles, sócios da própria Vinci e do BTG Pactual como André Esteves e Gilberto Sayão. O leilão começou com o PCP ofertando 6 milhões de ações e acabou com a venda de 20 milhões, com um giro de 520 milhões de reais. 24/02/2015
  • 07 - Accenture fecha acordo para adquirir brasileira Gapso, provedora de serviços analíticos. A empresa de tecnologia e consultoria de gestão Accenture fechou acordo para adquirir a brasileira Gapso, provedora de serviços analíticos de planejamento, informou nesta quarta-feira, sem revelar os termos do negócio. A Gapso é especializada na resolução de desafios complexos de cadeia de fornecimento e logística, atuando principalmente nos segmentos de recursos naturais e agronegócio, disse a Accenture em comunicado. Com a aquisição, a Accenture pretende ampliar sua atuação em serviços analíticos e capitalizar seus dados na chamada Internet das Coisas, universo dos produtos e serviços que se comunicam entre si. 25/02/2015
  • 08 - ClickBus compra portal Chegue.lá. A ClickBus, portal brasileiro de vendas de passagens de ônibus, anunciou a aquisição da Chegue.lá, portal que conta com informações de todas as empresas de ônibus interestaduais, possibilitando a pesquisa e identificação das rotas de todas as viações brasileiras. Esta é a primeira aquisição da companhia desde o seu lançamento em agosto de 2013. Com a compra, a ClickBus acelera o processo de incorporar as funcionalidades e dados da Chegue.lá em seu site e aplicativo. A compra, de valor não aberto, também vem no rastro de um investimento de US$ 10 milhões, que a empresa recebeu em agosto de 2014 para expandir as operações da companhia, com foco no Oriente Médio e Ásia. O aporte foi realizado pelas empresas Latin America Internet Group, Tengelmann Ventures, Holtzbrinck Ventures e Rocket Internet. A rodada de investimento coincidiu com o aniversário de um ano da empresa e a expansão para Turquia e Paquistão, além do Brasil, México, Alemanha, Polônia e Tailândia.25/05/2015
  • 09 - M&C Saatchi compra parte da agência Santa Clara. A britânica M&C Saatchi comprou parte da Santa Clara no Brasil – agência de publicidade com sede em São Paulo. Os detalhes financeiros da aquisição não foram revelados pelas empresas. De acordo com comunicado, a ideia de buscar um sócio para o negócio surgiu da necessidade de a Santa Clara aumentar suas vantagens competitivas no mercado brasileiro. “O Brasil é um dos cinco mercados que mais investem em publicidade no mundo e queremos construir um futuro juntos”, afirmou Moray MacLennan, presidente da M&C, em comunicado.A Santa Clara nos últimos quatro anos viu seu faturamento crescer cerca de 50%. O Grupo Boticário, Timberland e Cartoon Network estão entre seus clientes. 26/02/2015.
  • 10 - Brazil Minerals adquire 10 concessões de lavra para ouro e diamante em MG. A Brazil Minerals informou hoje (23) que recebeu 25% dos direitos da companhia brasileira RST Recursos Minerais, referente a dez concessões de lavra e 12 direitos minerários para diamante e ouro em Minas Gerais. As áreas das concessões adquiridas pela Brazil Minerals ficam próximas à concessão de lavra da Mineração Duas Barras, subsidiária integral da mineradora.  23/02/2015
  • 11 - Cade aprova com restrições joint venture de Novartis e GSK. Novartis: a GSK terá participação de 63,5% das ações da joint venture, enquanto a farmacêutica ficaria com 35,5%. O Cade aprovou, com restrições, a criação no Brasil da joint venture global da farmacêutica suíça Novartis e a britânica GlaxoSmithKline (GSK) na área de produtos de consumo para cuidados com a saúde e os que não precisam de prescrição. A decisão unânime foi formalizada nesta quarta-feira, 25, tendo como principal restrição a determinação para que a GSK deixe o mercado de adesivos antitabagismo da marca NiQuitin, que concorre com o Nicotinell da Novartis. O relator destacou que a GSK propôs um Acordo em Controle de Concentrações (ACC), no qual se compromete a sair do mercado de adesivos para terapia de substituição à nicotina no Brasil. A restrição será apenas em mecanismos de comercialização da sua marca NiQuitin, não envolvendo a venda de fábricas. Também foi proposto que a nova empresa não terá participação de executivos da Novartis para evitar troca de informações em outros mercados, no qual ela é concorrente da GSK.25/02/2015
  • 12 - Cade aprova negócio entre J&F Investimentos e Grupo AEI. O Cade aprovou, sem restrições, operação envolvendo companhias da J&F e do Grupo AEI, como a Empresa Produtora de Energia (EPE), conforme despacho da Superintendência-Geral do órgão publicado no Diário Oficial da União. A operação consiste na aquisição pela J&F Investimentos de 1% e pela subsidiária da J&F, Zetta Lighting, de 99% das cotas da Empresa Produtora de Energia (EPE) e da GasOcidente do Mato Grosso, atualmente detidas pela AEI CB Limited e pela EPE Holdings. O negócio também inclui a compra pela EPE de 99% e pela Zetta Lighting de 1% das ações da GasOriente Boliviano, também detidas por AEI CB e EPE Holdings. A EPE é proprietária da termelétrica Cuiabá, no Estado de Mato Grosso, com potência instalada de 529,2 MW e atualmente alugada para a Petrobras. As únicas atividades da EPE são a locação da usina e a prestação de serviços de manutenção e operação para a Petrobrás. 27/02/2015
  • 13 - Startup da área de saúde tem aporte de US$ 5 milhões. Uma empresa com ambição global. Essa característica do SaúdeControle - plataforma que permite o arquivamento e a gestão das informações médicas pelo paciente - conquistou investidores americanos. O negócio foi o único na área da saúde a representar o Brasil em um evento de empreendedorismo realizado em Nova York, no ano passado. A seleção das startups brasileiras foi realizada por meio de uma ação do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), Softex e Centria Partners. "Apresentamos nossa solução para investidores e conseguimos capital para internacionalizar a operação", afirma Adrianno Barcellos, presidente do SaúdeControle. Sem citar o nome do fundo investidor, Barcellos diz que o negócio receberá US$ 5 milhões, que serão aplicados no lançamento do sistema no mercado americano. 27/02/2015
  • 14 - Potash faz acordo para comprar 9,5% das ações da Fertilizantes Heringer por US$55,7 mi. A Potash Corp informou nesta segunda-feira acordo para adquirir 9,50 por cento das ações da Fertilizantes Heringer, dos acionistas controladores, por 55,7 milhões de dólares. Segundo a Potash, o negócio permite um acordo de suprimento de longo prazo, que dá à companhia do Canadá oportunidades de se tornar o principal fornecedor da Heringer. Separadamente, a Heringer informou que seus acionistas controladores Dalton Dias Heringer, Dalton Carlos Heringer e Juliana Heringer Rezende celebraram o acordo em 28 de fevereiro, alienando 5.116.441 papéis ordinários de emissão da companhia e de sua titularidade. 02/03/2015

RELATÓRIOS - DESTAQUES DA SEMANA


QUEM, O QUÊ, QUANDO, QUANTO, COMO e POR QUÊ
 A pesquisa FUSÕES E AQUISIÇÕES - DESTAQUES DA SEMANA tem o propósito de captar o “clima” do mercado das operações de Fusões e Aquisições bem como sinalizar suas principais tendências. Trata-se da compilacão semanal das notícias visando tornar mais acessíveis e conhecidos os negócios de fusão, aquisição e venda realizados entre empresas com atuação no Brasil. Todas as informações sobre os negócios citados no presente relatório são obtidos a partir de notícias publicadas pela imprensa e divulgadas no “estado" pelo blog FUSOESAQUISICOES.BLOGSPOT http://fusoesaquisicoes.blogspot.com.br, não sendo feita qualquer verificação quanto à sua veracidade, precisão ou integridade do conteúdo. Sempre que possível, serão mencionados os nomes dos compradores – investidor estratégico ou fundos de private equity, dos vendedores, a tese de investimento e principais “value drivers”, o valor da transação, forma de pagamento, múltiplos praticados (Valor da Empresa/EBITDA, Valor da Empresa/Receita) etc. Muitas vezes a notícia não é clara a respeito dos valores/forma de pagamentos e respectivos múltiplos. É bem-vinda toda e qualquer contribuição para tornar as informações mais precisas e transparentes. Caso o conteúdo estiver em desacordo, nos contate que estaremos retirando o mesmo ou corrigindo a respectiva  informação. Blog FUSÕES & AQUISIÇÕES 



Maioria das empresas deve optar por desinvestimento em 2015, diz E&Y

Para manter a competitividade e impulsionar o crescimento das suas operações, grande parte das companhias deve buscar a venda de ativos não estratégicos neste ano, mostrou uma pesquisa publicada pela Ernst & Young (EY). Dos executivos consultados pela pesquisa, 54% espera que o número de vendas de ativos cresça este ano.

Segundo a EY, os desinvestimentos serão componentes importantes nas estratégias de capital das companhias, como uma resposta às pressões para melhora da performance do portfólio e aumento dos retornos aos acionistas.

Para 42% das companhias, o número de abordagens não solicitadas de compra deve crescer. Considerando o possível benefício dos desinvestimentos, 47% das empresas afirma que, mesmo se não estiver planejando a venda dos ativos, considerariam a operação se o preço oferecido tiver um prêmio de 10% a 20%.

O lucro da venda de ativos foi usado para impulsionar crescimento das suas operações para 74% dos consultados. Segundo a EY, 34% dos entrevistados investiu os lucro nas atividades centrais da empresa, 23% investiu em novos produtos ou mercados, e 17% fizeram aquisições.

Segundo a EY, muitas companhias buscam a flexibilidade necessária para crescer por meio da venda de ativos não estratégicos. Quase metade (46%) dos executivos entrevistados iniciou os desinvestimentos para se desfazer de ativos que não faziam parte das atividades centrais da empresa.

Ontem, a Petrobras informou a revisão de seu plano de desinvestimentos para o biênio 2015-2016, prevendo a venda de US$ 13,7 bilhões em ativos. Segundo a companhia, o plano faz parte do planejamento financeiro da companhia para reduzir endividamento, preservar caixa e se concentrar nos investimentos prioritários, como produção de óleo e gás. Valoronline Leia mais em Bol.Uol 03/03/2015



Petrobras aprova revisão de desinvestimento para US$ 13,7 bi

Petrobras: a estatal ainda ressalta que o valor aprovado de US$ 13,7 bilhões é a "melhor estimativa da Petrobras"

A Petrobras informa que sua diretoria executiva aprovou a revisão do plano de desinvestimento para o biênio 2015 e 2016.

O valor total do plano é de US$ 13,7 bilhões, divididos entre as áreas de Exploração & Produção no Brasil e no exterior (30%), Abastecimento (30%) e Gás & Energia (40%).

De acordo com a estatal, "o volume de desinvestimento aprovado representa um aumento quando comparado ao montante do Plano de Negócios e Gestão para os anos de 2014 a 2018, que era de US$ 5 bilhões a US$ 11 bilhões, conforme divulgado em fevereiro de 2014".

"Este plano faz parte do planejamento financeiro da companhia que visa à redução da alavancagem, preservação do caixa e concentração nos investimentos prioritários, notadamente de produção de óleo & gás no Brasil em áreas de elevada produtividade e retorno", diz a companhia em fato relevante.

Variáveis

A estatal ainda ressalta que o valor aprovado de US$ 13,7 bilhões é a "melhor estimativa da Petrobras". "No entanto, ela é sensível a variáveis de mercado, tais como a cotação do barril de petróleo tipo Brent, taxa de câmbio, crescimento econômico brasileiro e mundial, dentre outras", afirma. Alterações nessas variáveis podem fazer com que a companhia modifique sua meta de desinvestimento.

A empresa diz ainda que cada operação de venda de ativo será submetida à avaliação e aprovação das requeridas instâncias de Governança, tais como a diretoria executiva e o Conselho de Administração, além das aprovações dos órgãos reguladores competentes no Brasil e no exterior, quando for o caso.

A reunião da diretoria que aprovou o plano de desinvestimento foi realizada em 26 de fevereiro.

PwC

O conselho de administração da Petrobras aprovou, em reunião realizada na última sexta-feira 27, a contratação da PricewaterhouseCoopers Auditores Independentes (PwC) para prestação de serviços de auditoria contábil nos exercícios sociais de 2015 e 2016, conforme comunicado divulgado nesta segunda-feira, 2.

A PwC é a auditora do balanço de 2014 da Petrobras e até agora não validou o resultado, por causa da Operação Lava Jato, da Polícia Federal, que investiga um esquema de corrupção na estatal.  Fátima Laranjeira e Eulina Oliveira, do Estadão Leia mais em exame 03/03/2015



Cade aprova joint venture entre Ambev e Whirlpool

Ambev e Whirlpool dividirão o controle da nova empresa, tendo, cada uma, 50% de suas ações

O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) aprovou sem nenhuma restrição, a formação de joint venture entre a cervejaria Ambev e a empresa de eletrodomésticos Whirlpool, conforme despacho da Superintendência-Geral do órgão publicado no Diário Oficial da União (DOU).

A operação prevê que a Whirlpool constituirá uma empresa exclusivamente para pesquisa, desenvolvimento, produção, venda, distribuição, comercialização, importação e exportação das chamadas máquinas B.Blend, eletrodoméstico que produz diversos tipos de bebidas com a utilização de cápsulas.

Depois, Ambev e Whirlpool dividirão o controle da nova empresa, tendo, cada uma, 50% de suas ações.

Além de preparar bebidas a partir de cápsulas, as máquinas B.Blend entregam água purificada natural, fria, gelada, quente e com gás.

"A joint venture permitirá a expansão das variedades de cápsulas disponíveis para o equipamento, abrangendo, dentre outros, refrigerantes, isotônicos, chás, cafés, bebidas energéticas e sucos, bem como possivelmente cervejas e bebidas maltadas", informam as empresas em documento enviado ao Cade.

Pelo acordo, a comercialização dessas cápsulas, para uso exclusivo nas máquinas B.Blend, e de produtos correlatos ocorrerá nos mercados business to business e business to consumer dos países da América Central (exceto México), do Caribe e da América do Sul.Luci Ribeiro, do Estadão Leia mais em exame 03/03/2015
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Ambev se une à Brastemp no setor de cápsulas

A gigante das bebidas Ambev firmou uma parceria com a Whirlpool (dona de Brastemp e Consul) para entrar no projeto da B.blend, máquina na qual o consumidor conseguirá fazer até dez tipos de bebida, por meio de cápsulas, como café, suco, chá quente, chá gelado, refrigerante, frapês e energéticos. A fabricante de eletrodomésticos havia apresentado o equipamento ao mercado em agosto de 2014. Na ocasião, a parceria com a Ambev não havia sido mencionada.

Na terça-feira, 3, foi publicada no Diário Oficial da União (DOU) a aprovação sem restrições da joint venture entre as empresas - revelando o acordo ao mercado. Segundo parecer do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), entre os propósitos da parceria estão a pesquisa, o desenvolvimento e a venda da b.Blend, assim como a comercialização das cápsulas. As regiões de interesse das empresas são América do Sul, América Central e Caribe (o México não está incluído).
O Cade também diz que a "joint venture permitirá a expansão das variedades de cápsulas". Entre os vários tipos de bebida mencionados no documento estão "possivelmente cervejas e bebidas maltadas".

A Ambev não é a única fabricante de bebidas que está apostando que os consumidores vão, em breve, desejar fazer refrigerante e outros tipos de bebida em casa e em suas próprias máquinas. No ano passado, a Coca-Cola anunciou a compra de uma fatia da americana Keurig Green Mountain, que produz máquinas e cápsulas de café, com o objetivo de criar uma máquina para bebidas geladas.
Em comunicado, Ambev e Whirlpool dizem estar "otimistas com a ampliação da parceria" e afirmam que "planejam todas as etapas para oferecer produtos que surpreendam os consumidores". As empresas já trocam figurinhas sobre inovação há um tempo. A Cervejeira Consul, geladeira especial para os apreciadores de cerveja, foi criada com base em sugestões fornecidas pela Ambev. Houve ainda uma edição limitada da geladeira, envelopada com a identidade visual da marca Skol. No rol de marcas da gigante das bebidas figuram também a Brahma e a Antarctica.

Negócio
A máquina é uma aposta na demanda por conveniência por parte do consumidor. Mas especialistas argumentam que esse tipo de máquina impõe uma mudança de hábito, já que não existe no Brasil o costume de preparar refrigerante ou energético em casa.

Os movimentos da Ambev no Brasil e da Coca-Cola no exterior mostram, no entanto, que os grandes estão vendo espaço para crescer dentro da casa do consumidor. Outro termômetro disso é a SodaStream, empresa que vendeu cerca de 4 milhões de máquinas de bebidas com gás em 2013 e cujas vendas quase quadruplicaram nos últimos quatro anos.

A máquina da Coca-Cola com a Green Mountain, que deve se chamar Keurig Cold, e a máquina da Ambev com a Whirlpool deverão chegar ao mercado no segundo semestre. Os possíveis resultados financeiros desses negócios não são vistos como grandiosos por especialistas. Para o consultor em alimentos e bebidas Adalberto Viviani, a Ambev deve considerar mais o aumento da "convivência" de suas marcas com o consumidor do que o dinheiro.

Mais do que isso, a investida da empresa mostra a disposição de testar um novo negócio, segundo Viviani. "A Ambev é a empresa líder do nosso setor de bebidas. E a obrigação do líder é partir para inovações." Whirlpool e Ambev terão, cada uma, 50% na parceria. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.Por Nayara Fraga | Estadão Leia mais em Yahoo 04/03/2015