17 agosto 2017

Surteco adquire 100% do Grupo Português Probos

A Surteco SE , um dos principais fabricantes mundiais de materiais de superfície decorativos e produtora de extrusões à base de plásticos,  informou ao mercado que está adquirindo empresa Global Abbasi SL, Espanha,  empresa-mãe do Grupo Probos.

O Grupo Probos se especializou na produção e venda de orlas termoplásticas em ABS, PVC , PP e PS/B . Em 2016, a empresa faturou 66,5 milhões de euros com aproximadamente 470 funcionários e e margem EBITDA: 16,6%. Compreende as empresas de produção Probos Plásticos SA em Portugal e Proadec Ltda. no Brasil, bem como as empresas  Edging Plus Inc. nos Estados Unidos, a Proadec UK Ltd. no Reino Unido, a Proadec Deutschland GmbH na Alemanha e a Chapacinta SA de CV no México. Leia mais em notifix 27/06/2017

17 agosto 2017



BRF eleva fatia na Banvit para 91,7%

A BRF informou nesta quinta-feria que sua subsidiária TBQ Foods concluiu a oferta pública para aquisição das ações detidas pelos acionistas minoritários da Banvit, na Turquia, passando a deter 91,71 por cento das ações da companhia. (Por Aluísio Alves; Edição de Tatiana Ramil) Reuters  – Leia mais em ultimoinstante 17/08/2017



Oferta de ações da Via Varejo em bolsa pode ser saída para Pão de Açúcar

Uma oferta subsequente de ações (follow on) pode ser a alternativa para o Grupo Pão de Açúcar (GPA) vender sua participação na Via Varejo, empresa dona das Casas Bahia e do Pontofrio. Diante da dificuldade em encontrar um único comprador para os 43,3% que detém da rede, o GPA tem sido instado por assessores a colocar na mesa uma proposta de venda de forma pulverizada dos papéis da sua subsidiária.

A ideia inicial levada ao grupo por bancos é a de converter as ações preferenciais da Via Varejo em ordinárias, para lançar a companhia no Novo Mercado, segmento de maior governança corporativa da B3. Foi assim com a Renner em 2005, em uma operação que levou à pulverização do controle da empresa, que antes pertencia ao grupo americano J.C. Penney.

Origens
Se o plano avançar e o pacote de ações do GPA terminar sendo vendido para vários investidores, a Via Varejo poderia ter como seu maior acionista o empresário Michael Klein, herdeiro do fundador das Casas Bahia. Klein tem 27% da empresa, um porcentual que poderia garantir o poder de apontar nomes para cargos executivos. Optando pela oferta, o GPA conseguiria aproveitar ainda a alta no preço das units da Via Varejo neste ano.

Tic-tac
Uma das razões para o Grupo Pão de Açúcar se preocupar em acelerar a venda da Via Varejo tem natureza contábil. Ativos à venda podem ser declarados nos balanços das companhias como uma “operação descontinuada” por apenas um ano. No caso do GPA, essa forma de contabilização passou a ser usada no final de 2016 e ajudou a melhorar os resultados. Outra questão é que a reconsolidação da companhia afetaria, ainda, os covenants – cláusulas contratuais de títulos de dívida – do Casino, controlador do GPA.

Outro lado
Hoje o Grupo Pão de Açúcar negou que exista qualquer tipo de estudo para a realização do follow on como forma de vender a sua participação na Via Varejo. Ontem, quando foi procurada, a empresa afirmou apenas que o “processo está sendo conduzindo de forma a buscar o melhor equilíbrio entre ‘timing’ e maximização de valor para os seus acionistas”. (com Dayanne Sousa) Leia colunadobroad.estadao 17/08/2017



Logitech finaliza compra marca de headsets Astro Gaming

A Logitech G, uma marca da Logitech International, é líder mundial em equipamentos para jogos de PC.

A Logitech anunciou a finalização da compra da fabricante de fone de ouvido de alto desempenho Astro Gaming em um acordo de US$ 85 milhões. A Logitech G fornece produtos gamers de todos os níveis com teclados, mouses, fones de ouvido, entre outros.

Através de comunicado, a Logitech disse que a aquisição iria trazer inicialmente mais custos para a empresa à medida que a marca Astro Gaming fosse integrada e ampliada para igualar o alcance internacional da Logitech. O movimento é visto como parte de um esforço mais amplo da Logitech para se expandir para além do mercado de computadores e para a casa dos gamers de console.

“ASTRO é o principal player para fones de ouvido de console premium e é o fone de ouvido preferido para atletas esportivos de console. É um complemento perfeito para o foco da Logitech G em jogos de PC e não podemos estar mais entusiasmos. Nós amamos a equipe, a marca e os produtos. Juntos, queremos fazer o jogo ainda mais divertido para os jogadores em todos os lugares”.

A marca Logitech G é patrocinadora de várias organizações de esportes, incluindo Cloud9, TSM e NRG Esports. Além disso, a empresa já firmou parceria com clubes na China, como Invictus Gaming e Royal Never Give Up.

“Toda a equipe da ASTRO sempre manteve os produtos Logitech e Logitech G no mais alto padrão, então estou ansioso para unir forças”, disse o presidente da Astro Gamer Jordan Reiss.
Por RafaelaPozzebon Leia mais em oficinadanet 16/08/2017





Senior Solution: Novo Mercado abre porta para nova emissão de ações

A migração da Senior Solution do segmento Bovespa Mais da B3 para o Novo Mercado, que acontece nesta quinta-feira (17), vai abrir portas para uma nova oferta de ações da companhia, na avaliação de Thiago Rocha,  diretor de relação com investidores da empresa de softwares e serviços para o setor financeiro.

Segundo o executivo, o valor da oferta pode chegar a R$ 180 milhões, três vezes o valor captado no IPO em 2013. "Isso porque a companhia está três vezes maior em relação àquele momento", disse hoje, durante evento na B3. Leia mais em valoreconomico 17/08/2017



Azimut Brasil conclui aquisição da distribuidora FuturaInvest

Depois de dois anos, a Azimut Brasil Holding concluiu o processo de a aquisição total da distribuidora de valores mobiliários (DTVM) FuturaInvest.

A compra faz parte da estratégia da empresa para entrar em novos segmentos do mercado. Sem citar valores, o CEO da Azimut Brasil, Giuseppe Perucci, diz que a quantia paga "não foi muito relevante" e acrescentou que "o investimento para fazer a empresa crescer será maior". Em breve, a distribuidora deve mudar de nome. Leia mais em valoreconomico 17/08/2017



Movida anuncia compra da Fleet Services, de locação de veículos de luxo

A Movida, empresa de locação de veículos do grupo JSL, anunciou a compra da Fleet Services. O contrato foi celebrado nesta quarta-feira, 16 de agosto com a BVHD Locação de Veículos e Serviços LTDA, dona da marca no segmento de locação corporativa de veículos premium. A frota é de 153 veículos de luxo, tais como Audi, BMW, Mini, Jaguar, Land Rover e Porsche, que, segundo comunicado, geram receita por carro cinco vezes maior do que um modelo popular.

O valor da transação é de R$ 22 milhões, com subtração de dívidas financeiras da Fleet Services, estimadas em R$ 17 milhões, resultando então no preço de compra de R$ 5 milhões.

A Movida diz que o objetivo com a aquisição está relacionado “ao direito que lhe foi assegurado, com exclusividade e pelo prazo mínimo de cinco anos, de poder manter em cada uma das concessionárias da Rede EuroBike (presentes e futuras) estrutura que lhe propicie oferecer locações personalizadas aos clientes”.

A companhia diz que assim inicia atuação em um nicho de mercado diferenciado, de maior valor agregado, inclusive em novas linhas de negócio, e cita o serviço Movida Mensal Flex, de carro por assinatura, lançado em abril passado.

A efetivação da compra está condicionada a determinadas obrigações e condições, como aprovação em assembleia geral extraordinária e pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade). As acionistas será assegurado direito de retirada, com o reembolso de suas ações apurado com base no valor patrimonial, a ser informado, e com base na posição acionária em 16 de agosto. Estadão  Leia mais em istoe 17/08/2017



Cade aprova compra de parte do Citi pelo Itaú

O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) aprovou ontem, com restrições, a compra de parte das operações do Citi no Brasil pelo Itaú Unibanco. A aprovação foi condicionada ao cumprimento de um acordo que prevê, entre outros pontos, que o Itaú não poderá adquirir instituições financeiras nem operadores de consórcio pelo prazo de 30 meses.

A aquisição da unidade de varejo do Citi no Brasil, área voltada para pessoas físicas, foi anunciada em outubro, em um negócio de R$ 710 milhões. O banco desbancou o espanhol Santander, que era apontado como favorito.

A compra é a 26.ª aquisição da história do Itaú. Depois dela, o banco já arrematou 49,9% da XP Investimentos, cujo pedido no Cade também já foi protocolado.

O Itaú afirmou que ainda depende do aval do Banco Central (BC) para poder integrar a operação. Após o sinal verde do BC, o banco trará para dentro de casa 71 agências do Citi e cerca de 315 mil clientes correntistas, com R$ 35 bilhões entre depósitos e ativos sob gestão (valores brutos na data-base de 31 de dezembro de 2015), além de 1,1 milhão de cartões de crédito e R$ 6 bilhões de carteira de crédito.

O relator do processo, Paulo Burnier, destacou que a fusão apresenta poucas preocupações concorrenciais, por causa da baixa participação de mercado do Citibank. De 13 mercados analisados, apenas o de cartão de crédito apresentava indícios de uma concentração mais elevada. “A operação não representa riscos à concorrência, diferentemente da operação HSBC/Bradesco, que teria condições de retirar agências do mercado nacional”, afirmou.

Ainda assim, para afastar qualquer preocupação, o relator seguiu a recomendação da superintendência geral do Cade e condicionou a aprovação à assinatura de um acordo, que foi sugerido pelas próprias empresas. O acordo tomou como base as restrições impostas na compra do HSBC pelo Bradesco, em que este último também foi proibido de fazer novas aquisições por 30 meses.

Também foram impostas ao Itaú medidas para melhoria de indicadores relacionados à portabilidade da conta salário, operações de crédito e qualidade, divulgação de informações sobre o cadastro positivo, treinamento e capacitação de pessoal interno para reduzir índices de reclamações e observação de regras de compliance. Há ainda previsão de multas por descumprimento do acordo.

Depois de duas reprovações em casos em que não foi possível chegar a um acordo com as empresas – nas fusões Kroton/Estácio e Ipiranga/Alesat – o presidente do Cade, Alexandre Barreto, ressaltou que o Itaú Unibanco e o Citibank endereçaram, desde a primeira proposta, os problemas concorrenciais identificados pelo Cade. Nos dois casos reprovados recentemente, as empresas foram acusadas de não terem feito propostas relevantes a tempo de negociá-las. “Isso vai na linha do que venho dizendo, de ser responsabilidade dos requerentes trazer as informações necessárias”, destacou Barreto.  - O Estado de S.Paulo Leia mais em portal.newsnet 17/08/2017



Lucro de empresas de capital aberto cai 51%

O lucro de 312 empresas de capital aberto no segundo trimestre deste ano totalizou R$ 21,50 bilhões, uma queda de 51% ante igual intervalo de 2016, quando os ganhos totalizaram R$ 43,9 bilhões, de acordo com um levantamento feito pela Economática.

A consultoria também trouxe cálculos nos quais excluiu os resultados de Eletrobras, Vale e Oi, uma vez que, argumenta, a grande variação do lucro dessas companhias no período distorce o estudo geral. Nesse caso, o lucro foi de R$ 24,4 bilhões, valor 13,2% menor que o do mesmo período de 2016 (R$ 28,1 bilhões).

Setores

O setor com maior lucro acumulado no período, com 23 instituições, é o de bancos, cujos ganhos somados atingiram R$ 16 bilhões, crescimento de R$ 851 milhões ou 5,6%.

Seis setores tiveram prejuízo consolidado no segundo trimestre de 2017. O setor de Construção, com 21 empresas, registra R$ 1,56 bilhão de perdas, seguido por Transportes e Serviços, que acumulou prejuízo de R$ 654,4 milhões.

Dos 25 setores avaliados, 12 mostraram queda de lucratividade. O de Papel e Celulose, com cinco empresas, é o que tem a maior queda: prejuízo de R$ 399,8 milhões ante lucro de R$ 2,94 bilhões na mesma comparação. O setor com maior crescimento nominal de lucratividade é o de Siderurgia, com 18 empresas, teve ganho de R$ 107,4 milhões de abril a junho, contra prejuízo de R$ 792,3 milhões em igual intervalo de 2016. /Estadão Leia mais em DCI 17/08/2017



16 agosto 2017

Como a Estre, gigante do lixo, foi parar na Nasdaq

A Estre Ambiental, a maior empresa de serviços ambientais do País, está sendo capitalizada em US$ 370 milhões, numa operação que reduz dramaticamente sua dívida e lista a companhia numa Bolsa americana, a Nasdaq.

O capital para a Estre está vindo do Boulevard Acquisition Corp II, um veículo de aquisição de propósito específico — ou SPAC, na terminologia em inglês — listado na Nasdaq e cujo chairman é Marc Lasry, o fundador e CEO da Avenue Capital Group, uma firma de investimentos que administra cerca de US$ 10 bilhões em Nova York. Lasry e sua sócia, Sonia Gardner, fizeram seu nome e fortuna investindo em empresas altamente endividadas.

A Avenue Capital captou os recursos do Boulevard há dois anos, vendendo 37 milhões de units a US$ 10 cada. A transação anunciada hoje faz a fusão da Estre com o Boulevard, listando a companhia brasileira na Bolsa americana quando a operação for concluída, o que deve acontecer no quarto trimestre.

Como parte da transação, todos os atuais acionistas da Estre serão diluídos mas continuarão sócios da empresa. O fundador e chairman da Estre, o empresário Wilson Quintella Filho, ficará com uma participação minoritária e será um consultor estratégico da companhia. (Outros acionistas da Estre incluem o BTG Pactual, um fundo administrado pela Angra Partners, e os empresários Gisele de Moraes e Wilson de Lara.)

Comuns nos EUA e inexistentes no Brasil, os SPACs são o equivalente ao IPO de um cheque em branco. Os criadores do SPAC levantam recursos junto a investidores com a promessa de encontrar um ativo rentável. Por exemplo, em 2012, um SPAC chamado Justice Holdings — levantado pelo gestor Bill Ackman, da Pershing Square — fundiu-se com o Burger King, trazendo a rede de hambúrgueres de volta para a Bolsa.

O Boulevard precisava de um bom ativo, e a Estre precisava de dinheiro. No final de 2016, a Estre tinha uma dívida líquida de R$ 1,5 bilhão — a maior parte rodando a CDI — e uma geração de caixa de R$ 400 milhões naquele ano. A empresa tem crescido seu faturamento a 7% nos últimos 4 anos, um período no qual não fez aquisições.

A transação dá à Estre um valor de mercado inicial de US$ 816 milhões e um valor da firma (o que inclui a dívida) de US$ 1,1 bilhão, o que dá um múltiplo de 7,7 vezes sua geração de caixa estimada para 2018. Do capital que entra, US$ 200 milhões serão usados para reduzir a dívida líquida, que cairá de 5,2 para 2,2 vezes a geração de caixa anual. Com o saldo, a Estre deve retomar aquisições.

Fundada por Quintella e sua sócia Gisele de Moraes em 1999, a Estre é dona de 13 aterros sanitários, tem outros cinco em desenvolvimento, e faz a coleta de lixo em 15 cidades brasileiras.

A transação de hoje abre um novo capítulo numa trajetória empresarial ambiciosa que foi atropelada pela inadimplência do setor público, o alto endividamento da companhia e o fechamento do mercado de capitais na crise do impeachment, num momento em que a taxa de juros disparou.


Com o sonho de criar uma ‘Ambev do lixo’, entre 2008 e 2013 Quintella comprou sete empresas, começando pela operação de lixo perigoso da multinacional Veolia, que estava saindo deste business do Brasil.

Sua primeira grande aquisição veio em 2010, quando a Estre comprou a Cavo Ambiental da Camargo Correa por R$ 610 milhões. O BTG Pactual financiou 100% da compra com um empréstimo, e mais tarde injetou capital na empresa, gradualmente chegando a uma participação de 35%, que agora será diluída.

Em seguida, a Estre comprou duas operações de aterro e coleta de lixo: a Leão Leão, de Ribeirão Preto, e a Viva, que opera em Salvador, Feira de Santana, Maceió e Taboão da Serra.

Em maio de 2015, o BTG e Quintella instalaram Sergio Pedreiro como CEO da Estre, e Quintella assumiu a presidência do conselho. Pedreiro — um executivo experiente que passou pela GP Investimentos, foi CFO da ALL e, mais tarde, da empresa global de cosméticos Coty — já era conselheiro da Estre desde 2011. O novo CEO começou a profissionalizar a empresa, cortou custos e introduziu critérios de meritocracia na remuneração dos executivos.

No início de 2016, com a água pelo nariz, a Estre sentou-se com os três bancos que mais lhe davam crédito: o BTG, Itaú e Santander. O primeiro tinha R$ 900 milhões de exposição ao crédito da Estre; os dois últimos, cerca de R$ 250 milhões cada. Os bancos concordaram em restruturar a dívida: alongaram o perfil e pediram a venda de ativos ou uma injeção de ‘equity’. A Estre optou pela segunda alternativa.

O negócio do lixo ainda tem um vasto potencial de crescimento no Brasil, onde grande parte da população ainda não é atendida por serviços de coleta e quase metade dos resíduos vão para ‘lixões’ em vez de aterros sanitários. Há ainda muito que as empresas podem fazer no que o setor chama de 'valorização do lixo' (a reciclagem) e na geração de energia a partir do lixo. O volume de resíduos sólidos tem crescido 4% ao ano.

As possibilidades de consolidação são gigantescas. Nos EUA, as duas maiores empresas do ramo, a Republic Services e a Waste Management, recebem 50% de todo o lixo final. No Brasil, a Estre, a maior de todas, recebe 8%. (Republic e Waste Management negociam a 10x EV/EBITDA de 2018, e entre 21 e 24 vezes o lucro do ano seguinte.) Na França, as duas maiores — a Suez e a Veolia — têm 80% do mercado, e são ambas listadas. Geraldo Samor  Leia mais em braziljournal 16/08/2017

16 agosto 2017



Atividade de fusão e aquisição recua no 1º semestre, segundo Anbima

A atividade de fusão e aquisição de empresas recuou no primeiro semestre deste ano na comparação com igual período de 2016, segundo dados da Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima). Em volume financeiro, a queda foi de 46,8%, para R$ 32,7 bilhões. Em quantidade, a retração ficou em 25,5%, para 44 transações.

O maior número de operações se deu na faixa de negócios entre R$ 20 milhões e R$ 99 milhões, que representaram 43,2% do total. É o maior patamar atingido pelo menos desde 2012.

Em relação ao tipo de comprador, a Anbima mostra que a maior movimentação ocorreu entre empresas brasileiras, cujos negócios somaram R$ 12,5 bilhões. A cifra considera, porém, a reestruturação societária da Valepar, que somou R$ 7,36 bilhões.

As aquisições entre companhias estrangeiras atingiram R$ 8,5 bilhões. Depois, ficaram as empresas estrangeiras comprando ativos brasileiros, com R$ 8,3 bilhões, e as locais comprando internacionais, com R$ 3,4 bilhões. Leia mais em jornalfloripa 16/08/2017



Warren Buffett negocia a compra da maior resseguradora da América Latina

É parte da Oferta Pública Inicial feita pelo IRB Brasil Resseguros e na qual os acionistas procuram arrecadar US$ 920 milhões.

A Berkshire Hathaway, a empresa dirigida pelo investidor bilionário Warren Buffett, está em negociações para comprar uma participação na maior resseguradora da América Latina, o IRB Brasil Resseguros, após uma Oferta Pública Inicial (IPO), de acordo com duas pessoas com conhecimento direto do assunto.

A aquisição poderá ser feita através da unidade General Re da Berkshire, de acordo com os informantes que enfatizaram também que o JPMorgan Chase está assessorando o IRB, com sede no Rio de Janeiro.

Os atuais acionistas venderão participações na OPI, que poderá arrecadar até R$2,900 bilhões (US $ 920 milhões). Os vendedores incluem o governo brasileiro, que detém uma participação de 27%; as seguradoras BB Seguridade Participações e Bradesco Seguros, cada uma com 20,4%, e Itaú Unibanco, com 15%. Referência: La República Leia mais em capitólio 16/08/2017