A oferta será primária, uma vez que colocará dinheiro no caixa da companhia, e os recursos serão utilizados na abertura de novos restaurantes e de quiosques de sobremesas nos próximos anos. Um pedaço da operação será secundária, para dar mais liquidez à ação da empresa.
Quem vende. A gestora Vinci Capital, dona de 33% do Burger King no País, e a Temasek, empresa de investimentos do governo de Cingapura que tem 15% da rede, vão vender parte de suas participações.
São sócios ainda da master-franqueada no Brasil o fundo de private equity (que compra participações em empresas) Capital Group, com 31%, e a Restaurant Brands International, dona da marca Burger King, com outros 15%. Procurado, o Burger King Brasil não comentou. Leia mais colunadobroad.estadao 12/11/2017
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