O relator do processo, Maurício Maia, votou pela aprovação do negócio condicionado a um acordo que já havia sido negociado pela empresa com a superintendência do Cade.
Entre as restrições acordadas está a venda de unidades e outros ativos, principalmente nos mercados a granel e por cilindros. O Cade não detalhou os ativos que serão vendidos.
A superintendência do Cade havia concluído que o mercado brasileiro de gases industriais é altamente concentrado, com a White Martins sendo uma das líderes, mas entendeu que o acordo elimina as concentrações nos mercados regionais. “Além disso, inclui todos os ativos necessários para que o comprador dos negócios desinvestidos se mantenha como uma força competitiva relevante no médio e longo prazos”, afirmou o órgão.
A operação ainda será analisada por autoridades da concorrência de outros países, como Estados Unidos, Chile e pela União Europeia. Estadão Conteúdo Leia mais em istoedinheiro 13/06/18
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