O banco incorporou em suas estimativas as aquisições dos parques eólicos Assuruá (303MW), Delta 5 & 6 (108MW) e Delta 7 & 8 (97MW), além da usina solar de Pirapora (321MW).
“A preços correntes e considerando seu perfil de baixo risco e considerável geração de fluxo de caixa, vemos a negociação de ações a um preço muito atraente. A taxa interna de retorno real chega a 9,6”, calculam os analistas.
O BTG ressalta que, durante seu IPO, a Omega identificou uma grande janela de oportunidades de crescimento em energia renovável. E, apesar dos recentes desafios na frente de renováveis, a empresa fez aquisições com forte disciplina de capital, diversificou o risco adquirindo a usina solar de Pirapora e apresentou bons resultados operacionais em seus parques eólicos. “Com
níveis de chuva abaixo do início deste ano, poderíamos esperar uma forte geração de vento daqui para frente”, avaliam os analistas.
O futuro é brilhante
A estratégia da Omega de apenas comprar ativos operacionais significa que sua forte geração de fluxo de caixa permitirá que ela eventualmente se torne um grande participante de dividendos, projeta o banco.
No entanto, com ativos ainda em disputa, o foco deve continuar no crescimento. Pimentel e Andrade esperam que novas ações possam ter que ser emitidas para financiar futuras aquisições. “Na verdade, é apenas uma questão de tempo até que vejamos a Omega convergindo para o mesmo retorno implícito de outras histórias, pois esses nomes se beneficiam de maior liquidez e dividendos”, analisam... Leia mais em moneytimes 08/04/2019
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