O comunicado emitido em conjunto lembra que a consumação da operação permanece sujeita à verificação de condições suspensivas, incluindo a aprovação pelas autoridades da concorrência do Brasil e no exterior. Os analistas, contudo, não esperam que o Cade apresente medidas que coloquem em risco as sinergias resultantes do negócio.
“Reiteramos nosso otimismo em relação à conclusão do acordo sem alterações nos termos da transação e prevemos que os remédios, se houver, seriam irrelevantes (ainda permitiriam a captura de bilhões em sinergias)”, avaliam os analistas Leonardo Correa e Gerard Roure do BTG Pactual em um relatório enviado a clientes hoje.
O banco recomenda que os investidores comprem mais ações da Suzano e reitera o preço-alvo de R$ 58. Correa e Roure entendem que o negócio é transformador para o setor, concedendo ainda mais poder de precificação e um potencial de disciplina de fornecimento sem precedentes para a indústria.
“Continuamos vendo um ciclo de valorização muito mais provável (do que quedas de lucros), e acreditamos que o balanço de riscos ainda está inclinado para o lado positivo no setor. A Suzano agora detém o melhor perfil de fluxo de caixa livre e está posicionada para se beneficiar amplamente do ponto ideal em que o setor se encontra”, concluem. Gustavo Kahil - Leia mais em moneytimes 13/09/2018
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