Em dois anos de operação, a startup africana já treinou cerca de 200 pessoas, selecionadas em meio a 40 mil candidatos. Quando são aceitos, os estudantes recebem seis meses de treinamento intensivo antes de passar duas semanas nos escritórios de alguma companhia de tecnologia parceira da iniciativa. Depois de todo este processo, o profissional é contratado por alguma dessas empresas em tempo integral e passa a trabalhar direto de um dos campus da Andela, localizados em Nairobi, no Quênia, e em Lagos, na Nigéria.
“Nós vivemos em um mundo em que o talento é muito bem distribuído, mas as oportunidades não. A missão da Andela é encurtar esta distância”, disse Zuckerberg em um comunicado. “As companhias têm acesso a grandes desenvolvedores e os desenvolvedores na África têm acesso a uma oportunidade de usar as suas habilidades e ajudar às suas comunidades”, continuou o criador do Facebook.
Próximos passos
Segundo o presidente-executivo da Andela Jeremy Johnson, o objetivo de sua empresa é “cultivar a próxima geração de empreendedores e diretores de tecnologia de grandes companhias por toda a África”. E a ideia agora é expandir: após abrir um escritório em San Francisco, nos Estados Unidos, no último mês, a startup pretende iniciar as operações em um terceiro país africano e também dobrar o número de alunos atendidos ainda neste ano. Fonte: Forbes Leia mais em corporate.canaltech 16/06/2016
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