São considerados os favoritos para levar a empresa – um dos principais ativos para reforçar o caixa da empreiteira em recuperação judicial –, à frente da Aegea, que chegou a manifestar interesse oficial em um dos dois leilões que tentou vender o ativo.
No primeiro deles, com o valor mínimo de 600 milhões de reais previsto no plano de recuperação, não teve interessados. No segundo, a Aegea quis oferecer um valor menor, mas não se sentiu confortável diante das incertezas sobre um possível questionamento dos credores.
Dentro da Galvão, o entendimento é que é possível fazer a venda por até 40% da avaliação – ou 240 milhões de reais – sem que haja espaço para contestação. Por: Vera Magalhães Leia mais em radaronline.veja 11/04/2016
Nenhum comentário:
Postar um comentário